A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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segunda-feira, dezembro 06, 2010
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
06 de dezembro de 2010
O Globo
Após 26 anos, Fluminense conquista o título brasileiro. Torcida festeja como tri
De quase rebaixado em 2009 a campeão brasileiro em 2010. Ao vencer o Guarani por 1 a 0, com gol de Emerson, Fluminense encerrou com festa uma trajetória digna de "guerreiros", como a torcida se refere aos jogadores do clube. Após 26 anos da conquista de 1984, mais de 40 mil tricolores soltaram o grito de tricampeão por causa da Taça de Prata de 1970. Pela primeira vez, um título é festejado no Engenhão. E, como em 84, o Fluminense volta a levantar o troféu um ano após o título do Flamengo. "Sonhei com Tele Santana esta noite. Estava na minha frente, sorria e estava vivinho", disse o técnico Muricy Ramalho, quatro vezes campeão brasileiro. O time receberá o troféu hoje no Teatro Municipal, em evento da CBF, que premia os melhores da competição. O Cruzeiro é vice-campeão, e o Corinthians, o terceiro colocado. O Botafogo perdeu para o Grêmio por 3 a 0 e não tem mais chance de disputar a Copa Libertadores. O Vasco venceu o Ceará por 2 a 0 e joga a Sul-Americana. Flamengo e Santos empataram em 0 a 0. (Pág. 1 e Esportes)
Tráfico planta maconha no Paraguai
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Folha de S. Paulo
Manchete: Principais estradas de SP cobram pedágio a maisOs motoristas pagam desde julho um valor de pedágio acima do previsto nos contratos de concessão em 24 praças de estradas no Estado de São Paulo. A diferença a mais oscila de R$ 0,05 a R$ 0,10 para carros.
O problema, observado em 18% dos postos de cobrança das rodovias estaduais paulistas, se deve à modificação da base para correção da tarifa e do critério para arredondamento, informa Alencar Izidoro.
Segundo os cálculos contratuais, a tarifa no sistema Anchieta-Imigrantes deveria ser de R$ 18,40, e não R$ 18,50. Situação parecida ocorre na Bandeirantes, na Anhanguera, na Raposo Tavares e na Castello Branco.
Em nota, a Secretaria dos Transportes afirma que a decisão do governo Alberto Goldman "se mostrou benéfica para a grande maioria" e promete, em 2011, revisão das tarifas nos locais com cobrança extra. (Págs. 1, C1 e C3)
Sob Lula, tributo federal na conta de luz duplica
A cada R$ 100 pagos em 2002, quase R$ 7 iam para o governo. Agora, são R$ 14 em fatura com igual valor.
A carga tributária elétrica total passou de 35,9% para 45% no período e pode crescer ainda mais se a Câmara aprovar projeto que muda a cobrança do ICMS. (Págs. 1 e Mercado)
Análise
Setor enfrenta sobretributação, avalia o engenheiro industrial Claudio Sales. (Págs. 1 e B5)
Dilma critica abstenção em votação sobre o Irã
Ela manifestou desconforto com a condenação de Sakineh Ashtiani ao apedrejamento. Apesar da crítica, apoiou a atuação de Lula na questão Iraniana. (Págs. 1 e A4)
Análise
Expectativa é de um Itamaraty mais técnico que político, escreve Eliane Cantanhêde. (Págs. 1 e A4)
WikiLeaks: Europa não crê em vitória dos EUA no Afeganistão
As forças aliadas mantêm o esforço de guerra apenas "por deferência aos EUA", disse Herman Van Rompuy, presidente da União Europeia, em memorando a um embaixador norte-americano na Bélgica. (Págs. 1 e A13)
Hillary acusou Arábia Saudita de financiar o terror (Págs. 1 e A13)
Editoriais
Mayra Dias Gomes
Esta é a primeira vez que sinto orgulho das forças de segurança. Apoiadas e aplaudidas pela população, parecem se sentir privilegiadas por fazer o inédito papel de mocinhos. O primeiro passo foi dado, mas não se pode parar por aí. (Págs. 1 e Folhateen)
Entrevista da 2ª: José Mariano Beltrame
O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, 53, afirma que as corregedorias serão ativas para apurar crimes de policiais. Segundo ele, os policiais serão obrigados a mostrar a declaração de IR. (Págs. 1 e A17)
Boa notícia
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Dilma diz que apoio ao Irã na ONU foi um erroO Brasil errou ao não votar contra as violações dos direitos humanos no Irã. A declaração foi feita pela presidente eleita, Dilma Rousseff,em entrevista publicada ontem no jornal Washington Post. Ela criticou a posição do País que, no mês passado, se absteve de apoiar uma resolução da ONU contra o apedrejamento de mulheres. A entrevista foi dada na quinta-feira e seu teor foi divulgado pouco depois da confirmação de que o atual chanceler, Celso Amorim, deve mesmo deixar o Ministério das Relações Exteriores, dando lugar a Antônio Patriota. “Não concordo com a modo como o Brasil vetou", disse Dilma. “Não sou a presidente do Brasil, mas ficaria desconfortável, como uma mulher eleita presidente do Brasil, mas ficaria desconfortável, como uma mulher eleita presidente, em não me manifestar contra o apedrejamento." Dilma criticou ainda a política de desvalorização do dólar adotada pelos Estados Unidos, mas defendeu a melhoria das relações entre Brasília e Washington. Na conversa, a presidente eleita enfatizou que seu governo buscará estreitar os laços com a administração de Barack Obama, e que tem grande admiração por sua vitória. (Págs. 1 e Nacional A6)
Dilma Rousseff
Presidente eleita
"Não concordo com as práticas medievais que são aplicadas quando se trata de mulheres. Não há nuances e eu nao farei nenhuma concessão em relação a isso" (Pág. 1)
Brasil teria oferecido ajuda contra Chávez
Mais de 40% de beneficiários do Bolsa- Família são miseráveis
Licitações vão ajudar grupos nacionais
Repasse a fantasmas envolve mais deputados (Págs. 1 e Nacional A8)
José Roberto de Toledo
O político brasileiro prefere olhar para que lado a opinião pública se mexe, para ir atrás. O problema dessa atitude é que dificilmente produz inovação. (Págs. 1 e Nacional A7)
Denis Lerrer Rosenfield
Já que o Estado se arroga a função de controlar o que considera o "bem" do cidadão, precisa ser financiado. O desfecho é a recriação da CPMF. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Visão Global
Telegrama divulgado pelo WikiLeaks mostra China preocupada com perda de poder no Conselho de Segurança. (Págs. 1 e Internacional A14)
Notas & Informações
Dilma mostra-se disposta a dar rumo diferente à política de Lula na Secretaria de Comunicação. (Págs. 1 e A3)
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Valor EconômicoManchete: Empresas já têm R$ 237 bi em caixa
Outro levantamento, feito pelo economista Geraldo Biasoto, presidente da Fundação do Desenvolvimento Administrativo (Fundap) com os balanços do terceiro trimestre de 193 empresas não financeiras na bolsa, mostra que as companhias industriais estão menos endividadas hoje do que estavam no pré-crise. Alexandre Espírito Santo, economista da Way Investimentos, diz que um caixa forte é confortável para a empresa e os acionistas em épocas de crise, como a que o mundo tenta superar agora. Além disso, ele deixa as companhias preparadas para aproveitar oportunidades de negócios. “Quando o mercado internacional voltar a crescer, os investimentos vão se acelerar e as companhias brasileiras estarão prontas para isso". (Págs. 1, D1, D3, D4 e B8)
Receita paralisa defesa comercial
No Ministério do Desenvolvimento foram barrados, por falta de informações, 16 pedidos de processos contra importações acusadas de dumping (preço abaixo do custo). Outros 38 processos em curso podem ser afetados pela falta de informações sobre preços e quantidades de compras no exterior feitas pelas empresas nos últimos cinco anos. (Págs. 1 e A5)
Gabrielli vê risco na pressa com o pré-sal
Embora não confirme, Gabrielli continuará presidindo a Petrobras após o fim do governo Lula. Ele diz que “se isso acontecer" fará mudanças na governança da empresa. A ideia é criar uma diretoria administrativa e corporativa, para permitir que a presidência possa se voltar mais para a estratégia, novos negócios e desempenho. (Págs. 1 e Al6)
Música ajuda a resgatar o pau-brasil
A madeira que deu nome ao país e foi louvada no passado por seu tingimento vermelho agora é cobiçada por outra propriedade: a combinação de densidade e flexibilidade, que fazem dos arcos de pau-brasil os melhores do mundo."Se é feito de outra madeira não é um arco", diz o archetário francês Boris Fritsch. (Págs. 1 e B16)
Mineradoras saem de novo às compras
Na sexta-feira, vários negócios multibilionários foram anunciados ou selados. Os acionistas da Andean Resources, com sede na Austrália, aprovaram a compra da canadense Goldcorp, por US$ 3,58 bilhões. A terceira maior mineradora do mundo, a Rio Tinto, fez dois anúncios. Ela disse que vai formar uma joint venture com a Aluminum Corporation, da China, e explorar recursos minerais na China e expandir a parceria com Sinosteel Corp., para explorar minério na Austrália (Págs. 1 e B10)
Aposta 'barata' no campeão Fluminense
Entre os 20 clubes brasileiros com maiores receitas, o Fluminense está no penúltimo lugar, só à frente do Vasco da Gama, pelos resultados de 2008 e 2009, segundo estudo da Crowe Horwath RCS. Nesses dois anos, o clube acumulou déficit de RS 73,4 milhões. É também o clube com a maior dívida do Brasil - R$ 329,2 milhões em 2009. (Págs. 1 e B7)
Governo quer seguir o modelo dos fundos de pensão no uso dos recursos do pré-sal (Págs. 1 e A3)
Bancos revisam suas projeções para as carteiras de crédito (Págs. 1 e C5)
Aquém do mínimo legal
CSC projeta crescimento no Brasil
Justiça apreende GPS na Luiza
Pré-sal melhora o cardápio
Especial: Inovação
'Arbitragem' no café
Times estrangeiros cobram a CEF
Ideias
Brasil quer fixar com os sócios do Mercosu1 datas e métodos para remover os obstáculos à integração comercial. (Págs. 1 e A2)
Gustavo Loyola
Com herança fiscal negativa do governo Lula e cenário externo complicado, riscos macroeconômicos são maiores. (Págs. 1 e Al5)
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-----------domingo, dezembro 05, 2010
A HORA DO ''ÂNGELUS'': 2o. DOMINGO DO ADVENTO.
Evangelho (Mateus 3,1-12)
Domingo, 5 de Dezembro de 2010
2º Domingo do Advento
— Ele está no meio de nós!
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!
1Naqueles dias, apareceu João Batista, pregando no deserto da Judeia: 2“Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo”.
3João foi anunciado pelo profeta Isaías, que disse: “Esta é a voz daquele que grita no deserto: preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas!”
4João usava uma roupa feita de pêlos de camelo e um cinturão de couro em torno dos rins; comia gafanhotos e mel do campo.
5Os moradores de Jerusalém, de toda a Judeia e de todos os lugares em volta do rio Jordão vinham ao encontro de João. 6Confessavam seus pecados e João os batizava no rio Jordão. 7Quando viu muitos fariseus e saduceus vindo para o batismo, João disse-lhes: “Raça de cobras venenosas, quem vos ensinou a fugir da ira que vai chegar? 8Produzi frutos que provem a vossa conversão. 9Não penseis que basta dizer: ‘Abraão é nosso pai’, porque eu vos digo: até mesmo destas pedras Deus pode fazer nascer filhos de Abraão.
10O machado já está na raiz das árvores, e toda árvore que não der bom fruto será cortada e jogada no fogo.
11Eu vos batizo com água para a conversão, mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu. Eu nem sou digno de carregar suas sandálias. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.
12Ele está com a pá na mão; ele vai limpar sua eira e recolher seu trigo no celeiro; mas a palha ele a queimará no fogo que não se apaga”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
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sábado, dezembro 04, 2010
EDITORIAL [In:] ''WIKILEAKS''. UMA NOVA MÍDIA ?
04/12/2010 - 08h42
Trata-se do soldado Bradley Manning, 22, um analista de inteligência do Exército americano que esteve no Iraque e está preso desde maio.
O militar enfrentará julgamento por supostamente copiar telegramas diplomáticos e pelo vazamento de relatórios sobre as guerras do Afeganistão e do Iraque.
Ele ainda é acusado de vazar vídeo que mostra o ataque de um helicóptero militar a civis iraquianos.
Mas republicanos -como Mike Huckabee- querem que o responsável seja acusado de traição e condenado à pena de morte.
Nascido em 1987 no Estado de Oklahoma, Manning alistou-se aos 18 anos. Após receber treinamento como analista de inteligência, foi enviado para Nova York e depois para a Guerra do Iraque.
Mas ficar isolado, no meio do deserto, parecia ser pouco para as ambições do soldado.
Em maio, Manning contatou Adrian Lamo, hacker americano que invadiu a página do "New York Times", Yahoo e outras empresas antes de se entregar ao FBI.
O "El País" diz que mensagens entre os dois ficaram armazenadas no computador de Lamo, que informou ao Pentágono sobre o assunto.
Ao jornal, Lamo confirmou que Manning é mesmo a fonte dos vazamentos.
"Se tivesse acesso sem precedentes a redes restritas 14 horas por dia, setes dias por semana, durante mais de oito meses, o que faria?", questionou em conversa com o hacker em 21 de maio.
No dia seguinte, Manning confessou que havia feito o download de centenas de milhares de documentos de redes secretas do Pentágono.
E tinha uma prova: um telegrama da Embaixada dos EUA em Rejkiavik, no qual se relata uma reunião entre autoridades islandesas e um assessor do embaixador britânico, que fora publicado pelo WikiLeaks em fevereiro.
Nas conversas com Lamo, o soldado diz ainda que tinha um contato com Assange.
O soldado descreveu até como fazia as cópias: entrava na sala com um CD da Lady Gaga, por exemplo, e, enquanto fingia cantar uma das músicas, apagava seu conteúdo e copiava dados da inteligência em seu lugar.
RESSENTIMENTO
Em suas conversas com Lamo, Manning demonstra frustração e ressentimento com o Exército e com os EUA. E teria confessado: "[...] Bem, enviei ao WikiLeaks. Deus sabe o que acontecerá agora. Espero que haja uma grande discussão mundial, debates, reformas".
O soldado está isolado em uma cela na base de Quantico, em Virgínia, onde é submetido a avaliações mentais.
Até agora, o Exército apenas apresentou acusações contra ele pelo roubo de dois vídeos de guerra e pelo vazamento de 50 telegramas. Por isso, ele pode ser condenado a 52 anos de prisão.
O julgamento pode ocorrer no primeiro semestre de 2011.
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Criado por Julian Assange, o site é considerado um novo ícone do jornalismo investigativo e também vem sendo duramente condenado como risco à segurança internacional.
Desde julho de 2007, o WikiLeaks publica documentos delicados por meio do que descreve como "vazamento com princípios". O site já abrigou mais de 1 milhão de documentos, desde o manual da prisão de Guantánamo até a lista de filiados do Partido Nacional britânico, de extrema-direita.
Seu vazamento de mais alto impacto havia sido em abril deste ano, com um vídeo de 2007 que aparentemente mostra um helicóptero dos EUA disparando contra um grupo em Bagdá, matando dois funcionários da agência de notícias Reuters. Assange não viaja aos EUA desde então, por receio de ser preso.
Desde então, contudo, o site voltou às manchetes de todo o mundo com vazamentos de milhares de documentos das guerras do Afeganistão e do Iraque e, em seu mais recente "lançamento", 250 mil documentos secretos diplomáticos dos EUA.
O WikiLeaks depende de donativos, mas sabe-se pouco sobre a origem e as dimensões de seu financiamento. Recentemente, Assange disse que vive como nômade, carregando um computador em uma mochila e suas roupas em outra. Após manter-se discreto por vários anos, suas aparições públicas vêm se tornando mais frequentes.
Editoria de Arte/Folhapress
sexta-feira, dezembro 03, 2010
XÔ! ESTRESSE [In:] BRECHÓ


WIKILEAKS [In:] ''O QUE SERÁ QUE SERÁ? QUE ANDAM COMBINANDO NO BREU DAS TOCAS...'' *
A crise dos segredos abertos
O Estado de S. Paulo - 03/12/2010 |
Era apenas questão de tempo. Cedo ou tarde, a divulgação a conta-gotas de 251.287 despachos diplomáticos confidenciais americanos fatalmente criaria mais do que constrangimentos para os Estados Unidos e os governos com que se relacionam. Ontem, no quarto dia de publicação das mensagens obtidas pelo site WikiLeaks e repassadas a quatro jornais e uma revista semanal que as editam (New York Times, Guardian, Le Monde, El País e Der Spiegel), o constrangimento se transformou numa crise política de proporções consideráveis, envolvendo nada menos do que os EUA e a Rússia. Já na segunda-feira vazou um documento no qual diplomatas americanos, avaliando a correlação de forças em Moscou, comparam o primeiro-ministro Vladimir Putin ao Batman das histórias em quadrinhos, relegando o presidente Dmitri Medvedev ao papel do coadjuvante Robin. A analogia destoa da boa linguagem diplomática, mas é pertinente. Pior foi o secretário de Defesa dos EUA, Robert Grave, ser citado como tendo dito que "a democracia russa desapareceu" e que Moscou está nas mãos de "uma oligarquia dirigida pelos serviços secretos". Relatos sobre a situação de outros países, incluindo perfis de seus dirigentes, altos funcionários e opositores, bem como explicações e prognósticos sobre as suas políticas, são triviais em diplomacia. Entre os afazeres dos embaixadores no estrangeiro, espionar o anfitrião é tão importante como negociar com ele. Já o interlocutor que se abre com um diplomata sabe que as suas palavras alcançarão leitores mais bem situados na hierarquia da qual aquele faz parte. Nesse jogo, baseado no princípio da confiança recíproca, uma coisa é inadmissível: a quebra do sigilo. Quando isso acontece, ainda mais como agora, em escala industrial, o desconforto é generalizado e trivialidades se transformam em fatos políticos - com risco de crise. O governo incapaz de guardar os seus segredos tem de dar conta do estrago produzido. Pois uma coisa é saber - e todos sabem -, por exemplo, que a Arábia Saudita abomina o Irã e está inquieta com o programa atômico de Teerã, e outra coisa é vir a público que o rei saudita Abdullah, por intermédio do seu embaixador em Washington, instou os EUA a atacar o país - "cortar a cabeça da serpente", teria mandado dizer. Perto disso, importa menos do que um grão de areia se o ministro brasileiro da Defesa, Nelson Jobim, de fato confidenciou ao então embaixador Clifford Sobel que o à época secretário-geral do Itamaraty, Samuel Pinheiro Guimarães, "odeia os Estados Unidos" e que o presidente boliviano, Evo Morales, tem um tumor no nariz. Mas, perto do que vazou das análises dos principais diplomatas americanos acreditados em Moscou sobre a Rússia, o constrangimento em que a negligência dos EUA deixou o monarca saudita pode não durar mais do que redemoinho no deserto. A Rússia de Putin é equiparada a uma cleptocracia autocrática, em que a elite dirigente, as agências de segurança, as oligarquias dos grandes conglomerados econômicos e o crime organizado se associaram para criar um "virtual Estado mafioso". Nada que já não se soubesse - embora sem tamanha profusão de detalhes. Mas, exposto ao mundo, o libelo leva às cordas o que o presidente Barack Obama tinha a apresentar como a sua mais promissora realização em política externa a reaproximação com a Rússia, o restart de que falou a secretária de Estado Hillary Clinton depois de seu primeiro encontro com Medvedev, no começo do ano passado. Putin não perdoará em especial o despacho do então embaixador William Burns sobre o rumor de que o círculo íntimo do líder russo ordenou a eliminação do agente Alexander Litvinenko, envenenado em Londres há 4 anos. A naturalidade com que o boato foi recebido em Moscou "diz tudo do que se espera do Kremlin", escreveu o diplomata. É improvável que os EUA consigam estancar o aluvião de bisbilhotices explosivas que viajam da internet para alguns dos mais importantes órgãos da imprensa mundial. O fracasso das primeiras tentativas de bloquear o WikiLeaks é sintomático. Em nome do direito à informação, melhor assim. --- (*) O QUE SERÁ (A FLOR DA PELE} (Chico Buarque). --- |
GOVERNO LULA/''ROYALTIES'' DO PETRÓLEO [In:] DE QUEM É O PETRÓLEO ?
Royalties do Rio nas mãos de Lula agora
Pré-sal do Rio nas mãos de Lula |
Autor(es): Agência O globo/ :Gustavo Paul |
| O Globo - 03/12/2010 |
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DILMA PRESIDENTE [In:] REPÚBLICA ''FEUDALISTA''
Dilma mantém feudo de Sarney no governo
Gerson Camarotti , Eliane Oliveira, Maria Lima e Luiza Damé |
| Autor(es): Agência O globo/ :Gerson Camarotti , Eliane Oliveira, Maria Lima e Luiza Damé |
| O Globo - 03/12/2010 |
Pelo menos cinco ministros do governo Dilma Rousseff serão formalmente anunciados hoje, no mesmo formato dos três confirmados até agora: por meio de nota ou comunicado, sem a presença da presidente eleita. Dilma decidiu antecipar a indicação do primeiro ministro do PMDB, o senador Edison Lobão (MA), ligado ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para o Ministério de Minas Energia. Para tentar diminuir a crise aberta dentro do partido aliado, o convite de Dilma a Lobão foi formalizado ontem à tarde, num encontro na Granja do Torto. Mas o impasse continua. O PMDB quer cinco ministérios, mas Dilma oferece quatro. Além de Lobão, serão confirmados Antonio Palocci (PT-SP) para a Casa Civil, o atual chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, para a Secretaria Geral da Presidência, José Eduardo Cardozo (PT-SP) para o Ministério da Justiça, e a permanência de Alexandre Padilha na pasta de Relações Institucionais. Segundo fontes da equipe de transição, não está descartado o anúncio de outros ministros ainda hoje, como a manutenção de Wagner Rossi na Agricultura. A confirmação oficial de outros já dados como certos, casos de Fernando Pimentel (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e Paulo Bernardo (Comunicações), estava prevista para semana que vem. Mas também pode ser antecipada.
Temer ainda insiste por Moreira Franco ● Descartada a indicação do secretário de Saúde do Rio, Sérgio Côrtes, a escolha do ministro da Saúde, segundo integrantes da transição, voltou à estaca zero. Além do pedido de desculpas, de Buenos Aires, o governador Sérgio Cabral teria enviado, segundo boatos que circularam ontem na equipe transição, um buquê de flores brancas para a presidente eleita. As flores foram compradas pelo sistema internacional de venda pela internet. Mais tarde, já depois das 9 da noite, outro boato: Côrtes estaria na Granja do Torto acompanhado de Palocci. A assessoria do secretário negou. Além desse impasse, Dilma ainda precisa concluir as negociações com o PMDB, que não estão fáceis. Durante todo o dia, líderes do partido se reuniram com Michel Temer e com Antonio Palocci para pressionar pela indicação de Moreira Franco numa cota pessoal do vice-presidente eleito. Os peemedebistas alegam que, se Temer não conseguir emplacar Moreira no primeiro escalão, sairá desmoralizado. Mas Dilma insiste que o PMDB só terá quatro ministérios: dois indicados pela bancada da Câmara e dois pela bancada do Senado. No Senado, a negociação está bem encaminhada e o nome mais forte para a segunda indicação dos senadores do partido é o do ex-presidente Garibaldi Alves (RN), para o Ministério de Portos. O primeiro da Câmara é o de Wagner Rossi. — Há uma guerra para ver qual é o espaço do PMDB no Ministério. O Michel disse publicamente desde o início que o Moreira era a indicação número um dele. Sua nomeação agora passa a ser extremamente importante para a estrutura do PMDB. Mas não tem sido fácil passar isso adiante — afirmou um dos interlocutores de Temer, ontem, ao final das reuniões. Com a crise aberta pela nomeação precoce feita por Sérgio Cabral, a palavra de ordem ontem era cautela entre petistas e aliados. O temor é que um anúncio antecipado se torne no dia seguinte um veto da presidente eleita. Lobão, por exemplo, nada quis dizer. — Ainda estou aguardando uma posição. Esse não é o momento de falar — despistou Wagner Rossi. — Comigo, não bateram o martelo. Muita gente que bateu o martelo de forma antecipada, teve que voltar atrás — reforçou o governador Jaques Wagner (PT-BA), que indicou nomes para os ministérios do Nordeste. Nas seguidas reuniões do PMDB, o partido sinalizou que se a cota não for de cinco ministérios, a conta do partido não fecha. Para a segunda vaga da Câmara, o PMDB chegou a ser sondado para ocupar o Ministério da Previdência, mas a proposta não foi bem recebida. O presidente do PT, José Eduardo Dutra, considerou natural que os partidos façam suas reivindicações por maior espaço e acha que até o dia da posse tudo estará resolvido. — Eu tenho plena confiança que todos os partidos que fazem parte dessa coligação estão empenhados em garantir o sucesso do governo. Vão estar representados de acordo com o peso de cada um. Até a posse, vai se confirmar o Ministério em que todos os partidos vão estar representando e atuando para sucesso do governo Dilma — disse Dutra. Há um impasse também na escolha do ministro dos Transportes. O presidente do PR, Alfredo Nascimento (AM), tenta se viabilizar para voltar ao cargo, mas ontem entrou e saiu de um encontro com Dilma sem qualquer definição. A presidente eleita reclamou que o PR precisa entrar em um consenso sobre os nomes, já que além de Nascimento, o presidente da Confederação Nacional dos Transportes, Clésio Andrade, indicou o deputado Jaime Martins (PR-MG) para o mesmo cargo. A presidente pediu que o PR se entenda até a próxima terça-feira, para que possa anunciar o escolhido. |
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DILMA PRESIDENTE [In:] DUELO DE TITANS
Duelo entre Mantega e Meirelles
O último duelo de Mantega e Meirelles | ||
Autor(es): Luciano Pires e Liana Verdini | ||
| Correio Braziliense - 03/12/2010 | ||
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, travam um duelo sobre o combate à disparada dos preços. Uma das saídas pode ser o aumento do compulsório para os bancos. Inflação em alta acirra divergências entre o ministro da Fazenda e o presidente do Banco Central sobre o aumento dos juros. Como alternativa, a autoridade monetária pode subir o depósito compulsório dos bancos Adversários no discurso e na prática, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, armam-se para um último duelo. Com os índices da inflação nas alturas — as projeções apontam para 6% neste ano e em 2011, acima do centro da meta de 4,5% perseguida pelo BC —, a política de juros e a estabilidade da economia viraram, de novo, motivos de embates entre os dois principais personagens da atual equipe econômica. Às vésperas de mais uma reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), ambos divergem sobre o remédio a ser ministrado para estancar o repique de preços. --- |
DILMA PRESIDENTE/MINISTÉRIOS [In:] NO MEIO DO CAMINHO TINHA UM ''CARDOZO''; TINHA UM ''CARDOZO'' NO MEIO DO CAMINHO ... *
CARDOZO FECHA A COTA DE DILMA
NOVO LOTE DE NOMES COM O "OK" DE DILMA | |
Autor(es): Denise Rothenburg | |
| Correio Braziliense - 03/12/2010 | |
A presidente eleita escolheu o deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP), um dos coordenadores da campanha, para o Ministério da Justiça. Já o PMDB emplacou Edison Lobão em Minas e Energia, e Wagner Rossi na Agricultura. A presidente eleita planeja confirmar hoje mais uma lista de figuras que vão compor o seu ministério. Cardozo, na Justiça, além dos peemedebistas Lobão (Minas e Energia) e Wagner Rossi (Agricultura), está confirmado Está tudo pronto para que a presidente eleita, Dilma Rousseff, anuncie hoje mais um lote de ministros. Entre a madrugada e a tarde de ontem, por exemplo, ela escolheu mais três: José Eduardo Cardozo (PT-SP) para a Justiça; Wagner Rossi (PMDB-SP), para Agricultura, e o senador reeleito Edison Lobão (PMDB-MA), que retorna ao Ministério de Minas e Energia. Os anúncios devem ser feitos por nota oficial, conforme ocorreu com os nomes já oficializados. O time e as cifras === (*) Parafraseando Drummond de Andrade. --- |
quinta-feira, dezembro 02, 2010
XÔ! ESTRESSE [In:] ''... AND THE OSCAR (wilde) GOES TO...''


EUA/MUNDO/''HACKERs'' [In:] A QUE(M) SERVIÇO PRESTAM ?
O que o vazamento do WikiLeaks ensina
Autor(es): Agência O globo/ : |
| O Globo - 02/12/2010 |
O australiano Julian Assange, o hacker responsável pelo site WikiLeaks, o terror de autoridades no mundo inteiro, devido ao vazamento de informações que patrocina, é considerado por David Brooks, colunista do "New York Times, um "anarquista à moda antiga", para quem todas as instituições são corruptas e os pronunciamentos públicos, mentiras deslavadas.
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BRASIL/EDUCAÇÃO [In:] REPROVADO !!!
Falta qualidade à educação no país, diz estudo
Nas escolas públicas, deficiência de aprendizado |
Autor(es): Agencia o GloboAdauri Antunes Barbosa |
| O Globo - 02/12/2010 |
Um estudo do movimento Todos pela Educação concluiu que apenas 14,8% dos estudantes que concluem o ensino fundamental e 11% dos que terminam o ensino médio sabem matemática. O desempenho em língua portuguesa também é ruim. Dados do Todos pela Educação mostram que alunos concluem o ensino médio sem saber matemática e português |
DILMA PRESIDENTE [In:] BASE DESALINHADA - II
PMDB reage e veta Côrtes para a Saúde
Reação no PMDB barra Côrtes na Saúde |
Autor(es): Eugênia Lopes, Vera Rosa, Rosa Costa |
| O Estado de S. Paulo - 02/12/2010 |
Depois de ser indicado e anunciado como escolhido para o Ministério da Saúde do novo governo, o médico ortopedista Sérgio Côrtes viu seu nome ser descartado. A mudança decorreu de uma crise política envolvendo o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e a bancada do partido na Câmara dos Deputados. A própria presidente eleita, Dilma Rousseff, se encarregou de dar o recado. "Ainda não escolhi o meu ministro da Saúde", disse.
Cabral era o padrinho da indicação, que não foi acatada nem pelo vice de Dilma, o deputado Michel Temer (PMDB-SP), nem pela bancada do partido. Dilma ficou irritada com o que chamou de "precipitação" no anúncio de nomes do ministério. Em reunião com médicos, ontem, no Centro Cultural Banco do Brasil, ela afirmou que os indicados para o setor ainda não foram definidos. "Eu queria deixar claro para vocês que ainda não escolhi o meu ministro da Saúde", alertou, diante de uma plateia formada por nomes de peso, como o cardiologista Adib Jatene. E acrescentou: "Mas ele (o novo ministro) honrará a tradição de Temporão e Adib Jatene". "O anúncio precipitado do nome de Côrtes o fez, provavelmente, dormir ministro e acordar sem a pasta", resumiu o deputado Rocha Loures (PR). Em reunião na Câmara, as lideranças do PMDB rejeitaram endossar o nome do secretário de Saúde do Rio. Se a presidente quiser mantê-lo, ele entra como parte de sua "cota pessoal", disseram. Foi o próprio governador Cabral que, no Rio, anunciou formalmente a suposta escolha de Sérgio Côrtes para suceder a José Gomes Temporão. "Foi feito o convite por mim, em nome da presidente, e ele aceitou", confirmou Cabral na terça-feira à tarde, no Rio. No encontro da noite anterior, na Granja do Torto, Dilma advertiu o governador de que a indicação teria de passar pelo crivo do PMDB na Câmara e no Senado. Fato consumado. Em conversas reservadas, integrantes da equipe de transição entendem que Cabral quis "criar um fato consumado" e acabou causando desconforto político na aliança governista. O presidente do PMDB, Michel Temer, não escondeu sua contrariedade com o anúncio de Côrtes - ele sequer participou da reunião em que o assunto foi tratado. Segundo seu relato, Cabral lhe telefonou para dizer que o pedido partiu de Dilma. "Ele disse: "Ó Temer, não procurei ninguém (do partido) porque isso foi cota pessoal. Ela (a presidente) me chamou, queria um técnico para a Saúde, disse que aprecia muito o trabalho de Sérgio Côrtes e, portanto, entrava na cota pessoal dela"", afirmou o vice eleito. Além disso, a cúpula do PT descobriu que há várias denúncias contra a gestão de Côrtes na Saúde do Rio. Sabendo da contrariedade da bancada, Temer pediu licença a Cabral para relatar a conversa ao partido. "Pode divulgar", respondeu Cabral. O PMDB adianta que não pretende ser "barriga de aluguel" para abrigar o indicado de Sérgio Cabral. Assim como Nelson Jobim, na Defesa, não pode ser creditado à conta do partido, o mesmo se aplicaria no caso da Saúde. Ao final do encontro da bancada, ontem, o líder do partido na Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), foi evasivo sobre a manutenção da indicação de Côrtes: "Pode ser que sim, pode ser que não." COLABORARAM ANDREA JUBÉ VIANNA, DENISE MADUEÑO e CHRISTIANE SAMARCO. |
DILMA PRESIDENTE [In:] BASE DESALINHADA
Aliados e Lula ainda dominam indicações
Cobertor curto de Dilma na Esplanada | |
Autor(es): Tiago Pariz | |
| Correio Braziliense - 02/12/2010 | |
Apenas 15% dos nomes anunciados para o futuro governo foram escolhidos pessoalmente por Dilma Rousseff. A maioria dos futuros servidores do primeiro escalão reflete os interesses das legendas que a elegeram ou pertencem à cota do atual presidente. Imersa entre as preferências dos partidos aliados e as de Lula, a presidente eleita fica com espaço restrito para compor o ministério que espelhe suas convicções. Até agora, só 15% das indicações são dela A presidente eleita, Dilma Rousseff, tem pouca margem de manobra para dar a cara que gostaria à equipe de governo. Entre as imposições do mentor Luiz Inácio Lula da Silva e dos cargos em disputa pelos partidos aliados, ela conseguiu emplacar até agora seis nomeações de sua lavra pessoal, o que representa cerca de 15% do total de pastas distribuídas na Esplanada. |