PENSAR "GRANDE":

***************************************************
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
***************************************************


“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

----

''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

=========
# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
1Radio 1455824919 nhm...

valor ...ria...nine

folha gmail df1lkrha

***

segunda-feira, setembro 05, 2011

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


05 de setembro de 2011

O Globo


Manchete: OAB: arquivar homicídios aumenta impunidade

Entidades alertam que falta de investigação é fracasso institucional

Entidades como a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), além de grupos de defesa de direitos humanos, criticaram o arquivamento em massa de inquéritos de homicídios no Brasil e disseram que a prática aumenta a impunidade. O GLOBO revelou que para cumprir a meta de produtividade, promotores estão arquivando investigações de assassinatos. Para o presidente da OAB, Wadih Damous, a falta de apuração alimenta no cidadão a ideia de fracasso institucional e descrença na Justiça. A AMB cobrou mudanças no sistema processual penal e mais eficiência na proteção a testemunhas. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, cobrou providências do Conselho do Ministério Público e de Justiça. (Págs. 1 e 3)

PT amplia alianças para eleição de 2012

Partido abre caminho para se aliar a PMDB e PSD; na coligação proporcional, cabem até os tucanos

Para eleger mais prefeitos, o PT aprovou em seu congresso uma política de alianças ampla, abrindo caminho para compor com o PMOB, todos os partidos da base e o PSD de Gilberto Kassab, sem restrições ideológicas. Com o PSDB, DEM e PPS, considerados adversários, foi proibida a formação de chapas de prefeito e vice, mas não alianças proporcionais, para vereador. A resolução aprovada pelo PT defende a regulamentação da mídia. O partido fará campanha para pressionar o governo e o Congresso a tratar do assunto. (Págs. 1 e 5)

Maior parte da Somália já enfrenta fome

A ONU vai anunciar hoje que quatro milhões de somalis - mais da metade da população - estão em situação de emergência alimentar, com novas regiões do país atingidas pela fome. Na África Oriental, o total já chega a 13 milhões, dizem as agências humanitárias. (Págs. 1 e 23)

------------------------------------------------------------------------------------

Folha de S. Paulo


Manchete: Marta larga na frente na disputa pela prefeitura

Senadora é favorita em qualquer cenário do Datafolha; preferido de Lula marca 2%

Marta Suplicy (PT) lidera a disputa pela Prefeitura de São Paulo em todos os cenários tratados pelo Datafolha. A média de vantagem da senadora sobre os adversários é de 14 pontos.

Marta obtém sua menor folga na simulação em que o candidato tucano é José Serra - nesta, aparece com 29%, contra 18% do rival, vantagem de 11 pontos. (Págs. 1 e Poder A4)

Análise

Momento ainda não reflete efeito que terá o marketing, escreve Mauro Paulino. (Págs. 1 e Poder A6)

Prefeito é aprovado por 24%; menor taxa em quatro anos (Págs. 1 e Poder A6)


CGU quer Ficha Limpa para cargos públicos

Em entrevista à TV Folha, o ministro Jorge Hage (Controladoria-Geral da União) defendeu a extensão da Lei da Ficha Limpa a todos os cargos públicos. A ideia depende da aprovação de lei pelo Congresso.

"Deveríamos exigir a Ficha Limpa para qualquer cargo público", disse o ministro da CGU, em entrevista que integra o especial "O Custo da Corrupção", publicado ontem na Folha e na Folha.com. (Págs. 1 e Poder, A8)

PT amplia arco de alianças até o PSD de Kassab

O PT aprovou, em seu 4º congresso, resolução que autoriza ampla política de alianças para as eleições municipais de 2012, inclusive com o PSD do prefeito Gilberto Kassab. A reunião foi marcada por ataques ao PMDB do vice-presidente Michel Temer. (Págs. 1 e Poder A7)

The New York Times: Roger Cohen

É preciso apoiar os libertados no Norte da África

Nos últimos meses, 100 milhões de árabes do Norte da África foram libertados. Não havia onda de libertação como essa desde a queda do Muro de Berlim. É preciso dar apoio para que moldem suas vidas. (Págs. 1 e 2)

Dez anos depois, 36% têm medo de novo ataque

Um dos principais legados dos atentados de 11 de Setembro na sociedade americana foi o surgimento de uma cultura do medo.

Uma década depois, pesquisas indicam que 36% dos americanos temem ser vítimas de novos ataques terroristas no futuro. (Págs. 1 e Mundo A15)

Entrevista da 2ª: Madeleine Albright

'Ascensão global do Brasil é boa para os EUA'

Alguns paises têm ganhado poder no mundo, como o Brasil, mas isso não significa um declínio dos EUA, afirma a ex-secretária de Estado americano Madeleine Albright. Essa ascensão de outras nações é boa para os EUA dividirem responsabilidades, avalia. (Págs. 1 e A16)

Saúde: Cartazes fortes não reduzem tabagismo, diz pesquisador (Págs. 1 e C10)




FolhaInvest: Decisão do BC de baixar juros muda cenário de aplicações (Págs. 1 e B1)


Editoriais

Leia "O papel do governo", que defende menos intervenção na economia, e "Soldados na favela", sobre adiamento na implementação de UPPs no Rio. (Págs. 1 e Opinião A2)

------------------------------------------------------------------------------------

O Estado de S. Paulo


Manchete: PT cria brecha para formar alianças até com oposição

Com aval do ex-presidente Lula, medida permitirá ao partido se aliar ao PSDB em Belo Horizonte

Com aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT aprovou ontem uma diretriz para as eleições municipais de 2012 que abre brecha para aliança com a oposição. Apesar de a resolução do Congresso do PT citar que PSDB, DEM e PPS são "adversários", o comando petista atuou para impedir que essas alianças fossem vetadas. A medida atende especialmente ao partido em Minas Gerais, onde o PT quer apoiar a reeleição do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, do PSB com ajuda dos tucanos. "Não podemos fazer alianças de esquerda e depois ir para a direção nacional e pedir exceções", avisou o presidente do PT, deputado Rui Falcão. O governo agiu para amenizar a proposta do partido que defendia a criação de marco regulatório para a mídia. Apesar de ter conseguido que o PT aprovasse apenas moção nesse sentido, em vez de resolução, o partido votou a favor do documento que faz críticas à imprensa. (Págs. 1 e Nacional A4 e A8)

Foto legenda: Em família

A presidente assiste à substituição da Bandeira Nacional com o neto, Gabriel, e a filha, Paula. (Págs. 1 e Nacional A6)

Cana brasileira já não a mais barata do mundo

O Brasil perdeu a liderança no ranking dos países com custo mais baixo para produção de cana-de-açúcar. O resultado reflete a crise dos produtores nacionais. (Págs. 1 e Economia B1)


Negócios: União improvável cria gigante no varejo

As redes de drogarias São Paulo e Pacheco queriam comprar uma a outra. Mas se uniram, criando o maior grupo do País, com vendas de R$ 4,4 bilhões. (Págs. 1 e Negócios)

Islã foi a base da revolução, diz líder líbio

Em entrevista a Lourival Santa'Anna, o xeque Ali Salabi diz que a religião foi o 'combustível' da rebelião, mas defende a moderação e o pluralismo. (Págs. 1 e Internacional A8)

Strauss-Kahn volta à França sem apoio político (Págs. 1 e Internacional A9)



Programa de imunização terá menos injeções (Págs. 1 e Vida A12)


TV 3D deve ficar mais barata e se popularizar (Págs. 1 e Economia B12)


Carlos A. Sardenberg

Entre a economia e a política

A presidente Dilma pode colher inflação elevada e crescimento raso. Terá ela tudo planejado ou está seguindo assim no vai-da-valsa? (Págs. 1 e Economia B2)


Notas & Informações

A carga tributária indireta

Ela representa quase 40% do total arrecadado pelos três níveis de governo. (Págs. 1 e A3)

------------------------------------------------------------------------------------

Correio Braziliense


Manchete: PT abre alianças e recua sobre o controle da mídia

Em decisão inédita na história do partido, petistas reunidos em congresso dão sinal verde para coligações com todas as siglas que integram base aliada, em especial o PMDB, podendo chegar ao PSD. Resolução sobre a atuação da imprensa foi trocada por moção de apoio à criação de "agência estratégica". (Págs. 1, 3 e 4)

Foto legenda: Ilustre presença

Pela primeira vez, desde que assumiu a presidência, Dilma Roussef assistiu à troca da bandeira. Ao lado dela estavam a filha, o neto, o governador Agnelo Queiroz e o ministro da Defesa, Celso Amorim, que também estreava no evento. (Págs. 1 e 5)

Sob suspeita há 32 anos

Arapongas da ditadura investigaram, em 1979, a vida política de Pedro Novais, hoje ministro do Turismo. Descobriram que de
“subversivo” ele não tinha nada. Já em outros quesitos ... (Págs. 1 e 2)

Ensino superior: Faculdades proliferam fora do Plano

Os empresários da educação descobriram o potencial das regiões periféricas. No Distrito Federal, 60% dos câmpus estão localizados em cidades além do Plano Piloto. O fenômeno é explicado pelo avanço da economia, que permitiu a milhares de brasileiros o acesso aos cursos superiores. (Págs. 1 e 19)

Tensão na 408 Sul

O corretor de imóveis Renato Girão prendeu a noiva e a manteve sob mira de espingarda por duas horas. Só se entregou após a intervenção de três negociadores da PM. (Págs. 1 e 21)

Queimadas

Corpo de Bombeiros registrou, ontem, 176 focos de incêndio no DF. O maior deles ocorreu em Planaltina. (Págs. 1 e 24)

Consumidor

Cai o número de operadoras de planos de saúde e aumentam as queixas. O setor é recorde de reclamações. (Págs. 1 e 8)

Nas ruas pela Copa

Cerca de 200 pessoas participaram ontem de caminhada no Eixão do Lazer em apoio à candidatura de Brasília ao jogo de abertura do Mundial de futebol de 2014. (Págs. 1 e 9)

------------------------------------------------------------------------------------

Valor Econômico


Manchete: Novo Código deverá reduzir risco jurídico para empresas

O novo Código de Processo Civil vai reduzir expressivamente o risco jurídico brasileiro e diminuir as chances de que o passado seja, como é hoje, uma fonte de surpresas desagradáveis para as empresas em suas relações com o Fisco. Segundo o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), duas mudanças vão afetar diretamente a vida das empresas. A primeira é que as companhias que têm os mesmos pedidos na Justiça tenham a mesma decisão. A segunda é que as mudanças de entendimento do Judiciário, que trazem inesperados custos adicionais de impostos e de produção às empresas, só podem valer a partir de posição definitiva dos tribunais superiores.

Essas duas mudanças estão previstas na reforma do Código de Processo Civil (CPC) e podem transformar-se em realidade a partir de 2013. O texto já foi aprovado no Senado e, se passar na Câmara, vai impedir que empresas que contam com decisões judiciais para não pagar determinados tributos tenham de fazê-lo, caso o Judiciário mude de posição, arcando inclusive com custos por anos anteriores à nova orientação. "Os empresários precisam de previsibilidade", disse Fux. "Todos precisam saber o dia de amanhã e o CPC vai prever isso", afirmou o ministro, em entrevista ao Valor. (Págs. 1 e A16)

Estados voltam a conceder incentivo fiscal

Dos seis Estados que tiveram incentivos fiscais do ICMS julgados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal, dois - Rio e Mato Grosso do Sul - já restabeleceram ao menos parte dos benefícios derrubados. Espírito Santo e Pará também voltaram a editar novos benefícios sem aprovação do Confaz.

O governo paulista tem autuado empresas que utilizam incentivos de outros Estados para abater o ICMS devido em São Paulo. Andrea Calabi, secretário da Fazenda, diz que R$ 9 bilhões em créditos de incentivos estão sendo questionados. Há mais R$ 13 bilhões em pedidos de créditos de ICMS que as empresas querem usar para abater o imposto. "Se houver convalidação dos incentivos, os R$ 9 bilhões viram pó e os R$ 13 bilhões viram ouro. E São Paulo perde R$ 22 bilhões". (Pàgs. 1 e A4)

TIM prepara oferta de ações de até R$ 3 bi

A Telecom Italia prepara uma oferta subsequente de ações da TIM Participações com potencial para movimentar entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões. A intenção da controladora é vender parte das ações que excedem o controle, já que sua participação na empresa é de 67%. A decisão não está completamente fechada, mas já existem bancos contratados para a possível transação.

A operação não deve surpreender por completo o mercado, pois a Telecom Italia já havia dado sinais de que poderia se desfazer desse adicional do controle em 2007, quando, na época, chegou a anunciar uma oferta pública de ações preferenciais. (Págs. 1 e D1)

Foto legenda: Mais transgênicos

A Coamo, maior cooperativa rural do país, plantará quase toda área de soja e milho com transgênicos. O prêmio ao grão convencional deixou de ser compensador, diz José Galassini, presidente. (Págs. 1 e B11)

TCU quer 'quarentena' de 1 ano nas agências

O Tribunal de Contas da União (TCU) sugeriu à Casa Civil a ampliação, dos quatro meses atuais para um ano, do período de quarentena ao qual são submetidos diretores que deixam seus cargos nas agências reguladoras. A corte também propôs a definição de
"requisitos mínimos de transparência no processo decisório das agências", tendo como modelo a Aneel - primeiro órgão regulador, por exemplo, a ter reuniões públicas de diretoria colegiada.

Para o ministro José Jorge, o período de quatro meses "é curto para os moldes internacionais, sujeitando-os a pressões e possibilitando sua captura pelos setores regulados". (Págs. 1 e A4)

A difícil tarefa de eliminar as LFTs

Ter uma taxa de juros baixa é pré-condição para que o governo consiga cumprir seu desejo de substituir a parcela da dívida atrelada à Selic por papéis prefixados. Para convencer os investidores a trocar as LFTs que carregam em suas carteiras será necessário garantir que a inflação estará sob controle nos próximos anos - convicção que hoje não existe.

O objetivo de reduzir a fatia das LFTs, hoje de 32% do total da dívida, para algo entre 5% e 6% até 2014 é ambicioso, pode até custar caro aos cofres públicos ou afetar, como efeito colateral, o prazo médio da dívida, avaliam especialistas. Outro efeito temido é a transferência dos recursos que hoje estão em títulos pós-fixados para as operações compromissadas do Banco Central - que pagam uma taxa próxima à Selic e têm curtíssimo prazo. (Págs. 1 e C8)

Justiça pune assédio entre empregados

O título de "chifrudo" conferido a um trabalhador por colegas do mesmo nível hierárquico levou a Justiça do Trabalho a condenar uma empresa a pagar R$ 10 mil ao empregado. O trabalhador, traído pela esposa - empregada da mesma companhia - foi motivo de chacota entre os funcionários. A 5ª Vara do Trabalho de Betim julgou que a empregadora não agiu para evitar o constrangimento e a humilhação sofrida pelo empregado. Casos como esse, juridicamente chamados de assédio moral horizontal, têm crescido no Judiciário, assim como as penalidades aplicadas às empresas que não evitam o problema. A Justiça também tem reconhecido que os colegas que perseguem outros podem ser demitidos por justa causa. (Págs. 1 e E1)

Netflix enfrentará forte concorrência

A maior locadora virtual dos EUA anuncia hoje sua estratégia para o Brasil e chega à América Latina com o desafio de obter em um mercado com características bem diferentes o sucesso que a tornou referência mundial na transmissão de vídeo sob demanda na internet.

A Netflix encontrará forte concorrência. De cara, enfrentará quatro rivais de peso: a brasileira NetMovies, que tem um modelo de negócios semelhante e que ganhou poder financeiro ao ser comprada pelo fundo de investimento Tiger Global; a Livraria Saraiva, que tem o Saraiva Digital, com 30 mil assinantes, e Net e Telefônica, que buscam se proteger com os serviços Now e On Video. (Págs. 1 e B1)

Pessoas físicas reduzem investimento em ações em R$ 5,2 bilhões até agosto (Págs. 1 e D3)


Isolux, dirigida par Batista, ganha linha estratégica em leilão de transmissão (Págs. 1 e B6)


China amplia seus investimentos no setor industrial no Brasil (Págs. 1 e A2)


Desafio à competitividade

Estudo do economista Jorge Arbache, assessor da presidência do BNDES e professor da UnB, mostra que a transformação demográfica no Brasil, com desaceleração na taxa de crescimento da população em idade ativa, já afeta a competitividade da indústria. (Págs. 1 e A5)

Montadoras pisam no freio

Mesmo com os bons resultados de vendas em agosto, as concessionárias de automóveis alertam para o aumento do nível dos estoques e as montadoras reduzem a produção para se adequar à demanda. (Págs. 1 e B8)

Joint venture agrícola

A empresa agrícola brasileira Agrifinna, que conta com investidores estrangeiros de peso, prepara-se para criar uma joint venture com um grande fundo de private equity. (Págs. 1 e B11)

A dura batalha do consignado

A concorrência imposta pelos grandes bancos no mercado de crédito consignado já deixa marcas nos balanços das instituições de menor porte. A principal delas é a alta das comissões pagas aos agentes terceirizados que distribuem essas operações. (Págs. 1 e C1)

Banco Votorantim muda comando

O Banco Votorantim tem um novo presidente. João Roberto Gonçalves Teixeira, que em fevereiro deixou a vice-presidência de clientes de atacado do Santander, assumiu o posto em substituição a Wilson Massao Kuzuhara. (Págs. 1 e C8)

Semana decisiva na bolsa

Após esboçar uma recuperação na semana passada, a bolsa terá uma agenda decisiva nos próximas dias que poderá definir uma tendência, com o boletim Focus na segunda, IPCA na terça e a ata do Copom na quinta-feira. (Págs. 1 e D2)

Ideias

Sergio Leo

Deve crescer no Brasil a aplicação de sobretaxas contra as importações de setores subsidiados no país de origem. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Gustavo Loyola

Com o inesperado corte dos juros, o Banco Central subverteu princípios basilares do regime de metas para inflação. (Págs. 1 e A11)

------------------------------------------------------------------------------------

Estado de Minas


Manchete: Aumento do barulho

Expansão da construção civil em BH tem como efeito colateral a elevação do ruído das obras, que tira o sossego dos vizinhos

O sofrimento provocado pela barulheira ecoa no serviço Disque-sossego da prefeitura. As queixas são de ruído acima do limite ou fora do horário permitido. De janeiro a agosto, foram 708 reclamações, contra 443 em todo o ano passado. Por outro lado, há apenas 24 fiscais para atender a todas as ocorrências de infrações ambientais. Especialistas sugerem a adequação de equipamentos e o uso de serras e furadeiras em ambientes fechados. (Págs. 1, 17 e 18)

Mais leitos: Hospitais de BH investem R$ 1 bi

Recursos serão aplicados nos próximos três anos para ampliar a rede em 2 mil leitos e melhorar o atendimento aos usuários dos planos de saúde. (Págs. 1, 10 e 11)

Vendas de sentenças: Fraude judicial pode ser maior

Relatório da PF aponta que comércio de habeas corpus para traficantes envolveria policiais, além de desembargador do TJMG, advogado e empresário. (Págs. 1 e 6)

Desvio de verba: Gestores públicos de MG têm de devolver R$ 8 mi (Págs. 1 e 3)



Consumidor: Aposentada devolve geladeira por não ter como pagar (Págs. 1, 12 e 13)




------------------------------------------------------------------------------------

Jornal do Commercio


Manchete: Falta espaço na areia

Na série de reportagens Descaso no Litoral, conheça hoje a realidade das praias urbanas. Desordem dos ambulantes e sujeira destroem a paisagem de Boa Viagem, Pina, Olinda e Paulista. Barulho, animais e veículos são intrusos incômodos. (Págs. 1 e 12)

Redução de impostos divide empresários (Págs. 1 e 9)


Tufão violento mata 20 no oeste do Japão (Págs. 1 e 7)


Interdição parcial no aeroporto de Noronha (Págs. 1 e Capa Dois)


PT limita reeleição de seus parlamentares (Págs. 1 e 3)


------------------------------------------------------------------------------------

Zero Hora


Manchete: Recorde em máquinas puxa vendas na Expointer

Feira de Esteio movimentou total de R$ 889,3 milhões em nove dias de comercialização. (Págs. 1, 14 e 15)

Imprensa: PT convoca PT para tentar regular mídia

Congresso nacional do partido apela a militantes para retomar debate. (Págs. 1 e 6)

------------------------------------------------------------------------------------

Brasil Econômico


Manchete: Novo cálculo da aposentadoria cria rombo de R$ 38 bi

Congresso pode acabar com fator previdenciário, ampliar em até 30% o valor dos benefícios elevar déficit da Previdência a patamar inédito. (Págs. 1 e 10)

"O que se discute não é o fator previdenciário que já deveria estar enterrado há tempos, mas a necessidade de se ter algo muito melhor no lugar"

Garibaldi Alves Filho
Ministro da Previdência

Indústria ferroviária deslancha e vai faturar perto de R$ 4 bilhões (Págs. 1 e 4)


PT, presidido por Rui Falcão, quer maior controle para juros, câmbio e mídia (Págs. 1 e 40)


Carros chineses associam suas marcas a famosos

Lifan contrata o apresentador Rodrigo Faro, da Record, depois que a JAC Motors vendeu 15 mil carros com Fausto Silva, da Globo. (Págs. 1 e 22)

Marisa se deixa seduzir pelos cosméticos

A rede lança a marca própria Body Essence e corre para competir com a Renner, que vende artigos de sua marca própria desde 2004. (Págs. 1 e 24)

Microcrédito é arma do BB para atrair baixa renda

Empréstimo de menor valor é porta de entrada para cliente que pode ficar por 20 anos no banco. (Págs. 1 e 30)

LG vai entrar na área de saúde e estuda aquisições e parcerias no Brasil para disputar um mercado que fatura mais de R$ 7 bilhões ao ano (Págs. 1 e 27)


Após 90 anos fabricando meias tradicionais, a Lupo, de Valquírio Cabral Junior, vai produzir linha esportiva como licenciada da Puma (Págs. 1 e 26)


------------------------------------------------------------------------------------

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

Sinopses anteriores:

05 de setembro de 2011

O Globo


Manchete: OAB: arquivar homicídios aumenta impunidade

Entidades alertam que falta de investigação é fracasso institucional

Entidades como a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), além de grupos de defesa de direitos humanos, criticaram o arquivamento em massa de inquéritos de homicídios no Brasil e disseram que a prática aumenta a impunidade. O GLOBO revelou que para cumprir a meta de produtividade, promotores estão arquivando investigações de assassinatos. Para o presidente da OAB, Wadih Damous, a falta de apuração alimenta no cidadão a ideia de fracasso institucional e descrença na Justiça. A AMB cobrou mudanças no sistema processual penal e mais eficiência na proteção a testemunhas. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, cobrou providências do Conselho do Ministério Público e de Justiça. (Págs. 1 e 3)

PT amplia alianças para eleição de 2012

Partido abre caminho para se aliar a PMDB e PSD; na coligação proporcional, cabem até os tucanos

Para eleger mais prefeitos, o PT aprovou em seu congresso uma política de alianças ampla, abrindo caminho para compor com o PMOB, todos os partidos da base e o PSD de Gilberto Kassab, sem restrições ideológicas. Com o PSDB, DEM e PPS, considerados adversários, foi proibida a formação de chapas de prefeito e vice, mas não alianças proporcionais, para vereador. A resolução aprovada pelo PT defende a regulamentação da mídia. O partido fará campanha para pressionar o governo e o Congresso a tratar do assunto. (Págs. 1 e 5)

Maior parte da Somália já enfrenta fome

A ONU vai anunciar hoje que quatro milhões de somalis - mais da metade da população - estão em situação de emergência alimentar, com novas regiões do país atingidas pela fome. Na África Oriental, o total já chega a 13 milhões, dizem as agências humanitárias. (Págs. 1 e 23)

------------------------------------------------------------------------------------

Folha de S. Paulo


Manchete: Marta larga na frente na disputa pela prefeitura

Senadora é favorita em qualquer cenário do Datafolha; preferido de Lula marca 2%

Marta Suplicy (PT) lidera a disputa pela Prefeitura de São Paulo em todos os cenários tratados pelo Datafolha. A média de vantagem da senadora sobre os adversários é de 14 pontos.

Marta obtém sua menor folga na simulação em que o candidato tucano é José Serra - nesta, aparece com 29%, contra 18% do rival, vantagem de 11 pontos. (Págs. 1 e Poder A4)

Análise

Momento ainda não reflete efeito que terá o marketing, escreve Mauro Paulino. (Págs. 1 e Poder A6)

Prefeito é aprovado por 24%; menor taxa em quatro anos (Págs. 1 e Poder A6)


CGU quer Ficha Limpa para cargos públicos

Em entrevista à TV Folha, o ministro Jorge Hage (Controladoria-Geral da União) defendeu a extensão da Lei da Ficha Limpa a todos os cargos públicos. A ideia depende da aprovação de lei pelo Congresso.

"Deveríamos exigir a Ficha Limpa para qualquer cargo público", disse o ministro da CGU, em entrevista que integra o especial "O Custo da Corrupção", publicado ontem na Folha e na Folha.com. (Págs. 1 e Poder, A8)

PT amplia arco de alianças até o PSD de Kassab

O PT aprovou, em seu 4º congresso, resolução que autoriza ampla política de alianças para as eleições municipais de 2012, inclusive com o PSD do prefeito Gilberto Kassab. A reunião foi marcada por ataques ao PMDB do vice-presidente Michel Temer. (Págs. 1 e Poder A7)

The New York Times: Roger Cohen

É preciso apoiar os libertados no Norte da África

Nos últimos meses, 100 milhões de árabes do Norte da África foram libertados. Não havia onda de libertação como essa desde a queda do Muro de Berlim. É preciso dar apoio para que moldem suas vidas. (Págs. 1 e 2)

Dez anos depois, 36% têm medo de novo ataque

Um dos principais legados dos atentados de 11 de Setembro na sociedade americana foi o surgimento de uma cultura do medo.

Uma década depois, pesquisas indicam que 36% dos americanos temem ser vítimas de novos ataques terroristas no futuro. (Págs. 1 e Mundo A15)

Entrevista da 2ª: Madeleine Albright

'Ascensão global do Brasil é boa para os EUA'

Alguns paises têm ganhado poder no mundo, como o Brasil, mas isso não significa um declínio dos EUA, afirma a ex-secretária de Estado americano Madeleine Albright. Essa ascensão de outras nações é boa para os EUA dividirem responsabilidades, avalia. (Págs. 1 e A16)

Saúde: Cartazes fortes não reduzem tabagismo, diz pesquisador (Págs. 1 e C10)




FolhaInvest: Decisão do BC de baixar juros muda cenário de aplicações (Págs. 1 e B1)


Editoriais

Leia "O papel do governo", que defende menos intervenção na economia, e "Soldados na favela", sobre adiamento na implementação de UPPs no Rio. (Págs. 1 e Opinião A2)

------------------------------------------------------------------------------------

O Estado de S. Paulo


Manchete: PT cria brecha para formar alianças até com oposição

Com aval do ex-presidente Lula, medida permitirá ao partido se aliar ao PSDB em Belo Horizonte

Com aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT aprovou ontem uma diretriz para as eleições municipais de 2012 que abre brecha para aliança com a oposição. Apesar de a resolução do Congresso do PT citar que PSDB, DEM e PPS são "adversários", o comando petista atuou para impedir que essas alianças fossem vetadas. A medida atende especialmente ao partido em Minas Gerais, onde o PT quer apoiar a reeleição do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, do PSB com ajuda dos tucanos. "Não podemos fazer alianças de esquerda e depois ir para a direção nacional e pedir exceções", avisou o presidente do PT, deputado Rui Falcão. O governo agiu para amenizar a proposta do partido que defendia a criação de marco regulatório para a mídia. Apesar de ter conseguido que o PT aprovasse apenas moção nesse sentido, em vez de resolução, o partido votou a favor do documento que faz críticas à imprensa. (Págs. 1 e Nacional A4 e A8)

Foto legenda: Em família

A presidente assiste à substituição da Bandeira Nacional com o neto, Gabriel, e a filha, Paula. (Págs. 1 e Nacional A6)

Cana brasileira já não a mais barata do mundo

O Brasil perdeu a liderança no ranking dos países com custo mais baixo para produção de cana-de-açúcar. O resultado reflete a crise dos produtores nacionais. (Págs. 1 e Economia B1)


Negócios: União improvável cria gigante no varejo

As redes de drogarias São Paulo e Pacheco queriam comprar uma a outra. Mas se uniram, criando o maior grupo do País, com vendas de R$ 4,4 bilhões. (Págs. 1 e Negócios)

Islã foi a base da revolução, diz líder líbio

Em entrevista a Lourival Santa'Anna, o xeque Ali Salabi diz que a religião foi o 'combustível' da rebelião, mas defende a moderação e o pluralismo. (Págs. 1 e Internacional A8)

Strauss-Kahn volta à França sem apoio político (Págs. 1 e Internacional A9)



Programa de imunização terá menos injeções (Págs. 1 e Vida A12)


TV 3D deve ficar mais barata e se popularizar (Págs. 1 e Economia B12)


Carlos A. Sardenberg

Entre a economia e a política

A presidente Dilma pode colher inflação elevada e crescimento raso. Terá ela tudo planejado ou está seguindo assim no vai-da-valsa? (Págs. 1 e Economia B2)


Notas & Informações

A carga tributária indireta

Ela representa quase 40% do total arrecadado pelos três níveis de governo. (Págs. 1 e A3)

------------------------------------------------------------------------------------

Correio Braziliense


Manchete: PT abre alianças e recua sobre o controle da mídia

Em decisão inédita na história do partido, petistas reunidos em congresso dão sinal verde para coligações com todas as siglas que integram base aliada, em especial o PMDB, podendo chegar ao PSD. Resolução sobre a atuação da imprensa foi trocada por moção de apoio à criação de "agência estratégica". (Págs. 1, 3 e 4)

Foto legenda: Ilustre presença

Pela primeira vez, desde que assumiu a presidência, Dilma Roussef assistiu à troca da bandeira. Ao lado dela estavam a filha, o neto, o governador Agnelo Queiroz e o ministro da Defesa, Celso Amorim, que também estreava no evento. (Págs. 1 e 5)

Sob suspeita há 32 anos

Arapongas da ditadura investigaram, em 1979, a vida política de Pedro Novais, hoje ministro do Turismo. Descobriram que de
“subversivo” ele não tinha nada. Já em outros quesitos ... (Págs. 1 e 2)

Ensino superior: Faculdades proliferam fora do Plano

Os empresários da educação descobriram o potencial das regiões periféricas. No Distrito Federal, 60% dos câmpus estão localizados em cidades além do Plano Piloto. O fenômeno é explicado pelo avanço da economia, que permitiu a milhares de brasileiros o acesso aos cursos superiores. (Págs. 1 e 19)

Tensão na 408 Sul

O corretor de imóveis Renato Girão prendeu a noiva e a manteve sob mira de espingarda por duas horas. Só se entregou após a intervenção de três negociadores da PM. (Págs. 1 e 21)

Queimadas

Corpo de Bombeiros registrou, ontem, 176 focos de incêndio no DF. O maior deles ocorreu em Planaltina. (Págs. 1 e 24)

Consumidor

Cai o número de operadoras de planos de saúde e aumentam as queixas. O setor é recorde de reclamações. (Págs. 1 e 8)

Nas ruas pela Copa

Cerca de 200 pessoas participaram ontem de caminhada no Eixão do Lazer em apoio à candidatura de Brasília ao jogo de abertura do Mundial de futebol de 2014. (Págs. 1 e 9)

------------------------------------------------------------------------------------

Valor Econômico


Manchete: Novo Código deverá reduzir risco jurídico para empresas

O novo Código de Processo Civil vai reduzir expressivamente o risco jurídico brasileiro e diminuir as chances de que o passado seja, como é hoje, uma fonte de surpresas desagradáveis para as empresas em suas relações com o Fisco. Segundo o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), duas mudanças vão afetar diretamente a vida das empresas. A primeira é que as companhias que têm os mesmos pedidos na Justiça tenham a mesma decisão. A segunda é que as mudanças de entendimento do Judiciário, que trazem inesperados custos adicionais de impostos e de produção às empresas, só podem valer a partir de posição definitiva dos tribunais superiores.

Essas duas mudanças estão previstas na reforma do Código de Processo Civil (CPC) e podem transformar-se em realidade a partir de 2013. O texto já foi aprovado no Senado e, se passar na Câmara, vai impedir que empresas que contam com decisões judiciais para não pagar determinados tributos tenham de fazê-lo, caso o Judiciário mude de posição, arcando inclusive com custos por anos anteriores à nova orientação. "Os empresários precisam de previsibilidade", disse Fux. "Todos precisam saber o dia de amanhã e o CPC vai prever isso", afirmou o ministro, em entrevista ao Valor. (Págs. 1 e A16)

Estados voltam a conceder incentivo fiscal

Dos seis Estados que tiveram incentivos fiscais do ICMS julgados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal, dois - Rio e Mato Grosso do Sul - já restabeleceram ao menos parte dos benefícios derrubados. Espírito Santo e Pará também voltaram a editar novos benefícios sem aprovação do Confaz.

O governo paulista tem autuado empresas que utilizam incentivos de outros Estados para abater o ICMS devido em São Paulo. Andrea Calabi, secretário da Fazenda, diz que R$ 9 bilhões em créditos de incentivos estão sendo questionados. Há mais R$ 13 bilhões em pedidos de créditos de ICMS que as empresas querem usar para abater o imposto. "Se houver convalidação dos incentivos, os R$ 9 bilhões viram pó e os R$ 13 bilhões viram ouro. E São Paulo perde R$ 22 bilhões". (Pàgs. 1 e A4)

TIM prepara oferta de ações de até R$ 3 bi

A Telecom Italia prepara uma oferta subsequente de ações da TIM Participações com potencial para movimentar entre R$ 2 bilhões e R$ 3 bilhões. A intenção da controladora é vender parte das ações que excedem o controle, já que sua participação na empresa é de 67%. A decisão não está completamente fechada, mas já existem bancos contratados para a possível transação.

A operação não deve surpreender por completo o mercado, pois a Telecom Italia já havia dado sinais de que poderia se desfazer desse adicional do controle em 2007, quando, na época, chegou a anunciar uma oferta pública de ações preferenciais. (Págs. 1 e D1)

Foto legenda: Mais transgênicos

A Coamo, maior cooperativa rural do país, plantará quase toda área de soja e milho com transgênicos. O prêmio ao grão convencional deixou de ser compensador, diz José Galassini, presidente. (Págs. 1 e B11)

TCU quer 'quarentena' de 1 ano nas agências

O Tribunal de Contas da União (TCU) sugeriu à Casa Civil a ampliação, dos quatro meses atuais para um ano, do período de quarentena ao qual são submetidos diretores que deixam seus cargos nas agências reguladoras. A corte também propôs a definição de
"requisitos mínimos de transparência no processo decisório das agências", tendo como modelo a Aneel - primeiro órgão regulador, por exemplo, a ter reuniões públicas de diretoria colegiada.

Para o ministro José Jorge, o período de quatro meses "é curto para os moldes internacionais, sujeitando-os a pressões e possibilitando sua captura pelos setores regulados". (Págs. 1 e A4)

A difícil tarefa de eliminar as LFTs

Ter uma taxa de juros baixa é pré-condição para que o governo consiga cumprir seu desejo de substituir a parcela da dívida atrelada à Selic por papéis prefixados. Para convencer os investidores a trocar as LFTs que carregam em suas carteiras será necessário garantir que a inflação estará sob controle nos próximos anos - convicção que hoje não existe.

O objetivo de reduzir a fatia das LFTs, hoje de 32% do total da dívida, para algo entre 5% e 6% até 2014 é ambicioso, pode até custar caro aos cofres públicos ou afetar, como efeito colateral, o prazo médio da dívida, avaliam especialistas. Outro efeito temido é a transferência dos recursos que hoje estão em títulos pós-fixados para as operações compromissadas do Banco Central - que pagam uma taxa próxima à Selic e têm curtíssimo prazo. (Págs. 1 e C8)

Justiça pune assédio entre empregados

O título de "chifrudo" conferido a um trabalhador por colegas do mesmo nível hierárquico levou a Justiça do Trabalho a condenar uma empresa a pagar R$ 10 mil ao empregado. O trabalhador, traído pela esposa - empregada da mesma companhia - foi motivo de chacota entre os funcionários. A 5ª Vara do Trabalho de Betim julgou que a empregadora não agiu para evitar o constrangimento e a humilhação sofrida pelo empregado. Casos como esse, juridicamente chamados de assédio moral horizontal, têm crescido no Judiciário, assim como as penalidades aplicadas às empresas que não evitam o problema. A Justiça também tem reconhecido que os colegas que perseguem outros podem ser demitidos por justa causa. (Págs. 1 e E1)

Netflix enfrentará forte concorrência

A maior locadora virtual dos EUA anuncia hoje sua estratégia para o Brasil e chega à América Latina com o desafio de obter em um mercado com características bem diferentes o sucesso que a tornou referência mundial na transmissão de vídeo sob demanda na internet.

A Netflix encontrará forte concorrência. De cara, enfrentará quatro rivais de peso: a brasileira NetMovies, que tem um modelo de negócios semelhante e que ganhou poder financeiro ao ser comprada pelo fundo de investimento Tiger Global; a Livraria Saraiva, que tem o Saraiva Digital, com 30 mil assinantes, e Net e Telefônica, que buscam se proteger com os serviços Now e On Video. (Págs. 1 e B1)

Pessoas físicas reduzem investimento em ações em R$ 5,2 bilhões até agosto (Págs. 1 e D3)


Isolux, dirigida par Batista, ganha linha estratégica em leilão de transmissão (Págs. 1 e B6)


China amplia seus investimentos no setor industrial no Brasil (Págs. 1 e A2)


Desafio à competitividade

Estudo do economista Jorge Arbache, assessor da presidência do BNDES e professor da UnB, mostra que a transformação demográfica no Brasil, com desaceleração na taxa de crescimento da população em idade ativa, já afeta a competitividade da indústria. (Págs. 1 e A5)

Montadoras pisam no freio

Mesmo com os bons resultados de vendas em agosto, as concessionárias de automóveis alertam para o aumento do nível dos estoques e as montadoras reduzem a produção para se adequar à demanda. (Págs. 1 e B8)

Joint venture agrícola

A empresa agrícola brasileira Agrifinna, que conta com investidores estrangeiros de peso, prepara-se para criar uma joint venture com um grande fundo de private equity. (Págs. 1 e B11)

A dura batalha do consignado

A concorrência imposta pelos grandes bancos no mercado de crédito consignado já deixa marcas nos balanços das instituições de menor porte. A principal delas é a alta das comissões pagas aos agentes terceirizados que distribuem essas operações. (Págs. 1 e C1)

Banco Votorantim muda comando

O Banco Votorantim tem um novo presidente. João Roberto Gonçalves Teixeira, que em fevereiro deixou a vice-presidência de clientes de atacado do Santander, assumiu o posto em substituição a Wilson Massao Kuzuhara. (Págs. 1 e C8)

Semana decisiva na bolsa

Após esboçar uma recuperação na semana passada, a bolsa terá uma agenda decisiva nos próximas dias que poderá definir uma tendência, com o boletim Focus na segunda, IPCA na terça e a ata do Copom na quinta-feira. (Págs. 1 e D2)

Ideias

Sergio Leo

Deve crescer no Brasil a aplicação de sobretaxas contra as importações de setores subsidiados no país de origem. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Gustavo Loyola

Com o inesperado corte dos juros, o Banco Central subverteu princípios basilares do regime de metas para inflação. (Págs. 1 e A11)

------------------------------------------------------------------------------

sexta-feira, setembro 02, 2011

XÔ! ESTRESSE [In:] ''... NÃO VAI DOER! "


''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''


SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

Sinopses anteriores:
02 de setembro de 2011
O Globo

Manchete: Dilma defende "CPMF sem desvios" para financiar Saúde
'Quem falar que resolve isso sem dinheiro é demagogo'

A presidente Dilma Rousseff defendeu ontem a criação de novas fontes de recursos para o financiamento da Saúde e afirmou que o erro, com a CPMF, foi o seu desvio para outros setores. "Não sou a favor daquela CPMF, por conta de que ela foi desviada. Agora, que o Brasil precisa (...) Vai precisar, sim". Em entrevista a rádios mineiras, Dilma afirmou que apenas a regulamentação da Emenda 29, em tramitação no Congresso, não acabará com os problemas na Saúde que, segundo ela, só serão resolvidos com mais investimento. "Quem falar que resolve isso sem dinheiro é demagogo. Mente para o povo." (Págs. 1, 3, Dos Leitores e editorial "Nova CPMF não se justifica")

Sob pressão, Planalto já revê cortes do Judiciário
Após reações do Supremo Tribunal Federal, o governo recuou e decidiu mandar ao Congresso nova proposta de orçamento do Judiciário, agora sem cortes. A primeira versão, que durou 24 horas, não previa aumento a ministros e servidores em 2012. A ministra Miriam Belchior confirmou a mudança ao STF, que chamara o projeto anterior de equivocado. (Págs. 1, 4 e 9)

Foto legenda: Bienal
A presidente Dilma Rousseff e o prefeito Eduardo Paes na abertura da feira, marcada por protestos de estudantes. (Págs. 1 e 16)

PT contraria presidente
Numa articulação do ex-ministro José Dirceu, o PT retomará em seu congresso, a partir de hoje, o debate sobre regulação da mídia. Isso contraria a presidente Dilma, que não quer, na regulamentação do setor, referência a controle de conteúdo da imprensa. (Págs. 1 e 11)

Política econômica ganha nova orientação
A decisão de cortar 0,5 ponto nos juros, contrariando previsões do mercado e no dia seguinte às declarações da presidente Dilma de que era preciso baixar logo as taxas no país, aumentou a percepção de que a autonomia do BC está ameaçada. Para alguns analistas, o episódio marca um novo ciclo na política econômica do país, com Dilma tomando as rédeas para si. Essa reorientação abalaria o tripé baseado em meta de inflação, superávit fiscal e câmbio flutuante, que vigora desde Fernando Henrique. (Págs. 1, 23 a 25, Merval Pereira e editorial "Juros mais baixos pressionam por cortes")

Na véspera do PIB, IBGE troca comando
Um comunicado interno para os funcionários selou ontem a troca de comando no IBGE, o instituto oficial de pesquisas do país. Eduardo Nunes, no cargo há oito anos e meio, foi substituído por Wasmália Bivar, servidora de carreira desde 1986 do próprio IBGE, que divulga hoje o PIB do segundo trimestre. A notícia surpreendeu os técnicos. (Págs. 1 e 26)
Servidor do Galeão pode ser investigado
O Ministério Público Federal vai pedir à Receita e à Polícia Federal que abram sindicância para saber se os 300 funcionários lotados no Galeão têm patrimônio compatível com a renda. Ontem, operação conjunta da PF, da Receita e do MPF desbaratou quadrilha que trazia ilegalmente eletroeletrônicos do exterior desde 2008. Eram sonegados R$ 148 milhões por ano. (Págs. 1 e 28)

Países disputam contratos na nova Líbia
Representantes de 60 países pediram desbloqueio de US$ 15 bilhões para estabilizar a Líbia, e já disputam contratos. O ditador Kadafi, careca em cartazes espalhados, disse que não vai se render. (Págs. 1 e 31)

Kadafi: 'Não somos mulherzinhas' (Pág. 1)

Berlusconi xinga seu próprio país
O primeiro-ministro Silvio Berlusconi referiu-se à Itália como "país de merda", numa conversa grampeada com o editor do jornal "Avanti!": "Dentro de alguns meses, vou embora para um outro lugar." (Págs. 1 e 32)
------------------------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo

Manchete: Orçamento ignora aumento de juízes e STF se revolta
Judiciário quer reajuste de 14,7%, mas governo considera pedido impossível por onerar cofres e causar efeito cascata

Uma revolta dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) levou o governo a reavaliar o Orçamento de 2012. O Judiciário reivindica reajuste de 14,7%, e Dilma havia concordado em apoiar 5%. A proposta enviada, porém, nada previa.

O governo também ignorou a previsão de 56% de reajuste dos demais servidores do judiciário. A equipe econômica considera a demanda impraticável, por onerar os cofres públicos e provocar efeito cascata em outras categorias. (Págs. 1 e Poder A4)
Dilma defende nova fonte para financiar a saúde
A presidente Dilma Rousseff criticou a extinta CPMF, o imposto do cheque, porque seus recursos não iam para a saúde, mas voltou a defender nova fonte de financiamento para o setor. "Quem falar que resolve isso sem dinheiro é demagogo", afirmou. (Págs. 1 e Poder A8)
Vinicius Torres Freire
Certa ou errada, decisão sabre juro do BC é esquisita

O mais esquisito na decisão do BC de cortar a taxa de juros em 0,5 ponto foi o momento: anteontem, pelo menos mês e meio antes de ser possível saber algo sobre a rapidez do naufrágio da economia mundial. (Págs. 1 e Mercado B4)

Otan avisa que ficará na Líbia 'o necessário'
A Otan anunciou, após conferência com emissários de 63 países, que vai manter as operações na Líbia "o quanto for necessário" até que o ex·ditador Muammar Gaddafi e seus aliados deixem de representar ameaça.

Também foi autorizada a liberação de US$ 15 bilhões dos US$ 100 bilhões da Líbia congelados no exterior. Uma missão da ONU deve ser enviada ao país para ajudar a organizar eleições e a equipar a polícia. (Págs. 1 e Mundo A12)
Vacina pode ter causado paralisia em bebê de MG
Uma criança de Pouso Alegre (MG) pode ter desenvolvido paralisia nas pernas após tomar vacina oral contra a poliomielite. O caso aconteceu no fim de 2010, mas só chegou ao Ministério da Saúde em agosto. O bebê tinha seis meses à época.

O ministério disse que o risco de casos assim é de um a cada 3,2 milhões de doses. Em dez anos, houve 46 casos de paralisia ligada à vacina Sabin. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Sindicato desafia Justiça e mantém cemitério parado
Os funerários de São Paulo decidiram manter a greve pelo menos até a manhã de segunda-feira, quando haverá nova assembleia.

A manutenção desafia decisão judicial que determinou a volta imediata ao trabalho. O sindicato convocou reunião de emergência para hoje. (Págs. 1 e Cotidiano C4)

Fernando de Barros e Silva

Caos funerário é incorporado ao repertório de SP. (Págs. 1 e Opinião A2)
Foto legenda: Três
O estádio do Corinthians, em Itaquera (SP), que deve abrir a Copa-2014, recebeu as três primeiras colunas; amanhã o ex-presidente Lula deve visitar o local. (Págs. 1 e Esporte D5)
Grupo no Galeão fraudou Receita em R$ 148 mi
Uma quadrilha que desde 2009 impedia a fiscalização de mercadorias pela alfândega do aeroporto do Galeão (RJ) lesou a Receita em R$ 148 milhões. O grupo tinha pessoas da Receita e policiais federais. (Págs. 1 e Mercado B1)
Domingo: Caderno especial sobre corrupção e revista São Paulo (Pág. 1)


Editoriais
Leia "Surpresa nos juros", sobre a decisão de baixar a taxa Selic, e
"Jovens no crime", acerca de mudanças no Estatuto da Criança do Adolescente. (Págs. 1 e Opinião A2)
------------------------------------------------------------------------------------
O Estado de S. Paulo

Manchete: Texto do PT critica "faxina" de Dilma e pede reforma política
Documento para congresso do partido vê 'conspiração midiática' para dissolver base aliada no Congresso

Uma resolução de 24 páginas que norteará o 4º Congresso do PT, entre hoje e domingo, argumenta que a oposição, apoiada por uma "conspiração midiática", quer dissolver a base parlamentar do governo, informa Vera Rosa. O texto recomenda ao partido repelir as "manobras" para promover a “criminalização" da base aliada e diz que o núcleo de combate à corrupção está na reforma política e do Estado – uma crítica a "faxina" promovida pela presidente Dilma Rousseff em sua administração. O documento defende o ex-presidente Lula, dizendo que ele empreendeu "combate implacável" à corrupção. Petistas temem que ações de Dilma carimbem o governo Lula como "corrupto", já que todos os demitidos foram herdados dele.O texto diz que, para vencer a "batalha" da opinião pública, será preciso desmontar as armadilhas da "espiral do cinismo", que aceita a corrupção como "inevitável". (Págs. 1 e Nacional A4, A6 e A7)

Entrevista: Gilberto Carvalho
'Saudosismo de Lula não é inteligente'

O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) afirmou ao Estado que o PT não deve cultivar “saudosismo" de Lula, mas canalizar energias em apoio ao governo Dilma. Ele disse ainda que boa parte dos problemas do PT está na "falta de qualificação" dos novos filiados. (Págs. 1 e Nacional A4)
Mercado critica BC por decisão de cortar juros
A inesperada decisão do Banco Central de reduzir o juro básico de 12,50% para 12% ao ano provocou alta de 2,87% na Bolsa de São Paulo, puxada por ações de bancos - que, com juros menores, podem emprestar mais. Há consenso no mercado de que os índices de inflação tendem a subir em 2012. Analistas criticaram a decisão, considerando-a sem rigor técnico e fruto de pressão política. Para o ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola, o BC mostrou imprudência. (Págs. 1 e Economia B1 e B3 a B6)

Análise
Celso Ming

Derivativo da Fazenda

Ao Banco Central não basta ser autônomo; é preciso parecer. A maneira como conduziu o corte de juros afetou sua credibilidade. (Págs. 1 e Economia B2)
Otan promete ficar na Líbia "o tempo que for necessário"
A ofensiva da Otan na Líbia vai continuar "pelo tempo que for necessário”, com o objetivo de “garantir a proteção de civis", decidiu ontem o “grupo de países amigos" dos líbios reunido em Paris. Na cúpula, organizada por potências ocidentais e com participação de cerca de 60 países, foi anunciada ainda a liberação de US$ 15 bilhões aos rebeldes nos próximos dias. (Págs. 1 e Internacional A11 e A12)

'Não somos mulheres'

Em gravação, Muamar Kadafi fez apelo a seus partidários: "O povo líbio não pode render-se, não somos mulheres." (Págs. 1 e Internacional A12)
Crise externa ainda ditará ritmo da Bolsa
Especialistas não esperam forte alta de ações com a queda dos juros. O cenário externo, dizem, ainda pesa mais no desempenho da Bolsa. Já a renda fixa deve perder rentabilidade. (Págs. 1 e Economia B6)

Berlusconi ofende Itália em conversa
Em conversa gravada com um empresário, o premiê desabafa sobre o modo como é tratado na Itália: "Estou enojado. Vou embora deste país de m...". (Págs. 1 e Internacional Al4)

Faria Lima poderá ter mais prédios
O prefeito Gilberto Kassab quer lançar R$ 2 bilhões em títulos que permitirão a construção de prédios acima da lei de zoneamento na região da Avenida Faria Lima. (Págs. 1 e Cidades C1)

Omissão do governo põe Abrolhos em risco (Págs. 1 e Vida A15)

Mercadante: BNDES será sócio da Foxconn (Págs. 1 e Economia B12)

Dora Kramer
Falar mais alto

São conhecidos os temores, as desconfianças e as insatisfações do PMDB em relação ao PT. Mas a recíproca também é verdadeira. (Págs. 1 e Nacional A6)

Notas & Informações
O BC cede à pressão

Ao dobrar a espinha do BC, Dilma rejeitou uma das poucas heranças benditas da era Lula. (Págs. 1 e A3)
------------------------------------------------------------------------------------
Correio Braziliense

Manchete: Governo recua e dá aumento a Judiciário
Um dia depois de anunciar o Orçamento e dizer que em 2012 não haveria reajuste para ministros do Supremo Tribunal Federal e para servidores do Judiciário, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, se viu obrigada a voltar atrás na decisão. A dura reação de integrantes do STF causou tanto mal-estar na Esplanada que a presidente da República precisou intervir. Prestes a embarcar para São Paulo, o ministro Guido Mantega foi convocado às pressas por Dilma para dar um jeito de encaixar a proposta do Judiciário na peça orçamentária e acabar com o impasse. No fim do dia, Miriam e os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Luís Inácio Adams (AGU) foram conversar com o presidente da Suprema Corte, Cezar Peluso, e lá garantiram: o projeto, exatamente como foi apresentado pelo Judiciário, será encaminhado hoje ao Congresso. (Págs. 1, 10 e Visão do Correio, 12)
Volta da CPMF
Dilma defende a criação de novo imposto para a Saúde. (Págs. 1 e 4)
Foto legenda: Ritmo sustentável até a Copa
Candidato a receber o jogo de abertura do Mundial de 2014, o Estádio Nacional de Brasília já tem 35% das obras prontas e, durante vistoria realizada ontem, foi elogiado pelos representantes da entidade internacional que concede o selo verde, um certificado de proteção ao meio ambiente. (Págs. 1 e Super esportes, 7)
Corrupção: Presidente faz faxina no Orçamento
Em sua primeira Lei Orçamentária, a presidente Dilma destina menos recursos para ministérios alvos de denúncias de corrupção e mau uso do dinheiro público. O Turismo, comandado por Pedro Novais, sofrerá o maior “castigo”, com redução de 78,5% nas verbas de 2012. (Págs. 1 e 2)

Justiça: Mais rigor contra pai que atrasa pensão
A partir de agora, por determinação judicial, os acordos para pagamento de pensão alimentícia feitos por meio da Defensoria Pública no Distrito Federal terão o mesmo valor dos firmados por juízes. Com isso, o pai que não cumprir o combinado também poderá ser preso. (Págs. 1 e 21)
Temporários: Comércio vai abrir 6 mil vagas no DF
Na segunda-feira, serão abertas inscrições em curso que capacitará profissionais para ocupar as vagas. Os alunos aprenderão técnicas de venda e de atendimento, saberão como trabalhar com estoque e como operar caixas. Há turmas nos períodos da manhã, tarde e noite. (Págs. 1 e 27)
------------------------------------------------------------------------------------
Valor Econômico

Manchete: Queda de juros muda todo o cenário para investimentos
A surpreendente decisão do Banco Central de reduzir os juros em 0,5 ponto percentual derrubou as projeções de quase todos os bancos para o custo do dinheiro, aumentou o receio de alta da inflação, acelerou as estimativas de queda do juro real e acrescentou um ingrediente de imprevisibilidade para as políticas do BC. Colocou também os investidores diante da necessidade de rever estratégias em um novo cenário, especialmente na renda fixa, ameaçada pela expectativa de uma elevação maior dos preços.

O mercado interpretou a decisão como um sinal de que o BC e o governo vão aceitar uma inflação mais alta. A NTN-B para 2014, corrigida pelo IPCA, passou a projetar uma inflação de 6% ao ano, ante 5,85% no dia anterior, a maior dos últimos seis meses. A tendência do juro real é encolher, porque estima-se que o BC continuará cortando a taxa Selic nas próximas reuniões, enquanto que a inflação não deverá declinar rapidamente. (Págs. 1, D1, D2 e C2)
Governo vê forte desaceleração da economia
A economia brasileira passa por forte desaceleração desde o segundo trimestre e pode crescer apenas 3,5% este ano, desempenho muito inferior às projeções iniciais do governo. Essa é uma das razões que levaram o BC a reduzir os juros, num movimento que surpreendeu o mercado.

A perda de fôlego da atividade econômica no país, sobretudo da produção industrial, decorre das medidas monetárias e fiscais. Ainda não reflete a situação externa, que vai piorar, avalia o governo. As análises da maioria dos agentes de mercado e a pesquisa Focus ainda não retratam essa realidade. A economia brasileira não deve crescer mais do que 3% em 2012. (Págs. 1, A2 e C10)


Mercado agora prevê recuo rápido da Selic
Os economistas, que em bloco projetavam a manutenção da Selic em 12,50% em agosto, estão correndo para as revisões. Concordando ou não com o cenário mais grave apontado pelo Banco Central, já projetam vários cortes de juro a frente. Selic de um dígito em 2012 não surpreende mais ninguém.

De 23 economistas do mercado financeiro consultados pelo Valor, 16 preveem corte de Selic em outubro e novembro e 7 ainda estão revendo as projeções. A maioria crava juro de 11% no fim de dezembro. O Credit Suisse é mais agressivo: espera Selic de 9% em dezembro e 8,5% um ano depois. Enquanto economistas criticavam o BC por falhas na comunicação com o mercado e por ter cedido a pressões políticas, relaxando o controle da inflação, as mesas dos bancos, que nos últimos dias já trabalhavam com queda nas taxas, aprofundaram o movimento. Ontem, com forte apoio de estrangeiros, derrubaram inclusive as taxas de juros de longo prazo, o que, para um banqueiro ouvido pelo Valor, indica que, "para quem põe dinheiro na mesa" a credibilidade do BC não foi abalada. (Págs. 1 e C4)
A ameaça dos grandes déficits
Elevados déficits fiscais e falta de coordenação entre os governos para a regulação dos mercados globais, a começar pelo financeiro, colocam o mundo no caminho de novos desdobramentos da crise de 2008/09. A própria economia de mercado corre o risco de perda de sustentação institucional. A advertência é do economista italiano Vito Tanzi, reconhecida autoridade em assuntos fiscais. (Págs. 1 e Eu& Fim de Semana )

Produção da indústria cai no mundo
Fábricas ao redor do mundo estão cortando a produção, em meio ao desaquecimento da atividade, o que aumenta o espectro de uma nova recessão.

O setor industrial americano praticamente não expandiu as operações em agosto, de acordo com um relatório divulgado ontem, uma vez que as empresas tentam se adaptar à queda da confiança e a estagnação do mercado de trabalho. O segmento de manufatura da Ásia também desacelerou, com líderes como Coreia do Sul e Taiwan mostrando retração e a China crescendo em ritmo fraco. As fábricas em parte da Europa registraram queda da atividade pela primeira vez em dois anos, com o desaquecimento da Grécia e da Irlanda ameaçando economias de porte como as da Itália e França. A expansão da indústria mundial está perdendo fôlego num momento precário. (Págs. 1 e A9)
Exportação de manufaturados depende dos EUA
A exportação da indústria brasileira de transformação ainda é altamente dependente dos Estados Unidos. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, os americanos são os principais clientes de cinco setores entre os 14 analisados - metalurgia, mecânica, madeira, minerais não metálicos e calçados - e são o segundo destino mais importante de outros sete, entre eles material de transporte, química, celulose e papel, material elétrico, eletrônico e de comunicação. (Págs. 1 e B4)
STF mantém a cobrança de assinatura básica na telefonia (Págs. 1 e E1)

Com orçamento atual, programa espacial não cumpre seus objetivos, diz Raupp (Págs. 1 e A12)

Incentivo oficial à ética
AES Sul, EDP, Johnson Controls e Siemens são as primeiras empresas a obter o selo ético criado pelo governo para empresas com boa governança e padrões éticos. O certificado garante vantagens em licitações. (Págs. 1 e A2)

Chineses no nióbio
A CBMM, empresa de mineração e metalurgia de nióbio controlada pela família Moreira Salles, vendeu 15% de seu capital a um grupo de companhias chinesas por US$ 1,95 bilhão. (Págs. 1 e B1)
Aviação emergente
A América Latina, especialmente o Brasil, foi a maior responsável pelo aumento de 5,9% no transporte aéreo de passageiros em julho. O crescimento na região foi de 12,l% em relação ao mesmo mês do ano passado. (Págs. 1 e B4)

Luz para Marajó
Até o fim do ano, a Ilha de Marajó e a margem esquerda do rio Amazonas, no Pará, estarão interligadas ao sistema elétrico nacional. Hoje, essas regiões são abastecidas com térmicas a óleo. O investimento é de R$ 450 milhões. (Págs. 1 e B8)
Embrapa põe foco na cana
A Embrapa vai reforçar suas pesquisas de melhoramento genético da cana-de-açúcar.”É fundamental que a empresa atue no setor para não deixar o conhecimento na mão de multinacionais. Queremos ter certeza que não se criará um oligopólio", diz seu presidente, Pedro Arraes. (Págs. 1 e B12)

Gestão pública
Consagradas pela iniciativa privada, ferramentas de gestão como avaliação de desempenho, remuneração atrelada a metas e plano de carreira começam a ganhar mais espaço na área pública. (Págs. 1 e D10)
Ideias
Maria Cristina Fernandes

Banido do país pela ditadura, padre Vito Miracapillo luta há 31 anos pelo visto de trabalho que Battisti obteve em 13 dias. (Págs. 1 e A8)

Ideias
Armando Castelar Pinheiro

A diferença entre Brasil e Espanha é que lá a crise já se instalou, e aqui ainda temos tempo para fortalecer os fundamentos. (Págs. 1 e A11)
--------------------------------------------------------------------------------

quinta-feira, setembro 01, 2011

XÔ! ESTRESSE [In:] APENAS UMA FICÇÃO...





















''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''


SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


01 de setembro de 2011
O Globo

Manchete: BC surpreende e reduz a taxa de juros após apelo de Dilma
Dividida, diretoria do banco anuncia corte de 0,5 ponto, para 12%

Por cinco votos a dois, a diretoria do Banco Central aprovou a redução da taxa básica de juros de 12,50% para 12%, após cinco altas consecutivas. A baixa dos juros surpreendeu o mercado, que previa manutenção da Selic. Na véspera, de 11 instituições ouvidas, todas apostavam que a taxa continuaria em 12,5%, diante da alta da inflação. No mesmo dia, a presidente Dilma Rousseff defendera abertamente o corte nos juros, o que foi interpretado por analistas como uma ingerência política no Banco Central. Num longo comunicado ao mercado, divulgado após a reunião, o BC tenta justificar o corte dizendo que houve uma "substancial deterioração do cenário internacional", com uma crise que pode demorar mais que o previsto, o que reduziria de forma significativa as pressões inflacionárias no Brasil. Dilma quer baixar os juros reais (descontada a inflação) de 6,5% para 2% a 3% ao ano. (Págs. 1, 23 a 25 e Miriam Leitão)

Entre o dito e o escrito

O Orçamento da União para 2012 indica que haverá um rigor fiscal menosr: a meta de superávit primário é de R$114,2 bilhões, abaixo dos R$127,9 bilhões previstos para este ano. Mas a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, disse que deverá haver uma economia extra de R$25 bi. (Págs. 1 e 3)
Bondes: Estado vê 'esculhambação', mas não pune
Apesar de admitir problema gerencial em Santa Teresa, Cabral mantém secretário

Quatro dias, cinco mortes e 57 feridos depois, autoridades há anos responsáveis pelos sistemas de transporte no Rio chegaram à conclusão de que os bondinhos de Santa Teresa estão mesmo no fim da linha. O governador Sérgio Cabral admitiu que houve "problema de gerência", mas calou-se ao ser perguntado três vezes se demitirá o secretário de Transportes, Júlio Lopes, a quem é subordinada a empresa que cuida dos bondes. O secretário alegou que havia "muitas prioridades no governo" e por isso não foram feitos os investimentos necessários. Já o interventor que assumiu a empresa, o presidente do Detro, Rogério Onofre, disse que encontrou "uma esculhambação". (Págs. 1 e 13)

Mobilização geral contra dengue
Ao alertar para algo que os especialistas já vinham dizendo há muito tempo – o Rio enfrentará neste verão a maior epidemia de dengue da história -, o prefeito Eduardo Paes lançou ontem pacote de medidas de prevenção contra a doença. Agentes de saúde entrarão à força em imóveis fechados, multas serão aplicadas em caso de reincidência de focos de mosquito e os fumacês voltarão à cena. (Págs. 1 e 14)

Consignado: Cade abre processo contra BB
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu abrir processo contra o Banco do Brasil por práticas que inibem a concorrência no mercado de crédito consignado. O banco tem contratos de exclusividade desses empréstimos com desconto em folha de servidores públicos federais. (Págs. 1 e 26)

Filhos de Kadafi se contradizem sobre fim dos confrontos (Págs. 1 e 32)

Lá não é como cá
A líder estudantil chilena Camila Vallejo participou de protesto organizado em Brasília pela União Nacional dos Estudantes. Os manifestantes pediram a redução de juros, na frente do BC, e depois foram recebidos pela presidente Dilma. Diferentemente do movimento que sacode o Chile há mais de três meses, com estudantes nas ruas protestando contra o governo, aqui a UNE é alinhada com o Planalto. (Págs. 1, 12 e Demétrio Magnoli)
------------------------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo

Manchete: Sob pressão, BC reduz juro a 12%
Desde o acirramento da crise internacional, comitê da instituição vinha sendo cobrado a cortar o custo do dinheiro

O Banco Central surpreendeu e cortou a taxa básica de juros da economia de 12,5% para 12% ao ano, um após a presidente Dilma Rousseff dizer que o país estava pronto para a possibilidade de redução.

A queda anunciada pelo Copom (Comitê de Política Monetária), a primeira em dois anos, não foi unânime. Cinco diretores do BC votaram a favor da redução e dois, pela manutenção. (Págs. 1 e Poder A4)

Fernando Rodrigues

Vaccarezza diz que Dilma aceitaria um novo imposto. (Págs. 1 e Poder A8)

Valdo Cruz

Será difícil dizer que a decisão foi técnica, e não política. (Págs. 1 e Opinião A2)
Investimentos caem no Orçamento de 2012
O projeto do orçamento de 2012 que o governo Dilma Rousseff enviou ao Congresso prevê queda nos investimentos e aumento de despesas, puxado pelo reajuste do salário mínimo, que sobe em janeiro dos atuais R$ 545 para estimados R$ 619,21.

O total destinado ao PAC, R$ 42,5 bilhões, perdeu R$ 1 bilhão em relação ao valor proposto para este ano. O governo cortou recursos de rodovias, portos e da transposição do rio São Francisco. Orçamento das estatais também caiu. (Págs. 1 e Poder A7)
Procuradoria denuncia cúpula do Turismo
O procurador da República Celso Leal apresentou denúncia contra 21 acusados de envolvimento em desvios no Ministério do Turismo. Investigado pela Polícia Federal, o esquema levou 37 pessoas a prisão. (Págs. 1 e Poder A9)

Réu do mensalão. Duda Mendonça alega que suspeitava de caixa 2. (Págs. 1 e A9)
TCU manda cortar R$ 97 milhões em obra do Maracanã
O Tribunal de Contas da União identificou sobrepreço de R$ 163 milhões na reforma do Maracanã, no Rio, onde será a final da Copa, e mandou reduzir o preço.

Após negociação com o Estado, acertou-se um corte de R$ 97 milhões, totalizando o valor da obra em R$ 859,4 milhões. (Págs. 1 e Esporte D9)

Antonio Patriota: Intervenções militares exigem o aval da ONU
Ações militares sem legitimação do Conselho de Segurança da ONU podem ser fator de violência e de violações de direitos humanos, como mostrou a intervenção no Iraque. (Págs. 1 e Opinião A3)

Antonio Patriota é ministro das Relações Exteriores.
Foto legenda: Na chuva
Funcionários terceirizados de limpeza fazem sepultamento no cemitério da Vila Formosa, em SP; greve no serviço funerário atrasou dezenas de enterros. (Págs. 1 e Cotidiano C4)
Juiz de SP proíbe reserva de leitos para convênios
Liminar da Justiça de SP proibiu que hospitais geridos por organizações sociais destinem 25% de leitos a convênios, por considerar que lei e projeto afrontam o Estado de Direito. Alckmin vai recorrer. (Págs. 1 e Cotidiano C3)
Editoriais
Leia "Impostura na saúde", sobre o debate em torno de recursos para a área, e "Absolvição em sigilo", acerca do caso da deputada federal Jaqueline Roriz. (Págs. 1 e Opinião A2)
------------------------------------------------------------------------------------
O Estado de S. Paulo

Manchete: Pressionado, BC alega crise externa e baixa juros para 12%
Após apelo do governo, Copom interrompe ciclo de alta iniciado em janeiro e corta 0,5 ponto porcentual da Selic

Em meio à pressão do governo para que reduzisse os juros, o Banco Central alegou ter havido "substancial deterioração" do quadro global nas últimas semanas e decidiu interromper o ciclo de alta iniciado em janeiro. O Comitê de Política Monetária do BC anunciou a redução da taxa básica de juros em 0,50 ponto porcentual, para 12% ao ano. Os diretores do BC mostram que, após meses de trabalho para segurar a alta da inflação e esfriar a economia, agora é necessário acelerar a atividade econômica em reação à crise global. "O Comitê avalia que o cenário internacional manifesta viés desinflacionário no horizonte relevante", cita o comunicado. Se economias centrais crescerem menos, a demanda por produtos brasileiros seguirá fraca. Com isso, o BC ignora a inflação que segue em ritmo elevado. Nos últimos 12 meses, o IPCA tem alta acumulada de 6,87%, acima do teto da meta, que é de 6,50%. (Págs. 1 e Economia B1, B6 e B8)

Análise
José Paulo Kupfer

Afobação

O pessimismo em relação à economia global, muito mais do que as dúvidas sobre o ritmo da economia brasileira, determinou a surpreendente decisão do Copom. (Págs. 1 e Economia B8)

Dólar registra maior alta mensal

A moeda se valorizou 2,64% em agosto, com a segunda melhor rentabilidade, atrás do ouro. O Ibovespa encerrou o mês com queda de 3,96% e perdeu 18,48% no ano. (Págs. 1 e Economia B9)

Orçamento ignora rigor fiscal; mínimo vai a R$ 619
A proposta do governo para o Orçamento de 2012, anunciada ontem, contraria o prometido endurecimento da política fiscal. O texto afrouxa os gastos, ao reduzir a meta de resultado das contas públicas de R$ 139,8 bilhões para R$ 114,2 bilhões. Não há previsão de maior poupança do governo, uma vez que as despesas crescerão 9,8%, enquanto as receitas subirão 8,9%. A proposta de orçamento prevê um aumento de 13,6% do salário mínimo, que passará dos atuais R$ 545 para R$ 619,21. (Págs. 1 e Economia B3e B4)

Bonde: Cabral vê "problema de gerência"
Garagem dos bondinhos de Santa Teresa: pela primeira vez, o governador Sérgio Cabral falou sobre o acidente que matou 5 pessoas e admitiu que houve "problema de gerência" dos recursos para recuperação da frota "sucateada". (Págs. 1 e Cidades C3)
Fraude no Turismo tem 21 denunciados
A Procuradoria da República do Amapá denunciou 21 pessoas pelo desvio de R$ 4 milhões em convênios do Ministério do Turismo. Entre os denunciados estão dois ex-secretários executivos do ministério, Frederico Silva Costa e Mário Moysés, e Colbert Martins, afastado do cargo de secretário nacional de Programas e Desenvolvimento do Turismo. Os três chegaram a ser presos pela Operação Voucher, da Polícia Federal, em 9 de agosto. (Págs. 1 e Nacional A8)

Convênio em xeque
O Ministério do Esporte define hoje se rompe contrato de RS 8,2 milhões para cadastramento de torcidas, que não saiu do papel. A CGU quer explicações do ministro Orlando Silva. (Págs. 1 e Nacional A4)

Copa justifica desmate, segundo novo código (Págs. 1 e Vida A20)

Países discutem reconstrução líbia
Emissários de 60 países discutirão hoje em Paris o status do Conselho Nacional de Transição e a reconstrução da Líbia. Governos disputam o espólio de guerra. (Págs. 1 e Internacional A14)


Tutty Vasques
Muito barulho pra nada

A indignação popular da maneira como é praticada no País tem se mostrado absolutamente ineficaz no enfrentamento da corrupção. (Págs. 1 e Cidades C6)

Notas & Informações
O ato indecoroso da Câmara

Quem votou contra a cassação agiu como quem faz um seguro para proteger a carreira. (Págs. 1 e A3)
------------------------------------------------------------------------------------
Correio Braziliense

Manchete: Serviço público vai abrir 141 mil vagas
Orçamento de 2012 prevê salário mínimo de R$ 619,21, com alta de 13,6%.
Funcionários da Câmara, do MPU e juízes devem ter aumento de até 108%.
Servidores do Judiciário ficam sem reajuste.
Projeto submarino nuclear para militares será prestigiado. (Págs. 1 e 12 a 15)

Sob pressão, BC reduz juros para 12% ao ano (Págs. 1 e 16)

A rebelde e os chapas-brancas
“Importada” pela UNE, Camila Vallejo, musa dos protestos no Chile, viu cerca de 5 mil alunos pedirem mudanças na educação brasileira. Mas, ao contrário do que ocorre em Santiago, em Brasília não há embates. O alinhamento dos líderes com o governo é evidente – muitos ocupam cargos de confiança em órgãos públicos. A reunião com a presidente Dilma foi cordial, mas teve poucos avanços, o que não incomodou o movimento. Houve tempo ontem até para ajudar o Planalto com uma manifestação, em frente ao BC, pela redução de juros. (Págs. 1 e 6)

Romário quer DF abrindo a Copa
Deputado pelo Rio de Janeiro, o ex-jogador diz que São Paulo não terá condições de receber a partida inaugural e que Brasília representa todos os brasileiros. (Págs. 1 e Super Esportes, 8)

Ministra visita a própria casa
Pré-candidata à prefeitura de Vitória, Iriny Lopes, da pasta de Política para Mulheres, já fez 18 viagens oficiais para o Espírito Santo. (Págs. 1 e 2)

Escolas vão subir até 10%
Levantamento do Correio mostra que o aumento mínimo nas mensalidade para 2012 deve ficar em torno de 6%. (Págs. 1 e 38)
------------------------------------------------------------------------------------
Valor Econômico

Manchete: BC surpreende o mercado e corta taxa básica de juro em 0,5 ponto
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central surpreendeu o mercado e decidiu reduzir a taxa de juros básica Selic em 0,5 ponto percentual, para 12% ao ano. A decisão, porém, não foi unânime. Cinco integrantes votaram pela opção ganhadora, enquanto dois queriam a manutenção da taxa em 12,5%.

"O cenário internacional mudou muito depois da última reunião do Copom, está demolidor e pegou nossa economia em franca desaceleração", disse ao Valor uma fonte do governo. A visão preponderante foi de que a crise nos países centrais terá efeitos sobre a economia brasileira: por um lado, de moderar o crescimento e, por outro, de conter a inflação. E haveria abertura para baixar juro. (Págs. 1, C1 e C2)
Exportação e importação batem recorde
Exportações e importações bateram recorde em agosto. O resultado será anunciado hoje pelo Ministério do Desenvolvimento, mas especialistas esperam que o governo confirme vendas ao exterior em torno de US$ 26 bilhões e compras acima de US$ 22 bilhões no mês passado.

Outro recorde deve ser batido no ano. O total de importações e exportações, a corrente de comércio do país, vai chegar perto de meio trilhão de dólares, prevê o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Comércio Exterior (Abece), Ivan Ramalho, ex-secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento. O ministro Fernando Pimentel disse ao Valor que pretende anunciar hoje uma nova revisão da meta de exportações. Em maio, a Pasta já havia revisto o valor de US$ 228 bilhões para US$ 245 bilhões. O maior responsável pelo desempenho são os produtos básicos, como soja, petróleo e café. (Págs. 1 e A2)

Agronegócio em ritmo chinês
A rápida transformação da China em uma sociedade urbana está consolidando uma vigorosa agroindústria privada. Estimuladas por incentivos do governo, as processadoras de matérias-primas ampliam rapidamente sua presença em áreas rurais nos arredores das grandes metrópoles.

Maior agroindústria privada da China, a Hopefull fatura US$ 2,4 bilhões com esmagamento de soja, transporte marítimo, logística e produtos industriais. A empresa importa 1 milhão de toneladas do grão - metade do Mato Grosso. Fundada há oito anos, a ShiYang, de Yanling, a 80 km da histórica Xian, dobrou as operações de sua indústria frigorífica desde 2007 e faturou US$ 630 milhões no ano passado, em 40 unidades de esmagamento de soja, óleo e ração animal. (Págs. 1 e B16)

Commodities agrícolas mantêm alta
A crise financeira que marcou agosto e a economia em marcha lenta nos países desenvolvidos não foram suficientes para interromper a alta das principais commodities agrícolas do Brasil. Açúcar, café, cacau, suco de laranja, algodão, soja, milho e trigo encerraram o mês mais valorizados do que há um ano. As explicações são a atuação dos fundos de investimentos nos mercados e ameaças climáticas à oferta de alguns produtos. (Págs. 1 e A14)
Investidores retomam apetite por aplicações de maior risco
Os investidores mostraram sangue-frio em agosto, aplicando em fundos mais arriscados mesmo em meio ao clima de montanha-russa que tomou conta da bolsa de valores.

Segundo os números da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima), no mês, até o dia 26, período em que o Ibovespa amargou queda de 9,30%, os fundos de ações receberam R$ 135,41 milhões, líquidos. Os aportes se concentraram na categoria Ações Livres - em que o gestor tem liberdade total para escolher os papéis -, com R$ 295,26 milhões. (Págs. 1 e D2)


Banco vê cenário sombrio e aposta na queda do euro
Um estrategista do Goldman Sachs traçou um cenário sombrio para a economia aos clientes de fundos hedge do banco e forneceu sugestões de como esses operadores poderiam tirar vantagem da crise na Europa.

No relatório, de 54 páginas, enviado para centenas de clientes, Alan Brazil, que faz parte da mesa de operações do banco, argumenta que serão necessários pelo menos US$ 1 trilhão em capital para recuperar os bancos europeus, que as pequenas empresas nos EUA ainda estão se arrastando e que o crescimento da China pode não ser sustentável. (Págs. 1 e C10)
Hotéis de SP têm melhor desempenho
Neste ano, mesmo com a economia crescendo em ritmo mais lento, a ocupação, a diária média e a rentabilidade dos hotéis permanecem em alta, seguindo tendência registrada no ano passado, quando as redes hoteleiras de São Paulo foram as que mais aproveitaram o aumento do PIB, na comparação com as cidades do Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba e Porto Alegre.

O valor médio da diária cobrada em São Paulo cresceu 23,3% no primeiro semestre em relação a igual período de 2010. A taxa de ocupação nas redes hoteleiras em São Paulo subiu 2,3%. E a receita por apartamento disponível que mede a rentabilidade da operação, deu um salto de 26,1%. "A expansão hoteleira em São Paulo se destaca porque, como não há oferta de novos hotéis, a demanda pressiona a tarifa média e a ocupação", diz o sócio-diretor da HotelInvest, Diogo Canteras'. Segundo ele, a situação é parecida nas outras quatro capitais pesquisadas. (Págs. 1 e B1)

Clubes de compras chegam ao mercado imobiliário (Págs. 1 e B6)

Vallourec inaugura siderúrgica em MG e mira o mercado externo, diz Philippe Crouzet (Págs. 1 e B1)

Financiamentos sustentáveis
O Fundo Clima, que tem R$ 230 milhões para financiar iniciativas de baixo carbono ou projetos que reduzam os impactos das mudanças climáticas, aguarda o aval do Conselho Monetário Nacional (CMN) para sair do papel, diz Eduardo Assad, do Ministério do Meio Ambiente. (Págs. 1 e Al5)

Fibra óptica ganha novo fôlego
Incentivo fiscal e a entrada das teles no setor de TV paga reanimaram as vendas de cabos de fibra óptica, que voltaram aos patamares de dez anos atrás, após a privatização do setor de telefonia. (Págs. 1 e B3)
Previ aposta em reforma
O superaquecimento dos aluguéis comerciais no Centro do Rio levou a Previ a gastar R$ 32 milhões na reforma de um prédio avaliado em R$ 20 milhões. Agora, o imóvel valeria cerca de R$ 80 milhões, mas a intenção é alugá-lo. (Págs. 1 e B10)

Terminal graneleiro do MA
O governo do Maranhão publica hoje edital para construção e exploração do Terminal de Grãos (Tegram), orçado em R$ 262 milhões. Objetivo é escoar parte da soja do Centro-Oeste e Nordeste. (Págs. 1 e B12)

Fé nas obras de infraestrutura
Após a sociedade com a América Latina Logística ( ALL) em transporte rodoviário, com a criação da Ritmo Logística, a paranaense Ouro Verde planeja reforçar sua atuação no aluguel de equipamentos pesados para obras de infraestrutura. (Págs. 1 e B12)

Fretes deprimidos
A combinação do excesso de capacidade com o menor crescimento do comércio desde 2009 faz o transporte marítimo de cargas enfrentar um dos períodos mais prolongados de fretes baixos na rota entre Ásia e Europa. (Págs. 1 e B12)

Ponto eletrônico
Após dois adiamentos, começa a vigorar hoje a exigência do controle eletrônico da jornada de trabalho. Nos próximos 90 dias, a fiscalização do Ministério do Trabalho apenas notificará os infratores numa primeira visita. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Marcelo Ferraz

Depositar todo o peso do combate à inflação em uma política monetária de restrição ao crédito passa longe da sensatez. (Págs. 1 e A10)

Ideias
Alexandre Schwartsman

Mesmo que o cenário recessivo não se materialize, as perspectivas de crescimento global não são animadoras. (Págs. 1 e A11)
----------------------------------------------------------------------------------