A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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terça-feira, outubro 19, 2010
FRANÇA/SARKOZY [In:] REFORMA DA PREVIDÊNCIA. LONGE, TÃO PERTO!
Sarkozy promete ação contra manifestantes e refinarias
Presidente classifica greve de antidemocrática e reitera que aprovará reforma da previdência
19 de outubro de 2010 | 8h 51
Estudantes desariam policiais em Nanterre, perto de Paris.
PARIS - O presidente da França, Nicolas Sarkozy, jurou intervir nas ações dos "arruaceiros" que entrarem em confronto com a polícia nos protestos que tomaram o país nos últimos dias contra uma reforma no sistema previdenciário.
Entenda: Reforma na previdência motiva greve
Sarkozy disse compreender "a inquietação" gerada pela reforma, insistiu que a oposição tem direito de manifestar-se "sem violência" e reiterou que não voltará atrás porque o déficit atual do sistema de previdência "não pode durar".
O presidente francês assinalou que no seu retorno a Paris nesta tarde vai resolver a questão, porque "há muita gente que quer trabalhar" e "não pode porque não tem combustível". Ele indicou que trabalhará com as forças da ordem para conter os atos de violência.
Sarkozy ainda disse que a paralisação das atividades nas refinarias - o que causa falta de combustíveis nos postos do país - "não podem existir em uma democracia, onde há pessoas que querem trabalhar". O presidente insistiu que é seu dever aprovar a reforma da previdência, embora as manifestações estejam ganhando proporções maiores e caráter violento.
Segundo Sarkozy, o aumento demográfico e da expectativa de vida demandam a extensão da idade mínima para a aposentadoria - que passará de 60 para 62 anos. O presidente ainda disse que outras nações europeias já tomaram a mesma decisão.
Paralisação
Os serviços aéreo, ferroviário, rodoviário e de abastecimento de combustíveis na França estão prejudicados pelas paralisações, que contam com a adesão dos movimentos estudantis.
Todas as 12 refinarias da França continuam em greve. Os produtos derivados de petróleo não estão deixando as fábricas, exceto aqueles enviados para suprir os serviços de emergência, informou a Confederação Geral do Trabalho (CGT), central sindical que representa os trabalhadores. "Todas as refinarias estão em greve", disse Charles Foulard, acrescentando que a ação continuará em "quase todas" as refinarias até sexta-feira, já que os trabalhadores votaram a favor da manutenção do protesto.
Os protestos nacionais chegaram ao 6º dia nesta terça-feira. Estão programados mais de 200 protestos de rua na França. Nas cidades de Lyon e Nanterre, já foram registrados confrontos entre estudantes e as forças de segurança. Segundo uma pesquisa do instituto CSA, as manifestações contra a reforma da previdência têm o apoio de 71% dos franceses.
Ainda que o país tenha reservas de combustível para várias semanas e os distribuidores de combustível possam importar combustível de países vizinhos, há o temor de que a falta do produto leve muitas pessoas a correr para fazer estoques, acabando com as reservas nos postos em algumas áreas, alertou ontem Jean-Louis Schilansky, presidente da União Francesa de Indústrias Petrolíferas.
Outros serviços
A Sociedade Nacional de Caminhos de Ferro (SNCF, na sigla em francês) anunciou que, por enquanto, suas previsões estão sendo cumpridas. Para esta terça está prevista a circulação de 60% dos trens com saída ou destino a Paris, metade dos trens de alta velocidade (TGVs), 25% dos trens regionais e todos os Eurostar.
Nos aeroportos de Paris, serão cancelados 50% dos voos de Orly e 30% das chegadas e partidas do internacional Roissy-Charles de Gaulle. A companhia aérea Air France estima manter 100% dos voos de longa distância, 80% dos voos de média distância e 50% dos voos de curta distância.
Nas rodovias francesas, as ações de bloqueio conhecidas como "operações caracol" começam a ser sentidas sobretudo nas estradas de acesso a Paris. A greve também terá repercussão em La Poste - empresa pública de correios -, na France Télécom e no setor público audiovisual.
Um terço dos professores primários também cruzará os braços, segundo os sindicatos, número que o Ministério da Educação reduz para 10%. Além disso, cinco universidades se somarão à greve. Este será um dos pontos mais sensíveis da jornada, já que os protestos estudantis resultaram em 196 detenções e em torno de 20 policiais feridos na segunda.
ELEIÇÕES 2O1O/BANCO DO BRASIL [In:] AI, MEUS DEBÊNTURES !!!
Banco do Brasil e Petrobras custeiam revista da CUT pró-Dilma
Proibida de circular pela Justiça Eleitoral pelo conteúdo favorável à campanha de Dilma Rousseff (PT), a edição deste mês da "Revista do Brasil", vinculada à CUT (Central Única do Trabalhador), teve anúncios pagos por Petrobras e Banco do Brasil, informa reportagem de Silvio Navarro, publicada nesta terça-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).
A estatal e o banco confirmam que são anunciantes da revista, mas se recusaram a informar o valor repassado.
Ontem, o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Joelson Dias determinou a interrupção da circulação da revista, cuja tiragem é de 360 mil exemplares mensais.
OUTRO LADO
Responsável pela "Revista do Brasil", Paulo Salvador afirma que a decisão do TSE é "absurda" e que se trata de "censura de Serra".
O Banco do Brasil disse que "os critérios para veiculação de anúncios estão ancorados no relacionamento com os públicos da revista, de interesse para qualquer instituição bancária".
A Petrobras diz que "veicula anúncios e campanhas publicitárias em diversos meios de comunicação" para fortalecer sua imagem.
Leia a reportagem completa na Folha desta terça-feira, que já está nas bancas.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
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ELEIÇÕES 2O1O/IGREJA [In:] HOMILIA HOMOGÊNEA
19/10/2010 - 09h08
Arcebispo do Rio diz que igreja 'não apoia candidatos nem partidos'
O arcebispo do Rio de Janeiro, d. Orani Tempesta, divulgou ontem à tarde artigo para reafirmar que a arquidiocese "não apoia candidatos e nem partidos", seguindo a "posição oficial" da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e "em sintonia com a atual legislação eleitoral".
Ele diz, no entanto, que a arquidiocese se "preocupa em oferecer critérios" ao fieis. Pede que estes votem "fora de qualquer pressão externa" em candidatos "que trabalhem em favor do povo, da valorização da vida, da coerência familiar e dos valores do Evangelho".
O artigo de d. Orani, que assumiu o cargo em 2009, inclui entre os critérios de voto o respeito "à vida desde a concepção até seu termo natural", incluindo a promoção da "dignidade no trabalho, saúde, habitação, lazer, comunicação".
Mesmo com referências indiretas ao debate sobre descriminalização do aborto e legalização da união civil de homossexuais, o texto tem tom mais contido do que nota divulgada na manhã de ontem pela Regional Leste 1 da CNBB.
A nota "incentiva" os fieis, "agora mais do nunca", a votar em quem respeita "o valor da vida desde sua concepção" e "a família com sua própria constituição natural". Também cita --diferentemente de d. Orani-- o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos, enviado em maio ao Congresso:
"Renovamos nossa crítica ao PNDH-3, mesmo depois de ter sido retirada a proposta de legalização do aborto, porque foi falaciosamente indicada como 'questão de saúde pública'. Não é aceitável a visão da pessoa fechada ao transcendente."
Pressões de igrejas já haviam levado o governo Lula a suprimir do PNDH-3 frase que reivindicava a "autonomia da mulher para decidir sobre o próprio corpo".
O texto do arcebispo do Rio também é mais moderado do que o publicado na semana passada por um de seus bispos auxiliares, d. Antonio Dias Duarte, no site da Regional Leste 1.
"As experiências trágicas de 121 anos de República --governos corruptos, ditaduras, leis e medidas provisórias e decretos e programas nacionais de direitos humanos-- só deixaram um rastro de sangue e violência moral", disse d. Antonio.
O teor dos textos evidencia as divergências públicas entre líderes católicos desde que o bispo de Guarulhos, d. Luiz Gongaza Bergonzini, divulgou em julho artigo em que recomendava aos "verdadeiros" fieis que não votassem na petista Dilma Rousseff.
O texto --semelhante ao distribuído em Aparecida (SP) e Contagem (MG) no Dia de Nossa Senhora Aparecida-- estava até a semana passada no site da Regional Sul 1 da CNBB. No sábado, a regional divulgou nota em que "esclarecem que não vetam candidatos ou partidos".
Em reação a d. Luiz Gonzaga, os bispos de Jales (SP), d. Demétrio Valentini, e Caçador (SC), d. Luiz Eccel, divulgaram textos em defesa de Dilma. "A questão do aborto está sendo instrumentalizada para fins eleitorais", disse d. Demétrio. "Por que estão jogando pedras só na Dilma?", disse d. Luiz.
DO RIO - folha.
PF/OPERAÇÃO PANACÉIA [In:] NAS ''TEIAS'' DA ''NET''
19/10/2010 - 10h15
PF faz operação em seis Estados contra venda irregular de remédio na internet
A Polícia Federal desencadeou na manhã desta terça-feira uma operação para combater a venda de medicamentos proibidos ou irregulares pela internet. Ao todo, devem ser cumpridos 20 mandados de busca e apreensão nos Estados de São Paulo, Rio, Maranhão, Minas, Paraíba e Ceará.
A operação, chamada Panaceia, conta ainda com a participação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). De acordo com a PF, eram comercializados pela quadrilha remédios de venda proibida e falsificados. Entre eles anabolizantes, abortivos, inibidores de apetite, entre outros.
Até as 10h10 desta terça-feira, ainda não tinha sido divulgado nenhum balanço da operação.
CHINA [In:] ELEIÇÕES 2012. XI JINPING. A MÃO VISÍVEL
A notícia que deixou clara a linha sucessória foi divulgada pela imprensa estatal do país. Durante o congresso anual do partido, encerrado no domingo (17), Xi Jinping foi alçado ao posto de vice-presidente da Comissão Central Militar, um cargo que tradicionalmente é ocupado pelo futuro secretário-geral do partido. Esse foi o último estágio pelo qual Hu Jintao passou antes de substituir Jiang Zemin, em 2003.
O perfil de Xi vai ao encontro das diretrizes que o Partido Comunista divulgou para o 12º Plano Quinquenal (2011-2015), que incluem a “participação ativa” na governança da economia global e a abertura econômica.
Ao site do canal de TV americano Bloomberg, o professor de história da Universidade da China em Hong Kong Willy Wo-Lap Lam afirmou que, segundo a tradição do partido, “Xi Jinping, como próximo secretário-geral, deve ser capaz de lidar com a comissão militar por dois anos antes da troca de poder”. Isso não deve ser uma dificuldade para Xi, que tem contatos militares por ter sido assessor do Ministério da Defesa.
Com a ascensão de Xi, Li Keqiang, seu concorrente, deve ser o próximo primeiro-ministro da China, em substituição a Wen Jiabao. Li é um político de origem bem diferente da de Xi Jinping. Ele vem de uma família humilde, foi fazendeiro e chegou ao topo do comando do partido por meio da Liga da Juventude Comunista, um grupo de grande força política do qual também fez parte Hu Jintao.
Segundo a análise da Foreign Policy, ao optar por Xi, Hu Jintao evita críticas de que estaria favorecendo a Juventude Comunista, divisões entre este grupo e o dos principezinhos, entre as regiões costeiras – mais desenvolvidas – e o interior do país, e entre os setores mais favorecidos pelas reformas e aqueles que ainda não conseguiram melhorar suas condições de vida desde o início da abertura econômica. É uma opção para manter a tranquilidade de um partido que precisa de crescimento e estabilidade para evitar um estado de convulsão social que ameaçaria sua proeminência política.
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI180220-15227,00-XI+JINPING+O+FUTURO+PRESIDENTE+DA+CHINA.html
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
19 de outubro de 2010
O Globo
Início da atividade comercial de Tupi será antes do segundo turno
O presidente Lula e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, anunciaram ontem, num evento em São José dos Campos, que a estatal começará a exploração comercial do pré-sal na área de Tupi, na Bacia de Santos, entre 27 e 29 de outubro, a poucos dias do segundo turno das eleições. Tupi e a área com maior volume de reservas estimadas para o pré-sal. A operação estava programada para acontecer no fim do ano e foi antecipada. Segundo Lula, a data será um novo marco da indústria petrolífera do país. 0 anúncio ocorre no momento em que a Petrobras está no centro da disputa eleitoral. (Págs. 1, 10 e 25 e editorial "Partidarização de estatais e dirigismo")
Já Erenice, ficou para depois
A Casa Civil prorrogou por 30 dias os trabalhos da comissão de sindicância que apura denúncias de tráfico de influência na gestão de Erenice Guerra. Os resultados só saem após a eleição. A PF fez cópias dos arquivos dos computadores de Erenice. (Págs. 1 e 3)
Foto legenda: Guerra das estrelas. Entre Leonardo Boff e Chico Buarque, Dilma recebe apoio de intelectuais e artistas no Rio. No
"JN", ela agradeceu os 47 milhões de votos e comparou-se a Indira Ghandi. (Págs. 1, 10 e 11)
Foto legenda: Serra recebe o apoio de Gabeira, observado por Fernando Henrique e Fábio Feldmann: um dia após o PV optar pela neutralidade, alguns verdes declararam voto no tucano. (Págs. 1 e 15)
PT pede apuração sobre gráfica ligada a assessor tucano. (Págs. 1 e 4)
Cresce violência contra reformas na França
México já tem prefeitos que moram nos EUA
Para segurar o dólar, sobe mais o IOF do investimento externo (Págs. 1 e 26)
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Folha de S. Paulo
Foto legenda: Presidente 40 Eleições 2010Essa moça tá diferente
Com o governador reeleito da Bahia, Jaques Wagner, na fila de trás, Dilma e Chico Buarque se abraçam em ato de apoio à petista no Rio. (Págs. 1 e A12)
Estatais bancam revista pró-PT vetada pelo TSE
O Tribunal Superior Eleitoral determinou a interrupção da distribuição da revista por ela ser ligada à CUT. Editor vê
"censura". (Págs. 1 e A4)
Em novas criticas à imprensa, o presidente Lula condenou o veto à circulação da "Revistado Brasil". (Págs. 1 e A4)
Apuração sobre Erenice sairá só após o 2º turno
Petista acusa Serra de evitar investigação
Análise: Manifestações na França extrapolam seu objetivo inicial
É uma espécie de catarse pela qual a sociedade reitera sua fé no Estado. (Págs. 1 e B6)
Bin Laden está no Paquistão, diz agente à CNN
Os americanos dizem desconhecer o paradeiro do líder da Al Qaeda, e o governo paquistanês nega abrigar terroristas. (Págs. 1 e A17)
Projeto do maior jardim botânico de SP gera polêmica
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: IOF vai a 6% para valorizar dólarO ministro Guido Mantega (Fazenda) anunciou ontem novas medidas para tentar segurar a entrada de dó1ares no mercado e, em consequência, conter a queda da moeda americana. Mais uma vez, o instrumento escolhido foi o Imposto sobre Operações Financeiras. A primeira medida é no mercado à vista: o IOF sobre os investimentos de estrangeiros em renda fixa subiu de 4% para 6%. A tarifa já havia sido elevada recentemente de 2% para 4%. A segunda medida e no mercado futuro: o IOF que incide sobre as margens que são pagas pelos investidores estrangeiros ao aplicar nesse mercado subiu de 0,38% para 6%. 0 aumento vale somente para os estrangeiros. 0 objetivo e reduzir a rentabilidade das operações no mercado futuro e diminuir a alavancagem. 0 volume de margem dos estrangeiros hoje e de US$ 20 bilhões, o que significa a possibilidade de fazer negócios da ordem de US$ 200 bilhões. (Págs. 1 e Economia B1)
Efeitos são incertos
Especialistas do mercado manifestaram dúvidas sobre as novas medidas anunciadas pela Fazenda. Nos últimos dias, o governo pressionou diretores da BM&F Bovespa para alertar regras do mercado futuro porque acredita que a maior pressão sobre o real venha dessas operações. (Págs. 1 e Economia B3)
Atos contra reforma na França ficam mais violentos
2,6 mil
É o numero de postos de combustível franceses, do total de 12,5 mil, que enfrentam desabastecimento. (Pág. 1)
Foto legenda: Protesto. Policiais reprimem manifestantes em Nanterre, em meio à onda de violência por conta da proposta de mudança da aposentadoria na França. (Pág. 1)
Panfletos viram motivo de guerra entre partidos
O Tribunal Superior Eleitoral virou palco de batalha de panfletos entre PT e PSDB. Petistas acusam tucanos de estar por trás de impressos com ataques de religiosos contra Dilma Rousseff - no domingo foram apreendidos cerca de um milhão de panfletos. 0 PSDB foi a Justiça para impedir a circulação de publicações da CUT que promovem a candidata. 0 pedido foi acolhido ontem pelo TSE. 0 tribunal proibiu que a Central Única dos Trabalhadores continue a distribuir um jornal e de divulgar na internet uma revista com textos elogiosos a Dilma e críticos a José Serra. (Págs. 1 e Nacional A4)
Sindicância na Casa Civil acaba só após a eleição (Págs. 1 e Nacional A11)
Mineiros cobram até US$ 25 mil por entrevista (Págs. 1 e Internacional Al7)
Celso Ming: Adiar a aposentadoria
Notas & Informações
Até há pouco tempo falar em desindustrialização parecia um exagero. Não é mais. (Págs. 1 e A3)
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Valor Econômico
Manchete: Governo eleva para R$ 85 bi investimentos da PetrobrasO orçamento total de investimentos do grupo estatal para este ano, aprovado pelo Congresso Nacional, foi fixado em R$ 79,3 bilhões, sendo R$ 16 bilhões com gastos no exterior. Com os novos projetos, o total autorizado passará a R$ 85,7 bilhões. (Págs. 1 e B10)
CVM discute o futuro do ebitda
IOF para estrangeiros sobe mais e vai a 6%
Foto legenda: Força nacional
Débito direto ainda enfrenta resistência
A fé que move até os negócios
O grupo São Francisco, que administrará o patrimônio da família, fará aplicações em imóveis, sobretudo shopping centers e hotéis. A nova holding familiar terá sem seu estatuto a doação de 10% do lucro para trabalhos sociais ligados à Igreja. (Págs. 1, B1 e B4)
Brasil aceita discutir seguro contra dano ambiental causado por transgênicos (Págs. 1 e B13)
Movile compra a Cyclelogic
Net Jets compra aviões da Embraer
Localfrio em Suape
Volks aposta em carro barato
Importação de autopeças
Suco rende mais
Vendas antecipadas de algodão
Qatar entra no Santander Brasil
Carf derruba multa de montadora
Ideias
É mais do que evidente que o mundo exige um novo acordo global sobre taxas cambiais e movimento de capitais. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Erenice Guerra é o fantasma que assombra o Partido dos Trabalhadores na reta final da eleição presidencial. (Págs. 1 e A6)
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RADIOBRAS.
segunda-feira, outubro 18, 2010
BOLÍVIA/NARCOTRÁFICO [In:] ''...TUDO É DIVINO, TUDO É MARAVILHOSO" *
Evo Morales admite que Bolívia exporta coca
Autor(es): Agencia o Globo |
| O Globo - 18/10/2010 |
Presidente reconhece pela primeira vez que parte da produção é desviada para o narcotráfico internacional O presidente da Bolívia, Evo Morales, admitiu pela primeira vez que seu país exporta coca, contribuindo para o tráfico internacional de drogas. No sábado, durante a abertura de congresso da principal organização de cocaleros da Bolívia — da qual ele mesmo é líder —, Morales criticou os companheiros por desviarem a produção para abastecer os narcotraficantes e burlarem acordos que limitam a expansão do cultivo. — Vocês sabem que uma parte da nossa coca vai para o mercado ilegal — admitiu o presidente. — Se tudo fosse para o mercado legal, não haveria problemas, mas alguns desviam. Para Morales, “está na consciência dos camponeses” o fato de as cargas de coca que saem dos mercados primários não chegam aos mercados centrais da Bolívia porque são destinadas ao tráfico. A política de Morales baseia-se em acordos com os sindicatos para controlar a expansão do cultivo de coca. Ele impôs a cada família de camponeses cocaleros o limite de um “cato”, uma área de 1.640 metros quadrados, para o cultivo da planta. O presidente, porém, criticou o fato de que, para aumentar a produção, os cocaleros chegaram a inscrever crianças como proprietários dessas parcelas, pondo em risco o prestígio internacional de seu governo. — Temos que ser responsáveis conosco, com as novas gerações, com a Bolívia e com o mundo — alertou. — Nem livre cultivo de coca, nem coca zero. Segundo relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), no ano passado a área de cultivo de coca, matéria-prima da cocaína, cresceu pouco mais de 1% no país, de 30,5 mil para 30,9 mil hectares, dos quais 20 mil são legais e destinados a usos tradicionais. Ainda de acordo com a ONU, no ano passado apenas a região de Chapare produziu 26.800 toneladas de coca, das quais só 1.800 entraram nos mercados autorizados. Para Morales, o aumento das plantações “serve para que os gringos justifiquem” o descrédito à luta contra as drogas no país: já há alguns anos os EUA incluíram a Bolívia na lista de países que não cooperam com o combate ao narcotráfico. Morales ganhou destaque no cenário político boliviano nos anos 90 como líder do sindicato dos cocaleros da região de Chapare e, desde que assumiu a Presidência, já foi reeleito duas vezes como dirigente máximo da organização. Mas ele não controla todos os produtores bolivianos. Ainda no sábado, o sindicato dos cocaleros de Yungas de La Paz, região ao norte da capital, mantinha protestos que já duram seis dias contra o governo. Os manifestantes afirmam que o presidente atende melhor os camponeses do seu sindicato e fecharam a única estrada que conecta La Paz ao norte da Bolívia. Eles exigem que Morales anule uma nova lei que endurece o controle do comércio interno de folhas de coca, e pedem a demissão de dois ministros do governo atual. Mesmo com esses problemas, porém, a aprovação do presidente boliviano voltou a subir neste mês, após ter alcançado seu mais baixo nível em setembro. Segundo pesquisa do instituto Ipsos, publicada pelo jornal “La Prensa”, 52% dos bolivianos aprovam o presidente, contra os 46% registrados no mês passado. -------- (*) Frases de canções. "Apenas um rapaz latinoamericano" (Belchior). "Divino Maravilhoso (Caetano Veloso). --- |
BRASIL/PEA [In:] E ESSE TAL DE ''EXÉRCITO INDUSTRIAL DE RESERVA" ??? (sic)
Nobel de Economia e lições para o Brasil
Autor(es): Hélio Zylberstaj |
| O Estado de S. Paulo - 18/10/2010 |
O Prêmio Nobel de Economia 2010 concedido a Peter Diamond, Dale Mortensen e Christopher Pissarides é um reconhecimento merecido pela sua contribuição para o entendimento da persistência do desemprego nas economias desenvolvidas. Pretendo, a seguir, fazer uma breve síntese dessa mensagem para, em seguida, extrair uma conclusão aplicável ao caso brasileiro. Para começar, os trabalhos de Diamond, Mortensen e Pissarides reforçaram o reconhecimento da relevância do ambiente macroeconômico para explicar a taxa de desemprego, mas levaram também à percepção de que mudanças na macroeconomia podem ter diferentes impactos no desemprego, dependendo dos detalhes microeconômicos do mercado de trabalho. O desemprego não decorre simplesmente da falta de vagas. Os trabalhos dos laureados reconhecem que, mesmo quando existem vagas de emprego, pode haver gente sem trabalho. Acontece que o mercado está sempre em movimento. Simultaneamente, empregos são destruídos e criados. Trabalhadores são demitidos, outros pedem demissão. Alguns saem do mercado, outros entram. Todos esses fluxos contribuem para a taxa de desemprego, cada um à sua maneira. Tomemos, por exemplo, o fluxo de trabalhadores que pedem demissão. Esse fluxo não aumenta a taxa de desemprego porque, em geral, quando alguém se demite, já tem outro emprego acertado. Muitas vezes começa a trabalhar já no dia seguinte. Por outro lado, quando as empresas demitem, criam um fluxo que engrossa o grupo dos desempregados, porque os demitidos precisarão de algum tempo para encontrar o novo emprego. A forma como se dá a procura de emprego pode afetar a taxa de desemprego também. Desempregados que se esforçam e procuram intensamente novas oportunidades as acabam encontrando mais rapidamente. Já os que procuram com menos esforço ficam mais tempo desempregados. Da mesma forma, as empresas podem anunciar suas vagas para um público maior e encontrar candidatos rapidamente, ou podem ser menos eficientes na procura por candidatos e demorar a preencher suas vagas. O tempo da procura de emprego depende do que os desempregados esperam ganhar no novo posto de trabalho. Cada um tem um salário desejado na cabeça e interrompe a procura quando encontra uma empresa que oferece aquele salário. O salário desejado é uma variável crítica para a taxa de desemprego. Quanto maior, mais tempo leva a procura, mais desempregados permanecem nessa condição e maior a taxa de desemprego. Pesquisadores comprovaram empiricamente que a generosidade do seguro-desemprego pode aumentar o tempo de procura de emprego. O valor e a duração do seguro-desemprego aumentam o salário desejado pelos desempregados e provocam dois efeitos. Um, ruim, seria o aumento da taxa de desemprego. Outro, bom, seria a qualidade do "casamento" do desempregado com a nova vaga. Como o seguro-desemprego permite uma procura mais calma e cuidadosa, o encontro candidato-vaga é de melhor qualidade e o desligamento será menos provável. Um custo maior para um benefício também maior. A partir do trabalho dos laureados com o Nobel se reconheceu a importância dos contatos pessoais na procura de emprego. Pessoas bem relacionadas socialmente encontram empregos mais rapidamente. Não é à toa que muitas empresas anunciam as novas vagas para seus próprios empregados, pois o boca a boca é uma arma importante e barata para encontrar as pessoas certas. Essa teoria toda serviria para o Brasil? Afinal, nos anos recentes, a taxa de desemprego caiu muito e as perspectivas para o mercado de trabalho são favoráveis. Será que precisamos nos preocupar com esses detalhes microeconômicos, quando os aspectos macroeconômicos são tão exuberantes? Na verdade, sim. Temos de nos preocupar porque o crescimento por si só não está conseguindo trazer todos para o emprego. Há pelo menos dois grupos de brasileiros que ainda sofrem muito com o desemprego: os jovens e os pobres. De acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego, a taxa de desemprego entre 15 e 24 anos é de 16% (três vezes maior do que entre 25 e 39 anos). De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a taxa de desemprego entre os 20% mais pobres é de 42% (sete vezes maior do que entre os 20% mais ricos!). Os trabalhadores pobres e os jovens continuam vulneráveis ao desemprego, apesar do bom desempenho macroeconômico recente. À luz dos ensinamentos de Diamond, Mortensen e Pissarides, pode-se concluir que apenas mais crescimento econômico não garantiria emprego para os pobres e os jovens, porque algo diferente acontece com a sua inserção no mercado de trabalho. Seus empregos têm curta duração, sofrem muita rotatividade. Ficam mais tempo procurando emprego do que empregados. Pode até haver empregos para eles, mas são de curta duração. E, como os jovens e os pobres nessa condição são muitos, a taxa de desemprego permanecerá alta, enquanto não encontrarmos uma solução. Nos últimos anos, o governo tem procurado adequar o perfil desses trabalhadores às vagas existentes por meio de programas de treinamento. O insucesso dessa política sugere que talvez devêssemos inverter o jogo e simplesmente criar empregos adequados para o seu perfil. |
INDÚSTRIA BRASILEIRA [In:] ... AINDA ''NASCENTE'' ???
A indústria nacional é perdedora em duas guerras
Valor Econômico - 18/10/2010 |
O setor industrial, no Brasil, já era vítima do que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, denunciou como "guerra cambial", na qual países como Estados Unidos e China adotam as estratégias a seu alcance para impulsionar suas economias, desvalorizando as próprias moedas e anabolizando as exportações. Agora, as empresas brasileiras enfrentam um traiçoeiro inimigo interno. As importações, que crescem em ritmo preocupante, ganham impulso graças a políticas tributárias de estímulo à compra de máquinas e até insumos de fornecedores externos. Outra guerra, a fiscal, põe o exportador brasileiro entre fogos cruzados. Grave o suficiente, essa guerra é, também, desmoralizante e desleal, travada por Estados que atropelaram o Conselho de Política Fazendária (Confaz), organismo de articulação das Fazendas estaduais. É, ainda, generalizada: apenas seis, das 21 unidades da Federação não recorrem a algum tipo de incentivo a importações por meio de reduções do ICMS. Levantamento da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, apontou 18 Estados com programas do tipo, alguns restritos a máquinas e equipamentos para indústria; mas há também incentivos à importação de insumos. Outro estudo, do Instituto Aço Brasil, aponta 13 Estados onde se concede adiamento do tributo até financiamento parcial do pagamento do imposto para importadores de produtos siderúrgicos. Enquanto favorecem a criação de empregos no exterior, os mesmos Estados retêm a devolução, aos exportadores, do ICMS recolhido indevidamente, sob o argumento de que, para isso, precisam receber compensação federal. Os Estados reduzem o tributo para estimular o uso de seus portos e, em alguns casos, atrair entrepostos comerciais e instalações industriais - e nem necessitam estar no litoral para usar o artifício: Tocantins e Mato Grosso do Sul estão entre os maiores usuários do sistema, aproveitando seus "portos secos" para trazer mercadorias importadas ao país. Uma distorção adicional é concedida pelo sistema de compensação entre Estados para evitar cobrança em cascata do ICMS: o comprador da mercadoria importada recebe 12% de crédito tributário, ao fazê-la passar pela divisa de um Estado, como São Paulo, por exemplo. Como só paga 3%, 3,5% ou 5%, embolsa o restante, uma espécie de subsídio à importação. Com vantagens assim para a compra de máquinas, insumos e até embalagens, não é surpresa o aumento colossal da importação pelos portos dos Estados que recorrem a esse ardil. Entre 2003 e 2009, as importações de Tocantins cresceram 560%, para US$ 127,5 milhões. As de Santa Catarina aumentaram ainda mais, 633%, e no Mato Grosso do Sul o aumento foi de 445%. Para evitar a cobrança indevida de impostos na exportação, os governos estaduais, como o de Santa Catarina, exigem apoio da União; mas, para beneficiar fábricas estrangeiras, a benesse é bancada alegremente pelos cofres estaduais, sem nem um aceno para Brasília - que, de resto, repudia a prática, danosa ao mercado de trabalho nacional. Como alertou, neste jornal, o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, essa estratégia nociva põe em risco a indústria nacional, impedida de se beneficiar dos esquemas favoráveis aos importados. As importações podem ter efeitos benéficos, quando resultam da escolha de produtos com maior avanço tecnológico, ou de custo inferior de produção, capaz de ser transferido ao consumidor. Mas quando a opção pelo concorrente importado se deve a espertezas de uma guerra tributária, o país perde e, em futuro próximo, os espertos serão punidos pela própria esperteza. Essa aberração praticada por Estados é mais uma distorção flagrante a chamar a atenção para a inadiável necessidade de uma reforma tributária. É inconcebível que um país com ambições e vocação de potência mundial tenha um tal emaranhado de legislações tributárias e sistemas de arrecadação conflitantes e em competição entre si, contra o setor produtivo. A campanha eleitoral, que não hesitou em abraçar tabus religiosos na busca de votos calcados em preconceitos retrógrados, daria um salto de qualidade se encarasse esse outro tabu, de importância real para o futuro bem-estar dos eleitores e do país. |
ELEIÇÕES 2010 [in:] ... MELHOR EM 2014 !
Decisão foi tomada pensando na próxima eleição presidencial
Autor(es): Marcelo de Moraes |
| O Estado de S. Paulo - 18/10/2010 |
A decisão de "independência" no segundo turno das eleições presidenciais tomada pelo Partido Verde e por sua candidata Marina Silva não tem nada de neutra. A cúpula da bem sucedida campanha de Marina avaliou que apoiar o tucano José Serra ou a petista Dilma Rousseff poderia até garantir espaço num futuro governo. A questão é que diminuiria o tamanho político que a senadora acreana conseguiu garantir na campanha.
Além disso, interesses locais do partido não seriam prejudicados, já que as seções regionais do partido que desejavam alinhar com alguma candidatura, já o estavam fazendo informalmente desde o início da campanha do segundo turno. É o caso do PV em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, alinhados com Serra, e do PV do Maranhão e Acre, que apoiam Dilma. Com o foco no fortalecimento de Marina para 2014, o caso de Ciro Gomes (PSB) também foi lembrada como um exemplo de como poderia ser arriscada uma adesão a algum dos candidatos. Em 2002, na sua segunda campanha presidencial seguida, Ciro resolveu apoiar Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, contribuindo para sua vitória. Como prêmio, foi nomeado ministro da Integração Nacional. Ofuscado nesse governo, não teve força sequer para garantir que seu novo partido, o PSB, bancasse sua candidatura presidencial este ano. Os verdes também avaliaram que a adesão em troca de participação no futuro governo poderia macular a imagem diferenciada que tentam construir para o partido. Assim, em vez de seguirem a lógica de vincularem a aliança à cargos, apresentaram uma lista de compromissos que queriam ver cumpridos em troca do apoio. Na verdade, sabiam que por mais acenos que Dilma e Serra fizessem em torno dessas propostas, seria quase impossível que chegassem ao modelo ambicionado pelo PV. Na prática, a decisão deixa Marina como dona exclusiva dos 19,6 milhões de votos que recebeu dos eleitores. A partir de agora, ela e o PV vão definir a melhor estratégia para proteger e ampliar esse patrimônio. ------- |
ELEIÇÕES 2O1O/2o. TURNO [In:] A MURALHA
Marina anuncia posição de independência no 2º turno
Posição contribui com o equilíbrio do processo eleitoral, segundo ela
17 de outubro de 2010 | 14h 27
Em sintonia com os dirigentes do PV, a ex-candidata Marina Silva anunciou hoje a sua posição de independência no segundo turno em convenção com militantes e não militantes do partido em São Paulo. A posição contribui com o equilíbrio do processo eleitoral, segundo ela.
"No meu entendimento, expressa o que deve ser a nossa posição no segundo turno", disse.
Em rápida votação, os mais de 92 membros com direito a voto do partido votaram em sua maioria pela independência.
Em seu discurso, Marina criticou o velho pragmatismo que dominou a disputa política entre PT e PSDB. A senadora leu uma carta, que será encaminhada aos candidatos José Serra e Dilma Rousseff, em que chama os dois partidos de fiadores "do conservadorismo". "A escolha se estende agora à atitude de vocês", disse Marina.
Votação
A votação que definiu hoje a posição de independência do PV para o segundo turno teve apenas quatro votos, de um total de 92, a favor do apoio a um dos presidenciáveis, sem especificar qual. Em três horas de convenção, realizada hoje em São Paulo, nenhum partidário do PV defendeu abertamente a posição de apoio a um dos dois candidatos do PT ou PSDB. Os quatro votos favoráveis foram o do secretário municipal do Verde da Prefeitura de São Paulo, Eduardo Jorge, da presidente estadual do PV no Espírito Santos, Sidnéia Fontana, o secretário municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida da Prefeitura de São Paulo, Marcos Belizário, e um militante do partido que não identificado.
O candidato derrotado ao governo do Rio de Janeiro, Fernando Gabeira, votou pela independência. "É a sociedade que vai dar o tom e apontar o caminho", disse Gabeira.
Com a decisão de hoje, os militantes que decidirem manifestar apoio à petista Dilma Rousseff ou ao tucano José Serra não poderão utilizar símbolos do PV ou falar em nome do partido. Dirigentes e diretórios nacionais e estaduais do PV estão proibidos de declarar seu voto nessas eleições ou se manifestar a favor ou contra algum candidato. Gabeira, no entanto, que já declarou seu apoio a José Serra, pode fazê-lo porque não é dirigente do partido, assim como outros membros que não ocupem posição de liderança - Gilberto Gil e Zequinha Sarney, por exemplo.
Entre os destaques do PV que participaram da convenção neste domingo, estava o deputado federal eleito pelo Maranhão e filho do presidente do Senado, Zequinha Sarney. Ele também defendeu a posição de não dar apoio oficial a nenhum presidenciável. "A melhor decisão é a independência."
Durante os discursos, o vice-presidente nacional do PV, Alfredo Sirkys, deu um parecer sobre o acolhimento das propostas do PV pelo PSDB e pelo PT. Segundo ele, o PT foi o partido que sinalizou maior interesse nos pontos sugeridos pela plataforma de Marina Silva. "O pessoal da Dilma foi mais completo (na avaliação das propostas do PV)", afirmou. Sirkys criticou a carta encaminhada pelos tucanos e assinada pelo presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, e disse que enquanto o texto assinado por Dilma foi mais programático, a carta do PSDB teve um tom mais político e deu "a impressão de ter sido feita às pressas".
O vice-presidente do PV reforçou que o fato das candidaturas terem se comprometido com alguns dos 10 itens propostos pelo PV não significam que esses compromissos serão efetivamente cumpridos. "É um compromisso que eles estão assumindo perante os eleitores", ressaltou.
Aborto
Em seu discurso na convenção, Fernando Gabeira criticou o debate em torno da questão da legalização do aborto e propôs que o PV prepare uma pauta de sugestões sobre o tema e as encaminhe aos partidos que seguem na disputa ao segundo turno das eleições presidenciais. "No nosso caso, não é uma questão de salvar nossas almas, é salvar as adolescentes e os mais pobres", disse. Segundo ele, essa pauta de sugestões deve ser voltada para campanha de conscientização e melhora da assistência pré-natal.
Outro tema que teve destaque na convenção do PV foi a reforma política, defendida pelo ex-candidato ao Senado por São Paulo Ricardo Young. "Temos que nos debruçar agora sobre a reforma política", sugeriu.
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http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,marina-anuncia-posicao-de-independencia-no-2o-turno,625979,0.htm
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
18 de outubro de 2010
O Globo
Candidatos voltam a se enfrentar em debate tenso, mas sem mencionar a religião
Em debate ontem à noite na RedeTV!, os candidatos à Presidência Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) voltaram a trocar acusações, com a petista insistindo nos ataques às privatizações e na tese de que os tucanos pretendem privatizar estatais. Serra, por diversas vezes, acusou o PT de Dilma de mentir, criticando resultados do governo Lula e destacando avanços das privatizações, como no setor de telecomunicações. Para ele, não está em questão qualquer privatização atualmente e, por isso, o PT usa o assunto com fins eleitorais. Os dois discutiram também sobre educação, segurança e infraestrutura. Serra voltou a criticar o Enem, "desmoralizado no governo do PT", mas o exame foi defendido por Dilma, que o acusou de pretender acabar com o teste, o que o tucano negou. Durante todo o debate, tanto Serra como Dilma não falaram de aborto, casamento gay e outros temas que envolvem questões religiosas e que têm dominado o embate entre eles neste segundo turno. Para especialistas que acompanharam o programa a pedido do GLOBO, o tom beligerante entre os candidatos não ajuda o eleitor indeciso a fazer sua escolha. (Págs. 1 e 3)
Carga aérea, setor em frangalhos
A MTA, pivô do escândalo de tráfico de Influência que derrubou Erenice Guerra da Casa Civil, foi proibida de voar, mas não é a única empresa de carga aérea em dificuldade no país. Todo o setor, responsável por carregar encomendas dos Correios e parte do dinheiro enviado pelo BC aos estados, está em situação complicada. Com isso, os Correios gastam mais recursos para fazer as entregas, e o serviço é prejudicado, com atrasos. (Págs. 1 e 15)
Irmão de aliado de Dilma negocia com a Eletrosul
Edgar Cardeal negociou projeto de R$ 1 bilhão com a Eletrosul, cujo conselho é presidido pelo irmão Valter Cardeal, aliado de Dilma Rousseff. (Págs. 1, 9, 12 e 13)
PV e Marina decidem pela independência
Independência foi a posição aprovada pela senadora Marina Silva e o PV para o 2º turno. Mas Gabeira vai apoiar Serra, e Zequinha Sarney, Dilma. (Págs. 1 e 14)
Foto legenda: Dilma: a candidata petista usou a estratégia de acusar Serra de privatista
Foto legenda: Serra: o tucano criticou do governo Lula e chamou o PT de mentiroso
Doente morre após 7 dias de busca por vaga
Greves param a França e já falta gasolina
Evo admite que coca vai para o tráfico
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Folha de S. Paulo
Manchete: Presidente 40 eleições 2010: Dilma e Serra tentam se afastar de ex-assessoresDilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) mudaram de tática e adotaram um tom menos agressivo no debate Folha/Rede TV!, mas, questionados por jornalistas, tiveram de tratar das acusações contra ex-assessores.
Dilma disse combater o nepotismo e que a ex-ministra Erenice Guerra "errou" no governo. Serra afirmou desconhecer suposto desvio de verba na campanha, acusação feita ao ex-diretor da Dersa Paulo Preto.
A petista focou sua atuação em tentar colar o rótulo de "privatista" no tucano. Serra rebateu ao definir Dilma como "antipaulista". Os dois evitaram discutir aborto, tema que até então era central no segundo turno.
O debate teve, em média, 4,3 pontos de audiência - o equivalente a 180 mil domicílios na Grande São Paulo. O pico, de 7 pontos, aconteceu durante o terceiro bloco, quando as jornalistas fizeram perguntas. (Págs. 1 e Poder)
Foto Legenda: Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) durante o debate Folha/Rede TV!, mediado pelo jornalista Kennedy Alencar
Em grupo de 23 indecisos, Serra convence 12 e Dilma, 4 (Págs. 1 e A13)
Eliane Cantanhêde: Presidenciáveis deixam aborto fora do debate
Com o aborto fora do encontro, os candidatos preferiram cutucadas e provocações pontuais a ataques de conteúdo. Pancadaria, só no horário político. (Págs. 1 e A4)
Marina fica neutra e PV lança seu nome para 2014
A reunião da legenda em São Paulo foi dominada por referências a uma nova candidatura de Marina. "Temos o projeto de nos tornar viáveis em 2014", disse Ricardo Young, candidato derrotado ao Senado. (Págs. 1 e A8)
Panfleto anti-PT é apreendido em gráfica de tucana
Expectativa econômica piora na campanha
Ônibus com alunos da Apae bate e 11 morrem
Minha história: Capelão militar em Guantánamo relata sua prisão
Boa notícia: Procon ajudará consumidor a renegociar dívida (Págs. 1 e B6)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Marina e PV anunciam 'independência' no 2º turnoEm carta aberta aos candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), a senadora Marina Silva (PV) declarou "independência" no segundo turno das eleições. O PV acompanhou a decisão e não apoiará formalmente nenhum candidato. Na prática, os filiados ao PV não estão proibidos de fazer campanha para nenhum dos candidatos, desde que não portem símbolos do partido em eventos públicos. Ontem, Marina fez duras críticas ao PT e ao PSDB pelo tom da campanha no segundo turno. Ela classificou as duas legendas como "fiadores do conservadorismo renitente" - o apoio estava condicionado à convergência de programas de governo. Dos 92 membros do PV presentes à plenária, apenas quatro votaram pelo apoio explícito a Serra ou a Dilma. (Págs. 1 e Nacional A4)
Itamar quer 'oposição autêntica' contra o PT
Senador eleito, o ex-presidente Itamar Franco (PPS-MG) diz que as rusgas com Fernando Henrique Cardoso e o PSDB foram deixadas para trás. "Minas pode indicar a virada necessária para o Serra ganhar as eleições. Agora, ele precisa tocar os corações mineiros. Aí vem o problema político", afirma. Para Itamar, a oposição precisa se contrapor ao governo Lula. (Págs. 1 e Nacional A9)
PF apreende material com críticas a Dilma e logo da CNBB
Sem impacto na economia, União cria seis estatais
A corrida do minério no Brasil
Protesto marca reencontro de mineiros no local do acidente
China quer crescer com qualidade nos próximos 5 anos
Ônibus da Apae cai de ponte e mata 11 em Minas
Estudo aponta como tratar pacientes com infecção (Págs. 1 e Vida A18)
Valor Econômico
Manchete: Câmbio diminui dívidas e melhora balanços de SAsEntre o fim de junho e o de setembro, o dólar recuou 6,2% ante o real, em comparação com uma leve alta de 1,3% verificada no segundo trimestre. A moeda estrangeira ficou no menor patamar em dois anos, motivando medidas do governo para conter o avanço do real. (Págs. 1 e D1)
Construtoras encaram onda de processos
O TJ-SP tem autorizado a rescisão de contratos e a devolução das parcelas pagas pelo consumidor, quando não há justificativa para o atraso. Para o Secovi, que representa as empresas, os atrasos na entrega das chaves são pontuais e justificados, segundo Ricardo Yazbek, citando as condições climáticas como um dos motivos para problemas. (Págs. 1 e E1)
Montadoras pedirão mais incentivos
Para os dirigentes do setor, não só o real valorizado distancia o país de concorrentes como Índia. Em uma disputa na qual o Brasil já não compete como país de baixo custo, é preciso, dizem, buscar um diferencial. Eles querem ajuda governamental para financiar tecnologia, uma "Lei Rounaet" de incentivo à inteligência automotiva. (Págs. 1 e B8)
Foto legenda: Novo modelo
Desempenho cai após estatização de Chávez
Contrariamente às impressões, porém, a participação do Estado na economia está no mesmo nível de quando Chávez deu início à sua "revolução bolivariana" em 1999 - 43% do PIB. (Págs. 1 e A14)
Empresários serão um terço da Câmara
Os partidos com maior número de empresários são o PMDB (32) e o DEM (28). O PT elegeu a maior bancada de representantes de trabalhadores (49), mas também terá 7 empresários.
O PT mesmo com a maior bancada, não terá facilidade para aprovar projetos polêmicos, como a redução da jornada semanal de trabalho e a lei que impediria demissões por justa causa. (Págs. 1 e A6)
Venda do Bretas para Cencosud confirma interesse externo por varejo mineiro (Págs. 1 e B4)
Greves ganham força
Pré-sal puxa investimentos
Dinheiro e votos de mãos dadas
Das telas para a vida real
Pecuária sustentável
Securitização agrícola
Acerto de contas
Muito além da seleção
Ideias
Na área externa, prioridade do governo é juntar esforços com outros países para evitar a “guerra cambial". (Págs. 1 e A2)
Ideias
Há um novo período de descolamento entre os mercados acionários dos países emergentes e o dos países ricos. (Págs. 1 e A13)
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RADIOBRAS.








