PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quarta-feira, abril 25, 2012

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''


SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


25 de abril de 2012
O Globo

Manchete: Escândalo de Cachoeira - CPI começa com 65% de governistas e relator ‘fiel’
Petista diz que foco não é o Planalto, mas fala em apurar ‘doa a quem doer’

A CPI Mista que investigará o bicheiro Carlinhos Cachoeira e suas conexões com o mundo político e a construtora Delta terá o ritmo ditado pelo deputado Odair Cunha, de Minas. Escolhido relator, ele afirmou ser um petista “fiel” e disse que o foco é o contraventor: “Não se trata de uma investigação que vá para cima do Planalto ou qualquer membro do governo”. Admitiu, porém, mudança de rumo, “doa a quem doer”, dependendo do avanço das investigações. Com 41 dos 63 parlamentares, os governistas terão o controle da CPI. O PMDB escalou políticos suplentes e inexperientes, deixando ao PT a tarefa de blindar o Planalto. O presidente do Senado, José Sarney, disse que o Congresso viverá “algum tempo de muitas revelações e turbulências”. (Págs. 1, 3 e 4)
STJ vai investigar Agnelo Queiroz
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, vai pedir ao Superior Tribunal de Justiça abertura de inquérito para investigar relações do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. (Págs. 1 e 4)
Perillo admite influência ‘isolada’ de Cachoeira
Excluído da investigação do STJ, o governador de Goiás, Marconi Perillo, admitiu que Cachoeira pode ter influído de forma isolada em seu governo. (Págs. 1 e 10) 
Calote bate nível recorde no pós-crise
A explosão do crédito em 2010 e o freio na atividade econômica levaram o país a ter recordes de inadimplência desde 2009, após a crise global. Segundo os bancos, esses índices só deverão ceder no segundo semestre, ajudados pela queda de juros e spreads. Assim como ocorreu com o Bradesco, o Itaú Unibanco também viu seu lucro encolher por causa do calote. (Págs. 1 e 23)
Crise já mudou o mundo
Desde 2007, a China aumentou de 10,9% para 14,3% a participação no PIB mundial, enquanto os EUA encolheram. Eram 21%, hoje são 19%, informa MÍRIAM LEITÃO. Os números provam que a China segurou o crescimento mundial. (Págs. 1 e 24)
Sarkozy tenta seduzir eleitor xenófobo
Em busca do voto dos ultradireitistas, o presidente Nicolas Sarkozy partiu para o discurso anti-imigração e prometeu reduzir à metade o número de novos imigrantes na França. Já o socialista François Hollande propôs o direito a voto dos estrangeiros. (Págs. 1 e 31)
Alemanha decide liberar ‘Mein Kampf
Sete décadas após o fim da Segunda Guerra, a Alemanha voltará a publicar, em 2016, o livro “Mein Kampf” (“Minha luta"), de Adolf Hitler. Apesar de não ser proibida, a publicação era vetada pelo Estado da Baviera, que detém seus direitos. (Págs. 1 e 32)
Jornalista é executado no Maranhão
O repórter Décio Sá, do jornal “O Estado do Maranhão”, foi morto com seis tiros num bar na noite de segunda-feira. A polícia suspeita de crime encomendado. Entidades de imprensa cobraram rigor na apuração do crime. (Págs. 1 e 13)
Rio vive epidemia de dengue
Apesar da baixa letalidade e de um número de casos menor que o previsto, o Rio enfrenta, oficialmente desde ontem, a quinta epidemia de dengue — as outras foram em 1987, 1992, 2002 e 2008. Segundo o secretário municipal de Saúde, Hans Dohmann, os critérios para a decretação de epidemia são numéricos: a cidade ultrapassou o índice de 300 casos por cem mil habitantes e a curva de pessoas atingidas pela doença é ascendente. Desde janeiro são 50.016 casos da doença e 12 óbitos. (Págs. 1 e 15)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Para ter controle de CPI, Dilma impõe aliado como relator
‘Alinhado ao Palácio do Planalto, deputado Odair Cunha (PT-MG) afirma que apuração não será ‘caça às bruxas’

O governo Dilma Rousseff indicou o deputado Odair Cunha (PT-MG) como relator da CPI que investigará a relação do empresário Carlinhos Cachoeira com políticos, sinalizando a intenção de mantê-la sob controle.

O Planalto quer evitar que a investigação constranja o governo. Também tenta impedir o fortalecimento de setores do PT ligados a Lula e José Dirceu, que pregam o confronto com a oposição e queriam outro relator. (Págs. 1 e Poder A4)

Procurador-geral vai investigar governador do DF e três deputados. (Págs. 1 e A7)
Empreiteira Delta deve deixar obras da Petrobras
A construtora Delta, investigada por suposto envolvimento com Cachoeira, vai abandonar as obras que faz para a Petrobras no Comperj (completo petroquímico) e na refinaria Reduc, ambas no Estado do Rio. Só com o Comperj, a empreiteira tem dois contratos que chegam a quase R$ 800 milhões.

A baixa performance da construtora vem desagradando a petroleira. (Págs. 1 e Poder A6)
Caixa reduzirá taxa de juros do financiamento de imóveis
A Caixa Econômica Federal anuncia hoje uma redução nas taxas de financiamentos imobiliários. O tamanho do corte seria definido ontem à noite. A Caixa, que detém 74% desse mercado, acredita que a medida vá levar a cortes no setor privado. O banco deve criar dois fundos de investimento com taxas de administração mais baixas. (Págs. 1 e Mercado B1)

Análise
Em 2012, bancos terão de melhorar a gestão de carteiras e reduzir despesas operacionais, escreve Daniel Augusto Motta. (Págs. 1 e B3)
Americanos são acusados de agredir prostituta no DF
Quatro funcionários da Embaixada dos EUA foram afastados de suas funções após serem acusados de agredir em dezembro uma prostituta em Brasília. O secretário de Defesa, Leon Panetta, disse que o caso foi investigado e que eles não estão mais no país. (Págs. 1 e Mundo A14)
Construtora OAS faz apelo à Bolívia para retomar obra
A construtora OAS entregou carta ao governo Evo Morales contestando a decisão de anular o contrato de US$ 415 milhões para construir uma estrada. Nos bastidores, a empresa se queixa da falta de apoio do governo brasileiro. (Págs. 1 e Mundo A17)
São Paulo tem falta de professor em 32% da rede estadual
Falta professor em uma de cada três escolas estaduais da cidade de São Paulo, informa Fábio Takahashi. Dos 1.072 colégios, 343 precisavam de docente no início deste mês. A Secretaria da Educação diz que o levantamento é “enganoso” e que abrirá concurso no próximo semestre. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Procurador acusa ex-comandante do DOI-Codi paulista
O Ministério Público Federal denunciou ontem Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-Codi paulista, e Dirceu Gravina, hoje delegado da Polícia Civil, pelo desaparecimento do sindicalista Aluízio Palhano em 1971. Os acusados negam a participação em torturas na ditadura militar. (Págs. 1 e Poder A10)
Editoriais
Leia “FMI turbinado”, sobre redivisão de poder no Fundo Monetário Internacional, e “Ameaças à imprensa”, a respeito de assassinatos de jornalistas. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: STF manda investigar três deputados no caso Cachoeira
Suspeitos são Leréia (PSDB), Sandes Júnior (PP) e Stepan Nercessian (PPS); Agnelo também pode ser alvo

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, determinou a abertura de três inquéritos para investigar os deputados federais Carlos Leréia (PSDB-GO), Sandes Júnior (PP- GO) e Stepan Nercessian (PPS-RJ) por suspeitas de envolvimento com o contraventor Carlinhos Cachoeira. O ministro também abriu caminho para que o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), seja investigado perante o Superior Tribunal de Justiça por suposto envolvimento com o esquema. Lewandowski atendeu a pedidos do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, para que permanecessem no STF apenas as investigações contra os deputados e o senador Demóstenes Torres. O ministro também autorizou o desmembramento do inquérito para que sejam separadas as partes da investigação relacionadas a Agnelo. O governador admitiu recentemente que já esteve com Cachoeira. (Págs. 1 e Nacional A4, A6 e A7)

Tesoureiro quer falar

Foragido, Geovani Pereira da Silva, considerado o arquivo vivo das movimentações financeiras do esquema de Carlinhos Cachoeira, está “pronto para cooperar” com a CPI que investigará o caso, segundo sua defesa. (Págs. 1 e Nacional A6)

O relator: Odair Cunha
Deputado(PT-MG)

“Estamos investigando Carlinhos Cachoeira e suas relações. Não é uma investigação que necessariamente vá para cima do Planalto ou qualquer membro do governo" (Pág. 1)
Planeta: Brasil quer que Rio+20 expanda Bolsa Verde
O Brasil pretende propor, na Rio+20, a criação de um piso mínimo de proteção socioambiental, uma versão global do Bolsa Verde, informa a repórter Marta Salomon. Além de garantir renda mínima, o piso daria remuneração extra aos pobres pela proteção da floresta e a recuperação de áreas degradadas. A expectativa do Brasil é que a proposta conste da declaração final da conferência. (Págs. 1 e Caderno Especial)

Hotéis são dor de cabeça

A menos de dois meses da Rio+20, um dos maiores problemas ainda é conseguir hospedar as cerca de 80 mil pessoas esperadas na cidade. (Págs. 1 e H3) 
Dilma não descarta mudanças na poupança
Diferentemente de integrantes da equipe econômica, a presidente Dilma Rousseff deixou em aberto ontem a possibilidade de alterar o rendimento da poupança - e abrir espaço para reduzir a taxa básica de juros, sem provocar fuga de recursos dos fundos de investimentos para a caderneta. “Todas as questões vão ser avaliadas pelo governo com muita calma”, disse. (Págs. 1 e Economia B1)
Cinco projetos de mobilidade em SP terão verbas do PAC
A presidente Dilma Rousseff anunciou os 34 projetos de mobilidade urbana contemplados no PAC, com investimentos de R$ 32 bilhões, dos quais R$ 22 bilhões virão do governo federal. Cinco projetos vão beneficiar São Paulo, com verbas no valor de R$ 967 milhões. “Reaprendemos a atuar em parceria de forma extremamente republicana”, disse Dilma, sobre o diálogo com governantes de oposição. (Págs. 1 e Cidades C1 e C3)
CPI do direito autoral acaba com 15 indiciados (Págs. 1 e Nacional A7)

Jornalista é morto com cinco tiros no Maranhão (Págs. 1 e Nacional A8)

Israel legaliza colônias pela 1ª vez em 20 anos (Págs. 1 e Internacional A10)

Pais indenizam filho adotivo que devolveram
Um casal de Uberlândia (MG) terá de pagar pensão a um adolescente que foi adotado e, dois anos depois, devolvido. Então com 4 anos, o menino era chamado de “retardado” pelos pais adotivos. (Págs. 1 e Vida A19)
R$ 41 bi em móveis
Redução de imposto e ascensão da classe C impulsionam o setor. (Págs. 1 e Estadão PME)
Rolf Kuntz
Muito além do tsunami

Na falta de algo melhor para mostrar, o governo deve seguir esbravejando contra o tsunami monetário e criando estímulos para expansão da demanda. (Págs. 1 e Economia B12)
Eliana Cardoso
Um populista no inferno

O aumento dos riscos argentinos com a reestatização pode se refletir no Brasil. O contágio regional parece inevitável. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Roberto Damatta
Manifesto da Baixaria

Juizes do Supremo, parlamentares, ministros, empresários e governadores perderam o senso luso-brasileiro e ameaçam um bate-boca generalizado. (Págs. 1 e Caderno 2, D12)
Notas & Informações
Mercados esquizofrênicos

Há algo mais que a tradicional combinação do jogo especulativo com o espírito de manada. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Dilma dá R$ 2 bi para o transporte no DF
Os recursos fazem parte do PAC da Mobilidade, programa do governo federal destinado a desafogar o trânsito e a melhorar o transporte público nas cidades sedes da Copa de 2014. No total, no país, serão investidos R$ 32 bilhões em obras que deverão estar prontas até o início do Mundial. No Distrito Federal, o dinheiro servirá para ampliar o metrô até a Asa Norte. E, também, para concluir a construção de corredores exclusivos de ônibus. Um deles, a Linha Amarela, fará a conexão de Santa Maria e do Gama com o Plano Piloto. O outro, a Linha Verde, ligará Ceilândia e Taguatinga ao centro da capital. (Págs. 1 e 21)
Novo presidente do Supremo sai em defesa do CNJ
Seis dias depois de assumir o comando do STF, o ministro Carlos Ayres Britto diz, em entrevista ao Correio, que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é a principal ferramenta de que dispõe o Judiciário para se firmar como Poder da República. E defende o papel do órgão de “defenestrar” magistrados que não merecem vestir a toga. (Págs. 1 e 6)
STF desmembra as investigações sobre Cachoeira
Além de Demóstenes, o ministro Lewandowski determinou que sejam investigados os parlamentares Carlos Leréia, Sandes Júnior e Stepan Nercessian. Também autorizou o desmembramento das investigações relativas a Agnelo Queiroz. (Págs. 1 e 4)
Partidos da base deixam caciques fora da CPI
Renan, Jucá, Eduardo Braga? Que nada. Caberá a senadores do baixo clero a tarefa de blindar o governo na CPI que investigará as relações criminosas do bicheiro Carlinhos Cachoeira com agentes públicos e privados. (Págs. 1, 2 e 3)
Foto-legenda: Luz para a Saúde
Os médicos Diogo Mendes e Raquel Almeida acendem velas em frente ao Congresso para protestar contra os baixos valores que recebem dos planos de saúde. Hoje, o atendimento aos segurados será suspenso em vários estados. Em Brasília haverá panfletagem. (Págs. 1 e 11)
Presidente admite que há estudos para mudar a poupança (Págs. 1 e 9)

Vacinação contra a gripe começa dia 5 e atinge 24 milhões (Págs. 1 e 29)

Suspeita de fraude em concurso da CEF
Várias caixas com provas em branco da seleção para técnico bancário foram encontradas num terreno baldio do Guará. Segundo a polícia, o material teria sido abandonado na noite de segunda-feira. O certame, organizado pela Cesgranrio, corre risco de ser anulado. (Págs. 1 e 12)
Licitação: Brasília terá mais 646 táxis
A concorrência para as novas permissões será no segundo semestre e a atual frota deve passar de 3,4 mil para 4 mil veículos. Cada autorização vai custar R$ 5,6 mil, com validade de 25 anos. Os carros terão aparelhos mais modernos para facilitar a fiscalização. (Págs. 1 e 23)
MP apura abuso de americanos
O Ministério Público do DF investiga a agressão a uma dançarina brasiliense. O governo dos EUA diz que os militares foram punidos. Já o diplomata iraniano suspeito de pedofilia terá de se explicar em seu país. (Págs. 1 e 27)
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Valor Econômico

Manchete: Ações por atraso de obras pesam nas construtoras
Além de estourarem os orçamentos e apresentarem margens em queda, as incorporadoras imobiliárias se deparam com outro problema que ainda não se refletiu em seus balanços: entre 2010 e 2011, mais que dobrou o valor das ações judiciais cíveis contra elas. Boa parte dos processos é relacionada à cobrança de multas por atraso na entrega das obras.

Em um grupo de 15 empresas de capital aberto analisadas pelo Valor, o montante das contingências cíveis fora do balanço saltou de R$ 364 milhões para R$ 757 milhões, com alta de 107% em um ano. Como as empresas dizem que a chance de perda nesses processos é apenas “possível”, e não “provável”, esses valores não foram registrados como despesa com provisão no balanço – aparecem apenas nas notas explicativas. (Págs. 1 e B7)
Ingresso de capitais dá salto
O fluxo líquido de capitais recebido pelo Brasil em março foi o maior em um ano e alcançou US$ 13,6 bilhões. Recursos brasileiros contribuíram para o resultado. Filiais de multinacionais brasileiras enviaram às suas matrizes perto de US$ 7 bilhões em operações de empréstimo intercompanhias. No trimestre, elas geraram ingresso de US$ 8,6 bilhões, montante superior ao desembolso recebido em todo o ano passado (US$ 8,5 bilhões). A entrada líquida de capitais cobriu com folga o déficit nas transações correntes, fazendo com que o balanço de pagamentos fosse positivo em US$ 10,59 bilhões no mês. Não se via saldo tão expressivo desde setembro de 2010. (Págs. 1 e C3) 
Sinal verde a dividendos da Vale
Os acionistas da Vale devem receber R$ 5,4 bilhões em dividendos no dia 30, como previsto pela companhia. A tentativa da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional de impedir a operação não foi confirmada ontem pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A União e a empresa discutem um processo de R$ 24 bilhões referente à tributação de lucros de controladas no exterior. A Fazenda pediu que a companhia oferecesse garantias no processo e pretendia que os dividendos fossem bloqueados com essa finalidade. A discussão seria decidida ontem, mas o ministro que a desempataria não apresentou seu voto. Como a próxima sessão do STJ acontece depois do dia 30, a Vale poderá fazer a distribuição. (Págs. 1 e E1)
Foto-legenda: Voos mais altos
A divisão agrícola da Embraer, que fabrica o Ipanema — utilizado para pulverização de lavouras —, teve um aumento expressivo de 45% nas vendas no ano passado. Parte do sucesso se explica pelo aumento das vendas no Estado de São Paulo, afirma Fábio Bertoldi Carretto. (Págs. 1 e B14)
“Brasil deve construir consensos”
Como anfitrião, o Brasil deve assumir o papel de “construtor de consensos” na Rio+20.0 presidente do BNDES, Luciano Coutinho, considera que o país tem uma posição privilegiada nas relações com países desenvolvidos e em desenvolvimento e precisa cuidar para que a conferência elabore pelo menos uma agenda de iniciativas concretas de redução de consumo e eficiência energética.

Coutinho participou ontem do seminário “Desenvolvimento Sustentável: o Caminho para o Rio+20”, promovido pelo Valor e pelo “Financial limes”, em Nova York. Na avaliação de autoridades diplomáticas brasileiras que estão à frente das negociações para a conferência, não se deve esperar que a Rio+20 repita os mesmos resultados abrangentes da Rio 92. Haverá avanços, como a criação de uma espécie de conselho internacional para questões ambientais, mas o momento histórico é outro. (Págs. 1 e Caderno especial "Rio+20")
OHL Brasil será vendida para Abertis
A OHL Brasil, companhia aberta focada em concessões rodoviárias, vai mudar de dono. Em operação de troca de ativos, o grupo espanhol Obrascon Huarte Laín (OHL) deve transferi-la para a também espanhola Abertis Infraestructura, que passará a ser a controladora indireta.

De acordo com fato relevante, a OHL Concesiones será cindida e a parte que inclui a Partícipes en Brasil, proprietária de 60% da OHL, vai se tomar propriedade da Abertis. Outros 22,5% da companhia brasileira são negociados em bolsa. A OHL também deverá transferir à Abertis passivos de € 530 milhões. Em troca, ficará com 10% das ações da Abertis. O contrato prevê ainda a venda da OHL Chile. (Págs. 1 e B10)
Os cuidados para se guardar joias e itens de coleção em casa
Proteger bens como joias, obras de arte, dinheiro em espécie vai muito além de manter um cofre em casa. “Existe um mito de que cofre é sinônimo de segurança. Mas um equipamento desses em casa pode até aumentar o risco para os moradores”, diz Tatiana Diniz, diretora da Associação Brasileira de Profissionais de Segurança e dona da empresa Cadiz.

Cada tipo de ambiente exige um planejamento específico, que pode incluir alarmes, sensores, câmeras e monitoramento externo. Em situações nas quais os bens têm valor muito alto — joias de herança, relógios raros ou itens de coleção — e precisam ser guardados sem limite de tempo, especialistas sugerem até mesmo transformar um imóvel à parte em uma espécie de caixa-forte. “Hoje é comum a blindagem de quartos em um ambiente longe da casa e a criação de sistemas sob medida que podem incluir cofres com leitores biométricos, câmeras e sensores”, diz o consultor Emir Pinho. (Págs. 1, D1 e D2)
Senado aprova resolução que acaba com a "guerra dos portos" (Págs. 1 e A5)

EUA confirmam primeiro caso de vaca louca desde 2006 (Págs. 1 e B14)

GP reforça atuação no setor imobiliário, diz Bonchristiano (Págs. 1 e C14)

Belcorp reforça operação no país
A peruana Belcorp, terceira maior empresa de cosméticos por venda direta da América Latina, vai investir US$ 200 milhões na operação brasileira até 2015. Até lá, 80% do portfólio deverá ter a produção nacionalizada. (Págs. 1 e B5)
Governança Tributária
Empresas nacionais e multinacionais que operam no país criam diretorias tributárias para administrar operacional e estrategicamente a área. Custo de uma gestão fiscal de excelência não é baixo, mas hoje já é entendida como fonte de receita, diz João Marco, da Michael Page. (Págs. 1 e Especial)
"Concordata" da Filizola
A centenária fabricante de balanças Filizola teve o pedido de recuperação judicial deferido pela Justiça. Com dívidas de aproximadamente R$ 25 milhões, a empresa aposta em novas áreas, como a produção de impressoras fiscais, para superar a crise. (Págs. 1 e B10)
ADM põe usina à venda
Maior produtora de etanol dos EUA, a Archer Daniels Midland (ADM) contratou o Bank of America (BofA) para vender sua única usina no Brasil. A decisão encerra os planos de se tornar uma grande produtora de biocombustível também no país. (Págs. 1 e B14)
Inadimplência também atinge o Itaú
Depois de arranhar os números do Bradesco, ontem foi a vez de á inadimplência deixar marcas no balanço do primeiro trimestre do Itaú Unibanco. O banco registrou despesas de RS 6 bilhões para cobrir os pagamentos em atraso. (Págs. 1 e C1)
Pirataria
Apesar de avanços em áreas como a de software, a pirataria — que causa perdas de R$ 32 bilhões, segundo cálculos oficiais — avança em outros segmentos, como o de remédios. “O que está em jogo é nossa capacidade de oferecer segurança jurídica para atrair investimentos”, diz Roberto Abdenur. (Págs. 1 e Especial)
FGV reforça parceria na China
A Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas, amplia o acordo de cooperação com a Escola de Economia e Administração da Universidade Tsinghua, na China, para intercâmbio de alunos e pesquisas acadêmicas. (Págs. 1 e D4)
Ideias
Pedro Cafardo

A única certeza sobre a China é que ela é insondável, e é impossível saber se sua meta de desaquecimento será cumprida ou não. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Martin Wolf

Queda do governo holandês e eleição francesa mostram que a crise na Europa está sujeita a riscos políticos cada vez maiores. (Págs. 1 e A15)
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terça-feira, abril 24, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] POLITICAMENTE CORRETO


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EDUCAÇÃO [In:] NINGUÉM VAI AO MERCADO SEM ELA (*)

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Sem educação não há salvação




Autor(es): José Pastore
O Estado de S. Paulo - 24/04/2012
 

A depressão de 1929 teve efeitos devastadores nos Estados Unidos. Da noite para o dia boa parte da riqueza virou pó. A produção industrial caiu 50% e o comércio internacional encolheu 70%. Mais de 5 mil bancos faliram. Agravadas por uma impiedosa seca, as safras fracassaram por completo. O desemprego disparou, chegando à casa dos 25%.
Para dar uma ocupação a milhões de pessoas que estavam sem ter o que fazer, o governo americano, em meio de tantos cortes nos orçamentos, decidiu expandir as bibliotecas públicas para ali acomodar os que estavam desempregados. Assim foi feito. Os acervos aumentaram, os espaços e os horários de funcionamento se ampliaram. Surgiram nessa época as bibliotecas circulantes para atender os leitores das pequenas cidades e da zona rural.
Qual foi a consequência daquela iniciativa? Importantíssima. Durante quase dez anos, milhões de desempregados se ocuparam com a leitura. O resultado foi o previsível: no meio de tantos desastres, o país enriqueceu o seu mais precioso ativo - o capital humano - e com isso enfrentou os desafios da retomada do crescimento.
A história está repleta de exemplos desse tipo. O Plano Marshall teve sucesso na Europa porque, mesmo durante a guerra, a educação foi preservada. Muitas escolas funcionaram até mesmo em dias de bombardeio.
Depois da terrível devastação nuclear de Hiroshima e Nagasaki (agosto de 1945), o Japão se levantou com base no bom preparo da sua gente. A Coreia do Sul ressurgiu das cinzas após o conflito dos anos 50 e renasceu novamente depois da crise de 1998 - nos dois casos, com base na educação do seu povo.
Li com muita atenção a matéria da revista The Economist (10/3/2012) que revelou uma interessante recorrência nos Estados Unidos: neste ano de 2012, no meio da recessão que ainda assola aquele país, 60% dos americanos de 16 a 24 anos - um recorde histórico! - estão matriculados nas universidades americanas. Mais fantástico é verificar que, entre 2005 e 2011, as bolsas de estudo passaram de 5,5 milhões para 9,6 milhões. O crédito para pagar as matrículas também aumentou de forma expressiva.
Nos Estados Unidos, 50% dos jovens entre 18 e 19 anos estão matriculados nas universidades. E mais: 16% dos que têm mais de 35 anos estudam em escolas de nível superior, ainda que em tempo parcial.
Como se vê, no momento em que faltam empregos, os jovens decidiram sentar nos bancos escolares. Tudo indica que a história vai se repetir. Os Estados Unidos sairão da recessão atual com mais capital humano. Tenho dúvidas de que isso venha a acontecer com os países mais afetados pela crise na Europa (Portugal, Espanha, Itália, França e Grécia), que estão cortando fundo os orçamentos da educação.
No Brasil, por sua vez, estamos desperdiçando a oportunidade dos bons ventos da economia. Sim, porque, mesmo com todos os incentivos do Pro-Uni, menos de 15% dos jovens cursam as escolas de nível superior. A taxa média de evasão é de 22% e, nas escolas particulares, onde está a maioria dos alunos, chega a 26%. Nessas escolas, a ociosidade atinge 52% das vagas existentes.
Esse quadro precisa mudar não apenas no aspecto quantitativo, mas, sobretudo, no qualitativo. A julgar pelo desempenho dos estudantes nas provas de avaliação, verifica-se que a qualidade do ensino da grande maioria de nossas faculdades está fortemente comprometida pelo conluio entre escolas que fingem que ensinam e alunos que fingem que aprendem. Uma farsa.
A melhoria da educação, além dos visíveis impactos nos campos da cidadania e da democracia, é crucial para elevar a produtividade do trabalho e a competitividade das empresas e da economia como um todo. Para os trabalhadores, é essencial para a elevação da renda e o progresso na carreira. No mundo competitivo, sem educação, não há salvação.
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(*) ... só Carolina não viu (Carolina. Chico Buarque).
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''


SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


24 de abril de 2012
O Globo

Manchete: Enriquecimento ilícito de juiz e político deve virar crime
Proposta contra corrupção é aprovada para a reforma do Código Penal

A Comissão de Reforma do Código Penal aprovou ontem proposta que pune pelo crime de enriquecimento ilícito o político, juiz ou servidor público que obtiver patrimônio incompatível com a renda declarada por ele. Pelo projeto, que deve ser encaminhado à presidência do Senado até junho, agentes públicos com patrimônio a descoberto poderão receber pena de até 8,5 anos de prisão. Se o texto for aprovado, o Código deixará de exigir provas do crime que levou à obtenção dos bens. “Talvez seja o tipo penal mais abrangente contra a corrupção na administração pública”, disse o presidente da comissão, Gilson Dipp, ministro do STJ. (Págs. 1 e 3)
CPI discutirá bloqueio de bens de acusados
O deputado Miro Teixeira (RJ) vai propor que a CPI do Cachoeira, que será instalada amanhã no Congresso, peça ao Supremo Tribunal Federal o bloqueio dos bens dos investigados. (Págs. 1 e 4)
CGU abre processo para investigar a Delta
A Controladoria Geral da União abriu ontem processo para investigar os contratos do governo federal com a Delta, empreiteira que está no centro do escândalo Cachoeira, de corrupção. (Págs. 1 e 4)
De extremos : Marine Le Pen nega apoio a Sarkozy e Hollande
Embalada por 17,9% dos votos e o terceiro lugar no primeiro turno das eleições presidenciais francesas, a ultra-direitista Marine Le Pen partiu para o ataque tanto ao presidente Nicolas Sarkozy quanto ao socialista François Hollande, que já cortejam seus eleitores. Para analistas, a líder da Frente Nacional tenta fortalecer o partido no pleito legislativo de junho. (Págs. 1, 24 e Míriam Leitão, 18)
Dilma: Brasil tem de ser 6º em qualidade de vida
Ao discursar em Sergipe após celebração de acordo entre Vale e Petrobras para produzir potássio, a presidente Dilma afirmou que não basta ao país ser a sexta economia mundial. “Queremos que o Brasil seja a sexta sociedade em condições de vida.” (Págs. 1 e 18)
Crise derruba governo holandês
Extrema-direita tira apoio e critica ajuste proposto por UE

A retirada do apoio do Partido para a Liberdade, de extrema-direita, por críticas ao ajuste proposto pela União Européia, derrubou o governo holandês. Além da Holanda, incertezas políticas na França, recessão na Espanha e dados mais fracos da zona do euro e da China provocaram perdas nas Bolsas mundiais. No Brasil, a queda foi de 1,53%. Já o dólar fechou em alta de 0,69%, a R$ 1,8830, a maior cotação desde 25 de novembro. (Págs. 1, 19 e 25)
Bancos dificultam acesso a juro baixo
Quem procura os bancos para obter informações sobre as novas taxas de juros anunciadas por instituições públicas e privadas sai decepcionado. Para conseguir o menor juro é preciso preencher uma série de condições. Financiar um veículo a uma taxa de 0,97% ao mês, por exemplo, só é permitido a quem dividir o pagamento em quatro prestações. (Págs. 1 e 17)
Guerra das Malvinas: Brasil, um dos últimos a saber
A Argentina enganou a diplomacia do Brasil até o último minuto. O embaixador Carlos Frederico Duarte teve intensa agenda com o chanceler argentino e foi dormir sem saber que o país entrava em guerra. Surpreendido, o presidente Figueiredo pôs um civil para conduzir a crise. (Págs. 1 e 10)
Empresa sofre 22 assaltos em 3 meses no Galeão
Dois homens assaltaram ontem a tesouraria da VS Parking, que administra os estacionamentos do Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador. No terminal, funcionam unidades das polícias Federal, Militar e Civil. É o segundo roubo à empresa em apenas 3 meses. (Págs. 1 e 11)
CGU fará auditoria na Unirio
A pedido do MEC, a CGU fará uma auditoria nas matrículas na Unirio, onde cinco alunos conseguiram entrar ilegalmente na faculdade de medicina. No relatório de 2010, a CGU já ressaltava que não havia controle confiável das vagas na universidade. (Págs. 1 e 16)
ONU reconhece fracasso da Agenda 21 e diz que é desafio para a Rio+20 (Págs. 1 e Razão Social)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Cachoeira diz que escuta é ilegal e quer anular provas
Para defesa, vínculo de empresário com senador deveria ter levado caso ao STF

O empresário Carlinhos Cachoeira, preso sob acusação de corrupção, usou o vínculo com o senador Demóstenes Torres (ex-DEM) para tentar anular na Justiça a validade da investigação da PF, relatam Leandro Colon e Fernando Mello.

Na defesa apresentada em Goiás, seus advogados alegam que o caso, por envolver um parlamentar, deveria ter sido remetido ao Supremo Tribunal Federal e que, portanto, as provas obtidas por decisão judicial de primeira instância são ilegais. (Págs. 1 e Poder A4, A6 e A7)
Foto-legenda: Picotado
Airbus A-300 da Vasp é desmontado no aeroporto de Congonhas (SP); a sucata será leiloada para saldar dívidas da empresa. (Págs. 1 e Mercado B1)
Sem apoio para cortes, premiê da Holanda renuncia
O premiê holandês, Mark Rutte, deixou o cargo após fracassar a negociação para reduzir o déficit público ao limite da União Européia, de 3%. O déficit do país deve ficar em 4,6% do PIB no ano.

Governista, o Partido da Liberdade foi contra elevar a idade de aposentadoria de 65 para 66 anos. (Págs. 1 e Mundo A15)
Extrema direita é foco de Hollande e Sarkozy na França
Os candidatos François Hollande (28,63% dos votos) e Nicolas Sarkozy (27,18%) endureceram o discurso em relação à imigração em busca dos votos de Marine Le Pen (17,9%), da extrema direita, que não deve apoiar ninguém no segundo turno. O resultado derrubou Bolsas europeias. (Págs. 1 e Mundo A12)
Gol quer vender 17% do capital para empresa americana
A Gol negocia o aumento de participação da americana Delta Airlines na companhia dos atuais 3% para 20%, limite estabelecido pela legislação. O objetivo é tentar resolver os problemas de alta dos custos, como o do combustível, e de necessidade de investimentos.

As companhias aéreas negociam com o governo pacote de ajuda que permita a queda dos custos. (Págs. 1 e Mercado B1)
Projeto torna crime enriquecimento ilícito de político
A criminalização do enriquecimento ilícito foi aprovada por juristas que preparam projeto de reforma do Código Penal no Senado. Se efetivada, políticos, juizes e servidores que não comprovarem a origem de valores ou bens responderão por crime cuja pena varia de 1 a 5 anos de prisão. (Págs. 1 e Poder A8)
Benjamin Steinbruch: Série de eventos é chance de coibir jeitinho brasileiro
Os eventos que terão sede no Brasil são oportunidade para combater manias nada louváveis, como o jeitinho brasileiro. (Págs. 1 e Mercado B8)
Foto-legenda: Conflito
O ditador do Sudão, Omar Bashir, de boina e bengala estendida, comemora com soldados a retomada de Heglig, cidade que estava em poder do Sudão do Sul. (Págs. 1 e Mundo A18)
Editoriais
Leia “Mudança pouca”, sobre reorientação da política econômica, e “Sarkozy balança”, acerca do primeiro turno da eleição presidencial na França. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Crise derruba 10º governo da UE e afeta mercados
Gabinete holandês se desfaz ao não aprovar cortes; Espanha anuncia recessão e bolsas de valores caem

A crise da dívida levou ontem à queda do governo da Holanda, o décimo da União Europeia a cair em apenas dois anos. Além disso, a Espanha anunciou nova recessão. Os problemas derrubaram as bolsas de valores. No Brasil, o dólar subiu 0,43% e fechou a R$ 1,881. Na Holanda, não houve acordo político para aprovar medidas de austeridade que resultariam em corte de € 16 bilhões. Entre as ações estava o aumento da idade mínima para aposentadoria, de 65 para 66 anos. Agora, os holandeses precisam apresentar em menos de dez dias seu novo orçamento à UE, com o compromisso de reduzir o déficit de 4,3% do PIB para 3%. “Há uma nuvem negra sobre a Holanda”, declarou um ministro. A situação é vista como possível precedente contra o pacto fiscal. O socialista François Hollande, que liderou o primeiro turno presidencial francês, também quer rever o acordo. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Geert Wilders
Líder da extrema direita holandesa

“Não queremos que os nossos aposentados sofram por conta dos ditadores de Bruxelas”
Foto-legenda: Espanha afunda
Operadores observam a queda no índice da Bolsa de Madri, em meio à informação de que a economia da Espanha entrou em recessão pela segunda vez em três anos; a perspectiva é que a crise se aprofunde ainda mais nos próximos meses. (Págs. 1 e Economia B3)
Estrangeiros em SP são alvo de arrastão
Estudantes de diversas nacionalidades que fazem intercâmbio no curso de administração da Fundação Getúlio Vargas foram alvo de arrastão no prédio onde estão hospedados, no centro de São Paulo. A ação, ocorrida na noite de domingo, durou pouco mais de 4 horas. (Págs. 1 e Cidades C1)
Trabalhadores voltam a parar Belo Monte (Págs. 1 e Economia B8)

SIP pede ao Brasil punição a crimes (Págs. 1 e Nacional A9)

Votos cobiçados
Marine Le Pen, que obteve 17,9% dos votos na eleição de domingo, passeia por Paris: a candidata de extrema direita não declarou apoio nem ao presidente Nicolas Sarkozy, a quem fez críticas, nem ao socialista François Hollande, que ontem retomaram a campanha. (Págs. 1 e Internacional A10)
Aécio ajudou em MG prima de Cachoeira
Escutas revelam que o senador Demóstenes Torres pediu ao colega tucano Aécio Neves que arrumasse em Minas um emprego comissionado para uma prima de Carlinhos Cachoeira. Aécio diz ter atendido ao pedido sem saber que o interesse era do contraventor. (Págs. 1 e Nacional A4)
Enriquecimento ilícito pode virar crime
A comissão de juristas do Senado que discute mudanças no Código Penal aprovou ontem proposta que cria o crime de enriquecimento ilícito. Pelo texto, servidores públicos e políticos que não conseguirem comprovar a origem de determinado bem ou valor poderão ser presos por até cinco anos. (Págs. 1 e Nacional A8)
Moeda: No cofrinho
Cada brasileiro possui, em média, 27 moedas guardadas ou esquecidas, diz o Banco Central. São 5,13 bilhões de moedas - ou R$ 508,3 milhões - em cofrinhos e no fundo de gavetas. (Págs. 1 e Economia B5)
Haley Cohen
Narcoestado argentino

A guerra contra as drogas no México está levando os traficantes a usar a Argentina como centro de refino e rota de envio para a Europa. (Págs. 1 e Visão Global A12)
José Paulo Kupfer
Limpeza da praia

A redução da Selic serviu como maré vazante que, na visão do governo, deixou a descoberto pedras e siris malandros que dificultam cortar o juro. (Págs. 1 e Economia B6)
Notas & Informações
A dupla rejeição a Sarkozy

A maioria parece mais irada com o comportamento pessoal de Sarkozy do que com suas políticas. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Riqueza de político e de servidor na mira da lei
Reforma no Código Penal prevê até cinco anos de prisão para quem tem patrimônio incompatível com a renda

A proposta foi aprovada pela comissão de juristas que trabalha a serviço do Senado no anteprojeto de reforma do Código Penal. Hoje, para aplicar sanções legais a um agente público desonesto, a Justiça ou a investigação policial precisam provar que ele enriqueceu de forma irregular. Com a mudança, será possível presumir o enriquecimento ilícito. Basta que o aumento do patrimônio seja incompatível com a renda do acusado, e ele não consiga comprovar a origem legal dos recursos. Os juristas devem concluir esse trabalho até o fim de maio. A partir daí, começa a tramitar no Senado na forma de projeto de lei e poderá sofrer alterações. (Págs. 1 e 7)
O brilho do novo cartão-postal
Inaugurada no sábado, a Torre Digital deslumbrou os brasilienses com sua moderna iluminação. Mas o novo monumento de Oscar Niemeyer também pode provocar uma revolução econômica na área do Colorado, atraindo turistas e valorizando os imóveis da região. (Págs. 1 e 31)
Cachoeira: Construtora pode perder contratos com a União
Se for declarada inidônea em processo aberto pela CGU, a Delta Construções ficará impedida de fechar contratos com o governo federal e de pegar empréstimos com bancos oficiais. Além da suspeita de envolvimento com o bicheiro Cadinhos Cachoeira, a empresa é acusada de irregularidades em obras da União. (Págs. 1 e 2 a 4)
Grileiro usou escravos para construir casas
Delegacia vai investigar a construção irregular, em Vicente Pires, de condomínio de luxo com o uso de mão de obra escrava. Operários foram trazidos da Bahia. (Págs. 1 e 27)
Provas de junho da UnB estão suspensas
A decisão foi tomada pelo Cespe após a Defensoria Pública questionar na Justiça as regras para a isenção da taxa de inscrição dos candidatos carentes. A universidade pode ser obrigada a ampliar em 15 dias o prazo para os estudantes apresentarem novos documentos. (Págs. 1 e 21)
Concurso: ANP abre 152 vagas de nível superior
O certame foi autorizado pelo Ministério do Planejamento e os salários podem passar dos R$ 6 mil. Ontem, a CGU abriu inscrições para preencher 250 cargos. (Págs. 1 e 12)
Imposto de Renda
Tire suas dúvidas: o prazo está acabando

A Receita recebe as declarações só até 30 de abril. O Correio responde hoje perguntas de leitores sobre questões como planos de saúde e compra de imóveis. (Págs. 1 e 13)
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Valor Econômico

Manchete: FAT volta a ter prejuízo e Tesouro banca R$ 5,5 bi
Mesmo com aporte de R$ 5,5 bilhões do Tesouro Nacional neste ano, o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) deverá registrar déficit nominal de R$ 656 milhões. O forte crescimento dos gastos com abono salarial e seguro-desemprego, decorrente inclusive do aumento de 14% para o salário mínimo, elevará as despesas do fundo. As receitas vão crescer, mas num ritmo menor. Em 2011, o FAT teve superávit nominal de R$ 780,2 milhões.

Esse diagnóstico consta da Proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2013, encaminhada em meados do mês ao Congresso Nacional. Nela, o governo faz uma avaliação detalhada da situação financeira do FAT até 2015 e prevê a continuidade dos déficits nos próximos anos. (Págs. 1 e A3)
Despenca a rentabilidade da laranja
A safra paulista de laranja deverá ser novamente grande e uma das menos rentáveis dos últimos anos para a cadeia produtiva. A colheita começará a ganhar ritmo em um mês e as negociações sobre os preços dos contratos de fornecimento da fruta entre citricultores e as grandes indústrias de suco do Estado (Citrosuco/Citrovita, Cutrale e Louis Dreyfus) estão paradas. Os contratos de longo prazo, válidos para uma ou mais safras, representam cerca de um terço da demanda de laranja dessas empresas, que lideram as exportações globais de suco. A explicação para a falta de movimento no mercado é simples: superoferta. Nesse contexto, a tendência é que boa parte da colheita 2012/13 simplesmente caia das árvores e fique no chão. (Págs. 1 e B14)
Atraso privado no Ciência sem Fronteiras
Em nove meses, o programa de bolsas de estudo Ciência sem Fronteiras, um dos carros-chefes do governo Dilma, cumpriu 20% da meta de enviar 75 mil universitários e pesquisadores a instituições de ensino superior estrangeiras até 2015. O setor privado, que se comprometeu a financiar outros 26 mil estudantes, não conseguiu oferecer uma só bolsa e ainda trabalha no desenho de editais, critérios de seleção e formato do financiamento.

Na primeira fase do programa, quase a totalidade das bolsas se concentrou nos EUA e não permitiu que os alunos escolhessem a universidade de preferência, tarefa executada por uma agência de colocação contratada pelos executores da política governamental. (Págs. 1 e A14)
Foto-legenda: Expansão estratégica
Crescer com parcerias mesmo sendo pequena num setor de gigantes. Esta é a meta da usina de cana-de-açúcar Paraíso Bioenergia, de Brotas (SP), diz Renata de Albuquerque Figueiredo, do conselho de administração. Cinco parcerias já foram fechadas e mais quatro estão a caminho. (Págs. 1 e B14)
Montadoras chinesas mudam plano para a AL
As montadoras chinesas Chery e JAC Motors, que constroem fábricas no Brasil, buscam agora contratos para exportar parte da produção, depois que as vendas de automóveis encolheram no país em consequência das restrições dos bancos aos financiamentos. Mesmo sem repassar ao consumidor o aumento de 30 pontos percentuais no IPI, as duas reduziram projeções de venda à metade.

Luis Curi, vice-presidente da Chery no Brasil, vê grande potencial nos vizinhos latino-americanos. Apenas para Chile e Argentina, a Chery envia da China em torno de 22 mil veículos por ano. "Como a Argentina impõe restrições aos carros importados fora do Mercosul é certo que poderíamos vender mais se a exportação for feita pela fábrica brasileira", disse. Para a Venezuela, são mais 20 mil veículos. (Págs. 1 e B8)
Insegurança vira trunfo da oposição na Venezuela
A insegurança se transformou em tema central na tentativa da oposição de evitar que o presidente Hugo Chávez se reeleja na Venezuela, em 7 de outubro. "Chávez recebeu o país com 8 mil mortos ao ano. Hoje, são 20 mil. A Venezuela está melhor hoje do que antes? Eu digo, não", declarou ao Valor o candidato único da oposição, Henrique Capriles.

Mais do que as criticadas estatizações e o alegado autoritarismo do presidente, a explosão da violência é hoje a questão que mais preocupa os venezuelanos. Outro problema é a inflação de dois dígitos. (Págs. 1 e A10)
Gado importado impulsiona fazendas de leite na China (Págs. 1 e B12)

Santander planeja maior oferta pública de ações do México (Págs. 1 e C12)

Montadoras investem em engenharia
Concorrência com carros importados mudou o perfil de financiamentos do BNDES para as montadoras instaladas no país. Antes mais focados em expansão da produção, agora os empréstimos são para modernização dos automóveis. (Págs. 1 e A2)
Papel imune terá controle nacional
Governo fecha o cerco ao desvio de papel imune — livre de tributos — para fins comerciais. No ano passado, enquanto as vendas domésticas de todos os tipos de papéis somaram 5,3 milhões de toneladas, estima-se que 700mil toneladas foram desviadas. (Págs. 1 e B1)
Unipar quer recuar na governança
A Unipar poderá ser a primeira companhia a deixar um nível de governança na BM&FBovespa. A empresa alega que sua estrutura atual não justifica os custos elevados para se manter no Nível 1. (Págs. 1 e B2)
Megalicitação de brinquedos
A indústria de brinquedos aguarda para junho a divulgação de edital do Ministério da Educação para a compra de brinquedos educativos para crianças de zero a cinco anos do ensino público, um contingente de 5,1 milhões de alunos. (Págs. 1 e B5)
CCR mira aeroportos europeus
Depois de perder a disputa pelos aeroportos brasileiros, o grupo CCR se une à portuguesa Brisa para avaliar possíveis oportunidades de negócios nesse segmento na Europa, especialmente com as privatizações em Portugal e na Espanha. (Págs. 1 e B9)
Bradesco eleva provisões
Alta da inadimplência no primeiro trimestre levou o Bradesco a elevar as provisões contra devedores duvidosos em 30,1% frente a igual período de 2011, para R$ 3,09 bilhões. O estoque de crédito em relação ao fim do ano ficou praticamente estável. (Págs. 1 e C1)
Taxa de fundos é próximo alvo
Após a redução dos juros em algumas linhas de financiamentos nos bancos públicos, movimento seguido pelo setor privado, o governo foca agora as taxas de administração dos fundos de investimentos. (Págs. 1 e D2)
TST aceita acordo sem sindicato
O Tribunal Superior do Trabalho reconheceu acordo sobre compensação de horas firmado entre a Ferrovia Centro Atlântica e seus empregados mesmo sem a participação do sindicato da categoria. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Delfim Netto

Os números mostram que não há nada que possa nos incriminar como “poderosos destruidores do equilíbrio mundial”. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Marcelo Côrtes Neri

Em tempos de nova classe média e de inevitável mexida na caderneta, é preciso inovar nas políticas pró-poupança. (Págs. 1 e A13)
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segunda-feira, abril 23, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] ''PIG'', PAC e PAGue !!!

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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''


SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


23 de abril de 2012

O Globo

Manchete: Entre socialista e Sarkozy, voto radical decidirá 2º turno francês
Vantagem de Hollande sobre presidente foi inferior a 2 pontos; extrema-direita fez 18%

Pela primeira vez desde 1958, um presidente francês que busca a reeleição ficou em segundo no lº turno: com 27,1% dos votos, Nicolas Sarkozy foi superado por
François Hollande, que teve 28,6%. Mas o presidente conservador aposta nos eleitores de Maríne Le Pen, de extrema-direita, que alcançou mais de 18% dos votos, para inverter o quadro no 2º turno, em 6 de maio, e começou a cortejá-los com um discurso anti-imigração. O socialista Hollande, por sua vez, obteve apoio velado de Jean-Luc Mélenchon, da extrema-esquerda, 4º colocado, que pediu a seus eleitores que derrotem Sarkozy. Pesquisas sobre o 2º turno dão hoje ampla vantagem a Hollande. (Págs. 1 e 22)
Egito corta gás para Israel
A estatal egípcia Egas decidiu suspender o fornecimento sob a alegação de que os israelenses há quatro meses não pagam pelo gás, que abastece 40% do país. O governo Netanyahu alertou para o risco de colapso do acordo de paz de Camp David. (Págs. 1 e 24) 
Mesmo investigada, Delta ganhou contratos
Após identificar fraude de empreiteira, governo fechou negócios no valor de R$ 758 milhões

Apesar de ter tomado conhecimento em 2010 de uma fraude que deu R$ 5 milhões de prejuízo aos cofres da União, o governo federal fechou 31 novos contratos com a Delta — hoje uma das principais envolvidas no escândalo de corrupção no caso Demóstenes-Carlinhos Cachoeira. As ordens de serviço, todas para o Dnit, somaram R$ 758 milhões. (Págs. 1 e 3)
Empreiteira tem mais oito megaobras de PAC e Copa
Investigada na CPI do Cachoeira, a Delta participa de outras três obras para a Copa do Mundo e de pelo menos cinco grandes obras do PAC, em contratos que somam cerca de R$ 2,4 bilhões. Entre as obras para o mundial tocadas pela empreiteira está a Transcarioca, que ligará o Aeroporto Tom Jobim à Barra. A Delta também participa da Ferrovia Oeste-Leste. (Págs. 1 e 3)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Socialista e Sarkozy vão ao 2º turno na França
Marine Le Pen, da extrema direita, surpreende com quase 20% dos votos

Uma diferença apertada entre o socialista François Hollande e o presidente-candidato Nicolas Sarkozy e uma votação surpreendente de Marine Le Pen, da extrema direita, embaralham o cenário para o segundo turno da eleição francesa, dentro de duas semanas.

O socialista Hollande teve 28,6% dos votos e Sarkozy chegou aos 27,1%. (Págs. 1 e Mundo A8)
Brasil cobra mais rigor de Irã em caso de pedofilia
O governo brasileiro quer que o Irã comunique oficialmente a retirada do diplomata que foi acusado de molestar meninas com idade entre 9 e 15 anos na piscina de um clube em Brasília.

O diplomata voltou ao Irã com a família, mas continua oficialmente em missão no Brasil. Caso a embaixada não formalize a saída, o Itamaraty deve declará-lo “persona non grata”, medida extrema nas relações diplomáticas. (Págs. 1 e Cotidiano C5) 
Réus podem se livrar de penas em 5 crimes do mensalão
Réus do mensalão podem ficar livres de punição mesmo se forem condenados. Caso recebam a pena mínima em 5 dos 7 crimes pelos quais respondem (formação de quadrilha, corrupção ativa, corrupção passiva, peculato e evasão de divisas), tais crimes estarão prescritos. Já se forem condenados com pena maior, a prescrição ocorrerá em 2015 na maioria dos casos. (Págs. 1 e Poder A6)
Melchiades Filho
Ao apoiar CPI, Lula quer jogar areia no mensalão

O desejo de retomar o protagonismo no jogo político explica o empenho de Lula na instalação da CPI do Cachoeira. Há a intenção de empastelar o mensalão ao denunciar os crimes da gangue como o maior esquema de corrupção da história. (Págs. 1 e Opinião A2)
Kassab só cumpre 1/3 das metas anunciadas
O prefeito Gilberto Kassab cumpriu até agora apenas 73 dos 223 objetivos previstos para sua gestão. Promessas como a construção de três hospitais e o fim da fila por creche e pré-escola dificilmente sairão do papel.

A gestão avalia que o quadro vai melhorar. As reformas do Theatro Municipal e da Biblioteca Mário de Andrade foram alguns dos pontos positivos. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Luiz C. Bresser-Pereira: Argentina tem razão ao reestatizar a petroleira YPF
Ao retomar o controle da petroleira YPF — que estava sob o comando de uma empresa espanhola —, a Argentina tem razão.

Não faz sentido deixar sob o controle de uma estrangeira um setor estratégico como é o petróleo, especialmente quando, em vez de reinvestir os lucros, a empresa os remetia para a matriz. (Págs. 1 e Mundo A10)

Gustavo Cerbasi
Insatisfeitos deveriam fazer poupança maior (Págs. 1 e Folhainvest B6) 
Editoriais
Leia “Dilma cresce”, sobre desempenho da presidente Dilma em pesquisa Datafolha, e “Guerra dos portos”, a respeito de disputa fiscal entre Estados. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Grupo de Cachoeira acumulou R$ 30 milhões, aponta Receita
Auditores identificaram imóveis, avião e automóveis de luxo em nome de pessoas próximas ao contraventor

Relatório produzido pela Receita Federal nas investigações da Operação Monte Carlo revela que, além de indícios de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, a organização que seria comandada por Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acumulou um patrimônio de cerca de R$ 30 milhões. Segundo a Receita, Cachoeira deixava os bens em nome da ex-mulher ou do ex-cunhado. Entre eles há uma casa em Miami, uma fazenda de 165 hectares, um avião Cessna, salas comerciais e apartamentos em Goiânia e no Rio. A análise mostra que o contraventor declarava rendimentos que variavam de R$ 60 mil a R$ 70 mil, mas o patrimônio chegava a R$ 4,3 milhões. Já criada no Congresso, a Comissão Parlamentar de Inquérito do Cachoeira deve ser instalada na quarta-feira. (Págs. 1 e Nacional, A4)
Hollande e Sarkozy vão ao segundo turno na França
O candidato do Partido Socialista, François Hollande, venceu o primeiro turno das eleições à presidência da França com 28,44% dos votos (com 89,9% das urnas apuradas), informa o correspondente Andrei Netto. Com 27,05%, Nicolas Sarkozy tornou-se o primeiro chefe de Estado da história do país a chegar em segundo lugar nesta etapa e agora depende dos votos da candidata radical Marine Le Pen para tentar conquistar a reeleição. (Págs. 1 e Internacional, A8 e A9)

Análise: Gilles Lapouge
Paris e a apatia

Houve acordo dos dois principais candidatos para evitar temas reais, especialmente economia. (Págs. 1 e Internacional A9)
Serviços têm menor procura e preços caem
Após um longo período no qual os preços dos serviços não paravam de subir, eles agora começam a dar sinais de arrefecimento, pressionados pela redução na procura nos últimos três meses. (Págs. 1 e Economia B4 e B3)
Do campo para a fábrica
Conhecida exportadora de soja e milho, a Coamo, maior cooperativa da América Latina, aumenta sua aposta na agroindústria e entra de vez na briga com gigantes do varejo de alimentos. (Págs. 1 e Negócios)
ANS estuda novas regras para planos empresariais (Págs. 1 e Vida A12)

Concessionárias perdem 2º melhor dia em vendas (Págs. 1 e Economia B4)

José Roberto de Toledo
Manipulação

Se o eleitor não é um cordeiro temperado para digitar na urna o que lhe mandam, quem ganha com a repetição da ideia de que seja manipulável? (Págs. 1 e Nacional A6)
Rebecca Mackinnon
Brechas na muralha da China

Apesar da censura, chineses contam com a internet para denunciar delitos das autoridades e escândalos políticos acabam sendo revelados. (Págs. 1 e Visão Global A11)
Notas & Informações
A briga pelo bolo

Ministério do Trabalho deve anunciar em breve a fatia que caberá a cada entidade sindical. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Planos de Saúde – Cardiologistas suspendem atendimentos
Médicos não fecham acordo com empresas sobre reajuste de honorários e passam a cobrar dos credenciados, em média, R$ 15 mil por cirurgias. Demora em atendimento pode levar à morte. Amanhã à noite, entidades representativas dos profissionais farão vigília em frente ao Congresso, acendendo 600 velas pelos 684 mil usuários do Distrito Federal. (Págs. 1 e 7)
Taxas de juros
Elas baixaram? Ha bancos e financeiras cobrando 688% ao ano por empréstimos (Págs. 1 e 8)
Direito do consumidor
Em caso de cobranças indevidas, nem o Procon tem conseguido resolver (Págs. 1, 24 e 25)
França: Socialistas ganham, mas direita surpreende
Com 28,5% dos votos no primeiro turno, François Hollande (foto) está mais perto da presidência. A candidatada Frente Nacional, Marine Le Pen, teve 18% e atrapalhou o desempenho de Sarkozy, que obteve 26%. (Págs. 1 e 12)
Greve: Sinpro desafia decisão judicial
Justiça determinou que 80% dos professores voltem hoje ao trabalho, mas o sindicato diz que a categoria não atenderá a decisão. Agnelo Queiroz garante que os grevistas terão o ponto cortado a partir de agora. (Págs. 1 e 22)
Caciques estão fugindo da CPI
Principais nomes da base de apoio ao governo alegam sobrecarga de trabalho para não tomar parte da CPI que investigará as relações de Carlinhos Cachoeira. (Págs. 1 e 2)
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Valor Econômico

Manchete: Exportador inseguro com dólar
Exportadores de bens manufaturados colocaram o câmbio entre R$ 1,80 e R$ 1,90 no radar. A taxa ainda é considerada baixa para estimular a retomada de mercados perdidos no exterior, mas, se for mantida, pode levar à redução de preços de exportação ou permitir uma pequena recomposição de margem.

A principal dúvida dos empresários é quanto à manutenção desse patamar. Apesar das recentes intervenções do Banco Central no mercado de câmbio e das repetidas declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, indicando o câmbio a R$ 1,80 como piso, a atitude dos empresários é de cautela. Eles temem nova valorização do real, que afete a rentabilidade recém-recuperada. Nos últimos 12 meses — mesmo sem considerar o patamar recente do câmbio — a rentabilidade da exportação cresceu 7,7%. (Págs. 1 e A3)
Empresas reestatizadas na Argentina dão prejuízo
Suspeitas de corrupção, pouca ou nenhuma transparência, questionamentos judiciais, uso político. Estas são características comuns a empresas argentinas que, como a petroleira YPF, foram reestatizadas pelo governo do país vizinho nos últimos anos. Em geral, as companhias são mal administradas e o governo é obrigado a aportar recursos para mantê-las funcionando.

Antes da YPF, o caso mais rumoroso foi o da Aerolineas Argentinas, citada pelo vice-ministro da Economia, Axel Kicillof, como um modelo a ser seguido pela petroleira. A companhia foi expropriada em julho de 2008 e, hoje, é comandada por Mariano Recalde, filho de Hector Recalde, advogado da central sindical CGT, e expoente do grupo peronista “La Campora”, comandado por Máximo, filho da presidente Cristina Kirchner. Desde a reestatização, a Aerolineas não apresentou mais balanço. Estimativa extra-oficial aponta déficit diário de US$ 2 milhões. (Págs. 1 e A9)
Guerra de preços chega aos bancos
A guerra de spreads entre os bancos, desencadeada nos últimos dias, pode ser uma oportunidade para a Caixa Econômica Federal crescer, ganhando clientes de outras instituições. Enquanto a previsão de expansão do crédito nos bancos privados está em cerca de 12% para este ano, a Caixa refez sua projeção, que agora supera 37%. “Se o crescimento dos privados continuar nessa toada, vamos ganhar muito espaço”, aposta Mareio Percival, vice-presidente de finanças da CEF. Pelas contas do executivo, o corte dos juros na Caixa foi o mais profundo entre os já anunciados.

Em entrevista ao Valor, Percival informou que, com a redução das taxas, o spread líquido da Caixa caiu de 3,01% para 2,1%. “Isso é uma conquista da sociedade. Vai acirrar a competição entre os bancos. Os clientes vão ver quais são os bancos que oferecem as taxas melhores”. Nos últimos dias, acrescentou, já foi possível perceber que outros bancos estão colocando entraves à decisão de seus clientes de encerrar as contas, atraídos pelos juros menores da Caixa. (Págs. 1 e C12)
Brasil tentará convencer a China a segurar vendas
Uma delegação do governo brasileiro estará hoje em Pequim para discutir comércio e investimentos. Segundo uma fonte do governo, a delegação quer, na prática, pedir para a China “segurar” um pouco o ritmo de suas exportações para o mercado brasileiro, concentradas em confecções e produtos têxteis chineses.

Pouco antes de partir de Doha, no Catar, com destino a Pequim, para participar das negociações, o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Alessandro Teixeira, negou que o país queira negociar um acordo de restrição voluntária de exportações chinesas de têxteis, o que dispensaria Brasília de aplicar a salvaguarda pedida pelo setor. O Brasil fez esse tipo de acordo com a China em 2006, mas não funcionou. (Págs. 1 e A2)
Juro menor reduz prêmio no Tesouro Direto
Os cortes nos juros básicos da economia limitaram as possibilidades de os investidores ganharem com o chamado fechamento das taxas embutidas nos títulos públicos. Um exemplo é a queda na rentabilidade das aplicações no Tesouro Direto. O investidor que decidiu comprar uma Nota do Tesouro Nacional série B (NTN-B) com vencimento em 2015 na sexta-feira conseguiu ganho real de 3,9% embutido no papel. Bem inferior aos 5,1% que eram oferecidos no início do ano no sistema de negociações eletrônicas — o rendimento bruto era de 5,89% até 18 de abril. Nada mau se comparado à variação do CDI no período, que foi de 2,9%. (Págs. 1 e D2)
Receita atrasa liberação de importações
Os importadores, sobretudo do setor de máquinas e equipamentos para construção, estão sendo afetados pela operação Maré Vermelha. Deflagrada há um mês pela Receita Federal, o trabalho ampliou a fiscalização de mercadorias “sensíveis ao aumento das importações com indícios de irregularidades”. O tempo para liberação das cargas aumentou em 50%, especialmente em São Paulo.

“A operação tem acrescentado dois dias úteis aos cinco necessários à liberação do contêiner”, diz Wagner Rogê Maricano, analista de importação da Komatsu do Brasil. A empresa produz escavadeiras e carregadeiras a partir de peças importadas pelo porto de Santos. Com os atrasos, teme-se impactos na linha de produção. A proximidade do pico da temporada de embarques, a partir de junho, causa estresse no porto. “As deficiências que já existiam estão se agravando com a Maré Vermelha”, diz ô coordenador do Comitê de Usuários dos Portos e Aeroportos da Associação Comercial de São Paulo, José Cândido Senna. (Págs. 1 e B8)
Hollande e Sarkozy vão ao segundo turno das eleições presidenciais francesas (Págs. 1 e A8)

Operação integrada eleva competitividade (Págs. 1 e Valor Setorial/Logística)

Pequenos Negócios
Com a crise internacional e seus efeitos sobre o mercado interno, a pequena empresa deve ter foco em inovação e design para se defender do câmbio e dos importados. “Para ser competitivo é preciso vencer o desafio da inovação não só tecnológica mas de processos, gestão e incorporar a sustentabilidade”, diz Luiz Barretto, presidente do Sebrae. (Págs. 1 e Especial)
Colombo prepara retomada
Derrota em uma disputa tributária contra a Receita obriga a varejista gaúcha Lojas Colombo a readequar suas operações. A rede diminuiu de 331 para 320 lojas, incluindo os dois únicos pontos de venda na capital paulista. (Págs. 1 e B5)
AES Eletropaulo
Termina hoje o prazo para que a AES Eletropaulo apresente seus argumentos em relação à baixa de ativos proposta pela Aneel na base de remuneração regulatória da elétrica. A discussão está preocupando o mercado. (Págs. 1 e B33)
Inadimplência recua no campo
Alta das commodities e disseminação do seguro agrícola contribuíram para que a inadimplência do crédito rural no Banco do Brasil, responsável por 63% do segmento, caísse a 0,7% no ano passado, a mais baixa desde 2005. (Págs. 1 e B15)
Alumínio
Indústria brasileira de alumínio colhe os frutos da expansão da economia, mas pode enfrentar, no curto prazo, os riscos de um desenvolvimento sem controle. “Estamos nos aproximando perigosamente do pico da capacidade de suprimento de alumínio primário da nossa indústria”, diz Adjarma Azevedo, presidente da Abal. (Págs. 1 e Especial)
JBS faz oferta pelo Independência
Após comprar ou arrendar sete frigoríficos desde o início do ano, a JBS, maior empresa de proteína animal do mundo, apresentou proposta formal pelos ativos do Independência, em recuperação judicial desde 2009. (Págs. 1 e B16)
Ideias
Sergio Leo

Os projetos de infraestrutura atraíram o setor privado, que embarcou nos projetos de integração da Unasul. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Renato Janine Ribeiro

Cuba aceitou o capital, mas só o estrangeiro, e isso porque ele não cria uma burguesia local com expressão política.
(Págs. 1 e A6)
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sábado, abril 21, 2012

EDITORIAL: [In:] CPI MISTA/CACHOEIRA. SÉRIO ???

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Por Eduardo Bresciani, do estadão.com.br, estadao.com.br, Atualizado: 20/4/2012 17:13

Jaqueline Roriz, mensaleiros e filho de Dirceu não assinaram CPI do Cachoeira



BRASÍLIA - A Mesa do Congresso Nacional divulgou nesta sexta-feira, 20, a lista dos parlamentares que assinaram o requerimento de criação da CPI mista do Cachoeira. Foram 72 dos 81 senadores e 396 dos 513 deputados. Em uma investigação com tanto apoio, chama mais atenção quem não rubricou o requerimento. Neste grupo que não respaldou o pedido de investigação estão alguns personagens de outros escândalos.
Dois réus no processo do mensalão em andamento no Supremo Tribunal Federal não assinaram o pedido: Valdemar da Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT). O deputado paranaense Zeca Dirceu (PT-PR), filho de outro réu, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, foi outro que não assinou. O ex-ministro prestou consultoria à empresa Delta, uma das envolvidas no escândalo que levou à prisão do empresário Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
A última deputada a ser salva pelos colegas foi outra a não apoiar a investigação. Jaqueline Roriz (PMN-DF) foi absolvida em plenário mesmo depois de um vídeo no qual aparecia recebendo um pacote de dinheiro de Durval Barbosa, o operador do chamado mensalão do DEM.
Um parlamentar envolvido em outro mensalão, o mineiro, não rubricou o requerimento. O tucano Eduardo Azeredo (PSDB-MG) não deu sua assinatura. Réu em algumas ações no Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-governador Paulo Maluf (PP-SP) também não apoiou a investigação.
Entre os que ficaram de fora da lista está ainda o deputado Sérgio Moraes (PTB-RS). Ele ganhou fama ao dizer que 'se lixa' para a opinião pública quando era relator do processo contra o ex-colega Edmar Moreira, o deputado do castelo que gastava recursos da Câmara com uma empresa de sua propriedade.
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que está internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, também não assinou.
Parentes de ministros também não rubricaram: Garibaldi Alves (PMDB-RN), pai de Garibaldi Alves Filho (Previdência), e Lobão Filho e Nice Lobão, filho e esposa de Edison Lobão (Minas e Energia).
Na Câmara, o presidente Marco Maia (PT-RS) e o líder do governo, Arlindo Chinaglia (PT-SP), já tinham avisado que não assinariam o requerimento devido aos cargos que exercem. O presidente do Conselho de Ética da Câmara, José Carlos Araújo (PSD-BA), e o presidente da CCJ do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), foram outros a não assinar.
Dos parlamentares citados no escândalo que levou a prisão de Carlinhos Cachoeira apenas o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) não rubricou o requerimento. Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), Jovair Arantes (PTB-GO), Rubens Otoni (PT-GO), Sandes Júnior (PP-GO) e Stepan Necerssian (PPS-RJ) apoiaram a abertura da investigação.
Na 'bancada dos famosos' apenas o deputado Acelino Popó (PRB-BA) ficou de fora. Romário (PSB-RJ) e Tiririca (PR-SP) deram apoio à investigação.
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