A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quinta-feira, março 29, 2012
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS |
29 de março de 2012
O Globo
Manchete: Congresso aprova a nova previdência para servidor
Numa vitória do Planalto, o Senado aprovou a criação do Regime de Previdência Complementar do Servidor Público da União. Pelas novas regras, o funcionário, assim como é hoje para o trabalhador da iniciativa privada, terá que contribuir para um fundo complementar se quiser receber aposentadoria acima do teto do INSS - atualmente de R$ 3.900. O projeto autoriza a criação de até três fundos de previdência complementar, um para cada poder. A mudança afetará apenas os novos servidores civis da União. O projeto vai a sanção da presidente Dilma, que planeja criar imediatamente o fundo do Executivo para que as contratações deste ano já sejam pelo novo regime. O objetivo da mudança é zerar, até 2047, o déficit da previdência pública, que já chega a R$ 60 bilhões. A oposição votou pela proposta do governo, mas cobrou ajustes.
Na Câmara, foi aprovada a Lei Geral da Copa de 2014. (Págs. 1, 3 e Caderno Esportes)
Governo se reaproxima da base e ameniza crise
Papa pede liberdade em Cuba
Diante de 300 mil pessoas na Praça da Revolução em Havana, o Papa Bento XVI defendeu a busca da "liberdade autêntica" pelo povo cubano. E cobrou do governo condições para maior participação da Igreja no país. Antes de deixar Cuba, condenou o embargo dos EUA e esteve meia hora com Fidel, que lhe perguntou o que faz um Papa e pediu sugestão de livros. O Pontífice negou reunião com dissidentes. (Págs. 1, 31, Demetrio Magnoli e editorial "Papa reforça missão da Igreja")
Obituário
Repasses a Demóstenes são citados em gravação
Brasileiro lê 4 livros no ano e só termina 2
Fundão já tem processo de revitalização
STJ: só sangue e bafômetro podem provar embriaguez
Dilma evita "tsunami" mas ataca os ricos
Após alta, Lula anuncia volta às atividades políticas (Págs. 1 e 4)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Tribunal livra de prisão quem recusar bafômetro
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu, por 5 votos a 4, que imagens e relatos de testemunhas, incluindo o de policiais, não poderão mais ser aceitos para fundamentar processo criminal contra o motorista que dirige embriagado.
A decisão esvazia a lei seca, já que o teste do bafômetro ou o exame de sangue não são obrigatórios - ninguém pode ser coagido a produzir prova contra si. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Tumor de Lula desaparece e ele diz que está de volta a política
Para petistas, em breve, o ex-presidente deve se envolver mais com a eleição. (Págs. 1 e Poder A4)
Após prometer verba, Dilma obtém vitórias no Congresso
Para a ministra Ideli Salvatti, a vitória não se deve a promessa de verba. Recentemente, Dilma afirmou que não aceitaria a política do "toma lá da cá". (Págs. 1 e Poder A8)
Fotolegenda: Catecismo
Millôr Fernandes (1923-2012)
Escritor, desenhista, jornalista e dramaturgo morre aos 88 anos. (Págs. 1 e Cotidiano C10 e C12)
TJ-SP põe fim a verba ilegal, mas valor já pago não será devolvido
Mesmo considerados ilegais, os valores já pagos não serão restituídos aos cofres, pois foram recebidos pelos magistrados de boa-fé, decidiu o tribunal. (Págs. 1 e Poder A14)
Aula de reforço será opcional, afirma agora governo de SP
Tabela de pontos definirá desconto no IPI de carros
Brasil tem de gastar mais para evitar atrasos na Copa, diz Fifa (Págs. 1 e Esporte D8)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Lei seca só vale se motorista passar por bafômetro, diz STJ
O motorista que se recusar a fazer o teste do bafômetro ou o exame de sangue não poderá ser punido por dirigir embriagado, mesmo que haja sinais de embriaguez. Por decisão do Superior Tribunal de Justiça, só é possível processar o motorista se houver comprovação, por meio de bafômetro ou exame de sangue, de que ele dirigia tendo concentração de álcool no sangue superior a 0,6 grama por litro. Na prática, a decisão esvazia a lei seca, porque o motorista não é obrigado a produzir provas contra si. "A norma surgiu recheada de dúvidas", comentou o ministro Og Fernandes. Só o Supremo Tribunal Federal poderá alterar essa decisão - os processos que passaram pelo STF até o momento, no entanto, confirmam a necessidade de exame de sangue ou do bafômetro. Um projeto de lei já votado no Senado e que está na Câmara pune o motorista por qualquer quantidade de álcool e permite comprovar a embriaguez de outras formas, como a avaliação da autoridade de trânsito ou o depoimento de testemunhas. (Págs. 1 e Cidades C1 e C4)
Mano Menezes na blitz
O técnico da seleção, Mano Menezes, foi parado anteontem numa blitz da lei seca na zona sul do Rio. Ele se recusou a fazer a teste do bafômetro foi multado em R$ 957,70 a levou 7 pontos na carteira. (Págs. 1 e Cidades C4)
Lula tem alta e está liberado para atividade política
Millôr Fernandes: O filósofo debochado
Repercussão
Ziraldo, Cartunista
"Para nó, ele era um deus. Para mim, foi o maior filósofo do Brasil”
Zuenir Ventura, Escritor
"O Brasil e toda nossa geração perdem uma referência intelectual"
Sérgio Augusto: Lá se foi nossa grande inteligência.
Teixeira Coelho: Artista que passou por todos os estilos.
Banco Marka pode dar R$ 24 bi de indenização
A Justiça Federal condenou a BM&FBovespa, o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, o BB Banco de Investimento e ex-diretores do Banco Central, entre outros réus, a ressarcir o Estado em dois processos que questionam o salvamento do Banco Marka na época da desvalorização do real, em janeiro de 1999. Em valores atualizados, a causa pode atingir R$ 24 bilhões. A maioria dos denunciados vai recorrer - a BM&FBovespa está tão confiante que não provisionará recurso para cobrir a eventual despesa. (Págs. 1 e Economia B1 e B4)
Brasil quer ação dos Brics pelo câmbio
Pesquisa mostra que País tem menos leitores (Págs. 1 e Vida A24)
TJ-SP ignora parecer e paga auxílio a juízes (Págs. 1 e Nacional A13)
Fotolegenda: O pontífice e o comunista
SP recua e vai manter reforço escolar
Celso Ming
Se não forem prontamente rechaçadas, essas tentativas de enfiar mais impostos goela abaixo do setor produtivo acabam virando fato consumado. (Págs. 1 e Economia B2)
Stephen Roach
A mensagem da China neste momento é inconfundível. A estabilidade deixou de ser fator de risco para se tornar compromisso inquebrantável. (Págs. 1 e Visão Global Al8)
Notas & Informações
A agenda levada ao Congresso interessa à produção, criação de empregos e desenvolvimento. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense
Manchete: Fundo vai mudar vida do servidor
O projeto aprovado pelo Senado, que agora segue para sanção presidencial, prevê a criação de até três fundos de previdência complementar, um para cada Poder (Executivo, Legislativo e Judiciário). Quem ingressar no serviço público após a aprovação da lei e com salário acima do teto da previdência (R$ 3,9 mil) só terá aposentadoria integral se aderir ao fundo. Haverá contrapartida da União. Com a aprovação da lei, o governo deve acelerar a realização de novos concursos e nomeações. Em manifestação na Esplanada, servidores cobraram aumento salarial de 22,08%, uma fatura de R$ 25 bilhões para o Planalto. (Págs. 1, 2, 3 e 21)
Millôr
Pela porta dos fundos do Itamaraty
Lei Seca sofre revés na Justiça
Lei da Copa: Desconto em jogos do Brasil
Dilma ataca países ricos
Educação: Lei veta uso de verba
Das críticas à cortesia
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Valor Econômico
Manchete: Hidrelétricas se preparam para aumentar capacidade
O objetivo da agência é garantir o atendimento da demanda no sistema interligado nacional durante o horário de pico - de 17h às 20h, mas com variações diárias. Nessa faixa de horário, o uso de eletricidade nas residências dispara, enquanto muitas indústrias ainda mantêm suas máquinas ligadas. (Págs. 1 e A4)
China investe US$ 15 bi em óleo no país
Carro com inovação terá IPI menor
O regime, que será anunciado nos próximos dias, fixará um sistema de pontuação. Será mantida a elevação de 30 pontos percentuais do IPI, decidida em 2011, mas os carros que obtiverem determinado número de pontos terão direito a reduções progressivas do imposto. Investimentos em ciência e tecnologia começarão a valer pontos a partir de 1% do faturamento da empresa e terão peso maior que o conteúdo nacional. (Págs. 1 e A3)
Mineradoras armam batalha judicial
As companhias começarão a definir agora qual estratégia adotarão na disputa. O setor aguardava a publicação dos decretos que detalham a forma de pagamento do novo tributo, instituído no ano passado por leis estaduais. A expectativa de arrecadação anual de Minas é de R$ 450 milhões. Já o Pará trabalha com um valor menor em relação ao inicial - cerca de R$ 800 milhões anuais -, em razão da redução da taxa para alguns minerais, como calcário e bauxita. (Págs. 1 e A9)
Cervejas da InBev perdem mercado nos Estados Unidos
O presidente da operação americana da InBev Anheuser-Busch lidera uma campanha para reconquistar a lealdade dos consumidores às suas marcas, entre elas a Bud Light e a Budweiser, que ocupam, respectivamente, o primeiro e o terceiro lugar entre as cervejas mais vendidas no país. O problema é que elas estão perdendo consumidores para cervejarias menores ou para bebidas destiladas. Neste ano, a Anheuser planeja lançar 19 novos produtos nos EUA, na maior campanha do tipo desde que foi adquirida em 2008 por US$ 52 bilhões pela belga InBev, administrada por brasileiros. (Págs. 1 e B10)
Culinária japonesa desfalcada
TRF da 3ª Região derruba limite para abatimento de gastos com educação no IR (Págs. 1 e E1)
Curado, Lula anuncia "retorno" à militância política (Págs. 1 e A10)
Funpresp passa no Congresso
Pequenas e Médias Empresas
Financiamento Imobiliário
Tecnologias na Saúde
Soros mira telefonia 4G no país
Expansão da Brazil Pharma
Terras-raras em Araxá
Tecnologia canavieira
Juro em queda pressiona aplicador
Ideias
Mudança nos contratos de renegociação das dívidas de Estados e municípios pela União entra na agenda do Congresso. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Já reduzida numericamente e sem as lideranças expressivas do passado, oposição vê a ruína de outro integrante. (Págs. 1 e A10)
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quarta-feira, março 28, 2012
ECONOMIA MUNDIAL/BRICS [In:] ''CHECK OUT"
Brics querem reformas no FMI e no Banco Mundial
A crise financeira mundial e a necessidade de implantar reformas de instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial serão o tema central do comunicado conjunto que deve ser assinado por Brasil, Índia, China, Rússia e África do Sul ao final da quarta reunião dos Brics, que se realiza esta semana na capital indiana.
Segundo a subsecretária-geral de Política do Ministério das Relações Exteriores, embaixadora Maria Edileuza Fontenele Reis, o documento terá também uma parte política, mas deverá se concentrar nas questões econômicas. A crise entre a China e o Tibete, que levou anteontem um tibetano a atear fogo ao corpo em protesto contra a repressão praticada pelo presidente chinês Hu Jintao, não deverá se tratada no documento. 'Não creio que entrará, porque estamos mais preocupados com crises que eclodiram e estão em um momento de grandes episódios de violência', afirmou.
A criação de um banco de desenvolvimento comum aos cinco emergentes também estará em pauta. 'Deve ser anunciada não ainda a criação do banco, mas de um grupo de trabalho para estudar as modalidades de constituição do banco', disse a embaixadora, lembrando que a instituição é importante porque cria uma 'fonte alternativa de financiamento, sobretudo para países em desenvolvimento'.
Ao lembrar a importância dos Brics, Edileuza citou que os cinco países emergentes serão responsáveis, este ano, por 56% do crescimento mundial. O G-7, grupo que reúne os sete países mais ricos do mundo, responderá por apenas 9,5%. 'A redução do crescimento da economia global é um assunto que preocupa a todos. Preocupa aos Brics, aos outros países em desenvolvimento e aos próprios países desenvolvidos', destacou.
A presidente Dilma Rousseff chegou ontem a Nova Délhi. Dilma encomendou um bolo de chocolate para comemorar, em sua suíte no Taj Palace Hotel, o aniversário de 36 anos de sua filha Paula, que a acompanha na viagem. Para a festinha, foram convidados os seis ministros, os dois governadores e os principais assessores que integram a comitiva presidencial.
A agenda oficial da presidente começa hoje à tarde, com a cerimônia de entrega do título de doutora honoris causa da Universidade de Nova Délhi. À noite, ela participa de jantar oferecido aos presidentes dos Brics.
Banco Mundial. Os presidentes dos cinco países que compõem os Brics não anunciarão durante a cúpula apoio a nenhum dos candidatos ao Banco Mundial, assim como não fizeram em relação ao FMI, quando houve eleição para a instituição.
A falta de consenso sobre que nome apoiar contrasta com o discurso dos governos dos Brics, que querem fortalecer o organismo e defendem reformas das instituições internacionais. A própria presidente Dilma tem reiterado em seus discursos que os países emergentes exigirão maior participação na direção do FMI e do Banco Mundial. Para ela, a escolha dos dirigentes não pode ser por divisão geográfica, e, sim, por competência.
A sucessão no Banco Mundial e a visita da presidente Dilma a Washington, em abril, foram os principais temas da reunião realizada ontem, em Brasília, entre o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O americano de origem coreana, Jim Yong Kim, é o candidato dos EUA ao cargo.
'Falamos do nosso candidato ao Banco Mundial. Eles (o governo brasileiro) têm excelente disposição de se reunir com o candidato e falar com ele sobre a posição e a visão do Brasil para o Banco Mundial', disse o embaixador. /
COLABOROU EDUARDO CUCOLO
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INFÂMIA !
"Tenho pena dos que vivem com R$ 19 mil"
Autor(es): Maria Lima |
| O Globo - 28/03/2012 |
Mesmo com protesto de senador goiano, fim do 15 salário no Congresso é aprovado
Para não pagar o preço da execração pública, alguns senadores votaram a favor à força e não esconderam a revolta com o fim dos dois extras, de R$ 26,7 mil, pagos no início e no fim de cada ano. O senador Ivo Cassol (PP-RO), que na semana passada reclamou que senador é muito mal remunerado e impediu a votação da matéria, hoje não apareceu e mandou um voto em separado a favor. A revolta maior, ontem, foi manifestada pelo senador Cyro Miranda (PSDB-GO), suplente de Marconi Perillo, governador de Goiás. Cyro disse que o salário de R$ 19 mil líquidos não é condizente com as atividades de um senador - não levando em conta que, somando todas outras verbas e auxílios, além de outros benefícios, o custo mensal de um senador chega a R$ 170 mil. - Esse valor está há oito anos sem correção! E quando tem correção, a sociedade grita! Eu não vivo de salário de senador, tenho outras atividades, mas tenho pena daqueles que são obrigados a viver com R$ 19 mil líquidos, com a estrutura que temos aqui - reclamou Cyro Miranda, antes de também votar a favor do projeto. Cyro, que em 2006 declarou à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 3 milhões, provocou espanto em alguns colegas. - Meu Deus do céu! Eu ando nas ruas, vejo as pessoas! Como um senador pode dizer uma coisa dessas? - disse o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), autor do projeto. O senador Benedito de Lira (PP-AL) recorreu à ironia para demonstrar seu incômodo em votar sim. Pediu a Lindbergh que incluísse em seu relatório também o fim do 13 salário dos parlamentares, sugerindo que o petista deveria também abdicar deste direito: - Lindbergh poderia até, talvez, instituir a honorabilidade para o cargo de senador, já que seria um grande honra ser senador e servir ao seu país! A senador Ana Amélia Lemos (PP-RS) sugeriu a Lindbergh que fizesse uma emenda para proibir que ministros e servidores aumentem seus salários com jetons de conselhos de estatais. O projeto segue agora para a Mesa Diretora do Senado e será votado no plenário da Casa. Depois, ainda precisa tramitar na Câmara. ------ --- |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS |
28 de março de 2012
O Globo
Manchete: PM começa a substituir o Exército no Alemão
Após um ano e quatro meses de atuação do Exército no Complexo do Alemão, a Polícia Militar começa a substituir as tropas federais. Um grupo de 750 policiais - entre os quais 300 recrutas - chegou ontem à região para iniciar a instalação das duas primeiras Unidades de Polícia Pacificadora em duas favelas. As outras dez comunidades do complexo serão ocupadas gradativamente. Segundo o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, todo o processo de implantação das oito UPPs será concluído em 27 de junho. A operação conta com um programa de computador capaz de controlar, em tempo real, toda a movimentação da tropa. (Págs. 1 e 14)
Na Rocinha, mais 40 homens no policiamento
Dois dias após a morte do líder comunitário Vanderlan Barros de Oliveira, a PM reforça a segurança na Rocinha, com mais 40 homens no policiamento. (Págs. 1, 15 e editorial "Instalação de UPP na Rocinha corre riscos")
Gol e TAM perdem mais de R$ 1 bilhão
Fotolegenda: Cordialidade entre líderes
Fotolegenda: Enquanto isso, na Índia...
Procurador pede que STF investigue Demóstenes
Elio Gaspari
O problema do senador Demóstenes está em se distinguir o verossímil do verdadeiro. (Págs. 1 e 6)
Que pena!
Cidades terão 6,3 bilhões até 2050
Papa e Cuba em troca de alfinetadas
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Folha de S. Paulo
Manchete: Justiça de SP torna réus 14 acusados de fraudes no metrô
A Justiça de São Paulo aceitou denúncia apresentada pelo Ministério Público Estadual e tornou réus 14 executivos de grandes empreiteiras que participaram de licitação para obras no metrô da capital paulista.
Funcionárias das construtoras Camargo Correa, Andrade Gutierrez, OAS, Queiroz Galvão e Carioca, entre outras, são acusados de combinar quem venceria cada um, dos seis trechos da ampliação da linha 5. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Fotolegenda: Política à parte
Sob descrença, ONU anuncia acordo de paz com a Síria
Procuradoria vê indício de crime e vai investigar senador do DEM
Elio Gaspari
O problema de Demóstenes está em distinguir o verossímil do real. (Págs. 1 e Poder A6)
Caixa e BB vão bancar coquetel para magistrados
Homem-forte por acidente
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: PT e Planalto se mobilizam para tentar ajudar Haddad
A cúpula do PT e o Palácio do Planalto admitem a necessidade de dar um "chacoalhão" na campanha do petista Fernando Haddad, estacionado nas pesquisas de intenção de voto com 3%, informam os repórteres Vera Rosa e Rafael Moraes Moura. A estratégia consiste em criar uma agenda positiva para Haddad e pressionar figuras de expressão no PT, como a senadora Marta Suplicy (SP), a socorrer o candidato. Foi a entrada do tucano José Serra na disputa que acendeu o sinal amarelo no governo federal. "É errado ficar achando que só o Lula resolve as coisas", afirmou o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), referindo-se ao fato de que o ex-presidente, por motivos de saúde, ainda não pode entrar na campanha de Haddad. "Tem um processo, agora, decolar o Haddad na militância", disse Carvalho. (Págs. 1 e Nacional A4)
Fotolegenda: FHC faz visita a Lula
No hospital Sírio Libanês, a tucano encontra o petista para lhe desejar pronta recuperação. (Págs. 1 e Nacional A4)
Procurador pede ao STF ação contra Demóstenes
Cuba reage ao papa e diz que não haverá abertura
Análise: Yoani Sánchez
O papa e o crocodilo
Os anos de fanatismo antirreligioso em Cuba passaram, mas a Igreja ainda está longe de ter o espaço que tem em outros países da América Latina. (Págs. 1 e A10)
Mesmo com Selic em queda, crédito encarece
Brics vão cobrar mudança no FMI
75% dos brasileiros nunca foram a biblioteca (Págs. 1 e Vida A14)
Gol teve prejuízo de R$ 711 milhões em 2011 (Págs. 1 e Economia B12)
Polícia indicia 25 por Cidade Limpa
Dora Kramer
Os 52% de votos de José Serra na prévia mostram a desproporção entre a estatura do salto alto e a realidade interna do partido na cidade. (Págs. 1 e Nacional A8)
Rolf Kuntz
O governo toma medidas conjunturais para resolver problemas estruturais, como o da indústria, e aposta em parcerias duvidosas, como a dos Brics. (Págs. 1 e Economia B5)
Notas & Informações
Haverá mais encenação do que substância na reunião de cúpula hoje e amanhã, em Nova Délhi. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense
Manchete: Senado dá passo para acabar com o privilégio
Concurso do Senado: MP aceita 16 denúncias de irregularidades (Págs. 1 e 10)
A cada dia, duas mulheres são estupradas em Brasília
Procuradoria aumenta cerco a Demóstenes
Fotolegenda: Bandeira branca
Cuba bloqueia celular de dissidentes durante visita do papa ao país (Págs. 1 e 16)
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Valor Econômico
Manchete: Bancos públicos e externos perdem peso no mercado
O patrimônio dos bancos públicos encolheu dois pontos percentuais, para 14,6%, enquanto nos privados nacionais houve expansão de 16,4%. O Banco do Brasil está com índice de Basileia - indicador usado pelas autoridades para medir a capacidade de empréstimos dos bancos - de 14%, acima dos 11% mínimos exigidos, mas abaixo de Itaú Unibanco, Bradesco e Santander. A Caixa tem 13%. (Págs. 1 e C1)
Fotolegenda: Acertando o passo
Manutenção das estradas federais terá forte redução
Em tese, os contratos mais recentes de manutenção - para restauração e conservação de estradas - tinham dois anos de duração, mas poderiam dar lugar a outros de até cinco anos, à medida que fossem vencendo, a partir de 2012. Na prática, a substituição esbarrou em dois problemas: a determinação de ajustes pelo Tribunal de Contas da União nas novas licitações e a crise política que atingiu o Ministério dos Transportes em meados de 2011. Com isso, a execução orçamentária do ministério despencou e a maioria dos editais do Dnit atrasou. (Págs. 1 e A2)
Petrobras eleva compras de sua filial americana
O presidente da Petrobras América, José Orlando de Azevedo, explica que a exportação vai aumentar porque a produção da refinaria no ano passado foi afetada por dois acidentes. Em setembro, a unidade de destilação ficou 30 dias parada para recuperação. E, em dezembro, a unidade de coqueamento pegou fogo. (Págs. 1 e B10)
China sugere na OMC uma trégua na área cambial
Pequim e Washington concordaram pelo menos num ponto, na sessão inicial do debate que a OMC organizou, por iniciativa do Brasil: não é a OMC que deve tratar de câmbio para aliviar questões no comércio internacional. (Págs. 1 e A4)
Fotolegenda: Foco nas empresas
Preparando-se para o pior, Irã aumenta a importação de trigo (Págs. 1 e A13)
Oxford traz escola de idiomas para o Brasil, diz Tomazeli (Págs. 1 e B4)
CH2M aposta em energia
Timken ajusta o foco
Chery assume operação no país
"Dream Team" dos orgânicos
Debêntures da Infraestrutura
Alta renda
Ideias
De bobo o 'bloquinho' não tem nada. Une-se quando precisa, separa-se quando quer e obtém tudo o que pode. (Págs. 1 e A10)
Ideias
Se há uma causa específica para a alta nos preços do petróleo, é o endurecimento das sanções contra o Irã. (Págs. 1 e A15)
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terça-feira, março 27, 2012
BRASIL / RIO+20 [In:] SEM CLIMA NESSE MEIO...
Meio ambiente fora da Rio+20
Conferência sob pressão |
| Autor(es): agência o globo:Roberta Jansen |
| O Globo - 27/03/2012 |
Cientistas, governos e ONGs criticam a falta de foco e de uma agenda consistente
— Esperávamos mais dos documentos e da agenda oficial — afirmou. — Entendo que não é uma conferência ambiental, e sim calcada em três pilares, social, econômico e ambiental. Mas o que está acontecendo é que clima e biodiversidade, por exemplo, estão de fora da conferência. Falta ciência. Estamos perdendo espécies num ritmo sem precedentes. Somos um dos países de maior biodiversidade, e não discutiremos isso na Rio+20. Não teremos os pilares econômico e social sem o ambiental. Joly afirmou ainda que falta peso político à conferência. Segundo ele, dos 60 chefes de Estado que já confirmaram presença, a grande maioria é da América Latina e da África. — Os mais importantes (neste tema) não estão lá, os que têm peso político, como EUA, União Europeia, China, Japão. E essa será uma oportunidade única, não podemos esperar mais 20 anos. O representante do ministério disse que o rascunho do documento é vago demais. — O Brasil tem um corpo diplomático reconhecido por sua capacidade de negociação e articulação — disse. — Como anfitriões, deveríamos nos colocar mais presentes, ter um papel diferenciado, liderando mudanças. Precisamos de um esforço conjunto para evitar um fracasso. Por exemplo, se os chefes de Estado estiverem lá e concordarem que o planeta tem limites que devemos considerar, entender e respeitar, já é meio caminho andado. Mas, sem isso, fica muito difícil. Do outro lado do Atlântico, as expectativas não eram melhores. Na terceira rodada de negociação informal, em Nova York, os países em desenvolvimento, reunidos no chamado G-77, grupo do qual o Brasil faz parte, temiam que o calendário apertado de reuniões preparatórias resulte num documento generalista, desperdiçando a oportunidade política de criar uma coordenação multilateral sobre o tema e de se implementarem ações concretas em escala global. Por acreditar que não há tempo para costurar consenso, o grupo começou a pressionar o comitê executivo da Rio+20 por mais rodadas de negociação. Apesar disso, o secretário-executivo da comissão brasileira da Rio+20, embaixador Luiz Alberto Figueiredo Machado, está otimista. Ele acredita que já há convergências importantes. Chegou ontem às mãos do secretário-executivo da Rio+20, Sha Zukang, uma carta-denúncia contra a exclusão dos direitos humanos do documento final que será apresentado na conferência, em junho, no Rio. Uma cópia da carta também foi entregue ao secretário-geral das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, e a negociadores na organização. A retirada de temas considerados fundamentais, como o direito à água potável e ao saneamento adequado, era um temor que acabou se confirmando. Intitulado "Rights at risk at the United Nations" (Direitos em risco nas Nações Unidas), a carta, assinada por representantes globais da sociedade civil e movimentos sociais de todo o mundo, denuncia que, "de forma alarmante", a ONU estaria sendo usada como plataforma para atacar direitos que, por definição, deveria defender. Os tópicos excluídos do documento incluem desde o direito à alimentação e à nutrição adequada até promover acesso à terra especialmente a mulheres, povos indígenas e outros grupos vulneráveis. ---- |








