A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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sexta-feira, agosto 22, 2008
PETROBRAS, "PRÉ-SAL", LULA: PRO$PECTAR É PRECISO

Mera prospecção, por ora. Daqui a sete meses, em março de 2009, Lula deve promover, com o devido espalhafato, uma cerimônia em alto mar.
A bordo de um porta-aviões da Marinha, o presidente vai anunciar o início da exploração da mega-reserva de Tupi, na costa de Santos. Coisa simbólica.
A produção só deve começar pra valer a partir de 2010. Lula já terá passado a faixa presidencial ao sucessor.
Aposta-se num início promissor, mas incipiente. O grosso do óleo e do gás armazenado a mais de 6.000 metros de profundidade só seria trazido à tona entre 2014 e 2016.
Um período em que estará dando as cartas em Brasília o sucessor do sucessor de Lula. A despeito disso, o governo busca uma maneira de gastar por conta. Imediatamente.
O grupo interministerial constituído para formular a proposta de exploração do pré-sal estuda uma fórmula que permita antecipar a receita da prosperidade petrolífera.
Foi à mesa a idéia de amealhar dinheiro por meio da emissão de títulos públicos. Seriam lançados no exterior, lastreados nas super-reservas do pré-sal.
Planeja-se usar o dinheiro de duas formas. Uma parte financiaria a própria exploração do petróleo. Outra fatia bancaria, desde logo, programas sociais do governo.
A primeira parte do plano parece fazer nexo. O governo deseja assumir sozinho o desafio de dar viabilidade comercial ao pré-sal. Para isso, vai precisar de dinheiro.
Muito dinheiro. As cifras são estimadas num intervalo que varia de R$ 150 bilhões a R$ 300 bilhões. De onde tirar tanto dinheiro? Os títulos constituem boa alternativa.
A segunda parte do plano é debitada na conta da inquietude de Lula. Ele quer porque quer converter o lucro do pré-sal em “investimentos sociais.”
E não lida bem com a idéia de deixar o Planalto sem usar um pedaço dessa riqueza. Uma riqueza, por enquanto, meramente potencial.
É estimada ora em 50 bilhões de barris ora em 80 bilhões de barris de petróleo novo.
Volume que valeria algo entre US$ 5 trilhões e US$ 9 trilhões. Dinheiro virtual. Que o governo tenta transformar em moeda sonante.
Escrito por Josias de Souza. Foto, Ana Carolina Fernandes/Folha.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
Rio tem 100 candidatos acusados de homicídio
Governadores criticam nova estatal de LulaOs governadores Sérgio Cabral, Marcelo Déda (Sergipe) e Paulo Hartung (Espírito Santo) criticaram a proposta de mudar a distribuição dos royalties do petróleo. Déda se queixou também da pressa em discutir o Pré-Sal. (págs. 1, 25 e 26)
STF proibiu nepotismo até terceiro grau
SDE processa operadoras de celular
Três PMs participaram de milícia que matou 7
CUT quer 4 dias de salário do trabalhador
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Folha de S. Paulo
STF veta contratação de parentes até terceiro grau
Governo quer vincular ganho do pré-sal a risco de exploração
Artigo: Walter Ceneviva
Anvisa suspende importação de insulina ucraniana
Receita Federal autua DEM em R$ 14 mi por infrações fiscaisO valor corresponde, segundo o órgão, a imposto devido pelo partido relativo ao período de 2002 a 2004, além de multa, juros e correção. (págs. 1 e A10)
Brasileiro em lua-de-mel morreu no avião que caiu
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Governo obriga Petrobras a cancelar venda de mina
Noruegueses elogiam Brasil
STF também veta nepotismo cruzado
O circo do pré-sal
Líder no RJ, Crivella pede mais tropas nas favelas
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Jornal do Brasil
Congresso começa a demitir parentes
Vinte áreas do Rio terão tropa federalO pedido de reforço de tropas federais para o Rio foi formalizado ontem junto à Presidência da República. O contingente será enviado a 20 áreas do Estado consideradas sensíveis em levantamento do TRE. A data de chegada depende do Ministério da Defesa. (págs. 1 e 6)
Royalties unem RJ, ES e Sergipe
Grupo preso por desviar remédios
Marlan Jr. atua contra juíza
César Maia cede publicidade ilegal
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Correio Braziliense
Nossas guerras: pela vida, pelo poder
Menos cesarianas
Mais punições
Adversários unidos
Mãe do PAC vai ficar longe do palanque
Presidência troca Buriti pelo CCBB
150 vagas no Itamaraty para oficial de chancelaria (págs. 1 e 14)
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Valor Econômico
Tesouro deve capitalizar o BNDES em até R$ 15 bi
Planalto articula uso político do pré-sal em 2010
Importação tende à estabilidade
Transações correntes
Idéias – Maria Cristina Fernandes
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Gazeta Mercantil
Nyse busca mais empresas brasileiras
País fecha julho com déficit de US$ 2,11 bilhões
Trabalho - Desemprego sobe para 8,1% em julho. (págs. 1 e A5)
Área do pré-sal faz jorrar disputas por royalties
Produtor de soja ganha mais com hedge próprio
Há falta de contêineres em Paranaguá
Primeiro Plano – Cotas de Nepotismo
Primeiro Plano – IMPS
Primeiro Plano – Ações do agronegócio em queda
Primeiro Plano – Álcool de batata-doce
Microcrédito - Com 70% da carteira no Nordeste, Real investe para crescer em outras regiões. (págs. 1 e B2)
Fim de semana - No rádio e na TV, uma testemunha histórica
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quarta-feira, agosto 20, 2008
BRASIL & AMÉRICA LATINA: ALTOS & BAIXOS
FGV: Brasil entra em fase de contração econômica
ALESSANDRA SARAIVA - Agencia Estado
ARRECADAÇÃO/TRIBUTOS: ''QUE FUTEBOL, QUE NADA !!!"
Só no mês passado, a arrecadação de tributos e contribuições federais somou R$ 61,960 bilhões –7,08% acima do que foi mordido no mesmo mês do ano passado.
Em valores absolutos, veio do Imposto de Renda o grosso da arrecadação de janeiro a julho deste ano: 29% do total. Em reais: R$ 115,13 bilhões.
No caso do IR, o fisco avançou mais sobre o bolso da pessoa física (R$ 60,63 bilhões) do que sobre a caixa registradora das empresas (R$ 54,5 bilhões).
Ou seja, mesmo sem a CPMF, as arcas do governo vão muito bem, obrigado. Num cenário como esse, o vocábulo “contribuinte” nunca soou tão inadequado.
Escrito por Josias de Souza, Folha Online.
BOLÍVIA: REFERENDO E GREVE
O anúncio destes protestos foi feito pelo presidente do Comitê Cívico Pró-Santa Cruz, Branco Marinkovic, opositor ao governo do presidente Evo Morales.
Segundo Marinkovic, serão bloqueadas todas as estradas que ligam o departamento ao restante do país. "Esta nova medida de pressão faz parte da nossa decisão de defender os recursos do IDH (Imposto Direto aos Hidrocarbonetos)", disse ele, numa entrevista à imprensa em Santa Cruz de la Sierra, capital de Santa Cruz.
O protesto será realizado no dia seguinte à greve, marcada por episódios violentos, nos departamentos --Santa Cruz, Tarija, Beni, Pando e Chuquisaca.
Os prefeitos destas regiões, assim como Marinkovic, reclamam a suspensão dos cortes no repasse destas verbas do setor petroleiro, determinados pelo governo Morales. A administração Morales informa que os recursos são usados para pagamento de benefício aos maiores de 60 anos de idade.
Violência
O anúncio de Marinkovic foi feito após uma jornada tensa. No fim da tarde de terça-feira, grupos de manifestantes opositores ao governo central enfrentaram moradores do bairro Plano 3000, reduto de eleitores de Morales, em Santa Cruz de la Sierra.
Segundo a imprensa, várias pessoas saíram feridas. Mas não foram divulgados números. Os opositores de Morales usaram paus e pedras e teriam tentado saquear lojas que não aderiram à paralisação, segundo a Agência Boliviana de Informação (ABI, que é oficial).
Logo depois, numa votação improvisada, os moradores do Plano 3000 decidiram ser "autônomos" de Santa Cruz de la Sierra. Eles vão pedir apoio parlamentar para serem "independentes" desta zona opositora.
O porta-voz da Presidência, Iván Canelas, disse que a greve de terça-feira foi um "fracasso". Marinkovic, por sua vez, disse que a paralisação teve "forte adesão".
Durante o dia, em Santa Cruz de la Sierra, três policiais foram agredidos por opositores de Morales quando tentavam abastecer o carro num posto de gasolina.
Em meio a socos e pontapés, os policiais deixaram o local feridos e correndo, de acordo com a agência de notícias boliviana Red Erbol.
Na manhã de terça, manifestantes bloquearam parcialmente estradas que ligam o departamento de Beni ao território brasileiro e também acessos de Tarija para o território paraguaio, segundo as rádios bolivianas.
Os motoristas que tentaram furar os bloqueios tiveram vidros quebrados e pneus furados. O governo reforçou o policiamento em prédios públicos.
"Parcial"
Os departamentos que aderiram a greve de terça-feira --Santa Cruz, Tarija, Beni, Pando e Chuquisaca-- representam mais de 50% do PIB do país. Segundo a Polícia, a paralisação foi "parcial" nestas cinco regiões.
Em vários pontos, lojas e escolas foram fechadas e o transporte público suspenso, em muitos casos por temor de violência.
O aeroporto de Beni suspendeu suas atividades e o mesmo foi feito, parcialmente, em Santa Cruz.
Referendo
Os protestos ocorrem nove dias depois do referendo revogatório que ratificou tanto Morales quanto a oposição no poder.
O presidente boliviano recebeu, segundo dados oficiais, cerca de 10 pontos percentuais a mais (67%) do que quando foi eleito, em dezembro de 2005.
No fim de semana, mais de 20 pessoas ficaram feridas em enfrentamentos em Santa Cruz. Na ocasião, deficientes protestaram por uma bonificação anual de 3 mil bolivianos (em torno de US$ 420).
"Uma situação insólita. Deficientes com cadeiras de rodas e muletas brigando nas ruas. Único setor social a apoiar os opositores de Morales", disse a comunicadora Amalia Pando, da Red Erbol, em seu editorial de terça-feira.
Imposto
O protesto de terça-feira e a continuidade dele em Santa Cruz, nesta quarta, representa mais um capítulo na disputa entre oposição e governo.
O ministro da Presidência, Juan Ramón Quintana, disse estar "preocupado" que os protestos tenham sido realizados, na terça, data do golpe militar de 1971.
"Devo manifestar nossa profunda preocupação por esta estranha coincidência de que decretem uma paralisação cívica na mesma data em que Bolívia viveu, há 37 anos, o início do violento golpe militar", disse.
O presidente do Comitê Cívico de Santa Cruz reagiu: "Nós não somos violentos. O governo sim".
MÁRCIA CARMO da BBC Brasil, em Buenos Aires
PETROBRAS [In:] PETRO-SAL
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem em reunião à tarde com presidentes e líderes de partidos aliados, que criará uma nova estatal para cuidar apenas das reservas de petróleo da camada do pré-sal que ainda não foram leiloadas. Lula disse que já decidiu que "é preciso uma empresa que só cuide disso", segundo relatos obtidos pela Folha. O presidente afirmou que vai usar os recursos da extração futura do petróleo do pré-sal para "eliminar a miséria", "aplicar em educação" e "beneficiar o povo", sempre de acordo com relatos dos que estiveram na reunião. Não foi discutido como isso seria feito. De manhã, numa reunião só de ministros no Planalto, sem Lula, o principal ponto debatido foi como aplicar internamente os recursos futuros do pré-sal sem gerar inflação. A reunião dos ministros do grupo de estudo do pré-sal discutiu os chamados fundos soberanos criados por países com grandes reservas de petróleo. Um desses ministros disse à Folha que não é simples injetar internamente os recursos do pré-sal, pois haveria risco de "gerar confusão na economia". Ou seja, aquecer demais alguns setores e gerar inflação. Daí, disse esse ministro, o governo debater um modelo que preveja a manutenção de boa parte dos recursos do pré-sal em reservas no exterior. O ingresso desse capital no país para as "reparações históricas" que Lula diz pretender fazer seria feito de forma a impedir desequilíbrios macroeconômicos. Resumo da ópera: enquanto Lula já decidiu politicamente criar a estatal e usar o grosso dos recursos na área social, seus auxiliares debatem a forma de viabilizar administrativa e legalmente esse projeto. Na reunião com os aliados do conselho político, composto por presidentes e dirigentes dos partidos que apóiam Lula no Congresso, o presidente disse que irá no dia 2 de setembro ao Espírito Santo para a primeira extração experimental de petróleo na no campo de Jubarte. O petista disse ainda que a imprensa tem feito críticas infundadas à sua decisão de propor um novo marco regulatório do petróleo. "Vamos fazer com responsabilidade, mas vamos fazer para o povo", disse o presidente, segundo anotação de um líder partidário. Na reunião com o Conselho Político, Lula também disse que deve fazer um pronunciamento em cadeia nacional de televisão no dia 7 de setembro para explicar os motivos que levaram o governo a mudar a Lei do Petróleo. O objetivo é associar politicamente sua imagem às mudanças. Além disso, Lula pretende organizar em março ou abril do próximo ano um evento internacional no campo de Tupi, na bacia de Santos, quando deverá ser feita a primeira extração experimental de petróleo na camada pré-sal. Segundo relato de participantes da reunião do conselho, Lula afirmou que decidiu adotar, na exploração de petróleo na camada pré-sal, regras inspiradas no modelo adotado na Noruega porque parte do controle da Petrobras está nas mãos do setor privado. A Folha apurou que Lula usou a reunião do conselho político para tentar desarmar eventuais resistências à proposta de novo marco regulatório e angariar apoio para a criação de uma nova estatal. Ele tem dito em conversas reservadas que não recuará por causa de críticas da oposição, do mercado financeiro e de acionistas minoritários da Petrobras. Lula usará o pré-sal para fortalecer sua liderança política e tentar eleger o sucessor ou sucessora em 2010. Ele quer fixar no seu governo um novo marco regulatório, embora a exploração em larga escala do pré-sal só deva ocorrer em quatro ou cinco anos. Do ponto de vista eleitoral, Lula tem procurado destacar o papel da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, na discussão das novas regras. Dilma é hoje a preferida do presidente para a sua sucessão. A intenção é viabilizar sua ministra, que, até agora, está longe dos políticos que lideram as pesquisas sobre a sucessão presidencial, como o governador de São Paulo, o tucano José Serra, e o deputado federal Ciro Gomes (PSB), um aliado que sofre rejeição de setores do PT e de partidos hoje aliados, como o PMDB.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2008200802.htm
KENNEDY ALENCAR
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
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"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
Rio: só 7% dos moradores confiam plenamente na PM
Petrobras faz exigências para nova estatal
Aberta a temporada de promessas impossíveis
Álvaro Lins se entrega e vai para Bangu 8
Eleições 2008
Multado, Crivella quer acabar com os pardais
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Folha de S. Paulo
Lula vai criar empresa para explorar o pré-sal
Fazenda quer renegociar e perdoar débitos do setor privado
Lucros de empresas provocam arrecadação recorde entre janeiro e julho. (págs. 1 e B11)
Delegado paulista recebe menor piso salarial do país
72% das doações a candidatos de SP são indiretas
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Taleban mata 10 soldados franceses
Governo quer modelo da Noruega para o petróleo
Receita com impostos já supera valor da CPMF
Candidatos à reeleição lideram em arrecadação
SUS terá cirurgia para mudar sexo
Ambiente: Três empresas vão explorar florestaGoverno receberá R$3,8 milhões/ ano por madeira de Rondônia. (págs. 1 e A19)
Transplante errado derruba chefe do setor no RJ
Milho sem sustosProdutores de aves e suínos encontram formas de driblar alta do cereal. (págs. 1 e agrícola)
Notas e Informações: A agenda para o Mercosul
Artigo: Marcos Sá CorrêaNova imobiliária: O melhor negócio é bater na porta da Fundação Palmares. (págs. 1 e A19)
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Jornal do Brasil
Governo decide criar nova estatal
Candidatos dão na TV um show de “non-sense”
Cidadão do Rio reprova segurança
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Correio Braziliense
Lula e Chinaglia travam aumento de servidores
Preço de alimentos no DF sobe 10,1% em 2008 (págs.1 e 16)
Lobista foi nomeado por Efraim
Lei seca já flagrou 474
Fuga depois do assédio
Circo animal - Bichos são apreendidosPolícia intercepta carretas com cinco elefantes e um rinoceronte do Le Cirque na BR-163. Estressados, eles vão para zôos. (págs. 1 e 24)
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Valor Econômico
Açúcar e álcool têm nova onda de investimentos
Ministro da Defesa quer que empresas financiem as Forças Armadas (págs. 1 e A3)
Empresas do Brasil investem mais na AL
Teste de perseverança frente a perdas na bolsa
Duelo entre velho e novo na proposta pela Aracruz
Produquímica acelera ritmo de crescimento
Ciro quer manter portas abertas para 2010O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) não pretende fechar portas para 2010. "Não sou mais bobo como fui", diz, ao explicar que a conjuntura política da sucessão pode vir a lhe impor ser cabeça de chapa, vice ou não ser candidato a nada. Ele elogia o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), que além de ser "praticamente imbatível", demonstrou ser capaz de fazer uma agenda de conciliação para o país. "O Aécio é capaz de se eleger contra o PT e, no dia seguinte, convocar o partido, partilhar o poder com o PT, fazer uma coalizão real, de valores". Em campanha pela eleição de sua ex-mulher, a senadora Patrícia Saboya (PPS), Ciro reconhece a "sofisticada capacidade política" da adversária, a prefeita de Fortaleza, Luizianne Lins (PT). E arrisca palpite sobre Márcio Lacerda (PSB) em Belo Horizonte: "Vai crescer 14 pontos em sete programas de televisão".(págs. 1 e A16)
Boom imobiliário
Bancos ganham posições
Previdência desacelera
Idéias: Cristiano RomeroReforma tributária divorcia classe política e sociedade. (págs. 1 e A2)
Idéias: David KupferNão há prova para tese de 'maldição' dos recursos naturais. (págs. 1 e A15)
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Gazeta Mercantil
INSS deixa de contabilizar R$ 1 bi ao ano em benefícios
Petroleiras propõem veto à exportação de óleo do pré-sal
Energia para o longo prazo, só a partir de 2013A baixa liquidez no mercado brasileiro de energia, que ainda tem problemas de oferta, preocupa as comercializadoras do mercado livre, ambiente no qual não há vínculo com distribuidoras, ao contrário do mercado cativo. As comercializadoras tentam fechar com os consumidores contratos longos, de até 15 anos, só a partir de 2013, quando haverá mais energia disponível, com a renovação de contratos da energia “velha”, de projetos já existentes. (págs. 1 e C4)
Brasil terá 5º maior mercado do mundo
Fundos ampliam aporte em imóveis
Bolha na indústria láctea frustra novos investidores
Receita Federal
Vagas formais chegam a 203 mil
Infra-estrutura portuária
Opinião: Ives Gandra da Silva Martins
Opinião: Antonio Pentado Mendonça
Agências de viagens vão operar câmbio
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
terça-feira, agosto 19, 2008
FRASE DO DIA
19/08/2008 - 14h04
"Fazia tempo que não via um Brasil tão pequeno", diz Maradona
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da Ansa/Folha Online, esportes.
FUTEBOL/SELEÇÃO BRASILEIRA: SE A ''MODA'' PEGA!!!

Lionel Messi, Sergio Agüero, Sergio Romero, Ever Banega, Angel Di Maria, Oscar Ustari, Pablo Zabaleta, Ezequiel Garay e Fernando Gago – presentes nas Olimpíadas de Pequim – fazem parte de uma geração bicampeã mundial sub-20, em 2005 e 2007.
Messi, Agüero, Zabaleta e Gago estavam na vitória por 2 a 1 sobre o Brasil por 2 a 1 na semifinal do Mundial Sub-20 na Holanda. Em seguida, a Argentina foi campeã superando a Nigéria, rival da decisão dos Jogos Olímpicos no próximo sábado.
Desde o fim da era Maradona, a seleção canarinho tem deitado e rolado em cima da Argentina. São quatro títulos da Copa América desde 1997, com duas vitórias sobre os hermanos na final. Há ainda a Copa das Confederações em cima dos argentinos em 2005. Mais uma Copa do Mundo (2002).
No mesmo período, só fracassos da Argentina. A “albiceleste” não conquista o título continental desde 1993. A última Copa foi com Maradona, em 1986. A única alegria foi a medalha de ouro olímpica em 2004, sem o Brasil na disputa.
A era Messi está só começando. O Brasil tem jogadores para superá-la?
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(Thiago Dias). Foto matéria.
SELEÇÃO/DUNGA: OLÍM-PIADAS...
Time de Dunga leva chocolate da Argentina e dá adeus ao sonho do ouro
O sonho está, mais uma vez, adiado. Ronaldinho & cia. caíram diante da Argentina nesta terça-feira, no Estádio dos Trabalhadores em Pequim, de forma melancólica. Sob aplausos de Diego Maradona no Estádio dos Trabalhadores em Pequim, a equipe de Messi, Riquelme e Agüero devolveu o 3 a 0 da derrota para o Brasil na final da Copa América de 2007 e vai defender a medalha de ouro das Olimpíadas contra a Nigéria, sábado, no Ninho do Pássaro. Ao futebol brasileiro, resta torcer para a seleção feminina, que busca o título na quinta-feira, contra os Estados Unidos.
>
[Agüero deixa o Brasil chupando dedo: genro de Maradona brilha na vitória argentina].>
No primeiro tempo, a partida ficou concentrada em seus dois principais nomes: Ronaldinho e Messi. Do lado brasileiro, o camisa 10 aparecia mais pelo lado esquerdo, com bom controle de bola, mas sem muita objetividade. As tabelinhas com Marcelo funcionaram poucas vezes, e o novo craque do Milan pecou em prender demais as jogadas. Messi era mais objetivo. Sempre que pegava na bola, era sinal de perigo. A torcida percebeu isso. No início, Ronaldinho era o mais aplaudido pelos chineses. Com o decorrer do primeiro tempo, os torcedores já gritavam por Messi. E os brasileiros passaram a pará-lo com faltas.
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[Apagado, Ronaldinho não consegue vencer o duelo particular com Lionel Messi]..
O primeiro chute foi argentino. Aos 2 minutos, Mascherano tentou de fora da área, bem longe. O Brasil respondeu aos 5, com Sobis, que bateu cruzado da esquerda para fora. Pela direita, a seleção de Dunga criava seus principais lances com Rafinha, como aos 11: o lateral deu um lindo drible em Monzon e cruzou rasteiro, mas Sobis passou da bola, sem conseguir tocar nela. A resposta argentina veio em um minuto. Agüero driblou Breno e Alex Silva na área e chutou rente à trave esquerda de Renan. O último lance de perigo da etapa inicial foi de Messi. O jovem craque aproveitou falha de Rafinha, roubou a bola e entrou na área. Mesmo franzino, ganhou a dividida com Breno na área e chutou bem, mas Renan rebateu. A bola ainda passou perto de Agüero na pequena área, mas o atacante não a alcançou.
Genro de Maradona desequilibra
O genro de Maradona deixou para acertar a bola no segundo tempo, para azar de Renan. Logo aos 7, Di Maria recebeu de Gago na esquerda e cruzou para a área, e Agüero tocou de peito para o fundo da rede e abriu o placar: 1 a 0 para os hermanos. Um minuto depois, o Brasil quase empatou. Rafael Sobis dominou fora da área e arriscou, acertando a trave direita de Romero. Enquanto Ronaldinho mal pegava na bola, Messi resolveu partir para cima da zaga de novo. Aos 13, recebeu pelo meio da área, carregou para o lado direito sem receber marcação e tocou para Monzon. O lateral cruzou rasteiro, e Agüero, sozinho na pequena área, colocou a bola para dentro do gol de novo: 2 a 0.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
Portaria de ministro facilita proliferação de sindicatos
Algemas: PF se enquadra, com críticas
Inflação dá novos sinais de desaceleração
ANJ se mobiliza por "lei de liberdade de imprensa" (págs. 1 e 24)
Crivella dirige com carteira irregular
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Folha de S. Paulo
Pressionado, ditador do Paquistão renuncia
Empresa de ex-presidente é contratada pela Anatel
Mel não deve ser dado a menor de 1 ano, diz Anvisa
Bovespa cai ao menor nível em quase um ano
PT é multado em R$1,39 mi por não declarar verba de Valério
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Bolsa cai e atinge o índice mais baixo do ano
Inflação em queda
Na TV, Marta terá Lula e Alckmin exibe Serra
Comando militar reage à critica de Cabral
Maioridade não acaba com direito de filho a pensão
Notas e Informações: O peso do horário eleitoralPode-se criticar os 45 dias de duração do horário eleitoral gratuito no rádio e na TV. O que não se pode é condená-lo. Ele influi poderosamente na definição do voto popular. (págs. 1 e A3)
Artigo: Ilan Goldfajn
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Jornal do Brasil
Vereadores dobram o patrimônio em 4 anos
Meirelles vê agora recuo da inflação
CNJ verifica conduta irregular de Marlan Jr.
Distribuição de royalties pára na Alerj
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Correio Braziliense
Brilho intenso da estrela Marta
Gabinete de Efraim aberto para lobista
InflaçãoPara analistas, juros ainda vão crescer muito. (pág. 1 e 13)
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Valor Econômico
Bancos pedem juro maior para o crédito consignado
Paz para Jirau
Usinas do Madeira agitam Porto Velho
Soja chega aos cerrados venezuelanosO Grupo Campo, que liderou o Programa de Desenvolvimento dos Cerrados (Prodecer), considerado um marco na expansão da soja no Centro-Oeste, vai levar o grão para terras venezuelanas. A programação prevê o início do plantio na safra 2009/10, em área de 50 mil hectares. Em cinco anos, deverá ser ampliada para 500 mil hectares, mesma área ocupada pela soja no Estado de São Paulo. O modelo na Venezuela será o mesmo adotado nas áreas do cerrado brasileiro. O Campo coordena a parte técnica da produção e atrai produtores e cooperativas para ocupar as terras. O plantio ocorrerá em áreas do governo e em propriedades que serão desapropriadas.(págs. 1 e B12)
Inpar vende ativos para elevar caixa
Inflação desacelera
Parceria petroquímica
Bilhões no etanol
Recorde do caféO Brasil deverá colher uma safra recorde de 45 a 50 milhões de sacas de café (60Kg) no ciclo 2008/09, com exportações de 28 milhões de sacas. A alta dos preços entre fevereiro e março favoreceu a comercialização antecipada, hoje em 36%. (págs. 1 e B12)
Idéias: Delfim Netto
Idéias: Raymundo Costa
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Gazeta Mercantil
Bolsa retorna a setembro do ano passado
Odebrecht vai à justiça contra Suez, afirma Lobão
Mercado interno ajuda balanço frigorífico
Inflação
BancoLucro do HSBC Bank Brasil cresceu 40% no semestre, para R$ 769 milhões (págs. 1 e B2)
América Latina atrai a BombardierA canadense Bombardier busca ampliar seus negócios no disputado mercado de jatos executivos da América Latina, “casa” da sua maior concorrente, a brasileira Embraer. A Bombardier tem uma fatia de 28% dos jatos comprados na região, onde suas vendas representam até 8% da produção — em 2007 foram fabricadas 452 unidades. “O ano de 2007 foi recorde para a Bombardier e estamos trabalhando para que 2008 seja melhor ainda”, afirmou o vice-presidente da empresa para o segmento de aviação executiva, Fábio Rebello. “A aviação executiva vem crescendo muito no mundo, sobretudo fora dos Estados Unidos”, disse ele. Atualmente, 70% das vendas se concentram na Europa, América Latina, Índia, Rússia e China. “Temos tradição nesse mercado (latino-americano). O Learjet, por exemplo, já tem mais de 40 anos de vendas na região”, afirmou. A receita da Bombardier, incluindo o segmento de aviação comercial e o ferroviário, no ano fiscal encerrado em 31 de janeiro de 2008, foi de US$17,5 bilhões. No primeiro trimestre deste ano, que para a empresa é o período entre fevereiro e abril, as encomendas de jatos executivos chegaram a 60 unidades. Para ganhar mercado, Rebello disse que a estratégia é focar o negócio no cliente. “Não balizamos nossas vendas no comportamento de nossos principais concorrentes.” Nos próximos dez anos, estima-se que o mercado de jatos executivos será de US$ 201 bilhões, com vendas de 13.150 aeronaves. No primeiro semestre de 2008, a Embraer entregou 16 jatos executivos. (págs. 1 e C9)
Infra-estrutura limita embarque
Responsabilidade social
Opinião: José Mauro DelellaUma queda consistente dos preços de commodities dependeria de mais deterioração ambiente global. É um risco, mas não é o mais provável.(págs. 1 e A3)
Opinião: Augusto Nunes
Opinião: Sandra Nascimento
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