PENSAR "GRANDE":

***************************************************
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
***************************************************


“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

----

''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

=========
# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
1Radio 1455824919 nhm...

valor ...ria...nine

folha gmail df1lkrha

***

terça-feira, setembro 27, 2011

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

27 de setembro de 2011

O Globo


Manchete: BC radicalizará corte de juros, apesar da inflação

Relatório aponta pela primeira vez alta de preços estourando a meta

Com o agravamento da crise europeia, a equipe econômica não descarta uma redução mais ousada dos juros já na próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, em outubro. O governo, por determinação da presidente Dilma, não considera a possibilidade de abrir mão do crescimento econômico este ano. A avaliação do Palácio do Planalto, contrariando expectativas do mercado, é que o Brasil já vive um cenário de inflação menor, assim como o resto do mundo, o que permitiria uma decisão mais arrojada de cortar os juros, hoje em 12%. Pela primeira vez, no entanto, analistas ouvidos pelo próprio BC já apostam que a taxa vai estourar o teto da meta deste ano, de 6,5%. A previsão é que o IPCA encerre 2011 em 6,52%. Ontem, o dólar recuou 0,38%, a R$ 1,822, e a Bovespa subiu 0,97%. (Págs. 1, 21 e Miriam Leitão)

Países do G-20 podem perder 40 milhões de empregos. (Págs. 1 e 22)

Dias de seca, chuva e fogo

Depois de mais de três meses de estiagem, choveu ontem em Brasília. Mas a seca no Sudeste e no Centro-Oeste é forte. Em Minas, o pior incêndio dos últimos anos destruiu 90% de áreas de proteção, como o Parque do Rola Moça. (Págs. 1 e 12)

Ciência - Acredite se quiser: OMS diz que Rio é mais poluído que São Paulo. (Págs. 1 e 30)

Foto legenda: Aonde vai a mulher árabe?

Iemenitas pedem a renúncia do ditador Ali Abdullalh Saleh, em Sanaa, um dia após o rei saudita dar às mulheres de seu país, pela primeira vez, o direito de voto. (Págs. 1 e 28)

Ordem 24h chega em outubro ao Leblon

Até o Natal, Leblon, Ipanema e Copacabana também terão Unidades de Ordem Pública (UOPs) - perímetros de tolerância zero delimitados pela ação de guardas 24 horas por dia, a exemplo do que acontece em trechos da Tijuca e do Centro. A do Leblon, incluindo vias como Bartolomeu Mitre e Dias Ferreira, será inaugurada no dia 27 de outubro. (Págs. 1 e 19)

Câmara agora admite anular sessão-fantasma

O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), admitiu a possibilidade de anular a sessão-fantasma da CCJ que, na semana passada, aprovou 118 projetos em três minutos, com apenas dois deputados presentes: um votando e outro presidindo o debate. (Págs. 1 e 3)

Após Correios, greve agora é dos bancários

Bancários decidiram deflagrar greve nacional, por tempo indeterminado, a partir do primeiro minuto de hoje. Eles reivindicam 12,8% de reajuste, e os bancos oferecem 8%. Nos Correios, a paralisação completou 14 dias. (Págs. 1 e 27)

Violência fecha por tempo indeterminado a 1ª UPA do Rio (Págs. 1 e 14)



Paquistão lança contraofensiva a críticas dos EUA (Págs. 1 e 28)


------------------------------------------------------------------------------------

Folha de S. Paulo


Manchete: Crimes aumentam no Estado de SP em agosto

Total de homicídios cresceu 10,48%; roubo de veículos teve alta de 20,79%

Pelo terceiro mês consecutivo, o número de homicídios no Estado de São Paulo cresceu, indicando reversão de tendência. Em agosto, o total de assassinatos subiu 10,48% em relação ao mesmo mês do ano passado.

O crescimento dos casos de homicídio nesse período foi alavancado, principalmente, pelos crimes ocorridos na capital, que registraram uma alta de 23,81%. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Foto legenda: Na rua

Em protesto perto de Wall Street (NY), jovens usam cartaz questionando se defensor da liberdade pediria conformismo; 80 manifestantes foram detidos. (Págs. 1 e A15)

Foto legenda: Do céu?

Policial busca sinais de radioatividade em local a 30Km de Buenos Aires onde explosão deixou 1 morto e 8 feridos; testemunhas viram bola de fogo cair do céu. (Págs. 1 e Mundo A17)

Colegial reduzirá aula de português e matemática

O governo de SP vai reduzir a carga de português e matemática no ensino médio em 2012, mesmo para os interessados nessas áreas. Espanhol ganhará espaço.

Os alunos do terceiro ano passarão a optar por currículos com ênfase em linguagem, matemática e ciências da natureza ou ciências humanas. (Págs. 1 e Cotidiano C4)


Clóvis Rossi

À espera de Dilma, a Europa é que se sente vira-lata

Na segunda, quando Dilma sentar-se para jantar com a cúpula europeia, em Bruxelas, o complexo de vira-lata estará do lado europeu da mesa, tal é a exortação ao continente para que ponha a crise sob controle. (Págs. 1 e Mundo A18)

União lança plano de até R$ 10 bi para deficientes

O governo federal vai lançar um programa, cujo investimento pode chegar a R$ 10 bilhões até 2014, a pessoas com deficiência. Entre as ações previstas estão cotas no ensino técnico e facilidades no Minha Casa, Minha Vida. (Págs. 1 e Cotidiano C8)

Dilma sinaliza foco na inclusão, mas é pouco, analisa Jairo Marques. (Págs. 1 e C8)

Eduardo Campos e mãe alugam carro de filiada ao PSB

O governador Eduardo Campos (PE) e sua mãe, deputada Ana Arraes, ambos do PSB, pagaram mais de R$ 300 mil à locadora de carros de uma filiada ao partido.

A dona da empresa, que não tem estrutura para cumprir contratos, é filha de um funcionário de Ana. Todos negam ilegalidade. (Págs. 1 e Poder A4)

Bancários iniciam greve nacional hoje; Correios já entram na terceira semana (Págs. 1 e Mercado B3)


Para Procuradoria, Folha deve receber dados sobre publicidade (Págs. 1 e Poder A6)





Editoriais

Leia "Escolha inglória", sobre a piora do cenário econômico global, e "A lei da Fifa", acerca do embate entre o governo brasileiro e a entidade de futebol. (Págs. 1 e Opinião A2)

------------------------------------------------------------------------------------

O Estado de S. Paulo


Manchete: Europa tenta blindar sistema financeiro contra calote grego

Aumento de fundo de estabilização e recapitalização de bancos estão entre as medidas negociadas; bolsas sobem

Os governos europeus articulam o aumento dos recursos do Fundo Europeu de Estabilização Financeira para € 2 trilhões. Além disso, o comissário europeu de Finanças, Olli Rehn, disse que a União Europeia prepara a recapitalização do sistema financeiro. Essas negociações buscam neutralizar os efeitos de um eventual calote da dívida da Grécia. As especulações em torno das medidas levaram euforia às bolsas europeias, que subiram acima de 3%. Títulos de bancos que despencavam na semana passada tiveram altas de até 7,7%. Para a Bundesbank, o banco central alemão, as novas medidas são necessárias porque o socorro à Grécia está "condenado ao fracasso". (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Análise

José Paulo Kupfer

O calote grego aparece mais e mais como favas contadas. (Págs. 1 e Economia B4)

Mercado prevê inflação alta

A estimativa é que a inflação de 2011 chegue a 6,52% no País, superando a meta de 4,5%, com tolerância até 6,5%. A redução dos juros promovida pelo governo impulsionou a piora das previsões. (Págs. 1 e Economia B8)

Rio supera SP em poluição, diz OMS

O Rio tem um índice de poluição do ar três vezes superior aos níveis recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pior do que o da cidade de São Paulo. Em uma avaliação inédita com 1,1 mil cidades pelo mundo, a OMS alerta que as metrópoles de países emergentes são hoje não apenas as que mais se beneficiam de uma expansão econômica, mas também as mais poluídas. No geral, a Brasil também tem uma média de poluição do ar duas vezes superior ao que estabelece a OMS. (Págs. 1 e Cidades C1)

Foto legenda: Protesto indígena é reprimido na Bolívia

Policiais batem em manifestante indígena que protestava contra a construção de uma estrada numa reserva boliviana. A ação do governo de Evo Morales, que também é índio, levou a ministra da Defesa, Cecilia Chacón, a se demitir, por considerar a violência injustificável. A obra, a cargo da OAS, é financiada pelo BNDES. (Págs. 1 e Internacional A14)

Assembleia vai apurar denúncia de venda de emendas

O colégio de líderes da Assembleia Legislativa de São Paulo apoiará a investigação da acusação de venda de emendas parlamentares. A denúncia, revelada pelo Estado, foi feita pelo deputado Roque Barbiere (PTB). Segundo ele, "de 20% a 30%" dos deputados estaduais
"vivem e enriquecem" comercializando emendas. Hoje, o presidente do Conselho de Ética, Hélio Nishimoto (PSDB), convocará o órgão. (págs. 1 e Nacional A4)

Conselho da ONU discute Palestina

O Conselho de Segurança da ONU começou ontem a deliberar sobre o pedido de reconhecimento do Estado palestino. O processo pode durar cerca de um mês. Já se sabe que o pedido não será aceito, porque os EUA vetarão. Mas os palestinos querem uma vitória simbólica, com o apoio de pelo menos 9 dos 15 membros do conselho. Israel rejeitou ontem as condições impostas pelos palestinos para a retomada das negociações. (Págs. 1 e Internacional A12)

Bancários anunciam greve por tempo indeterminado (Págs. 1 e Economia B10)


Fogo destrói 80% da Serra do Curral, em Minas (Págs. 1 e Vida A18)


Dora Kramer

Intenção e gesto

O governo inverte a ideia de apresentar primeiro os resultados na área da saúde antes de falar em cobrar um novo imposto. (Págs. 1 e Nacional A6)

Notas & Informações

Novo bote do governo Kirchner

O governo não cessa de tentar estender os limites de seu controle autoritário da sociedade. (Págs. 1 e A3)

------------------------------------------------------------------------------------

Correio Braziliense


Manchete: Choveu

Brasilienses festejam o fim da estiagem que sufocava o DF havia 106 dias, mas já sofrem com os efeitos colaterais da chuva, como os transtornos no trânsito e a falta de luz.

Bateu

As pistas viraram sabão: só no plano, a PM registrou 25 acidentes. Na BR-020, foram oito. O corpo de bombeiros recebeu 40 pedidos de socorro.

Apagou

Mais de 60 mil casas e estabelecimentos comerciais foram atingidos pelo blecaute. Houve queda de luz em nove regiões do DF. Furnas investiga se a causa foi a chuva. (Págs. 1, 21, 22, Crônica da Cidade, 29 e Visão do Correio, 14)

Justiça vai desalojar hoje queijo de imóvel funcional

O ex-servidor que ocupa irregularmente um apartamento do governo federal na 203 Sul e usa o espaço para guardar laticínios, vendidos por ele no comércio do DF, será notificado hoje e terá que sair do prédio. A 13ª Vara Federal de Brasília determinou a reintegração de posse um dia após o Correio denunciar o caso. Desde 1985, Clineo Monteiro França Netto perdeu o direito à moradia. (Págs. 1 e 5)

Caixa de Pandora: Mansão de Durval vale 100 casas

Caso seja vendido no leilão de quinta-feira, o imóvel construído pelo ex-secretário do GDF com dinheiro da corrupção renderá R$ 4,3 milhões, recurso que pode ser aplicado em moradias populares. (Págs. 1 e 24)

Juros: Mercado aposta em corte de um ponto percentual na taxa Selic (Págs. 1 e 10)


Meningite: Risco de contágio foi controlado

Melhora o estado da menina de 2 anos internada no Hras com o tipo mais grave da doença. A Secretaria de Saúde do DF diz que não há perigo de transmissão do vírus e descarta um surto. (Págs. 1 e 26)

Tragédia: A morte caiu do céu na Argentina

Testemunhas dizem que uma bola de fogo destruiu duas casas e matou uma mulher na província de Buenos Aires. Há suspeita de que a explosão foi provocada por pedaços de satélite ou por um meteorito. (Págs. 1 e 17)

------------------------------------------------------------------------------------

Valor Econômico


Manchete: Importadores tentam negociar IPI de carros

O governo começou a sofrer pressão de várias frentes para aliviar as consequências do aumento de 30 pontos percentuais no Imposto de Produtos Industrializados (IPI) para automóveis com índice de nacionalização abaixo de 65%. De um lado, importadores reivindicam que veículos que já receberam licença para entrar no país sejam liberados da tributação adicional. De outro, empresas com projetos de construção de fábricas pedem um regime diferenciado. Além disso, o governo do Uruguai também entrou na discussão porque os três fabricantes instalados naquele país ficaram de fora da exceção para o Mercosul e estão agora impedidos de vender para o Brasil.

Cada uma das 27 maiores importadoras enviou ontem ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, a relação dos veículos com licenças de importação já emitidas. A Abeiva, associação que representa o setor, não divulgou volumes. Segundo fontes do governo, desde maio, 954 mil pedidos foram deferidos e outros 365 mil estavam em análise. Essas empresas vendem pouco mais de 10 mil unidades por mês. (Pág. 1)

ANP avalia a redução do conteúdo local

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) estuda mudanças nas regras que exigem conteúdo local nos equipamentos das empresas que participam das licitações do órgão. Já na próxima rodada de licitações poderá valer uma nova determinação, reduzindo a lista de itens para os quais vale a exigência de um mínimo de componentes fabricados no país. Além disso, a agência estuda a possibilidade de mudar o sistema de cobrança para empresas que não cumprirem as exigências, reduzindo as multas e criando um sistema de créditos que deverão ser investidos no fomento a setores industriais específicos, determinados pela ANP, mas geridos pelo setor privado. (Págs. 1 e A2)

Governo vê calote grego e crise mais profunda

O governo fez uma reunião "tensa" ontem, no Palácio do Planalto. De volta dos EUA, onde se encontraram com autoridades de outros países e com empresários, a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, avaliaram que o diagnóstico da crise financeira mundial mudou. A situação está pior do que eles esperavam, como já vem sendo sinalizado há dias pelos mercados, e pode exigir a adoção de novos ajustes na política econômica. No mercado, já se fala que o Copom poderá acelerar a queda dos juros e reduzir a Selic, na reunião de 19 de outubro, em 0,75 ponto percentual ou até em 1 ponto.

Dilma e Mantega retornaram pessimistas e com a expectativa de que a crise na Grécia possa ter um desfecho ainda nesta semana, com consequências imprevisíveis sobre o sistema financeiro europeu e, portanto, sobre a economia mundial. Não descartam a oficialização de uma moratória na Grécia ainda nesta semana. "Algo deve acontecer. A Grécia está por poucos dias", disse uma alta fonte oficial. O governo brasileiro "está a postos" para agir. (Págs. 1 e C1)

Foto legenda: Bons frutos

Em contraste com o restante do país, a região de plantações de milho e soja do Estado americano de Minnesota se mantém próspera e atrai investimentos. David Pfarr, dono de uma fazenda, afirma que este "é um dos bons momentos, particularmente por causa dos preços das commodities". (Págs. 1 e A14)

Pirataria atinge marcas brasileiras

Cresce o número de empresas brasileiras que enfrentam no exterior, em geral na América Latina e na África, a concorrência de produtos pirateados de suas próprias marcas. Os itens copiados na China ou Índia para serem vendidos em outras praças são de baixo valor unitário - e ainda assim os pirateados chegam ao consumidor até 50% mais baratos.

A Lorenzetti teve suas duchas copiadas em praticamente todos os mercados da América Latina. A empresa passou a investir no registro de patentes em todos os países para onde exporta. Em Cantão, na China, a Lorenzetti descobriu uma fábrica só de produtos de sua marca. A escola de inglês Wizard, do grupo Multi, enfrentou a pirataria de suas apostilas na China. Já a Alpargatas, dona da Havaianas, investe até US$ 4 milhões por ano para monitorar a pirataria. (Págs. 1 e B1)

O brilho dos emergentes nas finanças

Não é apenas a produção mundial que está se deslocando para os países emergentes - a indústria bancária também. Os bancos nos principais países em desenvolvimento detêm um terço das receitas globais e até 2020 obterão quase a metade delas, prevê um estudo da consultoria McKinsey, com base no desempenho dos 300 maiores bancos do mundo, alocados em 79 países. Mais: são os bancos nos países emergentes que garantirão 60% do crescimento do setor nesta década. As fronteiras bancárias estão se movendo principalmente em direção à Ásia e ao Pacífico, que contribuirão com 39% do avanço esperado. Os bancos chineses terão 16% das receitas de US$ 6,8 trilhões previstos para 2020 e seus congêneres emergentes obterão outros 31%. (Págs. 1 e C8)

Crise reduz preços dos fretes marítimos no comércio com o país (Págs. 1 e B8)


Setor sucroalcooleiro diminui investimentos em novas usinas (Págs. 1 e B12)


Inferno tributário

Pesquisa da PricewaterhouseCoopers em 183 países mostra que o Brasil é o local onde as empresas gastam mais horas para o cumprimento de obrigações tributárias. São 2,6 mil horas, ante uma média de 282. (Págs. 1 e A6)

Pesados mais limpos e econômicos

Nos próximos dias, a IG-Fuel começa a vender no Brasil o Green Box, equipamento que reduz o consumo de combustível e de emissão de poluentes por veículos pesados movidos a diesel. Em testes, a economia superou 20% e as emissões em pelo menos 15%. (Págs. 1 e B1)

Avanço discreto em TI

O Brasil subiu da 40ª para a 39ª posição, entre 66 países avaliados, no ranking do Índice de Competitividade do Setor de Tecnologia da Informação (TI), elaborado pelo Economist Intelligence Unit. (Págs. 1 e B3)

Rio quer incluir UFC na agenda

A Prefeitura do Rio de Janeiro já se movimenta para incluir o Ultimate Fighting Championship (UFC) no calendário de eventos da cidade. A edição realizada em agosto movimentou R$ 66,8 milhões na economia carioca. (Págs. 1 e B4)

Pensar pequeno para crescer

Para reverter a queda nas vendas de seus automóveis Mercedes-Benz, a Daimler aposta no novo Mercedes B-Class, o primeiro de uma linha de carros pequenos, mas sofisticados, lançado recentemente no Salão de Frankfurt. Além de elevar as vendas, a ideia é conquistar o consumidor mais jovem. (Págs. 1 e B6)

Vacinação antecipada

O foco de febre aftosa descoberto no Paraguai pode levar o Ministério da Agricultura a antecipar a segunda etapa de vacinação contra a doença, inicialmente prevista para novembro. (Págs. 1 e B11)

Fundo para expandir a rede do BB

O Banco do Brasil lança fundos imobiliários para financiar a expansão da rede de agências. A ideia é captar com investidores cerca de R$ 900 milhões. Os fundos ficarão responsáveis por comprar terrenos e imóveis, reformas e alugar as agências ao banco. (Págs. 1 e C1)

Europa avalia novo pacote

Novo plano em estudo para frear a crise na Europa poderá autorizar a Grécia a declarar default, abatendo 50% de sua dívida, permitindo ao país continuar na zona do euro e receber ajuda oficial. Outra medida seria uma forte recapitalização dos bancos. (Págs. 1 e C2)

Receita uniformiza entendimentos

A partir de outubro, as respostas da Receita federal a consultas feitas pelas empresas terão vigência em todo o país para casos semelhantes. O objetivo da medida é dar maior segurança jurídica aos contribuintes. (Págs. 1 e E1)

Ideias

Delfim Netto

Talvez seja hora de reconhecer que o mundo caminha para anos de alta volatilidade e baixo crescimento. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Raymundo Costa

Para vencer em 2014, não basta O PSDB manter o crescimento das últimas eleições presidenciais, precisa crescer em 2012. (Págs. 1 e A8)

------------------------------------------------------------------------------------

--------------------------------------------------------------------------------

segunda-feira, setembro 26, 2011

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


26 de setembro de 2011

O Globo


Manchete: Governo retém verbas para prevenção de desastres no Rio

A três meses das chuvas, o Planalto não liberou nem um real do Orçamento

O governo Dilma está atrasando a liberação de verbas para investimentos essenciais à população, como segurança pública e prevenção das tragédias das chuvas. A três meses do início da temporada de enchentes e deslizamentos de terra, o Estado do Rio ainda não recebeu um tostão sequer dos R$ 7 milhões destinados no Orçamento de 2011 ao apoio a obras preventivas. O governo destinou R$ 296 milhões ao programa de Prevenção e Preparação para Desastres Naturais, mas apenas 22% da verba (R$ 66 milhões) foram liberados. No combate à criminalidade, a execução dos principais programas do Ministério da Justiça é mínima Para o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), foram liberados apenas 15,1% dos R$ 657,7 milhões previstos no Orçamento de 2011. (Págs. 1 e 3)

Uma derrota histórica para Sarkozy

Pela primeira vez desde 1958, a esquerda conquistou maioria no Senado francês nas eleições indiretas de ontem. A sete meses das eleições presidenciais, o resultado foi interpretado no país como uma dura derrota para o governo de Nicolas Sarkozy. (Págs. 1 e 27)

Site da Câmara tenta maquiar sessão-fantasma

O vídeo oficial divulgado no site da Câmara dos Deputados sobre a sessão-fantasma da CCJ que aprovou 118 projetos em três minutos tem apenas imagens fechadas nos dois deputados presentes, para maquiar a informação de que o plenário estava vazio. (Págs. 1 e 5)

------------------------------------------------------------------------------------

Folha de S. Paulo


Manchete: Maioria do Senado veta nova taxa para a saúde

Mas congressistas defendem que o governo federal gaste mais com o setor

Ao contrário do que pretende a presidente Dilma Rousseff, a maioria dos senadores diz defender mais gastos da União com saúde mas descarta nova CPMF.

Para o governo, esse aumento só seria possível com uma nova fonte de rescursos. (Págs. 1 e Poder A4)

Bancos querem elevar FGTS para compra da casa própria

Os bancos negociam com o governo a ampliação do uso do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço na compra da casa própria. Hoje, a verba do FGTS só pode ser usada para comprar imóveis de até R$ 500 mil. A intenção é aumentar esse valor para R$ 750 mil.

O principal argumento é permitir ao trabalhador acompanhar a atual disparada nos preços dos imóveis. (Págs. 1 e Folhainvest B1 e B3)

Arma costumava ficar descarregada, dizem pais de D.

Em entrevista ao "Fantástico", o guarda-civil Milton Evangelista Nogueira, 42, ao lado da mulher, afirmou que pedirá desculpas à professora baleada por D., filho dele. Os pais do menino de dez anos que se matou com um tiro na cabeça disseram ainda que o revólver usado para os disparos estava sempre descarregado, menos naquele dia. (Págs. 1 e Cotidiano C5)

Outro Canal: Nielsen quer concorrer com Ibope no Brasil

Uma das maiores empresas de pesquisa do mundo, a americana Nielsen negocia com emissoras de TV brasileiras para medir audiências televisivas no país em 2012, informa Keila Jimenez. A Globo não se posicionou sobre o assunto. A novidade pode encerrar monopólio de décadas do Ibope. (Págs. 1 e IIustrada E8)

Rei da Arábia Saudita dá direito de voto às mulheres

O rei saudita, Abdullah bin Abdulaziz al Saud, anunciou que as mulheres poderão votar e se candidatar nas eleições locais de 2015. Ele disse que se recusa "a marginalizar as mulheres na sociedade e em todos os papéis que cumprem".

A abertura às sauditas, que têm diversas restrições no pais, vem no rastro dos protestos da chamada Primavera Árabe. (Págs. 1 e Mundo A10)

Líbios dizem ter encontrado vala com 1.200 corpos

O comando rebelde da Líbia anunciou ter achado uma vala comum, em Trípoli, com corpos que acredita ser dos mais de 1.200 presos mortos pelo regime de Muammar Gaddafi num massacre em 1996. Segundo os rebeldes, guardas capturados revelaram o local. (Págs. 1 e Mundo A10)

Bancos pedem mais recursos para fundo europeu

Ao final do encontro anual do FMI, em Washington, os maiores bancos do mundo pediram a investidores e autoridades que fortaleçam o fundo de resgate para paises europeus que tem problemas com suas dividas.

O evento acabou sem a definição de plano concreto contra a crise. (Págs. 1 e Mundo A13)

Entrevista da 2ª - Marcelo Guaranys

Para chefe da Anac, SP não precisa de um 3º aeroporto

O diretor-presidente da Anac, Marcelo Guaranys, afirma que e ineficiente construir um terceiro aeroporto de grande porte em SP. Para ele, Cumbica e Viracopos atenderão à demanda dos próximos 20 anos. (Págs. 1 e A16)

Editoriais

Leia "Estimulantes do PIB", que critica uso de artifícios para elevar atividade da economia; e "Correção de rota", sobre estratégia de Obama nos EUA. (Págs. 1 e Opinião A2)

------------------------------------------------------------------------------------

O Estado de S. Paulo


Manchete: Ideli admite que saúde deverá ter novo imposto

Tributo deve ser 'adequado à conjuntura econômica', diz a ministra; governo espera aprová-lo em 2012

A ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) admitiu, em entrevista ao Estado, que o governo ainda quer a criação de um imposto para financiar investimentos em saúde no País e arrecadar mais R$ 45 bilhões por ano. "O governo tem clareza de que precisa de novas fontes para a saúde. Nós já colocamos o dedo na ferida", disse Ideli. Projetos de lei que criam base de cálculo para uma nova versão da CPMF poderão ser resgatados. A ministra afirmou, porém, que nada sairá neste ano porque tributos assim precisam ser
“adequados à conjuntura econômica". "Não se pode trabalhar desonerando de um lado e onerando de outro." Embora 2012 seja ano eleitoral, Ideli acredita que não haverá problema em discutir o imposto: “Os governadores acham, e nós concordamos, que o principal tema da eleição será a saúde". (Págs. 1 e Nacional A4)

Abbas é recebido como herói e volta a condicionar diálogo

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, foi recebido como herói ontem em Ramallah, na Cisjordânia, relata o enviado especial Guilherme Russo. "Levantem suas cabeças porque vocês são palestinos”, disse Abbas em discurso, após ter pedido a ONU o reconhecimento da Palestina. Ele tornou a condicionar a retomada do diálogo com Israel. (Págs. 1 e Internacional A10)

Grécia já prepara cenários do calote

Países europeus passam fim de semana articulando formas de evitar contaminação

Sem reconquistar a confiança dos mercados, ganha força a ideia de um calote "parcial e ordenado" na Grécia, relata o enviado especial a Atenas Jamil Chade. Governos europeus passaram o fim de semana desenhando a construção de um escudo que poderia chegar a € 2 trilhões para evitar uma contaminação generalizada da crise grega, que ameaçaria o euro. Funcionários do governo da Grécia foram instruídos a desenhar cenários sobre o calote de metade de sua dívida de € 350 bilhões. Os gregos já pensam em decretar feriado bancário por alguns dias. (Págs. 1 e Economia. B1 e B3)

Mulheres sauditas vão poder votar e concorrer (Págs. 1 e Internacional A11)


Novas liminares adiam IPI de carro importado (Págs. 1 e Economia B7)


Retirar sedação por uma hora reduz riscos (Págs. 1 e Vida A14)


Finanças Pessoais

A taxa de administração é um dos principais fatores ao escolher um plano de previdência. (Págs. 1 e Economia B8)

José Roberto de Toledo

Além da média

Mesmo com falhas, o Enem é o espelho do ensino no Brasil. É preciso desagregar os números e identificar onde o problema é mais grave. (Págs. 1 e Nacional A7)

Notas & Informações

O Supremo e o futuro do CNJ

Se acolher recurso da AMB, reduzindo a pó prerrogativas do CNJ, o STF promoverá retrocesso. (Págs. 1 e A3)

------------------------------------------------------------------------------------

Correio Braziliense


Manchete: Meningite deixa O DF em alerta

Uma menina de 2 anos deu entrada ontem na UTI do Hospital Regional da Asa Sul com o tipo mais grave da doença. A paciente tinha sido, inicialmente, internada na unidade regional de Planaltina, no último sábado, o que levou à interdição da pediatria do centro médico - o atendimento na unidade já foi normalizado. A criança mora na Cidade Ocidental (GO), mas estava em Planaltina quando passou mal. Técnicos de Saúde investigam a origem da meningite. "Começaremos uma barreira de contenção", disse o secretário da pasta no DF, Rafael Barbosa. (Págs. 1 e 20)

141 mil vagas no serviço público

Na contramão do discurso de ajuste fiscal, a União voltará a realizar grandes contratações em 2012, resultando em um gasto de R$ 3,64 bilhões. Saiba para que órgãos serão os concursos. (Págs. 1 e 7)

Entrevista: Temer vê a Esplanada em paz

Em visita oficial aos EUA, o vice-presidente Michel Temer conversa com a repórter Denise Rothenburg, diz que a crise administrativa no governo foi superada e nega abalos na relação entre o PMDB e o PT. (Págs. 1 e 2)

Consumidor é penalizado com juros do crediário (Págs. 1 e 8)


Multidão recepciona presidente Palestino (Págs. 1 e 12)


Cemitérios: Desrespeito sem fim com os mortos

Passados três anos do abrupto encerramento da CPI dos Ossos, os cemitérios do DF permanecem em situação de abandono. Túmulos quebrados, insegurança e cobrança inapropriada de taxas são alguns dos desmandos. (Págs. 1, 17 e 18)

------------------------------------------------------------------------------------

Valor Econômico


Manchete: BC e Fazenda divergem sobre IOF em derivativos

O Ministério da Fazenda e o Banco Central divergem sobre o destino da Medida Provisória 539, que instituiu o IOF de 1% sobre a variação das posições vendidas em câmbio dos bancos, fundos e empresas. Ela está em vigor desde 27 de julho, mas o recolhimento do tributo foi adiado duas vezes, primeiro para outubro e depois para dezembro. Com a mudança das condições do mercado de câmbio - em setembro o real acumula uma forte desvalorização - a trava imposta nas operações com derivativos para brecar a excessiva apreciação do real tornou-se inadequada.

Ao retirar do mercado futuro os vendedores de dólares, a responsabilidade pelo provimento de liquidez ficou a cargo somente do BC Por isso, a autoridade monetária retomou as operações de swap cambial e irrigou o mercado futuro com contratos da ordem de US$ 2,7 bilhões. "Tinha uma parte do mercado querendo sair da posição vendida e não havia dólares disponíveis para viabilizar essa retirada”, disse uma fonte oficial. (Pág. 1)

Impacto do dólar chega aos balanços

As empresas brasileiras vão colocar à prova suas estratégias de gestão de risco cambial pela primeira vez desde a crise de 2008, quando o uso de derivativos "exóticas" levou à lona Sadia e Aracruz.

Neste trimestre, o impacto da variação cambial pode aumentar em mais de R$ 30 bilhões a dívida bruta das 15 empresas de capital aberto com maior exposição a moeda estrangeira, caso o câmbio permaneça no patamar atual até o fim desta semana. (Págs. 1 e D1)

Crise do euro ainda sem solução à vista

Os países europeus intensificaram, durante a reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI) nesse fim de semana, as negociações para turbinar o fundo criado para socorrer países da zona do euro. Mas a oposição da Alemanha à proposta voltou a colocarem xeque a capacidade de as economias desenvolvidas se unirem em torno de um plano mais arrojado para enfrentar a crise.

Sob pressão dos mercados financeiros, as autoridades presentes nos encontros do FMI e do Grupo dos 20 (G-20) deram fortes declarações nos últimos dias de que irão fazer o que for preciso para evitar a escalada da crise. O discurso oficial de que o plano de voo negociado pela Europa em 21 de julho é suficiente. "Implementação, implementação, implementação", pediu a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde. (Págs. 1 e A11)

Foto legenda: Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI: incentivos a ações decisivas dos governos da zona do euro contra uma crise que pode tornar-se global.

'Itaquerão' trava venda de imóveis

O primeiro efeito para o bairro de Itaquera, na zona leste da capital paulista, do início das obras de construção do estádio do Corinthians foi de redução no volume de negócios das imobiliárias e construtoras. Os preços de imóveis subiram muito depois do anúncio do estádio, planejado para abrigar os jogos da Copa de 2014 em São Paulo, mas são poucos os que se dispõem a pagar tanto, informaram empresas que trabalham na região.

Também preocupa a piora esperada no trânsito e as dificuldades de acesso. Com 220 mil habitantes, Itaquera é o décimo bairro mais populoso de São Paulo. A estação de metrô não alivia suas ruas. Boa parte da população trabalha em outras regiões e a consequência é a lotação dos transportes públicos. (Págs. 1 e A14)

Amorim agora joga na defesa

Nos últimos oito anos, seria inconcebível a participação brasileira na Assembleia Geral das Nações Unidas sem Celso Amorim. O ex-ministro de Relações Exteriores, desta vez, não acompanhou nem os preparativos. Desde que foi convidado para comandar a pasta da Defesa, há quase cinquenta dias, segue a orientação da presidente Dilma Rousseff de evitar ações que possam ser interpretadas como competição com o Itamaraty, sua casa de origem. Mas foi na área externa a maior surpresa levada por ele às Forças Armadas, ao anunciar que o Brasil quer retirar as tropas estacionadas no Haiti.

"Não é minha primeira experiência fora do Itamaraty", disse Amorim, ao admitir ao Valor que Dilma "tinha preocupação" de que ele levasse outros diplomatas para o ministério. Ele pretende manter os nomeados por seu antecessor, Nélson Jobim, até no gabinete. (Págs. 1 e A6)

Congresso deve endurecer regras para a terceirização

Deputados ligados ao empresariado e aos sindicatos tentam colocar um fim na histórica disputa pela regulamentação da mão de obra terceirizada. A expectativa é que a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprove em caráter conclusivo o projeto ainda neste ano, remetendo-o ao Senado.

O relator Roberto Santiago (PV-SP) pretende vetar a intermediação da contratação de mão de obra, prática comum que já provocou, por exemplo, graves problemas nas usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antonio. Outro ponto do relatório responsabiliza solidariamente as empresas contratantes pelo recolhimento de encargos sociais e cumprimento de acordo coletivos por parte das prestadoras de serviços. (Págs. 1 e A8)

Governo decide comprar satélite no exterior

A Telebrás vai planejar a construção e encomendar o satélite geoestacionário brasileiro no mercado internacional. A decisão pela aquisição no exterior foi tomada porque o país não terá tempo hábil para fazer o satélite até 2014, informou o ministro Celso Amorim. Outra mudança nos planos do governo é usar esse primeiro satélite para comunicação governamental e internet, deixando meteorologia para um segundo satélite, que poderia ser construído no Brasil. (págs. 1 e A4)

Crise pode abrir um período prolongado desfavorável à aplicação em ações (Págs. 1 e A11)

Valorização do dólar pressionará reajustes da energia elétrica (Págs. 1 e A3)

O desafio da sustentabilidade na construção civil (Págs. 1 e Valor Setorial)

Pequenos avançam no BNDES

As micro, pequenas e médias empresas representaram 33% dos desembolsos do BNDES neste ano. De janeiro a julho, só o Cartão BNDES foi responsável por 5,3% dos R$ 60 bilhões liberados. (Págs. 1 e A4)

Negócios sustentáveis

Legislação restritiva para acesso a recursos genéticos reduziu drasticamente os pedidos de patentes de biotecnologia no país, que caíram de 1.030 em 2001 para 356 no ano passado. "A agenda está travada em função da insegurança jurídica que afasta investimentos", diz Jorge Ávila, presidente do INPI. (Págs. 1 e Especial)

Elevadores em ascensão

Disputado basicamente por três multinacionais - ThyssenKrupp, Atlas Schindler e Otis - e impulsionado pelo crescimento da construção civil mercado de elevadores o Brasil vive uma nova fase de investimentos. (Págs. 1 e B8)

Indecisão aeroportuária

Possível construção de um terceiro aeroporto na Grande São Paulo traz incertezas aos investidores interessados nos aeroportos de Guarulhos e Viracopos, cujas concessões deverão ser realizadas pelo governo federal até o fim do ano. (Págs. 1 e B9)

Contratações problemáticas

Pesquisa da consultoria Robert Half em 18 países mostra que o Brasil é o país onde a contratação de profissionais de finanças e contabilidade é mais difícil. Metade das empresas brasileiras consultadas enfrentaram dificuldades para preencher vagas. (Págs. 1 e B10)

Trabalho no exterior

O Tribunal Superior do Trabalho deve modificar a Súmula 207, que estabelece que a relação trabalhista é regida pela lei do país onde o serviço é prestado. A tendência é que passe a valer a lei mais benéfica ao trabalhador, seja a brasileira ou a estrangeira. (Págs. 1 e E1)

Ideias

Sergio Leo

Manutenção das linhas de crédito para as exportações é um fator chave para o monitoramento da crise. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Renato Janine Ribeiro

Dividido entre os princípios morais e a ambição pela prosperidade, nem sempre o cidadão faz a escolha pela ética. (Págs. 1 e A6)

---------------------------------------------------------------------------------

domingo, setembro 25, 2011

A HORA DO "ÂNGELUS''

...
DESABAFO

Na fila do supermercado, o caixa diz uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:

- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:

- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo
. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
----
Fonte: Internet, sem autoria.
---

sexta-feira, setembro 23, 2011

XÔ! ESTRESSE [In:] ''... EU PRÁ NÃO FICAR POR BAIXO RESOLVÍ BOTAR AS ASAS PRÁ FORA..." *

...















.................
(*) JARDINS DA BABILÔNIA. Rita Lee.
---

BRASIL-DESINDUSTRIALIZAÇÃO [In:] PLANO B ?

...


Com exceções, indústria acha cedo para rever planos

Autor(es): Por Carlos Giffoni | De São Paulo
Valor Econômico - 23/09/2011

A maioria dos setores industriais acha cedo para refazer planos diante do novo patamar do dólar, mas alguns segmentos estão aproveitando o movimento de alta para reconquistar competitividade no mercado externo. O setor calçadista, por exemplo, já está revendo os preços negociados em duas feiras realizadas na Europa, da qual mais de 40 empresas brasileiras participaram em setembro, na tentativa de recompensar o cliente da indústria nacional.

"Os contratos fechados neste mês usaram o dólar na casa de R$ 1,60. Poderíamos aproveitar a valorização da moeda americana para ampliar a nossa margem sobre essas vendas, mas preferimos repassar parte da diferença para clientes estratégicos", diz Cristiano Korbes, coordenador da Associação Brasileira de Calçados (Abicalçados). "O setor calçadista perdia muito em exportação e estava cada vez mais difícil manter os clientes. Precisamos reconquistar a sua fidelidade."

Na opinião do economista Julio Gomes de Almeida, do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), o setor calçadista é uma exceção, e é cedo para os empresários tomarem decisões: "A alta do dólar só terá efeito sobre importação, exportação e indústria quando os tomadores de decisão acreditarem na estabilidade do câmbio. Somente nesse momento as importações devem cair e as exportações, subir, acompanhando a produção da indústria nacional. Antes, é difícil dizer que o produto brasileiro ganhou competitividade".

Gomes de Almeida acredita que o cenário da indústria nacional não deve mudar até o fim do ano. Na sua opinião, o dólar ainda vai ficar abaixo do nível atual, mas acima de R$ 1,60: "Esse jogo do câmbio ainda está embrionário, precisamos esperar."

Luiz Aubert Neto, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), vê com ressalvas a valorização do dólar: "Mudanças muito rápidas no câmbio não são boas para ninguém. O empresário precisa de tempo e estabilidade para poder planejar o seu preço".

Segundo a Abimaq, as exportações perderam uma grande fatia de representatividade no faturamento do setor. Antes da crise de 2008, elas representavam 35% do faturamento, agora, são 20%. "O preço baixo da moeda americana desestruturou a indústria. Houve uma invasão de importados e as exportações caíram", explica Neto. "Sem dúvidas, com o dólar mais alto a indústria tem mais oportunidades."

No setor químico, entretanto, os negócios ainda não foram afetados. Representantes de dez empresas se reuniram ontem com a diretora de comércio exterior da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Denise Naranjo, e repercutiram a alta do dólar: "O déficit do setor em 2011 não deve ser alterado. O mix de produtos que importamos e exportamos acaba se compensando", diz ela.

----

MEMÓRIA: O FIM E O PRINCÍPIO DAS DITADURAS...

...

Graças a Deus, perdemos



Autor(es): Plácido Fernandes Vieira
Correio Braziliense - 23/09/2011

Se não me falha a memória, o ano era 1981. Eu tinha, então,18 anos. Em ato público na Universidade Católica, no Recife, dom Hélder Câmara discursava sobre o iminente fim da ditadura no Brasil. E alertava os jovens estudantes para os riscos de ações extremistas que levassem a um possível retrocesso político. Recém-chegado do interior de Pernambuco, eu fazia jornalismo e já havia lido e ouvido muito sobre o então arcebispo. Principalmente de sua luta destemida ao lado dos que defendiam a volta da democracia. Mas, naquela noite, ao vê-lo e ouvi-lo pela primeira vez ao vivo, eu me decepcionara.

É que eu ainda não havia entendido o verdadeiro sentido da coragem de um Hélder, de um Gandhi, de um Martin Luther King. Essa gente que ousou desafiar o status quo de peito aberto. Cuja única arma eram o verbo, as ideias (e não a verba surrupiada dos cofres públicos). Que apostava no senso de justiça dos homens. Que fazia intransigente defesa da paz. Não importava quantos tanques e soldados os poderosos pusessem nas ruas. Eles os enfrentavam desarmados. Na linha de frente. Não se escondiam em esgotos nem encarregavam fanáticos de explodir aviões e carros-bombas para matar inocentes. Nunca pregaram o extermínio ou tentaram calar a voz de ninguém. Quer fosse rico, pobre, branco, preto, amarelo, mulher, homem, gay. Opunham-se à opressão, às desigualdades
sociais, à discriminação. Pregavam direitos e oportunidades iguais para todos. Vou reforçar: para todos.

Eu, então, um jovem imbecil de galocha, achava que a verdadeira revolução seria feita pela classe operária. Com o extermínio da burguesia e o controle dos meios de produção pelo Estado socialista, libertário, que enfim instalaria uma sociedade mais justa e igualitária na Terra. Como era tolo, meu Deus! Quando muito mais tarde comecei a descobrir a verdadeira natureza dos revolucionários que eu admirava, veio a decepção. Eram tão tiranos quanto qualquer ditador de direita. Liberdade? Só a de pensar igual a eles. Pensou diferente? Paredão. Prisão. Tortura. Campos de concentração. Com muita sorte, exílio.

Desolado, penso no que a presidente Dilma falou ontem na ONU sobre direitos humanos, sobre como a tortura a fez valorizar a democracia. Lembro-me de Churchill, Orwell e então chego à inevitável conclusão: se meus antigos heróis tivessem triunfado, a vida hoje, para mim, pelo menos, certamente seria um inferno. Para começar, minha profissão nem existiria, pois não há imprensa sem liberdade de opinião e expressão. Haveria internet em um planeta comandado por burocratas e funcionários públicos? Duvido. Muito menos Facebook e Twitter. Aliás, nada que permitisse a alguém pensar com o próprio cérebro. Graças a Deus que não triunfamos.

---

CÂMARA ''DOS'' DEPUTADOS [In:] ''CARA DE PALHADO, ROUPA DE PALHAÇO, ..." (*)


Deboche na Câmara


CCJ aprova 118 projetos em sessão de 3 minutos
Autor(es): agência o globo:Evandro Éboli
O Globo - 23/09/2011

Havia só um deputado no plenário e um presidindo, e ainda debocharam; comissão autorizou concessões de radiodifusão

BRASÍLIA. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, numa sessão meteórica, de pouco mais de três minutos, aprovou, na manhã de ontem, 118 projetos. O deputado Luiz Couto (PT-PB), o único presente, foi chamado com urgência à comissão para ter, pelo menos, um parlamentar no plenário da CCJ.

Quem presidiu a sessão foi o deputado Cesar Colnago (PSDB-ES), terceiro vice-presidente. Quando Couto chegou, Colnago declarou: "Havendo número regimental, declaro aberta a reunião". Para abrir uma sessão na CCJ, a mais numerosa e mais importante da Câmara, são necessárias assinaturas de 36 deputados. Esse quórum existia, mas todos assinaram e foram embora, como ocorre às quintas-feiras.

Os projetos foram votados em quatro blocos: de 38 (concessão de radiodifusão), de 9 (projetos de lei), de 65 (renovação de concessão de radiodifusão) e de 6 (acordos internacionais). A cada rodada de votação, Colnago consultava o plenário, como se estivesse lotado:

- Os deputados que forem pela aprovação, a favor da votação, permaneçam como se encontram.

Sentado na primeira fileira, Luiz Couto nem se mexia.

Em outro momento, Colnago fez outra consulta ao plenário da Câmara:

- Em discussão. Não havendo quem queira discutir, em votação. Aprovado!

Declarada encerrada a sessão, o deputado do PSDB dirigiu-se a Couto:

- Um coroinha com um padre, podia dar o quê?!

Couto é padre, e Colnago revelou ter sido coroinha na infância.

A secretária da CCJ também fez um comentário:

- Votamos 118 projetos!

E Colnago continuou, falando com Couto:

- Depois dizem que a oposição não ajuda.

Além das centenas de concessões e renovações de radiodifusão, a CCJ aprovou, neste pacote, acordos bilaterais do Brasil com Índia, Libéria, Congo, Belize, Guiana e República Dominicana. Entre os projetos de lei, há um que trata de carteira de habilitação especial para portadores de diabetes e até a regulamentação da profissão de cabeleireiro, manicure, pedicure e "profissionais de beleza em geral".

---

(*) PALHAÇADA. Miltinho.

------

CÂMARA ''DOS'' DEPUTADOS [In:] NINGUÉM SE ''EMENDA'', MESMO !!!


DEPUTADO REVELA VENDA DE EMENDAS NA ASSEMBLEIA



DEPUTADO AFIRMA QUE 30% DOS COLEGAS DA ASSEMBLEIA DE SP VENDEM EMENDAS
Autor(es): Fausto Macedo
O Estado de S. Paulo - 23/09/2011

Ministério Público vai investigar denúncia feita em vídeo por Roque Barbiere (PTB), integrante da base governista

Denúncia do deputado Roque Barbiere (PTB) sobre maracutaia na Assembleia Legislativa de São Paulo é alvo de investigação do Ministério Público Estadual. Segundo Barbiere, "tem bastante" parlamentar ganhando dinheiro por meio da venda de emendas e fazendo lobby de empreiteiras junto a administrações municipais. "Não é a maioria, mas tem um belo de um grupo que vive e sobrevive e enriquece fazendo isso", afirma.

Ele estima que entre 25% e 30% dos deputados adotam essa rotina. A Assembleia paulista abriga 94 parlamentares. É o maior Legislativo estadual do País. Pelas contas de Barbiere, cerca de 30 pares seus se enquadram no esquema de tráfico de emendas.

O petebista, pelos amigos e eleitores chamado Roquinho, não cita nomes. Sua explicação. "Poderia (citar), mas não vou ser dedo-duro e não vou citar." Dá uma pista. "Mas existe, existe do meu lado, existe vizinho, vejo acontecer. Falo para eles inclusive para parar."

O Estado procurou Barbieri e seus assessores nos últimos dias. Foram deixados recados no gabinete, no escritório político e no celular do deputado. Ninguém respondeu.

Revela-se um conselheiro daqueles que trilham o caminho do desvio. "Aviso que se um dia vier a cassação do mandato deles para não vir me pedir o voto que eu vou votar para cassá-los. Mas não vou dedurar."

As revelações de Barbiere foram gravadas em áudio e vídeo. Ele as fez ao programa Questão de Opinião, em um canal de internet, conduzido pelo professor e entrevistador Arthur Leandro Lopes. São 40 minutos de depoimento, concedido em 10 de agosto no sítio do deputado, em Coroados (SP), em meio a cães e gansos. O resumo do que disse o petebista foi publicado no jornal Folha da Região, de Araçatuba, na coluna assinada por Arthur.

Em sua cidade, Birigui – 110 mil habitantes, receita bruta de R$ 135,2 milhões em 2010, vizinha de Araçatuba, a 510 quilômetros de São Paulo –, Barbiere foi açougueiro, bancário, gerente de imobiliária, "professor de educação física que nunca deu aula, advogado que nunca advogou e picareta vendedor de fazenda", como se define.

Base aliada. Cumpre o sexto mandato consecutivo de parlamentar estadual, está na política há 29 anos. Integra a base aliada do governo Geraldo Alckmin (PSDB) e está no partido do colega Campos Machado, um dos mais influentes aliados de Alckmin e dos governos tucanos de São Paulo. Conhece como poucos o Palácio 9 de Julho, sede do Legislativo paulista.

"É verdade que está cheio de deputados que vendem emendas, trabalham para empreiteiras, fazem lobby com prefeituras, inclusive vendendo projetos educacionais?", pergunta o entrevistador ao deputado.

"Não é que tá cheio, tem bastante que faz isso", responde o petebista. "Não é a maioria, mas tem um belo de um grupo que vive e sobrevive e enriquece fazendo isso." De 100% estima quantos? "De 25 a 30%."

Ele afirma que não faz parte do grupo à margem da lei e da ética. "Já fez isso?" "Nunca."

"Nunca pediu nada em troca a prefeitos da região?" "Só o voto. Pergunte aos atuais e aos ex-prefeitos se algum dia eu fui oferecer algum tipo de produto a não ser pedir o voto."

Metrô em Birigui. Assegura que, depois de tantos anos, tem menos dinheiro do que quando entrou na política. "Menos, menos. Calculo que tinha 100 alqueires de terras, hoje tenho 37. O resto foi embora, um tal de eleitor tomou, eu não sei quem é esse eleitor. É custo de campanha, Cheguei a ter 97 alqueires exatamente. E hoje só tenho 37."

Seu sonho, conta, é ser prefeito – no último pleito, em 2008, fracassou ante seu maior rival, o peemedebista Wilson Carlos Rodrigues Borini, reeleito. "Já entrei na política por acaso, me tornei vereador por acaso, me tornei deputado por acaso", diz Barbiere. "O meu sonho mesmo era ser prefeito. O prefeito realiza, faz as coisas. Estou cansado de arrumar a verba para outro fazer a obra e sequer me chamar para a inauguração."

Ele diz que deputado tem salário e que prefeito tem orçamento e "gasta o dinheiro do povo, por isso tem que gastar bem". Segundo Barbiere, "sobra mais para o prefeito do que para o deputado". "Não tenha dúvida disso. Eu não faço licitação, eu não faço concorrência, eu não cuido do dinheiro de toda a população."

Sobre o ex-governador José Serra (PSDB), elogios e alusão a uma tragédia de São Paulo, a cratera do Metrô Pinheiros, onde sete morreram em janeiro de 2007. "Foi um grande governador embora um baita de um chato. Eu me elegi deputado na eleição anterior pelo PSDB. Aí teve um jantar da bancada no Palácio. O Serra tinha vários defeitos, um grave é não ter relógio. Ele chegou com 3, 4 horas de atraso no jantar que havia convidado. Aí começaram a pedir coisas, fizeram rodinha. Acho que pra escapar de algum aperto ele virou prá mim e perguntou "e aí Roquinho, você quer um metrô em Birigui?" Eu disse: "eu não, o sr. não sabe fazer (Metrô), acabou de botar a bunda na cadeira já abriu um buraco de 80 metros, morreu gente". Mas é muito competente."

---

OBESIDADE [In:] A ''SAÚDE'' DA INDÚSTRIA...

GUERRA CONTRA A OBESIDADE: ATÉ QUANDO VENCEM OS MAIS FORTES!




image
...

Se pensarmos bem, quem costumam ser os únicos vitoriosos na guerra contra a obesidade? As indústrias alimentares que comercializam comidas dietéticas – light e diet -, e os laboratórios químicos. Ambos os setores ganham rios de dinheiro à custa das pessoas de boa vontade e, a cada ano, mais e mais produtos são disponibilizados no mercado, na esteira de uma mídia cerrada que não pára de falar em seus resultados maravilhosos e insuperáveis. É uma pena não sermos todos, devidamente esclarecidos pelos profissionais da área de saúde competentes, que nos dissessem francamente que, tomar remédios para controlar o apetite, antidepressivos e comidas dietéticas, definitivamente, NÂO são a melhor estratégia de controle à obesidade.


Se pararmos para pensar, iremos observar o quão lucrativo se tornou o comércio das dietas. É claro que não poderia ser diferente. Quer saber por quê?

Cada dia, em todo o planeta, mais pessoas iniciam um programa dietético, devido à obesidade.
A mesma coisa, só que aderindo a algum tipo de cocktail de remédios que as impeça de comer...
Idem, enchendo as academias que não param de “pipocar”, com métodos e aparelhagens cada vez mais sofisticados.
Cada ano, mais e mais pessoas ultrapassam os limites do peso normal em todo o mundo e, outras, chegando perigosamente ao último degrau da obesidade.


Já repararam nos animais selvagens? Aqueles, em que o homem não tem o poder de interferir em suas vidas? Pois é! Nenhum desses animais faz dietas de emagrecimento, exercícios físicos localizados, cirurgias de obesidade ou, sequer, fazem uso de medicamentos inibidores de apetite. E, um dado surpreendentemente revelador: eles vivem muito mais tempo do que nós, humanos!

Ficar obeso não é normal. Ao contrário, é anormal! Tudo que você possa fazer, dessa forma, para tentar dar fim a essa situação, não vai resultar simplesmente porque, tratar apenas os sintomas de um problema, não se levando em conta suas causas já é uma falha estrutural enorme. Depois, porque o tratamento sintomático ocasiona problemas mais graves que, mais dia menos dia, terão forçosamente que vir a ser tratados.


PRODUTOS DIET – DOCES E VICIANTES VENENOS

Refrigerantes, chás, shakes, iogurtes, bebidas lácteas, achocolatados, pudins, gelatinas, sorvetes e tantos outros “alimentos” denominados de diet já podem ser considerados, as mais novas drogas viciantes disponibilizadas num mercado cada vez mais – assustadoramente! -, crescente. Isto por que as pessoas, no intuito de emagrecer e, totalmente equivocadas, vão embarcando às cegas, acompanhando o rastro de uma mídia, que não pára de alardear os poderes miraculosos dos adoçantes artificiais, em particular o aspartame.

A bem da verdade não há qualquer razão para as indústrias utilizarem este tipo de produto em suas composições já que, de maneira nenhuma, ele se pode enquadrar num produto “dietético”. Ao contrário do que se poderia supor, ele faz você desejar carboidratos e faz engordar. Em nossa clínica temos observado que, ao retirarmos das pessoas obesas o aspartame, em pouco mais de um mês, chegam a perder cerca de10 quilos. E não é só! Essa terrível substância causa depressão, além de contribuir para uma variedade imensurável de sintomas de muitas e muitas doenças, inclusive enxaqueca e tensão pré-menstrual.

Aos que ainda insistem em fazer uso desta droga é bom saberem que, ao ultrapassar a temperatura de 30º C, o álcool contido no aspartame se transforma em formaldeído, convertendo-se após, em ácido fórmico, provocando acidose metabólica. Só para lembrar, o ácido fórmico é o veneno usado para se dizimar formigas. Já parou para pensar no chá ou cafezinho que você toma, deliciosamente escaldante e, em você adicionando aquelas “gotinhas” mortais, diariamente, há longas décadas? Pois é!

Sempre recomendo o uso da Stévia, um adoçante maravilhosamente natural – não é um aditivo químico – que, além de suas propriedades milagrosas ainda ajuda no metabolismo dos açúcares, sendo ideal inclusive, para os portadores de diabetes. O gosto é similar ao açúcar, o que não acontece com os adoçantes artificiais, eu garanto.


LIGHT – É MESMO SINÔNIMO DE EMAGRECIMENTO?

A rigor, o termo light engloba todos os produtos que contêm em sua composição - comparados aos alimentos originais -, 25% de redução mínima nos teores de gordura e açúcar, entre os tantos produtos que diariamente, aportam nas prateleiras do mercado mundial. Todo o cuidado, porém, deve ser observado nesses teores de redução, já que os ingredientes têm algum papel relevante no produto disponibilizado. Para que este possa permanecer dentro de suas características, quase sempre ele é substituído por outro ingrediente e, o problema está exatamente, nesse substitutivo, que o pode tornar, como se diz, “pior a emenda que o soneto”. O próprio Ministério da Saúde classifica esse tipo de produtos como “alimentos modificados”, sendo o seu controle assegurado pela ANVISA (Divisão Nacional da Vigilância Sanitária de Alimentos).

Tomemos como exemplo a manteiga light. Por ter menos calorias pela sua redução de gordura, necessita de mais sal em sua composição, que lhe confere uma apresentação agradavelmente consistente. O consumidor que já sofra de hipertensão, ao levar para casa uma embalagem dessa manteiga light está, na realidade, levando um produto extremamente prejudicial à sua saúde, acarretando-lhe, em longo prazo, perigo de morte. E os exemplos - vos garanto! -, se multiplicam num sem fim de confusões, especialmente quando o propósito de seu uso é o emagrecimento. A verificação no rótulo da embalagem é decisiva para que se possa saber, ao certo, as características necessárias do produto que se pretende consumir, sendo ele light ou não.


Aqui, no Brasil, a comercialização desse tipo de produtos só foi aceita a partir de 1988, quando a legislação, àquela época, convencionou considerar estes produtos como alimentos e, não mais, como medicamentos.

Muitas são as vozes, de profissionais competentes, que se têm erguido, na tentativa de alertar os órgãos competentes a reformular a presente legislação, tão antiquada que se encontra face à enorme e crescente demanda de produtos – não só light como diet - no mercado atual, acarretando incoerências de tal sorte que, mais confundem do que ajuda o público consumidor, acarretando-lhe, a maioria das vezes, a perda total da saúde.


(*) Dra. Emília Pinheiro é Terapeuta Ortomolecular e Especialista em Dieta do Tipo Sanguineo.

Autora dos livros: Dieta Pelo Tipo Metabólico e Sanguineo )Ed. Unicorpore) – 2ª edição, revista e ampliada. Para adquirir o livro
www.unicorpore.com.br e, A Dieta de Auschwitz Versus o Pão Nosso de Cada Dia - Ariana Editora – Portugal. (Inédito no Brasil)

Clínica Spasso Urbano – Day Spa e Clínica Ortomolecular, dirigida pela Dra. Emília Pinheiro, já oferece o aparelho de Biorressonância Magnética – Vegatest .
Devidamente preparada para receber pessoas de todo o Brasil e exterior, não só para a consulta inicial, como para, durante apenas 5 dias úteis, proceder à total desintoxicação orgânica.
Informações: 44 - 3028-0065 / 3622-2291

FONTE: Assessora de Comunicação – Maria Emília Salles
AUTOR: Dra. Emilia O. G. Pinheiro
ESPECIALIDADES: Terapeuta ortomolecular, especialista e pioneira, no Brasil, da Dieta do tipo sanguíneo
AREA EM QUE ATUA. Medicina ortomolecular
TELEFONE: 44 - 3028-0065
Endereço: Av. Cerro Azul, 184 - S/03 - Z.02 - Centro Empresarial Paraíso
CIDADE E ESTADO: Maringá / PR
www.ortomolecularblog.blogspot.com.br

----------

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


23 de setembro de 2011

O Globo


Manchete: BC muda estratégia mas não impede alta do dólar

Moeda subiu mais de 5%, e Dilma diz que governo esta pronto para agir

Diante da disparada do dólar ontem, o Banco Central foi obrigado a mudar sua forma de atuação e voltou a vender a moeda americana no mercado futuro, o que não acontecia desde junho de 2009. Quando o dólar comercial subiu 5,25% no dia, o BC decidiu vender US$ 2,7 bilhões a investidores, fazendo a moeda recuar 1,29%. Mas a trégua durou pouco e logo as cotações voltaram a subir, terminando o dia a R$ 1,895, com alta de 1,61%. No mês, a valorização já chega a 18,96%. As bolsas despencaram em todo o mundo, com o agravamento da crise mundial. Na Bovespa, a queda foi de 4,83% e nenhuma ação do índice principal subiu. A presidente Dilma Rousseff disse, em Nova York, que o governo está pronto para agir no câmbio. (Págs. 1, 27 a 29 e Miriam Leitão)

Dilma pede eliminação de arsenais nucleares

Em reunião na ONU sobre segurança nuclear, a presidente Dilma Rousseff defendeu a aposentadoria, no futuro, das armas nucleares e a fiscalização do uso da energia atômica para fins pacíficos e de arsenais militares. A posição foi considerada mais enfática do que a do ex-presidente Lula, mas o Brasil resiste a assinar o protocolo da ONU que permite inspeções-surpresa. (Págs. 1 e 34)

Deboche na Câmara

Em pouco mais de três minutos e com só um deputado em plenário, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou ontem 118 projetos. O quorum na CCJ é de 36 deputados, mas todos assinaram e foram embora. Os dois deputados presentes (um presidindo e um no plenário) ainda debocharam da situação. (Págs. 1 e 11)

Comissão da Verdade: governo teve que ceder

De Nova York, a presidente Dilma resistiu duramente a proposta do DEM de impedir que vítimas da ditadura participassem da Comissão da Verdade, mas teve de ceder. A conversa ocorreu, por telefone, com um ministro e deputados num banheiro da Câmara. (Págs. 1, 9 e 10)

Fugas mudam presídio de PMs de lugar (Págs. 1 e 31)


------------------------------------------------------------------------------------

Folha de S. Paulo


Manchete: BC intervém para segurar o dólar

Pela primeira vez desde 2009, o governo precisou frear a valorização da moeda, que fechou em R$ 1,895

A crise global voltou a sacudir os mercados ontem, derrubando as principais Bolsas de Valores do mundo e provocando outro salto na cotação do dólar no Brasil.

Pela primeira vez desde junho de 2009, o Banco Central teve de intervir no mercado, para reduzir as perdas que as variações abruptas criam a empresas com negócios no exterior. O dólar chegou a ser vendido a R$ l,963 e fechou o dia em R$ 1,895. (Págs. 1 e Poder A4)

Menino de dez anos se mata depois de atirar na professora

Um menino de dez anos atirou em sua professora diante de 25 colegas de classe e, após sair da sala, se matou com um tiro na cabeça em São Caetano do Sul, região do ABCD paulista.

Rosileide Queiros de Oliveira, 38, foi atingida no quadril, mas não corre risco de morrer. O barulho dos disparos provocou correria - a arma usada pela garoto é do pai, um guarda-civil. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Foto legenda: Criança observa área interditada na escola Alcina Dantas Feijão, em São Caetano.

Em NY, Dilma diz que Brasil está 'a postos' contra a crise

Em entrevista em Nova York, Dilma Rousseff voltou a cobrar ações dos países ricos contra a crise. Sem dar detalhes, ela disse que o governo está pronto para tomar medidas para atenuar seu impacto no país.

Ela defendeu a participação do Brasil nas discussões para conter as turbulências, mas sem participar de ajudas financeiras. (Págs. 1 e Poder A6)

Montadora da China congela instalação de fábrica no país

A montadora chinesa JAC Motors acusou o Brasil de violar princípios da OMC (Organização Mundial do Comércio) e confirmou ter congelado seus planos de instalar uma fábrica no país.

"A política descontinua, irracional e parcial brasileira minou fortemente a confiança da JAC", disse a empresa sobre a elevação de IPI para importados. (Págs. 1 e Mercado B4)

Para Fiesp, aviso prévio pode prejudicar emprego

O presidente da Fiesp (federação industrial de SP), Paulo Skaf, disse que a extensão do aviso prévio para até 90 dias pode prejudicar quem deseja mudar de emprego. Para trabalhadores, lei trará mais segurança.

Se for sancionada, a norma valerá para todos os que estão hoje no mercado de trabalho - para quem pedir demissão e para quem for demitido. Confira respostas para as principais dúvidas sobre o assunto. (Págs. 1 e Mercado B1)

Argentina quer que jornalistas informem fontes

A Justiça argentina notificou os jornais do país para que forneçam dados de jornalistas que escrevem sobre inflação e informem suas Fontes. A medida é resultado de ação aberta a pedido do governo Kirchner contra economistas e consultorias que elaboram índice próprio de preços. (Págs. 1 e Mundo A12)

Palestina leva hoje à ONU pedido para se tornar Estado (Págs. 1 e Mundo A14)


Saúde: Estudo diz que intervalo em hemodiálise traz risco de morte (Págs. 1 e C14)


Editoriais

Leia "A crise se alastra", sobre a situação da economia mundial, e
"Cidade quase limpa", acerca da liberação de publicidade no mobiliário urbano. (Págs. 1 e Opinião A2)

------------------------------------------------------------------------------------

O Estado de S. Paulo


Manchete: Deputado revela venda de emendas na Assembleia

Em vídeo, Roque Barbiere (PTB) afirma que até 30% do Legislativo de SP 'enriquece fazendo isso'

O deputado estadual Roque Barbiere (PTB) disse que "tem bastante" parlamentar da Assembleia Legislativa de São Paulo ganhando dinheiro com a venda de emendas e com lobby de empreiteiras. "Não é a maioria, mas tem um belo de um grupo que vive e sobrevive e enriquece fazendo isso", declarou Barbiere em um vídeo divulgado por um site de Araçatuba. Ele estima que entre 25% e 30% dos deputadas paulistas adotem essa rotina. O petebista não cita nomes: “Poderia (citar), mas não vou ser dedo-duro". Barbiere cumpre o sexto mandato consecutivo de parlamentar estadual, está na política há 29 anos e integra a base aliada do governa Geraldo Alckmin (PSDB). (Págs. 1 e Nacional A4)

Procuradoria já investiga

A Procuradoria-Geral de Justiça foi alertada das declarações do deputado Roque Barbiere e está investigando o caso desde agosto. (Págs. 1 e Nacional A4)

Foto legenda: As revelações de Barbiere

Pergunta: É verdade que tá cheio de deputado que vende emendas, trabalha para empreiteiras? Barbiere: Não é que tá cheio, tem bastante que faz isso. Não é a maioria, mas tem um belo de um grupo que vive e enriquece fazendo isso. (Págs. 1 e Estadão.com.br)

Veja vídeo em que Barbiere confirma denúncia no estadão.com.br (Págs. 1 e site Estadão)

BC intervém para conter disparada do dólar

Em meio à expectativa de uma nova recessão global, o dólar continuou sua trajetória de alta: subiu ontem 3,52% e fechou cotado a R$ 1,91. Durante o dia chegou a superar R$ 1,95, levando o Banco Central a efetuar a primeira venda no mercado futuro desde junho de 2009. O governo está incomodado com a disparada do dólar, por causa do efeito sobre a inflação. Somente em setembro, a moeda acumula valorização de 20%. A presidente Dilma Rousseff, porém, disse que não pretende adotar medidas extraordinárias para controlar a alta.
"Neste momento de volatilidade e nervosismo dos mercados, nossa atitude é de calma e tranquilidade.” (Págs. 1 e Economia B1 e B4 a DS)

Análises

Celso Ming - Solavancos no câmbio

O governo vai trombando com os casuísmos e a inconsistência de sua política de cambial. (Págs. 1 e Economia B2)

Luis Eduardo Assis - Fuga para a qualidade

A trajetória de alta do dólar é inevitável, e quanto a isso não há muito o que fazer. (Págs. 1 e Economia B6)

Bolsas despencam

A perspectiva de piora da crise derrubou as mercados internacionais ontem. As principais bolsas de valores tiveram recua em torno de 5% na Europa e de 3% nos EUA. Em São Paulo, a queda foi de 4,83%. (Págs. 1 e Economia B10 e B14)

Tragédia em escola de São Caetano

Um menino de 10 anos, estudante da Escala Municipal Alcina Dantas Feijão, em São Caetano, atirou ontem na professara e depois se matou. Ele usou a arma do pai, um guarda-civil municipal. Os motivos que levaram ao crime ainda são investigadas. Não há informação de que a menina tivesse feita ameaças a professora. "Ele levantou, de repente, e atirou nas costas dela. Depois saiu da sala e se matou. Foi horrível", disse um dos alunos. (Págs. 1 e Cidades C1 e C3)

Bill Clinton culpa Israel por impasse

Um dia antes de Mahmoud Abbas apresentar pedido para a Palestina ingressar na ONU, o ex-presidente culpou Bibi Netanyahu pelo fracasso no processo de paz. (Págs. 1 e Internacional A12)

Em ano eleitoral, Lula vira enredo da Gaviões (Págs. 1 e Nacional A10)


Indústria do tabaco poderá ter benefício

O governa discute medidas que beneficiariam a indústria do tabaco, informa Lígia Formenti. Uma das propostas em estudo é a permissão para fumar em estabelecimento fechado. (Págs. 1 e Vida A17)

Notas & Informações

A presidente impressionou

Foi um alívio não ouvir de Dilma na ONU a descrição maniqueísta do mundo, marca de Lula. (Págs. 1 e A3)

------------------------------------------------------------------------------------

Correio Braziliense


Manchete: Até queijo tem imóvel funcional em Brasília

No DF, 498 pessoas ocupam irregularmente imóveis da União. Mas o que ocorre no Bloco H da SQS 203 é surreal. O apartamento de 160m² , que fica numa das áreas mais nobres da capital, foi transformado em depósito de queijo. Todos os dias, vizinhos testemunham vans chegando e saindo carregadas com o produto. Faz mais de 10 anos que o governo tenta, em vão, desalojar o inquilino, Clineo Netto. Ele mora lá desde 1980, após ter sido nomeado para cargo DAS no Ministério do Trabalho. Deixou o posto em 1985. Mas nunca saiu do apartamento, pelo qual chegou a oferecer R$ 107 (valor atualizado) quando Collor pôs os imóveis funcionais à venda. A oferta foi considerada irrisória. O apartamento está avaliado em R$ 1,3 milhão. (Págs. 1 e 3)

Deu a louca no dólar

Preocupado com o impacto na inflação e no endividamento de empresas brasileiras, o Banco Central tentou a todo custo conter a desvalorização do real, mas a moeda norte-americana atropelou as medidas e fechou em R$ 1,90. A incerteza dos mercados também derrubou as bolsas, como a de Londres, que caiu 4,67%. (Págs. 1 e 9 a 11)

Trem da alegria na Receita do DF

Projeto prevê a unificação dos cargos na Secretaria de Fazenda e abre guerra entre os servidores do órgão. (Págs. 1 e 21)

Marretadas na arte

Com aval do Iphan, posto de gasolina da 503 Norte derruba parede decorada com azulejos de Athos Bulcão. Usuários de redes sociais propõem boicote à empresa. (Págs. 1 e 28)

UnB em Ceilândia pode suspender vestibular

Crise provocada pelo atraso nas obras do câmpus faz o Conselho Universitário debater o adiamento das provas. (Págs. 1 e 29)

Menino de 10 anos atira na professora

A tragédia aconteceu em São Caetano do Sul (SP). Ela sobreviveu, mas o aluno se matou. (Págs. 1 e 8)

------------------------------------------------------------------------------------

Valor Econômico


Manchete: Dívidas soberanas colocam zona do euro perto de uma crise bancária

Sem ter resolvido a crise da dívida soberana, a Europa está agora mais perto de uma crise bancária. Diante de mais um dia de fortes perdas nos mercados acionários e de commodities e de instabilidade no mercado de moedas, autoridades europeias ultimavam planos de recapitalização de 16 bancos quase reprovados em um teste de resistência recente, informou o "Financial Times". No ano até o fim de agosto, segundo o Fundo Monetário Internacional, a perda de valor dos bancos europeus atingiu €400 bilhões, um recuo de 40%. E sua situação só piorou em setembro.

O socorro envolve principalmente bancos de porte médio - sete espanhóis, dois alemães, dois gregos, dois portugueses, um da Itália, um de Chipre e um da Eslovênia. O problema não se restringe a eles, porém. Os mercados castigaram duramente os bancos franceses, com alta exposição às dívidas soberanas e que têm perdido fontes de financiamento em dólares garantidas por fundos de investimentos americanos. (Págs. 1, C1, C2, C3, C5, C9, A9, B9, D1 e D2)

Banco europeu reduz crédito ao comércio externo do Brasil

As linhas de crédito para exportação e importação, grande parte abastecidas por captações externas, já refletem os impactos da crise europeia. Além de mais caras, as linhas de longo prazo dão os primeiros sinais de redução de disponibilidade. Alguns bancos passaram a moderar a oferta de "trade finance". A situação, porém, está longe de ser dramática, já que as grandes empresas estão bem capitalizadas.

O Banco Central identificou que está havendo uma migração da oferta de linhas de comércio para o Brasil de bancos europeus para instituições americanas e asiáticas. Os exportadores já buscam financiamentos nos bancos americanos e da Ásia, onde a liquidez é abundante. (Págs. 1, C1 e C2)

Foto legenda: Fé nos emergentes

Com a crise na Europa e a economia global em observação, é nos emergentes que o HSBC busca alento. O Brasil já é responsável pelo quarto maior lucro antes de impostos no grupo, atrás de Hong Kong, China e Reino Unido, diz o presidente mundial do banco, Stuart Gulliver. (Págs. 1 e C10)

Usinas no rio Teles Pires sob ameaça

O Ministério Público Estadual e a Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso embargaram as obras da usina Colíder, no rio Teles Pires, na divisa do Estado com o Pará. O pedido de paralisação das obras de outra usina no mesmo rio, a de Teles Pires, deverá ser feito pelo MPE ao Ibama na segunda-feira. Essas duas usinas, que estão entre as prioridades do PAC, são as primeiras de um complexo de ao menos cinco hidrelétricas previstas para a região. Os empreendedores estão sendo acusados de descumprimento de acordos socioambientais. A Copel, responsável por Colíder, informou que "já apresentou ao órgão ambiental todos os esclarecimentos e as informações que haviam sido solicitados". (Págs. 1 e B7)

Kirin quer 100% da Schincariol

O grupo japonês Kirin está disposto a fazer uma oferta de compra da participação dos acionistas minoritários na Schincariol, apurou o Valor. A fabricante de bebidas é controlada por dois grupos diferentes de primos. Se a Kirin mantiver os mesmos critérios que seguiu na compra da holding Aleadri, dona de 50,45% da Schincariol, a Jadangil, que detém 49,55%, vai receber R$ 3,88 bilhões. Nas próximas semanas, a Câmara Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo vai julgar a liminar que impede a Kirin de assumir o controle da cervejaria.

À espera dessa definição, a direção da empresa tenta sustar a tendência de perda de mercado, especialmente na Região Nordeste. (Págs. 1 e B1)

Kassab tenta subir para a alta política brasileira

Desde o fim das eleições presidenciais de 2010, o prefeito e o político convivem em simbiose na pessoa de Gilberto Kassab. Isso, naturalmente, é motivo de crítica dos adversários, mas ele fez sua opção: nos últimos seis meses, dedicou-se integralmente à criação do PSD. Jura que a intensa atividade política que passou a desenvolver em nada interfere nas responsabilidades do prefeito.

Praticamente desconhecido no país até assumir a Prefeitura de São Paulo em 2006, quando José Serra (PSDB) deixou o cargo para concorrer ao governo do Estado, Kassab agora muda outra vez de patamar político ao dissentir do DEM, propor uma saída alternativa - e ser seguido - aos insatisfeitos em outras siglas e comandar um partido de tamanho médio e maleável o suficiente para compor alianças que o projetem para o primeiro escalão da política nacional. Como diz o próprio Kassab, o PSD não é de direita, nem de centro, nem de esquerda. Em seu ponto de vista, é, de todo modo, uma resposta às expectativas de um grande eleitorado de centro, em São Paulo. (Págs. 1 e Eu & Fim de Semana)

Economia com busca na web é de 0,5% do PIB

As operações de busca na internet proporcionam uma economia de mais de US$ 17 bilhões anuais no Brasil. Nesse valor está incluída a redução de gastos de pessoas que conseguem mais informações em menos tempo e a de empresas que poupam horas para obter informações na internet com repercussões diretas em seus lucros. O valor equivale a cerca de 0,5% do Produto Interno Bruto. Cada consumidor brasileiro economiza entre US$ 2 e US$ 5 em média ao mês ao usar sistemas de busca. No mundo, são US$ 780 bilhões de economia. Nos países que mais utilizam essas ferramentas, a estimativa é de que a redução de gastos por consumidor seja de US$ 20 por mês. (Págs. 1 e A3)

LAN poderá ir à Justiça contra restrições à fusão com a TAM (Págs. 1 e B4)


Receita cresce mais que produção

Em 12 meses até julho, a produção industrial cresceu 1,4%, enquanto a faturamento do setor avançou 3,7%. Segundo a CNI, a explicação para o descompasso é o aumento da importação pelas próprias indústrias. (Págs. 1 e A5)

Reações ao novo aviso prévio

Projeto de lei que estende o prazo de aviso prévio para até 90 dias, aprovado quarta-feira na Câmara e à espera de sanção presidencial, preocupa empresários e divide sindicalistas. (Págs. 1 e A7)

Cidades verdes

Pesquisa da Economist Intelligence Unit, patrocinada pela Siemens, mostra que cinco cidades brasileiras - Curitiba, Rio, Belo Horizonte, Brasília e São Paulo - ficaram acima da média de 17 cidades latino-americanas no Índice de Cidades Verdes na região. (Págs. 1 e B1)

Ação internacionalizada

Após chegar à Argentina e Colômbia, a Ação Informática, distribuidora brasileira de produtos da IBM e da Oracle, entre outros, busca aquisição no México e planeja a abertura de escritório em Miami para atender a América Central e o Caribe. (Págs. 1 e B3)

Desafios do novo 'capitão' Cook

Um mês depois de Steve Jobs deixar a Apple, investidores e analistas parecem já ter se refeito do impacto inicial da mudança. Após uma queda inicial, as ações já se valorizaram, mas resta dúvida sobre a capacidade de o novo CEO, Tim Cook, manter a empresa como uma das líderes em inovação. (Págs. 1 e B3)

Internet prepara o Natal

Varejistas on-line esperam crescimento de até 60% nas vendas de fim de ano e, para evitar os problemas de entregas observados no Natal de 2010, investem em pessoal, centros de distribuição, tecnologia e frota. (Págs. 1 e B4)


Chineses avançam no luxo

Grifes ocidentais de luxo, principalmente europeias, em dificuldades ou que já não tem mais o antigo brilho, estão sendo compradas por investidores chineses e "reinventadas" para o público local. (Págs. 1 e B6)


Ideias

Claudia Safatle

A expectativa do governo é de que a taxa de câmbio se estabilize num novo patamar, ao redor de R$ 1,70. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Marco Aurélio Cabral

A decisão de reduzir os juros na última reunião do Copom pode inaugurar um novo período na história econômica do país. (Págs. 1 e A10)

-------------------------------------------------------------------------------------