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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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quarta-feira, outubro 05, 2011


NO JUDICIÁRIO, MAIS DE 4.800 PODEM TER SUPERSALÁRIO

QUADRO DE SERVIDORES DO JUDICIÁRIO COM SUPERSALÁRIO PODE CRESCER 840%
Autor(es): IURI DANTAS
O Estado de S. Paulo - 05/10/2011

Estimativa parcial mostra quantos servidores seriam beneficiados com vencimento acima do teto

A proposta do Judiciário para elevar os vencimentos de servidores pode fazer com que o número de funcionários que recebem os chamados “supersalários" - acima do teto do funcionalismo, hoje em R$ 26.700 - salte dos atuais 512 para 4.814. O número é de levantamento da Anata (associação de funcionários do Judiciário) em 8 dos 50 tribunais do País. A proposta de reajuste consta do projeto de lei 6.613, que prevê correção média de 54% para analistas e 56% para técnicos, dependendo do estágio da carreira em que o servidor se encontra. Como o projeto eleva de forma linear o salário, os servidores que recebem os chamados "penduricalhos", como funções comissionadas e gratificações, ultrapassariam o teto do funcionalismo. "Se esses dados forem confirmados, é absolutamente inviável aprovar esse projeto de lei", avaliou o deputado Cláudio Puty (PT-PA), que preside a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, onde está o projeto.


A proposta do Judiciário para elevar os vencimentos de servidores pode aumentar em pelo menos 840% o número de funcionários que recebem os chamados supersalários - acima do teto do funcionalismo (hoje de R$ 26,7 mil). Segundo levantamento da Associação Nacional dos Analistas, Técnicos e Auxiliares do Judiciário e do Ministério Público da União (Anata), saltaria de 512 para 4.814 o número de servidores com contracheque mensal acima do teto, que é o salário de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), nos oito tribunais com dados disponíveis para esse tipo de cálculo.
A proposta de reajuste consta do projeto de lei 6.613, que prevê correção média de 54% para analistas e 56% para técnicos, dependendo do estágio da carreira em que o servidor se encontra. Como o projeto eleva de forma linear o salário, os servidores que recebem "penduricalhos", como funções comissionadas e gratificações, superariam o teto.
"Se esses dados forem confirmados, é absolutamente inviável aprovar esse projeto de lei," avaliou o deputado Claudio Puty (PT-PA), que preside a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, onde está o projeto. "Acho pouco provável que o Executivo não faça um acordo com o Judiciário, mas não nos termos dessa lei. A tendência é que a proposta seja alterada."
A Anata fez o levantamento em apenas oito dos cerca de 50 tribunais instalados no País, o que sugere que os servidores com supersalários, caso o projeto venha a ser aprovado, pode atingir número superior aos 4.814 encontrados. O Judiciário tem cerca de 120 mil servidores, de acordo com o levantamento.
A associação verificou dados do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, dos Tribunais Regionais Federais da 2.ª, 3.ª, 4.ª e 5.ª Regiões, do Tribunal Eleitoral do Paraná e do Tribunal do Trabalho de Minas Gerais.
A amostra se limita a essas cortes porque só elas seguem as regras do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para divulgação dos gastos com folha de pagamento. As demais, segundo a Anata, usam outros critérios, impedindo na prática o monitoramento das despesas, afirmou Alexandre Melchior, analista do TRE de Santa Catarina. "O projeto foi encaminhado ao Congresso antes de os tribunais publicarem os gastos. A gente imaginava que o número de distorções era grande, mas vimos que era muito pior."
O texto prevendo aumento para os servidores corre em paralelo ao dos ministros do Supremo, que negociam com o Congresso a elevação dos atuais R$ 26,7 mil para R$ 32 mil. Mesmo com o novo teto, o número de servidores com supersalários continuaria elevado, segundo a Anata.
Para o presidente da Comissão de Finanças, os dados exigem do Congresso a regulamentação do teto do funcionalismo, para evitar que o salário de qualquer servidor ultrapasse o limite. "Vemos com bons olhos se o governo tomar essa iniciativa, mas vou propor aos membros da comissão que apresentemos conjuntamente um projeto para controlar isso," disse Puty.
Subsídio. Os servidores da Anata defendem mudanças na forma de cálculo do reajuste do Judiciário e do Ministério Público da União. Em vez de aumento linear, querem aumento do subsídio pago aos funcionários, o que eliminaria os penduricalhos. A mesma fórmula já é adotada por servidores da Polícia Federal e da Receita Federal, por exemplo.
O Ministério do Planejamento é favorável, em tese, a esse modelo, por tornar mais claro a forma como o servidor é compensado pelo trabalho.

Após 22 dias, Correios faz acordo e encerra greve

Após 22 dias, Correios faz acordo e encerra greve
Autor(es): agência o globo: Geralda Doca
O Globo - 05/10/2011
 

Acordo no TST põe fim à greve dos Correios, que durou mais de 20 dias
Não houve avanço nas negociações com bancários e petroleiros preparam paralisação

BRASÍLIA e SÃO PAULO. Os funcionários dos Correios devem voltar ao trabalho amanhã, depois de 22 dias de paralisação geral. Ontem, representantes da categoria e da estatal fecharam acordo sobre os termos do reajuste salarial, em audiência de conciliação realizada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). Foi estabelecido um reajuste de 6,87%, retroativos a agosto, para cobrir as perdas com inflação e um aumento linear de R$80, a partir deste mês. Segundo a empresa, este valor, que será incorporado aos salários, representa um ganho real de 9,9% para os carteiros. Enquanto isso, os bancários vão para o décimo dia de greve e os petroleiros se preparam para greve nacional, que pode começar na próxima semana.
Hoje, os 35 sindicatos dos Correios realizarão assembleias em todo o país, mas o comando do movimento vai orientar os trabalhadores a aprovar o acordo celebrado entre as partes e com isso, pôr fim à greve. Assim que a metade das entidades se manifestar, as atividade voltarão ao normal, aos poucos.
Os serviços de Sedex 10, Sedex Hoje e Disque Coleta somente deverão ser aceitos a partir de amanhã, segundo a estatal. A empresa informou que a paralisação causou atrasos em 147 milhões de cartas e encomendas e que ainda não se sabe quando a situação será normalizada. O prejuízo estimado sobre o faturamento é de R$20 milhões por dia.
O acordo celebrado permitiu a compensação, por parte dos trabalhadores, da maioria dos dias parados (15 dias), durante sábados e domingos, até maio de 2012. Os seis dias que foram descontados do contracheque serão devolvidos em folha suplementar imediatamente. Eles só serão descontados a partir de janeiro até dezembro, sendo o equivalente a meio dia parado por mês.
Dez mil metalúrgicos
fizeram manifestação
O TST passou a mediar o conflito na última sexta-feira, quando a direção da empresa entrou com pedido para que a Justiça suspendesse a greve por se tratar de serviço essencial e instaurasse processo de dissídio coletivo no Tribunal. A liminar para acabar com a paralisação foi negada pela vice-presidente do TST, Cristina Peduzzi.
Já os bancários, em greve há mais de uma semana, enviaram ontem carta à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) cobrando a retomada nas negociações do acordo coletivo da categoria. No início da noite, a Fenaban alegou não ter conhecimento da carta e nenhum encontro havia sido agendado. A greve dos bancários já mobiliza cerca de 32 mil trabalhadores. O silêncio dos bancos, segundo os sindicalistas da confederação dos bancários, tem ajudado a ampliar a paralisação, que ontem atingiu 8.328 agências e 21 prédios administrativos.
Os bancários, que iniciaram a greve no dia 27 de setembro, reivindicam 12,8%, e os bancos ofereceram 8%.
Também em campanha salarial, dez mil metalúrgicos de várias empresas das regiões sul e oeste da capital paulista participaram ontem de um ato de mobilização para a campanha salarial, cuja data base é em novembro.

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''


SINOPSES - RESUMO DOS JORNAiS


05 de outubro de 2011
O Globo

Manchete: Rio vai dobrar indenização para remover mais favelas
Prefeitura aumenta tabela de valores para diminuir resistência de moradores

A prefeitura aumentou de R$ 40 mil para R$ 77 mil o teto de ajuda para a compra de uma nova moradia para as famílias que hoje vivem em áreas de risco nas favelas ou cujas casas estejam no caminho de obras. O ressarcimento foi aumentado diante da recusa a indenizações ou remoções. O decreto baixado pelo prefeito Eduardo Paes também reajusta a tabela das indenizações em dinheiro, de até R$ 600 para até R$ 7800 metro quadrado, para imóveis com benfeitorias e bem localizados. Para especialistas, a medida acompanha a valorização imobiliária nas favelas, mas é preciso mais rigor na fiscalização para evitar a reocupação desordenada. (Págs. 1, 15 e 16)

Governo negocia com Fifa criar Bolsa Torcedor na Copa (Págs. 1 e Caderno Esportes)

Um hospital tão doente quanto seus pacientes
Do diagnóstico ao tratamento, passando pelos efeitos colaterais, a Hospital do Fundão é um paciente em estado grave. Rachaduras de 8cm de largura fecharam o centro cirúrgico. Vistoria afastou desabamento, mas a unidade será monitorada. (Págs. 1 e 22)

Farra com Bolsa Pesca eleva gasto a R$ 1,3 bi
Com orçamento de R$ 1,3 bilhão este ano, o seguro-defeso é pago sem qualquer controle e fiscalização a pescadores - mas também a mortos, empresários e desempregados. Auditoria descobriu irregularidades em mais de 60 mil benefícios em apenas dois anos. O Ministério Público apura fraudes de norte a sul, inclusive o uso da chamada Bolsa Pesca - de um salário mínimo - como moeda eleitoral. (Págs. 1, 3, 4 e 9)

Brasil libera droga banida nos EUA
A Anvisa deu sinal verde para que a sibutramina, proibida nos EUA e na Europa, continue a ser vendida no país. A decisão ignorou parecer inicial da câmara técnica da Anvisa. A sibutramina eleva o risco de infarto e derrame. Três remédios emagrecedores foram proibidos. (Págs. 1 e 34)

Entrando de sola
Depois dos carros, a governo brasileiro impôs mais uma barreira contra produtos chineses. Agora é a vez dos calçados, que perderam as licenças automáticas de importação. O objetivo é barrar sapatos chineses que entrariam ilegalmente no Brasil a partir da Indonésia e do Vietnã. (Págs. 1 e 25)

Após 22 dias, Correios faz acordo e encerra greve (Págs. 1 e 31)


Crise do euro faz a 1ª vítima e quebra banco
Os mercados financeiros foram sacudidos ontem com a notícia de que a crise da dívida na zona do euro fez sua primeira vítima: o banco franco-belga Dexia, o 19º europeu em ativos. Com € 4,8 bilhões em títulos gregos, a Dexia quebrou e precisará de resgate. As bolsas caíram em Frankfurt (-2,98%), Paris (-2,61 %) e Londres (- 2,59%). O Dexia foi comparado ao Bear Stearns, o banco americano que estava quebrado em marco de 2008 e foi socorrido antes do agravamento da crise. (Págs. 1, 23 e 24)

Míriam Leitão

Os bancos estão desconfiando até da própria sombra e por isso os governos têm medo do pânico. (Págs. 1 e 24)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Para deputado, cada colega de SP tem um preço
Frase é de Roque Barbiere, que apontou venda de emendas na Assembleia; governo estadual diz que ele nunca denunciou

O deputado estadual Roque Barbiere (PTB) comparou a Assembleia de São Paulo a um camelódromo e disse ter alertado o governo do Estado para a existência de um esquema em que seus colegas negociariam emendas ao Orçamento com prefeitos e com empreiteiras.

"Isso é igual camelô, cada um vende de um jeito", afirmou durante entrevista. (Págs. 1 e Poder A4)

Acusado de desviar R$ 100 milhões, ex-diretor da Assembleia do PR alega insanidade, e Justiça suspende processos contra ele. (Págs. 1 e Poder A11)

Foto Legenda: Compaixão
Uma mulher somali que, com um balde, tentava apagar o fogo dos corpos calcinados chamou atenção na cena do atentado terrorista que matou mais de 70 em Mogadício; grupo ligado à Al Qaeda assumiu o ataque. (Págs. 1 e Mundo A17)



Ciência: Estudo da expansão do Universo da Nobel a trio dos EUA (Págs. 1 e C11)


Anvisa proíbe anfetaminas e restringe a sibutramina
A Anvisa proibiu o uso de inibidores de apetite do tipo anfetaminas (femproporex, mazindol e anfepramona), mas manteve a sibutramina, com regras mais restritas.

Para a agência, o risco trazido pelos anfetamínicos, aliado à falta de estudos sobre sua eficácia, desaconselha o uso dessas drogas.

O CFM (Conselho Federal de Medicina) promete ir à Justiça contra a decisão. (Págs. 1 e Saúde C10)

Correios fazem proposta, e fim da greve deve ser votado hoje
Os Correios e representantes dos funcionários chegaram a um acordo para encerrar a greve que já dura 21 dias e provocou o atraso na entrega de 147 milhões de cartas e encomendas.

Os 35 sindicatos da categoria vão se reunir hoje para decidir se ratificam o acordo, que prevê reposição da inflação de 6,87% e um reajuste linear de R$ 80 a partir de outubro. (Págs. 1 e Mercado B1)

Fernando Rodrigues: Juiz criminoso deve ir para cadeia, não só ser aposentado
Não há como ver normalidade quando quase nunca um juiz é punido. Quem comete crime não deve só ser aposentado. Tem de ser condenado e preso. (Págs. 1 e Opinião A2)

Prefeitura de SP fechará shopping Center Norte
O shopping Center Norte será interditado hoje por tempo indeterminado. Ontem, a Justiça cassou liminar que impedia o fechamento do local, localizado em área com presença de gás metano no subsolo. Para a prefeitura, há risco de explosão.

A direção do shopping não informou se vai recorrer da decisão. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Bulgária usa visita de Dilma para fechar negócios
O governo da Bulgária acredita que a visita da presidente Dilma Rousseff, que chegou ao país, vai gerar bons negócios com o Brasil.

"A visita irá mostrar aos empresários brasileiros que a Bulgária é um bom lugar para investir", disse o presidente Georgi Parvanov, em entrevista a Vaguinaldo Marinheiro. (Págs. 1 e Mundo A16)

Editoriais
Leia "Parceria nos trilhos", sobre plano do governo de SP para o transporte, e "Teto para valer", acerca de limite para salários de servidores. (Págs. 1 e Opinião A2)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: No Judiciário, mais de 4.800 podem ter supersalário
Estimativa parcial mostra quantos servidores seriam beneficiados com vencimento acima do teto

A proposta do Judiciário para elevar os vencimentos de servidores pode fazer com que o número de funcionários que recebem os chamados “supersalários" - acima do teto do funcionalismo, hoje em R$ 26.700 - salte dos atuais 512 para 4.814. O número é de levantamento da Anata (associação de funcionários do Judiciário) em 8 dos 50 tribunais do País. A proposta de reajuste consta do projeto de lei 6.613, que prevê correção média de 54% para analistas e 56% para técnicos, dependendo do estágio da carreira em que o servidor se encontra. Como o projeto eleva de forma linear o salário, os servidores que recebem os chamados "penduricalhos", como funções comissionadas e gratificações, ultrapassariam o teto do funcionalismo. "Se esses dados forem confirmados, é absolutamente inviável aprovar esse projeto de lei", avaliou o deputado Cláudio Puty (PT-PA), que preside a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, onde está o projeto. (Págs. 1 e Nacional A4)


Foto Legenda: Brasil e UE divergem sobre taxar transações
Dilma se encontra com o rei da Bélgica, Albert II, em Bruxelas; a presidente disse concordar com uma maior regulação sobre o fluxo global de capitais, mas criticou a proposta de taxação sobre transações financeiras, defendida por Alemanha e França e que deve entrar em vigor na Europa em 2014, "Não acho que isso resolve", afirmou Dilma, que disse não ser "juiz de decisões de outros países". (Págs. 1 e Economia B4)

Deputado diz que colegas na Assembleia de SP são "camelôs"
O deputado Roque Barbiere (PTB) disse que há colegas seus na Assembleia Legislativa paulista que são "iguais a camelô”, referindo-se à suposta venda de emendas. “Cada um tem uma maneira, cada um tem um preço", afirmou. Ele disse que não dará nomes nem com revólver na cabeça". (Págs. 1 e Nacional A10)

Outra agência de risco rebaixa Itália
Moody’s reduz rating da dívida, 15 dias após a Standard & Poor’s ter feito o mesmo

Após o fechamento dos mercados, a agência de risco Moody's rebaixou ontem a nota de crédito da Itália, de Aa2 para A2. É o segundo rebaixamento em 15 dias - em 19 de setembro, foi vez da Standard & Poor's. As bolsas europeias já haviam registrado queda com a informação de que o banco franco-belga Dexia poderia ser obrigado a fazer uma cisão, para expurgar perdas bilionárias. As autoridades anunciaram plano para socorrê-lo. (Págs. 1 e Economia B1)

Liminar cai e Prefeitura deve fechar Center Norte hoje
A Prefeitura deve fechar hoje o Shopping Center Norte. A decisão de cassar a liminar que mantinha o estabelecimento aberto foi tomada pelo mesmo juiz que a havia concedido. A justificativa é que o shopping não comprovou a inexistência do risco de explosão por acúmulo de gás. (Págs. 1 e Cidades C3)


Acordo deve encerrar greve dos Correios (Págs. 1 e Economia B9)


Emagrecedor é mantido pela Anvisa
Proibido em vários países, o emagrecedor sibutramina continuará sendo vendido no Brasil, mas sob novas regras, decidiu a Anvisa. Já os derivados de anfetaminas foram vetados. (Págs. 1 e Vida Al8)

Dora Kramer
Clube da luta

O PSDB hoje é uma confederação de emburrados sem rumo, cuja principal ocupação é dar vazão a ressentimentos mútuos. (Págs. 1 e Nacional A8)


Notas & Informações
A lição inoportuna de Dilma

A presidente aconselhou o premiê belga numa visita que requeria outro comportamento. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Dilma freia desmonte do BB em Brasília. Falta brecar a Caixa
Num encontro ontem com a bancada de senadores e deputados do Distrito Federal, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleise Hoffmann, afirmou que é inadmissível a transferência de diretorias do Banco do Brasil para São Paulo, movimento denunciado pelo Correio na semana passada. Segundo Gleisi, o esvaziamento da instituição na capital federal não será tolerado pela presidente Dilma Rousseff, que convocará o presidente do banco, Aldemir Bendine, para prestar esclarecimentos. Os parlamentares do DF também saíram do Palácio do Planalto com a garantia de que processo semelhante na Caixa Econômica Federal será contido. (Págs. 1 e 14)


Mensalidade escolar no DF subirá 12,5% (Págs. 1 e 33)


Foto Legenda: Aonde eles vão levar o mundo?
A notícia de que o banco franco-belga Dexia está em vias de quebrar assombrou o planeta e reforçou um sentimento que domina o mercado: a pior de todas as crises está na ausência de uma forte liderança política. Líderes como Obama, Ângela Merkel, Zapatero e Sarkozy estariam desorientados diante do tsunami financeiro. “Temos um grande problema de governabilidade”, admitiu o presidente do Banco Central Europeu, o francês Jean-Claude Trichet. (Págs. 1, 10, 12 e 13)


Um alerta brasileiro
Bruxelas – Guardadas as proporções, imigrantes sem teto na capital belga remetem à imagem cunhada quatro décadas atrás para descrever o Brasil de então: Belíndia, uma nação que crescia como a Bélgica, mas continuava miserável como a Índia. Ontem, Dilma fez um alerta a europeus: evitem medidas recessivas. (Págs. 1, 2 e Coluna Entrelinhas, 4)


Educação: UnB entre as melhores do continente
A Universidade de Brasília é a quarta instituição de ensino superior do país e a 11ª da América Latina, segundo pesquisa. O aumento do número de docentes e de doutores contribuiu para a melhoria da qualidade. (Págs. 1 e 31)


AGU não quer eleição com verba pública
A Advocacia-Geral da União, órgão ligado ao governo, é contrária à proposta, defendida pelo PT e por Lula. (Págs. 1 e 3)


Enem abre consulta no site sobre os locais de prova (Págs. 1 e 27)


Novas regras para o uso de emagrecedores
Governo cria restrições e promete ampliar a vigilância, mas permite o comércio de inibidores de apetite feitos com subitramina. As drogas que têm anfetamina na composição estão proibidas. (Págs. 1 e 9)

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Valor Econômico

Manchete: Capital externo garante o aumento de investimentos
O capital estrangeiro aumentou seus investimentos no Brasil e deve ultrapassar a fatia destinada para esse fim pelo capital nacional em 2011. Os investimentos totais anunciados no Brasil durante o primeiro semestre somaram US$ 165,6 bilhões - equivalentes a 62% do total anunciado no ano passado. Se o ritmo for mantido, os investimentos divulgados podem ultrapassar a marca de 2010. Os dados são da Rede Nacional de Informações sobre o Investimento (Renai), órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento (Mdic). O relatório consolida dados de novos projetos anunciados, mesmo que sejam executados ao longo de vários anos.

Em todo o ano passado, os investimentos com capital exclusivamente nacional representavam 66% do total. No primeiro semestre deste ano, essa participação caiu para 32,2%, enquanto o de origem exclusivamente estrangeira ficou em 56,1% - aumento expressivo em relação aos 23,1% registrados em 2010. A diferença, nos dois períodos, ficou com os projetos de capital misto. (Págs. 1 e A3)

Dependência do petróleo cresce no Rio
O dinheiro do petróleo permitiu que pequenas e médias empresas expandissem seus negócios na Região dos Lagos e no norte fluminense nos últimos anos. Mas tornou as economias locais, e sobretudo as prefeituras, muito dependentes do setor. No Estado do Rio, o petróleo também ganhou um peso importante nas finanças públicas (depois do ICMS, os royalties e participações especiais cobradas da atividade são a principal fonte de receita). As petroleiras consideram que o setor é hoje responsável por algo como 12% do Produto Interno Bruto (PIB). Sua fatia na Formação Bruta de Capital Fixo deve passar de 6,3% em 2001 para 14,7% em 2014, segundo André Sant'Anna, economista do BNDES. (Págs. 1 e A16)


Foto Legenda: Energia do lixo
A gestora de resíduos urbanos Haztec vai investir R$ 440 milhões em duas usinas de geração de energia a partir de lixo, diz Paulo Tupinambá. A tecnologia foi comprada da Holanda. (Págs. 1 e B8)
UE prepara ação para recapitalizar bancos
O custo do seguro contra calote do sistema financeiro na zona do euro suplantou os níveis vistos à época da quebra do Lehman Brothers, em 2008, e bateu recorde, indicando que os bancos do bloco nunca estiveram tão perto de um colapso. Os ministros da Fazenda da União Europeia estão examinando formas de coordenar a recapitalização das instituições financeiras após terem concordado ser urgentemente necessárias medidas para protegê-las.

Num sinal claro de que os governos dos países da UE estão se preparando para agir, Wolfgang Schäuble, ministro das Finanças da Alemanha, disse que Berlim poderia, se necessário, reativar os mecanismos de apoio acionados em 2008 para recapitalizar os bancos. Ele informou que todos os integrantes da zona do euro apresentarão planos de proteção a seus bancos na próxima reunião de ministros no fim do mês. (Págs. 1, C1 , C2 e C8)


Bolsa perde mais valor do que na crise de 2008
Para a bolsa brasileira, a crise atual é pior que a desencadeada pela quebra do Lehman Brothers. No ano, até setembro, houve perda no valor de mercado do Ibovespa de R$ 382,2 bilhões, ante os R$ 347,8 bilhões do mesmo período de 2008. É como se o índice tivesse perdido o valor equivalente aos quatro maiores bancos do país e três gigantes da siderurgia juntos -Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Santander, Gerdau, CSN e Usiminas. (Págs. 1 e D3)


Infraero relicita todas as lojas de aeroportos
Sob críticas dos atuais lojistas, a Infraero mudou a estratégia de exploração comercial dos principais aeroportos do país, com novos contratos que chegam a aumentar os aluguéis em até oito vezes. À medida que expiram, 5.244 espaços comerciais estão sendo relicitados. A possibilidade de renovação automática dos contratos foi abolida.

O aumento médio tem sido de 200% nos contratos novos, diz o diretor comercial da Infraero, Geraldo Neves. O faturamento com áreas comerciais deve passar de R$ 947 milhões em 2010 para R$ 1,16 bilhão neste ano. (Págs. 1 e B1)


IOF transfere ao exterior o hedge de agropecuários
A taxação dos contratos de derivativos afetou o mercado de proteção cambial (hedge) de produtos agropecuários, transferiu ao exterior parte desses negócios e reduziu a influência do Brasil na formação dos preços internacionais de commodities agrícolas. Com esses argumentos, o Ministério da Agricultura tenta alterar, na Câmara dos Deputados, a Medida Provisória nº 539, para isentar as liquidações de câmbio de contratos agropecuários (boi, café, etanol, milho, soja) da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A BM&FBovespa também tem atuado nos bastidores para reforçar a necessidade de modificar o texto.

O cenário começou a ganhar forma em outubro de 2009, quando o governo decidiu cobrar IOF de 2% na entrada de capital estrangeiro para investimentos em renda fixa e variável. A partir daí, a liquidação de contratos de câmbio, inclusive originária de derivativos agropecuários, começou a perder terreno. A participação dos investidores não residentes caiu de quase 25% para menos de 4% no mercado agropecuário até setembro, segundo dados da BM&FBovespa enviados reservadamente ao governo. (Págs. 1 e B14)

Só isenção fiscal é insuficiente para sucesso do carro elétrico no Brasil (Págs. 1 e A3)


Europeus criticam protecionismo brasileiro (Págs. 1 e A4)


Empreendedorismo
O Brasil já conta com mais de 1,6 milhão dos chamados empreendedores individuais (EIs) e deve chegar a pelo menos 1,8 milhão até o fim do ano. Mas só isso não basta. Depois de obter o CNPJ, "é necessário capacitação para tornar os negócios mais competitivos", diz Luiz Barretto, presidente do Sebrae. (Págs. 1 e Especial)


Expansão das vendas diretas
O mercado de vendas diretas movimentou US$ 132 bilhões no mundo no ano passado. Excluído o mercado chinês, que movimentou US$ 12,5 bilhões, o crescimento foi de 2,1% sobre 2009. (Págs. 1 e B4)


Nafta começa a perder espaço
A nafta começa a perder espaço nos investimentos de novas petroquímicas no Brasil. Os projetos em andamento estão focados em outras matérias-primas, como o gás natural e de refinaria ("offgas"), além do etanol. (Págs. 1 e B9)

Surpresa na licitação de sondas
Mesmo sem a parceria da Sete Brasil (que tem a Petrobras como acionista), a Ocean Rig fez a melhor proposta financeira para construção, no Brasil, de 21 sondas de perfuração que serão afretadas pela estatal. (Págs. 1 e B10)


Anadarko deixa o Brasil
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) confirmou ontem que a petroleira americana Anadarko vai deixar o país. Bancos já teriam sido contratados para negociar os ativos da empresa no Brasil, avaliados entre US$ 3 bilhões e US$ 5 bilhões. (Págs. 1 e B10)


Embarques de açúcar recuam
Do início da safra de cana, em maio, até setembro, o país exportou 13 milhões de toneladas de açúcar, 7% menos do que no mesmo período de 2010, e a perspectiva para o próximo ciclo também é de produção e embarques menores. (Págs. 1 e B13)


Exportações de carne
As exportações brasileiras de carne bovina devem ultrapassar US$ 5 bilhões neste ano. O valor é cerca de 4% superior ao registrado no ano passado. Em volume, porém, a queda deverá ser expressiva, entre 15% e 20%, segundo a Abiec. (Págs. 1 e B13)

Bonduelle colhe a primeira safra
A francesa Bonduelle se prepara para comercializar sua primeira "safra" de ervilhas frescas produzidas no Brasil, produto inédito no país, onde o consumo é basicamente de ervilhas reidratadas. (Págs. 1 e B14)


Crise aperta bancos pequenos
Os bancos brasileiros de pequeno e médio portes têm US$ 10,4 bilhões em dívida no exterior e 27% desse total, ou US$ 2,8 bilhões, vencem entre este ano e 2013, segundo a Moody's, que prevê dificuldades de financiamento para essas instituições. (Págs. 1 e C8)


BTG entra na Vivere
De olho na expansão do crédito habitacional, o BTG Pactual comprou uma participação de 30% na Vivere Brasil, empresa de gestão digital de contratos de financiamentos imobiliários. (Págs. 1 e C8)

Ideias
Martin Wolf

Zona do euro exige ajuste crível que restaure a saúde das economias mais fracas, do contrário se desagregará. (Págs. 1 e A15)


Ideias
Fabio Giambiagi

A tese de que a economia cresceu mais com Lula porque o mínimo subiu mais implica um problema de lógica elementar. (Págs. 1 e A15)

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terça-feira, outubro 04, 2011

XÔ! ESTRESSE [In:] ''COM JEITO VAI..."



...

GOVERNO DILMA/DILMA [In;] OPS !!

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Dilma recua e aceita regras da Fifa na Copa

Recuo estratégico
Autor(es): agência o globo:Chico de Gois
O Globo - 04/10/2011

Dilma Rousseff diz à Fifa que o governo brasileiro admite rever pontos da Lei Geral da Copa do Mundo que desagradaram à entidade. Mas não vai mexer no Estatuto do Idoso

Numa reunião de pouco mais de uma hora, sem permissão para registro nem mesmo do fotógrafo oficial, a presidente Dilma Rousseff aceitou rever alguns pontos da Lei Geral da Copa que causaram conflito com a Fifa. Dilma se encontrou com o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, e com o ministro do Esporte, Orlando Silva. Nem o presidente da Fifa, Joseph Blatter, nem o presidente da CBF e do Comitê Organizador Local (COL) do Mundial de 2014, Ricardo Teixeira, estiveram presentes. Segundo o ministro, o governo reafirmou à entidade que irá seguir os compromissos assumidos quando o Brasil foi escolhido para sediar o evento. O governo aceita rever pontos controversos para a Fifa, como a proibição de venda de bebidas alcoólicas nos estádios, meia entrada para estudantes e combate mais rigoroso à pirataria. Já a venda de meia entrada para os idosos, garantida pelo Estatuto do Idoso, não deverá sofrer alteração.

Na próxima semana haverá outra reunião entre representantes da Fifa e do governo, em Brasília. Valcke avaliou que a audiência com Dilma foi produtiva e observou que as exigências da entidade para o Brasil são as mesmas aplicadas na África do Sul em 2010 e serão idênticas às que serão impostas à Rússia em 2018.

De acordo com Orlando Silva, na semana que vem serão revistos temas que poderão ser alterados na Lei Geral da Copa, que foi encaminhada para a Câmara há cerca de 15 dias.

- Na próxima semana, na quarta-feira, uma equipe da Fifa estará no Brasil para um novo encontro, examinar temas que a redação do projeto possa ser aperfeiçoada de modo que fique nítido que todas as garantias que o Brasil firmou com a Fifa serão cumpridas.

Ele disse que o governo irá sugerir alterações ao Congresso, mas não deu detalhes.

- Nosso objetivo é oferecer eventualmente ao Congresso sugestões adicionais para que a redação da lei deixe o mais claro possível os compromissos do Brasil com as garantias que foram oferecidas.

Estudantes: decisão em cada sede

Orlando Silva afirmou que no caso dos descontos para estudantes as legislações são estaduais e, portanto, a Fifa terá de conversar com os governos estaduais. O governo federal se comprometeu a intermediar as negociações, caso seja necessário. As cidades temem ficar expostas e se sentirem obrigadas a ceder, sob pena de terem papel secundário na definição do calendário de jogos. Ou seja, há sedes que temem, caso decidam não ceder aos desejos da Fifa, não receber jogos das fases mais importantes do torneio.

Já em relação à venda de bebidas nos estádios, que contraria o interesse da entidade uma vez que uma das patrocinadoras é uma cervejaria, o ministro declarou que não há uma legislação federal a respeito, mas uma determinação da CBF, que cumpriu acordo com o Ministério Público.

- No que diz respeito ao Estatuto do Idoso, que prevê descontos para a população idosa, informamos à Fifa que não seria suspensa a legislação sobre esse tema, como não será suspensa a legislação do país em nenhum aspecto. Um tema ou outro que seja próprio da Copa do Mundo, que é um evento especial e com características próprias, nós vamos estudar.

Valcke elogiou a reunião com Dilma, qualificando-a de produtiva. Ele afirma ter dito à presidente que se a entidade e o governo brasileiro trabalharem juntos, o sucesso virá para ambos. Caso contrários, os dois sairão perdendo.

- O que pedimos ao Brasil não é mais do que pedimos para a África do Sul em 2010 e não menos do que pediremos para a Rússia em 2018. Nós reconhecemos as leis nacionais e a legislação e trabalhamos para que se cumpram. Mas é preciso reconhecer que a Copa é um evento único.

Valcke disse que a intenção do encontro foi mostrar que a Fifa não está trabalhando contra o governo. Segundo ele, a Fifa respeita a Constituição brasileira, mas quer demonstrar que a Copa precisa de algumas adaptações:

- O que o público tem que entender é que não estamos brigando com o governo brasileiro ou com a presidente. Estamos trabalhando juntos para que a Constituição brasileira garanta os direitos dos brasileiros e, ao mesmo tempo, contemple as necessidades da Fifa. Até o fim do mês, o presidente Blatter irá ao Brasil para conversar com a presidente e deixar claro detalhes sobre o acordo que estamos assinando.

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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


04 de outubro de 2011

O Globo


Manchete: Rumo a 2014 e 2016 - Após o rock, Rio removerá favela para as Olimpíadas

Prefeitura compra terreno por R$ 19,9 milhões, mas moradores resistem a sair

Situada no coração dos Jogos Olímpicos, na Barra, a favela Vila Autódromo, vizinha à Cidade do Rock, será removida até 2013. O fim da comunidade com centenas de casas, revela Luiz Ernesto Magalhães, está previsto na minuta do edital da parceria público-privada que a prefeitura está lançando em busca de investidores para dividir os custos da construção do Parque Olímpico de R$ 1,3 bilhão, na área ocupada pelo Autódromo. A Secretaria de Habitação planeja reassentar as famílias num conjunto do Minha Casa, Minha Vida na Estrada dos Bandeirantes, a um quilômetro da favela. O município pagou R$ 19,9 milhões pelo terreno, mas nem todos os moradores aceitam se mudar. Desde 1993, ainda no governo César Maia, a prefeitura tenta na Justiça remover a Vila Autódromo. (Págs. 1, 12 e 13)



Dilma recua e aceita regras da Fifa na Copa

O governo vai rever pontos da Lei Geral da Copa que desagradaram a Fila, segundo afirmou o ministro do Esporte, Orlando Silva, após reunião da presidente Dilma Rousseff com o secretário-geral da entidade, Jerôme Valcke, em Bruxelas. Mas a meia-entrada para idosos não será alterada. (Págs. 1 e Caderno Esportes)

Enquanto isso, na cidade do humor...

Capital do humor da Bulgária, tem até um museu sobre o tema, Gabrovo aguarda a visita da presidente Dilma Rousseff, esta semana, sem perder a piada, conta Deborah Berlinck. A cidade de 60 mil habitantes, onde nasceu Peter, pai de Dilma, prepara-se para recebê-la com uma exposição sobre sua família. O prefeito Nikolay Sirakov brinca sobre a possibilidade de fazer negócios com o Brasil: "Nosso lema é: investir pouco... e ganhar muito!" (Págs. 1 e 10)

Nobel depois da morte

Prêmio de Medicina abre polêmica

O Prêmio Nobel de Medicina deste ano foi marcado pela polêmica após a descoberta de que um dos ganhadores, o canadense Ralph Steinman, morrera na sexta-feira. Numa decisão inédita, a premiação foi mantida. Steinman e outros dois cientistas ganharam o Nobel por descobertas sobre o sistema imunológico. Ele morreu de câncer de pâncreas e viveu mais do que o esperado graças ao tratamento que desenvolvera.

O DNA do vírus 1 da dengue revelou que estão em circulação no Rio novas linhagens, com potencial mais agressivo. O estudo é da Fiocruz. (Págs. 1 e 30)

ProJovem gasta muito e forma muito pouco

Após seis anos, o programa federal destinado a jovens fora da escola e desempregados coleciona fracassos: o ProJovem Urbano, uma das quatro áreas de atuação, gastou R$ 1,6 bilhão e diplomou 209 mil alunos, 38% dos participantes. O programa foi cancelado e sua coordenadora, demitida. A versão rural, o ProJovem Campo, teve desempenho pior: só 1 % dos 59 mil jovens matriculados foi diplomado. (Págs. 1 e 3)


Royalties: decisão deve ser adiada em até 20 dias (Págs. 1 e 25)


PIB da Grécia vai despencar 5,5% este ano e 2,5% em 2012 (Págs. 1 e 23)


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Folha de S. Paulo


Manchete: Metrô falha pela 2ª vez em 3 dias e afeta 75 mil

Pane impediu que estações da linha amarela abrissem; atraso foi de quase 4 horas

Uma falha no sistema de sinalização dos trens prejudicou 75 mil usuários da linha 4-amarela do metro.

A prefeitura colocou ônibus extras para os passageiros, mas eles foram insuficientes para a demanda. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Estado quer sistema de PPPs para novas concessões (Págs. 1 e Mercado B1)

Procuradores veem indícios de crime no caso Palocci

O Ministério Público Federal prepara abertura de inquérito criminal sobre a atuação do ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil) como consultor de empresas, enquanto atuava na campanha de Dilma Rousseff.

Procuradores avisaram ao procurador-geral da República ter encontrado "fatos novos" no caso, revelado pela Folha em maio. José Roberto Batochio, advogado de Palocci, disse que não há fato novo. (Págs. 1 e Poder A4)

Cabral pressiona presidente para manter royalties de produtores (Págs. 1 e Poder A6)


Dilma se reúne com a Fifa e ameniza clima de confronto

Após Dilma reunir-se com representante da Fifa, o governo disse que enviará ao Congresso emendas à lei da Copa para explicitar garantias exigidas pela entidade.

O anúncio amenizou o clima de confronto. Mas o governo rejeitou alterar a meia-entrada para idoso - a de estudante será discutida por ser lei estadual. (Págs. 1 e Esporte D2)

Ganhador de Nobel morre 3 dias antes de ser anunciado

O Nobel de Medicina foi concedido a um pesquisador que morreu três dias antes do anúncio - o comitê não sabia. Vítima de câncer, Ralph Steinman, 68, usou suas descobertas sobre o sistema imunológico para tratar a própria doença.

O prêmio foi dividido com outra pesquisa sobre imunidade, de Bruce Beutler, dos EUA, e Jules Hofimann, de Luxemburgo. (Págs. 1 e Ciência C11)

Foto Legenda: Indignados

"Zumbis corporativos" marcham em Nova York em mais um protesto; ato dos indignados contra grandes corporações ganha adeptos em outras cidades. (Págs. 1 e Mundo A11)


Foto Legenda: Inocentada

A americana Amanda Konx, 24, acusada pelo assassinato da britânica Meredith Kercher em logo sexual em 2007, chora ao ser absolvida na Itália. (Págs. 1 e Mundo A13)

João Pereira Coutinho: No casamento dos europeus, não é a Alemanha a infiel

A crise na Europa lembra alguns casamentos: se o dinheiro some, começa a estalar o verniz da respeitabilidade. Quando o divórcio chegar, os alemães serão cobertos de insultos. Só que, desta vez, não é Alemanha que foi a infiel à Europa. (Págs. 1 e Ilustrada E8)

Presidente da Funai é refém de índios da Grande Porto Alegre (Págs. 1 e Poder A10)


Editoriais

Leia "A agenda dos juros", sobre obstáculos para a economia brasileira, e "Tragédia mexicana", acerca da guerra contra o tráfico de drogas. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Dilma diz que Europa deve evitar ajuste fiscal recessivo

Na Bélgica, presidente lembra das décadas de estagnação na América Latina para dizer que só austeridade não basta

A presidente Dilma Rousseff sugeriu à Europa que rompa o ciclo de ajustes fiscais para combater a crise. O conselho foi dado ao premiê belga, Yves Leterme, em sua visita a Bruxelas. Dilma lembrou que a América Latina passou nos anos 1980 e 1990 por uma crise de dívidas, que causou "perdas bastante significativas". Essa experiência mostrou que reajustes fiscais extremamente recessivos só aprofundaram o processo de recessão, de perda de oportunidades e de desemprego", disse Dilma. Para ela, "dificilmente se sai da crise sem aumentar o consumo, o investimento e o nível de crescimento da economia". Em resposta, o premiê belga afirmou que ajuste no bloco e “equilibrado". (Págs. 1 e Economia B1)

Grécia derruba bolsas

O anúncio grego de que não cumprirá meta fiscal abalou os mercados. Houve queda em Londres (1,03%), Frankfurt (2,28%), Nova York (2,36%) e São Paulo (2,93%). (Págs. 1 e Economia B3)

Radicalismo em Israel

Garoto árabe-israelense, na mesquita incendiada na Galileia, no norte de Israel: a polícia acusou extremistas judeus pelo ataque, condenado pelas principais autoridades do país. A ação, terceira do tipo em um mês, provocou protesto de moradores, que entraram em confronto com forças de segurança. (Págs. 1 e Internacional Al2)


Deputado de SP levou "maço de R$ 100"

Uma testemunha disse à Corregedoria Geral da Administração do governo paulista que viu em 2009 o então deputado estadual José Antônio Bruno (DEM) receber "maço de notas de R$ 100", relata Fausto Macedo. O dinheiro teria origem no suposto esquema de venda de emendas na Assembleia de São Paulo. Bruno negou a acusação. (Págs. 1 e Nacional A4)

Alckmin diz esperar 'nomes' para agir

O governador disse que espera o deputado Roque Barbiere (PTB) apontar nomes para iniciar investigação sobre o suposto tráfico de emendas na Assembleia. (Págs. 1 e Nacional A4)

Governo se propõe a mudar Lei Geral da Copa para atender a Fifa

O governo vai discutir com representantes dos 12 Estados que receberão jogos do Mundial alterações na Lei Geral da Copa. O objetivo é chegar a acordo sobre meia-entrada para estudantes - o governo não aceita negociar o benefício a idosos - e liberação de bebida alcoólica nos estádios. (Págs. 1 e Esportes E1)


STF pode ter salário da Suprema Corte dos EUA (Págs. 1 e Nacional A8)


No Pará, 65% do corte de madeira é ilegal (Págs. 1 e Vida A18)


Ilan Goldfajn

FMI em tempos de crise

O cenário de baixo crescimento não é de ruptura, que aconteceria se houvesse uma crise financeira aguda. Mas a probabilidade está crescendo. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)


Notas & Informações

Dilma Rousseff, no comando do BC

A política de juros é agora decidida no Palácio do Planalto. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Professor assassino apostou na impunidade

À medida que junta as peças do caso, mas o delegado Alexandre Nogueira se convence: o professor de direito Rendrik Rodrigues, de 35 anos, planejou cada detalhe do assassinato da aluna Suênia Sousa de Faria, de 24, certo de que ficaria impune. Da compra da arma, dias antes, à decisão de entregar o corpo na delegacia. “Foi premeditado, sem dúvida”, diz Nogueira. “Ninguém compra uma arma para brincar.” Pela lei, ao se apresentar espontaneamente, o autor de um crime pode conseguir o benefício de responder ao processo em liberdade. A última parte do plano falhou porque o marido da jovem, sem que Rendrik soubesse, havia prestado queixa à polícia, instantes antes do crime, pressentindo que a vida da mulher corria perigo. Ontem, a OAB abriu procedimento para suspender o direito de Rendrik atuar como advogados, e as duas faculdades em que dava aula o demitiram. A Justiça decretou a prisão preventiva do assassino. (Págs. 1, 21, 22 e Coluna Entrelinhas, 4)

Covardia dentro de casa

Uma mulher sofre violência a cada duas horas no DF. Nos seis primeiros meses do ano, cresceu o número de denúncias: foram 2.110, 29% a mais que no mesmo período de 2010. (Págs. 1 e 23)


Jogo duro para Dilma

Bruxelas – Em reunião com dirigentes da Fifa, a presidente admitiu mudar o projeto da Lei Geral da Copa de 2014 para atender a exigências da entidade máxima do futebol. Direito de transmissão de tevê, venda de bebida alcoólica nos estádios e meia-entrada para estudantes são os principais pontos que o Brasil deve rever. Dilma, no entanto, vai insistir: quer ingresso mais barato para aposentados. No Palácio Egmont, em encontro com o primeiro-ministro belga, Yves Leterme, o cardápio foi outro: a crise grega. (Págs. 1, 2 e 3)

Caixa de Pandora: Bloqueados bens de Roriz e de Arruda

Justiça proíbe a movimentação financeira dos ex-governadores e também dos ex-secretários Omério Pontes e Durval Barbosa, do conselheiro do TCDF Domingos Lamoglia e do policial aposentado Marcelo Toledo, todos investigados por improbidade administrativa. (Págs. 1 e 25)


PM de Goiás: Padre viaja com medo de vingança

Ameaçado de morte, Geraldo Marcos Labarrére Nascimento, 70 anos, foi transferido de estado pela Igreja Católica. Ele denunciou assassinatos cometidos por policiais. Dos 19 militares presos em fevereiro, oito já foram soltos pela Justiça. (Págs. 1 e 27)


Crise Argh!

O protesto nos EUA retrata o agravamento da turbulência financeira mundial. No Brasi1, o dólar disparou e obrigou o BC a fazer a mais dura intervenção desde 2008 para segurar a cotação da moeda americana. (Págs. 1 e 9)

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Valor Econômico


Manchete: Novo regime automotivo privilegia o carro elétrico

O governo está avançado na modelagem de um novo regime automotivo. O objetivo principal das medidas que estão sendo analisadas no Ministério da Fazenda é incentivar os investimentos em inovação tecnológica na indústria automobilística de forma a ampliar a participação de veículos elétricos e híbridos no mercado brasileiro.

Brasília quer que a indústria instalada no país produza veículos elétricos. Para isso, o governo estuda zerar a alíquota de 25% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre os veículos elétricos e híbridos. Também planeja tornar compulsório o selo de certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), ainda de adesão voluntária e pouco conhecido pelos consumidores de automóveis, como condicionante para a participação de montadoras em licitações públicas. (Págs. 1 e A3)

O imbatível superávit do agronegócio

Embora não seja o maior produtor nem o maior fornecedor de alimentos do mundo, o Brasil continua liderando - e com vantagem crescente sobre os outros países -a geração de superávits comerciais no agronegócio. Os dados mais recentes do Ministério da Agricultura mostram que o setor registrou um saldo comercial recorde, de US$ 71,98 bilhões, nos 12 meses encerrados em agosto. Líderes no ranking de exportação, os EUA estimam um saldo de US$ 42,5 bilhões para o ano encerrado no último dia 30, um resultado 40% inferior ao brasileiro. Há diferenças entre as metodologias adotadas por Brasil e EUA nesses cálculos, mas não o suficiente para alterar os resultados. Os americanos ainda são os maiores exportadores brutos de produtos agropecuários, com US$ 137 bilhões nos últimos 12 meses. (Págs. 1 e B14)

Mercados intranquilos punem ações de bancos

Principais afetados pelo aumento das preocupações com a crise europeia, os bancos puxaram uma forte queda nas bolsas americanas e europeias. O Bank of America perdeu 9,6% e as ações do Morgan Stanley fecharam em seu nível mais baixo desde dezembro de 2008 - o custo do seguro de sua dívida disparou.

As ações das instituições financeiras estão sob pressão ainda maior depois que o governo da Grécia admitiu que não conseguirá cumprir a meta de redução do déficit para 6,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012, conforme acordado com os credores internacionais. Os papéis do grupo financeiro franco-belga Dexia sofreram queda de 10% depois que o banco convocou uma reunião emergencial e a Moody's divulgou relatório sobre sua exposição à dívida grega. O Dexia foi um dos primeiros bancos socorridos durante a crise financeira de 2008 - ele recebeu US$ 6,4 bilhões - e agora os governos de França, Luxemburgo e Bélgica terão de resgatá-lo novamente. (Págs. 1, C2 e C8)


Foto Legenda: Novo comando

Os negócios de engenharia e construção do grupo Camargo Corrêa foram reorganizados. Dalton Avancini é o novo presidente da área de construção pesada, que terá 5 vice-presidências. (Págs. 1 e B11)

Grupo Anglo American quer explorar níquel no Pará

Depois de finalizar há um mês a implantação do projeto de exploração de níquel em Barro Alto, no Estado de Goiás, a mineradora Anglo American inicia estudos para definir se segue adiante com os investimentos em outra reserva, também de níquel - a de Jacaré - no Pará. "Das novas reservas, Jacaré é nosso foco. Ali vemos um potencial maior de desenvolvimento", explicou ao Valor o presidente da unidade de níquel do grupo, Walter De Simoni. Os projetos já aprovados, quando em plena operação, deverão fazer com que sua produção global de níquel passe de 22 mil toneladas para cerca de 62 mil toneladas em 5 anos. Com Jacaré, se for aprovado, esse patamar pode ultrapassar 140 mil toneladas.

A companhia conduz ainda pesquisas em Morro Sem Boné, no Mato Grosso, mas em ritmo mais lento. "Vamos pensar primeiro em uma e depois na outra. O mundo está passando por uma fase difícil", disse De Simoni. Para a presidente global da Anglo American, Cynthia Carroll, a demanda por níquel tende a permanecer forte globalmente e, no longo prazo, tem boas perspectivas. "A volatilidade nos preços e nos mercados é uma situação de curto prazo". (Págs. 1 e B9)

Surpresa no edital de aeroportos

Uma cláusula dos editais recém-divulgados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pode afastar inesperadamente grandes construtoras e fundos de pensão dos leilões de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília. Ela impede a participação nos leilões de empresas que tenham apresentado estudos à Anac para a modelagem das concessões.

A agência abriu chamamento público para a apresentação de estudos e autorizou, em agosto, nove empresas a entregar documentos: Queiroz Galvão, Constran, Carioca Christiani Nielsen, ATP Engenharia, Invepar, Estruturadora Brasileira de Projetos, Edo Rocha Arquitetura, Enejota Cavalieri Engenharia e Planos Engenharia. Quatro apresentaram estudos. Seus nomes não foram revelados. (Págs. 1 e A14)

Venda de carteiras poderá render R$ 5,4 bi aos bancos

Os bancos aceleraram a captação de recursos com a venda de carteiras de crédito para fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC). Levantamento feito pelo Valor com base nas emissões avaliadas pelas três principais agências de classificação de risco mostra que as nove operações em andamento podem alcançar ao menos R$ 5,4 bilhões.

Essas operações devem contribuir para reforçar o caixa especialmente dos bancos menores, em um momento de incerteza com os desdobramentos da crise. Os fundos costumam ser fechados para resgate até o vencimento, o que garante blindagem caso as condições de liquidez do sistema financeiro piorem. (Págs. 1 e C1)


Decisão do STJ deve reduzir ações judiciais por "expurgos"

Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) pode eliminar milhares de ações judiciais de poupadores que ainda tentam receber correções da inflação durante os planos econômicos da década de 80. O STJ fixou em cinco anos, e não 20, o prazo para que os correntistas beneficiados por ações civis públicas possam se "habilitar" nesses processos e pedir o pagamento do valor a que teriam direito. O período é contado a partir do momento em que não couber mais recurso contra a sentença coletiva. Segundo a Federação Brasileira de Bancos, há 1.030 ações civis públicas na Justiça e cerca de um milhão de ações individuais sobre planos econômicos. (Págs. 1 e E1)

Governo aceita rever trechos do projeto da Lei Geral da Copa (Págs. 1 e A4)


Foz do Brasil, da Odebrecht, entra na Saneatins, diz Fernando Reis (Págs. 1 e B1)


Cartel em sensores ópticos

A Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça instaurou processo administrativo para investigar possível formação de cartel por nove fabricantes de sensores ópticos de leitura de tocadores de CD e DVD. (Págs. 1 e B2)


Neoris investe no Brasil

A Neoris, empresa mexicana de software e serviços de TI com sede em Miami, investe na abertura de um centro de desenvolvimento e suporte técnico remoto em Barueri, na Grande São Paulo. (Págs. 1 e B3)


Txai mira os brasileiros

A Txai Resorts, com unidades em Itacaré, na Bahia, e Ganchos, em Santa Catarina (esta com previsão de entrega em 2013), reforça a aposta no segmento de condomínios residenciais com o Txai Terravista, em Trancoso (BA). O foco, agora, é o público interno. (Págs. 1 e B7)


Libra nos aeroportos

O grupo Libra, um dos maiores operadores logísticos do país, criou uma nova divisão para atuar no setor aeroportuário. O primeiro negócio foi a aquisição do controle acionário do Aeroporto Internacional de Cabo Frio, no Rio. (Págs. 1 e B11)


BRF avança na Argentina

A BRF-Brasil Foods assumiu o controle da exportadora argentina de frangos Avex por US$ 100 milhões. A nova empresa BRF Argentina também pagou US$ 50 milhões pela Dânica, de molhos e margarinas. (Págs. 1 e B13)


Novos sócios no Luso Brasileiro

O Banco Luso Brasileiro assinou memorando de entendimentos para receber aporte de R$ 100 milhões de dois novos investidores: o grupo português Amorim e a fabricante de carrocerias Caio Induscar. (Págs. 1 e C8)


Fazendas da Boi Gordo vão a leilão

Os liquidantes da Fazendas Reunidas Boi Gordo retomam em novembro os leilões de ativos da antiga empresa de investimentos. Serão quatro fazendas, mas com dívidas trabalhistas e tributárias, os investidores ainda não serão reembolsados. (Págs. 1 e D2)

Ideias

Delfim Netto

Condicionadas a um cenário mundial em clara deterioração, as políticas fiscal, monetária e cambial parecem corretas. (Págs. 1 e A2)


Ideias

Luiz Gonzaga Belluzzo

Vítimas e protagonistas da farra financeira, os governos da eurolândia fecharam os olhos para a orgia do endividamento. (Págs. 1 e A13)

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segunda-feira, outubro 03, 2011

XÔ! ESTRESSE [in:] QUE REI SOU EU ?

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(*) Título de pastelão televisivo.
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EDUCAÇÃO [In:] ''QUERO VER QUEM PAGA, PRÁ GENTE FICAR ASSIM...?'' *

Professores cada vez mais esquecidos

Professor batalha pelo piso

Autor(es): Cristiane Bonfanti
Correio Braziliense - 03/10/2011

As distorções no serviço público federal continuam: enquanto um docente ganhará R$ 1.384 em 2012, um técnico administrativo embolsará R$ 4,7 mil.

Reajustes já concedidos de até 300% acima da inflação tornam ainda mais expressivas as diferença entre as remunerações previstas para o setor público em 2012. Educadores brigam por 16,6% no próximo ano

Entra ano, sai ano, as distorções salariais entre os servidores ficam cada vez mais claras. Em vez de resolver a insatisfação entre as categorias, aumentos de até 300% acima da inflação concedidos aos funcionários públicos nos oito anos do governo Luiz Inácio Lula da Silva ampliaram o fosso entre as remunerações dos trabalhadores, com prejuízo, sobretudo, para os considerados fundamentais para o bom desempenho da economia. Um dos sinais mais evidentes disso é a previsão do reajuste de 16,6% do piso dos professores de escolas públicas em todo o Brasil, atualmente de R$ 1.187. Enquanto um docente deve entrar em 2012 com salário-base de R$ 1.384, um técnico administrativo das agências reguladoras, com igual formação, receberá um vencimento inicial de R$ 4,7 mil.

Um técnico legislativo do Senado, por sua vez, vai começar o ano embolsando remuneração inicial de R$ 13,8 mil, incluindo vencimento básico e gratificações. Para os cargos de nível médio do Banco Central (BC), de 2002 para cá, a remuneração saltou 233,7%, de R$ 2.532,16 para R$ 8.449,13. Os servidores técnicos do Judiciário, que hoje ganham de R$ 3,9 mil a R$ 6,3 mil, pedem aumento de 56% em seus contracheques. Já os técnicos do Ministério Público da União (MPU) querem que a sua remuneração inicial passe para R$ 8,2 mil.

Enquanto isso, bombeiros e policiais militares em todo o Brasil brigam pela aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 300, que estabelece um piso único no país. No Rio de Janeiro, estado com um dos problemas mais graves de violência do país, os policiais ganham R$ 1,1 mil, valor quase quatro vezes menor do que o pago no Distrito Federal. "O salário é a base da valorização dos servidores. No caso dos professores, a lei do piso foi um avanço. Mas eles precisam ter também um plano de carreira e investimentos na formação", defende Dalila Andrade Oliveira, presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped).

Os problemas não se restringem ao valor baixo do piso salarial dos professores. Embora a regra para a elevação do valor tenha sido estabelecida em 2008, por meio da Lei nº 11.738, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, denuncia que ao menos nove estados não pagam sequer o salário-base. "Minas Gerais é um dos exemplos do absoluto descaso e desrespeito à lei e aos servidores. Além disso, na maioria dos estados e municípios que dizem cumprir o piso, a norma não é seguida como deveria, pois não estruturaram uma carreira para os profissionais", diz Leão.

Greve
Em Minas Gerais, os profissionais da rede estadual de ensino suspenderam na última quarta-feira uma greve de 112 dias, após a reabertura das negociações com o governo estadual. Beatriz Cerqueira, coordenadora-geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação em Minas Gerais (SindUte), explica que, hoje, o vencimento básico dos professores na rede é de R$ 369. Para chegar ao salário mínimo do país, de R$ 545, eles contam com gratificações e abonos. "O governo se comprometeu a pagar o piso estabelecido em lei (atualmente de R$ 1.187) a partir de 2012 e a reverter as punições durante o período de greve, inclusive a cobrança de multas. Mas estamos acompanhando o cumprimento do acordo e podemos parar de novo", ameaça Beatriz.

Leão explica que, a partir da elaboração do Orçamento da União e da definição de quanto deve ser o reajuste a cada ano, estados e municípios devem fazer suas previsões orçamentárias para pagar o reajuste aos professores. "O problema é que eles não fazem isso. Eles jogam com a morosidade da Justiça. E os docentes continuam ganhando a metade da média do que é pago para outras profissões que exigem a mesma formação", afirma.

Federalismo
O Ministério da Educação informou que o estabelecimento do piso buscou justamente valorizar os professores. No entanto, disse que não cabe a ele supervisionar a organização do serviço público nos estados e municípios. "O federalismo de cooperação brasileiro não interpôs uma hierarquia nesse sentido. Mesmo assim, por derivação da lei, aqueles municípios e estados que comprovarem insuficiência de recursos para o cumprimento do piso poderão receber recursos complementares", informou o órgão.

Entre as condições para estados e municípios receberem ajuda da União estão a aplicação de 25% das receitas na manutenção e no desenvolvimento do ensino e a existência de um plano de carreira para o magistério. Até hoje, porém, nenhum governador ou prefeito conseguiu comprovar que atendia os requisitos para ganhar a complementação.

Regra nacional
A variação do piso nacional dos professores, que leva em conta o docente com formação de nível médio, cumpre a Lei nº 11.738, de 2008, que prevê aumento no salário-base conforme a variação do custo anual por aluno previsto no Fundo Nacional de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização do Magistério (Fundeb). Segundo dados do Ministério do Planejamento, a estimativa é que o total investido por aluno do ensino fundamental suba de R$ 1.722,05 para R$ 2.009,45.

Altos e baixos

Exemplos de salários variados pagos a funções diferentes

R$ 1.187
Piso salarial nacional dos professores em escolas públicas

R$ 3,9 mil
Remuneração básica de servidores técnicos do Judiciário

R$ 4,7 mil
Salário-base de técnico administrativo de agência reguladora

R$ 8,4 mil
Quanto ganha funcionário de nível médio do Banco Central

R$ 13,8 mil
Vencimento de técnico legislativo do Senado, com gratificações

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(*) BRASIL. Cazuza.
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


03 de outubro de 2011

O Globo


Manchete: Ilegal. E daí - Flanelinhas criam zona de extorsão

Prefeitura admite dificuldade para combater quadrilha no Centro

Com a cumplicidade de PMs e em alguns pontos da área de uma Unidade de Ordem Pública (UOP), onde a tolerância à desordem deveria ser zero, flanelinhas transformam trechos de duas das principais avenidas do Centro - a Rio Branco e a Presidente Vargas - em zonas de extorsão. Nos fins de semana, aproveitando o movimento na Saara e no glamouroso Teatro Municipal, uma máfia de flanelinhas expulsa os guardadores oficiais e exige dos motoristas valores que vão de R$ 5 a R$ 20 - dez vezes o cobrado pelo Rio Rotativo. O secretário da Ordem Pública, Alex Costa, admite que a prefeitura tem dificuldade para combater a quadrilha. (Págs. 1, 12 e 13)


Juíza: oficial apostava na impunidade de PMs

O tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, acusado pela polícia de ser o mentor do assassinato da juíza Patricia Acioli, apostava na impunidade dos policiais do 7º BPM (São Gonçalo), que comandava. Em entrevista ao "Fantástico", da TV Globo, o primeiro cabo que delatou o plano de matar a juíza confirmou que, antes de ser preso, o oficial foi visitar os três primeiros PMs detidos pelo crime. "Ele fez uma reunião com todos, deu uma palavra de conforto. Disse que tudo ia passar", disse o cabo, acusando o tenente de ter incriminado o então comandante. (Págs. 1 e 14)


Órgão do MEC dá aval a contas irregulares

Mesmo diante de alertas da Controladoria Geral da União, órgão do governo federal, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, ligado ao MEC, avaliza contas e libera verba de merenda e transporte escolar para municípios investigados por desviar recursos e fraudar licitações. Muitas vezes, o FNDE sequer analisa contas para verificar irregularidades. No Rio, de 2003 a 2009, a CGU achou problemas em 35 cidades, mas o FNDE só foi a uma delas investigar o caso. (Págs. 1 e 3)


Grécia não vai cumprir acordo com o FMI

O governo grego anunciou que não atingirá a meta de redução do déficit público acertada com o FMI e a União Europeia. Novas medidas foram adotadas ontem, incluindo o corte de 30 mil servidores. (Págs. 1 e 24)


Educação

No ensino técnico, expansão é desafio

Rede de ensino técnico cresce no Brasil, mas há centros sem professor nem laboratório. (Págs. 1 e 4)


Digital & Mídia

Governo brasileiro quer celular 4G na Copa, mas operadoras resistem e apontam problemas. (Págs. 1 e 23)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Planalto quer impor teto salarial aos três Poderes

Governo enviará projeto ao Congresso para acabar com os supersalários

A presidente Dilma Rousseff enviará ao Congresso um projeto para acabar com brechas na legislação que permitem a servidores dos três Poderes receber salários acima do teto do funcionalismo, revela Natuza Nery.

Atualmente, cada Poder adota seus próprios critérios para definir o que se enquadra no limite e o que pode ser recebido além do teto salarial - de R$ 26,7 mil, equivalente aos vencimentos dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). (Págs. 1 e Poder A4)

Análise

Principal razão por trás da regulamentação é a rixa entre os Poderes, escreve Gustavo Patu. (Págs. 1 e A4)

Dilma afirma que irá resistir à pressão da Fifa

"Minha querida, isso é uma lei brasileira", disse Dilma Rousseff sobre a pressão da Fifa para recuar da decisão de permitir a meia entrada na Copa - 2014.

"E não pode mudar. Não é uma questão de querer ou não querer", disse a Mônica Bergamo. (Págs. 1 e Ilustrada E2)


Maria Inês Dolci

País deixa passar oportunidades com a Copa-20l4

É lamentável que se percam oportunidades como essa por incompetência e por desinteresse. Há quatro anos fomos informados, festivamente, de que o Brasil sediaria a Copa. O que foi feito de lá para cá? (Págs. 1 e Folhainvest B8)


Folhainvest: Investidor busca opções para evitar perda com inflação em alta (Págs. 1 e B5)


Na hora de pico, SP tem vias com mais motos do que carros

Apesar de representar só 12,8% da frota cadastrada no Detran-SP, o número de motos já supera o de carros em algumas vias de São Paulo no horário de pico.

Para a CET, a concentração de motos nos grandes corredores de ligação da periferia com a região central reflete a expansão dessa opção na população de renda mais baixa - são usadas para ir ao trabalho, não para fazer entregas. (Págs. 1 e Cotidiano C1)


Center Norte atrai cliente em busca de liquidações

Em meio ao impasse sobre o fechamento devido ao risco de explodir, o Center Norte atrai quem está em busca de liquidações. "Já veio cliente pedir até 95% de desconto", diz um vendedor. Frequentadores antigos têm pedido que as lojas entreguem produtos em casa. (Págs. 1 e Cotidiano C8)


Melchiades Filho

Bom comerciante, Kassab dá o que o mercado pede. (Págs. 1 e Opinião A2)

A mudança está no ar

A Primavera Árabe aumentou a expectativa dos palestinos em campos de refugiados, que acreditam que uma nova ordem regional pode levar a criação de seu Estado e ao retorno a terra dos antepassados, relata Marcelo Ninio, enviado especial a Damasco, na Síria.

As revoluções, porém, também elevaram os temores de perseguição com a mudança de regime nos países árabes. (Págs. 1 e Mundo A15)


Israel aceita pedido para negociações com os palestinos (Págs. 1 e Mundo A15)


Editoriais

Leia "Onde cortar", sobre a discussão de como obter mais recursos para a saúde, e "Mulheres e carros", acerca de restrições na Arábia Saudita e em Cuba. (Págs. 1 e Opinião A2)

Folhateen

Na 'lanterna' do Enem, banheiro é chamado de cracolândia. (Págs. 1 e 4)



Jairo Bouer

Mais jovens deixam proteção de lado na hora do sexo. (Págs. 1 e 2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Deputado dirá ao MP que empreiteira compra emenda

Roque Barbiere (PTB) afirma ao Estado que vai denunciar esquema de corrupção na Assembleia de São Paulo

Na primeira entrevista após ter apontado um esquema de venda de emendas na Assembleia Legislativa de São Paulo, o deputado Roque Barbiere (PTB) disse ao repórter Chico Siqueira que vai confirmar as denúncias no Conselho de Ética da Casa e no Ministério Público Estadual. Em agosto, Barbiere gravou um vídeo para um canal de internet em que acusava entre “25% e 30%" dos deputados de vender emendas e fazer lobby de empreiteiras. Barbiere disse não estar arrependido das denúncias, mas admite que pode ter errado "na porcentagem, para cima ou para baixo". Ele vai dizer nos próximos dias ao Conselho de Ética e aos promotores que as empreiteiras “compram" dos deputados as emendas e as oferecem a prefeitos. (Págs. 1 e Nacional A4)

TCU aponta alta de 23% nos contratos irregulares

O Tribunal de Contas da União (TCU) reduziu o número de obras fiscalizadas em 2011, mas encontrou mais irregularidades nos contratos públicos. O número de processos reprovados subiu 23%. Foram expedidas 39 medidas cautelares e suspensas 30 licitações. Somente na semana passada, quatro projetos de infraestrutura foram reprovados, em São Paulo, Rio Grande do Norte, Ceará e Rio. O TCU recomendou paralisação de 15 projetos do Programa de Aceleração do Crescimento. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

15 Obras do PAC têm recomendação de paralisação por parte do TCU em 2011. (Pág. 1)

Opositores começam a se armar na Síria

A oposição ao governo de Bashar Assad vem ganhando contornos de guerra civil em Homs, a terceira maior cidade da Síria, numa indicação de que os protestos iniciados em março podem estar atingindo um novo patamar. Manifestantes que antes protestavam de forma pacífica agora portam fuzis - vindos do exterior, segundo moradores - e enfrentam os agentes das forças de segurança. As rivalidades sectárias também se intensificaram. (Págs. 1 e Internacional A10)


Na cracolândia, juiz decidirá internação

O Tribunal de Justiça de São Paulo montará um posto na cracolândia, região da Luz, para definir a internação compulsória de crianças e adolescentes viciados em crack. Quinze juízes serão destacados e as audiências começam este mês. (Págs. 1 e Cidades C1)


Casal gay diz ter sofrido agressão na Paulista (Págs. 1 e Cidades C3)


Queda de avião mata quatro no interior de SP (Págs. 1 e Cidades C3)


Grécia admite que não vai cumprir meta

A Grécia informou ontem que reduzirá o déficit das contas públicas em 2011 e 2012, mas admitiu que não cumprirá as metas do plano de resgate acertadas coma União Europeia e o Fundo Monetário Internacional. O governo demitirá 30 mil servidores. (Págs. 1 e Economia B5)

Carlos Alberto Sardenberg

Esquizofrenia na economia

Afinal, Dilma, Mantega e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, tem mantido ou desmontado o tal 'tripé neoliberal'? (Págs. 1 e Economia B2)


Notas & Informações

O Brasil torce pela China

O Brasil terá um bom apoio para enfrentar a crise, se a China continuar em crescimento. (Págs. 1 e A3)

Mark Palmer e Patrick Glen

Ditadores impunes

Precisamos de um sistema que deixe claro que atos de ditadores violam a lei internacional. (Págs. 1 e Visão Global A14)

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Correio Braziliense


Manchete: Delegado pedirá pena máxima para assassino de aluna

O professor de direito Rendrik Rodrigues responderá por homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e sem chance de defesa para a vítima) e pode pegar uma pena de 30 anos. O inquérito será concluído até o fim de semana. Revolta e dor marcaram o enterro de Suênia. "Eu quero justiça para aquele maldito. Ele tem de apodrecer na prisão", gritava, aos prantos, a irmã mais velha da estudante, Cilene Sousa de Farias. Arrasado, o pai, Sinval Monteiro, lamentava: "Tudo que construí, estou vendo desmoronar". Hoje, Rendrik deve ser demitido das duas faculdades em que dava aulas.(Págs. 1, 17 e 18)


Uma pessoa morre de infarto ou AVC a cada 8 horas no DF (Págs. 1, 20 e 21)


Dilma cobra acordo entre europeus e Mercosul

Agenda da presidente, que iniciou ontem por Bruxelas giro de uma semana pela Europa, inclui discussões até sobre o conflito Israel-Palestina. Ela oferecerá ajuda contra a crise financeira à União Europeia. Em troca, quer avanços nas negociações de livre comércio entre a UE e o Mercosul. (Págs. 1 e 2)


"Band-aid" de açaí apressa cicatrização

Pesquisadora da USP descobre que óleo da fruta tem alto poder regenerativo de ferimentos, além de possuir ácidos graxos, como os ômegas 3, 6 e 9. (Págs. 1 e 15)


TSE de olho em doações suspeitas

Tribunal quer proibir associações de fazer doações financeiras a partidos. Expediente costuma ser usado para driblar os limites impostos pela Justiça Eleitoral. (Págs. 1 e 5)

Professores cada vez mais esquecidos

As distorções no serviço público federal continuam: enquanto um docente ganhará R$ 1.384 em 2012, um técnico administrativo embolsará R$ 4,7 mil. (Págs. 1 e 8)


Eu, Estudante: Enem 2011 - O que você precisa saber sobre o exame

Setenta e quatro mil estudantes vão fazer as provas nos dias 22 e 23 em Brasília. Luana, Maria das Graças, Maria Paula, Isabel e Tatiana redobraram os estudos. (Págs. 1, Eu, Estudante e 14 a 16)

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Valor Econômico


Manchete: Captação externa cai a US$ 5,2 bi no trimestre

O volume de recursos captados por empresas brasileiras no terceiro trimestre foi o menor desde o início da crise financeira internacional. Entre emissões de bônus, empréstimos sindicalizados (com um pool de bancos estrangeiros) e pré-pagamento à exportação, foram captados US$ 5,23 bilhões - incluindo a operação do Tesouro Nacional. No mesmo período do ano passado, o total chegou a US$ 19,2 bilhões.

Esses dados evidenciam como a crise financeira, concentrada nos problemas da zona do euro, mas também com ramificações importantes nos Estados Unidos, começa a afetar o setor empresarial brasileiro. Havia um grande número de companhias brasileiras preparadas desde o fim de agosto, apenas esperando a reabertura do mercado para a temporada de emissões do segundo semestre. Mas a volta das férias no Hemisfério Norte coincidiu com a piora do humor externo, decorrente do agravamento da situação da Europa. (Págs. 1, C1 e C6)

Exportação de carne enfrenta novos entraves

Mesmo que o embargo atual seja suspenso neste ano, como Brasília espera, as exportações de carne para a Rússia podem enfrentar uma nova barreira a partir de janeiro, quando a união aduaneira formada por Rússia, Cazaquistão e Belarus passa a exigir um atestado único de sanidade. Cargas que não tiverem o documento não poderão ser embarcadas e o Ministério da Agricultura admite que o país não tem condição de se adequar no prazo. As exportações para os EUA também têm problemas, já que os carregamentos brasileiros continuam a apresentar resíduos de medicamento em nível inadequado. Para resolver a questão, o governo quer endurecer as regras para o setor veterinário. (Págs. 1 e B14)


BC consolida normas de fiscalização

Por meio de uma resolução do Conselho Monetário Nacional de quinta-feira, o Banco Central transmitiu um recado aos bancos sobre os instrumentos de que dispõe para prevenir problemas no sistema financeiro nacional. Ao consolidar em um só documento as "medidas prudenciais de prevenção", o BC estaria mostrando de forma mais concreta as armas da fiscalização. Itens que, segundo a autoridade monetária, geravam questionamentos, por exemplo, foram reescritos. Dessa forma, os bancos vão poder se preparar melhor para receber a fiscalização do BC. A resolução deixa explícito que, partir da constatação de desenquadramento de capital ou de falhas nos controles de risco de um banco, o BC pode exigir a venda de ativos, descontinuidade de negócios, adoção de novas formas de mitigar riscos e até a suspensão de aumento de salários dos diretores. (Págs. 1 e C10)


Foto legenda: Aposta na Copa

Marca tradicional no mercado de móveis, a Marfinite quer conquistar espaço nos estádios e nos automóveis. Nos próximos dois anos, assentos esportivos para as novas arenas e autopeças serão os motores da expansão da empresa, diz o sócio-presidente, Alexandre Pimentel. (Págs. 1 e B7)


PPP fracassa e governo federal muda projeto

O fracasso daquela que seria a primeira Parceria Público-Privada do governo federal levou o Ministério da Integração Nacional a rever o projeto de irrigação de uma área de quase 8 mil hectares no município de Petrolina (PE). A intenção agora é dividir o projeto em duas licitações, uma para os investidores agrícolas que arrendarão as terras irrigadas e outra para as construtoras que farão a infraestrutura de irrigação. O consórcio vencedor da licitação, realizada em setembro de 2010, perdeu o negócio porque não depositou as garantias exigidas. (Págs. 1 e A4)


Ações da Ambev resistem à queda da bolsa e sobem 15%

Num ano em que o índice da Bolsa de São Paulo acumula uma queda de 24,5%, a Ambev é uma das poucas empresas que passa incólume pela crise. Desde janeiro, suas ações preferenciais subiram 15% e as ordinárias, 8%. A gestão da empresa é admirada, a geração caixa é robusta e ela é pagadora de dividendos. Além disso, sua ação é considerada "defensiva" em momentos de instabilidade como o atual.

"A Ambev é extremamente eficiente, rentável, possui vantagens competitivas bem definidas e dificílimas de serem replicadas", diz Bruno Barreto, da Investidor Profissional, que investe em ações ordinárias da Ambev e na InBev. (Págs. 1 e D2)


Pequenos provedores se multiplicam

O número impressiona. São 2.778 empresas, dos mais diferentes portes, que até julho contavam com a chamada licença para Serviço de Comunicação Multimídia, concedida pela Anatel. Trata-se de um universo com os mais diferentes perfis de provedores, inclusive com redes Wi-Fi voltadas a hotéis, restaurantes, condomínios, entre outros clientes nas grandes cidades. Incluídos os provedores que não têm a licença, o total de prestadores de serviço aumenta muito, diz o presidente da Associação Brasileira de Internet, Eduardo Neger. Ele se refere a pequenos empresários focados geralmente numa área geográfica restrita, que constroem rede própria e buscam conexões com provedores maiores ou concessionárias de telefonia.

Segundo Neger, os mais prósperos são aqueles que estão nas regiões mais distantes, menos povoadas, onde não há cobertura de acesso à banda larga pelas concessionárias. Mas também há pequenos provedores em áreas rurais, cidades pequenas e nas periferia das capitais. "Estive em Sinop e Sorriso, onde o agronegócio é bem desenvolvido. Na estrada praticamente todas as casas têm uma antena de acesso à internet por rádio", diz. Há algumas empresas com menos de 2 mil assinantes. (Págs. 1 e B1)

Governo vai construir terminais de passageiros em quatro portos (Págs. 1 e A4)




Peluso diz que quer manter poder do CNJ para punir juízes (Págs. 1 e A14)


O novo Brasil de Hagoplan

Hagoplan, de Harvard, compreende que os brasileiros ainda tenham muitas reclamações, mas diz que aos olhos estrangeiros o Brasil mudou. "Se uma pessoa acordasse de um coma, após 20 anos, se surpreenderia ao encontrar o país totalmente transformado. Tanto na política quanto na economia". (Págs. 1 e A9)


Negócios a bordo

Decisão do Confaz que regulou a tributação sobre vendas feitas a bordo de aviões deve incentivar a atividade nos voos nacionais. O ICMS pertence ao Estado de origem do voo. A TAM já realiza projeto-piloto em algumas rotas. (Págs. 1 e B5)


Raio X da Saúde

A empresa de consultoria e auditoria Deloitte acaba de concluir sua primeira pesquisa sobre o setor de saúde no Brasil. Os dados mostram que o país já é o sexto maior mercado de Saúde privada do mundo. Outro destaque são os genéricos. (Págs. 1 e B8)


Duque entra na área de motos

Fabricante de peças para bicicleta há mais de cinquenta anos, a Metalúrgica Duque, de Joinville (SC), vai expandir sua atuação no setor de duas rodas com a entrada no segmento de peças de reposição para motocicletas. (Págs. 1 e B9)


Carf julga compra do Banespa

O Santander obteve uma primeira vitória, ainda parcial, no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais relativa a uma autuação de quase R$ 4 bilhões envolvendo planejamento tributário na compra do Banespa. O Carf já afastou a hipótese de fraude. (Págs. 1 e E1)


Receita revê norma de arrolamento

A partir de agora, para que o contribuinte em débito com a Receita tenha bens arrolados, a dívida terá de ser de pelo menos R$ 2 milhões. A outra exigência para o arrolamento - autuação superior a 30% do patrimônio da empresa - foi mantida. (Págs. 1 e E2)

Ideias

Martin Feldstein

Políticos da zona do euro poderão aprender da maneira mais difícil que tentar enganar os mercados é uma estratégia perigosa. (Págs. 1 e A13)


Ideias

Gustavo Loyola

Regime de metas para inflação exige transparência na relação entre o Banco Central e agentes de mercado. (Págs. 1 e A13)

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