A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quarta-feira, fevereiro 11, 2009
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
11 de fevereiro de 2009
O Globo
Manchete: Vitorioso no Senado, Obama dá mais US$ 2 tri a bancos
No mesmo dia em que o presidente Barack Obama conseguiu aprovar no Senado - com apenas três votos de republicanos - um pacote de US$ 838 bilhões para ajudar a reerguer a economia dos EUA, o Tesouro anunciou que irá injetar US$ 2 trilhões no sistema financeiro, "para empresas e famílias que dependem dos bancos", segundo o secretário Timothy Geithner. O objetivo é evitar retomada de imóveis com hipotecas em atraso e permitir a compra de ativos para recuperar o crédito de famílias e companhias.
A cifra surpreendeu o mercado - é muito mais que os US$ 700 bilhões de George W. Bush. As dúvidas sobre a sua execução fizeram as Bolsas despencar. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, caiu 4,62%. A Bovespa fechou com queda de 2,12%. O dólar subiu 2,10%, para R$ 2,284. Os US$ 838 ,bilhões aprovados pelo Senado americano deverão ser gastos em infraestrutura, educação e criação de empregos. (págs. 1, 19 a 22, Elio Gaspari, Míriam Leitão, Merval Pereira e editorial "Uma etapa")
Apocalypse now
BNDES muda regras para facilitar crédito (págs. 1 e 23)
Fiesp pede barreiras contra Argentina (págs. 1 e 23)
DEM indica ACM Neto para corregedor
Mulher lidera, mas pode não governar Israel
Prefeitura cria cota de moradores de rua
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Folha de S. Paulo
Manchete: Bolsa reage mal a plano de Obama para os bancos
O novo pacote de ajuda a bancos divulgado pelo governo do presidente dos EUA, Barack Obama, decepcionou o mercado e fez o Dow Jones, principal índice da bolsa de Nova York, cair 4,6%, informam Sérgio Dávila e Fernando Canzian. Segundo o Tesouro, o socorro aos bancos pode movimentar US$ 2 trilhões, o que equivale a 14% dos bens e riqueza produzidos pelos EUA. Mas o plano foi apresentado de forma genérica., e apenas US$ 500 bilhões do total foram detalhados. Para analistas, a maior dúvida persiste: como serão tratados os ativos ruins das instituições, que têm provocado rombos bilionários. Ainda ontem, a Casa Branca aprovou no senado pacote de US$ 838 bilhões para estimular a economia. A aprovação, que sofreu vários adiamentos, foi chamada de “grande noticia” pelo presidente Obama. O objetivo desse outro plano é tentar estancar o desemprego no pais, que em janeiro chegou a quase 20 mil cortes diários. (Págs.1 e Dinheiro)
Planalto estuda facilitar acordo para redução de jornada e salário
Kassab cancela contratos com fornecedores de merenda em SP
Novas medidas não são resposta para os problemas
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Plano de Obama para resgate de bancos desanima mercados
O mercado financeiro recebeu com ceticismo o plano de ajuda aos bancos americanos anunciado ontem pelo secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner. O pacote prevê a criação de um banco especial, de capital público e privado, para comprar US$ l trilhão de ativos tóxicos de outros bancos. Também inclui o uso de mais US$ 1 trilhão para reativar o mercado de crédito para consumidores e empresas. Geithner não explicou como pretende atrair a participação dos investidores privados e advertiu que o plano "vai demorar" para dar resultados. As dúvidas em relação ao pacote fizeram as bolsas cair pelo mundo. Em outra frente contra a crise, o Senado dos EUA aprovou o plano de estímulo ao setor produtivo, no valor de US$ 838 bilhões. (págs. 1, B1 a B5)
- Emergentes temem 'seca' de crédito
Países emergentes temem que os pacotes de resgate dos bancos "sequem" o crédito, com repercussões no financiamento das exportações. Diplomatas ouvidos pelo 'Estado' alertam que o dinheiro usado para salvar bancos pode faltar em outras áreas. (págs. 1 e B3)
Foto legenda - 3,3 mil prefeitos na capital: Lula lança 'pacote de ataques'
STF cobra R$19 milhões de réus do mensalão
Damatta
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Jornal do Brasil
Manchete: Barack Obama vence mas não convence
O volume, porém, foi insuficiente para aplacar o desânimo dos investidores e dos analistas - muitos consideraram confuso o anúncio do Tesouro americano. A bolsa de Nova York caiu mais de 4% e puxou a queda dos principais índices no mundo, inclusive no Brasil. (pág. 1 e Tema do dia, págs. A2 a A4)
Prefeitos entram na cruzada de Lula pelo PAC
Concursos - Centenas de vagas abertas no Rio de Janeiro
Magistrados pedem socorro
Rio terá até 2010 mais 7 mil PMs
Sociedade aberta - José Eugenio Leal
Sociedade aberta - Aristóteles Drummond
EUA investigarão tortura sob Bush
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Correio Braziliense
Manchete: Escola cara
O caminho é... gastar, senhor prefeito
Uma legião de engravatados invadiu Brasília para o Encontro Nacional de Prefeitos: Governo quer lhes ensinar o caminho do caixa federal, mas, por ora, hotéis, taxistas e outros prestadores de serviços é que comemoram. (págs. 1 e Tema do dia, págs. 2 e 3)
Índios canibais?
Buscar a paz é desafio para os colégios
Obama aprova o plano, mas derruba bolsa
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Valor Econômico
Manchete: Mercados reprovam plano de Obama
Geithner anunciou uma composição de esforços, a maioria já conhecida em linhas gerais. As medidas incluem uma nova rodada de injeção de capital nos bancos, a expansão de uma linha de crédito do Federal Reserve, o banco central americano, e um fundo público-privado para aliviar os bancos dos créditos de recebimento duvidoso, cujos detalhes ainda deverão ser definidos nas próximas semanas pelas autoridades econômicas e o Congresso. No total, devem ser injetados de US$ 1 trilhão a US$ 2 trilhões em financiamentos para a economia e para reativar rapidamente os mercados de crédito corporativo e ao consumidor.
Investidores e economistas disseram que o governo parece ter tomado o rumo certo com a abordagem de várias frentes ao mesmo tempo. Mas eles também puseram em questão quanto tempo levará para que todos esses programas comecem a ser executados, diante do grande número de questões ainda sem resposta.
"Estou bem cético de que este plano alcance os objetivos desejados", disse Gerry Ford, um bilionário do Texas que tem tentado comprar bancos falidos. Especificamente, Ford disse que está "difícil de entender" como o governo e o setor privado vão cooperar para definir um preço para os créditos de recebimento duvidoso que abalaram a confiança no sistema bancário.
A falta de detalhes ressalta os problemas espinhosos que repousam no coração da crise, muitos dos quais desafiam soluções fáceis. O governo descartou estratégias drásticas, como a nacionalização do sistema bancário ou a injeção de montanhas de dinheiro em bancos sem condições. Dessa maneira, as opções são limitadas e envolvem concessões. Funcionários da Casa Branca disseram que a falta de detalhes é intencional e que o governo planeja trabalhar com o Congresso para dar corpo aos planos.
Não ficou ainda determinado como o chamado fundo de investimento será estruturado e se o governo será um investidor com participação igual, ou mesmo se será um fundo ou vários, estabelecidos para a compra de ativos diferentes. (págs. 1 e C3)
Ideias
Governo fará reforma geral na concessão de ferrovias
Além da obrigatoriedade de compartilhar suas malhas com os demais operadores, as concessionárias lerão novas metas de desempenho. As metas, hoje estabelecidas para o conjunto da malha operada pela concessionária, serão fixadas para cada trecho dentro de uma mesma concessão. A percepção da ANTT e do Ministério dos Transportes é que as concessionárias privilegiam regiões de maior demanda e deixam semiabandonados 62% de seus trilhos, prejudicando principalmente pequenos e médios usuários.
A associação das concessionárias critica as propostas. Segundo a entidade, pelo menos 4 mil quilômetros cedidos ao setor privado não têm viabilidade econômica e o compartilhamento das redes vai inibir os investimentos. (págs. 1 e Al6)
Portos de SC ainda precários
Ideias
Ideias
Ideias
Sem farra com direito autoral
Usiminas quer investigar aço vindo da China
Piso de carro brasileiro é 100% PET
Estima-se que apenas no ano passado cerca de 200 milhões de garrafas recicladas de dois litros foram destinadas às fábricas de carros - quase 5% do total de PET reciclado por ano no país.
Até agora, o uso do produto estava limitado ao revestimento do piso e do porta-malas. Mas o PET está prestes a romper essa barreira. As montadoras já estudam a aplicação do produto em outras partes do carro, como no acabamento interno das portas. (págs. 1 e B8)
Carrefour paga indenização histórica
O motivo da disputa foi o contrato fechado entre a rede francesa e o executivo quando ele assumiu a tarefa de implantar o Carrefour no Brasil. Pelos termos do acordo, o presidente da filial brasileira teria, além dos salários, 1 % das ações da holding que controla o Carrefour no país - a Brepa Comércio e Participações. O problema começou com a maneira turbulenta pela qual Gherini deixou o Carrefour, depois de desentendimentos com o comando da rede na França. (págs. 1 e B1)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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terça-feira, fevereiro 10, 2009
XÔ! ESTRESSE [In:] "MEU MUNDO CAIU E ME FEZ FICAR ASSIM...." *






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[Homenagem aos chargistas brasileiros].
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(*) MEU MUNDO CAIU (Maysa).
http://letras.terra.com.br/maysa/126023/
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ALIMENTAÇÃO E OBESIDADE INFANTIL: FATORES DE RISCO
Karina Toledo e Alexandre Gonçalves
"Selecionamos os produtos por terem grande apelo entre o público infantil. Muitos deles têm brindes e bichinhos na embalagem ou usam a imagem de personagens famosos", explica Carlos Thadeu de Oliveira, gerente de informação do Idec e responsável pela pesquisa. Segundo a análise, o bolinho de morango Nhamy, da Nutrella, foi o que apresentou maior variação em relação ao valor no rótulo: 237,5% mais gordura saturada. Em segundo lugar está o bolinho de baunilha e chocolate Gulosos, da Bauducco, com 114,3% mais gordura saturada que o registrado.
"A legislação brasileira tem uma tolerância de até 20% de variação nos valores expressos, mas nesses casos a discrepância está muito acima do permitido", afirma o gerente do Idec. Ele destaca ainda que em alguns produtos que se apresentam como livre de gordura trans foi detectada a substância. "No rótulo do salgadinho de bacon da marca Magikitos consta 0%, mas foi encontrado 1,66 grama de gordura trans por porção." Procurada, a empresa afirmou que "destaca na embalagem os valores nutricionais apurados em análises feitas por empresas qualificadas. Mas que vai analisar os laudos apresentados pelo Idec e, se realmente constar alguma desconformidade, corrigirá imediatamente".
A Bauducco "reitera seu compromisso com a qualidade e correção das informações sobre seus produtos, porém por não ter não ter acesso à avaliação realizada pela entidade, fica impossibilitada de prestar maiores esclarecimentos." A Bimbo disse que a marca Nutrella foi adquirida recentemente e os produtos estão sendo reavaliados.
OVERDOSE
O excesso de sacarose, considerado o pior dos açúcares, foi outro problema apontado pela pesquisa. "A legislação brasileira não obriga os fabricantes a discriminar, entre os carboidratos, o que é amido, o que é açúcar, mas os nutricionistas recomendam que os açúcar não deve corresponder a mais de 25% do consumo de carboidratos", explica Oliveira.
O gerente do Idec destaca o caso dos muffins orgânicos SuaviPan . "O produto tem apelo saudável, por ser orgânico, mas quase metade de seu peso corresponde a açúcares. Foram 19,68 gramas em uma porção de 40 gramas." O dono da Suavipan, Paulo Roberto Cristino, diz que apenas 20% dos açúcares correspondem à sacarose, o restante corresponde à farinha orgânica e à lactose do leite integral. Cristino ressalta ainda que 96% dos ingredientes usados são orgânicos e apropriados para o consumo das crianças.
No quesito sal, diversas marcas de salgadinhos ultrapassaram, na porção de 100 gramas, o recomendado para o consumo diário, que é 1 grama pelo padrão do Reino Unido (a Anvisa utiliza valores menores). O campeão foi o Yokitos bacon, da Yoki, com 1,3 gramas na porção. A empresa alegou que não teve tempo hábil para analisar os resultados da pesquisa, mas que fará análise detalhada e apresentará o resultado ao Idec.
Os piores resultados para gorduras saturadas ficaram com os salgadinhos Ruffles original e Pringles sabor bacon, respectivamente com 4,66 g e 3,41 g por porção de 25 g. O limite máximo recomendado para crianças de 4 a 6 anos é 16 g diários. "Se a criança comer 100 g de Ruffles e um bolinho Ana Maria de 60 g já terá ultrapassado o limite recomendado em uma única refeição", alerta Oliveira.
Para a nutricionista Renata Maria Padovani, do núcleo de estudos e pesquisas com alimentos da Unicamp, não há um limite semanal seguro para consumo desses produtos industrializados. "Uma vez por semana já é considerado hábito. E o consumo desse tipo de alimento deve ser muito eventual", diz. "O consumo excessivo de gordura saturada interfere na saúde cardiovascular, você já começa na infância o processo de arteriosclerose. Excesso de sódio pode elevar a pressão, também fator de risco para problemas cardiovasculares e renais."
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http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090210/not_imp321143,0.php
Lincagem para a REVISTA DO IDEC
http://www.estadao.com.br/especiais/2009/02/alimentacao_infantil.pdf
CÂMARA "DOS" DEPUTADOS [In:] "A ÓPERA DO MALANDRO" *
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O congressista é acusado de omitir da sua declaração de bens um castelo em Minas, que está à venda por R$ 25 milhões. É também investigado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por apropriação ilegal de contribuições ao INSS feitas por seus empregados.
Moreira nega todas as acusações. Na carta a Temer, diz que sua eleição para a Mesa, "que era para ser um momento de alegria, vem se tornando uma sangria desatada pautada em mentiras, inverdades, jogo de retóricas, que resultam em ataques sem qualquer respaldo empírico e de forma indiscriminada, extrapolando os limites da natureza humana, colocando em risco a minha integridade física e moral, bem como a de meus familiares".
Na ação ao TSE, o deputado diz que sua candidatura avulsa, vitoriosa à segunda-vice-presidência da Câmara e contrária à orientação do DEM, foi o fato "propulsor" de "perseguição política com grave discriminação pessoal do requerente, dentro do seu próprio partido, que se mostrou insatisfeito com a vitória democrática de seu filiado". O candidato oficial do partido era Vic Pires (DEM-PA).
Tal acontecimento, continua o congressista no pedido de 14 páginas apresentado ao TSE, levou à advertência que o DEM lhe fez, através de nota à imprensa, sem nem sequer ouvi-lo. Assim, argumentou ter sido perseguido por fatos inverídicos: a não-declaração ao fisco de um castelo e o teor de um inquérito em tramitação no STF.
Moreira diz que o castelo foi doado a dois filhos seus, em cujas declarações de renda o bem estaria registrado. Quanto ao inquérito, afirma que não pode ser condenado por um caso que não teve nem a procedência da acusação apreciada pela corte.
O relator do caso no TSE será Felix Fischer que, após ouvir o DEM, levará seu voto ao plenário. Se o pedido for deferido, Moreira não perde o mandato.
Apesar de o congressista ter pedido a desfiliação no TSE, o presidente nacional do DEM, Rodrigo Maia (RJ), confirmou que a sigla, reunida hoje, deve expulsar sumariamente o deputado envolvido nas denúncias e, posteriormente, pedir o seu mandato no tribunal.
Eleição
Diante da renúncia de Moreira, a Câmara deve realizar nova eleição para a escolha do novo segundo-vice já amanhã. A dúvida é se o eleito acumulará a função de corregedor ou se os cargos serão desvinculados.
Há parlamentares que defendem que a votação desse projeto seja adiada. Ontem, no entanto, Temer disse que a disposição de votar hoje o texto está mantida. "Ainda há a necessidade de desvincular os dois cargos. O tema está na pauta", disse, ressaltando que o DEM deve ficar com os dois postos.
Nem o próprio partido, no entanto, está seguro sobre a mudança. A base do governo também promete reagir contra os dois cargos para o DEM, que enfrenta dificuldades para escolher quem disputará a eleição. O partido ainda está à procura de um nome que "não crie constrangimento nem mal-estar no Congresso", nas palavras do próprio líder da sigla na Câmara, Ronaldo Caiado (GO).
Petistas já avisaram que não votam em Vic Pires e prometem atrapalhar a segunda eleição caso ele insista em concorrer. "Ele tem dificuldades na bancada por conta da oposição que faz ao governo da petista Ana Júlia no Pará e por suas atuações em CPIs", disse Maurício Rands (PT-PE).
Disputaram com Vic Pires a indicação oficial do partido Jorginho Maluly (SP) e João Oliveira (TO). Agora, o nome mais cotado é o de Roberto Magalhães (PE). Uma das alternativas seria deixar Pires com um dos cargos e Magalhães com o outro. O nome do DEM sai da reunião de hoje, que discutirá a expulsão de Moreira do partido. Rodrigo Maia também avisará que candidatos avulsos sofrerão as penalidades previstas pelo regimento interno.
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http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1002200902.htm
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(*) A "ÓPERA DO MALANDRO"
A Ópera do malandro, de Chico Buarque de Holanda, estreou em julho de 1978, no Rio de Janeiro. Era época da ditadura militar e o Brasil ainda atravessava um período de repressão, menos intensa que nos "anos de chumbo", é bem verdade. (...) Mas a Ópera continua absolutamente atual, se lembrarmos a crise de um País entregue à falcatrua, ao comércio de bundas, ao capital estrangeiro, à corrupção – questões prementes desde o final dos anos 70, quando a peça foi escrita.
O texto, baseado nas Ópera do mendigo, de John Gray (de 1918) e na Ópera dos três vinténs, de Bertold Brecht e Kurt Weill (de 1928), é ambientada num bordel e retrata a malandragem brasileira, em espetáculo musical, com composições de Chico Buarque de Holanda.http://www.estacio.br/rededeletras/numero2/persona/opera.asp
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LULA [In:] "... ABRA SUAS ASAS ... ENTRE NESSA FESTA" *
Luciana Abade, Jornal do Brasil
BRASÍLIA - Numa jogada política, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, conseguiu adiantar a ida de alcaides de todo país a Brasília, antes da tradicional Marcha dos Prefeitos – na qual eles cobram promessas do governo – e realiza nestas terça e quarta o Encontro Nacional dos Prefeitos Eleitos. Lula e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, serão as estrelas da megarreunião suprapartidária. Mas o objetivo do Planalto teve seu preço. O governo federal gastou cerca de R$ 253 milhões para realizar o evento, que, espera-se, será usado pelo chefe da nação como um palanque de duplo discurso.
Numa frente, Lula e Dilma cobrarão dos prefeitos celeridade nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento. Nisso, irão propor maior parceria técnica nos projetos junto à Caixa e ao Ministério das Cidades. Para facilitar a interação, o governo também vai editar medida provisória para repactuação de dívidas das cidades que não conseguem verbas federais. E uma linha de crédito especial será aberta pelo BNDES para compra de máquinas.
Em outra frente, esta mais política, a aparição da ministra Dilma Rousseff como gerente do PAC, na atual conjuntura, pode ser o seu primeiro teste com a platéia eleitora.
(...)
http://jbonline.terra.com.br/nextra/2009/02/09/e090210463.asp
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(*) DANCING DAYS (Lulu Santos). As Frenéticas.
"Abra suas asas/ Solte suas feras/ Caia na gandaia/ Entre nessa festa/ E leve com você/
O seu sonho mais louco/ ...".
''QUEM LÊ TANT NOTÍCIA?''
10 de fevereiro de 2009
O Globo
Manchete: Lula dá a prefeitos devedores 20 anos para pagar ao INSS
O governo Lula abriu o cofre para os prefeitos e parcelou em até 20 anos dívidas aproximadamente R$ 15 bilhões com o INSS. A medida, adotada duas vezes nos últimos dez anos, beneficia inclusive prefeituras que já repactuaram a dívida, mas não pagam as parcelas. Com a renegociação, municípios devedores podem participar de programas federais e obter empréstimos - algo impossível para os que não têm certidão negativa de débitos. O presidente Lula apresentará o pacote hoje a aproximadamente 3.200 prefeitos, num encontro em Brasília com a presença de todos os ministros. Outro pleito dos prefeitos a ser atendido é a regularização de terras na Amazônia Legal. O BNDES aumentará de R$ 500 milhões para R$ 980 milhões uma linha de crédito para prefeituras. O Planalto nega estar beneficiando caloteiros: "Não é questão de bondade ou maldade", disse o ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro. (págs. 1 e 3)
Edmar vai ao TSE para não ser cassado
Editorial
Indústria dá sinais de reação
Brasil também pode limitar salário de executivos (págs. 1 e 21)
PF intima 3 conselheiros do TCE do Rio
Rádios piratas em favelas
Numa operação garantida por 50 PMs do Batalhão de Operações Especiais, que ocupam a favela, cinco rádios clandestinas da Cidade de Deus foram fechadas ontem por fiscais da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). As rádios operavam em faixas de FM e, segundo a agência, atrapalhavam a comunicação de aviões e helicópteros com o Aeroporto de Jacarepaguá. Levantamentos técnicos repassados à polícia fluminense dão conta de que nas favelas do Rio haveria pelo menos mil rádios piratas. Foram apreendidos computadores, notebooks, transmissores, antenas e mesas de som. Segundo policiais do Bope, as rádios eram financiadas por comerciantes e congregações religiosas. (págs. 1 e 13)
Foto Legenda-Comoção na Amazônia
França amplia polêmica do protecionismo
Barack Obama obteve votos dos republicanos e deve aprovar hoje seu pacote no Senado. (págs. 1, 19 e 22)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Crise provoca maior corte na indústria em 80 anos
Sob o impacto da crise, o emprego na indústria brasileira registrou a pior queda em 8 anos: 1,8% em dezembro, na comparação livre de influência sazonais como novembro. Foi a maior retração da série histórica do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que começou em 2001. Trata-se do terceiro mês consecutivo de redução do nível de emprego, período no qual a perda acumulada chega a 2,25%. Em relação a dezembro de 2007, a ocupação diminuiu 1,1% - a primeira taxa negativa em dois anos e cinco meses e a menor desde janeiro de 2004. Para o IBGE, a forte retração da produção industrial (de 12,4% entre novembro e dezembro) refletiu-se na oferta de postos de trabalho. O instituto não divulga números absolutos de vagas fechadas, mas o Caged (cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que usa metodologia diferente e só registra o emprego formal contabilizou perda de 277 mil empregos em dezembro. Desde o inicio da crise, acordos de flexibilização, com medidas como redução de jornada e salário ou banco de horas, já atingiram cerca de 40,6 mil metalúrgicos no Estado de São Paulo.(Págs. 1 e B3)
Ex-corregedor se diz alvo de perseguição
Obama lança ofensiva para aprovar plano de US$ 800 bi
França dá ajuda a montadoras desde que não haja demissões
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Lula reúne 3.500 prefeitos e lança pacote de bondades
O governo Lula vai anunciar um "pacote de bondades" para cerca de 3.500 prefeitos eleitos em 2008, que se reúnem hoje e amanhã em Brasília. As medidas já estão sendo chamadas no Planalto de "PAC dos municípios", em referência ao Programa de Aceleração do Crescimento.
Uma delas será a ampliação, de 60 meses para até 240 meses, do prazo para as prefeituras pagarem parte das dívidas com o INSS. Mesmo quem estiver em débito com a Previdência pode regularizar sua situação com a Receita e então receber repasses do PAC.
Outro item é a liberação de R$ 980 bilhões do BNDES para compra de máquinas, caminhões e tratores. No encontro dos prefeitos, visto como oportunidade política para Dilma Rousseff, candidata de Lula a sua sucessão, o governo pedirá união para enfrentar a crise. (págs. 1 e A4)
Perdão a rádios clandestinas
A reação das montadoras
Aeroporto no AM não fiscaliza voos
Alimentos para crianças têm excesso de gordura
EUA criam banco para salvar bancos
O Tesouro americano vai anunciar hoje um esperado plano de resgate do sistema financeiro. O ponto principal será a criação do que vem sendo chamado de "banco ruim". A ideia é que essa instituição ajude bancos com problemas comprando seus ativos podres. Para atrair investidores privados, o governo dos EUA vai oferecer garantias para tais ativos. (págs. 1, B1 e B3)
Sarkozy ajuda montadoras, mas só se for na França
Eleição hoje em Israel marcará guinada do país à direita
Incêndio rápido, reação lenta
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Jornal do Brasil
Manchete: Demitidos por engano
Empresários brasileiros de setores de vestuário e calçados deram-se conta de que cortaram mais vagas do que precisavam. Agora planejam voltar a contratar para repor os estoques perdidos com as demissões. Intensivos em mão-de-obra, os segmentos admitiram que exageraram na dose por temor da crise econômica, que se tornou mais psicológica do que real nos dois setores. Ambos foram os principais responsáveis pela queda do emprego na indústria, segundo informou ontem o IBGE: o emprego caiu 1,8% em dezembro - cerca de 110 mil vagas entre 6 milhões de trabalhadores, o maior recuo desde que o instituto começou a fazer a pesquisa, em 2001. (pág. 1 e Economia, pág. A16)
Lula faz festa para prefeitos em Brasília
Sociedade aberta
Foto legenda: Contagem regressiva para o mau cheiro
Dono de castelo vai ser expulso do partido
Carlos Eduardo Novaes-Deputado deve explicar como um plebeu chega à nobreza (págs. 1 e A6)
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Correio Braziliense
Manchete: Crédito para casa própria de servidores - Lula turbina o voo de Dilma
Eles poderão tomar empréstimos com desconto em folha e juros mais baixos para adquirir imóvel na cidade onde vivem. Hoje, tal
alternativa é oferecida apenas ao funcionalismo federal. A chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, candidata escolhida por Lula para representar o PT na eleição de 2010, será a grande estrela de um dos dias do encontro com os prefeitos.
A oposição tacha as medidas de eleitoreiras e avisa que vai recorrer à Justiça. “É mais um evento de cunho político e eleitoral”, reclamou o líder do DEM no Senado, José Agripino Maia (RN). (págs. 1 e 5)
Câmara protege dono do castelo
Luz no fim do túnel
Vaivém telefônico
Eluana Englaro, 38
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Valor Econômico
Manchete: STF enfrenta a questão ambiental e libera obras
Esse tipo de argumento é hoje o mais utilizado pelo Ministério Público e por organizações não-governamentais para pedir a paralisação de obras - segundo o Ibama, conflitos de competência entre a União e os Estados envolvem cerca de 90% dos licenciamentos ambientais em discussão na Justiça. As ações usam qualquer peculiaridade do empreendimento para chamar o Ibama a se pronunciar, ainda que, por lei, haja apenas cinco hipóteses em que o órgão é obrigado a licenciar uma obra. A Lei n" 6.938/81, remete a uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que prevê que cabe ao Ibama licenciar obras binacionais, no mar territorial, em terras indígenas, unidades de conservação da União, em dois ou mais Estados ou de impacto ambiental que ultrapasse a fronteira do país ou de um Estado, além de atividades que envolvam material radioativo e bases militares. Excluídas essas hipóteses, a competência de licenciamento é dos Estados. O Ibama recorre das decisões que o obrigam a intervir em licenciamentos estaduais alegando que falta estrutura para atender todos os casos e estimula o fortalecimento dos órgãos estaduais e municipais. (págs. 1 e A4)
Governo reduziu subsídio ao crédito rural em R$1,3 bi no ano passado (págs. 1 e B10)
Superávit comercial
Menos dinheiro no campo
Manutenção no alto-forno 2
Produtividade da indústria cresce só 1,2%
Montadoras ensaiam reação
Apostas nas emergentes
Ideias
Ideias
Novo Mercado pode ampliar 'tag along'
O relatório dessa primeira etapa da revisão, ao qual o Valor teve acesso, contém 82 sugestões de alterações nas regras ou a criação de novas. As propostas foram organizadas pela Câmara Consultiva do Novo Mercado, criada pela BM&F Bovespa em novembro de 2008. Ela é liderada pelo ex-presidente da CVM Luiz Leonardo Cantidiano, que também comandou a elaboração do regulamento original.
Uma das propostas prevê - além do "tag along”, a oferta a todos investidores em caso de venda do controle da companhia, como estabelece a Lei das S.A.- a garantia de compra dos papéis de todos os investidores caso um acionista ou grupo alcance um terço (33,3%) de participação no capital. A obrigatoriedade seria válida para o Novo Mercado, mas não atingiria o Nível 2 de governança.
Acabariam as chamadas "pílulas de veneno" - cláusulas do estatuto que procuram limitar a compra de fatias relevantes do capital ao fixar a obrigação de compra das ações de todos os acionistas com prêmio sobre as cotações de mercado. A proibição valeria apenas para as futuras empresas listadas no Novo Mercado.
Com base nesse primeiro relatório e nas colaborações recebidas durante consulta, a câmara deve aprovar, em 8 de março, uma proposta a ser encaminhada ao conselho de administração da BM&F Bovespa. "Há, portanto, muita chance de alterações", disse Cantidiano. (págs. 1 e D1)
A rápida deterioração dos emergentes
As divisas de muitos mercados emergentes estão sob pressão. Até sexta-feira, o won sul-coreano havia perdido 8% de seu valor em relação ao dólar no ano, enquanto o rublo russo e o florim húngaro haviam se desvalorizado 15%. Na semana passada, o peso mexicano bateu em seu nível mais baixo da história.
O JP Morgan prevê que pelo menos 11 economias emergentes - entre elas Coréia do Sul, Taiwan, Rússia, Turquia e México - vão encolher em 2009 e outras 4 ficarão estagnadas. As bolsas emergentes podem ter mais quedas pela frente. (págs. 1 e C3)
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Gazeta Mercantil
Manchete: Madoff lesou pelo menos 20 brasileiros
Fontes do escritório do promotor distrital de Manhattan afirmam que a maioria das aplicações brasileiras foi feita num esquema que chamou de “ônibus”. “Por este mecanismo, era possível juntar um grupo de aplicadores numa só conta. Madoff trabalhava com aplicações mínimas de US$ 4 milhões”, diz a fonte.
“Já são 20 as consultas de brasileiros que procuraram o Broad and Cassel (escritório de advocacia de Miami, onde trabalha Rosemberg). Eles vêm de várias cidades brasileiras e cada um apresenta um caso diferente”, diz Rosemberg. (págs. 1 e B1)
Prefeituras vão renegociar dívidas
BC já usou US$ 61 bilhões para conter alta do dólar
Os números foram apresentados pelo presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Ele destacou que, no mercado interno, a estratégia para resolver o problema do enxugamento de crédito foi usar os depósitos compulsórios, ação que já liberou ao sistema financeiro US$ 99,2 bilhões até o final do mês passado. Antes da crise, os compulsórios somavam R$ 259,4 bilhões. "O Brasil não precisou usar recursos públicos para injetar liquidez no mercado", ressaltou.
Meirelles insistiu que a situação do crédito no País está voltando à normalidade. Ainda assim, os dados apresentados ontem mostraram um quadro de fracas operações. A média diária de contratações de linhas de Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC) por exportadores foi de US$ 111 milhões no período entre 19 e 23 de janeiro. Na semana entre 15 e 19 de setembro, ou seja, data da quebra do Lehman Brothers, que marca a piora da crise financeira internacional, a média de ACC foi de US$ 186 milhões. (págs. 1 e B1)
Juros
Varejo tenta ampliar vendas prorrogando as promoções
Reposição de estoques pode reabrir vagas em março
As demissões registradas nos últimos meses do ano, principalmente nas empresas de roupas, sapatos, borracha e cigarros, no entanto, podem ser revertidas. "Sem dúvida alguma pode se esperar uma reação do emprego no setor de calçados em breve", diz Ênio Klein, consultor da Abicalçados.
O presidente do Sindivestuário, Ronald Masijah, avalia que a reposição de estoques deve se traduzir em novos empregos a partir de março. "A expectativa é muito boa, já deveria ter havido retomada de reposição de estoques, mas o problema é que as notícias são muito negativas por conta dessa crise psicológica", afirmou. (págs. 1 e A9)
Montadoras temem uma invasão de carro importado
As vendas externas despencaram 61% em janeiro em relação ao mesmo período de 2008. Em valores, a indústria exportou US$ 350,6 milhões - menos 54,1% sobre os US$ 763,3 milhões de janeiro de 2008. A queda não é um fenômeno sazonal. Em janeiro de 2007, as exportações somaram US$ 625 milhões. Em janeiro de 2006, atingiram US$ 650,2 milhões. (págs. 1 e C1)
Países da Opep adiam projetos
Opinião
Opinião
Opinião
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
09 de fevereiro de 2009
O Globo
Manchete: Deputado dono de castelo renuncia
ANS investigará filas em hospitais privados
Avião pode ter caído por falha no combustível
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Folha de S. Paulo
Manchete: Desemprego atinge 31% dos lares de SP
Acusado de omitir castelo, deputado deixa Corregedoria
Moreira é acusado de omitir da sua declaração de bens um castelo em Minas e de se apropriar ilegalmente de contribuições ao INSS. Ele nega as irregularidades. Segundo o DEM, Moreira será expulso do partido. (págs. 1 e A4)
Avião que caiu levava pessoas em excesso
De acordo com a agência, o avião tem capacidade para 19 passageiros. No acidente, morreram 24 das 28 pessoas que estavam a bordo dele. (págs. 1 e C4)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Empresas privadas cortam R$ 10 bi em obras de base
Pressionado, corregedor da Câmara renuncia
Juro beneficia a dívida pública
CNPq cobra de bolsista que não volta ao Brasil
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Jornal do Brasil
Manchete: Guerra contra terra ilegal na Amazônia
Deputado renuncia à Corregedoria da Câmara
Portabilidade nos telefones começa hoje a valer no Rio
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Correio Braziliense
Manchete: Gastança do Senado está longe do fim
Edmar Moreira fora da Mesa
Suspeita de excesso de peso em avião
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Valor Econômico
Manchete: Crimes digitais prosperam com crise econômica global
Justiça aceita seguro em ação fiscal
União vai cassar concessões não exploradas
Ela diz que não faltarão recursos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e muito menos para a Petrobras, pois o governo garantirá R$ 45 bilhões à estatal até 2010. Para Dilma, com venda antecipada de óleo, caixa e algumas captações, a conta fecha. (págs. 1 e A12)
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Gazeta Mercantil
Manchete: Nova lei altera balanço das concessionárias
As principais alterações nos demonstrativos, se a norma for aplicada conforme o texto original do International Financial Reporting Standards (IFRS, na sigla em inglês), acontecerão na forma de reconhecer ativos e receitas das empresas. E pode alterar até mesmo a forma como os contratos de concessão são formatados. (págs. 1 e B1)
Plano Decenal prevê R$ 767 bi para projetos de energia
Brasil entra em ação contra protecionismo
A reação brasileira conta com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que irá discutir o assunto com o presidente norte-americano, Barack Obama, no dia 16 de março. (págs. 1 e A14)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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