PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quinta-feira, novembro 13, 2008

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

Sinopses anteriores:

13 de novembro de 2008

O Globo


Manchete: Senado sobe aposentadorias e rombo pode ser de R$ 9 bi

O Senado aprovou projeto criando um índice de reajuste para aposentadorias e pensões que, se virar lei, causará um impacto anual de R$ 9 bilhões nos cofres da Previdência Social. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a proposta, que visaria a assegurar a recuperação do poder de compra das aposentadorias e pensões, segue agora para votação na Câmara.

O governo, que não agiu para barrá-la no Senado, tentará fazê-lo na Câmara, onde tem maioria. Esse e outros dois projetos de Paim, se aprovados, causariam impacto anual de R$ 18 bi nos cofres públicos. A líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), criticou o colega: "Daqui a pouco será preciso criar uma República só para os projetos do Paim."

Tramitam hoje na Câmara 105 propostas sobre aposentadorias que, se aprovadas, comprometeriam 25% do PIB com o pagamento de benefícios previdenciários até 2050. (págs. 1 e 3)

Oposição critica anistia a filantrópicas

A oposição protestou contra a decisão do governo de renovar certificados de filantrópicas suspeitas de irregularidades. Medida provisória concedeu a 2.274 entidades anistia fiscal de R$ 2,1 bilhões. (págs. 1 e 4 e editorial "Liberação geral")

Político infiel perderá mandato

O Supremo Tribunal Federal confirmou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral permitindo que partidos políticos cassem o mandato de políticos infiéis. Pela decisão do Supremo, por 9 votos a 2, o mandato é do partido e não do parlamentar. Com isso, quem mudar de legenda depois de eleito está sujeito a ter de devolver o mandato à sigla pela qual se elegeu.(págs. 1 e 5)

Guerra do tráfico em obra do PAC

Intenso tiroteio entre policiais civis e traficantes resultou ontem na morte de três bandidos que invadiram o escritório da OAS, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no Complexo Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, em Copacabana e Ipanema. Cinco suspeitos foram presos e três policiais feridos. Os tiros assustaram a vizinhança. (págs. 1, 12 e 13)

Petrobras: gastos em alta; receita em queda

Revelado no balanço do terceiro trimestre, o aumento de gastos da Petrobras - num cenário de preços em queda do barril do petróleo - derrubou a cotação das ações da empresa em 13,75% ontem. Com grande peso no índice da Bovespa, a Petrobras acabou arrastando a Bolsa para uma desvalorização de 7,75% no dia. O dólar subiu 2,92%, para R$ 2,29.

- A Caixa Econômica Federal anunciou uma linha de R$ 2 bilhões para financiar a compra de eletrodomésticos e eletrônicos. (págs. 1 e 21 a 25)

Cacciola tem pena de 13 anos mantida

O ex-banqueiro Salvatore Cacciola vai continuar em Bangu 8. O Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região manteve a sua condenação a 13 anos de prisão pela quebra do Marka. (págs. 1, 28 e 29)

Secretário quer preservar a Zona Sul

Anunciado pelo prefeito eleito Eduardo Paes como secretário de Urbanismo, Sérgio Dias pregou a defesa da Zona Sul contra a especulação imobiliária: "A Zona Sul não comporta mais crescimento urbano, a lotação está esgotada." (págs. 1 e 17)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Caixa dá R$ 2 bi para financiar consumo

Em mais uma ação do governo para tentar minimizar o efeito da crise global, a Caixa Econômica Federal lançou uma linha de R$ 2 bilhões destinada a pequenos e médios varejistas para financiamento de bens de consumo, como eletrônicos, eletrodomésticos e móveis. O financiamento, como foco no consumidor de baixa renda, tem limite de R$ 10 mil, com pagamento em até 24 meses. Segundo a Caixa, não haverá juros para varejista na operação, e a taxa cobrada dos clientes será decidida junto com o banco. Milton Kruger, superintendente da CEF, disse qua a linha de crédito começou a ser elaborada há mais de um ano, antes da crise , e que seu objetivo é liberar o capital de giro dos comerciantes. A Associação Comercial de São Paulo elogiou a medida . Para analistas, porém a cautela dos clientes será um entrave maior ao consumo qua a falta de crédito. (Págs. 1 e B 1 )

MP que viabiliza venda de bancos ao BB é aprovada

A Câmara aprovou, com restrições, a medida provisória que autoriza bancos estatais a adquirirem instituições financeiras e empresas em dificuldade e viabilizar a venda da Nossa Caixa para o BB (Banco do Brasil). O governo aceitou mudanças na MP, como prazo até 2011 para as compras, mas conseguiu aprovar as principais propostas. (Págs. 1 e B 3 )

Petrobras decide encerrar fase de perfuração na área do pré-sal

A Petrobras encerrou a fase de perfuração na área do pré-sal na bacia de Santos e vai desenvolver a produção nos campos já descobertos. Diante da crise, a estatal decidiu priorizar projetos que gerem caixa mais rápido. Um dia após a companhia anunciar lucro recorde, suas ações recuaram 13,75%, puxando para baixo a Bovespa, que caiu 7,75%. A queda dos papéis da empresa é atribuída à alta de R$ 2,4 bilhões na despesa operacional. (Págs. 1 e B 4 )

Defesa de Dantas pede anulação de processo por atuação da Abin

A defesa de Daniel Dantas pediu a justiça a anulação dos processos penais e inquéritos resultantes da Operação Satiagraha, da PF, que levou á prisão do banqueiro. Os advogados alegam suposta ilegalidade da ação da Abin na investigação e querem levar o caso ao Supremo Tribunal Federal. Ao menos 62 agentes da agência integraram a operação. A Procuradoria diz que as provas foram colhidas com autorização judicial. (Págs. 1 e A 6 )

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O Estado de S. Paulo


Manchete: EUA mudam plano anticrise e bolsas voltam a despencar

As bolsas de valores tiveram quedas expressivas em todo o mundo ontem, em razão de uma série de notícias negativas. Além dos sinais cada vez mais claros de recessão global, o Tesouro dos EUA decidiu mudar o foco do pacote de ajuda de USS 700 bilhões para o sistema financeiro. Em vez de comprar ativos podres de bancos, conforme havia sido originalmente anunciado, o governo dará prioridade à injeção de capital para estimular o crédito.

O secretário do Tesouro, Henry Paulson, reconheceu que a melhor saída para a crise é atacar de frente a falta de capital. Outro elemento de tensão é a Rússia - um dos Brics, grupo de emergentes que inclui o Brasil -, que enfrenta graves problemas de câmbio e teve de elevar juros para frear a saída de capitais.

No Brasil, o cenário piorou em razão de avaliações negativas sobre o balanço da Petrobrás. Embora tenha registrado lucro recorde no terceiro trimestre, a empresa apresentou também alta inédita de custos operacionais. E o preço do petróleo continua em queda: ontem, nos EUA, fechou em US$ 56,16. Nesse contexto, a Bovespa recuou 7,75% - no ano, acumula uma queda de 46,19%. Já a Bolsa de Nova York teve baixa de 4,73%. (págs. 1 , B1 e B3)

Número

13,75% é o quanto caíram as ações preferenciais da Petrobrás no pregão de ontem na Bovespa (pág.1)

Dólar vai a R$2,29 mesmo após leilão do BC

O dólar fechou em alta de 3,20%, a R$ 2,293. A cotação subiu mesmo com a venda de US$ 1,324 bilhão pelo Banco Central. Dados do BC mostram que caiu 51,3% a média diária de crédito para exportadores na primeira semana do mês em comparação com outubro. Nesse período, deixaram o País cerca de US$ 565 milhões.(págs.1 e B4)

Estoque alto: enquanto o crédito não chega

A crise econômica já mostra reflexos nos pátios das montadoras. Fabricantes e revendas encerraram outubro com quase 300 mil carros em estoque (na foto, pátio da Volkswagen, em São Bernardo). Nos EUA, a informação de que o Congresso prepara socorro para as montadoras, em especial a General Motors, deu impulso às ações da empresa. (págs. 1 e B6)

Aprovada MP da compra de bancos por BB e CEF

A Câmara aprovou a medida provisória que permite ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal comprar partes de instituiçôes financeiras públicas e privadas. A CEF poderá ainda adquirir empresas do ramo que quiser, como construção civil. O texto abre crédito de R$ 3 bilhões para empresas que estão no PAC. (págs. 1 e B9)

Artigo: Cada país, uma crise

Antônio Palocci: o impacto da crise difere em cada país, exigindo ações específicas. (págs. 1 e A2)

Notas e informações: É preciso olhar para a China

Com o mundo rico em recessão, a China se torna concorrente ainda mais temível para o Brasil e mostra disposição de não ceder um palmo no terreno conquistado no mercado global. (págs. 1 e A3)

Há corrupção na Funasa, diz Temporão

O ministro José Gomes Temporão (Saúde) acusou a Funasa, que integra seu ministério, de ser corrupta e ter serviços de baixa qualidade. A Funasa é reduto do PMDB, partido de Temporão. (págs. 1 e A9)

Parlamentar que trocou de partido já pode ser cassado

Ao julgar duas resoluções do TSE que disciplinaram o processo de perda de mandato por infidelidade partidária, o Supremo Tribunal Federal autorizou ontem a cassação dos parlamentares que trocam de partido sem justificativa. Segundo o TSE, há cerca de 2 mil pedidos de cassação de mandato de parlamentares federais, estaduais e municipais infiéis. (págs. 1 e A13)

Saúde: Processos por erro médico disparam

Neste ano, 360 ações chegaram ao STJ, contra apenas 23 em 2001. (págs.1 e A21)

Novo relatório da PF mantém acusações contra Dantas

A Polícia Federal chegou a novos indícios sobre atividades financeiras supostamente ilícitas envolvendo o banqueiro Daniel Dantas. O relatório reforça suspeitas levantadas pelo delegado Protógenes Queiroz no âmbito da Operação Satiagraha, questionada por diversas irregularidades. O documento da PF é parcial, mas já está com a Justiça. (págs. 1 e A4)

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Jornal do Brasil


Manchete: Pacote dos EUA muda e privilegia consumidor

O secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, anunciou mudanças de foco no pacote anticrise de US$ 700 bilhões. O dinheiro vai também para empresas não bancárias, privilegiando o consumidor por meio de companhias de cartões de crédito e de financiamento automobilístico e estudantil. O objetivo inicial era comprar papéis podres das carteiras dos bancos. Da Itália, o presidente Lula afirmou que Barack Obama "não pode fracassar". (págs. 1, A18 e A19)

Gasto com juros é maior que em saúde e educação

Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada revela que, entre 2000 e 2007, o Brasil gastou com juros da dívida pública mais que o dobro do investimento em educação e saúde. Mas o Ipea aponta: houve uma queda de 10% na diferença entre os menores e os maiores salários do país. (págs. 1, A2 e A4)

Cimento Social não será reativado

O Exército confirmou ontem que as obras do Cimento Social, interrompidas desde junho no Morro da Providência, no Centro do Rio, não serão retomadas. Apenas 60 das 800 casas previstas foram reformadas, e muitas delas estão inacabadas. (págs. 1 e Cidade A11)

Base do PAC vira esconderijo de bandidos

Operação da polícia para prender traficantes e assaltantes no Pavão-Pavãozinho-Cantagalo terminou com quatro mortos e cinco feridos. No confronto, bandidos se esconderam no escritório da construtora OAS, responsável pelas obras do PAC no local. (págs. 1 e Cidade A14)


Jandira quer mais do que música na Cidade da Música

A futura secretária municipal das Culturas do Rio, Jandira Feghali, quer ampliar o uso da Cidade da Música, polêmica obra de Cesar Maia. Para bancá-la, promete recorrer ao setor privado. (págs. 1, Informe JB e A4)

Currículo de peso no urbanismo

Rio Orla, Vila do Pan, Eco Orla e Pontal do Tim Maia são referências que levaram o engenheiro Sérgio Moreira Dias à secretaria municipal de Urbanismo. Os desafios agora são tornar residencial o Centro, renovar a Leopoldina e preservar a identidade da Zona Sul. (págs. 1 e Cidade A16)

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Correio Braziliense


Manchete: Aos 12 anos, menino rouba, trafica e mata

Ele tem cinco passagens pelo Caje e um impressionante histórico de violência. Conhecido como “Perigoso” ou “Coração Gelado”, um garoto franzino é o líder de uma gangue que aterroriza moradores de Santa Maria. Chefe da quadrilha, cumpre medida social porque há 30 dias matou uma mulher durante assalto. Os integrantes que ainda estão nas ruas organizam a venda de drogas na vizinhança, especialmente rohypnol e maconha. Os adolescentes mantêm até uma milícia na escola da comunidade. (págs. 1, 35 e 36)

Menos verba para reféns do abandono

Projeto do Orçamento da União em 2009 reduz em 8% recursos para atender crianças vítimas de violência sexual. (págs. 1 e 14)

R$ 2 bi para aquecer vendas

Caixa Econômica Federal cria linha de crédito destinada ao financiamento de móveis e eletrodomésticos, tudo para manter os negócios em alta rotação no fim do ano e evitar que a crise mundial passe do ramo financeiro para a economia real no Brasil. (pág. 1 e Tema do dia, pág. 23)

Délio contrata empresa do próprio Délio

Produtora de TV do ex-chefão do Detran Délio Cardoso é subcontratada desde 2007 para filmar blitzes. Tudo sem licitação. (págs. 1 e 39)

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Valor Econômico


Manchete: Bancos pequenos recebem R$ 31 bi com medidas do BC

Os bancos pequenos e médios já receberam uma injeção de R$ 31 bilhões para enfrentar a crise de liquidez. Até ontem, o Banco Central (BC) liberou em depósitos compulsórios R$ 21 bilhões para essas instituições. Outros R$ 1O,208 bilhões foram injetados pelos grandes bancos sob a forma de compra de carteiras de crédito. Além disso, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) ganhou um reforço de RS 6 bilhões para ajudar essas instituições.

Os grandes bancos usaram apenas um terço dos depósitos compulsórios liberados para a compra de carteiras de crédito de instituições menores que enfrentavam problemas de caixa, segundo dados oficiais do Banco Central. Balanço feito pela autoridade monetária mostra que, até ontem, os RS 1O,208 bilhões utilizados com essa finalidade equivaliam a pouco mais de um terço do total de RS 29,5 bilhões de compulsórios liberados para a compra de carteiras.

Amanhã, começa a punição para as instituições financeiras que não adquiriram esses ativos. Os grandes bancos terão uma perda de receita estimada em RS 2,652 bilhões com o corte de remuneração sobre os depósitos compulsórios determinado pelo BC.

Em setembro, o BC incentivou a compra de carteiras de crédito com a liberação de recursos dos compulsórios para socorrer bancos pequenos e médios que sofriam com problemas de falta de liquidez, em virtude dos efeitos da crise internacional sobre o Brasil. Mas, como os resultados ficaram aquém do esperado, o BC resolveu endurecer as regras. Os dados tabulados até agora mostram que a punição não teve os efeitos desejados: os bancos preferiram perder remuneração sobre os depósitos compulsórios a comprar ativos de instituições pequenas que enfrentam dificuldades de liquidez.

Desde setembro, os recolhimentos dos depósitos compulsórios feitos pelos bancos foram reduzidos em R$ 56 bilhões. Mas o BC recolheu esses recursos de volta com a venda de titulas públicos, por meio de operações compromissadas, para evitar que o excesso de dinheiro em circulação provoque aceleração da inflação. (págs. 1 e C5)

Paulson altera plano e bolsas reagem mal

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, descartou ontem o plano de adquirir ativos problemáticos dos bancos americanos. Falando ao Congresso, Paulson disse que prefere usar os US$ 700 bilhões do pacote de resgate para a capitalização de bancos e de outras instituições não financeiras.

Os mercados não gostaram da mudança. A Bolsa de Nova York fechou em queda de 4,7%, O Índice Bovespa foi contagiado e teve baixa de 7,75%, aos 34.373 pontos, também afetado pela decepção com os resultados de Petrobras. As preferenciais da estatal tiveram queda de 13,75% e as ordinárias, de 13,25%. O dólar subiu 2,9%, para RS 2,29. (págs. 1, C1, C2, D1 e D2)

Crise européia

A produção industrial na zona do euro caiu mais que o esperado em setembro, aumentando os temores de contração da economia, que teria entrado tecnicamente em recessão no terceiro trimestre. A queda foi de 1 ,6% em relação a agosto e de 2,4% na comparação com setembro do ano passado. (págs. 1 e A8)

Idéias

Eliana Cardoso: ao contrário do governo americano, o brasileiro não pode adotar a medicina keynesiana. (págs. 1 e A2)

Idéias

Lena Levinas e João Sicsú: a hora de aprofundar as políticas sociais responsáveis é agora. (págs. 1 e A11)

Royalties de petróleo já diminuem

Com a cotação perto de USS 150 o barril, Estados, municípios e a União se beneficiaram com o pagamento de royalties do petróleo. Projeções de mercado indicam que esses valores devem superar os RS 20 bilhões em 2008, muito acima dos RS 14 bilhões do ano passado.

Com a queda dos preços, que ontem estavam em USS 56, Estados e municípios produtores de petróleo prevêem redução de até 25% nas transferências - a principal fonte de recursos para alguns governos locais.

A queda já será sentida na arrecadação deste mês. Em números absolutos, o impacto maior ocorrerá na receita fluminense. No orçamento para 2009, o Estado do Rio previu uma receita de RS S,8 bilhões com royalties, mas caso a produção de petróleo da Petrobras não compense a queda no preço esse valor poderá ficar entre RS 4,5 bilhões e RS 5 bilhões. Seria uma queda de cerca de 25% sobre os R$ 6,5 bilhões que devem ser arrecadados com royalties em 2008. (págs. 1 e A12)

Demanda por aço deve cair 30%

A demanda por aço no primeiro trimestre de 2009 deve diminuir até 30%. No caso de chapas laminadas, usadas na carroceria dos automóveis, na linha branca e em máquinas e equipamentos, a expectativa é mais pessimista. A rede de distribuição, importante termômetro da indústria de aços planos, espera queda de pelo menos 80 mil toneladas nas vendas mensais entre janeiro e março, em comparação com o ritmo observado até outubro.

O recuo já será sentido em novembro, que marcará a primeira queda no segmento em anos, prevê Christiano Freire, presidente da Frefer, dona de 4% do mercado, e do Inda, entidade que reúne a maior parte das empresas de distribuição. "A ordem é baixar estoques e vender o que for possível para fazer caixa", diz. Os distribuidores operam com 825 mil toneladas em estoque, quase três meses de vendas.

O resultado do quarto trimestre será um termômetro para o desempenho da economia em 2009 e as projeções já apontam desaceleração - 3% a 4% em relação ao mesmo período de 2007, uma perda de fôlego ante a expansão dos três trimestres deste ano, de 9%, 6,1%' e 5% (projeção). As previsões das consultorias para o Produto Interno Bruto de 2009 variam de 2% a 3,3%. (págs. 1, B1 e A4)

Menos adubo e mais reza para S. Pedro

Em safra marcada por aumento de custos e oferta de crédito restrita, os produtores de soja do Mato Grosso torcem para que um bom regime de chuvas compense a menor aplicação de adubos. Os preços do grão despencaram desde o pico histórico, atingido em julho, e o custo do fertilizante disparou, o que aumenta a expectativa pela ajuda do clima.

A alta do câmbio encareceu os insumos importados, como os defensivos, mas também poderá ser decisiva para o equilíbrio das contas quando a produção começar a ser exportada. Por enquanto, a incerteza é a tônica do campo. "Estou pensando em quitar dívidas e, no futuro, largar a lavoura. É uma pena", diz Olívio Frick, que cultiva 2,5 mil hectares de soja em Alto Araguaia (MT). (págs. 1 e B11)

Operações com ACCs são as menores desde o agravamento da crise (págs. 1 e C2)


Negócios em "private equity" avançam apesar da crise (pág.1 e Valor Financeiro)


TRF confirma pena de Cacciola

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região manteve a sentença de primeira instância que condenou Salvatore Cacciola à pena de 13 anos de reclusão. Com a decisão, o ex-banqueira continuará preso no presísdio Bangu 8, zona oeste do Rio. (págs. 1 e C12)

Joint venture naval

A WTorre espera concluir no início de 2009 as negociações para fusão de sua subsidiária na área de petróleo e gás com um parceiro asiático. Com a associação, o grupo pretende ampliar as instalações no porto de Rio Grande (RS) e ingressar no mercado de construção de navios. (págs. 1 eB6)

Azul prepara decolagem

A Azul Linhas Aéreas recebeu ontem da Anac o Certificado de Homologação de Empresa de Transporte Aéreo. A expectativa da companhia é iniciar a venda de passagens no máximo até 1º de dezembro, com estréia prevista para o dia 15. (págs.1 e B4)

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Gazeta Mercantil


Manchete: Nossa Caixa pode custar um “Bradesco” ao BB

As negociações para a compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil (BB) rendem especulações e muitas contas no mercado financeiro. Para a maior parte dos especialistas, o BB deve pagar um preço alto pelo banco estadual paulista. A medida de referência usada nos cálculos é a relação entre o preço e o valor patrimonial das ações.

Caso os rumores mais recentes se confirmem e a instituição seja adquirida por R$ 7 bilhões, a Nossa Caixa teria uma avaliação equivalente a duas vezes o patrimônio. Para se ter uma idéia, trata- se de um múltiplo superior ao do próprio BB e próximo ao de grandes bancos privados como o Bradesco, cuja ação é negociada a 2,1 vezes o patrimônio.

A rentabilidade da Nossa Caixa, porém, representa pouco mais da metade alcançada por BB e Bradesco. Ou seja, o banco deve pagar mais do que ele próprio vale no mercado por uma instituição que possui um retorno muito menor. E a baixa rentabilidade não deve ser revertida tão cedo, já que o balanço do banco paulista sofre um impacto trimestral de cerca de R$ 150 milhões, por conta da aquisição da folha de pagamento do funcionalismo estadual. Tanto o BB como a instituição paulista divulgam hoje o balanço do terceiro trimestre, o que deve trazer ajustes a essa relação.

Desde que anunciou a intenção de adquirir a Nossa Caixa em maio, os papéis do BB perderam metade do valor de mercado, a maior queda entre as principais instituições financeiras listadas na BM&FBovespa. Muitos investidores preferiram “mudar de lado”, vendendo papéis do BB e comprando da Nossa Caixa com a perspectiva de conclusão do negócio.(págs. 1 e B1)

Opinião

Nelson Rocco: Pacotes dos governos federal e paulista de ajuda às montadoras tentam manter emprego, mas não exigem contrapartidas.(págs. 1 e A2)

Renda do trabalhador recua

A estabilidade econômica e os programas sociais contribuíram para reduzir a desigualdade social nos últimos 17 anos. A renda do trabalhador, no entanto, caiu neste período, segundo estudo do Ipea. (págs. 1 e A5)

Opinião

Rodrigo da Rocha Loures: Para restabelecer a confiança dos empresários é preciso acelerar as reformas e cortar até dois pontos percentuais na taxa Selic.(págs. 1 e A3)

Paulson muda linha do pacote e derruba bolsas

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, anunciou ontem que o governo norte-americano não vai mais comprar os ativos podres ligados a contratos de crédito imobiliário — que evoluíram para a crise do subprime — das instituições financeiras em dificuldade. Em vez disso, o governo avalia que pode ser mais eficaz investir diretamente na compra de ações desses bancos.

Em entrevista para explicar os novos rumos do pacote de ajuda de US$ 700 bilhões, Paulson afirmou que também pretende empregar parte dos recursos para aliviar as pressões sobre o crédito ao consumidor.

As declarações de Paulson puxaram para baixo as bolsas. O índice Dow Jones despencou 4,73% e o Nasdaq, 5,17%. Na Europa, Londres perdeu 1,52%, Frankfurt, 2,96%, e Paris, 3,07%. No Brasil, o Ibovespa amargou 7,75% de baixa. (págs. 1 e B3)

BM&FBovespa quer vender seus produtos no exterior

A BM&FBovespa, empresa surgida com a fusão entre as bolsas de ações e de derivativos do País, quer aproveitar o agravamento da crise global para vender produtos e serviços. Um deles é o sistema de circuit breaker, acionado quando o principal índice de ações brasileiro — o Ibovespa — registra perdas superiores a 10% em uma sessão. “A bolsa da Rússia tem enfrentado muitas dificuldades nesse sentido, com o mercado tendo de fechar de um dia para outro”, afirmou ontem o diretor-presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, durante a divulgação dos resultados trimestrais da empresa.

No trimestre, a BM&FBovespa registrou lucro líquido de R$ 235 milhões, montante 15% superior ao alcançado no mesmo período do ano passado. Mesmo com o resultado positivo, a bolsa brasileira já começa a sofrer os efeitos da crise. Nos sete primeiros pregões do mês, os volumes negociados em derivativos recuaram 40%. O mercado acionário registrou queda de 35% no período. (págs. 1 e B5)

Caixa entra na briga do varejo com R$ 2 bi

A Caixa Econômica Federal vai financiar os pequenos e médios varejistas, estimulando a concorrência com as gigantes do setor, que têm parcerias com instituições financeiras. Para isso, o banco abriu uma linha de crédito de R$ 2 bilhões. Para os primeiros contratos assinados ontem com as redes Baú Crediário (SP), América Móveis (SC), Tradição Móveis (PE) e Certel (RS), foram
disponibilizados R$ 100 milhões.

Com o chamado Crediário Caixa Fácil será financiada a compra pelo consumidor de eletrodomésticos, eletrônicos e materiais de construção, até o limite de R$ 10 mil. (págs. 1 e C10)

Consórcios ampliam ganhos

Muitos setores estão sendo afetados pela crise financeira global, mas o de consórcios automotivos se apresenta como exceção, mostrando importantes ganhos em setembro e outubro. (págs. 1 e INVESTNEWS.COM.BR)

Michelin não acredita em recessão

Ao contrário da maior parte da cadeia automotiva, a Michelin está com a produção a plena carga no Brasil. A empresa, que lançou ontem um pneu para semi-reboques, projeta até abrir uma nova fábrica ou ampliar a capacidade das duas que já tem — em Itatiaia e Campo Grande (RJ) — para suprir a produção de automóveis e picapes. Embora nem o valor do investimento nem o local da construção estejam definidos, a multinacional francesa confirma a manutenção dos investimentos de US$ 1 bilhão programados para o País até 2011.

“A crise está forte na América do Norte e na Europa, mas a matriz está confiante de que não haverá recessão no Brasil”, disse Nour Bouhassoun, diretor de marketing e vendas de pneus de carga da Michelin América do Sul. “Os planos da companhia visam o longo prazo.”

Para atender à grande demanda do mercado brasileiro ao longo do ano, a Michelin já havia ampliado a capacidade de produção de pneus de automóveis na unidade de Itatiaia — de 1 milhão para 2 milhões de unidades por ano. Já na fábrica de Campo Grande, a empresa ampliará a capacidade atual de pneus de caminhão de 1,5 milhão para 2,3
milhões de unidades por ano até 2010.

O secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, declarou ontem que os US$ 700 bilhões aprovados pelo Congresso são para ajudar as instituições financeiras, não as montadoras americanas em dificuldades. “Sei que as montadoras de automóveis são importantes, mas o plano de resgate concebido pelo Tesouro tem por objetivo dirigir-se ao setor financeiro”, disse.

Em Washington há quem considere que seriam necessários US$ 50 bilhões para socorrer a indústria automobilística, diante dos prejuízos bilionários acumulados neste ano.(págs. 1 e C1)

Mercado imobiliário: Receita cai, mas metas continuam ambiciosas

A turbulência financeira provocou uma revisão no desempenho de construtoras e incorporadoras, o que causou reflexos negativos no faturamento das imobiliárias. Este é o caso da Fernandez Mera, que não conseguirá atingir os R$ 2,5 bilhões previstos para este ano, ficando 15% abaixo desse total. Apesar disso, segundo Gonzalo Fernandez, vice-presidente da empresa, a estratégia é agilizar a expansão em novos mercados, como Rio de Janeiro e Florianópolis. (págs. 1 e D2)

Grandes marcas precisam defender território global

Para Philip Kotler, considerado uma autoridade mundial na área de marketing, as empresas têm dois desafios pela frente: defender o mercado que detêm diante da invasão de marcas mundiais, que muitas vezes vêm de empresas menores, e desenvolver marcas fortes nos âmbitos regional e global. “Esses desafios também servem para o Brasil”, disse Kotler. (págs. 1 e C5)

A volta das marcas “talibãs”

A redução do consumo, em função das turbulências na economia global, pode fazer surgir uma nova onda de marcas “talibãs”, que são de baixo valor e não têm estratégia de marketing consolidada. (págs. 1 e C5)

Obama manda Madeleine ao G20

O presidente eleito Barack Obama pediu a Madeleine Albright, ex-secretária de Estado de Bill Clinton, que o represente na reunião do G20, que começa amanhã em Washington, para discutir saídas para a crise. (págs. 1 e A12)

Concorrência

Arthur Badin assume o Cade e defende mudanças (págs. 1 e A10)

Teles pedem mais prazo para pagar freqüência

As operadoras celulares pediram à Anatel prorrogação do pagamento da 2ª parcela da faixa de freqüência de 3ª geração (3G), a vencer em 10 de dezembro. Os presidentes da Oi, Luiz Eduardo Falco, e da Vivo, Roberto Lima, temem que a crise financeira restrinja a captação de novos recursos. Ontem a Oi informou a saída do diretor financeiro, José Luis Salazar. (págs. 1 e C7)

Avicultura

Embarque de frango cai 8% em outubro (págs. 1 e B11)

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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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quarta-feira, novembro 12, 2008

"XÔ! ESTRESSE [In:] RECEITAS DO ''CHEF''

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[Homenagem aos chargistas brasileiros].
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"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"



12 de novembro de 2008

O Globo

Manchete: Governo reabilita 2.274 filantrópicas suspeitas
Uma medida provisória editada pelo presidente Lula concede uma espécie de anistia a pelo menos 2.274 entidades filantrópicas que estavam ameaçadas de perder o direito à isenção fiscal. A decisão renova automaticamente o certificado de filantropia dessas entidades, que fora suspenso ou cancelado pelo Conselho Nacional de Assistência Social por suspeita de irregularidades. Entre as beneficiadas estão organizações investigadas pela Polícia Federal na Operação Fariseu, que apurava fraudes na concessão de títulos de filantropia. Segundo o Ministério Público, a medida assegura isenção fiscal de R$ 2,1 bilhões. “A MP beneficia quem cometeu fraudes e quem não atende aos requisitos legais para ser entidade filantrópica”, afirmou o procurador Pedro Antônio Machado. (págs. 1 e 3)

'Governo age como se não houvesse crise'

O empresário Jorge Gerdau pediu ontem mais austeridade do governo: "O setor público continua agindo como se não houvesse crise, enquanto o setor privado trabalha para se ajustar à crise e diminuir custos." (págs. 1 e 25)

Tarso: não há controvérsias entre Abin e PF

O ministro Tarso Genro minimizou a guerra aberta pela operação Satiagraha: "Não há controvérsias entre a Abin e a PF." A Abin desistiu de ir à Justiça para impedir o acesso da Polícia Federal a computadores da agência apreendidos. (págs. 1, 4, 8 e editorial "Rumo ao arbítrio")

Economia do país terá injeção de R$ 78 bi com 13º salário (págs. 1 e 25)

Lucro da Petrobras quase dobra e chega a R$ 10,8 bilhões (págs. 1 e 23)

Governo americano lança plano de socorro a mutuários (págs. 1 e 21)

Enquanto isso, em SP...
A Nossa Caixa, banco do governo do estado de São Paulo, anunciou uma linha de crédito de R$ 4 bilhões para bancos e financeiras de montadoras. Com isso, as instituições devem aumentar os financiamentos para os consumidores que quiserem trocar de carro. (págs. 1 e 20)

Rio é contra mais vôos no Santos Dumont

O governo do estado pode ir à Justiça contra proposta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de ampliar o número de vôos nacionais partindo do Santos Dumont. O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Júlio Bueno, diz que a medida prejudica a revitalização do Galeão. (págs. 1 e 25)

Paes quer gabinete do prefeito no Porto

Para acelerar a ocupação da Zona Portuária da cidade, o prefeito eleito Eduardo Paes vai transferir seu futuro gabinete para um prédio na região, informa Ancelmo Gois. Paes também quer estimular grandes empresas a se instalar na área. Ontem, ele nomeou mais dois secretários: o deputado federal Jorge Bittar, na Habitação; e Marcelo Henrique da Costa, no Desenvolvimento Econômico. Eles preenchem a cota do PT na prefeitura. (págs. 1 e 18)

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Folha de S. Paulo

Manchete: SP libera R$ 4 bi para montadora
O Governo de São Paulo lançou uma linha de crédito de R$ 4 bilhões para financeiras das montadoras de veículos de todo o país. È o mesmo valor disponibilizado na semana passada pelo governo federal para tentar minimizar o efeito da crise. Os empresários serão oferecidos pela Nossa Caixa, em operação com prazo de até 18 meses. A garantia serão as carteiras de empréstimos dos bancos da montadoras, e os juros vão ser definidos em cada negociação. O governador paulista, José Serra, disse que o objetivo é ''somar esforços'' com o Planalto. As vendas de veículos tiveram em outubro a primeira queda do ano, de 11%, o que fez as montadoras darem férias coletivas. Consumidores com receio de não arcar com as prestações têm procurado revendas para devolver carros. O governador Aécio Neves (MG) anunciou pacote de R$ 470 milhões em crédito para empresas e adiamento por até 15 dias do recolhimento de tributos. (Págs. 1 e Dinheiro )

Câmara aprova regras mais rígidas para punir pedofilia

A Câmara aprovou regras mais rígidas para a punição de pedofilia, ampliando o leque de possíveis crimes. Pela proposta, serão considerados crimes posse e armazenamento de fotos e vidios pornográficos que envolvem crianças ou adolescentes. Foram ampliadas as penas para a prática, que passaram a 4 a 8 anos de detenção mais multa. Já aprovado no senado, o projeto irá para a sanção presidencial. (Págs. 1 e C 1 )

Petrobras tem lucro recorde de R$ 10,85 bi no 3º trimestre

O lucro da petrobras bateu recorde no terceiro trimestre: R$ 10,85 bilhões, alta de 96% em relação a igual período de 2007. O resultado foi puxado pela alta do preço do petróleo até setembro pela maior produção. Nos nove primeiros meses do ano, o lucro também foi o maior da história: R$ 26,56 bilhões. Segundo a estatal, a alta do dólar gerou um efeito positivo de R$ 3,5 bilhões no balanço do trimestre. (Págs. 1 e B 6 )

Para empresários, governo precisa ser mais eficiente

Reunidos em SP para discutir a crise, alguns dos principais empresários dos pais cobraram do governo mais eficiência para atenuar os efeitos da turbulência. ''No setor público, não vi menção de aumentar a poupança'', disse Jorge Gerdau, da Gerdau. Luiza Helena Trajano, do Magazine Luiza, cobrou a reforma trabalhista. (Págs.1 e B 5 )

Vinicius Torres Freire: Ajuda é partilhada muito gentilmente por Lula e Serra

Lula e Serra gostaram de partilhar mais que gentilmente o auxílio ao financiamento para a compra de carros. Até o valor foi o mesmo. Deixar montadoras irem á breca é queimar filme eleitoral. Resta uma Duvida – se o acordo já tem um quê da negociação de compra da Nossa Caixa pelo BB. (Págs.1 e B 4 )

Editoriais:

Leia '' o governo e os bancos'', que cobra prestação de contas e ''Escândalo na filantropia'', acerca de anistia.

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Serra e Aécio lançam pacotes de incentivo para empresas
Os governadores José Serra e Aécio Neves, os dois principais nomes do PSDB na disputa pela sucessão do presidente Lula, lançaram ontem pacotes de ajuda ao setor produtivo para enfrentar os efeitos da crise internacional. Em São Paulo, Serra, ao lado do ministro Guido Mantega (Fazenda), anunciou linha de crédito de R$ 4 bilhões para os bancos de montadoras financiarem a compra de veículos. Em Minas, Aécio colocou à disposição R$ 470 milhões para empréstimo a empresas e ampliou o prazo para pagamento de impostos. "Estamos somando esforços com o governo federal para manter o nível de emprego" disse Serra. Semana passada, o Banco do Brasil abriu crédito de USS 4 bilhões para montadoras. (págs. 1 , B1 e B3)

Itália: Berlusconi mostra seu elenco a Lula

Em Roma, ao lado de Silvio Berlusconi, o presidente Lula abraça Ronaldinho Gaúcho, observado pelo ex-jogador Leonardo e por Kaká, Dida, Alexandre Pato e Emerson, astros do Milan, time controlado pelo pre­miê italiano. O presidente mudou o tom de suas declaracões e agora considera "razoável" a situação do Brasil diante da cri­se econômica mundial. (págs. 1 e B5)

Após fraudes, filantrópicas são anistiadas pelo governo

O governo tornou automática a aprovação de renovação de certificados de filantropia. A anistia ocorre após terem sido identificadas fraudes de R$ 2 bilhões na concessão de certificados.(págs. 1 e A7)

Pena por abuso de crianças na internet é ampliada

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que pune com mais rigor a pornografia infantil e crimes de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes na internet. Falta apenas a sanção presidencial. (págs. 1 e C1)

Lucro líquido da Petrobras cresce 96% e bate recorde

O lucro da Petrobras no terceiro trimestre de 2008 atingiu o recorde de R$1O,852 bilhões, valor 96% superior ao verificado no mesmo período do ano passado. No ano, o lucro chega a R$ 26,58O bilhões, 67% maior que o do mesmo intervalo de 2007. Os resultados ainda não refletem a queda dos preços do petróleo. A cesta de produtos da Petrobras foi vendida no período a um preço médio de USS112 por barril, e ontem o petróleo fechou cotado abaixo de US$ 60. (págs. 1 e B7)

Notas e informações: Bom senso e espírito prático

Nada justifica, neste momento, o Banco Central afrouxar o combate à inflação e muito menos anunciar esse propósito. Haverá um momento mais propício para essa decisão, se for o caso. (págs. 1 e A3)

Defesa de Dantas tenta anular processo

Advogados de Daniel Dantas pediram à Justiça bloqueio do inquérito da PF e suspensão da ação penal contra o banqueiro. A defesa aponta a participação ilegal de agentes da Abin na Operação Satiagraha. (págs. 1 e A4)

Aids cresce entre escolarizados

Maior acesso a informações não dá imunidade, diz pesquisa. (págs. 1 e A18)

Incêndio devasta 50% da Chapada

O fogo, que começou em junho, já consumiu 75 mil hectares. (págs. 1 e A20)

Artigo: Os olhos da floresta

Marcos Sá Corrêa: Pedro Martinelli mede com gente a devastação da Amazônia. (págs. 1 e A20)

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Jornal do Brasil

Manchete: 13º salário vai injetar R$ 78 bi na economia
O pagamento do 13º salário neste fim de ano vai engordar a economia com cerca de R$ 78 bilhões a mais em circulação, segundo o Dieese. São 4,4 milhões de novos trabalhadores recebendo o benefício, número quase 7% maior do que em 2007. O valor injetado representa 2,7% do PIB. (pág. 1 e Economia, pág. A20)

Obama telefona para Lula

O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, telefonou ontem à noite para o presidente Lula para tratar do cenário econômico mundial. Na conversa de 15 minutos, o democrata disse esperar que o Brasil seja um ator fundamental na solução da crise. (pág. 1 e Economia, pág. A18)

SP mais caro que Buenos Aires

Um vôo do Rio para São Paulo sai mais caro do que para Buenos Aires. Passageiros da ponte aérea foram submetidos, nos últimos 12 meses, ao aumento de até 189% no preço do bilhete. Nesse período, a inflação não passou de 6,41%. Dependendo do horário, um vôo, de 40 minutos, chega a impressionantes R$ 805. A mesma companhia cobra, para a capital argentina, apenas R$ 684,85 no mesmo dia. A esperança dos passageiros é que as duas empresas que dominam a rota passem a enfrentar concorrência a partir do ano que vem. (pág. 1 e Tema do dia, págs. A2 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Remédio mais caro por causa da crise
O antialérgico Desalex era vendido nas farmácias com desconto de 15% até outubro. O redutor de colesterol Liptor, com 30%. Depois da turbulência que fez o preço do dólar disparar, a pechincha caiu drasticamente. O primeiro só tem redução de 5% e o outro, de 15% no varejo farmacêutico. Esse fenômeno, gerado pela crise mundial, acomete uma lista grande de medicamentos vendidos no Brasil. (págs. 1 e 10)

Obama ligado no Brasil

Depois de homenagear os americanos mortos e feridos em guerras, Barack Obama telefonou ontem para o presidente Lula e prometeu visitar o país. (pág. 1 e Tema do dia, pág. 20)

Surpresa

O presidente Lula foi almoçar com o primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi e acabou premiado com a visita do naipe de craques brasileiros empregados do Milan. (págs. 1 e 36)

Troca-troca

Políticos tramam forma de restabelecer a infidelidade partidária. (págs. 1 e 3)

Ex-diretor da PF cai na mira da própria PF

O ex-número 1 da Polícia Federal Paulo Lacerda está a ponto de ser indiciado no inquérito que apura o vazamento de informações da Operação Satiagraha, deflagrada em julho. Lacerda cedeu agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para auxiliar o delegado Protógenes Queiroz, o que configuraria usurpação da função pública. (págs. 1 e 2)

Clonagem no concurso do Senado

Surgem novos indícios de irregularidades no concurso do Senado. Candidatos denunciam a repetição de questões aplicadas em seleções anteriores. Professores consultados pelo Correio confirmam o conteúdo idêntico das provas. Enquanto a FGV rechaça as suspeitas, Senado descarta anulação do concurso. (págs. 1 e 16)

Abandonados

Crianças e adolescentes vítimas de abuso e exploração sexual enfrentam o desamparo após passarem pela perversidade dos adultos.
O caderno especial “Reféns do Abandono” demonstra como é falha a assistência a esses meninos e meninas. Atendimento hospitalar e psicológico precário, impunidade dos agressores e ineficiência dos abrigos são alguns dos problemas. Apenas 22% dos municípios brasileiros oferecem ajuda às vítimas. (pág. 1 e Suplemento Especial)

Inchaço à vista no Colorado

Empreiteira paulista e herdeiros da Fazenda Paranoazinho aguardam votação do Pdot para tirar do papel projeto imobiliário destinado a abrigar 120 mil pessoas na região de Sobradinho. Construtora vai se responsabilizar pela regularização dos 8 mil terrenos já ocupados na área. Moradores temem aumento dos preços. (págs. 1 e 23)

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Valor Econômico

Manchete: Projetos irreversíveis no BNDES somam R$ 64 bi
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) começou a elaborar, a pedido do governo, uma lista de projetos considerados irreversíveis e que sobreviverão à crise de liquidez e ao desaquecimento da economia. A lista dos dois primeiros setores está pronta e soma investimentos de R$ 64,7 bilhões para projetos que estarão concluídos até 2011. Para a área de energia elétrica serão R$ 35,9 bilhões, incluídas as usinas do rio Madeira. No setor siderúrgico são R$ 28,8 bilhões em projetos considerados "firmes e anticíclicos".

No setor elétrico, 25 usinas são consideradas irreversíveis e vão agregar ao sistema 11,5 mil megawatts. Destas, o financiamento de 14 já está contratado, enquanto seis estão aprovados e cinco, em análise. Entre estes últimos, os dois mais importantes são Santo Antônio e Madeira, já pré-aprovados pelo banco. Nelson Siffert, chefe do Departamento de Energia Elétrica do BNDES, lembra que muitas das empresas que tocam esses projetos já venderam em leilões a energia a ser produzida. “Essa é uma razão pela qual elas têm de implementar os projetos, pois vão ter que honrar os contratos”.

O estudo do Departamento de Mineração e Siderurgia do banco inclui três novas plantas siderúrgicas que estarão prontas até 2011 e cinco projetos de expansão de CSN, Gerdau e Usiminas. Segundo Marcos Alecrim, gerente do departamento, o critério para o mapeamento dos projetos que devem ter continuidade, independentemente da crise de crédito, foi eleger os que vão operar até 2011, cuja maior parte já está em construção. “Esses investimentos não pararam e estão numa fase em que não há reversão”.

Um levantamento feito pelo Valor com dez empresas industriais, varejistas e do setor agropecuário que fecharam contrato com o BNDES a partir de abril mostra que a totalidade dos empreendimentos está sendo mantida dentro do cronograma inicial apresentado ao banco, apesar da piora do cenário internacional. O conjunto dos investimentos dessas companhias, como Cosan, Marfrig, Bertin e Magazine Luiza, soma empréstimos de R$ 4,265 bilhões. (págs. 1 e A3)

Idéias

Rosângela Bittar: metas de Lula em fim de mandato são assegurar crescimento e consolidar programas sociais. (págs. 1 e A8)

Recorde do Tesouro Direto

As vendas de títulos públicos por meio do Tesouro Direto atingiram o valor recorde de R$ 259,1 milhões em outubro. As vendas acumuladas no ano somam R$ 1,2 bilhão. O número de investidores cadastrados cresceu 42,6% nos últimos 12 meses, para 138.563 pessoas. (págs. 1 e D2)

Bônus menores

A crise financeira deverá afetar o valor dos bônus em 2009 também no Brasil. Pesquisa da consultaria Towers Perrin com 132 empresas de médio e grande portes mostra que 24% delas pretendem reduzir o orçamento destinado aos bônus. (págs. 1 e D10)

Lucro da Petrobras

A Petrobras obteve lucro líquido re­corde de R$ 10,852 bilhões no terceiro trimestre, alta de 96% sobre o mesmo período do ano passado. O resultado se deve ao aumento da produção, alta dos preços médios nos mercados interno e externo e ganho cambial. (págs. 1 e A5)

Petróleo em queda

O preço do petróleo caiu para menos de US$ 59 o barril em Nova York, pela primeira vez desde mar­ço de 2007. Durante o dia, chegou a US$ 58,32 e fechou a US$ 59,33. Em Londres, o barril do tipo Brent encerrou aos US$ 55,71. (págs. 1 e B6)

Projeções apontam para dólar mais caro

As empresas brasileiras já desmontaram suas posições vendidas em dólar no mercado futuro, mas o real não voltou a se apreciar como muitos analistas esperavam. Ontem, subiu 1,5%, para R$ 2,225. “Isso mostra que os fatores externos, como a maior aversão ao risco, o desmonte de posições alavancadas de fundos de hedge e a falta de crédito em dólar são determinantes na formação da taxa de câmbio no Brasil hoje”, diz Roberto Padovani, economista-chefe do WestLB no país.

Padovani está revisando seus números para o dólar no fim do ano, de R$ 2 para R$ 2,10. O BNP Paribas, em relatório, avalia que o real deve ficar entre R$ 2,10 e R$ 2,40 no curto prazo, por causa da repatriação de lucros e dividendos, desalavancagem e ajustes de balanço. O banco recomenda posições compradas em dólar contra o real. No dia 10, os investidores estrangeiros estavam comprados em US$ 12,4 bilhões na BM&FBovespa, nível próximo ao recorde de US$ 12,7 bilhões.

O Credit Suisse mudou sua projeção para o fim do ano de R$ 1,65 para R$ 1,90 em meados de outubro e não descarta nova mudanças. Para 2009, mantém a estimativa de R$ 2, mas com vendas de US$ 20 bilhões do Banco Central e redução nas reservas internacionais para US$ 186 bilhões. No cenário de estresse do Credit Suisse, o dólar iria para R$ 2,50 em 2009 e o BC teria de vender US$ 40 bilhões. (págs. 1, C1 e C2)

Natal dos cartões

Em tempos de crise global, o setor de cartões de crédito no Brasil se prepara para ter o melhor Natal da história. Os plásticos devem movimentar R$ 26 bilhões em dezembro, recorde para o período e 20% acima do mesmo mês no ano passado. (págs. 1 e C5)

Exportações de carne

As exportações brasileiras de carne bovina somaram 124,5 mil toneladas líquidas e renderam US$ 549,5 milhões em outubro. Em relação a setembro, o volume caiu 0,3%, mas o valor das vendas aumentou 3%. Na comparação com outubro de 2007, o volume diminuiu 7,2% e a receita cresceu 33,9%. (págs. 1 e Bl2)

BB fecha a compra de bancos

O Banco do Brasil gastará R$ 14 bilhões na compra da Nossa Caixa e de quase metade do capital do Banco Votorantim. As negociações estão próximas do fim. No caso da Nossa Caixa, não há mais divergências sobre o preço. Entre a participação do governo paulista e ações de minoritários, o BB pagará R$ 7 bilhões. O governo de São Paulo, que detém 71,25% do capital, receberá R$ 5 bilhões. O banco ainda gastará R$ 7 bilhões com o Votorantim, incluindo injeção de capital. Um dos detalhes ainda pendentes é o acordo de acionistas. O Votorantim concordou com a estrutura de controle compartilhado, embora o BB seja minoritário. O BB também vai incorporar, em 28 de novembro, o Banco do Estado do Piauí, avaliado em R$ 81,7 milhões. (págs. 1 e C12)

Requião pressiona para que Copel entre em Baixo Iguaçu

Desde que a estatal Copel perdeu para a Neoenergia a licitação para a construção da Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu, no fim de setembro, o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), inconformado, tem como meta reverter o resultado. Ele disse ontem que vai “fazer de tudo para que o Estado do Paraná construa essa usina”. Afirmou, ainda, que a licença prévia concedida à obra é irregular e que está “tratando de cassá-la”.

Copel e Neoenergia mantêm há dias conversas que poderão resultar em parceria para executar a obra, que terá investimento superior a R$ 1 bilhão. “A Neoenergia veio aqui nos propor sociedade”, disse ao Valor o presidente da Copel, Rubens Ghilardi. O impasse nas negociações estaria na definição do controle do empreendimento. Uma lei estadual impede que a Copel seja sócia minoritária e a Neoenergia, por sua vez, também resiste em entregar o controle da usina. Procurada, a empresa preferiu não se manifestar sobre o assunto. (págs. 1 e B7)

Petrolíferas mantêm caça à mão-de-obra

Muitos setores industriais cortam custos e funcionários. Mas as petrolíferas multinacionais, que lutam com a falta de mão-de-obra especializada para suas plataformas marítimas, continuam recrutando trabalhadores agressivamente, com ofertas de salários elevados, bônus e treinamento. Essas empresas, em conjunto, pretendem construir 180 plataformas nos próximos três anos, que se somarão às 640 já existentes. Os projetos abrangem muitos lugares do planeta, da costa brasileira e o Golfo do México até os litorais do Mar Cáspio e do Vietnã. Cada nova plataforma exige em média 200 trabalhadores, incluído o pessoal em terra. A queda dos preços do petróleo não freou esses projetos. (págs. 1 e C3)

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Gazeta Mercantil

Manchete: Empresas do Ibovespa cotadas abaixo do valor patrimonial
A crise financeira está provocando alterações em padrões consagrados de avaliação de investimento. O que uma empresa vale conforme seu patrimônio líquido deveria assegurar um valor ao menos equivalente na bolsa de valores. Mas o deságio nessa relação está ficando cada vez mais comum.

Levantamento da Economatica, feito a pedido da Gazeta Mercantil, mostra que 21 ações da carteira do Ibovespa, de um total de 66, apresentam cotação inferior ao valor patrimonial por ação (medido pelo índice P/VPA ou preço da ação por valor patrimonial ajustado). No ano passado, na mesma época, eram apenas dois papéis, ambos da estatal Eletrobrás.

Na nova lista, estão papéis que eram considerados, antes da crise financeira e temor de recessão mundial, verdadeiros portos seguros da renda variável, como Gerdau, Usiminas, JBS e Vivo.

“Não é normal uma empresa valer menos que seu patrimônio, já que os valores dos ativos comprados tendem justamente a gerar maior valor no futuro”, afirma Ricardo Almeida, professor da Fundação Instituto de Administração (FIA). (págs. 1 e B1)

Lula e Berlusconi unem forças

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o premier italiano, Silvio Berlusconi, acertaram ontem, em Roma, unir esforços para a reunião do G20, em Washington. (págs. 1 e A12)

Bird triplicará empréstimos

O Banco Mundial (Bird) anunciou ontem que triplicará a capacidade de empréstimos a países em desenvolvimento, destinando até US$ 100 bilhões em três anos. (págs. 1 e A11)

Dieese

Economia terá injeção de R$ 78 bi com 13º. (págs. 1 e A7)

Mais R$ 4 bi para veículos

Com a linha de R$ 4 bilhões anunciada ontem pela Nossa Caixa ao setor automotivo, a Associação Nacional das Empresas Financeiras de Montadoras (Anef) espera que o financiamento de veículos volte a aumentar. O governo federal também já havia liberado R$ 4 bilhões. (págs. 1 e C4)

Petrobras tem lucro recorde

A Petrobras teve lucro recorde de R$ 10,8 bilhões no terceiro trimestre, impulsionado pela desvalorização do real. A queda do barril, que fechou ontem abaixo de US$ 60, foi compensada pela alta do dólar. A CVM formalizou acordo com o diretor da empresa Almir Barbassa, que desembolsará R$ 100 mil pela acusação no caso Unipar. (págs. 1, A5 e B1)

Preço do minério em queda afeta contrato de longo prazo

A queda no preço do minério de ferro no mercado a vista ameaça os contratos de longo prazo das mineradoras. O valor já é cerca de 20% menor e fica entre US$ 69 e US$ 70 na China, segundo bancos. No longo prazo o preço médio é de US$ 90 por tonelada, considerando custos com frete na ordem de US$ 10. As projeções são de baixas de 20% nos preços para 2009.

Siderúrgicas do mundo todo anunciam corte de produção. Ontem a JFE, que estuda investir no Brasil com a Vale e a coreana DongKuk, disse que está revendo projetos.
A Vale informou estar aceitando ajustar os volumes encomendados, mas mantém preços acertados em abril. (págs. 1, C1 e C2)

Sadia é alvo de novo processo nos EUA

O escritório de advocacia Howard G. Smith entrou com ação contra a Sadia em nome de acionistas americanos. É o segundo processo que a empresa enfrenta por perdas com derivativos. O prejuízo da Vicunha Têxtil com esse tipo de operação também será analisado pela CVM. (págs. 1, B1 e B11)

BH nega excesso de endividamento

A Secretaria de Finanças de Belo Horizonte nega que o município esteja à beira da falência, apesar do alto endividamento de curto prazo e do comprometimento da receita. (págs. 1 e A8)

Turismo

Grupo espanhol Qualta inicia projeto de R$ 1 bilhão em Pernambuco. (págs. 1 e C6)

Opinião

Augusto Nunes: Eles se fantasiam de feridos de guerra, exigem empregos, indenizações e mesadas. E agora tentam também expropriar a Anistia. (págs. 1 e A8)

Opinião

Antonio Penteado Mendonça: A lei de anistia é de natureza ampla, geral e irrestrita. Seria brincar com fogo agora reabrir a questão da guerra suja e da tortura. (págs. 1 e A3)

Opinião

Leonardo Trevisan: A procura pela USP recuou há dez anos. A culpa não é da universidade e reflete a grave crise de expectativas do ensino médio. (págs. 1 e A2)

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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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terça-feira, novembro 11, 2008

XÔ! ESTRESSE [In:] NO ''TRANCO''

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[Homenagem aos chargistas brasileiros].
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"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"



11 de novembro de 2008

O Globo

Manchete: Obama dá primeiro passo para fechar Guantánamo
O presidente eleito Barack Obama já prepara a transferência de centenas de presos de Guantánamo, em Cuba, para os Estados Unidos, onde poderiam ser julgados pela Justiça comum ou enfrentar tribunais especiais para casos de terror. A medida abre caminho para a concretização de uma de suas promessas: o fechamento de Guantánamo, que ele já descreveu, jun­to com as prisões secre­tas da CIA, como “um capítulo triste na História americana”. O plano de Obama representa uma mudança radical em relação ao governo Bush, que se opõe firmemente a trazer réus aos EUA. Cinco ONGs, entre as quais a Anistia Internacional, pediram que os governos europeus ajudem Obama a fechar a prisão, que tem 255 detentos. (págs. 1, 24 e 25)

Abin vai à Justiça para conter PF

A Abin irá à Justiça para impedir que a Polícia Fede­ral tenha acesso a informações dos computadores apreendidos na investiga­ção do vazamento da Operação Satiagraha. O ministro Tarso Genro disse que o in­quérito sobre Daniel Dantas está sendo refeito. (págs. 1 e 3)

À beira da falência, GM cai 23% no dia

Com risco de falência, a GM pode ver suas ações virarem pó. O alerta foi dado ontem por dois grandes bancos, o alemão Deutsche e o Inglês Barclays. As ações da montadora chegaram a cair 30% e, no fim do dia, estavam a -22,9%. A seguradora AIG, com perdas de quase US$ 25 bi, também precisará de novo socorro governamental. (págs. 1 e 19)

Outros sinais da recessão

- A gigante rede de eletrônicos Circuit City pediu concordata. Há uma semana, a empresa anunciou corte de 17% de pessoal (eram mais de 42 mil empregados) e fechamento de 155 lojas.

- A empresa de hipotecas Fannie Mae, dos EUA, teve prejuízo de US$ 29 bilhões no terceiro semestre. (pág. 1)

Paes indica outro ministro do governo FH

O prefeito eleito Eduardo Paes, ex-PSDB e atual PMDB, anunciou ontem mais um integrante de sua equipe - Paulo Jobim FiIho, secretário de Adminis­tração. Com Cláudia Costin, na Educação, já são dois os ex-ministros do go­verno FH. (págs. 1 e 16)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Escassez de crédito deve continuar, dizem bancos

O presidente da Federação Brasileira dos Bancos, Fábio Barbosa, disse em entrevista a Sheila d’Amorim que o dinheiro em circulação na economia não bastará para atender à demanda das empresas por crédito. Mesmo com o governo liberando R$ 100 bilhões em recursos captados pelos bancos que estavam parados no Banco Central, Barbosa acha que “sensação de paralisação” continuará, reduzindo o crescimento. Segundo o presidente da Febraban, a falta de crédito em dólar está pressionando a demanda: “Por definição mesmo, não tem [reais], e o que tem é limitado”. Ele nega que os bancos estejam “escondendo dinheiro”. Reunido no Brasil com outros presidentes de BC’s, Henrique Meirelles contestou as declarações dos ministros da Fazenda do G20 e disse que corte de juros contra a crise não é uma questão fechada. (Págs. 1, B1 e B3)

Jânio de Freitas – Lula deve uma reação aos europeus

Lula está devendo uma reação à Europa, que recusa a inclusão dos países em desenvolvimento na formulação das novas regras do sistema financeiro mundial. A omissão torna-se contradição incompreensível no Lula que tenta apresentar-se como líder dos emergentes por seu reconhecimento pelos ricos. (Págs. 1 e A7)

Apreensão de documentos pela PF provoca tensão na Abin

Documentos apreendidos pela Polícia Federal para o inquérito que investiga a Operação Satiagraha contêm informações estratégicas da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), segundo a Folha apurou. O clima na Abin é de irritação com a PF e tensão pelo eventual vazamento de dados, e agentes ameaçam revidar. A Corregedoria da PF atribui ao delegado Protógenes Queiroz, que comandou a Satiagraha, responsabilidade por vazamentos na operação e pode pedir seu indiciamento. (Págs. 1, A4 e A6)

Gigante americano do varejo pede concordata

A Circuit City, segunda maior rede de eletroeletrônicos dos EUA, pediu concordata, informa Fernando Canzian. O fato, ao lado de notícias desfavoráveis de grandes empresas, reforçou a perspectiva negativa para o setor corporativo do país. O governo americano anunciou a reestruturação do plano de ajuda à AIG, a maior seguradora do mundo, que inclui a ampliação do valor para pouco mais de US$ 150 bilhões, maior injeção de dinheiro oficial numa empresa privada. (Págs. 1 e B4)

Editoriais

Leia “Mais disciplina fiscal”, sobre gastos públicos; e “Segurança em perspectiva” acerca de policiais civis. (Págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Para BC, aos poucos crédito é retomado
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou que está ocorrendo um “gradativo” retorno do crédito em razão das medidas do governo, como a liberação dos depósitos compulsórios e a venda de dólares. Segundo economistas de bancos, empresários já começam a retomar alguns projetos de investimento, porque avaliam que os efeitos da crise estejam passando. Para representantes de cerca de 40 bancos centrais do mundo reunidos em São Paulo, no entanto, a economia vai ter recuo “substancial” em 2009.

Meirelles disse acreditar que "os emergentes continuarão a crescer, mas a taxas menores”. Outro consenso do encontro é que o mercado melhorou, mas ainda está longe do normal. Para Meirelles, a tomada de atitudes anticíclicas depende da situação de cada país. (págs. 1 e B3)

G-20 expõe divergências

Ficou difícil saber para que serviu o encontro do G-20 em São Paulo, mas deu para entrever sérias divergências sobre como lidar com a crise e as mazelas da globalização. (págs. 1 e B2)

A chocha reunião do G-20

Na reunião de São Paulo, os ministros deveriam ter produzido idéias para superar a crise de crédito na economia. Em Washington, os chefes de governo terão de se virar sem elas. (págs. 1 e A3)

Pirataria cai 38% no País, mas sobe em SP e BH

A venda de roupas e brinque­dos piratas no Brasil caiu 38% neste ano em relação a igual período de 2007, mostra pesquisa do Ibope. Mas os negócios desse tipo subiram 9% em São Paulo e 46% em Belo Horizonte. (págs. 1 e C4)

Máquina de grampo da PF foi usada por arapongas

O Sistema Guardião, máquina de grampos da Polícia Federal, foi operado durante a Operação Satiagraha por agentes da Abin, que não estão autorizados a isso. A revelação foi feita à PF por um araponga. (págs. 1 e A4)

Empresas iniciam onda de liquidações

A crise de liquidez de crédito estimula liquidações generalizadas em vários setores da economia. Ao lado dos tradicionais eletroeletrônicos, materiais de construção e veículos, a onda de promoções chegou às construtoras e aos cruzeiros marítimos. A ordem é dar descontos, esticar prazos de pagamento e fixar valor de dólar abaixo da cotação real do mercado para manter o ritmo de vendas. (págs. 1 e B10)

Eletropaulo reduz estações elétricas para vender terreno

A Eletropaulo vai transformar suas estações em centrais menores. A idéia é reduzir a ocupação de terrenos, oferecendo o excedente para a construção de prédios. Estima-se que a medida libere 11 terrenos de 10 mil metros quadrados cada, equivalentes a mais de meio Ibirapuera. O sindicato dos eletricitá­rios vê risco de radiação - que a Eletropaulo nega. (págs. 1 e C1)

Acusado quer lote onde irmã Dorothy foi assassinada

O fazendeiro Regivaldo Gal­vão, o Taradão, um dos acu­sados de ter mandado assassinar Dorothy Stang, propôs ao Incra troca de uma área de 2,5 mil hectares na flores­ta por 500 hectares de pasto onde a freira foi morta, em Anapu (PA), em 2005. A pro­posta poderá provocar revi­ravolta no caso Dorothy: úni­co dos cinco acusados que ainda não foi julgado, Galvão sempre alegou não ter moti­vo para matar a missionária porque não teria interesse nas terras. (págs. 1 e A11)

O mundo precisa ajudar Obama

Thomas Friedman: se o mundo quer que Obama seja bem-sucedido, não basta mostrar amor. Liberdade não vem de graça. (págs. 1 e A14)

Notas sobre Obama

Rubens Barbosa: a eleição de Obama causa impacto nas realidades de poder. (págs. 1 e A2)

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Jornal do Brasil

Manchete: Inflação acelera e BC avisa que vai manter juros
Três indicadores registram ritmo acelerado: o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e o Índice de Preços no Atacado (IPA). Apesar da tendência, o mercado aposta no cumprimento da meta do ano. E o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, avisa: não mexe na política monetária. Ou seja, os juros ficam onde estão. (pág. 1 e Economia, págs. A17 e A18)

G-20: plano de ação só em 2009

O cronograma de ações coordenadas entre as 20 maiores economias do mundo só deve ser conhecido no ano que vem. Segundo o jornal The New York Times, o encontro do G-20, em São Paulo, revelou amargura dos países emergentes em relação aos mais ricos. (pág. 1 e Economia, pág. A19)

Mais dinheiro para combater a dengue

Em reunião com os prefeitos eleitos do estado do Rio, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, prometeu R$ 220 milhões a mais para investimentos no combate à dengue em todo o país. Um bilhão de reais será destinado à contratação de pessoal e à compra de equi­pamentos e insumos. "O sinal é amarelo. Temos de nos preparar para o pior", alertou, ao pedir que a questão seja incluída nas transições. (pág. 1 e Cidade, pág. A16)

Crise entre PF e Judiciário cresce

O provável indiciamento do delegado Protógenes Queiroz por vazar informações e eventual afastamento do juiz federal Fausto De Sanctis agravam a crise entre a PF e o Judiciário. Para os federais, há interesse em ajudar a defesa do banqueiro Daniel Dantas. (pág. 1 e País, pág. A7)

Falência ronda cinco capitais

Cinco das 26 capitais brasileiras que trocarão de prefeito no dia 1º de janeiro estão virtualmente falidas. Belo Horizonte, Cuiabá, Florianópolis, Maceió e Salvador encontram-se no vermelho, segundo levantamento baseado na situação financeira de dezembro de 2007. (pág. 1 e País, pág. A5)

Inflação

Vendedores dos quiosques na orla de Ipanema e Leblon jê dão como certo o encarecimento do coco no verão. O aumento médio ficará em torno de 25%. (pág. 1 e Cidade, pág. A11)

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Correio Braziliense

Manchete: Brasília, cidade que espanca mulheres
A cena se repete nos hospitais do Distrito Federal: todos os dias, uma mulher recebe atendimento médico porque foi vítima de um covarde. Um levantamento da Secretaria de Saúde revela que, somente em 2008, 371 brasilienses chegaram espancadas, esfaqueadas ou violentadas às unidades de emergência da capital. A procura por socorro médico ocorre quando a sucessão de agressões deixa marcas indisfarçáveis, como um braço quebrado, uma lesão na cabeça, uma facada ou um tiro no corpo. “A violência acontece em um crescendo, por isso acreditamos que não é a primeira agressão que as leva ao hospital”, analisa Laurez Vilela, da Secretaria de Saúde. Sandra Melo, titular da Delegacia de Atendimento à Mulher, descreve o perfil dominador do homem violento: “Eles só batem em quem sentem que exercem poder, como mulher e filhos.” (págs. 1 e 25)

Meirelles detona Mantega

Presidente do Banco Central desmente ministro da Fazenda, rejeita mais gastos públicos e defende alta de juros. (págs. 1 e 11)

Remédios que os médicos não gostam

Medicamentos fornecidos nas redes pública e conveniada do SUS provocam desconfiança nos profissionais de saúde. (págs. 1 e 9)

Festival de irregularidades no concurso do Senado (págs. 1 e 17)

Controle do aluno também pela internet
Escolas da rede oficial do DF vão divulgar boletim em site para que pais acompanhem freqüência e notas dos filhos. (págs. 1 e 26)

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Valor Econômico

Manchete: Após recorde, montadoras prevêem crescimento zero
Ainda um dos carros-chefes da economia brasileira, com peso de 5,4% no PIB, a indústria automobilística se prepara para um ano de crescimento zero em 2009. Para um setor que vinha crescendo em ritmo acelerado - 15% neste ano - será uma freada brusca, mas não necessariamente um resultado ruim quando comparado com os do setor em outros países. A General Motors, em sérias dificuldades nos Estados Unidos, aqui aposta num cenário conservador, em que a produção brasileira atingirá o mesmo volume deste ano, com 3,5 milhões de unidades. "Estou 50% conservador, 20% pessimista e 30% otimista", diz o presidente da filial brasileira da GM, Jaime Ardila. No cenário pessimista de Ardila, a produção de veículos no Brasil pode ficar em 3,18 milhões e no otimista, em 3,7 milhões.

De acordo com as projeções do presidente da Anfavea, Jackson Schneider, as exportações devem cair de 780 mil unidades neste ano para menos de 700 mil em 2009. A Volkswagen, montadora que mais exporta no país, já reduziu sua meta de 180 mil unidades para 160 mil.

Mantidas as linhas de financiamento abertas pelos bancos estatais, as vendas internas poderão sustentar a produção. A Renault acredita que o mercado nacional vai absorver 2,8 milhões de unidades. “Só se a situação ficar preta", diz o presidente da empresa, Jérôme Stoll, haverá uma queda, para 2,4 milhões de unidades.

Para Valdir Souza, diretor de vendas e marketing da Delphi para a América do Sul, a quebra do ritmo é até saudável. Não dava para continuar utilizando 110% da capacidade. É preciso ter alguma folga", disse. Cledorvino Betini, presidente da Fiat, concorda. “Estávamos trabalhando até em dia de Natal".

No próximo Natal, porém, todos estarão descansando. Os estoques estão altos, com 298 mil unidades, e o setor recorreu a férias coletivas. Com a irrigação do crédito garantida pelo governo, o fôlego tende a melhorar, esperam os executivos do setor. (págs. 1 e B8)

Governo vai subsidiar hedge na agricultura (págs.1 e B12)

Usineiros perdem influência em Alagoas
A mais tradicional atividade agrícola de Alagoas, a cana-de-açúcar, já não é a maior contribuição à economia do Estado. Mais importante é o dinheiro que vem de Brasília, em políticas públicas.

Enquanto as usinas vão pagar R$ 100 milhões em salários na safra atual (setembro/março), a Previdência Social pagará aposentadorias e pensões no total anual de R$ 2,4 bilhões. O Bolsa Família, RS 368 milhões. Até o seguro-desemprego (R$ 134 milhões anuais) é superior à massa salarial resultante do cultivo da cana.

Nos últimos anos, a dependência dos de recursos da União se acentuou. Em 2008, sem contar a Previdência, estima-se que o Tesouro Nacional vai transferir R$ 5 bilhões, mas arrecadará perto de R$ 1 bilhão no Estado. Nenhum setor da economia alagoana produz volume de renda tão alto. (págs. 1 e A12)

Exportador gigante

Estudo da União Européia prevê que o Brasil consolidará sua posição de "exportador gigante" de produtos agrícolas até 2017, com domínio nas vendas de oleaginosos, açúcar, etanol, carnes bovina e de frango. (págs. 1 e B11)

Preços em alta

Os primeiros dados da inflação em novembro registraram altas. A prévia do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) indicou elevação de 0,8%. Diante da piora do cenário, analistas consultados pelo BC elevaram as estimativas do IPCA em 2008 e 2009 para 6,4% e 5,2%, respectivamente. (págs. 1 e A2)

Idéias

Delfim Netto: funding externo pode ser substituído por liquidez interna sem pressão maior sobre preços. (págs. 1 e A2)

Idéias

Roberto Luis Troster: corre-se o risco de uma crise de crédito. (págs. 1 e A10)

Dificuldades para o algodão

Os tempos serão difíceis para os produtores de algodão nos próximos dois anos. Com custos de produção altos e rentabilidade negativa, a área plantada no país deverá cair até 20% na safra 2008/09 e poderá sofrer novo recuo em 2009/10. (págs. 1 e Bl2)

Bilhões para o níquel

O BNDES aprovou financiamento de RS 1,42 bilhão para a nova unidade de níquel do grupo sul-africano Anglo American, em Barro Alto (GO). O investimento total é de RS 3,1 bilhões. A unidade deve entrar em operação em 2010. (págs. 1 e B9)

OAS, Piemonte e Setal criam estaleiro na BA

As empresas OAS, de construção pesada, e Setal, com atuação no segmento de óleo e gás, estão retomando à construção naval e "offshore”. Hoje, as duas companhias anunciam um projeto de US$ 400 milhões para criação do Estaleiro da Bahia, que vai construir petroleiros, plataformas, sondas de perfuração e navios de apoio. O empreendimento - em Maragogipe, Região Metroprolitana de Salvador - também terá a participação da empresa de investimentos Piemonte.

Os sócios do estaleiro planejam financiá-lo com recursos do Fundo da Marinha Mercante. "Pretendemos entrar com o pedido de prioridade no começo de 2009", disse Alberto Padilla, representante da Setal no negócio, que deterá 45% do capital. (págs. 1 e Bl)

Novo projeto para terminal de Guarulhos

Os planos para a construção do terceiro terminal de passageiros do aeroporto de Guarulhos voltaram ao ponto de partida. A Infraero resolveu publicar, até o dia 15 de dezembro, o edital para contratar um novo projeto básico e executivo de engenharia para as futuras instalações. Há mais de dez anos a expansão do aeroporto tem sido planejada para atender o crescimento da demanda.

A licitação é prometida desde 2004, mas tem sido constantemente vetada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que já apontou sobre preço superior a R$ 100 milhões no custo estimado das obras. Nas últimas tentativas de licitação da Infraero, o custo orçado para o terminal era de aproximadamente R$ 1 bilhão. (págs 1 e A3)

Crise da Oscar Freire não vai ao Bom Retiro

Os consumidores da rua Oscar Freire, um dos endereços mais elegantes da capital paulista, já sentem os efeitos da crise mundial. O dinheiro investido na bolsa minguou e isso já se reflete nos presentes de Natal. "Não posso fazer extravagâncias", diz Isabela Prado, que perdeu em um mês os rendimentos de um ano na bolsa. A empresária Marília Monteiro também já decidiu reduzir o tíquete médio das "coisas bacanas" que comprava para os amigos. "Gostava de dar presentes de R$ 300, R$ 400. Agora, não vou passar de R$ 200", afirma. A associação dos lojistas da Oscar Freire, que movimentam R$ 1,5 bilhão por ano, não arrisca previsões para este Natal.

Enquanto isso, no Bom Retiro, região central da cidade, o ritmo das compras é frenético. No bairro das confecções populares, que movimenta R$ 2 bilhões por ano, as vendas deverão crescer até 10% neste fim de ano. (págs 1 e B6)

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Gazeta Mercantil

Manchete: Governo estuda usar minério da Vale no pré-sal
A Vale pode desviar suas exportações de minério para o mercado brasileiro para atender à demanda que será gerada pela exploração e produção do petróleo no pré-sal. A afirmação foi feita ontem pelo diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Haroldo Lima, que integra uma comissão formada pelo governo para discutir estratégias para a fronteira petrolífera. Segundo Lima, que já gerou polêmica ao divulgar estimativas de produção no pré-sal, serão necessários cinco mil quilômetros de tubos de aço para perfurar poços na região de Tupi, volume “suficiente para suspender as exportações de minério de ferro da Vale e começar a construir siderúrgicas”. A Vale não comenta o assunto.

A produção brasileira de aços laminados, até setembro, somou 19,69 milhões de toneladas, sendo que o mercado interno consumiu 16,97 milhões. Em 2007, a Vale produziu 313,6 milhões de toneladas de minério e pelotas e exportou 246 milhões. As reservas brasileiras atingem 33,2 bilhões de toneladas. (págs. 1 e C1)

Pirataria causa prejuízo de R$ 18 bi ao País

Nos dez primeiros meses de 2008, o Brasil deixou de arrecadar R$ 18 bilhões devido à pirataria, constata uma pesquisa divulgada ontem pelo Ibope. O estudo revela ainda redução do comércio ilegal. Em 2007, representava 75% das vendas. Neste ano, 63%. (págs. 1 e A10)

Trabalho

Emprego marca 0,1%, segundo o IBGE. (págs. 1 e A4)

Carga fica mais tempo no porto

A variação cambial está levando importadores a estender o período de permanência de cargas nos portos. Os tributos são pagos pela taxa do dia e muitas empresas preferem adiar o desembaraço dos produtos. (págs. 1 e A4)

Vicunha perde R$ 70 milhões com derivativo

As operações com derivativos cambiais fizeram uma nova vítima entre empresas brasileiras: a Vicunha Têxtil, que reconheceu um prejuízo da ordem de R$ 70 milhões para liquidar as operações. A empresa ainda mantém um contrato em aberto, que pode elevar as perdas para mais de R$ 100 milhões. (págs. 1 e B5)

Pacote chinês puxa alta de ações e petróleo

A decisão da China de colocar em ação um plano de 4 trilhões de iuanes (US$ 586 bilhões) para sustentar sua economia impulsionou a valorização de bolsas de valores, metais e petróleo. O país respondeu por 27% do crescimento da economia mundial em 2007, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI). O gabinete chinês prometeu “investimentos rápidos e maciços” em habitação e infra-estrutura até 2010 e uma política monetária “relativamente liberal”, segundo comunicado do Conselho de Estado chinês. (págs. 1 e A12)

Brenco quer R$ 390 milhões em notas promissórias

Um dos maiores investidores do setor alcooleiro, a Companhia Brasileira de Energia Renovável (Brenco) também enfrenta percalços na maré brava do mercado financeiro. A empresa aguarda para hoje a autorização da Comissão de Valores Mobiliários para fazer segunda emissão do ano de notas promissórias. A proposta é ofertar R$ 390 milhões, sendo R$ 200 milhões de renovação das notas emitidas em abril, e o restante, de capital novo, para continuar as obras das quatro usinas que entram em operação em 2009 e em 2010. “Trata-se de empréstimo-ponte até a liberação de financiamento do BNDES”, diz o diretor Alfredo Freitas. A nova captação será feita a 135% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), ante os 112% da captação de abril. (págs. 1 e B12)

Autopeças já recorrem a férias coletivas

A redução do volume de encomendas das montadoras levou indústrias de autopeças a diminuir o ritmo de produção e também a recorrer a férias coletivas. A Delphi e a TRW Automotive decidiram intercalar as paradas nas fábricas neste mês para evitar prejuízos com estoques de peças. “Vamos ajustar a nossa programação e aproveitar a redução nos pedidos para fazer a manutenção nas máquinas”, disse Feres Macul Neto, presidente da TMD Friction do Brasil.

A Bosch avalia a possibilidade de reduzir a produção, mas ainda não tem o período definido. Funcionários da unidade da empresa no Paraná estão há dois dias em greve por abono salarial.

A Saint-Gobain Sekurit, que produz vidros automotivos, está contornando a redução nos pedidos com ajustes internos. Além de eliminar horas extras e o trabalho aos sábados, a empresa está zerando as férias vencidas dos empregados. (págs. 1 e C2)

Opinião

Antonio Corrêa de Lacerda: É preciso estimular empresas do País a seguirem o caminho daquelas que foram pioneiras na internacionalização de suas atividades. (págs. 1 e A3)

Embalagem prevê crescimento

A Associação Brasileira de Embalagem não prevê queda brusca para o setor. A projeção é crescer 2% em 2008, com receita de R$ 34,7 bilhões. (pág. 1 e INVESTNEWS.COM.BR)

Automação

Festo quer dobrar negócios no Brasil até 2014, diz Veit. (págs. 1 e C4)

Vida executiva

Contratações de executivos cresceram 50% no trimestre, segundo pesquisa. (págs. 1 e C7)

Prefeituras endividadas

Pelo menos cinco prefeitos de capitais, entre eles os de Belo Horizonte e de Florianópolis, vão tomar posse no dia 1º de janeiro e encontrar os cofres endividados. (págs. 1 e A8)

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--http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir

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segunda-feira, novembro 10, 2008

XÔ! ESTRESSE [In:] O PRIMEIRO "VALISÈRE"

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[Homenagem aos chargistas brasileiros].
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OBAMA vs. PODER DE MERCADO (LOBISMO & LOBOS)

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Para cumprir meta, Obama precisa driblar lobby do carvão


DO EDITOR DE CIÊNCIA


As mudanças vislumbradas por Barack Obama para reduzir a emissão de gases e reduzir a dependência do petróleo não serão fáceis num país cuja política energética é chamada pelo jornalista Thomas Friedman, do "New York Times", de "a soma de todos os lobbies". E no qual um lobby poderoso, o do carvão -o mais sujo de todos os combustíveis fósseis-, passou oito anos ditando as regras para o setor em Washington.
As empresas de energia e os Estados carvoeiros, como Ohio e Pensilvânia (que também são Estados sem preferência partidária definida -e, diz Friedman, isso não é coincidência), devem liderar a resistência a uma futura legislação de cotas de emissão, pressionando os republicanos no Congresso. A tática tem dado certo e impediu que a lei que prevê baixar as emissões ao nível de 1990 em 2020 passasse neste ano.
A seu favor para implementar o "New Deal verde", Obama -que ainda prevê regulações que aumentem a eficiência energética, como um padrão de consumo mais estrito para automóveis- tem a oportunidade criada involuntariamente pela crise, que reduziu a demanda por energia (e as emissões). Também conta com a imensa boa vontade que sua eleição gerou dentro e fora dos EUA e com o crescimento exponencial das energias renováveis, como a solar e a eólica.
Essas tecnologias, segundo a Agência Internacional de Energia, crescem 7,2% ao ano -mais do que qualquer outra fonte-, mas dependem de investimentos maciços em pesquisa e desenvolvimento para ganhar escala e se tornarem tão baratas quanto o carvão mineral.
Como Bush não conseguiu matar a inovação tecnológica, o motor do capitalismo americano, a dose certa de regulação estatal pode fazer dos EUA, o país mais sujo do mundo, exportador de tecnologia limpa.
"Agora energia e clima estão na lista [de prioridades], mas vamos ver como as coisas mudam até janeiro", diz Diringer. "Certamente o governo Obama terá uma posição proativa, mas as coisas não vão mudar do dia para a noite." (CA)
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http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft0911200810.htm
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CRISE ECONÔMICA MUNDIAL: RECEITAS PRONTAS

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ARTIGO


Keynes não tinha a cura para momentos de recessão


Economista errou ao não fazer distinção entre queda nos preços devido a motivos monetários e retração relacionada a fatores alheios à oferta e à procura de dinheiro

EDMUND PHELPS
ESPECIAL PARA O "FINANCIAL TIMES"


Que teoria podemos usar para que saiamos de maneira rápida e confiável da recessão iminente? Empregar a teoria "neoclássica" das flutuações que surgiu em Chicago nos anos 70 seria impensável, já que foi exatamente essa teoria que o colapso dos preços dos ativos acabou por provar falsa.
Os pensamentos de alguns voltaram a John Maynard Keynes. As percepções dele quanto à incerteza e à especulação eram profundas. Mas sua teoria do emprego era problemática e as soluções "keynesianas" de política econômica são no mínimo questionáveis.
Os bancos falam da queda nos preços da habitação como efeito de alguma forma de choque. Nos modelos que eles adotam, choques aleatórios estão sempre derrubando os preços dos ativos, ante os valores projetados. Na verdade, não houve abalo, seca ou força exógena que forçasse os preços a cair.
Os especuladores e os compradores de casas, acreditando que aluguéis e custos de construção subiriam, apostaram em uma alta nos preços no futuro, e isso gerou também uma alta nos preços das casas existentes.
Mas, ao longo dos anos, nem os aluguéis nem os custos (em termos reais) se moveram. Se eles não subiam, os preços (reais) teriam de voltar a cair, mais cedo ou mais tarde.
Esse era o mundo de Keynes.
Na Universidade de Cambridge, ele demonstrou como um investidor poderia operar com margem para contingências desconhecidas, em seu "Tratado sobre a Probabilidade". Em Londres, comandou um fundo de hedge e enriqueceu, mas terminou apanhado pelo colapso nos preços das commodities no começo de 1929. Ele concluiu que as crenças dos investidores eram "frágeis". À medida que um investidor e depois outro começam a desertar, os preços de um ativo, que até ali vinham em alta, podem simplesmente cambalear um pouco no início, mas terminam por despencar mais tarde, em companhia das crenças convencionais.

Teoria Geral
Keynes atribuía aos preços dos ativos um papel central na determinação do nível de emprego, em sua Teoria Geral de 1936. Caso uma mudança de sentimento gerasse declínio acentuado na avaliação dos ativos empresariais (bem como nos preços das ações e das casas), o investimento empresarial seria cortado e o emprego se contrairia.
Infelizmente, nada mais funcionava bem, desse ponto em diante. Keynes cometeu um erro imenso ao não distinguir entre uma queda nos preços dos artigos causada por motivos monetários e uma queda relacionada a fatores que pouco ou nada têm a ver com a oferta e procura de dinheiro, como uma redução nas expectativas quanto aos futuros retornos de ativos de negócios ou imóveis.
O primeiro fenômeno pode ser solucionado por meios monetários: o banco central pode reforçar a base monetária (digamos que por meio da aquisição de títulos de dívida pública), o que geraria alta nos preços dos ativos sem provocar alta concomitante dos demais preços e dos salários, evitando causar uma espiral insensata.
O recente colapso na especulação com imóveis residenciais, porém, é um fenômeno não-monetário: é preciso haver uma queda no preço em dinheiro das casas ante o preço em dinheiro dos bens de consumo.
Keynes argumentava que reforçar a base monetária funcionaria também nesse caso: os trabalhadores não estariam cientes de que os salários em empregos concorrentes em outros lugares haviam subido tanto quanto os seus, de modo que temeriam solicitar salários reais tão altos quanto antes; dessa forma, as contratações seriam estimuladas, e o emprego voltaria a subir. Mas sustentar essa recuperação certamente requereria uma inflação salarial sem fim, em um ritmo sempre um passo à frente das expectativas, uma política nada atraente. Keynes passou cada vez mais a se concentrar em medidas não-monetárias para mudar o novo equilíbrio não-monetário depois de uma perda de confiança.
Keynes sempre acreditou que a demanda de consumo também estimula o emprego.
Uma alta na demanda encoraja as empresas a elevar a produção e a contratar mais trabalhadores inicialmente. Mas, em uma economia aberta com moeda própria, o estímulo se faria sentir principalmente no exterior. Na economia globalizada, demanda de consumo ampliada em última análise faz pouco mais que gerar aumento nas taxas de juros e, assim, produz declínio nos preços reais dos ativos, no investimento e nos salários reais.
Keynes enfatizava a demanda por investimento como alavanca para promover crescimento no emprego. Nos termos dessa teoria, seria possível estimular o investimento privado por meio de crédito tributário ao investimento ou de subsídios a novas empresas e novas contratações. Keynes favorecia o investimento pelo Estado ou empresas estatais.
Os americanos, com o pesadelo que vivem em seus aeroportos e com as pontes do país sempre a ponto de cair, receberiam bem as melhorias na infra-estrutura.
Mas é necessário perguntar se uma transição radical do investimento privado para o investimento estatal não atenuaria a concepção, o desenvolvimento e a adoção de idéias comerciais novas e criativas. A teoria do capitalismo enfatiza a diversidade em termos de fontes de novas idéias comerciais, do conjunto de empreendedores disponíveis para desenvolvê-las, das fontes de financiamento a investidores beneméritos, capital para empreendimentos e tudo o mais -e da gama de usuários finais. Também enfatiza o quanto é importante que os donos de companhias financeiras e de outros setores estejam livres para usar sua intuição, em contraste com a prestação de contas minuciosa que se deve exigir de um funcionário público.
Assim, uma presença muito reforçada do governo central no setor de investimento do país poderia restringir a inovação e reduzir a qualidade das inovações realizadas. E seríamos deixados em uma recessão, da mesma forma.

EDMUND PHELPS dirige o Centro de Capitalismo e Sociedade da Universidade Columbia e recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 2006.

Tradução de PAULO MIGLIACCI

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http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi0911200813.htm

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BRASIL/TECNOLOGIA: PODER DE MERCADO vs. CAPITAL NACIONAL

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Editoriais


editoriais@uol.com.br
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Inovação à brasileira

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O MINISTRO da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, deu margem a dúvidas quando declarou surpresa e decepção com a venda das empresas de biotecnologia Alellyx e CanaVialis à multinacional Monsanto. Rezende disse preferir que ambas permanecessem em mãos de companhias brasileiras.
Admite-se que o ministro tenha ficado frustrado com o repasse das "duas jóias", como declarou ao jornal "O Estado de S. Paulo", mas foi preciso que ele explicasse por que haveria algo a deplorar numa transação que, afinal, processou-se de acordo com as regras vigentes.
Segundo Rezende, a questão a lamentar não é a compra por uma empresa estrangeira, mas a venda efetuada pela Votorantim Novos Negócios. Ou seja, a saída de um grupo nacional do investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D).
Alellyx e CanaVialis receberam fundos consideráveis de agências de fomento brasileiras, como assinalou o ministro. Ambas são subprodutos dos projetos genoma iniciados na década de 1990 pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). Pesquisadores com espírito empreendedor deram o primeiro passo em direção ao mercado e receberam apoio tanto do poder público quanto de capitais de risco.
Se a venda agora se completa, é porque o ciclo de inovação teve sucesso. As duas empresas se dedicam a empregar técnicas de biotecnologia, como a transferência de genes, para melhorar uma cultura de enorme importância para o agronegócio no Brasil, a cana para produção de álcool e açúcar.
Ao comprar Alellyx e CanaVialis, a Monsanto chancela a excelência do que ali se desenvolvia e dá passo estratégico num setor com boas perspectivas de expansão. Como o Brasil é líder nesse campo, parece pouco provável que a multinacional se aproprie só do conhecimento gerado até aqui e transfira a pesquisa futura para além-fronteira.
Rezende diz que já se estudam maneiras de incentivar multinacionais a realizar pesquisa no próprio país. É o caminho correto a seguir: promover todas as formas de levar o conhecimento dos laboratórios para as prateleiras das empresas, sem fazer distinção entre capital estrangeiro ou nacional.
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http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz1011200802.htm
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"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

10 de novembro de 2008

O Globo

Manchete: PF vai indiciar delegado do caso Dantas por 5 crimes
O delegado Amaro Vieira Ferreira, da Corregedoria da PF, vai indiciar ainda esta semana o delegado Protógenes Queiroz, responsável pela operação que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, por cinco crimes: quebra de sigilo funcional, desobediência, usurpação de função pública, prevaricação e violação telefônica.(...) (págs. 1 e 3)

Contra crise, governos aumentarão gastos

O G-20, grupo que reúne os principais países ricos e emergentes do mundo, encerrou ontem seu encontro em São Paulo defendendo mais investimentos públicos para reduzir os efeitos da crise internacional na economia global. No documento final da reunião, as nações defenderam uma reforma profunda do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, com mais voz para países em desenvolvimento. Para garantir crescimento entre 8% e 9% a partir de 2009, a China anunciou ontem pacote de US$ 586 bilhões de estímulo ao setor produtivo. (págs. 1, 16, 17 e 20)

Deputados de Brasília pedem mais mordomia

Os deputados do Distrito Federal, que já têm a maior verba do país para contratação de assessores e gastos pessoais – superior à dos deputados federais -, querem aprovar mais um reajuste para passar a receber R$ 111 mil por mês. (págs. 1 e 5)

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Folha de S. Paulo

Manchete: G20 propõe juro menor e gasto maior contra crise
O G20, clube de países que somam cerca de 85% da economia mundial, constatou que o risco de recessão é bem maior que o de inflação e sugeriu ações para combatê-la em sua reunião em SP. (...)
O texto de conclusão afirma ainda que o G20 “deve maximizar sua eficácia”, mas não o define como substituto do G8 – que reúne os sete países mais ricos e a Rússia. Defende ainda que o FMI e o Banco Mundial “devem ser reformados de modo abrangente”. (págs. 1 e Dinheiro)

China anuncia pacote de R$ 1,23 trilhão

O governo chinês anunciou ontem investimentos de 4 trilhões de yuans (R$ 1,23 trilhão) até 2010 para estimular sua economia. O pacote corresponde a 7% do PIB chinês anual e equivale a quase 2,5 vezes o total previsto no PAC brasileiro de 2007 a 2010. (...) (págs. 1 e B4)

Para presidente do BCE, há um consenso sobre mais regulação

O presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, 65, disse a Clóvis Rossi e Denyse Godoy que o funcionamento do sistema financeiro e da economia mundial precisa de fiscalização mais rígida.
Para o presidente do BCE, as economias emergentes devem ter maior participação no estabelecimento das novas regras, já que sustentarão o crescimento global por algum tempo. (págs. 1 e B13)

Lula autoriza compra da Nossa Caixa pelo BB

O presidente Lula deu sinal verde para o Banco do Brasil comprar a Nossa Caixa, banco do governo paulista, informa Kennedy Alencar. O negócio, de R$ 6,4 bilhões, deverá ser concretizado nesta semana. Além da Nossa Caixa, o BB deverá confirmar também a compra de 49% das ações do Banco Votorantim. (págs. 1 e B4)

Fernando de B. e Silva – Não existem heróis nem mocinhos no cerco a Protógenes

Protógenes experimenta seus métodos na pele. Mas quem deve comemorar? As motivações do cerco ao delegado sugerem algo pior do que só guerra de facções na PF. Não há mocinhos. Há vilões e bandidos que irão se dar bem. É bom acompanhar o enredo com trilha de um famoso filme de Francis Ford Coppola. (págs. 1 e A2)

Máquina da UFRJ faz multiplicação de célula-tronco

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro desenvolveram um biorreator que permitirá obter bilhões de células para uso em terapia. (...) (págs. 1 e A12)

Editoriais

Leia “Doenças modernas”, sobre dados de mortalidade; e “Inovação à brasileira”, acerca de empresas de biotecnologia. (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: China anuncia US$ 586 bi para enfrentar crise
A China anunciou um pacote de estímulo à economia que prevê investimentos de US$ 586 bilhões nos próximos dois anos. As áreas que terão recursos são infra-estrutura e tecnologia, entre outras. O governo decidiu ainda reduzir a carga tributária de empresas e incentivar o crédito bancário. (...) Em Roma, a ministra Dilma Rousseff disse que o pacote chinês reflete o papel dos emergentes na crise: “As medidas estão no mesmo sentido do que já fizemos no Brasil”. (págs. 1, B1 e B3)

Obama e Bush se reúnem hoje

O presidente dos EUA, George W. Bush, e seu sucessor eleito, Barack Obama, se reúnem hoje, muito antes do que tradicionalmente acontece, o que denota a urgência do momento. A equipe de Obama e a da Casa Branca trabalham em nível de colaboração inédito, segundo a opinião de especialistas. (...) (págs. 1, A8 e A9)

G20 acaba sem propostas

O encontro do G-20, que reuniu em São Paulo autoridades dos países ricos e dos emergentes, acabou sem propostas concretas para a regulação dos mercados. Grupos de trabalho discutirão os problemas até a cúpula do G20, semana que vem em Washington. (...) Os ministros presentes concordaram que é preciso reformar o FMI e o Banco Mundial. Mas o texto do encontro alerta que os países que querem mais peso nessas instituições terão de pagar por isso. (págs. 1, B8 e B9)

Protógenes deve ser indiciado pela PF

O delegado Protógenes Queiroz, que comandou a Operação Satiagraha, deverá ser indiciado em inquérito da Polícia Federal, informa o repórter Fausto Macedo. A operação, que usou também pessoal da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), levou para a prisão o banqueiro Daniel Dantas, o ex-prefeito Celso Pitta e o investidor Naji Nahas, acusados de evasão de divisas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Pelo menos dois crimes podem ser atribuídos a Protógenes – violação de sigilo funcional e interceptação de comunicações telefônicas sem autorização judicial. Indagado pelo Estado se teme ser indiciado, Protógenes disse: “Eu espero tudo. Não nasci delegado.”. (págs. 1 e A4)

Rio, Salvador e Ribeirão em alerta contra a dengue

Índices de infestação do mosquito apontam para o risco de epidemia nos municípios. (...) (págs. 1 e A15)

Gestões de Maluf e Pitta têm de devolver R$ 160 milhões

O STJ condenou a Odebrecht, a CBPO e a Cliba, ex-diretores da Limpurb e um ex-secretário municipal a devolverem R$ 160 milhões aos cofres de SP por irregularidades em limpeza pública nas gestões Maluf e Pitta. (págs. 1 e C1)

Vannuchi acusa Mendes de ser ‘simpático à ditadura’

O ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, disse ontem que o presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes, deveria evitar declarações que demonstrem simpatia pela ditadura militar, informa o repórter Roldão Arruda. (...) (págs. 1 e A6)

Artigo – “A chave é o câmbio”

Ribamar Oliveira: Impacto do dólar alto na dívida permite reduzir superávit primário. (págs. 1 e B2)

Notas e informações – “Pretensão inconstitucional”

Embora os membros da CPI Mista dos Correios tenham razão ao afirmar que as pessoas investigadas adotam a mentira como defesa, o projeto que aprovaram colide com a Constituição. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: G-20 Controle do mercado enfrenta resistência
A reunião dos países do G-20 – os mais ricos do mundo e os emergentes – terminou ontem, em São Paulo, sem uma proposta concreta em torno do controle do mercado financeiro como remédio para a crise econômica global. O Brasil quer medidas firmes de regulação, mas outros países divergem sobre o grau de intervenção na economia. O debate sobre o tema vai agora para os Estados Unidos, onde os chefes de Estado do G-20 estarão reunidos sábado. (págs. 1 e Tema do dia, A2 a A5)

Depois da missa, Paes faz acordo com o PT

O prefeito eleito Eduardo Paes (PMDB) foi à missa e, na sacristia, reuniu-se com o padre Lino, o vereador petista Adilson Pires e o presidente do PT no Rio, Alberes Lima. Em troca do apoio na campanha, Pires pode ser o líder do governo na Câmara Municipal. (págs. 1 e Cidade, A16)

Modo de ouvir presos é polêmico

Capaz de criar nova polêmica com o Judiciário, o projeto que permite o interrogatório de réus por sistema de videoconferência, “excepcionalmente”, deve ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado. A iniciativa, apoiada por todos os partidos, deverá ser sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Judiciário quer manter o direito do acusado de participar de corpo presente das audiências. O senador Tasso Jereissati lembra o perigo do deslocamento de presos para os fóruns. (págs. 1 e País, A11)

Proposta a redução da dívida pública

O debate de governadores e prefeitos sobre a dívida pública ganha outro foco. O ex-secretário de Finanças de São Paulo Amir Khair defende a redução do atual limite de endividamento. A medida reduziria os gastos com juros, que não beneficiam a população. (págs. 1 e País, A6)

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Correio Braziliense

Manchete: G-20 quer aumentar gastos públicos para conter crise
São Paulo — Os participantes do encontro admitem, porém, que não será fácil lidar com o movimento expansionista, principalmente os países emergentes, porque nem todos estão suficientemente sólidos para elevar despesas de governo. A China saiu na frente e lançou um pacote de quase US$ 600 bilhões para estimular a economia doméstica. Sobre a capacidade do Brasil de ampliar gastos, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que tal política não é necessária neste momento, pois não há uma queda acentuada do nível de atividade. (págs. 1, 7 e 8)

Seqüestro na ditadura é investigado

Polícia Federal busca no Rio Grande do Sul pistas sobre o crime contra dois argentinos que fugiram para o Brasil na década de 1970 e foram devolvidos ao país por integrantes da Operação Condor. Pedido de apuração partiu do Ministério Público de São Paulo. (págs. 1 e 2)

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Valor Econômico

Manchete: Serra investe mais que o PAC e se arma para 2010
Provável candidato à Presidência da República em 2010, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), trabalha obstinadamente para construir sua plataforma de campanha. Desde que chegou ao Palácio dos Bandeirantes, combina uma gestão fiscal agressiva, para elevar receitas e investimentos, com um rígido controle de despesas, que inclui o arrocho salarial do funcionalismo - origem de algumas greves de servidores.
Com essa política, Serra está investindo em São Paulo mais que o governo federal em todo o país com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que é coordenado pela ministra Dilma Rousseff (PT), sua provável adversária em 2010. No ano passado, o governo paulista investiu R$ 9 bilhões e o PAC, R$ 8 bilhões. Neste ano, desembolsou R$ 12,7 bilhões até outubro, enquanto o governo federal liberou apenas R$ 8,2 bilhões para seu programa prioritário. (...) (págs. 1 e A6)

China tenta reaquecer a economia

A China anunciou ontem um “enorme programa de investimentos em infra-estrutura”, como parte de um novo plano de estímulo fiscal visando aquecer a economia, em rápida desaceleração. (...) (págs. 1 e A11)

Sem consenso, G-20 sugere mais gastos

Em uma reunião sem grandes resultados concretos para a reforma da arquitetura financeira global, os ministros de Finanças e presidentes dos bancos centrais do G-20 recomendaram a adoção de políticas anticíclicas para combater a crise, destacando a expansão dos gastos públicos e a importância de estímulos monetários. (...) (págs. 1, A3 a A5)

Em Washington, uma torre de Babel

Líderes de 20 países se reunirão em Washington na sexta-feira, e a proposta é que falem com uma só voz sobre como lidar com a crise. Mas quando se trata de atitudes concretas, que ninguém espere unidade. É mais provável assistirmos a uma torre de Babel nacionalista. (...) (págs. 1 e A4)

Equilíbrio entre Itaú e Unibanco

Um acordo de acionistas de apenas 14 páginas garante que as famílias Moreira Salles, Setubal e Villela terão poder equilibrado no comando do maior conglomerado bancário brasileiro, que nasceu na semana passada com a fusão do Itaú com o Unibanco. (...) (págs. 1 e C10)

Empresas resistem à derrocada da bolsa

Em meio à onda de baixas que a crise trouxe às bolsas, há um pequeno rol de companhias que abriram o capital de 2004 para cá e que têm revelado surpreendente resistência. Das mais de cem companhias que estrearam na Bovespa nos últimos anos, só Natura, Le Lis Blanc e Nossa Caixa têm valorização em 2008.(...) (págs. 1 e D1)

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Gazeta Mercantil

Manchete: Reunião dos EUA definirá futuro do G20
Os ministros das Finanças e presidentes dos bancos centrais do G20 encerraram ontem a reunião sem medidas concretas para o combate à atual crise financeira global. Após três dias de negociação em São Paulo, os participantes chegaram ao consenso de que é necessário uma ação rápida e coordenada dos países. Defenderam a adoção de políticas fiscais expansionistas para estimular a economia, além de uma reforma das instituições multilaterais e reguladoras como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, ampliando a participação das economias emergentes, que teve total apoio da França e dos Estados Unidos. (...) (págs. 1, A15 e A16 e gzm.com.br)

China anuncia pacote de US$ 586 bilhões

China prometeu um plano de estímulo de 4 trilhões de iuanes (US$ 586 bilhões) para impulsionar a demanda doméstica e ajudar a quarta economia do mundo a sair da crise mundial de crédito, informou a agência de notícias Xinhua. (...) (págs. 1 e A13)

Governo de Barack Obama poderá ser bipartidário

O futuro governo de Barack Obama nos Estados Unidos poderá ser bipartidário. (...) Com os militares americanos no Iraque e no Afeganistão, uma questão-chave é se Obama manterá o secretário de Defesa Robert Gates em seu cargo. (págs. 1 e A14)

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Folha de S. Paulo

Uso de juiz de 1ª instância por tribunais ameaça julgamentos
STF e STJ podem anular 240 mil decisões sobre recursos de tribunais de 2ª instância tomadas por colegiados com maioria de juízes de 1º grau. (págs. 1 e A4)

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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir

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