PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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terça-feira, março 05, 2013

STF. ''DURA LEX, SED LEX'' e a DOR NO BOLSO

05/03/2013
Magistrados em conflito com Barbosa


Formalmente, as associações dos juízes federais (Ajufe), dos magistrados brasileiros (AMB) e dos magistrados do Trabalho (Anamatra) romperam com o presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, porque ele teria sido "preconceituoso, generalista e superficial" ao criticar a magistratura em entrevista a correspondentes estrangeiros. Por trás das queixas dos juízes está a agenda da presidência do STF, que desagrada as entidades. Depois de reduzir os patrocínios privados a eventos de juízes em até 30% dos custos totais, Barbosa quer reduzir as férias de 60 dias da magistratura. Na pauta de hoje do CNJ há outro tema polêmico: a contratação de procuradores da Fazenda para auxiliar os gabinetes dos juízes em processos tributários

Barbosa enfrenta cerco corporativista dos juízes

Por Juliano Basile | De Brasília


Barbosa: "O Judiciário que aspiramos a ter é sem firulas, floreios ou rapapés"

Formalmente, as associações dos Juízes Federais (Ajufe), dos Magistrados Brasileiros (AMB) e dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) alegam que o motivo para a ruptura foi uma comparação, segundo elas, indevida que teria sido feita por Barbosa entre juízes e membros do Ministério Público. Os primeiros seriam, na visão do presidente do STF, mais conservadores e pró-impunidade, enquanto os segundos seriam rebeldes e contra o "status quo".

A comparação foi feita durante conversa de Barbosa com correspondentes estrangeiros, na última quinta-feira, e motivou uma nota de repúdio das três associações, com dez itens críticos a Barbosa, que vão desde acusações de que ele seria preconceituoso, generalista e superficial até de que ele estaria isolado perante a magistratura.

Mas, por trás das queixas públicas dos juízes, há uma agenda da Presidência do STF que desagrada as entidades da magistratura. Depois de reduzir os patrocínios privados a eventos de juízes em até 30% dos custos totais, Barbosa pretende limitar as férias anuais de 60 dias da magistratura.

Na pauta de hoje do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), há outro tema polêmico envolvendo a conduta dos magistrados: a contratação de procuradores da Fazenda para auxiliar os gabinetes dos juízes em processos tributários. Como esses procuradores tendem a ser mais favoráveis ao Fisco, o risco é o de que a ajuda técnica que eles prestam aos magistrados faça com que o contribuinte seja desfavorecido nas decisões. Esse tema deve ser regulamentado, hoje, pelo CNJ, sob a Presidência de Barbosa, numa decisão que pode indicar que o juiz que tem representantes da Fazenda em seu gabinete estaria cometendo uma infração disciplinar.

O presidente do STF e do CNJ também pretende entregar ao Congresso um novo projeto para o Estatuto da Magistratura e aqui o problema, segundo as entidades, é que elas não foram convocadas para discutir as novas regras que vão valer para toda a categoria dos juízes. Na sexta-feira, Barbosa criou uma comissão interna no STF com a missão de estudar um novo estatuto.

De maneira geral, as associações de juízes reclamam que não estão sendo ouvidas por Barbosa antes da tomada de decisões importantes como essas. Internamente, elas reclamam que o presidente do STF e do CNJ é bem diferente dos seus antecessores e não tem recebido os presidentes da AMB, da Ajufe e da Anamatra.

De perfil conservador, o presidente da AMB, Nelson Calandra, sempre teve as portas abertas durante a Presidência de Cezar Peluso no STF, entre 2010 e abril do ano passado, período em que ambos se reuniam constantemente. Já Carlos Ayres Britto trouxe o ex-presidente da AMB Mozart Valadares e o ex-presidente da Ajufe Fernando Mattos - ambos de perfil mais progressista - para trabalhar como seus auxiliares diretos. Com isso, nos sete meses em que esteve à Presidência do STF, Britto garantiu uma boa interlocução com essas entidades. Valadares e Mattos foram articuladores do movimento que levou à aprovação da Lei da Ficha Limpa.

A Assessoria da Presidência do STF informou que Barbosa não pretende responder à nota em que as entidades acusaram-no de isolamento. Segundo assessores do ministro, a sua visão a respeito do Judiciário está em dois discursos recentes. Primeiro, o de sua posse na Presidência do STF, em novembro, quando defendeu juízes mais independentes e menos suscetíveis a pressões políticas. "Gastam-se bilhões para o bom funcionamento da máquina judiciária, mas o Judiciário que aspiramos a ter é sem firulas, floreios ou rapapés", afirmou, na ocasião. Segundo, o discurso de abertura do Ano Judiciário, em fevereiro, quando afirmou que "um dos nossos grandes desafios é consolidar um Judiciário neutro, alheio a práticas estruturais e injustas".
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MERITOCRACIA À MODA DA CASA

05/03/2013
80% dos servidores não se aposentam
Governo evita aposentadoria de servidores


Com abono, 80% dos que se aposentariam preferem continuar trabalhando

Cristiane Bonfanti


Adiamento. Joaquim Mesquita não deixou cargo em ministério
Aposentadoria. Gonzaga Filho: "Tenho direito a salário integral"

BRASÍLIA 
Para evitar a perda de profissionais qualificados do serviço público em condições de se aposentar, o governo federal ampliou nos últimos anos o gasto com o chamado abono permanência, gratificação paga para o servidor continuar na ativa. Mais do que o peso dessa despesa nas contas públicas (R$ 954,8 milhões em 2012 pagos a 95.166 trabalhadores, com gasto médio mensal de R$ 836 por servidor), a prática evidencia distorções no sistema do funcionalismo. A principal é que, segundo estimativa do próprio governo, na média dos últimos cinco anos, 80% dos que adquirem o direito à aposentadoria preferem continuar trabalhando, o que interessa aos dois lados.

Esse cenário confirma que os servidores públicos têm condições de deixar o trabalho cedo, mesmo em condições de produzir, situação que deve mudar com o Funpresp, o fundo de previdência complementar do servidor. Com o novo regime, quem entrar a partir de agora no serviço público terá de contribuir para o Funpresp, se quiser ganhar uma aposentadoria acima do teto da Previdência Social, hoje em R$ 4,1 mil.

- Além de ser uma estratégia vantajosa para o governo, a concessão de abono permanência é reflexo da maior longevidade e melhor qualidade de vida da população - disse a consultora legislativa do Senado Meiriane Nunes Amaro, especialista em previdência.

Ainda em idade produtiva, muitos potenciais aposentados preferem continuar trabalhando com uma gratificação a mais. Devido ao incentivo financeiro, o servidor Joaquim Mesquita, de 58 anos, optou por não deixar o cargo. No funcionalismo há mais de 30 anos e beneficiado por regras de transição - hoje, a idade de aposentadoria no serviço público é de 60 anos de idade e 35 de contribuição para homens, e de 55 anos de idade e 30 de contribuição para mulheres -, ele poderia ter parado de trabalhar há mais de dois anos. Sem o abono e outras gratificações que perderia, no entanto, sua remuneração seria reduzida em R$ 1,7 mil.

- O abono influenciou. Além disso, ficar parado diminui a expectativa de vida. Minha filha está cursando Medicina e, daqui a dois anos e meio, quando ela se formar, devo me aposentar - disse Mesquita.

Servidor do Ministério da Ciência e Tecnologia há mais de 30 anos, o paraibano Francisco Gonzaga Filho, de 57 anos, poderia ter se aposentado em 2011, mas perderia 25% de seu salário, também pelas regras que beneficiam funcionários mais antigos:

- Tenho direito à aposentadoria com o salário integral a partir de junho deste ano. Aí, sim, vou pedir o benefício.

Desde 2004, quando custava R$ 199,9 milhões (valor já corrigido pela inflação), o gasto com o abono permanência cresceu 377,6%. Proporcionalmente, passou de 0,3% para 1% da despesa anual de pessoal civil do Executivo. Com o atual quadro do funcionalismo mais envelhecido, essa fatura deverá ficar cada vez mais pesada. Hoje, a idade média dos servidores públicos federais do Executivo é de 46 anos - ou seja, é grande o contingente de aposentados num futuro próximo. No Ministério da Agricultura, essa média é de 53 anos e, no da Ciência e Tecnologia, de 51.

Esse cenário tem contribuído para um "boom" no volume de potenciais aposentados. No Executivo, apenas este ano, mais 75.281 servidores terão condições de requerer aposentadoria. Para 2014, o total previsto é de 16.708. Isso significa que 18,7% do total de um milhão de funcionários ativos no Poder Executivo terão condições de se aposentar até ano que vem.

O Ministério do Planejamento observou, porém, que não é possível dizer que esses números representam a quantidade de abonos salariais a serem pagos em 2013 e 2014. "É preciso levar em conta que se trata de uma opção feita pelo servidor. O abono é um incentivo remuneratório para ele permanecer em atividade", informou, em nota.

Para o economista Mansueto Almeida, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), é melhor para o governo pagar o abono permanência do que aposentar uma multidão de servidores todos os anos. Ele explicou que, desde o início do governo Lula, o funcionalismo teve aumentos salariais expressivos, o que diminuiu a distância entre o salário inicial e o final nas carreiras.

Dessa forma, hoje, quando um auditor fiscal da Receita Federal deixa o trabalho, por exemplo, com um salário final de R$ 19,4 mil, um novo concursado entra com remuneração inicial de R$ 13,6 mil, o que impõe um custo pesado para os cofres públicos.

- É mais barato para o governo pagar o adicional. Antigamente, a diferença dos salários de entrada e saída era grande. Mas ela diminuiu muito - explicou Almeida.

Ele avaliou que, se o governo tivesse regulamentado o Funpresp ainda no governo Lula, todas as contratações dos últimos dez anos teriam um impacto menor na folha de pagamento.
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REFORMA AGRÁRIA. NADA SERÁ COMO ANTES...

05/03/2013
A comprovada falência da reforma agrária


Ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho é uma espécie de setorista de "movimentos sociais". E pela longa militância no PT nesta área, Carvalho tem credibilidade para analisar de forma crítica a reforma agrária, uma das mais caras bandeiras da esquerda brasileira, desfraldada até mesmo pelos governos militares. Diante de críticas ao relativamente baixo número de assentados nos dois anos de governo Dilma, o ministro justificou o freio com a afirmação de que muitos assentamentos estão virando "quase que favelas rurais".

Tem razão o ministro. E faz todo o sentido Dilma reduzir o ritmo de criação de assentamentos. Os números oficiais refletem a desaceleração: a média anual de famílias assentadas por FH foi de 67.588; Lula, 76.761; e Dilma, apenas 22.552. Desabaram críticas de políticos do PT e militantes sem-terra, por óbvio, sobre Gilberto Carvalho. Afinal, reforma agrária gera votos e cifrões. Porém, repórteres do GLOBO visitaram assentamentos em São Paulo e Pernambuco, estados em posições diferentes em termos de estágio de desenvolvimento, e confirmaram a conclusão do ministro.

A favelização de assentamentos é denunciada nas estatísticas. Por exemplo, pelo dado de que 36% das 945.405 famílias assentadas (ou 339.945)sobrevivem do Bolsa Família, por terem renda abaixo do limite divisor da miséria. Se forem consideradas famílias assentadas inscritas no Ministério de Desenvolvimento Social para receberem algum tipo de benefício assistencial, o número sobe para 466.218, ou 49% do total.

Não se realizou o sonho da redenção social por meio da divisão de terras. Foram distribuídos 87 milhões de hectares, 10,8% do território nacional, e, mesmo assim, metade dos assentados não sobrevive sem a ajuda assistencialista do Estado.

O abandono do assentado, nem sempre vocacionado ao trabalho no campo, é parte da explicação. Há, ainda, problemas de qualidade da terra, bem como de infraestrutura (estradas, água, energia elétrica). Pesquisa do próprio Ministério do Desenvolvimento Agrário encontrou elevados índices de reclamação quanto a estes pontos nos assentamentos visitados. Sem apoio de extensão rural, tudo fica ainda mais difícil. Diante deste quadro, o governo age de maneira sensata ao dar prioridade à tentativa de corrigir os assentamentos existentes em vez de instalar outros. Não atende aos interesses políticos do MST e aliados, mas ao bom senso e a critérios mínimos de seriedade no emprego do dinheiro do contribuinte.

Espera-se que, num segundo momento, o governo se convença de que a modernização da agricultura e a própria urbanização do país jogaram na lata de lixo da História a reforma agrária, tema de meados do século passado, de um Brasil muito diferente do de hoje. Mesmo o MST enfrenta dificuldades de recrutar adeptos que saibam cultivar a terra. Até a nova geração nascida em assentamentos migra para as cidades.

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

05 de março de 2013

O Globo

Manchete: A guerra do petróleo - RJ, SP e ES se unem para ir ao Supremo por royalties.
Cabral, Alckmin e Casagrande vão juntos ao STF, se Congresso derrubar veto hoje.

Para governador de São Paulo, é uma "questão de justiça a manutenção das mesmas regras de exploração para os contratos já licitados" Estado do Rio poderá perder R$ 3,1 bi só este ano.

Caso o Congresso derrube hoje o veto de Dilma à mudança na lei dos royalties do petróleo, os governadores Sérgio Cabral (PMDB), Geraldo Alckmin (PSDB) e Renato Casagrande (PSB) articulam a apresentação de recurso ao Supremo Tribunal Federal. Em conversas por telefone ontem, eles decidiram ir pessoalmente ao STF entregar as ações questionando a constitucionalidade da lei, por ferir contratos já assinados. "Se não obtivermos sucesso no Legislativo, estudaremos uma ação judicial conjunta no STF" disse Alckmin. No caso do Estado do Rio, a perda seria de R$ 3,1 bi só este ano. (Págs. 1 e 21)
A tragédia dos bombeiros no Rio
Apenas três bairros possuem escadas Magirus; no Leblon, casal sem socorro pula do 4º andar e morre.

O incêndio de domingo no Edifício Tanger, no Leblon, que causou a morte do desembargador do Tribunal Regional do Trabalho, Ricardo Damião Areosa, de 57 anos, e sua mulher, Cristiane Teixeira Pinto, de 33 anos, revelou bem mais do que a tragédia de um casal que saltou para a morte, de uma altura de 16 metros, por estar acuado pelo fogo. Os bombeiros da Gávea, os primeiros a chegar, não tinham escada Magirus. Foi preciso acionar, então, a equipe do quartel de Copacabana, que dispunha de uma. A assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros admitiu que, de 28 grupamentos no estado, só contam com escadas e plataformas mecânicas sete unidades, das quais apenas três no Rio: Copacabana, Centro e Humaitá.

Incêndios aumentam em prédios do Rio

Crescem casos de incêndio em prédios residenciais e comerciais, principalmente na Zona Sul e no Centro do Rio, devido a fiações antigas.

Palavra de especialista: Luis Antonio Cosenza

Instalações elétricas antigas, aumento no consumo de energia e falta de fiscalização resultam em tragédias incendiárias. (Págs. 1 e 8 e 9)

Tratamento especial: IR: diplomata no exterior paga só 9%
Diplomatas brasileiros que trabalham no exterior e já ganham acima do teto do funcionalismo — o maior salário chega a R$ 58 mil — têm um benefício extra: graças a uma lei de 1995, descontam, em média, só 9% de Imposto de Renda. Isso porque 75% dos vencimentos são isentos. (Págs. 1 e 3)

Abono permanência: 80% dos servidores não se aposentam (Págs. 1 e 3)

Trono vazio no Vaticano: Cardeais cobram reforma da Cúria
Muitos cardeais que vão eleger o Papa defenderam abertamente a reforma no Vaticano, em sintonia com as políticas de austeridade dos governos em crise, relatam Deborah Berlinck e Fernando Elchenberg. (Págs. 1 e 28 a 30)

Governo dos Kirchner: Aliado avança com rádios e TV
O governo argentino aprovou a compra pelo aliado Cristóbal López de 5 rádios e uma TV, o que violaria regras do setor. Associações de juizes e oposição acusam Cristina K. de tentar controlar os três poderes. (Págs. 1 e 25 e 31)
Caso Bruno: Ex-goleiro chora no julgamento 
Julgado pela morte e ocultação do cadáver de Elisa Samúdio, com quem teve um filho, o ex-goleiro Bruno chorou no primeiro dia do júri, em Contagem (MG). A sentença deve ser divulgada amanhã. (Págs. 1 e 11)
Ciência: Nova esperança para AIDS
A cura de um bebê da infecção pelo HIV com uma combinação agressiva de antirretrovirais pode revolucionar o tratamento. Brasil está pronto para aderir. (Págs. 1 e 32)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: ‘Podemos fazer o diabo na hora da eleição’, diz Dilma
Em clima de campanha, presidente prega, porém, cautela no mandato; Aécio admite disputar o Planalto

Em viagem à Paraíba, a presidente Dilma Rousseff afirmou ontem que na hora da eleição se pode “fazer o diabo”, mas, como presidente, é preciso ter cautela. Nas oito horas em que passou no Estado, ela afagou parceiros, garantiu recursos e prometeu investimentos. Também afirmou que a economia brasileira está mais sólida e não sofre tanta influência da crise econômica mundial. “Nós podemos brigar na eleição, nós podemos fazer o diabo quando é hora da eleição. Agora, quando a gente está no exercício do mandato, temos de respeitar o povo”, disse a presidente. O discurso foi feito no mesmo dia em que Aécio Neves admitiu, em Goiânia, sua candidatura ao Planalto e disse estar “pronto para o confronto” com o PT. “Um governo que acha que a pobreza acaba com um decreto merece ser enfrentado e combatido”, afirmou. “Ela (a presidente Dilma) não está de olho em 2013, no governo, mas na reeleição em 2014.” (Págs. 1, Nacional A4 e Economia B1)

Infraestrutura preocupa o governo

Três dias após o anúncio de alta de 0,9% do PIB, Dilma mostrou preocupação com infraestrutura. "O Brasil só vai andar para frente se mexer nas questões de competitividade.” (Págs. 1 e B1)

Dilma Roussef
Presidente
"Quando há um espirro no exterior, o Brasil não pega pneumonia", sobre reflexos da crise econômica mundial
Fotolegenda: Encontro dos cardeais
Cardeais se reuniram ontem em Roma no primeiro encontro preparatório para o conclave que elegerá o novo papa. Nome de d. Odilo Scherer ganhou força depois de reportagens mostrarem supostas manobras para substituir o secretário de Estado, Tarcisio Bertone, e evitar um pontífice ligado a ele. (Págs. 1 e Vida A11)
Participação do BNDES nos investimentos volta a crescer
O peso do BNDES nos investimentos voltou a crescer em 2012. Os desembolsos do banco responderam por 19,5% da formação bruta de capital fixo (os investimentos totais na economia) em 2012, ante 17,4% em 2011. Na sexta-feira, o IBGE informou que os investimentos caíram 4% em 2012 na comparação com o ano anterior. Dados levantados pelo Ibre/ FGV mostram que de 2000 a 2008 os recursos liberados pelo BNDES oscilaram entre 11% e 15% dos investimentos. Em 2009, foram 23,3%. (Págs. 1 e Economia B4)
Fotolegenda: Começa o júri de Bruno
Bruno chora no tribunal; 1º dia de julgamento foi marcado por bate-boca entre acusação e defesa. (Págs. 1 e Cidades C1)
Eike Batista cai para 100º na lista da Forbes (Págs. 1 e Economia B16)

Bersani admite: Itália pode ter novas eleições (Págs. 1 e Internacional A8)

Bebê ‘curado’ do HIV terá de ser monitorado (Págs. 1 e Vida A13)

Cidades e Estados driblam Lei de Responsabilidade
Prefeitos e governadores estão fazendo operações financeiras que driblam a Lei de Responsabilidade Fiscal. Eles ofertam a investidores recursos a serem pagos no futuro por créditos da dívida ativa. Relatórios do TCU apontam irregularidades na manobra. (Págs. 1 e Nacional A7)
Dora Kramer 
Cenas de um casamento

Com palanques unificados ou diversificados, PT e PMDB estarão juntos em torno da eleição presidencial de 2014 se assim for da conveniência deles. (Págs. 1 e Nacional A6)
Ilan Goldfajn 
Consumo, emprego e inflação

Emprego, salário e consumo têm sido valiosos. Mas para segurar a inflação talvez seja preciso reduzir o consumo e desaquecer o mercado de trabalho. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Direto da Fonte
Joaquim Barbosa, do STF, circula com a namorada, Handra. (Págs. 1 e D2)

Notas & Informações
O povo que pague

Políticos gastam nas campanhas porque sabem que o desvalido contribuinte saldará as dívidas. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Quantas ainda serão mortas por eles?
A escalada da violência contra a mulher no Distrito Federal é assustadora. Na sexta-feira, em um shopping da Octogonal, Fernanda Grasielly, 25 anos, foi assassinada a facadas, dentro da loja onde trabalhava, pelo ex-namorado, de 29. Ontem, no Gama, outro crime covarde: Benilde Rosa, 41, foi enforcada com um fio de telefone pelo ex-marido, de 46 anos. “Vivemos numa sociedade machista, e isso só vai mudar com educação”, diz Maria da Penha. Farmacêutica, ela dá nome à lei que tornou mais severas as punições a agressores de mulheres.

Duas denúncias por hora no DF

Em 2008, na capital do país, foram registrados 2.018 casos de agressões contra mulheres. Em 2012, esse número pulou para 4.210, uma média de pelo menos duas a cada hora.

Bruno: pena pode passar de 30 anos

Acusado do assassinato da modelo Eliza Samudio, ex-namorada, o goleiro Bruno muda postura de altivez, baixa a cabeça e chora diante de júri predominantemente feminino. (Págs. 1, 7, 21 e 22)
Saúde: Brasília terá campanha de vacinação contra o HPV
O alvo do programa são 64 mil alunas de 11 a 13 anos das redes pública e particular de ensino. A aplicação das doses será feita nas escolas, a partir de sexta-feira, mas é necessária a autorização dos pais. (Págs. 1 e 24)
Cura da Aids em bebê divide os cientistas
O anúncio de que o vírus HIV sumiu após o tratamento feito numa criança dos EUA foi recebido com cautela pelos médicos. Para alguns especialistas, a técnica tem riscos e não seria alternativa de combate à doença. (Págs. 1 e 19)
Dom Odilo se fortalece no Vaticano
Iniciadas as reuniões prévias ao conclave que elegerá o novo papa, estudiosos dizem que nome de cardeal brasileiro ganhou força diante de suposta rejeição a italianos. É o que relatam Renata Tranches e o enviado especial do Correio ao Vaticano, Diego Amorim. (Págs. 1 e 14 a 16)
Dilma: “Podemos fazer o diabo nas eleições”
Em visita à Paraíba, a presidente também sugeriu uma cervejinha a beneficiados do programa Minha Casa, Minha Vida e contrariou o ministro Mantega ao dizer que a crise mundial não causa pneumonia no Brasil. (Págs. 1, 3 e 9)
Nunca antes na história se pagou tanto imposto (Págs. 1, 10 e Visão do Correio, 12)

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Valor Econômico

Manchete: Empresas reveem seus negócios na Argentina
Os principais investimentos empresariais brasileiros na Argentina estão em xeque e a agenda do setor privado deverá predominar durante o encontro entre a presidente Dilma Rousseff e a presidente argentina, Cristina Kirchner, em Calafate, na quinta-feira. No encontro, elas devem fazer anúncios para destravar investimentos. A pauta da reunião foi discutida ontem em Buenos Aires pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Fernando Pimentel, e a cúpula da equipe econômica argentina.

As empresas brasileiras estão revendo os investimentos em função de resultados globais decepcionantes em 2012 e do mau momento econômico da Argentina, marcado por desaquecimento do consumo, defasagem cambial, dificuldades para remessas de dividendos e desaceleração de obras públicas. (Págs. 1 e A3)


China também dá um salto na agricultura
Apesar da escassez de terra e água e da falta de escala de suas fazendas, a agricultura chinesa tem conseguido, à exceção da soja, fazer frente à explosão da demanda por alimentos. A produção anual de grãos aumentou em 120 milhões de toneladas na última década, para 571 milhões de toneladas. Mesmo com o forte aumento do consumo, o país produz praticamente todo o arroz, trigo, milho e carne suína que consome, além de ser exportador líquido de carne de frango. A principal fonte de avanço da produção foram ganhos de produtividade, de 20% na década. Entre 2007 e 2011, o gasto dos governos central e regionais com a agricultura cresceu de US$ 54,4 bilhões para US$ 159,6 bilhões anuais. (Págs. 1 e B12)

Magistrados em conflito com Barbosa
Formalmente, as associações dos juízes federais (Ajufe), dos magistrados brasileiros (AMB) e dos magistrados do Trabalho (Anamatra) romperam com o presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, porque ele teria sido "preconceituoso, generalista e superficial" ao criticar a magistratura em entrevista a correspondentes estrangeiros. Por trás das queixas dos juízes está a agenda da presidência do STF, que desagrada as entidades. Depois de reduzir os patrocínios privados a eventos de juízes em até 30% dos custos totais, Barbosa quer reduzir as férias de 60 dias da magistratura. Na pauta de hoje do CNJ há outro tema polêmico: a contratação de procuradores da Fazenda para auxiliar os gabinetes dos juízes em processos tributários. (Págs. 1 e A7)

Banco aposta em fundos de infraestrutura
Um novo produto para o investidor pessoa física deve ser lançado em breve. Os fundos de debêntures de infraestrutura, com rendimento isento do Imposto de Renda, vão surgir como uma opção de retorno no longo prazo. Terão, provavelmente, formato similar ao dos fundos imobiliários, até em razão do sucesso dessas carteiras. As gestoras dos cinco maiores bancos brasileiros - Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Santander - se preparam para lançar seus fundos.

O que ainda separa esses fundos do cliente final é a regulamentação. Um grupo de trabalho, criado pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), discute a estrutura do produto desde dezembro. De lá vai sair uma proposta a ser avaliada pela Comissão de Valores Mobiliários. O grupo se reporta a três comitês da associação — de FIDCs, fundos de renda fixa e Fundos de Investimento em Participações (FIPs). A ideia é que o portfólio seja um híbrido, com características dessas três categorias e ainda dos fundos de índices e imobiliários. (Págs. 1 e Dl)
Avanços dos importados
A participação dos produtos industriais importados no consumo nacional avançou de 19,5% em 2011 para 21,6% no ano passado, segundo a CNI. É o percentual mais alto já observado desde o início da série histórica, em 1996. (Págs. 1 e A2)

Restrições à união de Azul e Trip
A superintendência-geral do Cade vai sugerir ao conselho administrativo do órgão antitruste que a associação entre Azul e Trip seja aprovada, desde que esta encerre o acordo de compartilhamento de voos com a TAM. (Págs. 1 e B3)
A volta dos trens de passageiros
O Ministério dos Transportes, a Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) e governos estaduais preparam estudos para o retomo ou ampliação dos trens de passageiros. No total, os projetos somam 1,9 mil km. (Págs. 1 e B4)
Basa retoma produção e investe
Reativada em novembro do ano passado, a Indústria Farmacêutica Basa, fabricante gaúcha de soluções parenterais, volta a investir no aumento da capacidade de produção e na diversificação do portfólio. (Págs. 1 e B7)
Usiminas discute altos salários
O conselho da Usiminas decide hoje se aprova um aumento de 14% na remuneração da diretoria executiva e conselheiros, elevando a despesa a R$ 45 milhões. Em 2012, a companhia registrou prejuízo de R$ 531 milhões. (Págs. 1 e B7)
Ideias
Delfim Netto

É preciso humildade aos sacerdotes da religião do “tripé”, que supõem não haver vida fora da manipulação da Selic. (Págs. 1 e A2)

Luiz Gonzaga Belluzo

Não se trata de “escolher vencedores”, mas de criar as condições para que os vencedores apareçam. (Págs. 1 e A15)

Proposta de exigência de visto para brasileiros no Reino Unido divide o governo britânico (Págs. 1 e A13)

Rio é a nova atração das montadoras
A divisa entre São Paulo e Rio, no Vale do Paraíba, é localização atraente para a indústria desde a inauguração da via Dutra, em 1951. Mas os fabricantes de veículos sempre preferiram o lado paulista.

Agora, o setor está de namoro com a parte fluminense. Uma grande obra da Nissan, a ampliação de fábricas existentes e a chegada de mais autopeças abrem caminho para o Rio mudar esse cenário. Tanto que o governo estadual já conta com o título de segundo polo automotivo do país. (Págs. 1 e A16)


INSS cobra despesa acidentária
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) amplia ofensiva para cobrar das empresas despesas decorrentes de aci­dentes de trabalho. Até dezembro, eram 2,3 mil ações regressivas, com valor aproximado de R$415 milhões. (Págs. 1 e El)
Conexão internacional
A América Móvil completa neste mês par­te de um projeto de cabos submarinos or­çado em R$ 1 bilhão para interligar suas controladas Embratel, Claro e Net à infraestrutura internacional do grupo. (Págs. 1 e B1)
Odebrecht mira cliente corporativo no Porto Maravilha, diz Vilard (Págs. 1 e B6)

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segunda-feira, março 04, 2013

XÔ! ESTRESSE [In:] PALANQUE ARMADO e PROMESSAS DE CAMPANHA

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''QUEM QUER DINHEIROOOOOO?"


Atualizado: 04/03/2013 | Por Redação- Forbes Brasil

Número de brasileiros na lista de bilionários do mundo da FORBES aumenta para 46

No ano passado, eram 36 empresários nacionais; Silvio Santos estreia no ranking.





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São 46 os brasileiros que somam em seus cofres fortunas acima de US$ 1 bilhão, segundo a lista dos bilionários da FORBES, divulgada nesta segunda-feira (4/3).

No último ano, foram 36 empresários do Brasil. Diferentemente de 2012, o mais bem colocado do ranking não é o empresário Eike Batista. Na lista de 2013, ele caiu incríveis 93 posições, passando do sétimo para o 100º lugar.


Desta vez, o brasileiro mais rico é Jorge Paulo Lemann, na 33ª posição. A revista estima a fortuna do acionista da InBev, a maior fabricante de cervejas do mundo, em US$ 17,8 bilhões. Ele é seguido pelo banqueiro Joseph Safra, na 46ª colocação, com fortuna avaliada em US$ 15,9 bilhões. Completam o top 5 nacional Antonio Ermírio de Moraes e família (74º, US$ 12,7 bilhões), Dirce Navarro de Camargo e família (87º, US$ 11,5 bilhões) e Eike Batista (100º, US$ 10,6 bilhões).

As lista inclui alguns nomes bem familiares aos brasileiros, como o apresentador Silvio Santos (1.107º) e o bispo Edir Macedo (1.268º). De acordo com a FORBES, os dois têm fortunas estimadas em US$ 1,3 bilhão e US$ 1,1 bilhão, respectivamente. Além deles, os irmãos João Roberto (123º), Roberto Irineu (123º) e José Roberto Marinho (128º), da Rede Globo, marcam presença.

Veja a seguir os 46 brasileiros da lista:

1º) Jorge Paulo Lemann (33º no ranking geral)
US$ 17,8 bilhões
73 anos
Brasileiro acionista da InBev, maior companhia da cervejas do mundo.
2º) Joseph Safra (46º no ranking geral)
US$ 15,9 bilhões
74 anos
Banqueiro do Banco Safra.
3º) Antonio Ermírio de Moraes e família (74º no ranking geral)
US$ 12,7 bilhões
84 anos
Dono do conglomerado Grupo Votorantim.
4º) Dirce Navarro de Camargo e família (87º no ranking geral)
US$ 11,5 bilhões
Idade não divulgada
Viúva do cofundador do Grupo Camargo Corrêa.
5º) Eike Batista (100º no ranking geral)
US$ 10,6 bilhões
56 anos
Dono de seis conglomerados.
6º) Marcel Herrmann Telles (119º no ranking geral)
US$ 9,1 bilhões
63 anos
Acionista da Inbev, maior empresa de cerveja do mundo.
7º) João Roberto Marinho (123º no ranking geral)
US$ 8,7 bilhões
59 anos
Dono da Rede Globo, com os irmãos.
7º) Roberto Irineu Marinho (123º no ranking geral)
US$ 8,7 bilhões
65 anos
Dono da Rede Globo, com os irmãos.
9º) José Roberto Marinho (128º no ranking geral)
US$ 8,6 bilhões
57 anos
Dono da Rede Globo, com os irmãos.
10º) Carlos Alberto Sicupira (150º no ranking geral)
US$ 7,9 bilhões
65 anos
Acionista da InBev, maior empresa de cerveja do mundo.
11º) Roberto Civita e família (258º no ranking geral)
US$ 4,9 bilhões
76 anos
Presidente do conselho administrativo do Grupo Abril.
12º) Walter Faria (272º no ranking geral)
US$ 4,6 bilhões
57 anos
Dono do Grupo Petrópolis, de bebidas.
13º) Francisco Ivens de Sá Dias Branco (286º no ranking geral)
US$ 4,4 bilhões
78 anos
CEO da fabricante de alimentos M. Dias Branco S.A.
14º) André Esteves (329º no ranking geral)
US$ 4 bilhões
44 anos
Principal acionista do banco de investimentos BTG Pactual.
15º) Aloysio de Andrade Faria (353º no ranking geral)
US$ 3,8 bilhões
92 anos
Antigo dono do Banco Real e fundador do Conglomerado Alfa.
16º) Abílio dos Santos Diniz (363º no ranking geral)
US$ 3,7 bilhões
76 anos
Presidente do Pão de Açúcar.
17º)Antonio Luiz Seabra (423º no ranking geral)
US$ 3,2 bilhões
70 anos
Fundador da Natura.
18º) Nevaldo Rocha e família (458º no ranking geral)
US$ 3 bilhões
84 anos
Dono da Guararapes Confecções.
19º) Edson de Godoy Bueno (554º no ranking geral)
US$ 2,6 bilhões
69 anos
Fundador da Amil.
19º) Ana Maria Marcondes Penido Sant’Anna (554º no ranking geral)
US$ 2,6 bilhões
57 anos
Acionista do Grupo CCR.
19º) Rubens Ometto Silveira Mello (554º no ranking geral)
US$ 2,6 bilhões
63 anos
Primeiro bilionário do etanol no mundo.
22º) Dulce Pugliese de Godoy Bueno (613º no ranking geral)
US$ 2,4 bilhões
65 anos
Acionista da Amil e ex-mulher do fundador.
22º) Moisés Safra (613º no ranking geral)
US$ 2,4 bilhões
78 anos
Ex-dono do Banco Safra ao lado do irmão.
24º) Eduardo Saverin (670º no ranking geral)
US$ 2,2 bilhões
30 anos
Cofundador do Facebook.
25º) João Alves da Queiroz Filho (704º no ranking geral)
US4 2,1 bilhões
60 anos
Controla a Hypermarcas S.A.
26º) Lirio Parisotto (736º no ranking geral)
US$ 2 bilhões
59 anos
Investidor e fundador da produtora de vídeos Videolar.
27º) Elie Horn (792º no ranking geral)
US$ 1,9 bilhão
69 anos
Fundador da imobiliária Cyrela Brazil Realty.
28º) José Isaac Peres (792º no ranking geral)
US$ 1,9 bilhão
72 anos
Fundador da Multiplan, administradora de shoppings.
29º) Guilherme Peirão Leal (831º no ranking geral)
US$ 1,8 bilhão
63 anos
Vice-presidente da Natura.
30º) Jayme Garfinkel e família (868º no ranking geral)
US$ 1,75 bilhão
66 anos
Dono da seguradora Porto Seguro.
31º) Rubens Menin Teixeira de Souza (882º no ranking geral)
US$ 1,7 bilhão
56 anos
Dono da construtora MRV Engenharia.
32º) Lina Maria Aguiar (931º no ranking geral)
US$ 1,6 bilhão
75 anos
Herdeira do Banco Bradesco.
33º) Victor Gradin e família (974º no ranking geral)
US$ 1,5 bilhão
80 anos
Acionista da Odebretch, com 20,6%.
34º) Júlio Bozano (1.031º no ranking geral)
US$ 1,4 bilhão
77 anos
Ex-dono do Banco Bozano & Simonsen.
35º) Silvio Santos (1.107º no ranking geral)
US$ 1,3 bilhão
82 anos
Dono do Grupo Silvio Santos.
35º) Lia Maria Aguiar (1.107º no ranking geral)
US$ 1,3 bilhão
75 anos
Herdeira do Banco Bradesco.
37º) Antônio José Carneiro (1.175º no ranking geral)
US$ 1,2 bilhão
70 anos
Acionista da Energisa, empresa de energia.
38º) Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela (1.250º no ranking geral)
US$ 1,15 bilhão
39 anos
Uma das maiores acionistas do banco Itaú.
38º) Alfredo Egydio Arruda Villela Filho (1.250º no ranking geral)
US$ 1,15 bilhão
43 anos
CEO da Itaú S.A.
38º) Rosa Evangelina Marcondes Penido Dalla Vecchia (1.250º no ranking geral)
US$ 1,15 bilhão
63 anos
Acionista do Grupo CCR.
41º) Daisy Igel (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
85 anos
Acionista do grupo empresarial Ultrapar.
41º) Liu Ming Chung (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
50 anos
CEO da Nine Dragon Paper, uma das maiores produtoras de papel da Ásia.
41º) Edir Macedo (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
68 anos
Pastor fundador da Igreja Universal do Reino de Deus.
41º) Guilherme Paulus (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
63 anos
Cofundador da CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens.
41º) Dorothea Steinbruch (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
Idade não divulgada
Acionista da produtora de aço CSN.
46º) Marcos Antônio Molina dos Santos (1.342º no ranking geral)
US$ 1 bilhão
43 anos
Presidente do conselho de diretores do alimentício MarfrigGroup.


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