A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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terça-feira, março 27, 2012
EMPRESAS PONTO.COM [In:] ''WHERE ARE YOU?''
COMÉRCIO ELETRÔNICO DEVE TER ICMS RATEADO ENTRE ESTADOS
COMÉRCIO ELETRÔNICO DEVE TER ICMS RATEADO ENTRE ESTADOS |
| Autor(es): Por Ribamar Oliveira e Maíra Magro | De Brasília |
| Valor Econômico - 27/03/2012 |
O governo quer resolver um conflito entre os Estados que está se transformando em nova guerra fiscal. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, pediu que o Senado aprove o mais rápido possível a proposta de emenda constitucional (PEC) que muda o sistema de cobrança do ICMS nas vendas pela internet, o chamado comércio eletrônico. Atualmente, quase toda a receita do ICMS no varejo eletrônico fica nos Estados do Sul e Sudeste, principalmente São Paulo e Rio de Janeiro, sedes das empresas "pontocom". Os demais Estados tentam participar do bolo, cobrando alíquota adicional de ICMS, o que está sendo questionado na Justiça sob o argumento de bitributação O comércio eletrônico não existia no Brasil quando a Constituição foi promulgada. Assim, ela disciplinou só as formas tradicionais de venda, nas quais o ICMS deve ocorrer na origem quando o consumidor final estiver em outro Estado e não for contribuinte do imposto. A PEC apoiada pelo governo muda isso e determina que parte do ICMS incidente nas chamadas vendas não presenciais, como é o caso do comércio eletrônico, ficará com o Estado de destino da mercadoria, na forma a ser definida pelo Senado. Enquanto isso não ocorrer, os Estados destinatários ficarão com 70% da diferença entre a alíquota interna e a interestadual do ICMS. "Vamos aprovar a PEC ainda neste semestre", disse o senador Delcídio do Amaral (PT-MS), presidente da Comissão de Assuntos Econômico (CAE) do Senado. O faturamento do comércio eletrônico cresce em ritmo superior a 25% ao ano e chegou a R$ 18,7 bilhões em 2011, segundo estimativa da e-bit. O número de consumidores cresceu cerca de 9 milhões em relação a 2010. Estados do Norte, Nordeste e Centro Oeste alegam perdas de receita. A Bahia diz que deixou de receber R$ 90 milhões em 2010, antes de começar a cobrar um adicional sobre essas operações. No Mato Grosso, a Fazenda calcula prejuízos de quase R$ 300 milhões. No Piauí, impedido de cobrar o ICMS por liminar do STF, a Fazenda reclama de evasão de R$ 140 milhões por ano. Outros Estados, como o Ceará, continuam cobrando o adicional. --- |
ECONOMIA/PIB [In:] DIMINUIR PARA AUMENTAR II
IPI vira arma contra nova queda do PIB
IPI menor até junho |
| Autor(es): Victor Martins |
| Correio Braziliense - 27/03/2012 |
Assustado com a notícia de que o PIB, total das riquezas produzidas no país ficou negativo em 0,13% em janeiro, o governo decidiu manter o corte de imposto de eletrodomésticos e ainda o estendeu a móveis, laminados, lustres e luminárias. Também sinalizou financiamento mais barato para veículos Governo mantém corte de imposto de eletrodomésticos e estende benefício a móveis, lustres e luminárias
Ante a fraqueza da indústria, que segue em plena recessão, e com o fraco desempenho da economia — pelas contas do Banco Central, o Produto Interno Bruto (PIB) caiu 0,13% em janeiro —, o governo prorrogou o prazo do benefício fiscal dado a eletrodomésticos da linha branca e estendeu a desoneração para móveis, laminados, lustres e luminárias. Com a medida, o Palácio do Planalto acredita que os consumidores irão às compras até junho, atrás de preços mais convidativos, ajudando a atividade a sair do atoleiro em que se encontra. A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) cobrado em geladeiras, fogões, máquinas de lavar roupas e tanquinhos acabaria em 31 de março próximo. Mas a presidente Dilma Rousseff atendeu o apelo do empresariado com o qual conversou na semana passada e bateu o martelo pela extensão do benefício antes de embarcar para a Índia. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o governo abrirá mão de R$ 489 milhões entre abril e junho, renúncia considerada apropriada ao estímulo que se quer dar à economia. No caso do fogão, o IPI caiu, em dezembro do ano passado, de 4% para zero e, nas geladeiras, de 15% para 5%. Já nas máquinas de lavar, a redução foi de 20% para 10% e nos tanquinhos, de 10% para zero. Agora, ressaltou Mantega, o governo decidiu baixar o IPI sobre móveis de 5% para zero e o das luminárias e lustres, de 15% para 5%. Para os aços laminados, o tributo passou de 15% para zero. "A contrapartida é a manutenção do emprego. Não pode haver demissões nesses setores. Em fevereiro, a indústria admitiu 50 mil trabalhadores e queremos que isso continue", disse o ministro, em entrevista na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). Mantega deixou clara, ainda, a preocupação com o ritmo de atividade econômica, diante da fragilidade do setor produtivo, que pode jogar o PIB para baixo. "Estamos tomando medidas para estimular a economia. Os consumidores poderão aproveitar preços menores", afirmou. "A economia crescerá a taxas (anualizadas) próximas de 5% no segundo semestre. Isso levará a um crescimento maior que o de 2011", estimou. Reformas José Luís Oreiro, professor de economia da Universidade de Brasília (UnB), considera as medidas adotadas para sanear a indústria, até o momento, tímidas. "Tanto que não foi capaz de conter a alta do real ante o dólar e reprimir o processo de desindustrialização", criticou. Ele alertou para a dificuldade do governo em garantir a competitividade da indústria. A seu ver, para o setor recuperar o fôlego, o dólar teria que estar entre R$ 2,20 e R$ 2,30. "Sem resolver esse problema, o crescimento a médio prazo será muito baixo, em torno de 3% ao ano", disse. R$ 16,9 bi a exportadores Altos e baixos da era Mantega O ministro da Fazenda, Guido Mantega, completa hoje seis anos à frente da pasta. Segundo economistas, ele coleciona, nesse período, decepções e vitórias. Para alguns, o período pré-Mantega limitava-se ao debate acerca do ajuste fiscal e do controle da inflação. Com sua chegada, passou-se a falar novamente em desenvolvimento do país. Entretanto, transformar esse debate em realidade tem se mostrado uma missão complicada. Ele não conseguiu tocar, até agora, nenhuma reforma estrutural e tem atuado como bombeiro, apagando incêndios, sobretudo na indústria. Falta também, na visão dos especialistas, cumprir a promessa feita no discurso de posse, em março de 2006, de fazer o Brasil "crescer aos limites do seu potencial". A economia brasileira, a exemplo das limitações de Mantega, oscila entre altos e baixos, quase um voo de galinha (veja gráficos abaixo) — chegou a registrar retração em 2009 e um crescimento expressivo em 2010. A taxa básica de juros (Selic), a despeito de estar em queda, permanece entre as mais altas do mundo. E a inflação, que ano passado fechou em 6,5%, o limite máximo de tolerância, incomoda o bolso do consumidor. --- |
ECONOMIA/PIB [In:] DIMINUIR PARA AUMENTAR
Mantega prorroga corte de IPI para eletrodomésticos
Governo prorroga isenção de IPI para linha branca e inclui mais três setores |
| Autor(es): RICARDO LEOPOLDO e FRANCISCO CARLOS DE ASSIS |
| O Estado de S. Paulo - 27/03/2012 |
O ministro Guido Mantega (Fazenda) prorrogou por mais três meses a redução do IPI sobre eletrodomésticos da linha branca, como geladeiras, e sobre móveis. O objetivo é estimular a economia. Em janeiro, o Índice do Banco Central sobre atividade econômica indicou retração de 0,13% ante dezembro, em razão do fraco desempenho da indústria. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem a prorrogação por mais três meses da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que recai sobre os eletrodomésticos da chamada linha branca (geladeiras, lavadoras de roupa, tanquinhos e fogões). A medida também passa a valer para móveis, laminados e luminárias, e o objetivo do governo é estimular a economia. Com isso, o governo deixará de arrecadar R$ 489 milhões, disse o ministro ao anunciar as medidas em reunião com empresários na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). As desonerações já estão em vigor e valem até o fim de junho. A contrapartida das indústrias, ressaltou Mantega, é o compromisso de manutenção dos empregos. "Esperamos até que o número de empregos seja aumentado para atender à demanda, que deve crescer", afirmou. Anunciada em dezembro de 2011, a redução do IPI da linha branca valeria até o fim deste mês. Nos últimos três meses, sob o impulso do benefício fiscal, as vendas desses produtos subiram cerca de 20% em relação a igual período do ano passado, segundo levantamentos de representantes do varejo. Além da prorrogação do benefício, Mantega também anunciou que serão reduzidas as alíquotas do IPI incidentes sobre toda a linha de móveis (de 5% para zero), para o papel de parede (de 20% para 10%), laminados (de 15% para zero) e de luminárias e lustres (de 15% para 5%). As medidas fazem parte da estratégia do governo de tentar reanimar a economia neste início de ano, depois da divulgação de resultados ruins nos últimos meses. Na semana passada, a presidente Dilma Rousseff e o ministro Mantega se reuniram em Brasília com 28 grupos empresariais e prometeram mais estímulo para a indústria. Ontem, ao chegar à sede da Fiesp, o ministro afirmou que as desonerações tributárias serão importantes para dar continuidade ao processo de expansão da economia neste ano. "O País deverá estar crescendo ao redor de 5% no segundo semestre", afirmou Mantega. O ministro lembrou que o Produto Interno Bruto brasileiro cresceu 2,7% no ano passado, mas concluiu que, com vários estímulos oficiais, especialmente a queda de juros pelo Banco Central e desonerações fiscais, será possível fazer com que a economia do País avance 4% em 2012. Mantega explicou que o setor de materiais de construção, que também reivindicava estímulos, não foi contemplado com medidas semelhantes pois já é beneficiado por regime de isenção fiscal há pouco mais de dois anos. O ministro ressaltou que o governo prepara outras medidas para estimular a economia, citando a desoneração da folha de pagamento para vários segmentos da área industrial. Mas, não deu mais detalhes sobre que tipo de ações o governo está estudando. --- |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS |
27 de março de 2012
O Globo
Manchete: Judiciário debate se ficha limpa vale para tribunais
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) começou a debater ontem resolução que obriga os tribunais do país a contratar apenas pessoas com ficha limpa para ocupar cargos de confiança. A proposta, apresentada pelo conselheiro Bruno Dantas, recebeu dois votos favoráveis, antes de um pedido de vista. O ministro Ayres Britto, que presidiu a sessão e assumirá a presidência do CNJ no mês que vem, considerou a proposta "extremamente louvável" por se inserir no princípio da moralidade administrativa previsto na Constituição. Se aprovada, a nova regra só não atingirá o Supremo Tribunal federal, que não é submetido às decisões do CNJ. (Págs. 1 e 3)
TJ abre processo contra juiz
Meio ambiente fora da Rio+20
O mais importante evento ambiental antes da Rio+20 começou ontem em Londres com críticas à conferência que o Brasil sediará em junho, relata a enviada especial Roberta Jansen. O representante do Ministério da Ciência e Tecnologia, Carlos Joly, reclamou que temas como biodiversidade e clima ficaram de fora e que nenhum chefe de Estado de países poluidores confirmou presença. O sociólogo inglês Anthony Giddens, um dos grandes teóricos da economia verde, afirmou que não há compromisso político. (Págs. 1 e 28)
Papa dá recado velado aos Castro
Pimentel tem dez dias para se explicar
Rocinha: Líder comunitário é executado
Arma "não letal" provoca outra morte
Confidências indiscretas de Obama
Eike vende a árabes fatia da sua empresa por US$ 2 bilhões (Págs. 1 e 23)
Foto legenda: Em chamas contra a China
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Folha de S. Paulo
Manchete: Início de ano fraco faz Dilma ampliar ajuda à indústria
A equipe econômica do Planalto lançou novas medidas de estímulo pouco após o Banco Central divulgar recuo de 0,13% na atividade econômica em janeiro.
Para incentivar a indústria, Guido Mantega (Fazenda) anunciou a ampliação da desoneração em vigor e a inclusão de novos setores. (Págs. 1 e Poder A4)
Fundo soberano de Abu Dhabi paga US$ 2 bilhões a Eike Batista por 5,67% da holding EBX. (Págs. 1 e Mercado B1)
Benjamin Steinbruch
Em colapso e depenado, setor industrial precisa de correção já, enquanto é tempo. (Págs. 1 e Mercado D10)
Eliane Cantanhêde
Com roteiro óbvio, entrevista de Dilma foi correta, mas sem emoção nem novidades. (Págs. 1 e Opinião A2)
Polícia de SP apura suspeita de propina em hospitais
A prefeitura afirma estar à disposição para esclarecimentos. A empresa diz que não foi notificada. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Jovens de 7 capitais protestam contra acusados de tortura
Papa Bento 16 se diz solidário aos cubanos e cita presos
Opositores do governo de Raúl Castro querem se reunir com o pontífice, que hoje visita Havana, e dizem que 150 pessoas foram presas desde sábado. (Págs. 1 e Mundo A10)
EUA propõem fila rápida na imigração para brasileiros
Foto legenda: Pelo Tibete
Saúde
Homem é morto por disparo de pistola Taser em Florianópolis (Págs. 1 e Cotidiano C9)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Projeto dos EUA facilita entrada de brasileiros
Em um projeto-piloto, o governo americano vai começar a livrar alguns brasileiros das filas de imigração nos principais aeroportos dos EUA. O programa, conhecido como Global Entry, vai selecionar inicialmente 150 brasileiros com visto de negócios (B1) para entrar naquele país passando apenas por um quiosque automático. Depois de um ano, o programa vai ser estendido para 1,5 mil turistas com visto B2. O objetivo é diminuir em até 70% o tempo de espera do passageiro na imigração. "É o primeiro passo para a isenção de visto para brasileiros", disse o adido americano de alfândega e proteção de fronteiras, Jaime Ramsay. Os EUA também estabeleceram novas regras para agilizar a concessão de visto. A partir de agora, vistos expirados nos últimos quatro anos, desde que sejam para não imigrantes, podem ser renovados sem entrevista. (Págs. 1 e Cidades C1)
Espanhóis: regra mais dura
Na próxima segunda-feira, começam a valer regras mais rígidas para a entrada de espanhóis no Brasil. Os turistas terão de apresentar diversos comprovantes. (Págs. 1 e Cidades C1)
Mantega prorroga corte de IPI para eletrodomésticos
Em Cuba, papa pede 'liberdade'
Deu para ouvir, Obama
Secretários vão reforçar equipe de Serra
Árabes põem US$ 2 bi nas empresas de Eike (Págs. 1 e Economia B15)
Polícia de SC mata com pistola de choque (Págs. 1 e Cidades C4)
Prefeitura atrasa repasses de educação (Págs. 1 e Vida A17)
Rubens Barbosa
O grito de alerta contra a desindustrialização e em prol do emprego, com a perspectiva de mobilização, acendeu a luz vermelha em Brasília. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Notas & Informações
O PSDB se saiu duplamente mal da prévia para a escolha do seu candidato à Prefeitura da capital. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense
Manchete: Senado vota o fim do 14º e 15º salários. Agora vai?
Na semana passada, um pedido de vista impediu que a extinção do 14º e 15º salários fosse discutida na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que tem 27 senadores. Ouvidos pelo Correio, 12 deles não quiseram se pronunciar sobre a questão, mas 13 se declararam favoráveis ao fim dos pagamentos extras. Se cumprirem a palavra, no mínimo haverá um empate. Nesse caso, o presidente da CAE, Delcídio Amaral, promete votar a favor da proposta que seria então levada ao plenário. Se não houver um nova manobra, o Senado dará hoje o primeiro passo para enterrar o privilégio, uma afronta aos brasileiros que trabalham para sustentá-los. (Págs. 1 e 2)
Entre Deus e a ditadura
IPI vira arma contra nova queda do PIB
Protesto na Índia marca encontro dos Brics
Fanático recrutava para ataque
Taser mata em Florianópolis
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Valor Econômico
Manchete: Comércio eletrônico deve ter ICMS rateado entre Estados
Atualmente, quase toda a receita do ICMS no varejo eletrônico fica nos Estados do Sul e Sudeste, principalmente São Paulo e Rio de Janeiro, sedes das empresas "pontocom". Os demais Estados tentam participar do bolo, cobrando alíquota adicional de ICMS, o que está sendo questionado na Justiça sob o argumento de bitributação. (Pág. 1)
EUA cortam preferências da Argentina
Ometto quer energia e logística
Aplicador sênior impera na bolsa
Para os que não conhecem muito do mercado acionário ou não querem ter trabalho, um caminho são os fundos de ações. A idade não trouxe esse desejo de comodidade para o aposentado Ernesto Heisler, de 82 anos. Assim como quando começou, aos 19 anos, ele mantém o investimento direto em ações. (Págs. 1 e D1)
Alemanha vive difícil travessia rumo ao fim da energia nuclear
Um ano após metade das usinas do país terem sido desligadas, o governo diz que a conversão para a eletricidade gerada por fontes renováveis está a caminho. Mas especialistas afirmam que a transição mostra-se difícil. (Págs. 1 e A12)
Fundo dos Emirados na EBX
Warner quer barrar venda da EMI
General Atlantic entra na Aceco
Gol vai reduzir tripulações
Cummins constrói fábrica
Demanda fraca desafia o algodão
Debêntures do BNDESPar
Fazenda "perdoa" dívida de R$ 20 mil
Ideias
Ninguém hoje, nem os mais extravagantes libertários, propõe o fim dos bancos centrais ou sua "independência" da política. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Ex-governador, prefeito e duas vezes candidato à Presidência, esperava-se de Serra melhor desempenho na prévia tucana. (Págs. 1 e A8)
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segunda-feira, março 26, 2012
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS |
26 de março de 2012
O Globo
Manchete: Mesmo extinta, CPMF rende R$ 1,7 bilhão ao governo
Mais de quatro anos após a extinção da CPMF por decisão do Congresso, o governo continua, engordando seu caixa com o tributo, cobrado de empresas e pessoas físicas. De janeiro de 2008, quando o imposto do cheque deixou de existir, até o mês passado, já foi arrecadado R$ 1,750 bilhão. Esse valor e suficiente, por exemplo, para o governo arcar com um ano da desoneração da folha de pagamento de setores já beneficiados pela medida, como confecções e calçados. Segundo técnicos da Receita, a arrecadação residual da CPMF ocorre devido a ações administrativas e judiciais. Para especialistas, isso mostra o excesso e o tamanho da burocracia do país. (Págs. 1 e 17)
Além da propina, superfaturamento
Além de oferecer propina para ganhar contratos públicos, as quatro empresas denunciadas pelo "Fantástico" na semana passada pretendiam superfaturar os serviços que prestariam. Elas apresentaram preços até 561% mais altos do que os do mercado ao repórter que se passava por gestor de compras de um hospital federal no Rio. Se os contratos tivessem sido realmente assinados com a Locanty, Toesa, Rufolo e Bella Vista, o prejuízo aos cofres públicos seria de R$ 3 milhões em apenas seis meses. A Polícia Federal contratou a Locanty e a Toesa, que ela própria investigava. (Págs. 1 e 9)
Serra vence prévia do PSDB com pouca folga
Foto legenda: Um Papa e três marxistas
TJ quer investigar juiz de baixa produtividade
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Folha de S. Paulo
Manchete: Serra tem vitória magra e é candidato a prefeito
José Serra, 70, venceu a prévia do PSDB e vai disputar pela quarta vez as eleições para a Prefeitura de São Paulo. O ex-governador obteve 3.176 votos (52%), índice abaixo da expectativa de seus aliados (60%).
O secretário estadual José Aníbal (Energia) recebeu 1.902 votos (31%) e o deputado federal Ricardo Tripoli, 1.108 (16,7%). Ato inédito, a prévia tucana contou com a participação de 6.229 filiados ao partido na capital. (Págs. 1 e Poder A4)
Análise
Vitória modesta foi um balde de água fria, mas não deve ser necessariamente comemorada por adversários, escreve Igor Gielow. (Págs. 1 e A7)
Capital da morte
Reportagem do programa TV Folha, exibido ontem, mostrou como a cidade, com pouco mais de 100 mil moradores, convive com mortes do trafico e desova de cadáveres de outros municípios. (Págs. 1 e Cotidiano C4)
Cuba prende 70 na véspera da chegada do papa Bento 16
Entre os detidos estão 25 mulheres do grupo Damas de Branco. A maior parte das prisões se deu em Santiago de Cuba, cidade onde desembarca hoje o papa. Ativistas prometem protestos em missas. (Págs. 1 e Mundo Al2)
Entrevista 2ª: Robert Wistrich
Em entrevista a Marcelo Ninio, a professor da Universidade de Jerusalém Robert Wistrich, 67, afirma que a antissemitismo sofre uma metamorfose na Europa desde o Holocausto e, atualmente, tem o islã fundamentalista como a sua principal força. (Págs. 1 e Mundo 16)
Aplicações em previdência tem de seguir salário
Juízes do "fórum do Lalau" não trabalham às sextas (Págs. 1 e Poder A10)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Serra vence prévia com 52% dos votos e PSDB prega união
O ex-governador José Serra venceu ontem a prévia tucana e foi escolhido pré-candidato a prefeito de São Paulo pelo PSDB. Serra ficou com 52,1% dos votos dos 6.229 eleitores. Em segundo lugar, ficou o secretário José Aníbal, com 31,2% dos votos, seguido pelo deputado Ricardo Tripoli, com 16,7%. A disputa foi mais acirrada do que se previa. Coordenadores da campanha de Serra esperavam, no mínimo, 55% dos votos. Serra contou com a apoio do governador Geraldo Alckmin e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Ao lado de Aníbal e Tripoli, Serra destacou a unidade do partido. "A partir de hoje, uma só voz, um só trabalho e a vitória para o povo de São Paulo", declarou. Fernando Henrique disse que, se o governo federal entrar de cabeça na campanha para defender o candidato do PT, pode se "quebrar". (Págs. 1 e Nacional A4 e A8)
Fernando Henrique Cardoso
Ex-Presidente da República
“Sempre que houver mais de um candidato o PSDB deve usar prévias"
CNJ vai ao Rio investigar folha salarial de juízes
Limpeza geral
CNJ pode votar hoje extensão da Lei da Ficha Limpa a tribunais de todo o País. (Págs. 1 e Nacional A7)
Governo edita 40 medidas protecionistas
Obama ameaça Coreia para evitar teste de foguete
Observatório: Nos parques de SP, lixo e escuridão
Anvisa não tem como coibir aditivo de cigarro (Págs. 1 e Vida A16)
Anne-Marie Slaughter
Ao dirigir-se diretamente à população de outros países, Hillary Clinton transforma aos poucos a política externa americana. (Págs. 1 e Visão Global A14)
Carlos A. Sardenberg
Para o ministro Aldo Rebelo, do Esporte, a atraso nas obras da Copa do Mundo, não tem problema algum. “É uma coisa de nossa cultura". (Págs. 1 e Economia B2)
Notas & Informações
O "Refis da crise" contribuirá ainda menos para reduzir a dívida ativa da União. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense
Manchete: Internet, terra sem lei dos pedófilos
Corra da malha fina
Serra sem prévias
Nunca te vi, sempre te admirei
Um continente contra o tráfico
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Valor Econômico
Manchete: BC rastreia crédito fora do balanço dos bancos
Alguns bancos carregam parcelas significativas de suas carteiras de crédito em fundos de investimento ou vendem empréstimos para companhias que não têm obrigação de prestar informações ao BC. O Cruzeiro do Sul, especializado em crédito consignado, por exemplo, carrega quase 100% da sua carteira em fundos de direitos creditórios - cerca de R$ 8 bilhões. (Págs. 1 e C1)
Rombo do Portus já é de R$ 2,7 milhões
FGTS banca empresas com prejuízo
Entre os impactos negativos está o prejuízo de R$ 177,4 milhões da Celpa, distribuidora de energia elétrica do Pará, nas contas do grupo Rede Energia, controlador da concessionária, e por sua vez no FI-FGTS, que detém participação no negócio. Pelo menos dois investimentos feitos pelo FI adiaram novamente a data de início de operação comercial - as usinas paulistas Queluz e Lavrinhas. (Págs. 1 e A3)
EAS renegocia prazos com Transpetro
Depois da saída da coreana Samsung da sociedade, as tratativas para sua substituição mais avançadas são com as japonesas Mitsui (associada à IHI), e Mitsubishi. Um grupo polonês e outro coreano também estão no páreo. (Págs. 1 e B1)
Foto legenda: Horizonte ampliado
Escola de negócios IMD chega ao Rio
O Rio foi escolhido por causa da proximidade da escola com empresas instaladas na cidade, como a Vale - mais de 200 executivos da mineradora passaram por treinamento na IMD, inclusive seu presidente, Murilo Ferreira. O IMD é uma escola voltada ao ensino executivo e 90% de sua receita vem hoje de cursos desse tipo. O escritório brasileiro será o terceiro da escola fora da Suíça.
(Págs. 1 e D3)
Relator do Código Florestal repassa decisões a Estados
O principal ponto de disputa, o artigo 62, que trata da recomposição na beira de rios, foi modificado para dar "liberdade" aos Estados de escolher "qual a melhor solução" na recomposição de mata nativa. "É pouco inteligente criar regras de Brasília que valerão para o país inteiro", disse. "O texto do Senado veio muito bom, mas não se pode definir a mesma norma para a Amazônia, Pampas, Caatinga, Cerrado. Cada bioma tem suas peculiaridades". (Págs. 1 e A8)
Brasil busca na OMC opção de alívio cambial
Bancos Centrais alertam Fed sobre frouxidão da política monetária (Págs. 1 e C16)
OAS pode perder contrato para construir estrada na Bolívia (Págs. 1 e A13)
Serra vence prévias e será o candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo (Págs. 1 e A6)
Mais recursos à Finep
Rodízio atinge ex-clientes da Trevisan
Anac confirma Viracopos
Seca ameaça canaviais
Reforço nas finanças
Logística
Ideias
Reunião com Dilma expõe dissonância entre preocupações do setor privado e a lógica dos parlamentares. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Igualdade de gênero não é só questão de justiça social, mas também tem efeitos econômicos positivos. (Págs. 1 e A15)
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sexta-feira, março 23, 2012
CONGRESSO/GOVERNO DILMA [In:] QUEDA DE BRAÇO II
Desordem e regresso
Dora Kramer |
| O Estado de S. Paulo - 23/03/2012 |
A cada movimento do Palácio do Planalto corresponde uma reação na direção oposta à harmonia relatada na quarta-feira de manhã pelo secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho. "O desgaste está superado, está tudo ótimo", disse, enquanto o Parlamento o desmentia: adiou a votação da Lei Geral da Copa, aprovou emenda em comissão para retirar do governo o poder de demarcar terras indígenas e resolveu chamar dois ministros para dar explicações. Guido Mantega, da Fazenda, sobre problemas na Casa da Moeda e no Banco do Brasil, Miriam Belchior, do Planejamento, sobre os atrasos nas obras do PAC e cortes no Orçamento. Nessa altura já estava convocado o presidente da Comissão de Ética Pública, Sepúlveda Pertence, para tratar da investigação a respeito das consultorias privadas dadas pelo ministro Fernando Pimentel (Desenvolvimento), numa reabertura de pauta que a presidente Dilma Rousseff julgava fechada. Isso e mais duas ocorrências paralelas: a vaia ao líder do PT na Câmara ao se referir em plenário aos ruralistas como "predadores da agricultura" e a manobra de José Sarney no Senado convocando discussão extemporânea sobre reforma política que impediu a realização de reunião onde o novo líder do governo na Casa trataria do interesse do Planalto em apressar a aprovação do fundo de previdência dos servidores públicos. Demais para um dia apropriadamente chamado "de cão"? Não, se olharmos bem para a seguinte discrepância de procedimentos: enquanto os partidos da coalizão se organizam, o Palácio do Planalto se desorganiza, bate cabeças e é pego de surpresa a cada novo lance. E nem falemos mais na fantasia otimista do secretário-geral da Presidência, porque pode ter sido apenas a expressão de um desejo. Tomemos fatos concretos: o desacerto sobre a venda de bebidas alcoólicas nos estádios durante a Copa, a insistência em ir a votações sem o exame prévio das condições objetivas de vitória ou derrota, a troca intempestiva de lideranças, a ausência de comunicação (civilizada) entre os integrantes do governo e deles com o Congresso, a evidente desinformação do Palácio sobre as estratégias engendradas do outro lado da Praça dos Três Poderes e, daí, a impossibilidade de se antecipar às manobras. Já os partidos ditos governistas só fazem se afinar, atuando em consonância seja nos movimentos de plenário ou nas comissões e seguim ordenadamente a construção da desordem. O governo, por sua vez, age às tontas, anda às cegas sem saber com quantos paus hoje poderia fazer uma base de real sustentação correspondente ao número de partidos e parlamentares supostamente aliados. Teoricamente o governo dispõe de muitos, mas realisticamente pode contar com poucos. Quem e quantos são eles, eis a questão. A ser resolvida por um urgente freio de arrumação. Margens do Ipiranga Será efêmera a fase de independência por que passa o Poder Legislativo em relação às vontades do Executivo. Fosse mais sólido e decorrente de convicções não de circunstâncias, seria o campo fértil para o Parlamento exercitar suas prerrogativas e o respeito à Constituição pondo em prática o rito indicado pelo Supremo Tribunal Federal para a tramitação de medidas provisórias: a recusa de todas que não sejam relevantes ou urgentes, mediante exame em comissão especial. Estica e puxa A quem interessar possa na militância pela derrubada de Ana de Hollanda do Ministério da Cultura: quanto mais pressão, quanto mais especulação, quanto mais "plantação" na imprensa de nomes de possíveis substitutos, mais firme a ministra fica no cargo. --- |





