A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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domingo, fevereiro 12, 2012
A HORA DO ''ÂNGELUS'' [In:] Êxodo, 23: 7
A Verdade
A porção da Torá desta semana aborda uma série de leis, complementares aos dez mandamentos, que são transmitidas pelo Eterno à Moisés. A leitura literal de todas estas leis certamente cairia em muitas contradições. Por isso precisamos revelar cada código oculto por trás do texto aparente.
Entre as diversas sentenças proferidas pelo Eterno, destacamos uma em especial: “Da palavra falsa afasta-te”. Esta pequena frase nos ensina que o caminho espiritual busca a verdade, muito mais do que qualquer milagre. Mas para atingirmos esta dimensão da verdade precisamos abandonar a mentira. E o que seria a mentira?
A mentira é o defeito que vemos nos outros. É a ilusão de que deveríamos ser mais bonitos, mais ricos, mais inteligentes, mais bem sucedidos. A mentira é uma vida regida pelo ego, sempre pronta à desmoronar.
Nesta semana nos afastamos dela. Fazemos isto silenciando, respirando, focando no presente. Assim é possivel estar em contato com a verdadeira força, que preenche, trazendo paz e felicidade.
Shalom!
[ ]s Ian Mecler.
Mini-Aula:http://www.youtube.
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sexta-feira, fevereiro 10, 2012
GREVES E GOVERNOS [In:] ONTEM E ''HOJE''
Dilma critica anistia que ela própria sancionou.
‘Se você anistiar, vira um país sem regras’ |
| Autor(es): Letícia Lins |
| O Globo - 10/02/2012 |
Dilma diz que há formas legítimas de reivindicar, mas que situações incompatíveis com a democracia são inaceitáveis
E revelou seu espanto com cenas e gravações que viu no "Jornal Nacional" anteontem, com PMs grevistas incitando atos de vandalismo e articulando paralisações em outros estados. — Fiquei estarrecida ontem (quarta-feira). Eu estava em Juazeiro (no Ceará), quando vi gravações divulgadas por uma televisão, no caso a TV Globo, sobre o fato de que há outros interesses envolvendo a paralisação. Isso não é correto. E avisou: — O governo federal prontamente vai agir no suporte e em apoio aos governadores, sempre que eles peçam. Nós não podemos entrar em nenhum desses processos sem a solicitação dos governos. Ocorreu em todos os casos, no Maranhão, no Ceará, na Bahia. Teremos presença garantida do governo em todas essas questões.Aguardo com muita expectativa o desenrolar de todos os acontecimentos, pois acho que estamos em um momento especial do Brasil. E é importante, mais uma vez, que a democracia, que as formas democráticas de solução desse tipo de conflito sejam aquelas que de fato vão estar em vigor, que sejam implementadas. Dilma repudiou as solicitações de anistia para os envolvidos no movimento, já que greve de militares é proibida pela Constituição. E propôs medidas duras: — Não é possível esse tipo de prática. Vai chegar um momento em que vão anistiar antes de o processo grevista começar. E não concordo com isso. Por reivindicações, as pessoas não têm que ser presas nem condenadas. Agora, por atos ilícitos, crimes contra o patrimônio, contra as pessoas e contra a ordem pública, elas não podem ser anistiadas. Se você anistiar, aí vira um país sem regras. A presidente ratificou: — Eu repito. Acho que você tem que respeitar democraticamente os movimentos, suas reivindicações. Mas não concordo, em alguns casos, de maneira alguma, com o processo de anistia, que parece sancionar o ferimento da legalidade. Não concordo e não vou concordar. --- |
PRIVATIZAÇÕES [In:] ''QUEM NÃO É O MAIOR TEM QUE SER O MELHOR'' *
Petistas dizem que privatizam melhor que os tucanos
Lula reduziu, mas não encerrou leilões |
| O Estado de S. Paulo - 10/02/2012 |
A privatização dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília não é exatamente uma ruptura com a linha administrativa adotada pelos governos do PT, mostra levantamento feito pelo economista Felipe Salto, da Consultoria Tendências. Nos dois mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva, as receitas de privatizações e concessões somaram R$ 15,8 bilhões, metade do amealhado no governo de Fernando Henrique Cardoso, que foi R$ 31,45 bilhões. Esses valores não consideram a inflação. Colocados em pé de igualdade, tendo como referência dezembro de 1997, as privatizações do governo tucano somaram R$ 28,3 bilhões ante R$ 8,2 bilhões das de Lula. Dilma conseguiu, só no primeiro leilão, R$ 24,5 bilhões. "Embora o ápice das privatizações e concessões tenha ocorrido no governo FHC, elas continuaram acontecendo no governo Lula. Então talvez não seja ruptura, e sim continuidade, estimulada por questões externas, como a Copa e a Olimpíada, que levam o governo a buscar meios de aumentar os investimentos", analisou o economista. O levantamento mostra que Lula não deixou de obter receitas com concessões em nenhum ano. O maior volume foi recolhido em 2008: R$ 6,1 bilhões. Em seu primeiro ano de governo, Dilma registrou o ingresso de R$ 3,9 bilhões em recursos de receitas da concessão. Salto acredita que os concessionários dos novos aeroportos poderão antecipar pagamentos ao Tesouro porque o edital prevê que o BNDES poderá financiar até 80% do empreendimento. O financiamento pesado abre espaço para que as empresas negociem descontos para pagamento antecipado. "Isso é uma forma de impactar pesadamente o caixa do Tesouro", observou. Num ano em que o Executivo encontra dificuldades para fechar as contas, essa manobra pode ajudar. Essa hipótese foi levantada também por Fernando Montero, economista-chefe da corretora Convenção Tullet Prebon. Ele lembrou que o governo FHC recebeu antecipadamente, em 1999, receitas da venda da Telebrás, ocorrida um ano antes. O dinheiro serviu para melhorar o resultado das contas públicas num ano de recessão. ---- (*) ''Jingle'' de um posto de combustíveis, nos anos 60. --- |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS |
Sinopses anteriores:
10 de fevereiro de 2012
O Globo
Manchete: PMs desocupam Assembleia, mas mantém grave na Bahia
Depois de ocupar a Assembleia Legislativa durante a greve que já dura dez dias e diante da iminente invasão do prédio por soldados das Forças Armadas, policiais militares baianos em greve desocuparam ontem o local. Horas mais tarde, porém, os grevistas decidiram manter a paralisação iniciada no último dia 31. Para sair da Assembleia, líderes grevistas negociaram a rendição, e quatro deles foram presos por homens da Polícia Federal e do Exército. Dos 12 mandados de prisão, outros dois já tinham sido cumpridos. Também uma soldado que negociava a invasão do Batalhão de Guarda da PM foi presa. No prédio da Assembleia, policiais federais encontraram lixo, colchões, travesseiros e restos de comida. (Págs. 1, 3 a 13 e editorial "Não há alternativa à aplicação da lei")
E no Rio, ameaça parar, mesmo obtendo aumento
Policiais civis, militares e bombeiros do Rio também ameaçam entrar em greve por melhorias salariais. A Assembleia Legislativa do Rio aprovou ontem projeto que trata do reajuste salarial para as forças policiais do estado, com antecipação de um reajuste e novo aumento em 2014, entre outros benefícios. (Págs. 1 e 3)
Dilma critica anistia que ela própria sancionou. (Págs. 1 e 11)
Pane em trem e quebra-quebra
Um defeito no freio que fez um trem enguiçar no ramal de Japeri gerou uma onda de revolta dos passageiros e quebra-quebra em quatro estações. Na Central, houve confronto com policiais, que usaram gás lacrimogêneo e balas de borracha, spray de pimenta e cassetetes para conter os manifestantes. Em Madureira, catracas foram quebradas; e em Deodoro, painéis foram destruídos. O secretário de Transportes, Julio Lopes, criticou o comportamento dos usuários. (Págs. 1 e 16)
Revoltas nos países árabes, iniciadas há pouco mais de um ano, já são tema de 15 filmes no Festival de Berlim (Págs. 1 e Segundo Caderno)
Juiz que prendeu Pinochet é condenado
Lei Maria da Penha: Supremo facilita denúncia
Lucro da Petrobras cai à metade
Fontes alternativas de energia ainda longe da eficiência (Págs. 1 e 38)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Policiais do Rio param, e Exército pode ir às ruas
Policiais militares, civis e bombeiros do Rio decidiram, às 23h22, repetir o movimento da PM da Bahia e decretaram greve no Estado.
A decisão, tomada por cerca de 2.000 pessoas na Cinelândia, no centro da capital ocorre uma semana antes do Carnaval. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Lei Maria da Penha valerá sem queixa de vítima, diz STF
Diante da denúncia, o processo será mantido mesmo que a mulher desista de acusar o agressor. (Págs. 1 e Cotidiano C6)
Marta compara aliança em SP com Kassab a pesadelo
'Nada acontece em Brasília', reclama o deputado Romário (Págs. 1 e Poder A10)
L.C Mendonça de Barros
Eliane Cantanhêde
Anúncio de novos cortes na Grécia não satisfaz Europa
EUA vão compensar 2 milhões afetados por bolha em 2007
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: 'Estarrecida' Dilma diz ser contra anistia a PMs em greve
Após a divulgação de escutas que mostram líderes da greve da Polícia Militar da Bahia planejando atos de vandalismo, a presidente Dilma Rousseff afirmou estar “estarrecida" e se mostrou contrária a perdão aos amotinados. “Se anistiar, aí vira um país sem regras", disse. Ela condenou que “se instaure o pânico, o medo" e se crie “situações incompatíveis com a democracia". Pela manhã, os grevistas desocuparam o prédio da Assembleia. Após negociação durante o dia, a categoria decidiu manter a paralisação. Com a prisão dos líderes, a governo acredita que haverá desmobilização do movimento grevista. Se condenados, os líderes podem pegar até 14 anos de prisão. (Págs. 1 e Cidades C1, C3 e C4)
Foto-legenda: Desocupação
Policiais militares em greve deixam a Assembleia Legislativa da Bahia, após dez dias; clima em Salvador era de crítica ao movimento.
Ação no Rio perde força
A suspeita de que há motivação político-eleitoral por trás do movimento para deflagrar greve de policiais militares no Rio de Janeiro, revelada em escutas telefônicas enfraqueceu a mobilização. (Págs. 1 e Cidades C4)
Dora Kramer
Pesos e medidas
Ou bem o governo mantém o rugido com que entrou na greve ou sai dela aos miados. (Págs. 1 e Nacional A8)
Carnaval
Petistas dizem que privatizam melhor que os tucanos
Controle da mídia, de novo
Marta rejeita 'mãos dadas com Kassab'
Grécia aprova novos cortes para obter ajuda
Frio acirra disputa por energia na Europa (Págs. 1 e Internacional A13)
Mata Atlântica tem taxa zero de desmate (Págs. 1 e Vida A16)
Termina carreira de juiz que prendeu ditadores
Celso Ming
Para garantir a liberação de um pacote de alívio, a população grega vai ter de carregar um enorme saco de maldades. (Págs. 1 e Economia B2)
Notas & Informações
No Cariri, a “gerentona" não teve como disfarçar a verdade ocultada pela propaganda enganosa. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense
Manchete: Tolerância zero para quem bate em mulher
Dilma exige linha dura contra PMs conspiradores
Pouco depois da prisão de dois líderes do movimento grevista em Salvador, a presidente Dilma Rousseff determinou punição exemplar aos militares que cometem ilegalidades. “Crimes contra as pessoas e crimes contra a ordem pública não podem ser anistiados.” Ontem à noite, policiais militares decidiram manter a paralisação. (Págs. 1, 2 e 3)
Concurso: Vagas no STJ e na Liquigás
Chagas: Falta o Estado reagir
Os recados do novo chefe da polícia
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Valor Econômico
Manchete: União renovará concessões de energia com tarifa menor
Diferentemente do esperado, a solução para as concessões não virá por meio de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nem por Medida Provisória (MP), mas por projeto de lei com regime de urgência. Na avaliação do governo, não há entrave constitucional para resolver a questão e nem necessidade de validação imediata da prorrogação, o que justificaria a edição de uma MP. (Págs. 1 e A5)
JBS dá força à Vigor, que volta à bolsa
Nos planos da JBS, uma atuação forte no mercado de leite era estratégica. A Vigor já tinha como meta em 2011 mais que triplicar sua receita até 2015, de esperados R$ 1,5 bilhão para R$ 5 bilhões. (Págs. 1 e D3)
EUA perto da independência energética
Foto-legenda: Corrida contra o tempo
STJ veda saque de depósito judicial à Oi
Selic em queda reduz margem dos bancos
A queda dos juros afeta o balanço dos bancos principalmente pelo lado da gestão de seus recursos. Títulos com rentabilidade prefixada, por exemplo, levam o banco a registrar um ganho. Por outro lado, ativos que são remunerados pela Selic - e que, em geral, são a maior parte - perdem com a redução da taxa. (Págs. 1 e C1)
BC acena com mais regulação e menos juros
A "caixa de ferramentas" do BC se mostrou mais poderosa do que ele próprio imaginava e mais célere do que os juros para esfriar a demanda e conter a inflação. Mirando esse raio de ação ampliado e já testado, Pereira reiterou o compromisso do BC com o centro da meta de inflação de 4,5% para o fim deste ano - que o mercado considera inalcançável. (Págs. 1 e A2)
Delfim, aquele que foi capaz de se reinventar
Delfim mantém-se ativo, aos 84 anos, como consultor, palestrante, articulista. Discretíssimo na vida pessoal, escondeu os 18 dias em coma e outros 60 que passou internado no Incor, com embolia pulmonar e problemas cardíacos. Enquanto saboreava uma truta com espinafre, recordou de quando desembarcou com um grupo de ex-alunos (os "Delfim boys") no Rio, em 1967, para assumir a Fazenda. Diziam: "Chegou esse gordo, italiano e vesgo. Vamos matá-lo em seis meses, tá certo?" (Págs. 1 e Eu& Fim de Semana)
Reservas argentinas de petróleo e gás de xisto podem equivaler a meio pré-sal (Págs. 1 e A11)
Morre Abraham Kasinski, pioneiro da indústria de autopeças (Págs. 1 e B8)
Mergulho do superávit comercial
Valec busca fornecedor de trilhos
Wikipedia quer atrair brasileiros
Ensino a distância quer nova imagem
Cenário crítico nos aeroportos
Seca leva produtores ao Proagro
Bolsa Verde negocia com Bovespa
IPOs voltam para a gaveta
Ideias
As privatizações do PT preservaram uma fatia maior com o Estado, o que, por si só, não lhes garante selo de qualidade. (Págs. 1 e A6)
Ideias
O Brasil terá de encontrar formas de crescer sem grandes elevações da poupança doméstica. (Págs. 1 e A11)
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quinta-feira, fevereiro 09, 2012
ELEIÇÕES 2012/PT [In:] ''NO NOVO TEMPO..." II
PT CEDE UM ESPAÇO INÉDITO NA DISPUTA DIRETA POR CAPITAIS
| PT FAZ CONCESSÕES INÉDITAS NAS CAPITAIS |
Valor Econômico - 09/02/2012 |
Os petistas poderão deixar de concorrer diretamente às prefeituras das capitais neste ano como jamais fizeram. Nas últimas quatro eleições, o PT lançou entre 19 e 23 candidaturas próprias. Agora, em quase metade das 26 capitais o partido discute a possibilidade de coligação. Os motivos para a concessão são os mais variados: desde a tendência ao governismo (como em Teresina), passando pela prioridade à eleição em 2014 para governador (Curitiba), o cuidado para não abalar a aliança com o PMDB (Rio de Janeiro) e até a falta de musculatura do partido na região (Manaus) Os petistas poderão ceder a cabeça de chapa nas capitais neste ano como jamais fizeram. Nas últimas quatro eleições, o PT lançou entre 19 e 23 candidaturas próprias (média de 20,2). No momento, em quase metade das 26 capitais o partido discute a possibilidade de coligação. Em 12 cidades, a legenda realizará o chamado encontro de tática eleitoral, passo que antecede o apoio a candidatos de outras siglas. Os motivos para a concessão são os mais variados: desde a tendência ao governismo (como em Teresina), passando pela prioridade à eleição em 2014 para governador (Curitiba), pelo cuidado para não abalar a aliança com o PMDB (Rio de Janeiro) até a falta de musculatura do partido na região (Manaus). Secretário nacional de organização do PT, Paulo Frateschi afirma que pelo menos nos dois primeiros casos a legenda tem condições de lançar nome competitivo, mas está pendendo para a aliança. Em Teresina, há a deputada estadual Rejane Dias, mulher do senador e ex-governador Wellington Dias, mas a maioria do partido, que tem cargos na prefeitura, prefere apoiar a reeleição de Elmano Férrer (PTB). Em Curitiba, a situação chama mais atenção, pois o beneficiado em questão é o ex-tucano e ex-deputado federal Gustavo Fruet (PDT), que foi um dos algozes do PT no Congresso durante o escândalo do mensalão, em 2005. O apoio não agrada parte da direção nacional, mas a legenda no Estado é controlada por dois ministros fortes do governo Dilma Rousseff: o casal Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Paulo Bernardo (Comunicações). O PT paranaense tem como opções os deputados federais Angelo Vanhoni e Dr. Rosinha para concorrer à prefeitura de Curitiba. Porém, está preferindo ceder em troca de apoio à candidatura de Gleisi ao governo estadual, em 2014. Se confirmado, será a primeira vez, em oito eleições municipais desde 1985, que os petistas não disputarão a capital com nome próprio. O mesmo ineditismo ocorre no Rio de Janeiro. Neste caso, há uma situação inversa. A seção regional do partido debate intensamente romper o pacto, ao reclamar da falta de reciprocidade em cidades do interior, mas a direção nacional é que faz questão da aliança, pois um conflito poderia comprometer a relação do PMDB com o governo Dilma. O cenário de muitas alianças nas quais não estará na cabeça de chapa tem um efeito imediato: o PT dará prioridade absoluta para as vitórias em São Paulo e Porto Alegre, únicas capitais de peso das regiões Sudeste e Sul onde a legenda tende a concorrer. Os petistas jogarão toda sua força para eleger o ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, em São Paulo. Capital mais cobiçada por ser a maior cidade do país, a prefeitura paulistana receberá atenção máxima porque também é estratégico para o PT conquistar ao menos uma capital na região Sudeste. É grande a probabilidade de o partido não ter candidatos no Rio e em Belo Horizonte, onde faz parte do governo de Márcio Lacerda (PSB), que tenta a reeleição. Em Vitória, a ex-ministra Iriny Lopes saiu da Secretaria de Políticas para as Mulheres, mas pode perder sustentação e ter sua candidatura "cristianizada", caso o ex-governador Paulo Hartung (PMDB) dispute. O prefeito João Coser (PT), embora tenha dito que seguirá o partido, já deu declarações favoráveis a Hartung, seu aliado. No Sul, além do apoio a Fruet, em Curitiba, o partido tende a sustentar a candidatura da deputada estadual Angela Albino (PCdoB) em Florianópolis - nas sete eleições na capital, desde 1985, o PT só se coligou em 1992, única vez em que se saiu vitorioso. Com isso, Porto Alegre concentrará as forças do partido na região. O escolhido para concorrer na capital gaúcha é o deputado estadual Adão Villaverde. Em Manaus, o principal motivo para abdicar de candidatura própria é a pouca força do partido no Estado. Isso tem levado o apoio a nomes mais competitivos. Embora haja pré-candidatos da sigla, como o deputado federal Francisco Praciano, o PT divide-se entre uma coligação com o senador Eduardo Braga (PMDB), com o prefeito Amazonino Mendes (PDT) - com ambos, caso Braga apoie Amazonino - ou ainda com um nome do governador, já que petistas fazem parte da administração de Omar Aziz (PSD). Semelhante situação de dependência ocorre em Estados onde o PT tem o papel de coadjuvante, como a Paraíba. "Se você tem duas ou três secretarias [no governo], é muito difícil dizer: "Quero ter candidato". A resposta vai ser: "Então teria que ter saído antes..."", diz Paulo Frateschi. O secretário nacional de organização do PT afirma que a largada para a eleição deste ano foi marcada por declarações de partidos da base - como PSB, PMDB e PCdoB - nas quais eles anunciaram a intenção de lançar o máximo de candidatos. Foi um recado ou pedido, considera Frateschi, como se dissessem para o PT "pegar leve". O aviso teria dado resultado e se reflete na maior flexibilidade do partido em se ceder na composição das alianças. Ajuda a não haver tanta pressão das siglas aliadas sobre a direção nacional para que haja trocas, embora a previsão é que esses pedidos de mudança tendam a ocorrer. "Queremos continuar a aliança, mas não podemos nos enfraquecer. Nesta eleição, ele [o aliado] não está em condições de me cobrar muito", diz Frateschi, referindo-se à baixa probabilidade de um atrito nas capitais abalar a relação entre o governo federal e as legendas que lhe dão sustentação. "É mais fácil o Dnocs mexer [na relação com a base] do que [a candidatura] do Chalita em São Paulo. O PMDB foi o primeiro a lançar, tem direito", diz Frateschi. No fim de janeiro, a exoneração do diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contras as Secas (Dnocs), Elias Fernandes Neto, causou reação exacerbada de seu padrinho, o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). Já o deputado federal Gabriel Chalita deve ser o candidato dos pemedebistas na capital paulista, apesar da sondagem do PT e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que ele desista em favor de uma coligação na chapa de Fernando Haddad. O PT evita divulgar a meta de quantos prefeitos pretende eleger em outubro. Em 2008, foram 560, um aumento de 200% em relação aos 187 conquistados em 2000. A legenda tem crescido nas cidades pequenas e médias, mas acompanha com maior atenção o grupo de 118 municípios com mais de 150 mil eleitores (à exceção de Palmas, com 140.245), considerados centros formadores de opinião, por terem emissoras de TV, campi universitários e serem origem de grandes lideranças. Nestes municípios, Frateschi afirma que a situação (candidatura própria ou apoio) já está definida em 70. Em 24 haverá prévias ou encontro de delegados (mecanismo de decisão com colegiado menor, para evitar a prévia) e em outros 24 os diretórios realizarão os encontros de tática. As capitais que estão com maior dificuldade em decidir são Belo Horizonte (onde o vice-prefeito do PT, Roberto Carvalho, rompeu e quer concorrer contra a reeleição de Márcio Lacerda), Recife (há um racha interno entre criador e criatura, o ex-prefeito João Paulo e o atual, João da Costa) e Fortaleza (que tem seis pré-candidatos e reflete a falta de um nome forte que fosse preparado em oito anos pela prefeita Luizianne Lins). |
GOVERNO DILMA/pac2 [In:] ''100'' imPACto
Dilma cancela visita a obra parada
| Planalto aborta visita de Dilma a obra da Transnordestina ao constatar abandono |
Autor(es): Tânia Monteiro, enviada especial de O Estado de S.Paulo |
| O Estado de S. Paulo - 09/02/2012 |
Reportagem do "Estado" flagrou na estrada de Missão Velha, no Ceará, caminhão que transportava as grades utilizadas para palanque; região também é marcada pela paralisia do projeto MISSÃO VELHA (CEARÁ) - Grades de proteção para afastar a multidão, toldos e um palanque foram desmontados às pressas na manhã de quarta-feira, 8, depois que a presidente Dilma Rousseff cancelou a viagem a Missão Velha, no sertão do Cariri, divisa do Ceará com Pernambuco, porque o palco da festa fora montado num trecho de obra paralisada da ferrovia Transnordestina. O Planalto abortou a escala da presidente no local para evitar constrangimentos, diante da constatação de abandono da obra. O Estado percorreu alguns trechos da obra em Missão Velha, que seria visitada nesta quinta-feira, 9, por Dilma. As cenas relembram o abandono já constatado pela reportagem do jornal em dezembro, quando percorridos trechos da transposição do Rio São Francisco. Na quarta-feira, ao inspecionar obras do projeto no Nordeste, Dilma afirmou que quer "obras controladas". Na ponte 01 de Missão Velha, que está sendo construída, apenas quatro empregados foram encontrados trabalhando no local, pouco antes das 10 horas da manhã, 24 horas antes da visita da presidente. O trecho é de responsabilidade da Odebrecht. No meio do caminho da estrada de terra que liga Juazeiro do Norte a Missão Velha, a reportagem cruzou na quarta-feira com um caminhão que transportava as grades que seriam usadas na montagem do palanque da cerimônia com a presidente Dilma. Segundo o representante do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada do Ceará (Sintepav) no Cariri, Evandro Pinheiro, dos 813 funcionários que estavam empregados no início de dezembro, nos três trechos de obras da Transnordestina, restam hoje apenas 190. Nas obras da transposição, no Ceará, a situação é ainda pior: dos 1.525 trabalhadores registrados em novembro restaram só 299 em Mauriti, município visitado por Dilma ontem. "Nem se percebe que tem gente trabalhando aqui. Eles (os quatro trabalhadores) estão aqui para não dizerem que está tudo parado. Aqui tinha de ter ao menos 40 ou 50 pessoas", disse o presidente do Sintepav-CE, Raimundo Nonato Gomes. "Prova de paralisação é que nem tem mais vigia na obra e o refeitório foi desativado, como vocês podem ver", acrescentou ele. Cícero Roberto Gomes Bezerra foi um dos demitidos pela Odebrecht em janeiro. "Não estou fazendo nada. É um desespero. Tenho muita preocupação com o futuro dos meus filhos. Já procurei trabalho em Pernambuco, Ceará e na Paraíba. As obras estão todas paradas. O jeito é tentar ir para São Paulo porque tenho três filhos para sustentar e não posso ficar aqui esperando eles voltarem, que ninguém sabe quando vai acontecer." Cícero foi demitido em janeiro. Antes, já havia sido dispensado de obra da transposição em Mauriti. Reflexos. A cidade de Missão Velha já sente os reflexos dessas demissões nos trechos da Transnordestina. Cícero Antonio Gorgonha, dono da Mercearia e Casa de Frios Gorgonha, disse que o faturamento do restaurante caiu R$ 10 mil por mês com a diminuição do movimento. "Estão entregando as casas que alugaram e parando de comprar. Muita gente foi embora. É uma grande perda para o comércio que estava cheio de esperança com as obras", desabafou Gorgonha. No Restaurante Tempero Mineiro, o movimento caiu 30%, segundo Demi, que não quis informar o sobrenome. Ele disse que em dezembro tinha 20 funcionários e já demitiu 6 deles. Na quarta-feira, em Juazeiro, a presidente justificou porque cancelou a visita à área da Transnordestina: "Quero ver o maior trecho em andamento que é de Eliseu Resende até Salgueiro e de Salgueiro até Suape". O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, anunciou que vários contratos da Transnordestina e da transposição serão rescindidos com empreiteiras para "não estourar os limites legais" de aditivos de 25% dos valores totais da obra. --- |
GOVERNO DILMA/PRIVATIZAÇÃO [In:] ''NO NOVO TEMPO, " *
Privatização não é questão ideológica, diz FHC
| Para FHC, Dilma "desmistifica demônio privatista" |
Autor(es): GUSTAVO URIBE |
| O Estado de S. Paulo - 09/02/2012 |
Sem citar PT, tucano critica partido e diz que participação da iniciativa privada em serviços públicos não é "questão ideológica"
Em vídeo divulgado na internet, FHC ressaltou que a privatização dos aeroportos na atual gestão petista ajuda a "desmistificar" o que classificou de "demônio privatista", em referência indireta às críticas do PT ao PSDB durante o mandato dele e nas campanhas eleitorais. "Tudo isso são fantasmas que estão desaparecendo, porque o Brasil está mais maduro." "A privatização não é uma questão ideológica, é questão que depende das circunstâncias, como aumentar a capacidade de gerenciar, aumentar a oferta de serviço", disse o ex-presidente. FHC apontou semelhanças entre o modelo adotado pela presidente Dilma Rousseff e o que vigeu no governo tucano. "Quantas críticas eu ouvi porque o BNDES participava da privatização... E agora? Continua participando, e tem que participar", afirmou. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai financiar os investimentos que as empresas concessionárias serão obrigadas a fazer nos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília. Outra semelhança destacada foi a participação de fundos de pensão nas privatizações - como no governo tucano, entidades de previdência de empregados de estatais se associaram a grupos privados para participar da privatização dos aeroportos. "Os fundos de pensão são para isso, são para investir", disse FHC. "Não tem nada de negativo nisso." Anteontem, o ex-governador de São Paulo José Serra ressaltou que a privatização dos aeroportos foi "satanizada" pelo PT durante a campanha presidencial de 2010 e ironizou o que considerou uma mudança de discurso do partido. "Sem explicar porque mudou tanto de ideia, o governo do PT deu uma volta de 180 graus e começou a concessão de aeroportos", escreveu ele na rede de microblogs Twitter. "Vocês podem imaginar o escândalo que o PT faria com uma privatização dessas nos aeroportos se não fosse ele o autor?" "Enganaram o povo e nos desacreditaram", disse anteontem o presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), acusando os petistas de cometer "fraude e estelionato eleitoral". Área estratégica. Diante ofensiva tucana, a cúpula do PT preferiu evitar a polêmica. Líderes do partido argumentaram ontem que a aviação não é uma área estratégica para o País, como os setores de energia elétrica e telecomunicações, privatizados no governo FHC. "Não estamos falando de um setor estratégico e não entregamos para a iniciativa privada o controle aéreo", disse o senador Humberto Costa (PE), um dos vice-presidentes do PT. Para Costa, o leilão dos aeroportos é "muito diferente" da privatização das teles levado a cabo pelo PSDB. "Fizemos uma concessão porque é preciso agilidade para adequar a estrutura aeroportuária para a Copa de 2014", insistiu. "Lá na frente, o patrimônio volta para a União." O ex-ministro José Dirceu, em seu blog, foi pela mesma linha: "Querem fazer crer que promovemos privatizações iguais às deles (dos tucanos)", protestou. "Nada a ver com aquele processo em que venderam nosso patrimônio público a preço de banana." -------------- (*) Ivan Lins. --- |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS |
09 de fevereiro de 2012
O Globo
Manchete: Na Bahia, Exército corta luz, água e comida de grevistas
Depois de fracassada a tentativa de negociação e de o comandante da operação do cerco aos grevistas ter sido fotografado ganhando um bolo de aniversário de grevistas, o Exército endureceu ontem: reforçou a tropa que cerca a Assembleia, onde os PMs estão amotinados, suspendeu a entrega de comida e manteve cortadas a energia e a água. O clima ficou tenso durante todo o dia, com helicópteros dando rasantes sobre o prédio, e grevistas provocando os soldados, além de ameaçarem fechar uma das principais avenidas de Salvador. Gravações mostradas pelo "Jornal Nacional", da Rede Globo, mostram que, de dentro da Assembleia, onde está amotinado, um dos líderes do movimento, Marco Prisco, ordena atos de vandalismo, como o fechamento de uma estrada. Também revelaram um movimento articulado para espalhar o pânico e tentar forçar a aprovação da PEC-300, que cria piso nacional para policiais e bombeiros. As ruas da capital e pontos turísticos estão vazios. Mas a organização do carnaval e o governador Jaques Wagner garantiram que a festa será realizada no estado. (Págs. 1 e 3)
Ministros do STF e juristas são unânimes: PMs não tem direito de fazer greve (Págs. 1 e 4)
Planalto orienta governo da Bahia a não anistiar policiais grevistas (Págs. 1 e 3)
Blog do Noblat
O general que ganhou o bolo continua em Salvador, mas quem chefia a operação agora é o comandante militar do Nordeste. (Pág. 1)
Judiciário quer Previdência própria
As associações que representam os magistrados do país ameaçam recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) se a categoria for incluída no Regime de Previdência Complementar do Servidor Público, em tramitação no Congresso. Em nota, três entidades - a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), a Associação Nacional dos Juízes (Ajufe) e a Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra) afirmam que os juizes devem ter tratamento diferenciado. Segundo essas entidades, a previdência de magistrados tem que ser tratada em lei complementar, e não por lei ordinária, caso do projeto em tramitação. Um dos temores é que haja redução dos vencimentos dos juízes aposentados. O ministro Ricardo Lewandowski, do STF, arquivou a ação em que a Ajufe pedia reajuste de 4,8% no salário dos ministros da Corte. (Págs. 1, 3 e 12)
Juízes: punição só com maioria absoluta
O STF decidiu ontem que juízes só podem receber pena disciplinar se houver maioria absoluta de votos dos julgadores. Se isso não ocorrer, o magistrado não terá punição. (Págs. 1 e 11)
TJ de SP mantém extras milionários
O Tribunal de Justiça de SP decidiu manter os pagamentos milionários a desembargadores até analisar a defesa deles. Pelo menos cinco receberam de R$ 400 mil a R$ 1,5 milhão. (Págs. 1 e 10)
Foto legenda: O criador visita a criatura
PF indicia 22 no caso do banco de Silvio Santos
Privatização: PT reage às críticas tucanas
Bombardeio mata bebês prematuros
Ministério veta vídeo sobre Aids na internet
CGU: contratos irregulares com ONGs somam R$ 867 milhões (Págs. 1 e 12)
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Folha de S. Paulo
Manchete: PMs em greve na Bahia combinaram atos de vandalismo
Gravações divulgadas pelo "Jornal Nacional" mostram o líder da greve da PM baiana, o ex-policial Marco Prisco, combinando ato de vandalismo com outro grevista. O interlocutor de Prisco, diz que vai "queimar viatura" em rodovia. O líder responde: "Fecha a BR".
Prisco afirmou que a conversa é uma montagem e que o objetivo era "lotar" a estrada com manifestantes. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Painel
Nos bastidores, Jaques Wagner atua para libertar líderes. (Págs. 1 e A4)
'Não é greve, é um motim', afirma presidente do TST (Págs. 1 e Cotidiano C4)
Foto-legenda: Em frente à Assembleia, PMs exibem faixa que põe em dúvida a realização do carnaval...
Foto-legenda:...enquanto em outro bairro operários montam camarotes
PF indicia 22 por suspeita de fraude no PanAmericano
Foram indiciadas 22 pessoas, entre as quais, Luiz Sandoval, ex-presidente do Grupo Silvio Santos, sob suspeita de lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta, entre outros crimes. (Págs. 1 e Mercado B5)
Bancos retiram portas giratórias de suas agências
O sindicato dos bancários afirma temer volta de casos de violência. (Págs. 1 e Cotidiano C6)
Foto-legenda: Entrada de agência do Itaú, no centro de São Paulo, sem a porta com detector de metal
TJ paulista barra punição a juízes que furaram fila de pagamentos
Há indícios de que pagamentos ocorreram sem justificativa. O caso voltará a ser analisado após apresentação da defesa. (Págs. 1 e Poder A4)
Após proibição de médicos, Lula desiste de desfilar na Gaviões da Fiel (Págs. 1 e Poder A12)
Privatização não é mais obra do demônio, diz FHC
Para retratar violência, ONG contrabandeia celular para Síria (Págs. 1 e Mundo A14)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Cresce cerco do Exército a policiais em greve na Bahia
Em um dia sem negociações entre associações de PMs grevistas e governo da Bahia, o Exército voltou a endurecer o cerco aos policiais que ocupam a Assembleia Legislativa. O efetivo foi ampliado de 1.050 para 1.200 homens e, pela manhã, os soldados impediram a entrada de mantimentos e medicamentos para os grevistas. O secretário da Casa Civil, Rui Costa, reiterou que o governo não negocia com os líderes do movimento e afirmou, pela primeira vez, que o Exército pode usar a força para “resolver a situação". “A paciência da sociedade está se esgotando, vão chegar mais tropas à Bahia e a situação será resolvida, de uma forma ou de outra." Não havia previsão da retomada das negociações - o governo baiano não abre mão de punir os grevistas. (Págs. 1 e Cidades C1, C3 e C4)
Cai o chefe da operação
O general Gonçalves Dias foi afastado do comando das operações em Salvador. Para o governo da Bahia e o Planalto, ele se comportou como um aliado dos grevistas. (Págs. 1 e Cidades C3)
Dilma cancela visita a obra parada
Dilma Rousseff
Presidente
“Não queremos saber se algo não deu certo no final do ano. Queremos saber antes porque isso permitirá que a gente faça a nossa parte"
Foto-legenda: Passarela do samba entusiasma Niemeyer
Contratos suspeitos com ONGs somam R$ 755 milhões
Privatização não é questão ideológica, diz FHC
FAO prevê década de alimentos mais caros (Págs. 1 e Economia B7)
Oposição síria acusa governo de matar bebês (Págs. 1 e Internacional A14)
Panamericano: inquérito da PF tem 22 indiciados (Págs. 1 e Economia B13)
Rio 2016 ultrapassa R$ 700 mi em patrocínios (Págs. 1 e Esportes E1)
José Serra
Se é o partido que faz, tudo será sempre correto - os fins justificam os meios, seja lá quais forem. Se é o adversário, tudo estará sempre errado. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Eugênio Bucci
O direito de ir e vir é um direito fundamental. Comida, cama, escola e hospital não são suficientes para que se tenha justiça social, paz e democracia. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Notas & Informações
O Brasil terá muita dificuldade para se manter entre as maiores e mais prósperas economias. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense
Manchete: Sete sequestros em apenas 25 horas
Distritais têm mais grana para torrar
Foto-legenda: O desfile de Niemeyer pela nova Passarela do Samba
Votos a favor da lei seca
Garantias aos doentes de Chagas
Alexandre Padilha diz que o programa de controle da doença continuará, apesar de estar fora do PAC. À espera de apoio, pacientes participam de pesquisa para desvendar o mal. (Págs. 1, 8 e 9)
Caso Duvanier: Polícia quer acabar com a caução nas emergências
Juízes: Associação volta à Justiça pelo aumento salarial
PMs: Governadores temem greve no carnaval
Lei da Copa não muda ponto que adiou votação (Págs. 1 e Super Esportes, 8)
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Valor Econômico
Manchete: PT cede um espaço inédito na disputa direta por capitais
O cenário de muitas alianças nas quais não estará na cabeça de chapa tem um efeito imediato: o PT dará prioridade absoluta para as vitórias em São Paulo e Porto Alegre, únicas capitais de peso das regiões Sudeste e Sul onde a legenda tende a concorrer. Os petistas jogarão toda sua força para eleger o ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, em São Paulo. Capital mais cobiçada por ser a maior cidade do país, a prefeitura paulistana receberá atenção máxima porque também é estratégica para o PT. Uma derrota do PSDB na cidade seria um feito contra o principal partido de oposição ao governo de Dilma Rousseff, com o valor simbólico de vencer os tucanos em seu reduto de maior peso e prestígio político. Seria ainda um trampolim importante para aumentar suas chances de conquistar o governo do Estado em 2014, após mais de uma década de domínio do PSDB. (Págs. 1 e A12)
Foto-legenda: Possível retorno
Cresce déficit de derivados de petróleo
Mercado vê juro neutro abaixo de 6%
Não existe uma estimativa oficial da autoridade monetária, mas considerando as variáveis utilizadas por ela - Selic de 9,75% e expectativa de inflação de 5,30% para 2012, segundo a pesquisa Focus - é possível inferir que o BC trabalha hoje com um teto de juro real ao redor de 4,25%, segundo a consultoria MCM. A taxa é menor que o piso das estimativas do mercado. O BC mobilizou o mercado em torno de uma pesquisa sobre o assunto, que deve ser respondida até o dia 17. (Págs. 1 e C1)
SLC amplia áreas e chega à África
Estes são alguns dos aspectos do seu plano de expansão para os próximos oito anos, que incluem a previsão de quase triplicar de tamanho nesse período. Até 2015, deve alcançar 410 mil hectares, já incorporando a cana no portfólio formado hoje por soja, milho, algodão e alguns cereais de inverno. (Págs. 1 e B14)
China quer disseminar uso de sua moeda
Desde o início do ano passado, o Banco de Exportações e Importações da China está em conversações com o Banco Interamericano de Desenvolvimento. A ideia é criar um fundo que possa fornecer até US$ 1 bilhão em yuans para financiar projetos de infraestrutura na América Latina e Caribe, regiões fornecedoras de riquezas minerais e produtos agrícolas para o mercado chinês. O fundo poderá ser lançado neste ano. (Págs. 1 e C14)
Santorum embola a disputa republicana, mas ainda é azarão (Págs. 1 e A9)
Cade terá 330 dias para decisões
Mais usinas nucleares nos EUA
Eldorado planeja terminal em Santos
Vale destrava plano para fertilizante
França incentiva exportação de carne
BTG compra a chilena Celfin
Gaia entra em recebíveis florestais
Pessoa física se retrai na bolsa
Ideias
A área técnica do governo está dividida entre dois caminhos em relação ao modelo de contingenciamento para este ano. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Em vez de especulativa, atual valorização dos imóveis reflete crescimento e estabilização da economia brasileira. (Págs. 1 e A10)
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