PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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valor ...ria...nine

folha gmail df1lkrha

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quarta-feira, fevereiro 11, 2009

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

11 de fevereiro de 2009

O Globo

Manchete: Vitorioso no Senado, Obama dá mais US$ 2 tri a bancos

Três republicanos ajudam a aprovar pacote de US$ 838 bi; Bolsas desabam

No mesmo dia em que o presidente Barack Obama conseguiu aprovar no Senado - com apenas três votos de republicanos - um pacote de US$ 838 bilhões para ajudar a reerguer a economia dos EUA, o Tesouro anunciou que irá injetar US$ 2 trilhões no sistema financeiro, "para empresas e famílias que dependem dos bancos", segundo o secretário Timothy Geithner. O objetivo é evitar retomada de imóveis com hipotecas em atraso e permitir a compra de ativos para recuperar o crédito de famílias e companhias.

A cifra surpreendeu o mercado - é muito mais que os US$ 700 bilhões de George W. Bush. As dúvidas sobre a sua execução fizeram as Bolsas despencar. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, caiu 4,62%. A Bovespa fechou com queda de 2,12%. O dólar subiu 2,10%, para R$ 2,284. Os US$ 838 ,bilhões aprovados pelo Senado americano deverão ser gastos em infraestrutura, educação e criação de empregos. (págs. 1, 19 a 22, Elio Gaspari, Míriam Leitão, Merval Pereira e editorial "Uma etapa")

Apocalypse now

Na urgência de aprovar o plano de mais de US$ 800 bilhões no Congresso, o presidente Barack Obama adotou um discurso de tom apocalíptico, recheado de "catástrofes" "desastres" e "emergências". (págs. 1 e 20)

BNDES muda regras para facilitar crédito (págs. 1 e 23)

Fiesp pede barreiras contra Argentina (págs. 1 e 23)

DEM indica ACM Neto para corregedor

O DEM indicou ACM Neto para substituir Edmar Moreira na Mesa da Câmara e ser o novo corregedor. A eleição deve ser hoje. A primeira missão de ACM Neto é decidir se investiga o ex-corregedor. (págs. 1, 4 e Roberto DaMatta)

Mulher lidera, mas pode não governar Israel

A chanceler Tzipi Livni ganhou as eleições em Israel, indicam pesquisas. A vitória apertada não lhe garante o cargo de premier: ela terá que buscar coalizões e pode perder o posto para Benjamin Netanyahu. (págs. 1 e 26)

Prefeitura cria cota de moradores de rua

A prefeitura do Rio vai baixar um decreto nos próximos dias determinando que 10% das vagas de empresas que prestam serviço para o município sejam preechidas por moradores de rua que estão em abrigos. Empresários do ramo de limpeza e conservação que têm contratos com o governo criticaram a medida e anunciaram que poderão ir à Justiça. (págs. 1 e 12)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Bolsa reage mal a plano de Obama para os bancos

Senado aprovou outro pacote, de US$ 838bi, ma Dow Jones cai 4,6%

O novo pacote de ajuda a bancos divulgado pelo governo do presidente dos EUA, Barack Obama, decepcionou o mercado e fez o Dow Jones, principal índice da bolsa de Nova York, cair 4,6%, informam Sérgio Dávila e Fernando Canzian. Segundo o Tesouro, o socorro aos bancos pode movimentar US$ 2 trilhões, o que equivale a 14% dos bens e riqueza produzidos pelos EUA. Mas o plano foi apresentado de forma genérica., e apenas US$ 500 bilhões do total foram detalhados. Para analistas, a maior dúvida persiste: como serão tratados os ativos ruins das instituições, que têm provocado rombos bilionários. Ainda ontem, a Casa Branca aprovou no senado pacote de US$ 838 bilhões para estimular a economia. A aprovação, que sofreu vários adiamentos, foi chamada de “grande noticia” pelo presidente Obama. O objetivo desse outro plano é tentar estancar o desemprego no pais, que em janeiro chegou a quase 20 mil cortes diários. (Págs.1 e Dinheiro)

Planalto estuda facilitar acordo para redução de jornada e salário

Preocupado com o desemprego, que continuou subindo em janeiro, o governo já estuda uma forma de facilitar acordos coletivos com redução de jornadas e de salário, informam Kennedy Alencar e Juliana Sofia. O plano, que começou a ser discutido ontem, prevê redução temporária de tributos sobre a folha de pessoal, condicionada á manutenção de empregos. Também se cogita permitir que o trabalhador saque parte do FGTS para complementar a renda perdida. (Págs.1 e B 12)

Kassab cancela contratos com fornecedores de merenda em SP

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), decidiu cancelar os contratos anuais de R$ 256 milhões com as fornecedoras de merenda a dois terços das escolas da rede municipal de ensino. A Promotoria apura suposta fraude na licitação para escolher as seis empresas que prestam os serviços. A decisão, porém, não tem efeito imediato; nova licitação só deve ser concluída em três meses, e as empresas fornecerão a merenda nas aulas a partir de hoje. (Págs.1 e C5)

Novas medidas não são resposta para os problemas

O programa de socorro aos bancos parece ser mais uma vez filho das fracassadas intervenções dos últimos 18 meses: otimista e ineficiente. Agora é o momento de ações que sejam a solução certeira para o problema. As medidas propostas definitivamente não apresentam ser as resposta. (Págs.1 e B3)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Plano de Obama para resgate de bancos desanima mercados

Secretário do Tesouro não explica como pretende atrair participação do setor privado

O mercado financeiro recebeu com ceticismo o plano de ajuda aos bancos americanos anunciado ontem pelo secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner. O pacote prevê a criação de um banco especial, de capital público e privado, para comprar US$ l trilhão de ativos tóxicos de outros bancos. Também inclui o uso de mais US$ 1 trilhão para reativar o mercado de crédito para consumidores e empresas. Geithner não explicou como pretende atrair a participação dos investidores privados e advertiu que o plano "vai demorar" para dar resultados. As dúvidas em relação ao pacote fizeram as bolsas cair pelo mundo. Em outra frente contra a crise, o Senado dos EUA aprovou o plano de estímulo ao setor produtivo, no valor de US$ 838 bilhões. (págs. 1, B1 a B5)

- Emergentes temem 'seca' de crédito

Países emergentes temem que os pacotes de resgate dos bancos "sequem" o crédito, com repercussões no financiamento das exportações. Diplomatas ouvidos pelo 'Estado' alertam que o dinheiro usado para salvar bancos pode faltar em outras áreas. (págs. 1 e B3)

Foto legenda - 3,3 mil prefeitos na capital: Lula lança 'pacote de ataques'

Lula discursa na abertura de encontro com prefeitos: exaltado, afirmou que imprensa foi 'pequena' e fez 'insinuações grotescas' ao dizer que o evento servirá de palanque para Dilma. (págs. 1 e A4 e Coluna de Dora Kramer)

STF cobra R$19 milhões de réus do mensalão

Alguns dos réus do mensalão insistem que o STF ouça testemunhas no exterior. O pedido é visto como manobra para atrasar o processo. O ministro Joaquim Barbosa pediu aos réus que confirmem se insistem no pedido. E apresentou a eles a conta: R$ 19,1 milhões. (págs. 1 e A8)

Damatta

O vício da amizade se liga ao bloqueio da ética de respeito à lei. (págs. 1 e D10)

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Jornal do Brasil

Manchete: Barack Obama vence mas não convence

Depois de complicadas negociações, o Senado americano finalmente aprovou o pacote de estímulo econômico do novo governo dos EUA, agora ampliado para US$ 838 bilhões. No mesmo dia, o Tesouro anunciou que o plano de socorro aos bancos e aos donos de imóveis inadimplentes passará para quase US$ 2 trilhões.

O volume, porém, foi insuficiente para aplacar o desânimo dos investidores e dos analistas - muitos consideraram confuso o anúncio do Tesouro americano. A bolsa de Nova York caiu mais de 4% e puxou a queda dos principais índices no mundo, inclusive no Brasil. (pág. 1 e Tema do dia, págs. A2 a A4)

Prefeitos entram na cruzada de Lula pelo PAC

Os apelos do presidente Lula por mais rapidez na execução de obras do PAC e pelo engajamento dos municípios no cumprimento de metas do milênio dominaram a abertura do encontro nacional de prefeitos.

"Nós cortaremos o batom da dona Dilma mas não cortaremos uma obra do PAC", frisou Lula. Brasília viveu um dia diferente com a presença dos mais de 4 mil novos prefeitos. (pág. 1 e País, pág. A6)

Concursos - Centenas de vagas abertas no Rio de Janeiro

Lula sanciona lei para criação de 11.640 vagas. (pág. 1)

Magistrados pedem socorro

Pesquisa da Associação dos Magistrados Brasileiros informa que 85% das varas judiciais do país estão sobrecarregadas, com mais de mil processos em tramitação. Os juízes dizem que, para atender à demanda (68 milhões de processos), seria preciso dobrar e qualificar o corpo técnico. (pág. 1 e País, pág. A5)

Rio terá até 2010 mais 7 mil PMs

O secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, anunciou a contratação, até 2010, de mais 7 mil policiais militares. Ele reconheceu a defasagem nos batalhões, mas garantiu que não reduzirá a carga horária de treinamento para colocá-los mais rapidamente nas ruas. (pág. 1 e Cidade, pág. A15)

Sociedade aberta - José Eugenio Leal

A situação das faixas de trânsito do Rio revela um território sem lei. (págs. 1 e A14)

Sociedade aberta - Aristóteles Drummond

As praças, invadidas pela população de rua, não são mais das crianças. (págs. 1 e A13)

EUA investigarão tortura sob Bush

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu investigar "casos claros" de tortura de suspeitos, cometidos na gestão anterior. A agência de inteligência americana (CIA) já admitiu ter realizado asfixias simuladas em três detidos no governo George Bush. (pág. 1 e Internacional, pág. A22)

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Correio Braziliense

Manchete: Escola cara

O Distrito Federal amarga o maior reajuste de mensalidades escolares do país neste ano letivo. É o que diz a Fundação Getúlio Vargas, depois de tabular os dados da pesquisa com que monta um de seus índices de inflação. Os estabelecimentos particulares subiram, em média, 9,32% os valores cobrados na pré-escola; em 10,06% no ensino fundamental; e em 9,7% no ensino médio. Ministério Público estuda processá-los por aumento abusivo. (págs. 1 e 12)

O caminho é... gastar, senhor prefeito

Presidente Lula exorta prefeitos a fazerem obras como forma de colher dividendos eleitorais e cita o próprio exemplo: “Nós cortaremos até o batom da dona Dilma, mas não cortaremos uma obra do PAC”.

Uma legião de engravatados invadiu Brasília para o Encontro Nacional de Prefeitos: Governo quer lhes ensinar o caminho do caixa federal, mas, por ora, hotéis, taxistas e outros prestadores de serviços é que comemoram. (págs. 1 e Tema do dia, págs. 2 e 3)

Índios canibais?

Kulinas teriam devorado jovem no Amazonas. (págs. 1 e 11)

Buscar a paz é desafio para os colégios

Diretores e orientadores de escolas do Plano discutem ações para evitar brigas entre adolescentes. Até sábado, polícia vai intimar mais oito estudantes da Asa Sul envolvidos no confronto do Parque da Cidade. (págs. 1 e 25)

Obama aprova o plano, mas derruba bolsa

Mercado reage com desconfiança ao plano de US$ 2,4 trilhões para reanimar a economia e ajudar os bancos, anunciado ontem pelo secretário do Tesouro americano. Bolsa de Nova York cai 4,6% e a de São Paulo, 2,1%. (págs. 1 e 18)

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Valor Econômico

Manchete: Mercados reprovam plano de Obama

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, prometeu tomar medidas rápidas e fortes para fazer com que o crédito volte a fluir na economia, mas a falta de detalhes em seu aguardado discurso de ontem provocou uma reação bastante negativa dos mercados acionários. O índice Dow Jones fechou em queda de 4,6%.

Geithner anunciou uma composição de esforços, a maioria já conhecida em linhas gerais. As medidas incluem uma nova rodada de injeção de capital nos bancos, a expansão de uma linha de crédito do Federal Reserve, o banco central americano, e um fundo público-privado para aliviar os bancos dos créditos de recebimento duvidoso, cujos detalhes ainda deverão ser definidos nas próximas semanas pelas autoridades econômicas e o Congresso. No total, devem ser injetados de US$ 1 trilhão a US$ 2 trilhões em financiamentos para a economia e para reativar rapidamente os mercados de crédito corporativo e ao consumidor.

Investidores e economistas disseram que o governo parece ter tomado o rumo certo com a abordagem de várias frentes ao mesmo tempo. Mas eles também puseram em questão quanto tempo levará para que todos esses programas comecem a ser executados, diante do grande número de questões ainda sem resposta.

"Estou bem cético de que este plano alcance os objetivos desejados", disse Gerry Ford, um bilionário do Texas que tem tentado comprar bancos falidos. Especificamente, Ford disse que está "difícil de entender" como o governo e o setor privado vão cooperar para definir um preço para os créditos de recebimento duvidoso que abalaram a confiança no sistema bancário.

A falta de detalhes ressalta os problemas espinhosos que repousam no coração da crise, muitos dos quais desafiam soluções fáceis. O governo descartou estratégias drásticas, como a nacionalização do sistema bancário ou a injeção de montanhas de dinheiro em bancos sem condições. Dessa maneira, as opções são limitadas e envolvem concessões. Funcionários da Casa Branca disseram que a falta de detalhes é intencional e que o governo planeja trabalhar com o Congresso para dar corpo aos planos.

Não ficou ainda determinado como o chamado fundo de investimento será estruturado e se o governo será um investidor com participação igual, ou mesmo se será um fundo ou vários, estabelecidos para a compra de ativos diferentes. (págs. 1 e C3)

Ideias

Rosângela Bittar: governo traça perfil político da candidatura Dilma. (págs. 1 e A6)

Governo fará reforma geral na concessão de ferrovias

As concessionárias de ferrovias estão explorando apenas 38% da malha cedida pelo governo - dos 28,8 mil quilômetros administrados pela iniciativa privada, quase 18 mil quilômetros de trilhos não têm a passagem de uma composição por dia. Insatisfeitos com esses números e com o custo do frete, o governo e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) preparam a maior reforma do setor desde a privatização da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), em 1996.

Além da obrigatoriedade de compartilhar suas malhas com os demais operadores, as concessionárias lerão novas metas de desempenho. As metas, hoje estabelecidas para o conjunto da malha operada pela concessionária, serão fixadas para cada trecho dentro de uma mesma concessão. A percepção da ANTT e do Ministério dos Transportes é que as concessionárias privilegiam regiões de maior demanda e deixam semiabandonados 62% de seus trilhos, prejudicando principalmente pequenos e médios usuários.

A associação das concessionárias critica as propostas. Segundo a entidade, pelo menos 4 mil quilômetros cedidos ao setor privado não têm viabilidade econômica e o compartilhamento das redes vai inibir os investimentos. (págs. 1 e Al6)

Portos de SC ainda precários

Quase três meses depois das enchentes no Vale do Itajaí (SC), os portos de Itajaí e Navegantes continuam operando com apenas 30% da capacidade. A nova estimativa é de que as obras de dragagem sejam concluídas até 15 de março. (págs. 1 e B6)

Ideias

Carlos Lessa: o petróleo é a melhor aposta para uma frente de expansão industrial e social do Brasil. (págs. 1 e Al5)

Ideias

Cristiano Romero: maior aproximação do Brasil com os EUA passa pela questão das mudanças climáticas. (págs. 1 e A2)

Ideias

Reinhold Stephanes: atual modelo de crédito agrícola está esgotado. (págs. 1 e Al4)

Sem farra com direito autoral

O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) substitui os técnicos de gravação por tecnologia para fazer valer a cobrança de direitos autorais no Carnaval. A meta é aumentar a arrecadação em 10% em relação aos R$ 10 milhões obtidos em 2008. (págs. 1 e B2)

Usiminas quer investigar aço vindo da China

A Usiminas vai solicitar ao governo uma investigação antidumping contra a importação de chapas grossas de aço da China para a indústria naval, informou ontem ao Valor seu presidente-executivo, Marco Antonio Castello Branco. A decisão de encaminhar o pedido é consequência de uma disputa entre a siderúrgica e a Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, referente à compra de 42 mil toneladas de aço para a construção de navios no estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco. Ontem, o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, confirmou que a estatal fechou a compra de 24 mil toneladas de aço com um fornecedor chinês e de 18 mil toneladas com a Usiminas. (págs. 1 e B9)

Piso de carro brasileiro é 100% PET

A indústria já adotou o uso de garrafas PET no acabamento interno dos carros produzidos no Brasil. Todo automóvel que sai da linha de montagem hoje leva em seu assoalho um carpete feito da fibra de poliéster reciclado.

Estima-se que apenas no ano passado cerca de 200 milhões de garrafas recicladas de dois litros foram destinadas às fábricas de carros - quase 5% do total de PET reciclado por ano no país.

Até agora, o uso do produto estava limitado ao revestimento do piso e do porta-malas. Mas o PET está prestes a romper essa barreira. As montadoras já estudam a aplicação do produto em outras partes do carro, como no acabamento interno das portas. (págs. 1 e B8)

Carrefour paga indenização histórica

O Carrefour pagou, em janeiro, uma indenização de R$ 80 milhões ao executivo francês Francesco De Marchi Gherini, que presidiu o grupo varejista no Brasil entre 1975 e 1988, quando foi demitido. Resultado de uma disputa inédita travada em tribunais brasileiros e franceses, o pagamento foi feito a partir de um acordo homologado pela Justiça, segundo o advogado de Gherini, Beno Suchodolski.

O motivo da disputa foi o contrato fechado entre a rede francesa e o executivo quando ele assumiu a tarefa de implantar o Carrefour no Brasil. Pelos termos do acordo, o presidente da filial brasileira teria, além dos salários, 1 % das ações da holding que controla o Carrefour no país - a Brepa Comércio e Participações. O problema começou com a maneira turbulenta pela qual Gherini deixou o Carrefour, depois de desentendimentos com o comando da rede na França. (págs. 1 e B1)


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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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terça-feira, fevereiro 10, 2009

XÔ! ESTRESSE [In:] "MEU MUNDO CAIU E ME FEZ FICAR ASSIM...." *

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[Homenagem aos chargistas brasileiros].
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(*) MEU MUNDO CAIU (Maysa).
"Meu mundo caiu/ E me fez ficar assim/ Você conseguiu/ E agora diz que tem pena de mim/
Não sei se me explico bem...".
http://letras.terra.com.br/maysa/126023/
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ALIMENTAÇÃO E OBESIDADE INFANTIL: FATORES DE RISCO

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Produtos têm sal e gordura acima do recomendado


Karina Toledo e Alexandre Gonçalves


Pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) analisou 30 alimentos industrializados destinados a crianças e detectou teores de açúcar, sal e gorduras acima do ideal. Além disso, alguns apresentaram teores nutricionais acima do descrito na embalagem, o que pode levar o consumidor a exceder sua cota diária de gordura ou sódio.

link Veja o relatório do Idec, com a lista dos produtos analisados

"Selecionamos os produtos por terem grande apelo entre o público infantil. Muitos deles têm brindes e bichinhos na embalagem ou usam a imagem de personagens famosos", explica Carlos Thadeu de Oliveira, gerente de informação do Idec e responsável pela pesquisa. Segundo a análise, o bolinho de morango Nhamy, da Nutrella, foi o que apresentou maior variação em relação ao valor no rótulo: 237,5% mais gordura saturada. Em segundo lugar está o bolinho de baunilha e chocolate Gulosos, da Bauducco, com 114,3% mais gordura saturada que o registrado.

"A legislação brasileira tem uma tolerância de até 20% de variação nos valores expressos, mas nesses casos a discrepância está muito acima do permitido", afirma o gerente do Idec. Ele destaca ainda que em alguns produtos que se apresentam como livre de gordura trans foi detectada a substância. "No rótulo do salgadinho de bacon da marca Magikitos consta 0%, mas foi encontrado 1,66 grama de gordura trans por porção." Procurada, a empresa afirmou que "destaca na embalagem os valores nutricionais apurados em análises feitas por empresas qualificadas. Mas que vai analisar os laudos apresentados pelo Idec e, se realmente constar alguma desconformidade, corrigirá imediatamente".

A Bauducco "reitera seu compromisso com a qualidade e correção das informações sobre seus produtos, porém por não ter não ter acesso à avaliação realizada pela entidade, fica impossibilitada de prestar maiores esclarecimentos." A Bimbo disse que a marca Nutrella foi adquirida recentemente e os produtos estão sendo reavaliados.

OVERDOSE

O excesso de sacarose, considerado o pior dos açúcares, foi outro problema apontado pela pesquisa. "A legislação brasileira não obriga os fabricantes a discriminar, entre os carboidratos, o que é amido, o que é açúcar, mas os nutricionistas recomendam que os açúcar não deve corresponder a mais de 25% do consumo de carboidratos", explica Oliveira.

O gerente do Idec destaca o caso dos muffins orgânicos SuaviPan . "O produto tem apelo saudável, por ser orgânico, mas quase metade de seu peso corresponde a açúcares. Foram 19,68 gramas em uma porção de 40 gramas." O dono da Suavipan, Paulo Roberto Cristino, diz que apenas 20% dos açúcares correspondem à sacarose, o restante corresponde à farinha orgânica e à lactose do leite integral. Cristino ressalta ainda que 96% dos ingredientes usados são orgânicos e apropriados para o consumo das crianças.

No quesito sal, diversas marcas de salgadinhos ultrapassaram, na porção de 100 gramas, o recomendado para o consumo diário, que é 1 grama pelo padrão do Reino Unido (a Anvisa utiliza valores menores). O campeão foi o Yokitos bacon, da Yoki, com 1,3 gramas na porção. A empresa alegou que não teve tempo hábil para analisar os resultados da pesquisa, mas que fará análise detalhada e apresentará o resultado ao Idec.

Os piores resultados para gorduras saturadas ficaram com os salgadinhos Ruffles original e Pringles sabor bacon, respectivamente com 4,66 g e 3,41 g por porção de 25 g. O limite máximo recomendado para crianças de 4 a 6 anos é 16 g diários. "Se a criança comer 100 g de Ruffles e um bolinho Ana Maria de 60 g já terá ultrapassado o limite recomendado em uma única refeição", alerta Oliveira.

Para a nutricionista Renata Maria Padovani, do núcleo de estudos e pesquisas com alimentos da Unicamp, não há um limite semanal seguro para consumo desses produtos industrializados. "Uma vez por semana já é considerado hábito. E o consumo desse tipo de alimento deve ser muito eventual", diz. "O consumo excessivo de gordura saturada interfere na saúde cardiovascular, você já começa na infância o processo de arteriosclerose. Excesso de sódio pode elevar a pressão, também fator de risco para problemas cardiovasculares e renais."
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http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090210/not_imp321143,0.php

Lincagem para a REVISTA DO IDEC
http://www.estadao.com.br/especiais/2009/02/alimentacao_infantil.pdf
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CÂMARA "DOS" DEPUTADOS [In:] "A ÓPERA DO MALANDRO" *

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Ex-corregedor diz que sofre "perseguição"e deixa o DEM


MARIA CLARA CABRAL. ANDREA MICHAEL.
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA


Em carta enviada ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), pedindo a renúncia da segunda-vice-presidência da Mesa e da corregedoria da Casa, o deputado Edmar Moreira (DEM-MG) alegou que seu partido exerceu "perseguição pessoal através de execração pública". No final do dia de ontem, o deputado também ingressou no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com pedido de desfiliação do DEM.

O congressista é acusado de omitir da sua declaração de bens um castelo em Minas, que está à venda por R$ 25 milhões. É também investigado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por apropriação ilegal de contribuições ao INSS feitas por seus empregados.

Moreira nega todas as acusações. Na carta a Temer, diz que sua eleição para a Mesa, "que era para ser um momento de alegria, vem se tornando uma sangria desatada pautada em mentiras, inverdades, jogo de retóricas, que resultam em ataques sem qualquer respaldo empírico e de forma indiscriminada, extrapolando os limites da natureza humana, colocando em risco a minha integridade física e moral, bem como a de meus familiares".

Na ação ao TSE, o deputado diz que sua candidatura avulsa, vitoriosa à segunda-vice-presidência da Câmara e contrária à orientação do DEM, foi o fato "propulsor" de "perseguição política com grave discriminação pessoal do requerente, dentro do seu próprio partido, que se mostrou insatisfeito com a vitória democrática de seu filiado". O candidato oficial do partido era Vic Pires (DEM-PA).

Tal acontecimento, continua o congressista no pedido de 14 páginas apresentado ao TSE, levou à advertência que o DEM lhe fez, através de nota à imprensa, sem nem sequer ouvi-lo. Assim, argumentou ter sido perseguido por fatos inverídicos: a não-declaração ao fisco de um castelo e o teor de um inquérito em tramitação no STF.

Moreira diz que o castelo foi doado a dois filhos seus, em cujas declarações de renda o bem estaria registrado. Quanto ao inquérito, afirma que não pode ser condenado por um caso que não teve nem a procedência da acusação apreciada pela corte.

O relator do caso no TSE será Felix Fischer que, após ouvir o DEM, levará seu voto ao plenário. Se o pedido for deferido, Moreira não perde o mandato.
Apesar de o congressista ter pedido a desfiliação no TSE, o presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia (RJ), confirmou que a sigla, reunida hoje, deve expulsar sumariamente o deputado envolvido nas denúncias e, posteriormente, pedir o seu mandato no tribunal.

Eleição
Diante da renúncia de Moreira, a Câmara deve realizar nova eleição para a escolha do novo segundo-vice já amanhã. A dúvida é se o eleito acumulará a função de corregedor ou se os cargos serão desvinculados.
Há parlamentares que defendem que a votação desse projeto seja adiada. Ontem, no entanto, Temer disse que a disposição de votar hoje o texto está mantida. "Ainda há a necessidade de desvincular os dois cargos. O tema está na pauta", disse, ressaltando que o DEM deve ficar com os dois postos.
Nem o próprio partido, no entanto, está seguro sobre a mudança. A base do governo também promete reagir contra os dois cargos para o DEM, que enfrenta dificuldades para escolher quem disputará a eleição. O partido ainda está à procura de um nome que "não crie constrangimento nem mal-estar no Congresso", nas palavras do próprio líder da sigla na Câmara, Ronaldo Caiado (GO).
Petistas já avisaram que não votam em Vic Pires e prometem atrapalhar a segunda eleição caso ele insista em concorrer. "Ele tem dificuldades na bancada por conta da oposição que faz ao governo da petista Ana Júlia no Pará e por suas atuações em CPIs", disse Maurício Rands (PT-PE).
Disputaram com Vic Pires a indicação oficial do partido Jorginho Maluly (SP) e João Oliveira (TO). Agora, o nome mais cotado é o de Roberto Magalhães (PE). Uma das alternativas seria deixar Pires com um dos cargos e Magalhães com o outro. O nome do DEM sai da reunião de hoje, que discutirá a expulsão de Moreira do partido. Rodrigo Maia também avisará que candidatos avulsos sofrerão as penalidades previstas pelo regimento interno.
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http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1002200902.htm
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(*) A "ÓPERA DO MALANDRO"

A Ópera do malandro, de Chico Buarque de Holanda, estreou em julho de 1978, no Rio de Janeiro. Era época da ditadura militar e o Brasil ainda atravessava um período de repressão, menos intensa que nos "anos de chumbo", é bem verdade. (...) Mas a Ópera continua absolutamente atual, se lembrarmos a crise de um País entregue à falcatrua, ao comércio de bundas, ao capital estrangeiro, à corrupção – questões prementes desde o final dos anos 70, quando a peça foi escrita.

O texto, baseado nas Ópera do mendigo, de John Gray (de 1918) e na Ópera dos três vinténs, de Bertold Brecht e Kurt Weill (de 1928), é ambientada num bordel e retrata a malandragem brasileira, em espetáculo musical, com composições de Chico Buarque de Holanda.

http://www.estacio.br/rededeletras/numero2/persona/opera.asp
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LULA [In:] "... ABRA SUAS ASAS ... ENTRE NESSA FESTA" *

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Lula faz festa para prefeitos em Brasília

Luciana Abade, Jornal do Brasil


BRASÍLIA - Numa jogada política, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, conseguiu adiantar a ida de alcaides de todo país a Brasília, antes da tradicional Marcha dos Prefeitos – na qual eles cobram promessas do governo – e realiza nestas terça e quarta o Encontro Nacional dos Prefeitos Eleitos. Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, serão as estrelas da megarreunião suprapartidária. Mas o objetivo do Planalto teve seu preço. O governo federal gastou cerca de R$ 253 milhões para realizar o evento, que, espera-se, será usado pelo chefe da nação como um palanque de duplo discurso.

Numa frente, Lula e Dilma cobrarão dos prefeitos celeridade nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento. Nisso, irão propor maior parceria técnica nos projetos junto à Caixa e ao Ministério das Cidades. Para facilitar a interação, o governo também vai editar medida provisória para repactuação de dívidas das cidades que não conseguem verbas federais. E uma linha de crédito especial será aberta pelo BNDES para compra de máquinas.

Em outra frente, esta mais política, a aparição da ministra Dilma Rousseff como gerente do PAC, na atual conjuntura, pode ser o seu primeiro teste com a platéia eleitora.

(...)

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http://jbonline.terra.com.br/nextra/2009/02/09/e090210463.asp
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(*) DANCING DAYS (Lulu Santos). As Frenéticas.
"Abra suas asas/ Solte suas feras/ Caia na gandaia/ Entre nessa festa/ E leve com você/
O seu sonho mais louco/ ...".

''QUEM LÊ TANT NOTÍCIA?''

10 de fevereiro de 2009

O Globo

Manchete: Lula dá a prefeitos devedores 20 anos para pagar ao INSS

Medida permite que municípios inadimplentes voltem a obter empréstimos federais

O governo Lula abriu o cofre para os prefeitos e parcelou em até 20 anos dívidas aproximadamente R$ 15 bilhões com o INSS. A medida, adotada duas vezes nos últimos dez anos, beneficia inclusive prefeituras que já repactuaram a dívida, mas não pagam as parcelas. Com a renegociação, municípios devedores podem participar de programas federais e obter empréstimos - algo impossível para os que não têm certidão negativa de débitos. O presidente Lula apresentará o pacote hoje a aproximadamente 3.200 prefeitos, num encontro em Brasília com a presença de todos os ministros. Outro pleito dos prefeitos a ser atendido é a regularização de terras na Amazônia Legal. O BNDES aumentará de R$ 500 milhões para R$ 980 milhões uma linha de crédito para prefeituras. O Planalto nega estar beneficiando caloteiros: "Não é questão de bondade ou maldade", disse o ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro. (págs. 1 e 3)

Edmar vai ao TSE para não ser cassado

O deputado Edmar Moreira (DEM-MG), que renunciou à Corregedoria da Câmara, entrou no TSE com ação pedindo o desligamento do partido, que hoje deverá expulsá-lo. Alegando perseguição, ele quer evitar a perda do mandato por infidelidade, já que deverá se filiar ao PTB. A eleição do novo corregedor divide a Casa. Vic Pires (PA), nome preferido do DEM, enfrenta resistência. (págs. 1 e 4)

Editorial

Edmar Moreira precisa se explicar à Câmara: será erro crasso se ele não for levado ao Conselho de Ética. (pág. 1 )

Indústria dá sinais de reação

A produção da indústria automobilística voltou a subir em janeiro, após cinco meses de queda. Com a redução do IPI, as vendas cresceram e a produção reagiu: foram mais 186,1 mil veículos que saíram das fábricas em janeiro. Quase 92,7% a mais que em dezembro. (págs. 1 e 20)

Brasil também pode limitar salário de executivos (págs. 1 e 21)


PF intima 3 conselheiros do TCE do Rio

A Polícia Federal intimou três conselheiros do Tribunal de Contas do Rio para depor no inquérito da Operação Pasárgada, que apura envolvimento de autoridades em desvio de verbas de prefeituras. (págs. 1 e 5)

Rádios piratas em favelas

Bope apoia fiscais da Anatel

Numa operação garantida por 50 PMs do Batalhão de Operações Especiais, que ocupam a favela, cinco rádios clandestinas da Cidade de Deus foram fechadas ontem por fiscais da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). As rádios operavam em faixas de FM e, segundo a agência, atrapalhavam a comunicação de aviões e helicópteros com o Aeroporto de Jacarepaguá. Levantamentos técnicos repassados à polícia fluminense dão conta de que nas favelas do Rio haveria pelo menos mil rádios piratas. Foram apreendidos computadores, notebooks, transmissores, antenas e mesas de som. Segundo policiais do Bope, as rádios eram financiadas por comerciantes e congregações religiosas. (págs. 1 e 13)

Foto Legenda-Comoção na Amazônia

Uma multidão acompanha em Coari (AM) o enterro coletivo de 22 dos 24 passageiros do Bandeirante que caiu no Rio Manacapuru. Vinte eram da mesma família. A Anac abriu processo para investigar a empresa dona do avião. (págs. 1 e 8)

França amplia polêmica do protecionismo

A França vai liberar pelo menos € 7,5 bilhões (US$ 9,8 bi) às montadoras Renault e Peugeot Citroen. O pacote, que prevê congelamento das demissões, precisa ser aprovado pela Comissão Europeia e já levanta novas discussões sobre protecionismo.

Barack Obama obteve votos dos republicanos e deve aprovar hoje seu pacote no Senado. (págs. 1, 19 e 22)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Crise provoca maior corte na indústria em 80 anos

Emprego caiu 1,8% em dezembro; foi 3ª recuo seguido, aponta o IBGE


Sob o impacto da crise, o emprego na indústria brasileira registrou a pior queda em 8 anos: 1,8% em dezembro, na comparação livre de influência sazonais como novembro. Foi a maior retração da série histórica do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que começou em 2001. Trata-se do terceiro mês consecutivo de redução do nível de emprego, período no qual a perda acumulada chega a 2,25%. Em relação a dezembro de 2007, a ocupação diminuiu 1,1% - a primeira taxa negativa em dois anos e cinco meses e a menor desde janeiro de 2004. Para o IBGE, a forte retração da produção industrial (de 12,4% entre novembro e dezembro) refletiu-se na oferta de postos de trabalho. O instituto não divulga números absolutos de vagas fechadas, mas o Caged (cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que usa metodologia diferente e só registra o emprego formal contabilizou perda de 277 mil empregos em dezembro. Desde o inicio da crise, acordos de flexibilização, com medidas como redução de jornada e salário ou banco de horas, já atingiram cerca de 40,6 mil metalúrgicos no Estado de São Paulo.(Págs. 1 e B3)

Ex-corregedor se diz alvo de perseguição

Em carta de renúncia ao cargo na Câmara, Edmar Moreira (DEM-MG) alegou ter sofrido “execração pública” de seu partido e pediu desfiliação; deputado é acusado de omitir da sua declaração de bens castelo de 25 milhões (Págs. 1 e A4)

Obama lança ofensiva para aprovar plano de US$ 800 bi

Em sua primeira entrevista coletiva no cargo, o presidente Barack Obama lançou uma ofensiva para pressionar o Congresso dos EUA a aprovar o pacote de cerca de US$ 800 Bilhões para estimular a economia do pais. Obama usou a maior parte da entrevista para enfatizar a necessidade de o governo fazer grandes gastos contra a crise. Antes foi Elkhart, cidade com maior índice de desemprego do EUA, e previu “desastre” se o plano não for aprovado. (Págs.1 e A13)

França dá ajuda a montadoras desde que não haja demissões

O governo francês anunciou pacote de US$ 8,5 bilhões para ajudar as montadoras PSA Peugeot-Citroën, Renault e Renault Trucks, com a condição de que elas mantenham suas fábricas no país e que não demitam. O acordo inclui aumento da indenização aos trabalhadores do setor, que tem cerca de 10% dos empregos na França. Segundo o Banco Central, o país vai entrar em suas primeira recessão em 16 anos. O PIB deve encolher 0,6% até março. (Págs. 1 e B4)


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O Estado de S. Paulo

Manchete: Lula reúne 3.500 prefeitos e lança pacote de bondades

Uma das medidas é a renegociação de dívidas dos municípios com INSS

O governo Lula vai anunciar um "pacote de bondades" para cerca de 3.500 prefeitos eleitos em 2008, que se reúnem hoje e amanhã em Brasília. As medidas já estão sendo chamadas no Planalto de "PAC dos municípios", em referência ao Programa de Aceleração do Crescimento.

Uma delas será a ampliação, de 60 meses para até 240 meses, do prazo para as prefeituras pagarem parte das dívidas com o INSS. Mesmo quem estiver em débito com a Previdência pode regularizar sua situação com a Receita e então receber repasses do PAC.

Outro item é a liberação de R$ 980 bilhões do BNDES para compra de máquinas, caminhões e tratores. No encontro dos prefeitos, visto como oportunidade política para Dilma Rousseff, candidata de Lula a sua sucessão, o governo pedirá união para enfrentar a crise. (págs. 1 e A4)

Perdão a rádios clandestinas

O presidente Lula enviou ao Congresso projeto que livra de prisão quem opera rádios clandestinas. A iniciativa atende a uma velha reivindicação das chamadas emissoras comunitárias que sempre integraram a base política do PT. (págs. 1 e A5)

A reação das montadoras

A indústria automobilística retomou a produção e as vendas em janeiro, mas os dados disponíveis são insuficientes para que se avalie a real importância dessa reação. (págs. 1 e A3)

Aeroporto no AM não fiscaliza voos

Pista de onde saiu o voo cuja queda matou 24 tinha sido fechada em 2006. (págs. 1 e C1)

Alimentos para crianças têm excesso de gordura

Pesquisa com 30 alimentos industrializados para crianças mostrou teores de açúcar, sal e gorduras acima do ideal e do que está expresso no rótulo. Em um dos casos, um bolinho de morango apresentou 237,5% mais gordura saturada do que o declarado pelo fabricante. (págs. 1 e A16)

EUA criam banco para salvar bancos

Instituição vai comprar ativos podres

O Tesouro americano vai anunciar hoje um esperado plano de resgate do sistema financeiro. O ponto principal será a criação do que vem sendo chamado de "banco ruim". A ideia é que essa instituição ajude bancos com problemas comprando seus ativos podres. Para atrair investidores privados, o governo dos EUA vai oferecer garantias para tais ativos. (págs. 1, B1 e B3)

Sarkozy ajuda montadoras, mas só se for na França

O presidente Nicolas Sarkozy condicionou ajuda às montadoras ao seu uso na França, e não para "construir fábrica na República Checa". Os checos, que presidem a União Europeia, criticaram o "claro protecionismo". (págs. 1 e B4)

Eleição hoje em Israel marcará guinada do país à direita

As eleições de hoje em Israel devem marcar uma acentuada guinada à direita. Os três partidos que lideram as pesquisas são conservadores. Os favoritos para o cargo de premiê são Binyamin Netanyahu, do direitista Likud, e a chanceler Tzipi Livni, do Kadima (centro). O fiel da balança será o ultranacionalista Avigdor Lieberman, com forte discurso antiárabe. Nenhum partido conseguirá formar o próximo governo sem seu apoio. (págs. 1 e A10 a A12)

Incêndio rápido, reação lenta

Um incêndio atingiu em Pequim a nova sede da TV chinesa, conhecida como "dakucha" ("cueca de ferro", em razão de seu formato). A reação oficial foi lenta - a reportagem do Estado chegou antes dos bombeiros, e a imprensa demorou a cobrir o assunto. A informação se espalhou porque curiosos mandaram mensagens por celular. (págs. 1 e A14)

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Jornal do Brasil

Manchete: Demitidos por engano

Setores de vestuário e calçados admitem que exageraram na dose e anunciam recontratações

Empresários brasileiros de setores de vestuário e calçados deram-se conta de que cortaram mais vagas do que precisavam. Agora planejam voltar a contratar para repor os estoques perdidos com as demissões. Intensivos em mão-de-obra, os segmentos admitiram que exageraram na dose por temor da crise econômica, que se tornou mais psicológica do que real nos dois setores. Ambos foram os principais responsáveis pela queda do emprego na indústria, segundo informou ontem o IBGE: o emprego caiu 1,8% em dezembro - cerca de 110 mil vagas entre 6 milhões de trabalhadores, o maior recuo desde que o instituto começou a fazer a pesquisa, em 2001. (pág. 1 e Economia, pág. A16)

Lula faz festa para prefeitos em Brasília

Ao custo de R$ 253 milhões, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva antecipou a presença de prefeitos de todo o país em Brasília, antes da tradicional marcha de cobrança de promessas do governo. Ele e a chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, serão as estrelas de uma megarreunião suprapartidária, com apresentação de um pacote de bondades para os municípios, hoje e amanhã. Educação, saúde e emprego estão entre os principais desafios dos novos prefeitos. (pág. 1 e Tema do dia, págs. A2 a A3)

Sociedade aberta

Ives Gandra Martins: Os radicais podem estar voltando ao governo Lula. (págs. 1 e A9)

Foto legenda: Contagem regressiva para o mau cheiro

O histórico de mau cheiro do Canal do Cunha, no Fundão, pode finalmente chegar ao fim, graças às obras de revitalização, com apoio da Petrobras. O governador Sérgio Cabral, o ministro Carlos Minc, a secretária estadual do Ambiente, Marilene Ramos, e o prefeito Eduardo Paes comemoraram. (pág. 1 e Cidade, pág. A13)

Dono de castelo vai ser expulso do partido

O DEM deve formalizar hoje a expulsão sumária do deputado Edmar Moreira (DEM-MG) do partido depois das denúncias de sonegação contra o parlamentar. A legenda estuda recorrer à Justiça Eleitoral para ter de volta o mandato. (pág. 1 e País, pág. A6)

Carlos Eduardo Novaes-Deputado deve explicar como um plebeu chega à nobreza (págs. 1 e A6)


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Correio Braziliense

Manchete: Crédito para casa própria de servidores - Lula turbina o voo de Dilma

Em meio a uma série de medidas em benefício dos prefeitos — como a renegociação das dívidas com o INSS —, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncia hoje a criação de uma linha de crédito da Caixa Econômica Federal destinada aos servidores estaduais e municipais, um contingente de pelo menos 5,2 milhões de trabalhadores.

Eles poderão tomar empréstimos com desconto em folha e juros mais baixos para adquirir imóvel na cidade onde vivem. Hoje, tal
alternativa é oferecida apenas ao funcionalismo federal. A chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, candidata escolhida por Lula para representar o PT na eleição de 2010, será a grande estrela de um dos dias do encontro com os prefeitos.

A oposição tacha as medidas de eleitoreiras e avisa que vai recorrer à Justiça. “É mais um evento de cunho político e eleitoral”, reclamou o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN). (págs. 1 e 5)

Câmara protege dono do castelo

Deputados se negam a revelar as empresas de segurança pagas com dinheiro público por Edmar Moreira, empresário do setor (págs. 1, 2 e 4)

Luz no fim do túnel

Bancos e montadoras começam a se libertar das garras da crise: segundo o BC, a concessão de crédito subiu em janeiro. A produção de veículos saltou 92%. (págs. 1 e 17)

Vaivém telefônico

Consumidores enchem lojas das operadoras de celular na estreia da portabilidade numérica no Distrito Federal. Hoje, saem as estatísticas da migração. (págs. 1 e 21)

Eluana Englaro, 38

Italiana que estava em coma havia 17 anos e cujos pais brigaram pelo direito à eutanásia morre em Udine dois dias depois de ter os aparelhos que a mantinham viva desligados. (págs. 1 e 25)

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Valor Econômico

Manchete: STF enfrenta a questão ambiental e libera obras

Uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) está sendo usada como precedente por empresas para liberar obras suspensas pela Justiça por falta de licenciamento ambiental. O ministro Cezar Peluso permitiu a continuidade da reforma de um estádio e a construção de 34 condomínios em Salvador dentro do novo plano diretor da capital baiana. As obras estavam paralisadas por uma liminar obtida pelo Ministério Público Federal que contestava a falta de licenciamento pelo Ibama. Ainda que os empreendimentos estejam licenciados pela Secretaria de Meio Ambiente dos Estados, o Ministério Público alega que é necessário autorização do Ibama para que eles possam sair do papel. Para o ministro do STF, no entanto, não cabe à Justiça dizer ao Poder Executivo de quem é a competência pela fiscalização da obra e nem obrigar o Ibama a licenciar uma obra sobre a qual não tem condições de se pronunciar.

Esse tipo de argumento é hoje o mais utilizado pelo Ministério Público e por organizações não-governamentais para pedir a paralisação de obras - segundo o Ibama, conflitos de competência entre a União e os Estados envolvem cerca de 90% dos licenciamentos ambientais em discussão na Justiça. As ações usam qualquer peculiaridade do empreendimento para chamar o Ibama a se pronunciar, ainda que, por lei, haja apenas cinco hipóteses em que o órgão é obrigado a licenciar uma obra. A Lei n" 6.938/81, remete a uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que prevê que cabe ao Ibama licenciar obras binacionais, no mar territorial, em terras indígenas, unidades de conservação da União, em dois ou mais Estados ou de impacto ambiental que ultrapasse a fronteira do país ou de um Estado, além de atividades que envolvam material radioativo e bases militares. Excluídas essas hipóteses, a competência de licenciamento é dos Estados. O Ibama recorre das decisões que o obrigam a intervir em licenciamentos estaduais alegando que falta estrutura para atender todos os casos e estimula o fortalecimento dos órgãos estaduais e municipais. (págs. 1 e A4)

Governo reduziu subsídio ao crédito rural em R$1,3 bi no ano passado (págs. 1 e B10)

Superávit comercial

Após encerrar janeiro com o primeiro déficit em oito anos, de US$ 518 milhões, a balança comercial voltou a ter resultado positivo na primeira semana de fevereiro, com superávit de US$ 471 milhões. A pesquisa Focus, do Banco Central, estima um saldo positivo de US$ 14 bilhões para 2009. (págs. 1 e A10)

Menos dinheiro no campo

O Ministério da Agricultura reduziu suas projeções para a renda agrícola - "da porteira para dentro" - das 20 principais culturas do país em 2009 para R$ 149,6 bilhões, o que representaria uma queda de 8,4% em relação ao resultado obtido no ano passado. (págs. 1 e B10)

Manutenção no alto-forno 2

A Companhia Siderúrgica Nacional(CSN)vai parar seu alto-forno nº 2 para manutenção durante 30 dias, a partir de 15 de março. O equipamento responde por 35% da capacidade instalada da empresa, de 5,6 milhões de toneladas de aço bruto por ano. (págs. 1 e B6)

Produtividade da indústria cresce só 1,2%

A produtividade na indústria em 2008 teve um crescimento de 1,2%, resultado do aumento de 3,1% na produção e de 1,9% nas horas pagas. O resultado foi muito comprometido pela retração da atividade industrial em dezembro, mês em que houve queda de 10,9% na produtividade, segundo a consultoria Tendências. Em 2007, a produtividade havia crescido 4,1%. Para o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, os números indicam tanto uma desaceleração do crescimento da renda quanto a possibilidade de aumento do desemprego. Ele não acredita que o "grosso do ajuste" no mercado de trabalho tenha ocorrido em dezembro e janeiro. (págs. 1 e A3)

Montadoras ensaiam reação

A produção de veículos no país em janeiro cresceu 92,7% na comparação com dezembro, depois de cinco meses consecutivos de queda. Em relação a janeiro de 2008, houve uma retração de 27,1%, para 186,1 mil unidades. O nível de emprego no setor caiu 1,5% frente a dezembro. (págs. 1 e B7)

Apostas nas emergentes

A Daiwa SB Investments, segunda maior corretora do Japão, está instando seus clientes a investir no Brasil, México e Turquia. A valorização de 55% do iene em relação às moedas dos emergentes fez surgir pechinchas nesses mercados. (págs. 1 e D3)

Ideias

Delfim Netto: é preciso controlar os bancos e eliminar sua "disposição de tomar riscos imorais". (págs. 1 e A2)

Ideias

Yoshiaki Nakano: a deflação de ativos terá um efeito devastador. (págs. 1 e A9)

Novo Mercado pode ampliar 'tag along'

O Novo Mercado vai mudar e as propostas em debate indicam que a reforma se concentrará na atualização das vantagens econômicas dos investidores. Elas trazem diversas ideias sobre garantias aos acionistas em movimentações societárias relevantes, mas não muitos acréscimos em normas sobre transparência.

O relatório dessa primeira etapa da revisão, ao qual o Valor teve acesso, contém 82 sugestões de alterações nas regras ou a criação de novas. As propostas foram organizadas pela Câmara Consultiva do Novo Mercado, criada pela BM&F Bovespa em novembro de 2008. Ela é liderada pelo ex-presidente da CVM Luiz Leonardo Cantidiano, que também comandou a elaboração do regulamento original.

Uma das propostas prevê - além do "tag along”, a oferta a todos investidores em caso de venda do controle da companhia, como estabelece a Lei das S.A.- a garantia de compra dos papéis de todos os investidores caso um acionista ou grupo alcance um terço (33,3%) de participação no capital. A obrigatoriedade seria válida para o Novo Mercado, mas não atingiria o Nível 2 de governança.

Acabariam as chamadas "pílulas de veneno" - cláusulas do estatuto que procuram limitar a compra de fatias relevantes do capital ao fixar a obrigação de compra das ações de todos os acionistas com prêmio sobre as cotações de mercado. A proibição valeria apenas para as futuras empresas listadas no Novo Mercado.

Com base nesse primeiro relatório e nas colaborações recebidas durante consulta, a câmara deve aprovar, em 8 de março, uma proposta a ser encaminhada ao conselho de administração da BM&F Bovespa. "Há, portanto, muita chance de alterações", disse Cantidiano. (págs. 1 e D1)



A rápida deterioração dos emergentes

A crise mundial está atingindo as economias emergentes com uma rapidez e ferocidade que poucos imaginavam possíveis alguns meses atrás.

As divisas de muitos mercados emergentes estão sob pressão. Até sexta-feira, o won sul-coreano havia perdido 8% de seu valor em relação ao dólar no ano, enquanto o rublo russo e o florim húngaro haviam se desvalorizado 15%. Na semana passada, o peso mexicano bateu em seu nível mais baixo da história.

O JP Morgan prevê que pelo menos 11 economias emergentes - entre elas Coréia do Sul, Taiwan, Rússia, Turquia e México - vão encolher em 2009 e outras 4 ficarão estagnadas. As bolsas emergentes podem ter mais quedas pela frente. (págs. 1 e C3)

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Gazeta Mercantil

Manchete: Madoff lesou pelo menos 20 brasileiros

O advogado norte-americano David Rosemberg diz que já recebeu pedidos de consultas de 20 brasileiros que teriam perdido dinheiro no esquema fraudulento do megainvestidor Bernard Madoff. Entre as empresas intermediadoras citadas por Rosemberg estariam os bancos Santander, Safra e UBS Pactual, além do fundo norte-americano Fairfield Greenwich.

Fontes do escritório do promotor distrital de Manhattan afirmam que a maioria das aplicações brasileiras foi feita num esquema que chamou de “ônibus”. “Por este mecanismo, era possível juntar um grupo de aplicadores numa só conta. Madoff trabalhava com aplicações mínimas de US$ 4 milhões”, diz a fonte.

“Já são 20 as consultas de brasileiros que procuraram o Broad and Cassel (escritório de advocacia de Miami, onde trabalha Rosemberg). Eles vêm de várias cidades brasileiras e cada um apresenta um caso diferente”, diz Rosemberg. (págs. 1 e B1)

Prefeituras vão renegociar dívidas

O presidente Lula recebe hoje mais de 3 mil novos prefeitos com um pacote de bondades que inclui a renegociação de R$ 14,5 bilhões em dívidas com o INSS e R$ 980 milhões de crédito do BNDES. (págs. 1 e A11)

BC já usou US$ 61 bilhões para conter alta do dólar

As intervenções do Banco Central na tentativa de frear a alta do câmbio já somaram US$ 61 bilhões desde setembro de 2008. Desse total, US$ 14,3 bilhões foram aplicados em vendas de dólares no mercado à vista, enquanto os US$ 46,7 bilhões restantes referem-se a operações que não trazem impactos sobre as reservas internacionais, entre elas os swaps cambiais. Apesar das intervenções diretas no mercado de câmbio, as reservas fecharam janeiro no patamar de US$ 200,8 bilhões. Em agosto, antes do início da crise, elas eram de aproximadamente US$ 205 bilhões.

Os números foram apresentados pelo presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Ele destacou que, no mercado interno, a estratégia para resolver o problema do enxugamento de crédito foi usar os depósitos compulsórios, ação que já liberou ao sistema financeiro US$ 99,2 bilhões até o final do mês passado. Antes da crise, os compulsórios somavam R$ 259,4 bilhões. "O Brasil não precisou usar recursos públicos para injetar liquidez no mercado", ressaltou.

Meirelles insistiu que a situação do crédito no País está voltando à normalidade. Ainda assim, os dados apresentados ontem mostraram um quadro de fracas operações. A média diária de contratações de linhas de Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC) por exportadores foi de US$ 111 milhões no período entre 19 e 23 de janeiro. Na semana entre 15 e 19 de setembro, ou seja, data da quebra do Lehman Brothers, que marca a piora da crise financeira internacional, a média de ACC foi de US$ 186 milhões. (págs. 1 e B1)

Juros

A Selic menor reduz os ganhos de seguradoras. (págs. 1 e B2)

Varejo tenta ampliar vendas prorrogando as promoções

O varejo ainda não consegue medir o impacto da crise financeira nos resultados das empresas. Se o movimento de final de ano decepcionou, a tormenta prevista para janeiro não foi tão agressiva. Apoiados em extensas liquidações, até mesmo os lojistas que registraram queda nas vendas do primeiro mês do ano acreditam em um ritmo melhor após o Carnaval. O varejo de vestuário conseguiu manter as vendas aquecidas em janeiro em função das liquidações, segundo Sylvio Mandel, presidente da Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abeim). Em janeiro, o setor atingiu crescimento de 5% nas vendas; para o primeiro trimestre, a expectativa é alta de 8%. O Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que mede as vendas a prazo, registrou queda de 6% e o SCPC/Cheque (vendas à vista), declínio de 5%, em janeiro de 2009, na comparação com o mesmo período em 2008. No Rio de Janeiro, as lojas de shopping centers registraram queda de 4% nas vendas no primeiro mês do ano e seguem com descontos de até 70%. (págs. 1 e C7)

Reposição de estoques pode reabrir vagas em março

As indústrias de calçados e de artigos de vestuário foram as que mais demitiram no final do ano. O peso dos cortes destes setores contribuiu para a queda de 1,8% no emprego em dezembro, percentual que corresponde ao corte de 110 mil vagas no universo de seis milhões de trabalhadores investigado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, o saldo final é positivo, com crescimento de 2,1% do emprego na indústria em 2008, informa André Macedo, do IBGE.

As demissões registradas nos últimos meses do ano, principalmente nas empresas de roupas, sapatos, borracha e cigarros, no entanto, podem ser revertidas. "Sem dúvida alguma pode se esperar uma reação do emprego no setor de calçados em breve", diz Ênio Klein, consultor da Abicalçados.

O presidente do Sindivestuário, Ronald Masijah, avalia que a reposição de estoques deve se traduzir em novos empregos a partir de março. "A expectativa é muito boa, já deveria ter havido retomada de reposição de estoques, mas o problema é que as notícias são muito negativas por conta dessa crise psicológica", afirmou. (págs. 1 e A9)

Montadoras temem uma invasão de carro importado

Em crises anteriores, o mercado externo era uma tábua de salvação. Agora, a indústria nacional está desamparada. O desabamento das exportações trava a retomada do ritmo de produção da indústria automobilística. "A recuperação é difícil porque as exportações não reagem", afirmou ontem o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider. Para ele, o cenário pode piorar ainda mais se houver uma onda protecionista. Além disso, teme a invasão de veículos importados.

As vendas externas despencaram 61% em janeiro em relação ao mesmo período de 2008. Em valores, a indústria exportou US$ 350,6 milhões - menos 54,1% sobre os US$ 763,3 milhões de janeiro de 2008. A queda não é um fenômeno sazonal. Em janeiro de 2007, as exportações somaram US$ 625 milhões. Em janeiro de 2006, atingiram US$ 650,2 milhões. (págs. 1 e C1)

Países da Opep adiam projetos

Os países da Opep adiaram 35 dos 150 projetos de produção depois que os preços do petróleo despencaram mais de 70% sobre o recorde de US$ 147 o barril. Ontem, o WTI fechou em baixa, a US$ 39,56. (págs. 1 e C6)

Opinião

Nelson Pereira dos Reis: A valorização do dólar e a queda do preço do petróleo podem significar mais produtividade para a química e a petroquímica do Brasil. (págs. 1 e A3)

Opinião

Paul Krugman: Mesmo que o plano original do presidente Obama fosse aprovado, não seria suficiente para preencher o enorme buraco na economia. (págs. 1 e A14)

Opinião

Ernesto Lozardo: O pacote de estímulo econômico do presidente Obama somente surtirá efeito mais sensível sobre o emprego no fim do seu mandato. (págs. 1 e A3)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

XÔ! ESTRESSE: TODA NUDEZ SERÁ PERDOADA...

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[Homenagem aos chargistas brasileiros].

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

09 de fevereiro de 2009

O Globo

Manchete: Deputado dono de castelo renuncia

O deputado Edmar Moreira (DEM-MG), dono do suntuoso Castelo Monalisa, no interior de Minas, avaliado em R$ 25 milhões, renunciou ontem ao cargo de 2º vice-presidente e corregedor da Câmara, numa tentativa de salvar o mandato, ameaçado por denúncias de sonegação fiscal e irregularidades trabalhistas. Ele telefonou à noite para o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), comunicando a decisão. “Foi um apelo da família, depois de todas as mentiras que colocaram”, disse Leonardo Moreira, filho de Edmar. O deputado entrará no Tribunal Superior Eleitoral com uma ação pedindo desligamento do DEM, que já antecipou a disposição de expulsá-lo. (págs. 1 e 3)

ANS investigará filas em hospitais privados

Responsável pela fiscalização de planos de saúde privados, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) poderá intervir em casos de demora ou atraso na marcação de exames e consultas médicas, que resultam nas filas mostradas ontem pelo Globo. A agência informa que a recusa de atendimento por parte de agentes de operadora de planos de assistência à saúde constitui infração. (págs. 1 e 11)

Avião pode ter caído por falha no combustível

Técnicos da Aeronáutica suspeitam que o avião que caiu sábado perto de Manaus, matando 24 pessoas, estava sem combustível ou com querosene adulterado. O motor esquerdo parou. Será investigado possível excesso de peso. (págs. 1 e 4)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Desemprego atinge 31% dos lares de SP

Pesquisa Datafolha feita em 3 e 4 de fevereiro mostra que, em 31% dos domicílios paulistanos, pelo menos um trabalhador perdeu o emprego nos últimos seis meses. (págs. 1 e Dinheiro)

Acusado de omitir castelo, deputado deixa Corregedoria

O corregedor da Câmara, Edmar Moreira (DEM-MG), anunciou ao presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), que renunciará à segunda vice-presidência – conseqüentemente, abrindo mão da Corregedoria.

Moreira é acusado de omitir da sua declaração de bens um castelo em Minas e de se apropriar ilegalmente de contribuições ao INSS. Ele nega as irregularidades. Segundo o DEM, Moreira será expulso do partido. (págs. 1 e A4)


Avião que caiu levava pessoas em excesso

O Bandeirante que caiu no rio Manacapuru (AM) levava passageiros acima do limite registrado na Agência Nacional de Aviação Civil.

De acordo com a agência, o avião tem capacidade para 19 passageiros. No acidente, morreram 24 das 28 pessoas que estavam a bordo dele. (págs. 1 e C4)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Empresas privadas cortam R$ 10 bi em obras de base

A iniciativa privada já adiou ou cancelou obras de infraestrutura no valor de pelo menos R$ 10 bilhões, desde setembro, como reflexo das mudanças no cenário econômico mundial. Essas obras, principalmente portos e ferrovias, estão fora do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) e são feitas pelas empresas, para uso próprio ou de terceiros. (págs. 1 e B1)

Pressionado, corregedor da Câmara renuncia

O deputado Edmar Moreira (DEM-MG) apresentou ontem à noite seu pedido de renúncia dos cargos de segundo vice-presidente e corregedor da Câmara. A suspeita de não ter declarado a posse de um castelo para a Justiça Eleitoral tornou insustentável a situação do parlamentar, que enviou um fax ontem à noite para o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), abrindo mão do posto de segundo vice para o qual foi eleito na última segunda-feira e, por decorrência, do cargo de corregedor. (págs. 1 e A4)

Juro beneficia a dívida pública

Ao derrubar taxas de juro para enfrentar a crise, o governo terá, este ano, uma ajuda inesperada para fechar suas contas. Analistas mostram que se a taxa de juro cair 3 pontos porcentuais até dezembro, como estima o mercado de acordo com o Boletim Focus, a dívida pública cairá 0,75% do PIB. (págs. 1 e B3)

CNPq cobra de bolsista que não volta ao Brasil

O órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia quer ex-bolsistas que estudaram no exterior e não voltaram ao País ou não comprovaram a conclusão do estudo devolvam o dinheiro. Processos chegaram a R$ 22 milhões, mas total de casos pode atingir R$ 71 milhões. (págs. 1 e A13)

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Jornal do Brasil

Manchete: Guerra contra terra ilegal na Amazônia

O governo federal vai começar esta semana uma força-tarefa destinada a regularizar 67,4 milhões de hectares nos nove estados que integram a Amazônia Legal. Comandada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, em parceria com o Incra e institutos estaduais, a operação pretende deflagrar o maior processo de regularização fundiária já implantado no país, ao mudar títulos de propriedade e descortinar a estrutura de grilagem que se instalou na região. (págs. 1, País A4 e A5)

Deputado renuncia à Corregedoria da Câmara

O deputado Edmar Moreira (DEM-MG) renunciou ao cargo de corregedor da Câmara. A decisão foi comunicada ontem à noite, por telefone, ao recém-empossado presidente da Casa, Michel Temer. Edmar é acusado, entre outras coisas, de omitir da sua declaração de bens um castelo em Minas. (págs. 1 e País A6)

Portabilidade nos telefones começa hoje a valer no Rio

A partir de hoje a portabilidade numérica começa a valer no estado do Rio e em Brasília. Na prática, significa que 25 milhões de consumidores de telefones fixos e móveis poderão mudar de operadora de telefonia e manter o número. A TIM é a primeira a oferecer a portabilidade em todo o país. (págs. 1 e Economia A15)

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Correio Braziliense

Manchete: Gastança do Senado está longe do fim

O senador José Sarney assumiu a presidência da Casa prometendo corte de despesas, mas licitações em andamento preveem gastos milionários com cerâmicas, luminárias e materiais gráficos. Novo primeiro-secretário, senador Heráclito Fortes, suspendeu algumas concorrências, mas se diz disposto a renovar a frota de carros oficiais a serviço dos parlamentares e a construir um novo prédio, orçado em R$ 140 milhões. (pág. 1, Tema do Dia e pág 2)

Edmar Moreira fora da Mesa

Chamuscado pelo escândalo do castelo, o deputado Edmar Moreira (DEM-MG) avisou o presidente da Câmara, Michel Temer, de que renunciará também ao cargo de 2º vice-presidente, além da corregedoria. (págs. 1 e 3)

Suspeita de excesso de peso em avião

Aeronáutica investiga se superlotação pode ter provocado a queda do Bandeirante PT-SEA em rio do Amazonas. Das 28 pessoas a bordo, apenas quatro se salvaram. Dezoito vítimas eram da mesma família. (págs. 1 e 6)

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Valor Econômico

Manchete: Crimes digitais prosperam com crise econômica global

Crimes financeiros pela Internet são uma das indústrias que mais prosperam com a crise. E-mails oportunistas, que carregam consigo programas espiões capazes de coletar informações pessoais e dados bancários, se espalham pela rede na velocidade das más notícias econômicas. No mundo, eles quadruplicaram entre o primeiro e o segundo semestre do ano passado, segundo levantamento da empresa de tecnologia Bit Defender. (págs. 1, B3 e C6)

Justiça aceita seguro em ação fiscal

Uma decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) abriu um precedente que pode aumentar o uso do seguro-garantia judicial em ações de execução de dívidas tributárias pelas empresas no país. O tribunal autorizou uma empresa a oferecer uma apólice, com validade de cinco anos, para garantir o pagamento da dívida ao fisco caso perca a ação na Justiça. (págs 1 e E1)

União vai cassar concessões não exploradas

A partir de agora, a empresa que não explorar uma concessão do governo vai perdê-la, adverte a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. O objetivo não é retomar a concessão, mas exigir que haja a exploração, adianta a ministra.

Ela diz que não faltarão recursos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e muito menos para a Petrobras, pois o governo garantirá R$ 45 bilhões à estatal até 2010. Para Dilma, com venda antecipada de óleo, caixa e algumas captações, a conta fecha. (págs. 1 e A12)


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Gazeta Mercantil

Manchete: Nova lei altera balanço das concessionárias

O capítulo da nova legislação contábil que se aplica às empresas que operam nos diversos segmentos de concessões de serviços públicos deve trazer muita polêmica às próximas safras de balanços.

As principais alterações nos demonstrativos, se a norma for aplicada conforme o texto original do International Financial Reporting Standards (IFRS, na sigla em inglês), acontecerão na forma de reconhecer ativos e receitas das empresas. E pode alterar até mesmo a forma como os contratos de concessão são formatados. (págs. 1 e B1)

Plano Decenal prevê R$ 767 bi para projetos de energia

O Brasil destinará R$ 767 bilhões até 2017 para projetos ligados ao setor de energia, segundo o Plano Decenal divulgado pelo governo. A maior parte — R$ 536 bilhões — será aplicada na área de petróleo e gás. O setor de energia elétrica será favorecido com investimentos de R$ 181 bilhões no período, enquanto o segmento de biocombustíveis (álcool e biodiesel) receberá R$ 50 bilhões. Para elaborar o plano, que foi revisado pela última vez em outubro de 2008, o governo considerou um crescimento médio anual do PIB de 4,9%. (págs. 1 e C5)

Brasil entra em ação contra protecionismo

O governo irá se pronunciar hoje na reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC) contra o avanço de medidas protecionistas anunciadas por países ricos, para enfrentar a crise financeira internacional e pedir que a OMC fique atenta ao seu teor. O temor brasileiro é de que algumas medidas enfraqueçam o comércio mundial e dificultem a entrada de produtos brasileiros nestes centros econômicos.

A reação brasileira conta com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que irá discutir o assunto com o presidente norte-americano, Barack Obama, no dia 16 de março. (págs. 1 e A14)

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