PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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valor ...ria...nine

folha gmail df1lkrha

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sexta-feira, agosto 03, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] PANTONIMAS














''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

03 de agosto de 2012


O Globo

Manchete: A hora do mensalão - No primeiro confronto, réus perdem de 9 a 2
Bate-boca entre relator e revisor marca início do julgamento no STF; Toffoli fica e vota

Defesa tentou desmembrar o processo para que apenas 3 dos 38 réus fossem julgados agora no Supremo Tribunal Federal, mas só os ministros Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio concordaram com o pedido. Nenhum réu foi ao tribunal; Roberto Jefferson e Delúbio Soares fizeram comentários pelas redes sociais

No primeiro dia do julgamento do mensalão, o Supremo Tribunal Federal rejeitou, por 9 votos a 2, a tentativa da defesa de desmembrar o processo e excluir da ação 35 dos 38 réus — os que não têm foro privilegiado. Ficou explícito o confronto entre o ministro relator, Joaquim Barbosa, e o revisor, Ricardo Lewandowski. O ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, advogado de José Roberto Salgado, ex-dirigente do Banco Rural, pediu o desmembramento. Barbosa negou, e Lewandowski anunciou que votaria a favor. Barbosa reclamou que, em dois anos e meio, o revisor não se manifestou sobre o tema. "Farei valer meu direito de me manifestar" rebateu Lewandowski. "É deslealdade”, protestou Barbosa. O ministro Dias Toffoli, cuja participação no julgamento é questionada, foi contra o desmembramento e afirmou que já tem seu voto escrito. O procurador Roberto Gurgel disse que não pedirá o impedimento dele. (Págs. 1, 3 a 9, Míriam Leitão e Luiz Garcia)
Hoje no STF: O dia do procurador

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, fará hoje sua explanação, com a acusação dos réus. Ele deverá falar durante cinco horas.

“Causa-me espécie se pronunciar agora. Poderia tê-lo feito há seis meses. É deslealdade”
Ministro Joaquim Barbosa

“Estou sendo atacado pessoalmente. Atenha-se aos fatos e não à minha pessoa”
Ministro Ricardo Lewandowski

Merval Pereira: O papel de cada ministro

Lewandowski marca posição a favor dos réus. (Págs. 1 e 4)

Nelson Motta: O judas de Lula

Quem o traiu: Dirceu, Genoino ou a mídia? (Págs. 1 e 47)

Artigo: Preocupação com celeridade

O Supremo mostrou que deseja um processo célere, ao não desmembrar a ação, dizem Tânia Rangel e Lucas Aguiar, da FGV Direito Rio. (Págs. 1 e 5)

Saída de Annan é fracasso da ONU
Ao renunciar ao cargo de mediador da ONU para a Síria, Kofi Annan criticou o regime, a oposição e, sobretudo, as potências da ONU. Sua saída foi vista como fracasso da diplomacia para pôr fim ao conflito, que já dura 17 meses. (Págs. 1 e 32)
Anatel suspende punição a teles
A venda de chips de celulares no país foi novamente autorizada 11 dias após a proibição (que deveria durar 30 dias). Segundo fontes, as operadoras pressionaram para liberar a venda para o Dia dos Pais. Procon criticou. (Págs. 1 e 25)
Com IPI menor, espera de 60 dias
O consumidor que quer aproveitar a redução de IPI enfrenta até dois meses de fila de espera em concessionárias do Rio e de Niterói para os modelos mais populares. Os usados também estão cotados 20% abaixo do seu valor. (Págs. 1, 30 e 31)
Paes e Freixo disputam artistas
Para contrapor o apoio de Chico e Caetano a Marcelo Freixo (PSOL), Eduardo Paes (PMDB) foi atrás de Ferreira Gullar, Marco Nanini e do arquiteto Oscar Niemeyer. (Págs. 1, 10 e editorial “Eleições e criminalidade no Rio”)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Mensalão - Julgamento começa com bate-boca de ministros e atraso
Debate sobre dividir ação no STF leva a troca de farpas entre Lewandowski e Barbosa; proposta é derrotada por 9 votos a 2

Uma discussão sobre dividir o processo do mensalão levou a um bate-boca entre ministros do Supremo no primeiro dia do julgamento e gerou atraso no cronograma, o que pode dificultar o voto de Cezar Peluso, que se aposenta em 3 de setembro. A fala do procurador Roberto Gurgel ficou para hoje.

Defensor de um dos réus, o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos pediu o desmembramento da ação. Ricardo Lewandowski apoiou a proposta e levou à reação do relator, Joaquim Barbosa. “É deslealdade”, apontou Barbosa, lembrando que o tema já havia sido analisado pela corte. (Págs. 1 e Poder)

Lula diz que tem mais o que fazer e não verá pela TV (Págs. 1 e Poder A10)

Marcelo Coelho
‘God’, Márcio Thomaz Bastos gera reação fervente no plenário (Págs. 1 e Poder A8)

Mônica Bergamo
Na véspera, advogados dos réus fizeram ‘bolão’ do resultado. (Págs. 1 e Ilustrada E2)

Início tenso
Ministros divergem sobre debate que gerou atraso no 1º dia de julgamento

Me causa espécie V. Ex.a se pronunciar pelo desmembramento [da ação]. (...) É deslealdade.
Joaquim Barbosa

É um termo um pouco forte. E já está prenunciando que este julgamento será muito tumultuado.
Ricardo Lewandowski

Fotolegenda: Autos do processo do mensalão, totalizando cerca de 50 mil páginas; o relator, ministro Joaquim Barbosa, de pé, durante o primeiro dia do julgamento, no plenário do Supremo.

No 1º debate, Serra e Haddad travam embate sobre impostos
No primeiro debate entre os candidatos a prefeito de São Paulo, na TV Bandeirantes, José Serra (PSDB) criticou Fernando Haddad (PT) pela taxa do lixo, criada pelo partido. O petista rebateu lembrando da inspeção veicular, atualmente em vigor na gestão Gilberto Kassab. Medição preliminar registrou pico de três pontos de audiência. (Págs. 1 e Poder A12)
TIM, Oi e Claro voltam a vender novas linhas hoje
Após 11 dias de suspensão, TIM, Oi e Claro podem voltar a vender linhas a partir de hoje. A Anatel liberou as vendas após as operadoras elevarem em cerca de R$ 4 bilhões a projeção de investimentos em qualidade para os próximos dois anos. A agência prevê melhora no atendimento ao consumidor em 30 dias. (Págs. 1 e Mercado B1)
Motoqueiros protestam em SP contra mova lei da profissão (Págs. 1 e Cotidiano C8)


Boa notícia
CPF já pode ser feito pela internet e de graça. (Págs. 1 e Mercado B5)
Órgão federal veta novas construções na av. Faria Lima
A CVM, órgão federal que gere operações em Bolsa, não autorizou a Prefeitura de São Paulo a vender títulos que permitiriam a construção de mais prédios na região da avenida Brigadeiro Faria Lima.

Os títulos seriam comprados por empresas interessadas em fazer as obras em troca da autorização, e parte do dinheiro seria investida no Metrô. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Mediador da crise síria, Annan diz que deixará posto
O ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan, mediador da crise na Síria, anunciou ontem que vai deixar a função, após o fracasso em conter o conflito.

Em Aleppo, atual centro dos combates no país, moradores perambulam com ar ressabiado, com medo de ataques aéreos e de serem pegos no fogo cruzado, informa o enviado especial Marcelo Ninio. (Págs. 1 e Mundo A13)

Editoriais
Leia “Largada sem brilho”, sobre participação de Toffoli no julgamento do mensalão, e “Cumpra-se a lei”, acerca de ação da PM na cracolândia. (Págs. 1 e Opinião A4)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Supremo rejeita separar julgamento de réus do mensalão
Em clima tenso, Barbosa discute com Lewandowski sobre a competência da Corte

O julgamento do mensalão começou tenso ontem no Supremo Tribunal Federal (STF). Na primeira sessão que decidirá o futuro dos acusados de integrar esquema de compra de votos no Congresso durante o governo Lula, os ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski bateram boca. O motivo foi o questionamento do advogado de defesa Márcio Thomaz Bastos sobre a competência do STF para julgar o caso, já que apenas três dos 38 réus têm foro privilegiado. Barbosa defendeu o julgamento pelo Supremo. Lewandowski discordou. A proposta de Bastos foi rejeitada por 9 a 2. Como se tratava de questão que havia sido discutida anteriormente pelos ministros, Barbosa chegou a acusar o colega de “deslealdade”. A discussão atrasou o cronograma e o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, que fará a acusação, teve sua exposição oral adiada para hoje. A estimativa é de que o julgamento dure cerca de dois meses. (Págs. 1 e Nacional A4, A6, A8, A10 e A11)

Lula
Ex-presidente
“Tenho mais coisas para fazer do que isso (sobre assistir ao julgamento)”

Fotolegenda: Barbosa
‘É deslealdade’, disse sobre a decisão de Lewandowski a favor do desmembramento.

Fotolegenda: Lewandowski
‘É um termo um pouco forte. Está prenunciando que o julgamento será muito tumultuado’.

Suspeição é ignorada e Toffoli vai julgar
Ex-advogado do PT, amigo de Lula, ex-assessor da Casa Civil na gestão de José Dirceu e namorado de advogada que defendeu réus do mensalão, o ministro Dias Toffoli não se declarou suspeito e participará do julgamento. Acusação e defesa poderiam arguir a suspeição, mas o tema não foi levantado. (Págs. 1 e A8)
TIM, Claro e Oi são autorizadas a vender chips
Depois de quase duas semanas de suspensão, a Anatel autorizou a venda, a partir de hoje, de linhas de celular e internet móvel das operadoras TIM, Claro e Oi. Os planos de melhoria dos serviços foram aprovados pela agência a tempo de garantir vendas para o Dia dos Pais. As empresas falam em investir R$ 20 bilhões até 2014. (Págs. 1 e Economia B1)
Annan deixa posto de mediador na Síria (Págs. 1 e Internacional A12)


Motoboys fecham vias e novas regras são adiadas (Págs. 1 e Cidades C1)


Funcionários da GM param Dutra por 1 hora (Págs. 1 e Economia B6)


Celso Ming
Super, pero no cumplidor

O presidente do Banco Central Europeu disse que salvaria o euro, mas devolveu a bola aos políticos. O Super Mario não é o que se supunha ser. (Págs. 1 e Economia B2)

Fernando Gabeira
DNA do mensalão

Mensalão, para juizes, é um processo de 50 mil folhas. Para mim, é um marco: o PT jamais cumpriria a promessa de campanha de ética na política. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Notas & Informações
Exportações emperradas

Crise, falhas da política econômica é erros de estratégia são causas do desempenho pífio do País. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Relator vence primeiro duelo do mensalão
Nas redes sociais, em Brasília, o mensalão foi o grande assunto do dia. Mas na cidade em geral, com raras exceções, predominou a apatia. O oposto do STF, onde um bate-boca entre os ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski, relator e revisor do processo, esquentou a sessão de abertura do julgamento. Por 9 votos a 2, Barbosa ganhou o embate: o caso será totalmente analisado pela Corte. A querela impôs um imprevisto atraso nos trabalhos do Supremo.

Toffoli decide julgar. Gurgel diz que não pedirá impedimento.

Lula desdenha do julgamento: "Tenho mais coisas para fazer".

Brasilienses fazem vigília contra a impunidade. PT teme estigma. (Págs. 1 e 2 a 10)

INSS paga benefício extra a 2,8 milhões de segurados (Págs. 1 e 14)


Celular: TIM, Claro e Oi já estão livres para vender novas linhas
Depois de concordarem em investir R$ 20 bilhões na melhoria do sistema de telefonia móvel, as três operadoras foram autorizadas a habilitar clientes a partir de hoje. A Anatel promete intensificar a fiscalização dos serviços. (Págs. 1 e 12)
Fracasso na Síria leva Kofi Annan a deixar negociação (Págs. 1 e 18)


Grevistas com dinheiro no bolso
Justiça garante aos servidores públicos que o pagamento deste mês não terá os dias de paralisação descontados. (Págs. 1 e 13)
Salário aberto, faltam os nomes
Câmara Legislativa divulga a remuneração dos funcionários na internet, mas mantém a identidade em segredo. (Págs. 1 e 25)
Sob suspeita: Advogada do GDF também trabalha para condomínios
Dona de um escritório que atende proprietários de lotes, Maria Olímpia Stival é a chefe da assessoria jurídica da secretaria que agiliza a legalização dos parcelamentos. Para especialistas, há conflito de interesses. (Págs. 1 e 23)
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Valor Econômico

Manchete: Governo prepara reformas e vai 'fatiar' pacote anticrise
A presidente Dilma Rousseff prepara para depois das eleições municipais a negociação com o Congresso de duas reformas: a da previdência do INSS, em troca do fim do fator previdenciário, e a que flexibiliza a legislação trabalhista, cujo anteprojeto está na Casa Civil e que deverá dar primazia ao que for negociado entre as partes sobre o legislado, ampliando a autonomia de empresas e sindicatos.

Ontem o Palácio do Planalto adiou a reunião que a presidente faria com um grupo de empresários no dia 7 porque o pacote de medidas de estímulo aos investimentos não ficará pronto a tempo. O governo deverá anunciar as novas medidas em blocos separados. (Págs. 1, A2 e A3)

Coca investe R$ 500 mi em nova fábrica
A SABB Coca-Cola, joint venture entre a multinacional e 16 fabricantes regionais de bebidas sem gás, investirá R$ 500 milhões em uma nova fábrica de sucos, que provavelmente será localizada no Nordeste. Segundo Mauro Ribeiro, diretor da SAAB, a expectativa é que ela entre em operação no fim de 2014. "Estamos atrasados, a seca [no Nordeste] atrapalhou o nosso planejamento", disse. A capacidade inicial da nova unidade, que também fará isotônicos, será de 70 milhões de litros por ano, mas a meta é que atinja o mesmo volume da fábrica de Linhares (ES), de 2 bilhões de litros de suco por ano. A investida reforçará a liderança da Coca (com a marca Del Valle) em um mercado que cresce muito e que chegou a US$ 3,8 bilhões em 2011. (Págs. 1 e B4)
Sessão do STF dá sinal de julgamento técnico
O primeiro dia do julgamento do mensalão passou algumas mensagens do Supremo Tribunal Federal aos réus e advogados. A primeira, foi a de que o julgamento se dará no ritmo necessário, sem queimar etapas nem ritos sumários. Os ministros levaram quatro horas discutindo uma questão de ordem que já haviam decidido: a competência do STF para julgar acusados sem direito a foro privilegiado. Por 9 a 2, o plenário rejeitou essa questão do advogado Marcio Thomaz Bastos.

A sessão de ontem também atenuou o risco de um julgamento mais político do que técnico - o que é o grande receio do PT. Se a Corte gastou quatro horas discutindo uma questão de ordem, é legítimo supor que analisará provas de autos com atenção e rigor. (Págs. 1 e A6 a A10)

Unificação evitará decisões divergentes
O tema central da primeira sessão do Mensalão no Supremo foi a questão do desmembramento do processo. Parece óbvio que a melhor resposta do ponto de vista da Justiça é que todos os envolvidos em determinada acusação venham a ser julgados pelos mesmos magistrados, até porque, com isso, se evitariam decisões eventualmente contraditórias. Embora a própria lei processual preveja exceções, a regra é sua unidade.

O detentor de cargo merecedor de prerrogativa de função pode renunciar a ela. Isso não se aplica ao não possuidor dessa prerrogativa. Ele não tem nada a que renunciar. Não escolheu nem quis o foro destacado. (Págs. 1 e A8)

TCU aponta erros em obras no S. Francisco
O Tribunal de Contas da União acaba de realizar auditoria nas obras do Eixo Norte da transposição do Rio São Francisco, que foram executadas pelo 2º Batalhão de Engenharia do Exército, contratado pelo Ministério da Integração. A auditoria aponta irregularidades nos pagamentos - o superfaturamento é estimado em mais de R$ 7 milhões. O repasse feito aos militares no Eixo Norte foi de R$ 143,2 milhões. Segundo o TCU, a irregularidade é decorrente da fiscalização inadequada do Exército e acompanhamento deficiente do Ministério da Integração. Procurado pelo Valor, o Exército informou que ainda não foi notificado pelo tribunal. O Ministério da Integração informou que "está tomando as medidas cabíveis" e que segue as orientações dos órgãos de controle. (Págs. 1 e A4)
Atuações de MP inquietam as empresas
O grande aumento de ações civis públicas abertas pelo Ministério Público contra companhias - em áreas como a trabalhista, a ambiental e do consumidor - tem levado os empresários aos escritórios de advocacia, em busca de uma estratégia de defesa. A advogada Adriana Conrado Zamponi, que atua em direito do consumidor no escritório Siqueira Castro, diz que é contatada por empresas que buscam uma defesa preventiva. "Quando o cliente sente que há um aumento no número de reclamações de consumidores, entra em contato com o escritório para que o problema não vire uma ação civil pública", afirma.

O número de processos tem crescido ano a ano. No primeiro semestre, o Ministério Público do Trabalho (MPT) da 2ª Região (SP), por exemplo, ajuizou 81 ações civis públicas, quase o dobro em relação ao volume apresentado à Justiça em igual período de 2011, que foi de 47 ações. "A nossa intenção não é a de obter multa ou indenização, mas adequar a conduta", diz a procuradora-chefe do MPT paulista, Ana Elisa Alves Brito. (Págs. 1 e E1)

Mineradoras cortam gastos e desaceleram planos de investir em novos projetos (Págs. 1 e B11)


Fed e BCE prometem agir, mas não têm receitas a seguir (Págs. 1 e C3)


Previsões para a inflação
A inflação de 0,13% — aquém do esperado —na cidade de São Paulo em julho não alterou as expectativas dos economistas para o índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do mês. (Págs. 1 e A3)
Energia cara
O custo da energia elétrica no Brasil precisa cair 35% para que a indústria brasileira alcance o patamar de competitividade em relação aos concorrentes mundiais. A conclusão é de estudo apresentado ontem pela Firjan. (Págs. 1 e A5)
Brasil afeta montadoras
Balanços das montadoras Ford, General Motors e Fiat revelam quedas de receita, margens e lucro em operações na América do Sul, nas quais o Brasil representa o maior mercado. (Págs. 1 e B7)
Medindo as perdas da safra
A segunda safra do milho de Mato Grosso marca uma nova fase para os produtores com o início de um projeto que tem a meta de mapear quanto da colheita de grãos é perdida. A proposta foi feita pela Universidade de Illinois (EUA). (Págs. 1 e B14)
Modelo americano de cartão
O Itaú Unibanco lançou ontem um novo modelo de cartão de crédito, replicando o modelo dos EUA. O juro é menor e passa a incidir se o cliente optar pelo pagamento mínimo, não no dia seguinte, mas desde a data da compra do bem ou serviço. (Págs. 1 e C1)
Créditos para fornecedores
Lançados como um instrumento para financiar os fornecedores de grandes empresas, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios voltados para cadeias produtivas enfrentam dificuldades. (Págs. 1 e C11)
Cizânia no FMI
O Fundo Monetário Internacional acaba de publicar um documento de seu staff com ideias sobre a revisão da fórmula de cotas, que está longe de ser aceita pelo Brasil e pode alimentar mais confrontos entre os países, em plena crise. (Págs. 1 e C12)
Ideias
Armando Castelar

As tentativas de elevar o investimento público em infraestrutura não têm sido bem-sucedidas, e não por falta de recursos. (Págs. 1 e A13)

Rodrigo Vilaça

É impossível para o governo assumir toda a demanda de recursos necessários à infraestrutura. (Págs. 1 e A12)

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quinta-feira, agosto 02, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] ''YO TENGO TANTOS HERMANOS'' (n)

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NEGUE ! (... diga que você já me esqueceu) *



A HORA DO MENSALÃO - RÉUS SOFREM DERROTA NA VÉSPERA DO JULGAMENTO

DELÚBIO SOARES VIRA RÉU DE NOVO


Autor(es): Ailton de Freitas
O Globo - 02/08/2012
 
SÃO PAULO Às vésperas do julgamento do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que começa hoje, a Justiça Federal de São Paulo aceitou uma denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e transformou em réu o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares por lavagem de dinheiro. Na ação do STF, ele responde apenas por formação de quadrilha e corrupção ativa.
Em 2007, quando a Procuradoria Geral da República apresentou ao Supremo a denúncia do mensalão, ainda não havia elementos para acusar Delúbio de lavagem de dinheiro. Por isso, o caso foi transferido para a Procuradoria da República em São Paulo, que continuou as investigações. Como o ex-tesoureiro do PT não tem foro privilegiado, a ação foi proposta, em maio, na primeira instância da Justiça Federal.
O juiz Márcio Ferro Catapani, da 2ª Vara Criminal Federal em São Paulo, aceitou em 6 de julho a denúncia em que Delúbio é acusado de receber de duas agências de publicidade do lobista Marcos Valério - a SMP&B e a DNA Propaganda Ltda -R$ 450 mil, oriundos de atividades ilegais.
De acordo com a denúncia do MPF, o dinheiro chegava até as mãos do petista por meio de um esquema fraudulento que envolvia o Banco Rural. Nos mesmos moldes da acusação que consta na denúncia da ação do mensalão que corre no Supremo, o Ministério Público Federal em São Paulo diz que as agências de Valério conseguiram empréstimos fictícios na instituição, que nunca eram cobrados. Também acusa as agências de desviarem recursos de contratos celebrados com o governo federal e estatais. Por esse esquema, as empresas recebiam dinheiro, mas não prestavam o serviço.
Ainda segundo a denúncia, o Banco Rural autorizou, entre novembro de 2003 e março de 2004, que representantes de Delúbio, sem se identificar, realizassem os saques em dinheiro na agência da instituição. A SMP&B e DNA emitiam cheques nominais a elas próprias e informavam a funcionários do banco os nomes das pessoas que fariam a retirada do dinheiro. O Ministério Público Federal levantou dois casos em que um gerente da SMP&B passou por e-mail o nome da pessoa que pegaria o valor sacado. Delúbio era tesoureiro do PT na época.
O Ministério Público Federal diz ainda na ação que o banco atuava de forma irregular na liberação de recursos porque tinha interesses no governo, entre eles conseguir influência para comprar o Banco Mercantil de Pernambuco. Na defesa da ação que corre no Supremo, a ex-presidente do banco Kátia Rebelo diz que os empréstimos feitos para as empresas de Valério foram legais.
Denúncia do MPF aborda o mensalão
A denúncia também aborda o esquema de pagamentos em troca de apoio político ao governo no Congresso.
"As agências de publicidade repassavam os recursos ilicitamente obtidos a representantes do Partido dos Trabalhadores, entre outros, seja para apropriação pessoal de seus membros, seja para repasse a membros congressistas da base aliada, a fim de obtenção de apoio ao Poder Executivo", diz o texto da ação. A procuradora Ana Cristina Bandeira Lins afirma que o objetivo do esquema era ocultar a movimentação e a propriedade do dinheiro porque o nome de Delúbio não aprecia como destinatário. "Os elementos constantes no inquérito policial que acompanham a denúncia trazem, na trilha cognitiva cabível no presente momento processual, a certeza necessária para o início de uma nova persecução criminal, ante os fortes indícios de materialidade e autoria delitiva, havendo, portanto, justa causa para a ação penal", escreveu o juiz Catapani, no despacho em que aceitou a denúncia.
O advogado de Delúbio, Arnaldo Malheiros, foi procurado em seu escritório na tarde de ontem, mas a secretária informou que ele estava a caminho de Brasília para o julgamento no Supremo. Ele não retornou a ligação do GLOBO. Na defesa no Supremo, Delúbio alega que os repasses para políticos eram destinados ao pagamento de dívidas de campanha. O dinheiro para fazer esses repasses era proveniente de empréstimos legais feitos pelo Banco Rural para as agências de publicidade de Valério.
Quando o escândalo do mensalão veio à tona, Delúbio chegou a ser expulso do PT. A sua reintegração à legenda só foi aprovada no ano passado. Na ação do mensalão no Supremo, o ex-tesoureiro é citado como peça-chave do núcleo político do esquema ao lado do ex-ministro José Dirceu e do ex-presidente do PT José Genoino. Delúbio usou os últimos meses para percorrer e apresentar a sua defesa para militantes petistas e da CUT.
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NEGUE (Adelino Moreira e Enzo de Almeida Passos).
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''É HOJE O DIA DA ALEGRIA/ E A TRISTEZA..." *



DIVIDIDO, SUPREMO INICIA HOJE JULGAMENTO HISTÓRICO

DESTINO DE MENSALEIROS COMEÇA A SER ESCRITO


Correio Braziliense - 02/08/2012

Os brasilienses serão espectadores privilegiados de um julgamento que vai marcar para sempre a história do país. O processo que ficou conhecido como mensalão começa a ser analisado às 14h pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. No banco dos réus, 38 acusados de sete crimes: corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, peculato, evasão de divisas e gestão fraudulenta. Revelado em 2005 pelo então deputado Roberto Jefferson, o escândalo estarreceu a nação, derrubou o então todo-poderoso ministro José Dirceu e abalou o primeiro governo Lula. Em países como a França e os EUA é comum ver políticos corruptos irem para a cadeia. No Brasil, não. Especialista ouvido pelo Correio não acredita que o STF quebre esse paradigma. Ontem, véspera do julgamento, o Supremo vivia outro dilema: o ministro Marco Aurélio Mello levantou a hipótese de a Corte decidir se o colega Dias Toffoli, ex-advogado do PT e assessor de Dirceu na Casa Civil, deve ou não ser declarado impedido de julgar o caso.
Veja passo a passo o que vai ocorrer no plenário do STF.
Delúbio Soares se torna réu também na Justiça de São Paulo.

Brasília vivencia a partir de hoje um dos principais momentos da história republicana no país: o julgamento de acusados de participar do maior escândalo político do governo Lula
A partir das 14h de hoje, um julgamento irá marcar para sempre a história do país. Quando o ministro Joaquim Barbosa ler as primeiras palavras do relatório da ação penal nº 470, mais conhecida como mensalão, uma sentença começará a tomar forma e deverá atingir 38 pessoas, acusadas de sete crimes investigados: lavagem de dinheiro, corrupções ativa e passiva, formação de quadrilha, peculato, evasão de divisas e gestão fraudulenta. O evento, porém, irá repercutir diretamente na política e no cidadão brasileiro. Influenciará nas eleições, nas relações partidárias e, espera-se, na própria forma de autoridades, parlamentares e empresários tratarem o dinheiro público. Respeito é o que se deseja.
Brasília será uma observadora privilegiada do julgamento, previsto para durar pelo menos um mês. A rotina da capital neste período irá mudar, com as atenções voltadas para o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF). A cidade feita para abrigar o centro do poder político irá vivenciar cada momento do destino dos acusados e o próprio destino de um país, onde supostos atos criminosos são julgados, mesmo que depois de sete anos. "O que se vai examinar é se certas práticas políticas ainda têm lugar no nosso país", disse o procurador-geral da República, Roberto Gurgel.
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(*) Trecho de letra de samba-enredo carnavalesco. É HOJE (Caetano Veloso).
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PIB E O RETRATO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA



A maior retração desde 2009

No fundo do poço


Autor(es): agência o globo:Débora Diniz
O Globo - 02/08/2012
 

Indústria caiu 5,5% em junho, maior queda desde 2009. Mantega vê ponto de virada
RIO E BRASÍLIA A produção industrial brasileira fechou o primeiro semestre com um recuo de 3,8%, conforme pesquisa mensal divulgada ontem pelo IBGE. Comparados ao mesmo mês do ano passado, os resultados de junho mostram que o desempenho encolheu 5,5%, a maior queda desde setembro de 2009. Nem a pequena reação frente a maio - de 0,2% - foi capaz de reverter a expectativa negativa para a indústria este ano. Uma conta feita pelo próprio IBGE mostra que a indústria produz hoje o mesmo que fabricava há três anos.
A previsão é que o setor feche o ano com retração de 2%. Se a projeção se confirmar, será a primeira vez desde a crise global de 2009 que a indústria cortará produção no ano.
- Os dados mostram clara predominância de resultados negativos para o setor industrial no primeiro semestre. O crescimento de 0,2% verificado entre maio e junho representa uma interrupção nos recuos, mas ainda não é possível dizer que seja uma tendência - afirma André Luiz Macedo, gerente da pesquisa do IBGE.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ontem que a produção industrial atingiu um ponto de virada, a partir do qual passará a apresentar resultados melhores que os das últimas pesquisas.
- Ela (a produção industrial) está dando uma virada. É um ponto de inflexão depois de ter crescimento negativo durante vários meses consecutivos. Vejo que, agora, é um ponto de virada. Daqui para frente, vamos ter resultados melhores - afirmou Mantega, ao chegar à sede do Ministério da Fazenda, em Brasília.
Mas até a reação chegar, os números são todos negativos. O fechamento do segundo trimestre de 2012 também aponta queda frente a 2011, de 4,5%. Em relação ao primeiro trimestre, o recuo é de 1,1%. A reação tímida de junho, embora positiva, foi muito abaixo do esperado pelos analistas: a expectativa era que a produção crescesse entre 0,8% e 0,9% no mês frente a maio.
- Nossa estimativa é que a produção industrial feche o ano com um recuo de 2%. Para chegar a dezembro estagnada, sem perdas, seria necessário crescer a uma taxa mensal de 2,1% de julho a dezembro, o que não é nenhum pouco factível - analisa o economista Rafael Bacciotti, da consultoria Tendências.
Mais produção de carros
Três setores foram fundamentais para que o resultado de junho interrompesse a série negativa: o grupo que inclui aviões e motocicletas (denominado pelo IBGE como "de outros equipamentos de transporte"), com expansão de 12,5%; o farmacêutico, com alta de 8,6%; e o de veículos automotores, que com o avanço de 3% conseguiu recuperar parte do recuo de 3,6% acumulado de março a maio de 2012.
- A expectativa é que o ritmo da produção acelere de forma mais expressiva no segundo semestre - prevê Rodrigo Nishida, economista da LCA Consultores, que projeta recuo de 0,5% na produção industrial este ano.
A reação da indústria automotiva pode ser atribuída ao esvaziamento dos pátios das montadoras, reflexo das medidas de incentivo ao consumo lançadas pelo governo, como a redução do IPI e o corte nas taxas de juros. Em junho, o estoque, que era para 40 dias, baixou para 30 dias.
Também houve melhora na produção de bens duráveis, que saltou 4,8% em junho frente a maio. O crescimento é outro sinal de que as medidas do governo para estimular o consumo estão começando a aparecer no setor produtivo, já que o grupo engloba eletrodomésticos e móveis, também beneficiados com a prorrogação da redução do IPI.
Alcides Leite, economista da Trevisan Escola de Negócios, considerou que o crescimento do índice não é suficiente para representar uma virada.
- Essa melhoria resulta dos incentivos do governo. Mas a indústria está estagnada.

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

02 de agosto de 2012


O Globo

Manchete: A hora do mensalão - Réus sofrem derrota na véspera do julgamento
Justiça Federal aceita denúncia contra Delúbio Soares por lavagem de dinheiro

Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) suspende decisão que inocentava Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, de omissão em desvio de recursos do banco para o valerioduto


Na véspera do início do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), que começa hoje às 14h, réus do processo sofreram ontem duas derrotas: em São Paulo, a Justiça Federal aceitou a denúncia do Ministério Público Federal contra o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares por lavagem de dinheiro. Delúbio, que no STF responde por formação de quadrilha e corrupção ativa, agora também é acusado de receber, de duas agências de Marcos Valério, R$ 450 mil supostamente oriundos de atividades ilegais. Valério é apontado como operador do mensalão. No Tribunal de Contas da União (TCU), o ministro Aroldo Cedraz suspendeu a decisão que inocentava Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing do Banco do Brasil e também réu do mensalão, de omissão no desvio de dinheiro do banco para a agência DNA, de Valério. (Págs. 1 e 3 a 8)

Presença de Toffoli é criticada (Págs. 1 e 5)

Tumor de Jefferson é maligno (Págs. 1 e 4)

Merval Pereira: Julgamento e Democracia

A cidadania festeja o fato de que ninguém sabe o resultado que sairá da cabeça dos juizes. (Págs. 1 e 4)

Demétrio Magnoli: Em nome da história

Julga-se tipo especial de corrupção: a que tenta se legitimar invocando a História. (Págs. 1 e 19)

Editorial: Tarefa árdua

É quase impossível negar que houve dinheiro público no esquema. (Págs. 1 e 18)
A maior retração desde 2009
Em junho, queda da produção no Brasil foi de 5,5% em relação ao mesmo período do ano passado, informou IBGE. Mas a indústria encolheu também na China, na Alemanha, no Reino Unido e na zona do euro. (Págs. 1, 21 e 22)
Estradas podem ficar sem policiais
Com a Via Dutra já liberada pelos caminhoneiros, é a vez de os policiais rodoviários federais ameaçarem entrar em greve. A categoria quer aumento de salário, de efetivo e de material para trabalhar, como coletes. (Págs. 1 e 12)
Míriam Leitão: O melhor e o pior de Chávez
Em 13 anos, inflação acumulou 1.374%, mas a pobreza caiu. (Págs. 1 e 22)
C. A. Sardenberg: No forno, o PAC da privatização
Dilma lança agenda liberal-ortodoxa na próxima semana. (Págs. 1 e 18)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Mensalão - STF começa julgamento com ministro sob pressão
Marco Aurélio Mello diz que seria ‘triste’ avaliar isenção de colega Toffoli, ex-advogado do PT

Sete anos após sua delação pelo ex-deputado Roberto Jefferson em entrevista à Folha, o mensalão começa hoje a ser julgado pelo STF em meio à pressão sobre o ministro
José Dias Toffoli.

Ex-advogado do PT e ligado ao ex-presidente Lula, ele escreveu em 2006 que o esquema não havia sido comprovado. Ontem, o procurador Roberto Gurgel não descartou pedir afastamento de Toffoli. O ministro Marco Aurélio Mello disse que seria “triste” discutir o tema. (Págs. 1 e Poder A4)

Mônica Bergamo

Até a namorada pressiona ministro a não votar no caso (Págs. 1 e Ilustrada E2)

Painel

Em 2009, Toffoli disse que poderia se declarar impedido. (Págs. 1 e Poder A4)
Pesquisa mostra 1,3 mi de viciados em maconha
Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo em parceria com o governo federal aponta que 1,3 milhão de brasileiros são dependentes de maconha e 1,5 milhão, usuários diários da droga. Foram ouvidas 4.067 pessoas em 149 cidades no primeiro trimestre. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Indústria patina e adia a retomada da economia
Após três meses de quedada produção industrial teve desempenho abaixo do esperado e cresceu só 0,2% em junho em relação a maio, segundo o IBGE. A leve recuperação é insuficiente para alterar o quadro negativo do setor e reverter a fraqueza da economia, de acordo com analistas. (Págs. 1 e Mercado B1)
Banco central americano vê piora na economia dos EUA (Págs. 1 e Mundo A12)

Editoriais
Leia “Idade da razão”, acerca de necessidade de reformar a Previdência Social, e "Sem rumo no Mercosul”, sobre entrada da Venezuela no bloco. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: ‘Fazer justiça é condenar todos’, afirma procurador
• No 1º dia de julgamento do mensalão, Gurgel centrará sua sustentação no ‘núcleo político comandado por José Dirceu' • Joaquim Barbosa, relator, vai pedir a condenação dos réus • Advogados pretendem desqualificar acusação

Mensalão/Julgamento

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, protagonista do primeiro dia do julgamento do mensalão no STF, hoje, disse ao repórter Felipe Recondo que “para ser feita justiça” o tribunal terá de condenar os 38 réus. “Eu creio que o Supremo fará justiça. E, na visão do Ministério Público, justiça é condenar todos”, disse. Para Gurgel, as provas são “contundentes” e “falam por si”. José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoino e Marcos Valério serão os principais alvos. Gurgel ressaltará a participação do núcleo político e lembrará os principais fatos que comprovariam a existência da compra de votos no Congresso. Relator do inquérito no STF, Joaquim Barbosa votará a favor da condenação. Os advogados de defesa vão ao ataque contra Gurgel. Márcio Thomaz Bastos pedirá que sejam remetidos para tribunais de primeira instância os processos de réus que não possuem foro privilegiado. (Págs. 1 e Nacional A4, A6, A8, A10 e A11 a A14)

Análise: Dora Kramer

Em jogo, o amanhã

A depender do que digam os ministros do Supremo nesse período crucial, será facilitado ou dificultado o exercício da prevaricação impune entre nós. (Págs. 1 e A6)
TCU revê decisão que ajudava Valério
O ministro do Tribunal de Contas da União Aroldo Cedraz suspendeu decisão do órgão que havia considerado regular contrato da empresa DNA, de Marcos Valério, com o Banco do Brasil. O contrato é uma das bases da acusação da Procuradoria-Geral da República contra o empresário no julgamento do mensalão. Os advogados de Valério haviam pedido a inclusão da decisão anterior nas alegações da defesa. (Págs. 1 e Nacional A6)
Avanço rebelde faz ditador sírio alertar tropas
Em meio a deserções e ao avanço rebelde, o ditador sírio Bashar Assad pediu a suas tropas que vençam “a batalha crucial” em Alepo. Ele responsabilizou “agentes internos e terroristas” pelo levante. Foram suas primeiras declarações desde a morte de três membros da cúpula do regime. (Págs. 1 e Internacional A18)
IBGE mostra lenta recuperação da indústria (Págs. 1 e Economia B1)

No Brasil, 1,5 milhão usa maconha todo dia (Págs. 1 e Vida A22)

Celso Ming
Devagar, quase parando

O chamado custo Brasil vai avançando e a indústria vai ficando para trás. O governo tem respondido a essa ineficiência com ainda mais ineficiência. (Págs. 1 e Economia B2)
José Botafogo Gonçalves
A morte do velho Mercosul

O bloco tornou-se um clube com objetivos políticos, que não valoriza o mercado, a internacionalização da economia e a competitividade. (Págs. 1 e Internacional A20)
Notas & Informações
A fraca reação da indústria

O governo continua concentrado em medidas de varejo. O País precisa de mudanças no atacado. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Dividido, Supremo inicia hoje julgamento histórico
Os brasilienses serão espectadores privilegiados de um julgamento que vai marcar para sempre a história do país. O processo que ficou conhecido como mensalão começa a ser analisado às 14h pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. No banco dos réus, 38 acusados de sete crimes: corrupção ativa e passiva, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, peculato, evasão de divisas e gestão fraudulenta. Revelado em 2005 pelo então deputado Roberto Jefferson, o escândalo estarreceu a nação, derrubou o então todo-poderoso ministro José Dirceu e abalou o primeiro governo Lula. Em países como a França e os EUA é comum ver políticos corruptos irem para a cadeia. No Brasil, não. Especialista ouvido pelo Correio não acredita que o STF quebre esse paradigma. Ontem, véspera do julgamento, o Supremo vivia outro dilema: o ministro Marco Aurélio Mello levantou a hipótese de a Corte decidir se o colega Dias Toffoli, ex-advogado do PT e assessor de Dirceu na Casa Civil, deve ou não ser declarado impedido de julgar o caso.

Veja passo a passo o que vai ocorrer no plenário do STF.

Delúbio Soares se torna réu também na Justiça de São Paulo. (Págs. 1, 2 a 12 e Visão do Correio, 20)
Bilhetagem: Cachoeira vai ao TJDF, mas não fala nada
Bicheiro se recusa a falar sobre suposta tentativa de fraudar licitação para assumir o controle do sistema de bilhetagem eletrônica de ônibus no Distrito Federal. No entanto, comparsa depõe e confirma ação da quadrilha. (Págs. 1 e 13)
Drogas: Cresce o vício em maconha em todo o país
Segundo pesquisa, 3,4 milhões de pessoas fumaram o entorpecente no Brasil em 2011. Desse total, 37%, ou cerca de 1,3 milhão, ficaram dependentes. (Págs. 1 e 14)
Fim da paridade: Professor terá peso maior na eleição da UnB
Decisão da Justiça garante aos docentes o peso de 70% na escolha do próximo reitor, pondo fim à igualdade que havia com os funcionários e os estudantes. (Págs. 1 e 30)

Piloto de caça não é punido por voo rasante (Págs. 1 e 29)

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Valor Econômico

Manchete: Receitas contidas põem fim à expansão 'fácil' das teles
A era do crescimento fácil e rápido do setor de telefonia, puxado principalmente pela venda de celulares, está chegando ao fim. Em meio às pressões da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), serviços mais sofisticados e qualidade de rede são apontados por especialistas como as novas fronteiras para a sobrevivência das companhias do setor.

Os balanços das operadoras referentes ao segundo trimestre já mostraram que o setor de telecomunicações também não é tão imune ao desaquecimento da economia quanto se imaginava. Enfrentando desaceleração de receitas, nenhuma das três companhias abertas do setor - Oi, TIM e Vivo - teve aumento de lucro em relação ao mesmo período do ano passado. As receitas da Claro, que não tem capital aberto, recuaram 2,5%, para R$ 3,14 bilhões, segundo dados disponíveis no balanço de sua controladora, a mexicana América Móvil. (Págs. 1 e B3)
Cinco bancos detêm 80% do crédito
De cada R$ 100 emprestados no Brasil, R$ 80,34 foram desembolsados por apenas cinco bancos: Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Santander. Os números mostram o maior nível de concentração bancária dos últimos dez anos. Apesar desse fortalecimento do "grupo dos cinco", o Banco Central considera que a concorrência continua em "nível adequado" e o "setor segue competitivo". Nos Estados Unidos, onde se fala dos bancos grandes demais para quebrar, as cinco maiores instituições financeiras possuíam ativos totais equivalentes a 51% do PIB do país em 2007 e respondem por 56% agora. No Brasil, os ativos do "grupo dos cinco" foram de 57% para 86% do PIB no mesmo período. (Págs. 1, C1 e C8)
STF começa a definir o destino do mensalão
A maratona do julgamento do mensalão que os ministros do Supremo Tribunal Federal iniciam a partir de hoje delineará mais do que o destino dos 38 réus acusados de integrar o esquema de desvio de recursos públicos e compra de apoio parlamentar pelo Executivo. Estão na mesa também o legado político do governo Lula e do PT, a confiança na independência do Judiciário, a eficácia do Ministério Público em produzir provas sólidas e os controles contra a corrupção e a lavagem de dinheiro.
Quem deve dominar a cena hoje é um cearense de 57 anos, discreto e de poucas palavras, quase "crepuscular", na definição dos colegas de trabalho: Roberto Gurgel Monteiro Santos, procurador-geral da República. Ele será o responsável por sustentar a denúncia contra os acusados de integrar o suposto esquema de compra de votos no Congresso, no primeiro mandato do governo Lula. (Págs. 1 e A8 a A13)
Será este o julgamento do século?
É afirmação recorrente na mídia a de que determinado feito judicial se mostra o "julgamento do século". Será que essa adjetivação é correta para o mensalão? Mundo afora, a expressão é corriqueira. Apenas no século XX, existem diversos exemplos, como os casos Leopold e Loeb, do casal Lindbergh, de O.J. Simpson. No Brasil, a realidade não é diferente.

O julgamento que começa hoje talvez guarde alguma diferença pelas personagens envolvidas, em número e importância, pelo tamanho do processo e pela qualidade dos advogados. Apesar disso, não se pode dizer que este é o caso mais importante já enfrentado pelo STF. Não mais, por exemplo, que o julgamento das condutas de um presidente deposto dentro da lei. (Págs. 1 e A9)
Falta de cacau no país trava investimentos
A queda da produção brasileira de cacau desestimula novos investimentos e causa forte aumento das importações de produtos processados e chocolate. Cálculos do setor sinalizam que seria necessário elevar em 15% a capacidade de processamento no país para compensar o volume importado, o que exigiria aportes de US$ 80 milhões a US$ 100 milhões.

As empresas estão dirigindo os investimentos para Costa do Marfim e Indonésia e não têm planos de elevar a capacidade de produção no Brasil. É o caso da Delfi, do grupo Petras Food. Segundo sua diretora Patrícia Moles, o maior problema é a falta de matéria-prima local. O último investimento da Cargill no segmento no país, de cerca de US$ 7 milhões, foi há cinco anos. (Págs. 1, B11 e B12)
Fed mantém juro e sinaliza a adoção de novas medidas de estímulo (Págs. 1 e C14)

Pioneiro, Oguri vê nova chance para a indústria naval no país (Págs. 1 e B6)

'Corralito' argentino
O governo da Argentina vai celebrar o pagamento amanhã de um título público em dólares, última parcela do ‘corralito’ de 2001. Para o governo, é o marco zero da “independência econômica” do país. (Págs. 1 e A13)
Restrições à Chevron
A ANP está impedida de permitir que a Chevron volte a produzir no campo de Frade, segundo liminar do TRF que deu prazo de 30 dias para que a Chevron e a Transocean suspendam as atividades de extração e transporte de petróleo no país. (Págs. 1 e B8)
Petrobras corta custos
A presidente da Petrobras, Graça Foster, anunciou um programa para reduzir custos operacionais que podem ser gerenciados pela companhia — um deles é o de energia. Esses gastos respondem por 30% do desembolso anual da Petrobras. (Págs. 1 e B8)
Rumo prevê R$ 1 bi de receita
Ainda em fase de consolidação das operações, a Rumo Logística, empresa de infraestrutura ferroviária e portuária do grupo Cosan, planeja atingir a marca de R$ 1 bilhão de receita bruta no ano fiscal que vai até 31 de março de 2013. (Págs. 1 e B9)
Tecnologia de defensivos
Com vistas a um segmento em forte expansão no país, a Basf inaugura hoje um novo centro de tecnologia em defensivos troca de tecnologia em defensivos para o tratamento de sementes, localizado em Santo Antônio de Posse (SP). (Págs. 1 e B12)
Empreendedores no Brasil
Mais pessoas vêm ao Brasil abrir seus negócios, como o americano John Drinane. Segundo o Ministério do Trabalho, o número de vistos de investidor pessoa física concedidos pelo Ministério do Trabalho em 2011 foi de pouco mais de mil — em 2010, o número foi de 848. (Págs. 1 e D1)
Indicações para a Bolsa
No ranking das indicações para a Carteira Valor de agosto, a liderança ficou dividida entre duas “blue chips” que vêm sofrendo bastante e uma companhia de energia elétrica: as preferenciais classe A da Vale e as PNs de Itaú Unibanco e Cemig. (Págs. 1 e D3)
Aviso prévio
A discussão judicial sobre a aplicação da Lei do Aviso Prévio aos casos de demissões ocorridas antes da entrada em vigor da norma chegou à segunda instância da Justiça trabalhista. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Alexandre Schwartsman

Boa parte das dificuldades enfrentadas pelo setor industrial hoje resulta do aperto do mercado de trabalho. (Págs. 1 e A17)

Ribamar Oliveira

É provável que em julho, pelo segundo mês consecutivo, a arrecadação da Receita registre queda nominal. (Págs. 1 e A2)
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quarta-feira, agosto 01, 2012

Xô! ESTRESSE [In:] FACÇÃO e ''FACTORING''

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''QUEM NÃO PODE COM MANDINGA, NÃO CARREGA PATUÁ..." **.



Thomaz Bastos deixa Cachoeira

Márcio Thomaz Bastos deixa defesa do bicheiro Cachoeira


Autor(es): agência o globo:Jailton de Carvalho
O Globo - 01/08/2012
 
Desistência ocorre na antevéspera do início do julgamento do mensalão e um dia depois que mulher do contraventor foi acusada de ameaçar juiz

BRASÍLIA . O advogado Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça, renunciou ontem à defesa do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. A saída da equipe de Bastos foi anunciada um dia depois de a Polícia Federal abrir inquérito para apurar suposta tentativa de chantagem de Andressa Mendonça, mulher de Cachoeira, contra o juiz Alderico Rocha Santos, da 5ª Vara Federal de Goiânia. Rocha Santos está à frente do processo em que Cachoeira e mais sete réus são acusados de corrupção, violação de sigilo e formação de quadrilha armada.
O advogado Augusto Arruda Botelho, um dos auxiliares de Bastos, negou qualquer relação entre a saída do caso e a suposta chantagem.
- É mera coincidência. Nós já havíamos acertado que iríamos sair do caso - disse Botelho.
Segundo ele, as conversas sobre a troca de advogados teriam começado antes mesmo dos interrogatórios de réus e testemunhas na Justiça Federal semana passada. A equipe também deixou a defesa de Cachoeira no processo em que ele responde na 5ª Vara da Justiça do Distrito Federal por suposta tentativa de fraude em licitação.
Mas, mesmo após a renúncia, o escritório do ex-ministro deve permanecer nos dois processos por mais dez dias, conforme determina o estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Até lá, Cachoeira deverá contratar novos advogados. O Ministério Público Federal em Goiás já espera um atraso na decisão judicial sobre o caso, uma vez que a nova defesa jurídica a ser constituída por Cachoeira vai requerer um novo prazo para analisar os autos. Autoridades que atuam no caso acreditam que a saída do escritório de Thomaz Bastos pode ser mais uma estratégia do grupo do bicheiro, uma forma de ganhar tempo nesta fase final do processo em curso na Justiça Federal de Goiás.
Em meio à rescisão de contratos com os advogados, Andressa pagou ontem fiança de R$ 100 mil à Justiça Federal para não ser presa. Nos próximos dias, a PF deverá concluir o inquérito em que Andressa é investigada por corrupção ativa. O delegado Sandro Paes só precisa aguardar a conclusão do exame grafotécnico do bilhete que ela entregou a Rocha Santos na quinta-feira passada para apresentar relatório final do caso. No bilhete, constam os nomes de três pessoas ligadas ao juiz que teriam problemas com a Justiça. Um dossiê sobre os três seria divulgado a mando de Cachoeira se o juiz não inocentasse o bicheiro, conforme relato do magistrado.
A Polícia Federal e o Ministério Público Federal não veem necessidade de que Rocha Santos preste depoimento no inquérito sobre o assunto.
- Ele (Rocha Santos) fez um relatório bem detalhado. Todas as informações já estão lá. Acredito que a polícia concluirá logo este inquérito - disse a procuradora Léa Batista de Oliveira ao GLOBO.
Andressa não quis fornecer material para comparação e não rebateu as acusações formuladas pelo juiz no relatório encaminhado ao MPF.
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(**) ... trecho de música popular brasileira.
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''... AS ÁGUAS VÃO ROLAR, " **



O MENSALÃO E A HORA DA FAXINA

JULGAMENTO ESQUENTA O DEBATE NO CONGRESSO


Autor(es): JOÃO VALADARES
Correio Braziliense - 01/08/2012

Às vésperas do seu mais importante julgamento, que pode se transformar num marco contra a impunidade de políticos no país, Supremo reforça segurança, promove limpeza no prédio e instala detector de metais.
É tudo verdade? 600 testemunhas do processo confirmam maior parte das denúncias de Jefferson.
Andamento do caso no STF vai elevar o tom das disputas entre o PT e o PSDB na CPI do Cachoeira.
Thomaz Bastos abandona defesa de bicheiro para dar assistência jurídica a três réus do mensalão.
Análise do mensalão no STF vai influenciar os embates entre PT e PSDB na CPI do Cachoeira
A temperatura política da CPI do Cachoeira, que retoma os trabalhos na terça-feira da próxima semana, vai subir com o início do julgamento do mensalão. As disputas partidárias, principalmente entre PT e PSDB, serão ainda mais evidentes do que no primeiro semestre. Resultado: o trabalho investigativo deve mais uma vez ficar em segundo plano. Integrantes da comissão avaliam que o ritmo da CPI e a escolha dos requerimentos a serem apreciados e votados estarão ligados diretamente ao andamento do julgamento, que vai ocorrer no Supremo Tribunal Federal (STF).
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR), principal voz oposicionista na CPI do Cachoeira, atesta que a briga entre governo e oposição será potencializada. "É inegável que a CPI tem relação direta com o mensalão. A temperatura deve se elevar, sim." Para o senador, o comando da comissão vai criar fatos com o objetivo de tentar mudar o foco. "Não tenho nenhuma dúvida. A relatoria já vinha selecionando os alvos. Há também alguns bloqueios em relação às informações que chegam à comissão." Nos bastidores, há rumores de que a relatoria deve protelar os depoimentos do dono da empresa Delta, Fernando Cavendish, e de Luiz Antônio Pagot, ex-diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).
O deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) avalia que o clima do julgamento irá tomar conta da CPI. "É um episódio histórico. É evidente que vai se refletir nos trabalhos da comissão. Não tem como não chegar à CPI, mas o importante é que a comissão vai funcionar normalmente." O parlamentar aproveitou a ocasião para cobrar novamente a criação de subcomissões. "Por que há tanto poder na mão de uma pessoa? Tudo isso poderia ser evitado", questionou.
O presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), reagiu e declarou que o julgamento não irá interferir nos trabalhos investigativos. "Não há nenhuma relação entre a CPI e o mensalão. São pautas diferentes e estruturas diferentes. Não há vasos comunicantes entre ambos. A agenda da CPI vai seguir seu rumo da mesma forma que a agenda do mensalão também. Elas não estão atreladas. Nunca houve nenhuma interferência na CPI em decorrência do julgamento. Não há causa e efeito entre elas", assegurou.
DepoimentosA grande expectativa, no retorno da comissão, é em relação à reunião administrativa marcada para 14 de agosto. A reconvocação do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), tem chances de ser aprovada. Em 7 de agosto, a mulher de Carlinhos Cachoeira, Andressa Mendonça, será ouvida. No mesmo dia, a comissão também irá fazer a oitiva do policial federal aposentado Joaquim Gomes Thomé Neto, suspeito de realizar escutas clandestinas para a organização criminosa chefiada pelo contraventor.
Um dia depois, a CPI vai ouvir a ex-mulher de Cachoeira Andréa Aprígio e Rubmaier Ferreira de Carvalho. Ele é contador de várias empresas fantasmas do esquema que receberam cerca de R$ 30 milhões em depósitos realizados pela empreiteira Delta, no foco do escândalo. Hoje, a presidência da comissão vai divulgar os nomes de mais dois depoentes. Eles vão comparecer à CPI em 15 de agosto.
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(**) Marchinha de carnaval.