PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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valor ...ria...nine

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sexta-feira, setembro 07, 2012

7 DE SETEMBRO. DIA DA PÁTRIA

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Hino da Independência foi composto por Evaristo da Veiga e a sua música é de Dom Pedro I.
Segundo diz a tradição, a música foi composta pelo Imperador às quatro horas da tarde do mesmo dia do Grito do Ipiranga7 de setembro de 1822, quando já estava de volta a São Paulo vindo de Santos. Este hino de início foi adotado como Hino Nacional, mas quando D. Pedro começou a perder popularidade, processo que culminou em sua abdicação, o hino, fortemente associado à sua figura, igualmente passou a ser também desprestigiado,[2] sendo substituído em 1831 pela melodia do atual Hino Nacional, que já existia desde o mesmo ano de 1822.

(www.pt.wikipedia.org)

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HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.


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GOVERNO DILMA: PRONUNCIAMENTO DA PRESIDENTE DO BRASIL, DILMA ROUSSEFF

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Pronunciamento da Presidenta da República, Dilma Rousseff, por ocasião do Sete de Setembro

06/09/2012 às 21h35

06 de setembro de 2012

Queridas brasileiras e queridos brasileiros,
Com especial alegria, escolhi esta véspera do 7 de Setembro para dar uma excelente notícia a todos vocês. Estou aqui esta noite para dizer que o Brasil,depois de conseguir retirar 40 milhões de brasileiros da pobreza e se transformar na sexta maior economia do mundo, prepara-se para dar um novo salto – e para crescer mais e melhor.
Não se surpreendam que esta nova arrancada se dê no mesmo momento em que o mundo se debate em um mar de incertezas. Isso não ocorre por acaso.
Ao contrário de outros países, o Brasil criou, nos últimos anos, um modelo dedesenvolvimento inédito, baseado no crescimento com estabilidade, no equilíbrio fiscal e na distribuição de renda.
Este modelo produziu efeitos tão poderosos na economia – e na vida das pessoas – que nem mesmo a maior crise financeira da história conseguiu nos abalar fortemente.
Como a maioria dos países, tivemos uma redução temporária no índice decrescimento. Mas já temos as condições objetivas, agora, para iniciar este novo edecisivo salto, cujos primeiros efeitos já serão percebidos no próximo ano e que vão se ampliar fortemente nos anos seguintes.
Uma coincidência me deixa feliz: ser justamente em setembro, mês da primavera e da Independência, o momento em que estamos a plantar as novas bases desse ciclo de desenvolvimento. Porque ele vai alargar bastante o caminho de afirmação e independência que nosso país vem construindo, com muita garra, nos últimosdez anos.
Minhas amigas e meus amigos,
O nosso bem-sucedido modelo de desenvolvimento tem se apoiado em três palavrinhas mágicas: estabilidade, crescimento e inclusão.
Com elas, o Brasil tem conseguido crescer e, ao mesmo tempo, distribuir renda. Tem conseguido, como poucos países no mundo, reduzir a desigualdade entre as pessoas e entre as regiões.
Para tornar nosso modelo mais vigoroso e abrir este novo ciclo dedesenvolvimento, vamos, a partir de agora, incorporar uma nova palavra a este tripé. A palavra é competitividade.
Na verdade, é mais que uma nova palavra: é um novo conceito, uma nova atitude. Uma forma simples de definir competitividade é dizer que ela significa baixar custos de produção e baixar preços de produtos para gerar emprego e gerar renda.
Mas para chegar aí é preciso melhorar a infraestrutura, avançar na produção detecnologia e aprimorar os vários níveis de educação, saber e conhecimento.
Portanto, para ser competitivo, um país precisa de tudo isso.
É deste conjunto de atributos que o Brasil necessita para aperfeiçoar e consolidar nosso modelo de desenvolvimento.
Por isso, estamos lançando um conjunto de medidas que irão baixar o custo da nossa energia e do nosso transporte, e reforçar, com vigor, a capacidade deinvestimento do nosso país.
De forma simultânea, criamos – e estamos a ampliar – as condições para baixar juros, diminuir impostos e equilibrar o câmbio.
Este novo ciclo que agora se inicia não é fruto de nenhuma mágica. É a evolução dos bons resultados que conseguimos até aqui e uma necessidade imperiosa para podermos continuar crescendo e distribuindo renda.
Já somos o país que tem a melhor tecnologia social do mundo e nossos instrumentos de política social são copiados em dezenas de países.
Estamos, agora, lançando as bases concretas para sermos, no médio e no longo prazo, um dos países com melhor infraestrutura, com melhor tecnologia industrial, melhor eficiência produtiva e menor custo de produção.
Minhas amigas e meus amigos,
Na próxima terça-feira vamos dar um importante passo nesta direção. Vou ter o prazer de anunciar a mais forte redução de que se tem notícia, neste país, nas tarifas de energia elétrica das indústrias e dos consumidores domésticos. A medida vai entrar em vigor no início de 2013.
A partir daí todos os consumidores terão sua tarifa de energia elétrica reduzida, ou seja, sua conta de luz vai ficar mais barata. Os consumidores residenciais terão uma redução média de 16,2%. A redução para o setor produtivo vai chegar a 28%, porque neste setor os custos de distribuição são menores, já que opera na alta tensão.
Esta queda no custo da energia elétrica tornará o setor produtivo ainda mais competitivo.
Os ganhos, sem dúvida, serão usados tanto para redução de preços para o consumidor brasileiro, como para os produtos de exportação, o que vai abrir mais mercados, dentro e fora do país.
A redução da tarifa de energia elétrica vai ajudar também, de forma especial, as indústrias que estejam em dificuldades, evitando as demissões de empregados.
Minhas amigas e meus amigos,
A redução do custo da energia elétrica não é a única importante decisão que estamos tomando para baixar o custo de produção e, por consequência, aumentar o emprego e diminuir o preço dos produtos brasileiros.
Também acabamos de assinar um conjunto de medidas que vai provocar, no médio e no longo prazo, uma verdadeira revolução no setor de transportes no nosso país.
Criamos a Empresa de Planejamento e Logística que, em parceria com a iniciativa privada, vai promover uma completa reformulação no setor de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos.
Além de restabelecer a capacidade de planejamento do sistema de transporte, o novo modelo vai promover a integração e acelerar a construção e modernização deferrovias, rodovias, portos e aeroportos.
Para que vocês tenham uma ideia, vamos investir 133 bilhões de reais em rodovias e ferrovias. Isso significa ampliação e melhorias em 10 mil quilômetrosde ferrovias e quase 8 mil quilômetros de rodovias.
Este plano significa, também, um novo tipo de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, que trará benefícios para todos os setores da economia e para todo o povo brasileiro.
Ao contrário do antigo e questionável modelo de privatização de ferrovias, que torrou patrimônio público para pagar dívida, e ainda terminou por gerar monopólios, privilégios, frete elevado e baixa eficiência, o nosso sistema deconcessão vai reforçar o poder regulador do Estado para garantir qualidade, acabar com os monopólios, e assegurar o mais baixo custo de frete possível.
Queridas brasileiras e queridos brasileiros,
Um novo ciclo de desenvolvimento só se inicia com mudanças na economia e na forma de gestão, e fazendo avançar a inclusão social. É isso que temos feito nos últimos tempos.
Revigoramos os fundamentos da nossa política econômica exitosa, mas, ao mesmo tempo, iniciamos uma mudança estrutural que tem, como sustentação, uma taxa de juros baixa, o câmbio competitivo e a redução da carga tributária.
Estamos conseguindo, por exemplo, uma marcha inédita de redução constante e vigorosa nos juros, que fez a Selic baixar para cerca de 2% ao ano, em termos reais. E fez a taxa de juros de longo prazo cair para menos de 1% ao ano, também em termos reais. Isso me alegra, mas confesso que ainda não estou satisfeita. Porque os bancos, as financeiras e, de forma muito especial, os cartões de crédito podem reduzir, ainda mais, as taxas cobradas ao consumidor final, diminuindo para níveis civilizados seus ganhos.
Sei que não é uma luta fácil. Mas garanto a vocês que não descansarei enquanto não vir isso se tornar realidade. Como também não descansarei na busca denovas formas para diminuir impostos e tarifas sem causar desequilíbrio às contas públicas, e, notadamente, sem trazer prejuízos a nossa política social.
E quero ressaltar que estou disposta a abrir um amplo diálogo com todas as forças políticas e produtivas para aprimorarmos o nosso sistema tributário.
Queridas brasileiras e queridos brasileiros,
O Brasil, mais que nunca, tem um presente próspero e excelentes perspectivas para o futuro. Estamos conseguindo isso graças ao talento, ao esforço e à coragem de todos vocês. Também porque o governo tem agido certo e na hora certa.
O nosso governo está preocupado, mais que nunca, com a garantia do emprego e o ganho salarial do trabalhador. A prova disso é que, ao contrário da maioria dos países do mundo, aqui não houve desemprego nem perda de direitos dos trabalhadores. E somos um dos países, um dos poucos países do mundo, ondehouve ganho real de salários.
Entre outras medidas, estamos incentivando o emprego por meio da diminuição dos impostos sobre a folha de pagamento das empresas.
Existe uma coisa mais importante que tudo: aumentamos, a cada dia, a fé e o orgulho no nosso querido Brasil.
Somos, cada vez mais, um país que olha para o presente e para o futuro com um mesmo olhar de alegria, conforto e esperança.
Viva o Sete de Setembro!
Viva o Brasil!
Viva o povo brasileiro!
Obrigada e boa noite.

quinta-feira, setembro 06, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] FERIADÃO, NARIGÃO, ASPIRAÇÃO, PIRAÇÃO

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'QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?'

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

06 de setembro de 2012

O Globo

Manchete: Vitória do verde - TCU manda invasor sair do Jardim Botânico
Decisão proíbe concessão de título às famílias que ocupam parque

Até julho de 2013, Ministério do Planejamento e Secretaria do Patrimônio da União têm que registrar os limites da área

Numa decisão que sinaliza para o fim de uma polêmica de décadas, o Tribunal de Contas União (TCU) determinou ontem que, no prazo de 390 dias, nenhuma família poderá mais morar nos limites do Jardim Botânico que ainda serão estabelecidos. Até lá, quando deve ser efetivada a reintegração de posse, o governo federal deve transferir para o Jardim Botânico todos os bens imóveis da área, inclusive o Horto Florestal, e registrar em cartório seus limites, medidas fundamentais para a retirada das 620 famílias invasoras. (Págs. 1 e 12) 
Maioria condena réus do Banco Rural no STF
Seis dos 10 ministros já votaram pela condenação dos ex-dirigentes do Banco Rural Kátia Rabello e José Roberto Salgado por gestão fraudulenta por causa de empréstimos de R$ 32 milhões ao PT e a Marcos Valério. Basta só mais um voto para condenar Vinicius Samarane, vice-presidente do banco, e para absolver a ex-diretora Ayanna Tenório pelo mesmo crime. (Págs. 1, 11 e Merval Pereira)
Presa com quadrilha perde candidatura
Polícia e MP desarticularam quadrilha que teria desviado ao menos R$ 48 milhões de Guapimirim. Grupo seria liderado pelo prefeito Júnior do Posto (PTC) e apostava na candidatura de Ismeralda da Costa (PMDB), também presa. Ontem, o PMDB anunciou sua expulsão do partido. (Págs. 1 e 3)

Ibope: Paes chega a 52%

Prefeito cresce cinco pontos ganhando voto de indecisos. Freixo tem 14%. (Págs. 1 e 8)
Carro econômico terá IPI menor
O novo regime automotivo que será anunciado pelo governo e entrará em vigor em 2013 prevê que carros que consomem menos combustível por quilômetro rodado pagarão menos imposto e ganharão selos de economia. (Págs. 1 e 23)
Bill Clinton vai ao resgate de Obama
Com popularidade de 66%, o ex-presidente Bill Clinton defendeu a reeleição alegando que Barack Obama salvou os EUA da crise herdada de George Bush e abriu caminho para economia inovadora. (Págs. 1, 31 e editorial “Obama tenta relançar a agenda da esperança”)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Mensalão o julgamento - Empréstimos do mensalão foram forjados, diz STF
Maioria dos ministros aponta fraude em repasses a Marcos Valério e ao PT e condena dois ex-dirigentes do Banco Rural

Seis dos dez ministros do Supremo reconheceram que houve fraude em empréstimos do Banco Rural a empresas de Marcos Valério e ao PT e decidiram condenar dois dirigentes da instituição à época do mensalão.

Segundo ministros, os repasses, de R$ 32 milhões, visavam encobrir o desvio de verba para o esquema. Dinheiro que, diz a Procuradoria, foi usado para pagar políticos da base aliada. Os réus negam a acusação. (Págs. 1 e Poder A3 e A6)
Painel: FHC afirma não querer ‘bater boca’ com a presidente
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz que não quer “bater boca” com a presidente Dilma, que respondeu a seu artigo sobre o legado do governo Lula.

FHC reafirma, porém, a crítica ao petista. “O que escrevi se refere a fatos e não a adjetivar pessoas, e os fatos não foram contestados.” (Págs. 1 e Poder A4)
Dilma anuncia hoje redução maior na conta de energia
Dentre outras medidas para reativar a economia, Dilma anuncia hoje corte maior nas tarifas de energia para consumidores residenciais e para a indústria. A queda na tarifa doméstica ficará na casa de 15%, acima dos 10% previstos anteriormente.

Dilma definiu o corte residencial em 16,2% e gravou pronunciamento do 7 de Setembro com esse índice, informam Mônica Bergamo, Valdo Cruz e Natuza Nery. Para a indústria, a redução será de até 28%. (Págs. 1 e Mercado B1)
Falha em site da Eletropaulo libera acesso a dados de clientes
Uma falha de segurança no site da Eletropaulo permitia, até a noite de ontem, o acesso e a alteração de dados cadastrais e de pagamento dos 6,4 milhões de clientes na Grande São Paulo, informa Yuri Gonzaga.

O erro foi descoberto e relatado à empresa no dia 31 por um estudante, mas não houve correção. A companhia diz que resolverá até a manhã de hoje. (Págs. 1 e Mercado B3)
Marcelo Miterhof: Economia de juros baixos é auspiciosa, mas impõe desafios
A transição para uma economia de juros baixos exigirá que o país enfrente alguns desafios. O principal refere-se ao tripé: câmbio flutuante, metas de inflação e superavit primário. (Págs. 1 e Mercado B8)
2,8 mi consumiram cocaína nos últimos 12 meses, diz estudo
Cerca de 2,8 milhões de brasileiros consumiram cocaína nos últimos 12 meses, segundo estudo da Unifesp. Desse total, 48% tornaram-se dependentes. O país é o segundo maior consumidor da droga no mundo, atrás só dos Estados Unidos, segundo a pesquisa. (Págs. 1 e Cotidiano C3)
Boa notícias: Escolas privadas recebem guia de comida saudável nas cantinas
O governo iniciou o envio a 18 mil escolas particulares — quase a metade dos cerca de 37 mil colégios privados do país — de uma cartilha para estimular a venda de alimentos com menos sal, açúcar e gordura nas cantinas. Para combater a obesidade infantil, o guia sugere que alimentos saudáveis, como frutas, tenham preços menores. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Editoriais
Leia “Russomanno, 35%”, acerca do desempenho do candidato do PRB nas pesquisas eleitorais, e “Controle do Judiciário”, sobre Corregedoria do CNJ. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma quer proibir operação-padrão em greve de servidores
AGU prepara projeto para normatizar paralisação; corte de ponto será permitido

Irritada com as estratégias adotadas pelos servidores federais em greve, a presidente Dilma Rousseff chancelou os primeiros pontos de um projeto de lei para disciplinar as paralisações e, entre as medidas, quer proibir a operação-padrão, informam os repórteres João Villaverde e Felipe Recondo. O ministro Luís Inácio Adams, da Advocacia-Geral da União, responsável pelas propostas do projeto de lei, diz que servidores de áreas essenciais, como médicos ou funcionários da Justiça Eleitoral em período de eleição, devem ter o direito de greve negado. O corte de ponto será permitido. A Constituição de 1988 prevê a regulamentação do tema, o que nunca foi feito. “A greve de 2012 mostrou a urgência de uma lei específica”, afirma Adams. Ele caracterizou como “abusiva” e “ilegal” a prática da operação-padrão. De acordo com estimativas das centrais sindicais, mais de 250 mil servidores engrossaram as greves neste ano. (Págs. 1 e Nacional A12)
Operação afeta Receita

Em dois meses de greve da Receita, cerca de R$ 6,5 bilhões deixaram de ser lançados por causa da operação “Crédito Zero”. (Págs. 1 e Nacional A12)
STF vê fraude no Rural e condena diretores
A acionista do Banco Rural Kátia Rabello e o ex-presidente da instituição José Roberto Salgado foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por gestão fraudulenta. Para a maioria do STF, eles simularam empréstimos e liberaram recursos para o esquema do mensalão. Até a sessão de ontem, Ayanna Tenório, ex-presidente do banco, foi absolvida por cinco ministros. Vinícius Samarane, outro dirigente do Rural, foi condenado por cinco ministros. (Págs. 1 e Nacional A8)

Rosa Weber
Ministra do STF
“Nos crimes administrativos, a culpa recai sobre os administradores”
Eleições 2012: FHC entra na campanha de Serra
O candidato do PSDB a prefeito de São Paulo, José Serra, vai usar depoimento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na propaganda eleitoral no rádio e na TV, aumentar o número de cabos eleitorais na rua e reforçar a estratégia de colar sua imagem à do governador Geraldo Alckmin. O prefeito Gilberto Kassab (PSD) terá cada vez mais aparições marginais nos programas. As ações, definidas pela coordenação da campanha, são uma tentativa de estancar a queda nas pesquisas após o avanço de Celso Russomanno. (Págs. 1 e Nacional A4)

Petista ‘exclui’ tucano do segundo turno

O candidato do PT à Prefeitura, Fernando Haddad, disse ontem que o segundo turno das eleições será travado entre duas candidaturas com viés de mudança, excluindo o tucano José Serra. (Págs. 1 e A6)
Por superávit, governo resgata títulos de 2035
O governo colocou em curso manobra para facilitar o cumprimento da meta de superávit primário (diferença entre receitas e despesas não financeiras) das contas do setor público em 2012. A Caixa Econômica Federal e o BNDES transferiram R$ 4,5 bilhões aos cofres do Tesouro em agosto, a título de resgate antecipado de títulos que venceriam em 2027 e 2035. (Págs. 1 e Economia B1)
Fotolegenda: Em obras
Novo terminal de passageiros de Cumbica em obras; ampliação das duas pistas e do pátio do aeroporto restringirá pousos e decolagens por três meses no primeiro semestre de 2013. Alargadas, as pistas poderão receber o Airbus A380. (Págs. 1 e Cidades C4)
Partido associa era Clinton a Obama
Convidado a fazer um dos discursos da convenção do Partido Democrata, Bill Clinton entra no cenário eleitoral dos EUA como garoto-propaganda de Barack Obama para falar dos anos de prosperidade. (Págs. 1 e Internacional A13)
País é o 2º mercado da cocaína no mundo
Pelo menos 2,8 milhões de pessoas no Brasil usaram cocaína (inalada ou na forma de crack) no último ano, o que transforma o País no segundo principal mercado consumidor da droga no mundo. O Brasil está atrás apenas dos EUA, onde 4,1 milhões de pessoas usaram cocaína nos últimos 12 meses. Caso sejam considerados só aqueles que consumiram crack, o total do País chega a um milhão de pessoas, o maior mercado consumidor. A pesquisa foi feita pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e Drogas. Foram ouvidas 4.607 pessoas com mais de 14 anos, em 149 cidades. (Págs. 1 e Cidades C1)
Médicos suspendem hoje consultas de planos (Págs. 1 e Vida A17)

Alimentos e serviços pressionam inflação (Págs. 1 e Economia B9)

Celso Ming
Aprendizes de feiticeiro

A decisão de elevar o Imposto de Importação com promessas de ampliar a lista em novas edições tem tudo para sufocar a própria indústria. (Págs. 1 e Economia B2)
Fernando Reinach
Extinção e preservação

Interligar blocos ainda preservados na Amazônia é uma possibilidade real e a única maneira de renegociar nossa dívida de extinção na região. (Págs. 1 e Vida A18)
Tutty Vasques
Volta triunfal!

A Suíça fez sua parte. Tomara que estejam providenciando caminhão dos bombeiros para receber os US$ 6,8 milhões que o ex-juiz Nicolau desviou. (Págs. 1 e Cidades C6)
Notas & Informações
Falta de juízo e compostura

Nada justifica que o presidente do PT perca as estribeiras diante do julgamento do mensalão. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: De lixo a revolução genética
Nove anos depois de concluir o mapeamento do genoma humano, cientistas anunciam que os 98% do material descartado à época como “DNA lixo” são, na verdade, peças vitais, responsáveis por regular o funcionamento dos genes. A descoberta, feita por 442 pesquisadores de 31 laboratórios de diversos países — nenhum do Brasil —, inaugura uma nova era no tratamento de doenças genéticas. Do diabetes ao câncer. “É um trabalho essencial para todos que querem consertar defeitos na máquina humana”, diz Tim Hubbard, um dos participantes do estudo. (Págs. 1, 20 e 21)
Corpo de professor que combatia drogas é encontrado carbonizado
Sérgio Roberto Leite, 30 anos, foi queimado dentro do carro, no Sol Nascente, em Ceilândia. Ele era orientador pedagógico do Centro de Ensino Médio 10, na QNP 30, e trabalhava com prevenção ao uso de entorpecentes. A polícia investiga se houve homicídio ou latrocínio. Pesquisa divulgada ontem aponta o Brasil como o maior consumidor de crack no mundo e o segundo em cocaína. (Págs. 1, 9, 23 e 24)
Entrevista: Eliana Calmon
“Juiz do Supremo é de carne e osso”

No último dia como corregedora do Conselho Nacional de Justiça, Eliana Calmon afirma que a missão do STF no julgamento do mensalão é mostrar como se faz justiça. Para ela, o caso ajuda a acabar com a imagem de “semideuses” dos juízes. (Págs. 1 e 4)
STF condena dois réus por gestão fraudulenta (Págs. 1, 2 e 3)

Fotolegenda: Congresso - Estão fazendo graça com seu dinheiro
Na foto acima, a semelhança é mera coincidência: não há circo no Congresso Nacional. Mas, fora do Parlamento, os brasileiros voltaram a ficar com cara de “palhaço”. Deputados federais, mais uma vez, debocharam dos cidadãos que os sustentam e gazetearam a sessão em que deveriam ter votado o fim dos injustificáveis 14º e 15º salários. (Págs. 1 e 6)
Obama tenta hoje embalar a reeleição (Págs. 1 e 18)

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Valor Econômico

Manchete: Nova proteção tarifária atinge 4% da importação
O governo ergueu uma forte barreira de proteção à indústria nacional ao elevar a alíquota de importação de cem produtos para até 25%. A medida é um complemento polêmico às ações positivas de redução da carga tributária e de custo de capital adotadas para melhorar a competitividade industrial. Os produtos escolhidos compuseram cerca de 4% das importações do país de janeiro a julho, que somaram US$ 4,8 bilhões em compras externas. O governo prevê nova lista com mais cem produtos em outubro.

Os setores beneficiados avaliam que a medida é suficiente para conter a concorrência externa em seus pontos mais críticos e, em sua maioria, ficaram satisfeitos com a lista de produtos. Ela deixou de fora mais de 200 pedidos de associações industriais. (Págs. 1, A3, A4 e C2)
Restrições a concessionária de ferrovias
O governo deve impedir a participação das atuais concessionárias de ferrovias nos leilões para expansão da malha nacional, que prevê mais 10 mil quilômetros. A intenção é deixar clara a separação entre as atividades de administração das ferrovias e do transporte de cargas. Para o presidente da Empresa de Planejamento e Logística, Bernardo Figueiredo, há um conflito de interesses. "O futuro concessionário poderia privilegiar a passagem de uma composição que transporta suas cargas. E isso é incompatível com o ambiente competitivo que queremos fortalecer no setor". Empresas como ALL e MRS já atuam em ambas atividades. (Págs. 1 e A16)
BCE comprará títulos soberanos
O Banco Central Europeu (BCE) vai se abster de divulgar qualquer limite formal ao rendimento dos bônus ao anunciar um plano de compra de títulos da dívida soberana da zona do euro em sua reunião de hoje. Como se previa, o programa se concentrará na compra de títulos com vencimento de cerca de até três anos no mercado secundário. As aquisições serão "esterilizadas" para não afetar a oferta de dinheiro na zona do euro.

O programa de ação - apelidado de "transações monetárias diretas" em documentos internos de discussão no BCE - se defrontou com a oposição declarada do Bundesbank, o BC da Alemanha, que acha que os BCs deveriam se concentrar unicamente na estabilidade dos preços. Os dirigentes de França, Espanha e Itália, por seu lado, pressionaram intensamente em seu favor. Os investidores também receberam bem a perspectiva de intervenção. (Págs. 1 e C1)
Investimento de impacto, ataca pobreza
Uma nova concepção de captação de recursos para amparar os pobres, que se distancia das doações e adota regras da economia de mercado, começa a tomar forma globalmente. Ao contrário da filantropia simples, nasce o “investimento de impacto”, a cargo do “investidor social”, que faz o bem e ganha dinheiro com isso. Esses investimentos miram as “startups” de saúde, moradia, educação e microfinanças, com alvos nas classes C, D e E. Estudo divulgado pelo J.P. Morgan prevê aportes de US$ 4 bilhões ao longo de 2012 nessa nova classe de ativos, feitos por 52 fundos internacionais. Em dez anos, a expectativa é atingir US$ 1 trilhão. “É uma tentativa a mais de reduzir desigualdades”, diz Antonio Moraes Neto, herdeiro de Antonio Ermírio de Moraes, do Grupo Votorantim, que representa um de três fundos—Vox Capital, FIRST e Pragma — que trabalham no Brasil com esse fim. (Págs. 1 e Eu& Fim de Semana)
Sem joint ventures, balanços encolhem
A transição do padrão contábil brasileiro para o internacional IFRS foi encerrada em 2010, mas mudanças em regras contábeis continuam causando problemas para as empresas.

A principal novidade no balanço de 2013 será a mudança na forma pela qual as joint ventures aparecem nos balanços de suas controladoras. Nada muda no lucro líquido, no patrimônio e na geração de caixa. Mas empresários e executivos temem o ruído que pode ser provocado por reduções bruscas nas linhas de receitas e ativos. (Págs. 1 e B2)
Falta de chuvas pode atrasar o plantio de grãos
As previsões climáticas para a safra 2012/13 no Brasil, que até agora pareciam coroar a expectativa de uma colheita recorde de grãos, enfrentaram o primeiro abalo. Análises meteorológicas mais recentes indicam que pode haver um atraso na chegada das chuvas ao Mato Grosso, o que postergaria o plantio de soja e, eventualmente, puxaria para baixo a produção no Estado. “Não temos um El Niño clássico”, diz Tatiane Martins, meteorologista da Somar. Em vez de chuvas, normalmente associadas ao El Niño, o sul do Brasil enfrentou um período bastante seco em agosto. O Mato Grosso não tem chuvas consideráveis há aproximadamente cem dias. (Págs. 1 e B16)
Emissão do Tesouro paga o menor juro da história na América Latina (Págs. 1 e C7)

Reforço de caixa
A incorporadora Rossi prepara aumento de capital de R$ 500 milhões, com recursos dos controladores e potenciais investidores. O plano é semelhante aos anunciados por PDG e Brookfield. No total, os aportes devem somar R$ 1,7 bilhão. (Págs. 1 e B1)
LC estreia em plataformas
A LC Resturantes, especializada em refeições industriais e corporativas, vai estrear na prestação de serviços em alto-mar fornecendo refeições em uma plataforma da Petrobras na Bacia de Campos. (Págs. 1 e B5)
Darby assume participação na Dall
A gestora americana de fundos de “private equity” Darby Overseas assumiu participação na sergipana Dall, que atua no fornecimento de alimentação a trabalhadores em plataformas de petróleo. (Págs. 1 e B5)
Dori investe em P&D
Com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), a Dori, de Marília (SP), maior fabricante nacional de balas e confeitos, vai investir na construção de um centro de pesquisas e desenvolvimento de novos produtos. (Págs. 1 e B6)
Retomada tardia para as embalagens
Apesar da perspectiva de retomada neste segundo semestre, a indústria nacional de embalagens não espera recuperar a queda de 3,49% registrada nos seis primeiros meses do ano. A previsão é que 2012 termine com queda de 1%. (Págs. 1 e B7)
Alcoa aumenta a produção
Prevendo um crescimento de 5% ao ano no mercado brasileiro de perfis, a produtora de alumínio Alcoa vai investir no aumento de capacidade em sua fábrica de Tubarão (SC). (Págs. 1 e B11)
Alstom e SNCF avaliam trem-bala
A Alstom, fabricante de máquinas e equipamentos, firmou parceria com a estatal francesa de operação ferroviária Société Nationale des Chemins de fer Français (SNCF) para avaliar e eventualmente disputar em conjunto o projeto brasileiro do trem-bala. (Págs. 1 e B11)
Pinesso eleva aposta no Sudão
O Grupo Pinesso, que produz soja e algodão no Centro-Oeste, inicia nos próximos dias o plantio de 10 mil hectares de algodão irrigado no Sudão. Será a segunda safra do grupo brasileiro no país africano. (Págs. 1 e B16)
Ideias
Ribamar Oliveira

Investimento em infraestrutura é a resposta para acelerar o crescimento da economia no curto prazo. (Págs. 1 e A2)

Alexandre Schwartsman

A queda da inflação foi exacerbada por fatores que nada têm a ver com a política monetária do Banco Central. (Págs. 1 e A15)
Lenovo compra a Digibras (CCE) para crescer no Brasil, diz Yang (Págs. 1 e B3)

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quarta-feira, setembro 05, 2012

XÔ! ESTRESSE [n:] ''TUDO POR UMA ESMERALDA" *

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(*) Título de filme.
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'QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?'

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

Sinopses anteriores:  
05 de setembro de 2012
O Globo

Manchete: Candidatos sub judice - TSE terá um mês para julgar 14 mil
Enquanto isso, barrados pela Ficha Limpa fazem campanha

Especialistas alertam que demora nas decisões gera insegurança jurídica para eleitores e candidatos; presidente do Tribunal diz que todos os recursos serão analisados

A um mês das eleições, o Tribunal Superior Eleitoral recebeu da Justiça Eleitoral nos estados 1.318 recursos sobre registros de candidaturas e espera mais 13 mil que terão de ser julgados até 7 de outubro. Pelo país, esses 14 mil candidatos fazem campanha sub judice, pois tiveram registros indeferidos pelos TREs e aguardam decisão superior. Muitos, como Rosinha Garotinho (PR) e Severino Cavalcanti (PP), foram barrados pela Lei da Ficha Limpa, mas podem até ser eleitos. O TSE afirma que eles não serão diplomados se o registro não for deferido. A presidente do TSE, Cármen Lúcia, disse que todos os recursos serão julgados, nem que seja necessárias sessões de madrugada. Especialistas alertam que atraso gera insegurança para eleitores e candidatos. (Págs. 1, 3 e 4)
Mensalão: Cálculo da pena de João Paulo não terá Lewandowski
O ministro Ricardo Lewandowski adiantou que não participará do cálculo da pena do petista João Paulo, por ter votado pela absolvição. O presidente da Câmara, Marco Maia, defendeu autonomia da Casa para decidir sobre a perda do mandato. (Págs. 1, 10 e Zuenir Ventura)
Suíça repatria desvio de Lalau
A Justiça da Suíça determinou a devolução ao Brasil de US$ 6,8 milhões bloqueados desde 1999 numa conta do ex-juiz Nicolau dos Santos Neto naquele país. (Págs. 1 e 11)
A luta continua
Para PSDB, Dilma se excedeu; PT comemora

Um dia após resposta de Dilma a artigo de Fernando Henrique, o PSDB fez editorial, acertado com o ex-presidente tucano, no qual diz que o PT não sabe lidar com o contraditório, e que Dilma se excedeu na defesa do legado de Lula. Petistas comemoraram o fim da cordialidade. (Págs. 1, 8 e Merval Pereira)
Galeão poderá ser concedido
O governo deve recuar da ideia de adotar uma parceria com o setor privado nos aeroportos do Galeão e de Confins, em que a Infraero ficaria no controle. A presidente Dilma está novamente inclinada a adotar o modelo tradicional de concessão. (Págs. 1 e 21)
Morador teme destombamento
Associações de moradores da Zona Sul preparam documento pela manutenção do tombamento do Jardim Botânico, o que impediria a concessão de títulos de posse às famílias que ocupam o parque. Questão será julgada hoje pelo Tribunal de Contas da União (TCU). (Págs. 1 e 13)
Colômbia negocia sem cessar-fogo
O governo de Juan Manuel Santos negociará com as Farc sem suspender operações militares contra a guerrilha. O presidente previu o fim do conflito em questão de "meses e não de anos" mas advertiu para ações violentas que poderão ocorrer durante o processo de paz. (Págs. 1 e 27)
Recorde de voluntários
A Copa do Brasil, em 2014, já tem o primeiro recorde, o de voluntários para trabalhar na competição. O número de candidatos chegou a 105.856, sendo 4.027 estrangeiros, superando os Mundiais de Alemanha (48 mil) e África do Sul (70 mil). (Págs. 1 e Caderno Esportes)
Delta desviou verba pública para Cachoeira
De acordo com relatório da Polícia Federal, a Delta usou dinheiro público que recebeu de contratos firmados com o Dnit, quatro governos estaduais, o Distrito Federal e cinco prefeituras para irrigar empresas de fachada do bicheiro Carlinhos Cachoeira. As provas apreendidas na sede da Delta foram entregues à CPI do Cachoeira, mas os parlamentares decidiram paralisar a investigação até as eleições. (Págs. 1 e 9)
Ciência: Brasil na arca de sementes
O país enviará amostras de variedades locais de arroz, feijão e milho para o maior banco de vegetais do mundo, no Ártico. (Págs. 1 e 30)
Eleições pelo mundo
Na Argentina, a polêmica do voto jovem

Um projeto para reduzir para 16 anos a idade mínima do voto é visto pela oposição como oportunista, para abrir caminho e permitir a reeleição de Cristina. A proposta surgiu entre denúncias sobre atividades partidárias em escolas, de um movimento de jovens kirchneristas. (Págs. 1 e 28)

A arma de Obama

Durante a convenção democrata e na reta final da campanha, o presidente tentará convencer os eleitores de que a economia americana está melhor do que há quatro anos. (Págs. 1 e 29)

Angola: vitória com 40% de abstenção

Apesar de ter sido reeleito no terceiro pleito da História de Angola, o presidente José Eduardo dos Santos, há 33 anos no cargo, amargou um patamar de abstenção de 40%, classificado pela Comissão Eleitoral como chocante. Para analistas, o alto índice reflete a descrença do eleitor na votação. (Págs. 1 e 28)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Eleições 2012 - Russomanno abre frente de 14 pontos sobre Serra em SP
Candidato do PRB cresceu 4 pontos, mostra Datafolha; tucano está tecnicamente empatado com Haddad em 2º

Celso Russomanno (PRB) cresceu quatros pontos em seis dias, atingindo 35% das intenções de voto no Datafolha, e ampliou a vantagem sobre seus adversários no primeiro turno da disputa pela prefeitura paulistana.

Em trajetória de queda, José Serra (PSDB) oscilou um ponto para baixo e está com 21%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, está tecnicamente empatado com Fernando Haddad (PT), que tem 16%. (Págs. 1 e Poder A4 e A5)

Mônica Bergamo

Dilma gravou em segredo, há alguns dias, depoimento para Haddad. (Págs. 1 e Ilustrada E2)

Fotolegenda: Festa da uva

Ao provar uva no mercado, Celso Russomano provoca risos por causa da polêmica do vídeo em que apalpa a fruta fantasia de modelo no Carnaval de 90. (Págs. 1 e Poder A6)
Antonio Delfim Netto
‘Ideologia’ e só codinome elegante da ‘fisiologia’!

É um equívoco pensar que o “grande aparelhador” foi o PT, para “fincar” sua “ideologia” no Estado. O supostamente virtuoso PSDB fez o mesmo. Na prática, a “ideologia” é só codinome elegante da “fisiologia”! (Págs. 1 e Opinião A2)
CPI do Cachoeira é suspensa e risco de pizza aumenta
A CPI que apura a relação da construtora Delta com o esquema do empresário Carlinhos Cachoeira decidiu suspender suas reuniões até o fim do primeiro turno das eleições, marcado para 7 de outubro. A decisão praticamente sepulta os trabalhos da comissão, que termina em 4 de novembro. (Págs. 1 e Poder A9)
Petrobras deve ter a primeira queda de produção em 5 anos
O foco da Petrobras no pré-sal fez a empresa deixar de investir em áreas importantes na bacia de Campos e deve levar à primeira queda de produção desde 2007. Símbolo da autossuficiência em 2006, a plataforma P-50 hoje produz mais água do que óleo. A empresa diz que a queda é natural. (Págs. 1 e Mercado B1)
Elio Gaspari
Tranco do governo em concessionárias é muito bem-vindo

Os trancos da doutora Dilma nas concessionárias de saúde, telefonia e eletricidade ajudam o mercado, protegem a patuleia e fortalecem o Estado. Falta punir as ilegalidades que estão na origem das malfeitorias. (Págs. 1 e Poder A8)
Editoriais
Leia “Debate sem surpresas”, acerca de encontro na TV entre candidatos a prefeito de SP, e “Melhorar a privatização”, sobre concessão de aeroportos. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Governo eleva imposto de importação de 100 itens
Alíquotas de produtos de siderurgia, bens de capital, petroquímica e medicamentos irão de 12% a 18% para 25%

O governo aprovou a elevação do Imposto de Importação para 100 tipos de produtos de setores como bens de capital, siderurgia, petroquímica e medicamentos. Até outubro, a lista será ampliada para 200 itens. Com a medida, que será adotada por todos os países do Mercosul, o governo quer proteger o mercado doméstico da concorrência de importados num momento em que a crise reduziu a demanda mundial. Grande parte das alíquotas, que variavam entre 12% e 18%, passou a 25%. O novo imposto valerá para as compras brasileiras de que não pertencem ao Mercosul. Para o governo brasileiro, a medida não desrespeita as regras da Organização Mundial do Comércio. Na opinião do ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero, a medida é paliativa e não resolve o problema da indústria. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Uma receita para cada porto

O pacote de medidas que o governo prepara para o setor terá soluções diferentes para a ampliação da capacidade de cada porto. (Págs. 1 e B6)
Eleições 2012: Dilma gravará mensagem de apoio a Haddad
Após conversar com Lula sobre os passos da ofensiva eleitoral contra o PSDB, a presidente Dilma Rousseff desembarca hoje em São Paulo para gravar mensagem de apoio ao candidato do PT à Prefeitura, Fernando Haddad. Ela deve aparecer na propaganda como fiadora do ex-ministro. O plano é apresentar Haddad como “gestor competente” que serviu a seu governo e ao de Lula. As críticas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso animaram Dilma a defender o legado petista. (Págs. 1 e Nacional A4)
Na TV, petistas atacam Serra por renúncia
A campanha do petista Fernando Haddad começou a veicular ontem uma propaganda criticando o abandono da Prefeitura por José Serra em 2006, quando o tucano resolveu concorrer ao governo do Estado. Essa renúncia é considerada o principal motivo da queda de Serra nas pesquisas. (Págs. 1 e Nacional A5 e A6)
Dirceu entrega nova defesa ao STF e critica procurador
A defesa do ex-ministro José Dirceu (Casa Civil) enviou ontem ao Supremo Tribunal Federal um memorial que busca desqualificar a acusação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel. O texto afirma que a Procuradoria-Geral “se faz de cega” e Gurgel “incide no absurdo de sustentar versões antagônicas da mesma causa”. (Págs. 1 e Nacional A8)

Retomada do julgamento

O STF deve absolver dois réus da cúpula do Banco Rural por terem só renovado parcelas dos empréstimos ao PT e às empresas de Marcos Valério. (Págs. 1 e A8) 
Colômbia alerta Farc que acordo tem de sair em meses
O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, afirmou que as negociações de paz entre o seu governo e as Farc, previstas para começar no início de outubro, em Oslo, deverão durar “meses, não anos”. Em Havana, as Farc divulgaram um vídeo de seu - líder máximo, Rodrigo Lodono, que manifestou esperança de alcançar a paz. (Págs. 1 e Internacional A9 e A10)
Escola é reformada após denúncia em rede social (Págs. 1 e Vida A13)

Governo tenta votar hoje Código Florestal (Págs. 1 e Vida A14)

Democratas põem união gay em plano de governo (Págs. 1 e Internacional A11)

Dora Kramer
Um(a) por todos

Dilma fez o que os correligionários de Fernando Henrique não fizeram quando o PT vendeu a tese de que recebia uma “herança maldita”.
(Págs. 1 e Nacional A6)
Timothy Gartonash
Europa e a ascensão dos demais

Em um mundo com novos e velhos gigantes, como será o do século 21, é melhor continuar sendo grande sob pena de não ser mais levado a sério. (Págs. 1 e Visão Global A12)
Cláudio de Moura Castro
A meritocracia vacilante

Nas melhores democracias o processo decisório é penoso e lento, mas os critérios técnicos têm mais peso e o compadrio, menos. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Notas & Informações
Um orçamento arriscado

Diante dos números ruins da economia em 2012, seria recomendável mais prudência do governo. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Ser mãe depois dos 40 já é comum em Brasília
Número de mulheres que tiveram filhos acima dessa idade cresceu 90% entre 2000 e 2010

Além de registrar no período uma das menores taxas de fecundidade do país, a capital da República passa por uma mudança de perfil na maternidade. Pesquisa divulgada ontem pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) mostra que as moradoras da cidade estão estudando mais, dedicando mais tempo à carreira e deixando para ter filhos mais tarde. A maior queda no índice de natalidade, 27,7%, ocorreu entre aquelas com idade de 15 a 24 anos. Mais da metade dos nascidos vivos foram gerados por mulheres de 20 a 29. E, se essa tendência se mantiver, as mães entre 30 e 34 serão maioria nos próximos anos. (Págs. 1, 23 e 24)
Fotolegenda: Hóspedes no Alvorada
A plumagem com as cores da Bandeira brasileira encanta os visitantes do palácio e os turistas dos hotéis vizinhos. Um casal de araras-canindé escolheu o endereço nobre para morar e virou atração na cidade. Comum no cerrado, essa espécie dificilmente é vista em áreas urbanas, mas os pássaros que vivem no quintal da presidente Dilma não se incomodam com a presença dos homens e fazem a alegria dos fotógrafos. (Págs. 1 e 29)
Fogo e seca deixam a cidade em alerta
A fumaça atrás do STF vinha de um incêndio perto do CCBB. Além da vegetação, foram queimados 25 barracos. Na região da Torre Digital, as chamas também devastaram a mata. Após o terceiro dia seguido de baixa umidade relativa do ar - a mínima, ontem, foi 19% —, a Defesa Civil decretou estado de alerta em Brasília. (Págs. 1 e 28)
Mensalão: Britto ainda não decidiu o que fará se der empate
A possibilidade do impasse existe. Desde a saída de Peluso, o STF tem 10 ministros. Mas o presidente da Corte, Ayres Britto, acha improvável um placar igual no julgamento. Por isso, diz, não discutiu se usará o voto de qualidade em caso de empate. (Págs. 1, 2 e 3)
Todos no mutirão
Sai o governador, entra o médico: Agnelo Queiroz fez uma cirurgia em Ceilândia para ajudar a reduzir a fila de espera. (Págs. 1 e 26)
Dilma X FHC: Disputa política tem novo round (Págs. 1 e 6)

Funcionária da ANTT responderá por injúria racial (Págs. 1 e 28)


Ministro da Justiça sitiado
Bilhete de assessor revela que José Eduardo Cardozo teve de montar um “plano de fuga" e deixar o Senado pelo subsolo, após audiência sobre reforma do Código Penal. Tudo para não enfrentar protesto de grevistas da Polícia Federal. (Págs. 1 e 12)


Projeto de lei cria 3 mil vagas para a Polícia Civil (Págs. 1 e 12)

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Valor Econômico

Manchete: Poupança atrai alta renda na transição dos investimentos
A realidade de juros historicamente baixos de 7,5% ainda não comoveu os investidores, que mal moveram suas aplicações. Alguns lances tomaram-se perceptíveis em um mercado imobilista, em fase de transição. No primeiro semestre, o crescimento do saldo em cadernetas de poupança com valores superiores a R$ 10 mil foi de R$ 31 bilhões dos R$ 449 bilhões depositados em junho, segundo censo do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). A regra de remuneração da caderneta mudou, mas enquanto 300 mil novos clientes, chamados genericamente de alta renda pelos bancos, iam para a poupança, contas de R$ 100 a R$ 10 mil perderam mais de 1 milhão de clientes.

A queda dos juros tomou evidente para os investidores o custo da tributação. Como as alíquotas variam segundo o prazo da aplicação, o aplicador parece começar a dar preferência para as alternativas mais simples, já que apenas os ganhos com o imposto menor não compensam os riscos de alongar as aplicações em instrumentos mais complexos. (Págs. 1, C12 e D1)
Espaço aberto para captações externas
A Vale reabriu a temporada de captações brasileiras no segundo semestre com uma colocação de papéis de 30 anos pagando um dos menores juros da história: 5,625% ao ano. A operação deve ser a primeira de uma série. Com o fim das férias no Hemisfério Norte, grandes companhias podem voltar ao mercado externo. O governo brasileiro deve colocar papéis de dez anos, como já sinalizou o secretário do Tesouro, Amo Augustin. Os bancos devem vir na sequência. A expectativa é que até o fim do ano o país atraia entre US$ 12 bilhões e US$ 15 bilhões, segundo executivos ouvidos pelo Valor. Se todos os emissores frequentes forem a mercado, serão pelo menos dez operações, em tomo de US$ 1 bilhão cada, além de uma operação mais expressiva da Petrobras. (Págs. 1, C1 e C3)
Vale espera recuperação nos preços do minério
A Vale espera uma recuperação nos preços do minério de ferro para entre US$ 110 e US$ 120 no último trimestre, ante os atuais US$ 90 por tonelada. Mas isso se a demanda chinesa não diminuir, prevê o diretor-executivo de ferrosos e estratégia da companhia, José Carlos Martins, que viaja nos próximos dias para visitar clientes asiáticos e avaliar a situação da economia local.

Martins apontou dois fatores capazes de sustentar a retomada: a produção de aço na China não está caindo — pelo contrário, cresceu 3% até julho — e os preços atuais no mercado spot podem obrigar boa parte das mineradoras chinesas de alto custo a suspender operações, abrindo espaço para a Vale. “Esse processo de parada já começou e interessa aos produtores chineses forçar a volta do preço a patamares de US$ 120 para retomarem ao mercado”. De acordo com o executivo, se todas as mineradoras de alto custo da China suspendessem as atividades haveria um déficit de 200 milhões de toneladas no mercado global. (Págs. 1 e B7)
MT reduz dívidas com crédito externo do BofA
A reestruturação das dívidas do Mato Grosso, concluída na semana passada, está sendo considerada, por senadores e pelo próprio governo federal, um modelo a ser seguido pelos outros Estados. O Senado autorizou o governo mato-grossense a contratar um empréstimo com o Bank of America (BofA) de US$ 478,96 milhões. Com ele será quitada parte da dívida renegociada com a União, diminuindo de 15% para 9% o comprometimento da receita líquida real com o pagamento de encargos ao Tesouro.

O alívio financeiro ao governo mato-grossense virá de duas formas. O custo financeiro da dívida do Estado com o Tesouro ficará em torno de 14,7%. O custo do empréstimo do Bank of America será menor, de 5% ao ano mais a correção cambial. O governo do Mato Grosso terá também um período de carência de 18 meses para começar a pagar o empréstimo. Na assinatura do contrato, o banco fará o desembolso dos recursos, que serão transferidos ao Tesouro. Com isso, a dívida será reduzida no mesmo montante (em R$ 977 milhões, pela cotação do dólar em primeiro de junho, data em que a operação foi estruturada). (Págs. 1 e A12)
Europa pode exigir caixa-preta nos carros
A indústria automobilística europeia poderá ser obrigada a instalar caixas-pretas em seus novos carros, a exemplo do que é usado em aviões e navios para ajudar a identificar causas de acidentes. O Parlamento Europeu já deu o primeiro sinal verde a um projeto exigindo que todos os carros vendidos nos 27 países da União Europeia, a partir de 2015, disponham da tecnologia. O Parlamento da Alemanha, o Bundestag, tem mais pressa e quer fazer a exigência possivelmente antes, estimando que seu uso pode melhorar a segurança nas mas e estradas.

Do tamanho de um maço de cigarros, a caixa-preta pode ser instalada no painel do carro ou no compartimento do motor. A ideia é que a tecnologia ajude os investigadores a determinar as causas dos acidentes, levando em conta parâmetros como velocidade, desaceleração e tempo de freada, que são registrados nos segundos que precedem à colisão. (Págs. 1 e B8)
OIT alerta sobre aumento do desemprego entre os mais jovens (Págs. 1 e A13)

Fundo dos portuários cobre só 7,5% dos compromissos (Págs. 1 e C12)

Brasil mais competitivo
Brasil sobe cinco posições no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial e entra pela primeira vez no grupo das 50 economias mais competitivas do mundo, na 48ª posição, entre 144 países. (Págs. 1 e A4)
Telefónica vai financiar 'startups'
A Telefónica criou um fundo de “venture capital” para financiar projetos de companhias novatas do setor de tecnologia da informação e comunicação (TIC). O foco serão negócios inovadores no Brasil, Espanha, Colômbia e Chile. (Págs. 1 e B2)
Petrópolis mira a Região Sul
Após anunciar recentemente duas novas fábricas no Nordeste, a cervejaria Petrópolis mira o Sul do país, que deverá receber aquela que será a sétima unidade da companhia. As vendas na região já começaram, por meio de um distribuidor do Paraná. (Págs. 1 e B5)
Guarulhos inicia obras
Tiveram início nesta semana as obras para construção, do novo terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Guarulhos. Com capacidade para 12 milhões de passageiros/ano, a inauguração está prevista para antes da Copa de 2014. (Págs. 1 e B6)
Turbomeca fará motores no Brasil
A francesa Safran Turbomeca, uma das maiores fabricantes mundiais de turbinas para helicópteros, amplia as instalações no Brasil, onde passará a montar seu principal motor, para aeronaves civis e militares. (Págs. 1 e B8)
Etanol barato não anima motorista
Há dois meses é mais vantajoso abastecer com etanol em São Paulo, Mato Grosso e Goiás, mas o consumo do biocombustível não reage. Para especialistas, o sobe e desce dos preços desestimulou o motorista, cansado de fazer contas na frente da bomba. (Págs. 1 e B12)
Ideias
Cristiano Romero

Fala-se pouco das ineficiências do sistema financeiro que contribuem para os juros altos cobrados pelos bancos. (Págs. 1 e A2)

Carlos Lessa

Reiteração das medidas de apoio ao consumo privado está produzindo uma resposta descendente das famílias. (Págs. 1 e A15)
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