PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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terça-feira, novembro 22, 2011

XÔ! ESTRESSE [In;] ... VAZOU !

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PARANÁ/AGRONEGÓCIOS [In:] SOMBRA E ÁGUA (DE COCO) FRESCA !


Onde não dá soja o Paraná vai de coco

Coqueirais do Noroeste distribuem produção no estado, em São Paulo e Santa Catarina


Árvore típica no Nordeste brasileiro, o co­­queiro está ganhando espaço no Noroeste do Paraná. Clima quente em região de solo arenoso dificulta a produção de soja, mas oferece condições ideais para o cultivo da fruta. A produção estadual não chegava a 100 mil cocos em 2001 e agora pas­­sa de 2,5 milhões, conforme a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), após cinco anos de expansão acentuada. O valor da produção acaba de passar de R$ 2 milhões ao ano.

As plantações mudaram a pai­­sagem de fazendas de municípios como Colorado, Diamante do Norte e Marilena, no Noroeste. Na Coqueiral Pauda­­lho, de Co­­lorado, há 5 mil co­­quei­­ros e a pro­­dução chega a 230 mil cocos por ano. A fazenda Por­­tão de Ou­­ro, em Marilena, possui mais de 50 hectares e 10 mil pés. Se­­gun­­do a Seab, o estado tem 250 hectares plantados.

Fábio Dias/Gazeta do Povo

Fábio Dias/Gazeta do Povo / Isaura de Oliveira abriu caminho ao experimentar produção de cocos no estado Ampliar imagem

Isaura de Oliveira abriu caminho ao experimentar produção de cocos no estado

Números

250 hectares de coqueiros são cultivados no Paraná. As plantações praticamente não existiam há dez anos.

200 vezes mais cocos são colhidos na Bahia, na comparação com a produção paranaense.

Há 12 anos, a agricultora Isau­­ra Rocha de Oliveira decidiu aban­­donar uma empresa que possuía no estado de São Paulo para investir em cocos no Paraná. Após meses de pesquisa, adquiriu uma fazenda de 20 hectares na região de Colorado e transformou os pastos em coqueirais. A propriedade dela, Coqueiral Pau­­­­dalho, está com a metade dos 5 mil pés de coco em produção. No ano anterior, saíram da fa­­zenda 230 mil frutos.

“Quando estava procurando uma atividade para investir, pesquisei de tudo. Descobri que o coco poderia ser um bom negócio. Faltam frutos no mercado”, diz Isaura. Estados como Sergipe e Ceará produzem 100 vezes mais coco que o Para­­ná. A Bahia, líder na cultura, co­­lhe 200 vezes mais. A produção do Paraná aten­­de o estado e segue também para São Paulo e Santa Catarina.

Nas propriedades da região Noroeste existem dois tipos da fruta, o coco-anão e o coco híbrido. “A diferença é que o coco- anão só serve para se consumir a água. Já o híbrido dá para consumir tanto a água como a fruta”, explica Isaura. Ela recebe mudas da Empresa Brasileira de Pe­s­­quisa Agropecuária (Embrapa) de Aracaju (SE).

Como fonte de água ou massa, o coco dá lucro. Segundo o agrô­­nomo do Instituto Para­naense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) Cirino Corrêa Júnior, um hectare su­­porta até 180 pés de coco e cada planta produz 160 frutos por ano. Quando a unidade é vendida a R$ 0,80, o produtor arrecada R$ 23 mil por hectare. “É muito rentável. Quem deixou a pe­­cuária e investiu em coco se deu bem”, disse.


Adaptação
Estado busca variedade que suporte o frio

O clima do Noroeste do Paraná é considerado adequado para a cocoicultura, apesar da necessidade de irrigação e adubação especial. O estado busca variedades mais adaptadas, que suportem frio de 15 graus e pragas regionais. Há uma década, uma parceria da Emater com a Embrapa de Aracaju (SE) instalou duas unidades de pesquisa de cocos – em Morretes e em Diamante do Norte.

“A geada, o ácaro, a lagarta das folhas e a falsa barata são os principais entraves que prejudicam a produção de coco no Paraná”, afirma Cirino Corrêa, coordenador de Plantas Potenciais na Emater. As variedades que apresentam melhores resultados atualmente são o coco-anão, anão-verde e híbrido, relata.

Os produtores guiam-se por exemplos práticos. Depois que Isaura de Oliveira investiu na atividade em Colorado, há 12 anos, outros produtores se animaram. É o caso da família Calegari, que encheu uma chácara de 7 hectares de coqueiros. A propriedade de Deolindo Calegari produz 12 mil frutos por ano.

“Estou muito contente com a rentabilidade e venho ampliando a plantação.” Os coqueiros produzem frutas a partir dos 3 anos. A atividade envolve sua família. Sua esposa, Maria Rosa Calegari, 70 anos, e a filha Tânia Marisa Calegari, 35 anos, ajudam no campo. “Cuido dos coqueiros do mesmo jeito que cuidava das minhas vacas”, relata Maria Rosa.

Por outro lado, o setor ainda sente falta de apoio público. “Nunca recebemos um quilo de adubo, diz Parreiras Rodrigues, que tenta estruturar um sindicato. O agrônomo da Secretaria de Estado da Agricultura Paulo Andrade afirma que, apesar de a cocoicultura ser altamente rentável, ainda não há um programa específico para o setor.


http://www.gazetadopovo.com.br/caminhosdocampo/conteudo.phtml?tl=1&id=1194600&tit=Onde-nao-da-soja-o-Parana-vai-de-coco


GOVERNO DILMA [In:] SALÁRIO MÍNIMO, MÍNIMO

Governo aumenta salário mínimo de 2012 para R$ 622,73

Acréscimo de R$ 3,52 no valor do salário ocorreu por conta da revisão do INPC de 2011


O Ministério do Planejamento enviou ao Congresso nesta segunda-feira (21) o novo valor para o salário mínimo de 2012, elevando de R$ 619,21 para R$ 622,73. O ofício enviado pela ministra Miriam Belchior atualiza os parâmetros econômicos utilizados na elaboração da proposta orçamentária do próximo ano. A mudança ocorreu por conta da revisão do INPC deste ano, índice usado no reajuste do mínimo.

A previsão de INPC constante da proposta orçamentária enviada originalmente foi de 5,7%. Pela regra do reajuste, o número mais a taxa de 7,5% de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010, significou o valor de R$ 619,21 para o mínimo, o equivalente a um aumento de 13,6%. Com a atualização, a inflação subiu para 6,65% e o aumento foi para 14,26% para o mínimo atual de R$ 545.


http://www.gazetadopovo.com.br/economia/

GOVERNO DILMA [In:] ''COMPANHÊRADA" & ESCÂNDALOS/PROBIDADE ADMINISTATIVA

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Dora Kramer

De cabeça para baixo



São tantos os absurdos que passaram a ser aceitos com grande naturalidade, que os jornais noticiam uma reunião do PDT hoje para “decidir” se Carlos Lupi continua ou não no Ministério do Trabalho e ninguém acha esquisito.

Tampouco parece espantar uma ofensiva, cujo palco principal é a internet, contra os bons costumes aplicados ao trato da coisa pública.

Cria-se uma relação de causa e efeito entre os que reclamam que a corrupção precisa de um freio e uma presumida intenção de “derrubar” o governo, dá-se a isso o nome de investida moralista e a poucos ocorre constatar que desse modo o Brasil retrocede aos tempos de celebração da malandragem, do país do “jeitinho” onde o que interessa é levar vantagem, certo?

Anda tudo muito errado nesse diapasão. Há enquetes internas para estabelecer o escore de apoio à permanência ou não de Lupi entre os deputados federais do PDT.

Apura-se uma divisão no partido que estaria preso ao seguinte dilema: Lupi sai agora e a pasta do Trabalho continua nas mãos do PDT ou Lupi sai na reforma de 2012 e os pedetistas se arriscam a perder a boquinha, eis a questão.

Informa-se que o ministro estará no encontro e, como é a pessoa de mais destaque e influência na legenda, imagina-se que comandará os trabalhos.

Em algum momento dos últimos anos perderam-se as referências e os padrões, mas nessa discussão pública sobre o destino do ministro do Trabalho perdeu-se o último resquício de razão.

Com o quê, então, é o partido que decide se um ministro serve ou não serve para integrar a equipe de trabalho da presidente da República? Em que momento a nação dormiu e não testemunhou a transferência dessa delegação de Dilma Rousseff para o PDT?

Se a presidente não demite, é de se supor que não veja motivos para tal. Mas, da forma como as coisas se apresentam, Dilma parece mais ser “presidida” pelas legendas de sua coalizão do que propriamente presidi-las como seria o normal.

Retrato fiel

Ainda sobre a entrevista de Ciro Gomes sexta-feira última ao jornal Valor Econômico, ele faz uma análise sobre a Câmara que esclarece algumas das razões pelas quais quadros qualificados fogem do Congresso onde hoje vicejam as nulidades.

Diz: “São 513 deputados e o palavrório do século 19 ainda é a tônica. Não tem uma organização que faça convergir uma inteligência – que é grande ali como o espírito público e a decência também são, mas a mecânica é fragmentária”.

Detalha: “O cara se inscreve para falar cinco minutos em homenagem ao padre fulano. Se o orador seguinte falasse sobre a mesma tese, alguma inteligência convergiria para algum assunto. Mas tem um sorteio. E naquele dia se eu for sorteado tenho que falar mesmo sem nada para dizer. No dia em que eu tenho não posso falar, porque o sorteado está interessado em falar sobre a importância da azeitona”.

E conclui: “Para compensar, tentaram criar mediações. São o colégio de líderes e a Mesa. Mas as minorias ativas e a ingerência do Palácio do Planalto fraudaram a lógica do coletivo. Então, os líderes não lideram e a pauta da Mesa é resolvida no Palácio do Planalto. Há acertos tenebrosos”.

Se, como diz Ciro, organização houvesse para fazer convergir inteligência, espírito público e decência, esse seria o grande tema de reflexão sobre o papel da Câmara como instituição encarregada de representar os cidadãos.

Em domicílio

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, domingo, a historiadora e pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas Marly da Silva Motta faz uma análise sobre a trajetória do PDT, a atuação de Leonel Brizola, e conclui com um resumo preciso da história ao dizer que o partido “perdeu a alma”.

Sob a ótica jornalística, ousaria acrescentar que a derrocada começou na eleição de 1998, quando Brizola aceitou ser vice de Lula, que, em troca, promoveu a intervenção no PT do Rio de Janeiro para forçar a aliança com o então candidato a governador pelo PDT, Anthony Garotinho.



http://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/conteudo.phtml?tl=1&id=1194722&tit=De-cabeca-para-baixo
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


22 de novembro de 2011

O Globo


Manchete: Nas nossas costas - ANP: Chevron mente e pode ser proibida de atuar no país

Multas aplicadas à petrolífera americana podem chegar a R$ 260 milhões

Por ocultar à Agência Nacional do Petróleo informações e imagens sobre o vazamento de óleo no litoral do Rio, iniciado há 15 dias, a empresa americana Chevron atuou, segundo a ANP, "em completa violação ao contrato de concessão e à própria legislação brasileira". O diretor-geral da agência, Haroldo Lima, afirmou que a petroleira poderá ser proibida de operar no pais. A presidente Dilma decidiu endurecer com a empresa, e demonstrou irritação com a falta de equipamentos da companhia e as informações incorretas. O total de multas, indenizações e compensações que a Chevron terá de pagar pode chegar a R$ 260 milhões. Ontem, o Ibama anunciou multa de R$ 50 milhões, por danos ambientais na costa, valor que pode subir para R$ 60 milhões, enquanto a ANP condenou a companhia em outros R$ 100 milhões, inclusive por falta de equipamentos para estancar o derrame de óleo. Já o governo estadual poderá aplicar punições de mais R$ 100 milhões. A Chevron estuda que medidas tomar. (Págs. 1, 25, 26 e editorial "Vazamento requer investigação séria")


Fracassa acordo contra crise nos EUA

França poderá ser rebaixada. Bolsas caem e dólar sobe

O supercomitê do Congresso dos EUA, formado por republicanos e democratas, não chegou a um acordo sobre corte do déficit em US$ 1,2 trilhão, para enfrentar a crise. Já a França, com alta dos juros da dívida e economia mais fraca, poderá ser rebaixada pela Moody's. As Bolsas reagiram mal às notícias, com quedas de 3,41% em Paris e 2,1% em Nova York. A Bovespa caiu 0,79% e o dólar subiu a R$ 1,813. (Págs. 1, 27 a 29 e Míriam Leitão)

Europa se volta para a direita

O triunfo conservador na Espanha mostra que europeus confiam mais na centro-direita para vencer a crise. Agora só há quatro governos de esquerda. Analistas, no entanto, alertam para a volatilidade de novas gestões e o risco de extremismo. (Págs. 1, 35 e editorial "Espanha confirma regra")

Foto-legenda: Enquanto isso, no mundo árabe...

Manifestante sobe em carro queimado no 3º dia de confrontos na Praça Tahrir, Cairo. O gabinete civil renunciou ao governo do Egito, e a junta militar busca um novo premier, pondo em risco a eleição da semana que vem. (Págs. 1 e 33)

Potências apertam cerco financeiro ao Irã

Numa ação coordenada, EUA, Reino Unido e Canadá pressionaram o Irã com nova rodada de sanções contra o sistema financeiro do país e suas principais atividades econômicas. O Reino Unido e o Canadá cortaram os laços com bancos. E o presidente Obama anunciou restrições a investidores nos setores de petróleo e petroquímica. Pela primeira vez, os EUA declararam o setor bancário do Irã como ameaça aos governos. (Págs. 1 e 34)


Os problemas da "cidade" Rocinha

Engarrafamentos e prédios altos desafiam era da paz

A verticalização das construções, com prédios que não param de crescer - alguns ainda em obras chegam a ter cinco andares -, e engarrafamentos diários são problemas comuns à cidade formal que já fazem parte do cotidiano da Rocinha e do Vidigal e devem se agravar com a chegada de serviços públicos. O prefeito Eduardo Paes determinou rigor no cumprimento da lei, que só permite construções unifamiliares. (Págs. 1 e 14 a 17)

Mínimo pode ir a R$ 622,73 em janeiro

O salário mínimo deverá subir para R$ 622,73 a partir de janeiro, um aumento de 14,26% sobre os atuais R$ 545 - o maior reajuste desde 2006. O governo atualizou ontem a previsão do valor do mínimo para 2012, elevando-a de R$ 619,21 para R$ 622,73 por causa da revisão do INPC. O Congresso ainda precisa aprovar. (Págs. 1 e 3)


Camponeses do Araguaia terão pensão

Aprovada em 2009 pela Comissão de Anistia e suspensa desde então pela Justiça, a indenização mensal de dois salários mínimos a 44 camponeses perseguidos no Araguaia começará a ser paga. O processo de suspensão foi extinto. (Págs. 1 e 10)


Projeto revê anistia para desmatador

Um novo texto para o projeto do Código Florestal, apresentado pelo senador Jorge Viana (PT-AC), revê a anistia para desmatadores, aprovada na Câmara, e obriga a recuperação de parte da mata destruída em áreas de preservação. (Págs. 1 e 9)

Até iniciais de juízes suspeitos viram segredo

O presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Cezar Peluso, retirou do site da entidade as iniciais dos nomes dos magistrados que respondem a processos administrativos nos tribunais estaduais. (Págs. 1 e 11)


Pela primeira vez, ONU vê uma chance de controlar a Aids (Págs. 1 e 36)


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Folha de S. Paulo


Manchete: Egípcios voltam às ruas, e governo pede para sair

Gabinete civil renuncia após três dias de protestos que mataram dezenas de pessoas

O governo provisório do Egito, nomeado pela junta militar que dirige o país, renunciou ontem, após três dias de protestos que deixaram entre 24 e 33 mortos. Até a noite, não eram conhecidas as razões das demissões nem se foram aceitas.

Em fevereiro, após 18 dias de protestos, os egípcios conseguiram derrubar a ditadura de Hosni Mubarak. As manifestações foram retomadas na sexta, após divulgação da carta de princípios da nova Constituição, que garante liberdades individuais, mas dá poder quase ilimitado aos militares. (Págs. 1 e Mundo A16)

Foto-legenda: Manifestantes enfrentam a polícia perto da praça Tahrir, centro do Cairo, que virou símbolo da queda de Mubarak

Multa por óleo vazado pode ser de R$ 260 mi

A petroleira Chevron pode ser punida em até R$ 260 milhões pelo vazamento de óleo na bacia de Campos. O Ibama já multou a companhia em R$ 50 milhões. Outros R$ 210 milhões podem vir de autuações de ANP (Agência Nacional do Petróleo), Ibama e governo do RJ.

A empresa corre o risco de ficar impedida de explorar o pré-sal, segundo a ANP. (Págs. 1 e Pode, A14)

Fracassa nos EUA negociação para definir mais cortes

A supercomissão do Congresso encarregada de ajustar as contas dos EUA admitiu o fracasso na negociação entre republicanos e democratas para selar um pacote fiscal. A lei determina corte agora de US$ 1,2 trilhão no orçamento. A falta de acordo deve elevar a desconfiança do mercado. (Págs. 1 e Mundo A20)

Espanha enfrenta alta de juros e queda na Bolsa

No dia seguinte à vitória do Partido Popular (conservador) nas eleições, investidores voltaram a pedir juros mais altos nos títulos públicos do país - 6,6% ao ano nos papeis de dez anos, informa Vaguinaldo Marinheiro. A Bolsa de Madri caiu 3,48%. (Págs. 1 e Mundo A18)

Aids infecta e mata menos no mundo, diz estudo da ONU

O número de novas infecções com o vírus da Aids caiu 21% no mundo em 2010 desde o pico registrado em 1997, segundo a ONU. As mortes tiveram redução de 18% na comparação com 2005, ano recorde de óbitos.

Com a queda de mortes é o maior acesso a tratamento, o total de infectados atingiu recorde de 34 milhões no ano passado. (Págs. 1 e Saúde C14)

Presidente do STJ faz lobby para pôr cunhada no tribunal

O presidente do STJ, Ad Pargendler, tem feito lobby no Congresso em busca de apoio para emplacar sua cunhada, a desembargadora Suzana Camargo, no tribunal. Ela está na lista tríplice levada a Dilma, que escolherá o ministro. Ambos não se manifestaram. (Págs. 1 e Poder A4)

Infraero ampliará área de lojas nos aeroportos da Copa

A Infraero vai aumentar de 20% para 30% a área comercial, destinada a lojas e restaurantes, dos aeroportos nas 12 cidades que sediarão os jogos da Copa de 2014. O objetivo é oferecer artesanato e comida regional, além de aumentar as receitas da estatal. (Págs. 1 e Mercado B1)

Editoriais

Leia "Estímulo à inovação", sobre a relação entre pesquisa e setor produtivo no Brasil, e "Pressão sobre o CNJ", acerca das investigações do órgão. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Multada em R$ 150 milhões, Chevron é acusada de mentir

Petrolífera deu 'informações falsas' sobre plano para conter vazamento no Rio; empresa pode recorrer

O governo federal anunciou ontem a aplicação de três multas de R$ 50 milhões cada à companhia petrolífera Chevron, responsável pelo vazamento, há duas semanas, de milhares de litros de óleo no Campo de Frade, na Bacia de Campos (RJ). A empresa pode recorrer de duas das multas. A Agência Nacional de Petróleo advertiu que a empresa americana poderá perder o direito de participar da exploração do petróleo do pré-sal. A avaliação do governo é que a empresa foi irresponsável e negligente. Omitiu informações e induziu a ANP ao erro. Nas palavras do presidente da agência, Haroldo Lima, a Chevron "ficou em situação muito complicada". Segundo ele, a empresa deu "informações falsas" sobre o plano de emergência para conter o vazamento. O presidente da Chevron, George Buck, disse que a companhia assume toda a responsabilidade pelo acidente e que deve rever seu plano de contingência. (Págs. 1 e Vida A20)

Haroldo Lima
Presidente da ANP

'Trabalhamos com informações falsas quando aprovamos o plano (de contenção). A empresa não tinha o equipamento necessário'

Repressão faz gabinete egípcio renunciar

A uma semana das eleições, as primeiras desde a queda do ditador Hosni Mubarak, em fevereiro, o Egito vive grave crise política. Ministros apresentaram renúncia à junta militar que governa o país. O pedido foi um protesto contra a repressão aos ativistas pró-democracia - nos últimos três dias, 33 pessoas morreram. Os manifestantes voltaram a ocupar a Praça Tahrir, principal palco do movimento que derrubou Mubarak. Eles pedem a renúncia imediata do marechal Hussein Tantawi, ministro da Defesa que lidera a junta militar, e exigem a formação de um conselho civil. (Págs. 1 e Internacional A14)

Foto-legenda: Campo de batalha. Manifestante devolve bomba de gás contra forças de repressão na Praça Tahrir: em três dias, confrontos deixaram 33 mortos (Pág. 1)


Estudo militar mostra Forças Armadas do Pais sucateadas

Documento dos comandos militares repassado ao Planalto mostra o sucateamento de equipamentos das Forças Armadas, relata Tânia Monteiro. A Marinha, que policia o pré-sal, não tem condições de fazer decolar nem um avião sequer do porta-aviões São Paulo. Para os militares, isso esvazia a pretensão do País de ser membro pleno do Conselho de Segurança da ONU. (Págs. 1 e Nacional A4)

Crise derruba bolsas e dólar supera R$ 1,80

O impasse sobre os planos para a redução do déficit dos EUA e as preocupações com a Europa derrubaram as principais bolsas ontem. A vitória do conservador Partido Popular na Espanha foi insuficiente para acalmar os investidores. No Brasil, a piora do ambiente econômico global se refletiu no dólar, que chegou a R$ 1,806, a maior cotação desde 20 de outubro. (Págs. 1 e Economia B1)


Erro: Quatro anos de injustiça

O motorista Fabiano Russi, 35 anos, foi solto em outubro, após 4 anos preso por engano. Em 1998, sua foto foi parar nos arquivos policiais por uma confusão num ônibus e, três anos depois, foi apontado como assaltante. (Págs. 1 e Cidades C4)


Blitz antiálcool multa até em festa de 15 anos (Págs. 1 e Cidades C1)


Dora Kramer

De cabeça para baixo

Quando aceita que decidam sobre ministérios, Dilma parece mais ser "presidida" pelas legendas de sua coalizão do que presidi-las. (Págs. 1 e Nacional A6)


Jorge Barbosa Pontes

Traidores da sociedade

A corrupção de agentes públicos é um flagelo muito mais destrutivo do que o tráfico de drogas nos morros, até porque um levou ao outro. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)


Notas & Informações

Vai-se o oitavo governo

Para a imensa maioria dos espanhóis, a vida vai piorar antes de começar a melhorar. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Reze para não apagar

Interrupções constantes no fornecimento de energia causam transtornos e prejuízos no DF

O problema que se agrava devido à falta de investimento de sucessivos governos, inferniza a vida dos brasilienses. Como é o caso de Michiu Izawa. O empresário teve quatro compressores queimados por falta de luz. Na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o número de queixas atesta a crescente insatisfação da população com os serviços prestados pela Companhia Energética de Brasília (CEB). Só no domingo passado, a própria CEB recebeu mais de mil reclamações. A situação piorou com a greve de servidores da estatal. No fim de semana, mais de 3 mil pessoas que visitavam a Feira do Livro, no Parque da Cidade, ficaram uma hora e meia às escuras. “Muita gente foi embora”, conta a curadora do evento, Íris Borges. “Graças a Deus, não houve pânico.” O GDF anuncia que investirá R$ 543 milhões no setor até 2014. Mas a melhoria no sistema só deve ser sentida em meados de 2012. Até lá, é rezar para não ser vítima dos apagões. (Págs. 1 e 25)

Foto-legenda: Egito em convulsão

A onda de protestos nas ruas do país provocou ontem a queda do primeiro-ministro, Essam Sharaf, e de todo o seu gabinete. Ele renunciou após mais um de confronto entre manifestantes e forças de segurança. O número de mortos chega a 35 e há mais de 1,8 mil feridos. Palco da revolução que derrubou o ditador Hosni Mubarak no início do ano, a Praça Tahir virou um campo de batalha. (Págs. 1 e 16)

Salário mínimo ficará acima de R$ 622,73 (Págs. 1 e 12)


Crise no euro: Incerteza toma conta da Espanha

Nem a eleição de Mariano Rajoy acalmou os mercados: as bolsas caíram. Os juros dispararam e atingiram 6,5%. (Págs. 1 e 9)

Transporte: DF ganhará 200 km de ciclovias

Agnelo Queiroz anunciou metas do GDF para 2012. A implantação de pistas para bicicletas é uma das prioridades. (Págs. 1 e 22)

Condomínios terão muros legalizados (Págs. 1 e 21)


Multa por óleo no mar chega a R$ 150 milhões (Págs. 1 e 8)


Governo: Vem aí o cadastro das ONGs sujas

Organizações envolvidas em irregularidades ficarão impedidas de firmar convênios. CGU vai centralizar informações. (Págs. 1 e 2)

Foto-legenda: A luta de Lula

Ex-presidente faz nova sessão de quimioterapia, reclama dos efeitos colaterais do tratamento e diz estar "louco" para discursar. (Págs. 1 e 4)

Concursados: Prazo menor para sacar o FGTS

Projeto reduz de três para um ano a carência para retirada do fundo pelos aprovados em concursos públicos. (Págs. 1 e 12)

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Valor Econômico


Manchete: União deve bancar o risco cambial do projeto trem-bala

O governo federal poderá assumir o risco cambial para os investimentos na construção do trem de alta velocidade Rio-São Paulo-Campinas. A ideia em estudo é criar uma "blindagem" no financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que será oferecido ao vencedor da licitação contra as variações do real até a entrada em operação do trem-bala.

Nas próximas semanas, os técnicos vão acertar os últimos detalhes do edital da primeira fase do leilão, a ser publicado em dezembro. A partir de conversas com grupos interessados no fornecimento da tecnologia e no arrendamento da infraestrutura ferroviária, que serão objetos do leilão, o governo identificou a necessidade de definir três questões: o risco cambial, a garantia de demanda mínima e a forma de compensar o futuro concessionário por atrasos na obra por motivos alheios à sua vontade. (Págs. 1 e A6)


Foto-legenda: Agronegócios em alta

A Louis Dreyfus Commodities está perto de aprovar um plano para investir R$ 7 bilhões no Brasil entre 2012 e 2016, quase 120% superior ao realizado de 2006 a 2010, diz Kenneth Geld. (Págs. 1 e B14)

Preço de PCs sofre o "efeito Tailândia"

A queda na produção causada pelas enchentes ocorridas no mês passado na Tailândia, grande produtor de disco rígido (HD), já se reflete nos preços de computadores no Brasil. Faltam HDs e em alguns fornecedores instalados no país dobraram os preços do componente usado para armazenar informações nos PCs. Por conta desse aumento de custos, especialistas acreditam que os computadores podem ter aumentos de preços entre R$ 70 e R$ 100 nas vendas de Natal. A Tailândia é responsável pela produção de 45% dos HDs de todo o mundo e também concentra grande parte dos fabricantes de peças essenciais para a montagem dos discos. (Págs. 1, B1 e B3)


TCU exige revisão em leilão de usinas

Os principais projetos hidrelétricos incluídos no leilão da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) marcado para 20 de dezembro terão de passar por uma revisão importante de preços. Caso contrário, poderão ser barrados pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Das oito usinas relacionadas no chamado leilão A-5, três estão com previsão de custos de equipamentos acima dos valores médios de mercado. Os auditores identificaram problemas nos orçamentos de turbinas e geradores das hidrelétricas de São Manoel, no rio Teles Pires (MT), São Roque, no rio Canoas (SC), e Ribeiro Gonçalves, no rio Parnaíba (PI). A maior discrepância de preços - 32% - foi encontrada no projeto de São Manoel.

O relator do processo no TCU, ministro Raimundo Carreiro, liberou a realização do leilão para as oito usinas, mas condicionou a autorização específica desses três projetos à adequação de preços dos equipamentos. O benefício estimado com a redução de preços é da ordem de R$ 151,5 milhões. (Págs. 1 e A6)

Empresas renegociam dívida bancária

Empresas que em 2008 e 2009 tiveram de rolar suas dívidas voltam a enfrentar dificuldades para pagá-las. Em muitas renegociações fechadas em 2009 os bancos concederam carência de dois anos às devedoras, prazo que vence agora ou está prestes a expirar.

Em um banco estrangeiro, chega a 5% da carteira corporativa (excluídas as multinacionais) o volume de empréstimos renegociados pós-2008 que voltam a preocupar, diz o diretor da área. Como os atrasos são inferiores a três meses, não estão refletidos no índice de inadimplência. (Págs. 1 e C1)


Milícias são o próximo desafio do Rio de Janeiro

A ocupação das favelas da Rocinha, Chácara do Céu e Vidigal, preparando a instalação da 19ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), completou a expulsão do poder paralelo do narcotráfico dessas comunidades da zona sul carioca. Essa intervenção, contudo, reacende o debate sobre o combate às milícias - grupos armados controlados em sua maioria por policiais militares - que dominam grande parte das áreas mais pobres da zona oeste.

Segundo o secretário de Segurança do Estado, José Mariano Beltrame, o objetivo das UPPs é acabar com o tráfico de drogas e o controle armado paralelo de territórios. "A milícia é controle armado, então há alguma coisa que não bate", diz a socióloga Julita Lemgruber, uma das maiores autoridades do país em segurança pública. Ela contesta o discurso oficial, segundo o qual o ataque às milícias exige uma estratégia diferente de inteligência, escuta e investigação. (Págs. 1 e A14)

China vê crise global prolongada e prepara pacote de estímulo (Págs. 1 e A11)


Empresas europeias sentem aperto de crédito e pagam mais por empréstimos (Págs. 1 e B11)


Combate à 'inflação penal'

Ministério da Justiça tenta convencer parlamentares a alterar projetos de lei que preveem o aumento de penas como forma de combater a criminalidade. Desde 1988 foram apresentadas mais de 2 mil propostas de alteração da legislação penal. (Págs. 1 e A9)


Parceria entre Bunge e Solazyme

A fabricante americana de óleos renováveis Solazyme e a Bunge iniciaram estudos conjuntos para a construção de uma fábrica em Orindiúva (SP). O empreendimento, orçado em US$ 100 milhões, deve ser construído junto à usina Moema, da Bunge. (Págs. 1 e B9)

'Apagão' da mão de obra em Santos

Carência de mão de obra no porto de Santos para profissionais de todos os níveis acirra a disputa entre as empresas, que investem em capacitação, benefícios e salários para atrair e manter trabalhadores, inclusive de outros países. (Págs. 1 e B10)


Fórum Sebrae de Conhecimento

Não só no Brasil, mas em todo o mundo, o empreendedorismo é a mola propulsora da inovação, que traz o salto tecnológico. “Precisamos melhorar a qualidade de nossos empreendedores, pois são as pequenas empresas que puxam a inovação", diz Luiz Barretto, do Sebrae. (Pág. 1)


Ofensiva aduaneira

Cresce o número de empresas que vão à Justiça contra o perdimento de bens para a Receita Federal por irregularidades na importação. Só neste ano, em São Paulo, as apreensões ultrapassam R$ 480 milhões. (Págs. 1 e E1)


Competitividade

O Brasil avança no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial, mas "a burocracia e outros pontos básicos como infraestrutura, ambiente macroeconômico, saúde e educação são obstáculos para a melhor inserção brasileira no cenário internacional", diz Erik Camarano. (Pág. 1)

Ideias

Delfim Netto

Economistas estão retomando a ideia de dar às políticas fiscal, monetária, salarial e cambial uma meta para o PIB nominal. (Págs. 1 e A2)


Ideias

Marcelo Neri

Chegou o momento de discutir os impactos das UPPs sobre a economia das áreas pacificadas. (Págs. 1 e A13)

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segunda-feira, novembro 21, 2011

XÔ! ESTRESSE [In;] ... COLEGAS DE ''THURMA''

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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


21 de novembro de 2011

O Globo


Manchete: Governo quer multa máxima para Chevron

Punição de R$ 50 milhões, por vazamento, é considerada baixa

Após 14 dias de vazamento de petróleo no litoral do Rio, o Ministério do Meio Ambiente deve anunciar hoje que a americana Chevron receberá multa máxima, de R$ 50 milhões, por dano ambiental. O valor equivale a menos de 1% do investimento de US$ 5 bilhões da empresa no Brasil. A petroleira poderá receber mais duas multas: da Agência Nacional do Petróleo por negligência na segurança e outra do Ibama. A PF diz que a Chevron poderá ficar até cinco anos fora de licitações. Segundo a ANP, o vazamento continua na região. A companhia diz que é residual, e assume "total responsabilidade" pelo acidente. Na Câmara, a empresa poderá ser alvo de CPI. (Págs. 1 e 17)

Crise troca o governo da Espanha

O centro-direitista Partido Popular obtém maioria absoluta no Parlamento

A crise econômica e a insatisfação com o governo de sete anos do PSOE, de José Luis Rodriguez Zapatero, deram ontem ao centro-direitista Partido Popular (PP) maioria absoluta, no Parlamento da Espanha. Liderado por Mariano Rajoy, o PP conquistou 186 das 350 cadeiras, imprimindo uma derrota histórica aos socialistas, que obtiveram 111 e perderam em redutos tradicionais como Andaluzia e Catalunha. No discurso da vitória, Rajoy disse que seus maiores inimigos são "o desemprego, a dívida e o déficit", que "não há milagre" contra a crise, mas prometeu trabalhar para que a voz da Espanha volte a ser ouvida em Bruxelas. (Págs. 1 e 23)

Foto-legenda: reviravoltas pelo mundo
Simpatizantes do PP comemoram as 186 cadeiras que passam a ter contra 111 do PSOE; no cartaz, “adeua” ao governo Zapatero

Foto-legenda

Manifestante joga gás contra a polícia durante violentos protestos no centro do Cairo. Os egípcios voltaram em massa às ruas contra o governo militar e foram recebidos com repressão em conflitos que põem em risco as eleições da semana que vem. (Págs. 1 e 24)

Centro-Oeste é a nova fronteira para o ouro

Metade das minas de ouro em atividade no país está no Centro-Oeste. Seus projetos podem elevar a produção do Brasil, de 62 toneladas, em 10%. Só em Mato Grosso e Goiás, uma empresa canadense extrairá sete toneladas por ano. (Págs. 1 e 20)


Preso custa mais ao país que aluno

Um aluno no ensino superior custa três vezes menos do que um detento em presídio federal. A diferença sobe a nove vezes nos estados. O contraste revela o baixo investimento na educação e a má gestão no sistema prisional. (Págs. 1 e 3)

Feira na Rocinha vai ter choque de ordem

A Subprefeitura da Zona Sul fará uma reunião esta semana com representantes dos mais de 150 barraqueiros que trabalham, aos domingos, na Rocinha. Sem licença formal, a feira abastece a comunidade. Ontem, reuniu uma multidão. (Págs. 1 e 10)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Corregedoria investiga patrimônio de 62 juízes

CNJ apura se houve enriquecimento ilícito por meio de venda de sentenças

Corregedoria Nacional de Justiça, órgão do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), investiga o patrimônio de 62 juízes sob acusação de venda de sentenças e enriquecimento ilícito, informa Frederico Vasconcelos.

O trabalho é feito em parceria com a Polícia Federal, entre outros órgãos. Ele é aprofundado quando há omissões ou inconsistências nas informações à Receita Federal sobre a variação patrimonial dos magistrados. (Págs. 1 e Poder A4)

Análise

Discute-se a legalidade de enviar dados ao CNJ sem ordem judicial, em razão do sigilo bancário, escreve Pierpaolo Cruz Bottini. (Págs. 1 e A4)

Conservador PP faz maioria na Espanha e governará país

A Espanha puniu os socialistas e deu ao PP (Partido Popular) maioria para dirigir o país, em meio à crise. O conservador Mariano Rajoy será o premiê. O PP deve ter 186 dos 350 membros do Congresso dos Deputados, sua maior bancada desde a redemocratização, em 1977. (Págs. 1 e Mundo A10)

Foto-legenda: Mariano Rajoy comemora a vitória do PP na Espanha.

Empresa deu dados falsos em licitação do lixo em SP

Para participar da licitação de limpeza urbana da Prefeitura de São Paulo, a Delta Construções apresentou documentos com informações falsas sobre programas de educação ambiental que teria implantado nas cidades de Poá e Itanhaém.

Por ordem judicial, os serviços não começaram. A empresa nega irregularidades. A prefeitura sustenta que a Delta cumpriu "as exigências legais". (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Foto-legenda: De volta à praça

Manifestante ensanguentado é retirado da praça Tahrir, no Cairo, onde confrontos com a polícia egípcia deixaram centenas de feridos e ao menos 11 mortos; às vésperas de eleições, atos pedem saída dos militares. (Págs. 1 e Mundo A11)

Governo ignora decreto sobre supersalários

O governo Dilma tem ignorado um decreto que determina a divulgação dos supersalários pagos no Executivo. O texto, de 2000, diz que as informações sobre as remunerações devem ser divulgadas a cada quatro meses. A última foi em janeiro de 2010, quando foi possível identificar salários acima do teto. Procurado, o governo diz que cumpre a lei. (Págs. 1 e Poder A6)

L.C.Bresser-Pereira: Erro do euro é o de ser moeda estrangeira (Págs. 1 e Mundo Al2)


Renata Lo Prete

Rede católica Canção Nova tira políticos da TV. (Págs. 1 e Poder A4)

Comissão do EUA não obtém acordo sobre cortes e pode agravar a crise (Págs. 1 e Mundo A12)


The New York Times: Empresários que não falam inglês prosperam nos EUA (Pág. 1)


Entrevista da 2ª: Atila Roque

Para cientista político, maior ameaça ao país são as milícias

Chefe do novo escritório da Anistia Internacional no Brasil, Atila Roque diz que a maior ameaça à segurança pública do país é o avanço crescente das milícias.

Ele elogia as UPPS no Rio, mas alerta que elas serão inúteis sem uma reforma da área de segurança. (Págs. 1 e Al4)

Editoriais

Leia "Urbanismo pacificado", sobre medidas para integrar as favelas às cidades, e "Dívida perigosa", acerca da política econômica brasileira. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Espanha dá a maior vitória aos conservadores

Mariano Rajoy, do Partido Popular, assume com missão de implementar um programa de austeridade

A crise econômica garantiu ontem ao conservador Partido Popular a maior vitória de uma legenda partidária na história das eleições da Espanha pós-franquista e o maior poder institucional desde o estabelecimento da democracia. Foi a pior derrota dos socialistas, com menos votos do que o total de abstenções, informa o enviado especial Jamil Chade. Com carta branca, Mariano Rajoy assume o cargo de primeiro-ministro e vai implementar um duro programa de austeridade - alívio para a União Europeia e mercados. O PP terá 186 cadeiras entre as 350 do Parlamento e conquistou pelo menos 11 das 17 comunidades autonômicas. (Págs. 1 e Internacional A11 e Al2)

Mariano Rajoy

"Tempos difíceis virão pela frente. Queremos deixar de ser um problema para ser uma solução na Europa" (Pág. 1)

Foto-legenda: Egito em fúria

Polícia reprime manifestantes no Cairo; eles exigem que a junta militar diga quando deixam o poder. (Págs. 1 e Internacional Al3)

Empresas adiam investimento e Brasil deve perder R$ 9 bi

A crise mundial e a valorização do dólar no terceiro trimestre levaram empresas a rever investimentos no Brasil. Estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica que o País deve perder cerca de R$ 9 bilhões em 2011. O Indicador Mensal de Investimento também apontou recuo de 0,9% em setembro. Para o Ministério da Fazenda, a taxa de investimento deverá ficar entre 19,5% e 21% do PIB. (Págs. 1 e Economia B1, B3 e B4)

Chevron pode ter de pagar R$ 100 milhões

Entre multas e reparação ambiental, a americana Chevron poderá ter de pagar R$ 100 milhões pelo vazamento de milhares de litros de petróleo na Bacia de Campos. (Págs. 1 e Vida A11)

Índios recebem mais terra, mas conflitos continuam (Págs. 1 e Nacional A4)


Governo de SP quer anular concessão de rodovia (Págs. 1 e Cidades C3)


Fiocruz vai dobrar a fabricação de vacinas (Págs. 1 e Vida A11)


William Pesek

A China e a eleição nos EUA

Se Barack Obama não agir com firmeza, poderá ser lembrado pelos eleitores como o presidente que perdeu os empregos para Pequim. (Págs. 1 e Visão Global Al4)

Notas & Informações

A avaliação do ensino superior

Dados mostram que as universidades com pior desempenho cobram mensalidades baratas. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: O Natal refinado da classe C

Motor da economia brasileira, o consumidor emergente já não quer apenas uma tevê maior ou um celular mais caro. A nova classe média sofistica o gosto e vai às compras neste fim de ano em busca de tecnologia de última geração, como declara dona de casa Maria do Carmo: “Não compro qualquer coisa”. (Págs. 1, 7 e 8)

Espanha entrega o poder para a direita

Depois de oito anos de domínio socialista, e afogado em grave crise econômica, o país elege o conservador Mariano Rajoy e impõe folgada maioria no Partido Popular no parlamento. (Págs. 1 e 12)

Protestos no Egito deixam nove mortos (Págs. 1 e 13)


O ‘mea-culpa’ da Chevron

O presidente da petroleira norte-americana, George Buck, assume
“total responsabilidade” da empresa pelo vazamento de óleo no litoral fluminense. (Págs. 1 e 6)

Grito virtual

Redes sociais são o melhor caminho para assegurar direitos do consumidor. (Págs. 1 e 14)

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Valor Econômico


Manchete: Receita vai simplificar PIS-Cofins

A Receita Federal estuda a simplificação de dois dos principais tributos brasileiros: a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e a Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS). Os estudos, em fase preliminar, ainda serão apresentados ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, para, em seguida, serem submetidos à presidente Dilma Rousseff.

Segundo adiantou ao Valor o secretário da Receita, Carlos Alberto Barreto, um novo desenho do PIS e da Cofins está na agenda do órgão, que espera reduzir as disputas judiciais envolvendo a complexa legislação dos dois tributos, cujo recolhimento pode gerar crédito tributário. "Nosso regulamento da Cofins é o mais volumoso de todos, e o sistema gera uma série de distorções. Entender o funcionamento da Cofins é algo muito complexo", afirmou Barreto. (Págs. 1 e A14)

Empresas de ônibus tentam mudar leilão

As empresas de ônibus entraram em conflito aberto com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e pediram revisão geral do novo modelo para licitação de 1.967 linhas interestaduais de passageiros. Com base em estudo da Fundação Getulio Vargas, elas advertem para o risco de "desestruturação ampla do sistema" e estimam a perda de 10 mil empregos com a licitação. A associação do setor entrou com representação no Tribunal de Contas da União pedindo correções urgentes no plano de outorgas da agência. O modelo da ANTT prevê a redistribuição das 2.412 linhas existentes, que foram divididas em 18 grupos e 60 lotes, reunindo ligações de alta e de baixa demanda. (Págs. 1 e A4)

Foto-legenda: Gestão de voos domésticos

Maria Claudia Amaro e seu irmão Mauricio Amaro, controladores da TAM, dizem que a companhia aérea reforçará a gestão para o mercado doméstico, que está adiada a decisão sobre compra de 31% da Trip e que não esperam rejeição dos minoritários para a criação da Latam. (Págs. 1 e B5)

Direct Edge terá bolsa no Brasil

Um novo concorrente estrangeiro vai entrar no mercado brasileiro de negociação de ações, hoje dominado pela BM&FBovespa. Após a Bats Global Markets anunciar no início do ano a intenção de atuar no país, a Direct Edge, responsável por 10% do volume de ações negociado no mercado americano, oficializa os planos de criar uma bolsa alternativa no Brasil.

O objetivo da companhia é iniciar as operações no quarto trimestre de 2012, após obter as aprovações dos órgãos reguladores. O presidente da Direct Edge, William O'Brien, disse ao Valor que a nova bolsa terá sede no Rio de Janeiro e deve ser a primeira da empresa fora dos Estados Unidos. (Págs. 1, C1 e C3)

Pós-pagos agora puxam venda de teles

O aumento da renda dos brasileiros, a demanda por internet móvel e ofertas mais atraentes deram fôlego novo aos telefones móveis pós-pagos. O número desses aparelhos cresceu 16,43% nos nove primeiros meses do ano e atingiu 41,7 milhões de linhas no fim de setembro. Enquanto isso, as linhas pré-pagas, usadas pela maioria dos brasileiros, aumentaram 11,08%, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A quantidade de pós-pagos ainda é modesta diante dos 227 milhões de celulares existentes no Brasil e nem de longe significam alteração profunda no perfil do mercado. Mas indicam um crescimento quase inédito que despontou em 2010 e ganhou força neste ano. (Págs. 1 e B3)

Korin prepara investida com orgânicos

A Korin Agropecuária quer expandir suas operações com base em alimentos naturais e orgânicos. Por meio de franquias, pretende passar de duas para cem lojas até 2016. Quinze serão abertas em 2012.

Em suas lojas venderá produtos de marca própria - são cerca de 80 itens, que vão de frango a café e água - e de seus 36 parceiros, pequenos e médios produtores. A Korin está em 1,4 mil pontos de venda espalhados por 23 Estados. Em 2011, a previsão é faturar R$ 50 milhões, 22% mais que em 2011. (Págs. 1 e B4)

Foto-legenda: Alta produtividade

Vladimir Walk, gerente-geral da CRV para a América do Sul, ao lado do touro Backup, campeão em produtividade: 40 mil doses de sêmen vendidas por ano a R$ 40 cada. (Págs. 1 e B15)

Rajoy vence na Espanha e promete reformas

Vencedor da eleição geral de ontem na Espanha, o Partido Popular de Mariano Rajoy promete reformas radicais e austeridade para superar a crise econômica. O sentimento nos mercados é de que o país dificilmente conseguirá sair da asfixia financeira atual sem ajuda externa.

A expectativa é de que o governo conservador de Rajoy fará um ajuste adicional entre € 18 e 30 bilhões. Os analistas aguardam liberalização do rígido mercado de trabalho, reestruturação de bancos e controle de gastos das regiões. (Págs. 1 e A11)

Tecnologia já permite espionagem em massa de internet e celulares pelos governos (Págs. 1 e B13)


Indicadores da economia convergem para cenário do BC (Págs. 1 e A3)


Rigor versus impunidade

Juristas acreditam que a rigidez excessiva do projeto de lei que estabelece punições a empresas culpadas de corrupção contra a administração pública pode ter efeito inverso e levar à ineficácia da lei. (Págs. 1 e A8)

Negócios na África

Mesmo com toda a sorte de problemas e convivendo entre a riqueza e a pobreza extremas, a África tornou-se um “bloco econômico" ainda não dominado. "É a última fronteira com potencial de aumentar significativamente a exploração de matérias-primas", diz Luiz Carlos Mendonça de Barros. (Pág. 1)

Avenida paulistana

A rede de vestuário mato-grossense Avenida negocia espaços em dois shoppings para sua chegada à capital paulista. Presente em 11 Estados, a empresa já tem uma unidade-piloto em Barretos (SP). (Págs. 1 e B6)

Insumos ferroviários

A MVC, de São José dos Pinhais (PR), empresa do grupo gaúcho Artecola, e a BFG, do Bahrein, formaram uma joint venture para produzir componentes plásticos para os trens que serão fabricados pela Bombardier em Hortolândia (SP). (Págs. 1 e B12)

Itamarati pode ser negociada

A Usinas Itamarati, de Ana Cláudia Moraes - filha de Olacyr de Moraes -, procura uma solução para seu grande endividamento, estimado em R$ 1,5 bilhão. A venda do negócio é uma das possibilidades. (Págs. 1 e B15)

Britânicos reduzem o interbancário

Os quatro maiores bancos britânicos reduziram sua exposição de crédito a bancos dos países periféricos da zona do euro em 25% em apenas três meses, para 10,5 bilhões de libras, reflexo do nervosismo em relação aos bancos de todo o sul da Europa. (Págs. 1 e C3)

Ticket no frete

O recém-criado mercado de cartões pré-pagos para pagamento de frete rodoviário ganha um concorrente de peso. A Ticket, líder no segmento de refeição-convênio, acaba de receber a homologação da ANIT para atuar no segmento. (Págs. 1 e C5)

Aperitivo para o risco

A indefinição que tomou conta dos mercados deu força aos fundos de capital protegido. Só neste ano foram lançados 30 fundos nessa categoria, cujo patrimônio líquido soma mais de R$ 5,6 bilhões. (Págs. 1 e D3)

Indenização estendida

Ganha força nos tribunais do país entendimento de que acordos firmados com cônjuges e filhos de trabalhadores mortos em acidentes de trabalho não impedem novas indenizações demandadas por outros parentes próximos da vítima. (Págs. 1 e E1)

'Drawback suspensão'

Embora ainda decisão de primeira instancia, uma fabricante de autopeças paulista obteve na Justiça a liberação do pagamento de ICMS na importação de insumos, isso porque sua produção é destinada a veículos exportados por uma montadora. (Págs. 1 e E1)

Ideias

Sergio Leo

Financiamento aos negócios estão no topo da lista de desafios para a política de ocupação do mercado africano. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Luiz Roberto Curi

A lei brasileira de patentes, que desde o início é inadequada aos interesses produtivos do país, já deveria ter sido revista. (Págs. 1 e A12)

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domingo, novembro 13, 2011

A HORA DO "ÂNGELUS" [In:] ''A CÉSAR O QUE É DE CÉSAR...'' E SAÚDE AO POVO

13/11/2011 - 16h58

Hospital de Câncer de Barretos (SP) deixa de atender 450 ao dia



ANA PAULA SOUSA
DE RIBEIRÃO PRETO

Referência no país e no exterior, o Hospital de Câncer de Barretos, no interior de São Paulo, está deixando de atender diariamente 300 pessoas. O motivo é falta de mão de obra especializada: a instituição está com um deficit de 38 oncologistas.

Hospital de Barretos (SP) vai à Europa atrás de oncologistas
Casos de câncer igual ao de Lula dobraram em hospital de SP

O problema afeta também outra unidade. Na filial do hospital em Jales, também no interior paulista, são 150 atendimentos diários a menos.


Silva Junior/Folhapress
Hospital de Câncer de Barretos tem um deficit de 38 oncologistas; 10% da capacidade da instituição está ociosa
Hospital de Câncer de Barretos tem um deficit de 38 oncologistas; 10% da capacidade da instituição está ociosa

Maior instituição da área oncológica no país, o Hospital de Câncer atende 3.000 pessoas por dia pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Segundo o diretor dos hospitais Henrique Prata, o problema se agravou há dois anos. "Tenho espaço para produzir e não tenho profissional para atender a demanda. A situação é gravíssima."

REFORÇO EUROPEU

Para tentar resolver o problema, Prata já foi a Portugal e à Espanha atrás de mão de obra. Segundo ele, por influência da crise europeia, já há médicos desses países interessados em vir para o Brasil.

Falta, no entanto, superar barreiras burocráticas.

As duas unidades da instituição --Barretos e Jales-- têm juntas 250 médicos, entre oncologistas, anestesistas e radiologistas, que trabalham em tempo integral para o hospital atender a cerca de 800 novos casos de câncer de pacientes do SUS por ano.

"Para pacientes de câncer, cada minuto conta. É preciso fazer o diagnóstico e o tratamento o mais rápido possível. Por isso, a falta de médicos pode ser muito prejudicial", afirma a coordenadora de apoio a pacientes da Abrale (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia), Melissa Abreu Pereira.

TENTATIVA DE SOLUÇÃO

Para estimular a formação de médicos, o Ministério da Saúde dará a recém-formados que fizerem residência médica em 16 áreas consideradas prioritárias --entre elas a cancerologia-- a extensão do prazo de carência do Fies.

A questão é, no entanto, mais complexa. O presidente do Simesp (Sindicato dos Médicos do Estado de São Paulo), Cid Carvalhaes, diz que um salário maior é fundamental para a manutenção dos profissionais na área.

De acordo com ele, não faltam médicos qualificados, mas muitos desistem de trabalhar em hospitais por conta da baixa remuneração.

O conselheiro do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo), Isac Jorge, concorda com Carvalhaes e diz que os médicos têm migrado para especialidades que pagam mais, como a de cirurgia plástica.

Já Prata lembra que a falta de médicos ocorre também porque a formação desses profissionais no país não está acompanhando a demanda crescente.

O principal motivo, diz ele, é a interrupção de abertura de novos cursos de medicina.

O próprio Hospital de Câncer de Barretos tem uma estrutura toda montada para receber uma faculdade há dois anos, que ainda não funciona porque aguarda liberação.

"É uma situação muito triste porque eu fico pedindo dinheiro para o povo [empresários e artistas] para construir [unidades no hospital] e agora estou pagando o mico de ter serviço ocioso."

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Colaborou LEANDRO MARTINS, de Ribeirão Preto


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sexta-feira, novembro 11, 2011

XÔ! ESTRESSE [in:] ''GATO EM TETO DE ZINCO QUENTE..." *

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(*) A vida imita a arte...
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


11 de novembro de 2011

O Globo


Manchete: O Rio contra o crime - Nem diz que metade do caixa do tráfico era para policiais

Para Beltrame, revelações de traficante são ‘passo importante no combate à criminalidade'

Em depoimento na PF, o chefe do tráfico na Rocinha, Antônio Bonfim Lopes, o Nem, afirmou que metade do que faturava era entregue a policiais, revela ANTÔNIO WERNECK. O secretário José Mariano Beltrame disse que o bandido, descoberto no porta-malas de um Corolla na Lagoa, tem que prestar contas sobre a corrupção de agentes públicos: "Eu acho que isso faria com que se desse um passo importante no combate à criminalidade." A PF e a Corregedoria da Polícia vão investigar a convocação de um delegado e dois inspetores pelos acompanhantes do bandido durante a prisão. (Págs. 1, 14 a 20, Merval Pereira, Míriam Leitão e Luiz Garcia)

Foto-legenda: Nem é transferido da Superintendência da PF para o presídio de Bangu I, após prestar nove horas de depoimento a um grupo de agentes.

Rocinha ocupada até domingo

O governador Sérgio Cabral disse que a ocupação da Rocinha para receber a 19ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Rio será concluída até domingo. A Aeronáutica vai fechar o espaço aéreo na região entre 2h de domingo e a tarde de segunda-feira. (Págs. 1 e 16)

Editorial

A desarticulação das milícias deve ser o próximo ponto da agenda da pacificação do estado. (Págs. 1 e 6)

O Rio contra a injustiça - Protesto por royalties reúne 150 mil no Centro

Cabral faz apelo para Dilma vetar projeto que tira bilhões do estado. Na Bacia de Campos, novo vazamento

Cerca de 150 mil pessoas tomaram a Avenida Rio Branco, entre a Candelária e a Cinelândia, num protesto contra o projeto de lei aprovado no Senado que retira cerca de R$ 50 bilhões só em royalties do estado e municípios fluminenses até 2020. Somando com ICMS e as regras para distribuição de recursos federais, o estado perderia até R$ 125 bilhões. O protesto, intitulado "Contra a injustiça - em defesa do Rio", mobilizou políticos, empresários, líderes sindicais e artistas no Centro. Funcionários públicos foram liberados para participar do evento, e muitas empresas encerraram o expediente mais cedo. Representantes dos municípios fluminenses chegaram a capital em 650 ônibus. "Hoje é um dia histórico para o Rio. É um dia contra a injustiça. O Rio deu provas de maturidade e união", disse o governador Sérgio Cabral qualificando de "aberração jurídica" o novo marco regulatório do setor. "A presidente Dilma, uma mulher serena, sensível e democrática, vai vetar isso", completou. A atriz Fernanda Montenegro leu um manifesto a favor do Rio. Na Bacia de Campos, houve vazamento de óleo do campo de Frade, operado pela multinacional Chevron. (Págs. 1 e 23 a 26)

Foto-legenda: Vista da Cinelândia: 650 ônibus chegaram à cidade transportando populares de vários municípios do interior para engrossar a passeata

Papademos assume hoje como novo premier grego (Págs. 1 e 27)


Associações condenam medida que amplia poderes da Ancine (Págs. 1 e 31)


Exército do México é acusado de abusos na guerra ao tráfico (Págs. 1 e 32)


Para ficar, Lupi vai ao Congresso e afirma que ama Dilma (Págs. 1 e 3)


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Folha de S. Paulo


Manchete: Europa prevê PIB de 0,5% e nova recessão em 2012

Relatório vê cenário pessimista para emprego, investimentos e empréstimos

Relatório da União Europeia reviu para baixo as previsões para o bloco em 2012. A perspectiva de crescimento desabou de 1,8% para 0,5%. Não haverá melhora no emprego. Os novos investimentos serão adiados e os empréstimos diminuirão.

O economista-chefe Olli Rehn disse que a economia da zona do euro está estagnada e que há risco de nova recessão. Rehn pede urgência para romper o círculo vicioso formado por "finanças públicas frágeis" e um "setor financeiro vulnerável". (Págs. 1 e Mundo A14)

Moises Naím
Europa perderá sua relevância se voltar a se dividir

A crise europeia cresce, se diversifica e se complica. Se continuar como vai, pode acabar com o projeto mais inovador da geopolítica mundial: a integração europeia. A Europa não será um ator relevante no mundo se voltar a se fragmentar. (Págs. 1 e Mundo A16)

Foto-legenda: Em cena

Manifestantes fazem passeata em frente ao Theatro Municipal, no Rio, contra mudanças na distribuição de royalties que prejudicam os Estados produtores de petróleo; ato convocado pelo governo atraiu 150 mil, diz a PM (Págs. 1 e Poder A8)

Justiça suspende megalicitação de limpeza de Kassab

A Justiça suspendeu a licitação bilionária de limpeza urbana feita, pela prefeitura paulistana por considerar que a concorrência foi prejudicada. Para Kassab, essa avaliação é equivocada. A decisão proíbe assinatura e execução de contratos. Cabe recurso. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Lupi ajudou ONG de colega do PDT investigada pela PF

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, ajudou a ONG de um colega do PDT, em Brusque (SC), mesmo após a PF abrir um inquérito para investigar suspeitas de irregularidades em convênio de R$ 6,9 milhões, que previa a qualificação de jovens.

A CGU apontou uso de funcionários e empresas-fantasmas, o que a ONG nega. Lupi afirmou que não sabia da investigação policial. Na Câmara, ao se desculpar por dizer que só sairia "a bala", ele declarou: "Presidente, eu te amo". (Págs. 1 e Poder A5 e A6)

IPI só terá desconto se a montadora cumprir meta

Montadoras que quiserem se instalar no país só terão desconto no IPI de carros importados se cumprirem metas do governo, relata Valdo Cruz. Entre elas estão prazo para implantar a fábrica e para atingir de 65% de conteúdo local.

A empresa terá de volta o imposto pago se cumprir semestralmente as metas. (Págs. 1 e Mercado B1)

Rio prende chefe de tráfico da Rocinha; Bope não participa (Págs. 1 e Cotidiano C8)


Editoriais

Leia "Intervenção na Europa", sobre o impacto da crise do euro no mundo político, e "Deu positivo", acerca de prova que avalia estudantes de medicina. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Europa prevê forte recessão e FMI cobra solução já

Enquanto a UE projeta retração em economias do euro, Fundo alerta para 'década perdida' no mundo

Um relatório da Comissão Europeia indica que a austeridade coloca o continente a caminho de uma “profunda e prolongada" recessão. A comissão admitiu ontem que, em 2012, várias economias da região voltarão a se contrair. A previsão é de estagnação, com expansão do PIB de 0,5% - a previsão anterior era de 1,8%. Não haverá criação de emprego e a dívida se acumulará. O relatório mostra que o pior na zona do euro ainda não chegou. Enquanto os números europeus eram apresentados, a diretora do FMI, Christine Lagarde, pedia esclarecimentos políticos" de Grécia e Itália para que a crise seja tratada logo. "Se a Europa não lidar com os problemas de forma ampla, o mundo pode enfrentar uma década perdida", disse. (Págs. 1 e Economia B1 e B3 a B5)




Análise

Celso Ming

Rachas e sub-rachas Quando duas pessoas fazem a mesma coisa, a coisa não é a mesma. Na UE, são 27 coisas diferentes. (Págs. 1 e B2)


IBGE divulga inflação após vazamento

O IBGE foi obrigado a antecipar o resultado do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de outubro, que ficou em 0,43%, após o dado ter vazado no site. (Págs. 1 e Economia B10)

Rio: vitória e preocupação com o tráfico

Após a euforia com a prisão de Nem, no Rio, a última etapa para a ocupação das favelas da Rocinha e do Vidigal é obter a rendição de jovens que podem ocupar seu lugar no comando do tráfico de drogas nessas comunidades. O perfil violento das lideranças preocupa. O governo do Estado, no entanto, informa que o processo de pacificação das duas últimas grandes favelas da zona sul ainda sob comando de traficantes será concluído até o fim da semana. (Págs. 1 e Cidades C1)

Foto legenda: Sem acordo. Nem é transferido da Polícia Federal para presídio em Bangu: traficante tentou subornar policiais.

São Paulo amplia restrição a caminhões na cidade

A partir de 11 de dezembro, o trânsito de caminhões será proibido nos horários de pico na Marginal do Tietê e em outras sete vias que formam o minianel viário de São Paulo. As multas começam a ser aplicadas em janeiro. A medida, estudada há pelo menos um ano, é a forma que a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) escolheu para forçar o uso do Rodoanel. A restrição em vigor na Marginal do Pinheiros, na Avenida dos Bandeirantes e em outras vias da zona sul será ampliada em duas horas. (Págs. 1 e Cidades C6)


'Eu te amo', diz Lupi ao pedir desculpa a Dilma

Após ter sido repreendido por Dilma Rousseff, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, pediu desculpas à presidente. "Não foi minha intenção (ser agressivo). Eu te amo", disse, em audiência na Câmara. (Págs. 1 e Nacional A8)


Rio põe 150 mil em manifestação por royalties

Uma passeata convocada pelo governador Sérgio Cabral e paga com verba pública para protestar contra a divisão dos royalties do petróleo levou cerca de 150 mil manifestantes a Cinelândia, centro do Rio. A prefeitura de Macaé enviou 7 mil pessoas em 180 ônibus. (Págs. 1 e Economia B12)


PT enterra prévia e já monta campanha de Haddad em SP

A cúpula do PT já começou a montar a estrutura da campanha do ministro da Educação, Fernando Haddad, à Prefeitura de São Paulo e quer atrair o PMDB para a chapa. Um encontro entre Haddad e 15 deputados selou ontem acordo para o fim das prévias. A desistência de Jilmar Tatto e Carlos Zarattini será anunciada até semana que vem. (Págs. 1 e Nacional A4)


Cremesp condena planos de médicos com funerárias (Págs. 1 e Vida A18)


Thomas L. Friedman

Ervilhas da mesma vagem

Há muito em comum nos protestos que vem ocorrendo na Índia e nos Estados Unidos, as duas maiores democracias do mundo. (Págs. 1 e Visão Global, A16)


Fernando Gabeira

A serra e o cerrado

Nada mais pedagógico do que a corrupção na Serra Fluminense, onde o clamor popular levou à degola de prefeitos. (Págs. 1 e Espaço Aberto, A2)


Notas & Informações

Com a viola no saco

Lupi permitiu-se uma fanfarronice temerária para quem afirma conhecer muito bem Dilma. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: MEC recua e suspende contratos suspeitos

O Ministério da Educação determinou uma auditoria em contratos do Inep, órgão responsável pelo Enem, o Exame Nacional do Ensino Médio, que foi alvo de vazamento de questões pelo terceiro ano consecutivo. Conforme denunciou o Correio, três empresas vencedoras da Licitação nº 15, de 2011, no valor de R$ 42,6 milhões, estão em nome de laranjas. E todas - a DNA Soluções Inteligentes em Tecnologia Ltda., a Monal Informática Ltda. e a Jeta Soluções e Serviços em Tecnologia da Informação Ltda. - têm um mesmo dono oculto: André Luis Sousa Silva. Entre as atribuições das empresas, contou André, estaria a de zelar pela segurança do site do Inep e de dados relativos ao Enem. (Págs. 1 e 2)

Foto-legenda: O amor em tempos de faxina

Depois de desafiar a presidente e dizer que só saia do Trabalho à bala, apesar das denúncias de corrupção, o ministro Lupi se retratou publicamente e até fez declaração de amor a Dilma: "Desculpa se fui agressivo, eu não iria te desafiar, eu te amo!", derreteu-se, com ar de canastrão italiano. "O passado simplesmente passou", retrucou a presidente. (Págs. 1, 3 e 4)

Nem com R$ 1 milhão

Antônio Bonfim Lopes, o Nem, chefe do tráfico na favela da Rocinha - um negócio que movimenta cerca de R$ 100 milhões por ano -, foi levado ontem para o presídio de Bangu, no Rio de Janeiro. A propina de R$ 1 milhão, recusada pelos policiais, não evitou que um dos bandidos mais ricos e perigosos do país fosse para a cadeia. (Págs. 1 e 7)

Lei Seca: Ministro do STF elogia álcool zero

Para Ricardo Lewandowski, a criminalização do ato de dirigir alcoolizado e o fim da obrigatoriedade do bafômetro vão unificar as decisões da Justiça sobre o tema. (Págs. 1, 21 e Visão do Correio, 14)

Orçamento 2012: Congresso acena com reajustes

Parlamentares preveem ganhos para aposentados e servidores, especialmente do Judiciário, apesar de o Planalto exigir o corte de gastos e a austeridade. (Págs. 1 e 11)

Super Esportes: Brasília será sede de jogos mundiais

Mais de dois mil atletas de 45 países estarão na cidade em 2013 para a Gymnasiade, evento que reúne estudantes com idade de 14 a 17 anos. (Págs. 1 e 12)

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Valor Econômico


Manchete: Combate preventivo à crise começa com investimentos

O Brasil pode voltar a ter crescimento maior, de 4% a 5% em 2012, com uma combinação de medidas que estimulem o investimento público, com juros menores e com o reajuste de dois dígitos já previsto para o salário mínimo. Parte dessa "artilharia anticíclica" está representada nas autorizações para a elevação de gastos dos Estados em R$ 37 bilhões, para que ampliem os investimentos.

O governo anunciou ontem aumentos de limites de endividamento para mais sete Estados. Eles poderão contratar novas operações de crédito com o BNDES e organismos financeiros internacionais, como o Bird e o BID, até o montante de R$ 21,3 bilhões. Há 15 dias, o governo já havia autorizado outros dez Estados a ampliar o endividamento em R$ 15,7 bilhões. Assim, as novas operações de crédito para os governos estaduais chegam a R$ 37 bilhões.(Págs. 1, A2 e A3)


A campeã da pobreza nos EUA

A cidade de Reading, na Pensilvânia, ainda conserva um pouco de seu orgulho industrial do passado, quando forneceu aço para o esforço de guerra nos dois grandes conflitos mundiais. As ruas são limpas e bem calçadas. Seus 88 mil habitantes vivem em sobradinhos geminados com varanda na porta. Só que milhares de casas estão abandonadas.

Recentemente, Reading ganhou o título de cidade mais pobre dos Estados Unidos e virou símbolo da tragédia humana causada pela "Grande Recessão". Quatro em cada dez pessoas vivem abaixo da linha de pobreza, num país onde, segundo dados do Escritório do Censo, chegou-se à marca de 46,2 milhões de pobres no ano passado, um recorde histórico. (Págs. 1 e Eu&Fim de Semana)


Cade pode rever fusões no cimento

A Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça pediu a condenação de seis empresas por formação de cartel no mercado de cimento e recomendou ao Cade que reveja as últimas aquisições no setor. Com isso, ao menos três negócios poderão ser desfeitos: a compra da Companhia de Cimento Ribeirão Grande pela Votorantim, a aquisição da Cimentos Davi pela Lafarge e a compra da Cimec pela Camargo Corrêa.

Segundo a SDE, além de combinar preços e dividir áreas de atuação, as empresas teriam adotado estratégia comum para adquirir companhias menores. Elas também agiam para evitar que competidores de maior porte entrassem no mercado. As empresas poderão ser condenadas a pagar multas de 1% a 30% do faturamento. (Págs. 1 e B7)


Rússia entra na OMC com vantagens

O governo da Rússia conseguiu limitar as concessões para abertura de seu mercado no acordo concluído ontem para se tornar membro da Organização Mundial do Comércio (OMC) a partir de dezembro.

Após 18 anos de negociações, o país conseguiu o direito de estabelecer tarifa de exportação de 21% sobre o gás, produto do qual é o maior vendedor mundial. Obteve também o direito de conceder subsídios agrícolas e de manter restrições à importação de carnes bovina e de frango. (Págs. 1 e A10)


UNE é marginalizada nas manifestações estudantis

Comandada há vinte anos pelo PCdoB, em parceria com o PT, a União Nacional dos Estudantes (UNE), maior entidade estudantil do país, não é protagonista em nenhuma das duas maiores greves de estudantes universitários em andamento no país - na Universidade Federal de Rondônia, parada há 58 dias, e na Universidade de São Paulo (USP).

Nos dois casos, as lideranças são jovens distantes da política partidária - como o Movimento Estudantil Popular Revolucionário, em Rondônia, e o Movimento Negação da Negação, em São Paulo - ou organizados em torno de bandeiras de partidos radicais, como PCO, PSTU e PSOL. "A UNE nem apareceu por aqui. Eles são governo", diz Adilson Siqueira, professor de antropologia na Federal de Rondônia e integrante do comando de greve. (Págs. 1 e A14)


Planalto tenta evitar greve na Petrobras

Acionada pelo Palácio do Planalto, a Petrobras entrou ontem em ação para tentar evitar a greve dos petroleiros, agendada para o dia 16. A estatal convocou reunião com a Federação Única dos Petroleiros (FUP), que pede aumento real de 10% e melhores condições de segurança. A intenção do governo é conter uma iniciativa que pode servir de exemplo e contagiar outras negociações setoriais, prejudicar o combate à inflação e evitar a elevação dos gastos públicos. A Petrobras já fez sete reuniões com os sindicalistas, sem acordo. (Págs. 1 e A2)

Revisão tarifária desafia distribuidoras e favorece fusões, diz Ferreira Jr. (Págs. 1 e B9)


Diebold vai produzir tablets

A americana Diebold - fornecedora de equipamentos, sistemas e serviços de automação - vai começar a produzir tablets no Brasil. O projeto será desenvolvido na fábrica da companhia instalada na Zona Franca de Manaus, a partir do início de 2012. (Págs. 1 e B2)



Previdência

Aumento do emprego formal e maior preocupação com o futuro proporcionaram um ano excepcional ao setor de previdência privada. Até agosto, foram arrecadados R$ 33 bilhões, com alta de 21 ,9%. "Sem desemprego, os números devem continuar positivos", prevê Renato Russo, da Fenaprevi. (Págs. 1 e Especial)


"Apagão" florestal

Um "apagão" florestal pode colocar em risco a execução de futuros projetos de celulose e papel, painéis de madeira e energia renovável no país. Segundo estudo da finlandesa Pöyry, até 2020 o déficit será de no mínimo 1,3 milhão de hectares plantados. (Págs. 1 e B8)


Hidroavião não tripulado

A Santos Lab, especializada na construção de veículos aéreos não tripulados (VANTs), desenvolveu uma aeronave preparada para eventual pouso no mar. O foco do novo equipamento é a indústria de petróleo e gás. (Págs. 1 e B8)

Agrifirma amplia fronteiras

Capitalizada por um aporte de R$ 130 milhões de um fundo de "private equity" da BRZ Investimentos, a Agrifirma, até agora concentrada no oeste baiano, faz planos para ampliar sua atuação para o Centro-Oeste e "Mapito". (Págs. 1 e B14)


Contágio cambial brasileiro

O Brasil costuma reclamar que é vítima da guerra cambial, mas estudo apresentado na conferência Jacques Polak, do FMI, mostra que os controles de capitais adotados pelo país causam estragos semelhantes em seus vizinhos na América Latina. (Págs. 1 e C3)


Mão dupla com fundos soberanos

Pesquisa do BNY Mellon mostra que empresas brasileiras de capital aberto mostram mais disposição em buscar recursos de grandes fundos soberanos que companhias de outros países. E o movimento também é inverso, com aumento de interesse desses fundos por empresas do país. (Págs. 1 e D1)

Ideias

Raghuram Rajan

Elevar impostos sobre os ricos deve visar a melhoria de oportunidades para todos e não a punição de um erro imaginário. (Págs. 1 e A13)


Ideias

Pedro Ferreira e Renato Fragelli

Novas barreiras comerciais perpetuarão o atraso tecnológico e os preços altos, prejudicando quem precisa de veículos. (Págs. 1 e A13)

"ValorInveste" vence Prêmio Abecip

A reportagem "Demanda concreta, preços em alta", capa da edição de julho da revista ValorInveste, foi uma das vencedoras do 8º Prêmio Abecip de Jornalismo. A matéria, de autoria de Flavia Lima, Márcio Anaya e Silvia Rosa, ficou em primeiro lugar na categoria "Fontes de Recursos para o Mercado Imobiliário". (Pág. 1)

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Estado de Minas


Manchete: Um gole, um crime - Nova lei pegará 4 vezes mais motoristas em BH

Se o projeto já aprovado no Senado que aumenta o rigor da Lei Seca, passando a considerar crime dirigir sob efeito de qualquer quantidade de bebida alcoólica, for sancionado, quadruplicará o número de motoristas processados na capital. Atualmente, se o bafômetro aponta até 29 mg de álcool por litro de ar expelido, configura-se apenas infração. Por causa da margem de erro dos aparelhos, em Minas se adota o limite de 0,33 mg/l.

Desde junho, quando se apertou o cerco aos bebedores que dirigem, as blitzes em BH flagraram 183 motoristas acima desse limite. Eles estão respondendo criminalmente. No entanto, outros 543, que apresentaram níveis de álcool menores, sofreram apenas punições administrativas. Com a nova lei em vigor, todos os 726 condutores estariam enquadrados por crime de trânsito. As penas ficam mais severas, chegando a 16 anos de prisão.

Bares e restaurantes já preveem aumento de preço de pratos e tira-gostos para compensar queda de arrecadação com a provável redução da venda de bebidas. (Págs. 1, 19 e 21)

Premiê grego assume cargo hoje

Tarefa inicial de Lucas papademos é garantir acordo de ajuda externa. No Brasil, governo prepara pacote anticrise. (Págs. 1 e 12)

Duplicação da BR-381 tem mais atraso

Ministro dos Transportes diz que editais da reforma da chamada Rodovia da Morte serão lançados no início do ano que vem, contrariando promessa da presidente Dilma de começar a licitação este ano. (Págs. 1 e 7)

Folga no caixa

Acordo assinado entre União e estados permite ampliar limite de endividamento. No caso de Minas são R$ 3 bilhões a mais. (Págs. 1 e 6)

O amor de Lupi

Depois de dizer que só deixaria o cargo abatido a bala, ministro do Trabalho, Carlos Lupi, pede desculpas públicas e declara amor à presidente. (Págs. 1 e 4)

Rio se Janeiro: Paz na Rocinha é desafio após prisão de Nem

Captura do chefe do tráfico da maior favela brasileira reforçou plano de ocupação, marcado para o fim de semana. Preocupação da polícia é fechar rotas de fuga para prender mais criminosos durante a operação. (Págs. 1, 10 e 11)

Um morto muito vivo

Otacílio Ferreira, de 77 anos, descobriu que, para o Ministério do Trabalho, faleceu em 1983. Agora, luta na Justiça para tentar sacar o FGTS. (Págs. 1 e 20)

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Jornal do Commercio


Manchete: Acesso mais lento à Zona Sul

A partir de amanhã, o tráfego do Cais José Estelita, no trecho do Viaduto Capitão Temado, será alterado para viabilizar a obra da Via Mangue. Para reduzir os engarrafamentos, a CTTU traçou rotas alternativas e promete orientar os motoristas. (Págs. 1 e Cidades 4)

Rio festeja vitória sobre o tráfico

Policiais recusaram propina de R$ 1 milhão e evitaram fuga cinematográfica do traficante Nem, da Rocinha, favela que será ocupada para receber Unidade de Polícia Pacificadora. Bandido se gabava de jamais ter sido preso. (Págs. 1, 9 e 10)

Pernambuco e Bahia pedem incentivo para indústrias (Págs. 1 e Economia 1)


Acordo libera mudança no Aníbal Bruno (Págs. 1 e 7)



Desmatamento (Págs. 1 e Cidades 6)


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Zero Hora


Manchete: União dá aval a novos empréstimos para o RS

Após obter do Planalto ampliação da capacidade de endividamento, Tarso Genro planeja buscar R$ 1,4 bilhão para investimentos em infraestrutura. (Págs. 1 e 14)

“Eu te amo”: Frase de Lupi surpreende amigos da presidente

Ministro do Trabalho deu nova declaração polêmica. (Págs. 1 e 8)

Voo 447: Gaúchos são identificados 893 dias após acidente

Corpos de Roberto Chem e de sua mulher, Vera, devem chegar ao Estado em 10 dias. (Págs. 1 e 32)

Sua segurança: Um duro golpe no tráfico da orla carioca

Prisão de Nem dá início à ocupação policial de Rocinha e Vidigal. (Págs. 1 e 44)

Copa 2014: Beira-Rio na mira de fundo português (Págs. 1 e Carolina Bahia , 17)


De olho nas estradas: A situação das rodovias do Litoral (Págs. 1, 30 e 31)


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Brasil Econômico


Manchete: Fundos de pensão vão injetar R$ 65 bi no mercado em 3 anos

Até 2014, parte dos recursos das entidades hoje alocados em títulos públicos migrará para investimentos privados, como fundos de private equity e CDBs. Objetivo da decisão é garantir rentabilidade melhor diante da queda da taxa básica de juros da economia. (Págs. 1 e 28)


Royalties do petróleo levam 150 mil às ruas do Rio

Governo do estado comandou manifestação contra mudança nos cálculos das compensações financeiras, que causariam perdas de R$ 3,3 bi em 2012. (Págs. 1 e 4)


Eike Batista busca crédito de R$ 3 bilhões para investir em MG

Executivos da MMX, controlada pelo empresário, negociam com bancos asiáticos para levantar o dinheiro. (Págs. 1 e 22)


Emendas parlamentares inflam o Orçamento, mas não saem do papel

Apenas 66% das emendas do Plano Plurianual em vigor se tornaram de fato obras pagas pelo governo. (Págs. 1 e 6)


“Presidente Dilma, me desculpe se fui ofensivo. Eu te amo”

Carlos Lupi retrata-se em depoimento na Câmara por ter dito que só sairia do Ministério do Trabalho à bala. (Págs. 1 e 8)


Grupo de caça

Vivendi, de Amos Genish, monta equipe para garimpar negócios em 4 novas áreas, além da telefonia. (Págs. 1 e 14)


Um novo dono

Votorantim vende a Nitro Química, um dos símbolos do grupo, para o fundo de investimentos Faro. (Págs. 1 e 23)

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