A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
***************************************************
“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
----
''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
=========valor ...ria...nine
folha gmail df1lkrha
***
domingo, setembro 12, 2010
A HORA DO ''ÂNGELUS'' [In:] REFLEXÃO
José Antonio Lima
Pare e pense na data de amanhã. Agora recue nove anos no calendário, e você certamente se lembrará onde e com quem estava naquela terça-feira, 11 de setembro de 2001, quando os Estados Unidos foram colocados de joelhos diante do maior atentado terrorista da história da humanidade. Naquele dia, o grande público foi apresentado à Al Qaeda, a primeira organização a atingir o território americano desde os ataques a Pearl Harbor, em 1941. Hoje, nove anos depois do horror daquele dia, a situação do grupo comandado pelo saudita Osama bin Laden está muito diferente. Por um lado, Bin Laden e seus seguidores parecem não ter mais força para organizar grandes ataques como aquele. Por outro lado, a ideologia que move o terrorismo islâmico e as práticas da Al Qaeda se espalharam pelo mundo, tornando a ameaça ainda mais complexa.
A organização de Osama bin Laden atingiu seu auge a partir de 1996. Naquele ano, o saudita foi expulso do Sudão – por pressão dos Estados Unidos – e encontrou abrigo no Afeganistão, país dominado pelo grupo radical Talibã, que dava os primeiros passos na transformação do país em um califado islâmico onde as mulheres não podiam estudar e trabalhar e no qual música, cinema e até pipas eram proibidas. O ambiente criado pelo Talibã fez com que o Afeganistão continuasse sendo, mesmo após o fim da guerra contra a União Soviética, um polo de atração de fanáticos religiosos. Protegido pelo Talibã, rico e armado com um exército de lunáticos, Bin Laden fez dois grandes ataques aos EUA. Em 1998, destruiu as embaixadas americanas no Quênia e na Tanzânia. Em 2000, atacou o USS Cole, um navio de guerra atracado no Iêmen. No ano seguinte, veio o 11 de Setembro.
A resposta do governo George W. Bush aos atentados não tardou. Ainda na noite de 11 de setembro a capital do Afeganistão, Cabul, foi bombardeada. Em 7 de outubro, após ouvir a recusa do Talibã de entregar Bin Laden, os EUA invadiram o país. Em um primeiro momento, a operação foi um sucesso. As tropas americanas e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) esfacelaram a Al Qaeda e o Talibã, mas falharam em dar o golpe final, ao transferir a prioridade do Afeganistão para o Iraque de Saddam Hussein, invadido em março de 2003. Bin Laden e seu braço direito, o médico egípcio Ayman al-Zawahiri, nunca foram capturados, e o grupo continua existindo, ainda que muito mais fraco. De acordo com informações de 2009 da CIA, a agência de inteligência americana, o núcleo da Al Qaeda é formado por cerca de 300 pessoas. Para a inteligência egípcia, é menor ainda, e tem apenas 200 integrantes. “A Al Qaeda hoje é muito menor do que era em 2001, mas a ideologia por trás do movimento liderado por Bin Laden ficou mais forte”, diz Lawrence Wright, americano autor do livro O Vulto das Torres, fruto de uma pesquisa sobre a Al Qaeda e o 11 de Setembro que consumiu cinco anos.
Não é difícil comprovar a avaliação de Wright. Do Oriente Médio à África, há braços da Al Qaeda e grupos associados a ela em frequente atividade. No norte da África atua a Al Qaeda no Magrebe. Em julho, o grupo repeliu a tentativa de resgate do trabalhador humanitário Michel Germaneau, realizada por militares da França e da Mauritânia, e executou o idoso, de 78 anos. Na região conhecida como Chifre da África está o Al-Shabab, que tenta instalar um Estado islâmico na Somália. O grupo se diz associado à Al Qaeda e, em 11 de julho, matou 70 pessoas em um atentado em Kampala, capital de Uganda. O país é o que fornece a maior parte dos 6 mil soldados da União Africana que servem na Somália. No mês passado, a Al Qaeda no Iraque atacou com carros e homens-bomba, simultaneamente, 13 cidades iraquianas. O grupo mais forte hoje em dia parece ser o autodenominado Al Qaeda no Iêmen, classificado pela CIA como “a maior ameaça à segurança dos EUA atualmente”. Na noite do Natal passado, o grupo embarcou o nigeriano Abdul Farouk Umar Abdulmutallab em um avião que ia de Amsterdã, na Holanda, para Detroit, nos Estados Unidos. Ele carregava, costurados na cueca, 80 gramas de um explosivo que só não derrubou o avião por uma falha no detonador que o homem carregava. Seu guia espiritual seria o americano-iemenita Anwar al-Awlaki, o líder da Al Qaeda no Iêmen, primeiro cidadão americano a ser colocado na lista de alvos da CIA.
Se identificar a expansão do fundamentalismo é um trabalho relativamente fácil, entender como esse fenômeno se dá é muito mais difícil. “Se fosse preciso resumir em uma palavra, eu usaria o desespero”, diz Lawrence Wright. “Desespero causado por repressão política, desemprego, pobreza, analfabetismo, sexismo e um sentimento de insignificância cultural”, afirma. O mesmo panorama foi traçado pelo ex-agente da CIA Graham Fuller, em entrevista a ÉPOCA em agosto. Hoje professor de História na Universidade Simon Fraser, em Vancouver, no Canadá, ele afirma que os problemas do Oriente Médio não são religiosos, mas geopolíticos, e têm raízes no início do século passado, quando as potências ocidentais “colonizaram” a região, e em disputas recentes por território e recursos. “O islamismo é o veículo, a bandeira, o símbolo, não a origem”, disse Fuller.
Foi carregando essa bandeira que a Al Qaeda ganhou fama e prestígio entre os radicais. “Não há dúvidas de que o mundo de hoje é um lugar muito mais polarizado e violento em termos de radicalismo islâmico do que era em 2001”, afirma o jornalista britânico Jason Burke, autor do livro Al Qaeda: A Verdadeira História do Radicalismo Islâmico. E parte da culpa por essa situação está nos países ocidentais. “O fundamentalismo islâmico é uma ideologia que não oferece nenhum tipo de resolução para os problemas da sociedade, da economia ou do meio ambiente, mas dá apenas explicações sobre por que as coisas deram errado”, diz. “Isso é baseado em uma ideia de choque de civilizações, e qualquer coisa que reforça essa imagem só vai contribuir para as pessoas suscetíveis acharem que o fundamentalismo está certo”, afirma. Um exemplo cristalino ocorreu nesta semana. Terry Jones, pastor de uma minúscula igreja evangélica americana, prometeu queimar cópias do Corão no aniversário do 11 de Setembro. O medo de aumentar a tensão foi tanto que até o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, apelou para Jones desistir, afirmando que o ato de intolerância daria à Al Qaeda um “período próspero de recrutamento”. Obama estava certo, e o fim da semana foi marcado por diversas manifestações e protestos enfurecidos contra os EUA em países muçulmanos.
Apesar de ter conseguido expandir o fundamentalismo, a Al Qaeda não teve sucesso ao tentar transformar em realidade uma das principais partes de seu projeto – fazer de sua luta uma guerra global. “Depois de um pico de violência em 2005 e 2006, o apoio à Al Qaeda e ao terrorismo diminuiu, porque quando o atentado envolve você, sua família, seus amigos, o policial que você conhece, os monumentos que você visita, o terrorismo se torna menos atrativo”, diz Burke. Isso pode ser comprovado também pela falta de popularidade dos partidos muçulmanos, uma face do radicalismo menos radical do que a Al Qaeda e outros grupos terroristas. Uma pesquisa feita pela União Interparlamentar e publicada em janeiro pela revista americana Foreign Policy mostra que vitórias de partidos religiosos em países muçulmanos – como o Hamas nos territórios palestinos e o Partido Justiça e Desenvolvimento na Turquia – são exceções, e não a regra. Segundo o levantamento, 86 eleições parlamentares realizadas nos últimos 40 anos em 20 países muçulmanos incluíram um ou mais partidos religiosos. Dessas legendas, 80% tiveram menos de 20% dos votos e a maioria teve menos de 10%. Em uma análise qualitativa das eleições, ficou claro que quanto mais democrático o país, pior é a votação desses partidos. Segundo a revista, em eleições “relativamente livres” a porcentagem de cadeiras no parlamento dos partidos islâmicos é dez pontos mais baixa do que em eleições sem liberdade. Nas eleições mais livres, os partidos islâmicos também falam menos na xaria (a lei islâmica) ou na jihad armada e costumam defender a democracia e os direitos das mulheres.
Apoiar os moderados é o caminho a ser seguido pelas grandes potências, especialmente os EUA, para frear a Al Qaeda e o fundamentalismo. Como mostrou o colunista de ÉPOCA Fareed Zakaria em fevereiro, desde o governo Bush, os EUA mantêm uma série de programas no mundo muçulmano para fortalecer os moderados, apoiar a sociedade civil e construir forças de tolerância e pluralismo. Com a eleição de Obama, a política externa americana passou a ser outra forma de incentivar a moderação. "Ainda que alguns grupos mais radicais não percebam atos como a saída do Iraque como um avanço, o nível de tensão vai cair à medida que as pessoas percebam que a intenção dos EUA é que cada país tenha a sua autonomia", afirma o especialista em terrorismo Renatho Costa, professor do departamento de Relações Internacionais da Universidade Federal dos Pampas. "Quanto mais a política externa dos EUA apontar para o sentido de menor intervenção no mundo muçulmano, maior será a repercussão na diminuição das ações terroristas", diz.
sábado, setembro 11, 2010
EDITORIAL [In:] DIGA-ME COM QUEM ANDAS...
No Amapá, PF prende o governador, o ‘ex’ e mais 17
...
Divulgação
...
No vídeo abaixo, Lula pede ao eleitor do Amapá que vote em Waldez Góes (PDT). Ex-governador, ele integra o grupo político de José Sarney. Concorre ao Senado.
...
“Aqui no Amapá, vote em Waldez Góes, que está com Dilma”, encarece Lula no final da peça.
...
...
...
Também está com Dilma no Amapá o governador Pedro Paulo Diniz. Ex-vice de Waldez, herdou-lhe o cargo em abril. Agora, disputa a reeleição.
Integrantes da mesma chapa, Waldez e Pedro Paulo mimetizam no Amapá o lema da campanha nacional de Dilma: “O que ta bom vai continuar”.
...
Pois bem. Nesta sexta (10), Waldez e Pedro Paulo foram em cana. Prendeu-os, junto com mais 17 pessoas, a Polícia Federal de Lula.
...
Por quê? Aliada de Sarney (PMDB-AP), apoiada por Lula e fechada com Dilma, a dupla comandava um esquema de desvios de verbas públicas.
Até aqui, o buraco produzido pelo grupo é estimado em R$ 300 milhões. Roeram-se verbas federais. Em especial de dois fundos educacionais –o Fundeb e o Fundef.
Repetindo: o grupo malversava o dinheiro que Brasília enviava para ser aplicado na melhoria do ensino básico e da educação fundamental.
Em fevereiro, o repórter João Carlos Magalhães farejara a encrenca. Àquela altura, já estava em curso a “Operação Mãos Limpas”, levada agora ao ao meio-fio.
Deve-se o esquadrinhamento dos malfeitos ao Ministério Público, à PF e à Controladoria-Geral da União.
O rosário de crimes sob investigação é extenso. Tome fôlego: corrupção ativa e passiva, peculato, advocacia administrativa, ocultação de bens e valores...
...Lavagem de dinheiro, fraude em licitações, tráfico de influência e, finalmente, formação de quadrilha.
Há coisa de três meses, em 16 de junho, José Sarney foi ao microfone do plenário do Senado para fazer “uma comunicação”.
“Um pouco fora de época”, o presidente do Senado registrou que Waldez de Goés deixara o governo do Amapá para concorrer ao Senado.
Por “dever de lealdade”, Sarney, um “amapaense” de conveniência, sentiu-se compelido a dizer meia dúzia de palavras sobre os dois mandatos do aliado:
“Realizou uma obra política reconhecida por todos os amapaenses e por toda a classe política do Amapá”.
Sarney deu especial realce ao “temperamento” acomodatício e ao “espírito público” de Waldez: “Foi capaz de estabelecer uma união de forças políticas”.
União tão viçosa “que a bancada federal, seus deputados, quase unanimemente, e também os senadores, apoiavam todas as iniciativas tomadas pelo governo”.
Considerando-se o resultado das apurações da “Operação Mãos Limpas”, a “uanimidade” do Amapá produziu crimes e ruína.
A despeito disso, lá estão os rostos de Lula e da pupila Dilma Rousseff no material de campanha da turma, sob a inscrição incômoda: "O que tá bom vai continuar".
Na propaganda da TV, ecoa a voz do supercabo eleitoral: “Aqui no Amapá, vote em Waldez Góes, que está com Dilma”.
...
Escrito por Josias de Souza às 15h05
FOLHA.
---
sexta-feira, setembro 10, 2010
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA''
10 de setembro de 2010
O Globo
Manchete: Eleições 2010: Marina: Lula defende Dilma, mas esquece os cidadãos
A candidata do PV à Presidência, Marina Silva, disse que o Brasil vive certa prosperidade econômica e alguns avanços sociais, mas um retrocesso na politica. Sabatinada por colunistas e leitores do GLOBO, ela disse que o presidente Lula "banalizou o dolo" na violação de dados sigilosos de pessoas ligadas a José Serra (PSDB) e só veio a público para defender Dilma Rousseff (PT). "Vejo a manifestação do presidente. Lamentavelmente, na forma da defesa da sua candidata, e não dos milhares de brasileiros que tiveram seus sigilos fiscais quebrados", afirmou. Marina prometeu reduzir gastos públicos e disse que Dilma e Serra são multo parecidos." (Págs. 1 e 9 a 12)
Tucano José Serra será sabatinado hoje, às 11h, no auditório do Globo. (Pág. 1)
Rio: 2.409 crimes eleitorais
Nas duas últimas eleições, a Polícia Federal abriu 20.178 inquéritos para apurar denúncias de crimes eleitorais, como compra de voto e transporte ilegal de eleitores. O Rio teve o maior número de investigações, 2.409. (Págs. 1 e 16)
Foto legenda: Marina:
Promessas de redução do gasto público e de investimento maior para fazer "a revolução da educação" (Pág. 1)
O candidato da desordem
Apesar de ter sido secretário da Ordem Pública do Rio e de disputar uma vaga de candidato a deputado estadual prometendo continuar o "Choque de Ordem", Rodrigo Bethlem já teve 135 placas anunciando seu nome apreendidas pela Justiça Eleitoral, por estarem em locais proibidos, como canteiros e jardins. Ele também pôs material perto de túneis, o que é proibido por lei municipal. (Págs. 1 e 17)
Fo to Legenda: Cartaz de Bethlem e de outros candidatos em canteiro: 135 placas apreendidas pela Justiça Eleitoral
EUA vão divididos este ano ao 11/9
Bush motiva empresários brasileiros
Corte de luz deve ser feito em até 90 dias
Com dólar fraco, faltam pacotes até para 2011
------------------------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo
Manchete: Empresas do país captam US$ 6 bilhões no exterior
Grandes empresas brasileiras levantaram no exterior US$ 6 bilhões nesta semana com títulos de divida, pelos quais recebem dinheiro agora e o devolvem, com juros, em até 30 anos.
Como países desenvolvidos pagam em tomo de 2% ao ano, a oferta entre 4,5% e pouco mais de 6% atrai investidores internacionais.
As captações são as maiores para o período de uma semana. De janeiro a julho deste ano, o total levantado somou US$ 21 bilhões.
Para a Anbima, associação do mercado de capitais, há forte demanda por títulos de empresas brasileiras.
Vale, Bradesco, Oi, Odebrecht, Embraer, Suzano e JBS emitiram papéis. (Págs. 1 e B3)
Foto legenda: Coruja
Filha e genro de Serra são convocados a depor na PF
A data vai ser marcada hoje. Os depoimentos do casal devem ocorrer na semana que vem. (Págs. 1 e Eleições 1)
O PSDB escalou a mulher de Serra, a psicóloga Monica, para criticar o PT no horário eleitoral. (Págs. 1 e Eleições, 6)
Lula já viajou o equivalente a três anos nos dois mandatos
No período de janeiro a agosto, o presidente passou 61 dias em viagens oficiais, mesma marca de 2006, ano da reeleição. (Págs. 1 e Eleições, 10)
Pastor desiste de queimar Alcorão no 11 de Setembro
Editoriais
------------------------------------------------------------------------------------
O Estado de S. Paulo
Manchete: Governo usa capitalização da Petrobras para fechar contas
O processo de capitalização da Petrobras permitirá ao governo elevar seu superávit primário - economia para pagar juros da dívida - e dará ajuda decisiva para cumprir a meta fiscal neste ano, sem controle mais rigoroso de despesas. 0 processo deverá ser o seguinte: o governo receberá R$ 74,8 bilhões pela cessão onerosa de 5 bilhões de barris de petróleo a Petrobras; paralelamente, a Petrobras venderá R$ 74,8 bilhões em ações à União e ao BNDES. 0 dinheiro que o BNDES injetar na Petrobras representa a receita extraordinária da União. Hipoteticamente, se o BNDES colocar de R$ 10 bilhões no aumento de capital Petrobras, a União colocará R$ 64,8 bilhões. Como o Tesouro teve receita de R$ 74,8 bilhões da cessão onerosa, a diferença de R$ 10 bilhões reforçaria o resultado primário. (Págs. 1 e Economia B1)
A participação estatal
A permuta de ações da Petrobras entre Tesouro, estatais e Fundo Soberano pode dar ao governo maior fatia na petroleira. (Págs. 1 e Economia B1)
Copom indica que juros não devem subir no ano que vem
Na TV, Serra diz que Dilma se 'esconde' atrás de Lula
Contador nega ter pedido IR de Verônica
0 contador Ademir Estevam Cabral negou ontem que tenha sido o autor do pedido de acesso a cópias de declarações de renda da filha de José Serra, candidato do PSDB à Presidência, "Nunca tinha ouvido falar (em Verônica Serra)", declarou ele. (Págs. 1 e Nacional A8)
Foto legenda: Lago seco retrata estiagem no AM
Pastor desiste de queimar Alcorão
Choque de trem e ônibus mata 9
MEC define gráfica que imprimirá Enem 2010 (Págs. 1 e Vida A22)
Fichas-sujas tentam derrubar lei no STF (Págs. 1 e Nacional A12)
Notas & Informações
Se persistir o atual cenário de referência do BC, os juros só voltarão a subir se houver surpresa. (Págs. 1 e A3)
------------------------------------------------------------------------------------
Valor Econômico
Manchete: BB empresta R$ 5,5 bilhões para a usina de Belo Monte
Vale abre alas a empreiteiras na Argentina
O projeto prevê exploração de até 4,3 milhões de toneladas por ano de cloreto de potássio. Praticamente toda a produção será exportada, sobretudo para fabricação de fertilizantes no Brasil, o que deverá transformar a Argentina em um dos cinco maiores vendedores mundiais da matéria-prima. (Págs. 1 e B1)
Ártico, o campo de batalha das emissões de CO2
A situação se agrava com a corrida pelos recursos econômicos das áreas onde o gelo desapareceu, principalmente, a exploração de petróleo, a pesca e até a abertura de nova rota marítima entre Atlântico e o Pacífico.
No último verão polar, o navio Esperanza, do Greenpeace, apoiou pesquisas científicas da Comissão Europeia na região, transportando equipamentos do instituto oceanográfico alemão IFM-Geomar. Durante 15 dias, nos quais o Sol nunca se pôs, 0 Valor acompanhou essa expedição, que é relatada nessa edição especial toda em papel couché, da revista Eu& Fim de Semana. (Pág. 1)
Empresas rejeitam amplas reformas no Novo Mercado
As empresas admitem mudanças, desde que não sejam para elas. Apesar de rejeitarem a oferta pública obrigatória quando um investidor ou grupo alcançar 30% do capital nas sociedades sem controlador definido, elas aprovaram que as novatas não poderão ter "pílulas de veneno". (Págs. 1 e D1)
'Basiléia' exigirá capital adicional de bancos do país
Os bancos brasileiros deverão fazer maior alocação de capital e até mesmo pôr fim a certas operações para se adequar às novas regras. Pela lei brasileira, na cessão de crédito - tindallizada principalmente no crédito consignado e na compra de veículos - o banco comprador torna-se corresponsável. Pelo novo acordo, isso exigirá capital adicional para efeito de risco de crédito, o que poderá tornar a operação cara demais. (Págs. 1 e C1)
Hollywood bate recorde de bilheteria com menor público dos últimos 13 anos (Págs. 1 e B9)
Destino da Celg pode decidir disputa pelo governo de Goiás (Págs. 1 e A14)
China compra títulos e gera tensão
Incubadoras ameaçadas
Avanço da aviação regional
Carrefour ajusta o foco na Ásia
Odebrecht aposta no petróleo
Além do limite
Safra recorde
Barreiras à carne
Ideias
Com política de "mais do mesmo", próximo presidente pode terminar mandato com relação dívida/PIB de 27,8%. (Págs. 1 e A2)
Ideias
PT busca frente no Congresso com antigos aliados para conter poder revigorado do PMDB, que está de olho no DEM. (Págs. 1 e A6)
------------------------------------------------------------------------------------
quinta-feira, setembro 09, 2010
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA''
09 de setembro de 2010
-------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo
Manchete: Escândalo da Receita: Investigada consultou dados do genro de Serra
A agência da Receita em Mauá (SP) consultou dados de Alexandre Bourgeois, genro do candidato José Serra. No mesmo local, foi quebrado o sigilo de cinco pessoas ligadas ao tucano.
Em 16 de outubro de 2009, foram feitos acessos a informações do empresário no computador da servidora Adeildda Ferreira dos Santos. Bourgeois é marido de Veronica Serra.
A Corregedoria da Receita já sabe que o computador de Adeildda foi usado para consultar dados de 2.949 contribuintes de agosto a dezembro de 2009. A maioria é de fora da jurisdição.
Em nota, o Ministério da Fazenda afirmou que 90% dos acessos se referem a dados cadastrais, "caso do contribuinte Alexandre Bourgeois", que não teve o sigilo violado. (Págs. 1 e Eleições)
Justiça quebra sigilo telefônico de servidora
A Justiça Federal autorizou a quebra do sigilo telefônico de Adeildda Ferreira dos Santos. O objetivo é descobrir com quem ela falou antes e depois de fazer as consultas não autorizadas.
Em SP, a Polícia Civil pediu acesso aos dados telefônicos de outros dois envolvidos, Antonio Carlos Atella Ferreira e Ademir Estevam Cabral. Ontem, Atella faltou a depoimento. (Págs. 1 e 3 Eleições)
TSE abre mão de acompanhamento on-line de doações
Ao contrário do planejado, o TSE não fará mais o monitoramento em tempo real das doações. Acordo que permitiria uso de software não foi assinado, e ferramenta só será utilizada após o pleito. (Págs. 1, Eleições e 5)
Carlos Heitor Cony: Escândalo não vai alterar liderança nas pesquisas
Dilma ficará no topo graças ao patrono de sua indicação. Na impossibilidade do 3° mandato, será presidenta 'ad hoc', o que não impede que seja boa. (Págs. 1 e A2)
Foto legenda: A conta não fecha
'excesso' em 21 estados. (Págs. 1 e A6)
Joana Stefanutto, 28, diz que o problema é que os homens não querem compromisso
Crise fez desemprego crescer 18%, diz Pnad
A renda teve avanço de 2,2%, ficando com ganho médio de R$ 1.106. Mesmo em ascensão desde 2005, o patamar ainda é menor que os R$ 1.144 de 1996. (Págs. 1 e A4)
Fidel afirma que modelo cubano está superado
Julia Sweig, especialista que participou do encontro, encarou as críticas como uma autorização para reformas econômicas. (Págs. 1 e A13)
Boa notícia: Relíquias saqueadas na guerra voltam a museus do Iraque (Págs.1 e A12)
Padre do Rio é preso pela PF ao tentar viajar com € 52,8 mil (Págs. 1 e Poder A8)
Editoriais
------------------------------------------------------------------------------------
O Estado de S. Paulo
Manchete: Genro de Serra teve sigilo fiscal violado
O genro de Jose Serra, o empresário Alexandre Bourgeois, também teve seus dados violados na delegacia da Receita em Mauá (SP), o local é o mesmo onde foi quebrado o sigilo fiscal de quatro tucanos e de Verônica Serra - filha do presidenciável tucano e mulher de Bourgeois. 0 governo sabe do caso de Bourgeois desde 24 de agosto, mas só nesta semana decidiu inc1uí-lo no processo administrativo que apura as demais quebras. Todos os acessos, inc1usive o relativo aos dados de Alexandre, partiram de um único computador, usado pela servidora Adeildda Ferreira dos Santos. Esse fato reforça a suspeita de que as informações podem ter sido usadas com fins políticos - versão que a Receita nega. 0 advogado de Adeildda disse que ela só cumpria ordens e que desconhecia de quem eram os dados acessados.
"Pelo jeito, o terminal de Adeildda era o lado negro da Receita", disse ele. (Págs. 1 e Nacional A4)
Ministros do TSE criticam ida de Lula a TV para atacar tucano
Ministros e ex-ministros do Tribunal Superior Eleitoral consideraram "inadequada" a participação do presidente Lula no horário eleitoral para defender sua candidata, Dilma Rousseff, e atacar José Serra. Para eles, Lula deu a impressão de que fazia um pronunciamento presidencial. (Págs. 1 e Nacional A8)
Colunista
Dora Kramer
Presidente partido
Cidadãos que tiveram o sigilo violado na Receita gostariam de ser defendidos por Lula, mas não mereceram atenção das autoridades, Tirando Dilma, nada mais parece importar. (Págs. 1 e Nacional A6)
Especial Pnad: Prosperidade, mas com menos fôlego
Os avanços sociais dos últimos anos resistiram à crise de 2009 - houve continuidade do aumento da renda, da expansão do consumo e da queda da desigualdade. Para os 10% mais pobres, porém, o ritmo da melhora de renda desacelerou e o desemprego cresceu ante 2008. A renda real média do trabalho ainda está abaixo do nível que prevaleceu entre 1995 e 1998. Esses são alguns dos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2009, do IBGE. No ano passado, 8,4% dos brasileiros estavam na linha de extrema pobreza. Em 2008, eram 8,8%, a redução de 2007 para 2008, no entanto, foi mais acentuada, de 1,5 ponto. A Pnad mostra que no ano passado, enquanto 59,1% dos domicílios tinham acesso a saneamento básico, 72% possuíam aparelho de DVD. (Pág. 1)
1,94
Filho por mulher foi a taxa de fecundidade no País em 2009. (Pág. 1)
51,1%
É a proporção de brasileiros que se declaram pretos ou pardos. (Pág. 1)
Análise: Marcelo Neri: Desigualdade em queda
A grande inovação na década que esta Pnad encerra é que a desigualdade continua em queda, ano após ano, desde 2001. Como consequência, a pobreza continua a decrescer. (Págs. 1 e H6)
Modelo cubano não funciona, admite Fidel
"não funciona mais nem para nós". A declaração foi dada em entrevista ao jornalista americano Jeffrey Goldberg e reflete a concordância de Fidel com a moderna abertura econômica da ilha. Ele disse que não estava rechaçando "os ideais da Revolução Cubana", mas reconheceu que, sob esse modelo, o Estado tem peso “muito grande". (Págs. 1 e Internacional A18)
US$ 3,25 bi são captados em 2 dias no exterior
Pastor ignora críticas e diz que queimará Alcorão (Págs. 1 e Internacional A13)
Peluso quer CNJ atuante, mas sem expor juízes (Págs. 1 e Nacional A12)
Celso Ming: O real forte
Notas & Informações
Tão profícua tem sido a atuação do presidente Lula na desmoralização das mais importantes instituições do Estado brasileiro que se torna missão complexa avaliar o que efetivamente tem sido realizado nesse campo. (Págs. 1 e A3)
------------------------------------------------------------------------------------
Valor Econômico
Manchete: Governo desiste da estatal de seguro
Mais modesta que a proposta inicial de reformulação do setor de seguros, a agência poderá ter uma alavancagem de até nove vezes o capital dos fundos. Sua atuação, no entanto, seria regulatória. A concorrência direta com o setor privado ocorrerá somente quando for necessário completar operações oferecidas pelas seguradoras privadas. (Pág. 1)
BTG terá por sócios fundos soberanos
O núcleo político de Dilma Rousseff
A coordenadora-geral do PAC, Miriam Belchior, pode ser promovida a ministra do Planejamento. O atual ocupante do cargo, Paulo Bernardo, deve permanecer na Esplanada, em posto ainda incerto. Outros ministros ainda sem pasta são o candidato ao Senado pelo PT de Minas, Fernando Pimentel, e a atual diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Foster. Isabela Teixeira, do Meio Ambiente, pode permanecer onde está.
Se perder a disputa em São Paulo, Aloizio Mercadante é cogitado para a Ciência e Tecnologia. Luciano Coutinho é o preferido de Dilma para a Fazenda, mas o atual titular, Guido Mantega, já manifestou o desejo de ficar. Para a presidência do Banco Central, o mais citado é o atual diretor de normas, Alexandre Tombini. Henrique Meirelles começa a ser cogitado pelo PMDB para as Minas e Energia ou para os Transportes. (Págs. 1 e Al4)
Há um boom no turismo religioso
Europa investe até € 268 bi em banda larga
Órgão regulador alerta para graves riscos ao sistema bancário chinês (Págs. 1 e C2)
Intel aposta em aquisições para crescer além dos PCs (Págs. 1 e B9)
Novos destinos à areia de fundição
Construção sustentável
Prius ainda longe do brasileiro
Consumo de alumínio dispara
Indústria de fertilizantes
Rússia levanta barreira sanitária
Tendência de alta para o trigo
Emissões externas
CDB tem captação recorde no ano
Ideias
Em Orçamento atípico, equipe econômica abre espaço para uma elevação substancial dos investimentos. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Tucanato paulista estará em maus lençóis mesmo que vença as eleições para o governo do Estado. (Págs. 1 e A7)
--------------------------
quarta-feira, setembro 08, 2010
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA''
08 de setembro de 2010
----------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo
Manchete: Lula vai à TV e afirma que Serra partiu para 'baixaria'
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do programa de TV de sua candidata Dilma Rousseff (PT) para reagir aos ataques da oposição, que responsabiliza a petista pela quebra de sigilo fiscal de tucanos. Na gravação, Lula acusou o adversário de "partir para os ataques pessoais e para a baixaria". Referia-se ao candidato José Serra (PSDB). O presidente pediu "equilíbrio e prudência" àqueles que "caluniam Dilma, movidos pelo preconceito contra a mulher e contra mim". Lula não fez menção ao vazamento de dados sigilosos da Receita Federal. O depoimento do presidente segue estratégia da campanha de poupar Dilma e deixar que Lula faça as críticas aos opositores. Anteontem, a candidata afirmou que não pretendia abordar o assunto na TV. A candidata Marina Silva (PV) disse que Serra usa o caso da Receita para ganhar votos. (Págs. Eleições, 1 e 3)
"Nosso adversârio, candidato da turma do contra, que torce o nariz contra tudo que o povo brasileiro conquistou nos últimos anos, resolveu partir para os ataques pessoais e para a baixaria”. Luiz inácio Lula da Silva, ontem no programa eleitoral do PT.
Ricardo Caldas: Quebra do sigilo fiscal sinaliza um Estado de Direito em crise. (Págs. Eleições, 1 e 4)
Renato Janine Ribeiro: A imprensa abriu mão de cobrir as eleições com seriedade (Págs. Eleições, 1 e 4)
Internado, Tuma é pressionado por aliados a desistir de candidatura. (Págs. Eleições, 1 e 7)
Foto Legenda: Revolta da Bastilha
Saiba como investir nas novas ações da Petrobras
Governo reduz tarifa para indústria de brinquedos (Págs. 1 e B3)
Blitz 'põe' criança em táxi sem cadeirinha
Laboratório pagava por elogio a medicamentos
Mundo: Casos de sequestro no México quadriplicam em cinco anos (Págs. 1 e A11)
Editoriais
------------------------------------------------------------------------------------
O Estado de S. Paulo
Manchete: Lula vai à TV defender Dilma após escândalo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva saiu da defensiva no escândalo da violação de dados do Imposto de Renda e assumiu o papel de escudo da candidata Di1ma Rousseff. O objetivo é evitar que ataques do tucano José Serra reduzam as chances de vitória do PT já no primeiro turno. Partiu do presidente a decisão de gravar depoimento levado ao ar ontem no horário eleitoral. "Um candidato dispara nas pesquisas e aí começam as acusações sem provas. Dilma está sofrendo agora, o que eu já sofri no passado", disse no comercial, sem citar a quebra do sigilo fiscal da filha de Serra, Veronica, e de pessoas ligadas ao alto escalão tucano. (Págs. Nacional, e A4)
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República
"Dilma está sofrendo agora o que eu já sofri no passado"
Advogado diz que Adeildda atendia ordens superiores
Foto Legenda: Nas ruas, contra Sarkozy
Sentença do STF pode fazer 'reforma tributária'
R$ 60 bilhões
É quanto a União terá de devolver de Cofins em cinco anos se for derrotada.
Debate Estadão/Gazeta: Dia de confronto entre Serra, Marina e Plínio
Falido, Banco Lavra paga a credores 10 anos depois ( Págs. Economia, 1 e B8)
Casa Branca tenta evitar queima do Alcorão (Págs. Internacional, 1 e A13)
Notas & Informações: O último Orçamento de Lula
------------------------------------------------------------------------------------
Valor Econômico
Manchete: Oferta externa reduz crédito do BNDES a grandes grupos
Governo quer bancos de volta a vendas no Irã
Bahia perde destaque, mas reforça aposta
Foto Legenda: O retorno
Sonhos e realidades do mundo X
Argentinos enfrentam a crise da carne
HP vai à Justiça para impedir a contratação de Mark Hurd pela Oracle (Págs. 1 e B2)
Gestoras de recursos se unem por reforma do Novo Mercado (Págs. 1 e D5)
Telefone é para falar
Venda anima minoritários da BGK
Expansão da Rede D'Or
Ibope na educação para executivos
Escassez nas embalagens
IFC entra no Tribanco
Gestão de fortunas
Proteção de avalistas
Ideias
O Brasil está imune a crises nas contas externas, mas não pode ser analisado com olhos de 30 anos atrás. (Págs 1 e A2)
Ideias
A questão central sobre a política industrial ainda é como fazer melhor, e não como fazer menos. (Págs. 1 e A13)
----------------------
terça-feira, setembro 07, 2010
7 DE SETEMBRO. INDEPENDÊNCIA DO BRASIL.
| Mais de 20 entidades civis participam do desfile de 7 de Setembro | ||
| Assessoria de Comunicação: PMM | ||
Para comemorar o dia da Independência do Brasil, a Prefeitura de Maringá, através da Secretaria de Cultura, organiza o desfile cívico-militar que contará com a participação de mais de 20 entidades civis.
O desfile cívico-militar terá início às 9h30. A expectativa da Secretaria de Cultura é que 20 mil pessoas prestigiem o evento.
|
--------------
http://www2.maringa.pr.gov.br/site/index.php?sessao=99511929675599&id=11459
----------
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
---
http://www.brasilescola.com/historiab/hinodaindependencia.htm
-----
















