A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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sexta-feira, maio 14, 2010
UEM, 40 ANOS. HOMENAGENS PRESTADAS...
Homenagens marcam festa dos 40 anos da UEM hoje no Calil Haddad | | |
13 de maio de 2010 | |
| A Universidade Estadual de Maringá (UEM) programou para hoje, dia 13, uma solenidade comemorativa aos seus 40 anos de fundação. Com presença de diversas autoridades locais e estaduais, a festa será no Teatro Calil Haddad, com início às 20 horas. Durante a celebração serão entregues o título Honoris Causa ao ex-governador Paulo Pimentel e ao prefeito Adriano Valente (in memoriam). A festa também será marcada por homenagens a algumas pessoas consideradas fundamentais para o desenvolvimento da instituição.
O nome de Paulo Pimentel para o título de Honoris Causa foi uma unanimidade entre os organizadores do evento. Foi ele que, na condição de governador, assinou o Decreto Lei criando a Universidade Estadual de Maringá, no dia 28 de janeiro de 1970. A escolha de Adriano Valente se deu antes mesmo do seu falecimento, em fevereiro deste ano. Ele teve um papel fundamental na história da criação da UEM. Convicto de que uma universidade proporcionaria um salto de desenvolvimento a Maringá e região, poucos dias depois de ser empossado como prefeito de Maringá, em fevereiro de 1969, ele criou o Grupo de Trabalho para a implantação do Instituto Tecnológico, que serviria de base à concretização da Universidade. Este grupo, presidido pelo professor Flávio Pasquinelli, tinha como integrantes Dom Jaime Luiz Coelho, Horácio Racanello, Odilon Dittert, José James da Silveira, Clarinha Brilman, entre outros nomes importantes. Ao todo, eram 31 pessoas trabalhando em prol daquele objetivo.
No dia 6 de novembro de 1969 o Governo do Estado autorizava a criação do Instituto de Ciências Exatas e Tecnológicas, o ICET que ofereceria os cursos de Matemática, Química, e as Engenharias Civil e Química, em um prédio nos fundos do Instituto de Educação. O decreto de criação da UEM, assinado dois meses depois, incorporava o ICET e de três faculdades isoladas que funcionavam na cidade, a Faculdade Estadual de Ciências Econômicas, a Faculdade de Direito e a Faculdade de Filosofia. A Universidade nascia oferecendo 10 cursos de graduação. ********************* ************* ******* *** * > > > Não poderíamos deixar, neste momento tão sublime, de prestar nossa singela homenagem, através deste blogue, ao Prof. JOSÉ JAMES DA SILVEIRA, docente do Departamento de Economia e Professor Emérito da UEM. > > (Prof. Aroldo Xavier (ex-Reitor), Prof. Ênio Verri (Deputado Estadual), Prof. Natalino Henrique Medeiros (Coordenador do Conselho Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas), Prof. José James da Silveira (homenageado) e Prof. Alexandre Florindo Alves (Coordenador do Programa de Pós-graduação em Economia). --------------------- http://www.uem.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2290&Itemid=1 ------------- |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA"
14 de maio de 2010
O Globo
Manchete: Recuo amplo, geral e irrestrito: Direitos humanos: governo retira propostas polêmicas
Diante da ampla repercussão negativa do Programa Nacional de Direitos Humanos, o presidente Lula recuou e publicou ontem decreto alterando nove pontos do plano divulgado em janeiro. As principais mudanças atendem a reivindicações de militares, religiosos, ruralistas e órgãos de comunicação. Para atender a Igreja Católica, Lula excluiu o trecho que defendia a descriminalização do aborto e revogou o artigo que proibia símbolos religiosos em órgãos públicos. Os militares foram contemplados com mudanças nas referências ao golpe de 64. A expressão "repressão ditatorial" foi substituída por "violação de direitos humanos". Também saiu do texto o artigo que determinava a realização de audiências prévias à concessão de liminares de reintegração de posse. A nova versão também exclui a ameaça de punição de rádios e TVs por desrespeito aos direitos humanos. Apesar das mudanças, a CNBB e a Confederação Nacional da Agricultura mantiveram suas críticas ao decreto. (págs. 1, 3 e 4)
Só 25% dos municípios têm políticas para setor
Segundo estudo do IBGE, só um em cada quatro municípios brasileiros tinha, em 2009, algum órgão de defesa de direitos humanos. E só 18,7% das cidades contavam com estruturas para tratar das questões de gênero. A falta de verbas é o maior problema: somente 36% dos municípios dispõem de orçamento próprio para essas políticas. (págs. 1 e 4)
Foto legenda: Achada
O estado de bem-estar social na encruzilhada
Depois de Grécia e Espanha, agora foi a vez de Portugal e Reino Unido adotarem medidas de austeridade. O governo socialista de Lisboa subiu impostos e cortou gastos num pacote de € 2,1 bi. Já o premier britânico David Cameron anunciou corte de 5% de salários de ministros. As medidas põem em xeque o estado de bem-estar social na região. (págs. 1 e 29)
Deputado é 1º condenado no STF em 22 anos
Oposição reage a manobra sobre Ficha Limpa
Lula compara Dilma a Mandela
EUA: Brasil é a última chance do Irã
Vice do BB comandará Previ para apoiar projetos do governo (págs. 1 e 28)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Governo faz cortes para tentar esfriar economia
A equipe econômica do governo Lula anunciou corte adicional de R$ 10 bilhões nos gastos federais. O objetivo é tentar evitar o superaquecimento da economia, que gera pressão inflacionária, e reduzir a necessidade de subir ainda mais os juros.
O novo bloqueio de gastos (contingenciamento) soma-se aos R$ 21,8 bilhões que já haviam sido anunciados em março. A retenção total será de R$ 31,8 bilhões, equivalentes a cerca de 1% do Produto Interno Bruto (bens e riquezas que o país produz).
O valor é quase igual ao que o governo tem para gastar em 2010 no Programa de Aceleração do Crescimento, R$ 33,6 bilhões. A expectativa do Planalto é cumprir a meta de superavit primário (economia para pagar juros da dívida), de 3,3% do PIB.
Ao anunciar a decisão, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o PAC e programas sociais como o Bolsa Família não serão afetados no ano eleitoral. "Mas é um sacrifício que os ministérios terão que fazer - postergar gastos." (págs. 1 e B1)
Vinicius Torres Freire
Medo de contágio pode explicar medida (págs. 1 e B6)
Na TV, Lula compara Dilma com Mandela
"grande parte" do sucesso do governo e a comparou ao líder Nelson Mandela.
Acusado de atuar na luta armada, o sul-africano foi preso e, depois, presidente.
O TSE multou o PT e Dilma por programa eleitoral feito em dezembro. (págs. 1 e A4)
No Recife, José Serra (PSDB) disse que Lula “está acima do bem e do mal". (págs. 1 e A6)
Foto legenda: Longa marcha
EUA veem ida de Lula ao Irã como 'última chance' antes de sanção
O chanceler iraniano Manouchehr Mottaki disse que espera concluir acordo para troca de urânio durante a visita do brasileiro. (págs. 1 e A14)
Colombiano faz 'terapia de grupo' em seus comícios
Ex-prefeito de Bogotá, ele lidera as pesquisas, empatado com o governista Juan Manuel Santos. (págs. 1 e A17)
Documento da CNBB reforça veto da igreja a padres gays
Segundo o texto, a igreja "respeita profundamente", mas não pode ordenar padre quem pratica a homossexualidade ou apoia "a chamada cultura gay". (págs. 1 e Pág. Esp. C1)
Planalto muda texto de direitos humanos após ser pressionado
Com as mudanças, caiu do decreto a defesa de projeto de lei para descriminalizar o aborto, entre outros itens. Para o ministro Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), o texto "é positivo". (págs. 1 e A10)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Governo corta mais R$10 bi para conter crescimento
Depois de cortar R$ 21,8 bilhões nas despesas do Orçamento deste ano, o governo anunciou contingenciamento adicional de R$ 10 bilhões, para esfriar a economia. O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse que a medida será menos dolorosa do que a elevação dos juros. Anteontem, em entrevista ao Estado, o ministro Paulo Bernardo (Planejamento) antecipou que haveria cortes. Segundo Mantega, será atingido o custeio da máquina administrativa, e não investimentos e programas sociais. No governo, a avaliação é que há espaço para reduções, sobretudo no Ministério da Educação. Para analistas, porém, o impacto no aquecimento da economia será baixo. Mantega afirmou que não deixará o País crescer 7% em 2010, diante do risco de aceleração da inflação. Projeções oficiais indicam expansão do PIB de até 10%. "A gente tem de ir observando porque não podemos fazer bobagem", disse Mantega. (págs. 1 e Economia B1 e B3)
Crédito turbina bancos
A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil registraram no primeiro trimestre expansão de 72,1% e 41%, respectivamente, no lucro em relação ao mesmo período de 2009. A oferta de crédito segue como fator determinante para o desempenho dos bancos. (págs. 1 e Economia B4)
Análise
Beatriz Abreu
A aposta de Mantega
A decisão de cortar gastos públicos mostra que Guido Mantega convenceu Lula de que a alta dos juros não é a medida mais eficaz para conter a inflação. (págs. 1 e Economia B3)
Foto legenda: Aquecido. Público Lota centro de convenções em SP no Feirão da Casa Própria: Caixa tem R$ 33 bilhões em 2010 para financiar imóveis. (págs. 1 e Economia B4)
EUA estão céticos sobre a visita de Lula ao Irã
Acusada de torturar filha adotiva é presa
Foto legenda: Procuradora. Defesa de Vera Lúcia pode pedir prisão domiciliar
Gay não pode ser padre, diz CNBB
70% transportam crianças sem proteção (págs. 1 e Cidades C5)
Washington Novaes: De que adianta a experiência?
Gilles Lapouge: O fim de uma Europa
Nelson Motta: Riscos de campanha
Notas & Informações: Ressaca da gastança
Correio Braziliense
Manchete: Arrocho reduz salário de ministro... Na Europa
É no trato das contas públicas que os governos se distinguem. Recém-eleito na Grã-Bretanha, o primeiro-ministro David Cameron resolveu dar o exemplo: reduziu o próprio salário e o dos ministros em 5% e os manterá congelados pelos próximos cinco anos. Medidas semelhantes foram tomadas em Portugal e na Espanha. No Brasil, o Ministério da Fazenda prevê um corte de R$ 10 bilhões, especialmente com despesas de custeio, e não quer ouvir falar em greve de servidores por reajuste salarial. A Advocacia-Geral da União determinou a todos os ministérios um levantamento das atividades essenciais do governo, de forma a identificar as categorias que não podem interromper o batente. (págs. 1 e 10 a 12)
Foto legenda: Procuradora que bateu em criança está presa
Matou e enterrou a mãe em casa por causa do volume da TV (págs. 1 e 29)
Dono da Viplan cuidava do passe livre
Foto legenda: Fátima fortalece Bento XVI
Conselho dá 15 dias à defesa de Bandarra
Lula desiste de controle sobre a mídia (págs. 1 e 5)
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Valor Econômico
Manchete: Aperto fiscal vai exigir corte de investimentos
O principal impulso fiscal neste ano foi o aumento de 9,7% para o salário mínimo, que terá forte repercussão sobre o pagamento de benefícios previdenciários e demais despesas vinculadas ao piso salarial, entre elas o seguro-desemprego. Mas esse impulso não pode ser revertido. Algumas decisões de anos anteriores também impactaram o Orçamento de 2010, como é o caso dos reajustes salariais para os servidores federais. Essa despesa, por determinação legal, não pode ser reduzida. Na categoria dos intocáveis estão ainda os gastos com os programas sociais, entre eles o Bolsa Família. (págs. 1 e A3)
Bancos ainda seguram os empréstimos
Alguns analistas consideram que o mecanismo de liquidez do Fed foi ineficiente para estimular o fluxo de crédito para as empresas e consumidores. Outros argumentam que o alto nível de reservas será inflacionário quando a economia se recuperar. (págs. 1 e C1)
Bradesco diminui a distância para o Itaú Unibanco em ativos
De janeiro a março, os bancos privados ampliaram a oferta de crédito em 3,7% , acima dos 2,6% verificados entre as instituições públicas. O comportamento do Santander foi o mais tímido entre os grandes bancos de varejo na concessão de financiamento. (págs. 1 e C1)
Petrobras adapta refinaria do Maranhão ao pré-sal
Inicialmente, a refinaria do Maranhão - e também uma outra, planejada para o Ceará - foi desenhada para refinar óleo pesado, extraído na Bacia de Campos. "Em vez de processar apenas petróleo pesado, o processo está sendo revisto para processar 50% de óleo do pré-sal", diz Luiz Alberto Domingues, da Petrobras. (págs. 1 e B1)
De volta ao lucro, Unisys ajusta o foco dos negócios
A Unisys passa por uma reestruturação. No início do mês, vendeu sua área de serviços de processamento de contas de TV paga. Antes foi a de equipamentos de processamento de cheques. O foco agora é segurança, serviços de data center, terceirização e criação de mainframes - um diferencial da empresa praticamente desde a sua criação. (págs. 1 e B3)
Pacotes para a Copa quase esgotados
Em meio a reações e descrença, Europa entra em nova era de austeridade (págs. 1 e A11)
Capital de risco retorna com a volta de ofertas iniciais de ações (págs. 1 e B12)
Cientistas buscam uma cana com mais energia (págs. 1 e EU& Fim de Semana)
FGTS no saneamento
Alternativa multimodal
Casas de plástico
'Transportadora' AmBev
Cisão da Usiminas
Suzano investe em biotecnologia
Exportação de milho
Recursos para o BNDES
MBA nacional ganha prestígio
Ideias
Há fortes indícios de que os países com metas de inflação se mostraram mais resistentes que os demais à turbulência. (págs. 1 e A2)
Ideias
Serra defende a autonomia para as agências que criou, mas não para o BC, onde quer manter o poder de interferir. (págs. 1 e A13)
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RADIOBRAS.
quinta-feira, maio 13, 2010
GOVERNO LULA ''BY'' LULA [ou:] EM OUTRAS PALAVRAS: SERRA ME INCOMODA!!!
LULA IRONIZA SERRA E FAZ CRÍTICA À OPOSIÇÃO
| LULA DIZ QUE OPOSIÇÃO TENTOU DESTRUIR O PAÍS |
Jornal do Brasil - 13/05/2010 |
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em entrevista ao SBT que a oposição tentou destruir o país". Ele ironizou o candidato do PSDB à Presidência, afirmando que José Serra "está sabendo agora tudo o que não sabia quando estava no governo". Em entrevista ontem ao telejornal SBT Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a oposição tentou destruir o país. Para alfinetar ainda mais seus adversários políticos, disse que o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, está sabendo agora tudo o que não sabia quando estava no governo. |
PF/OPERAÇÃO ''MEGABYTE'' [In:] MEGA-DURVAL
Bandarra é suspeito de vazamento
| Bandarra suspeito de favorecer Durval | |
Autor(es): Ana Maria Campos | |
| Correio Braziliense - 13/05/2010 | |
Relatório da corregedora-geral do Ministério Público do DF reforça as suspeitas de que o procurador-geral, Leonardo Bandarra, foi responsável pelo vazamento de informação privilegiada a Durval Barbosa na Operação Megabyte em 2008. Ex-secretário soube com semanas de antecedência que a PF faria busca em sua casa.
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GOVERNO LULA [In:] ... E O SEU CAVALINHO GREGO FISCAL (?)
BERNARDO FALA EM CORTE DE GASTOS E AVISA: 'VAI DOER'
| ""CORTE DE GASTOS DO GOVERNO VAI DOER"" |
O Estado de S. Paulo - 13/05/2010 |
Ministro do Planejamento diz que medida visa a evitar superaquecimento da economia e alta do juro. O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) disse em entrevista ao Estado que o governo pretende evitar que a economia do País registre superaquecimento neste ano e tenha de sofrer freada brusca em 2011. Para isso, haverá cortes de gastos, o que vai na contramão do que foi feito até aqui na gestão Lula. ""Vamos tentar fazer o menos dolorido possível, mas vai doer", afirmou Bernardo. O ministro disse que a ideia é evitar forte alta de juros, mas negou interesse eleitoral. "Aqui não nos preocupamos com eleição. Se fosse por causa disso, deixaríamos a economia crescer 8% (em 2010) e crescer pouco no ano que vem. Isso, sim, seria visão eleitoreira." Sobre as pressões por aumento para aposentados e servidores, ele disse: "Não temos condições de atender, nem de longe, todas essas coisas". |
GOVERNO ESPANHOL [In:] ... E O SEU CAVALINHO GREGO SALARIAL
Espanha decide cortar em 5% os salários do funcionalismo
Espanha toma a via grega, com corte e greves |
Autor(es): CLÓVIS ROSSI - ENVIADO ESPECIAL A MADRI |
| Folha de S. Paulo - 13/05/2010 |
Salários do funcionalismo e gastos públicos serão reduzidos; sindicalistas reagem e ameaçam com paralisações gerais Haverá ainda corte de 15% nos soldos dos membros do governo, fim da ajuda para casais com recém-nascidos e fim da aposentadoria parcial A Espanha começou ontem a entrar na trilha da Grécia: o governo do socialista José Luis Rodríguez Zapatero anunciou duras medidas de ajuste fiscal, incluída redução de 5% nos salários do funcionalismo. Mais ou menos como na Grécia. Também como na Grécia, o sindicalismo reagiu com a ameaça de greve geral. Cándido Méndez, líder da UGT (União Geral de Trabalhadores, historicamente vinculada aos socialistas), disse que o pacote representa "uma quebra do discurso político de Zapatero" e "uma mudança de cenário nas relações com as organizações sindicais". Seu colega Ignacio Fernández Toxo, secretário-geral das "Comisiones Obreras", ligadas ao Partido Comunista quando o PC tinha força, deu prazo até amanhã para o governo encontrar alternativas, sob pena de receber "uma contestação maciça dos trabalhadores". O pacote será formalmente aprovado amanhã, daí o prazo de Toxo. No âmbito político, Zapatero teve de ouvir do líder da oposição, o conservador Mariano Rajoy, que o corte aplicado nos direitos sociais "contradiz o que vem dizendo nos últimos anos". É uma irônica vingança: os socialistas é que passam o tempo todo dizendo que um eventual governo conservador limaria os direitos sociais. Produziu-se, também ironicamente, uma convergência entre os comunistas abrigados na coligação IU (Esquerda Unida, iniciais em espanhol) e os conservadores de Rajoy: as medidas anunciadas "são impróprias de um governo que se diz socialista", atacou Cayo Lara, o líder. O chefe do bloco parlamentar da esquerda, Gaspar Llamazares, foi na mesma direção: "É um ajuste antissocial, que ataca os mais débeis e que requer uma forte contestação social". O pacote é composto de nove medidas que, se aplicadas efetivamente, cortarão o gasto público em € 15 bilhões (quase R$ 34 bilhões). Inclui, além do corte dos salários do funcionalismo, congelamento dos vencimentos em 2011; corte de 15% nos soldos dos membros do governo; suspensão da revalorização das aposentadorias; e eliminação da aposentadoria parcial. Também haverá o corte da ajuda de € 2.500 para casais com recém-nascidos; redução de € 600 milhões na ajuda oficial ao desenvolvimento; e corte do investimento público em € 6,045 bilhões (R$ 13 bilhões). As coincidências entre Espanha e Grécia não param no dueto pacote/greve (ou ameaça de greve), por mais que as condições macroeconômicas dos dois países sejam diferentes, como não se cansam de dizer as autoridades espanholas. Ambos os países tiveram de fazer ajustes duros por pressão dos mercados. O governo espanhol já havia anunciado planos de cortar gastos no valor de € 5 bilhões neste ano e de € 10 bilhões em 2011. A crise levou a decepar tudo já neste ano. Mas o corte de gastos tende a afetar a incipiente e frágil recuperação da economia, que cresceu magérrimo 0,1% no primeiro trimestre, depois de oito trimestres consecutivos de retração (dois anos, portanto). Mais do que na Grécia, o desemprego é elevado, um recorde de 20,5% da população economicamente ativa. Como na Grécia, o deficit público (11,2%) é superior à média europeia (6,8%). O deficit grego ganha com alguma folga (13,6%). Só na dívida é que há diferença importante: a espanhola não passa de 53,2% do PIB, inferior à média europeia de 73,6% e inferior até aos critérios exigidos para entrar no euro (dívida não superior a 60% do PIB). Ainda assim, a Espanha, a partir da crise grega, passou a pagar mais para rolar sua dívida. É uma evidência de que a pressão dos mercados obriga o governo a agir mais acelerada e duramente do que pretendia. De todo modo, o entroncamento principal é político: a necessidade de reduzir o deficit, imposta pelos mercados, cobrada pela Alemanha e até por Obama, coincide com o rechaço social do sacrifício. É improvável que receba os aplausos que recebeu ontem da União Europeia ("as medidas vão na direção certa") e do FMI, que celebrou a "imediata reação" da Espanha. |
BRASIL/OLÍMPIADAS 2O16 [In:] UM ''LEGADO'' POLITIQUEIRO
ELES GASTAM
| FÁBRICA DE CARGOS | |
Autor(es): Igor Silveira | |
| Correio Braziliense - 13/05/2010 | |
Lula cria o Ministério da Olimpíada, com 496 cargos a R$ 95 milhões. A sete meses e meio do fim do governo, Lula ainda cria vagas e aliados brigam para preenchê-las O governo do presidente Luiz Inácio da Lula da Silva termina como começou: com a criação de cargos e uma guerra aberta entre os aliados por vagas na administração pública, em especial, as diretorias de agências reguladoras que representam dois anos de mandato para um apadrinhado político. Eles ficarão no poder, pelo menos, até 2012. Outro lugar cobiçado a partir de hoje são as 496 vagas da Autoridade Pública Olímpica (APO), que fará o planejamento dos Jogos Olímpicos de 2016, e da Empresa Brasileira de Legado Esportivo S.A, encarregada de executar as obras. A estrutura, criada ontem por medida provisória, terá um custo de R$ 94,8 milhões distribuídos entre o governo federal, o do estado e o da cidade do Rio de Janeiro. Lula mantém o ritmo acelerado quando o assunto é inchar o Executivo. Até o momento, a gestão de Lula criou 210,3 mil cargos na administração federal e há mais 40 mil vagas a serem abertas, previstas em projetos sob análise do Congresso. O problema é que os políticos não querem postos com pouco prestígio ou relevância e o filé, como costumam se referir aos cargos de destaque, está acabando. Por isso, a briga é grande. NOMEAÇÃO PARA O CDES
» O presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou ontem a ex-presidente da União Nacional dos Estudantes Lúcia Stumpf como integrante do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES). Pelo posto no órgão consultivo da Presidência, ela não terá remuneração. O que está previsto para o governo bancar são diárias e passagens para os integrantes se deslocarem ao local da reunião, que podem ocorrer em Brasília ou em qualquer cidade determinada pela Secretaria de Relações Institucionais. A UNE é suspeita de cometer irregularidades em convênios celebrados com o Ministério da Cultura no valor de R$ 2,9 milhões. Motivo de novos postos
Ao ganhar o direito de receber os Jogos Olímpicos de 2016, o Rio de Janeiro firmou compromissos de proporções gigantescas. Esse foi o novo mote para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manter o ritmo acelerado de criação de estruturas e de cargos na máquina federal. Desta vez, com uma assinatura, no texto de uma medida provisória, o presidente criou dois órgãos públicos a Autoridade Pública Olímpica (APO) e a Empresa Brasileira de Legado Esportivo S.A. (Brasil 2016). Apenas na largada, serão gastos R$ 94,8 milhões e contratados 496 profissionais para a APO. Outras vagas surgirão até as Olimpíadas. A Autoridade Pública Olímpica será um consórcio formado entre o governo federal, o governo e a prefeitura do Rio de Janeiro, e vai aprovar e monitorar obras e serviços que fazem parte da carteira de projetos dos jogos olímpicos. A conta, no entanto, não sairá barata e será paga com dinheiro público. Os participantes do consórcio é que vão arcar com os salários dos profissionais contratados para a entidade. Alguns serão selecionados por meio de concurso público e outros cargos serão preenchidos por indicação política. O ministro dos Esportes, Orlando Silva, será o presidente do consórcio. O nome dele foi indicado por Lula(1) e depende ainda de uma sabatina no Senado, ainda sem data marcada.Pressa
A Lei de Consórcios é recente no Brasil, foi assinada em 2005. Esse será o primeiro a contar com a presença do governo federal, explicou Orlando Silva. Os Jogos Olímpicos são um evento datado. Temos pressa para concluir todo o planejamento. Por isso, essa MP tem o poder de modificar alguns itens na lei que rege os contratos de licitação para agilizar os processos, e será importante para o sucesso das Olimpíadas, justificou o ministro, sem deixar claro, porém, de que maneira exatamente essas alterações serão feitas. Na mesma cerimônia, acompanhada pelo governador do Rio, Sérgio Cabral, pelo prefeito da capital, Eduardo Paes, e pelo presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, foi criada a estatal Empresa Brasileira de Legado Esportivo S.A. (Brasil 2016). O órgão será responsável por executar os projetos aprovados e fiscalizados pela APO. Sem divulgar valores, Orlando Silva Júnior avisou que a instituição, assim como o consórcio, terá capital formado por recursos da União, uma sede no Rio de Janeiro, um escritório de representação em Brasília e uma data mais ou menos marcada para ser extinta: as duas estruturas serão desfeitas em 31 de dezembro de 2018 ou em outro período acordado pelos membros da Brasil 2016 e da APO. 1 - Ato falho Desde segunda-feira, todas as autoridades que se encontram com o presidente Lula na atual sede da Presidência da República, no Centro Cultural Banco do Brasil, garantem que o petista não tem falado sobre a investigação da Polícia Federal envolvendo o secretário Nacional de Segurança, Romeu Tuma Júnior. Lula, porém, parece não tirar o problema da cabeça. Durante a cerimônia de ontem, ao comentar a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo, o presidente trocou as bolas: disse que a lista do técnico Tuma, e não de Dunga, era coerente com o trabalho feito por ele. Estrutura para os jogos O presidente Lula assinou ontem uma medida provisória que instituiu outros dois órgãos: a Autoridade Pública Olímpica, que fará o planejamento dos Jogos Olímpicos de 2016, e a Empresa Brasileira de Legado Esportivo S.A, que vai executar as obras. Autoridade Pública Olímpica (APO)
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ELEIÇÕES 2O1O [In:] CNBB vs. CANDIDATOS
No RS, Dilma muda discurso sobre o aborto
| CNBB prega voto "pró-vida", e candidatos condenam aborto |
Folha de S. Paulo - 13/05/2010 |
Igreja defende apoio a "pessoas comprometidas com respeito incondicional à vida" DA SUCURSAL DE BRASÍLIA DA AGÊNCIA FOLHA EM PORTO ALEGRE A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) recomendou ontem aos fiéis que votem em outubro em "pessoas comprometidas com o respeito incondicional à vida". A "Declaração sobre o momento político atual" não faz menção explícita ao aborto. Mas sua divulgação ocorre no momento em que a Igreja Católica cobra do governo federal mudanças no PNDH 3 (Plano Nacional dos Direitos Humanos) -no qual um dos temas mais polêmicos é o aborto. "Incentivamos a que todos participem e expressem, através do voto ético, esclarecido e consciente, a sua cidadania nas próximas eleições, superando possíveis desencantos com a política, procurando eleger pessoas comprometidas com o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana", diz a CNBB, na "Declaração sobre o momento político nacional". O documento foi produzido durante a Assembleia-Geral da CNBB, que termina hoje em Brasília. O texto também apontou "distorções inaceitáveis" no plano de direitos humanos. O porta-voz da Assembleia-Geral da CNBB, dom Orani Tempesta, disse que a entidade não quis apontar candidatos, e sim orientar os fiéis a votar de acordo com suas convicções. O presidente Lula recebeu ontem uma comissão da CNBB e garantiu que mudará o texto do PNDH 3. Lula afirmou que serão retirados o apoio à descriminalização do aborto e a proibição à ostentação de símbolos religiosos em prédios públicos. Em Porto Alegre, em entrevista a um programa da rede RBS, Dilma Rousseff (PT) disse que aborto "é uma coisa que nenhuma mulher defende". "Ninguém fala: "Eu quero fazer aborto". Aborto é uma violência contra as mulheres", disse. Para a petista, aborto não é uma "questão de foro íntimo", e sim uma "política de saúde pública". "Há uma legislação que prevê casos de aborto. Nestes casos que são bastante conhecidos e que dizem respeito, inclusive, a condições adversas de gravidez ou por risco de vida." Questionada se o aborto seria uma opção da mulher, disse que a lei "é muito clara em que condições está previsto". "Para ser possível o aborto tem de estar previsto em lei. Tem de ser legal." Dilma não disse se pretende mudar a lei se for eleita. Em sabatina na Folha em 2007, Dilma defendeu a descriminalização do aborto. "Acho que tem de haver descriminalização do aborto. No Brasil, é um absurdo que não haja, até porque nós sabemos em que condições as mulheres recorrem ao aborto. Não as de classe média, mas as de classe mais pobres deste país", disse. Questionado ontem pela Folha sobre o que pensa a respeito do tema, José Serra (PSDB) evitou se aprofundar. Voltou a afirmar ser contra a prática e disse que uma mudança na legislação atual não dependerá de um ato seu, caso seja eleito. "Qualquer deputado pode fazer isso [propor mudança na lei]. Como governo, eu não vou tomar essa iniciativa", disse. Em Natal, Marina Silva (PV) disse que o documento de ontem reflete "a posição histórica da CNBB". "Está de acordo com a visão que eu tenho de defesa da vida. Mas isso não significa que eles estejam direcionando [o voto] a ninguém", afirmou. Colaborou a Reportagem Local |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
13 de maio de 2010
O Globo
Manchete: Governo diz que Ficha Limpa é prioridade 'só para sociedade'
Se depender do governo, o projeto Ficha Limpa, já aprovado na Câmara, está fora da pauta de prioridades do Senado. O líder do governo na Casa, Romero Jucá (PMDB-RR), avisou: "Esse não é um projeto do governo, é da sociedade. O do governo, que vamos trabalhar com prioridade, é o do pré-sal." Enviado à Câmara por iniciativa popular e respaldado hoje por 1,7 milhão de assinaturas, o veta candidaturas de políticos que tenham recebido condenações, desde que tomadas por decisão de um colegiado da Justiça. O presidente Lula reforçou a tese governista e defendeu que só sejam proibidas candidaturas de quem tiver condenação em última instância. A estratégia do governo é usar o Ficha Limpa para forçar as votações do pré-sal. Para valer nas eleições deste ano, o Ficha Limpa teria de ser votado pelo menos até 10 de junho. (págs. 1, 3 e Merval Pereira)
Por que Lula não pode demitir Tuma Jr.
Há um componente eleitoral na relutância do presidente em afastar o secretário de Justiça, Tuma Jr. Lula não quer transformar o senador Romeu Tuma (PTB), pai de Tuma Jr. e importante cabo eleitoral em SP, em adversário político de Dilma Rousseff. (págs. 1 e 4)
O sobrevivente
Um menino holandês de 8 anos foi o único sobrevivente na queda de um Airbus A330-200 na Líbia, minutos antes da aterrissagem no aeroporto de Trípoli. Fraco mas consciente, o menino estava com várias fraturas nas pernas, foi operado e não corre risco de vida. A aeronave saíra de Johannesburgo, na África do Sul, e a maior parte dos passageiros faria conexão para a Europa. Todas as outras 103 pessoas a bordo morreram. Em 2009, uma criança também foi a única sobrevivente na queda de outro Airbus na África. (págs. 1 e 31)
Foto legenda: Os destroços do avião após o acidente
Foto legenda: O menino na cama do hospital em Trípoli, na Líbia
Espanha: socialista corta pensão e salários
Brasil pode cortar R$ 31 bi em gastos. (págs. 1 e 23)
Rio teve menos 529 homicídios em sete meses
Dilma erra e fala em arma nuclear no Irã
Governo ameniza texto da Comissão da Verdade
CNBB: vítimas de abuso têm direito à indenização (págs. 1 e 15)
Autoridade olímpica já nasce com 496 cargos
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Folha de S. Paulo
Manchete: Governo vê crescimento elevado no 1º trimestre
A turbulência na Europa e a alta dos juros não serão suficientes para impedir o crescimento da economia acima da média neste ano.
Mantida a atividade do primeiro trimestre, a taxa anualizada projeta alta de até 8,5%, segundo a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda.
O secretário Nelson Barbosa prevê uma desaceleração nos próximos meses. Para a Febraban, o crescimento no ano será de 6,3%.
Relatório do Itaú Unibanco traz expectativa de 7,5%. O número oficial do IEGE para o primeiro trimestre será divulgado em junho.
Em março, o comércio varejista cresceu 1,6% em relação a fevereiro. Na comparação com março de 2009, a alta foi de 15,7%, variação recorde da série iniciada pelo IBGE em 2001. (págs. 1 e B9)
A ANP anunciou ter encontrado na bacia de Santos o segundo maior reservatório de petróleo do país, com um volume estimado de 4,5 bilhões de barris. (págs. 1 e B11)
Em oito anos, renda de negros e pardos no país avança 222%
Foto legenda: Único sobrevivente
Espanha decide cortar em 5% os salários do funcionalismo
O PIB da União Europeia cresceu 0,2% no primeiro trimestre em relação ao último de 2009. (págs. 1, B1 e B2)
Kenneth Maxwell
Perspectivas para economia grega são pessimistas
A carga da dívida grega aumentará, apesar do esforço internacional para reduzi-la. O FMI projeta anos de queda nos salários e padrões de vida e mais desemprego. O quadro não é bonito. (págs. 1 e A2)
No RS, Dilma muda discurso sobre o aborto
Roupa usada por Serra e Marina é alvo de estilistas
Carlos Heitor Cony: Na mídia, corrida presidencial dá sono (págs. 1 e A2)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Bernardo fala em corte de gastos e avisa: 'Vai doer'
O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) disse em entrevista ao Estado que o governo pretende evitar que a economia do País registre superaquecimento neste ano e tenha de sofrer freada brusca em 2011. Para isso, haverá cortes de gastos, o que vai na contramão do que foi feito até aqui na gestão Lula. ''Vamos tentar fazer o menos dolorido possível, mas vai doer", afirmou Bernardo. O ministro disse que a ideia é evitar forte alta de juros, mas negou interesse eleitoral. "Aqui não nos preocupamos com eleição. Se fosse por causa disso, deixaríamos a economia crescer 8% (em 2010) e crescer pouco no ano que vem. Isso, sim, seria visão eleitoreira." Sobre as pressões por aumento para aposentados e servidores, ele disse: "Não temos condições de atender, nem de longe, todas essas coisas". (págs. 1 e Economia B1 e B3)
Mafioso chinês acompanhou Tuma Júnior em Pequim
R$ 8,3 mil em diárias
Um dia antes da ida de Tuma Júnior à China, o governo federal liberou ao secretário R$ 8,3 mil para gastar com diárias de viagem. (págs. 1 e Nacional A4)
Foto legenda: Tuma Júnior e Paulo Li visitam o Departamento de Segurança do Distrito de Haidian, em Pequim
Foto legenda: Milagre em meio à tragédia
Sarkozy incentiva Lula a buscar acordo com Irã
Entra em vigor aula noturna para tirar habilitação
SP registra falta de vacina contra gripe comum
Novo premiê britânico oficializa coalizão (págs. 1 e Internacional A15)
Menino sequestrado no Haiti é achado em SP (págs. 1 e Cidades C4)
Genéricos levam País a abrir disputa com UE (págs. 1 e Vida A20)
Veríssimo: O medo do fantasma
Visão Global: Um ano volátil
Notas & Informações: Afastamento tardio
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Jornal do Brasil
Manchete: Brasil vai à OMC na guerra dos genéricos
Lula ironiza Serra e faz crítica à oposição
Criminalidade cai no Rio, segundo ISP
Menino se salva em desastre aéreo na Líbia
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Correio Braziliense
Manchete: Eles gastam
Despesas até R$ 15 mil na Câmara Legislativa vão dispensar recibo (págs. 1 e 33)
Nós pagamos
Mantega faz média com eleitorado, mas prepara arrocho geral (págs. 1 e 16)
Rombo no passe livre obriga o GDF a mudar critérios do benefício (págs. 1 e 35)
Foto legenda: Luziânia, capital da dor
Ministério Público: Bandarra é suspeito de vazamento
Católicos: fé e polêmica na Esplanada
Foto legenda: Milagre
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Valor Econômico
Manchete: Parcela importada de bens industriais bate recorde
O economista Douglas Uemura, da LCA, diz que já esperava um aumento da fatia dos importados, mas foi surpreendido pelo ritmo da alta ocorrida entre janeiro e março. Para ele, a força da demanda é o principal fator que explica essa mudança, coadjuvada pelo dólar barato. A LCA estima que, no primeiro trimestre, o consumo das famílias cresceu 10,5% em relação ao período janeiro/março de 2009 e o investimento, 23%. Sinal eloquente do aquecimento da demanda é o desempenho das vendas no varejo, que subiram 12,8% no primeiro trimestre. (págs. 1 e A3)
Rússia apoia mediação de Lula no Irã
Após encontro com o presidente Medvedev, Lula terá uma reunião de trabalho com o primeiro-ministro, Vladimir Putin, para debater acordos nas áreas comercial e tecnológica, entre eles a possibilidade de adoção de pagamento em moedas locais no comércio bilateral. A partir de junho, acaba a exigência recíproca de vistos de curto prazo (90 dias) para visitantes russos e brasileiros. (págs. 1 e A16)
Nos fundos, bancos optam por seus rivais
Foto legenda: Cara nova
OHL quer ser bem mais que construtora
Juan Villar Mir, o controlador, empreende uma cruzada para convencer o mercado de que a OHL já não é mais uma "construtora espanhola". (págs. 1 e B11)
Bañuelos, o midas do setor imobiliário
Shoppings são a nova face do crescimento na Amazônia (págs. 1 e B6)
Em relatório, Jim O´Neill aponta favoritismo do Brasil na Copa (págs. 1 e B5)
Toshiba começa a colher os frutos de sua aposta na energia nuclear (págs. 1 e B8)
Boicote francês
Retenção de genéricos vai à OMC
Escalada da celulose
Balança agropecuária
'Sobreviventes' buscam saídas
Chamariz do crédito
Torneiras fechadas
Volta do CDB
Ideias
Os governos Lula ocorreram sob o signo da dispersão no Legislativo e da divisão no bloco dominante. (págs. 1 e A5)
Ideias
A escolha que a UE enfrenta é global: ou se integra politicamente ou reduz a intensidade da unificação econômica. (págs. 1 e A15)
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radiobras.





