A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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sábado, setembro 13, 2008
EDITORIAL: LULA EM CAMPANHA

LULA E A MÍDIA
O editor mais poderoso da imprensa brasileira é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele cita com freqüência o nome de Getúlio Vargas, mas, quando se trata de lidar com os meios de comunicação, seu mestre deve ser mesmo Jânio Quadros. Jânio, em seu segundo mandato como prefeito de São Paulo, sempre decidiu quando ocupar as primeiras páginas, ou, no mínimo, ganhar destaque no dia-a-dia. Virava notícia quando deixava a barba crescer. Virava notícia, de novo, quando cortava a barba. Quando pendurou chuteiras na porta de seu gabinete, insinuando a intenção de se aposentar, todos correram para fotografá-las. Nada precisava fazer de importante para ocupar o noticiário. Lula tem-se mostrado igualmente hábil na produção de noticiário sem fato relevante. Quem precisa de fatos, quando é tão fácil ocupar espaço nos jornais e tempo nos meios eletrônicos?
O presidente conseguiu, na primeira semana de setembro, converter num grande evento a primeira extração, ainda experimental, de óleo do campo de Jubarte, como se aquilo fosse o início da exploração dos novas áreas do pré-sal, muito maiores e de acesso muito mais difícil. Para isso, montou-se um espetáculo com ministros, comitiva política e diretores da Petrobras, todos fantasiados com macacões cor de laranja, e criou-se um palco para Lula recitar uma porção de gracinhas.
Numa de suas frases mais citadas, o presidente chamou a Petrobras de "mãe da industrialização do país". A intenção – desfazer o ambiente de briga com a estatal, criado por ele mesmo nas semanas anteriores – era evidente e foi apontado pelos jornais. Mas ninguém se deu ao trabalho de examinar a própria frase, uma besteira histórica. A Petrobras não é mãe de industrialização nenhuma.
Antes dela, o governo havia criado, nos anos 1940, a Companhia Siderúrgica Nacional, a Companhia Vale do Rio Doce e a Fábrica Nacional de Motores. No começo dos anos 1950 foi fundado o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico (BNDE). Na segunda metade dos 50, enquanto a Petrobras mal engatinhava, Juscelino Kubitschek, com seu Plano de Metas, deu enorme impulso à implantação de indústrias, com ênfase especial ao setor automobilístico. Se alguém quiser ir mais longe no tempo, dê um passeio pela Zona Leste de São Paulo e reveja os edifícios de tijolos vermelhos das fábricas do início do século 20.
Sentido da mensagem
Por que os jornalistas deveriam esclarecer esse ponto, em vez de apenas citar o presidente? Por que não, se aceitaram o trabalho de esclarecer a referência da ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, ao Sítio do Pica-Pau Amarelo?
A disposição da imprensa brasileira de reproduzir passivamente qualquer frase presidencial – ou mesmo ministerial – deve parecer espantosa a quem ainda associa as idéias de notícia e de relevância. Basta um pouco mais de sonoridade. No dia 28 de agosto, no meio de um discurso de 18 páginas, o presidente referiu-se ao petróleo do pré-sal como um prêmio de loteria: "Não é porque tiramos um bilhete premiado que vamos nos deslumbrar e sair por aí gastando", disse Lula.
Quem teve de guiar nas avenidas congestionadas de São Paulo, entre as 18h e 19h daquela quinta-feira, teve de ouvir a declaração pelo menos cinco ou seis vezes, pelo rádio, sempre fora de contexto e sem nenhuma explicação. Aquelas palavras foram reproduzidas como grande notícia nos jornais do dia seguinte, como se o presidente houvesse dito uma frase de importância transcendental.
Por que ele teria dito aquilo? Até aquele dia, o presidente, ministros e governadores haviam discutido a partilha do dinheiro – ainda inexistente – do novo petróleo, e só de fora do governo haviam surgido advertências sobre o risco de gastar antes de ter. Fora de contexto, o palavrório nada significava, mas era apresentado como proclamação de enorme importância.
Fiel à boa disposição de anotar e repetir frases presidenciais, os jornais deram destaque, também no começo de setembro, ao lembrete dirigido por Lula aos governadores: o petróleo do pré-sal, segundo ele, pertence à União, não aos estados. É verdade. Pertence à União, mas a Lei do Petróleo contém regras detalhadas para a distribuição do produto da atividade. O pagamento de royalties a estados e municípios não decorre de uma liberalidade do poder central. É um direito estabelecido em lei.
E aí: qual o sentido da mensagem, se essa lei continua em vigor? Repórteres e editores, no entanto, raramente acrescentam detalhes desse tipo à cobertura, limitando-se, quase sempre, a reproduzir as falas ou trechos das falas de autoridades. Se o leitor quiser saber algo mais sobre o assunto, ou se tiver dúvidas sobre o contexto, problema dele.
O resto é secundário
Durante algumas semanas, a cobertura, é justo reconhecer, deu espaço a discussões sobre a política do pré-sal. Nessa discussão surgiram observações importantes sobre os investimentos necessários à exploração desse petróleo e o problema do financiamento – temas inicialmente negligenciados no falatório presidencial. Mas o governo aparentemente conseguiu impor o seu discurso, produzindo fatos – nem todos importantes – em número suficiente para dominar a cobertura.
Isso não é raro e ocorre não só na área econômica. No caso dos grampos telefônicos, a imprensa tem dado muita importância a detalhes fornecidos por autoridades: o Exército tem equipamento para escuta, o ministro da Justiça apresentou um projeto de lei para aumentar a punição a quem pratica bisbilhotice ilegal, e assim por diante.
Ora, saber quem tem equipamento de escuta não é o mais importante, neste momento. Se o assunto for tecnologia, muitos investigadores particulares, daquele tipo especializado em casos de adultério, em brigas de sócios ou contra-espionagem industrial, poderão dar conferências muito proveitosas. O projeto de uma nova lei também não afeta a questão relevante neste momento.
Uma lei já existe e foi violada. Trata-se de saber quem cometeu o crime de bisbilhotar o presidente do Supremo Tribunal Federal e um senador e quem pode ter sido o mandante ou beneficiário dessa malandragem. O resto é secundário, mas esse resto vem sendo noticiado como se fosse o grande assunto.
Para o governo, e especialmente para os suspeitos, nada mais conveniente: quanto mais se cuidar dos aspectos secundários, tanto melhor.
sexta-feira, setembro 12, 2008
VENEZUELA/ESTADOS UNIDOS: FATOS E VERSÕES
EUA expulsam embaixador venezuelano de Washington
Na noite de quinta, Chávez ameaçou mais uma vez suspender a distribuição de petróleo ao Estados Unidos e ordenou que o embaixador americano, Patrick Duddy, deixasse o país em 72 horas, em um ato de solidariedade com a Bolívia, que também ordenou a expulsão do seu embaixador americano. Além de expulsar o embaixador venezuelano, os EUA responderam nesta manhã também com o bloqueio dos bens
do ex-ministro do Interior e Justiça venezuelano Ramón Rodríguez Chacín e dois altos funcionários desse país em sua "lista negra" de pessoas envolvidas no tráfico de drogas devido a seu suposto apoio às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Segundo McCormack, estas sanções já tinham sido decididas antes e não estão vinculadas com a expulsão do embaixador Álvarez.
Hugo Chávez afirmou que tomará uma ação militar se o presidente da Bolívia Evo Morales for derrubado, após destacar a recente chegada de dois caças-bombardeiros russos à Venezuela. "Se houver uma agressão contra a Venezuela", vinda de Washington, "não haverá petróleo para os norte-americanos", prosseguiu Chávez. "A começar deste momento, o embaixador ianque em Caracas tem 72 horas para deixar a Venezuela", disse Chávez durante um discurso público, na cidade de Carabobo, referindo-se ao embaixador Patrick Duddy. "Basta, ianques", disse Chávez. A porta-voz da embaixada americana, Robin Holzhauer, afirmou que Duddy está há alguns dias nos Estados Unidos, sem dar detalhes sobre o motivo.
Os EUA, por sua vez, declararam nesta quinta-feira o embaixador da Bolívia em Washington como "persona non grata", ou seja, expulsaram o diplomata em retaliação. O presidente da Bolívia, Evo Morales, acusou o embaixador americano Philip Goldberg de conspirar junto com a oposição.
O discurso de Chávez, no qual anunciou a expulsão, foi transmitido pela televisão estatal venezuelana. Ele fez o anúncio apenas algumas horas após dizer que seu governo deteve um grupo de ex-oficiais das forças armadas que conspirava para assassiná-lo, com apoio dos EUA. Ele não ofereceu provas das acusações. O governo dos EUA sempre negou as acusações de Chávez, de que Washington apoiou conspirações contra o mandatário da Venezuela. No mês passado, Chávez alertou que Duddy poderia em breve "fazer as malas" após o diplomata ter lamentado que os policiais americanos e venezuelanos não estavam cooperando na luta contra as drogas.
Ligação com as Farc
Os EUA acusaram três membros do governo de Chávez de tráfico de drogas e de armas por ligação com as Farc. Os bens do ex-ministro do Interior e Justiça venezuelano Ramón Rodríguez Chacín e dois altos funcionários: Hugo Armando Carvajal Barrios, diretor do serviço secreto militar do país sul-americano, e Henry de Jesús Rangel Silva, diretor da polícia secreta Disip. Chacín, que renunciou em 8 de setembro do ano passado, é acusado de ser o principal contato do governo da Venezuela com as Farc em matéria de armas.
Adam Szubin, diretor do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro americano, afirmou em nota que os três "armaram, ajudaram e financiaram as Farc, inclusive enquanto o grupo aterrorizava e seqüestrava inocentes". Além de terem os bens bloqueados, eles estão proibidos de negociar com qualquer americano, efetuar transações comerciais nos EUA.
Chacín é um homem de confiança de Chávez, e apoiou sua tentativa de golpe de Estado em 1992. Quando Chávez chegou ao poder, em 1999, passou a fazer parte da missão venezuelana como observador para as negociações do governo colombiano com as Farc. O Tesouro americano afirmou que o ex-ministro teve vários encontros com líderes da guerrilha, inclusive um deles no Palácio de Miraflores, sede do governo venezuelano, no fim de 2007.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
12 de setembro de 2008
Manchete: Tropas ocupam 5 favelas no início da operação eleitoral
Conflito na Bolívia já tem 8 mortos
Jefferson é denunciado após 3 anos
STF solta chefes de facção em SP após 4 anos
EUA tentam salvar seu 4º banco de investimento
Coação nas escolas de Magé
Molon promete contratar em Saúde, Educação e Trânsito
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Folha de S. Paulo
Manchete: Aprovação de Lula bate recorde histórico
Justiça manda recolher maletas de grampo em poder do governo
Procuradoria acusa Jefferson por escândalo nos Correios
Confronto mata 8 na Bolívia; corte de gás ainda afeta Brasil
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Conflito na Bolívia mata 8 e corta fornecimento de gás
Lula decide por afastamento definitivo do chefe da Abin
Ações sobem com anúncio de novo campo da Petrobras
FGTS para consórcio de imóvel passa no Senado
Jefferson é denunciado no caso que levou ao mensalão
Rio: Tropas para garantir o voto
Notas e Informações: Etanol, fome e colonialismo
Artigo: Além do PIB
Opportunity já perdeu R$ 3,2 bi em dois meses...Especialistas estimam em R$ 3,2 bilhões a perda do Opportunity desde que começou a ação policial contra seu controlador, Daniel Dantas. Para o grupo, o prejuízo é de R$ 2 bilhões. (págs. 1 e A8)
Chávez diz que abortou golpe...
Meninos do tráfico já são 34% na ex-Febem
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Jornal do Brasil
Manchete: Campanha com tropas, mas sem os candidatos
Gás volta ao Brasil. Bolívia está à beira do estado de sítio
Correios: MP indicia Jefferson
Trajeto de trem-bala gera controvérsias e deve ser alterado
Bancada da Saúde vê rombo de R$ 5,5 bi
Alunos ocupam reitoria da UerjCerca de 200 alunos de diversos cursos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) invadiram e ocuparam as instalações da reitoria. O protesto é pela realização de reformas estruturais no campus, incluindo no restaurante universitário. (pág. 1 e Cidade, pág. A18)
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Correio Braziliense
Manchete: O vizinho explosivo: Governo já tem plano para retirar brasileiros da Bolívia
Real sofre maior perda do mundo
Grampos: Brasil, o campeão em escutas autorizadas
Nepotismo: Garibaldi diz que não bancará o 'Justiceiro'
No Rio: Só fuzil garante campanha nos morros
Educação: Escola que atingir meta receberá 14ºProfessores e servidores da rede pública que cumprirem as metas de melhoria do ensino, como redução da repetência e da defasagem idade-série, receberão pagamento extra no fim do ano. Decreto que cria o bônus espera apenas a assinatura do governador. Valores variam de R$ 1,4 mil a R$ 4 mil. (págs. 1 e 25)
Procon vai começar a fechar lojas
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Valor Econômico
Manchete: Bolívia rejeita mediação brasileira para conflito
Mais dinheiro para a oposiçãoBalanço parcial das arrecadações nas eleições municipais mostra que 18 campanhas para prefeito de capitais conseguiram mais de R$ 1 milhão em doações. A oposição ao governo Lula está tendo mais êxito em obter financiamento do que em 2004. Outra novidade é que o apoio da máquina pública em alguma esfera de governo não tem sido fundamental para atrair doadores.Metade do 18 candidatos com campanhas milionárias estão no grupo de oposição a Lula - são quatro candidatos do DEM, três tucanos e dois do PV (o partido pertence à base governista, mas as candidaturas se apóiam em partidos da oposição). Em 2004, quando havia 40 campanhas milionárias, a oposição ao governo Lula era representada por apenas 16 candidatos. Naquele ano, o PT conseguiu sozinho mais de R$ 1 milhão para 13 de seus 22 candidatos em capitais, três a menos do que toda a oposição. Agora, só há três petistas entre as 18 campanhas milionárias, mesmo número do PMDB. Ainda fazem parte da lista campanhas do PR e PMN, além da de Márcio Lacerda (PSB), com um amplo leque de apoio. (págs.1 e A8)
Armando Castelar PinheiroO próprio presidente deveria liderar a mudança de percepção sobre a educação. (págs. 1 e A13)
BC pára de comprar dólar após 11 meses
Pequenas empresas ganham com produtos para petróleo
Requião quer investir R$ 3 bi em ferrovia
No embalo da construção
Mercados desidratados
Expansão dos consórcios
Na ponta do lápisAs promessas de juro zero no financiamento de veículos esconde armadilhas para o consumidor. Simulações feitas a partir de anúncios de concessionárias mostram que o preço pode aumentar até 16% em três anos. (págs. 1, D1 e D2)
Ações da PetrobrasImpulsionadas pela divulgação das estimativas para as reservas do campo de Iara, as ações da Petrobras tiveram fortes altas ontem: as ON subiram 10,22% e as PN, 9,48. O grande movimento com ações da estatal na quarta-feira levou a CVM a investigar possível uso de informação privilegiada. (págs. 1 e D2)
União Européia reduz meta para utilização de biocombustíveis (págs. 1 e B13)
Imigrantes brasileiros serão alvo de políticas públicas do governo (pág.1)
Idéias - Marcel Pereira'Estouro' da bolha acionária na China deixou marcas ainda encobertas na economia mundial. (págs.1 e A12)
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Gazeta Mercantil
Manchete: corte de gás da Bolívia expõe falhas do setor
Bovespa fecha em forte alta e dólar rompe nível de R$ 1,80
Sediar a Copa 2014 custará R$ 100 bi
Bens de executivos em risco
Embarque de arroz
Balanço
Linha de transmissão vai a leilãoDentro de 50 dias será realizado leilão de concessão das linhas de transmissão para transportar os 6,5 mil megawatts das usinas de Santo Antônio e Jirau por extensão de 5,5 mil quilômetros até Araraquara (SP). (págs. 1 e C10)
Varejo cresce na venda de seguro
Carros da China e Ásia no Brasil
Opinião: Márcio Artur Laurelli Cypriano
Opinião: Klaus Kleber
Bancos americanos valem US$ 700 bilhões menos
Pela continuidade
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
quinta-feira, setembro 11, 2008
BRASIL: TECNOLOGIA COM POUCOS RECURSOS
Brasil fica para trás na corrida por inovações
PEQUIM - O Brasil perde espaço em inovação tecnológica e o País usa mal seus recursos destinados à ciência. Em seu levantamento anual, a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi) aponta que, entre 2004 e 2005, o número de patentes pedidas no País caiu 13,8%, enquanto em praticamente todo o mundo aumentou. Hoje, um quarto de toda a tecnologia disponível no planeta já está nas mãos de apenas três países asiáticos: China, Japão e Coréia do Sul. Os dados de 2005 são os últimos disponíveis para todo o mundo e, na avaliação da entidade ligada à ONU, são um espelho dos avanços tecnológicos de um país. Em 2005, 600 mil patentes foram dadas a empresas e universidades em todo o mundo. Mas a concentração é grande: 74% delas estão no Japão, Estados Unidos, China, Coréia e Europa. O caso mais impressionante é o da China. Entre 2004 e 2005, Pequim observou um aumento de 33% nas patentes registradas no país. Para a OMPI, isso prova que a China não seria mais apenas o país da pirataria, mas também tenta desenvolver sua tecnologia. Em apenas dez anos, o número de patentes registradas se multiplicou por dez na China.Um dos dados mais relevantes é o fato de que o crescimento é baseado nos pedidos das próprias empresas chinesas. Entre 2004 e 2005, o número de solicitações ao escritório de patentes de Pequim aumentou 42%, ante uma média mundial de 6,6% e até uma redução no Brasil. Na avaliação da entidade com sede em Genebra, os números refletem as políticas do governo chinês de transformar o país em um centro de tecnologia, e não apenas de montagem de produtos elaborados no exterior.
As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
JAMIL CHADE - Agencia Estado
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
11 de setembro de 2008
Manchete: Bolívia: explosão em gasoduto reduz fornecimento ao Brasil
PIB vai a 6,1%; BC, dividido, sobe juros
Delegado mentiu à CPI sobre Abin
Nova descoberta no pré-sal quase dobra reservas (págs. 1 e 34)
Tropas iniciam operação eleição
Detro tirou das ruas 14 mil vans piratas
Eleições 2008 - ' É necessário conter as favelas'
Eleições 2008 - Candidatos insistem em ocultar doadores
Eleições 2008 - Alckmin é forçado a trocar de publicitário
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Folha de S. Paulo
Manchete: PIB cresce 6% com investimento recorde
Governo afirma que vai exigir diesel mais limpo em 2009
Dividido, BC sobe juro em 0,75% ponto(págs. 1 e B7)
Artigo: Paulo Nogueira Batista Jr.
Justiça bloqueia fundo de Dantas
Atentado na Bolívia afeta gás no Brasil
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Investimento puxa alta de 6,1% no PIB
BC racha, mas juro sobre 0,75 ponto...
Notas e informações: Crescimento firme
Oposição boliviana explode gasoduto
Petrobras tem novo supercampo...
Tecnologia: Brasil fica para trás em inovação (págs. 1 e A23)
R$ 545 milhões bloqueados no Opportunity
No PSDB, 'fogo amigo' acirra crise (págs. 1 e A16)
Protógenes usou 52 agentes da Abin...
'Tropa de choque' do PCC é solta por decisão do STF
Artigo: Pesquisa na internet
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Jornal do Brasil
Manchete: Chegam ao Rio 3.500 soldados para eleição
Economia cresce 6% no semestre. E BC impõe mais juros
Pré-sal tem mais um megacampo
Ataque reduz 10% do gás da Bolívia que chega ao BrasilA explosão de um gasoduto boliviano vai reduzir em 10% (ou 3 milhões de metros cúbicos por dia) o envio de gás ao Brasil durante 15 a 20 dias. O presidente Evo Morales expulsou o embaixador dos EUA, Philip Goldberg, acusando-o de "buscar a divisão da Bolívia". (págs. 1 e Economia A22)
Grampo leva PF a investigar PF
Candidatos poupam Cesar no esporte
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Correio Braziliense
Manchete: Agora, sim...o espetáculo do crescimento
Araponga teve acesso a papéis secretos em operação da PF
No Senado: Pizza à Efraim sai do forno
Explosão corta gás boliviano (págs. 1, 30 e 31)
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Valor Econômico
Manchete: Demanda interna no país já cresce em ritmo chinês
Lula tenta mediar conflito na BolíviaUm trecho do gasoduto boliviano que traz gás ao Brasil foi danificado ontem por uma explosão. Segundo o governo do presidente Evo Morales, a explosão - provocada por grupos radicais de oposição que nos últimos dias intensificaram os protestos em vários pontos do país - poderá levar a uma redução de 10% no fornecimento ao mercado brasileiro.O presidente Lula, por meio do Itamaraty, ofereceu ajuda para tentar uma aproximação entre os dois lados, mas nem governo nem oposição se mostraram abertos a uma mediação. Autoridades brasileiras acreditam que a tensão vai prosseguir nos próximos dias.O presidente interino da estatal boliviana Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB), Santos Ramírez, disse que "o atentado terrorista" provocará redução de 3 milhões de metros cúbicos por dia no fluxo de gás ao Brasil. A Bolívia produz 40 milhões metros cúbicos diários, dos quais 30 milhões são destinados ao Brasil – entre 6 e 7 milhões vão para o mercado interno e o resto para a Argentina. Segundo Ramírez, o governo levará 20 dias para reparar a tubulação.Apesar de Evo Morales ter denunciado os protestos como "o início de um golpe de Estado", nem autoridades brasileiras nem analistas na Bolívia corroboram essa tese. Há, sim, uma falência político-institucional do país. Sem Congresso e Judiciário operantes, parte da oposição viu as ruas como a melhor forma de pressionar Morales a negociar. (págs. 1 e A11)
Lula quer vice do PMDB para Dilma
Pré-sal
STJ restringe grampos
Inércia de Congresso pode levar ao desaparecimento de 57 municípios (págs. 1 e A9)
Investimentos em aço somam US$ 64 bi
Justiça bloqueia fazenda e garante dívidas da Vasp
Gargalo logístico
Indústria química
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Gazeta Mercantil
Manchete: PIB em alta e descoberta no pré-sal reanimam a semana
Copom eleva juros e dólar recupera perdas
Bolívia reduz fornecimento de gás ao Brasil
Company é da Brascan por R$ 200 milhõesApós a queda generalizada das ações das companhias do mercado imobiliário listadas na Bovespa, ficou muito mais fácil comprar empresas do setor. Em menos de 90 dias, quatro grandes negócios foram fechados, num movimento de mais de R$ 3 bilhões. Ontem, a Brascan Residential Properties desembolsou R$ 200 milhões para adquirir a incorporadora paulista Company, numa negociação que envolveu também 76,9 milhões de ações. Em junho, a Cyrela comprou o controle da Agra por R$ 1,5 bilhão. Logo em seguida, foi a vez da Brasil Brokers abocanhar 51% do braço imobiliário da Abyara, por R$ 250 milhões. A surpresa do setor, no entanto, foi a aquisição da Tenda pela Gafisa, que investiu R$ 990 milhões no negócio. O processo de fusões e aquisições do setor tem sido apontado por analistas de mercado como uma saída para a sobrevivência de algumas companhias que abriram o capital, nos últimos dois anos, mas que não vão conseguir atravessar a volatilidade desse mar turbulento. Entre dezembro de 2007 e setembro deste ano, 22 companhias do segmento perderam R$ 20 bilhões em valor de mercado. A todo momento, o mercado escolhe uma empresa como bola da vez para ser negociada, algumas com problemas de caixa, outras para racionalização de custos, ampliação geográfica, ou simplesmente por ser um bom negócio. Desta vez, a escolhida foi a Company, que já havia negociado com a Cyrela e a Helbor. (págs. 1 e C7)
Pão continua caro, apesar da queda do trigo
Mercado imobiliário: caderno valoriza setor em crescimento
Opinião: Rodrigo da Rocha Loures
GDF-suez estréia em eólica no país
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quarta-feira, setembro 10, 2008
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
10 de setembro de 2008
Manchete: Grampos: criada central para controlar os juízes
Lula restringe nova licença-maternidade
Usina de gás é invadida na Bolívia
Crise nos EUA derruba mercados
Pão passa a ter farinha de mandioca
Eleições 2008 - Crivella cobra acordo que Jandira nega
Eleições 2008 - 'O crime captura as instituições'
Favela do Rio tem até prédio blindado
Colunas e Artigos: Zuenir Ventura“Rio como vamos”: mais cobrança e menos queixumes. (págs. 1 e 7)
Colunas e Artigos: Roberto da Matta
Colunas e Artigos: Aderbal Freire Filho
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Folha de S. Paulo
Manchete: Bolsa acumula perda de 24% no ano
Licença de 6 meses valerá para grandes empresas
Justiça cria central para controlar grampos no país
Marqueteiro de Alckmin sai e ataca serristas
Troca de operadora de celular dá certo para apenas 16%
Oposição boliviana tenta parar gasoduto
Clóvis Rossi: O que há é uma tentativa de golpe contra Morales (Pág. A2)
Marcelo Coelho: Escuta dá mais transparência ao poder
Editoriais: Leia ‘Bolívia desintegrada’, sobre agravamento da crise no país; e ‘Bloqueio ideológico’, acerca de gestão na saúde. (Pág. A2)
A Opep vai cortar em 520 mil barris (2% do total) a produção diária de petróleo. (Pág. B5)
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O Estado de S. Paulo
Manchete - Oposição na Bolívia ocupa usina de gás e fecha estradas
Notas e Informações - Mercosul e sonhos de poder
Artigo - Lula e o petróleo
Agrícola: Seguro rural em franca expansãoprogramas federal e estaduais estimulam produtores a segurar lavouras. (pág.1)
Crise global faz novo estrago: bolsa cai 4,5% e dólar sobe 2,07%
Conselho impõe regras para juiz que liberar escuta
Família muda mais rápido que mercado
R$ 76 milhões para ampliar o Campo de Marte
PM escolta Soninha na CâmaraA vereadora Soninha Francine (PPS), candidata à Prefeitura, foi hostilizada ontem na Câmara Municipal. Ela tinha dito, em sabatina no Estado, que vereadores aprovam projetos em troca dinheiro. "Vai ter que provar!", gritou Claudete Alves (PT). Soninha foi protegida por PMs. (págs. 1 e A7)
Em crise, PSDB mexe na campanha e ataca 'infiéis'
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Jornal do Brasil
Manchete: Mulheres mandam mais
Banco Mundial diz que Brasil dificulta atuação de empresas
Alerj quer acabar com a farra dos grampos
Bolsa despenca e dólar sobe
ONG recebeu R$ 4 milhões
Paes e Gabeira têm maior arrecadação
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Correio Braziliense
Manchete: Três anos para pagar impostos atrasados
Fecharam a torneiraEm meio à briga política entre os governadores de oposição e o presidente Evo Morales, manifestantes tomam usina de gás e fecham válvulas do gasoduto com o Brasil. (págs. 1 e 20)
Mercados ficam loucos e Brasil é quem mais sofre
Boquinha garantida
STJ anula grampo legal
Escuta na reitoria da UnB
Mulheres no comando da família
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Valor Econômico
Manchete: Queda recorde pode abrir uma nova fase para bolsa
O embrião de 2010
Os projetos da Hyundai para o Brasil
Plano para capitalizar a Petrobras
'Grampolândia'O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou ontem a resolução que disciplina a quebra do sigilo telefônico de pessoas investigadas. Entre as mudanças está a identificação dos agentes que terão acesso às gravações, para coibir vazamentos. (págs. 1 e A8)
Empresas são fechadas por sonegar IPI
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Gazeta Mercantil
Manchete: Bovespa desaba com queda do preço das commodities
Ainda é difícil fazer negócios no Brasil
Novo marco regulatório depende de ação política
Trabalho
Transporte terá R$ 14 bi em 2009O Brasil receberá R$ 14 bilhões de investimentos públicos em transporte no próximo ano. Para o secretário de Política Nacional de Transportes, Marcelo Perrupato, a iniciativa privada terá de completar os R$ 20 bilhões de que o País precisa ao ano. (págs. 1 e C6)
Milho transgênico avança no Sul
Energias do Brasil investe US$ 1,8 bilhão
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir









