PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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domingo, setembro 12, 2010

A HORA DO ''ÂNGELUS'' [In:] REFLEXÃO

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A Al Qaeda, nove anos depois



O grupo de Osama bin Laden parece não ter mais força para realizar ataques como o 11 de Setembro, mas a ameaça do terror islâmico se tornou mais complexa


José Antonio Lima
Khalid Tanveer/AP
BONANÇA PARA A AL QAEDA. Muçulmanos do Paquistão protestam contra a queima do Corão nos Estados Unidos. Obama interveio, disse que ato facilitaria o recrutamento por parte da Al Qaeda, mas o estrago estava feito.


Pare e pense na data de amanhã. Agora recue nove anos no calendário, e você certamente se lembrará onde e com quem estava naquela terça-feira, 11 de setembro de 2001, quando os Estados Unidos foram colocados de joelhos diante do maior atentado terrorista da história da humanidade. Naquele dia, o grande público foi apresentado à Al Qaeda, a primeira organização a atingir o território americano desde os ataques a Pearl Harbor, em 1941. Hoje, nove anos depois do horror daquele dia, a situação do grupo comandado pelo saudita Osama bin Laden está muito diferente. Por um lado, Bin Laden e seus seguidores parecem não ter mais força para organizar grandes ataques como aquele. Por outro lado, a ideologia que move o terrorismo islâmico e as práticas da Al Qaeda se espalharam pelo mundo, tornando a ameaça ainda mais complexa.

A organização de Osama bin Laden atingiu seu auge a partir de 1996. Naquele ano, o saudita foi expulso do Sudão – por pressão dos Estados Unidos – e encontrou abrigo no Afeganistão, país dominado pelo grupo radical Talibã, que dava os primeiros passos na transformação do país em um califado islâmico onde as mulheres não podiam estudar e trabalhar e no qual música, cinema e até pipas eram proibidas. O ambiente criado pelo Talibã fez com que o Afeganistão continuasse sendo, mesmo após o fim da guerra contra a União Soviética, um polo de atração de fanáticos religiosos. Protegido pelo Talibã, rico e armado com um exército de lunáticos, Bin Laden fez dois grandes ataques aos EUA. Em 1998, destruiu as embaixadas americanas no Quênia e na Tanzânia. Em 2000, atacou o USS Cole, um navio de guerra atracado no Iêmen. No ano seguinte, veio o 11 de Setembro.

A resposta do governo George W. Bush aos atentados não tardou. Ainda na noite de 11 de setembro a capital do Afeganistão, Cabul, foi bombardeada. Em 7 de outubro, após ouvir a recusa do Talibã de entregar Bin Laden, os EUA invadiram o país. Em um primeiro momento, a operação foi um sucesso. As tropas americanas e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) esfacelaram a Al Qaeda e o Talibã, mas falharam em dar o golpe final, ao transferir a prioridade do Afeganistão para o Iraque de Saddam Hussein, invadido em março de 2003. Bin Laden e seu braço direito, o médico egípcio Ayman al-Zawahiri, nunca foram capturados, e o grupo continua existindo, ainda que muito mais fraco. De acordo com informações de 2009 da CIA, a agência de inteligência americana, o núcleo da Al Qaeda é formado por cerca de 300 pessoas. Para a inteligência egípcia, é menor ainda, e tem apenas 200 integrantes. “A Al Qaeda hoje é muito menor do que era em 2001, mas a ideologia por trás do movimento liderado por Bin Laden ficou mais forte”, diz Lawrence Wright, americano autor do livro O Vulto das Torres, fruto de uma pesquisa sobre a Al Qaeda e o 11 de Setembro que consumiu cinco anos.

Não é difícil comprovar a avaliação de Wright. Do Oriente Médio à África, há braços da Al Qaeda e grupos associados a ela em frequente atividade. No norte da África atua a Al Qaeda no Magrebe. Em julho, o grupo repeliu a tentativa de resgate do trabalhador humanitário Michel Germaneau, realizada por militares da França e da Mauritânia, e executou o idoso, de 78 anos. Na região conhecida como Chifre da África está o Al-Shabab, que tenta instalar um Estado islâmico na Somália. O grupo se diz associado à Al Qaeda e, em 11 de julho, matou 70 pessoas em um atentado em Kampala, capital de Uganda. O país é o que fornece a maior parte dos 6 mil soldados da União Africana que servem na Somália. No mês passado, a Al Qaeda no Iraque atacou com carros e homens-bomba, simultaneamente, 13 cidades iraquianas. O grupo mais forte hoje em dia parece ser o autodenominado Al Qaeda no Iêmen, classificado pela CIA como “a maior ameaça à segurança dos EUA atualmente”. Na noite do Natal passado, o grupo embarcou o nigeriano Abdul Farouk Umar Abdulmutallab em um avião que ia de Amsterdã, na Holanda, para Detroit, nos Estados Unidos. Ele carregava, costurados na cueca, 80 gramas de um explosivo que só não derrubou o avião por uma falha no detonador que o homem carregava. Seu guia espiritual seria o americano-iemenita Anwar al-Awlaki, o líder da Al Qaeda no Iêmen, primeiro cidadão americano a ser colocado na lista de alvos da CIA.

Se identificar a expansão do fundamentalismo é um trabalho relativamente fácil, entender como esse fenômeno se dá é muito mais difícil. “Se fosse preciso resumir em uma palavra, eu usaria o desespero”, diz Lawrence Wright. “Desespero causado por repressão política, desemprego, pobreza, analfabetismo, sexismo e um sentimento de insignificância cultural”, afirma. O mesmo panorama foi traçado pelo ex-agente da CIA Graham Fuller, em entrevista a ÉPOCA em agosto. Hoje professor de História na Universidade Simon Fraser, em Vancouver, no Canadá, ele afirma que os problemas do Oriente Médio não são religiosos, mas geopolíticos, e têm raízes no início do século passado, quando as potências ocidentais “colonizaram” a região, e em disputas recentes por território e recursos. “O islamismo é o veículo, a bandeira, o símbolo, não a origem”, disse Fuller.

Foi carregando essa bandeira que a Al Qaeda ganhou fama e prestígio entre os radicais. “Não há dúvidas de que o mundo de hoje é um lugar muito mais polarizado e violento em termos de radicalismo islâmico do que era em 2001”, afirma o jornalista britânico Jason Burke, autor do livro Al Qaeda: A Verdadeira História do Radicalismo Islâmico. E parte da culpa por essa situação está nos países ocidentais. “O fundamentalismo islâmico é uma ideologia que não oferece nenhum tipo de resolução para os problemas da sociedade, da economia ou do meio ambiente, mas dá apenas explicações sobre por que as coisas deram errado”, diz. “Isso é baseado em uma ideia de choque de civilizações, e qualquer coisa que reforça essa imagem só vai contribuir para as pessoas suscetíveis acharem que o fundamentalismo está certo”, afirma. Um exemplo cristalino ocorreu nesta semana. Terry Jones, pastor de uma minúscula igreja evangélica americana, prometeu queimar cópias do Corão no aniversário do 11 de Setembro. O medo de aumentar a tensão foi tanto que até o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, apelou para Jones desistir, afirmando que o ato de intolerância daria à Al Qaeda um “período próspero de recrutamento”. Obama estava certo, e o fim da semana foi marcado por diversas manifestações e protestos enfurecidos contra os EUA em países muçulmanos.

Apesar de ter conseguido expandir o fundamentalismo, a Al Qaeda não teve sucesso ao tentar transformar em realidade uma das principais partes de seu projeto – fazer de sua luta uma guerra global. “Depois de um pico de violência em 2005 e 2006, o apoio à Al Qaeda e ao terrorismo diminuiu, porque quando o atentado envolve você, sua família, seus amigos, o policial que você conhece, os monumentos que você visita, o terrorismo se torna menos atrativo”, diz Burke. Isso pode ser comprovado também pela falta de popularidade dos partidos muçulmanos, uma face do radicalismo menos radical do que a Al Qaeda e outros grupos terroristas. Uma pesquisa feita pela União Interparlamentar e publicada em janeiro pela revista americana Foreign Policy mostra que vitórias de partidos religiosos em países muçulmanos – como o Hamas nos territórios palestinos e o Partido Justiça e Desenvolvimento na Turquia – são exceções, e não a regra. Segundo o levantamento, 86 eleições parlamentares realizadas nos últimos 40 anos em 20 países muçulmanos incluíram um ou mais partidos religiosos. Dessas legendas, 80% tiveram menos de 20% dos votos e a maioria teve menos de 10%. Em uma análise qualitativa das eleições, ficou claro que quanto mais democrático o país, pior é a votação desses partidos. Segundo a revista, em eleições “relativamente livres” a porcentagem de cadeiras no parlamento dos partidos islâmicos é dez pontos mais baixa do que em eleições sem liberdade. Nas eleições mais livres, os partidos islâmicos também falam menos na xaria (a lei islâmica) ou na jihad armada e costumam defender a democracia e os direitos das mulheres.

Apoiar os moderados é o caminho a ser seguido pelas grandes potências, especialmente os EUA, para frear a Al Qaeda e o fundamentalismo. Como mostrou o colunista de ÉPOCA Fareed Zakaria em fevereiro, desde o governo Bush, os EUA mantêm uma série de programas no mundo muçulmano para fortalecer os moderados, apoiar a sociedade civil e construir forças de tolerância e pluralismo. Com a eleição de Obama, a política externa americana passou a ser outra forma de incentivar a moderação. "Ainda que alguns grupos mais radicais não percebam atos como a saída do Iraque como um avanço, o nível de tensão vai cair à medida que as pessoas percebam que a intenção dos EUA é que cada país tenha a sua autonomia", afirma o especialista em terrorismo Renatho Costa, professor do departamento de Relações Internacionais da Universidade Federal dos Pampas. "Quanto mais a política externa dos EUA apontar para o sentido de menor intervenção no mundo muçulmano, maior será a repercussão na diminuição das ações terroristas", diz.

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sábado, setembro 11, 2010

EDITORIAL [In:] DIGA-ME COM QUEM ANDAS...

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No Amapá, PF prende o governador, o ‘ex’ e mais 17

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Divulgação

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No vídeo abaixo, Lula pede ao eleitor do Amapá que vote em Waldez Góes (PDT). Ex-governador, ele integra o grupo político de José Sarney. Concorre ao Senado.

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“Aqui no Amapá, vote em Waldez Góes, que está com Dilma”, encarece Lula no final da peça.

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Também está com Dilma no Amapá o governador Pedro Paulo Diniz. Ex-vice de Waldez, herdou-lhe o cargo em abril. Agora, disputa a reeleição.

Integrantes da mesma chapa, Waldez e Pedro Paulo mimetizam no Amapá o lema da campanha nacional de Dilma: “O que ta bom vai continuar”.

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Pois bem. Nesta sexta (10), Waldez e Pedro Paulo foram em cana. Prendeu-os, junto com mais 17 pessoas, a Polícia Federal de Lula.

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Por quê? Aliada de Sarney (PMDB-AP), apoiada por Lula e fechada com Dilma, a dupla comandava um esquema de desvios de verbas públicas.

Até aqui, o buraco produzido pelo grupo é estimado em R$ 300 milhões. Roeram-se verbas federais. Em especial de dois fundos educacionais –o Fundeb e o Fundef.

Repetindo: o grupo malversava o dinheiro que Brasília enviava para ser aplicado na melhoria do ensino básico e da educação fundamental.

Em fevereiro, o repórter João Carlos Magalhães farejara a encrenca. Àquela altura, já estava em curso a “Operação Mãos Limpas”, levada agora ao ao meio-fio.

Deve-se o esquadrinhamento dos malfeitos ao Ministério Público, à PF e à Controladoria-Geral da União.

O rosário de crimes sob investigação é extenso. Tome fôlego: corrupção ativa e passiva, peculato, advocacia administrativa, ocultação de bens e valores...

...Lavagem de dinheiro, fraude em licitações, tráfico de influência e, finalmente, formação de quadrilha.

Há coisa de três meses, em 16 de junho, José Sarney foi ao microfone do plenário do Senado para fazer “uma comunicação”.

“Um pouco fora de época”, o presidente do Senado registrou que Waldez de Goés deixara o governo do Amapá para concorrer ao Senado.

Por “dever de lealdade”, Sarney, um “amapaense” de conveniência, sentiu-se compelido a dizer meia dúzia de palavras sobre os dois mandatos do aliado:

“Realizou uma obra política reconhecida por todos os amapaenses e por toda a classe política do Amapá”.

Sarney deu especial realce ao “temperamento” acomodatício e ao “espírito público” de Waldez: “Foi capaz de estabelecer uma união de forças políticas”.

União tão viçosa “que a bancada federal, seus deputados, quase unanimemente, e também os senadores, apoiavam todas as iniciativas tomadas pelo governo”.

Considerando-se o resultado das apurações da “Operação Mãos Limpas”, a “uanimidade” do Amapá produziu crimes e ruína.

A despeito disso, lá estão os rostos de Lula e da pupila Dilma Rousseff no material de campanha da turma, sob a inscrição incômoda: "O que tá bom vai continuar".

Na propaganda da TV, ecoa a voz do supercabo eleitoral: “Aqui no Amapá, vote em Waldez Góes, que está com Dilma”.

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Escrito por Josias de Souza às 15h05

FOLHA.

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sexta-feira, setembro 10, 2010

XÔ! ESTRESSE [In:] ''EU SOU O BABY. VOCÊ TEM QUE ME AMAR ! '' *

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Homenagem aos chargistas brasileiros.
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(*) FAMÍLIA DINOSSAURO. Série TV americana.
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA''

10 de setembro de 2010

O Globo

Manchete: Eleições 2010: Marina: Lula defende Dilma, mas esquece os cidadãos

Para candidata do PV, Brasil vive momento de retrocesso político

A candidata do PV à Presidência, Marina Silva, disse que o Brasil vive certa prosperidade econômica e alguns avanços sociais, mas um retrocesso na politica. Sabatinada por colunistas e leitores do GLOBO, ela disse que o presidente Lula "banalizou o dolo" na violação de dados sigilosos de pessoas ligadas a José Serra (PSDB) e só veio a público para defender Dilma Rousseff (PT). "Vejo a manifestação do presidente. Lamentavelmente, na forma da defesa da sua candidata, e não dos milhares de brasileiros que tiveram seus sigilos fiscais quebrados", afirmou. Marina prometeu reduzir gastos públicos e disse que Dilma e Serra são multo parecidos." (Págs. 1 e 9 a 12)

Tucano José Serra será sabatinado hoje, às 11h, no auditório do Globo. (Pág. 1)

Rio: 2.409 crimes eleitorais

Nas duas últimas eleições, a Polícia Federal abriu 20.178 inquéritos para apurar denúncias de crimes eleitorais, como compra de voto e transporte ilegal de eleitores. O Rio teve o maior número de investigações, 2.409. (Págs. 1 e 16)

Foto legenda: Marina:
Promessas de redução do gasto público e de investimento maior para fazer "a revolução da educação" (Pág. 1)

O candidato da desordem

Ex-xerife das ruas, Rodrigo Bethlem faz propaganda em locais proibidos

Apesar de ter sido secretário da Ordem Pública do Rio e de disputar uma vaga de candidato a deputado estadual prometendo continuar o "Choque de Ordem", Rodrigo Bethlem já teve 135 placas anunciando seu nome apreendidas pela Justiça Eleitoral, por estarem em locais proibidos, como canteiros e jardins. Ele também pôs material perto de túneis, o que é proibido por lei municipal. (Págs. 1 e 17)

Fo to Legenda: Cartaz de Bethlem e de outros candidatos em canteiro: 135 placas apreendidas pela Justiça Eleitoral

EUA vão divididos este ano ao 11/9

A ameaça de queima de Alcorões e a construção de uma mesquita em Nova York fizeram deste 11 de Setembro o mais inflamado desde 2001. Protestos, um forte apelo do presidente Obama e um alerta da Interpol levaram o pastor Terry Jones a suspender a queima. Ele anunciou um acordo, não confirmado, de que a mesquita não se­ria construída perto do Marco Zero. (Págs. 1 e 36)

Bush motiva empresários brasileiros

O ex-presidente George W. Bush fez uma "palestra motivacional' a cerca de 400 convidados em São Paulo a convite de uma seguradora. Ele disse não se arrepender de nada do que fez na Presidência. (Págs. 1 e 36)

Corte de luz deve ser feito em até 90 dias

As concessionárias terão 110 máximo 90 dias para cortar a luz de um consumidor inadimplente, respeitado o aviso de 15 dias ames de efetuado o corte. Com isso, não será mais possível cortar a energia por atraso em contas antigas. (Págs. 1 e 33)

Com dólar fraco, faltam pacotes até para 2011

O dólar em baixa e os ganhos de renda da classe média estão fazendo o setor de turismo bater recordes. Até o feriado de Tiradentes de 2011, já faltam pacotes para alguns destinos no exterior. (Págs. 1 e 31)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Empresas do país captam US$ 6 bilhões no exterior

Valor foi obtido em uma semana; captação até julho foi de US$ 21 bi

Grandes empresas brasi­leiras levantaram no exte­rior US$ 6 bilhões nesta se­mana com títulos de divida, pelos quais recebem dinhei­ro agora e o devolvem, com juros, em até 30 anos.

Como países desenvolvi­dos pagam em tomo de 2% ao ano, a oferta entre 4,5% e pouco mais de 6% atrai investidores internacionais.

As captações são as maio­res para o período de uma semana. De janeiro a julho deste ano, o total levantado somou US$ 21 bilhões.

Para a Anbima, associa­ção do mercado de capitais, há forte demanda por títu­los de empresas brasileiras.

Vale, Bradesco, Oi, Ode­brecht, Embraer, Suzano e JBS emitiram papéis. (Págs. 1 e B3)

Foto legenda: Coruja

A candidata Dilma Rousseff com Gabriel, seu 1º neto, que nasceu ontem, em Porto Alegre, com 50 cm e 3,955 kg; petista cancelou compromissos de campanha. (Pág. 1)

Filha e genro de Serra são convocados a depor na PF

Verônica Serra e seu ma­rido, Alexandre Bourgeois, filha e genro do candidato José Serra, serão ouvidos pela Polícia Federal no inquérito sobre o caso de vio­lação de sigilo na Receita.

A data vai ser marcada hoje. Os depoimentos do ca­sal devem ocorrer na semana que vem. (Págs. 1 e Eleições 1)

O PSDB escalou a mulher de Serra, a psicóloga Monica, para criticar o PT no horário eleitoral. (Págs. 1 e Eleições, 6)

Lula já viajou o equivalente a três anos nos dois mandatos

Embalado pelos compromissos que aliam agendas oficiais e de campanha (pa­ra a própria reeleição e ago­ra com Dilma Rousseff), o presidente Lula completou 1.103 dias de viagens, o equivalente a pouco mais de três anos em dois mandatos.

No período de janeiro a agosto, o presidente passou 61 dias em viagens oficiais, mesma marca de 2006, ano da reeleição. (Págs. 1 e Eleições, 10)

Pastor desiste de queimar Alcorão no 11 de Setembro

Depois de telefonema do secretário da Defesa, visita do FBI e pressão do presidente Barack Obama, o pastor Terry Jones desistiu de queimar exemplares do Corão no nono aniversário do 11 de Setembro. (Págs. 1 e A12)

Editoriais

Leia "Castro em seu aquário", sobre declarações de Fidel a jornalista america­no; e "Lenta evolução", acerca dos resultados da última Pnad, do IBGE. (Págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Governo usa capitalização da Petrobras para fechar contas

Manobra permitirá que recursos envolvidos no processo ajudem a cumprir meta de superávit fiscal

O processo de capitalização da Petrobras permitirá ao governo elevar seu superávit primário - economia para pagar juros da dívida - e dará ajuda decisiva para cumprir a meta fiscal neste ano, sem controle mais rigoroso de despesas. 0 processo deverá ser o seguinte: o governo receberá R$ 74,8 bilhões pela cessão onerosa de 5 bilhões de barris de petróleo a Petrobras; paralelamente, a Petrobras venderá R$ 74,8 bilhões em ações à União e ao BNDES. 0 dinheiro que o BNDES injetar na Petrobras representa a receita extraordinária da União. Hipoteticamente, se o BNDES colocar de R$ 10 bilhões no aumento de capital Petrobras, a União colocará R$ 64,8 bilhões. Como o Tesouro teve receita de R$ 74,8 bilhões da cessão onerosa, a diferença de R$ 10 bilhões reforçaria o resultado primário. (Págs. 1 e Economia B1)

A participação estatal

A permuta de ações da Petrobras entre Tesouro, estatais e Fundo Soberano pode dar ao governo maior fatia na petroleira. (Págs. 1 e Economia B1)

Copom indica que juros não devem subir no ano que vem

O Comitê de Política Monetária (Copom) mandou mensagem clara ao mercado: a inflação converge para o centro da meta em 2010 e 2011 e, se não houver a1terações bruscas, não é necessário elevar os juros. Aumentaram as chances de recuo da taxa em 2011, primeiro ano do novo governo. Há pouco mais de uma semana, o Copom manteve a Selic em 10,75% ao ano. (Págs. 1 e Economia B4)

Na TV, Serra diz que Dilma se 'esconde' atrás de Lula

Em resposta ao presidente Lula, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, usou seu programa na TV para criticar o governo federal e dizer que a adversária Dilma Rousseff (PT) "se esconde atrás de ministros e do presidente da República". Foi referência ao caso da quebra de sigilo fiscal de seus familiares. 0 tucano, no entanto, evitou bater boca diretamente com Lula. (Págs. 1 e Nacional A4)

Contador nega ter pedido IR de Verônica

0 contador Ademir Estevam Cabral negou ontem que tenha sido o autor do pedido de acesso a cópias de declarações de renda da filha de José Serra, candidato do PSDB à Presidência, "Nunca tinha ouvido falar (em Verônica Serra)", declarou ele. (Págs. 1 e Nacional A8)

Foto legenda: Lago seco retrata estiagem no AM

Após cinco horas de caminhada no leito seco do Lago Uarini, na região central do Amazonas, o pescador José Raimundo Xavier e suas filhas chegam para vender seus peixes; o Rio Sotimões, em Tabatinga, atingiu seu nível mais baixo desde 2005, e o Rio Negro, que banha Manaus, também já começou a descer, por causa da prolongada estiagem - que levou vários municípios a decretar emergência. (Págs. 1 e Vida A21)

Pastor desiste de queimar Alcorão

O presidente dos EUA, Barack Obama, condenou o plano e o pastor Terry Jones disse ter desistido de incendiar exemplares do Alcorão no 9° aniversário do 11 de Setembro. Segundo Jones, a desistência é parte de acordo com autoridades muçulmanas dos EUA para evitar que uma mesquita seja construída perto de onde estavam as Torres Gêmeas. (Págs. 1 e Internacional Al7)

Choque de trem e ônibus mata 9

Um acidente entre trem de carga e ônibus em passagem de nível na cidade de Americana (SP), na noite de quarta-feira, matou nove pessoas e deixou 19 feridos. Segundo testemunhas, o motorista do ônibus tentou cruzar os trilhos logo atrás de um carro, mas não houve tempo. Com o choque, o ônibus foi arrastado por cerca de 100 metros e atingiu outro trem. (Págs. 1 e Cidades C1)

MEC define gráfica que imprimirá Enem 2010 (Págs. 1 e Vida A22)

Fichas-sujas tentam derrubar lei no STF (Págs. 1 e Nacional A12)

Notas & Informações

O otimismo do Copom

Se persistir o atual cenário de referência do BC, os juros só voltarão a subir se houver surpresa. (Págs. 1 e A3)

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Valor Econômico

Manchete: BB empresta R$ 5,5 bilhões para a usina de Belo Monte

O Banco do Brasil será, junto com o BNDES, o grande financiador da usina hidrelétrica de Belo Monte. A participação do BB deve chegar a R$ 5,5 bilhões, quase 30% do total a ser financiado com as condições dos empréstimos do BNDES, segundo informam diversas fontes ligadas ao consórcio. O banco de fomento se comprometeu a financiar 80% do total a ser investido na obra, mas pelas regras do acordo de Basileia não pode emprestar diretamente mais do que R$ 14,5 bilhões. Esse valor corresponde hoje a 25% do patrimônio de referência do BNDES e é o limite para ser alocado a um único empreendimento. (Págs. 1 e B8)

Vale abre alas a empreiteiras na Argentina

A aprovação, pelo conselho da Vale, de um megaprojeto de exploração de potas sio na Argentina, prevista para novembro, abrirá caminho para novos negócios das empreiteiras brasileiras no país. O investimento é estimado em US$ 4,2 bilhões e o pacote de obras foi dividido entre três grandes construtoras: Odebrecht, Camargo Corrêa, e Andrade Gutierrez, todas instaladas na Argentina.

O projeto prevê exploração de até 4,3 milhões de toneladas por ano de cloreto de potássio. Praticamente toda a produção será exportada, sobretudo para fabricação de fertilizantes no Brasil, o que deverá transformar a Argentina em um dos cinco maiores vendedores mundiais da matéria-prima. (Págs. 1 e B1)

Ártico, o campo de batalha das emissões de CO2

Ecossistema mais vulnerável do globo, o Ártico sofre duplamente com a escalada das emissões de CO2. 0 problema mais conhecido é o derretimento das geleiras, provocado pelo aumento da temperatura terrestre. O outro é o aumento da acidez dos oceanos, que ameaça a base da cadeia alimentar marinha.

A situação se agrava com a corrida pelos recursos econômicos das áreas onde o gelo desapareceu, principalmente, a exploração de petróleo, a pesca e até a abertura de nova rota marítima entre Atlântico e o Pacífico.

No último verão polar, o navio Esperanza, do Greenpeace, apoiou pesquisas científicas da Comissão Europeia na região, transportando equipamentos do instituto oceanográfico alemão IFM-Geomar. Durante 15 dias, nos quais o Sol nunca se pôs, 0 Valor acompanhou essa expedição, que é relatada nessa edição especial toda em papel couché, da revista Eu& Fim de Semana. (Pág. 1)

Empresas rejeitam amplas reformas no Novo Mercado

A chance de se fazer a mais profunda reforma do Novo Mercado desde sua criação, há dez anos, foi desperdiçada. Após quase dois anos de debates com a BM&F Bovespa, as companhias deram um contundente não às propostas. As três sugestões que trariam as mudanças mais significativas - oferta pública a partir da compra de 30% do capital, comitê de auditoria obrigatório e aumento de percentual de membros independentes no conselho de administração de 20% para 30% - foram rejeitadas.

As empresas admitem mudanças, desde que não sejam para elas. Apesar de rejeitarem a oferta pública obrigatória quando um investidor ou grupo alcançar 30% do capital nas sociedades sem controlador definido, elas aprovaram que as novatas não poderão ter "pílulas de veneno". (Págs. 1 e D1)

'Basiléia' exigirá capital adicional de bancos do país

0perações de compra de carteira de crédito e o uso de créditos tributários por bancos brasileiros poderão ser duramente afetados pela nova regulação do Acordo de Basileia 3 de capital mínimo, segundo fontes do mercado, o pacote, que exigirá bilhões de dólares adicionais dos bancos globalmente para se protegerem de futuras crises, pode ser definido no domingo pelos bancos centrais, na Suíça.

Os bancos brasileiros deverão fazer maior alocação de capital e até mesmo pôr fim a certas operações para se adequar às novas regras. Pela lei brasileira, na cessão de crédito - tindallizada principalmente no crédito consignado e na compra de veículos - o banco comprador torna-se corresponsável. Pelo novo acordo, isso exigirá capital adicional para efeito de risco de crédito, o que poderá tornar a operação cara demais. (Págs. 1 e C1)

Hollywood bate recorde de bilheteria com menor público dos últimos 13 anos (Págs. 1 e B9)

Destino da Celg pode decidir disputa pelo governo de Goiás (Págs. 1 e A14)

China compra títulos e gera tensão

A compra, pela China, de US$ 27,4 bilhões em títulos da dívida japonesa só nos sete primeiros meses deste ano preocupa o governo do Japão. (Págs. 1 e A11)

Incubadoras ameaçadas

Sebrae-SP reduz orçamento destinado ao apoio às incubadoras de empresas no Estado e muitas poderão fechar as portas. A verba, de R$ 100 milhões no biênio 2009/11, foi cortada para R$ 20 milhões em 2011. (Págs. 1 e B3)

Avanço da aviação regional

A Trip negocia com a fabricante de turboelices ATR a aquisição de mais 11 aeronaves. Hoje com 30 aviões, a companhia brasileira opera a segunda maior frota da empresa franco-italiana. (Págs. 1 e B4)

Carrefour ajusta o foco na Ásia

Os grupos varejistas Tesco (Reino Unido), Casino (França) e Aeron (Japão) disputam a rede do Carrefour no Sudeste Asiático, uma transação que pode chegar a US$ 1 bilhão. (Págs. 1 e B4)

Odebrecht aposta no petróleo

Odebrecht Óleo e Gás vai investir US$ 3,5 bilhões em três anos para expandir sua atuação. Os focos são o fretamento de plataformas de perfuração e futuras licitações da Petrobras para unidades de produção. (Págs. 1 e B6)

Além do limite

Nenhum outro local do país revela tão claramente os problemas de infraestrutura logística causados pelo reaquecimento do comércio exterior brasileiro, que ficaram ocultos durante o ápice da crise mundial. (Págs. 1 e B8)

Safra recorde

Puxada por uma colheita de soja de elevado rendimento, a produção brasileira de grãos confirmou as projeções e bateu seu recorde histórico na temporada 2009/10, com 148,9 milhões de toneladas. (Págs. 1 e B11)

Barreiras à carne

Entraves sanitários, burocráticos ou políticos nos Estados Unidos; União Europeia, Rússia e Irã poderão custar US$ 2 bilhões as exportações brasileiras de carne bovina só neste ano. (Págs. 1 e B12)

Ideias

Claudia Safatle

Com política de "mais do mesmo", próximo presidente pode terminar mandato com relação dívida/PIB de 27,8%. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Marta Cristina Fernandes

PT busca frente no Congresso com antigos aliados para conter poder revigorado do PMDB, que está de olho no DEM. (Págs. 1 e A6)

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--------------------RADIOBRAS.

quinta-feira, setembro 09, 2010

XÔ! ESTRESSE [In:] ''FÁCIL, EXTREMAMENTE FÁCIL" (*)

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Homenagem aos chargistas brasileiros.
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(*) Jota Quest.
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA''

09 de setembro de 2010

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Folha de S. Paulo

Manchete: Escândalo da Receita: Investigada consultou dados do genro de Serra

Acessos foram feitos oito dias após a quebra de sigilo da filha do tucano

A agência da Receita em Mauá (SP) consultou dados de Alexandre Bourgeois, genro do candidato José Serra. No mesmo local, foi quebrado o sigilo de cinco pessoas ligadas ao tucano.

Em 16 de outubro de 2009, foram feitos acessos a informações do empresário no computador da servidora Adeildda Ferreira dos Santos. Bourgeois é marido de Veronica Serra.

A Corregedoria da Receita já sabe que o computador de Adeildda foi usado para consultar dados de 2.949 contribuintes de agosto a dezembro de 2009. A maioria é de fora da jurisdição.

Em nota, o Ministério da Fazenda afirmou que 90% dos acessos se referem a dados cadastrais, "caso do contribuinte Alexandre Bourgeois", que não teve o sigilo violado. (Págs. 1 e Eleições)

Justiça quebra sigilo telefônico de servidora

A Justiça Federal autorizou a quebra do sigilo telefônico de Adeildda Ferreira dos Santos. O objetivo é descobrir com quem ela falou antes e depois de fazer as consultas não autorizadas.

Em SP, a Polícia Civil pediu acesso aos dados telefônicos de outros dois envolvidos, Antonio Carlos Atella Ferreira e Ademir Estevam Cabral. Ontem, Atella faltou a depoimento. (Págs. 1 e 3 Eleições)

TSE abre mão de acompanhamento on-line de doações

Ao contrário do planejado, o TSE não fará mais o monitoramento em tempo real das doações. Acordo que permitiria uso de software não foi assinado, e ferramenta só será utilizada após o pleito. (Págs. 1, Eleições e 5)

Carlos Heitor Cony: Escândalo não vai alterar liderança nas pesquisas

Dilma ficará no topo graças ao patrono de sua indicação. Na impossibilidade do 3° mandato, será presidenta 'ad hoc', o que não impede que seja boa. (Págs. 1 e A2)

Foto legenda: A conta não fecha

Placar dos solteiros: para cada 100 mulheres, há 105 homens; há
'excesso' em 21 estados. (Págs. 1 e A6)

Joana Stefanutto, 28, diz que o problema é que os homens não querem compromisso

Crise fez desemprego crescer 18%, diz Pnad

A crise de 2009 gerou alta de 1,3 milhão no total de desempregados do país, aumento de 18,3% em relação a 2008, o maior da década, segundo a Pnad, do IBGE.

A renda teve avanço de 2,2%, ficando com ganho médio de R$ 1.106. Mesmo em ascensão desde 2005, o patamar ainda é menor que os R$ 1.144 de 1996. (Págs. 1 e A4)

Fidel afirma que modelo cubano está superado

Em entrevista a jornalista americano, o ex-ditador cubano Fidel Castro, 84, afirmou que o modelo implantado por ele na ilha nos anos 60 não funciona mais.

Julia Sweig, especialista que participou do encontro, encarou as críticas como uma autorização para reformas econômicas. (Págs. 1 e A13)

Boa notícia: Relíquias saqueadas na guerra voltam a museus do Iraque (Págs.1 e A12)

Padre do Rio é preso pela PF ao tentar viajar com € 52,8 mil (Págs. 1 e Poder A8)

Editoriais

Leia "A culpa é da oposição", sobre fala de Lula em programa eleitoral; e "Cadeirinha improvisada", acerca da nova lei para transportar crianças. (Págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Genro de Serra teve sigilo fiscal violado

Quebra ocorreu na mesma agência da Receita em que dados de outros tucanos e de Verônica Serra foram acessados

O genro de Jose Serra, o empresário Alexandre Bourgeois, também teve seus dados violados na delegacia da Receita em Mauá (SP), o local é o mesmo onde foi quebrado o sigilo fiscal de quatro tucanos e de Verônica Serra - filha do presidenciável tucano e mulher de Bourgeois. 0 governo sabe do caso de Bourgeois desde 24 de agosto, mas só nesta semana decidiu inc1uí-lo no processo administrativo que apura as demais quebras. Todos os acessos, inc1usive o relativo aos dados de Alexandre, partiram de um único computador, usado pela servidora Adeildda Ferreira dos Santos. Esse fato reforça a suspeita de que as informações podem ter sido usadas com fins políticos - versão que a Receita nega. 0 advogado de Adeildda disse que ela só cumpria ordens e que desconhecia de quem eram os dados acessados.
"Pelo jeito, o terminal de Adeildda era o lado negro da Receita", disse ele. (Págs. 1 e Nacional A4)

Ministros do TSE criticam ida de Lula a TV para atacar tucano

Ministros e ex-ministros do Tribunal Superior Eleitoral consideraram "inadequada" a participação do presidente Lula no horário eleitoral para defender sua candidata, Dilma Rousseff, e atacar José Serra. Para eles, Lula deu a impressão de que fazia um pronunciamento presidencial. (Págs. 1 e Nacional A8)

Colunista
Dora Kramer

Presidente partido

Cidadãos que tiveram o sigilo violado na Receita gostariam de ser defendidos por Lula, mas não mereceram atenção das autoridades, Tirando Dilma, nada mais parece importar. (Págs. 1 e Nacional A6)

Especial Pnad: Prosperidade, mas com menos fôlego

Pesquisa do IBGE mostra que avanços sociais resistiram à crise de 2009. Ritmo da melhora, porém, desacelerou

Os avanços sociais dos últimos anos resistiram à crise de 2009 - houve continuidade do aumento da renda, da expansão do consumo e da queda da desigualdade. Para os 10% mais pobres, porém, o ritmo da melhora de renda desacelerou e o desemprego cresceu ante 2008. A renda real média do trabalho ainda está abaixo do nível que prevaleceu entre 1995 e 1998. Esses são alguns dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2009, do IBGE. No ano passado, 8,4% dos brasileiros estavam na linha de extrema pobreza. Em 2008, eram 8,8%, a redução de 2007 para 2008, no entanto, foi mais acentuada, de 1,5 ponto. A Pnad mostra que no ano passado, enquanto 59,1% dos domicílios tinham acesso a saneamento básico, 72% possuíam aparelho de DVD. (Pág. 1)

1,94
Filho por mulher foi a taxa de fecundidade no País em 2009. (Pág. 1)

51,1%
É a proporção de brasileiros que se declaram pretos ou pardos. (Pág. 1)

Análise: Marcelo Neri: Desigualdade em queda

A grande inovação na década que esta Pnad encerra é que a desigualdade continua em queda, ano após ano, desde 2001. Como consequência, a pobreza continua a decrescer. (Págs. 1 e H6)

Modelo cubano não funciona, admite Fidel

O líder cubano Fidel Castro disse que o modelo econômico de Cuba
"não funciona mais nem para nós". A declaração foi dada em entrevista ao jornalista americano Jeffrey Goldberg e reflete a concordância de Fidel com a moderna abertura econômica da ilha. Ele disse que não estava rechaçando "os ideais da Revolução Cubana", mas reconheceu que, sob esse modelo, o Estado tem peso “muito grande". (Págs. 1 e Internacional A18)

US$ 3,25 bi são captados em 2 dias no exterior

Operações de empresas do Brasil para captar recursos no exterior mostram 0 interesse dos investidores em ativos do País. Entre terça-feira e ontem, a Odebrecht levantou US$ 500 milhões, a Vale captou US$ 1,75 bilhão e a Telemar (Oi) obteve US$ l bilhão. 0 BNDES deve captar € 1 bilhão nos próximos dias. o movimento afeta a taxa de câmbio. 0 dólar fechou ontem em baixa de 0,17%, cotado a R$ l,725. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Pastor ignora críticas e diz que queimará Alcorão (Págs. 1 e Internacional A13)

Peluso quer CNJ atuante, mas sem expor juízes (Págs. 1 e Nacional A12)

Celso Ming: O real forte

Com a valorização do real, voltam as críticas à forma como se conduz a política cambial. (Págs. 1 e Economia B2)

Notas & Informações

Como nunca antes neste País

Tão profícua tem sido a atuação do presidente Lula na desmoralização das mais importantes instituições do Estado brasileiro que se torna missão complexa avaliar o que efetivamente tem sido realizado nesse campo. (Págs. 1 e A3)

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Valor Econômico

Manchete: Governo desiste da estatal de seguro

O Ministério da Fazenda desistiu de criar a Empresa Brasileira de Seguro dianite da possibilidade de que a seguradora estatal viesse a enfrentar restrições na subscrição de risco nas operações com grandes empreendimentos públicos de infraestrutura. O governo planeja agora a criação da Agência Brasileira de Garantias, que ficaria responsável pela administração dos sete fundos garantidores existentes, com patrimônio líquido total de R$ 3,064 bilhões no fim de agosto.

Mais modesta que a proposta inicial de reformulação do setor de seguros, a agência poderá ter uma alavancagem de até nove vezes o capital dos fundos. Sua atuação, no entanto, seria regulatória. A concorrência direta com o setor privado ocorrerá somente quando for necessário completar operações oferecidas pelas seguradoras privadas. (Pág. 1)

BTG terá por sócios fundos soberanos

O banco de investimentos BTG Pactual negocia com fundos soberanos da Ásia e do Oriente Médio um aporte de US$ l,5 bilhão. Nada deve ser fechado nas próximas semanas. Se for adiante, a injeção de recursos para fortalecer a estrutura de capital do banco seria algo para outubro. Em troca do investimento, os fundos, em conjunto, teriam participação no banco em torno de 15%. Não está em questão a venda de ações dos atuais sócios, mas sim um aumento de capital. (Págs. 1 e C1)

O núcleo político de Dilma Rousseff

Assim como seu mentor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a candidata do PT, Dilma Rousseff, já tem seu núcleo político, por onde passa toda a estratégia de reação à ofensiva adversária sobre a quebra de sigilos fiscais na Receita. Ele é integrado pelo presidente do PT, José Eduardo Dutra, e pelos deputados paulistas Antonio Palocci e José Eduardo Cardozo. Num eventual governo Dilma, Dutra permaneceria no cargo que ocupa, Palocci faria a articulação política do governo na Casa Civil e Cardozo é o nome mais provável para o Ministério da Justiça.

A coordenadora-geral do PAC, Miriam Belchior, pode ser promovida a ministra do Planejamento. O atual ocupante do cargo, Paulo Bernardo, deve permanecer na Esplanada, em posto ainda incerto. Outros ministros ainda sem pasta são o candidato ao Senado pelo PT de Minas, Fernando Pimentel, e a atual diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster. Isabela Teixeira, do Meio Ambiente, pode permanecer onde está.

Se perder a disputa em São Paulo, Aloizio Mercadante é cogitado para a Ciência e Tecnologia. Luciano Coutinho é o preferido de Dilma para a Fazenda, mas o atual titular, Guido Mantega, já manifestou o desejo de ficar. Para a presidência do Banco Central, o mais citado é o atual diretor de normas, Alexandre Tombini. Henrique Meirelles começa a ser cogitado pelo PMDB para as Minas e Energia ou para os Transportes. (Págs. 1 e Al4)

Há um boom no turismo religioso

Cresce aceleradamente o número de viagens de brasileiros para destinos turísticos religiosos no exterior. Para Israel, o principal deles, houve um aumento de 125% no primeiro semestre deste ano. E boa parte dos viajantes, são evangélicos, como informa a Tournée Operadora, especializada em viagens para a Terra Santa. Na companhia aérea El Al, 20% dos 30 mil passageiros entre Brasil e Israel são turistas religiosos. (Págs. 1 e B4)

Europa investe até € 268 bi em banda larga

A União Europeia deverá aprovar na quarta-feira um plano de estímulo à banda1arga superveloz em seus 27 países. Está previsto que todos os europeus terão acesso à internet em banda larga até 2013 e conexão com velocidade acima de 30 megabits por segundo (Mbps), em 2020. Em dez anos, a meta é que pelo menos 50% das casas europeias tenham acesso à internet por fibras ópticas tecnológicas com conexões ultravelozes acima de 100 Mbps. O investimento programado é de € 38 bilhões a € 58 bilhões para alcançar o acesso a 30 Mbps, usando uma mistura de tecnologia VDSL (que permite acesso em alta velocidade) e nova geração sem fio. Mas a fatura varia de € 181 bilhões a € 268 bilhões para garantir l00 Mbps para metade das residências em 2020. (Págs. 1 e B3)

Órgão regulador alerta para graves riscos ao sistema bancário chinês (Págs. 1 e C2)


Intel aposta em aquisições para crescer além dos PCs (Págs. 1 e B9)

Novos destinos à areia de fundição

A indústria de fundição busca novas aplicações para o descarte da areia dos moldes das peças. Um dos possíveis empregos poderia ser na composição de solos agrícolas, segundo a Epagri-SC. (Págs. 1 e B7)

Construção sustentável

A ONG americana Green Building Council amplia recomendações para que prédios construídos no Brasil obtenham a certificação da entidade. (Págs. 1 e B7)

Prius ainda longe do brasileiro

Os mercados desenvolvidos já conhecem o carro híbrido (motor a combustão e elétrico) da Toyota há mais de uma década, mas sua chegada ao Brasil ainda não tem data. Antes, a matriz terá de fazer mudanças para que o carro aceite a mistura com etanol, diz Shozo Hasebe. (Págs. 1 e B8)

Consumo de alumínio dispara

O consumo interno de produtos transformados de alumínio aumentou 35% no primeiro semestre. Frente a igual período de 2008, antes da crise, a alta é de 17%. (Págs. 1 e B8)

Indústria de fertilizantes

A Potássio do Brasil, que tem como sócios fundos de Investimento e pessoas físicas do Brasil, Canadá e Austrália, anunciou indícios animadores da presença do mineral na Bacia do rio Amazonas. (Págs. 1 e B11)

Rússia levanta barreira sanitária

A Rússia suspendeu importações de carne bovina de várias unidades industriais no Brasil, EUA, Argentina e Polônia por supostas razões sanitárias. No Brasil, as empresas prejudicadas foram JBS e Alibem. (Págs. 1 e B11)

Tendência de alta para o trigo

Moinhos e produtores paranaenses iniciaram uma queda-de-braço em torno dos preços do trigo no mercado nacional. No mercado internacional, a alta chega a 53% desde julho. (Págs. 1 e B12)

Emissões externas

Empresas e bancos brasileiros aproveitaram a forte demanda no mercado externo com o fim das férias de verão no hemisfério Norte para lançar um total de US$ 4,5 bilhões em eurobônus só nesta semana. (Págs. 1 e C8)

CDB tem captação recorde no ano

Com grande parte das aplicações feitas em 2008 vencendo agora, os investimentos em CDBs tiveram em agosto a maior captação líquida desde outubro de 2008, com saldo de R$ 10,5 bilhões. (Págs. 1 e D2)

Ideias

Ribamar Oliveira

Em Orçamento atípico, equipe econômica abre espaço para uma elevação substancial dos investimentos. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Maria Inês Nassif

Tucanato paulista estará em maus lençóis mesmo que vença as eleições para o governo do Estado. (Págs. 1 e A7)
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quarta-feira, setembro 08, 2010

XÔ! ESTRESSE [In:] ''O MEU MUNDO É COLORIDO..." (*)

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Homenagem aos chargistas brasileiros.
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(*) Vanusa.

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA''

08 de setembro de 2010

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Folha de S. Paulo

Manchete: Lula vai à TV e afirma que Serra partiu para 'baixaria'

Escândalo da Receita: Presidente pede "equilíbrio" aos adversários que "caluniam Dilma"

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do programa de TV de sua candidata Dilma Rousseff (PT) para reagir aos ataques da oposição, que responsabili­za a petista pela quebra de sigilo fiscal de tucanos. Na gravação, Lula acusou o adversário de "partir para os ataques pessoais e para a baixaria". Referia-se ao candidato José Serra (PSDB). O presidente pediu "equilíbrio e prudência" àqueles que "caluniam Dilma, movidos pelo preconceito contra a mulher e contra mim". Lula não fez menção ao vazamento de dados sigilosos da Receita Federal. O depoimento do presidente segue estratégia da campanha de poupar Dilma e deixar que Lula faça as críticas aos opositores. Anteontem, a candidata afirmou que não pretendia abordar o assunto na TV. A candidata Marina Silva (PV) disse que Serra usa o caso da Receita para ganhar votos. (Págs. Eleições, 1 e 3)

"Nosso adversârio, candidato da turma do contra, que torce o nariz contra tudo que o povo brasileiro conquistou nos últimos anos, resolveu partir para os ataques pessoais e para a baixaria”. Luiz inácio Lula da Silva, ontem no programa eleitoral do PT.

Ricardo Caldas: Quebra do sigilo fiscal sinaliza um Estado de Direito em crise. (Págs. Eleições, 1 e 4)

Renato Janine Ribeiro: A imprensa abriu mão de cobrir as eleições com seriedade (Págs. Eleições, 1 e 4)

Internado, Tuma é pressionado por aliados a desistir de candidatura. (Págs. Eleições, 1 e 7)

Foto Legenda: Revolta da Bastilha

Vestido de revolucionário, homem participa de greve em Paris contra proposta de mudança na Previdência; a maior paralisação do mandato do presidente Sarkozy mobilizou mais de 1 milhão de pessoas (Págs. 1 e A8)

Saiba como investir nas novas ações da Petrobras

A capitalização da Petro­bras deve ter recorde de aplicações de pessoas físicas, dizem os bancos. Os novos investidores po­dem participar comprando ações, com valor mínimo de R$ 1.000; ou por meio de fundos, a partir de R$ 200. Aqueles que adquiriram ações com o FGTS, em 2000, podem comprar novos papéis, na proporção de 0,34 para cada ação atual, assim como os atuais acionistas, que terão desconto. (Págs. 1 e B7)

Governo reduz tarifa para indústria de brinquedos (Págs. 1 e B3)

Blitz 'põe' criança em táxi sem cadeirinha

Na primeira blitz com multa da lei das cadeirinhas em SP, mãe e bebê que estavam em carro sem o equipa­mento precisaram seguir em um táxi, que não precisa ter o assento especial. Durante a operação, o próprio policial que fazia a autuação do motorista in­frator esticou o braço para chamar o taxista. Além dos táxis, a lei não enquadra ônibus e vans. (Págs. 1, C1 e C3)

Laboratório pagava por elogio a medicamentos

O laboratório Wyeth pa­gava para empresas produ­zirem artigos positivos so­bre suas drogas. O texto era oferecido a pesquisadores, que assinavam o trabalho em periódicos. A empresa diz que tem rígida "política de transparência". (Págs. 1 e A12)

Mundo: Casos de sequestro no México quadriplicam em cinco anos (Págs. 1 e A11)

Editoriais

Leia "Presente e futuro", sobre o crescimento do PIB no segundo trimestre; e "Poluição mal calculada", acerca dos critérios para medir a qualidade do ar. (Págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Lula vai à TV defender Dilma após escândalo

Presidente assume comando da reação petista à onda de críticas causada por violações de sigilo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu da defensiva no escândalo da vio­lação de dados do Imposto de Renda e assumiu o papel de escudo da candida­ta Di1ma Rousseff. O objetivo é evitar que ataques do tucano José Serra redu­zam as chances de vitória do PT já no primeiro turno. Partiu do presidente a decisão de gravar depoimento levado ao ar ontem no horário eleitoral. "Um candidato dispara nas pesquisas e aí começam as acusações sem provas. Dilma está sofrendo agora, o que eu já sofri no passado", disse no comercial, sem citar a quebra do sigilo fiscal da filha de Serra, Veronica, e de pessoas ligadas ao alto escalão tucano. (Págs. Nacional, e A4)

Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República
"Dilma está sofrendo agora o que eu já sofri no passado"

Advogado diz que Adeildda atendia ordens superiores

O advogado de Adeildda Ferreira Leão dos Santos, Marcelo Panzardi, disse que a servidora desconhecia que um dos 2.949 sigilos fiscais que acessou era o de Veronica Serra, filha de José Serra. (Págs. Nacional, 1 e A6)

Foto Legenda: Nas ruas, contra Sarkozy

Mais de 1 milhão de franceses protestaram ontem em Paris contra a reforma da Previdência. Foi a maior manifestação no governo de Nicolas Sarkozy, que já ensaia recuo. (Págs. Internacional, 1 e A 11)

Sentença do STF pode fazer 'reforma tributária'

O Supremo Tribunal Federal deve reto­mar no fim do mês julgamento que pode mudar todo o sistema tributário nacional. Uma decisão desfavorável ao governo provocaria perda de R$ 12 bilhões por ano e poderia modificar a forma como vários impostos são cobrados no País. No limite, o julgamento no STF pode desencadear a reforma do ICMS. A discussão é se, ao calcular a Cofins, cobrada sobre o faturamento das empresas, deve-se ou não descontar ICMS. Hoje, não é descontado.(Págs. Economia, 1 e B1)

R$ 60 bilhões
É quanto a União terá de devolver de Cofins em cinco anos se for derrotada.

Debate Estadão/Gazeta: Dia de confronto entre Serra, Marina e Plínio

Evento da TV Gazeta e do Estado reúne hoje os candidatos do PSDB, PV e PSOL à Presidência, a partir das 23h. (Págs. Nacional, 1 e A11)

Falido, Banco Lavra paga a credores 10 anos depois ( Págs. Economia, 1 e B8)

Casa Branca tenta evitar queima do Alcorão (Págs. Internacional, 1 e A13)

Notas & Informações: O último Orçamento de Lula

O projeto do Orçamento da União de 2011 intensifica o processo de deterioração da política fiscal. (Págs. 1 e A3)

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Valor Econômico

Manchete: Oferta externa reduz crédito do BNDES a grandes grupos

A abertura do mercado externo para captações de empresas brasileiras e também os programas emergenciais oferecidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com juros mais baixos reduziram o peso das contratações tradicionais de financiamentos no banco para os maiores grupos econômicos. De janeiro a julho, tanto os desembolsos de recursos quanto as contratações de novos financiamentos para essas empresas mostram queda em relação ao mesmo período do ano passado. (Pags. 1 e A4)

Governo quer bancos de volta a vendas no Irã

O governo inicia nesta semana uma ofensiva para que os bancos privados retomem as operações de comércio exterior com o Irã. As sanções impostas pela ONU têm preocupado os bancos, que temem represálias por manter relações comerciais com o país. O Irã é hoje o segundo maior comprador de carne bovina brasileira, por exemplo. (Págs. 1 e A11)

Bahia perde destaque, mas reforça aposta

O governador Jaques Wagner (PT) pode se reeleger no primeiro turno, mas a Bahia está apreensiva quanto ao futuro. O Estado cresce menos que a média do Nordeste e assiste à escalada da violência. (Págs. 1 e A14)

Foto Legenda: O retorno

Depois de vender por US$ 4 bilhões sua participação no Itaú Unibanco, o Bank of America pretende trazer capital para o Brasil. O CEO Brían Moyniahn diz que vai atuar no país nas áreas corporativa e de investimento, gestão de fortunas e negociação de títulos e ações. (Págs. 1 e C8)

Sonhos e realidades do mundo X

No norte do Estado do Rio, uma ponte de três quilômetros de extensão avança da praia para o mar, riscando no mapa as obras do futuro Porto de Açu - um resumo dos sonhos e ambições do empresário Eike Batista, que segue angariando seguidores e críticos a seus projetos. Até agora, ele movimentou mais de R$ 12 bilhões em ofertas iniciais de ações na bolsa brasileria. E quer mais. Sua intenção é preencher lacunas estruturais e entrar para a história como um benfeitor do país. (Págs. 1 e Valor Investe)

Argentinos enfrentam a crise da carne

O país do bife de chorizo assiste perplexo à crise pecuária. A Argentina perdeu 8,6 milhões de vacas em dois anos, enquanto os preços da carne subiam 164%. (Págs. 1 e B14)

HP vai à Justiça para impedir a contratação de Mark Hurd pela Oracle (Págs. 1 e B2)

Gestoras de recursos se unem por reforma do Novo Mercado (Págs. 1 e D5)

Telefone é para falar

Incentivados pelas promoções de preços, donos de celulares estão falando mais, um negócio que nos últimos tempos era visto pelas operadoras como o "primo pobre" do tráfego de dados. (Pags. 1 e B3)

Venda anima minoritários da BGK

Minoritários da BGK do Brasil, master-franqueada da Buguer King em São Paulo, esperam que a venda da matriz para a 3G Capital facilite uma solução para a disputa judicial que travam desde 2008. (Págs. 1 e B4)

Expansão da Rede D'Or

Após assumir o controle do Hospital São Luiz, em São Paulo, a carioca Rede D'Or, amparada na parceria com o BTG Pactual, prepara novas aquisições. (Págs. 1 e B4)

Ibope na educação para executivos

Com atuação em mídia e pesquisa, o Ibope vai abrir uma terceira frente de negócios: educação para executivos. Outro projeto para 2012, é o ensino a distância nos 14 países da América Latina em que atua. (Págs. 1 e B4)

Escassez nas embalagens

Crescimento do consumo de bens não-duráveis no País leva os fabricantes de papel-cartão, usado em embalagens, a operar no limite da capacidade. (Págs. 1 e B11)

IFC entra no Tribanco

O Banco Mundial, por meio de seu braço privado, a Internacional Finance Corporation (IFC), deverá assumir cerca de 10% do capital do Tribanco, do grupo atacadista Martins, com aporte de US$ 21 milhões. (Págs. 1 e C1)

Gestão de fortunas

Nos primeiros dias, a Anbima coloca em consulta pública a primeira proposta de autorregulamentação para gestores de fortunas. Um dos principais temas é a obrigatoriedade de informar a existência de "rebate". (Págs. 1 e D2)

Proteção de avalistas

Decisão recente do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a exclusão do nome de codevedores de empresas em recuperação judicial dos cadastros de proteção ao crédito. (Págs. 1 e E1)

Ideias

CRistiano Romero

O Brasil está imune a crises nas contas externas, mas não pode ser analisado com olhos de 30 anos atrás. (Págs 1 e A2)

Ideias

David Kupfer

A questão central sobre a política industrial ainda é como fazer melhor, e não como fazer menos. (Págs. 1 e A13)
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terça-feira, setembro 07, 2010

XÔ! ESTRESSE [In:] O ''GRITO'' DOS DESPERADOS ou ''O SILÊNCIO DOS INOCENTES'' ? (*)

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Homenagem aos chargistas brasileiros.
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(*) Título de filme.
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7 DE SETEMBRO. INDEPENDÊNCIA DO BRASIL.

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Mais de 20 entidades civis participam do desfile de 7 de Setembro

Assessoria de Comunicação: PMM

» Clique para ampliar a foto
Mais de 130 pessoas participarão do Desfile de Sete de Setembro em comemoração a Independência do Brasil Foto: Arquivo/PMM

Para comemorar o dia da Independência do Brasil, a Prefeitura de Maringá, através da Secretaria de Cultura, organiza o desfile cívico-militar que contará com a participação de mais de 20 entidades civis.


As comemorações que acontecem nesta terça-feira, na avenida XV de Novembro (em frente a Prefeitura) terão início com o hasteamento das bandeiras realizado pelo prefeito Silvio Barros e autoridades às 9 horas.

O desfile cívico-militar terá início às 9h30. A expectativa da Secretaria de Cultura é que 20 mil pessoas prestigiem o evento.


Entre os mais de 130 integrantes, participarão do desfile a Guarda Municipal, Ala Militar do Tiro de Guerra, 4º Batalhão da Polícia Militar, 4º Cia. da Polícia Rodoviária e 5º Grupamento do Corpo de Bombeiros.


Como convidados, vários representantes da sociedade civil estarão participando da comemoração. São eles: Grupo Fogança; Os Desbravadores e aventureiros da Igreja Adventista, Força Mirim, Centro Cultural Jhamayka; Associação de Capoeira Centro Cultural Sucena; APAE; Grupo Folclórico Peruano; Associação Chiulin Tau; Grupo Folclórico Grunne Stadt; B.S.G.I; Grupo de Escoteiros Verde Canção; Grupo de Escoteiros Novo Horizonte; Colégio Estadual João Faria de Pioli e Banda de Metais Branca da Motta; Legião da Boa Vontade; ONG- Anjos dos Animais; C.T.G; Clube dos Carros Antigos e Clube dos Gaioleiros e Jipeiros.


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http://www2.maringa.pr.gov.br/site/index.php?sessao=99511929675599&id=11459
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HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL



Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

Brava gente brasileira!

Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava

Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.

Brava gente brasileira!

Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Não temais ímpias falanges,

Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Brava gente brasileira!

Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Parabéns, ó brasileiro,

Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Brava gente brasileira!

Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

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No ano de 1922, data que marcava a comemoração do centenário da independência, o hino foi novamente executado com a melodia criada pelo maestro Marcos Antônio da Fonseca Portugal. Somente na década de 1930, graças à ação do ministro Gustavo Capanema, que o Hino da Independência foi finalmente regulamentado em sua forma e autoria. Contando com a ajuda do maestro Heitor Villa-Lobos, a melodia composta por D. Pedro I foi dada como a única a ser utilizada na execução do referido hino.
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http://www.brasilescola.com/historiab/hinodaindependencia.htm
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