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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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segunda-feira, novembro 28, 2011

XÔ! ESTRESSE [IN:] REINAÇÕES DE NARIZINHO.



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MUNDO [In;] ALIMENTOS, FOME & "MALTHUS"

Fome pode se agravar, diz estudo

Correio Braziliense - 28/11/2011

Uma pesquisa divulgada pela Oxfam, organização internacional de combate à fome, prevê um futuro catastrófico na produção de alimentos se a questão ambiental não começar a ser resolvida em breve. De acordo com o estudo, eventos como a seca no nordeste da África, que resultou em pelo menos 13 milhões de famintos, devem se tornar mais frequentes e passar a acontecer de forma generalizada no mundo.

Em regiões onde problemas econômicos e políticos já são graves, as mudanças no clima devem impactar de maneira ainda mais severa a alimentação da população mais pobre, que chega a gastar 75% de sua renda com alimentação. "No momento, há comida suficiente com problemas na distribuição. Porém, com as alterações climáticas, será cada vez mais difícil produzir alimentos", diz ao Correio o representante britânico da organização, Tim Coore. "Esse efeito é mais grave em grãos, como milho e arroz, e em alguns vegetais, que são a base da alimentação das populações mais pobres", completa.

Em julho, os preços do sorgo na Somália subiram 393%, e os preços do milho na Etiópia e no Quênia aumentaram, respectivamente, 191% e 161% nos últimos cinco anos. Seca e incêndios que se seguiram a uma onda de calor na Rússia e na Ucrânia destruíram grande parte da colheita de 2010 e provocaram um aumento de 60% a 80% nos preços mundiais de trigo em apenas três meses. Tempestades e tufões no sudeste da Ásia ajudaram a subir o preço do arroz em até 30% na Tailândia e no Vietnã. (MMM)

Longo caminho
Veja as principais expectativas e os resultados alcançados nas recentes conferências sobre mudanças climáticas

COP-13
Bali (Indonésia), 2007
Expectativas: Alcançar um consenso sobre a necessidade da adoção de medidas urgentes e universais para a diminuição dos efeitos das mudanças climáticas
Resultados: Apesar de algumas nações, entre elas os Estados Unidos, permanecerem com certo ceticismo em relação ao tema, o Bali Action Plan determinou que um novo acordo sobre a questão climática seria firmado em 2009

COP-14
» Poznán (Polônia), 2008
Expectativas: Aprofundar cinco pontos propostos pelo Bali Action Plan para facilitar um consenso na conferência do ano seguinte. Esses pontos incluíam a transferência de tecnologias menos poluentes para países em desenvolvimento e a diminuição das emissões de carbono

Resultados: A expectativa por um posicionamento do então recém-eleito presidente dos EUA, Barack Obama (foto), travou um avanço mais rápido nas negociações. Das cinco metas, houve consenso em apenas uma: a formação de um fundo internacional para ajudar países pobres a lidar com as mudanças no clima

COP-15
» Copenhague (Dinamarca), 2009
Expectativas: Como previa o plano elaborado na Indonésia, seria na conferência dinamarquesa que o novo protocolo que substituiria o de Kyoto seria assinado. Por essa razão, 133 chefes de governo e Estado compareceram ao evento, o maior número em uma conferência ambiental desde a Rio 92, no Brasil

Resultados: O que era para ser um momento histórico na mudança das políticas ambientais em todo o mundo, foi considerado por muitos um fiasco. Um acordo mais simples foi assinado nos instantes finais da conferência, mas sem efeitos vinculantes, ou seja, sem a obrigatoriedade de cumprimento pelas nações

COP-16
» Cancún (México), 2010
Expectativas: Com o fracasso da conferência anterior, as esperanças para a reunião do México se tornaram pequenas. O objetivo da maioria dos negociadores se transformou em solucionar uma série de questões que impediam
as negociações de um acordo
mais amplo

Resultados: De certa forma, esse objetivo foi alcançado. O número de países que aceitaram assumir metas de redução da emissão aumentou, e o os financiamentos cresceram. No entanto, o grupo liderado pelos EUA permanece irredutível quanto à adoção de metas de redução da poluição. Perdeu-se a última chance de aprovar um acordo que pudesse ratificado pelas assembleias nacionais antes do fim do Protocolo de Kyoto

Alertas climáticos
Veja algumas evidências científicas utilizadas pelo Painel Internacional para Mudanças Climáticas (IPCC) para tentar sensibilizar os negociadores na COP-17

» Desde 1900, o nível do mar aumentou entre 10cm e 20cm. A temperatura média global da superfície aumentou 0,8ºC. As temperaturas médias em terra aumentaram muito mais rápido: 0,91ºC desde meados do século 20, segundo o Berkeley Earth Surface Temperature Project

» Entre 20% e 30% das espécies de plantas e animais enfrentarão ameaça de extinção se as temperaturas globais aumentarem entre 1,5º e 2,5ºC, em comparação com as temperaturas médias das últimas duas décadas do século 20

» Na África, por volta de 2020, entre 75 milhões e 250 milhões de pessoas ficarão expostas a um maior estresse hídrico. O produto da agricultura irrigada por chuvas em alguns países da África poderá ser reduzido em até 50%. Áreas similares a desertos podem se expandir entre 5% e 8% em 2080

» Na Ásia, a disponibilidade de água doce diminuirá em meados do século. Os megadeltas costeiros correrão risco de inundações devido ao aumento do nível dos mares. A mortalidade atribuída a doenças associadas a cheias e secas aumentará.

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GOVERNO DILMA/SETOR PÚBLICO [In:] CU$TO BRA$IL

QUANTO CUSTA O INCHAÇO DA MÁQUINA PÚBLICA

SEM ESPAÇO PARA TANTA BUROCRACIA

Autor(es): Cristiane Bonfanti
Correio Braziliense - 28/11/2011

Com 38 ministérios e a incorporação de 221 mil servidores, as despesas da União com salários subiram 172% desde 2002. Segundo dados da organização não governamental Contas Abertas. Só em Brasília, no Executivo, entraram mais de 20 mil funcionários. Para acomodar tanta gente, a Esplanada dos Ministérios já não é suficiente. Os gastos com alugueis de prédios chegaram a R$ 652 milhões, um acréscimo de 136,8% em cinco anos. Diante da necessidade de cortar gastos, o governo já cogita unificar secretarias, entre outras mudanças

Em nove anos, surgiram 12 novos cargos de ministros e foram incorporados 221 mil servidores em todo o país. Gastos da União com pessoal e com aluguéis de prédios mais que dobraram desde 2002

A Esplanada dos Ministérios ficou pequena para tanta burocracia. O setor idealizado por Lúcio Costa não acomoda mais sequer os assessores diretos da presidente Dilma Rousseff. De 2002 para cá, o número de ministros saltou de 26 para 38. Sem espaço, ao menos oito deles precisam despachar fora do coração de Brasília. Nos últimos nove anos, foram incorporados 221 mil novos servidores ativos na máquina federal dos três poderes em todo o país — um contingente equivalente à população de Presidente Prudente, em São Paulo, ou de Taguatinga. Desse total, 21,7 mil foram lotados em Brasília. A fatura do inchaço já chegou: uma folha de pessoal ativo atual de R$ 118 bilhões, 172% maior do que a de 2002, e uma conta astronômica com aluguéis de imóveis, para acomodar tanta gente.

Dados da organização não governamental Contas Abertas revelam que os gastos da União com locação de prédios no Brasil e no exterior, para abrigar os novos servidores do Executivo, Legislativo e Judiciário, saltaram 114,3% de 2006 a novembro de 2011 — de R$ 304,6 milhões para R$ 652,8 milhões. A maior parte desse montante foi para o bolso de proprietários de prédios no Distrito Federal: 28,5% ou R$ 185,9 milhões. O Ministério do Planejamento informou que somente as despesas do Executivo com aluguéis passaram de R$ 244,6 milhões em 2006 para R$ 548,6 milhões neste ano, 124% mais, bem acima dos 36% do índice que corrige os contratos. Em 2002, o montante era bem menor, R$ 216,2 milhões — menos da metade da cifra atual.

Os dados mostram a distorção das prioridades da equipe da presidente Dilma. O dinheiro utilizado com aluguéis de janeiro a novembro deste ano é quase igual ao investido no Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem), que recebeu R$ 696,6 milhões, e bem maior que o destinado ao Brasil Alfabetizado e Educação de Jovens e Adultos, para o qual foram repassados R$ 508,2 milhões. Para o de Educação na Primeira Infância, o governo executou míseros R$ 525 mil.

De janeiro a novembro, a União destinou R$ 490,4 milhões ao programa de Controle Interno, Prevenção e Combate à Corrupção, prática nociva que desvia dos cofres do governo federal ao menos R$ 6 bilhões por ano. O dinheiro gasto com os aluguéis é mais que o dobro do investido para erradicação do trabalho infantil e 84 vezes maior que o do programa para acabar com o trabalho escravo no Brasil, país que ainda abriga 20 mil empregados em condições degradantes.

Apesar das torneiras dos cofres abertas, a máquina pública continua cara e ineficiente. Com carga tributária de primeiro mundo, equivalente a 37% do PIB, o brasileiro padece com a qualidade sofrível dos serviços públicos que recebe. "O Brasil arrecada como um país escandinavo, semelhante à Suécia, mas presta um serviço um pouquinho pior", ironizou André Esteves, presidente do Banco BTG Pactual, durante a comemoração dos 60 anos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Gigantismo
O secretário-geral da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco, observa que o gigantismo do governo acarreta outros custos em toda a máquina administrativa. "Aparentemente, não há essa consciência de que o inchaço do governo traz outras despesas. Mas há gastos com diárias, passagens, cópias, energia elétrica, com tudo", afirma o economista.

Somente a folha de pagamento de pessoal mostra o desequilíbrio fiscal da gestão Lula nos últimos anos de seu governo. Entre 2002 e 2011, a despesa anual com salários de funcionários ativos e inativos dos três poderes subiu 152%, de R$ 75 bilhões para R$ 196 bilhões — enquanto isso, o crescimento médio anual do Produto Interno Bruto (PIB) foi de 4%.

No mesmo período, a quantidade de servidores em atividade e aposentados nos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário passou de 1.855.966 para 2.087.374. Entre os ativos, o acréscimo foi de 24,2%, de 912.192 para 1.133.156. Isso tudo sem falar nos postos que não exigem concurso. A quantidade de cargos de Direção e Assessoramento Superior (DAS) passou de 18.374 para 21.976, dos quais 5.880 são ocupados por funcionários sem vínculo com a administração.

Na avaliação de Castello Branco, a finalidade da expansão dos órgãos públicos é muito mais atender a interesses políticos do que priorizar setores. Ele observa que, considerando um mês com 22 dias úteis, se a presidente Dilma despachar com um ministro por dia, ela levará mais de um mês e meio para falar com todos. "A realidade é que tem ministro que despacha com ela uma vez por semestre. Alguns apenas a encontram em solenidades oficiais", afirma.

Mais pastas
O descontrole começou no governo Lula, que recebeu a máquina com apenas 26 ministros. Logo em 2003, criou-se o Ministério do Combate à Fome, depois transformado em Desenvolvimento Social. No mesmo ano, ele desmembrou o Ministério do Esporte e Turismo em dois e deu status de ministro aos chefes das secretarias de Direitos Humanos, Políticas para as Mulheres e Igualdade Racial. Em 2004, o ex-presidente criou o Ministério do Desenvolvimento Social, que passou a coordenar os programas sociais do governo, e deu status de ministro ao presidente do Banco Central. Em 2007, o Palácio do Planalto tirou a gestão dos portos marítimos do Ministério dos Transportes e criou a Secretaria de Portos, além da de Assuntos Estratégicos. A Secretaria de Pesca, cujo comandante já tinha status de ministro, virou Ministério da Pesca em 2009.

Não bastassem os novos órgãos, neste ano, a presidente Dilma criou a Secretaria de Aviação Civil, o 38º ministério, mais que o dobro dos que existem nos Estados Unidos. Agora, o projeto de lei que institui a Secretaria de Micro e Pequena Empresa aguarda aprovação no Congresso. "Dar a um secretário o patamar de ministro implica abrir mais salas, ter mais assessores e linhas de telefone. A mudança se reflete em vários itens da máquina", destaca o secretário-geral do Contas Abertas.

Diante da necessidade de cortar gastos, o Palácio do Planalto já cogita unificar as secretarias de Direitos Humanos, Igualdade Racial e Políticas para Mulheres na reforma ministerial a ser promovida no início de 2012. Outra mudança em estudo é a reincorporação da Secretaria de Portos pela Pasta dos Transportes.

Representação pesada
Historicamente, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) é o que mais gasta com locação de imóveis, por causa das representações diplomáticas no exterior. De janeiro a 23 de novembro deste ano, a despesa do órgão chegou a R$ 102,4 milhões, um pouco acima dos R$ 100,8 milhões destinados ao programa de Gestão da Política da Educação no mesmo período. Depois do Itamaraty, a pasta que mais paga aluguel é o Ministério da Fazenda, com R$ 75,2 milhões, seguido da Presidência da República (R$ 73,3 milhões) e do Ministério da Educação (R$ 43,1 milhões).

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


28 de novembro de 2011

O Globo


Manchete: ANP aplica em fiscalização o que Petrobras gasta com café

Desembolso este ano foi de R$ 5 milhões, 63% do previsto

A Agência Nacional Petróleo (ANP) gastou este ano R$ 5,03 milhões para fiscalizar as atividades de exploração e produção de petróleo, 63% do previsto no orçamento. Para efeito de comparação, o valor é inferior ao que a Petrobras desembolsa anualmente só para abastecer as máquinas de café de suas unidades: R$ 5,5 milhões. Especialistas criticam a falta de investimento em fiscalização, ainda mais se for levado em conta que, do orçamento total da agência - R$ 484 milhões -, apenas 1,6% e destinado a fiscalização de exploração e produção. O Tribunal de Contas da União (TCU) tem até 90 dias para apurar a responsabilidade da ANP no vazamento de óleo no Campo do Frade, operado pela americana Chevron. (Págs. 1 e 19)

Em 10 anos, Saúde perdeu R$ 45,9 bi

Governo se queixa de falta de dinheiro, mas deixa de investir o que foi previsto para a área

Apesar de se queixar de falta de verbas para financiar a Saúde, o governo vem reduzindo seus gastos na área, na contramão do que prevê a Emenda 29, que estabeleceu um piso de despesas para o setor. Entre 2000 e 2010, o total de recursos investidos anualmente caiu de 1,76% para 1,66% do PIB. Nesse período, o governo deixou de gastar R$ 45,9 bilhões, em relação ao que havia se comprometido a desembolsar. Apenas no ano passado, foram R$ 6,4 bilhões que estavam previstos no papel, mas não saíram dos cofres da União. (Págs. 1 e 3)

Títulos de posse para a metade do Vidigal

Regularização de moradias também vai beneficiar 30% dos moradores da Rocinha

O secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar, anunciou que oito mil famílias da Rocinha - o equivalente a quase um terço da população local - vão receber títulos de posse a partir do ano que vem. O governo do estado pretende também regularizar a propriedade de cinco mil famílias no Vidigal - 50% da população. Na Rocinha, o trabalho foi facilitado por uma lei de 2009, que deu aos moradores a alternativa de regularizar as propriedades sem precisar recorrer à Justiça. (Págs. 1 e 10)

Assad sofre punição histórica

Pela 1ª vez, Liga Árabe adota sanções econômicas a filiado

A Liga Árabe cumpriu ameaça e ontem, pela primeira vez desde a sua fundação, em 1945, adotou sanções econômicas contra um país-membro. A punição à Síria decorreu da rejeição do ultimato a Damasco para permitir a entrada de observadores internacionais e interromper a repressão ao movimento pró-democracia. O pacote inclui proibição de voos comerciais, de investimentos e transações com o Banco Central sírio e o congelamento de fundos do governo. O governo sírio tachou a medida de "traição". (Págs. 1 e 23)

Educação

O Brasil precisa de pelo menos 12 mil creches para atender dez milhões de crianças. Da educação infantil depende o sucesso na vida escolar. (Págs. 1 e 4)

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Folha de S. Paulo


Manchete: E-mail aumenta trabalho e estresse dos brasileiros

Mais de 50% dos brasileiros respondem a mensagens até em férias, indica estudo

Pesquisa com 1.090 profissionais com renda mensal de R$ 5.000 a R$ 15 mil mostra que os brasileiros têm trabalhado mais, tanto no escritório como em casa.

Quase sete em cada dez profissionais (68,5%), com cargos como analista e gerente, afirmam passar mais tempo no escritório atualmente do que há cinco anos. (Págs. 1 e Mercado B10)

Grupo argentino passa a ser sócio da Usiminas

O grupo argentino Ternium comprou 26% das ações da Usiminas, que pertenciam a Votorantim e Camargo Corrêa. O Ternium dividirá o controle com a japonesa Nippon Steel. (Págs. 1 e Poder A12)

Egito vota hoje sob ameaça de fraude e violência

Sob ameaça de boicote, fraudes e violência, o Egito dá a largada hoje nas primeiras eleições parlamentares desde a queda do ditador Hosni Mubarak, em fevereiro. A junta militar que governa o país disse que não vai tolerar distúrbios. (Págs. 1 e Mundo A14)

Em ato histórico, Liga Árabe aprova sanção contra Síria

Com aval de 19 de 22 membros, a Liga Árabe aprovou ontem sanções contra a Síria. As medidas incluem suspensão de transações comerciais e congelamento de bens do regime. Iraque, Líbano e a própria Síria não apoiaram.

E a primeira vez que o bloco aprova sanções contra um de seus países. (Págs. 1 e Mundo A15)

1ª Fase da Fuvest tem abstenção recorde de 9,95% (Págs. 1 e Cotidiano C4)


Rubens Ricupero: Montanha-russa de confiança e medo marca crise (Págs. 1 e Mundo A16)


Editoriais

Leia “Carros inseguros", sobre o padrão de segurança dos automóveis brasileiros, e "Indexação mínima", acerca do novo reajuste do salário mínimo. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Liga Árabe aprova pacote de sanções contra a Síria

Medida inédita, com restrições diplomáticas e econômicas, pretende evitar intervenção ocidental

A Liga Árabe resolveu ontem impor imediatamente sanções comerciais, financeiras e diplomáticas ao regime sírio por causa da repressão que já matou 3.500 manifestantes favoráveis à democracia. Com a ação, apoiada por 19 dos 22 países membros, o organismo, com sede no Cairo, alega que pretende evitar uma intervenção ocidental na Síria.

As punições incluem o congelamento dos ativos do governo sírio, a suspensão da compra de papeis do Banco Central e de investimentos na Síria e o banimento de viagens por autoridades do regime. Em contrapartida, os países árabes prometeram ajudar a população afetada pelos problemas econômicos, incluindo os refugiados iraquianos. As sanções podem ser suspensas se a Síria cumprir acordo firmado no dia 2 com a organização, que previa a retirada das tropas dos centros urbanos. (Págs. 1 e Internacional A10)

Tensão no Egito

A junta militar que governa o Egito disse que as Forças Armadas vão garantir a tranquilidade na primeira etapa das eleições parlamentares, hoje e amanhã. (Págs. 1 e Internacional A13)

Sem controle, custo de obras da Copa já subiu R$ 2 bilhões

A fraude que abriu caminho para a aprovação do projeto de Veículo Leve sobre Trilhos em Cuiabá, R$ 700 milhões mais caro que o original, é só um exemplo de como o custo das obras da Copa do Mundo fugiu do controle público. Também houve aumento de preço nas obras de mobilidade urbana em Belo Horizonte, Manaus, Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro. (Págs. 1 e Nacional A4)

Com a crise, avançam os bancos nacionais de investimento

Com a crise na Europa e nos Estados Unidos, bancos de investimentos nacionais ganham espaço no mercado financeiro interno, antes dominado por estrangeiros. (Págs. 1 e Negócios)

Ganho no CDB ocultaria fraude no Panamericano

O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou cliente do Banco Panamericano que obteve um rendimento de 697% em CDBs. (Págs. 1 e Economia B9)

Ternium acerta compra de parte da Usiminas (Págs. 1 e Economia B5)


Fuvest tem abstenção de 10%, recorde na 1ª fase (Págs. 1 e Vida A18)


Conferência sobre clima começa hoje temendo fracasso

A 17ª Conferência das Partes, em Durban, na África do Sul, vai discutir o futuro dos acordos sobre emissões de poluentes, mas a crise econômica pode afetar as decisões. (Págs.1 e Vida A18)

Paulo Sotero

Novo acordo com o Irã?

Para ex-conselheira de Hillary Clinton, o Ocidente deveria pedir à Turquia e ao Brasil que se envolvam na busca de acordo nuclear com o Irã. (Págs. 1 e Opinião A2)

Carlos Alberto de Franco

A saúde dos jornais

O jornalismo brasileiro tem desempenhado um papel relevante. Ao lancetar os tumores da corrupção, cumpre um dever ético intransferível
. (Págs. 1 e Opinião A2)

Joseph E. Stiglitz

A globalização do protesto

Em toda parte há um sentimento de que o sistema fracassou e a convicção de que o processo eleitoral não consertará as coisas sem pressão. (Págs. 1 e Internacional A12)

Notas & Informações

Ninguém sabe, ninguém viu

A compra do Panamericano é tão surreal que só falta dizer que é questão de boa-fé da Caixa. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Quanto custa o inchaço da máquina pública

Com 38 ministérios e a incorporação de 221 mil servidores, as despesas da União com salários subiram 172% desde 2002. Segundo dados da organização não governamental Contas Abertas. Só em Brasília, no Executivo, entraram mais de 20 mil funcionários. Para acomodar tanta gente, a Esplanada dos Ministérios já não é suficiente. Os gastos com alugueis de prédios chegaram a R$ 652 milhões, um acréscimo de 136,8% em cinco anos. Diante da necessidade de cortar gastos, o governo já cogita unificar secretarias, entre outras mudanças. (Págs. 1, 7 e 8)

Eixão volta ao centro da polêmica

Morte de bombeiro reacende a discussão sobre a necessidade de mudanças em uma das principais vias do DF. DER, porém, ainda não desengavetou estudos que preveem ocupação da faixa central da pista. (Págs. 1 e 20)

Foto-legenda

Dados do IBGE constatam o que as amigas Bruna e Fernanda já desconfiavam: em Brasília, as mulheres são maioria - representam 52,31% da população, o segundo maior percentual do país. (Págs. 1 e 17)

Universíade: Ensaio para defender Brasília

Depoimentos de Pelé, Daiane dos Santos e Lars Grael são algumas das armas da comitiva que está em Bruxelas para apresentar, amanhã, a candidatura da capital para sede dos Jogos universitários. (Págs. 1 e 21)

Egípcios vão às urnas sob tensão (Págs. 1 e 12)


Ciberataques: Governo se arma contra os hackers

Depois de recente ataque a um site da Presidência da República, uma empresa de segurança da informação é contratada para proteger a comunicação entre o Planalto, o Alvorada e a Granja do Torto. (Págs. 1 e 2)

Tentativa urgente de acordo climático (Págs. 1 e 16)


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Valor Econômico


Manchete: Forte recuo do investimento faz demanda cair para 4%

Depois de crescer em ritmo chinês em 2010, de quase 9%, a demanda interna (o consumo das famílias, o consumo do governo e o investimento) sofreu forte desaceleração neste ano, devendo avançar perto de 4% ou um pouco mais, segundo estimativas de diferentes analistas. A maior perda de fôlego é da formação bruta de capital fixo (medida do que se investe na construção civil, máquinas e equipamentos), que saiu de uma expansão de 21,9% no ano passado para uma alta que deve ser inferior a 5% neste ano. O consumo das famílias também perdeu ímpeto, passando de um avanço de 7% em 2010 para algo entre 4,5% e 5% em 2011.

Com um ritmo mais fraco de expansão da demanda interna, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) será bem mais modesto neste ano - em torno de 3% ou menos, bem abaixo dos 7,5% de 2010. Nas contas da LCA Consultores, a demanda doméstica contribuirá com 3,9 pontos percentuais para o crescimento de 2,8% estimado para o ano. Em um quadro de alta mais moderada do consumo e do investimento, as importações crescem a uma velocidade menos expressiva do que em 2010, fazendo com que a contribuição do setor externo para o PIB seja menos negativa. A LCA estima que ele vai “tirar” 0,6 ponto percentual do avanço da economia em 2011: bem menos que os 2,8 pontos de 2010. (Págs. 1 e A3)

Ternium vence disputa pela Usiminas

A Usiminas tem um novo sócio. Era esperado para ontem à noite o comunicado oficial de que a Ternium, braço siderúrgico do grupo ítalo-argentino Techint, fechou a compra das participações acionárias que os grupos Camargo Correa e Votorantin detinham na Usiminas. A empresa deve desembolsar mais de R$ 5 bilhões para, com isso, entrar no bloco de controle da siderúrgica. Segundo o Valor apurou, o acordo foi fechado a R$ 36 por ação. A compra será feita pela Ternium e suas coligadas, inclusive a Tenaris Confab. O principal concorrente da Ternium pelas ações da Usiminas era o controlador da CSN, o empresário Benjamin Steinbruch. Também o grupo Gerdau teria interesse pelas ações.

Com o negócio, a Usiminas ganha um parceiro que tem presença há 40 anos no setor e muito interessado em entrar no mercado brasileiro. (Pág. 1)

Encontro em Durban tenta dar sobrevida a Kyoto

A se realizar sob o signo da crise financeiro na Europa e nos EUA, a nova rodada de negociações organizada pela ONU sobre mudança climática começa hoje em Durban, na África do Sul. O grande tema do encontro é o Protocolo de Kyoto, o único mecanismo existente hoje para cortar emissões. Modesto e controverso, Kyoto tem prazo de validade, vence em 2012. Ou ganha sobrevida em Durban ou morre sem deixar herdeiros.

A batalha será complicada e dura, como de praxe nestas rodadas. O discurso europeu é o de se conseguir um roteiro e um calendário para equacionar o problema nos próximos anos, e incluir no jogo os Estados Unidos e os emergentes. A peça-chave deste roteiro, na estratégia brasileira, dos emergentes e de países em desenvolvimento, é sair da África com o segundo período de compromissos do Protocolo de Kyoto. "O Brasil acha que Durban é uma oportunidade muito grande porque a questão do segundo período de compromisso de Kyoto tem evoluído", diz o embaixador André Aranha Corrêa do Lago, chefe dos negociadores brasileiros. "Estamos convencidos de que um resultado equilibrado é possível." (Págs. 1 e A12)

Foto-legenda: Novos negócios

A Galvão Engenharia ampliou seu leque de negócios para saneamento, energia, petróleo e agora pretende participar da licitação de aeroportos, diz Dario Galvão Filho, presidente da holding do grupo. Para isso, fechou uma parceria com a Flughafen München, operadora do aeroporto de Munique. (Págs. 1 e B1)

Ações que resistem à queda da Bolsa

Um seleto grupo de ações está conseguindo escapar da queda da Bolsa de Valores de São Paulo, cujo índice registra redução de 20,79% no ano até sexta-feira. São 19 das 68 ações que compõem a Ibovespa e se distribuem, de forma geral, em dois grupos: papeis de empresas que pagam bons dividendos aos investidores ou companhias que apresentam bons resultados por causa das vendas ao mercado interno, ainda em expansão apesar da crise mundial.

Lideram a lista das maiores altas do índice as ações ordinárias (ON, com direto a voto) da Redecard, com valorização de 49,59%, e da Cielo, com 48,01%. Em seguida aparecem as ON de Hering e Souza Cruz. Os papéis em alta neste ano tem em comum o fato de serem de companhias que não dependem da recuperação da economia global para crescer, resume Leonardo Milane, da corretora do Santander. (Págs. 1 e D1)

Estádios para Copa levarão até 198 anos para se pagar

Os estádios que estão sendo construídas para a Copa de 2014 em quatro capitais - Cuiabá, Natal, Brasília e Manaus - vão demorar de 130 a 198 anos para se pagar. É o que mostra estudo da empresa de consultoria BSB - Brunoro Sport Business, levando em conta o nível atual de rentabilidade das arenas esportivas nos Estados. Os 12 estádios que foram escolhidos para a Copa custarão mais e terão receita menor após a competição que aqueles construídos para as últimas duas edições da Eurocopa, mostra o mesmo levantamento.

O estudo da BSB prevê dois cenários econômicos para as arenas da Copa após os jogos. O primeiro leva em conta o nível atual de renda do futebol no Estado em que estão sendo construídas. O segundo, mais otimista, prevê aumento do faturamento com a venda de camarotes, publicidade, shows, do nome do estádio e locação para outros eventos. No cenário mais pessimista, o estádio com a pior expectativa de rentabilidade é o de Manaus, cujas obras demorariam 198 anos para se pagar. Contando com um aumento de receita, a obra se pagaria em 45 anos.(Págs. 1 e A3)

Dúvida legal trava captação de letra financeira por banco

Um impasse na interpretação das normas sobre as letras financeiras (espécie de debêntures que podem ser emitidas por bancos) tem limitado a captação de recursos com esse instrumento, sobretudo em ofertas públicas. A principal dúvida recai sobre a possibilidade de uma instituição financeira adquirir letras emitidas por outra.

Questionado pelo Valor, o Banco Central (BC) informou que, do ponto de vista jurídico, não há impedimento para esse tipo de transação. Mas como a Cetip - a empresa que faz serviços de registro, custódia, negociação e liquidação de ativos e títulos - não permite o registro dessa operação, na prática nenhum negócio pode ser realizado. (Págs. 1 e C1)

O FMI pode oferecer a Itália ajuda de € 400 bilhões a € 600 bilhões (Págs. 1 e Al3)


Negócios Sustentáveis

Em sua 29ª edição, o Prêmio Eco - promovido pela Câmara Americana do Comércio, em parceria com o Valor - se consolida como instrumento de difusão da sustentabilidade na gestão de empresas. (Págs. 1 e Especial)

Operações Financeiras

Mesmo com as preocupações com a crise externa e seus efeitos sobre o país, o mercado de capitais brasileiro tem demonstrado pujança para continuar crescendo vigorosamente. (Págs. 1 e Especial)

Previdência Privada

Nos últimos dez anos, a captação do setor de previdência privada cresceu em média 25,5% ao ano. O patrimônio já soma R$ 255 bilhões e a expectativa é chegar a R$ 1 trilhão até o fim da década. (Págs. 1 e Especial)

Sergipe

Com uma população de pouco mais de dois milhões de habitantes, sendo 30% no campo, o governo de Sergipe fomenta um processo de forte interiorização do crescimento e inclusão social. (Págs. 1 e Especial)

Minas Gerais

Sem descuidar do setor de mineração, principal atividade do Estado, Minas Gerais aposta na diversificação. Projetos ligados a nova economia e ,10 polo tecnológico de Belo Horizonte podem dobrar o PIB estadual em 20 anos, prevê o governador, Antonio Anastasia. (Págs. 1 e Valor Estados)

Foco nos vizinhos

Os países da América do Sul terão uma nova carteira de 30 projetos de infraestrutura, com investimentos que superam US$ 18 bilhões, para promover a integração física da região. Ao menos dez obras envolvem o território brasileiro. (Págs. 1 e A4)

Fome de crescimento

Estudo realizado pela consultoria americana McKinsey mostra que o mundo terá de ampliar a área disponível para a agricultura em até 220 milhões de hectares para atender a demanda global por alimentos até 2030. (Págs. 1 e B14)

A nova líder da bolsa

As ações preferenciais (PN, sem direito a voto) da série A da Vale devem desbancar, de novo, as PN da Petrobras e passar a ser o papel mais importante dentro do Ibovespa na próxima carteira do índice, que vai vigorar de janeiro a abril. (Págs. 1 e D2)

Dividendos e as normas contábeis

A partir de hoje, o caderno de Legislação & Tributos do Valor publica uma série de cinco artigos jurídicos sobre as novas normas contábeis internacionais (IFRS). Nesta edição, Edison Carlos Fernandes aborda os dividendos no contexto do IFRS. (Págs. 1 e E2)

Ideias

Sergio Leo

Brasil tenta simplificar importação entre sócios do Mercosul, mas argentinos e paraguaios resistem à ideia. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Jorge Arbache

Censo 2010 mostra que o Brasil ruma rapidamente para um padrao demográfico de país desenvolvido. (Págs. 1 e A15)

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domingo, novembro 27, 2011

A HORA DO "ÂNGELUS"

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"Aquele que sabe e sabe que sabe
é sábio - segue-o;
Aquele que sabe e não sabe que sabe
está a dormir - acorda-o;
Aquele que não sabe e não sabe que não sabe
é um idiota - enxota-o,
Aquele que não sabe e sabe que não sabe
é simples - ensina-o".

(Provérbio Árabe).
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sexta-feira, novembro 25, 2011

XÔ! ESTRESSE [In:] ''FOI MALS!!!''

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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


25 de novembro de 2011

O Globo


Manchete: Chefes de máfia no Detran têm ligação com deputados

Posto de gasolina foi usado até como comitê de campanha do PT

Dois chefes de postos de vistoria do Detran apontados como organizadores de esquemas de fraudes que incluíam vistorias fantasmas tinham padrinhos políticos: Ricardo Loroza de Rezende, do posto de Paracambi, preso anteontem com mais 36 pessoas, era protegido do deputado estadual André Ceciliano (PT), enquanto Nildo Sá Ferreira, de Araruama, ainda foragido, fora indicado pelo presidente da Alerj, Paulo Mello (PMDB), de quem é sobrinho, revelam Chico Otavio e Natanael Damasceno. Mais um integrante foi preso ontem, restando ainda sete mandados a serem cumpridos, entre eles o de Nildo. Loroza doou R$ 15. 721 para a campanha eleitoral de Ceciliano, ex-prefeito de Paracambi, além de ceder um espaço de um posto de gasolina de sua propriedade para alojar o comitê do petista. Mello e Ceciliano alegam que não se responsabilizaram pelos atos dos apadrinhados. (Págs. 1 e 16)

Foto-legenda: Descontruindo o ilegal

Os cinco pavimentos em obra sobre um imóvel de dois andares na Rocinha começam a ser demolidos. Os serviços públicos ainda não chegaram aos becos. (Págs. 1 e 17 a 19)

União Europeia pode ganhar novo tratado

Após se reunir com o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e com o novo premier italiano, Mario Monti, a chanceler alemã Angela Merkel obteve apoio para uma união fiscal nos países que já adotam o euro como moeda única. Ficou acertado que França e Alemanha apresentarão o esboço de um novo tratado para a União Europeia (UE), com sanções aos países com indisciplina fiscal. (Págs. 1, 27 e 28 e Míriam Leitão)

Foto-legenda: Merkel, Sarkozy e Monti: um aponta para o outro, que aponta para o outro (Pág. 1)


Perimetral vai ser totalmente demolido

O prefeito Eduardo Paes afirmou ontem que toda a estrutura do elevado, desde o entroncamento com a Avenida Brasil até o Aterro do Flamengo, será demolida até o primeiro semestre de 2016. Um dos túneis previstos no projeto de revitalização da Zona Portuária vai se unir ao Mergulhão da Praça Quinze, que será reformado. (Págs. 1 e 25)

Liga Árabe dá ultimato à Síria antes de sanção

A Síria tem até hoje para permitir a entrada de observadores no país ou enfrentará sanções da Liga Árabe, que incluem suspensão de voos, congelamento de bens e o bloqueio de operações financeiras. (Págs. 1 e 35)


Militares nomeiam premier de Mubarak

A junta militar que comanda o Egito manteve as eleições legislativas de segunda-feira e indicou um velho ex-primeiro-ministro, Kamal Ganzouri, para formar governo interino. (Págs. 1 e 36)


Pessimismo climático

A cúpula da ONU começa em três dias em Durban, na África do Sul, envolta em pessimismo. Especialistas acreditam que é tarde demais para evitar aumento de 3 graus na temperatura, o que mudará o c1ima global. (Págs. 1 e 38)


Obra de VLT para a Copa em Cuiabá tem suspeita de fraude (Págs. 1 e 10)


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Folha de S. Paulo


Manchete: Bando usa vítima de acidente aéreo para fraudar INSS

Para obter benefícios, quadrilha desarticulada pela PF forjava parentesco com pessoas mortas em desastres

A Polícia Federal desarticulou no Rio uma quadrilha acusada de fraudar benefícios previdenciários de vítimas de desastres aéreos. O prejuízo do governo está avaliado em R$ 3 milhões.

A PF identificou ao menos nove casos referentes a acidentes aéreos, entre eles, o do voo 3054 da TAM (2007) e o do 447 da Air France (2009). Dezessete pessoas foram presas. (Págs. 1 e Mercado B1)

Foto-legenda: Guerra de dedos

Mulher provoca estudantes da USP durante protesto na av. Paulista contra a presença da PM na Cidade Universitária; manifestação, que começou às 16h, causou 1,8 km de lentidão no sentido Consolação, segundo a CET. (Págs. 1 e Cotidiano C9)

Promotor pede saída de Kassab por contrato de inspeção veicular

A Promotoria pediu à Justiça o afastamento de Gilberto Kassab e o sequestro de seus bens por suspeitas de irregularidades no contrato de inspeção veicular.

A ação, que envolve também empresas e o secretário Eduardo Jorge (Meio Ambiente), pede o ressarcimento de R$ 1 bilhão. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Dólar volta a subir e se aproxima da máxima do ano

O dólar subiu ontem pelo segundo dia seguido e fechou a R$ 1,892 - o maior valor desde 3 de outubro.

A cotação mais alta da moeda no ano é de R$ 1,895, registrada no mês de setembro. Desdobramentos da crise europeia contribuíram para a valorização. (Págs. 1 e Poder A10)

SP precisa de obra urgente em 21 pontes e viadutos

A Prefeitura de São Paulo admite que ao menos 21 pontes e viadutos, construídos entre 1950 e 1970, precisam de obras urgentes.

Um estudo de 2007 já havia apontado pontos críticos, mas só agora a gestão Kassab pediu uma inspeção geral. As reformas estão previstas para 2012. (Págs. 1 e Cotidiano C6)

Egito põe ex-aliado de Mubarak para chefiar o governo

A nomeação de um ex-aliado do ditador Hosni Mubarak para chefiar o governo egípcio deve elevar novamente as tensões no país.

Apesar de a junta militar ter pedido desculpas pela violência da polícia, a oposição espera reunir 1 milhão de pessoas hoje na praça Tahrir, no Cairo. (Págs. 1 e Mundo A12)

Merkel e Sarkozy propõem união fiscal na Europa (Págs. 1 e Mundo A14)


Fazenda é contra a distribuição do lucro do FGTS (Págs. 1 e Mercado B7)


Brasil deve ter 519 mil novos casos de Câncer em 2012 (Págs. 1 e Saúde, C12)



Editoriais

Leia "Lição de casa", a respeito dos problemas na exploração do petróleo, e "Tiro no pé", sobre o novo comandante da Rota. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: CGU reprovou obra da Copa antes de fraude em parecer

Para órgão fiscalizador, alteração para atender governo de MT, com o aval de ministério, é 'intempestiva'

Relatório da Controladoria-Geral da União (CGU) questiona o novo projeto de transporte público de Cuiabá (MT), o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), aprovado pelo Ministério das Cidades para a Copa de 2014 após documento ter sido fraudado, conforme revelou ontem o Estado. A análise da CGU coincide com a nota técnica do ministério que era contrária ao VLT, mas foi adulterada para favorecer o projeto. O parecer da CGU diz que a troca da proposta original de linha rápida de ônibus pelo VLT omitiu informações sobre aumento de gastos e é "intempestiva". O MP abriu investigação. (Págs. 1 e Nacional A4, A6 e A7)

Ouça mais gravações que revelam a fraude na pasta do estadao.com.br

PP 'frita' ministro

Após as denúncias, a cúpula do PP abandonou o ministro Mário Negromonte. O partido tenta se manter à frente da pasta. (págs. 1 e Nacional A7)

França insiste em corredor humanitário no interior da Síria

O governo da França pressionou ontem pela criação de um "corredor humanitário" para socorrer populações sitiadas pelas forças armadas na Síria. A proposta foi reiterada pelo ministro da Defesa, Alain Juppé, que defende "zonas seguras para proteção de civis". As chances de acordo com Bashar Assad, porém, são pequenas. (Págs. 1 e Internacional A12)


Crise se agrava e mercado vê corte maior de juros no Brasil

O agravamento da crise europeia levou investidores a apostarem em um corte maior na taxa básica de juros (Selic), de 0,75 ponto porcentual. Com a redução, a Selic ficaria em 10,75% ao ano. Até o início da semana, a previsão era de um corte de 0,5 ponto. A reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) acontece na próxima semana. (Págs. 1 e Economia B1)

Desemprego cai

A taxa, de 5,8%, é a menor para o mês de outubro desde 2002, mas números indicam que mercado de trabalho já sofre com desaceleração. (Págs. 1 e Economia B3)


Foto-legenda: Um novo impasse

A chanceler alemã Angela Merkel, o presidente francês Nicolas Sarkozy e o premiê italiano Mario Monti, durante entrevista após reunião na França: Alemanha vetou hipótese de que o Banco Central Europeu passe a comprar de forma maciça os títulos das dívidas soberanas de países em crise. (Págs. 1 e Economia B9)

1 milhão de brasileiros terão câncer em 2 anos

Estimativa do Instituto Nacional do Câncer é de que 1 milhão de brasileiros receberão diagnóstico da doença nos próximos dois anos. É a segunda causa de morte no País, atrás de doenças cardiovasculares. (Págs. 1 e Vida A26)


Fraude usava mortos em acidentes aéreos

A Polícia Federal prendeu 16 pessoas, entre elas 5 servidores do INSS, acusadas de forjar parentesco com mortos em acidentes aéreos para receber pensões mensais. Os benefícios chegavam a R$ 3 mil. (Págs. 1 e Cidades C3)


Fernando Gabeira

Entre a terra e o mar

O desastre da Chevron não mostrou apenas que estamos despreparados, mas também por que estamos despreparados. (Págs. 1 e Espaço Aberto, A2)

Dora Kramer

Salvo-conduto

Um palpite? Dificilmente o ministro Mário Negromonte será importunado. Desta vez estão envolvidos Miriam Belchior e Michel Temer.
(Págs. 1 e Nacional A6)


Notas & Informações

A crise no coração do euro

Se tragadas pela recessão, França e Alemanha pouco poderão fazer por economias em pior estado. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: A temível escalada do câncer no Brasil

Estudo do Inca estima que 518 mil pessoas serão vítimas da doença no país em 2012. (Págs. 1 e 7)


Idade mínima para entrar na escola pode cair no DF

Procurador do Ministério Público no Distrito Federal pretende seguir o exemplo do colega pernambucano e entrar com ação contra norma que estabelece o mínimo de 6 anos para o ingresso no ensino fundamental. (Págs. 1 e 30)


Prazo no fim para o Nota Legal

Apenas os cupons emitidos até o próximo dia 30 serão válidos para os descontos do IPTU e do IPVA no ano que vem. (Págs. 1 e 22)


Gastança: Senado na era da espionagem eletrônica

Polícia legislativa vai comprar aparelhos sofisticados contra o grampo em celulares e linhas fixas. Os senadores suspeitam da existência de escutas ilegais na casa. (Págs. 1 e 2)


Intolerância: Bolsonaro, sem limites, ataca Dilma

Deputado instiga a presidente a assumir o "amor por homossexuais" ao criticar a campanha para combater o preconceito. Depois, tentou amenizar o discurso. (Págs. 1 e 3)


Desvios: FGTS cobre os gastos do governo

Mais de R$ 14,4 bilhões do Fundo serão gastos indevidamente no programa Minha Casa, Minha Vida. Esse dinheiro deveria sair do caixa do Tesouro Nacional. (Págs. 1 e 10)

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Valor Econômico


Manchete: Dilma prepara armas anticrise

A presidente Dilma Rousseff tem acompanhado com especial atenção a atual crise e está pessimista com a economia mundial em 2012. Ela lamenta que os líderes que assumiram o poder recentemente na Europa sejam conservadores e excessivamente "fiscalistas". E considera que a solução para enfrentar os reflexos da turbulência mundial no Brasil está na economia doméstica. Daí, sua obsessão em adotar medidas agora para estimular o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nos próximos meses.

A segunda fonte de preocupação da presidente é a inflação interna, que, apesar do desaquecimento da economia, ainda ronda o teto de 6,5% fixado para 2011. Por isso, o governo vai agir em duas das três fontes de pressão inflacionária: os preços dos alimentos básicos e o etanol. Para antecipar eventuais altas nos alimentos na entressafra, Dilma determinou um reforço no caixa da Conab, que deverá ampliar fortemente as compras diretas de grãos e cereais. Arroz, trigo, feijão e milho serão os alvos principais. O objetivo é adquirir os alimentos diretamente do produtor a preços de mercado, garantindo boa remuneração no auge da colheita, e formar estoques estratégicos. (Págs. 1, A2 e A3)

Foto-legenda: Chinês carioca

Sha Zukang, o chinês mais carioca que existe, segundo o prefeito do Rio, é o homem da ONU que vai comandar a Rio+20: "A Conferência enfrenta ventos contrários da crise". (Págs. 1 e A14)


Para Caixa, todos "foram enganados" pelo PanAmericano

"Nós fomos enganados", disse o vice-presidente de Finanças da Caixa Econômica Federal, Márcio Percival, ao Valor. "A Caixa foi enganada. O mercado foi enganado. As empresas de auditoria foram enganadas", reiterou, ao referir-se à situação do banco PanAmericano, no qual o banco federal adquiriu participação em 2010 por R$ 739 milhões. "É muito fácil construir hoje uma teoria conspiratória dizendo que nós sabíamos do fato".

Na entrevista, ele lembra os principais fatos que se seguiram à primeira conversa com o presidente do Grupo Silvio Santos, Luiz Sebastião Sandoval, controlador do PanAmericano, em outubro de 2008. Esclarece procedimentos, datas e o que ocorreu quando o Banco Central descobriu e informou sobre o intrincado sistema de fraudes operacionais e contábeis que escondia um rombo de R$ 4,3 bilhões. (Págs. 1 e C3)

Juro argentino perto de taxas positivas

Uma espécie de ajuste ortodoxo está sendo feito pelo setor privado na Argentina, diminuindo a liquidez, arrefecendo a procura por dólar e sinalizando uma desaceleração da economia. Pela primeira vez em dois anos, as taxas reais de juros caminham para se tornar positivas, superando a inflação extraoficial.

Instrumento mais usado como referência no sistema bancário, a taxa Badlar, que remunera os empréstimos acima de 1 milhão de pesos (US$ 235 mil), passou de 18% para 20,8% anuais no último mês. Há um ano, a média era de 10,75%. Diferentemente do Brasil, os juros básicos na Argentina não são fixados pelo governo, mas pelo mercado. (Págs. 1 e A11)


O preço oculto de ter imóveis em Miami

Os brasileiros estão hoje entre os maiores compradores estrangeiros de imóveis na Flórida, atrás apenas dos canadenses. A Associação Nacional dos Corretores calcula que de 55% a 60% dos imóveis em Miami são vendidos para estrangeiros, principalmente do Brasil. Mas poucos brasileiros estão prestando atenção à parte jurídica e tributária da aquisição. Pela lei americana, por exemplo, a transferência de imóvel para um herdeiro pode custar até 47% de seu valor de mercado, alerta Aloysio Vasconcellos, presidente da consultoria americana Westchester Financial Group. Pior: esse imposto de sucessão deve subir para até 55% em 2013.

Por isso, vários brasileiros procuram fazer a compra em nome de pessoa jurídica. Abrem uma empresa no exterior - em geral em um paraíso fiscal, porque é mais barato - e depois montam uma companhia nos EUA. É essa empresa americana que fará a transação. "Como empresa não morre, não há imposto de sucessão", explica o advogado Samir Choaib. (Págs. 1 e D1)

Dnit cancela projeto sem reformar nenhuma ponte

Em dezembro do ano passado, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) lançou um programa ambicioso para manutenção, reparo e alargamento de pontes e viadutos nas rodovias federais. A iniciativa previa que a metade delas no país - um total de 2,5 mil estruturas - passariam por reformas entre 2011 e 2014. A empreitada custaria R$ 5,8 bilhões. Só em 2011 seria aplicado R$ 1 bilhão. Em setembro, discretamente, a diretoria do Dnit decidiu abandonar o programa. Nenhum viaduto ou ponte foi reformado. Recentemente, auditoria do Tribunal de Contas da União apurou que o programa apresentava uma série de irregularidades, a começar por falhas encontradas na relação de pontes que deveriam ter prioridade de atendimento, por conta de suas estruturas estarem em estado crítico.

Em nota ao Valor, o Dnit admitiu as irregularidades no programa. Segundo a diretoria do órgão, já existe um novo plano de ação. No curto prazo, estão previstos projetos de recuperação de 23 pontes e viadutos em pior situação. (Págs. 1 e A5)


Pará e Minas querem taxar mineração

Os governos dos dois maiores produtores minerais do país, Minas Gerais e Pará, pretendem taxar o minério extraído em seus territórios. No Pará, a proposta do Executivo foi encaminhada na semana passada à Assembleia Legislativa e prevê a cobrança de R$ 6,45 por tonelada de minério - o que deve gerar para os cofres públicos uma arrecadação anual de aproximadamente R$ 1 bilhão. Já em Minas, um projeto de lei semelhante foi enviado em setembro ao Legislativo pelo governador Antônio Anastasia (PSDB) e estabelece uma taxa de fiscalização de R$ 2,1813 sobre a tonelada de alguns tipos de minérios explorados no Estado. Apesar de ser apontada como uma forma indireta de os Estados recuperarem perdas de arrecadação com a Lei Kandir, o vice-governador do Pará, Helenilson Pontes (PPS), afirma que o tributo não tem finalidade arrecadatória. Segundo ele, a medida faz parte de um projeto maior, cujo objetivo é criar uma política de mineração no Estado. (Págs. 1 e A4)


Aliança volta a fazer navios no país

Após 17 anos, a Aliança Navegação e Logística, da alemã Hamburg Süd, decidiu voltar a construir navios para o transporte de contêineres no Brasil. A empresa teve aprovada ontem a "prioridade" pelo Fundo da Marinha Mercante (FMM), fonte de financiamento de longo prazo do setor naval, para construir no Estaleiro Ilha S.A., no Rio, quatro embarcações. O pedido de financiamento é de US$ 370 milhões, 90% do investimento total do projeto, de cerca de US$ 400 milhões.

Os navios, com capacidade para 3 mil TEUs (equivalente a um contêiner de 20 pés), terão bandeira brasileira e serão usados para renovar a frota da Aliança na cabotagem. (Págs. 1 e B9)

Odebrecht desiste de usina no Peru

Pressões de comunidades indígenas levaram a Odebrecht a desistir da construção de uma usina hidrelétrica na região de Junín, na Amazônia peruana, a 300 quilômetros da capital, Lima. (Págs. 1 e A11)


Exportações de arroz

Desde o início da safra 2011/12, iniciada em março, as exportações brasileiras de arroz já ultrapassam 1,4 milhão de toneladas, alta de 255% sobre igual período de 2010. O segmento, antes desprezado, agora atrai os grandes players do agronegócio. (Págs. 1 e B14)


Juro futuro aponta corte maior

O agravamento do ambiente externo levou a um ajuste nas apostas das tesourarias para a decisão do Copom na próxima semana. Mas, entre economistas, a crença é que o BC manterá a estratégia de redução moderada dos juros, em 0,5 ponto percentual. (Págs. 1 e C1)


Petroleiras sobem salários

Pesquisa da consultoria Towers Watson com 75 companhias do setor de petróleo, sendo 14% brasileiras, mostra que a carência de profissionais qualificados mantém as expectativas salariais em alta na atividade. (Págs. 1 e D20)


Cobranças alternativas

Procuradoria-Geral Federal (PGF) apela para conciliação e protestos para efetuar a cobrança de R$ 40 bilhões devidos a autarquias e fundações federais. Com protestos, a recuperação tem sido de 32%, ante 2% obtidos com execuções fiscais. (Págs. 1 e E1)


Gestão Pública

Tornar a máquina pública mais eficiente, criando condições para aumentar os investimentos, é o grande desafio do Estado brasileiro. "É preciso investir mais porque há muitas carências, enquanto a concorrência com os asiáticos será cada vez maior", alerta Jorge Gerdau Johannpeter. (Págs. 1 e Caderno Especial)

Ideias

Maria Cristina Fernandes

Projeto de Alckmin já aprovado abre de vez as portas do Hospital das Clínicas aos clientes de planos de saúde privados. (Págs. 1 e A9)



Ideias

José Eli da Veiga

Se as aberrações do novo Código Florestal forem mantidas, haverá estímulo à exportação barata de recursos naturais. (Págs. 1 e Al3)


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quinta-feira, novembro 24, 2011

XÔ! ESTRESSE [In:] CONTOS DE NATAL...

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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


24 de novembro de 2011

O Globo


Manchete: Depois do óleo derramado - Chevron está proibida de furar poço no país

TCU fará auditoria de emergência na ANP e na Petrobras

Somente 16 dias após o início do vazamento de óleo no litoral do Rio, a Agência Nacional do Petróleo decidiu suspender as atividades de perfuração da empresa americana Chevron no Brasil. A ANP considerou negligente as ações da companhia durante o acidente. Em audiência na Câmara, o presidente da petrolífera no Brasil, George Buck pediu desculpas à sociedade e ao governo. O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu realizar auditoria, em caráter de emergência, na Petrobras, sócia da Chevron no campo do vazamento, e na ANP, para apurar responsabilidades sobre o acidente. (Págs. 1, 27 e 28)

Agostinho Vieira

E se o vazamento acontecesse numa exploração de campo do pré-sal? (Págs. 1 e Eco Verde, 30)

Ditador do Iêmen aceita passar poder

ONU acusa Egito de usar gás; França quer corredor humanitário na Síria

Quarto ditador a deixar o poder na chamada Primavera Árabe, o iemenita Ali Abdullah Saleh assinou, na Arábia Saudita, um acordo para transferir o cargo a seu vice e aliado. Após 33 anos no poder, Saleh conseguiu uma saída honrosa, que lhe garante imunidade, asilo na Arábia Saudita e o direito de viajar a Nova York para se tratar. Na capital Sanaa, milhares de manifestantes se dividiram entre comemorações e dúvidas sobre o fim do regime. A ONU alertou para o uso impróprio de gás lacrimogêneo no Egito e pediu investigação, diante de relatos de convulsões e até mortes por asfixia. Já a França defendeu um corredor humanitário na Síria e reconheceu o Conselho Nacional, formado por opositores, como interlocutor legítimo. (Págs. 1 e 35 a 37)

Foto-legenda: Pedindo a cabeça do ditador, manifestantes celebram a assinatura do acordo que prevê a transferência do cargo para o vice, em um mês. (Pág. 1)

Foto-legenda: Sorridente, Saleh assina acordo para sair. (Pág. 1)

Reitor suspeito de corrupção renuncia

Dirigente da Federal de Rondônia é acusado de desvios que paralisaram a universidade

Acusado de desvio de verbas, entre outras irregularidades, o reitor da Universidade Federal de Rondônia (Unir), José Januário de Oliveira Amaral, entregou ontem carta de renúncia ao ministro da Educação, Fernando Haddad. A instituição está paralisada há dois meses pela greve de professores e alunos contra a corrupção. Eles pediam a demissão do dirigente e melhorias nas condições de ensino. Amaral foi convocado a se explicar ao ministro só após o caso ganhar repercussão nacional na mídia. A vice-reitora deve assumir até a eleição de um novo dirigente. (Págs. 1 e 12)


Canastra: mineração no parque é adiada

A emenda que previa a redução do Parque Nacional da Serra da Canastra, de Minas Gerais, foi retirada da medida provisória 542. Com isso, a proposta que permitiria exploração de diamantes na reserva poderá ser discutida só em 2012. O líder do governo no Senado, Romero Jucá, descartou a possibilidade de votação este ano. (Págs. 1 e 29)

No Senado, relator cede a ruralistas

O relator do Código Florestal no Senado, Jorge Viana (PT-AC), cedeu à pressão de ruralistas e amenizou o texto que irá a votação. Entre as mudanças, ele estendeu a grande agricultores a possibilidade de terem multas perdoadas. (Págs. 1 e 14)


Aeroportos: tarifa menor para privatizar

O governo abrirá mão de parte da receita arrecadada com tarifas aeroportuárias para tornar mais atraente a privatização dos aeroportos de Guarulhos, Brasília e Viracopos. Os futuros gestores terão mais recursos. (Págs. 1 e 32)


O mistério do Congo

Duas semanas após a prisão de Nem, continua intrincada a história em torno do suposto cônsul honorário do Congo que estava no carro com o bandido. O verdadeiro cônsul é investigado por falsa identidade no Amapá - e já teve o falso como advogado, embora tenha dito não conhecê-lo. (Págs. 1 e 16)


Gasto alto não reduz índice de violência

Apesar de ter gastado 1,36% do PIB com segurança em 2009, igualando-se ao que é investido em nações desenvolvidas, o Brasil está entre os seis países com mais altos índices de violência. Só em 2010, foram mortas 40 mil pessoas, e o índice de homicídios cresceu em 13 estados, segundo o Anuário de Segurança Pública. (Págs. 1, 3, 4 e 10)


Para mais vagas em prisões, R$ 1 bi

O governo federal lançou ontem um programa que prevê gastos de R$ 1,1 bilhão até 2013 para reduzir a superlotação nos presídios do país, com a criação de 42,5 mil vagas. (Págs. 1, 11 e editorial "Temperatura sobe")


CCJ dá R$ 2 bi para aumento do Judiciário

Apesar de a presidente Dilma ser contra, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara - presidida por João Paulo Cunha (PT-SP), réu no STF - aprovou emenda ao Orçamento da União garantindo R$ 2 bilhões para dar aumento ao Judiciário. (Págs. 1 e 14)


Crime antes da posse irá a julgamento

O Conselho de Ética da Câmara decidiu ontem que deputados podem ser julgados na Casa por crimes ou atos indecorosos cometidos até cinco anos antes de assumirem o mandato, e que não eram de conhecimento do Parlamento. (Págs. 1 e 13)


Operação no Detran prende 36 de uma vez

De uma só vez, foram presas 36 pessoas, acusadas de fraudes no Detran como vistorias fantasmas, negociadas a até R$ 300 por carro. Pelo menos três quadrilhas, com chefes de postos, faturaram R$ 4 milhões este ano com o esquema. (Págs. 1 e 25)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Lei antifumo valerá em todo o país

Proibição de fumar em local fechado foi aprovada pelo Senado e vigorará após sanção de Dilma, que apoia a medida

O Senado aprovou ontem uma medida provisória que veta o fumo em ambientes fechados em todo o país. Com isso, ficam proibidos os chamados fumódromos.

A medida, que já vigora em São Paulo, Rio e Paraná, passará a valer a partir da sanção da presidente Dilma, que apoia a proibição. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Foto-legenda: Ponte partida

Parte da calçada da ponte dos Remédios, na zona oeste paulistana, caiu no rio Tietê na madrugada de ontem; a via ficou totalmente interditada até o meio da tarde, quando três faixas foram liberadas ao tráfego. (Págs. 1 e Cotidiano C6)

Chevron pede desculpa por óleo, mas ANP susta perfuração até apurar

Em audiência na Câmara, o presidente da Chevron no Brasil, George Buck, desculpou-se pelo vazamento de óleo na bacia de Campos. "Peço sinceras desculpas à população e ao governo brasileiro. Temos um profundo respeito pelo Brasil."

A ANP proibiu a petroleira de continuar a perfurar no país até a causa do vazamento ser identificada. (Págs. 1 e Poder A13)

Banco Central deve punir auditores do PanAmericano

Os sócios da Deloitte que fizeram a auditoria no PanAmericano deverão ser punidos pelo Banco Central.

A empresa deve ser autuada em R$ 500 mil e ao menos um dos sócios deve ser inabilitado de exercer atividades no sistema financeiro.

Em defesa ao BC, a Deloitte disse que foi induzida a erro pelo banco. (Págs. 1 e Mercado B1)

Comissão aprova no Senado projeto do Código Florestal

Após o governo atender exigências da bancada ruralista, a Comissão de Meio Ambiente do Senado aprovou o projeto que reforma o Código Florestal.

Os ruralistas obtiveram três mudanças importantes, como a permissão para plantar e criar animais em encostas entre 25 e 45 graus de inclinação. (Págs. 1 e Poder A4)

Primavera Árabe derruba seu 4º ditador, o do Iêmen

A Primavera Árabe derrubou o quarto ditador desde seu começo, em janeiro.

Há 33 anos no comando do Iêmen, Ali Abdullah Salleh assinou, na Arábia Saudita, acordo que prevê sua renúncia, a transmissão de poder ao vice em 30 dias e eleições em três meses.
(Págs. 1 e Mundo A15)

Máscaras antigás dominam vendas em praça do Cairo

No quinto dia de protestos, dezenas de milhares de pessoas voltaram à praça Tahrir, onde máscaras antigás são o artigo mais vendido, relata Marcelo Ninio, enviado especial ao Cairo.

Quadros de convulsão indicam uso de gás muito mais tóxico que o visto em atos recentes. (Págs. 1 e Mundo A16)

Comissão dos países da zona do euro propõe os 'eurobônus'

A Comissão Europeia propôs um plano que, se aprovado, tira poder dos países 'para gerir suas economias e cria o 'eurobônus'. Esses títulos seriam garantidos pela zona do euro, ajudando a baixar os juros pagos na região. O plano requer o aval dos 17 países-membros.

Ontem, a Alemanha, que critica proposta, só conseguiu vender 60% dos títulos que levou a leilão. (Págs. 1 e Mundo A20)

Editoriais

Leia "Federação europeia", que analisa o futuro do bloco, e "Além da dose", sobre lei que endurece a punição para quem vender álcool a menores. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Fraude no Ministério das Cidades encarece obra da Copa

Parecer é forjado para atender governo de Mato Grosso em projeto de transporte e custo salta R$ 700 milhões

O ministro Mário Negromonte (Cidades) aprovou uma fraude produzida para dar respaldo técnico a um acordo político que encareceu um projeto de transporte para a Copa de 2014 em Cuiabá (MT). Documento forjado pela diretora de Mobilidade Urbana da pasta, Luiza Vianna, mudou o parecer que vetava uma alteração defendida pelo governo de Mato Grosso. Em reunião a cuja gravação o Estado teve acesso, Luiza disse que a ordem foi do chefe de gabinete de Negromonte, Cássio Peixoto. A troca fez o custo do projeto saltar R$ 700 milhões, atingindo R$ 1,2 bilhão. A manobra começou em 6 de outubro, quando Luiza Vianna pediu ao autor do parecer, Higor Guerra, que o alterasse. Como ele se recusou, ela e a gerente de projetos, Cristina Soja, assinaram o novo texto, aproveitando o anterior, mas mudando a conclusão. (Págs. 1 e Nacional A4, A6 e A7)

Luiza Vianna
Diretora de Mobilidade Urbana

"Nota técnica de ninguém aqui é como música, não tem direito autoral. Nosso trabalho é para o governo, a nota técnica de vocês é para o governo" (Pág. 1)



Foto-legenda: Ponte que caiu no rio

Um trecho de 30 metros da Ponte dos Remédios despencou ontem; estrutura de ferro e concreto caiu no Rio Tietê. (Págs. 1 e Cidades C7)


Chevron é proibida de atuar no Brasil

Após vazamento, ANP suspende atividade da empresa

A Agência Nacional do Petróleo suspendeu, por tempo indeterminado, todas as atividades de perfuração no Brasil da empresa Chevron. Desde o dia 7, vazam de um poço da empresa americana na Bacia de Campos, no Rio, quantidades ainda pouco precisas de petróleo. Da decisão, tomada por ordem da presidente Dilma Rousseff, não cabe recurso. “A decisão se baseou nas análises e observações técnicas, que evidenciam negligência na apuração de dado fundamental para a perfuração", diz a ANP. O presidente da Chevron no Brasil, George Buck, pediu ontem desculpas pelo vazamento. (Págs. 1 e Vida A24)

Alemanha desafia UE, crise aumenta e dólar sobe

A Alemanha rejeitou plano da Comissão Europeia para a zona do euro e levou pessimismo aos mercados diante da indefinição sobre o futuro do bloco. Os investidores responderam com rejeição aos títulos alemães postos em leilão. Os problemas da Alemanha e más notícias da Grécia fizeram as bolsas caírem e o dólar subir. No Brasil, a moeda fechou a R$ 1,863, alta de 3,16%. (Págs. 1 e Economia B1)


China barra supercargueiro brasileiro

A Vale recebeu seu primeiro supercargueiro em maio, mas o navio ainda não obteve autorização para atracarem portos da China, destino de quase metade das exportações de minério de ferro da empresa, informa a correspondente Cláudia Trevisan. Transportadores chineses pressionam o governo a não permitir a utilização dessas embarcações no pais. (Págs. 1 e Economia B19)


Embraer negocia com a Força Aérea dos EUA

A Embraer está perto de fechar a venda de 15 a 20 unidades do Super Tucano para a Força Aérea americana, por cerca de USS 250 milhões. O benefício maior, porém, é a certificação dos EUA para o produto brasileiro. (Págs. 1 e Economia B22)

Só 7,4% dos cursos de Direito têm selo da OAB (Págs. 1 e Vida A26)


TVs Aparecida e Canção Nova são alvo de promotor (Págs. 1 e Nacional A16)


Dissidentes do MST retomam invasões em SP (Págs. 1 e Nacional A13)


Nordeste lidera ranking de homicídios

Estados do Nordeste lideram o ranking de assassinatos e estão entre os primeiros em casos de roubos no Pais, segundo o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado ontem. (Págs. 1 e Cidades C1)


Após 33 anos, ditador do Iêmen deixa o poder

O presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, assinou ontem acordo para transferir o poder a seu vice, Abd-Rabbu Mansour Hadi, em troca de imunidade judicial. O pacto encerra 33 anos de ditadura. (Págs. 1 e Internacional A17)


José Serra

De volta para o futuro

Algumas das características do regime republicano se perderam ao longo do tempo. Precisamos recuperar esse espírito para o Brasil avançar. (Págs. 1 e Espaço Aberto, A2)


Notas & Informações

O PAC continua devagar

Um dos motivos da execução lenta dos projetos é a conhecida deficiência gerencial do governo. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Brasiliense tem um PIB de dar inveja...

O mais recente levantamento do IBGE sobre o Produto Interno Bruto regional, a soma das riquezas produzidas em cada unidade da Federação, mostra que o Distrito Federal avançou 4%, atingiu R$ 131,5 bilhões e se consolidou como a economia mais forte do Centro-Oeste. No ranking nacional, o DF também aumentou seu peso: ultrapassou Santa Catarina e passou ao sétimo lugar. Quando se trata de PIB per capita, a elevada renda da população - alavancada pelos altos salários do funcionalismo público - põe a capital da República em situação ainda mais privilegiada. O PIB do brasiliense ocupa de longe a primeira colocação: valor de R$ 50.438 é quase o triplo da média nacional (R$ 16.918) e praticamente o dobra do de São Paulo (R$ 26.202), o segundo da lista. (Págs. 1, 14 e 15)

...E uma segurança que envergonha

Enquanto a polícia civil mais bem paga do país faz greve, pesquisa revela que o DF é onde mais se rouba no Brasil. Quase todos os tipos de crime estão em alta na capital. Ontem, em Santa Maria, um estudante de 17 anos foi baleado com três tiros a 200 metros da escola. (Págs. 1, 8, 10, 38 e 39)

Dia de caos e de fúria no trânsito

Chuva, acidentes e manifestações provocaram engarrafamentos ontem em várias partes da cidade. Em Planaltina, moradores indignados com a precariedade do serviço público bloquearam a BR-020. Quem seguia rumo ao Plano Piloto ficou preso em um congestionamento de cerca de 5 Km, segundo estimativa da Polícia Rodoviária Federal. Na Esplanada, uma manifestação contra a construção da Usina Belo Monte também atrapalhou o tráfego. Com a ajuda do Detran, repórteres do Correio sobrevoaram o Distrito Federal de helicópteros e mapearam os 10 pontos mais críticos no trânsito da capital. (Págs. 1, 33 e 34)

Judiciário perto do reajuste

Câmara inclui emenda de R$ 2 bilhões no Orçamento para aumentar salário de servidores e magistrados. (Págs. 1 e 16)

Direito: OAB diz que só 90 cursos têm qualidade

A Ordem dos Advogados do Brasil recomenda o ensino de apenas 7,4% das 1.210 faculdades que funcionam em todo o país. No Distrito Federal, somente a UnB e o UniCeub receberam o aval da instituição. (Págs. 1 e 13)

Noroeste: Um dia para o piscinão de esgoto acabar

A lagoa de 150 metros quadrados de área cheia de água contaminada está sendo esvaziada por uma empresa privada. O GDF abriu investigação para saber quem são os responsáveis pelo acidente. (Págs. 1 e 40)

Chevron não pode mais furar poços no litoral do país (Págs. 1 e 12)



Câmara vai cassar quem tiver crimes antes do mandato (Págs. 1 e 4)


Iêmen: Após 33 anos, ditador aceita deixar o poder (Págs. 1 e 28)


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Valor Econômico


Manchete: FGC assume novo papel e passa a prevenir crises

O Fundo Garantidor de Créditos assumiu papel de protagonista no sistema financeiro nacional atuando para prevenir crises bancárias. O FGC começou comprando carteiras de crédito para dar liquidez a bancos com necessidade e, mais recentemente, passou também a financiar a aquisição de bancos com déficits patrimoniais por outras instituições. Foi assim com o PanAmericano, Banco Schahin e Matone, entre outros casos menores que não se tornaram públicos. "A interação entre o FGC e o Banco Central é de maneira informal, mas instantânea. Quando precisam, nos ligam, informam, nos dão andamento", disse em entrevista ao Valor Antonio Carlos Bueno, diretor-executivo do FGC desde 1996.

Essa atuação fez com que o fundo, hoje, carregue R$ 11,5 bilhões em papéis de risco privado e já rendeu prejuízo de R$ 3,35 bilhões na operação de resgate do PanAmericano. (Págs. 1 e C3)

Mercado vê chance de corte maior nos juros

O agravamento da crise na zona do euro e a desaceleração da economia chinesa bateram diretamente nos juros futuros negociados na BM&F ontem. O mercado, que na terça-feira tinha certeza de um corte de 0,5 ponto percentual na taxa Selic, passou a estimar uma chance de 40% de aceleração nos cortes dos juros básicos. Boa parte dos investidores agora acredita que o BC pode reduzir a taxa em pelo menos 0,75 ponto na próxima semana, para 10,75% ao ano. Ou até adotar um corte de 1 ponto.

As turbulências valorizaram o dólar no mundo todo. No Brasil, a moeda chegou a bater em R$ 1,876 e fechou a R$ 1,860, alta de 2,93%, a maior desde 21 de setembro, quando subiu 4,25%. O real, ao lado das moedas de exportadores de commodities, foi a que mais perdeu valor, reflexo da desaceleração chinesa. (Págs. 1, A13 e C2)

Crise argentina faz dez anos e se repete na UE

A um mês de seu décimo aniversário, a crise argentina - que levou a uma moratória de US$ 132 bilhões - tende a se repetir em países da União Europeia. Na Argentina, o colapso de 2001 ocorreu depois de sucessivos pacotes de cortes de gastos públicos. A cada iniciativa do governo, crescia a desconfiança dos credores. Houve corrida bancária, congelamento dos depósitos, moratória, desvalorização cambial e duas renúncias presidenciais. O PIB caiu 10,6%, o desemprego chegou a 21% e a população abaixo da linha da pobreza aumentou para 54%.

Os programas propostos na Europa, com cortes de salários e de investimentos, repetem a estratégia do desastre argentino, segundo o ex-ministro Roberto Lavagna, que renegociou a dívida com deságio de 65%. "Em um sistema em que não se pode mover o câmbio, as coisas não funcionaram na Argentina, como não vão funcionar na Espanha, Portugal e Itália", afirma José Luis Machinea, ministro da Economia do governo De la Rúa entre 1999 e 2001. (Págs. 1 e A16)

Lupatech definha na bolsa

A crença de que a situação de caixa da Lupatech não será suficiente para que a companhia honre todos os seus compromissos até o fim do ano fez as ações da fornecedora de equipamentos para indústria de petróleo terem ontem seu pior pregão desde a estreia, em 2006. No ano, recuam 76,5%. Desde que sua principal cliente, a Petrobras, adiou encomendas na crise de 2008, o desempenho operacional da companhia tem piorado e sua situação financeira está mais apertada. O maior acionista da Lupatech é a holding familiar Lupapar, com 25% do capital. O BNDESPar tem 11,4% e a Petros, 15%. Não há acordo de acionistas. (Págs. 1 e D6)


Ajuste de R$ 50,6 bi foi reduzido a R$ 21,1 bi

O contingenciamento de R$ 36,8 bilhões nas despesas discricionárias (investimentos e custeio da máquina), anunciado em fevereiro pelo governo, foi reduzido ontem para R$ 24,4 bilhões - a presidente Dilma Rousseff autorizou um desbloqueio de R$ 12,2 bilhões para os ministérios, Judiciário, Legislativo e Ministério Público da União. Antes, cerca de R$ 200 milhões já haviam sido liberados.

As despesas sujeitas a limites de movimentação e empenho (ou seja, aquelas que não são obrigatórias) estavam projetadas em R$ 211,9 bilhões no Orçamento deste ano. No novo decreto de programação orçamentária e financeira, publicado ontem no Diário Oficial, a presidente Dilma fixou o limite desses gastos em R$ 187,7 bilhões - o contingenciamento no Executivo ficou, portanto, em R$ 24,2 bilhões. Além disso, cerca de R$ 200 milhões dos outros Poderes ainda estão contingenciados. (Págs. 1 e A2)

Supermercado quer ganhar mais com as filas dos caixas

Redes varejistas e indústrias se uniram com a intenção de transformar a área das filas nos caixas dos supermercados para elevar a rentabilidade. Novos projetos têm sido discutidos nas cadeias de varejo - Pão de Açúcar, Walmart e Carrefour trabalham de forma sigilosa nessas mudanças - e devem aparecer para o consumidor a partir de 2012. A forma de expor e organizar os produtos está sendo repensada. Até o tamanho certo da fila é alvo de estudos. Fabricantes como Procter & Gamble e Hypermarcas estão envolvidos nesses projetos. (Págs. 1 e B5)


Para Gerdau, "é impossível" governar com 40 ministérios

O presidente do conselho de administração da Gerdau e da Câmara de Gestão criada pelo governo Dilma Rousseff, Jorge Gerdau Johannpeter, defendeu ontem a redução do número de ministérios durante o seminário "Os avanços da gestão pública no Brasil", promovido pelo Valor. "É impossível administrar com 40 ministérios. Não se pode trabalhar com 23,5 mil assessores de confiança", afirmou, lembrando o que considera exemplos de sucesso nas áreas em que a burocracia é profissionalizada, como o Banco do Brasil e o Itamaraty. "Defendo a profissionalização absoluta". (Págs. 1 e A10)


No México, blogs entram na guerra contra as cartéis do narcotráfico (Págs. 1 e B2)


Apesar da crise global, cenário para agricultura segue promissor, diz J.B. Penn (Págs. 1 e B16)


Japonesa NYK na cabotagem

A armadora japonesa NYK fez um aporte de R$ 10 milhões para assumir 10% do capital da brasileira Maestra Navegação e Logística, dedicada à navegação de cabotagem no país. (Págs. 1 e B11)


QuantiQ avança em medicamentos

A quantiQ distribuidora de produtos químicos controlada pela Braskem, fechou parceria para vender no Brasil os medicamentos da indiana Unichem, que atua em áreas como hipertensão e disfunção erétil. (Págs. 1 e B11)


Nova política agrícola

Estudo da Fundação Getúlio Vargas defende mudanças na política agrícola para também contemplar, com instrumentos específicos, as pequenas propriedades, que somam 5,2 milhões de estabelecimentos e respondem por 13,6% do valor bruto da produção. (Págs. 1 e B16)

Ideias

Carlos Lessa

A China repete a proposta da Inglaterra vitoriana para a periferia mundial, fornecedora de matérias-primas e alimentos
. (Págs. 1 e A14)


Ideias

Márcio Garcia

A crise já se alonga muito e os cenários otimistas são de um longo período de baixo crescimento dos países centrais. (Págs. 1 e A15)

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