PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quinta-feira, setembro 13, 2012

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

13 de setembro de 2012

O Globo

Manchete: Terror no consulado - Atentado no 11/9 deixa EUA em alerta
Obama reforça sedes diplomáticas no mundo após morte de embaixador na Líbia
Governo americano vê indícios de premeditação em ataque que deixou 4 mortos e 17 feridos em Benghazi, no rastro de uma onda de protestos contra o país; presidente e candidato republicano trocam acusações

Fontes do governo americano acreditam que o protesto contra um obscuro filme de um cineasta desconhecido, insultando o profeta Maomé, foi apenas um pretexto para acobertar o devastador ataque de extremistas radicais líbios que matou anteontem o embaixador Christopher Stevens. Obama, que vai enviar dois navios de guerra à costa líbia, disse que as relações com o novo governo não serão afetadas. "Eu me pergunto como isso pode acontecer num país que ajudamos a libertar?" lamentou a secretária Hillary Clinton. O atentado já se reflete na campanha à Casa Branca. Mitt Romney não hesitou em atacar Obama, que reagiu afirmando que o republicano "atira primeiro e mira depois". O filme desatou onda de protestos de muçulmanos. (Págs. 1 e 36 a 39)

Entrevista
‘Força é única saída contra extremistas’

Para o analista líbio Mansour el-Kikhia, diálogo com quem rejeita democracia é inútil.
Eleições municipais
Maia: empresas de ônibus devem ser auditadas

Na terceira entrevista com candidatos a prefeito do Rio, Rodrigo Maia (DEM) disse que fará auditoria nas empresas de ônibus e que, aos domingos, as passagens custarão R$ 1. Defendeu a gestão de seu pai, Cesar Maia, e afirmou ser contra o uso de parcerias privadas na gestão da Saúde. (Págs. 1,10 e 11)

‘Lula é um Deus e eu tenho apelo’, diz Marta
Um dia após ganhar o Ministério da Cultura, Marta disse que ela, Lula e Dilma levarão Haddad ao 2º turno em SP. (Págs. 1 e 12)

Propostas genéricas e inconsistentes no Rio

Com ajuda de especialistas, O GLOBO identificou promessas que dificilmente serão colocadas em prática. (Págs. 1 e 3)
Revisor condena seis de dez réus
Ricardo Lewandowski votou ontem pela condenação de seis dos dez réus acusados de lavagem de dinheiro, entre eles a dona do Banco Rural, Kátia Rabello, e Marcos Valério. O relator, Joaquim Barbosa, havia condenado nove. Os dois voltaram a discutir. (Págs. 1 e 15)
Alimentos vão subir 10% no ano
Com a seca nos EUA, os preços dos alimentos para o consumidor brasileiro já acumulam alta de 8,84% nos 12 meses encerrados em agosto. Especialistas dizem que o aumento deve chegar a 10% este ano, pressionando a inflação oficial medida pelo IPCA. (Págs. 1 e 29)
Alemanha diz sim a resgate
O fundo de socorro a países europeus saiu da zona de perigo com a aprovação da participação da Alemanha pelo Tribunal Constitucional do país. Os juizes, porém, limitaram a € 190 bi o aporte alemão. (Págs. 1, 31 e Míriam Leitão)
Colunista: Carlos A. Sardenberg
Da gasolina à conta de luz

E se a empresa não topar mudar o contrato? (Págs. 1 e 18)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Dilma não deve ‘meter o bico’ em SP, ataca Serra
Em ofensiva, tucano liga Haddad a réus do mensalão; petista reclama de baixo nível

Em sua maior ofensiva contra o PT, o candidato do PSDB à prefeitura paulistana, José Serra, associou o rival Fernando Haddad a réus do mensalão e disse que Dilma Rousseff não deve “meter o bico” em São Paulo.
Segundo o tucano, a presidente “mal conhece” a cidade e “vem dizer aos paulistas como devem votar”. Ele criticou a entrega do Ministério da Cultura a Marta Suplicy (PT), após a entrada dela na campanha petista. (Págs. 1 e Poder A4)

Eliane Cantanhêde

Mensalão cai como uma luva para ataques tucanos, mas há enormes riscos. (Págs. 1 e Opinião A2)
Revisor de ação do mensalão condena 6 réus por lavagem
O ministro revisor do processo do mensalão no STF, Ricardo Lewandowski, condenou dois ex-dirigentes do Banco Rural, o empresário Marcos Valério, sua assistente e dois sócios dele por lavagem de dinheiro.

Ele divergiu de alguns pontos do voto do relator da ação, Joaquim Barbosa, e absolveu quatro réus por falta de provas. (Págs. 1 e Poder A13)
Embaixador dos EUA e mais 3 são mortos em ataque na Líbia
O embaixador dos EUA na Líbia, J. Christopher Stevens, e outros três americanos foram mortos no consulado do país em Benghazi.

Eles foram alvo de ataque durante protesto contra um filme que satiriza Maomé. As circunstâncias do crime não estão claras. Uma das hipóteses é que radicais teriam se infiltrado na manifestação. (Págs. 1 e Mundo A16)

Clóvis Rossi

Misturar Deus ou seus profetas com política é receita certa para o horror. (Págs. 1 e Mundo A18)
BC fala em subir parcela mínima nas faturas do cartão de crédito
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, defendeu que o pagamento mínimo obrigatório nas faturas de cartão de crédito seja “muito maior” do que o permitido atualmente.

Hoje, o consumidor pode optar por pagar só 15% do valor devido até o vencimento e quitar o resto depois. (Págs. 1 e Mercado B1)
Governo prepara novas regras para o seguro-desemprego (Págs. 1 e Mercado B5)

Dez empresas detêm 70% do dinheiro de publicidade de Dilma (Págs. 1 e Poder A10)

Quem não reagiu está vivo, afirma Alckmin sobre ação da Rota
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) defendeu a operação da Rota que resultou na morte de oito suspeitos de ligação com a facção criminosa PCC e de uma vítima do grupo. “Quem não reagiu está vivo.” Cinco suspeitos foram presos. Segundo a polícia, o homem que estaria sendo “julgado” pelo bando por estupro tinha sido “absolvido”. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Editoriais
Leia “Choque elétrico”, acerca de medidas para reduzir tarifas de energia, e “Pesquisas incômodas”, sobre resultados do Data-folha em cinco capitais. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Diplomata dos EUA é morto na Líbia e Obama reage
Ataque ocorreu quando multidões protestavam contra filme sobre Maomé; governo americano fala em fazer justiça

O embaixador dos EUA na Líbia, Christopher Stevens, e outros três diplomatas foram mortos em ataque a tiros e granadas contra o consulado americano em Benghazi. Os incidentes ocorreram na noite de terça-feira, enquanto multidões em várias cidades do mundo islâmico protestavam contra o filme Inocência dos Muçulmanos, que retrata Maomé como adúltero, bissexual, pedófilo e sanguinário. A morte de Stevens foi a primeira de um funcionário tão graduado em 33 anos. Com uma grave crise diplomática em plena campanha presidencial, o presidente Barack Obama reagiu dizendo que os EUA não descansarão enquanto os responsáveis pelo atentado não forem levados à Justiça. Antes da fala de Obama, previamente agendada e anunciada, seu rival republicano na corrida à Casa Branca, Mitt Romney, criticou os “cálculos errados” e as “mensagens confusas” da atual política externa. (Págs. 1 e Internacional A18)

Barack Obama
Presidente dos EUA
“Não se enganem, a justiça será feita”

Fotolegenda: Crise
Corpo de Christopher Stevens, na Líbia, e Barack Obama (com Hillary Clinton) em Washington: divulgação de imagens do diplomata morto irritou o governo dos EUA.
Eleições 2012: Por vaga no 2º turno, Serra e Haddad sobem o tom
A 25 dias da eleição, tucanos e petistas elevam o tom por vaga no segundo turno. A campanha de José Serra (PSDB) vinculou o nome de Fernando Haddad ao do ex-ministro José Dirceu, acusado de ser o chefe da “quadrilha” do mensalão. Já Haddad (PT) ironizou a rejeição a Serra, dizendo que “ele não vai poder circular pela cidade”. Celso Russomanno (PRB) afirma estar “feliz” com a liderança nas pesquisas. (Págs. 1 e Nacional A4)
Se 'deus' quiser

A nova ministra da Cultura, Marta Suplicy, disse ter fé na vitória de Haddad: “Lula é deus, eu sou a pessoa que faz e Dilma é bem avaliada". (Págs. 1 e A6)
Lewandowski condena seis por lavagem de dinheiro
A existência de um esquema de lavagem de dinheiro para distribuir recursos no mensalão foi reconhecida pelo revisor do processo, Ricardo Lewandowski, que concordou com o relator, Joaquim Barbosa. Lewandowski condenou seis dos dez acusados: Kátia Rabello, José Roberto Salgado, Marcos Valério, Cristiano Paz, Ramon Hollerbach e Simone Vasconcellos. (Págs. 1 e Nacional A12)
‘Quem não reagiu está vivo’, diz Alckmin
O governador Geraldo Alckmin disse ontem que “quem não reagiu está vivo”, ao comentar a ação da Rota em Várzea Paulista que deixou 9 mortos. “Está claro que tínhamos um grande número de criminosos e que a polícia surpreendeu todos.” (Págs. 1 e Cidades C1)
Juiz exige sacola biodegradável em SP (Págs. 1 e Vida A29)

Estudo aponta dose para pílula anti-HIV (Págs. 1 e Vida A24)

Justiça anula escutas de operação da PF (Págs. 1 e Nacional A14)

Cai a cotação de elétricas com corte de tarifas
O dia seguinte ao anúncio da redução das tarifas de energia elétrica foi marcado por forte queda de ações do setor. Levantamento revela que 24 companhias com papéis negociados na Bovespa perderam R$ 15 bilhões em valor de mercado. (Págs. 1 e Economia B1 e B4)
Celso Ming
Dinheiro não é tudo

O Federal Reserve está sendo pressionado a “fazer algo mais” para reverter o desemprego nos EUA, que já atinge 8,1% da força de trabalho. (Págs. 1 e Economia B2)
Demétrio Magnoli
Bravatas republicanas

Na Casa Branca, Mitt Romney não honraria os compromissos extravagantes assumidos na campanha. Eis por que ele é um homem perigoso. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Notas & Informações
Toma lá dá cá

No episódio da nomeação de Marta Suplicy para a cultura é difícil saber quem fica pior na foto. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Governo dá até 25% de aumento para os DAS
Concedido aos cargos comissionados e de confiança, ocupados por servidores concursados e apadrinhados políticos, o reajuste foi incluído pelo Planalto na proposta de Orçamento e é bem superior aos 15,8% dados à maior parte do funcionalismo público. (Págs. 1 e 10)
Um torpedo na campanha de Haddad
Um flagrante do repórter fotográfico Iano Andrade mostra a senadora Marta Suplicy (PT-SP) numa saia justa. Ela exibe à colega Lídice da Mata (PSB-BA) e-mail no qual o suplente dela, Antônio Carlos Rodrigues (PR-SP), é classificado como “evangélico” e “homofóbico”. A mensagem, que explicita o temor de ele assumir a relatoria de projeto de lei para criminalizar a homofobia, pode jogar por terra toda a engenharia política de Lula e Dilma para tentar conseguir votos de evangélicos, considerados cruciais para levar Fernando Haddad ao 2º turno na eleição para prefeito de São Paulo. (Págs 1, 2, 3, Nas Entrelinhas, 6, e Brasília-DF, 7)
Fotolegenda: Terror desafia os EUA
A Casa Branca não tem dúvidas de que o assassinato do embaixador norte-americano na Líbia, Christopher Stevens (na foto, o diplomata é socorrido após o ataque), foi planejado por simpatizantes da Al-Qaeda. Barack Obama enviou soldados a Benghazi e alertou os terroristas: “Não se enganem, a justiça será feita”. O atentado acirrou a disputa eleitoral nos Estados Unidos. (Págs. 1 e 16 a 18)
Administração: Águas Claras gasta mais em festas do que em obras
No bairro carente de infraestrutura, o administrador, Manoel Carneiro, investiu R$ 3,8 milhões em esporte, lazer e cultura. E tudo sem licitação. O total é mais de duas vezes e meia o valor aplicado em urbanização: R$ 1,4 milhão, como revela a repórter Lilian Tahan. (Págs. 1 e 23)
Agnelo Queiroz faz mudanças no secretariado
Equipe terá Adonias Santiago na Fazenda; Cristiano Araújo no Desenvolvimento Econômico; Glauco Rojas em Ciência e Tecnologia; e Bispo Renato no Trabalho. (Págs. 1 e 31)
“Mequetrefe” opõe relator e revisor no STF
Discordância sobre a ré Geiza Dias, condenada por Barbosa e absolvida por Lewandowski, provoca bate-boca entre os dois no julgamento do mensalão. (Págs. 1 e 4)
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Valor Econômico

Manchete: Ações de elétricas desabam e perdem R$ 14 bi em um dia
No dia seguinte ao pacote na área de energia, o pânico tomou conta dos investidores e tornou o pregão da Bovespa um dos piores já registrados pelas companhias do setor. As ações entraram em queda livre e alguns papéis, como as preferenciais da Cesp, chegaram a recuar quase 30%, encerrando o dia com perda de 27,5%. A Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP) viu seu valor de mercado diminuir 24,1% em apenas um dia e a Cemig, 19,7%. O movimento contagiou papéis de empresas de outras áreas de infraestrutura, com os investidores temendo a extensão das intervenções do governo. Houve quedas significativas das ações de companhias como CCR, Sabesp e ALL. Em um dia, o valor das elétricas caiu R$ 14,5 bilhões.

As surpresas com as novas regras das concessões incentivaram o pessimismo. Cálculos preliminares do governo indicam que apenas dez usinas hidrelétricas de maior porte com concessões a vencer entre 2015 e 2017 não tiveram seus investimentos totalmente amortizados, o que pode limitar o pagamento de indenizações às concessionárias. E, do total a ser amortizado, 74% devem ser destinados à Chesf, subsidiária da Eletrobras. (Págs. 1, A4 a A6 e C2)
Calote das empresas é recorde
O aperto na situação financeira das empresas, especialmente entre as pequenas e médias, levou a inadimplência das pessoas jurídicas em julho ao maior nível desde junho de 2001.

Linhas de crédito mais usadas por companhias de menor porte registram aumento da inadimplência desde o começo do ano. É o caso da conta garantida, em que os atrasos de pagamento superiores a 90 dias chegaram a 6,3%. (Págs. 1 e C1)
Fotolegenda: Alívio para o euro
A Corte Constitucional da Alemanha permitiu que a premiê Angela Merkel ratifique o pacto fiscal e que o país participe do Mecanismo Europeu de Estabilidade, o novo fundo de resgate europeu, cuja capacidade de empréstimos deve atingir € 500 bilhões em julho do ano que vem. (Págs. 1 e C12)
Desaceleração é boa para China e para o mundo
O crescimento chinês está em desaceleração e a maioria dos analistas acredita que as taxas reais são bem menores que as oficiais. Mas eles estão errados em qualificar a expansão mais lenta como um desastre potencial. Desaceleração é exatamente o que a China e o mundo necessitam. Mesmo em meio à transição política que ocorre uma vez por década, a desaceleração sugere que Pequim está levando a sério a necessidade de reduzir a orgia de investimentos dos últimos dez anos e reequilibrar a economia.

Muitos analistas temem que o crescimento bem mais lento na China resultará em forte aumento de distúrbios sociais. Não acredito. Mesmo se o crescimento durante a próxima década diminuir para 3%, como espero. (Págs. 1 e A20)
EUA reclamam na OMC contra aumento de tarifas no Brasil
O governo dos Estados Unidos acusou Brasil e Argentina de quebrarem compromisso internacional com a elevação das barreiras às importações, ainda mais num momento que Washington considera especialmente delicado para a economia mundial. O embaixador americano na Organização Mundial de Comércio (OMC), Michael Punke, disse que os EUA estão "extremamente preocupados" em ver a ação dos dois países sul-americanos.

Para Punke, o que Brasil e Argentina estão fazendo é "inconsistente com os compromissos no G-20", dos quais fazem parte, para evitar novos obstáculos ao comércio internacional. O embaixador brasileiro na OMC, Roberto Azevedo, disse que as medidas brasileiras estão dentro das regras da organização. "Não há motivo para nenhuma reclamação da parte de qualquer país". (Págs. 1 e A10)
Docas pode ir à Justiça por ato de Getúlio
Com a concessão de 70 anos prestes a expirar, em dezembro, a Companhia Docas de Imbituba (CDI), empresa privada de capital aberto, discute com o governo federal o direito a mais três anos e dez meses de operação no porto catarinense. O prazo corresponde ao período em que o então presidente Getúlio Vargas colocou o porto sob intervenção federal, por motivos de segurança, durante a II Guerra Mundial. A questão pode acabar na Justiça. A Antaq, agência que regula o setor, negou o pedido argumentando que o prazo para a demanda prescreveu. A companhia vai pedir a reconsideração da decisão. (Págs. 1 e B8)
Troca de comando na China pode trazer boom de investimentos públicos (Págs. 1 e A16)

Eads e BAE discutem acordo de fusão gigante (Págs. 1 e B12)

Adams é próximo nome para o STF
O advogado-geral da União, Luiz Inácio Adams, de 45 anos, deverá ser indicado pela presidente Dilma para a vaga do atual presidente do Supremo Tribunal Federal, Ayres Brito, que se aposenta em novembro. (Págs. 1 e A15)
Austeridade agrava crise, diz Unctad
Para Unctad, políticas de austeridade e compressão maciça de salários nos países desenvolvidos estão retardando o fim da crise e elevando os riscos para a economia mundial. (Págs. 1 e A17)
Galvão negocia fatia da CAB ambiental
Após tentativa frustrada de IPO e de vender um terço do capital da Companhia de Águas do Brasil (CAB ambiental) ao BNDESPar, o grupo Galvão negocia mais uma participação na empresa ou até seu controle acionário. (Págs. 1 e B7)
Indústria Naval
Impulsionada principalmente pela demanda do setor de petróleo, a indústria naval brasileira experimenta uma nova fase de florescimento, após anos de estagnação. O grande desafio é desenvolver tecnologias, reduzir custos e treinar mão de obra para competir num mercado global. (Págs. 1 e Valor Setorial)
Comperj terá turbinas da GE
A GE Óleo & Gás vai fornecer os equipamentos que vão gerar energia para a primeira fase de operação do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). As quatro turbinas — duas a gás e duas a vapor — deverão ser entregues até o fim de 2013. (Págs. 1 e B9)
Cialis ganha indicação a outra doença
O Cialis Diário, desenvolvido pela americana Eli Lilly, indicado originalmente para tratamento de disfunção erétil, obteve aprovação da Anvisa para também ser prescrito no combate à Hiperplasia Prostática Benigna. (Págs. 1 e B10)
Syngenta amplia "barter" no café
Lançado em 2006 com três propriedades, o programa de “barter” da Syngenta — que oferece insumos e assessoria técnica em troca da produção — deve chegar a 2 mil cafeicultores do país na próxima safra. (Págs. 1 e B16)
Champagne "brasileiro"
Fundador da Vinícola Geisse, em Pinto Bandeira (RS), o chileno Mario Geisse traz ao país o primeiro champagne “brasileiro”, produzido em Chigny-les-Roses, na França. Para Geisse, o Vale dos Vinhedos deveria se dedicar principalmente aos espumantes. (Págs. 1 e D8)
Ideias
Roland Berger

Saída para Europa é um programa de crescimento com financiamento privado para expandir e modernizar a infraestrutura. (Págs. 1 e A19)

José Luis Oreiro

Melhor seria reduzir o superávit primário e usar a “folga de caixa” para aumentar o investimento público em infraestrutura. (Págs. 1 e A19)
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quarta-feira, setembro 12, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] MARTA ou DONINHA (Em seu novo ''habitat'') *

























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(*) s. f.
Mamífero peludo e esguio, que se parece com a doninha, cuja pele é muito apreciada. Vive em áreas florestais da Ásia, Europa e na parte setentrional da América do norte.
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O CLAMOR NAS RUAS...

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9:07 \ Partidos

O PT pós-mensalão

Lula: ele já calibra o tom do discurso contra uma eventual condenação ampla, geral e irrestrita

Que avaliação deve ser feita do julgamento do mensalão? O que o PT deve fazer se a condenação for generalizada?
As duas perguntas foram o centro de um sigiloso encontro no dia 2, no Instituto Lula, em São Paulo, que reuniu nada menos do que Márcio Thomaz Bastos, José Dirceu, Rui Falcão, Sigmaringa Seixas, e, claro, Lula.
Uma das conclusões foi a de que todo o esforço para a vitória nas grandes capitais deve ser feito. Elas seriam usadas como base do discurso de defesa, na linha “O STF condenou,
mas o povo continua com o PT ”.
Outra decisão: os dirigentes petistas têm que partir para o ataque imediatamente. Resultado disso foi a patética declaração de Falcão, dada dias depois, de que o STF, “unido a uma elite suja e reacionária”, faria parte de um “golpe” para derrubar o PT .
De acordo com um dos participantes da reunião, as decisões do STF estão levando Lula à beira do descontrole.
Por Lauro Jardim
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VEJA.

''O QUE SERÁ QUE SERÁ? ... QUE ANDAM COMBINANDO NO BREU DAS TOCAS..." (Chico Buarque)



Depois de apoio a Haddad, Marta será ministra da Cultura



Autor(es): Por Fernando Exman e Bruno Peres | De Brasília"
Valor Econômico - 12/09/2012
 

Poucos dias depois de estrear na campanha do petista Fernando Haddad à Prefeitura de São Paulo, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) foi convidada pela presidente Dilma Rousseff para se tornar a próxima ministra da Cultura. O anúncio foi feito ontem pelo Palácio do Planalto, e a posse de Marta foi agendada para a manhã desta quinta-feira. Ana de Hollanda é o 13º ministro a deixar o governo desde o início da atual administração.
Apesar do fator político-eleitoral, autoridades do Palácio do Planalto afirmam que a mudança deve-se a insatisfações de Dilma com a gestão de Ana de Hollanda. A ministra, irmã do cantor e compositor Chico Buarque, recebeu diversas críticas de petistas e se indispôs com alas da classe artística. No entanto, o fator decisivo que minou a sustentação política da agora ex-ministra foi a divulgação de uma carta de Ana de Hollanda endereçada à ministra do Planejamento, Miriam Belchior, com queixas sobre a falta de recursos da Pasta. Na visão de integrantes do governo, o texto teria sido uma manobra de Ana de Hollanda para justificar a falta de realizações de sua gestão.
Segundo auxiliares da presidente, o plano original do governo era realizar a troca após o segundo turno das eleições municipais de outubro, justamente para evitar que a substituição fosse relacionada à campanha paulistana. No entanto, dizem as autoridades do Palácio do Planalto, o vazamento da informação pela manhã de ontem teria precipitado a medida. Em uma rápida audiência no início da tarde, Dilma comunicou sua decisão à subordinada.
Marta Suplicy disse que recebeu o convite formal para substituir Ana de Hollanda por meio de um telefonema enquanto presidia uma sessão do Senado, no meio da tarde. A parlamentar, primeira vice-presidente da Casa, esforçou-se para afastar a ligação entre sua nomeação e a campanha eleitoral. Ela desistiu de concorrer novamente à Prefeitura de São Paulo após uma forte pressão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que o candidato do PT ao cargo fosse o ex-ministro da Educação Fernando Haddad, o qual representaria a renovação do partido na capital paulista. A própria presidente Dilma chegou a pedir à senadora que não lançasse uma pré-candidatura ao cargo.
Em rápida entrevista a jornalistas, Marta negou que o convite represente uma compensação por sua decisão de aderir à campanha de Haddad. "Não. Nunca foi falado isso. Não tem essa ligação", respondeu Marta após deixar o plenário do Senado.
A parlamentar também sublinhou que não se afastará da campanha do correligionário devido aos seus novos afazeres. "Eu vou continuar trabalhando com a proposta: eu faço todos os comícios, como eu combinei com ele. Tudo igual. Eu entrei na campanha na hora em que eu achei que faria a diferença", destacou. "Desde o começo da campanha do Haddad eu disse que na hora em que fosse fazer a diferença eu entraria, e eu entrei."
Por outro lado, Marta evitou comentar a gestão de sua antecessora e antecipar algumas das políticas que pretende implementar à frente da Pasta. "Eu não tenho como avaliar nenhum desempenho de nenhum ministério e não me proporia a fazê-lo sem estudar", disse a senadora, evitando polêmicas. "Eu vou estudar o ministério. Eu não vou me pronunciar sobre nada sem ter conhecimento. Eu vou, com muita humildade, estudar as grandes questões desse ministério."
A nomeação de Marta para o Ministério da Cultura deve abrir uma nova disputa pelo cargo de primeiro vice-presidente do Senado. Segundo o regimento da Casa, uma nova eleição deve ser feita. O PT, entretanto, afirma que a tradição da proporcionalidade entre os partidos lhe dá o direito de continuar ocupando o posto. "A vaga é do PT", afirmou o líder do partido no Senado, Walter Pinheiro (BA), acrescentando que ainda não há definições sobre candidatos. O primeiro suplente de Marta é o vereador de São Paulo Antonio Carlos Rodrigues (PR).

'QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?'

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

12 de setembro de 2012

O Globo

Manchete: Dilma dá Cultura a Marta para ajudar PT em SP
Ana de Hollanda deixa cargo em meio a crise

Nova ministra assume menos de uma semana após entrar na campanha de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo

Bombardeada por críticas de setores da área cultural e do PT desde que assumiu o Ministério da Cultura, Ana de Hollanda caiu ontem um ano e nove meses após entrar no governo Dilma Rousseff. Será substituída pela senadora Marta Suplicy (PT-SP), que, após muito resistir, aderiu semana passada à campanha do petista Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo. É o segundo ministro de Dilma que entra na negociação para alavancar a candidatura de Haddad — o primeiro foi Marcelo Crivella, que ganhou a Pesca. A gota d'água para a demissão de Ana de Hollanda foi sua carta à ministra do Planejamento, Miriam Belchior, reclamando do orçamento da pasta, como revelou o Globo a Mais. (Págs. 1, 3, 4 e Merval Pereira)

Choque contra o terror
Após chacina, PM ocupa e instala base permanente em favela da Baixada

Em resposta ao terror imposto por traficantes, acusados de matar 8 pessoas no fim de semana num parque da Baixada, a PM ocupou, com blindados da Marinha, o bairro da Chatuba, em Mesquita. Ali será instalado um destacamento permanente com 112 policiais. Foram presas 18 pessoas e encontrados 5 acampamentos do tráfico na mata, além de apreendidas armas e drogas. (Págs . 1 e 15 a 17)
Eleições municipais
Aspásia defende municipalização da Cedae

Na segunda entrevista com candidatos à prefeitura do Rio, Aspásia Camargo (PV) disse que o saneamento é o maior problema ambiental da cidade, com esgoto lançado em lagoas. Ela defendeu a municipalização da Cedae, alegando que a empresa não investe no tratamento de esgoto. (Págs. 1, 8 e 9)

Justiça censura pesquisas eleitorais

Entidades reagem a decisões de juízes em Curitiba e Fortaleza. TRE-CE revogou decisão de magistrado. (Págs. 1 e 7)

Candidato a vereador é morto em Macacu

Sandro de Gica (PMDB) pode ter sido a 23ª vítima de homicídios por motivos políticos nestas eleições. (Págs 1 e 10)
EUA são atacados em Líbia e Egito
Na homenagem aos mortos do maior atentado contra os EUA, o presidente Obama enfrentou invasões em sedes diplomáticas em Egito e Líbia, e críticas do premier de Israel. Um americano morreu no consulado em Benghazi, em protesto contra um filme sobre Maomé. (Págs 1, 33 e 34)
Catalães pedem Independência
A crise deixou a Catalunha mais separatista e pôs, em seu feriado, 1,5 milhão nas mas de Barcelona, na maior marcha de sua História. (Págs. 1 e 33)
Justiça: Allende se matou
No 39º aniversário do golpe no Chile, a Justiça confirmou que Salvador Allende se suicidou. Dez pessoas foram presas em protestos. (Págs. 1 e 35)
Futuro ministro não descarta participar
O ministro Teori Zavascki, do STJ, indicado por Dilma para uma vaga no STF, não descartou a possibilidade de participar do julgamento do mensalão, se for sabatinado a tempo. “É assunto ainda a ser decidido. Temos muitos casos em que, em tese, é possível. Mas não conheço o regimento do Supremo." (Págs. 1 e 14)
Novo dono ligado a Demóstenes
O empresário goiano Marcelo Limírio Gonçalves, que arrematou com outros sócios o Hotel Nacional, teve quebra de sigilo pedida pela CPI do Cachoeira por suas relações comerciais com o bicheiro. E também é sócio do ex-senador Demóstenes Torres numa faculdade em Minas. (Págs. 1 e 18)
Energia mais barata custará R$ 15 bi
Para reduzir a conta de luz de residências e indústrias, o governo vai desembolsar R$ 15 bilhões às empresas de energia por investimentos já realizados. Além disso, serão mais R$ 3,3 bilhões para cobrir gastos com o programa Luz Para Todos. (Págs. 1, 25 a 27 e Míriam Leitão)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Marta ganha ministério após dar apoio a Haddad
Dilma troca Ana de Hollanda por senadora do PT, que nega vínculo com campanha

Em sua 15ª mudança ministerial, a presidente Dilma Rousseff trocou ontem Ana de Hollanda pela senadora petista Marta Suplicy no comando do Ministério da Cultura. A nova ministra vai assumir a função amanhã.

O convite foi feito em 22 de agosto, em acordo costurado para que Marta entrasse na campanha de Haddad (PT) à Prefeitura de São Paulo. Cinco dias depois, ao sair de reunião com Lula, ela anunciou a adesão à campanha. (Págs. 1 e Poder A8)
Russomanno oscila 3 pontos para baixo, mas segue líder
Celso Russomanno (PRB) oscilou três pontos para baixo na pesquisa Datafolha, mas permanece líder na disputa pela prefeitura paulistana, com 32% das intenções de voto. A variação negativa está dentro da margem de erro, de três pontos para mais ou para menos.

O tucano José Serra (20%) e o petista Fernando Haddad (17%) continuam tecnicamente empatados em segundo. A distância entre ambos, porém, passou de cinco para três pontos. A rejeição a Serra subiu de 42% para 46%, e a de Russomanno, de 12% para 16%. (Págs. 1 e Poder A4)

Vera Magalhães

Serra e Haddad vão usar todas as armas para ir ao 2º turno. (Págs. 1 e Poder A10)

TRE veta pesquisa em Curitiba após pedido do PDT. (Págs. 1 e Poder A6)
Dirceu diz a Lula já esperar por condenação no Supremo
O ex-ministro José Dirceu disse a Lula e a aliados que espera ser condenado pelo STF no julgamento do mensalão, informa Catia Seabra. Prestes a ser julgado, Dirceu afirmou, na conversa, que está preparado até para a hipótese de prisão.
Segundo ele, não porque existam provas, mas pela tendência da corte. A assessoria do petista negou e afirmou que ele “está confiante na sua absolvição”. (Págs. 1 e Poder Al2)
Prédios dos EUA são atacados no Egito e na Líbia
No 11° aniversário dos atentados do 11 de Setembro, manifestantes subiram no muro da Embaixada dos EUA no Egito e destruíram a bandeira americana. Protestavam contra um filme que consideram anti-islâmico. Na Líbia, uma pessoa morreu após ataque a um consulado americano. (Págs. 1 e Mundo A13)
Fotolegenda: Comoção
Mãe de um dos seis jovens assassinados por traficantes em Mesquita, na Baixada Fluminense (RJ), chora no enterro das vítimas; em reação à chacina, 250 PMs ocupam por tempo indeterminado a favelada Chatuba. (Págs. 1 e Cotidiano C3)
Rota mata em SP 9 suspeitos de integrar facção
A Rota matou nove suspeitos de integrar a facção criminosa PCC, em Várzea Paulista (SP). Segundo a polícia, o grupo “julgava” um homem acusado de estupro quando a PM chegou e foi recebida a tiros. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Elétricas perdem R$ 15 bilhões após novo pacote de Dilma (Págs. 1 e Mercado B1)

Editoriais
Leia “Acomodação cultural”, sobre troca de ministras, e “Piso de responsabilidade”, acerca da remuneração de professores da rede pública de ensino. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma dá ministério a Marta e abre caminho para PR apoiar Haddad
Ex-prefeita foi convidada para o cargo dias após entrar na campanha do petista; suplente é um dos líderes do partido que está coligado oficialmente a Serra

A posse de Marta acontecerá amanhã, às li horas. A mudança em Brasília deverá ter reflexos diretos na campanha à Prefeitura de São Paulo. Além de abrir vaga no primeiro escalão para Marta - que somente após conversas reservadas com Dilma e com o ex-presidente Lula aceitou apoiar a candidatura de Fernando Haddad (PT) -, a indicação coloca no Senado o suplente Antonio Carlos Rodrigues, atualmente vereador, presidente do PR na cidade de São Paulo e candidato à reeleição na Câmara Municipal. O PR está oficialmente coligado à candidatura de José Serra (PSDB), mas pode, agora, aderir à campanha de Haddad. As negociações com o PR indicam que ainda poderia ser oferecido, no futuro, mais um ministério ao partido. (Págs. 1 e Nacional A4)

Marta Suplicy
Nova ministra da Cultura

“O convite é meio surpreendente, mas eu sou do governo e estou à disposição"
Serra usa o rádio para atacar Russomanno
A campanha de José Serra (PSDB) fez os primeiros ataques na propaganda eleitoral a Celso Russomanno (PRB), que lidera as pesquisas de intenção voto em SP. Em uma peça veiculada no rádio desde ontem, um jingle acusa o candidato do PRB de não ter propostas, de “fazer enrolação”, e faz um trocadilho com seu nome: “Tá russo, mano”. (Págs. 1 e Nacional A8)
Presidente reduz tarifa e critica ‘apagão’ de FHC
A presidente Dilma Rousseff formalizou ontem a redução no preço da energia elétrica. Em discurso repleto de autoelogios e menções ao governo Lula, a presidente atacou o período de racionamento na gestão de Fernando Henrique Cardoso e assegurou que o País tem energia suficiente para evitar um novo “apagão” nos próximos anos. Os cortes nas tarifas, de 16,2% para residências e de até 28% para indústrias, a partir de 5 de fevereiro de 2013, são percentuais médios, ou seja, podem ficar acima ou abaixo disso. O governo vai gastar até R$ 21 bilhões em indenizações a concessionárias de energia para concretizar o corte. Para especialistas, o pacote é um primeiro passo. (Págs. 1 e Economia B1 e B3 a B5)
Após chacina, PM ocupa favela
Garoto chora em velório de um dos seis jovens mortos na chacina na Baixada Fluminense. Ontem, a PM do Rio iniciou a ocupação permanente da Favela da Chatuba, dominada pelo tráfico. (Págs. 1 e Cidades C1)
Ação da Rota deixa 9 mortos em Várzea Paulista
Policiais da Rota mataram ontem em Várzea Paulista (SP) oito acusados de compor um tribunal do crime organizado que julgava um homem que teria praticado estupro. A vítima era uma adolescente de 12 anos. O acusado também morreu no local. Outros oito suspeitos foram presos pelos policiais. Segundo a PM, todos os acusados morreram porque reagiram à ação policial. Nenhum policial ficou ferido. (Págs. 1 e Cidades C3)
Governo pagará 50% dos dias parados aos grevistas (Págs. 1 e Nacional A11)

Juizado especial deveria ser ágil, mas está abarrotado (Págs. 1 e Cidades C4)

Obama tenta impedir que Israel ataque o Irã (Págs. 1 e Internacional A12)

Gasto do Brasil por aluno ainda é baixo, diz OCDE (Págs. 1 e Vida A15)

Rolf Kuntz
Desatando a economia

O novo plano de logística, a desoneração da folha e a redução da energia elétrica podem ser o início de uma política mais voltada à eficiência. (Págs. 1 e Economia B6)
Notas & Informações
Dilma remove obstáculos

Os planos para o setor elétrico e o de transportes devem resultar em serviços mais eficientes. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Vale-tudo por Haddad derruba irmã do Chico
Ana de Hollanda é demitida do Ministério da Cultura para dar lugar a Marta Suplicy, nomeada após o apoio ao petista em São Paulo

Na versão oficial, Ana perdeu o cargo porque reclamou em carta da falta de recursos para a pasta. Mas a carta foi apenas um pretexto. Embora negue, Marta ganhou o posto depois de muita negociação para entrar na campanha de Fernando Haddad a prefeito da capital paulista. Ana de Hollanda, irmã do cantor e compositor Chico Buarque, não é a primeira a cair em consequência da eleição em São Paulo. Antes dela, Dilma já havia entregado o Ministério da Pesca ao PRB de Marcelo Crivella, na frustrada tentativa de enterrar a candidatura de Russomanno; pôs Mercadante na Educação, para que não disputasse as prévias do PT; e acomodou Osvaldo Garcia, ligado a Maluf, na Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades. (Págs. 1 e 2 a 4)
A mulher que queria se casar com Dilma
Edimeire Celestino da Silva, 29 anos, subiu a rampa e tentou invadir o Palácio do Planalto. Um soldado da guarda presidencial chegou a dar um tiro de borracha no chão antes de ela ser imobilizada pela segurança. "Eu vim aqui chamar a Dilma para se casar comigo. Eu sou o esposo dela", disse. Ela foi levada para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran). (Págs. 1 e 7)
Supremo decide hoje se o mensalão terá sessões extras (Págs. 1 e 6)

Governo vai gastar R$ 3,3 bilhões para reduzir conta de luz (Págs. 1, 10 e nas entrelinhas, 4)

Polícia e MP investigam o uso de verba com gibis
Ouso de R$ 1 milhão na impressão de cartilhas em Águas Claras será alvo de inquérito. O dinheiro foi retirado de obras pelo distrital Olair Francisco (PTdoB) e gasto sem licitação pelo administrador da cidade. (Págs. 1 e 26)
Celular na mão, carro sem rumo
Estudo da UnB estima que 790 mil motoristas da cidade falam ao telefone enquanto dirigem. São 79 multas diárias. (Págs. 1 e 23)
Espanha: Crise atiça o separatismo
Um milhão e meio de pessoas saem às ruas de Barcelona, capital catalã, para protestar contra arrocho fiscal do governo espanhol e pedir a autonomia da região. “O que quer essa gente? Catalunha independente”, bradavam. (Págs. 1 e 15)
Israel cobra ação da Casa Branca contra o Irã (Págs. 1 e 19)

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Valor Econômico

Manchete: Pacote do setor elétrico segura inflação e juros
Os cortes nos preços da energia elétrica a partir de fevereiro de 2013 vão reduzir os custos de produção da indústria em até 4%, colocar R$ 7,6 bilhões a mais no bolso dos consumidores e abrir uma "folga" na inflação que poderá permitir ao Banco Central manter os juros estáveis - as previsões eram de alta até as medidas anunciadas ontem pela presidente Dilma Rousseff. Os contratos de juros negociados na BM&F para janeiro de 2014 fecharam em baixa.

O Bank of America Merrill Lynch calculou em 0,56 ponto percentual o impacto que as reduções - de 16,2% para as residências e de 19% a 28% para a indústria - podem ter no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2013. Para o banco, a queda é importante porque o ambiente externo está deixando de ser benigno para a inflação. A presidente, em seu discurso, disse que "os descontos poderão ser ainda maiores". O impacto direto das contas de luz residenciais mais baixas no IPCA, calcula Fábio Romão, da LCA Consultores, é de menos 0,55 ponto percentual, mas com os repasses indiretos de custos menores na indústria e nos serviços o índice pode ficar 0,70 ponto percentual menor. (Págs. 1, A3 a A6 e C2)
Lula articula para reduzir dano eleitoral do mensalão
Em meio a uma participação mais intensa na campanha petista pela Prefeitura de São Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o comando das articulações para tentar livrar da prisão os acusados de participar do mensalão. Lula e a cúpula do PT acham que já não há mais o que fazer para evitar a condenação dos réus, mas que ainda é possível batalhar pela prescrição das penas.

Esses assuntos foram discutidos em reunião realizada no dia 2 de setembro, no Instituto da Cidadania. Participaram do encontro, a convite de Lula, os ex-ministros José Dirceu e Márcio Thomaz Bastos, o presidente do PT, Rui Falcão, e o advogado Sigmaringa Seixas. (Págs. 1 e A10 a A12)
Crédito privado toma fundos DI
Com as quedas na taxa básica de juros, os gestores de fundos DI têm assumido riscos maiores para recompor o retorno de suas carteiras. Eles aumentaram a participação de títulos de crédito privado nos portfólios - que podem chegar a 50% do patrimônio. A rentabilidade melhorou e, no ano até agosto, atingiu 6,19%, acima dos 6,02% dos demais fundos da categoria.

Os fundos investem em debêntures de empresas de primeira linha e letras financeiras de grandes bancos, que estão pagando uma taxa entre 105% e 107% do CDI, o que permitiu que seu retorno seja superior à média de 103% a 104% do CDI. (Págs. 1 e C1)
Brasil vira alvo de críticas nas eleições do Paraguai
Há grande ressentimento no Paraguai contra o Brasil, que está no centro do debate da eleição presidencial no país, prevista para 21 de abril. O pleito pode marcar o fim das suspensões do Paraguai no Mercosul e Unasul, adotadas em junho, após a destituição do então presidente Fernando Lugo pelo Congresso. As sanções não tiveram impacto econômico, mas fizeram com que todos os países da América do Sul retirassem seu embaixador de Assunção.

A defesa da soberania paraguaia está no discurso de todos os candidatos, da esquerda e da direita. Quem ficou ao lado de Lugo virou "legionário", lembra a cientista política Susana Aldana. "Legionário" é uma referência aos caudilhos que apoiaram Brasil e Argentina na guerra de 1865 a 1870, que derrubou o governo de Solano López. (Págs. 1, A14 e B16)
Memórias de um economista centenário
Excerto das memórias do economista Alexandre Schwartsman, postadas no seu centésimo aniversário, no ano de 2063:

"A crise europeia da primeira década do século foi uma repetição da crise argentina, mas em escala muito ampliada. Acreditava-se que a Europa não permitiria a dissolução do seu ousado projeto político. Não se contava, porém, com dois fatores perturbadores: a complexa governança europeia, que dava pesos iguais a países de dimensões muito distintas, e a polarização política acentuada pela própria recessão.

As consequências para o Brasil não foram devastadoras, mas foram certamente negativas. Preços de commodities reverteram a tendência de alta e perderam fôlego, privando o país dos ganhos de termos de troca que marcaram a primeira década do século. O lado positivo dessa história foi a necessidade de o país retomar o processo de reformas, que levou a nova aceleração do crescimento, anos mais tarde, em bases mais sólidas". (Págs. 1 e A18)
Excesso de cobre na China divide opiniões no mercado (Págs. 1 e B13)

BCs enfrentam período de dúvidas e decisões difíceis (Págs. 1 e C12)

Defesa do ágio nas aquisições
Com a proximidade da edição da Medida Provisória que vai pôr fim ao Regime Tributário de Transição, empresas e agentes do mercado de capitais se articulam para preservar o benefício fiscal da amortização do ágio em aquisições. (Págs. 1 e B2)
Vale dos Vinhedos ganha "selo"
O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) concedeu o registro de Denominação de Origem (DO), a mais valiosa modalidade de indicação geográfica, aos vinhos e espumantes do Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul. (Págs. 1 e B6)
EMS vai exportar para a Turquia
A brasileira EMS, uma das maiores fabricantes de genéricos do país, obteve certificação para iniciar exportações à Turquia. Numa primeira etapa, a EMS pretende vender medicamentos de alta complexidade, como imunossupressores para transplantados. (Págs. 1 e B9)
Exportação de etanol aumenta
Para compensar a queda na demanda interna, as usinas de cana devem exportar mais etanol. Segundo a SCA Trading, já estão contratados embarques de 2,5 bilhões de litros até o fim da safra, em março de 2013, um volume 31% maior que no ciclo anterior. (Págs. 1 e B16)
Seca reduz estoques de leite
A seca prolongada esticou o período de entressafra da pecuária leiteira nas regiões Sudeste e Centro-Oeste e já preocupa da indústria de longa vida, pega com os menores estoques em 12 meses. (Págs. 1 e B16)
Previ reforça a governança
Maior investidor institucional do país, a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, lança hoje seu novo código de governança corporativa. O documento revê diretrizes da primeira edição, lançada há oito anos. (Págs. 1 e C3)
Carf confirma autuação à Petrobras
Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) confirma autuação da Receita contra a Petrobras no valor de R$ 3 bilhões por dedução indevida na base de cálculo do IR e CSLL. Ainda cabe recurso. (Págs. 1 e E1)
Justiça garante marca à Bombril
A Bombril tem conseguido impedir, por meio de decisões judiciais, o uso de expressões como “bril”, “brill”, “brio” e “bryo” em marcas de empresas concorrentes no setor de limpeza. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Cristiano Romero

Na essência, o governo da presidente Dilma não foge ao figurino adotado por seus dois antecessores. (Págs. 1 e A2)

Martin Wolf

Para evitar a ruptura da zona do euro, países credores precisam crer que não estão jogando dinheiro em um poço sem fundo. (Págs. 1 e A17)
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Estado de Minas

Manchete: Agências sem biombo são maiores alvos da saidinha de banco
Coma instalação das divisórias para dar privacidade aos saques, em cumprimento de lei municipal, houve queda significativa no número de assaltos em BH, de 96 em janeiro para 53 em agosto. Ao mesmo tempo, os ataques se concentraram nas saídas de bancos que não têm o equipamento. Em julho, dos 57 crimes registrados, 54 (95%) foram relativos a agências sem biombos. As instituições financeiras, porém, resistem a instalar as barreiras. De 144 fiscalizadas pela prefeitura desde 1º de junho, 81 não tinham as divisórias e receberam multas de R$ 53 mil cada uma. Numa segunda vistoria em 16 bancos, nenhum deles havia se adequado e tomaram novas multas. Mas 41 recursos suspenderam a cobrança enquanto correm as ações. (Págs. 1 e 19)
Eleições 2012: Sete Lagoas
PP lidera a briga pela prefeitura

Pesquisa do Instituto MDA em parceria com o jornal Estado de Minas mostra Márcio Reinaldo (PP) com 52% das intenções de voto, seguido de Múcio Reis (PMDB), com12,4%. Emílio Vasconcelos (PSB) tem 8,2%. (Págs. 1 e 7)
Troca de poder: Cultura de agrado após apoio em SP
Oito dias depois de se engajar na campanha de Fernando Haddad (PT) à Prefeitura de São Paulo, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) assume amanhã, a convite da presidente Dilma, o Ministério da Cultura. Batalhando por uma vaga no primeiro escalão do atual governo desde o início, ela substituirá Ana de Hollanda no comando da pasta. Esta é a 13ª troca de ministros feita por Dilma. (Págs. 1 e 3)
Verba: Minas terá R$ 7,4 bilhões a mais para investimentos
R$ 1,3 bilhão virá de empréstimo do BNDES e R$ 6,1 bilhões, por meio do aumento do limite de endividamento do estado autorizado pelo governo federal. (Págs 1 e 7)
UFMG define calendário
A data limite para o encerramento do segundo semestre letivo de 2012 é 16 de fevereiro de 2013. Os cursos que ainda não encerraram o primeiro semestre terão de fazê-lo até 5 de outubro. O primeiro semestre de 2013 começa em 4 de março. (Págs. 1 e 21)
Energia reduzirá inflação
O governo estima que a desoneração da energia elétrica, que ficará 16,2% mais barata para as residências e até 28% para as empresas em 2013, fará a inflação do ano que vem, projetada em 5,2% pelo Banco Central, cair entre 0,5 e um ponto percentual. (Págs. 1, 12 e 13)
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terça-feira, setembro 11, 2012

''XÔ! ESTRESSE [IN:] ''QUE PORRE!!!"











'QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?'

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

11 de setembro de 2012
O Globo

Manchete: A hora da lavagem de dinheiro - Relator condena nove e já complica Dirceu
Dos 10 réus, Joaquim Barbosa absolve apenas uma ex-funcionária do Banco Rural

Pela primeira vez desde o início do julgamento,
o relator vinculou o ex-chefe da Casa Civil do governo Lula ao esquema de repasse de recursos do valerioduto, apontando o que espera Dirceu nas próximas fases do processo.

O relator do mensalão, ministro Joaquim Barbosa, votou pela condenação de nove réus por lavagem de dinheiro, entre eles os dirigentes do Banco Rural e o operador do esquema, Marcos Valério. Ao justificar o voto pela condenação de Kátia Rabello, dona do Rural, Barbosa citou reuniões entre José Dirceu e representantes do banco, intermediadas por Marcos Valério, vinculando o ex-ministro da Casa Civil ao chamado valerioduto. Dirceu é acusado de corrupção ativa e formação de quadrilha, mas sua conduta individual só será julgada pelos ministros nos capítulos seguintes do julgamento. (Págs. 1, 3 e editorial “Jurisprudência avança no processo do mensalão”)


Dilma indica ministro do STF
Teori Zavascki, hoje no STJ por indicação de Fernando Henrique, foi escolhido para o STF. Poderá votar no mensalão. (Págs. 1, 4 e Merval Pereira)

Candidatos no Globo: Leite promete contratações e ataca adversários
Na primeira entrevista no GLOBO com candidatos a prefeito do Rio, o deputado Otávio Leite (PSDB) disse que, se eleito, terá recursos para contratar médicos e professores. Afirmou que Marcelo Freixo tem "visão dinossáurica" e que Eduardo Paes faz o "império do pragmatismo". (Págs. 1, 8 e 9)

Expulso pelo PSOL ainda é candidato
A Justiça Eleitoral manteve o registro de Berg Nordestino, acusado pelo PSOL de ligação com milícias. (Págs. 1 e 7)

Em Osasco, TRE barra candidato tucano

É a segunda baixa na cidade depois da renúncia do petista João Paulo Cunha, condenado no mensalão. (Págs. 1 e 6)

País avança pouco no ensino superior
Enquanto países como a Coreia do Sul deram um salto de 13% para 65% entre gerações no acesso ao ensino superior, no Brasil, apenas 12% da população entre 25 e 34 anos têm diploma universitário, percentual próximo dos 9% registrados dos 55 aos 64 anos, segundo relatório da OCDE. (Págs. 1 e 11)
Petrobras lança água suja no mar
A Polícia Federal acusa a Petrobras de lançar em alto-mar, além de restos de óleo, metais pesados e material radioativo sob a forma de água contaminada resultante da operação das plataformas. A investigação foi enviada ao Ministério Público Federal. (Págs. 1 e 23)
Aliados temem fim de ajuda chavista
Com a disputa acirrada na Venezuela, países aliados de Chávez, como Cuba e Nicarágua, já se preocupam com o fim de benefícios, caso ele seja derrotado. Estudo da oposição indica que, entre 2005 e 2011, o governo chavista destinou US$ 82 bilhões a 40 países. (Págs. 1 e 26)
Exportação virtual
Água invisível sai do país em commodities como gado, soja e açúcar. O Brasil é um dos maiores exportadores desse recurso natural. (Págs. 1 e Revista Amanhã)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Contra pressão, Dilma indica ministro do STF
Catarinense Teori Zavascki é anunciado 11 dias após aposentadoria de Peluso

Em meio ao julgamento do mensalão, a presidente Dilma Rousseff levou apenas 11 dias para indicar o catarinense Teori Albino Zavascki, 64, à vaga de ministro do STF, aberta com a aposentadoria de Cezar Peluso.
O nome escolhido, revelado pelo site da Folha, foi bem recebido pelos colegas do Supremo. Para assumir, ele terá de passar por sabatina no Senado, o que deve acontecer em outubro, devido ao período eleitoral. (Págs. 1 e Poder A4)

Análise

A presidente Dilma cumpriu com o seu dever em tempo imediato, escreve Joaquim Falcão. (Págs. 1 e A4)

Mensalão o julgamento: Relator condena 9 e destaca elo com Dirceu com esquema
O relator do mensalão, Joaquim Barbosa, afirmou no STF que reuniões entre o ex-ministro José Dirceu e a dona do Banco Rural, Kátia Rabello, ocorreram no "contexto" de lavagem de dinheiro.

Ambos negam. Barbosa descreveu um esquema de ocultação de saques de dinheiro ilícito e condenou nove réus (cinco do núcleo publicitário e quatro do banco) por lavagem. (Págs. 1 e Poder A6)

Supremo discute racismo em livro de Monteiro Lobato
O Supremo discute hoje a distribuição do livro "Caçadas de Pedrinho", de Monteiro Lobato, em escolas públicas. Em ação, o Instituto Real de Advocacia Racial acusa a obra de racismo por trecho em que a personagem de Tia Anastácia é chamada de "macaca de carvão". (Págs. 1 e Ilustrada E1)
Cartilha de cabo eleitoral tucano desqualifica Russomanno
A campanha do tucano José Serra em São Paulo produziu para cabos eleitorais cartilha que desqualifica seus rivais, sobretudo Celso Russomanno (PRB) - que é comparado a Collor e descrito como dono de R$ 2 bilhões (ele declarou R$ 2 milhões).

A apostila orienta ainda fazer "carinha de piedade" para atrair o eleitor. A cúpula da campanha diz desconhecer o material. (Págs. 1 e Poder A8)

Líder na disputa, candidato do PRB se recusa a debater
Líder na disputa pela Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno (PRB) se recusou a participar do debate Folha/UOL, dia 20.

Com isso, José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT) desistiram do evento, que foi cancelado. O petista será sabatinado na quinta-feira, e Serra, na sexta, no Teatro Folha, em São Paulo. (Págs. 1 e Poder A10)

Nelson Sá: Reforços de PSDB e PT não trazem o prometido ‘novo’
A propaganda eleitoral em São Paulo já reflete o freio de arrumação de PT e PSDB, de olho em 2014. Alckmin, FHC, Marta e Dilma são reforços de peso, mas nenhum traz a marcado “novo” tão prometido nos bordões. (Págs. 1 e Poder A8)
Vitória da oposição provocará guerra civil, diz Chávez
O presidente da Venezuela e candidato à reeleição, Hugo Chávez, voltou a advertir que uma vitória da oposição nas eleições de outubro provocará uma “guerra civil”. Ele convidou até os “ricaços”, alvo de suas críticas, a votarem nele. Chávez lidera a maioria das pesquisas de intenção de voto. (Págs. 1 e Mundo A12)
Editoriais
Leia “Importar engenheiros”, sobre carência de quadros qualificados, e "Limpeza e transparência”, acerca de Ficha Limpa e doações eleitorais. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Valério foi intermediário entre Dirceu e Rural, afirma relator
Joaquim Barbosa apontou características de crime organizado no mensalão e votou pela condenação de 9 réus

Relator do processo do mensalão, o ministro Joaquim Barbosa disse ontem que o empresário Marcos Valério agiu como “intermediário” entre o ex-ministro José Dirceu e o Banco Rural, que fez os empréstimos já considerados fraudulentos pelo STF. Barbosa apontou características de crime organizado no mensalão e votou pela condenação de nove réus por lavagem de dinheiro. Entre eles estão ex-dirigentes do Rural, o empresário e seus sócios e ex-funcionários do grupo. O relator só absolveu Ayanna Tenório, ex-vice-presidente do banco. Barbosa indicou ainda que defenderá a condenação generalizada dos réus, incluindo políticos acusados de participar do esquema. (Págs. 1 e Nacional A4)

Dilma indica ministro ao STF

A presidente Dilma Rousseff indicou Teori Zavascki, do STJ, para a vaga aberta com a aposentadoria do ministro Cezar Peluso no STF. Zavascki teria afirmado que não participará do julgamento do mensalão. (Págs. 1 e A6)

Cai encargo de energia e governo exige investimentos
A presidente Dilma Rousseff detalha hoje o pacote de redução do preço da eletricidade. As concessionárias poderão renovar contratos por 20 anos, mas deverão se comprometer com investimentos superiores a R$ 20 bilhões. Haverá corte de pelo menos R$ 6,2 bilhões das taxas cobradas na conta de luz. As tarifas terão queda de 16,2% para residências e de até 28% para grandes empresas em 2013. (Págs 1 e Economia B1 e B3)
Eleições 2012: Presidente grava apoio a Haddad e destaca parceria
A presidente Dilma Rousseff entrou na campanha de Fernando Haddad (PT) à Prefeitura de SP. Inserções de rádio que começam a ser veiculadas hoje trazem Dilma elogiando o candidato. O ex-presidente Lula também participa. “Haddad tem projetos, tem apoios, sabe fazer e gosta de trabalhar. É um político sério e honesto”, diz a presidente. Em outro spot, ela destaca possível parceria com o governo federal. (Págs. 1 e Nacional A9)

Disputa pelo eleitor fiel

O apoio da Igreja Renascer em Cristo é disputado por Celso Russomanno (PRB) e José Serra (PSDB). O tema foi abordado por Luiz Flávio D'Urso (PTB) em entrevista à TV Estadão. (Págs. 1 e A8)

Prefeitura remove moradores de rua
Funcionários da Prefeitura lavam área em frente à Faculdade de Direito do Largo São Francisco, no centro de SP. Cerca de 40 moradores de rua foram expulsos do local em "ação patrimônio histórico da cidade", segundo o comando da Guarda Civil Metropolitana. Houve confronto. (Págs. 1 e Cidades C1)
Greve vira arma contra Obama em Chicago
A greve de 26 mil professores de Chicago, iniciada ontem, virou arma na campanha do republicano Mitt Romney contra Barack Obama. Chicago é berço político do candidato democrata. (Págs. 1 e Internacional A13)
Basileia vê ameaça de nova recessão global (Págs. 1 e Economia B8)

Pesticida contamina operários em Cubatão (Págs. 1 e Vida A17)

Avanços mudam transplante de medula em idosos
A evolução das técnicas e novas drogas mudaram o perfil dos transplantes de medula no País. Hospitais que só adotavam o procedimento em pacientes com até 55 anos já fazem transplante em pessoas com mais de 70 anos. (Págs. 1 e Vida A16)
Dora Kramer
Deveres a mais

No pronunciamento, a presidente extrapolou prerrogativas ao valer-se do púlpito institucional para pronunciar-se em termos de palanque. (Págs. 1 e Nacional A6)

José Paulo Kupfer
Caminho do meio

Como quase sempre acontece nessas horas de transição econômica é provável que a melhor avaliação esteja no meio do caminho. (Págs. 1 e Economia B6)

Notas & Informações
Luz, gasolina e embromação

Só uma política honesta pode baixar as contas de luz e ajustar os preços dos combustíveis. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Greve ou férias?
Governo recua e paga dias parados a servidores. (Págs. 1 e 11)
Mensalão: Indicação de novo ministro abre polêmica no Supremo
Teori Zavascki, ministro do STJ, foi escolhido por Dilma para ocupar no STF a vaga de Cezar Peluso, que se aposentou. A dúvida é se o futuro magistrado vai votar no julgamento do mensalão e se poderá até mesmo suspender o processo com um eventual pedido de vista. (Págs. 1, 2 e 3)
2º turno: UnB vota hoje e amanhã para eleger reitor
Os professores Ivan Camargo e Márcia Abrahão disputam o cargo. Dos 39 mil professores, servidores e alunos aptos a votar, a expectativa é de que 12 mil compareçam às urnas. No campus já não existe o clima de guerra nem a greve que marcaram a eleição no primeiro turno. (Págs. 1, 23 e Visão do Correio, 16)
Em alta nas pesquisas, Obama já arrecada mais que Mitt Romney (Págs. 1 e 19)

Qualidade na construção do Mané
Em ritmo elogiado pela Fifa, as obras do estádio de Brasília também se destacam pela sustentabilidade ambiental e pelas boas condições oferecidas aos operários. (Págs. 1 e Super Esportes, 10)
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Valor Econômico

Manchete: Compra de carros do México dobra e já ultrapassa cotas
As importações brasileiras de carros do México continuam em alta, apesar da renegociação do acordo automotivo que estabeleceu uma cota anual, de março de 2012 a março de 2013, de US$ 1,45 bilhão. De janeiro a agosto, as importações aumentaram 108% em volume e 93% em valor quando comparadas ao mesmo período do ano passado. O total importado em oito meses atingiu US$ 2 bilhões.

Na negociação de março, cada montadora recebeu uma cota individual de importação para carros, ônibus e caminhões. Pelo menos duas já estouraram a cota, mas continuam trazendo veículos pagando tarifa de importação de 35% e adicional de dez pontos percentuais no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O Valor apurou que algumas empresas, sem esclarecer os motivos, decidiram abrir mão da isenção e pagar os impostos adicionais. (Págs. 1 e A4)

Tesouro banca 50% do passivo do BNDES
As novas concessões em infraestrutura devem levar o BNDES a buscar, já a partir de 2013, alternativas de capital, incluindo novos aportes do Tesouro. Os desembolsos do banco para energia e logística, incluindo rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, devem atingir R$ 40 bilhões em 2015, com aumento de 70% sobre os R$ 23,5 bilhões previstos para 2012.

A dependência do Tesouro cresceu. Segundo o economista Mansueto de Almeida, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o BNDES não tinha mais de 10% do seu passivo vinculado a dívidas com o Tesouro em 2007, ou R$ 10 bilhões. Em 2012, serão R$ 360 bilhões, cerca de 50% do passivo. (Págs. 1 e A6)

Investimento de R$ 1,5 bi no oeste do Piauí
Os municípios de Guadalupe, Floriano, Jerumenha e Marcos Parente, no oeste do Piauí, vão receber investimentos de R$ 1,5 bilhão num projeto integrado de agricultura e indústria para produzir açúcar, etanol, eletricidade, amêndoa de cacau e pasta de tomate.

Os recursos estão sendo amealhados pelo fundo de "private equity" Gordian Bioenergy. Segundo o idealizador do projeto, o investidor de origem grega Diomedes Christodoulou, a empresa Terracal Alimentos e Bioenergia já adquiriu 35 mil hectares no Estado. A área será 100% irrigada para o cultivo de 3 mil hectares de cacau, 27,3 mil hectares de cana e 4,7 mil hectares de tomate - este último em consórcio com a cana. (Págs. 1 e B16)

Redução tarifária será feita "caso a caso"
O setor elétrico vê hoje o desfecho para as concessões de 18,2 mil megawatts (MW) de usinas hidrelétricas, 73 mil km de linhas de transmissão e 41 distribuidoras em 2015. Uma das principais preocupações das empresas - o volume de investimentos que o governo considerará como amortizados ao longo dos contratos - foi calculado "caso a caso", segundo o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner.

Quanto maior a amortização dos investimentos, mais o governo deverá exigir em redução de tarifas nas concessões prorrogadas. A declaração de Hubner dá um pequeno alívio às empresas, ao indicar que o governo não pretende considerar todos os investimentos como já amortizados. (Págs. 1 e A3)

Fim de férias é a hora da verdade na zona do euro
Poucos momentos do pós-Guerra foram tão marcados pelos riscos de catástrofe econômica internacional como agora. O fim das férias de verão na Europa marca o término da trégua criada pela letargia dos mercados de dívidas soberanas na zona do euro. Estarão de volta as ameaças que pairam sobre Grécia, Portugal, Espanha e Itália.

Aproxima-se a hora da verdade para a região. Uma forte pressão se acumula para forçar a Grécia a pedir sua saída da moeda única. Portugal deverá conhecer medidas adicionais para cumprir as metas impostas pela troica UE, BCE e FMI. Espanhóis vivem a expectativa de mais cortes de gastos públicos e aumentos de impostos. À sucessão infernal de contração da demanda pública e aprofundamento da recessão e do desemprego, a UE tem pouco a oferecer senão a perspectiva de novos sacrifícios a países já debilitados. (Págs. 1 e A16)

Suíça quer incluir flores e paisagismo na conta dos subsídios agrícolas (Págs. 1 e B15)

Teori Zavascki assumirá vaga de Cezar Peluso no STF (Págs. 1 e A9)

BHG vai construir 40 hotéis
A Brazil Hospitality Group (BHG), da GP Investments, anunciou a criação de um fundo para captar até R$ 400 milhões. O objetivo é financiar o desenvolvimento de 40 hotéis no país até 2015. (Págs. 1 e B4)
Mais autopeças importadas
De janeiro a julho, as importações de autopeças chinesas aumentaram quase 26% em relação ao mesmo período de 2011, para mais de US$ 790 milhões. O déficit comercial do setor no ano já se aproxima dos US$ 3,4 bilhões. (Págs. 1 e B12)
Taesa reduz emissão de debêntures
A Taesa, empresa de transmissão de energia controlada pela Cemig, reduziu sua emissão de debêntures, prevista inicialmente para até R$ 3 bilhões. Agora, a oferta deverá ser de RS 1,6 bilhão. A companhia não comentou a decisão. (Págs. 1 e C1)
Responsabilidade societária
Tribunais abrandam responsabilidade de ex-sócios por dívidas trabalhistas. Jurisprudência mais recente só admite a responsabilidade em ações iniciadas até dois anos após a averbação da retirada do sócio na Junta Comercial ou em casos de conduta ilícita. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Delfim Netto

A política monetária americana produziu efeitos pífios, além de comprometer o equilíbrio fiscal. (Págs. 1 e A2)

George Soros

A Alemanha, no papel de maior país credor, está no comando, mas se recusa a assumir mais responsabilidades. (Págs. 1 e A15)

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