A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quarta-feira, agosto 27, 2008
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
Tráfico e milícia disputam lucros de serviços ilegais
Pré-Sal terá desoneração de imposto
Cana no Pantanal vira crise ministerial
A volta da velha briga entre governador e prefeito
Contas da prefeitura: entenda quem puderCriado para informar sobre gastos do município, o site Rio Transparente é complexo e omite vários dados – como as verbas do combate à dengue. (págs. 1 e 11)
Cabral quer escolas com ar-refrigerado
Ex-chefe do rapa tem apoio de camelôsO candidato a vereador Lúcio Costa (DEM), ex-chefe de controle urbano da prefeitura, é apoiado por camelôs. No cargo, ele foi substituído pela mulher. (págs. 1 e 4)
Jô Moraes ataca ‘arranjo’ entre PT e PSDB em BH
Nepotismo à moda Requião: burla ao STF
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Folha de S. Paulo
Rússia desafia Ocidente e reconhece separatistas
Sabatina Folha: Para Sarney, apoio de Lula é essencial em 2010
Índios ameaçam invadir fazendas em reserva de RR
Gasolina no país está entre as mais caras do mundo
Após renúncia do reitor, cúpula da Unifesp deve sair
Requião e Cesar Maia driblam decisão do STF antinepotismo
Comissão do Senado aprova Badin no Cade
EditoriaisLeia "Congresso trancado" sobre atritos entre Poderes e "Contas (mais) públicas", acerca da contabilidade estatal. (págs. 1 e B1)
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O Estado de S. Paulo
Ministro apóia teles contra a Anatel
Religiosos divergem sobre aborto em debate no STF
Após veto, políticos promovem parentesApós a proibição do nepotismo pelo STF, políticos aproveitam uma brecha e promovem parentes para evitar que sejam demitidos. O veto à contratação de familiares não vale para os cargos de secretário e ministro. O prefeito do Rio, César Maia (DEM), instalou a irmã Ana Maria no comando da nova Secretaria Especial de Eventos. Já o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), nomeou secretários especiais a mulher, Maristela e um irmão, Eduardo. (págs. 1 e A7)
Notas e Informações - O Congresso na 'extrema-unção'
Falcon insiste na compra de mina da Petrobras
Executivo da Alstom é preso na Suíça
São Paulo busca licença ambiental para lixões
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Jornal do Brasil
Saúde provoca guerra entre Cabral e César
Anistiados terão pensões diminuídas
União ultrapassa meta da economia
TCE condena prefeito de Magé
Caso Marlan Jr.: OAB é elogiada
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Correio Braziliense
Não há força que dê jeito nos bingos do Entorno
86 mil vagas
Preço cai, mas comida ainda é caraÍndice de Preços ao Consumidor aponta recuo de 0,21% no valor dos alimentos no DF. Tomate, filé mignon, abacaxi e feijão carioquinha são os itens que mais caíram.(págs. 1 e 17)
Dinheiro tem de sobra, mas falta médico
Anencéfalos dividem até religiosos
Pressão pelo afastamento de Efraim
O Alerta de Niemeyer
Um pônei sacrificado
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Valor Econômico
JBS supera dificuldades e cresce no mercado dos EUA
Desbloqueio acirra disputa entre celulares
Aquecimento da economia puxou preços
Armínio sugere cautela no crédito
CAE do Senado aprova Arthur Badin para a presidência do Cade (págs. 1 e A10)
Destaques - Lanterninha
Destaques – Piscicultura marinha
Destaques – Aplicação indexada
Destaques – Fundo de ações
Idéias – Cristiano Romero: Modelo de concessão poderia ser mantido no pré-sal (págs. 1 e A2)
Idéias – José Graziano: a segurança alimentar ainda inspira cuidados (págs. 1 e A12)
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Gazeta Mercantil
Alta procura dobra salários em finanças
Indenizações revistasReavaliação de benefícios concedidos a anistiados inclui processo de Lula. (págs. 1 e A9)
Novo presidente do Cade
Primeiro Plano – Impasse sobre enxofre no DieselReunião realizada ontem entre governo, indústria, promotores e ambientalistas não chegou a consenso sobre a diminuição do nível de enxofre no diesel. Novos encontros deverão ocorrer nos próximos dias. (págs. 1 e A4)
Opinião – Mauro Rodrigues da Cunha
Bancos estrangeiros criam gestoras no País
Extrativismo põe em risco indústria brasileira
Monsanto promete soja que já vem com ômega 3
Cosan anuncia entrada no mercado imobiliário
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terça-feira, agosto 26, 2008
CACCIOLA [In:] QUENTINHA REQUENTADA. OPS!!! "REQUINTADA"
O governador do Rio, Sérgio Cabral, disse hoje que o caso será "apurado a fundo". "Vamos agir com dureza, até porque o que vale para Chico também vale para Francisco. E o governo não compactua com este tipo de coisa", afirmou.
O advogado de Cacciola, Carlos Eli Eluf, disse que a denúncia é "mentirosa" e que beira as "vias da hilariedade e da insanidade". De acordo com o advogado, o ex-bancário é alérgico a frutos do mar e não poderia ter comido lagosta. Além disso, o fato de manter um cardápio refinado dentro da cela traria risco de vida para Cacciola, alega Eluf.
"O senhor Cacciola divide uma cela com 34 pessoas. Ele não vai comer lagosta ou salmão enquanto 33 presos almoçam arroz com feijão, porque iria arrumar uma animosidade tão grande dentro da cela que poderia até ser morto. Isso é impossível", afirmou. Eluf lembrou que os presos podem receber alimentos da família. "Mas ele nunca recebeu lagosta nem salmão. Isso é uma campanha dirigida para difamá-lo", afirmou.
A quentinha com o que sobrou das refeições teria sido encontrada na cela em que está Cacciola. Segundo a assessoria de imprensa da Seap, não há irregularidade se o ex-banqueiro tiver recebido as refeições nos dias de visita (segundas e sextas-feiras), quando a família pode levar alimentos. Do contrário, teria havido facilitação de agentes.
Essa não é a primeira informação de regalias dentro de Bangu 8, destinado a autoridades, policiais e detentos com nível superior, e onde também estão presos os ex-chefes de Polícia Álvaro Lins e Ricardo Hallack, o deputado estadual Natalino Guimarães e seu irmão, o vereador Jerônimo Guimarães, o Jerominho. Na semana passada, os agentes encontraram R$ 10 mil numa das celas - cada preso pode receber das famílias R$ 100 semanalmente para pequenas despesas emergenciais, como compra de medicamentos. A secretaria não informou a quem pertence o dinheiro.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
Indústria da invasão em favelas cobra até ‘luvas’
Em vez de educação, submarino com Pré-Sal
Minc: não vai ter plantio nem usina de cana no Pantanal (págs. 1 e 12)
Governo vai dar ainda mais dinheiro ao COB
Desnutrição caiu mas fome ainda é dilema
César promove irmã para não demiti-la
UPA pra lá e pra cá
Brasil já tem seis Obamas nas eleições
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Folha de S. Paulo
Reitor da Unifesp cai após denúncias
Crédito é o maior desde o início do Plano Real
Juiz poderá pela internet penhorar carro de devedor
STF inicia debate sobre aborto de feto anencéfalo
Parlamentares de RR querem arrozeiros em reserva indígena
Artigo: João Pereira Coutinho
DinheiroPetrobras e Bolsas do exterior fazem Bovespa cair 2,5%. (págs. 1 e B10)
Editoriais
Foto
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O Estado de S. Paulo
Crédito cresce apesar do aumento dos juros
Lula acha que desempenho brasileiro foi razoávelO presidente Lula afirmou, em seu programa semanal de rádio, que a participação do Brasil na Olimpíada foi “razoável”. Pediu que prefeituras, estados e empresários invistam no esporte para que o País tenha um desempenho melhor nos Jogos de Londres, em 2012. Ele se disse frustrado com os resultados obtidos pelo futebol e elogiou a seleção feminina. (págs. 1 e E1)
STF vai definir regra geral para demarcação de terras
Permissão para aborto de anencéfalo terá restrições
Brasil é o 4º em consumo de água engarrafada
Lobbies de energia bancam festas de democratas
Alckmin e Kassab já trocam ataques na campanha
Multas aplicadas pela PM triplicam em São Paulo
Ruim é o gasto, não a conta
Produtor de peixe
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Jornal do Brasil
César Maia dribla lei contra nepotismo e promove irmã
Procuradoria pede que Daniel Dantas volte à prisão
CNJ começa a apurar tráfico de influência no Rio
Em um site, tudo sobre sua saúde
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Correio Braziliense
Conta de luz mais barata
Campanha foi só “razoável”, afirma Lula
Equipamento médico ao deus-dará
Ameaça de morte contra testemunha
Condenados ao estresse
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Valor Econômico
China já é o segundo país em comércio com o Brasil
Penhora extrajudicial
Luizianne lidera em Fortaleza
Idéias:
Petrobras 'gira' menosPolêmica sobre o futuro do petróleo da camada pré-sal afugenta investidores dos papéis da Petrobras. Ontem, o giro foi de apenas R$ 550 milhões, frente à média de R$ 1,5 bilhão de maio. (págs. 1 e D2)
Idéias:
Energia mais caraCom aumento superior a 400% no mercado livre desde 2004, os preços da energia elétrica vão continuar em alta pelo menos até 2012, puxados pela oferta apertada e pela geração termelétrica. (págs. 1 e B1)
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Gazeta Mercantil
Fisco dos EUA pode fiscalizar no Brasil
Mudanças na Lei do Petróleo apenas em 2009
Primeiro Plano – Consumidores mais confiantes
Sistema Financeiro – Operações de crédito batem novo recorde (págs. 1 e B2)
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segunda-feira, agosto 25, 2008
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
O Globo
Aluguéis em favelas do Rio rendem 107 milhões
O mercado informal de aluguéis em favelas na cidade do Rio movimenta pelo menos R$ 107 milhões por ano, de acordo com cálculo feito pelo economista Ib Teixeira. São 35.500 casas alugadas (12% do total), construídas sem licença e em áreas com infra-estrutura precária (...) (págs. 1, 10 e 11)
Interior já supera o Rio da Capital
Impulsionada por pólos industriais, a região interiorana do Rio ganhou força e ampliou sua participação na economia fluminense, de 35% em 1997, revela pesquisa exclusiva da Fundação Cide (...) (págs. 1 e 17)
Jandira parte para o ataque a Eduardo Paes
A campanha no Rio esquentou após a pesquisa Datafolha mostrar que a disputa está mais embolada. Jandira Feghali (PCdoB) partiu para o ataque a Eduardo Paes (PMDB), para quem perdeu o segundo lugar (...) (págs. 1 e 3)
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Folha de S. Paulo
Arrecadação sobe, e dívida dos Estados bate recorde
Após dez anos praticamente impedidos de aumentar suas dívidas, os governos estaduais retomaram o endividamento. Até a semana passada, obtiveram autorização do Tesouro para tomar R$ 9,5 bilhões em dívidas. O valor é de 281% superior a tudo o que foi emprestado no ano passado (...) (págs. 1 e B1)
Barbosa diz que esperavam um negro submisso no Supremo
O ministro Joaquim Barbosa nega que seja “encrenqueiro” e atribui os recentes atritos com seus colegas à defesa que faz de “princípios caros à sociedade”, como o combate à corrupção.Em entrevista à Folha, diz que “enganaram-se os que pensavam que o Supremo Tribunal Federal iria ter um negro submisso”. Barbosa é o primeiro negro da Instituição (...) (págs. 1 e A16)
Reitor da Unifesp é acusado de gasto irregular de R$ 230 milFiscalização do TCU aponta que Ulysses Neto usou verba pública em viagens ao exterior para comprar itens de luxo e atuar como consultor. (págs. 1 e A10)
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O Estado de S. Paulo
Brasil lidera investimento entre países emergentes
O Brasil teve a maior alta de investimentos diretos estrangeiros entre as economias emergentes do mundo entre 2006 e 2007, à frente de China, Índia e Rússia, segundo a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) (...) (págs. 1, B1 e B3)
Tucanos inauguram comitê com KassabUm grupo de tucanos esteve ontem na inauguração do comitê de campanha do prefeito Gilberto Kassab (DEM) em Itaquera. Não pouparam elogios ao candidato que, segundo o instituto Datafolha, aproxima-se de Geraldo Alckmin (PSDB), em segundo nas pesquisas. (págs. 1 e A4)
Denúncia de tráfico de drogas cresce 21,4% em SP
O número de denúncias sobre tráfico de drogas aumentou 21,4% no Estado de janeiro a julho de 2008. O telefone 181 foi acionado 26.694 vezes, com informações sobre comércio de cocaína, maconha, crack e ecstasy. São Paulo, Sorocaba e Guarulhos lideram o ranking. (págs. 1 e C1)
Objetivo de convenção é ‘americanizar’ Obama
A mulher de Barack Obama, Michelle, vai abrir hoje a convenção democrata. O objetivo do evento é “americanizar” Obama, visto por eleitores como alguém sem raízes nos EUA. (págs. 1 e A12)
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Jornal do Brasil
Petrobras avança no pré-sal
A Petrobras quer expandir as fronteiras do pré-sal já concedido à iniciativa privada para se antecipar à proposta de criação da Petrosal, estatal encarregada de manter entre brasileiros os recursos dos campos gigantes. Em artigo, o deputado Miro Teixeira insiste na parte do Rio nos royalties. Em editorial, o JB defende a co-existência das estatais. (págs. 1, Economia, A17 e Editorial A8)
Ação tenta anular golpe de Marlan Jr.
A secretária-geral do Sindicato Nacional dos Aeroviários, Selma Balbino, informa que a entidade vai tentar, na Justiça, anular o leilão de sua sede, que o JB revelou ter sido arrematada pelo advogado Marlan de Moraes Marinho Júnior, em operação envolvendo seu irmão, juiz da 24ª Vara Cível do Rio. (págs. 1, País A6)
MP investiga ganhos de 22 vereadores
Quase metade dos 48 vereadores que tentarão a reeleição em outubro já estão sendo investigados pelo Ministério Público Estadual do Rio, por suspeita de enriquecimento ilícito ou improbidade administrativa. O JB teve acesso exclusivo à lista do MP com nomes e números e inquéritos. (págs. 1, Tema do dia A2 e A3)
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Correio Braziliense
R$ 74 milhões do banheiro para o ralo
223 mil aposentados no Distrito Federal recebem, a partir de hoje, a antecipação do 13º salário
Apreensão de LSD mostra Brasília na rota do tráfico
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Valor Econômico
Terceirização perde espaço nas empresas
Bancos neutralizam alta da CSLL
Nossa Caixa e BB debatem valor de ativos
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Gazeta Mercantil
Petróleo criará pólo de equipamentos pesados
Petrobras avança exploração para áreas além de Tupi e CariocaA Petrobras começa a expandir seu trabalho de exploração em áreas menos “badaladas” do pré-sal para realizar novas descobertas na extensa faixa de petróleo que vai de Santa Catarina ao sul do Nordeste. Depois de anunciar campos promissores como os de Tupi e Carioca, a estatal começou a perfurar duas áreas no litoral catarinense e a expectativa é encontrar hidrocarbonetos tanto em cima como embaixo da camada de sal. (págs. 1 e C1)
PIB potencial só cresce com menos gargalos
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domingo, agosto 24, 2008
A HORA DO "ÂNGELUS"
Lamentável: a vantagem competitiva oferecida pela racionalidade em vez de pacificar os instintos só os exacerba. Em termos concretos significa que a busca da paz genuína compreende um esforço ostensivo dos envolvidos para retirar da pauta dos contenciosos todos os ingredientes capazes de fomentar o fervor religioso ou a ferocidade confessional.
Em outras palavras: é preciso tirar Deus da arena política. Há indícios de que isto está acontecendo na Europa – prova de que o Velho Mundo ainda é uma referência – porém na Ásia e na África religião é dinamite pura. No mitológico Novo Mundo, sempre associado à imagem de liberdade, a religião foi imposta a ferro e fogo. Na parte setentrional do continente, mais de cinco séculos depois da chegada de Colombo, encontramos uma situação não muito diferente daquela que existia em 1492, quando a Espanha expulsava os mouros e os judeus do seu território.
Nova dimensão
Hoje, nos EUA (segundo a Economist de 16/8, pág. 35), cerca de 90% dos cidadãos declaram-se religiosos, 63% acreditam que a Bíblia é a palavra divina e que religiosidade é prova de bom caráter. Apenas 42% dos norte-americanos afirmam que votariam num agnóstico ou ateu para a presidência enquanto 56% votariam num homossexual e 93% aceitariam um negro.
Esta exótica religiosidade numa comunidade tão diversificada e numa civilização tão materialista produz situações singulares como o primeiro encontro dos dois candidatos à Casa Branca, Barack Obama e John McCain, realizado no megatemplo do poderosíssimo pastor Rick Warren na Califórnia, semana passada. Obama veio para mudar, conseguiu ser pós-racial, pós-ideológico, mas não conseguiu ser pós-religioso. Sequer tentou.
Na Íbero-América, a conversão forçada dos nativos e a presença da onipotente, onisciente e implacável Inquisição criou um paraíso monolítico católico que agora começa a ruir diante do formidável avanço das seitas protestantes de variadas filiações. Sem o apoio das massas, certos grupos e ordens ligados ao Vaticano (como a Opus Dei) tentam barrar este avanço evangélico através de um grande empenho na área da comunicação social onde os evangélicos estão poderosamente inseridos.
As eleições de outubro têm tudo para transformar-se no primeiro round de um confronto formal e ostensivo entre evangélicos e não-evangélicos graças à presença de Marcelo Crivella (PRB) como candidato à prefeitura carioca. Sua eleição anterior para o Senado foi apenas um ensaio: sua postulação a um cargo majoritário, numa cidade-vitrine como o Rio de Janeiro, dá outra dimensão a uma disputa que em outras circunstâncias seria no máximo partidária. Agora é midiática, aos pés do Redentor, portanto religiosa.
Milícia & bandidagem
Na antiga Cidade Maravilhosa está a sede do poderoso Grupo Globo, cujo maior competidor é a TV Record, carro-chefe da Igreja Universal, de propriedade do bispo-empresário Edir Macedo, tio do candidato Crivella, por enquanto líder nas pesquisas.
Crivella tem o apoio do governo federal, seu partido é o mesmo do vice-presidente da República e do ministro Mangabeira Unger, que aposta numa reedição da história de sucesso da Coréia do Sul, onde a opção pelo protestantismo foi estratégica.
Os desdobramentos de um eventual confronto são preocupantes. Embora administrada como empresa multinacional, a Igreja Universal adota um proselitismo agressivo. Seu poderio eleitoral, sobretudo nos segmentos menos favorecidos, pode potencializar conflitos subjacentes. Nas comunidades carentes do Rio onde atua, até a panfletagem precisa ser aprovada pela bandidagem ou pela milícia (o que vem dar no mesmo).
Deus nos palanques tira Marx da jogada. Religião deixou de ser o "ópio do povo", porém nada impede que se converta em "coração de um mundo sem coração e alma da condição desalmada". Guerras religiosas são insaciáveis. Mais nocivas do que as produzidas pela fome.
Por Alberto Dines em 23/8/2008Reproduzido do Último Segundo, 22/8/2008
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sábado, agosto 23, 2008
EDITORIAL: "ROYALTIES", GASTOS PÚBLICOS & ELEIÇÕES
Já agora a imprensa tem duas senhoras pautas pela frente.
Uma é cobrir a construção das decisões que o governo se prepara para tomar sobre as regras do jogo da exploração dessas jazidas de petróleo estimadas em 50 bilhões de barris e cuja extração custará algumas centenas de bilhões de dólares.
Outra pauta, absolutamente indispensável para envolver o público no debate sobre os prós e contras das alternativas possíveis, é explicar, tornar a explicar, explicar ainda uma vez e outra, pelo menos aqueles aspectos da questão que, se não forem comprendidos, nada do resto será.
Acompanhar o processo de escolha do governo, neste caso, é percorrer um campo minado por monumentais interesses. A cúpula do Planalto; a equipe interministerial encarregada de sugerir como é que o Brasil vai se apossar do tesouro enterrado a 7 mil metros de profundidade, a 200 quilômetros da costa, do Espírito Santo a Santa Catarina; a Petrobras; a tecnocracia pública e privada do setor; as lideranças partidárias; as forças econômicas que procuram influir direta ou indiretamente nas decisões – o que todos e cada um desses protagonistas querem da imprensa é que se torne porta-voz das suas convenências.
É mais fácil para um repórter achar petróleo debaixo da mesa de trabalho do que achar uma fonte isenta nessa história. Entendam-se por isentos os envolvidos que contem ao jornalista as coisas como elas são – e não como eles desejam que venham a ser, com a cumplicidade involuntária da mídia.
É possível, quem sabe, que algo no gênero esteja por trás da matéria da Folha que deu manchete de primeira página na quarta-feira (20/8), segundo a qual o presidente Lula teria dito, numa reunião com políticos aliados, que tinha batido o martelo a favor da criação de uma estatal para administrar a exploração do pré-sal. No mesmo dia o presidente desmentiu, dando a entender que prefere manter as suas opções em aberto até a enésima hora – o que não prova nem desprova que ele falou o que lhe atribuíram.
Aliás, não está claro se essa estatal, inspirada na norueguesa Petoro, virá para cuidar da exploração – sem “furar poço” ela própria –, dos rendimentos do petróleo extraído, ou das duas coisas. Conforme a matéria ou artigo que se leia esses dias, será aquilo ou isso.
O essencial é a mídia não se deixar capturar por qualquer dos setores participantes da montagem do que se chama pedantemente "arcabouço institucional" para a procura e retirada desse petróleo que o presidente acha que é tanto, mas tanto, que dará para “acabar definitivamente com a pobreza no país e recuperar o tempo perdido com a falta de investimento na educação”.
Por mídia entenda-se agora, especificamente, a apuração dos fatos. Se eles chegarem ao leitor com razoável fidedignidade, poderão servir de contrapeso aos editoriais e artigos opinativos que se deixarem capturar por tais ou quais interesses – ou simplesmente se identificam com eles por motivos mantidos distantes das vistas do leitor.
A história precisa ser contada à medida que acontece. O público não pode ser confrontado um belo dia – provavelmente depois das eleições municipais, segundo o Valor – com a informação de que o governo enfim resolveu o que tinha de resolver em relação ao pré-sal. Tanto mais a sociedade poderá interferir nesses processos, como é seu direito, quanto mais ela estiver a par de seu desenvolvimento. Para decisões acabadas, basta o Diário Oficial.
A segunda pauta mencionada na abertura deste texto – a da explicação – exige da imprensa um didatismo que ela raramente tem paciência e espaço para exercer.
Salvo o pessoal do ramo, quantos de nós fazem idéia do que significa – em termos tecnológicos, operacionais e econômicos – localizar, mapear e extrair petróleo do fundo mais fundo do mar?
Singelamente, quantos de nós sabem, para começo de conversa, o que é “pré-sal”?
Há pouco, numa conversa, um professor universitário disse que pré-sal é a primeira camada abaixo do leito do oceano. Esse nível é o do pós-sal. Depois é que vem o sal e o pré-sal. Deve fazer alguma diferença para a formação de opiniões sobre a política de petróleo que vem aí saber o básico daquilo de que se trata.
A imprensa tem duas formas que se complementam para fixar conhecimentos. (Publicar um suplemento especial num domingo qualquer e com isso dar a tarefa por concluída não vale.) Uma forma é enxertar as explicações nos artigos noticiosos do dia – se não todos os dias, quase. Outra é de publicar e voltar a publicar quadros, infográficos, destaques, ou que nome tenham os textos tira-teima que margeiam o noticiário.
Exemplo. A convite do governo da Noruega, repórteres da Folha, Estado e Valor mandaram de Oslo boas matérias – boas mesmo – sobre o “modelo norueguês” da economia do petróleo, com ampla presença do Estado. Vêm a calhar, já que esse deve servir de base para o modelo para o pré-sal, se for de fato diferente da lei do petróleo de 1997. Mas só a Folha publicou ao lado da reportagem uma lista de 10 perguntas e respostas sobre o que pode mudar no setor no Brasil.
Desde “Qual a função da nova estatal?” até “Qual o tamanho das reservas do pré-sal?”, passando por “Como serão licitados os campos do pré-sal?” e “A renda do petróleo ficará com quem?"
É por aí. Só que precisa mais do mesmo – e sem medo de ser repetitivo.
Postado por Luiz Weis em 22/8/2008 às 7:26:10 AM .
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http://www.observatoriodaimprensa.com.br
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sexta-feira, agosto 22, 2008
PETROBRAS, "PRÉ-SAL", LULA: PRO$PECTAR É PRECISO

Mera prospecção, por ora. Daqui a sete meses, em março de 2009, Lula deve promover, com o devido espalhafato, uma cerimônia em alto mar.
A bordo de um porta-aviões da Marinha, o presidente vai anunciar o início da exploração da mega-reserva de Tupi, na costa de Santos. Coisa simbólica.
A produção só deve começar pra valer a partir de 2010. Lula já terá passado a faixa presidencial ao sucessor.
Aposta-se num início promissor, mas incipiente. O grosso do óleo e do gás armazenado a mais de 6.000 metros de profundidade só seria trazido à tona entre 2014 e 2016.
Um período em que estará dando as cartas em Brasília o sucessor do sucessor de Lula. A despeito disso, o governo busca uma maneira de gastar por conta. Imediatamente.
O grupo interministerial constituído para formular a proposta de exploração do pré-sal estuda uma fórmula que permita antecipar a receita da prosperidade petrolífera.
Foi à mesa a idéia de amealhar dinheiro por meio da emissão de títulos públicos. Seriam lançados no exterior, lastreados nas super-reservas do pré-sal.
Planeja-se usar o dinheiro de duas formas. Uma parte financiaria a própria exploração do petróleo. Outra fatia bancaria, desde logo, programas sociais do governo.
A primeira parte do plano parece fazer nexo. O governo deseja assumir sozinho o desafio de dar viabilidade comercial ao pré-sal. Para isso, vai precisar de dinheiro.
Muito dinheiro. As cifras são estimadas num intervalo que varia de R$ 150 bilhões a R$ 300 bilhões. De onde tirar tanto dinheiro? Os títulos constituem boa alternativa.
A segunda parte do plano é debitada na conta da inquietude de Lula. Ele quer porque quer converter o lucro do pré-sal em “investimentos sociais.”
E não lida bem com a idéia de deixar o Planalto sem usar um pedaço dessa riqueza. Uma riqueza, por enquanto, meramente potencial.
É estimada ora em 50 bilhões de barris ora em 80 bilhões de barris de petróleo novo.
Volume que valeria algo entre US$ 5 trilhões e US$ 9 trilhões. Dinheiro virtual. Que o governo tenta transformar em moeda sonante.
Escrito por Josias de Souza. Foto, Ana Carolina Fernandes/Folha.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
Rio tem 100 candidatos acusados de homicídio
Governadores criticam nova estatal de LulaOs governadores Sérgio Cabral, Marcelo Déda (Sergipe) e Paulo Hartung (Espírito Santo) criticaram a proposta de mudar a distribuição dos royalties do petróleo. Déda se queixou também da pressa em discutir o Pré-Sal. (págs. 1, 25 e 26)
STF proibiu nepotismo até terceiro grau
SDE processa operadoras de celular
Três PMs participaram de milícia que matou 7
CUT quer 4 dias de salário do trabalhador
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Folha de S. Paulo
STF veta contratação de parentes até terceiro grau
Governo quer vincular ganho do pré-sal a risco de exploração
Artigo: Walter Ceneviva
Anvisa suspende importação de insulina ucraniana
Receita Federal autua DEM em R$ 14 mi por infrações fiscaisO valor corresponde, segundo o órgão, a imposto devido pelo partido relativo ao período de 2002 a 2004, além de multa, juros e correção. (págs. 1 e A10)
Brasileiro em lua-de-mel morreu no avião que caiu
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Governo obriga Petrobras a cancelar venda de mina
Noruegueses elogiam Brasil
STF também veta nepotismo cruzado
O circo do pré-sal
Líder no RJ, Crivella pede mais tropas nas favelas
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Jornal do Brasil
Congresso começa a demitir parentes
Vinte áreas do Rio terão tropa federalO pedido de reforço de tropas federais para o Rio foi formalizado ontem junto à Presidência da República. O contingente será enviado a 20 áreas do Estado consideradas sensíveis em levantamento do TRE. A data de chegada depende do Ministério da Defesa. (págs. 1 e 6)
Royalties unem RJ, ES e Sergipe
Grupo preso por desviar remédios
Marlan Jr. atua contra juíza
César Maia cede publicidade ilegal
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Correio Braziliense
Nossas guerras: pela vida, pelo poder
Menos cesarianas
Mais punições
Adversários unidos
Mãe do PAC vai ficar longe do palanque
Presidência troca Buriti pelo CCBB
150 vagas no Itamaraty para oficial de chancelaria (págs. 1 e 14)
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Valor Econômico
Tesouro deve capitalizar o BNDES em até R$ 15 bi
Planalto articula uso político do pré-sal em 2010
Importação tende à estabilidade
Transações correntes
Idéias – Maria Cristina Fernandes
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Gazeta Mercantil
Nyse busca mais empresas brasileiras
País fecha julho com déficit de US$ 2,11 bilhões
Trabalho - Desemprego sobe para 8,1% em julho. (págs. 1 e A5)
Área do pré-sal faz jorrar disputas por royalties
Produtor de soja ganha mais com hedge próprio
Há falta de contêineres em Paranaguá
Primeiro Plano – Cotas de Nepotismo
Primeiro Plano – IMPS
Primeiro Plano – Ações do agronegócio em queda
Primeiro Plano – Álcool de batata-doce
Microcrédito - Com 70% da carteira no Nordeste, Real investe para crescer em outras regiões. (págs. 1 e B2)
Fim de semana - No rádio e na TV, uma testemunha histórica
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