A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quarta-feira, julho 08, 2009
terça-feira, julho 07, 2009
DILMA ROUSSEFF [In:] ''TO BE OR NOT TO BE..."
Autor(es): Itala Maduell |
| O Globo - 07/07/2009 |
Lattes tem termo obrigatório com que avisa sobre pena para falsidade ideológica; ontem ministra alterou declarações RIO e BRASÍLIA. O site da Plataforma Lattes, do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), adverte todos os cadastrados em seu banco de dados que fornecer informações falsas é crime passível de punição pelo Código Penal, como falsidade ideológica, com prisão de um a cinco anos. O currículo de Dilma no Lattes estava errado e só foi corrigido ontem por ela. A ministra se identificava até então como “mestre em teoria econômica pela Universidade de Campinas (Unicamp) e doutoranda em economia monetária e financeira pela mesma universidade”, sem ter esses títulos. O Lattes, conceituado banco de dados acadêmicos do país, é atualizado pelo próprio cadastrado, que se responsabiliza pelas informações e só pode fazer inclusão ou atualização se aceitar o termo de Adesão e Compromisso, que cita os artigos 297 e 299 do Código Penal. Cada usuário tem uma senha, e digita também o número do seu CPF. Como conduta e obrigação o CNPq exige: “a) fornecer informações verdadeiras e exatas; b) aceitar que o usuário é o único responsável por toda e qualquer informação cadastrada em seu currículo, estando sujeito às consequências, administrativas e legais, decorrentes de declarações falsas ou inexatas que vierem a causar prejuízos ao CNPq, à Administração Pública em geral ou a terceiros”. Na sexta-feira, após reportagem da “Piauí” mostrando que o site da Casa Civil dava informações erradas sobre o currículo de Dilma, a Presidência corrigiu sua página. No Lattes, a versão continuou no ar, com os títulos de mestrado e um doutorado iniciado em 1998 na instituição, sem ano de conclusão, o que a classificava como “doutoranda”. Na verdade, os dois cursos foram abandonados. O termo de adesão do Lattes cita o artigo 299 do Código Penal, sobre falsidade ideológica: “Omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade (...) Pena: reclusão, de um a cinco anos, e multa (...). Parágrafo único: Se o agente é funcionário público, e comete o crime prevalecendose do cargo, ou se a falsificação ou alteração é de assentamento de registro civil, aumentase a pena de sexta parte”. A Casa Civil confirmou que foram feitas alterações ontem no curriculum de Dilma no Lattes para “corrigir informações incorretas”, e alegou não saber quem incluiu informações erradas no site do CNPq. -------------------- |
SENADO, SENADORES e SARNEY: XÔ! (rorô) *
Autor(es): Cristiane Agostine |
| Valor Econômico - 07/07/2009 |
Dividida em relação ao afastamento temporário do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a bancada do PT pode adiar a decisão sobre o apoio ao pemedebista. Os senadores petistas devem reunir-se hoje para debater o pedido de sustentação política a Sarney feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas ainda não há consenso. Marina Silva (AC), Tião Viana (AC) e Eduardo Suplicy pressionam pela saída temporária do presidente do Senado para a apuração das denúncias que o envolvem. Lula pediu aos senadores apoio a Sarney para preservar a governabilidade no Legislativo e a aliança com o PMDB para a eleição presidencial, em 2010. Sarney indicou que poderia renunciar se não tivesse apoio do PT e de Lula. A maioria da bancada, entretanto, manifestou-se a favor do afastamento de Sarney para garantir a lisura das investigações. Lula teria "enquadrado a bancada", mas Marina, Suplicy e Viana mantiveram declarações contrárias à decisão de Lula. Hoje, deverão enfrentar a resistência do líder do PT, Aloizio Mercadante (SP). Suplicy, único petista presente durante toda a sessão de ontem, reiterou o pedido de afastamento de Sarney na tribuna e leu artigo da senadora Marina Silva, publicado no jornal Folha de S.Paulo, com opinião semelhante: " (O afastamento) exigiria dos partidos que deixassem de lado o oportunismo e a tentação de se ater a seus interesses no varejo, para que todos, principalmente a sociedade e a instituição Senado, possam ganhar no atacado", escreveu Marina. "Será melhor para o presidente José Sarney, para o Senado, que ele possa solicitar uma licença, digamos, por período suficiente adequado, para que se apurem os fatos relativos à sua própria pessoa", disse Suplicy, referindo-se a período de 30 dias para apuração de irregularidades envolvendo diretores do Senado e o presidente da Casa. "Eu acho que isso era e continua a ser uma opinião dita por muitos de nós ao Presidente Lula; essa opinião continua", declarou ontem, na tribuna do Senado. Viana, com apoio de Marina e Suplicy, deve apresentar hoje uma proposta de Lei de Responsabilidade Fiscal e Administrativa para o Senado. Pouco antes do pronunciamento de Suplicy, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) pediu o afastamento de Sarney. Vasconcelos criticou não só o presidente do Senado, mas também o presidente Lula por sua "ingerência sem limite". "Constrangendo e ameaçando seus próprios partidários (Lula) decidiu que, contra todos os fatos, irá impor sua vontade imperial, sustentando um presidente do Senado que não tem apoio interno para permanecer no cargo, um presidente que se transformou em uma rara unanimidade negativa", declarou. "(Lula) não tem pudor algum; tudo fará para permanecer no poder, inclusive comprometer seus correligionários e destruir o que ainda resta de dignidade no Congresso.", disse Jarbas Vasconcelos, que, em entrevista no início do ano com acusações de corrupção no PMDB, atiçou as disputas internas no Senado. Ao presidente do Senado, Vasconcelos pediu para que ele "valorize sua biografia, sua condição de estadista" e que se afaste para " ver que está destruindo a si mesmo e a esta Casa (Senado)" ----------------- (*) Chororô; Gilberto Gil Composição: Indisponível Tenho pena de quem choraDe quem chora tenho dó Quando o choro de quem chora Não é choro, é chororô ... ----------- http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/345109/ ----------- |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA...?"
07 de julho de 2009
O Globo
Manchete: Senado triplica os gastos com viagens ao exterior
Mesmo depois de sucessivos escândalos sobre uma farra de viagens para parentes e assessores, o Senado gastou com bilhetes aéreos para o exterior, no primeiro semestre deste ano, três vezes mais do que gastara no mesmo período do ano passado. Foram despendidos agora R$ 1,8 milhão com passagens internacionais, contra R$ 549 mil no primeiro semestre do ano passado. Também subiram as despesas de senadores e seus indicados com viagens pelo Brasil: elas passaram de R$ 5,1 milhões para R$ 7,8 milhões, no mesmo período, um aumento de 53%. O 1º secretário da Mesa, Heráclito Fortes (DEM-PI), mostrou surpresa e até desconfiou da veracidade dos números, divulgados pelo site Contas Abertas. Mas pediu que sejam analisados pela área técnica da Casa. Após as denúncias, desde março, Câmara e Senado mudaram as regras sobre uso de passagens, com cortes no valor das cotas e limitações sobre quem pode usar, além de deputados e senadores. (págs. 1 e 3)
Petrobras ajuda cidade que ajuda seu gerente
Currículo falso de Dilma pode gerar punição
MP vê elo de Dantas com valerioduto
Honduras: os 2 lados buscam apoio nos EUA
Minc faz operação cruzada e emprega a mulher na Câmara
Maria Margarida de Oliveira, mulher do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, foi trabalhar no gabinete da deputada federal Cida Diogo (PT-RJ) vinte dias depois de uma funcionária de Cida ser contratada como assessora especial de Minc, numa espécie de nepotismo cruzado. Minc e Cida fizeram dobradinha política nas eleições de 2006, no Rio. A mulher do ministro recebe R$ 4.020 mensais, sem as gratificações, e, segundo Cida, só trabalha de terça a quinta-feira. A ex-funcionária, que hoje é gerente de projetos do ministério, ainda presta serviços no gabinete de Cida. (págs. 1 e 8)
E Lobão presenteia a nora com cargo
Um mês depois de se casar com um filho do hoje ministro Edison Lobão, a advogada Marta Martins Fadel Lobão ganhou de presente um cargo no gabinete do sogro no Senado. (págs. 1 e 8)
Charge Chico: E na ferrovia Norte-Sul...
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Folha de S. Paulo
Manchete: Denúncia da Satiagraha liga Dantas ao mensalão
A Procuradoria da República em São Paulo ofereceu denúncia contra o banqueiro Daniel Dantas e mais 13 pessoas por suposto envolvimento em sete crimes, entre os quais gestão fraudulenta e evasão de divisas. A denúncia é resultado das investigações da Operação Satiagraha, da Polícia Federal.
Segundo uma das acusações, Dantas ajudou a financiar esquema da direção do PT e do publicitário Marcos Valério para corromper congressistas - o mensalão.
De acordo com a denúncia, a BrT (Brasil Telecom), então controlada pelo banqueiro, pagou às empresas de Valério R$ 3,37 milhões.
Se a Justiça acolher a denúncia, os 14 acusados serão réus em um processo penal. A Procuradoria também pediu a abertura de três inquéritos na PF, um deles para investigar a compra da BrT pela Oi. O negócio, de R$ 4,8 bilhões, só foi possível após um decreto do presidente Lula criar condições legais.
Advogados do Opportunity e dos demais denunciados negaram as acusações da Procuradoria. Para Andrei Schmidt, defensor do banco, a Satiagraha é uma "fraude", e vincular Dantas ao mensalão é "absurdo". Segundo a defesa de Valério, não há irregularidades no 'contrato com a BrT. (págs. 1 e Brasil)
Sarney ampliou os poderes de Agaciel sobre contas sigilosas
A decisão foi tomada no fim do segundo mandato de Sarney na chefia da Casa. Procurado, o senador não se pronunciou. Ele abriu processo contra sete servidores pelos atos secretos. (págs. 1 e A8)
Rússia e EUA selam acordo para redução de ogivas nucleares
A intenção foi selada por Barack Obama em Moscou e ressalta o objetivo de revigorar laços. A Rússia liberou seu território para passagem de equipamento e militares rumo ao Afeganistão. Mas não houve consenso sobre o escudo antimísseis dos EUA no Leste Europeu. (págs. 1 e A11)
Choques étnicos matam pelo menos 156 na China
O estopim foi a morte de dois operários da etnia uigur, muçulmana, falsamente acusados de estuprar uma mulher da etnia majoritária han. Protestos da minoria uigur têm crescido apesar da repressão. Pequim enviou à região 20 mil membros de forças de segurança. (págs. 1 e A13)
Foto legenda: Soldados chineses patrulham Urumqi, no oeste da China; tensão na área evoluiu para os piores choques étnicos no país na década
Poupança capta R$ 2 bi em junho; alta é de 11%
No semestre, apesar do juro menor e da rentabilidade mais atraente, a captação da poupança caiu 45% ante o mesmo período de 2008.
Junho também registrou aceleração na saída de recursos dos fundos. Juntos, os DI e os de renda fixa perderam R$ 4,3 bilhões. (págs. 1 e B1)
Planalto estuda desonerar folha de pagamento a partir de 2010
A medida só deverá valer em 2010. Para a proposta evoluir, ainda é preciso definir corno serão cobertas as perdas que ela acarretará ao INSS, estimadas em até R$ l1,4 bilhões. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o objetivo é estimular o crescimento. (págs. 1 e B3)
Após conflitos em Honduras, Hillary deve receber Zelaya
Para o ministro da Defesa do governo golpista, Adolfo Lionel, expulsar Zelaya foi um "ato humanitário", e os tiros que mataram dois manifestantes anteontem não vieram de militares. (págs. 1 e A12)
Marcos Nobre: Governo Obama se finge de morto; Brasil deveria agir
Dinheiro: montadoras vendem mais em junho, mas empregam menos (págs. 1 e B4)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: BB usa Nossa Caixa para pressionar bancos em SP
Além de anunciar a redução das taxas de juros cobradas em vários produtos destinados a micro, pequenas e médias empresas, o economista Demian Fiocca, que ontem assumiu a presidência da Nossa Caixa, informou que o objetivo do banco é expandir em 50% sua carteira de empréstimos até o fim de 2009. Em dezembro de 2008, a carteira era de R$ 11,2 bilhões. Fiocca mostrou que a instituição, comprada em novembro pelo Banco do Brasil, seguirá no Estado de São Paulo a diretriz agressiva na área de crédito ditada por seu controlador. Para estimular pequenos empresários, Fiocca anunciou mais R$ 1,5 bilhão em créditos. "Quero apresentar resultados expressivos já neste ano", disse. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, lembrou que entre setembro e abril as bancos oficiais expandiram o crédito em 19,5% enquanto os bancos privados ampliaram suas carteiras em 2,5%. "São as bancos públicos que estão azeitando a economia", disse.(págs. 1, B1 e B3)
Conflito étnico deixa 156 mortos na China
Número
20 mil agentes de segurança ocuparam Urumqi na noite de domingo
Repressão - Militares em ação em Urumqi: de acordo com autoridades locais, 260 veículos e 203 prédios foram destruídos pelos manifestantes; há pelo menos 800 feridos
EUA recusam reunião com enviados de Honduras
Brasil deixa de coletar 20 mil toneladas de lixo por dia
Gripe faz Argentina fechar teatros e cassinos
Procuradoria denuncia Dantas e vê elo com mensalão
Dora Kramer: Honra ao mérito
Notas & Informações: 15 anos de Plano Real
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Jornal do Brasil
Manchete: Prejuízo mínimo da gripe: US$ 630 mi
Segundo a consultoria de riscos Marsh, empresas em todo o mundo devem perder cerca de US$ 630 milhões somente com a ausência de funcionários, no caso da pandemia da gripe suína. Mas levantamento do Banco Mundial revela que uma pandemia de gripe tem potencial para provocar queda de até 5% no Produto Interno Bruto do mundo. Apesar disso, 73% das empresas ouvidas pela consultoria Marsh, em vários países, admitiram não ter nenhum plano de emergência contra a gripe. (págs. 1 e Tema do dia A2 a A4)
Massacre na China
Pelo menos 156 pessoas foram mortas em distúrbios entre mulçumanos uigures e, Urumqi, a capital regional de Xinjiang, e chineses. São os piores atos de violência étnica em décadas na China, e grupos de direitos humanos denunciam: trata-se de um massacre cometido pelas tropas de Pequim. Moradores reclamam que o governo cortou o acesso à internet e à telefonia móvel logo após o levante, ainda latente. (págs. 1 e Internacional A22)
Foto legenda: Distúrbio – Bombeiros apagam fogo em ônibus de Urimqi, na província autônoma de Xinjiang, onde vive uma grande população mulçumana
Governo vai cortar mais despesas
Mudanças para salvar Honduras
MP denuncia Daniel Dantas
Coisas da Política
Informe JB
Editorial
Sociedade Aberta
Professor de economia da UnB
Erros e acertos no plano de Obama. (págs. 1 e A20)
Sociedade Aberta
Administrador de empresas
Reviravolta na indústria farmacêutica. (págs. 1 e A3)
Sociedade Aberta
Astrônomo
Brasil é privilegiado em energia solar. (págs. 1 e A9)
Sociedade Aberta
Cientistas políticos
Analistas debatem golpe em Honduras. (págs. 1 e A21)
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Correio Braziliense
Manchete: Invasão no Lago é caso de polícia
Foto legenda: Em campanha
Amigos na TV: Substituição de contratos no Senado não muda vícios
287 vagas para concurso do HFA
Honduras vive isolamento
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Valor Econômico
Manchete: Setor de PCs já acredita em vendas iguais às de 2008
"Nós teremos uma inversão do que ocorreu no ano passado, quando o primeiro semestre foi ótimo e o segundo muito ruim", diz Raymundo Peixoto, diretor-geral da Dell no Brasil. "Os próximos seis meses devem compensar a primeira metade do ano". A perspectiva de recuperação também alimenta as metas da Itautec. "Sofremos bastante no início do ano e tivemos que achatar nossas margens de lucro", diz Maurício Guizelli, diretor comercial. (págs. 1, B1 e B3)
Internet não é entrave para fusão BrT-Oi
G-8 vai monitorar medidas contra crise
O Valor teve acesso a pontos centrais do documento que está sendo negociado no grupo formado por EUA, Alemanha, Japão, França, Canadá, Itália, Reino Unido e Rússia. No esboço do documento, o G-8 diz que a situação de crise requer ação imediata de seus membros, engajados em "promover uma economia aberta, inovadora, sustentável e justa". E isso, reconhece o grupo, requer liderança. (págs. 1 e A10)
Emendas 'alienígenas' ainda resistem
Reguladores reagem a decisão da AGU
Já agências reguladoras e autarquias federais com independência funcional acreditam que isso fere sua autonomia, pois a AGU atuaria em defesa do Poder Executivo, enquanto esses órgãos seriam autônomos em relação ao governo. "É uma ameaça clara à independência das agências", disse o presidente do Cade, Arthur Sanches Badin. O presidente da Associação Brasileira das Agências de Regulação, Wanderlino Teixeira de Carvalho, disse que a controvérsia esconde outra questão: as autarquias não têm carreira própria de procurador e tomam "emprestados" seus advogados da AGU. (págs. 1, A3 e Al2)
Mercado espera um último corte de 0,5 ponto percentual na Selic (págs. 1 e C2)
Setor privado tem papel fundamental na preservação da Amazônia, diz Capobianco (págs. 1 e Al4)
Desaceleração perde força
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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segunda-feira, julho 06, 2009
PT E CLAMOR DAS RUAS [In:] MEMÓRIA CURTA
Autor(es): Cristiane Agostine e Paulo de Tarso Lyra |
| Valor Econômico - 06/07/2009 |
Longe do salão azul do Senado, o deputado estadual Raul Pont, um dos principais expoentes da chamada "esquerda" do PT, recebeu, durante os últimos dias, no Rio Grande do Sul, reclamações de eleitores irritados com a decisão do partido de apoiar o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), envolvido em uma crise moral, política e administrativa. O relato de Pont se repete em outras histórias contadas por parlamentares e integrantes das diversas correntes de esquerda e de centro do partido. Mesmo com a pressão das bases sociais, grupos petistas que sempre fizeram críticas ao pragmatismo do partido aderiram aos argumentos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: a defesa da governabilidade e a eleição da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) na disputa pela Presidência da República, em 2010, dependem da aliança com o PMDB de José Sarney e Renan Calheiros. Como em parte da bancada petista no Senado, há resistência dentro do PT nas diferentes correntes do partido quanto à defesa do PMDB e do senador José Sarney. Integrantes de alas da esquerda petista analisam que o governo deveria ter criado condições para tornar-se menos dependente dos pemedebistas, mas justificam que a aproximação faz parte da "esquizofrenia do sistema político brasileiro". "Não é pragmatismo. É o realismo da política brasileira", explicou o deputado gaúcho Raul Pont. "Não tem como entender de forma lógica esse apoio do PT. Somos críticos ao Sarney e ao PMDB, mas precisamos de apoio no Congresso", disse. "E concordamos que a eleição de Dilma, em 2010, deve estar acima de outras questões." Durante a pior crise enfrentada pelo PT, em 2005, durante o escândalo do mensalão, Pont foi candidato à presidência do partido contra Ricardo Berzoini, candidato do Campo Majoritário - ligado a Lula e ao ex-ministro José Dirceu - e levou a disputa ao segundo turno com uma candidatura que pretendia representar a "mudança" petista. "Em nome da governabilidade o presidente Lula teve que fazer sacrifícios e acabou contrariando o PT", comentou o deputado federal Geraldo Magela (DF), do Movimento PT, corrente moderada do partido. Petistas de tendências como Democracia Socialista, de esquerda, e do Movimento PT, de centro, dizem que o presidente Lula sempre terá influência muito grande dentro do partido. Integrante da Executiva do PT, Valter Pomar, da "Articulação de Esquerda", analisou que a divergência existente no partido não é sobre apoiar ou não Sarney, mas sim como o PT deve se relacionar com os aliados. "A diferença é outra, de natureza estratégica: como agir para que o PT não se torne prisioneiro dos limites de uma "governabilidade institucional", "parlamentarista"", disse. "O que fala mais alto no partido é a decisão de não perder as eleições presidenciais de 2010." O dirigente ponderou que as ações praticadas no Senado não são de responsabilidade exclusiva do presidente da Casa e afastar o pemedebista imediatamente "não ajuda a investigar e punir todos os culpados". "Está claro que o afastamento dele é visto como uma grande oportunidade pela oposição." Um senador que participou da reunião com Lula na noite da quinta-feira passada, quando o partido foi enquadrado, lembra que, neste episódio, é escolher o mal menor dentre das opções colocadas à mesa. "Ficamos entre uma escoriação passageira, que será curada a curto prazo ou um desgaste natural que pode sepultar a candidatura Dilma. O presidente já fez sua escolha. Cabe a nós a maturidade para tomarmos a decisão certa", afirmou o senador. O discurso dos defensores da governabilidade é de que Sarney não precisa se licenciar mas tem que promover mudanças administrativas que serviriam como um "analgésico", na opinião de alguns senadores, para que a dor da escolha seja menos impactante e a humilhação sofrida pela bancada, no enquadramento feito pelo presidente e consequente recuo nas decisões, seja absorvida. "O PT salvou o Renan Calheiros (PMDB-AL) da cassação, compartilhamos o desgaste e não ganhamos nada com isto. Esperamos que agora, pelo menos, as mudanças sejam implementadas." Um parlamentar que transita bem entre as correntes pemedebistas não se impressiona com o jogo imposto pelo PMDB, de pressionar o governo Lula em busca de apoio como uma contrapartida ao apoio à Dilma na sucessão presidencial. "Eles sempre fazem isto, jogam as cartas à mesa de acordo com os próprios interesses. Chantageiam o governo com a CPI da Petrobras, mas não querem investigar uma das subsidiárias, a Transpetro, comandada por Sérgio Machado, ex-senador pelo Ceará e filiado ao partido. |
SENADO: ''FANTASMINHA CAMARADA"
| Comissão que audita contas paralelas tem até um morto |
Autor(es): ALAN GRIPP |
| Folha de S. Paulo - 06/07/2009 |
Único instrumento de fiscalização das contas bancárias mantidas em sigilo no Senado, a comissão interna formada por um senador e dez servidores é uma peça de ficção. |
ARGENTINA/BRASIL/MERCOSUL: MUY HERMANOS!
Valor Econômico - 06/07/2009 |
O governo brasileiro estuda a adoção de barreiras não tarifárias para dificultar a entrada de produtos argentinos no mercado nacional. A ideia é incluir uma série de produtos no sistema de licenças não automáticas, tornando morosa ou mesmo inviável a liberação das mercadorias. As medidas, segundo antecipou ao Valor um ministro de Estado, deverão afetar as importações de automóveis, autopeças, alimentos e laticínios. A Organização Mundial do Comércio (OMC) autoriza a aplicação de licenças não automáticas, desde que a liberação dos produtos não exceda o prazo de 60 dias e que a regra seja aplicada a todos os países. Quando recorre a esse tipo de mecanismo, um governo visa atingir, no entanto, não todas as nações de forma indiscriminada, mas um determinado país ou grupo de países. Com a licença não-automática, prevalece a discricionariedade no controle das importações. O objetivo do Brasil é retaliar a Argentina, que, desde o fim do ano passado, vem aplicando licenças não automáticas a produtos de 37 segmentos das exportações brasileiras. A decisão de Buenos Aires vem dificultando a venda de calçados, produtos têxteis e móveis, além de itens da linha branca. As autoridades brasileiras alegam que, além de impor barreiras, os argentinos não estão respeitando o prazo limite de 60 dias das licenças não automáticas. O que aborrece o governo brasileiro é a deslealdade do país vizinho no trato com seu maior parceiro comercial e aliado político. Há alguns meses, empresários brasileiros concordaram em reduzir voluntariamente as vendas para a Argentina de produtos de quatro setores: freios, embreagens, calçados e móveis. Os cortes são significativos e variam de 19% (calçados) a 40% (embreagens), na comparação com os embarques de 2008. Fabricantes de papel e bateria fecharam acordos semelhantes e outros setores estão em negociação, como o de têxteis e linha branca. A preocupação de Brasília não é, nem poderia ser, com o fato de a balança comercial entre os dois países estar negativa para o Brasil - em US$ 48 milhões, até maio. O que chama a atenção são as artimanhas da Argentina, que está substituindo, de forma velada, produtos brasileiros por chineses e de outros países asiáticos. Dados recentemente compilados pela empresa de consultoria Abeceb mostram que as importações argentinas da China diminuíram 25% no primeiro trimestre de 2009. A queda foi bem maior, porém, no caso dos produtos exportados pelo Brasil (de 45%), forte indício de que o país vizinho está aplicando licenças não automáticas para mercadorias brasileiras. O desvio de comércio em favor da China já vinha ocorrendo, segundo a Abeceb, antes mesmo da crise econômica. No período entre 2007 e 2008, enquanto as importações provenientes do Brasil para a Argentina cresceram 23%, as compras da China aumentaram 38%. Setores da indústria nacional como os de brinquedos, calçados, confecções e materiais de transporte foram especialmente atingidos. O que se diz em Brasília é que o tratamento especial que os argentinos estão dando aos chineses decorre do fato de Pequim ter aberto uma linha de crédito de 70 bilhões de yuans, equivalentes a US$ 10 bilhões, para ajudar Buenos Aires. Trata-se de uma operação de swap cambial (troca de moedas) que permite ao país vizinho importar produtos da China sem usar dólares das reservas cambiais. O Brasil fez operação idêntica, mas de valor bem menor (US$ 5 bilhões). O governo Lula tem sido leniente na relação com a Argentina. No Ministério das Relações Exteriores e mesmo no Palácio do Planalto, prevalece a ideia de que "a Argentina é um problema nosso", segundo as palavras de um ministro. Recentemente, a área técnica do governo propôs medidas duras contra o país vizinho, mas o Itamaraty impediu que isso acontecesse, alegando que uma retaliação neste momento prejudicaria a oligarquia Kirchner nas eleições legislativas. Passadas as eleições, a disposição neste momento é aplicar as medidas para, pelo menos, obrigar os argentinos a se sentarem à mesa para conversar. Nas palavras de um ministro brasileiro, esta é a única linguagem que a Casa Rosada entende. |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?..."
06 de julho de 2009
O Globo
Manchete: Bando mata mulher em área de arrastão em Botafogo
A professora de computação Cássia Biondet Baruque, de 48 anos – que lecionava na PUC do Rio e na FGV -, foi assassinada ontem numa tentativa de assalto na Praça Radial Sul, em Botafogo, onde em março deste ano houve protestos de moradores devido a uma série de arrastões. Após sair de uma festa, Cássia foi atacada por dois bandidos, que a atingiram com um único tiro. O crime aconteceu na troca do plantão da viatura policial do local. Houve perseguição e intenso tiroteio. Um bandido morreu, outro foi ferido e um terceiro, preso. Em Icaraí, quatro pessoas ficaram reféns de bandidos por duas horas e meia. (págs. 1, 8 e 9)
Foto Legenda: Amigos da professora se abraçam em frente ao carro dela.
Honduras nega entrada a Zelaya
O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, teve seu avião impedido de pousar ontem em Tegucigalpa ao tentar voltar ao país. Militares bloquearam a pista do aeroporto e dos manifestantes foram mortos em confrontos. Os presidentes de Equador, Argentina e Paraguai não acompanharam Zelaya como haviam prometido e foram para El Salvador. Zelaya foi para a Nicarágua e disse que retorna hoje a Honduras. (págs. 1 e 19)
Foto legenda: Partidários de Zelaya acenam quando seu avião sobrevoa o aeroporto de Tegucigalpa, mas é impedido de pousar por um bloqueio militar na pista
Crise agrava pobreza no mundo
Relatório das Nações Unidas sobre as Metas do Milênio, que será apresentado hoje em Genebra, revela que os avanços na luta contra a pobreza e a fome começam a recuar, em consequência da crise financeira mundial. A ONU calcula que o número de pessoas vivendo com menos de US$ 1,25 (cerca de R$ 2,40) por dia poderá aumentar até 90 milhões este ano. (págs. 1 e 15)
Charge Chico: No flagrante, mais um ato secreto do Senado
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Folha de S. Paulo
Manchete: Choque deixa 1 morto em Honduras
Choques entre forças de segurança e simpatizantes do presidente de Honduras, Manuel Zelaya, deposto há oito dias, provocaram uma morte em Tegucigalpa.
Pelo menos três pessoas ficaram gravemente feridas nos confrontos, concentrados no aeroporto da cidade, onde manifestantes aguardavam o retorno de Zelaya.
Em um avião venezuelano, Zelaya embarcou de Washington, junto com o presidente da Assembleia Geral da ONU, Miguel D'Escoto. O governo interino de Honduras, porém, não autorizou a aterrissagem e colocou veículos na pista do aeroporto. Zelaya pousou em Manágua (Nicarágua) e declarou que buscará outros meios de entrar no país.
Em assembleia extraordinária realizada ontem, a OEA (Organização dos Estados Americanos) decidiu suspender Honduras. (págs. 1 e Mundo)
Foto legenda: Apoiadores do presidente deposto carregam o corpo de homem baleado e morto por soldados ontem no aeroporto de Tegucigalpa
Governo usa as estatais para cobrir gasto do funcionalismo
Levantamento da Folha revela que as estatais controladas pelo Tesouro pagaram R$ 16,3 bilhões em dividendos num período de 12 meses encerrado em maio - mais do que o dobro dos R$ 7 bilhões de 2007. Para o Tesouro, não há grandes variações quando se analisam as metas anuais de dividendos. (págs. 1 e B1)
Desvio de verba ameaça parar pesquisas sobre Aids na UFRJ
Mauro Schechter, coordenador do projeto, e a fundação universitária que recebe as verbas se acusam pelo descontrole. Já o Instituto Nacional de Saúde dos EUA exigiu auditoria e enviou representante ao Brasil. (págs. 1 e C1)
Senado tem até servidor morto para fiscalizar contas sigilosas
Esse grupo deveria analisar as movimentações de três contas criadas para gerir contribuições de servidores que aderiram ao plano de saúde da Casa. Na prática, a tarefa coube ao ex-diretor-geral Agaciel Maia.
Com saldo de R$ 160 milhões, as contas não são fiscalizadas, como revelou a Folha. O Senado decidiu chamar auditoria para checar movimentações. (págs. 1 e A4)
Marina Silva
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Governo impede volta de Zelaya a Honduras
O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, desafiou a proibição do novo governo e voou para Tegucigalpa. Mas autoridades hondurenhas impediram a aterrissagem do jatinho venezuelano que levava Zelaya. O voo foi desviado para a Nicarágua. Violentos confrontos entre o Exército e simpatizantes do ex-presidente no aeroporto da capital deixaram dois mortos. O presidente interino Roberto Micheletti denunciou a movimentação de tropas nicaraguenses na fronteira dos dois países. (págs. 1 e A10)
Pais é suspenso da OEA
O novo governo de Honduras propôs a reabertura de diálogo com a Organização do Estados Americanos (OEA) depois de sua suspensão pelo organismo, relata a correspondente Patrícia Campos Mello. A medida, decorrente do golpe de Estado, é a mais enérgica da OEA nos últimos 20 anos. (págs. 1 e A11)
Foto legenda: Tensão - Partidários do presidente deposto, Manuel Zelaya, enfrentam soldados em protesto nos arredores do aeroporto de Tegucigalpa
Senado anuncia auditoria externa em contas secretas
A Mesa Diretora do Senado anunciou uma auditoria externa nas contas secretas que movimentariam R$ 160 milhões. Fora da contabilidade oficial da Casa e da fiscalização do Siafi, as contas, criadas em 1997 para custear os planos de saúde dos servidores, eram controladas pelo diretor-geral, Agaciel Maia, afastado do cargo em março, em meio a denúncias de irregularidades. O primeiro-secretário, Heráclito Fortes, disse que é preciso saber se houve mau uso de recursos. O senador Renato Casagrande pedirá esclarecimentos ao presidente do Senado, José Sarney. (págs. 1 e A4)
Frase
"É muito dinheiro, por isso vamos montar um conselho de gestão"
Heráclito Fortes, Senador (DEM-PI)
Poupança atrai pouco e mudança é adiada
Dólar dá alívio de R$ 36 bi a empresas
Novo ranking põe em risco revistas científicas
Fogo em Londres: Brasileiros estão entre os mortos
Anistia: Em vez de justiça, indenização
Notas & Informações: A safra de erros na Argentina
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Jornal do Brasil
Manchete: Sarney manda investigar aliado
Zelaya tenta a volta e desiste
Museu põe acervo na web
Coisas da Política
Informe JB
Sociedade Aberta
Teólogo
A bifurcação da humanidade. (págs. 1 e A9)
Sociedade Aberta
Cientista político
O que da democracia está em jogo. (págs. 1 e A6)
Sociedade Aberta
Advogado
A queda da carga tributária. (págs. 1 e A15)
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Correio Braziliense
Manchete: Pedestres em perigo no DF
Concurso
Fundo dos municípios: Pequenas cidades, grandes contrastes
Ministério Público: Procuradora não teme polêmicas
G-8 se reúne entre ruínas
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Valor Econômico
Manchete: Governo liberaliza regras para companhias aéreas
A mudança tem efeitos práticos profundos, conforme explicou Fernando Ribeiro Soares, diretor do Departamento de Política de Aviação Civil do Ministério da Defesa. Segundo ele, haverá simplificação de procedimentos para a entrada de novas empresas aéreas no mercado doméstico, facilitação de financiamentos de longo prazo para as companhias e aumento da segurança jurídica da União contra possíveis demandas judiciais de empresas que venham a pedir o reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos. (págs. 1 e A5)
Trem-bala toma lugar de avião
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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domingo, julho 05, 2009
A HORA DO "ÂNGELUS"
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A porção da Torá desta semana relata um episódio todo codificado, que tem como personagem principal um homem chamado Pinchas. Não estudaremos aqui cada um destes códigos, até porque é necessária uma forte iniciação para se realizar este estudo.
Nos concentraremos em entender que esta porção de Pinchás é a que tem maior poder de cura em todo o ano. Mas para entender o conceito de cura, dentro da perspectiva cabalística, precisamos entender primeiro o conceito de doença.
A doença na cabala é associada a todo processo de falência. Pode ser falência intelectual, afetiva, financeira e evidentemente a falência orgânica, que acaba por nos tirar nosso bem mais precioso: a saúde. É importante entender bem isso, porque a falta de saúde acaba se tornando a ponta final de um processo, que começa, normalmente, em nossa estrutura emocional.
Por isto esta semana é tão importante. Neste período realizamos conexões que nos trazem carga extra para a cura de todo e qualquer processo de falência em nossa vida. E não é por acaso que ela acontece na lua de Câncer, período relacionado às nossas emoções.
São muitos os depoimentos de pessoas que experimentaram importantes curas na semana de Pinchas. Que sejamos merecedores!
Shalom!
Atenção: O momento máximo de cura acontece entre 10 hs e 12 hs da manhã de sábado, dia 11/07. Orações e meditações com energização de água são muito recomendadas neste período, bem como a invocação do anjo Marrashiah (05). Se você quiser saber mais sobre o poder curativo da água leia o novo artigo "A Cabala e a cura pela água", que recém colocamos em nosso site.
[]s Ian Mecler.
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www.portaldacabala.com.br
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sábado, julho 04, 2009
EDITORIAL: ATOS E MANSÃO SECRETOS
Em encontro, presidente do Senado avalia que oposição está tirando proveito da crise para assumir comando
Leonencio Nossa, da Agência Estado
Sarney após reunião com Lula
BRASÍLIA - O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse nesta sexta-feira, 3, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que não pedirá licença ou renunciará ao comando do Senado. Em encontro de quase duas horas, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Sarney avaliou que a oposição está tirando proveito da crise para criar problemas para o governo e assumir o controle do Senado, segundo informou um auxiliar direto de Lula à Agência Estado.
O senador disse ainda que espera liderar o "processo de normalidade" com apoio da base e de "quem mais estiver interessado". Lula, segundo essa mesma fonte, concordou com as avaliações de Sarney e disse que apoia a disposição do senador de liderar o processo de restabelecimento de normalidade da instituição.
Durante o encontro, Sarney apresentou ao presidente Lula o documento que enumera 36 ações adotadas pela Comissão Diretora para dar eficiência e transparência às decisões administrativas do Senado.
O documento destaca uma economia de aproximadamente R$ 10 milhões por ano nos dois primeiros contratos de fornecimento de mão de obra; a mudança na regulamentação das cotas de passagens aéreas dos senadores, com a economia de 30%; a redução em 10% das despesas gerais do Senado; redução da taxa de juros dos empréstimos consignados para patamar máximo de 1,6% ao mês; e a solicitação à Polícia Federal para que investigue os empréstimos consignados aos servidores, bem como as empresas que o operaram.
Nova denúncia
Nesta sexta-feira, reportagem publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo revela que Sarney ocultou da Justiça Eleitoral a propriedade da casa avaliada em R$ 4 milhões onde mora, na Península dos Ministros, área mais nobre do Lago Sul de Brasília. De acordo com documentos de cartório, o parlamentar comprou a casa do banqueiro Joseph Safra em 1997 por meio de um contrato de gaveta. Em nenhuma das duas eleições disputadas por ele depois da compra - 1998 e 2006 - o imóvel foi incluído nas declarações de bens apresentadas à Justiça Eleitoral.
Sobre a ausência da casa nas declarações registradas na Justiça Eleitoral, a assessoria de Sarney informou ao Estado, por escrito, que ocorreu um "erro do técnico que providencia a documentação do presidente Sarney junto aos órgãos competentes". Afirmou ainda que o imóvel consta das "declarações anuais de Imposto de Renda do presidente, entregues também ao TCU com frequência anual".
A Secretaria de Imprensa da Presidência do Senado divulgou uma nota afirmando que por um erro em 2006, a declaração de bens do presidente do Senado, José Sarney, entregue à Justiça Eleitoral, seguiu a mesma lista dos bens que constavam da declaração de 1998.
Na nota, a Secretaria de Imprensa informa que a casa foi comprada em leilão público em 19 de agosto de 1998, em São Paulo, e que a quitação foi feita em 10 parcelas. Segundo a nota, durante esse período, o imóvel permaneceu no nome do antigo proprietário e por isso não foi incluído na declaração do imposto de renda de 1998, nem informada à justiça eleitoral, no mesmo ano.
A Secretaria afirma que a partir de 1999 a casa passou a constar da declaração de Imposto de Renda de Sarney, e também consta das declarações entregues pelo senador ao Tribunal de Contas da União e ao Senado Federal. "Por equívoco do contador, em 2006 foi apresentada à Justiça eleitoral a mesma lista de bens de 1998", afirma a nota. Junto à nota, a Secretaria de Imprensa da Presidência anexou uma certidão do Tribunal de Contas da União, feita a pedido de Sarney, na qual confirma o imóvel na cópia de declarações do Imposto de Renda dos exercícios de 2000 a 2008, arquivadas no Tribunal.
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