PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quinta-feira, março 22, 2012

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


22 de março de 2012

O Globo


Manchete: Chevron é denunciada por crimes que dão até 31 anos

Empresa diz que não foi negligente e nega pressão excessiva no poço

O Ministério Público Federal denunciou as empresas Chevron e Transocean e 17 executivos e funcionários por crime ambiental, falsidade ideológica e dano ao patrimônio público nos acidentes no Campo do Frade, na Bacia de Campos, ocorridos em novembro passado e este mês. Segundo o procurador Eduardo de Oliveira, os dois vazamentos estão relacionados. Se a Justiça acolher a denúncia e condenar os envolvidos, as penas poderão chegar a 31 anos. No fim do dia, a americana Chevron divulgou nota técnica afirmando que não foi negligente nem imprudente e negou que tenha feito pressão excessiva sobre o solo marinho causando o derramamento de óleo. O advogado Nilo Batista, da Chevron, disse que há um teor de xenofobia na decisão da Procuradoria. A presidente Dilma Rousseff, sem citar a Chevron, cobrou responsabilidade pelo meio ambiente. (Págs. 1 e 23 a 25)

Para onde vai a França?

Polícia cerca jovem franco-argelino apontado como suspeito de matar judeus e militares

Numa reviravolta nas investigações, a ameaça do islamismo radical voltou a assombrar a França com a identificação do franco-argelino Mohammed Merah, de 23 anos, como o principal suspeito das sete mortes nas cidades de Toulouse e Montauban. Durante todo o dia de ontem, a polícia manteve um cerco ao apartamento de Merah, apontado como simpatizante do movimento fundamentalista salafista e da al-Qaeda, com viagens ao Afeganistão e ao Paquistão, relatam os correspondentes Deborah Berlinck e Fernando Eichenberg. Segundo as autoridades, ele reagiu a tiros, teria admitido ser culpado pelas mortes e disse não se arrepender. Alegou que queria vingar crianças palestinas mortas e a presença francesa no Afeganistão. "Este homem queria colocar a República de joelhos. Mas a República não cedeu", disse o presidente Sarkozy. (Págs. 1 e 30 a 33)

Analistas: reviravolta pode beneficiar Sarkozy e extrema-direita (Pág. 1)

Enfraquecida, nova jihad põe à frente, agora, ‘lobos solitários’ (Pág. 1)

Entrevistas
“Há 10 mil islamistas perto do radicalismo na França” (Claude Moniquet, ex-agente secreto)

“Discurso político valida xenofobia e racismo” (Pap Ndiaye, historiador francês).(Pág. 1)


Rio vai liberar bebidas na Copa de 2014

O governo do Rio não vai esperar a aprovação pelo Congresso da Lei Geral da Copa, que teve adiada de novo a votação. O governo Sérgio Cabral vai enviar à Assembleia Legislativa, onde tem ampla maioria, projeto liberando as bebidas alcoólicas na Copa das Confederações e no Mundial. (Págs. 1 e Caderno Esportes)

Foto legenda: Velha guarda

Com Tia Surica e outros portelenses, a presidente Dilma batuca em visita à Zona Norte. Ela anunciou R$ 1,6 bilhão para obras olímpicas. (Págs. 1 e 18)

Devassa em hospitais universitários

O TCU fará um pente-fino nos contratos de 44 hospitais universitários de todo o país. Há 15 anos, no entanto, o mesmo órgão já investigava corrupção em contratos de hospitais federais envolvendo a Rufolo - denunciada pelo "Fantástico" - e outras 8 empresas. (Págs. 1, 14, 15 e editorial "Faltam lei e execução penal")

Desembargadores do Rio na mira do CNJ

A corregedoria do Conselho Nacional de Justiça decidiu investigar a evolução patrimonial de desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio. As declarações de Imposto de Renda serão cruzadas com a folha de pagamento. (Págs. 1 e 3)

Anvisa exige selo para próteses

A Anvisa decidiu que próteses de silicone terão que ser certificadas, ficando suspensa a comercialização até que os produtos sejam avaliados pelo Inmetro. Médicos temem desabastecimento. (Págs. 1 e 12)

Austrália: família cobra punição

Parentes do estudante morto em Sidney exigiram punição aos policiais. Eles contrataram empresa para fazer investigação paralela. O corpo já foi identificado, mas a família ainda aguarda liberação. (Págs. 1 e 13)

Geladeira terá IPI baixo até junho

O governo vai prorrogar por mais três meses o corte do IPI para a chamada linha branca (geladeira, máquina de lavar e fogão). O benefício acabaria no dia 31. Também para incentivar o consumo, o IOF sobre o crédito pode cair de 2,5% para até 1,5%. (Págs. 1 e 26)

Ladrões atacam mulheres ao volante na Zona Sul, e tráfico volta a assustar Rocinha (Págs. 1, 17 e 21)


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Folha de S. Paulo


Manchete: Base aliada retalia Dilma e impõe derrotas ao governo

No pior dia da crise, Planalto tem de adiar votação de lei da Copa e ministros são chamados a depor

No pior dia da crise com sua base parlamentar, a presidente Dilma Rousseff sofreu ontem uma série de derrotas na Câmara. A maior delas foi o adiamento da votação da Lei Geral da Copa, ação que foi encabeçada pelo PMDB, seu maior aliado.

A insatisfação dos aliados ganhou força desde que a presidente trocou os líderes do governo no Congresso. A resistência cresceu depois de declarações do novo líder no Senado, Eduardo Braga, de que Dilma rompera com velhas práticas políticas. (Págs. 1 e Poder A4)

Janio de Freitas

Promessa à Fifa assinada por Lula é 'papelzinho', como ensinou Serra. (Págs. 1 e Poder A6)


Para antecessor, gestão de Ana de Hollanda é um desastre

Recém-filiado ao PT, Juca Ferreira, ministro da Cultura filiado na gestão Lula, definiu a administração de Ana de Hollanda na pasta como um "desastre", relatam Matheus Magenta e Anna Virginia Balloussier. Para ele, é possível constatar "ruptura" nas políticas culturais. "Há uma perda do que foi investido", afirma. A ministra não comentou. (Págs. 1 e Ilustrada E1 e E4)

SP vai multar por velocidade média nas estradas

Para evitar que o motorista reduza a velocidade em rodovias só perto dos radares, o governo paulista irá multar veículos baseado na velocidade média em certo trecho. Sensores colocados ao longo das estradas farão a leitura de chips dos carros.

O sistema deve começar a operar em 2013. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Atirador da França diz que cumpria missão da Al Qaeda

Acusado de matar sete pessoas na França, Mohammed Merah, segundo o governo, disse que agia em missão da rede terrorista Al Qaeda. A polícia cercou um prédio para prendê-lo, mas, após 24 horas, ele não tinha se entregado. (Págs. 1 e Mundo A12)

Presidente e executivos da Chevron são denunciados

O Ministério Público Federal denunciou as empresas Chevron e Transocean e 17 funcionários pelo vazamento de 2.400 barris de petróleo na bacia de Campos, no Rio, em novembro.

O americano George Buck, presidente da Chevron , no Brasil, está entre os denunciados. A Procuradoria, pediu ainda o sequestro dos bens de todos eles. A Chevron classificou a denúncia de "ultrajante". (Págs. 1 e Mercado B1)

Todos os juízes do TJ-SP são alvo, diz corregedora

A corregedora de Justiça, Eliana Calmon, disse que "todos" os desembargadores do Tribunal de Justiça de SP são alvo em potencial de inspeção nos rendimentos.

Mais cedo, ao lado do presidente da corte, ela havia afirmado que seria "impossível" investigar todos os desembargadores. (Págs. 1 e Poder A11)

Anvisa susta venda de novos tipos de próteses mamárias (Págs. 1 e Saúde C16)


Editoriais

Leia "Mais paliativos", sobre desoneração da folha de pagamento para setores industriais; e "Explicações devidas", acerca de inspeção no TJ-SP. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Crise na base impõe série de derrotas a Dilma na Câmara

Governo não consegue votar Lei da Copa e perde poder de demarcar terras indígenas, entre outros reveses

A presidente Dilma Rousseff foi desafiada ontem pela base aliada e sofreu uma série de derrotas na Câmara. Os deputados impediram a votação do projeto de Lei Geral da Copa, prioridade da semana para o governo; aprovaram na Comissão de Constituição e Justiça um projeto de lei retirando poderes da presidente na demarcação de terras indígenas, de quilombolas e de preservação ambiental; e ainda convocaram a ministra Miriam Belchior (Planejamento) para explicar os cortes no Orçamento que atingiram as emendas dos parlamentares. O revés aconteceu uma semana depois de a presidente ter trocado seus líderes na Câmara e no Senado. Temendo nova derrota, Dilma retirou da pauta do Senado a nomeação de diretores para a Agência Nacional de Transportes Terrestres – há 15 dias, o Senado rejeitou indicação de Dilma para a agência, o que deflagrou a mudança na coordenação política. (Págs. 1 e Nacional A4 e A6)

Aldo vê bebida liberada

Para o ministro do Esporte, a Lei Geral da Copa libera bebida alcoólica. Já o governador Geraldo Alckmin acusou o Planalto de omissão. (Págs. 1, Nacional A4 e Esportes, E2)


Ministra quer checar situação de prisões militares

Projeto enviado ao Congresso pela ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos) ameaça abrir nova frente de conflito com as Forças Armadas. O texto estabelece inspeções periódicas e de surpresa aos quartéis para verificar as condições a que os presos militares estão submetidos. O Ministério da Defesa informou que não foi consultado. Sobre suas prisões, o Exército afirmou que cumpre rigorosamente a lei. (Págs. 1 e Nacional, A8)

Terrorista que atacou escola judaica diz ser da Al-Qaeda

Uma investigação que mobilizou a França identificou Mohames Merah, 23 anos, francês de origem argelina, treinado pela Al-Quaeda no Afeganistão e no Paquistão, como o responsável pelos três atentados nos últimos 10 dias na região de Toulouse, na França. Sete pessoas foram mortas, entre elas três crianças judias. Ao ser cercado, em sua casa em um dos distritos rurais valorizados da cidade, ele feriu dois policiais. Merah estava sozinho e fortemente armado. (Págs. 1 e Internacional A17)

Análise: Gilles Lapouge
O matador e a eleição

Quem ganha mais com o caso de Toulouse é o presidente Nicolas Sarkozy, que como "chefe de guerra" obteve trunfos contra o socialista François Holland, até então favorito. (Págs. 1 e Internacional A17)

Bamerindus paga a últimos credores

Acordo permitirá que nos próximos dias os últimos 296 credores do extinto Banco Bamerindus recebam o que lhes é devido desde a liquidação extrajudicial em 1997. (Págs. 1 e Economia B11)

Ministério Público denuncia Chevron por crime ambiental

O Ministério Público Federal denunciou a Chevron, a Transocean e 17 pessoas sob acusação de crime ambiental e dano ao patrimônio pelos vazamentos no campo de Frade. A Chevron considerou "ultrajante" a denúncia. Dilma Rousseff cobrou rigor no cumprimento de medidas de segurança. (Págs. 1 e Vida A20)

Família investigará morte na Austrália

A família de Roberto Curti, de 21 anos, morto pela polícia na Austrália, disse que ele estava regular e que contratará advogados para fazer investigação paralela. (Págs. 1 e Cidades C1 e C3)

USP adota certificação digital para diploma (Págs. 1 e Vida A23)


Verissimo

Territórios livres

Na parede dos tribunais do Brasil, onde a neutralidade, mesmo que não exista, deve ao menos ser presumida, um crucifixo é um contrassenso. (Págs. 1 e Caderno 2, D12)

Eugênio Bucci

Dura lex, obsoleta lex

O Twitter não é propaganda política paga, mas um fato da vida. Proibir um sujeito de falar de si mesmo numa rede social é um pouco ridículo. (Págs. 1 e Espaço Aberto, A2)

Notas & Informações

Os problemas da Embrapa

A Embrapa tem dificuldades para competir com as grandes multinacionais de biotecnologia. (Págs. 1 e A3)

Os vinhos da ira: Bebedores criticam a intenção do governo de proteger o vinho nacional (Págs. 1 e Paladar)


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Correio Braziliense


Manchete: Receita vai enquadrar senadores por calote

Além de pagar Imposto de Renda sobre o 14º e 15º salários que receberam sem tributação na fonte, os parlamentares serão multados em 75% do valor devido. Na semana que vem, o Senado volta a discutir o fim do privilégio. Na terça-feira, ao impedir que a extinção fosse votada, o senador Ivo Cassol debochou dos brasileiros que trabalham para sustentá-los: “Nós, políticos, somos mal remunerados”, disse. (Págs. 1, 2 e 3)

Foto legenda: Novo abuso

Um dia após o Ministério Público exigir que a UnB investigue e puna os responsáveis por trotes violentos, o Correio, flagrou mais ações humilhantes. Depois de andar de mãos dadas e sujos de tinta pelo câmpus da Asa Norte, mais de 40 calouros de ciências contábeis tiveram que responder perguntas sobre orientação e preferências sexuais. Aqueles que se recusaram eram vaiados e ofendidos. (Págs. 1 e 29)

Explicações a Deus e à Justiça

O ex-deputado Leonardo Prudente, filmado escondendo dinheiro na meia, depôs ontem na Justiça como testemunha de defesa do colega Júnior Brunelli, o da "oração propina”. Brunelli é acusado de receber mais de R$ 5,5 milhões do maior esquema de corrupção da história de Brasília. (Págs. 1 e 31)


Governo pede trégua após sofrer nova derrota

Depois de ser surpreendido com a rebelião que impediu a votação da Lei Geral da Copa, na Câmara, o governo sentiu o cheiro de derrota também na apreciação do Código Florestal e se empenha em contornar a crise com os aliados. No Senado, para acalmar o PR e evitar a instalação de CPI, o Planalto estuda entregar algum ministério importante para Blairo Maggi (PR-MT). (Págs. 1, 6 e Super Esportes, 2 a 5)

Dilma fará pacto com a indústria de olho nas eleições (Págs. 1 e 14)


Choque: MP veta os tasers

Procurador promete proibir o uso da arma pelo Detran. Equipamento é igual ao que matou brasileiro na Austrália. (Págs. 1, 25 e 36)

208 Sul: Fim das grades

Justiça diz que cercamento de pilotis de prédio fere o tombamento. Decisão atinge todas as quadras do Plano. (Págs. 1 e 3)

Pronto para matar mais

Suspeito do atentado a escola na França disse que pretendia vingar crianças palestinas e planejava novos ataques. (Págs. 1 e 24)

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Valor Econômico


Manchete: Governo começa a sofrer derrotas no Congresso

Os principais partidos da base aliada na Câmara impuseram ontem a primeira grande derrota do governo ao adiar a votação da Lei Geral da Copa até que seja votado o novo Código Florestal. Em outra demonstração de força, os ruralistas aprovaram na Comissão de Constituição e Justiça, por 38 votos a 2, proposta de emenda constitucional que retira da União e transfere ao Congresso o poder para demarcar terras indígenas. Esses sinais crescentes e inquietantes de pressão sobre a presidente Dilma Rousseff apontam para aquela que pode ser a primeira grande crise de seu governo.

O Palácio do Planalto ainda considera cedo para avaliar o resultado da troca dos líderes do governo, na semana passada, na qual deu preferência a nomes de facções minoritárias em detrimento das correntes majoritárias dos partidos, especialmente PT e PMDB. (Págs. 1, A5, A6 e A7)

Demissão de diretores da Vale sai caro

A saída de cinco diretores da Vale, entre eles o ex-presidente Roger Agnelli, está custando R$ 121 milhões à companhia como indenização pela não renovação dos contratos, segundo documentação divulgada pela empresa. Do total, R$ 98 milhões foram pagos no ano passado - o restante ficou para este ano. Em 2009 e 2010 a mineradora também pagou rescisões contratuais de diretores, mas os valores foram menores: R$ 3,5 milhões. Os R$ 98 milhões representam quase metade dos R$ 201 milhões que a Vale contabilizou como despesas para remuneração de diretores e conselheiros no balanço de 2011. Em 2010, o gasto total foi de R$ 97 milhões. Consultada, a Vale preferiu não comentar o assunto. (Págs. 1 e B1)

Foto legenda: Concorrência dissonante

Para sobreviver à concorrência externa, a Pianofatura Paulista, dona da marca Fritz Dobbert, passou a produzir móveis e também aderiu às importações, diz Célio Botura Júnior. (Págs. 1 e B6)

Operações de socorro do FGC a bancos terão novas regras e limites

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que assumiu a função de emprestador de última instância do sistema bancário nos últimos anos, viabilizando operações de salvamento de bancos, está prestes a ganhar respaldo legal para essa forma de atuação e também uma estrutura de governança formal. O Banco Central e os grandes bancos estão finalizando o novo estatuto do fundo, que será aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) provavelmente na próxima reunião ordinária do órgão.

O novo estatuto formalizará que o FGC, uma instituição privada, tem a prerrogativa de fazer empréstimos a bancos em condições fora das de mercado sempre que a estabilidade do sistema financeiro estiver em risco. O estatuto também fixará limites para empréstimos por instituição, reduzindo o risco para o fundo. (Págs. 1 e C1)

Cervejaria entra no ramo de energia

O Grupo Petrópolis, dono das marcas de cerveja Itaipava e Crystal, entrou surpreendentemente no setor elétrico ao adquirir 50% de participação nas empresas Electra Energy e Electra Power. O valor dos negócios foi mantido em sigilo, mas a cervejaria confirmou a aquisição por meio de nota. As duas companhias, com sede em Curitiba, pertenciam a um grupo de sete empresários locais - que mantêm participação acionária de 50% - e estão no mercado de energia desde o início da década passada. O foco de ambas são as fontes renováveis, principalmente pequenas centrais hidrelétricas, com potência instalada de até 30 megawatts. A Petrópolis explicou que busca atuar em segmentos "promissores em termos econômicos". (Págs. 1 e B8)

UE avalia exigir reciprocidade para acesso a compras governamentais (Págs. 1 e A11)


Investidores-anjos despontam no Brasil atrás de um novo 'Facebook' (Págs. 1 e D3)


Barreiras argentinas dão resultado

As barreiras adotadas pela Argentina às importações estão cumprindo seu papel: o país teve em fevereiro o maior superávit mensal desde maio, US$ 1,341 bilhão. As importações foram as menores em 14 meses. (Págs. 1 e A11)

Água

Números do Ministério das Cidades mostram que mais da metade da população brasileira ainda não dispõe de coleta de esgoto e, do total coletado (45%), apenas um terço passa por tratamento. "O restante é jogado na natureza", diz Édison Carlos, do Instituto Trata Brasil. (Págs. 1 e Caderno especial)

Avanço da TV fechada

A TV por assinatura no país alcançou o número de 13,3 milhões de clientes no mês passado, com predominância do serviço vai satélite (56%), chegando a quase 44 milhões de pessoas. (Págs. 1 e B2)

Beneficência na Penha foca o SUS

A Beneficência Portuguesa inaugura hoje um hospital exclusivamente voltado ao atendimento de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), no bairro da Penha, zona leste de São Paulo. (Págs. 1 e B4)

Distorções da 'guerra dos portos'

A 'Guerra dos portos' gera anomalias logísticas. Em 2011, desembarcaram por Itajaí, em Santa Catarina, que não possui indústria automotiva, US$ 161,2 milhões em pneus para veículos pesados, enquanto no porto de Santos (SP) foram US$ 93,8 milhões. (Págs. 1 e B9)

Seca custou R$ 578 milhões a SC

Os prejuízos causados à agricultura de Santa Catarina pela estiagem no verão somaram R$ 578,3 milhões. A safra de milho foi a mais atingida, com quebra de 21,4% em relação à produção estimada. (Págs. 1 e B14)

Barreira aos vinhos importados

Pedido de salvaguardas da indústria vinícola nacional só atende aos interesses de um pequeno grupo de grandes produtores e deve prejudicar principalmente o consumidor de vinhos de maior qualidade, diz o enólogo Jorge Lucki. (Págs. 1 e D8)

Ideias

Ribamar Oliveira

Líderes políticos se ressentem da falta de um negociador do governo para coordenar soluções das questões federativas. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Juliano Assunção e outros

Fatores econômicos e políticas públicas ajudaram a reduzir o desmatamento na Amazônia a níveis historicamente baixos. (Págs. 1 e A10)


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terça-feira, março 20, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] EMPREITEIRAS

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Desafios da Rio+20


Autor(es): Carlos Alexandre
Correio Braziliense - 20/03/2012

De 13 a 22 de junho, o Brasil receberá 80 chefes de Estado e representantes de mais de 190 nações com o propósito de estabelecer condições mais favoráveis ao desenvolvimento sustentável. Vinte anos após a Rio-92, o resgate dos princípios estabelecidos pela conferência mundial sobre o meio ambiente significa, mais do que um referendo de intenções, a incômoda constatação de que as questões ambientais permanecem em plano secundário na agenda global. Em duas décadas, há poucas razões para acreditar que problemas relevantes como o aquecimento global, a carência alimentar e acesso a recursos hídricos merecerão tratamento adequado nos próximos anos. As principais economias do mundo terão, a médio prazo, que concentrar esforços para alcançar o equilíbrio fiscal e gerar empregos. Falta espaço para outros elementos nessa equação.

No contexto brasileiro, a Rio+20 também será realizada em um momento delicado. O governo de Dilma Rousseff deu demonstrações que podem ser interpretadas como uma política de crescimento econômico descolada da preservação ambiental. A construção da usina de Belo Monte e a pesada negociação em torno do Código Florestal reforçam a linha desenvolvimentista, que pressupõe a expansão industrial e de serviços como objetivos primários. Se havia algum romantismo em favor da ecologia em 1992, foi enterrado pelo pragmatismo. Some-se a isso a complicada relação estabelecida no Congresso, com as feridas ainda abertas na base aliada, e uma eleição marcada para outubro.

De um ponto de vista mais abrangente, a questão ambiental permanece em situação delicada porque governos têm o velho hábito de atender a outras prioridades. Até o momento que a natureza se encarrega de dar um alerta definitivo. O debate mais relevante em termos ambientais nos últimos meses não ocorreu em virtude de um consenso internacional. Nasceu sob o signo de uma tragédia no Japão. O vazamento nuclear em Fukushima, decorrente do tsunami, provocou uma onda de discussões sobre os perigos dos atuais modelos de produção de energia.

Com esse panorama, é pouco provável que a Rio+20 resulte em mudanças substanciais. Há um risco concreto de se tornar apenas um encontro de notáveis com boas intenções.

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PROPINA: Em nosso idioma ISSO é CORRUPÇÃO...


Propina: governos cancelam contratos



Denúncia leva governos a cancelarem contratos
Autor(es): agência o globo:Marcelle Ribeiro, Maria Elisa Alves, Rafael Galdo e Roberto Maltchik
O Globo - 20/03/2012

Polícia Federal abre inquéritos para investigar as 4 empresas flagradas oferecendo propina a hospital federal

RUFOLO VILLAR, da Rufolo Serviços Técnicos e Construções, e a gerente Renata Cavas resumem o esquema da propina: "É a ética do mercado"


BRASÍLIA, SÃO PAULO e RIO. As quatro empresas que apareceram numa reportagem do "Fantástico", da Rede Globo, oferecendo propina para ganhar supostos contratos com um hospital da UFRJ no Rio receberam no ano passado valores milionários da União, do estado e do município do Rio. Juntos, eles pagaram R$177,5 milhões em 2011 à Locanty Soluções, à Toesa Service, à Bella Vista Refeições Industriais e à Rufolo Serviços Técnicos e Construções. Mas, após as denúncias exibidas no domingo, as quatro tiveram os contratos cancelados pelo Ministério da Saúde e pelos governos do estado e da prefeitura do Rio.

Além disso, a Polícia Federal instaurou quatro inquéritos - um para cada denunciada - para investigar todos os contratos firmados pelas envolvidas no escândalo. Segundo o delegado Victor Poubel, a PF vai apurar fraudes em licitação, corrupção e formação de cartel, entre outros crimes.

- Vamos apurar todos os contratos que tenham sido assinados por essas empresas com órgãos públicos da União desde 2009. São fatos repugnantes, mas que não causaram surpresa à PF - disse Poubel.

Dezessete pessoas vão ter que depor na Polícia Federal

Ontem, agentes da PF estiveram na sede das quatro empresas. Dezessete pessoas foram convocadas e devem prestar depoimento ainda esta semana. A Locanty e a Bella Vista informaram que já afastaram os funcionários que aparecem na reportagem oferecendo vantagens ao repórter que se passou por gestor do hospital. A ele os representantes das firmas contaram que todas as licitações têm cartas marcadas, com a presença de concorrentes que entram com preços mais altos para que determinada empresa, escolhida previamente entre elas, ganhe. Também ofereceram propina de até 20%.

Ontem, em outro trecho da reportagem, exibido no "Jornal Nacional", o representante de uma das empresas revelou ainda que teria um contato com um auditor fiscal na Receita Federal para facilitar o esquema de corrupção. A Receita informou que vai investigar o caso e, se comprovada a participação do funcionário, ele será afastado.

CPI pode ser instaurada
para apurar o caso

Além da reação da PF, uma enxurrada de outras providências foi tomada ontem contra as empresas em diferentes esferas e órgãos públicos. Em Brasília, as bancadas do PSDB na Câmara e no Senado se articularam para, numa reunião hoje, tratar do recolhimento de assinaturas para instalar uma CPI mista da Saúde. A ideia dos parlamentares é ressuscitar um requerimento apresentado em abril de 2011, depois que O GLOBO revelou fraudes em série contra o SUS e no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). A investigação precisa do apoio de 171 deputados e 27 senadores.

- É grave. Essas firmas têm contratos com empresas da órbita federal, estadual e municipal, e são generosas doadoras de campanha. Corrupção ampla, geral e irrestrita da iniciativa privada, envolvendo também agentes públicos - afirmou o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ).

O Ministério da Educação, responsável pela unidade da UFRJ onde foi feita a reportagem, informou que as quatro empresas não têm contratos vigentes com os 46 hospitais geridos por ele. Por precaução, vai verificar se as firmas mantêm contratos com universidades e, em caso positivo, prometeu cancelá-los. Já o Ministério da Saúde informou que um contrato com a Bella Vista, para o fornecimento de alimentação no Hospital do Andaraí, que estava vigente, foi suspenso ontem.

A Controladoria Geral da União (CGU) informou que as quatro empresas têm sido fiscalizadas constantemente. Em 2009, a CGU constatou que a Locanty foi contratada para prestar serviço de coleta de lixo na UFRJ, por dispensa emergencial, "embora tenha apresentado preços unitários superiores em quase 180% aos apresentados por outra empresa concorrente". A Rufolo foi citada pela CGU em outra fraude: de janeiro a maio de 2011, o Hospital Federal Cardoso Fontes pagou pela lavagem de 72 toneladas de roupas que não foi realizada.

- São fatos graves que, infelizmente, mostram artifícios que as pessoas usam para desviar dinheiro público - disse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

TCU: empresas podem ser declaradas inidôneas

Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), as empresas podem ser declaradas inidôneas e ficar, por até cinco anos, impedidas de participar de licitações na administração federal. De acordo com o TCU, será analisada a atuação das empresas em outras unidades. Em nota, o órgão disse que casos como o da reportagem "são encontrados com frequência indesejada" em suas apurações.

Enquanto isso, no Ministério Público Federal, procuradores da República da área de saúde e da área criminal no Rio se reuniram ontem para traçar diretrizes para investigações sobre as empresas.

- Vamos pedir ao TCU que inicie uma investigação relativa a praticamente todos os hospitais universitários onde verificarmos indícios de irregularidades, para que possamos verificar sobrepreços e cobrar dos gestores públicos e corruptores também a devolução desses recursos - disse o procurador Marinus Marsico.

As empresas também já foram punidas no Estado do Rio. Depois de investigações do Ministério Público estadual em 2010, por exemplo, a Secretaria estadual de Saúde chegou a proibir a participação da Toesa em suas licitações, após denúncias de superfaturamento em contratos de manutenção de 111 veículos de combate à dengue. Para fazer o serviço, a empresa cobrou um valor com o qual era possível comprar nova frota e ainda sobrar dinheiro.

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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

20 de março de 2012

O Globo


Manchete: Nas nossas costas - Vazamento foi causado por erro da Chevron, conclui PF

Pressão excessiva na perfuração pode ter provocado o primeiro acidente

Documentos da Polícia Federal e do Ministério Público Federal mostram que a Chevron fez uma pressão excessiva ao perfurar o solo marinho no Campo do Frade, o que teria causado o vazamento de 2.400 barris de óleo em novembro de 2011. Na semana passada, a companhia americana anunciou que houve novo acidente, que pode estar diretamente relacionado ao primeiro. Foi com base nestas conclusões da PF e dos procuradores que a Justiça determinou, na última sexta-feira, que 17 funcionários da Chevron e da Transocean, contratada para perfurar o poço, estão impedidos de deixar o país. Eles já foram notificados a entregar seus passaportes. "Eles injetaram uma pressão absurda em cima de um reservatório que não aguentava. Este poço não podia e não devia ter sido perfurado por causa das condições ali presentes, mas ao que tudo indica a ganância fez com que se pusesse em prática o risco proibido", disse Fábio Scliar, delegado da PF responsável pelo caso. Se quiser deixar o país, a Chevron terá que desembolsar até US$ 2,5 bi para selar o poço no Frade. (Págs. 1, 17 e 18)

Ataques racistas põem França em alerta máximo

Assassinatos em escola judaica e de militares de origem muçulmana chocam o país

Pela primeira vez desde 2001, a França elevou um alerta antiterrorismo ao nível máximo, categoria escarlate. Foi na região de Toulouse, após o assassinato de três crianças e um professor numa escola judaica da cidade. Ataques semelhantes, feitos com a mesma arma, mataram recentemente três militares de origem muçulmana e caribenha. Em campanha, já marcada pelo discurso anti-imigração, o presidente Sarkozy defendeu a liberdade religiosa e disse que a barbárie não pode vencer. (Págs. 1 e 23)

Estudante brasileiro é morto por policiais na Austrália (Págs. 1 e 9)


Propina: governos cancelam contratos

A União e os governos estadual e municipal do Rio cancelaram contratos com quatro empresas citadas em reportagem do "Fantástico" oferecendo propina para ganhar licitações na área de saúde. A PF e o Ministério Público Federal estão investigando o caso. Políticos já se articulam no Congresso e no Senado para instalação de CPI mista. (Págs. 1 e 15)

Demora para julgar mensalão

Com 38 réus e 50 mil páginas, é improvável que o Supremo julgue até maio o maior escândalo do governo Lula, como esperava o relator, ministro Joaquim Barbosa. A lentidão beneficiará acusados com pretensões eleitorais. (Págs. 1 e 3)

Itália prende 16 juízes ligados à máfia Camorra

Dezesseis juízes de Nápoles, que tratavam de assuntos tributários, foram presos por vínculos com a Camorra numa operação que confiscou € 1 bilhão em bens. Ao todo, 60 pessoas foram presas, envolvidas com lavagem de dinheiro. (Págs. 1 e 24)

Remédios aumentam até 5,85%

A partir do dia 31, medicamentos com preços controlados subirão até 5,85%. Remédios com pouca concorrência de genéricos contra câncer e Aids, ficarão 0,25% mais baratos. (Págs. 1 e 20)

Ciência

Os Estados Unidos aprovaram pela primeira vez teste de uma droga criada no Brasil. Ela combate o câncer. (Págs. 1 e 26)

Descaso nas margens do Rio

Fonte de água para 8,5 milhões de pessoas no Estado do Rio, o Paraíba do Sul recebe novos despejos ilegais de esgoto. (Págs. 1 e Planeta Terra)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Corregedoria vai investigar todos os juízes do TJ-SP

Novas suspeitas levam conselho de Justiça a estender apuração sobre rendimentos aos 354 desembargadores

A corregedoria do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) investigará os rendimentos de todos os 354 desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo, informa Flávio Ferreira. O órgão tinha como alvo 70 magistrados, mas surgiram novos indícios de ilegalidade.

A inspeção feita em dezembro focou juízes que receberam pagamentos adiantados, ligados a pendências trabalhistas. Agora, também entram na apuração casos de licença-prêmio, verbas corrigidas irregularmente e pagamentos feitos sem emissão de contra-cheque. (Págs. 1 e Poder A4)

Atirador mata quatro em escola judaica na França

Um homem numa moto abriu fogo na entrada de uma escola judaica em Toulouse, no sul da França, e matou quatro pessoas. O atirador conseguiu fugir.

Os mortos são um rabino, professor da escola, seus dois filhos e outra aluna. (Págs. 1 e Mundo A10)

Brasileiro é morto por policiais na Austrália

O estudante brasileiro Roberto Laudísio, 21, que estava na Austrália para estudar inglês, foi morto pela polícia de Sydney; na madrugada de domingo, após ser atingido por vários disparos de pistola Taser, que emite choques de 50 mil volts.

A polícia disse que ele roubara biscoitos em uma loja. Uma testemunha relatou que, mesmo caído, Laudísio foi atingido três vezes. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Há mais de um ano, camisinha feminina não é distribuída no SUS (Págs. 1 e Cotidiano C8)


Fifa contraria Brasil e mantém Valcke na Copa-14

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, que veio ao Brasil selar as pazes com o governo, disse que o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, continua responsável pela Copa-14. O país pedira sua saída após ele dizer que o Brasil precisava de um "chute no traseiro" para acelerar as obras. (Págs. 1 e Esporte D3)

Editorial

Leia "Código ameaçador", sobre legislação ambiental; e "Transparência no BC", acerca de mudança nas manifestações da autoridade monetária. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: MP diz que petroleira sabia do risco de vazamento

Para procurador, Chevron usou deliberadamente uma pressão além da suportada em campo no Rio

O governo avalia a possibilidade de declarar moratória da exploração de petróleo no Campo de Frade, na Bacia de Campos. A produção está interrompida a pedido da americana Chevron desde sexta-feira - há risco de um novo grande vazamento, como ocorreu em novembro passado. O procurador da República Eduardo Santos afirmou que pode pedir a prisão preventiva de executivos da Chevron. Segundo ele, a empresa e suspeita de ter "botado uma pressão maior que a suportada e ter cavado além do que foi autorizado", de forma “premeditada". Como resultado, diz o procurador, abriu-se uma “cratera", e o vazamento "não tem mais como ser controlado". O delegado da Polícia Federal Fábio Scliar, responsável pelo inquérito sobre o caso, diz que uma área de 7 km² está em risco, e "a indústria não está preparada para responder". Executivos da Chevron já estão proibidos de deixar o País. A empresa diz que vai "respeitar a lei brasileira" e que a situação ambiental está sob controle. (Págs. 1 e Vida A14)

Juízes são acusados de liderar corrupção no TJ do Tocantins

Investigação no Tribunal de Justiça do Tocantins mostra um amplo esquema de corrupção de seria liderado por 4 de seus 12 desembargadores, informam Felipe Recondo e Ricardo Brito. Entre as irregularidades havia venda de sentenças, liberação de precatórios e confisco de parte dos salários de assessores para financiamento de viagens. (Págs. 1 e Nacional A4)

Ataque a escola judaica mata 4

A ação de um terrorista de extrema direita ou a de um radical islâmico são as principais hipóteses levantadas pela polícia da França para o assassinato de três crianças, de 3, 6 e 8 anos, e um professor, ontem, em uma escola judaica de Toulouse. Um homem desceu de um scooter, atirou em estudantes e pais e fugiu sem ser identificado. Ao que tudo indica, o crime foi premeditado para ser cometido no horário de entrada da escola Ozar Hatorah, a maior da comunidade judaica de Toulouse. (Págs. 1 e Internacional A10)

Exército e rebeldes sírios combatem em Damasco (Págs. 1 e Internacional A11)


Polícia da Austrália mata turista brasileiro (Págs. 1 e Cidades C3)


Um quinto dos produtos industriais já vem de fora (Págs. 1 e Economia B1)



Dilma mobiliza governo para aprovar Lei da Copa (Págs. 1 e Esportes E1)


E. Lichtblau E.M. Landler

Irã racha grupos pró-Israel

Há fissuras não só entre falcões e pombos sobre o uso de força contra o Irã, mas entre a própria linha-dura sobre o grau de agressividade. (Págs. 1 e Visão Global, A11)

Dora Kramer

Pecado original

Louvável, e necessário, que Dilma queira mudar as regras do jogo político. Só não pode é fazer de conta que, após oito anos, as ignorava. (Págs. 1 e Nacional A6)

Notas & Informações

Continua a guerra fiscal

Alguns governadores têm conseguido o prodígio de tornar pior o sistema tributário do País. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Senado vai acabar com o 14° e o 15°? Ninguém acredita

Quase 80% dos 1.363 internautas ouvidos pelo Correio duvidam que parlamentares votem o fim do privilégio

A extinção dos salários extras vai ser posta em discussão hoje na Comissão de Assuntos Econômicos da Casa. Se for aprovada, a proposta será levada a votação em plenário, o que deve ocorrer dentro de 30 dias. O diretor da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco, afirma que a pressão popular será vital para que senadores ponham fim ao inaceitável privilégio. “A sociedade civil tem mais poder do que ela imagina”, diz. “A saída é essa." O projeto que extingue a histórica mordomia estava engavetado havia mais de um ano e só foi posto em pauta após o Correio denunciar que, além de recebê-la, eles não recolhiam sequer Imposto de Renda sobre o pagamento. (Págs. 1 e 2)

Remédio, tão caro, ainda subirá 5,85%

Laboratórios são autorizados a elevar preços em até 5,85%, a partir de 1º de abril. Mas essa não é a única causa da dor no bolso dos brasileiros. A cada medicamento que compra no país, o consumidor paga 33,9% de imposto, enquanto a média mundial é de 6%. (Págs. 1 e 9)

Sob pressão, UnB estuda proibir trote

Depois de novos flagrantes de recepções violentas a calouros, mostrados pelo Correio, a Reitoria vai retomar a discussão do veto a esse tipo de evento nos campus, proposta apresentada há mais de um ano. Pais e alunos pediram ao Ministério Público que investigue os casos. Ontem, a Universidade divulgou mais uma lista de aprovados no vestibular. (Págs 1, 21, 22 e Visão do Correio, 14)

Fotolegenda: Patrimônio

Operários retiram um puxadinho no 309 Norte, obra paralisada pelos fiscais: o GDF quer a volta da Unesco em 2014 para mostrar os avanços na preservação de Brasília. (Págs. 1 e 23)

Buriti em dia de Esplanada

Autoridades do primeiro escalão do governo e da Justiça estiveram na posse de Swedenberger Barbosa como chefe da Casa Civil do governador Agnelo. (Págs. 1 e 24)

O pesadelo que volta a assombrar a Europa

Assustado com a violência, um menino é amparado pelo pai numa escola judaica, em Toulouse: a suspeita é que um neonazista seja a autor do atentado que matou um professor, seus dois filhos e um estudante. É o pior ataque contra os judeus na França desde 1982. (Págs. 1 e 16)

Brasileiro morto na Austrália

Num caso parecida com a de Jean Charles, em Londres, Roberto Laudisio foi perseguido pela polícia de Sydney e atingido por disparos de arma de choque. (Págs. 1 e 17)

Alerta: Itamaraty recomenda a turistas brasileiros que evitem viagens ao Egito (Págs. 1 e 17)


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Valor Econômico


Manchete: Mínimo puxa aumento real de 3,65% dos salários

O aumento real de 7,5% do salário mínimo em janeiro indexou informalmente o reajuste negociado nas convenções coletivas de trabalho de categorias com data-base no início do ano. O aumento médio real negociado em janeiro foi de 3,65% - o dobro do registrado em dezembro, de 1,82%, segundo levantamento realizado pelo Valor em cem acordos registrados no Ministério do Trabalho.

O aumento real foi puxado pela negociação de categorias menos qualificadas e cujos pisos salariais estão muito próximos do salário mínimo e, por isso, precisam ser reajustados por taxas semelhantes. Além disso, predominaram, entres os reajustes mais expressivos, aqueles concedidos nas regiões Nordeste e Norte do país. (Págs. 1 e A4)

Vale recorre a Geisel para se defender

A Vale aposta em dois decretos do presidente Ernesto Geisel (1974-1979) para tentar escapar de cobrança de R$ 30,5 bilhões da Receita Federal. A discussão, que envolve inúmeras empresas, é sobre a tributação do lucro de coligadas e controladas no exterior. A esperança da mineradora está em dois acordos internacionais assinados para evitar dupla tributação. Um é de 1974, firmado com a Dinamarca. O outro, de 1976, fechado com a Áustria. Como a Adin, em tramitação no Supremo Tribunal Federal, está praticamente ganha pelo Fisco, as empresas têm buscado argumentos alternativos. Além dos tratados, há a expectativa de que o Supremo deixe de lado a Adin e comece a julgar do zero recurso sobre o tema, que poderá ter repercussão geral. (Págs. 1 e E1)

Disputa sobre Viracopos pode se arrastar

Um mês e meio após a privatização de três grandes aeroportos, a maior preocupação das autoridades é com a hipótese de uma prolongada batalha judicial em torno do resultado do aeroporto de Viracopos. Em Brasília, a avaliação é de que o peso dos escritórios de advocacia contratados pelos dois grupos envolvidos na disputa demonstra que a briga poderá não se encerrar no julgamento de recurso administrativo pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Há o temor de que uma arrastada briga nos tribunais provoque atrasos não só na assinatura do contrato de concessão - já remarcada do dia 4 para 21 de maio -, como na execução das obras de ampliação de Viracopos. Até 2014, o aeroporto deverá contar com um novo terminal para 5 milhões de passageiros por ano. (Págs. 1 e B6)

Fundos frustram minoritários

A tentativa inédita de acionistas minoritários da Petrobras de indicar dois representantes para o conselho de administração da estatal foi frustrada ontem pelos fundos de pensão Petros, dos funcionários da própria empresa, Previ, dos empregados do Banco do Brasil, e Funcef, dos servidores da Caixa Econômica Federal. Na assembleia geral de acionistas, os fundos se recusaram a se unir aos outros minoritários, abrindo caminho para a reeleição dos empresários Jorge Gerdau Johannpeter, dono do grupo siderúrgico Gerdau, e Josué Gomes da Silva, filho do ex-vice-presidente José Alencar e proprietário da indústria têxtil Coteminas.

O grupo de investidores que tentava indicar dois conselheiros era liderado pela gestora de recursos BlackRock - maior investidora privada da Petrobras, com 5% das ações preferenciais, equivalentes a R$ 6,8 bilhões - e a Polo Capital. Ao final do encontro, esse grupo registrou dois protestos na ata da assembleia: o primeiro, pelo fato de os dois empresários terem sido reconduzidos sem que seus nomes tivessem sido formalmente apresentados; o segundo, por fundações de companhias públicas - controladas pela União, assim como a Petrobras - serem consideradas acionistas minoritárias. (Págs. 1 e B1)

Falsos turistas roubam arte sacra em MG

Falta de segurança, uma ampla rede de colecionadores e penas brandas fazem de igrejas e capelas do interior de Minas Gerais alvos de quadrilhas especializadas no furto de imagens sacras. São ao todo 697 desaparecidas oficialmente - o número real pode ser dez vezes maior. É o Estado recordista em casos no país. Tudo que tenha valor histórico e agrade a colecionadores entra na mira dos ladrões: imagens, documentos esquecidos do Vaticano, missais e objetos antigos de celebração - o preço das peças no mercado negro pode variar entre R$ 100 mil e R$ 200 mil.

"Eles [os ladrões] estão vindo para Minas, fingem-se de turistas, fotografam as peças para depois fazer um 'book' que vão levar para os antiquários", diz o promotor público Marcos Paulo de Souza Miranda. Segundo ele, os furtos são seletivos e encomendados por especialistas que conhecem o valor das peças. (Págs. 1, D1 e D4)

Investimentos de US$ 11 bilhões parados no Peru

Seis grandes projetos de mineração, com investimentos totais de US$ 11 bilhões, estão paralisados no Peru por causa de conflitos sociais. O país é o segundo maior produtor de prata e cobre do mundo. Os problemas incluem preocupações ambientais, a radicalização do discurso de governadores de oposição e a incapacidade do governo de Ollanta Humala em dialogar com as comunidades. Esses investimentos fazem parte de uma carteira de 46 projetos planejados pelo governo, com valor estimado em US$ 53,7 bilhões. (Págs. 1 e A13)

Montadoras apostam em carros com conectividade

A cada dia surgem mais novidades para conectar ao mundo exterior quem passa horas dentro de um carro. Faz tempo, também, que o celular deixou de servir apenas para conversas telefônicas. No Brasil, no entanto, essa evolução tecnológica esbarra nos maus hábitos de motoristas e na falta de atualização de uma legislação que se baseia nos costumes de 1998, quando o país ainda não conhecia o uso do "bluetooth" em veículos.

Entre tudo o que motoristas fazem de arriscado ao volante - desde vasculhar um saco de salgadinhos até passar rímel nos cílios -, não há nada mais perigoso, segundo especialistas, do que digitar torpedos ou e-mails no smartphone, um vício cada vez mais comum. (Págs. 1 e D8)

Receita deve liberar recursos do Reintegra até o fim do mês (Págs. 1 e A3)


UPS anuncia acordo para compra da TNT por € 5,1 bi, diz Scott Davis (Págs. 1 e B5)


ITA terá centro de inovação

O BNDES vai financiar a construção de um centro de inovação no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), com atuação não só nas áreas aeroespacial e de defesa, mas também petróleo e gás, energias renováveis e tecnologia da informação. (Págs. 1 e B3)


Plano da Gol tem adesão parcial

O programa de licença não remunerada para pilotos e comissários da Gol deverá ser prorrogado para até o fim do mês, já que a companhia não conseguiu alcançar o nível de adesão desejado. (Págs. 1 e B4)

Axxon prepara saída da Guerra

Quase quatro anos após assumir a Guerra, uma das três maiores fabricantes de implementos rodoviários do país, o fundo de "private equity" Axxon finaliza reestrututação da empresa e prepara sua venda. (Págs. 1 e B6)

Impasse no acordo do algodão

Acordo do algodão entre Brasil e Estados Unidos ameaça chegar a um impasse semanas antes da visita da presidente Dilma Rousseff ao país, no mês que vem, e o governo brasileiro poderá reabrir o processo de retaliação contra os EUA na OMC, diz o embaixador Roberto Azevedo. (Págs. 1 e B16)

Crédito doméstico mais atrativo

Bancos nacionais se preparam para atender ao esperado aumento da demanda por capital de giro, depois que o aumento do IOF para empréstimos externos de até cinco anos aproximou o custo da captação externa, em dólar, das taxas locais. (Págs. 1 e C1)

Allianz prepara ressegurado

A divisão de riscos especiais do grupo Allianz, a AGCS (Allianz Global Corporate & Specialty), vai trazer US$ 100 milhões de capital para abrir uma resseguradora no Brasil. (Págs. 1 e C16)

Pessoa física ainda foge da bolsa

A recuperação de quase 20% do Índice Bovespa neste ano não foi suficiente para animar os investidores pessoa física, que até o dia 15 retiraram R$ 3,7 bilhões da bolsa, quase metade do total sacado no ano passado. (Págs. 1 e D3)

Nova fase para o mercado fonográfico

A boa performance dos lançamentos de artistas nacionais puxou as vendas do mercado fonográfico brasileiro em 2011. O crescimento foi de 8,4% em valores, com faturamento total de R$ 373,2 milhões, somados os segmentos físico e digital. (Págs. 1 e D5)

Ideias

Delfim Netto

É hora de cuidar do câmbio e de proporcionar condições econômicas para nossa indústria de transformação. (Págs. 1 e A2)

Ideias

José Eli da Veiga

Saída para o Código Florestal é atender o clamor da agricultura por segurança jurídica e tratar a pão e água o especulador. (Págs. 1 e A15)

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segunda-feira, março 19, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] A COPA E O COPO ''ALIADOS"

...

















''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


19 de março de 2012

O Globo


Manchete: Governo prevê vazamentos em série na Bacia de Campos

Área com 7 km de diâmetro no solo marinho já estaria abalada

O segundo vazamento em quatro meses no campo de Frade, operado pela Chevron na Bacia de Campos, levou o governo a estudar a possibilidade de a exploração de petróleo na região ter abalado uma área com sete quilômetros de diâmetro do solo marinho. Com isso, novas fissuras e vazamentos ainda podem ser descobertos. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) e o Ibama já estariam trabalhando com o risco de parte do solo nessa área afundar. A Chevron admite que a estrutura do campo é complexa e diz que, por isso, pediu autorização para suspender a produção no local. Com os problemas enfrentados no Brasil, a matriz da empresa nos Estados Unidos já estaria estudando deixar de investir no país. (Págs. 1 e 15)

Brasileiras reféns por 9 horas no Egito

Beduínos metralharam ônibus de excursão no Monte Sinai, mas depois liberaram as 2 turistas

Duas brasileiras foram sequestradas ontem no Egito e ficaram nove horas em cativeiro. Sara Silvério, de 18 anos, e Zélia de Mello, de 45, estavam com um grupo de 45 turistas numa excursão de brasileiros quando o ônibus foi interceptado por homens armados com fuzis. As negociações para a libertação foram conduzidas por autoridades egipcias. Ao GLOBO, Sara disse que ela e a amiga foram levadas para uma região montanhosa no meio do deserto, mas não foram maltratadas. O objetivo do grupo, segundo ela, era protestar contra o governo do Egito. (Págs. 1 e 5)

Em 20% das cidades, dívida e maior que receita própria

De cada cinco cidades brasileiras, uma já começou o ano no vermelho: 1.029 municípios tem mais restos a pagar - débitos herdados do ano anterior - do que dinheiro em caixa. Duas capitais, Salvador e Cuiabá, aparecem na lista, segundo estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro. A má gestão fiscal resulta em serviços públicos precários em áreas como saúde, educação e saneamento. (Págs. 1 e 3)

O fixo certo, no lugar certo

Resíduos que Rio joga fora dão lucro em outros países

Enquanto o Rio recicla apenas 3% de seu lixo, jogando o resto fora, em países da Europa o índice de reaproveitamento chega a 79%. Na Alemanha, o assunto é levado tão a sério que moradores espionam os vizinhos para ver se estão fazendo a triagem corretamente. O lixo é visto cada vez mais como uma mina de ouro por grandes empresas da Europa. No Japão, exemplo no setor, cada resíduo tem o seu lugar: do batom à bolinha de pingue-pongue. (Págs. 1 e 9)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Gasto com servidores põe Estados em alerta

Despesa cresce mais que receita e força contenção de reajustes e corte de cargos

Em 16 Estados e no Distrito Federal, o gasto com funcionalismo cresceu em ritmo superior ao da arrecadação nos últimos cinco anos, sendo que 4 já ultrapassaram os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins gastaram com pessoal mais do que 46,55% da receita, o que os impede de criar cargos e elevar salários. Alagoas, Paraná e o DF estão perto de atingir essa barreira. (Págs. 1 e Poder A4)

Em crise, Planalto ameaça vetar o Código Florestal (Págs. 1 e Poder A6)


Duas brasileiras são feitas reféns por 6 h no Egito

Duas brasileiras foram mantidas reféns por mais de seis horas por beduínos armados no Egito. Segundo a embaixada do Brasil no Cairo, Sarah Lima e Zélia Magalhães de Melo estavam em um ônibus que levava 45 turistas a um mosteiro no sopé do monte Sinai. A libertação ocorreu sem que fosse cumprida nenhuma exigência. (Págs. 1 e Mundo A10)

Empresa favorece Teixeira e ganha contrato na Copa

O empresário Cláudio Abrahão, que beneficiou o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira na compra de uma cobertura no Rio, e sócio de agência de turismo que obteve direito de vender pacotes da Copa, informa Rodrigo Mattos. O negócio deve render R$ 544 milhões. A empresa alega ter havido concorrência. Teixeira não foi localizado. (Págs. 1 e Esporte D6)

Entrevista da 2ª: Ronaldo Nazário

Aceitaria ser presidente da CBF depois da Copa de 2014. (Págs. 1 e Al4)

Ciência

Fósseis levados ilegalmente do Brasil estão à venda em site. (Págs. 1 e C11)

Melchiades Filho

Das promessas de Dilma, pouco ficará pronto no prazo. (Págs. 1 e Opinião A2)

Editoriais

Leia "Respeito à Anistia", sobre denúncia do MPF contra militares; e "Conflito na Síria", que analisa um ano de protestos no país árabe. (Págs. 1 e Opinião A2)



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O Estado de S. Paulo


Manchete: Brasileiras são libertadas após sequestro no Egito

Grupo de 42 turistas teve o ônibus metralhado por beduínos cujo líder exigia a soltura de um filho preso

Duas brasileiras sequestradas ontem por beduínos no Egito foram libertadas à noite. Durante a tarde, o Ministério do Interior do Egito negociou o resgate das turistas Sara Lima Silvério, de 18 anos, e de Zélia Magalhães de Mello, de 45. As duas faziam parte de um grupo de 42 pessoas que viajava com o pastor Dejair Batista Silvério, pai de Sara e um líder da Igreja do Avivamento da Fé, de Osasco. Silvério disse que o veículo foi "metralhado" pelo grupo de beduínos quando se dirigia ao Monte Sinai. Eles queriam trocar as reféns pelo filho de tribal preso pela polícia egípcia. Um dos destinos turísticos mais procurados, a Península do Sinai é área onde atuam traficantes e contrabandistas. (Págs. 1 e Internacional A10)

Dejair Batista Silvério
Pai de uma das vítimas

“Foi uma coisa rápida e chocante. Foi impressionante"

Decisão do STF acirra guerra fiscal entre governos estaduais

Governos estaduais que escaparam de decisão Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito de incentivos fiscais envolvendo a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços têm oferecido a empresas descontos de 90% a 100% da base de cálculo do ICMS, informa o repórter Lu Aiko Otta. O STF considerou inconstitucionais 23 formas de incentivo. Com a perspectiva de ver invalidadas políticas de desenvolvimento vigentes desde os anos 1970, os Estados correm para atrair o maior número de empresas – e estas promovem verdadeiros leilões para decidir onde se instalar. Para acabar com a guerra fiscal, especialistas avaliam que pode recair sobre o Tesouro a costura de um acordo entre Estados. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Deputado do PDT deve ficar com Trabalho

Na tentativa de conter a insatisfação do PDT, a presidente Dilma Rousseff deve nomear o deputado Brizola Neto para o Ministério do Trabalho, relata Vera Rosa. (Págs. 1 e Nacional A8)

PPP inédita vai construir seis fóruns paulistas

O governo de São Paulo recorrerá a iniciativa privada para construir seis fóruns. Em troca, ofertará terrenos. A PPP, avaliada em R$ 250 milhões, é inédita no País. (Págs. 1 e Cidades C1)

Faltam serviços de aborto legal em regiões violentas (Págs. 1 e Vida A14)



Universidade Columbia abrirá escritório no País (Págs. 1 e Vida A16)


Brasil apoia fundo do BID para a América Latina (Págs. 1 e Economia B10)


Carlos A. Sardenberg

Copom da era Dilma

Não é norma um BC surpreender o mercado tantas vezes. Nem um nem outro querem esse clima de surpresa que afeta pessoas e empresas. (Págs. 1 e Economia B2)

José Roberto de Toledo

Harém partidário

No longo prazo, a aliança PT-PMDB é insustentável. Os conflitos ficarão cada vez mais óbvios com a aproximação das eleições municipais. (Págs. 1 e Nacional A8)

José Goldemberg

O Irã e armas nucleares

O Irã não é nada original ao justificar sua opção de desenvolver energia nuclear como um símbolo da soberania nacional que unifica o país. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Notas & Informações

O simplismo da presidente

Dilma simplifica perigosamente os fatos quando formula seu diagnóstico da situação do País. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: MPF vai cobrar da UnB ações contra trotes

Associações de pais entram hoje com representação no Ministério Público Federal contra a universidade, devido ao episódio envolvendo estudantes de mecatrônica. Procurador da República no DF, Carlos Henrique Lima adianta: “Precisamos exigir que a UnB tome as devidas providências”. (Págs. 1 e 19)

Uma dor, uma canção

Na semana em que Paulinho da Viola vem a Brasília, o repórter Irlam Rocha Lima conta uma história de solidariedade e superação marcada pela música Para um amor no Recife, do compositor: a da ex-presa política Maria Cristina de Castro, companheira de cela da então militante Dilma Rousseff. (Págs. 1 e Diversão & Arte, Capa)

Servidor: Presidente do TST defende o corte de ponto de grevistas (Págs. 1 e 7)


Juros: BC poderá manter Taxa Selic em 9% por até dois anos (Págs. 1 e Brasil S/A 8)


Egito: Beduínos sequestram brasileiras

As turistas de 18 e 45 anos, ficaram sete horas como reféns depois que o ônibus em que estavam foi metralhado. Ataques a estrangeiros se intensificaram após queda do ditador Hosni Mubarak. Embaixada brasileira no país desaconselha viagens à região do Sinai. (Págs. 1 e 13)


Vistoria autorizada

Entenda por que supermercados podem inspecionar compras depois de o cliente passar pelo caixa. (Págs. 1 e 7)


Revolta Afeganistão

Em depoimentos ao Correio, afegãos demonstram indignação com o massacre de civis cometido por americano. (Págs. 1 e 12)

PR busca apoio para enfrentar PT

Barrado no Ministério dos Transportes, partido reúne diretórios estaduais para mapear adversários do partido de Dilma. Ação pode prejudicar largada da campanha de Fernando Haddad. (Págs. 1 e 2)

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Valor Econômico


Manchete: Importação alivia pressão de custos na indústria

A indústria brasileira vem enfrentando um aumento gradual e contínuo de preços. Em reais, já descontada a inflação, a folha de salários na indústria aumentou 25% desde 2005, enquanto a energia elétrica industrial ficou 28% mais cara. Com a valorização do real, esses e outros custos de produção ficaram ainda mais pesados, afetando a competitividade do setor, seja na exportação, seja no mercado doméstico, onde aumentou a presença de produtos importados. Nos últimos seis anos, a produção industrial cresceu 15%, enquanto o volume de vendas no varejo, 70%.

Para conviver com o aumento de custos, a indústria adotou estratégias de defesa que acabaram por afetar o próprio setor. Elas buscaram fornecedores mais baratos no exterior, montaram unidades fora do país e desviaram as vendas ao exterior para o crescente mercado doméstico. Em 2004, a fabricante de compressores Bitzer importava 30% dos insumos que consome no processo produtivo. Hoje, essa fatia fica entre 60% e 70%. Na Weg, as receitas provenientes do exterior passaram de 40% em 2009 para 44% em 2011. (Págs. 1, A4 e A5)

Delação premiada a empresas

Com apoio do governo, a Câmara dos Deputados quer aprovar a possibilidade de o Estado efetuar um "acordo de leniência" com empresas acusadas de corrupção, uma espécie de delação premiada para pessoas jurídicas. O dispositivo está presente na versão final do relatório da comissão especial que discute o projeto de lei que trata da responsabilização administrativa e civil de empresas acusadas de corrupção. Por meio desse acordo, a empresa que colaborar com as investigações poderá se livrar de algumas das punições previstas no projeto, como a declaração de inidoneidade, a proibição de receber financiamentos públicos e de fechar contratos com o Estado. Ainda assim, não estará livre da multa, a ser fixada entre 0,1% e 20% do faturamento bruto. O relatório foi apresentado na semana passada pelo relator, Carlos Zarattini (PT-SP). (Págs. 1 e A6)

Seguradora diversifica aplicações financeiras

Os juros em queda vão obrigar as seguradoras a acelerar mudanças nas suas políticas de investimento. Taxas menores vão encolher os resultados financeiros das companhias, que em alguns casos até superam o resultado com as operações de seguros. A orientação é diversificar as aplicações financeiras e melhorar a eficiência com as operações de seguros.

As reservas técnicas das seguradoras - recursos separados por elas para as indenizações - somavam R$ 81,7 bilhões em maio de 2011, último dado disponível da Susep. Além disso, há o caixa livre das seguradoras que também é aplicado. Até março, 25% dos recursos estavam investidos em títulos públicos, 74% em renda fixa e o restante em imóveis e ações. (Págs. 1 e C1)

Gestoras se multiplicam e disputam mercado de R$ 2 tri

Nos últimos cinco anos, o número de gestoras de recursos no Brasil saltou de 234 para 443, movimento em grande parte puxado pela multiplicação das casas independentes. Executivos de bancos deixaram seus empregos para abrir o próprio negócio. A STK Capital, por exemplo, tem como sócios Antenor Fernandes (ex-Safra) e Luciana Hall (ex-Santander), além do ex-presidente do BNDES, Eleazar de Carvalho Filho. As "assets", como são conhecidas, buscam ocupar espaço com estratégias sofisticadas e retornos mais atrativos para o investidor.

A indústria brasileira de fundos acaba de ultrapassar a marca de R$ 2 trilhões e já é a sexta maior do mundo, mas ainda é concentrada nos grandes bancos de varejo, com 88% do setor. (Págs. 1 e C12)

Fotolegenda: Uma nova luz

Em fase de substituição tecnológica, as indústrias de iluminação planejam a instalação de fábricas de lâmpadas de LED no Brasil, diz Alcione de Albanesi, fundadora da FLC. (Págs. 1 e B7)

Mercadante defende correção automática do piso de professor

O terceiro edital do programa Brasil sem Fronteiras, que concede bolsas de estudos para brasileiros no exterior, sairá ainda neste mês e vai incluir parcerias com universidades do Japão, Coreia do Sul, Suécia e Holanda. A prioridade é conceder bolsas nas áreas do conhecimento em que é maior a carência de profissionais no Brasil - carreiras tecnológicas, de ciências médicas, física, química e matemática.

Esse é um dos exemplos citados pelo ministro da Educação, Aloízio Mercandante, ao Valor, para mostrar a preocupação do governo em preparar o país para a economia do conhecimento. "Não seremos competitivos sem inovação, ciência e tecnologia. O Brasil, especialmente com o pré-sal, pode dar o salto estratégico nesse sentido. Ou simplesmente se acomodar com a doença holandesa - supervalorização da moeda como consequência do ingresso de divisas vindas da exportação de poucos ou um só produto - e agravar deficiências históricas". (Págs. 1 e A14)

El Corte Inglés escolhe onde investir no país

O presidente da rede varejista espanhola El Corte Inglés, Isidoro Álvarez, esteve no Brasil por quatro dias na semana passada, em contato com consultorias da área imobiliária e em visitas a imóveis em quatro cidades - São Paulo, Rio, Recife e Salvador, apurou o Valor. A direção da rede confirma a viagem, mas não comenta detalhes da agenda do executivo. Com 488 lojas em seis países, o grupo começa a avançar no projeto de abrir a primeira loja no Brasil no prazo de 12 a 18 meses. Está em aberto a possibilidade de que a primeira unidade no país possa ser uma loja de departamentos, da bandeira que leva o nome do grupo, ou de vestuário de moda, da rede Sfera. (Págs. 1 e B5)

Reintegra, criado em agosto para apoiar exportação, ainda não está sendo aplicado (Págs. 1 e A2)


Titherington, do J.P. Morgan Asset, foca ações voltadas para a consumo (Págs. 1 e D2)


"Economia da Internet" avança

O avanço dos smartphones, redes sociais e sites de comércio eletrônico vai contribuir para que a "economia da internet" no Brasil chegue a R$ 158 bilhões em quatro anos, segundo o Boston Consulting Group. (Págs. 1 e B2)

Imposto de Renda

Usa crescente da tecnologia para cruzar importações e atenção especial a grandes contribuintes são algumas das armas da Receita para combater a sonegação. "Não houve aumento das irregularidades, e sim um aperfeiçoamento da fiscalização", diz o subsecretário Caio Cândido. (Págs. 1 e Especial)


Comil planeja nova fábrica

Com a capacidade de produção praticamente esgotada em Erechim (RS), a fabricante de carrocerias de ônibus Comil negocia a instalação de sua segunda fábrica em Lorena (SP). (Págs. 1 e B6)

Álcool e carne na pauta bilateral

Restrições à venda de etanol ao Brasil e derrubada de barreiras americanas à carne bovina brasileira serão prioridades nas negociações entre os dois países, semanas antes da visita da presidente Dilma aos EUA. (Págs. 1 e B11)

Orgânicos crescem no Pantanal

Após sete anos de vendas de bois orgânicos à JBS, a Associação Brasileira de Pecuária Orgânica (ABPO) diversifica seu portfólio e, a partir deste mês, os pecuaristas pantaneiros passarão a entregar polpa de maracujá orgânico à Native. (Págs. 1 e B12)

Foco doméstico

Com a perspectiva de forte recuperação da economia no segundo semestre, as empresas voltadas pelo consumo doméstico recebem todas as atenções da equipe de renda variável de mercados emergentes da J.P. Morgan Asset Management. (Págs. 1 e D2)

Problemas de gente grande

Além de vencer o desafio de vender uma ideia, tirar a empresa do papel, atrair investidores e de envolver o produto, "startups" brasileiras agora passam a enfrentar um problema de gente grande: a guerra por talentos. (Págs. 1 e D4)

Ideias

Martin Wolf

A grande dúvida mracoeconômica e se a flexibilização monetária quantitativa (QE, na sigla em inglês) de fato funciona. (Págs. 1 e Al3)

Ideias

Luiz Carlos M. de Barros

Com fortalecimento do real e abertura da economia, aleijões ocultos começaram a atingir a competitividade da indústria. (Págs. 1 e Al3)

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