A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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segunda-feira, dezembro 24, 2012
TUDO AO SEU ALCANCE...
Congresso
Congresso tem ano marcado por projetos irrelevantes e papelão
Uma lista de projetos sem importância, uma CPI que desmoralizou o Parlamento, um senador cassado e declarações de um atrapalhado presidente da Câmara dos Deputados marcaram o ano do Legislativo
''AQUELLOS OJOS VERDES'' ou ''NÃO CONFIE EM NINGUÉM COM MAIS DE 30 ANOS'' *
Eduardo Campos: "Estarei com
Dilma em 2014"
O governador de Pernambuco diz que não será candidato a presidente – e que, apesar de ser amigo de Aécio Neves, não apoiará o PSDB nas eleições
AS 'ZELITES' NACIONAIS
FUNCIONALISMO PÚBLICO: SUPERSALÁRIOS
IBOPE. O REFLEXO DO MENSALÃO
Ibope: Brasileiro confia mais em STF que Congresso
PODRES PODERES. Quando a Vida imita a Arte *
Apocalipse adiado
Curiosa a entrevista de Eduardo Campos a Luiz Maklouf, em Época. O governador de Pernambuco parece ter tomado a iniciativa de afrouxar a corda. Reiterou apoio a Dilma em 2014 e disse que só será candidato a presidente quando disser que é. Ao pregar distensão, o herdeiro de Miguel Arraes enfatiza uma suposta crise que rondaria 2013 como as neovivandeiras rondam o STF.
Mais curiosa a não entrevista de José Dirceu a Mônica Bergamo, na Folha. Enquanto faz planos de trabalhar na cadeia para abater a pena, o chefe petista conta que sugeriu a Lula e ao PT organizarem manifestação em fevereiro, "colocando 200 mil pessoas na rua". Quer dar "demonstração de força". É Dirceu esticando a corda que Eduardo Campos ensaiou relaxar. Seus conselhos são de quem tem pouco a perder porque já perdeu o que tinha.
O desafio de Aécio Neves em 2013 não será zelar pela implementação da nova e mais rigorosa Lei Seca. De volta ao Brasil, proxies de José Serra querem o nome dele em pesquisas estimuladas de intenção de voto para presidente. De certo gostariam de comparar os desempenhos de Serra e de Aécio. É o PSDB a caminho de confundir "recall" e popularidade. De novo.
SECA NORDESTINA: VEREADORES E COMPORTAMENTO PÓS-ELEIÇÃO
Na seca, salários de prefeitos e vereadores crescem até 272%
- Em Carira (SE), prefeito ganhará R$ 24 mil por mês, após aumento de 71% aprovado em agosto;
QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Segundo a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), o total de débitos inscritos na dívida ativa da União deverá ultrapassar R$ 1 trilhão este ano
O governo está monitorando 11.622 contribuintes que devem R$ 629 bilhões aos cofres públicos. Para recuperar esse dinheiro a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional acaba de desenvolver novas técnicas para garantir o bloqueio de bens. Um sistema inteligente capta, junto à Comissão de Valores Imobiliários (CVM) e à Bolsa de Valores, o exato momento em que um devedor está para receber novas receitas. O sistema emite um sinal ao procurador que, rapidamente, bloqueia a entrada desses recursos. Até novembro, a recuperação de débitos inscritos na dívida ativa chegou a R$ 682,2 milhões, mas o total de débitos deve ultrapassar R$ 1 trilhão este ano. (Págs. 1 e 17)
Na Itália, o cardápio da ceia foi revisto e as lagostas deram lugar a massas e sardinhas. Espanhóis adaptaram o orçamento: a verba de um único presente é dividida para comprar lembranças baratas para toda a família. No Reino Unido, as lojas estão lotadas, mas comerciantes temem como será o desempenho após a gastança do fim do ano. (Págs. 1 e 23)
Diálogos entre operadores do sistema elétrico revelam o despreparo nas subestações e nos centros de controle para enfrentar interrupções no fornecimento de energia, informam os repórteres Alana Rizzo e Iuri Dantas. As transcrições constam de relatórios da Aneel e do Operador Nacional do Sistema (ONS), obtidos pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação. Eles mostram a tensão dos técnicos no apagão de fevereiro de 2011, que deixou oito Estados do Nordeste sem luz por horas. À época, o governo atribuiu o apagão a defeito em placa eletrônica. Nos minutos seguintes ao blecaute, os técnicos mostravam-se perdidos. Faltou energia para abrir um portão que dá acesso a alguns equipamentos. Foi preciso quebrar a fechadura. O relatório da Aneel também lista disjuntores fechados, discrepâncias na supervisão e dificuldade de acesso aos procedimentos operacionais para a religar a instalação. (Págs. 1 e Economia B1)
46 milhões de pessoas ficaram sem energia elétrica na madrugada de 4 de fevereiro de 2011
Análise: José Roberto de Toledo
Apocalipse adiado
O conflito entre Legislativo e Judiciário acabou em ‘tender’. O recesso prevaleceu sobre a beligerância de gabinete. (Págs. 1 e A6)
De um lado, corte de despesas da União, pela queda dos juros. De outro, mais gastos correntes. E desonerações só para setores escolhidos. (Págs. 1 e Economia B2)
Se o Egito vai se parecer mais ao Paquistão ou à índia é algo que terá grande impacto no futuro da democracia em todo o mundo árabe. (Págs. 1 e Internacional A10)
A indústria da fertilidade apresenta uma narrativa de triunfo. E frequentemente de um triunfo feminista, sem desdobramentos negativos. (Págs. 1 e Caderno 2, D8)
A má administração dos recursos federais causa mais danos à indústria do que juros e câmbio. (Págs. 1 e A3)