A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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sábado, outubro 03, 2009
EDITORIAL: ... E NEM FOI PRECISO MUITO ...
sexta-feira, outubro 02, 2009
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
02 de outubro de 2009
Folha de S. Paulo
Manchete: Prova do Enem é adiada; PF investiga vazamento
A Polícia Federal investiga a quebra do sigilo do Exame Nacional do Ensino Médio, que provocou o adiamento das provas marcadas para este fim de semana. O vazamento foi revelado pelo jornal "O Estado de S. Paulo", procurado por pessoas dispostas a vender o exame.
Alertado, o governo confirmou a fraude. Segundo o ministro Fernando Haddad (Educação), a nova prova será "provavelmente" em novembro. Usado na seleção de instituições públicas e privadas, o Enem substituirá neste ano o vestibular em 24 universidades federais. (págs. 1 e Cotidiano 2)
Esporte: Decisão sobre sede dos Jogos de 2016 é hoje; 'sim, nós podemos', diz Lula (págs. 1 e D1)
Para acelerar obras, governo repassa análise de casa popular
Segundo a Caixa, os terceirizados vão propiciar "o cumprimento das metas". Para construtoras, a terceirização é essencial. O programa prevê cerca de R$ 34 bilhões em subsídios. (págs. 1 e B1)
Zelaya diz que aceita ir à Justiça se voltar ao cargo
Deputados brasileiros obtiveram do Congresso hondurenho a promessa de intermediar a suspensão do ultimato para que o Brasil defina o "status" de Manuel Zelaya. O deposto disse que, reempossado, aceita responder à Justiça. Micheletti afirmou que, havendo consenso, deixa o cargo. (págs. 1 e A12)
Ciro transfere título eleitoral para São Paulo
Ciro disse mais uma vez que não pretende disputar o governo paulista. (págs. 1 e A6)
Venda de carros bate recorde no mês e em 1 só dia
Anteontem, foram vendidas 26.159 unidades - o melhor resultado da indústria em apenas um dia. (págs. 1 e B11)
Editorais
Janio de Fretas: Olimpíada e avião de caça, não sabíamos, são bem parecidos
dinheiro: Importações crescem e saldo comercial é o menor desde janeiro (págs. 1 e B4)
Terremoto na Indonésia pode ter matado mais de mil pessoas
Ontem, a região foi atingida por um novo tremor, de 6,6 graus. De acordo com autoridades locais, apesar dos danos, não há registro de novas mortes. (págs. 1 e A15)
Foto legenda: Em desespero, Indonésia é carregada após identificar o corpo de um parente em Padang (Sumatra), área atingida pelo terremoto
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Enem fica para novembro e PF investiga vazamento
A prova do Enem foi remarcada para a primeira quinzena de novembro, mas ainda sem dia definido. O exame, que estava agendado para este fim de semana, foi cancelado na madrugada de ontem após o Estado ter avisado o MEC que a prova tinha vazado. O caso está sendo investigado pela Polícia Federal. O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que mandou dar "prioridade máxima" à preparação da nova prova. O objetivo, segundo um assessor do ministro, é tentar realizá-la nos dias 7 e 8 de novembro, logo depois do feriado de Finados. O MEC tenta garantir que haja tempo para a utilização do Enem como exame seletivo para ingresso nas universidades. Os estudantes paulistanos se dividiram sobre o cancelamento. Para alguns, como Guilherme Alvarez, "foi um baque", porque ele "já estava preparado psicologicamente para a prova". Para outros, como Ana Clara Coelho, “um pouco mais de tempo para estudar nunca faz mal". (págs. 1 e A17 a A23)
Dupla queria dinheiro ao mostrar a prova ao jornal
Rio luta hoje pelo sonho olímpico
Fazenda ataca 'terror fiscal' que justifica alta dos juros
Santo André: Acusado estocava mais 2 t de fogos
Honduras: Para mediar, OEA exige acordo prévio
Eugênio Bucci: Os deveres da imprensa
Tremor mata mais de mil na Indonésia
Sucessão: Ciro transfere título para São Paulo
Notas e Informações: Amordaça se eterniza
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Jornal do Brasil
Manchete: Rio 2016. É hoje!
Sonho do Brasil nas mãos do COI
Lula: “Vamos dizer ao mundo que podemos”
Promessas do esporte sonham com jogos em casa.
Como será a festa em Copa pare para assistir à decisão. (pág. 1)
Informe JB
Anna Ramalho
Coisas da política
Fraude no Enem deixa prejuízo de R$ 34 milhões
Baía de Guanabara ganha chance de ser limpa
Editorial
Foto legenda: Imagem em transformação
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Correio Braziliense
Manchete: Impasse por causa do Enem
Domésticas do DF são as mais caras do país
Fraudes no Detran levam 22 à prisão
Congresso: Senado promove mágica salarial
Funcionalismo - Anpac: concursos devem ter estatuto
Rio 2016: Brasil é o país a ser batido
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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quinta-feira, outubro 01, 2009
AMÉRICA LATINA [In:] OS ''ZÉ´S'' DE PLANTÃO...
Vitória de Chávez
| O Globo - 01/10/2009 |
A situação da diplomacia brasileira continua crítica no impasse político em Honduras. O chanceler Celso Amorim afirmou que suspender o “abrigo” ao presidente deposto, Manuel Zelaya, na Embaixada do Brasil, seria “um incentivo a novos golpes de Estado na América Latina”. Parece esquecer-se, ou propositalmente esquece, que Zelaya também tinha um projeto golpista, à moda bolivariana, ou seja: realizar referendos para minar por dentro as instituições hondurenhas, tal qual Hugo Chávez na Venezuela e seus discípulos Evo Morales, na Bolívia, e Rafael Correa, no Equador. Já o assessor especial do presidente Lula para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, que evitou criticar o fechamento de 34 emissoras de rádio por Chávez na Venezuela, acha que as tentativas de envolver o líder venezuelano na trapalhada em Honduras são “uma cortina de fumaça”. Mesmo tendo sido o presidente deposto transportado, a caminho de Honduras, num avião venezuelano, e o próprio Chávez admitido que monitorara o deslocamento de Zelaya pelo telefone, enganando quem o esperava na Assembleia da ONU, em Nova York. Tendo sido passiva (“Zelaya materializou-se na embaixada”, disse um diplomata brasileiro) ou ativa (o que o governo nega, com baixa credibilidade), a participação brasileira no episódio exacerbou o impasse. O governo interino de Honduras endureceu sua posição, enquanto Zelaya deixava mal a diplomacia brasileira ao transformar a missão em Tegucigalpa num bunker político de agitação e propaganda, em claro desafio às regras do asilo político — que ele não pede, nem o Brasil impõe, o que facilita sua atuação. Querendo ou não, o Itamaraty virou cúmplice do impasse. Logo, da crise. A grande vítima, além da credibilidade brasileira, é o povo hondurenho, pois o governo interino, sob o pretexto de evitar uma insurreição dos partidários de Zelaya, decretou estado de sítio, restringindo as liberdades civis. Embora claramente a negociação seja a única via admissível, não está afastada a hipótese de mais violência. É o pior dos mundos: o governo interino se acerca rapidamente de uma ditadura, o Brasil se vê acuado, o México — influente na América Central — se mantém mudo, e os EUA, que sempre apoiaram o retorno de Zelaya para que terminasse seu mandato constitucional, se mostram reticentes, diante das evidências das más intenções chavistas. Até agora, o vencedor é Hugo Chávez, que gosta de cultivar um clima de tensão propício a seu protagonismo bolivariano de cunho histriônico e desestabilizador. Quanto mais esticada a corta, melhor para ele. ---------------- |
ELEIÇÕES/ELEITORES[in:] SUJOU? ESTÁ SUJO!!!
O veto aos fichas-sujas
| O Estado de S. Paulo - 01/10/2009 |
Mais de 1,3 milhão de brasileiros assinaram o projeto de iniciativa popular, entregue terça-feira ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, que torna inelegíveis os candidatos que tiverem sido denunciados em primeira instância ou com denúncia acolhida em um tribunal por uma série de delitos - racismo, homicídio, estupro, tráfico de drogas e desvio de verbas públicas -, bem como os já condenados por corrupção eleitoral. Os signatários expressam o repúdio da sociedade à anomalia que permite a delinquentes de todo tipo colecionar mandatos eletivos em busca da impunidade, quando não da reincidência no crime. Os chamados fichas-sujas, dos quais se pode dizer que não têm biografia, mas folha corrida, infestam as instituições representativas em todos os níveis, acobertados pela complacência de sucessivas levas de congressistas que, ao longo dos anos e decerto não por acaso, deixaram de vedar a brecha legal que entrelaça a bandidagem com a política. ------------ |
ILHA DE VERA CRUZ/ELEIÇÕES [In:] O CLAMOR DAS URNAS... (das Runas)
Lula revê o projeto de taxar as poupanças
| Folha de S. Paulo - 01/10/2009 |
A possível elevação dos juros básicos até o início de 2010 e a resistência de sua base de apoio congressual levaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a reavaliar a proposta de cobrar IR (Imposto de Renda) a partir do ano que vem das cadernetas de poupança com saldo superior a R$ 50 mil. ------------- |
MEC/ENEM [In:] A ETERNA COLA; VESTIBULAR NELES!!!
PROVA VAZA E MEC DECIDE CANCELAR ENEM
| PROVA DO ENEM VAZA E MINISTÉRIO ANUNCIA CANCELAMENTO DO EXAME |
Autor(es): Renata Cafardo e Sergio Pompeu |
| O Estado de S. Paulo - 01/10/2009 |
O vazamento da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) levou o Ministério da Educação a cancelar na madrugada de hoje a prova, que seria aplicada no fim de semana para 4,1 milhões de candidatos em 1,8 mil cidades do País. A decisão foi tomada pelo ministro Fernando Haddad após ter sido alertado pela reportagem do Estado sobre a quebra do sigilo do exame. "Há fortes indícios de que houve vazamento, 99% de chance", afirmou o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, por volta da 1h, por telefone. Ontem à tarde, o jornal foi procurado por um homem que disse, ao telefone, ter as duas provas que seriam aplicadas no sábado e no domingo. Propôs entregá-las à reportagem em troca de R$ 500 mil. "Isto aqui é muito sério, derruba o ministério", afirmou o homem. O Estado consultou rapidamente o material, para checar sua veracidade, sem se comprometer com a compra. Haddad, que diz nunca ter tido acesso ao conteúdo da prova, confirmou o vazamento ao consultar técnicos do Inep, órgão do ministério responsável pelo Enem. A comprovação da fraude se baseou em elementos repassados ao ministro pela reportagem, via telefone e e-mail. As questões originais estavam guardadas em um cofre, que foi aberto ontem à noite para confirmar a informação. No exame que o Estado teve acesso, a prova de linguagens e códigos, que seria aplicada no domingo, tinha na questão número 1 uma tira da personagem de história em quadrinhos Mafalda. Na folha seguinte, o exame reproduzia uma bandeira do Brasil com a área verde parcialmente suprimida, simbolizando o desmatamento. A imagem lembra uma campanha publicitária famosa da organização não governamental SOS Mata Atlântica. Embaixo dela, a prova tinha a seguinte frase: "Estão tirando o verde de nossa terra." Em outro trecho do exame, também no alto, à esquerda, os examinadores usaram no enunciado o poema Canção do Exílio, de Gonçalves Dias, aquele que começa com os versos "Minha terra tem palmeiras/onde canta o sabiá". As questões da bandeira e do poema foram confirmadas pelo MEC como originais. Outro trecho literário usado no Enem tinha o verso de Carlos Drummond de Andrade: "No meio do caminho tinha uma pedra/tinha uma pedra no meio do caminho". Mais adiante, a prova reproduzia um texto da revista Veja sobre o filme Touro Indomável, de Martin Scorsese. Outro personagem usado no Enem era o gato Garfield. O programa de mensagens instantâneas MSN é mencionado em uma das questões. O encontro no qual o Estado viu trechos da prova aconteceu ontem à noite, na zona oeste de São Paulo. O homem que telefonou para a redação estava acompanhado de outra pessoa. Eles disseram ter recebido o material na segunda-feira, de um funcionário do Inep. Afirmaram que o esquema de fraude tinha cinco pessoas. "Ninguém aqui é bandido, ninguém tem ficha na polícia, nós dois temos emprego", disse o homem. Ele afirmou que recebeu o material "de Brasília, de gente do Inep, do MEC". Disse que viu na situação a oportunidade de ganhar dinheiro. "Não tenho motivação política." Ele afirmou que procurou um advogado para orientá-lo. "Registramos em cartório cópias das provas." Seu companheiro, mais incisivo, cobrou o tempo todo da reportagem uma posição sobre o pagamento dos R$ 500 mil. "Isto aqui é muito grande, eu não quero correr o risco de morrer por nada." Diante da negativa da reportagem, ele se impacientou. "A gente vende isto aqui até por mais dinheiro", disse, revelando a intenção de procurar emissoras de TV. ---------------- |
STF/TOFFOLI [In:] VIM, VÍ e VENCÍ ...
Toffoli no STP pode mudar caso Battisti
| Com folga, Senado aprova Toffoli para o STF |
Autor(es): Carolina Brígido |
| O Globo - 01/10/2009 |
"Não haverá vínculo político ou partidário", diz advogado da União, que teve 58 votos a favor, 9 contra e 3 abstenções
BRASÍLIA. O plenário do Senado aprovou ontem com folga a indicação do advogado-geral da União, José Antonio Toffoli, de 41 anos, para ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Foram 58 votos a favor, nove contra e três abstenções. Antes disso, Toffoli passara por sete horas de sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que também legitimou a indicação, com placar de 20 votos a três. Antes de começar a ser interrogado pela comissão, o advogado ergueu um exemplar da Constituição federal e declarou que, se fosse aprovado para o cargo, obedeceria apenas aos princípios constitucionais. Como ele foi advogado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a oposição teme que Toffoli continue levantando a bandeira governista como ministro da mais alta Corte do país. — Se o Senado me der a honra de ir para o STF, serei juiz da nação brasileira, da Constituição brasileira. Não haverá mais nenhum vínculo político ou partidário — disse o advogado. Tucano questionou currículo e condenações no Amapá Na sessão da CCJ, a oposição concentrou-se na voz solitária do senador Álvaro Dias (PSDB-PR). O tucano tocou em pontos polêmicos sobre a indicação, como o fato de Toffoli não ter pós-graduação, não ter publicado livros, ter sido reprovado em dois concursos para juiz e ter sido condenado em primeira instância pela Justiça do Amapá. — O Supremo Tribunal não pode ser um cabide para nomear pessoas alinhadas com o governo. Vamos dar a Vossa Excelência tempo para se preparar melhor e dar agora chance a notáveis juristas brasileiros que honrariam o STF se tivessem sido indicados pelo presidente da República — disse o senador. Em sua defesa, Toffoli disse que optou pela advocacia e não pela vida acadêmica. Citou também texto do jurista Paulo Bonavides dizendo que a aprovação ou não em concurso público não é capaz de aferir o saber jurídico de uma pessoa. O advogado também afirmou que seu aprendizado como assessor jurídico da bancada do PT na Câmara foi tão efetivo quanto uma pósgraduação. Os ataques de Dias não encontraram eco nem mesmo entre os tucanos. O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), fez elogios tão veementes a Toffoli que o levou às lágrimas. — Apesar de ter recebido manifestações contrárias em meu gabinete contra a sua indicação, reconheço que Vossa Excelência conhece o Direito. Não tenho dúvida de que o meu voto será pela sua indicação — declarou o tucano. Os elogios da oposição silenciaram até mesmo o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR). — Nem vou fazer defesa dele. Já tem tanta gente fazendo isso... Vai ficar over — disse, enquanto deixava o plenário da CCJ para fazer um lanche. Novato ganha elogios dos agora colegas de STF Após a sabatina, o presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes, elogiou o futuro colega: — Seguramente ele é uma pessoa qualificada. Vem exercendo a função de advogadogeral da União com grande responsabilidade e mantendo um diálogo altivo com o Supremo. Vai dar continuidade ao esforço que estamos fazendo de modernização do STF para transformá-lo numa autêntica corte constitucional do Brasil. Ayres Britto concordou, dizendo que a juventude de Toffoli qualificará os debates e vai arejar a corte.
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STF/SENADO/LULA [In:] ''IDEOLOGIA, EU QUERO UMA ..."
Senado aprova ex-advogado do PT para vaga no Supremo
| Toffoli é aprovado e diz que atuação para Lula é "passado" | ||
Folha de S. Paulo - 01/10/2009 | ||
Com apoio de parte da oposição, ex-advogado-geral da União passa no Senado por 58 a 9 Mais novo integrante do Supremo Tribunal Federal tem apenas 41 anos e poderá ficar por quase três décadas na mais alta corte do país
de passar também no plenário DA SUCURSAL DE BRASÍLIA Com apoio da oposição, José Antonio Dias Toffoli foi aprovado ontem pelo Senado para ingressar no Supremo Tribunal Federal. Foram 58 votos a favor, 9 contra e 3 abstenções. Até então advogado-geral da União do governo Lula, Toffoli conseguiu superar críticas de sua vinculação ao PT. Ele tem 41 anos e poderá ficar no tribunal por quase três décadas. |
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
01 de outubro de 2009
O Globo
Manchete: Meirelles e Amorim põem BC e Itamaraty na campanha
A três dias do fim do prazo de filiação partidária para quem pretende disputar eleições em 2010, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, entraram para o PMDB e o PT, respectivamente, e vão continuar nos cargos até março do ano que vem. Com isso, agora são 31 dos 37 ministros do governo Lula filiados a partidos, sendo que pelo menos 18 deles já decidiram concorrer em 2010. O PT, que controla 17 ministérios, tem nove prováveis candidatos, incluindo Dilma Rousseff (Casa Civil), que deverá disputar a Presidência da República, e até Tarso Genro (Justiça), que continua no cargo apesar de já ter se lançado ao governo gaúcho. A filiação do chanceler Amorim, um funcionário de carreira no Itamaraty, surpreendeu e foi duramente criticada pela oposição. E, no caso de Meirelles, seria a primeira vez que um presidente do BC se filia a um partido, no cargo, para disputar eleições. Para analistas políticos, a participação direta de ministros no processo eleitoral antecipado prejudica a gestão pública. (págs. 1, 3 e 4)
Madri parte para ataque à Rio 2016
Foto legenda: Oprah Winfrey e Michelle Obama juntas em Copenhague
Foto legenda: Com Pelé, Lula cumprimenta Cesar Cielo ao chegar à Dinamarca
Toffoli no STP pode mudar caso Battisti
Terremotos devastam ilhas em 2 oceanos
Foto legenda: O retrato do estado de sítio
Desigualdade cresce no campo em 10 anos
Enem: recorde de 4,1 milhões de inscritos
Eike amplia seus domínios na Glória
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Folha de S. Paulo
Manchete: Concentração de terra cresce no país
Em dez anos, a concentração da terra aumentou no país, segundo o Censo Agropecuário divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Os dados, de 2006, mostraram que o índice de concentração de terra - que relaciona a área total destinada à agropecuária com o número de proprietários - subiu 1,9% na média nacional ante 1995/1996, período do levantamento anterior. (págs. 1, B6 e B7)
Tremor e tufão matam centenas na Ásia
Ontem à noite, novo tremor chegou a 6,9 graus. Não havia relatos sobre vítimas. (págs. 1 e A13)
Foto legenda: Mulher passa por shopping center em Padang, na Ilha de Sumatra (Indonésia), destruído pelo terremoto que atingiu o país ontem
Operação em Honduras prende 55 oposicionistas
Os manifestantes ocupavam prédio desde que Manuel Zelaya foi derrubado. (págs. 1 e A10)
OEA deve aceitar nova propsta
A OEA (Organização dos Estados Americanos) se dispõe a aceitar nova proposta de conciliação para Honduras, desde que ela use como base o Acordo de San José.
Em entrevísta a Sérgio Dávila, de Washington, José Miguel Insulza, secretário-geral da OEA, anunciou que poderá ir ao país, "se houver diálogo". (págs. 1 e A11)
Jogos de 2016
Foto legenda: O presidente com Pelé, em Copenhague
Juca Kfouri
Brasil não liga para função social do esporte; não pode sediar Jogos (págs. 1 e D3)
FMI vê risco de ciclo recessivo 'em forma de W'
Para o Fundo, a atual recuperação é atípica. (págs. 1 e B4)
Meirelles diz a Lula que juros podem subir antes de 2010
A Folha apurou que o presidente ficou preocupado com a eventual alta dos juros, mas positivamente surpreso com a avaliação otimista de Meirelles. (págs. 1 e B1)
Senado aprova ex -advogado do PT para vaga no Supremo
Em sabatina, o ex-advogado-geral da União disse que sua atuação para o presidente Lula é "algo do passado" e sinalizou que não se considera impedido de julgar a extradição do terrorista italiano Cesare Battisti. (págs. 1 e A4)
Teste reprova call centers da Oi e da Telefônica
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Indústria precisará de US$ 400 bi para pré-sal
Debate Estadão
O desenvolvimento da indústria nacional para atender à demanda do pré-sal vai necessitar de investimentos de pelo menos US$ 400 bilhões. A conta foi feita pelo presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, após o Debate Estadão "O Futuro do Pré-Sal", realizado ontem pelo Grupo Estado. Para o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que participou do evento, tamanha necessidade de financiamento pode paralisar outros setores da indústria nacional. Jereissati também criticou a transferência de recursos da União à Petrobrás por meio da operação de capitalização - que, segundo o tucano, pode atingir US$ 130 bilhões, dinheiro que o senador classificou de “doação”, cuja destinação deveria ser educação e saúde. Já o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) disse que o Brasil precisa avançar na legislação ambiental para evitar que a exploração do pré-sal cause alterações no clima. (págs. 1, B1 e B3 a B5)
Frase
"A questão do pré-sal foi colocada pelo governo de forma muito emotiva, como disputa entre nacionalistas e entreguistas"
Tasso Jereissati Senador (PSDS-CE)
Catástrofes em série matam na Ásia e Oceania
Em apenas 30 horas, uma série de catástrofes naturais matou mais de 270 pessoas no Sudeste Asiático e no Pacífico. Em Sumatra, na Indonésia, um terremoto de 7,6 graus na escala Richter deixou pelo menos 70 mortos. Autoridades estimam que mais de mil vítimas estejam soterradas sob escombros e temem que o abalo possa ter sido tão destruidor quanto o que atingiu Java, em 2006, matando 6 mil pessoas. Já a região que inclui Vietnã, Camboja, Filipinas e Laos vem sendo atingida por um tufão desde terça-feira. Também na terça, um tsunami, que se seguiu a um terremoto, deixou ao menos 119 mortos nas ilhas Samoa e Tonga. (págs. 1 e A14)
Foto legenda: Destruição - Escombros de shopping da cidade litorânea de Padang, na Indonésia: tremor derrubou pelo menos 500 edificações
TJ manda caso da censura ao 'Estado' para o Maranhão
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal decidiu ontem manter o Estado sob censura. Os juízes consideraram que o TJ de Brasília não era o foro competente para continuar a julgar o assunto, e sim a Justiça Federal do Maranhão. É na corte maranhense que corre o processo sobre a operação da Polícia Federal que investiga negócios da família Sarney. São as informações dessa operação que o Estado está proibido de publicar, graças a liminar obtida pelos Sarneys há 62 dias, exatamente no TJ do DF, que agora se diz incompetente. O Estado deve tentar barrar a transferência do processo ou entrar com recurso extraordinário no Supremo Tribunal Federal. (págs. 1 e A10)
PF não aponta culpados pelo acidente da TAM
Enem deve valorizar questões ambientais
Exército acaba com protesto de camponeses pró-Zelaya
Demétrio Magnoli
É mais razoável acreditar em duendes que na versão do Brasil sobre Zelaya. (págs. 1 e A2)
Agropecuária: Concentração de terras cresce
Judiciário: Senado aprova Toffoli para STF
Notas e Informações: O veto aos fichas-sujas
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Jornal do Brasil
Manchete: Rio concentra investimentos em transportes para 2016
O projeto Rio-2016 reforça prioridades antigas de melhoria no sistema de transporte da cidade. Prevendo 40% do investimento total dos Jogos caso a cidade seja escolhida amanhã para a sede da Olimpíada, os cariocas poderão ter ganhos com mudanças nos serviços de ônibus e da rede ferroviária, além da ampliação do metrô. Os organizadores planejam ainda a reforma completa do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) e a adoção do BRT (Bus Rapid Transit), sistema de ônibus articulados, com corredor exclusivo para circulação desses veículos, similar ao já usado em Curitiba. Cerca de 100 mil pessoas são esperadas amanhã, na Praia de Copacabana, na festa para acompanhar a decisão do Comitê Olímpico Internacional, com direito a painel de fotos dos torcedores que apoiam os Jogos no Rio. (págs. 1 e Esportes D2 a D6)
Hotéis devem ganhar mais 13 mil quartos
A rede hoteleira anuncia a abertura de 13 mil novos quartos no Rio, graças à Copa de 2014 e à esperança da Olimpíada de 2016. Com 19 pedidos de licença, o setor terá R$ 1 bilhão do BNDES. (págs. 1 e Tema do dia A2 e A3)
Foto Legenda: Campanha na reta final - Em Copenhague, na Dinamarca, o presidente Lula se reuniu com atletas da delegação brasileira que acompanhará a decisão final do COI amanhã
Foto legenda: Pacífico furioso
Clima político muito perigoso
The New York Times
Criticas da direita nos EUA começaram a se inclinar para a deslegitimação de Barack Obama e criam o mesmo tipo de clima que existia em Israel às vésperas do assassinato de Yitzhak Rabin. (págs. 1 e Internacional A23)
Senado aprova Toffoli no STF
Coisas da política
Informe JB
Anna Ramalho
Passe na mão
Editorial
Sociedade Aberta
Ex-chefe da Casa Civil
Diretor do Ibope age feito torcedor tucano. (págs. 1 e A9)
Sociedade Aberta
Historiador
A difícil negociação em Honduras. (págs. 1 e A21)
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quarta-feira, setembro 30, 2009
ESTADO, GOVERNOS E ESTADISTAS: O PRÍNCIPE, DE MAQUIAVEL
Claudio de Moura Castro
A arte de governar
"A história classifica como estadistas aqueles que perceberam
as reais necessidades do país, assumiram o risco da impopularidade
no curto prazo, mas souberam vender suas ideias com sucesso"
Nas democracias, o governo cumpre os desígnios dos cidadãos. O povo diz o que quer, o governante executa. Parece uma receita infalível. Mas será? Em cidade relativamente próspera de Minas Gerais, uma pesquisa de opinião mostrou que três quartos dos jovens reclamavam da falta de diversões. Apesar de os esgotos serem jogados in natura nos córregos, nem mesmo entre os adultos houve reclamações quanto à falta de tratamento de efluentes. Sabidamente, esse é o investimento que mais faz cair a mortalidade infantil. O que deve fazer o prefeito? Esgotos que salvam vidas ou espetáculos de música sertaneja que trazem votos?
Um livro recente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Understanding Quality of Life, mostra abundantes estatísticas sobre o que os latino-americanos mais valorizam. Nelas fica claro o conflito entre o que as pessoas querem e o que é necessário para garantir um futuro promissor para o país. Pesquemos alguns temas do livro. As pessoas querem medicina de alta tecnologia e atendimento hospitalar. Contudo, a saúde pública preventiva é mais barata e evita as doenças. Verificou-se também que o estado de saúde das pessoas pouco se associa com as suas percepções de saúde. No Brasil, pobres e ricos estão igualmente satisfeitos com os serviços de saúde. Mas sabemos serem piores para os pobres. Nos países mais ricos da América Latina, há mais contentamento com a situação da saúde. No entanto, quando o país cresce, baixa essa satisfação. Não dá para entender. No Brasil, 65% dos entrevistados estão satisfeitos com a educação. Somente os mais educados percebem como ela é ruim. De fato, sabemos ser péssima a sua qualidade: último lugar no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2001. Ainda pior, entre 1980 e 2000, em um grupo de 35 países, o Brasil foi o que mais recuou de posição.
| Ilustração Atômica Studio |
Na área econômica, as percepções também estão desalinhadas com a realidade. Mais renda se associa a mais satisfação. Até aqui, vamos bem. Mas o crescimento econômico traz desagrados. Entre outras coisas, requer mudança de políticas, reformas e outros sustos, mais temidos do que a pobreza. Apesar de o desenvolvimento econômico acabar beneficiando os pobres, são eles que mais resistem às mudanças. Ademais, têm uma opinião mais ingênua acerca da competência do governo. Nessa área, entra em cena um mecanismo maldito. As aspirações crescem mais rápido do que a renda.
Em suma, os governados indicam aos governantes algumas prioridades incompatíveis com o progresso. Pensam no curto prazo e são consumistas impenitentes. Dizem que querem sistemas de saúde mais caros (e mais ineficientes). Querem conforto nas escolas e desdenham mais aprendizado. Não querem as reformas econômicas imprescindíveis para crescer.
A reação mais imediata diante dessa miopia nas preferências é perguntar se não seria a melhor receita um governo autoritário, do tipo "déspota esclarecido". Contudo, como Churchill nos advertiu, a democracia é um péssimo sistema de governo, com a agravante de que não há outro melhor. A experiência com déspotas de todos os sabores não mostra um bom registro histórico. Quando acertam aqui, acolá cometem um erro mais estrondoso. Não é por aí. Temos de insistir nos acertos capengas que nos oferece um sistema democrático e na tentativa de esclarecer a opinião pública.
Os governantes se equilibram em um terreno resvaladiço. Se tentam oferecer o que trará mais progresso e desenvolvimento, sem ouvir o povo, arriscam-se a perder sua popularidade e, com ela, seu poder de implementar reformas. Podem acabar execrados e sem reformas (veja-se Jimmy Carter). Governos populistas fecham as portas para o futuro se jogam confete ao povaréu ou alimentam seus anseios imediatistas. Os exemplos latino-americanos estão nos jornais. Em contraste, governantes bem-sucedidos não perdem a ressonância com a sociedade, mas negociam também uma agenda de futuro.
A história classifica como estadistas aqueles que perceberam as reais necessidades do país, assumiram o risco da impopularidade no curto prazo, mas souberam vender suas ideias com sucesso. Na teoria, a receita é simples: visão, coragem e liderança. A pílula pode ser amarga. Churchill jogou pesado quando ofereceu aos ingleses apenas "sangue, suor e lágrimas". Mas ganhou. Pena que não adianta colocar um anúncio classificado do tipo "Precisa-se de um estadista".
Claudio de Moura Castro é economista
claudio&moura&castro@cmcastro.com.br
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http://veja.abril.com.br/300909/arte-governar-p-26.shtml
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