A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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segunda-feira, março 04, 2013
2013. O ANO QUE FAREMOS CONTATO!
PSB quer alavancar Campos com palanques nos Estados
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
SINDICALISTAS E SINDICALISMO. A GÊNESE DE GOVERNOS (ou, Tudo por uma esmeralda - o filme)
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Dilma abre a porta para sindicalistas e prepara medidas de reaproximação
Na busca de aliados. Depois de ver relação com centrais estremecida por causa de embates durante greves, presidente segue conselho de Lula, recebe grupos organizados no Planalto e deve anunciar pacote de bondades até o Dia do Trabalho, em 1º de maio
QUEM LÊ TANTA NOTICIA?
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Ainda sob o choque do mais dramático gesto da História recente da Igreja, a renúncia do Papa, os cardeais começam a chegar a Roma dispostos a cobrar mais transparência nas discussões pré-conclave
O presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Raymundo Damasceno, disse que cardeais do mundo todo já começam a pressionar para conhecer o conteúdo do dossiê secreto entregue ao Papa Bento XVI, pouco antes da renúncia. Damasceno e o cardeal Geraldo Majella já chegaram a Roma. Ontem foi um dia atípico: é o primeiro domingo sem missa em oito anos. E também véspera do início da reunião que começa hoje para a escolha do próximo Pontífice. Circulam rumores de que os três cardeais que escreveram o documento estariam preparando um resumo para apresentar nas discussões, segundo informaram os enviados especiais Deborah Berlinck e Fernando Eichenberg. Também se especula que eles passariam discretamente informações a alguns cardeais. A reunião vai decidir também uma data importante: o início do conclave. A aposta em Roma é de que ele comece em torno dos dias 10 e 11. Só que para tomar essa decisão, todos os 115 cardeais com direito a voto precisam estar presentes. (Págs. 1 e 20)
A presidente Dilma Rousseff, virtual candidata à reeleição, decidiu seguir o conselho do ex-presidente Lula e tentar se reaproximar das centrais sindicais. Nos últimos dois anos, ela delegou os contatos ao secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e os sindicatos se queixavam de falta de espaço no governo. Na semana passada, Dilma recebeu os presidentes da CUT e da UGT. Ela também determinou aos ministros que analisem as reivindicações dos trabalhadores e verifiquem quais podem ser atendidas a curto prazo. Outro possível candidato à Presidência em 2014, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), também tenta se aproximar dos sindicatos. Hoje, ele deve receber a direção da Força Sindical. (Págs. 1 e Nacional A4)
Sem resistência do tráfico e em apenas 25 minutos, forças policiais ocuparam as 13 favelas no Complexo do Caju, onde moram 20 mil pessoas, na zona portuária do Rio, ontem. Cerca de 1.300 policiais militares, 200 civis e 300 fuzileiros participaram da ação. Pelo menos 16 pessoas foram presas. Ali será instalada a 31ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da cidade, ainda sem data definida. A operação nas favelas do Caju é considerada o último passo antes da ocupação do vizinho Complexo da Maré, que tem 15 comunidades e 75 mil moradores. (Págs. 1 e Cidades C5)
Os EUA confiam na Turquia para buscar uma solução pluralista para a Síria. Mas a Turquia usa seu poder em prol da Irmandade Muçulmana. (Págs. 1 e Visão Global A10)
A de 1948, na Costa Rica, obteve avanços em educação e saúde e garantiu padrão de vida superior ao cubano, sem sacrificar liberdades. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
A economia americana cresceu 14 trimestres consecutivos, mas desempenho no futuro é incerto. (Págs. 1 e A3)
Para as empresas, a maior insegurança reside no fato de a Valec ser a responsável por remunerar o investimento. No novo desenho, a estatal comprará do concessionário, ano a ano, a capacidade total de movimentação na ferrovia. O modelo elimina o risco de demanda, mas cria um "risco governo". (Págs. 1 e B8)
Hoje, o país investe cerca de US$ 45 bilhões por ano no setor, disse Coutinho, e terá que elevar esse valor para algo entre R$ 85 bilhões e US$ 90 bilhões se pretende crescer de forma sustentável. Tarefa a ser compartilhada entre os bancos públicos e pelo sistema privado. O BNDES, único financiador de projetos de longo prazo no momento, está chegando ao "limite", admitiu Coutinho. (Págs. 1 e A14)
Outra iniciativa defendida pelo ministro é a regulamentação de um artigo da Constituição que prevê uma alíquota adicional de contribuição ao FAT para empresas com rotatividade maior que a média apurada em seu setor. (Págs. 1 e A3)
O BC poderá proibir que sejam pagos, total ou parcialmente, inclusive dividendos mínimos obrigatórios determinados pela Lei das Sociedades Anônimas (25% do lucro), explicou ao Valor o chefe do Departamento de Normas da autarquia, Sérgio Odilon dos Anjos. (Págs. 1 e C14)
No momento, Brasil precisa urgentemente de soluções keynesianas de curto prazo para retomar o crescimento sustentável. (Págs. 1 e A12)
Gustavo Loyola
O repasse de recursos do Tesouro para os bancos públicos deve cessar, antes que a situação fiscal atinja um ponto crítico. (Págs. 1 e A13)
sábado, março 02, 2013
EDITORIAL II [In:] ACERTEM OS SEUS RELÓGIOS
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Campos afirma que governo antecipar calendário eleitoral 'nunca deu certo'
Em entrevista, governador de Pernambuco avisa que o PSB 'tem fuso eleitoral próprio' e não trabalhará 'com relógio dos outros'
EDITORIAL [In:] "É MENTIRA, TERTA ? '' *
Quem quiser romper com a base do governo, que rompa, afirma Lula
Para petista, entrada de Eduardo Campos na disputa eleitoral pode colocar em risco a parceria entre siglas
sexta-feira, março 01, 2013
MESURAS E CHAPÉU ALHEIO. O ''XIS'' DA QUESTÃO !
| 01/03/2013 | |
Projetos de Eike dependem cada vez mais do BNDES
Desde a crise de 2008, captar recursos tornou-se uma operação mais difícil para o bilionário Eike Batista e seu rol de empresas X. O BNDES ganha cada vez mais importância no financiamento dos projetos. De 2006, quando sua primeira empresa foi listada na bolsa brasileira, a mineradora MMX, até o lançamento de ações do estaleiro OSX, em 2010, o empresário levantou R$ 13,6 bilhões em IPOs, conforme dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). De 2005 até agora, o empresário obteve R$ 10 bilhões do BNDES, com os maiores empréstimos ocorrendo a partir de 2009.
A dependência de recursos oficiais pode aumentar. No momento, a MMX aguarda aprovação de financiamento de R$ 3 bilhões do BNDES para a expansão da mina de Serra Azul (MG). A operação está em análise no banco, última etapa antes da aprovação. A OSX, empresa de construção naval, também entrou com pedido para construção de plataforma de petróleo.
EBX se apoia no BNDES para "tocar" seus projetos
Por Ana Paula Ragazzi, Vera Saavedra Durão, Cláudia Schüffner e Francisco Góes | Do Rio
Com ênfase no BNDES, grupo comandado por Batista busca alternativas para financiar seus projetos, alguns com desempenho abaixo do esperado pelo mercado
Há um mês, Eike Batista anunciou ao mercado o desejo de fechar o capital da CCX Carvão da Colômbia. O pagamento será feito com ações de outras empresas do grupo EBX em poder do empresário ao invés de dinheiro. A opção reacendeu no mercado preocupação que há meses circulava entre os investidores, a de que Batista estaria com dificuldades de conseguir crédito novo para seus negócios. Apesar dos questionamentos, o grupo continua na busca por fontes de recursos para desenvolver seus projetos, com ênfase no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
No momento, a MMX, mineradora de ferro do grupo, aguarda aprovação de financiamento de R$ 3 bilhões por parte do banco para a expansão das minas de Serra Azul (MG). A possível contratação desses recursos é esperada com expectativa por investidores que a consideram como um sinal de respaldo do BNDES ao empresário. A OSX, empresa de construção naval da EBX, também entrou com pedido de empréstimo no BNDES para a construção de uma plataforma de petróleo.
O BNDES tem sido fonte permanente de dinheiro para sustentar os projetos da EBX, em especial a partir da crise financeira de 2008, quando houve restrição de linhas de crédito privadas e as bolsas fecharam as portas para novos IPOs (ofertas públicas iniciais de ações). Desde que Batista listou a sua primeira empresa na bolsa brasileira, a mineradora MMX, em 2006, até o estaleiro OSX, em 2010, o empresário levantou, via IPOs, R$ 13,6 bilhões, conforme dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Batista captou no BNDES quase R$ 10 bilhões desde 2005. Os maiores aportes do banco ao grupo, de R$ 4,1 bilhões e de R$ 2,7 bilhões, ocorreram em anos de crise, 2009 e 2012, respectivamente. Em 2009, foram feitas as maiores operações do empresário com o banco, com destaque para financiamento de R$ 1,3 bilhão para a LLX no porto do Açu (RJ) e de R$ 1,4 bilhão para a termelétrica de Pecém (CE). Em 2012, a maior operação aprovada pelo banco para o grupo foi de R$ 1,3 bilhão para a OSX.
O apoio do BNDES e de outras fontes é uma alternativa importante para o grupo levar os projetos adiante. Dados do Valor Data, com base nos balanços do terceiro e do quarto trimestre de 2012, mostram que cinco empresas de capital aberto da holding EBX (MMX, OGX, MPX, LLX e OSX) tinham dívida líquida consolidada de R$ 15,8 bilhões até o fim do ano passado e uma posição de caixa de R$ 8,3 bilhões. Em 2012, a EBX disse ao Valor que a holding possuía US$ 9 bilhões em caixa. Agora, não informou a posição atual do caixa.
O principal ponto de preocupação de investidores com as empresas do grupo EBX é o fato de as companhias estarem em meio a processos que demandam altos volumes de investimentos para finalizar os projetos. O empresário desenvolve ativos de infraestrutura que exigem pesados investimentos, mas que, se não forem concluídos, nada valem. Esse é o pior cenário para o grupo. Na visão de um analista, Batista precisa atrair parceiros que injetem dinheiro ou vender pedaços para desenvolver outros negócios.
Procurado, Batista não se manifestou. Por email, o EBX informou estar em situação financeira confortável: "O grupo EBX está capitalizado, com recursos suficientes para garantir a execução dos projetos desenvolvidos no país. Todas as companhias de capital aberto do grupo vêm cumprindo seus planos de negócios em dia, com "funding" substancialmente equacionado para os próximos anos." Uma preocupação no mercado, porém, é que o empresário teria contraído empréstimos como pessoa física com bancos privados e dado ações das suas empresas em garantia. Diante das quedas de sua "blue chip" - apenas no ano passado a OGX desvalorizou 67,84% -, circula no mercado a informação de que ele teria renegociado as garantias, mas estaria mais difícil conseguir novas linhas.
Nas últimas semanas, voltaram a circular informações sobre as negociações de Batista para vender ativos. Ele encontrou-se com executivos da Petronas, da Malásia. A petroleira estaria analisando a OGX há meses, mas ainda não se sabe se ou quando as partes chegarão a um acordo.
Mas a operação que pode ser concluída com mais rapidez é a venda do controle da elétrica MPX, braço de energia da EBX. É um ativo mais maduro e, pela primeira vez, Batista deverá deixar o controle de uma de suas empresas. A venda para a alemã E.ON, se confirmada, poderá dar fôlego novo ao empresário no mercado. Nos bastidores, as informações são de que a E.ON gostaria de comprar o controle sozinha, mas não pode fazê-lo pois teria de consolidar dívida líquida de R$ 5,4 bilhões da MPX, dos quais R$ 1,9 bilhão vencem este ano. A empresa estuda a emissão de debêntures ou de "bonds" para alongar o perfil da dívida.
Em junho de 2012, Batista chegou a afirmar que havia conseguido um sócio para sua mina de ouro, a AUX, mas esse negócio ainda não foi oficializado. No mercado, existe o consenso que há comprador para os ativos de Batista, mas não aos preços que o empresário deseja e que chegou a conseguir no passado. O mercado deixa isso claro na precificação dos ativos do EBX. No fechamento de capital da CCX, Batista está avaliando cada ação da companhia a R$ 4,31. Esse valor é próximo ao dobro da cotação de mercado na época do anúncio.
O Credit Suisse informou em relatório que a OSX é negociada na bolsa perto de seu valor de liquidação. E a OGX está perto das mínimas históricas. No caso da LLX, Batista tentou fechar o capital da empresa a preços de mercado, mas voltou atrás depois que um laudo de avaliação atribuiu valor à companhia superior ao da bolsa.
Um alento ao empresário é o fato de a liquidez financeira global para os negócios estar voltando. Na megaoperação de compra da Heinz por 3G e Berkshire, grandes bancos internacionais entraram financiando a operação. Outro ponto que tem chamado a atenção dos investidores está no papel de Batista como um importante financiador das próprias empresas. Na abertura de capital da OSX, em 2010, o mercado não concordou com os preços avaliados na operação e aceitou colocar recursos desde que com desconto. Para dar continuidade ao negócio e, como sempre, apostando em seus empreendimentos, o empresário comprometeu-se a aportar US$ 1 bilhão na companhia três anos depois, para complementar os recursos para os projetos. Do total, o empresário liberou US$ 250 milhões ano passado e vai aportar mais US$ 250 milhões em março.
Apesar do comprometimento de Batista em casos como da OSX, o mercado não tem informações precisas sobre a capitalização da holding EBX, de capital fechado. O que se sabe de mais recente foi o investimento de US$ 2 bilhões feito pelo Mubadala Development Company, empresa de investimento de Abu-Dhabi e de outros US$ 300 milhões da GE. Os recursos ingressaram em veículos offshore no ano passado.
Com o mercado cobrando resultados e penalizando as ações de suas empresas, Batista comprometeu-se, em 2012, a aportar mais US$ 1 bilhão, dessa vez na petroleira do grupo, a OGX. Recentemente, chamou um aumento de capital na MMX, que alcançou R$ 1,37 bilhão. O empresário garantiu a operação, mas não foi acompanhado pelos maiores sócios, a chinesa Wisco e a coreana SK Networks. Em nota ao Valor, a EBX afirmou: "Os recentes anúncios de aportes pelo controlador nas companhias do Grupo EBX enfatizam sua confiança nos empreendimentos em curso."
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QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Pontífice se retira do Vaticano de helicóptero e segue para a residência de Castel Gandolfo, deixando em aberto o futuro da Igreja Católica. Ao se despedir de cardeais, entre eles o seu sucessor, pediu unidade.
O último dos seus 2.873 dias de pontificado foi carregado de emoção, de simbolismo e também de incertezas sobre os rumos da Igreja Católica. Aos cardeais, o Papa Bento XVI pediu que permaneçam unidos como uma orquestra. "Entre vocês está o futuro Papa, a quem eu prometo reverência incondicional e obediência.” Na despedida, já na sacada de Castelgandolfo, residência de verão onde ficará três meses, dirigiu-se a uma pequena multidão: "Não sou mais pontífice, sou um simples peregrino que inicia a última etapa de sua jornada” disse, antes de renunciar, pontualmente, às 20h. Bento XVI encerra o papado deixando um rastro de escândalos de pedofilia e violações de segredos. (Págs. 1 e 39 a 42)
Ansiedade pelo início do conclave
Com a saída de cena de Bento XVI, cresce a expectativa para o conclave que elegerá o seu sucessor. O vaticanista John Thavis avalia que um curto intervalo até o início da reunião favoreceria a escolha de um dos cardeais mais conhecidos, os que detinham cargos na Cúria Romana. (Págs. 1 e 42)
O presidente do STF, Joaquim Barbosa, afirmou ontem que a prisão dos 25 condenados no processo do mensalão deve ocorrer até julho. “A minha expectativa é de que tudo se encerre antes das férias”, disse, em entrevista a jornalistas estrangeiros. “Os votos de alguns ministros ainda não foram liberados. Assim que todos apresentarem seus votos, vou determinar a publicação, e aí começa a correr o prazo de recursos dos réus”, afirmou. Barbosa criticou o que chamou de “problema sistêmico” na Justiça. “Nosso sistema penal é muito frouxo. É totalmente pró-réu, pró-criminalidade. Essas sentenças que o Supremo proferiu (no mensalão), de 10,12 anos, no final se converterão em 2 anos, porque há vários mecanismos para reduzir a pena.” Barbosa chamou ainda o sistema penal de “faz de conta”, (Págs. 1 e Nacional A4)
PSDB critica projeto
O líder do PSDB, Carlos Sampaio, quer que a Câmara recue de projeto que dá poderes à Corregedoria em processos de perda de mandato. (Págs. 1 e A4)
Nome de d. Odilo ganha força
Cardeais americanos e de países em desenvolvimento estariam apoiando o nome do brasileiro d. Odilo Scherer como sucessor do papa. (Págs. 1 e A16)
Análise: Frei Luiz Carlos Susin
Professor continuou a ensinar
Bento XVI é um professor que se tornou papa, do ensinamento, da doutrina. (Págs. 1 e A15)
O ministro do Esporte defende desoneração de Imposto de Renda, PIS, Cofins e outras bobeirinhas para os clubes. E as outras empresas? (Págs. 1 e Esportes E2)
Com seus aliados cubanos, a esquerda triunfante brasileira nos jogou no século passado durante a visita da blogueira Yoani Sánchez. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Os parlamentares passaram a perna no povo ao fazer crer que cortaram benefícios na carne. (Págs. 1 e A3)
A dependência de recursos oficiais pode aumentar. No momento, a MMX aguarda aprovação de financiamento de R$ 3 bilhões do BNDES para a expansão da mina de Serra Azul (MG). A operação está em análise no banco, última etapa antes da aprovação. A OSX, empresa de construção naval, também entrou com pedido para construção de plataforma de petróleo. (Págs. 1 e B10 e B11)
A consultoria Macroeconomic Advisers, por exemplo, estima que o Produto Interno Bruto (PIB) americano crescerá 2%, e não 2,6%, se os cortes de gastos forem executados. Para o Escritório de Orçamento do Congresso, a expansão do PIB será de 1,4%, e não de 2%, e 750 mil empregos deixarão de ser criados ou mantidos até o fim do ano. (Págs. 1 e A13)
Técnicos do Ministério da Fazenda estão na fase final de detalhamento do funcionamento do fundo. Segundo antecipou o Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor, o Tesouro emitirá títulos públicos e, com os recursos, comprará cotas do fundo. (Págs. 1 e C1)
Essa e outras decisões foram divulgadas ontem com a primeira minuta de contrato do novo modelo de concessão da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O primeiro projeto compreende o trecho entre Açailândia (MA) e Vila do Conde (PA). Do total de R$ 3 bilhões em investimentos, R$ 477 milhões serão antecipados a partir do 132 mês de obras. (Págs. 1 e A4)
A solicitação foi feita a pedido da U.S. Securities and Exchange Commission (SEC), órgão fiscalizador do mercado de capitais nos EUA. No dia 19, foi expedida a intimação a Prado, que precisa ser localizado para que possa ser ouvido. (Págs. 1 e B4)
O esforço do governo agora é para alavancar os investimentos públicos e privados, depois de cinco trimestres de queda. (Págs. 1 e A2)
Armando Castelar Pinheiro
Há relativo consenso de que o baixo crescimento resulta de restrições de oferta e falta de um clima propício ao investimento. (Págs. 1 e A15)
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