PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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valor ...ria...nine

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quarta-feira, setembro 21, 2011

XÔ! ESTRESSE [in:] ''PANELA VELHA É QUE FAZ COMIDA BOA..."

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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

21 de setembro de 2011

O Globo


Manchete: Inflação dobra, dólar sobe mais e país crescerá menos

IPCA-15 já acumula 7,33% em 12 meses, o pior resultado em seis anos

A inflação não dá trégua. O custo de vida dos brasileiros medido pelo IPCA-15, que é uma espécie de prévia da taxa oficial, praticamente dobrou em setembro, passando de 0,27% para 0,53%. A maior pressão veio de alimentos, bebidas e passagens aéreas. Em 12 meses, o acumulado do Índice está em 7,33%, o maior em seis anos. Segundo economistas, a alta do dólar ontem, a moeda subiu 0,50%, fechando a R$ 1,789 - também deverá ter impacto nos preços, ajudando a por mais lenha na inflação. Apenas em setembro, o dólar acumula alta de 12,03%. Ontem, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a previsão do crescimento do Brasil de 4,1% para 3,8% este ano. A expansão deve ser a segunda pior da América do Sul, atrás apenas da Venezuela (2,8%). (Págs. 1, 21 a 23 e Miriam Leitão)

Fundo alerta para recessão

O FMI piorou todas as projeções para a economia mundial em 2011 e 2012. Até a China teve taxa revista. Para os EUA, o FMI cortou a previsão de 2,5% para 1,5% em 2011 e a zona do euro, de 2% para 1,6%. O FMI alerta que pode haver recessão nos países ricos. (Págs. 1, 23 e Miriam Leitão)

Enquanto isso, Turquia em alta

Após rebaixar a Itália, a agência de classificação de risco Standard & Poor's (S&P) anunciou ter elevado a nota da Turquia, que passou a ser considerada um país com grau de investimento em moeda local, devido a "melhorias continuadas" no setor financeiro. (Págs. 1 e 23)

Dilma: mídia atua contra corrupção

Presidente destaca papel da imprensa ao falar sobre transparência governamental na ONU

Em encontro na ONU sobre transparência governamental, organizado pelo presidente dos EUA, Barack Obama, a presidente Dilma Rousseff disse que a atuação livre e vigilante da imprensa no Brasil é um instrumento no combate à corrupção, ressaltando também os esforços da Procuradoria Geral da República e da Controladoria Geral da União. Dilma não citou recentes casos de irregularidades, que derrubaram quatro de seus ministros, mas reafirmou não compactuar com "erros e malfeitos". A defesa da liberdade de imprensa vai na contramão do PT, que prega controle da mídia. Ao receber homenagem na Bahia, o ex-presidente Lula afirmou que os políticos devem ter "casco duro" para resistir às denúncias de corrupção. Hoje, a presidente Dilma discursa na abertura da Assembleia Geral da ONU. (Págs. 1, 3 e 4)

Sob pressão, Obama tenta hoje em Nova York acordo entre Israel e palestinos (Págs. 1 e 28)

Foto legenda: Pela faxina

Manifestantes protestam na Cinelândia contra a corrupção, num ato que reuniu cerca de 2.500 pessoas, segundo a PM, e 5.000, de acordo com os organizadores. (Págs. 1 e 9)

Sete horas e 80km em busca de um leito

Um rapaz com politraumatismo após cair da laje de sua casa, em Caxias, percorreu 80km de ambulância, ao longo de sete horas, até conseguir ser internado, em estado grave, num hospital com neurologista e tomógrafo. Ele passou antes por 5 unidades de saúde. (Págs. 1 e 18)

Médicos de planos fazem greve hoje

Os médicos que atendem planos de saúde vão suspender hoje, por 24 horas, atendimento aos usuários de 23 operadoras. O objetivo é forçar o aumento do valor pago pela consulta. Os Correios continuam em greve, pelo 6º dia. (Págs. 1 e 22)

'Tropa de elite' é o Brasil no Oscar

Maior bilheteria do cinema brasileiro, com mais de 11 milhões de ingressos, "Tropa de elite 2" disputará a indicação ao Oscar. (Págs. 1 e Segundo Caderno)

Genro de ministro pede para sair

André Bello Costa, genro do novo ministro do Turismo, Gastão Vieira, pediu exoneração do cargo comissionado que exercia na Câmara, nepotismo proibido pela Casa. (Págs. 1 e 4)

Testemunha contra deputado é morta; polícia crê em assalto (Págs. 1 e 10)



PF procura prefeito e primeira-dama por roubo em Alagoas (Págs. 1 e 10)


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Folha de S. Paulo


Manchete: FMI reduz previsão de crescimento mundial

Brasil ficará especialmente vulnerável em termos fiscais, segundo o fundo

O FMI reduziu a projeção de crescimento global para este ano e para o próximo e alertou que a crise da dívida europeia e a apatia econômica dos EUA ameaçam a estabilidade mundial.

Para o órgão, a economia crescerá 4% em 2011 e 2012. As previsões anteriores, eram de 4,3% e 4,5%. Nos países desenvolvidos, o crescimento mal chegará a 2%; nos emergentes, a 6%. (Págs. 1 e Mundo, A12)

Delfim Netto

O capitalismo não foi inventado. Ele foi sendo descoberto pelos homens. (Págs. 1 e Opinião A2)

Com Obama, Dilma defende coordenação contra a crise

Em encontro com Barack Obama, a presidente Dilma Rousseff defendeu ação coordenada contra a crise econômica global e elogiou o programa anunciado pelos EUA para criar empregos.

Hoje, ela discursa na ONU. Antes disso, aproveitou para andar por NY, visitando museus, livrarias e restaurantes. Ela comprou um CD da cantora de jazz Stacey Kent. (Págs. 1 e Mundo A13)

Foto Legenda: Dilma Rousseff, em encontro com Barack Obama, elogiou programa anunciado pelo governo americano para estimular criação de empregos no país.

PF investiga envolvimento da Vale com grileiro em MG

A Polícia Federal apura o possível envolvimento da Vale num suposto esquema de apropriação ilegal de áreas públicas de Minas Gerais ricas em minério de ferro.

A mineradora pagou R$ 41 milhões a acusados de fraudes na compra de terras. Foram presas nove pessoas no Estado. A Vale disse desconhecer a investigação e não ter detectado irregularidades na compra. (Págs. 1 e Poder A11)

Caminhoneiro bebe, atropela seis operários e mata cinco

Após tomar oito 'rebites' contra o sono, ingerir cachaça e ficar 20 horas sem dormir, um caminhoneiro atropelou seis operários que faziam recapeamento na Anhanguera, em Ribeirão Preto. Cinco morreram.

Blitze na capital de SP flagraram neste ano, em média, 13 motoristas alcoolizados por dia. Em 2010 e 2009, a média foi de 11. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Marcelo Coelho

Brasileiro inventa um novo tipo de assassinato social

Os brasileiros estão inventando um tipo novo de "assassinato social". Consiste em beber bastante, entrar num carro - quanto mais caro, melhor - e dizimar quem quer que esteja passando pela calçada. (Págs. 1 e Ilustrada E12)

Governo cede mais, mas acordo de royalty não sai

O governo federal sinalizou que pode abrir mão de mais 8% de sua receita (R$ 450 milhões) com tributos de petróleo, após ter aceitado perder R$ 800 milhões.

O impasse entre Estados produtores e não produtores, porém, continua - e poderá ser decidido em votação no Legislativo. (Págs. 1 e Poder A6)

Prévia de setembro revela inflação acima do esperado (Págs. 1 e Poder A6)


Ilustrada

Brasil escolhe ‘Tropa 2’ para tentar indicação ao Oscar. (Págs. 1 e E3)

Editoriais

Leia "A crise e seus efeitos", sobre a desvalorização do real, e
"Das boas intenções", acerca da regulamentação dos gastos dos governos com saúde. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: STJ acelerou anulação das provas contra filho de Sarney

Evidências obtidas pela PF foram suspensas em poucos dias; casos semelhantes levaram até dois anos

O processo de anulação das provas da Operação Boi Barrica - que investigou Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney - levou apenas seis dias para ser relatado no Superior Tribunal de Justiça e foi julgado pela 6ª Turma do STJ em uma única sessão. Dois juízes tiveram de ser convocados para completar o quorum e viabilizar o julgamento. A mesma Turma levou dois anos para julgar a processo contra a operação Castelo de Areia - foram oito meses só para relatar o caso. Na Operação Satiagraha, por sua vez, o STJ anulou as provas após 1 ano e 8 meses. Ministros do tribunal levantam dúvidas sobre a celeridade do caso Boi Barrica, concluído semana passada. (Págs. 1 e Nacional A4)

Decisão contrária

Ao anular quebra de sigilo de Fernando Sarney, o STJ desprezou diversos pareceres. (Págs. 1 e Nacional A4)

FMI: previsão de crescimento mundial cai de 4,5% para 4%

O FMI revisou para baixo sua estimativa de crescimento da economia mundial neste ano, de 4,5% para 4,0%. O grupo das economias avançadas deve ter expansão de 1,6%, segundo previsão do Fundo divulgada ontem. O desempenho global só não será pior graças aos mercados emergentes, que devem ter crescimento de 6,4%. O relatório cobrou a adoção de "medidas fortes" para melhorar esse cenário. O FMI projeta ainda que a inflação brasileira estará no centro da meta (4,5%) no fim do ano que vem, o que corrobora a política de corte de juros. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)


Foto legenda: O avanço do crack em SP

No centro de SP, menino prepara a pedra de crack; em cidades paulistas entre 50 mil e 100 mil habitantes, o número de usuários da droga já se iguala ao de alcoólatras em unidades de tratamento de dependentes, e 3% têm entre 9 e 15 anos. (Págs. 1 e Cidades C1)

Com Obama, Dilma diz não tolerar desvios

Com o presidente dos EUA, Barack Obama, Dilma Rousseff lançou em Nova York o Governo Aberto, para o acesso à informação pública. Ela destacou instrumentos de combate à corrupção, entre eles a imprensa, e reafirmou que não aceita "o desvio e o malfeito". (Págs. 1 e Nacional A7)

Em Ramallah, palestinos manifestam descrença

Autoridade Palestina montou uma festa em Ramallah (Cisjordânia) para celebrar a adesão à ONU, que deve ser pedida nesta sexta-feira. Mas o clima é de descrença. "Isso não passa de propaganda barata", disse um palestino. (Págs. 1 e Internacional A11)


Na ONU, a busca por mais dois votos

Os palestinos precisam do apoio de mais dois países para obter os nove votos necessários no Conselho de Segurança da ONU para o reconhecimento de seu Estado como membro pleno da organização. Os EUA trabalham contra. (Págs. 1 e Internacional A13)

BNDESpar nega estatização e quer 'democratizar' mercado

O diretor do BNDESpar, braço do BNDES para participações em empresas, Julio Raimundo, nega que o banco esteja contribuindo para "estatizar" a economia. “Um dos nossos objetivos é fomentar e democratizar o mercado de capitais”, diz Raimundo em entrevista ao Estado. (Págs. 1 e Economia B14)

Código Florestal ameaça áreas em topo de morros (Págs. 1 e Vida A16)


Preso usa celular para atualizar Facebook (Págs. 1 e Cidades C4)


Notas & Informações

O nó das escolhas políticas

Escolhas políticas, tudo bem. Mas por que não de gente honesta e competente? (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Voos, roupas, motel. Está tudo mais caro

A alta de preços que corrói o bolso do brasileiro ameaça também a principal missão do Banco Central: chegar ao fim de 2011 com no máximo 6,5% de inflação. Em apenas nove meses, o indicador já atingiu 5,04% - 78% do teto da meta. Na prévia de setembro, o IPCA-15, índice oficial da carestia, registrou alta de 0,53%, o dobro do resultado de agosto. O aumento do custo de vida foi catapultado principalmente por viagens aéreas e vestuário. Juntos, os dois itens representaram 30% do índice. No Distrito Federal, pesquisa do IBGE mostra que a inflação também faz estragos no bolso dos amantes. Só neste ano, motéis do DF subiram seus preços em 12,36%, quase seis vezes mais do que a média nacional. Passar de duas a quatro horas em uma suíte de luxo pode custar de R$ 589,60 a R$ 2,5 mil. (Págs. 1, 9 e 31)

Foto legenda: O dia em que Dilma, dos EUA, atropelou Lula na Bahia

Desconfortável ao ouvir Barack Obama elogiar na ONU o empenho de alguns países pela liberdade de informação e na luta contra a corrupção - sem incluir o Brasil entre eles -, a presidente Dilma não se fez de rogada. Ela deixou claro que não compactua com o malfeito nem com o constrangimento a jornalistas. E destacou o papel da imprensa no combate à corrupção. Um duro recado ao PT, que prega o controle da mídia, e a Lula, que pouco antes em Salvador havia saído em defesa de três ex-ministros, todos demitidos após denúncias de irregularidades. (Págs. 1, 2 e 3)

Abuso no Pará: Ameaças de morte e estupradores identificados

A menina de 14 anos que diz ter sido abusada sexualmente num presídio reconheceu quatro presos que a teriam atacado. No dia em que o diretor do sistema penitenciário foi demitido, um conselheiro tutelar afirmou sofrer intimidações. (Págs. 1 e 6)

Conectados

Computador é o sonho de consumo de brasileiros. (Págs. 1 e 18)

Alerta: Coqueluche tem 600 casos confirmados neste ano (Págs. 1 e 19)


Planos de saúde: Médicos prometem só atender hoje se for emergência

Cerca de 211 mil pessoas podem ser prejudicadas pelo boicote, anunciado para hoje. Os profissionais pedem reajuste no valor das consultas e pretendem suspender o atendimento aos clientes da Bradesco Saúde, da Golden Cross, da Amil e da Sul América. (Págs. 1 e 12)

Na cadeia: Usavam a religião para dar golpe em idosos

Os estelionatários vendiam Bíblia e outros artigos religiosos para sacar o dinheiro das vítimas adulterando os valores dos cheques. O bando foi preso em flagrante depois que os bancários de uma agência na Asa Sul desconfiaram do crime. (Págs. 1 e 26)

Novo país: Palestinos esperam ter nove votos no Conselho

Diplomatas dizem que ainda negociam o apoio de mais duas nações para a criação do Estado, o que garantiria a maioria no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Um diálogo com os israelenses antes da votação foi descartado. (Págs. 1 e 16)

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Valor Econômico


Manchete: PPA prevê novos grandes projetos de infraestrutura

Plano Plurianual 2012/15, recém-enviado ao Congresso, contém uma nova leva de grandes obras de infraestrutura e a estreia do novo regime de partilha em duas rodadas de licitação do pré-sal. No petróleo, estão programados ainda sete leilões em bacias maduras e campos marginais. O governo também planeja conceder 2.234 km de rodovias à iniciativa privada e expandir em 4.546 km a malha ferroviária. A capacidade dos aeroportos deverá ser duplicada, tanto para passageiros quanto para cargas.

O PPA está dividido em 45 programas temáticos, com 491 objetivos e 2.503 iniciativas. O texto, enviado ao Congresso no fim de agosto e que poderá receber emendas durante sua tramitação, prevê investimentos totais de R$ 5,4 trilhões no período, montante 38% maior que o anterior. Traça também o "plano de voo" do governo Dilma em todas as áreas. Uma das metas ousadas é a do equilíbrio atuarial dos regimes próprios de Previdência Social dos Estados e municípios, em que o ingresso de contribuições dos servidores na ativa é menor que os desembolsos com aposentadorias e pensões. (Págs. 1 e A4)

Ásia reluta em pagar por algodão

Exportadores brasileiros estão tendo dificuldades para concluir contratos de venda de algodão com o mercado asiático por problemas de pagamento. A estimativa é que a questão envolva, neste momento, cerca de 150 mil toneladas da pluma, ou 20% do que o Brasil deve exportar em toda a safra 2010/11. A Ásia é a principal compradora do algodão brasileiro e, encabeçada pela China, também a maior exportadora mundial de produtos têxteis.

Há um ano, diante da alta das cotações e da possível escassez de algodão, esses países fecharam compras para entrega futura a preços elevados. Depois os preços do algodão e a demanda por têxteis caíram muito, afetando o fluxo de caixa das empresas. (Págs. 1 e B15)

Bancos estão preparados para crise

O nível de capitalização do sistema bancário brasileiro caiu ligeiramente no primeiro semestre deste ano, mas continua robusto para aguentar os cenários mais catastróficos simulados pelo Banco Central. Mesmo se a crise global comprometesse o crescimento econômico, o emprego e a renda, a ponto de quase quadruplicar a taxa média de inadimplência das operações de crédito, a grande maioria das instituições ficaria dentro do mínimo prudencial exigido. Somente os acionistas de 13 instituições teriam de injetar capital extra para manter o Índice de Basileia em pelo menos 11%, segundo o Relatório de Estabilidade Financeira. O índice de liquidez, indicador criado e monitorado pelo BC, permaneceu alto, acima do que era antes da crise de 2008. (Págs. 1 e C8)

Foto legenda: Tijolo por tijolo

Especialista em gerenciamento de obras de infraestrutura e do setor imobiliário, o grupo americano Hill International quer reforçar sua equipe de engenheiros e especialistas no Brasil, onde chegou em fevereiro com a compra da Engineering, diz seu presidente global, Irvin Richter. (Págs. 1 e B12)

O desaparecimento da Unicel

Representantes da Justiça, centenas de consumidores e até a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estão às voltas com o desaparecimento de uma operadora de celulares, a Unicel, que estreou em 2008 com a promessa de ser a "Gol da telefonia móvel". A empresa não é encontrada e deixou um rastro de dívidas e reclamações.

Em agosto, a Anatel formalizou a dificuldade em localizá-la ao publicar no "Diário Oficial da União" que a Unicel "se encontra em local incerto e não sabido". Processos contra a empresa - como pedidos de falência - tramitam com lentidão porque oficiais de Justiça não conseguem encontrar seus representantes. Órgãos de defesa do consumidor acumulam reclamações contra a operadora. (Págs. 1 e B3)

Comissão da Verdade nasce enfraquecida

Previsto para entrar na pauta do Congresso hoje, o projeto que cria a Comissão Nacional da Verdade deve ser aprovado com apoio de todas as bancadas. O consenso, no entanto, teria sido construído, na opinião de especialistas, sobre debilidades evidentes. Sem dotação orçamentária, a comissão ficaria na dependência da boa vontade do governante. Sua estrutura, de apenas 7 titulares e 14 funcionários administrativos, seria insuficiente para dar conta de vasculhar violações aos direitos humanos no extenso período pretendido: de 1946 a 1988. Congêneres latino-americanas com períodos menores de abrangência têm mais de 200 integrantes. (Págs. 1, A10 e A11)

Nos EUA, tecnologia acena para a agricultura sem agricultor

Os fabricantes de equipamentos agrícolas estão explorando uma nova fronteira: a agricultura sem o agricultor.

A Kinze Manufacturing e a Jaybridge Robotics estão desenvolvendo uma tecnologia que permitirá que tratores sejam operados sem ninguém atrás do volante. Outros fabricantes de equipamentos, como a Case IH, exploram maneiras de automatizar o trabalho agrícola. (Págs. 1 e B13)

Vale testa nova forma de fazer o ferro-gusa

Uma nova tecnologia 100% nacional aplicada à siderurgia começa a ser testada e poderá, a médio prazo, se tornar uma opção mais barata para a produção de ferro-gusa. A ideia surgiu há mais de três décadas em pesquisas de um grupo de brasileiros. Este mês, uma planta-piloto da Vale produziu, em Pindamonhangaba (SP), ferro-gusa por cinco dias. Em vez dos altos-fornos siderúrgicos, que chegam a ter mais de 30 metros de altura, o novo método se apoia em um forno menor (de cinco metros) e dispensa o uso de coqueria e sinterização. (Págs. 1 e B1)

Exportação de frango abre nova disputa entre Estados Unidos e China na OMC (Págs. 1 e Al3)


Ministério Público teme que Belo Monte leve o caos à Altamira (Págs. 1 e A16)


Crise força países a mudar direção da política monetária, diz Blanchard (Págs. 1 e C1)


Prestígio intocado

Pesquisa mostra que a maioria da população brasileira (57%) gostaria que a presidente Dilma Rousseff não concorresse à reeleição em favor de uma candidatura do ex-presidente Lula. (Págs. 1 e Al2)

Aviso aos navegantes

Pesquisa com 19,6 mil internautas de 24 países mostra que, apesar de os brasileiros liderarem o ranking do tempo de navegação, apenas 31% têm software de segurança em seus computadores. (Págs. 1 e B3)

Temporada de verão em alta

Operadoras de turismo e redes de hotéis registram neste ano vendas, reservas e sondagens de pacotes para a alta temporada de verão até 30% maiores que no mesmo período do ano passado. (Págs. 1 e B4)

Uma pedra no meio do caminho

A Ster Engenharia iniciou ontem os trabalhos para acabar com um dos maiores e mais antigos problemas do porto de Santos, a retirada da pedra de Teffé do canal de navegação. (Págs. 1 e B12)


Magistrados tentam conter o CNJ

Em ação proposta pela Associação dos Magistrados do Brasil, o Supremo Tribunal Federal deve julgar hoje se o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pode continuar a punir diretamente os juízes que cometeram infrações disciplinares. (Págs. 1 e E1)


TST barra multa de processo civil

Tribunal Superior do Trabalho (TST) tem derrubado multa de 10% do valor da causa imposta por juízes de instâncias inferiores com base no Código de Processo Civil em casos de atraso superior a 15 dias no pagamento da condenação. (Págs. 1 e E1)

Ideias

Cristiano Romero

Dois pilares do tripé da política econômica - o regime de metas de inflação e o câmbio flutuante - estão sendo flexibilizados. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Martin Welf

Saída de um país da zona do euro traria corrida contra dívidas soberana e bancária e até desintegração do mercado de capitais. (Págs. 1 e Al5)

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terça-feira, setembro 20, 2011

XÔ! ESTRESSE [in:] UMA IMAGEM...

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GOVERNO DILMA [In:] ... E VIVA ''MALTHUS'' !!!

BOLSA FAMÍLIA AGORA POR 5 FILHOS DESDE A GRAVIDEZ

BOLSA FAMÍLIA PAGARÁ R$32 A GESTANTE E LACTANTE


Autor(es): agência o globo:Demétrio Weber
O Globo - 20/09/2011

Programa também amplia número de filhos beneficiados, de três para cinco, e terá ainda "retorno garantido"


BRASÍLIA. Gestantes e mulheres em fase de amamentação terão direito a um benefício extra de R$32 mensais do Bolsa Família, a partir de novembro, anunciou ontem a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello. A ministra informou ainda que o pagamento dos benefícios adicionais do Bolsa Família para filhos de até 15 anos - antes pagos para no máximo três filhos e ampliados para cinco - começou a ser feito ontem.

Tereza Campello divulgou também a criação do chamado "retorno garantido": beneficiários que se desligarem voluntariamente do programa - por ter renda acima do permitido - poderão solicitar reingresso imediato no prazo de 36 meses, caso voltem à condição de pobreza. Até ontem, quem deixava o Bolsa Família só poderia retornar após novo cadastramento. Além disso, não havia garantia de que a vaga continuaria disponível.

As medidas fazem parte do programa Brasil sem Miséria, cujo objetivo é erradicar a pobreza extrema até o fim de 2014, quando termina o mandato da presidente Dilma Rousseff. As três iniciativas elevarão o custo anual do Bolsa Família em pelo menos R$797 milhões (gestantes receberão em dezembro). Em 2011, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome prevê gastar R$16 bilhões com o programa, que atende 13,18 milhões de famílias.

Famílias poderão receber até cinco benefícios variáveis

O Ministério do Desenvolvimento Social está cruzando dados com o Ministério da Saúde para identificar as gestantes e nutrizes (mulheres em fase de amamentação) que serão atendidas. Já está definido que essa nova modalidade de benefício não poderá ultrapassar o teto de cinco benefícios variáveis por família. Assim, nos lares onde vivem cinco filhos ou mais com idade de até 15 anos, as gestantes e lactantes não serão contempladas.

Nas demais situações, elas receberão R$32 adicionais pelo período de nove meses. Após o nascimento do bebê, elas terão direito a mais seis meses de repasse extra, a contar do registro da criança no Cadastro Único - lista de pobres mantida pelo governo federal e atualizada pelas prefeituras. Ao todo, portanto, serão 15 meses de benefício extra. A criança que for registrada também dará direito a um benefício variável a mais - desde que dentro do limite de cinco benefícios variáveis por família, inclusive o da lactante. O limite não interfere no chamado benefício variável jovem, que paga R$38 por mês a até dois adolescentes de 16 e 17 anos.

O secretário nacional de Renda de Cidadania, Tiago Falcão, disse que a partir de novembro o novo benefício será pago às nutrizes e, a partir de dezembro, às gestantes. O MDS estima que existam pelo menos 180 mil grávidas entre as beneficiárias do Bolsa Família. Falcão afirmou que o objetivo da medida é garantir melhores condições de vida a essas famílias com recém-nascidos e gestantes.

- Estamos muito seguros de que não existe nenhum indício de que o programa gera aumento de natalidade. Essas famílias são as mais vulneráveis e precisam de um atendimento mais efetivo do Estado - disse o secretário.

No Brasil, em média, as famílias atendidas pelo programa têm 2,1 filhos. No Norte, são 2,4. No Rio, 2. O valor médio dos repasses este mês será de R$119. Famílias miseráveis com sete filhos de até 17 anos recebem o valor máximo de R$306. Segundo Falcão, são 7,5 mil famílias nessa situação, o equivalente a 0,06% do total contemplado.

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


20 de setembro de 2011

O Globo


Manchete: Bolsa Família pagará por 5 filhos desde a gravidez

Para especialistas, baixo valor do benefício impediria explosão demográfica

Gestantes e mulheres que estão amamentando vão receber um benefício extra de R$ 32 por mês do Bolsa Família, a partir de novembro. E, desde ontem, o governo começou a pagar R$ 32 por, no máximo, cinco filhos menores de 16 anos – até então, o limite era de três filhos por família. Os novos benefícios custarão anualmente mais R$ 797 milhões ao governo. Este ano, o Ministério do Desenvolvimento e Combate à Fome prevê gastar R$ 16 bilhões com todo o programa. A ministra Tereza Campello anunciou também o chamado retorno garantido: quem se desligar voluntariamente do Bolsa Família - por conseguir renda acima do permitido - poderá pedir reingresso imediato no prazo de 36 meses, caso volte à condição de pobreza. Economistas e estudiosos do Bolsa Família dizem não ver risco de o extra para gestantes estimular o aumento da natalidade por causa do baixo valor do benefício. (Págs. 1 e 9)

Foto legenda: Entre elas

Aplaudida pela secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, Dilma disse que a desigualdade atinge mais as mulheres. (Págs. 1 e 3)

Na ONU, Dilma ameaça quebrar patentes

Em seu primeiro discurso oficial na ONU, a presidente Dilma Rousseff defendeu ontem a quebra de patentes de medicamentos que combatem doenças não transmissíveis, como hipertensão, câncer e diabetes, se considerados indispensáveis para políticas públicas de Saúde. Ela afirmou que o Brasil respeita a propriedade intelectual, mas citou acordo internacional já usado para quebrar a patente de drogas utilizadas no tratamento da Aids. (Págs. 1, 3 e 4)

Foto legenda: Enquanto isso...

A ONG Rio de Paz protesta contra a corrupção fincando vassouras verde-amarelas na Praia de Copacabana. Hoje haverá manifestação na Cinelândia. (Págs. 1 e 12)

Itália é rebaixada após EUA e Grécia

Após sacudir o mundo ao rebaixar os EUA, a agenda Standard & Poor's reduziu a nota da Itália de "A+" para "A", com perspectiva negativa. Citou o fraco crescimento e o governo frágil como entraves para abater a dívida. A crise já levou ao rebaixamento de Espanha, Grécia e Portugal. (Págs. 1 e 31)

Dólar perto de R$ 1,80 tem alta recorde

Com as incertezas no mercado externo e apostas do investidor estrangeiro na queda do real, o dólar comercial subiu 2,71%, para R$ 1,78, na maior alta em 16 meses. Usado por quem viaja, o dólar turismo avançou ainda mais: 4,42%, chegando a R$ 1,89. (Págs. 1 e 29)


Obra de túnel no Porto do Rio começa amanhã (Págs. 1 e 13)


Israel quer negociar com palestinos antes de voto na ONU (Págs. 1, 36 e 37)


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Folha de S. Paulo


Manchete: Montadoras dizem que preço de carro pode subir

Com IPI maior, produzir no México e na Argentina fica mais barato, afirma Anfavea

A Anfavea não descarta aumento de preços por conta da concorrência menor de veículos importados. Para o presidente da entidade, Cledovino Belini, assumir que as tabelas não subirão seria como admitir um "cartel".

Na semana passada, o governo aumentou em 30 pontos percentuais o IPI para veículos com menos de 65% de componentes nacionais, reduzindo a competitividade do importado, cujo preço pode ser majorado até 28%. (Págs. 1 e Mercado B1)

Janio de Freitas

Ministros têm de justificar o aumento do imposto de forma mais convincente. (Págs. 1 e Poder A5)

Foto legenda: Em vão

Em Sanaa (Iêmen), médicos tentam, sem sucesso, salvar criança atingida no carro da mãe durante protesto; 20 manifestantes foram mortos ontem na cidade. (Págs. 1 e Mundo A16)

Governo reduz em R$ 11 bi o arrocho fiscal para 2011 (Págs. 1 e Poder A5)



Corrida por droga 'da moda' afeta quem tem diabetes

A corrida para comprar o Victoza, indicado para diabéticos, mas usado de forma não aprovada para emagrecer, já afeta pacientes, que enfrentam lista de espera nas redes de farmácia.

Em distribuidoras de remédios especiais, entretanto, ainda é possível encontrar a droga. (Págs. 1 e Saúde C14)

Na ONU, Dilma defende quebra de patente de medicamentos para doenças não transmissíveis. (Págs. 1 e C14)

Sanções à Síria devem abrir o mercado local para o Brasil

Sanções impostas à Síria, como a suspensão de operações em dólar, podem abrir oportunidades para o Brasil, relata Marcelo Ninio.

Para Tarif Akhras, do Conselho Empresarial Brasil-Síria, governo e empresários passaram a olhar mais para o Brasil após as sanções. Akhras virá ao país propor que as transações sejam feitas em real. (Págs. 1 e Mundo Al4)

Dólar fecha a R$ 1,78, maior cotação desde julho de 2010

As tensões provocadas pela incerteza sobre a crise econômica na Europa e as medidas do governo brasileiro para segurar a valorização do real fizeram o valor do dólar subir com força nas duas últimas semanas.

A moeda brasileira foi a que mais caiu entre as 16 principais divisas do mundo desde o fim de agosto. Ontem, o dólar atingiu a maior cotação desde julho de 2010, fechando a R$ 1,78, com alta de 2,71%. (Págs. 1 e Poder A4)

Vinicius Torres Freire

Moeda ainda vai dar saltos nas próximas semanas

Em principio, não há motivo para o dólar subir muito. Mas ele pode ir a R$ 2 bem na semana de sua viagem e logo depois recuar. Então, o que quer dizer isso em principio? Que o câmbio sofre influência de fatores fundamentais, que não mudaram muito recentemente. (Págs. 1 e Mercado B4)

Medo de calote da dívida grega derruba Bolsas

O receio de que a Grécia não honre sua dívida levou a tensões, derrubando os mercados na Europa. Há temor de que a crise grega se espalhe pela zona do euro.

Londres teve queda de 2%, enquanto Frankfurt e Paris caíram quase 3%. Nos EUA, Dow Jones fechou com queda de 0,94%. A Bovespa caiu 0,25%. (Págs. 1 e Mundo A12)

Obama propõe novos cortes e imposto maior para mais ricos

Em desafio à oposição, Barack Obama propôs cortar gastos de guerra e elevar a alíquota tributária de americanos que recebem mais de US$ 1 milhão por ano.

Totalizando US$ 3,2 trilhões, as medidas visam enxugar US$ 4,4 trilhões do déficit dos EUA - o restante virá de cortes já aprovados. (Págs. 1 e Mundo A10)

Foto legenda: Fé na Cracolândia

Fieis católicos carregam a cruz peregrina em procissão no centro de SP; evento faz parte da preparação para a visita do papa ao Brasil, em 2013. (Págs. 1 e Poder A9)

Editoriais

Leia "Justiça a toda prova", sobre decisão do STJ que invalidou mais uma ação da PF, e "Regulação necessária", acerca de cautelas para os bancos. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Real perde 11% em 30 dias e dólar chega perto de R$ 1,80

Tensão no Europa afeta câmbio e faz moeda brasileira ter a maior queda entre as principais do mundo

As tensões decorrentes da crise europeia afetaram o mercado de câmbio. O dólar iniciou a semana com alta de 2,54%, valendo R$ 1,774, a cotação mais alta desde 21 de julho de 2010. Nos últimos 30 dias, o real apresenta a maior queda ante o dólar no ranking com as 16 principais moedas do mundo. Algo que, dizem analistas, indica que atitudes recentes do governo brasileiro também tem influenciado o humor dos investidores. O levantamento revela que as perdas do real já alcançam 11,01% no período, ante 11% do franco suíço. Vale lembrar que o governo da Suíça adotou recentemente um piso para sua moeda, o que explica grande parte da desvalorização. A seguir, com 6,23% de perdas, vem o peso mexicano e, com 6,05%, o rand da África do Sul. (Págs. 1 e Economia B1)

Impacto da alta sobre inflação deve ser forte

Para analistas, o último trimestre do ano deve refletir pressão no atacado e no varejo. (Págs. 1 e Economia B1)

Itália é rebaixada

A agência de classificação de risco Standard & Poor's rebaixou a rating de longo prazo da dívida soberana da Itália para A, de A+. As justificativas são o enfraquecimento da perspectiva de crescimento e a fragilidade da coalizão política. (Págs. 1 e Economia B7)

Obama quer ajuste fiscal de US$ 3,6 tri em dez anos

O presidente dos EUA, Barack Obama, enviou ao Congresso uma proposta de ajuste fiscal de US$ 3,6 trilhões em dez anos - US$ 1,4 trilhão mais do que no plano anterior, de agosto. O texto eleva a tributação de grandes companhias e das pessoas físicas de maior renda ideia previamente recusada pela oposição republicana. Obama ameaça vetar todo o pacote de estímulo à economia se o ajuste não for aprovado. (Págs. 1 e Economia B9)

Foto legenda: 'Ele matou minha família inteira'

Marcos Alexandre Martins, de 33 anos, foi indiciado por homicídio doloso após atropelar e matar Miriam Afif José Baltresca, de 58 anos, e a filha dela, Bruna Baltresca, de 28, no sábado, em frente ao Shopping Villa-Lobos (zona oeste de São Paulo). Para a polícia, Martins estava embriagado e dirigia em alta velocidade. No velório da mãe e da irmã, Rafael Baltresca afirmou: "Ele escolheu beber e dirigir e matou minha família inteira". (Págs. 1 e Cidades C1 e C3)

Hamas se opõe a Abbas sobre Estado palestino

Representantes do Hamas manifestaram ontem posição à iniciativa do presidente palestina, Mahmaud Abbas, de pedir a reconhecimento pleno do Estado palestino na ONU, informa o enviado especial a Jerusalém, Guilherme Russo. Facção que controla Gaza, o Hamas, que não reconhece Israel, se queixa de não ter sido consultado sobre os termos do pedido. (Págs. 1 e Internacional A10)

Decisão do STJ faz crescer pressão por anulação de provas

A decisão do Superior Tribunal de Justiça de anular as provas da Operação Boi Barrica da Polícia Federal, que investigou parentes do presidente do Senado, José Sarney, fez crescer a pressão dos advogados de outros réus alvos de ações semelhantes. "Pedi a anulação de todo inquérito", disse Nélio Machado, que defende o ex-governador do DF José Roberto Arruda, preso na Operação Caixa de Pandora. (Págs. 1 e Nacional A4)

Dilma defende na ONU quebra de patente de remédio

A presidente Dilma Rousseff defendeu ontem nas Nações Unidas (ONU) a quebra de patentes de remédios para doenças não transmissíveis, como diabete, hipertensão e câncer, em casos de necessidade pública, informa a enviada especial Lisandra Paraguassu. Em fala durante a reunião de alta nível sobre doenças crônicas não transmissíveis, Dilma disse que o acessa a medicamentos faz parte do direita à saúde. (Págs. 1 e Vida A16)

Artigo: Steve Lee Myers

Tumulto americano

O pedido de soberania palestina coroa redução da influência dos EUA no Oriente Médio. (Págs. 1 e A12)

54 mortes no Iemên

Entre as vítimas dos confrontos entre as forças leais ao ditador Ali Abdullah Saleh e dissidentes, está um bebê de 9 meses. (Págs. 1 e Internacional A14)

Em documento à OMC, Brasil defende barreiras (Págs. 1 e Economia B4)


Bolsa Família assegura volta a quem se desligar (Págs. 1 e Nacional A9)


José Paulo Kupfer

Guerras comerciais

O governo brasileiro está correto em tentar avançar no debate sobre as regras de comércio num conturbado mundo. (Págs. 1 e Economia B4)

Arnaldo Jabor

Governo Dilma pode ser bom

A maior virtude da presidente é pautar-se por convicções de uma ética pessoal e não apenas por estratégias políticas ou oblíquas intenções. (Págs. 1 e Caderno 2, D8)

Notas & Informações

STJ acode o clã Sarney

Quatro anos de trabalho policial acabam de ir para o ralo com a decisão da 6ª Turma do STJ. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Alta do dólar já afeta os aluguéis

O agravamento da situação econômica da Grécia e a queda das bolsas de valores fizeram o dólar subir nos principais mercados do mundo. No Brasil, a moeda dos EUA disparou. A alta ontem foi de 2,57%, com a cotação fechando em R$ 1,776, o maior valor desde julho de 2010. A desvalorização do real refletiu no IGP-M, que corrige a locação dos imóveis. O índice teve elevação de 0,52% na segunda prévia de setembro. (Págs. 1 e 12 a 14)

Dilma defende a paz e os remédios

Na semana em que a ONU debaterá a criação do Estado Palestino, a presidente do Brasil pediu o fim do uso da força para resolução dos conflitos. "As mulheres são especialmente interessadas na construção de um mundo mais pacífico e seguro", disse Dilma Rousseff, ao lado da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, e da ex-presidente do Chile Michelle Bachelet. Segundo a enviada do Correio a Nova York, Denise Rothenburg, Dilma também foi enfática na defesa da quebra de patentes dos medicamentos para doenças crônicas. (Págs. 1, 2, 3 e 18)

Carros nacionais podem subir de preço

Nem o reajuste do imposto para os importados, com a consequente redução na concorrência, é suficiente para garantir a manutenção dos valores dos veículos fabricados no país. "Não pretendemos aumentar preços, mas não podemos nos comprometer com isso, se não seria cartel", disse Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, associação que reúne as maiores montadoras. De olho ainda nas boas ofertas, o casal Marilda Junqueira e Sérgio Luiz da Silva procurou as importadoras e acha que o aumento dos tributos vai prejudicar os consumidores. (Págs. 1, 10 e 11)

Distritais pagam supersalários a 22 servidores (Págs. 1 e 23)


Comércio ilegal: Rico sustenta os piratas

A venda de artigos falsificados cresceu 52% no Brasil, em 2011. E, segundo uma pesquisa, 57% dos brasileiros das classes A e B admitem comprar esse tipo de produto. (Págs. 1 e 15)

Prisão do Pará sob suspeita de ter rede de sexo (Págs. 1 e 9)


Mundial 2014: Feriado (bem) prolongado

Lei Geral da Copa autoriza estados e municípios a decretar recesso nos dias de jogos nas cidades sedes. Nos EUA, Orlando Silva só garante a idosos a desejada meia-entrada no Mundial. (Págs. 1 e Super Esportes, 9)

O pioneiro que calculava

Augusto Guimarães Filho, engenheiro que tirou do papel o projeto de Lucio Costa para Brasília, morreu aos 94 anos. (Págs. 1 e 30)

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Valor Econômico


Manchete: Crise estanca captações e IPOs

A tão aguardada janela de captações externas, espaço que tradicionalmente se abre no mercado internacional em setembro para lançamentos de papéis de dívida ou ações por empresas brasileiras, pode ficar comprometida com a recente piora da aversão ao risco, especialmente para emissões em reais.

Ontem, os mercados globais enfrentaram nova rodada de deterioração, com reflexos diretos para a economia brasileira. O dólar operou em forte alta, com a cotação beirando o patamar de R$ 1,80, antes de fechar cotado a R$ 1,78 - valorização de 2,71%. Em parte, a volta dos temores de um calote da dívida soberana da Grécia puxou o preço da moeda americana ao redor do mundo. Internamente, a perspectiva de desvalorização do real intensificou a especulação, com bancos e investidores reforçando a aposta nessa direção e fazendo a moeda brasileira perder mais valor que outras. (Págs. 1, C1, C2, C16 e D1)

Mendes reformula Agricultura

O deputado Mendes Ribeiro (PMDB-RS) prepara uma ampla mudança na organização do Ministério da Agricultura para melhorar a gestão e recuperar o peso político da agropecuária. O ministro disse que vai extinguir algumas secretarias, mudar atribuições e criar estrutura exclusiva para o cooperativismo. Vai transformar secretários em assessores especiais, todos respondendo ao novo supersecretário-executivo, o advogado José Carlos Vaz, ex-diretor de Agronegócios do Banco do Brasil. Também pediu ao presidente do BNDES, Luciano Coutinho, a criação de uma vice-presidência de agronegócio no banco estatal.

Em seu quinto mandato consecutivo na Câmara, Mendes Ribeiro é considerado habilidoso e bem relacionado na cúpula do poder. Sua força emana, em grande parte, de seu relacionamento de longa data com a presidente Dilma Rousseff. Ele é amigo do ex-marido de Dilma, Carlos Araújo, e do chefe de gabinete da presidente, Giles Azevedo. Para levar seu plano adiante, Mendes está "limpando", sem alarde, a estrutura montada pelo antecessor, Wagner Rossi. Todas as secretarias serão ligadas à secretaria-executiva, que será uma superestrutura. (Págs. 1 e A14)

Pfizer amplia negócios com genéricos

Com faturamento em torno de R$ 3,5 bilhões no Brasil em suas três áreas de atuação, a americana Pfizer está ampliando os negócios com medicamentos genéricos. Quase um ano depois de ter comprado 40% do laboratório brasileiro Teuto, a empresa começa este mês a vender as versões genéricas do Viagra e do Lipitor (contra colesterol), dois dos seus campeões de vendas. Desde que a patente venceu, o faturamento com o Viagra recuou cerca de 50%. A empresa quer compensar essa perda com as versões genéricas, cujos preços são menores. As duas companhias também estão trabalhando para colocar no mercado genéricos de outras farmacêuticas.

"Começamos a colher os frutos da integração", afirmou ao Valor Victor Mezei, presidente da Pfizer no país. Mais popular, a Teuto progride em segmentos do mercado em que a Pfizer dificilmente avançaria. "Não queremos transformar a Teuto na Pfizer e vice-versa". (Págs. 1 e B7)

Defesa terá um orçamento maior em 2012

A proposta orçamentária de 2012, enviada pelo governo ao Congresso, prevê R$ 16,05 bilhões para as despesas do Ministério da Defesa em investimentos e custeio (sem pessoal e encargos), com aumento de 5,8% em relação ao valor definido na lei orçamentária deste ano. Parece pouco, mas os gastos da Defesa foram os mais afetados pelo corte no Orçamento de 2011. A Pasta ficou com R$ 10,8 bilhões e perdeu R$ 4,3 bilhões.

Na proposta orçamentária para 2012, a Defesa procurou preservar os projetos que considera estratégicos. O maior orçamento de investimentos será o da Aeronáutica, que terá R$ 4,6 bilhões dos R$ 8,02 bilhões para todo o ministério. (Págs. 1 e A10)

Invasão de importados na mesa

Câmbio favorável e renda maior elevaram a quantidade de frutas e legumes importados na dieta de parte da população brasileira. Grandes centros varejistas ampliaram a oferta de produtos diferenciados - de batatas do Oregon (que vêm em diferentes tons de amarelo e rosa) a "orelhas-de-judas", cogumelo cultivado na Ásia. Na linha de produtos gourmet, o grande destaque deve ser o alho preto defumado produzido na Argentina.

A compra externa de legumes pulou de 167 mil toneladas em 2007 para 285 mil toneladas em 2010, um salto de 70%. De janeiro a agosto, já foram importadas 189 mil toneladas. Na Ceagesp paulista, o maior entreposto de alimentos do país, 15% de 1,5 milhão de toneladas de frutas já vêm de fora do país. (Págs. 1 e B16)

Comunidades carentes usam 'moedas' próprias para aquecer a economia local (Págs. 1 e B10)


Obama lança pacote fiscal e acirra disputa com republicanos (Págs. 1 e A11)


Cabo Frio mira a cadeia do petróleo

Os municípios de Cabo Frio e Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, em parceria com o governo fluminense, estudam a criação de um distrito logístico e industrial com foco na indústria de petróleo e gás. (Págs. 1 e B1)

Alta renda adere ao porta a porta

Pesquisa mostra que sete entre dez brasileiros das classes de maior renda fazem compras de produtos pelo sistema porta a porta, um canal de venda identificado no passado principalmente com as camadas sociais mais baixas. (Págs. 1 e B4)


Starbucks quer crescer no Brasil

Ao mesmo tempo em que avança na Ásia, a rede de cafeterias Starbucks quer expandir sua operação na América Latina, especialmente no Brasil, onde tem 28 lojas, diz o CEO, Howard Schultz. A empresa tem US$ 2 bilhões em caixa para investir de "maneira agressiva e oportunista". (Págs. 1 e B5)

Reforço na embalagem

Impulsionada pelo crescimento do setor de perfumaria e cosméticos, a fabricante francesa de frascos de vidro SGD investe para aumentar a produção no Brasil, onde atende grandes clientes como Natura, Avon e Boticário. (Págs. 1 e B8)

Ideias

Antonio Delfim Netto

Tem razão o dr. Tombini. Vamos por nossas barbas de molho e nos proteger da provável desintegração da economia mundial. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Arcênio Rodrigues da Silva

O argumento de que a União não tem recursos para financiar a saúde, conforme a emenda 29, não tem respaldo. (Págs. 1 e A10)

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segunda-feira, setembro 19, 2011

XÔ! ESTRESSE [in:] CEGUEIRA...

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BRASIL [in:] DESINDUSTRIALIZAÇÃO. Sim ou Não ???

A desindustrialização no Brasil

Autor(es): Luiz Carlos Mendonça de Barros
Valor Econômico - 19/09/2011

Volto ao tema da desindustrialização que estaria ocorrendo no Brasil e que aparece com frequência na imprensa brasileira. Entende-se esse fenômeno como a redução estrutural da participação da indústria no PIB em função do crescimento das importações. O real forte seria o grande culpado segundo as lideranças empresariais e alguns membros do governo.

Em um primeiro momento o governo tentou enfraquecer o real via compras maciças de dólares no mercado de câmbio e a introdução de um IOF na entrada de recursos financeiros de curto prazo. Mais recentemente, atravessou uma fronteira perigosa - e que tinha sido evitada até agora - ao passar a cobrar o IOF nas operações de derivativos cambiais. Apesar de todas essas intervenções nossa moeda continua como uma das mais valorizadas no mundo emergente, o que tem provocado ranger de dentes em Brasília.

Na última quinta feira o governo resolveu ampliar sua intervenção e decretou um brutal aumento do imposto de importações de automóveis - mascarado por um novo IPI seletivo - na primeira medida direta para reduzir as pressões dos produtos importados. O primeiro alvo nesta nova escalada foi o setor automobilístico que sofre uma concorrência vigorosa de produtos importados. Certamente a influência política dos sindicatos dos metalúrgicos, principalmente do ABC, está por trás dessa escolha. Afinal eles conseguiram generosos aumentos na última rodada de dissídios coletivos e as empresas precisam de espaço para absorver, via preços, esse aumento de custo.

Outros setores da indústria de transformação a partir de agora vão demandar tratamento semelhante e corremos o risco - principalmente o cidadão consumidor - de uma rodada importante de fechamento via impostos de nossa economia, revertendo a tendência dos anos Lula.

O leitor do Valor sabe que não concordo com a análise simplista de que os problemas que enfrentamos hoje são criados, majoritariamente, pelas importações. Como escrevi em coluna recente neste jornal as causas são mais profundas e complexas e estão associadas às questões micro econômicas internas, como sistema tributário, regras salariais e custos de logística. Mas a medida do aumento diferenciado do IPI mostra que o governo resolveu agir de acordo com suas convicções e caminhar firme na direção da restrição direta às importações. E elas se aproximam muito da política do regime militar, quando Delfim Netto era ministro todo poderoso do governo. Aliás, fala-se muito hoje de sua volta ao centro das decisões econômicas no governo Dilma.

Vou me valer de dois ensinamentos que trago dos meus tempos de estudante de engenharia na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo para continuar minhas reflexões sobre este tema. O primeiro deles, que aprendi com um professor de Física ainda no começo de meus estudos, diz que contra fatos concretos não há argumentos. Por isso, se entendemos a desindustrialização apenas como a redução da participação da atividade industrial no PIB brasileiro e, se olharmos para o passado longínquo do regime militar como período de referência, estamos diante de um fato inquestionável e assustador.

Nos estertores do regime militar a indústria chegou a representar, em termos nominais, 48% do PIB. Com o colapso do modelo da ditadura e a aceleração da inflação a partir da década dos oitenta do século passado a indústria chegou a 28% do PIB às vésperas do Plano Real. Com a estabilização da economia nos anos FHC tivemos uma pequena recuperação da indústria, que alcançou a marca de 30% do PIB na passagem do governo ao presidente Lula. Hoje essa relação voltou a cair e chegou a 26% do PIB no início do governo Dilma. Não por outra razão temos ainda saudosistas do período militar, quando as restrições draconianas às importações fizeram com que a indústria brasileira chegasse a representar quase metade do PIB. Esse número só foi atingido pela União Soviética na segunda metade do século passado, o que não me parece uma boa referência tanto econômica como política.

Mas a que custo foi conseguido esse resultado no Brasil? Quantos anos de sacrifício foram necessários para purgar os projetos industriais sem viabilidade que formaram a base desta estrutura industrial artificial? Vamos impor ao consumidor brasileiro novamente os custos de um sistema micro econômico ineficiente e impossível de ser mantido no mundo de hoje?

Por ter vivido intensamente esse período de ajustes - inclusive como diretor do Banco Central - é que me assustam esses movimentos recentes do governo. E trago aqui o segundo ensinamento dos meus anos de politécnico: "sem um entendimento correto das causas de um problema nunca chegaremos a sua solução".

E, no caso da perda de musculatura de nossa indústria, a forma como o governo e parte importante da liderança empresarial pretende enfrentar suas causas é um exemplo dessa armadilha. Restringir as importações pela imposição de novas barreiras tarifárias é não tratar das causas corretas além de interromper um caminho de integração de nossas cadeias produtivas que nos levam a uma economia mais eficiente.

Luiz Carlos Mendonça de Barros, engenheiro e economista, é diretor-estrategista da Quest Investimentos. Foi presidente do BNDES e ministro das Comunicações. Escreve mensalmente às segundas.

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

19 de setembro de 2011

O Globo


Manchete: Infecção hospitalar mata 100 mil por ano no Brasil

Segundo estudo, não há controle adequado em 80% dos estabelecimentos

A falta de cuidado com a higiene nos hospitais públicos e privados produz um quadro dramático no país: a cada ano, cerca de cem mil pessoas morrem devido às infecções hospitalares, conclui levantamento feito pela Associação Nacional de Biossegurança (Anbio). O governo não tem dados consolidados sobre o problema, apesar de uma comissão ligada ao Ministério da Saúde ter sido criada há 26 anos com esse objetivo. A pesquisa da Anbio mostra que, em média, 80% dos hospitais brasileiros não fazem o controle adequado para evitar a disseminação das infecções. (Págs. 1 e 3)

Enquanto isso, em NY...

Em seu primeiro compromisso oficial nos EUA, a presidente Dilma Rousseff exaltará hoje medidas do governo na Saúde, como o programa que distribui remédios de graça. (Págs. 1 e 9)

DSK admite falha moral, mas nega estupro

Em sua primeira entrevista, a uma TV francesa, Dominique Strauss-Kahn, ex-chefe do FMI, confessou ter tido relação sexual com a camareira em Nova York, mas negou tê-la estuprado. "Foi um erro moral", declarou DSK, que descartou ainda disputar a Presidência de seu país: "Eu perdi meu encontro com os franceses." (Págs. 1 e 26)

Participação feminina eleva produtividade

Relatório do Banco Mundial sobre desigualdade entre homens e mulheres revela que oportunidades iguais geram alta de até 25% na produtividade. (Págs. 1 e 21)

Israel tenta evitar votação na ONU

O ministro da Defesa negocia alternativas à votação de um Estado da Palestina na ONU. Representantes palestinos dizem que podem voltar atrás. (Págs. 1 e 25)


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Folha de S. Paulo


Manchete: Ação da Petrobras não vai dar retorno tão cedo, diz Gabrielli

Entrevista da 2ª

Presidente da empresa afirma, porém, que a longo prazo cenário é melhor que o de concorrentes

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, atribui a queda das ações da empresa a uma "situação de penalização no curto prazo". A baixa desde o início deste ano atinge 23,5%.

"A Petrobras fez a maior capitalização da história mundial em 2010. Isto tem um custo", afirma Gabrielli em entrevista à Folha. (Págs. 1 e A14)

Estados tiram R$ 2 bi de verba para a saúde

Dez Estados não investiram o mínimo de 12% de suas receitas na saúde em 2009, segundo o Ministério da Saúde. O pior no ranking é o Rio Grande do Sul, que aplicou só 5%. São Paulo destinou 11,6%, mas contesta a metodologia.

O percentual de 12% é definido pela emenda 29, que determina gastos mínimos do setor público no sistema de saúde - a norma deve ser regulamentada na quarta-feira. Ao todo, os Estados deixaram de aplicar R$ 2 bilhões no setor. (Págs. 1 e Poder A4)

Ex-diretor do FMI admite falta moral e nega violência

O ex-diretor do FMI Dominique Strauss-Kahn, acusado por uma camareira de tentar estuprá-la, reconheceu ter cometido "relação inapropriada" e "falta moral". Mas negou ter havido violência ou coerção.

Foi a primeira entrevista de Strauss-Kahn desde o escândalo que lhe custou o cargo. A denúncia foi anulada em agosto por falta de provas. (Págs. 1 e Mundo A12)

O peso da redação

Pesquisadores em avaliação educacional discordam da forma como o Ministério da Educação calcula as médias das escolas no Enem. Para eles, é dado peso excessivo à redação, em detrimento do restante do conteúdo. (Págs. 1 e Saber C9)

Vinícius Mota

Massacre do IPI também atinge o consumidor

Compre um carro "nacional" pior e salve empregos, diz o governo, ao dinamitar o setor de importados. Mas como cair nessa lorota se não há contrapartida para as fábricas que escaparam do massacre do IPI? (Págs. 1 e Opinião A2)

Anhanguera compra Uniban e vira gigante do ensino superior (Págs. 1 e Poder A8)



Estudante furta ônibus e bate em 18 carros no Rio

Após sair de uma festa à fantasia, com roupa semelhante à usada, por policiais do Bope, um estudante de direito furtou um ônibus e rodou cerca de 23 quilômetros em alta velocidade. Foi da Barra da Tijuca à zona sul do Rio, avançou sinais e bateu em 18 carros até ser parado pela PM. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Foto legenda: O estudante Pedro Henrique Garcia, 24, com roupa do Bope.

Editoriais

Leia "Equilíbrio ameaçado", sobre Israel e a declaração do Estado palestino na ONU, e "Altos e baixos do dólar", que analisa as determinantes da cotação. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: EUA buscam apoio na ONU para vetar Estado palestino

Americanos negociam com países europeus uma proposta que leve os palestinos a recuarem do pedido

Os Estados Unidos ampliaram ontem a ofensiva contra o reconhecimento pleno do Estado palestino pela ONU, informa o correspondente em Nova York, Gustavo Chacra. Os americanos têm poder de veto contra a iniciativa no Conselho de Segurança da ONU e já anunciaram que vão exercê-lo, mas temem o constrangimento de ficar isolados. Seus diplomatas trabalham em duas frentes: conseguir aliados no conselho e costurar com europeus uma proposta que faça os palestinos recuarem do pedido. O Brasil e outros 121 países já declararam apoio ao reconhecimento do Estado palestino. Em Israel, o premiê Binyamin Netanyahu disse que a iniciativa está destinada ao "fracasso". O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, prometeu manter o pedido, para conseguir uma vitória simbólica. (Págs. 1 e Internacional A8 e A9)

Dilma passeia em NY e prepara discursos

A presidente Dilma Rousseff dedicou parte do dia a preparar os seis discursos que fará esta semana em Nova York - o mais importante será o da abertura da Assembleia da ONU, na quarta-feira. Também aproveitou para ir ao Metropolitan Museum e almoçar salmão defumado no Café Boulud. Estava acompanhada da filha, Paula, e de ministros. Hoje a presidente participa de um colóquio sobre mulheres na política. (Págs. 1 e Internacional A9)

Brasil propõe barreira para compensar perda cambial

O governo brasileiro vai apresentar à Organização Mundial do Comércio (OMC) uma proposta para combater o prejuízo provocado pelo câmbio. A ideia é taxar produtos de países que desvalorizem suas moedas para obter vantagens comerciais. Organismos como o Fundo Monetário Internacional (FMI) ficariam responsáveis por definir limites para a oscilação das moedas. Diplomatas já sondaram os EUA e a China sobre o assunto. (Págs. 1 e Economia B1 e B4)

TRE promove empresa e irrita juízes

Juízes se rebelaram contra orientação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo de distribuir a 290 prefeitos cartilhas sobre programa de coleta seletiva de lixo da Jetro Ambiental, que tem contrato de R$ 14,4 milhões com o Tribunal. Órgão quer Judiciário
"mais próximo da cidadania". (Págs. 1 e Nacional A7)

Esportes: Copa terá meia entrada

Contrariando a Fifa, a Lei Geral da Copa, que o governo envia hoje ao Congresso, manterá o direito de idosos pagarem meia entrada na Copa de 2014. (Págs. 1 e E2)

Alcoolismo mata tanto quanto crack no Brasil, revela estudo

O índice de mortalidade entre dependentes de álcool no Brasil está próximo do registrado entre os usuários de crack. Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostra que, em cinco anos, l7% dos pacientes atendidos em uma clínica de São Paulo morreram. (Págs. 1 e Vida A13)


Ex -diretor do FMI admite 'falha moral'

Na primeira entrevista desde sua prisão, em maio, o ex-diretor do FMI Dominique Strauss-Kahn negou ter estuprado a funcionária de um hotel em Nova York, mas reconheceu o episódio como "falha moral". (Págs. 1 e Internacional A11)


SP teve 71 arrastões em restaurantes este ano (Págs. 1 e Cidades C1)


NY se firma como 2º polo hi-tech dos EUA (Págs. 1 e Link L4)



Carlos A. Sardenberg

Aeroportos da fila única

A ideia de privatização é antiga, mas ficou parada por restrições ideológicas. Agora saiu, por necessidade. Mas saiu algo envergonhada. (Págs. 1 e Economia B2)

Notas & Informações

Mais pobres no mundo rico

A queda da renda nos EUA afeta a candidatura de Obama, mas ajuda seu plano anticrise. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Mulheres dominam a elite da educação

Elas detêm a maioria dos títulos de mestrado e doutorado, segundo levantamento exclusivo do Correio

Ainda em desvantagem no mercado de trabalho, as brasileiras mostram-se atuantes na produção do conhecimento. De 2004 a 2010, as universidades concederam mais diplomas de mestre e de doutor às mulheres. Daiva Tupinambá, Michelle Pinto e Jéssica Bergmann se orgulham de aprofundar pesquisas na área de biotecnologia, mas reclamam do preconceito no ambiente profissional. (Págs. 1, 8 e 9)

Foto legenda: Dilma acena para o mundo

Nova York - Primeira mulher a abrir uma Assembleia Geral das Nações Unidas, Dilma Rousseff desembarcou nos EUA determinada a ampliar a projeção brasileira na economia e na política internacional. Após distribuir cumprimentos no Hotel Wardolf Astoria, a presidente foi admirar as pinturas de Frans Hals no Metropolitan Museum. (Págs. 1 e 2)

Saúde no DF: Médicos fogem da rede pública

Os baixos salários e as condições precárias de trabalho são alguns dos motivos que desanimam os profissionais a atuar nos hospitais e postos mantidos pelo governo local. Dos 279 aprovados na seleção mais recente do GDF, quase 60% dispensaram o cargo. Secretaria planeja ampliar vantagens aos temporários. (Págs. 1, 17 e 18)


Mãe admite que abandonou bebê

A jovem de 18 anos que entregou um recém-nascido a um vigia do Hospital de Santa Maria assumiu à polícia que é a mãe da criança e disse ter sido vítima de estupro. (Págs. 1 e 19)

No cinema, o exílio de JK

Em sessão especial, amigos e familiares de Juscelino se emocionam com documentário sobre o período em que o ex-presidente foi obrigado pela ditadura a deixar o Brasil. (Págs. 1 e 22)

Barbárie: Cinco dias de horror no Pará

Menina de 14 anos denuncia ter sido abusada diariamente por detentos de uma colônia penal a 50km de Belém. (Págs. 1 e 6)

Perigo: Carne aumenta risco de diabetes

Pesquisa da Universidade de Harvard relaciona o alto consumo de carne vermelha ao tipo 2 da doença. (Págs. 1 e 15)

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Valor Econômico


Manchete: Governo retoma grandes contratações em 2012

Para garantir um corte de R$ 50 bilhões no orçamento, o governo suspendeu a realização de concursos públicos e a admissão de novos servidores públicos em 2011. O ano de 2012 será diferente. A presidente Dilma Rousseff pretende retomar as contratações em larga escala no próximo ano e colocar em prática algumas das prioridades que definiu. Para isso, o governo programou o ingresso de 54.724 funcionários em 2012, sendo 33.568 só na área da Educação. Até 2014, esse Ministério poderá ter um contingente de 94.032 novos servidores, de acordo com o planejamento do governo.

Se todas as 54.724 contratações forem feitas, a despesa anual com a folha de salários do governo federal aumentará em R$ 3,2 bilhões. O gasto em 2012, no entanto, será de R$ 1,6 bilhão, pois as contratações serão feitas ao longo do ano, o que reduzirá o desembolso. No governo de Luiz Inácio Lula da Silva, ingressaram na folha de pagamento 155 mil pessoas. (Págs. 1 e A4)

Brics já têm bônus europeu

Países do grupo dos Brics, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, já adquiriram títulos do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (EFSF, na sigla em inglês), principal instrumento à disposição da zona do euro para socorrer os países da região. A informação foi revelada ao Valor pelo diretor financeiro do fundo, Christophe Frankel, que espera que os Brics comprem mais papéis para aumentar a capacidade de empréstimos do EFSF. O fundo tem feito teleconferências com os bancos centrais do grupo para divulgar o bônus, que tem o mais elevado rating possível, garantia dos 17 países da zona do euro e retorno acima do dos títulos do Tesouro americano.

O Brasil, aparentemente, se prontificou a participar de uma ação conjunta dos Brics, mas o governo sabe que essa não é uma decisão simples. (Págs. 1 e C1)

Suzano avalia vender ativos da área de papel

Com um endividamento elevado e um ousado plano de investimento pela frente, a Suzano Papel e Celulose avalia a venda de ativos na área de papel.

Certa de que o negócio de papel já não oferece futuro promissor, não muito distante do limite de alavancagem financeira estabelecido pelo conselho de administração e com dívidas de mais de R$ 4 bilhões vencendo até 2014, a empresa controlada pela família Feffer contratou o JP Morgan para a operação, que pode ser executada em blocos. (Págs. 1 e B9)

Nippon Steel vai reorganizar Usiminas

A nova reorganização societária da Usiminas deverá ser feita em etapas, sob o comando da Nippon Steel, com a saída de Votorantim e Camargo Corrêa do bloco de controle da siderúrgica. A proposta da CSN pelos 26% do bloco V/C estabeleceu um valor-piso para negociação coma a Nippon. A posição dos dois grupos é hoje de investidores financeiros. Não têm pressa de vender, mas também não faria sentido recusar propostas a preços que incorporem o potencial de ganho futuro da siderúrgica.

No primeiro momento, o grupo japonês vai ficar com as ações das duas sócias, se fortalecer como grande acionista e só depois buscará um parceiro para uma possível união de ativos, dentro de sua estratégia de atuação no mercado das Américas. A Ternium, do grupo ítalo-argentino Techint, e a brasileira Gerdau são vistas como empresas amigáveis para uma associação.(Págs. 1 e B11)

Foto legenda: Passo à frente

Uma das últimas operadoras independentes de telecomunicações, a Transit pretende agora ganhar espaço em software e serviços de tecnologia da informação, diz Allan Horita, diretor. (Págs. 1 e B2)

Quatro grandes fizeram lobby do IPI

Toda a preparação das medidas para elevar a tributação dos carros importados, anunciada pelo governo na quinta-feira passada, foi cuidadosamente acompanhada pelos lobistas de quatro fabricantes: Fiat, Ford, General Motors e Volkswagen. Na reta final das conversas, a Anfavea, entidade que representa o setor, convocou a Brasília os executivos das quatro marcas mais experientes nesse tipo de negociação. Alguns adiaram compromissos no exterior para participar.

Essas indústrias vinham negociando há meses com o governo a criação de fórmulas que premiassem a atividade fabril no Brasil e penalizassem os concorrentes que não produzem no país. As preocupações com os importados começaram há cerca de dois anos, com o aumento de vendas de carros coreanos, das marcas Hyundai e Kia, estimuladas sobretudo pela desvalorização do dólar e o início da crise mundial. (Págs. 1 e A5)

Mau momento para pequenas hidrelétricas

Os grandes investimentos em obras como Belo Monte e as usinas do rio Madeira ofuscaram a crise que se instalou entre os projetos de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), usinas que geram até 30 megawatts (MW). Em agosto, nenhum dos 27 projetos habilitados em um leilão conseguiu fechar negócio para oferecer energia daqui a três anos.

Especialistas atribuem as dificuldades à falta de estímulos fiscais e à burocracia, capaz de manter um projeto por anos na gaveta. Empreendedores se queixam de que, embora enquadrada entre as fontes alternativas de energia, as PCHs não contam com as mesmas benesses garantidas à geração eólica e às usinas de biomassa, que tiveram suas alíquotas de ICMS zeradas. (Págs. 1 e A3)

Marfrig se desfaz da logística

A Marfrig Alimentos anunciou ontem a venda por US$ 400 milhões das operações de logística da subsidiária Keystone Foods para a americana The Martin-Brower Company, L.L.C. O negócio, que envolve especificamente serviços e ativos voltados para atender a rede de fast food McDonald's nos EUA, Europa, Oriente Médio, Oceania e Ásia, não inclui a logística de produtos fabricados pela Keystone.

A estratégia da Marfrig é focar na produção de proteínas. Mas a venda também reforça o capital de giro e o caixa para pagar dívidas. (Págs. 1 e B16)

Metalúrgicos de São José dos Campos fazem greve por reajuste de 17,45% (Págs. 1 e A2)


Obama apresenta hoje plano para reduzir déficit público (Págs. 1 e Al3)


Lula pressiona por renovação

Com a eventual candidatura do economista Márcio Pochmann à Prefeitura de Campinas, Lula tenta renovar as lideranças do PT e reproduzir a estratégia em andamento na capital paulista com o ministro Fernando Haddad. (Págs. 1 e A6)

Calçadistas se fixam na Argentina

A perspectiva de continuidade da política de substituição de importação na Argentina, com a reeleição de Cristina Kirchner, leva indústria calçadista brasileira a aumentar a produção no país vizinho. (Págs. 1 e B1)

Brasil cai no ranking de TI

O Brasil perdeu duas posições, para o 94º 1ugar, entre as economias mais avançadas em TI, conforme pesquisa da União Internacional de Telecomunicações. Segundo a entidade, o serviço celular no país continua entre os mais caros do mundo. (Págs. 1 e B3)

Sada aposta na bioenergia

O grupo Sada, um dos maiores transportadores de veículos do Brasil, diversifica os negócios e aposta na cogeração de energia a partir do bagaço de cana-de-açúcar. Segundo seu presidente, Vittorio Medioli, em dois anos, 60% dos lucros do grupo virão da bioenergia. (Págs. 1 e B8)


Solução caseira

Com a falta de talentos, mais empresas estão pagando funcionários para que indiquem profissionais para suas vagas. Os prêmios variam de R$ 300 a R$ 4 mil e, em algumas companhias, até 50% das posições já são preenchidas com sugestões internas. (Págs. 1 e D10)

Informatização patina na Justiça

A implantação do processo eletrônico ainda caminha lentamente no judiciário, quase cinco anos após a edição da lei que autorizou a informatização, em 2006. Na área trabalhista, por exemplo, só 2% das ações abertas em 2010 foram digitais. (Págs. 1 e E1)

Ideias

Luiz Carlos Mendonça de Barros

Com elevação do IPI de carros corremos o risco de uma rodada importante fechamento da economia via impostos. (Págs. 1 e Al5)

Ideias

Carlos da Silva Costa

Novo modelo de governança é necessário para a disciplina fiscal, competitividade e estabilidade na zona do euro. (Págs. 1 e A16)

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sexta-feira, setembro 16, 2011

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

16 de setembro de 2011

O Globo


Manchete: Governo taxa carro importado para segurar invasão asiática

Impacto no preço deve chegar a 28%. Objetivo é aumentar produção nacional

De olho no crescimento das vendas de carros importados, o Ministério da Fazenda elevou em 30 pontos percentuais o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para proteger a industria nacional. Nos modelos mais baratos, de mil cilindradas, o IPI passará de 7% para 37%. Nos mais caros, o imposto, que hoje oscila de 11 % a 13%, ficará entre 41 % e 43%. Com isso, a expectativa é que o preço do carro importado suba 28%. A alta do imposto deve barrar a invasão de veículos chineses e coreanos, principalmente. Se não quiser se sujeitar ao aumento do imposto, as montadoras terão de utilizar pelo menos 65% das peças nacionais ou produzidas no Mercosul. Também serão obrigadas a investir em inovação tecnológica. O Brasil é o quinto maior mercado consumidor de automóveis e o sétimo produtor. Só no primeiro semestre, importou US$ 5,2 bilhões, com aumento de 46,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as exportações tiveram queda de 7,8%. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o Brasil deve chegar à quarta posição entre os produtores. (Págs. 1 e 23)


Dilma: "Viva o PMDB; viva o povo brasileiro"

Um dia após demitir o segundo ministro do PMDB por suspeita de mau uso de dinheiro público, a presidente Dilma participou de encontro do partido e foi toda elogios aos peemedebistas. Afirmou que a legenda é fundamental para seu governo e concluiu: "Viva o povo brasileiro, viva o PMDB, viva o Brasil”. Em posição contrária à do PT, o PMDB aprovou "carta compromisso" em que defende a liberdade de imprensa. (Págs. 1 e 3)


Quem é o ministro Gastão

Deputado em quinto mandato, Gastão Vieira foi duas vezes secretário no governo Roseana Sarney no Maranhão. Sua atuação na Câmara é mais voltada para educação, mas ele disse não se sentir um "genérico" por assumir o Turismo. (Págs. 1, 4, 5 e Miriam Leitão)



Copa: faltam 1.000 dias, 52 obras, 12 estádios, leis e uma seleção...

Brasil tem inúmeros desafios até 2014

O Brasil tem mil dias, a partir de hoje, para corrigir problemas em inúmeras áreas e poder encantar o mundo na Copa 2014. Se 52 obras de infraestrutura das 81 previstas nem começaram, no caso da legislação é pior: o projeto com as garantias para a Fifa nem foi enviado ao Congresso. Os estádios avançam, mas a seleção de Mano Menezes...(Págs. 1 e Caderno Esportes)


Milicianos protegem camelôs no Centro

O Setor de Inteligência da Guarda Municipal investiga a proteção de milicianos a camelôs estrangeiros que atuam na Rua Uruguaiana, fora da área da Unidade de Ordem Pública (UOP) do Centro. O secretário Alex Costa disse que em 30 dias entregará um relatório às polícias Civil e Federal para uma ação conjunta contra os crimes de contrabando e imigração ilegal. (Págs. 1 e 14)


Municípios vão perder R$ 24 bi com royalties

Nova proposta faz municípios produtores de petróleo reduzirem fatia de 26,25% para 6%. Até 2020, haveria perda de R$ 24 bi, sobretudo para Rio, Campos, Macaé e Rio das Ostras. (Págs. 1, 27, 29, Flávia Oliveira e editorial "União é que deve ceder mais")


Brasil aprova feijão alterado geneticamente

O feijão resistente à praga do mosaico dourado é o primeiro transgênico inteiramente nacional a ter sua produção e venda aprovadas no país. O grão foi desenvolvido pela Embrapa. (Págs. 1 e 34)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Governo aumenta IPI, e carro pode subir até 28%

Medida atinge veículo que não for 65% nacional e não tiver inovação tecnológica

O governo decidiu elevar o IPI para veículos importados e montadoras nacionais que não atenderem a exigência de ter ao menos 65% de componentes nacionais e de fazer investimentos em inovação tecnológica.

A medida, que vai vigorar de novembro próximo até o final de 2012, atingirá carros e caminhões que não se enquadrem nos requisitos. (Págs. 1 e Poder A13)

Foto legenda: Engavetamento de 2Km provoca pânico e morte na Imigrantes

Um engavetamento que envolveu cerca de 300 veículos ao longo de 2Km deixou um morto e ao menos 50 feridos na rodovia dos Imigrantes, que liga São Paulo a Santos. Houve explosão, pânico e correria, e pessoas ficaram presas nas ferragens. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Novo ministro atribuiu mensalão ao governo Lula

Gastão Vieira, que toma posse hoje como ministro do Turismo, foi grande crítico do mensalão, que considerou um "caso de corrupção sem paralelo" no país.

Entre 2005 e 2009, Vieira atacou o governo em discursos na Câmara dos Deputados e disse que o Executivo havia preferido "comprar partidos". (Págs. 1 e Poder A4)

Esporte: A mil dias da Copa, Brasil terá de acelerar obras de estádio (Págs. 1, D2 e D6)


'Pool' de BCs dá crédito aos bancos europeus

Para ajudar os bancos europeus em dificuldades, os BCs da zona do euro, dos EUA, do Japão, do Reino Unido e da Suíça darão crédito ilimitado em dólar nos próximos três meses.

O anúncio ajudou a valorizar o euro diante do dólar e as Bolsas a fechar em alta, puxadas por ações de bancos. A Bolsa de Paris subiu 3,27%, Frankfurt, 3,15%, e Londres, 2,1l%. (Págs. 1 e Mundo A14)

Justiça tira 2 filhos adotivos de casal que quis devolver 1

Um casal de classe média alta de SC perdeu a guarda de dois irmãos adotados há seis anos após tentar devolver um deles. Segundo eles, o menino apresentava problemas de relacionamento.

Ao saber que perderia também a menina, o casal recorreu da decisão, sem sucesso. As crianças foram para um abrigo. (Págs. 1 e Cotidiano C5)

Dilma vai anunciar R$ 5 bi para metrô em 4 capitais (Págs. 1 e Cotidiano C10)


Procuradora quer investigar antes de registrar PSD (Págs. 1 e Poder A12)


Patriota cobra do Irã programa nuclear pacifico

O ministro Antonio Patriota (Relações Exteriores) criticou o programa nuclear iraniano. "Acho que é necessário o Irã demonstrar que ele é apenas para fins pacíficos." (Págs. 1 e Mundo A22)

Editoriais

Leia "Alvo do crescimento", que comenta efeitos da busca de alta no PIB de 4%, e "Curto-circuito", sobre contratações sem concurso no governo de SP. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Governo eleva IPI e carro importado pode ficar até 28% mais caro

Alta, de 30 pontos porcentuais, não atinge carros com ao menos 65% do conteúdo nacional

O governo anunciou um aumento de 30 pontos porcentuais no IPI dos automóveis e caminhões. A medida deverá atingir principalmente os importados, sobretudo os chineses e coreanos. Isso porque ficarão de fora do aumento os modelos que tiverem no mínimo 65% de conteúdo nacional, cujas fabricantes tenham elevado investimentos em pesquisa e desenvolvimento e que aceitem pelo menos 6 de 11 requisitos referentes a etapas de produção que precisam ser cumpridas no País. O aumento do IPI, se repassado ao preço, provocará uma elevação de 25% a 28%, segundo estimou a Fazenda. (Págs. 1 e Economia B1)

Caso pode parar na OMC

O aumento do IPI pode ser questionado na Organização Mundial do Comércio, avaliam especialistas. Segundo fontes, o governo resolveu correr o risco. (Págs. 1 e Economia B3)



Para Dilma, o Brasil agora "não quebra mais"

A presidente Dilma Rousseff disse ontem que, ao contrário do passado, quando o País sofria baques à medida que as crises externas avançavam, “o Brasil não quebra mais". O comentário foi feito em evento do PMDB. Dilma repetiu a retórica de seu antecessor, Lula, que convocou os brasileiros a manter o consumo e aquecer a economia na turbulência de 2008-2009. "A melhor resposta para a crise é continuar crescendo, distribuindo renda, continuar consumindo", afirmou. (Págs. 1 e Economia B7)


BCs agem para ajudar bancos da Europa

Cinco grandes bancos centrais do mundo formalizaram ontem um acordo para fornecer liquidez em dólares ao sistema financeiro europeu. A ação coordenada terá, além do Banco Central Europeu, o Fed (EUA), o Banco da Inglaterra, o Banco do Japão e o Banco Nacional da Suíça. Serão realizadas três operações até o fim do ano. Os mercados comemoraram. As ações dos bancos europeus dispararam. Analistas avaliam que um agravamento da situação poderia levar a Europa a viver uma nova crise de crédito. (Págs. 1 e Economia B9)

Presidente diz que PMDB é "parceiro fundamental"

Após a demissão de outro ministro do PMDB, a presidente Dilma Rousseff elogiou o partido: "O PMDB é o parceiro fundamental no meu governo". O novo ministro do Turismo, Gastão Vieira, disse à rádio Estadão ESPN que não se considera um “ministro genérico". (Págs. 1 e Nacional A4)


Feijão transgênico é liberado para venda (Págs. 1 e Vida A18)


Estrangeiro usa laranja para comprar terras (Págs. 1 e Nacional A10)


Reforma de avião militar dá lucro à Embraer (Págs. 1 e Economia B13)


Anvisa bane Bisfenol A de mamadeiras (Págs. 1 e Vida A16)


Engavetamento de 300 carros

O maior engavetamento da história do Sistema Anchieta-Imigrantes, ocorrido ontem, envolveu ao menos 300 veículos, matou uma pessoa e feriu 29. A série de colisões começou por volta das 12h45, perto do km 41, em São Bernardo, no sentido São Paulo. Houve batidas num raio de 2 km. A Policia Militar responsabilizou a neblina - a visibilidade era de 10 metros em alguns trechos. A Imigrantes ficou totalmente interditada. (Págs. 1 e Cidades C1 e C3)

Cameron e Sarkozy viram "heróis" na Líbia

Principais defensores da intervenção da Otan na Líbia, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, David Cameron, foram recebidos como heróis ontem em Trípoli e Benghazi. Os primeiros chefes de governo a visitar a Líbia prometeram ajuda econômica e disseram que não desistirão da caça a Muamar Kadafi e aos kadafistas. (Págs. 1 e Internacional A12)


Fernando Gabeira

Miséria e corrupção

O que falta à presidente é a aceitação da evidência avassaladora de que a corrupção contribui para agravar a miséria no País. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)


Notas & Informações

E a faxina prossegue

Como nunca antes neste país, a regra é tratar a coisa pública como propriedade privada. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Carros importados vão ficar mais caros

O governo decidiu aumentar em 30% a alíquota do Imposto sobre Produtos Importados (IPI) que incide sobre automóveis vindos de outros países. Com isso, os preços desses veículos devem subir de 25% a 28%, dependendo do modelo. Anunciada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, a medida valerá até dezembro de 2012. A decisão foi tomada após reunião com dirigentes de montadoras e representantes de trabalhadores do setor, que reclamam da concorrência e do corte de empregos diante da avalanche de importados no mercado nacional. Devido ao dólar baixo, o segmento cresceu 11,3% só em agosto e bateu recorde de vendas. “Ficamos preocupados quando vemos carros no pátio e fábricas dando férias coletivas”, justificou Mantega. (Págs. 1 e 8)

PMDB troca afagos com Dilma, mas espinafra PT (Págs. 1 e 2)


Foto legenda: Brasília entra no clima da Copa

Iluminação especial no Memorial JK, grafite nos tapumes do Estádio Nacional, shows. É Brasília na briga para abrir a Copa. Hoje, em BH, Dilma dá início à contagem regressiva dos 1.000 dias que faltam para o Mundial de 2014. (Págs. 1, Super Esportes 4 a 6)

Pesquisa: Pobreza do DF mostra a sua cara

Cerca de 250 mil pessoas, ou 10% da população, vivem em famílias com renda de até dois salários mínimos por mês. A dificuldade de acesso à educação e ao trabalho é o maior problema, principalmente dos jovens. (Págs. 1, 21 e 22)

Mesmo em crise UnB lança edital do vestibular (Págs. 1 e 27)


Denúncia: Terror usa a internet como arma

Especialista em "caçar" extremistas na rede, o israelense Gabriel Weimann diz ao repórter Rodrigo Craveiro que a web virou uma importante ferramenta de informação para terroristas islâmicos. (Págs. 1 e 18)

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Valor Econômico


Manchete: Castigada pelo investidor, JBS faz ajustes na operação

Avaliada na bolsa pela metade de seu valor patrimonial, um inequívoco sinal de que algo não vai bem com os investidores, a JBS está disposta a recuperar seu prestígio no mercado de capitais. A empresa, que abriu o capital em 2007 avaliada em cerca de R$ 8 por ação, foi negociada ontem por R$ 4,17, um patamar próximo ao da crise de 2008.

Wesley Batista, há sete meses na presidência da maior empresa de carne bovina do mundo, admite que há um problema nessa relação. Para ele, "a operação como um todo está cada vez melhor”. O mercado, no entanto, ainda não "comprou" essa ideia. (Págs. 1 e D3)


Governo eleva IPI de carro até 55%

Interessado em desestimular as importações, o governo anunciou ontem o aumento, em 30 pontos percentuais, do Imposto sobre Produtos Industrializados incidente sobre automóveis. A medida, que entra em vigor hoje e vai vigorar até dezembro de 2012, pune as indústrias que produzem carros com mais de 35% de conteúdo importado.

Para não pagar a nova alíquota, que pode encarecer os preços dos carros em até 28%, o fabricante terá de cumprir seis de 11 exigências, entre elas, contar com no mínimo 66% de conteúdo nacional em 80% dos veículos produzido, no país e investir 0,5% da receita bruta, descontados os impostos, em pesquisa e desenvolvimento. As empresas têm 30 dias para comprovar se atendem as novas exigências. A decisão faz parte do novo regime automotivo. (Págs. 1 e A3)


Incentivo à PET opõe MG e Petrobras

A fábrica de matéria-prima para PET, primeira das três unidades do complexo industrial da Petroquímica Suape, da Petrobras, iniciará operações no fim do ano. As fábricas de resinas e fios têxteis estão previstas para o início do segundo semestre de 2012. O complexo da Petrobras, com investimentos de US$ 2,5 bilhões, marca o início da produção nacional da PTA no país e, também, o começo de uma disputa da estatal com a italiana Mossi & Ghisolfi (MG), instalada em Suape e única fabricante de PET no Brasil. Ela corre o risco de perder o benefício de importar o PTA com tarifa zero, que expira em 31 de dezembro, mas pode ser renovado. "Como o Brasil passará a produzir, não faz sentido ter PTA subsidiado", diz Paulo Roberto da Costa, diretor de abastecimento da Petrobras. (Págs. 1 e B11)


Paraguai entra no mapa da soja

O crescimento da produção e da exportação de soja no Paraguai está levando mais investimentos ao país vizinho, que já é o quarto maior exportador mundial da oleaginosa. Na próxima safra, os paraguaios devem colher um recorde de 9 milhões de toneladas, resultado explicado principalmente pelo aumento da produtividade, que atingiu este ano 2.917 quilos por hectare, apenas 100 quilos a menos que no Brasil. Curiosamente, a tendência não é puxada pelo consumo da China - 54% de suas vendas são dirigidas à União Europeia.

A decisão argentina de proibir que as esmagadoras importassem soja paraguaia para moer no país, em 2009, fez com que a indústria de óleos ampliasse suas bases no Paraguai. Hoje, estão em curso dois investimentos para elevar a capacidade de esmagamento, que é de 6,5 mil toneladas diárias. Os dois projetos são de grupos internacionais. Um deles vai transformar a Louis Dreyfus na maior esmagadora no Paraguai. A outra nova unidade é da ADM, que chegou este ano ao país. (Págs. 1 e B14)


Fundos de capital protegido obtêm retorno positivo

Investidores que aplicaram nos fundos multimercados de capital protegido atrelados ao desempenho do Ibovespa nos últimos dois anos não têm do que reclamar. Enquanto muitos aplicadores amargam perdas com a queda do valor das ações na bolsa, de 4,86% neste ano, quem investiu nesses portfólios, além de ter o principal garantido, saiu com lucro em alguns casos. Os fundos de capital garantido em geral são constituídos como carteiras multimercado que utilizam operações estruturadas com derivativos para criar diversas condições de ganho e travar as perdas do portfólio. (Págs. 1 e D1)


Varejista Cencosud quer acelerar expansão no país

O grupo chileno Cencosud, que fatura anualmente US$ 12 bilhões, quer transformar o Brasil no seu segundo principal mercado, ultrapassando a Argentina. Mas essa não é uma meta a ser atingida a qualquer custo. "Existe um efeito contábil positivo do real valorizado nos resultados no país, mas há principalmente um interesse da rede em fazer o negócio ganhar escala", afirma um varejista que vendeu um grupo de lojas aos chilenos.

Com US$ 836 milhões de faturamento no Brasil no segundo trimestre, as vendas da rede no país cresceram 148,8% em relação ao mesmo período de 2010, segundo relatório de resultados do grupo. A filial argentina vendeu pouco mais de R$ 1 bilhão no mesmo período, alta de 22,5% em relação a 2010. (Págs. 1 e B1)


Crescimento vai depender, como nunca, do aperto fiscal

Para avaliar os prováveis desdobramentos da crise internacional sobre a economia brasileira, hoje, vale recordar nossa reação à crise de 2008. O principal canal de transmissão da crise para nossa economia foi a maciça contração internacional do crédito. O padrão internacional de reação à crise foi recorrer à expansão fiscal apenas quando a expansão monetária já havia se esgotado, com juros perto de zero. No Brasil, as políticas fiscal e parafiscal foram rápida e fortemente expandidas, limitando a capacidade do BC reduzir mais os juros sem colocar em risco o controle inflacionário.

Na reação à crise atual, o BC decidiu baixar os juros confiando que as políticas fiscal e parafiscal não apresentarão o perfil expansionista da crise passada. Infelizmente, há muito pouca evidência de que o governo vá alterá-las de forma significativa. Mais do que nunca, o crescimento futuro reside na contenção da expansão fiscal. (Págs. 1 e A16)


Empresas europeias miram negócios de US$ 200 bilhões na Líbia (Págs. 1 e A13)


BTG Pactual pode abrir capital em 2012 para internacionalização (Págs. 1 e C8)




Congonhas multa mineradoras

O município de Congonhas (MG), que abriga as estátuas dos profetas do Velho Testamento feitas por Aleijadinho, multou a Vale, CSN, Namisa e Ferro + em R$ 5,2 milhões por irregularidades ambientais. (Págs. 1 e A4)


Arno eleva aposta em panelas

O Grupo SEB Arno reorganizou sua operação de panelas, segmento em que detém metade do mercado brasileiro. Elevou em 50% a produção nas fábricas de São Bernardo (SP) e Recife, reposicionou as marcas Panex e Rochedo e descontinuou a Penedo. (Págs. 1 e B6)


Impulso ferroviário

As concessionárias de ferrovias ALL, Transnordestina e FCA vão recuperar 3,78 mil km de trilhos, atualmente subutilizados. Outros 1,76 mil km serão devolvidos à União. (Págs. 1 e B9)


CTNBio aprova feijão transgênico

Em clima de embate, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou ontem o feijão transgênico desenvolvido pela Embrapa. As sementes devem chegar ao mercado em três anos. (Págs. 1 e B13)


Fiscalização na Cutrale

O Ministério Público do Trabalho flagrou trabalhadores da Cutrale, maior exportadora de suco de laranja do mundo, em condições precárias em Itatinga (SP). A empresa se comprometeu a indenizá-los e providenciar seu retorno a seus locais de origem. (Págs. 1 e B13)


Sem verba. Carf adia audiências

Cerca de cem audiências do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais foram adiadas nesta semana. A causa seria a falta de recursos para transporte e estadia de conselheiros. O órgão terá verba reforçada. (Págs. 1 e E1)


Ideias

Maria Cristina Fernandes

Política econômica de Dilma, além de não ser capitalizada pelos aliados no Congresso, tem leitura enviesada. (Págs. 1 e A7)


Ideias

Naercio Menezes Filho

O Brasil precisa elevar a produtividade da indústria para enfrentar os importados. Até lá, elas terão de inovar para sobreviver. (Págs. 1 e Al5)

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