A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quinta-feira, setembro 13, 2012
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Governo americano vê indícios de premeditação em ataque que deixou 4 mortos e 17 feridos em Benghazi, no rastro de uma onda de protestos contra o país; presidente e candidato republicano trocam acusações
Fontes do governo americano acreditam que o protesto contra um obscuro filme de um cineasta desconhecido, insultando o profeta Maomé, foi apenas um pretexto para acobertar o devastador ataque de extremistas radicais líbios que matou anteontem o embaixador Christopher Stevens. Obama, que vai enviar dois navios de guerra à costa líbia, disse que as relações com o novo governo não serão afetadas. "Eu me pergunto como isso pode acontecer num país que ajudamos a libertar?" lamentou a secretária Hillary Clinton. O atentado já se reflete na campanha à Casa Branca. Mitt Romney não hesitou em atacar Obama, que reagiu afirmando que o republicano "atira primeiro e mira depois". O filme desatou onda de protestos de muçulmanos. (Págs. 1 e 36 a 39)
Entrevista
‘Força é única saída contra extremistas’
Para o analista líbio Mansour el-Kikhia, diálogo com quem rejeita democracia é inútil.
Na terceira entrevista com candidatos a prefeito do Rio, Rodrigo Maia (DEM) disse que fará auditoria nas empresas de ônibus e que, aos domingos, as passagens custarão R$ 1. Defendeu a gestão de seu pai, Cesar Maia, e afirmou ser contra o uso de parcerias privadas na gestão da Saúde. (Págs. 1,10 e 11)
‘Lula é um Deus e eu tenho apelo’, diz Marta
Um dia após ganhar o Ministério da Cultura, Marta disse que ela, Lula e Dilma levarão Haddad ao 2º turno em SP. (Págs. 1 e 12)
Propostas genéricas e inconsistentes no Rio
Com ajuda de especialistas, O GLOBO identificou promessas que dificilmente serão colocadas em prática. (Págs. 1 e 3)
E se a empresa não topar mudar o contrato? (Págs. 1 e 18)
Em sua maior ofensiva contra o PT, o candidato do PSDB à prefeitura paulistana, José Serra, associou o rival Fernando Haddad a réus do mensalão e disse que Dilma Rousseff não deve “meter o bico” em São Paulo.
Segundo o tucano, a presidente “mal conhece” a cidade e “vem dizer aos paulistas como devem votar”. Ele criticou a entrega do Ministério da Cultura a Marta Suplicy (PT), após a entrada dela na campanha petista. (Págs. 1 e Poder A4)
Eliane Cantanhêde
Mensalão cai como uma luva para ataques tucanos, mas há enormes riscos. (Págs. 1 e Opinião A2)
Ele divergiu de alguns pontos do voto do relator da ação, Joaquim Barbosa, e absolveu quatro réus por falta de provas. (Págs. 1 e Poder A13)
Eles foram alvo de ataque durante protesto contra um filme que satiriza Maomé. As circunstâncias do crime não estão claras. Uma das hipóteses é que radicais teriam se infiltrado na manifestação. (Págs. 1 e Mundo A16)
Clóvis Rossi
Misturar Deus ou seus profetas com política é receita certa para o horror. (Págs. 1 e Mundo A18)
Hoje, o consumidor pode optar por pagar só 15% do valor devido até o vencimento e quitar o resto depois. (Págs. 1 e Mercado B1)
O embaixador dos EUA na Líbia, Christopher Stevens, e outros três diplomatas foram mortos em ataque a tiros e granadas contra o consulado americano em Benghazi. Os incidentes ocorreram na noite de terça-feira, enquanto multidões em várias cidades do mundo islâmico protestavam contra o filme Inocência dos Muçulmanos, que retrata Maomé como adúltero, bissexual, pedófilo e sanguinário. A morte de Stevens foi a primeira de um funcionário tão graduado em 33 anos. Com uma grave crise diplomática em plena campanha presidencial, o presidente Barack Obama reagiu dizendo que os EUA não descansarão enquanto os responsáveis pelo atentado não forem levados à Justiça. Antes da fala de Obama, previamente agendada e anunciada, seu rival republicano na corrida à Casa Branca, Mitt Romney, criticou os “cálculos errados” e as “mensagens confusas” da atual política externa. (Págs. 1 e Internacional A18)
Barack Obama
Presidente dos EUA
“Não se enganem, a justiça será feita”
Fotolegenda: Crise
Corpo de Christopher Stevens, na Líbia, e Barack Obama (com Hillary Clinton) em Washington: divulgação de imagens do diplomata morto irritou o governo dos EUA.
Se 'deus' quiser
A nova ministra da Cultura, Marta Suplicy, disse ter fé na vitória de Haddad: “Lula é deus, eu sou a pessoa que faz e Dilma é bem avaliada". (Págs. 1 e A6)
O Federal Reserve está sendo pressionado a “fazer algo mais” para reverter o desemprego nos EUA, que já atinge 8,1% da força de trabalho. (Págs. 1 e Economia B2)
Na Casa Branca, Mitt Romney não honraria os compromissos extravagantes assumidos na campanha. Eis por que ele é um homem perigoso. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
No episódio da nomeação de Marta Suplicy para a cultura é difícil saber quem fica pior na foto. (Págs. 1 e A3)
As surpresas com as novas regras das concessões incentivaram o pessimismo. Cálculos preliminares do governo indicam que apenas dez usinas hidrelétricas de maior porte com concessões a vencer entre 2015 e 2017 não tiveram seus investimentos totalmente amortizados, o que pode limitar o pagamento de indenizações às concessionárias. E, do total a ser amortizado, 74% devem ser destinados à Chesf, subsidiária da Eletrobras. (Págs. 1, A4 a A6 e C2)
Linhas de crédito mais usadas por companhias de menor porte registram aumento da inadimplência desde o começo do ano. É o caso da conta garantida, em que os atrasos de pagamento superiores a 90 dias chegaram a 6,3%. (Págs. 1 e C1)
Muitos analistas temem que o crescimento bem mais lento na China resultará em forte aumento de distúrbios sociais. Não acredito. Mesmo se o crescimento durante a próxima década diminuir para 3%, como espero. (Págs. 1 e A20)
Para Punke, o que Brasil e Argentina estão fazendo é "inconsistente com os compromissos no G-20", dos quais fazem parte, para evitar novos obstáculos ao comércio internacional. O embaixador brasileiro na OMC, Roberto Azevedo, disse que as medidas brasileiras estão dentro das regras da organização. "Não há motivo para nenhuma reclamação da parte de qualquer país". (Págs. 1 e A10)
Saída para Europa é um programa de crescimento com financiamento privado para expandir e modernizar a infraestrutura. (Págs. 1 e A19)
José Luis Oreiro
Melhor seria reduzir o superávit primário e usar a “folga de caixa” para aumentar o investimento público em infraestrutura. (Págs. 1 e A19)
quarta-feira, setembro 12, 2012
XÔ! ESTRESSE [In:] MARTA ou DONINHA (Em seu novo ''habitat'') *
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(*) s. f.
Mamífero peludo e esguio, que se parece com a doninha, cuja pele é muito apreciada. Vive em áreas florestais da Ásia, Europa e na parte setentrional da América do norte.
O CLAMOR NAS RUAS...
O PT pós-mensalão
mas o povo continua com o PT ”.
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VEJA.
''O QUE SERÁ QUE SERÁ? ... QUE ANDAM COMBINANDO NO BREU DAS TOCAS..." (Chico Buarque)
Depois de apoio a Haddad, Marta será ministra da Cultura
Autor(es): Por Fernando Exman e Bruno Peres | De Brasília" |
| Valor Econômico - 12/09/2012 |
Poucos dias depois de estrear na campanha do petista Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) foi convidada pela presidente Dilma Rousseff para se tornar a próxima ministra da Cultura. O anúncio foi feito ontem pelo Palácio do Planalto, e a posse de Marta foi agendada para a manhã desta quinta-feira. Ana de Hollanda é o 13º ministro a deixar o governo desde o início da atual administração.
Apesar do fator político-eleitoral, autoridades do Palácio do Planalto afirmam que a mudança deve-se a insatisfações de Dilma com a gestão de Ana de Hollanda. A ministra, irmã do cantor e compositor Chico Buarque, recebeu diversas críticas de petistas e se indispôs com alas da classe artística. No entanto, o fator decisivo que minou a sustentação política da agora ex-ministra foi a divulgação de uma carta de Ana de Hollanda endereçada à ministra do Planejamento, Miriam Belchior, com queixas sobre a falta de recursos da Pasta. Na visão de integrantes do governo, o texto teria sido uma manobra de Ana de Hollanda para justificar a falta de realizações de sua gestão.
Segundo auxiliares da presidente, o plano original do governo era realizar a troca após o segundo turno das eleições municipais de outubro, justamente para evitar que a substituição fosse relacionada à campanha paulistana. No entanto, dizem as autoridades do Palácio do Planalto, o vazamento da informação pela manhã de ontem teria precipitado a medida. Em uma rápida audiência no início da tarde, Dilma comunicou sua decisão à subordinada.
Marta Suplicy disse que recebeu o convite formal para substituir Ana de Hollanda por meio de um telefonema enquanto presidia uma sessão do Senado, no meio da tarde. A parlamentar, primeira vice-presidente da Casa, esforçou-se para afastar a ligação entre sua nomeação e a campanha eleitoral. Ela desistiu de concorrer novamente à Prefeitura de São Paulo após uma forte pressão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que o candidato do PT ao cargo fosse o ex-ministro da Educação Fernando Haddad, o qual representaria a renovação do partido na capital paulista. A própria presidente Dilma chegou a pedir à senadora que não lançasse uma pré-candidatura ao cargo.
Em rápida entrevista a jornalistas, Marta negou que o convite represente uma compensação por sua decisão de aderir à campanha de Haddad. "Não. Nunca foi falado isso. Não tem essa ligação", respondeu Marta após deixar o plenário do Senado.
A parlamentar também sublinhou que não se afastará da campanha do correligionário devido aos seus novos afazeres. "Eu vou continuar trabalhando com a proposta: eu faço todos os comícios, como eu combinei com ele. Tudo igual. Eu entrei na campanha na hora em que eu achei que faria a diferença", destacou. "Desde o começo da campanha do Haddad eu disse que na hora em que fosse fazer a diferença eu entraria, e eu entrei."
Por outro lado, Marta evitou comentar a gestão de sua antecessora e antecipar algumas das políticas que pretende implementar à frente da Pasta. "Eu não tenho como avaliar nenhum desempenho de nenhum ministério e não me proporia a fazê-lo sem estudar", disse a senadora, evitando polêmicas. "Eu vou estudar o ministério. Eu não vou me pronunciar sobre nada sem ter conhecimento. Eu vou, com muita humildade, estudar as grandes questões desse ministério."
A nomeação de Marta para o Ministério da Cultura deve abrir uma nova disputa pelo cargo de primeiro vice-presidente do Senado. Segundo o regimento da Casa, uma nova eleição deve ser feita. O PT, entretanto, afirma que a tradição da proporcionalidade entre os partidos lhe dá o direito de continuar ocupando o posto. "A vaga é do PT", afirmou o líder do partido no Senado, Walter Pinheiro (BA), acrescentando que ainda não há definições sobre candidatos. O primeiro suplente de Marta é o vereador de São Paulo Antonio Carlos Rodrigues (PR).
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'QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?'
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Nova ministra assume menos de uma semana após entrar na campanha de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo
Bombardeada por críticas de setores da área cultural e do PT desde que assumiu o Ministério da Cultura, Ana de Hollanda caiu ontem um ano e nove meses após entrar no governo Dilma Rousseff. Será substituída pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), que, após muito resistir, aderiu semana passada à campanha do petista Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo. É o segundo ministro de Dilma que entra na negociação para alavancar a candidatura de Haddad — o primeiro foi Marcelo Crivella, que ganhou a Pesca. A gota d'água para a demissão de Ana de Hollanda foi sua carta à ministra do Planejamento, Miriam Belchior, reclamando do orçamento da pasta, como revelou o Globo a Mais. (Págs. 1, 3, 4 e Merval Pereira)
Em resposta ao terror imposto por traficantes, acusados de matar 8 pessoas no fim de semana num parque da Baixada, a PM ocupou, com blindados da Marinha, o bairro da Chatuba, em Mesquita. Ali será instalado um destacamento permanente com 112 policiais. Foram presas 18 pessoas e encontrados 5 acampamentos do tráfico na mata, além de apreendidas armas e drogas. (Págs . 1 e 15 a 17)
Na segunda entrevista com candidatos à prefeitura do Rio, Aspásia Camargo (PV) disse que o saneamento é o maior problema ambiental da cidade, com esgoto lançado em lagoas. Ela defendeu a municipalização da Cedae, alegando que a empresa não investe no tratamento de esgoto. (Págs. 1, 8 e 9)
Justiça censura pesquisas eleitorais
Entidades reagem a decisões de juízes em Curitiba e Fortaleza. TRE-CE revogou decisão de magistrado. (Págs. 1 e 7)
Candidato a vereador é morto em Macacu
Sandro de Gica (PMDB) pode ter sido a 23ª vítima de homicídios por motivos políticos nestas eleições. (Págs 1 e 10)
Em sua 15ª mudança ministerial, a presidente Dilma Rousseff trocou ontem Ana de Hollanda pela senadora petista Marta Suplicy no comando do Ministério da Cultura. A nova ministra vai assumir a função amanhã.
O convite foi feito em 22 de agosto, em acordo costurado para que Marta entrasse na campanha de Haddad (PT) à Prefeitura de São Paulo. Cinco dias depois, ao sair de reunião com Lula, ela anunciou a adesão à campanha. (Págs. 1 e Poder A8)
O tucano José Serra (20%) e o petista Fernando Haddad (17%) continuam tecnicamente empatados em segundo. A distância entre ambos, porém, passou de cinco para três pontos. A rejeição a Serra subiu de 42% para 46%, e a de Russomanno, de 12% para 16%. (Págs. 1 e Poder A4)
Vera Magalhães
Serra e Haddad vão usar todas as armas para ir ao 2º turno. (Págs. 1 e Poder A10)
TRE veta pesquisa em Curitiba após pedido do PDT. (Págs. 1 e Poder A6)
Segundo ele, não porque existam provas, mas pela tendência da corte. A assessoria do petista negou e afirmou que ele “está confiante na sua absolvição”. (Págs. 1 e Poder Al2)
A posse de Marta acontecerá amanhã, às li horas. A mudança em Brasília deverá ter reflexos diretos na campanha à Prefeitura de São Paulo. Além de abrir vaga no primeiro escalão para Marta - que somente após conversas reservadas com Dilma e com o ex-presidente Lula aceitou apoiar a candidatura de Fernando Haddad (PT) -, a indicação coloca no Senado o suplente Antonio Carlos Rodrigues, atualmente vereador, presidente do PR na cidade de São Paulo e candidato à reeleição na Câmara Municipal. O PR está oficialmente coligado à candidatura de José Serra (PSDB), mas pode, agora, aderir à campanha de Haddad. As negociações com o PR indicam que ainda poderia ser oferecido, no futuro, mais um ministério ao partido. (Págs. 1 e Nacional A4)
Marta Suplicy
Nova ministra da Cultura
“O convite é meio surpreendente, mas eu sou do governo e estou à disposição"
O novo plano de logística, a desoneração da folha e a redução da energia elétrica podem ser o início de uma política mais voltada à eficiência. (Págs. 1 e Economia B6)
Os planos para o setor elétrico e o de transportes devem resultar em serviços mais eficientes. (Págs. 1 e A3)
Na versão oficial, Ana perdeu o cargo porque reclamou em carta da falta de recursos para a pasta. Mas a carta foi apenas um pretexto. Embora negue, Marta ganhou o posto depois de muita negociação para entrar na campanha de Fernando Haddad a prefeito da capital paulista. Ana de Hollanda, irmã do cantor e compositor Chico Buarque, não é a primeira a cair em consequência da eleição em São Paulo. Antes dela, Dilma já havia entregado o Ministério da Pesca ao PRB de Marcelo Crivella, na frustrada tentativa de enterrar a candidatura de Russomanno; pôs Mercadante na Educação, para que não disputasse as prévias do PT; e acomodou Osvaldo Garcia, ligado a Maluf, na Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades. (Págs. 1 e 2 a 4)
O Bank of America Merrill Lynch calculou em 0,56 ponto percentual o impacto que as reduções - de 16,2% para as residências e de 19% a 28% para a indústria - podem ter no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2013. Para o banco, a queda é importante porque o ambiente externo está deixando de ser benigno para a inflação. A presidente, em seu discurso, disse que "os descontos poderão ser ainda maiores". O impacto direto das contas de luz residenciais mais baixas no IPCA, calcula Fábio Romão, da LCA Consultores, é de menos 0,55 ponto percentual, mas com os repasses indiretos de custos menores na indústria e nos serviços o índice pode ficar 0,70 ponto percentual menor. (Págs. 1, A3 a A6 e C2)
Esses assuntos foram discutidos em reunião realizada no dia 2 de setembro, no Instituto da Cidadania. Participaram do encontro, a convite de Lula, os ex-ministros José Dirceu e Márcio Thomaz Bastos, o presidente do PT, Rui Falcão, e o advogado Sigmaringa Seixas. (Págs. 1 e A10 a A12)
Os fundos investem em debêntures de empresas de primeira linha e letras financeiras de grandes bancos, que estão pagando uma taxa entre 105% e 107% do CDI, o que permitiu que seu retorno seja superior à média de 103% a 104% do CDI. (Págs. 1 e C1)
A defesa da soberania paraguaia está no discurso de todos os candidatos, da esquerda e da direita. Quem ficou ao lado de Lugo virou "legionário", lembra a cientista política Susana Aldana. "Legionário" é uma referência aos caudilhos que apoiaram Brasil e Argentina na guerra de 1865 a 1870, que derrubou o governo de Solano López. (Págs. 1, A14 e B16)
"A crise europeia da primeira década do século foi uma repetição da crise argentina, mas em escala muito ampliada. Acreditava-se que a Europa não permitiria a dissolução do seu ousado projeto político. Não se contava, porém, com dois fatores perturbadores: a complexa governança europeia, que dava pesos iguais a países de dimensões muito distintas, e a polarização política acentuada pela própria recessão.
As consequências para o Brasil não foram devastadoras, mas foram certamente negativas. Preços de commodities reverteram a tendência de alta e perderam fôlego, privando o país dos ganhos de termos de troca que marcaram a primeira década do século. O lado positivo dessa história foi a necessidade de o país retomar o processo de reformas, que levou a nova aceleração do crescimento, anos mais tarde, em bases mais sólidas". (Págs. 1 e A18)
Na essência, o governo da presidente Dilma não foge ao figurino adotado por seus dois antecessores. (Págs. 1 e A2)
Martin Wolf
Para evitar a ruptura da zona do euro, países credores precisam crer que não estão jogando dinheiro em um poço sem fundo. (Págs. 1 e A17)
Pesquisa do Instituto MDA em parceria com o jornal Estado de Minas mostra Márcio Reinaldo (PP) com 52% das intenções de voto, seguido de Múcio Reis (PMDB), com12,4%. Emílio Vasconcelos (PSB) tem 8,2%. (Págs. 1 e 7)
terça-feira, setembro 11, 2012
'QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?'
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Pela primeira vez desde o início do julgamento, o relator vinculou o ex-chefe da Casa Civil do governo Lula ao esquema de repasse de recursos do valerioduto, apontando o que espera Dirceu nas próximas fases do processo.
O relator do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, votou pela condenação de nove réus por lavagem de dinheiro, entre eles os dirigentes do Banco Rural e o operador do esquema, Marcos Valério. Ao justificar o voto pela condenação de Kátia Rabello, dona do Rural, Barbosa citou reuniões entre José Dirceu e representantes do banco, intermediadas por Marcos Valério, vinculando o ex-ministro da Casa Civil ao chamado valerioduto. Dirceu é acusado de corrupção ativa e formação de quadrilha, mas sua conduta individual só será julgada pelos ministros nos capítulos seguintes do julgamento. (Págs. 1, 3 e editorial “Jurisprudência avança no processo do mensalão”)
Dilma indica ministro do STF
Teori Zavascki, hoje no STJ por indicação de Fernando Henrique, foi escolhido para o STF. Poderá votar no mensalão. (Págs. 1, 4 e Merval Pereira)
Expulso pelo PSOL ainda é candidato
A Justiça Eleitoral manteve o registro de Berg Nordestino, acusado pelo PSOL de ligação com milícias. (Págs. 1 e 7)
Em Osasco, TRE barra candidato tucano
É a segunda baixa na cidade depois da renúncia do petista João Paulo Cunha, condenado no mensalão. (Págs. 1 e 6)
Em meio ao julgamento do mensalão, a presidente Dilma Rousseff levou apenas 11 dias para indicar o catarinense Teori Albino Zavascki, 64, à vaga de ministro do STF, aberta com a aposentadoria de Cezar Peluso.
O nome escolhido, revelado pelo site da Folha, foi bem recebido pelos colegas do Supremo. Para assumir, ele terá de passar por sabatina no Senado, o que deve acontecer em outubro, devido ao período eleitoral. (Págs. 1 e Poder A4)
Análise
A presidente Dilma cumpriu com o seu dever em tempo imediato, escreve Joaquim Falcão. (Págs. 1 e A4)
Ambos negam. Barbosa descreveu um esquema de ocultação de saques de dinheiro ilícito e condenou nove réus (cinco do núcleo publicitário e quatro do banco) por lavagem. (Págs. 1 e Poder A6)
A apostila orienta ainda fazer "carinha de piedade" para atrair o eleitor. A cúpula da campanha diz desconhecer o material. (Págs. 1 e Poder A8)
Com isso, José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT) desistiram do evento, que foi cancelado. O petista será sabatinado na quinta-feira, e Serra, na sexta, no Teatro Folha, em São Paulo. (Págs. 1 e Poder A10)
Relator do processo do mensalão, o ministro Joaquim Barbosa disse ontem que o empresário Marcos Valério agiu como “intermediário” entre o ex-ministro José Dirceu e o Banco Rural, que fez os empréstimos já considerados fraudulentos pelo STF. Barbosa apontou características de crime organizado no mensalão e votou pela condenação de nove réus por lavagem de dinheiro. Entre eles estão ex-dirigentes do Rural, o empresário e seus sócios e ex-funcionários do grupo. O relator só absolveu Ayanna Tenório, ex-vice-presidente do banco. Barbosa indicou ainda que defenderá a condenação generalizada dos réus, incluindo políticos acusados de participar do esquema. (Págs. 1 e Nacional A4)
Dilma indica ministro ao STF
A presidente Dilma Rousseff indicou Teori Zavascki, do STJ, para a vaga aberta com a aposentadoria do ministro Cezar Peluso no STF. Zavascki teria afirmado que não participará do julgamento do mensalão. (Págs. 1 e A6)
Disputa pelo eleitor fiel
O apoio da Igreja Renascer em Cristo é disputado por Celso Russomanno (PRB) e José Serra (PSDB). O tema foi abordado por Luiz Flávio D'Urso (PTB) em entrevista à TV Estadão. (Págs. 1 e A8)
No pronunciamento, a presidente extrapolou prerrogativas ao valer-se do púlpito institucional para pronunciar-se em termos de palanque. (Págs. 1 e Nacional A6)
Como quase sempre acontece nessas horas de transição econômica é provável que a melhor avaliação esteja no meio do caminho. (Págs. 1 e Economia B6)
Só uma política honesta pode baixar as contas de luz e ajustar os preços dos combustíveis. (Págs. 1 e A3)
Na negociação de março, cada montadora recebeu uma cota individual de importação para carros, ônibus e caminhões. Pelo menos duas já estouraram a cota, mas continuam trazendo veículos pagando tarifa de importação de 35% e adicional de dez pontos percentuais no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O Valor apurou que algumas empresas, sem esclarecer os motivos, decidiram abrir mão da isenção e pagar os impostos adicionais. (Págs. 1 e A4)
A dependência do Tesouro cresceu. Segundo o economista Mansueto de Almeida, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o BNDES não tinha mais de 10% do seu passivo vinculado a dívidas com o Tesouro em 2007, ou R$ 10 bilhões. Em 2012, serão R$ 360 bilhões, cerca de 50% do passivo. (Págs. 1 e A6)
Os recursos estão sendo amealhados pelo fundo de "private equity" Gordian Bioenergy. Segundo o idealizador do projeto, o investidor de origem grega Diomedes Christodoulou, a empresa Terracal Alimentos e Bioenergia já adquiriu 35 mil hectares no Estado. A área será 100% irrigada para o cultivo de 3 mil hectares de cacau, 27,3 mil hectares de cana e 4,7 mil hectares de tomate - este último em consórcio com a cana. (Págs. 1 e B16)
Quanto maior a amortização dos investimentos, mais o governo deverá exigir em redução de tarifas nas concessões prorrogadas. A declaração de Hubner dá um pequeno alívio às empresas, ao indicar que o governo não pretende considerar todos os investimentos como já amortizados. (Págs. 1 e A3)
Aproxima-se a hora da verdade para a região. Uma forte pressão se acumula para forçar a Grécia a pedir sua saída da moeda única. Portugal deverá conhecer medidas adicionais para cumprir as metas impostas pela troica UE, BCE e FMI. Espanhóis vivem a expectativa de mais cortes de gastos públicos e aumentos de impostos. À sucessão infernal de contração da demanda pública e aprofundamento da recessão e do desemprego, a UE tem pouco a oferecer senão a perspectiva de novos sacrifícios a países já debilitados. (Págs. 1 e A16)
A política monetária americana produziu efeitos pífios, além de comprometer o equilíbrio fiscal. (Págs. 1 e A2)
George Soros
A Alemanha, no papel de maior país credor, está no comando, mas se recusa a assumir mais responsabilidades. (Págs. 1 e A15)
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