PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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terça-feira, março 20, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] EMPREITEIRAS

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Desafios da Rio+20


Autor(es): Carlos Alexandre
Correio Braziliense - 20/03/2012

De 13 a 22 de junho, o Brasil receberá 80 chefes de Estado e representantes de mais de 190 nações com o propósito de estabelecer condições mais favoráveis ao desenvolvimento sustentável. Vinte anos após a Rio-92, o resgate dos princípios estabelecidos pela conferência mundial sobre o meio ambiente significa, mais do que um referendo de intenções, a incômoda constatação de que as questões ambientais permanecem em plano secundário na agenda global. Em duas décadas, há poucas razões para acreditar que problemas relevantes como o aquecimento global, a carência alimentar e acesso a recursos hídricos merecerão tratamento adequado nos próximos anos. As principais economias do mundo terão, a médio prazo, que concentrar esforços para alcançar o equilíbrio fiscal e gerar empregos. Falta espaço para outros elementos nessa equação.

No contexto brasileiro, a Rio+20 também será realizada em um momento delicado. O governo de Dilma Rousseff deu demonstrações que podem ser interpretadas como uma política de crescimento econômico descolada da preservação ambiental. A construção da usina de Belo Monte e a pesada negociação em torno do Código Florestal reforçam a linha desenvolvimentista, que pressupõe a expansão industrial e de serviços como objetivos primários. Se havia algum romantismo em favor da ecologia em 1992, foi enterrado pelo pragmatismo. Some-se a isso a complicada relação estabelecida no Congresso, com as feridas ainda abertas na base aliada, e uma eleição marcada para outubro.

De um ponto de vista mais abrangente, a questão ambiental permanece em situação delicada porque governos têm o velho hábito de atender a outras prioridades. Até o momento que a natureza se encarrega de dar um alerta definitivo. O debate mais relevante em termos ambientais nos últimos meses não ocorreu em virtude de um consenso internacional. Nasceu sob o signo de uma tragédia no Japão. O vazamento nuclear em Fukushima, decorrente do tsunami, provocou uma onda de discussões sobre os perigos dos atuais modelos de produção de energia.

Com esse panorama, é pouco provável que a Rio+20 resulte em mudanças substanciais. Há um risco concreto de se tornar apenas um encontro de notáveis com boas intenções.

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PROPINA: Em nosso idioma ISSO é CORRUPÇÃO...


Propina: governos cancelam contratos



Denúncia leva governos a cancelarem contratos
Autor(es): agência o globo:Marcelle Ribeiro, Maria Elisa Alves, Rafael Galdo e Roberto Maltchik
O Globo - 20/03/2012

Polícia Federal abre inquéritos para investigar as 4 empresas flagradas oferecendo propina a hospital federal

RUFOLO VILLAR, da Rufolo Serviços Técnicos e Construções, e a gerente Renata Cavas resumem o esquema da propina: "É a ética do mercado"


BRASÍLIA, SÃO PAULO e RIO. As quatro empresas que apareceram numa reportagem do "Fantástico", da Rede Globo, oferecendo propina para ganhar supostos contratos com um hospital da UFRJ no Rio receberam no ano passado valores milionários da União, do estado e do município do Rio. Juntos, eles pagaram R$177,5 milhões em 2011 à Locanty Soluções, à Toesa Service, à Bella Vista Refeições Industriais e à Rufolo Serviços Técnicos e Construções. Mas, após as denúncias exibidas no domingo, as quatro tiveram os contratos cancelados pelo Ministério da Saúde e pelos governos do estado e da prefeitura do Rio.

Além disso, a Polícia Federal instaurou quatro inquéritos - um para cada denunciada - para investigar todos os contratos firmados pelas envolvidas no escândalo. Segundo o delegado Victor Poubel, a PF vai apurar fraudes em licitação, corrupção e formação de cartel, entre outros crimes.

- Vamos apurar todos os contratos que tenham sido assinados por essas empresas com órgãos públicos da União desde 2009. São fatos repugnantes, mas que não causaram surpresa à PF - disse Poubel.

Dezessete pessoas vão ter que depor na Polícia Federal

Ontem, agentes da PF estiveram na sede das quatro empresas. Dezessete pessoas foram convocadas e devem prestar depoimento ainda esta semana. A Locanty e a Bella Vista informaram que já afastaram os funcionários que aparecem na reportagem oferecendo vantagens ao repórter que se passou por gestor do hospital. A ele os representantes das firmas contaram que todas as licitações têm cartas marcadas, com a presença de concorrentes que entram com preços mais altos para que determinada empresa, escolhida previamente entre elas, ganhe. Também ofereceram propina de até 20%.

Ontem, em outro trecho da reportagem, exibido no "Jornal Nacional", o representante de uma das empresas revelou ainda que teria um contato com um auditor fiscal na Receita Federal para facilitar o esquema de corrupção. A Receita informou que vai investigar o caso e, se comprovada a participação do funcionário, ele será afastado.

CPI pode ser instaurada
para apurar o caso

Além da reação da PF, uma enxurrada de outras providências foi tomada ontem contra as empresas em diferentes esferas e órgãos públicos. Em Brasília, as bancadas do PSDB na Câmara e no Senado se articularam para, numa reunião hoje, tratar do recolhimento de assinaturas para instalar uma CPI mista da Saúde. A ideia dos parlamentares é ressuscitar um requerimento apresentado em abril de 2011, depois que O GLOBO revelou fraudes em série contra o SUS e no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). A investigação precisa do apoio de 171 deputados e 27 senadores.

- É grave. Essas firmas têm contratos com empresas da órbita federal, estadual e municipal, e são generosas doadoras de campanha. Corrupção ampla, geral e irrestrita da iniciativa privada, envolvendo também agentes públicos - afirmou o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ).

O Ministério da Educação, responsável pela unidade da UFRJ onde foi feita a reportagem, informou que as quatro empresas não têm contratos vigentes com os 46 hospitais geridos por ele. Por precaução, vai verificar se as firmas mantêm contratos com universidades e, em caso positivo, prometeu cancelá-los. Já o Ministério da Saúde informou que um contrato com a Bella Vista, para o fornecimento de alimentação no Hospital do Andaraí, que estava vigente, foi suspenso ontem.

A Controladoria Geral da União (CGU) informou que as quatro empresas têm sido fiscalizadas constantemente. Em 2009, a CGU constatou que a Locanty foi contratada para prestar serviço de coleta de lixo na UFRJ, por dispensa emergencial, "embora tenha apresentado preços unitários superiores em quase 180% aos apresentados por outra empresa concorrente". A Rufolo foi citada pela CGU em outra fraude: de janeiro a maio de 2011, o Hospital Federal Cardoso Fontes pagou pela lavagem de 72 toneladas de roupas que não foi realizada.

- São fatos graves que, infelizmente, mostram artifícios que as pessoas usam para desviar dinheiro público - disse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

TCU: empresas podem ser declaradas inidôneas

Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), as empresas podem ser declaradas inidôneas e ficar, por até cinco anos, impedidas de participar de licitações na administração federal. De acordo com o TCU, será analisada a atuação das empresas em outras unidades. Em nota, o órgão disse que casos como o da reportagem "são encontrados com frequência indesejada" em suas apurações.

Enquanto isso, no Ministério Público Federal, procuradores da República da área de saúde e da área criminal no Rio se reuniram ontem para traçar diretrizes para investigações sobre as empresas.

- Vamos pedir ao TCU que inicie uma investigação relativa a praticamente todos os hospitais universitários onde verificarmos indícios de irregularidades, para que possamos verificar sobrepreços e cobrar dos gestores públicos e corruptores também a devolução desses recursos - disse o procurador Marinus Marsico.

As empresas também já foram punidas no Estado do Rio. Depois de investigações do Ministério Público estadual em 2010, por exemplo, a Secretaria estadual de Saúde chegou a proibir a participação da Toesa em suas licitações, após denúncias de superfaturamento em contratos de manutenção de 111 veículos de combate à dengue. Para fazer o serviço, a empresa cobrou um valor com o qual era possível comprar nova frota e ainda sobrar dinheiro.

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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

20 de março de 2012

O Globo


Manchete: Nas nossas costas - Vazamento foi causado por erro da Chevron, conclui PF

Pressão excessiva na perfuração pode ter provocado o primeiro acidente

Documentos da Polícia Federal e do Ministério Público Federal mostram que a Chevron fez uma pressão excessiva ao perfurar o solo marinho no Campo do Frade, o que teria causado o vazamento de 2.400 barris de óleo em novembro de 2011. Na semana passada, a companhia americana anunciou que houve novo acidente, que pode estar diretamente relacionado ao primeiro. Foi com base nestas conclusões da PF e dos procuradores que a Justiça determinou, na última sexta-feira, que 17 funcionários da Chevron e da Transocean, contratada para perfurar o poço, estão impedidos de deixar o país. Eles já foram notificados a entregar seus passaportes. "Eles injetaram uma pressão absurda em cima de um reservatório que não aguentava. Este poço não podia e não devia ter sido perfurado por causa das condições ali presentes, mas ao que tudo indica a ganância fez com que se pusesse em prática o risco proibido", disse Fábio Scliar, delegado da PF responsável pelo caso. Se quiser deixar o país, a Chevron terá que desembolsar até US$ 2,5 bi para selar o poço no Frade. (Págs. 1, 17 e 18)

Ataques racistas põem França em alerta máximo

Assassinatos em escola judaica e de militares de origem muçulmana chocam o país

Pela primeira vez desde 2001, a França elevou um alerta antiterrorismo ao nível máximo, categoria escarlate. Foi na região de Toulouse, após o assassinato de três crianças e um professor numa escola judaica da cidade. Ataques semelhantes, feitos com a mesma arma, mataram recentemente três militares de origem muçulmana e caribenha. Em campanha, já marcada pelo discurso anti-imigração, o presidente Sarkozy defendeu a liberdade religiosa e disse que a barbárie não pode vencer. (Págs. 1 e 23)

Estudante brasileiro é morto por policiais na Austrália (Págs. 1 e 9)


Propina: governos cancelam contratos

A União e os governos estadual e municipal do Rio cancelaram contratos com quatro empresas citadas em reportagem do "Fantástico" oferecendo propina para ganhar licitações na área de saúde. A PF e o Ministério Público Federal estão investigando o caso. Políticos já se articulam no Congresso e no Senado para instalação de CPI mista. (Págs. 1 e 15)

Demora para julgar mensalão

Com 38 réus e 50 mil páginas, é improvável que o Supremo julgue até maio o maior escândalo do governo Lula, como esperava o relator, ministro Joaquim Barbosa. A lentidão beneficiará acusados com pretensões eleitorais. (Págs. 1 e 3)

Itália prende 16 juízes ligados à máfia Camorra

Dezesseis juízes de Nápoles, que tratavam de assuntos tributários, foram presos por vínculos com a Camorra numa operação que confiscou € 1 bilhão em bens. Ao todo, 60 pessoas foram presas, envolvidas com lavagem de dinheiro. (Págs. 1 e 24)

Remédios aumentam até 5,85%

A partir do dia 31, medicamentos com preços controlados subirão até 5,85%. Remédios com pouca concorrência de genéricos contra câncer e Aids, ficarão 0,25% mais baratos. (Págs. 1 e 20)

Ciência

Os Estados Unidos aprovaram pela primeira vez teste de uma droga criada no Brasil. Ela combate o câncer. (Págs. 1 e 26)

Descaso nas margens do Rio

Fonte de água para 8,5 milhões de pessoas no Estado do Rio, o Paraíba do Sul recebe novos despejos ilegais de esgoto. (Págs. 1 e Planeta Terra)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Corregedoria vai investigar todos os juízes do TJ-SP

Novas suspeitas levam conselho de Justiça a estender apuração sobre rendimentos aos 354 desembargadores

A corregedoria do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) investigará os rendimentos de todos os 354 desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo, informa Flávio Ferreira. O órgão tinha como alvo 70 magistrados, mas surgiram novos indícios de ilegalidade.

A inspeção feita em dezembro focou juízes que receberam pagamentos adiantados, ligados a pendências trabalhistas. Agora, também entram na apuração casos de licença-prêmio, verbas corrigidas irregularmente e pagamentos feitos sem emissão de contra-cheque. (Págs. 1 e Poder A4)

Atirador mata quatro em escola judaica na França

Um homem numa moto abriu fogo na entrada de uma escola judaica em Toulouse, no sul da França, e matou quatro pessoas. O atirador conseguiu fugir.

Os mortos são um rabino, professor da escola, seus dois filhos e outra aluna. (Págs. 1 e Mundo A10)

Brasileiro é morto por policiais na Austrália

O estudante brasileiro Roberto Laudísio, 21, que estava na Austrália para estudar inglês, foi morto pela polícia de Sydney; na madrugada de domingo, após ser atingido por vários disparos de pistola Taser, que emite choques de 50 mil volts.

A polícia disse que ele roubara biscoitos em uma loja. Uma testemunha relatou que, mesmo caído, Laudísio foi atingido três vezes. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Há mais de um ano, camisinha feminina não é distribuída no SUS (Págs. 1 e Cotidiano C8)


Fifa contraria Brasil e mantém Valcke na Copa-14

O presidente da Fifa, Joseph Blatter, que veio ao Brasil selar as pazes com o governo, disse que o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, continua responsável pela Copa-14. O país pedira sua saída após ele dizer que o Brasil precisava de um "chute no traseiro" para acelerar as obras. (Págs. 1 e Esporte D3)

Editorial

Leia "Código ameaçador", sobre legislação ambiental; e "Transparência no BC", acerca de mudança nas manifestações da autoridade monetária. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: MP diz que petroleira sabia do risco de vazamento

Para procurador, Chevron usou deliberadamente uma pressão além da suportada em campo no Rio

O governo avalia a possibilidade de declarar moratória da exploração de petróleo no Campo de Frade, na Bacia de Campos. A produção está interrompida a pedido da americana Chevron desde sexta-feira - há risco de um novo grande vazamento, como ocorreu em novembro passado. O procurador da República Eduardo Santos afirmou que pode pedir a prisão preventiva de executivos da Chevron. Segundo ele, a empresa e suspeita de ter "botado uma pressão maior que a suportada e ter cavado além do que foi autorizado", de forma “premeditada". Como resultado, diz o procurador, abriu-se uma “cratera", e o vazamento "não tem mais como ser controlado". O delegado da Polícia Federal Fábio Scliar, responsável pelo inquérito sobre o caso, diz que uma área de 7 km² está em risco, e "a indústria não está preparada para responder". Executivos da Chevron já estão proibidos de deixar o País. A empresa diz que vai "respeitar a lei brasileira" e que a situação ambiental está sob controle. (Págs. 1 e Vida A14)

Juízes são acusados de liderar corrupção no TJ do Tocantins

Investigação no Tribunal de Justiça do Tocantins mostra um amplo esquema de corrupção de seria liderado por 4 de seus 12 desembargadores, informam Felipe Recondo e Ricardo Brito. Entre as irregularidades havia venda de sentenças, liberação de precatórios e confisco de parte dos salários de assessores para financiamento de viagens. (Págs. 1 e Nacional A4)

Ataque a escola judaica mata 4

A ação de um terrorista de extrema direita ou a de um radical islâmico são as principais hipóteses levantadas pela polícia da França para o assassinato de três crianças, de 3, 6 e 8 anos, e um professor, ontem, em uma escola judaica de Toulouse. Um homem desceu de um scooter, atirou em estudantes e pais e fugiu sem ser identificado. Ao que tudo indica, o crime foi premeditado para ser cometido no horário de entrada da escola Ozar Hatorah, a maior da comunidade judaica de Toulouse. (Págs. 1 e Internacional A10)

Exército e rebeldes sírios combatem em Damasco (Págs. 1 e Internacional A11)


Polícia da Austrália mata turista brasileiro (Págs. 1 e Cidades C3)


Um quinto dos produtos industriais já vem de fora (Págs. 1 e Economia B1)



Dilma mobiliza governo para aprovar Lei da Copa (Págs. 1 e Esportes E1)


E. Lichtblau E.M. Landler

Irã racha grupos pró-Israel

Há fissuras não só entre falcões e pombos sobre o uso de força contra o Irã, mas entre a própria linha-dura sobre o grau de agressividade. (Págs. 1 e Visão Global, A11)

Dora Kramer

Pecado original

Louvável, e necessário, que Dilma queira mudar as regras do jogo político. Só não pode é fazer de conta que, após oito anos, as ignorava. (Págs. 1 e Nacional A6)

Notas & Informações

Continua a guerra fiscal

Alguns governadores têm conseguido o prodígio de tornar pior o sistema tributário do País. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Senado vai acabar com o 14° e o 15°? Ninguém acredita

Quase 80% dos 1.363 internautas ouvidos pelo Correio duvidam que parlamentares votem o fim do privilégio

A extinção dos salários extras vai ser posta em discussão hoje na Comissão de Assuntos Econômicos da Casa. Se for aprovada, a proposta será levada a votação em plenário, o que deve ocorrer dentro de 30 dias. O diretor da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco, afirma que a pressão popular será vital para que senadores ponham fim ao inaceitável privilégio. “A sociedade civil tem mais poder do que ela imagina”, diz. “A saída é essa." O projeto que extingue a histórica mordomia estava engavetado havia mais de um ano e só foi posto em pauta após o Correio denunciar que, além de recebê-la, eles não recolhiam sequer Imposto de Renda sobre o pagamento. (Págs. 1 e 2)

Remédio, tão caro, ainda subirá 5,85%

Laboratórios são autorizados a elevar preços em até 5,85%, a partir de 1º de abril. Mas essa não é a única causa da dor no bolso dos brasileiros. A cada medicamento que compra no país, o consumidor paga 33,9% de imposto, enquanto a média mundial é de 6%. (Págs. 1 e 9)

Sob pressão, UnB estuda proibir trote

Depois de novos flagrantes de recepções violentas a calouros, mostrados pelo Correio, a Reitoria vai retomar a discussão do veto a esse tipo de evento nos campus, proposta apresentada há mais de um ano. Pais e alunos pediram ao Ministério Público que investigue os casos. Ontem, a Universidade divulgou mais uma lista de aprovados no vestibular. (Págs 1, 21, 22 e Visão do Correio, 14)

Fotolegenda: Patrimônio

Operários retiram um puxadinho no 309 Norte, obra paralisada pelos fiscais: o GDF quer a volta da Unesco em 2014 para mostrar os avanços na preservação de Brasília. (Págs. 1 e 23)

Buriti em dia de Esplanada

Autoridades do primeiro escalão do governo e da Justiça estiveram na posse de Swedenberger Barbosa como chefe da Casa Civil do governador Agnelo. (Págs. 1 e 24)

O pesadelo que volta a assombrar a Europa

Assustado com a violência, um menino é amparado pelo pai numa escola judaica, em Toulouse: a suspeita é que um neonazista seja a autor do atentado que matou um professor, seus dois filhos e um estudante. É o pior ataque contra os judeus na França desde 1982. (Págs. 1 e 16)

Brasileiro morto na Austrália

Num caso parecida com a de Jean Charles, em Londres, Roberto Laudisio foi perseguido pela polícia de Sydney e atingido por disparos de arma de choque. (Págs. 1 e 17)

Alerta: Itamaraty recomenda a turistas brasileiros que evitem viagens ao Egito (Págs. 1 e 17)


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Valor Econômico


Manchete: Mínimo puxa aumento real de 3,65% dos salários

O aumento real de 7,5% do salário mínimo em janeiro indexou informalmente o reajuste negociado nas convenções coletivas de trabalho de categorias com data-base no início do ano. O aumento médio real negociado em janeiro foi de 3,65% - o dobro do registrado em dezembro, de 1,82%, segundo levantamento realizado pelo Valor em cem acordos registrados no Ministério do Trabalho.

O aumento real foi puxado pela negociação de categorias menos qualificadas e cujos pisos salariais estão muito próximos do salário mínimo e, por isso, precisam ser reajustados por taxas semelhantes. Além disso, predominaram, entres os reajustes mais expressivos, aqueles concedidos nas regiões Nordeste e Norte do país. (Págs. 1 e A4)

Vale recorre a Geisel para se defender

A Vale aposta em dois decretos do presidente Ernesto Geisel (1974-1979) para tentar escapar de cobrança de R$ 30,5 bilhões da Receita Federal. A discussão, que envolve inúmeras empresas, é sobre a tributação do lucro de coligadas e controladas no exterior. A esperança da mineradora está em dois acordos internacionais assinados para evitar dupla tributação. Um é de 1974, firmado com a Dinamarca. O outro, de 1976, fechado com a Áustria. Como a Adin, em tramitação no Supremo Tribunal Federal, está praticamente ganha pelo Fisco, as empresas têm buscado argumentos alternativos. Além dos tratados, há a expectativa de que o Supremo deixe de lado a Adin e comece a julgar do zero recurso sobre o tema, que poderá ter repercussão geral. (Págs. 1 e E1)

Disputa sobre Viracopos pode se arrastar

Um mês e meio após a privatização de três grandes aeroportos, a maior preocupação das autoridades é com a hipótese de uma prolongada batalha judicial em torno do resultado do aeroporto de Viracopos. Em Brasília, a avaliação é de que o peso dos escritórios de advocacia contratados pelos dois grupos envolvidos na disputa demonstra que a briga poderá não se encerrar no julgamento de recurso administrativo pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Há o temor de que uma arrastada briga nos tribunais provoque atrasos não só na assinatura do contrato de concessão - já remarcada do dia 4 para 21 de maio -, como na execução das obras de ampliação de Viracopos. Até 2014, o aeroporto deverá contar com um novo terminal para 5 milhões de passageiros por ano. (Págs. 1 e B6)

Fundos frustram minoritários

A tentativa inédita de acionistas minoritários da Petrobras de indicar dois representantes para o conselho de administração da estatal foi frustrada ontem pelos fundos de pensão Petros, dos funcionários da própria empresa, Previ, dos empregados do Banco do Brasil, e Funcef, dos servidores da Caixa Econômica Federal. Na assembleia geral de acionistas, os fundos se recusaram a se unir aos outros minoritários, abrindo caminho para a reeleição dos empresários Jorge Gerdau Johannpeter, dono do grupo siderúrgico Gerdau, e Josué Gomes da Silva, filho do ex-vice-presidente José Alencar e proprietário da indústria têxtil Coteminas.

O grupo de investidores que tentava indicar dois conselheiros era liderado pela gestora de recursos BlackRock - maior investidora privada da Petrobras, com 5% das ações preferenciais, equivalentes a R$ 6,8 bilhões - e a Polo Capital. Ao final do encontro, esse grupo registrou dois protestos na ata da assembleia: o primeiro, pelo fato de os dois empresários terem sido reconduzidos sem que seus nomes tivessem sido formalmente apresentados; o segundo, por fundações de companhias públicas - controladas pela União, assim como a Petrobras - serem consideradas acionistas minoritárias. (Págs. 1 e B1)

Falsos turistas roubam arte sacra em MG

Falta de segurança, uma ampla rede de colecionadores e penas brandas fazem de igrejas e capelas do interior de Minas Gerais alvos de quadrilhas especializadas no furto de imagens sacras. São ao todo 697 desaparecidas oficialmente - o número real pode ser dez vezes maior. É o Estado recordista em casos no país. Tudo que tenha valor histórico e agrade a colecionadores entra na mira dos ladrões: imagens, documentos esquecidos do Vaticano, missais e objetos antigos de celebração - o preço das peças no mercado negro pode variar entre R$ 100 mil e R$ 200 mil.

"Eles [os ladrões] estão vindo para Minas, fingem-se de turistas, fotografam as peças para depois fazer um 'book' que vão levar para os antiquários", diz o promotor público Marcos Paulo de Souza Miranda. Segundo ele, os furtos são seletivos e encomendados por especialistas que conhecem o valor das peças. (Págs. 1, D1 e D4)

Investimentos de US$ 11 bilhões parados no Peru

Seis grandes projetos de mineração, com investimentos totais de US$ 11 bilhões, estão paralisados no Peru por causa de conflitos sociais. O país é o segundo maior produtor de prata e cobre do mundo. Os problemas incluem preocupações ambientais, a radicalização do discurso de governadores de oposição e a incapacidade do governo de Ollanta Humala em dialogar com as comunidades. Esses investimentos fazem parte de uma carteira de 46 projetos planejados pelo governo, com valor estimado em US$ 53,7 bilhões. (Págs. 1 e A13)

Montadoras apostam em carros com conectividade

A cada dia surgem mais novidades para conectar ao mundo exterior quem passa horas dentro de um carro. Faz tempo, também, que o celular deixou de servir apenas para conversas telefônicas. No Brasil, no entanto, essa evolução tecnológica esbarra nos maus hábitos de motoristas e na falta de atualização de uma legislação que se baseia nos costumes de 1998, quando o país ainda não conhecia o uso do "bluetooth" em veículos.

Entre tudo o que motoristas fazem de arriscado ao volante - desde vasculhar um saco de salgadinhos até passar rímel nos cílios -, não há nada mais perigoso, segundo especialistas, do que digitar torpedos ou e-mails no smartphone, um vício cada vez mais comum. (Págs. 1 e D8)

Receita deve liberar recursos do Reintegra até o fim do mês (Págs. 1 e A3)


UPS anuncia acordo para compra da TNT por € 5,1 bi, diz Scott Davis (Págs. 1 e B5)


ITA terá centro de inovação

O BNDES vai financiar a construção de um centro de inovação no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), com atuação não só nas áreas aeroespacial e de defesa, mas também petróleo e gás, energias renováveis e tecnologia da informação. (Págs. 1 e B3)


Plano da Gol tem adesão parcial

O programa de licença não remunerada para pilotos e comissários da Gol deverá ser prorrogado para até o fim do mês, já que a companhia não conseguiu alcançar o nível de adesão desejado. (Págs. 1 e B4)

Axxon prepara saída da Guerra

Quase quatro anos após assumir a Guerra, uma das três maiores fabricantes de implementos rodoviários do país, o fundo de "private equity" Axxon finaliza reestrututação da empresa e prepara sua venda. (Págs. 1 e B6)

Impasse no acordo do algodão

Acordo do algodão entre Brasil e Estados Unidos ameaça chegar a um impasse semanas antes da visita da presidente Dilma Rousseff ao país, no mês que vem, e o governo brasileiro poderá reabrir o processo de retaliação contra os EUA na OMC, diz o embaixador Roberto Azevedo. (Págs. 1 e B16)

Crédito doméstico mais atrativo

Bancos nacionais se preparam para atender ao esperado aumento da demanda por capital de giro, depois que o aumento do IOF para empréstimos externos de até cinco anos aproximou o custo da captação externa, em dólar, das taxas locais. (Págs. 1 e C1)

Allianz prepara ressegurado

A divisão de riscos especiais do grupo Allianz, a AGCS (Allianz Global Corporate & Specialty), vai trazer US$ 100 milhões de capital para abrir uma resseguradora no Brasil. (Págs. 1 e C16)

Pessoa física ainda foge da bolsa

A recuperação de quase 20% do Índice Bovespa neste ano não foi suficiente para animar os investidores pessoa física, que até o dia 15 retiraram R$ 3,7 bilhões da bolsa, quase metade do total sacado no ano passado. (Págs. 1 e D3)

Nova fase para o mercado fonográfico

A boa performance dos lançamentos de artistas nacionais puxou as vendas do mercado fonográfico brasileiro em 2011. O crescimento foi de 8,4% em valores, com faturamento total de R$ 373,2 milhões, somados os segmentos físico e digital. (Págs. 1 e D5)

Ideias

Delfim Netto

É hora de cuidar do câmbio e de proporcionar condições econômicas para nossa indústria de transformação. (Págs. 1 e A2)

Ideias

José Eli da Veiga

Saída para o Código Florestal é atender o clamor da agricultura por segurança jurídica e tratar a pão e água o especulador. (Págs. 1 e A15)

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segunda-feira, março 19, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] A COPA E O COPO ''ALIADOS"

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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


19 de março de 2012

O Globo


Manchete: Governo prevê vazamentos em série na Bacia de Campos

Área com 7 km de diâmetro no solo marinho já estaria abalada

O segundo vazamento em quatro meses no campo de Frade, operado pela Chevron na Bacia de Campos, levou o governo a estudar a possibilidade de a exploração de petróleo na região ter abalado uma área com sete quilômetros de diâmetro do solo marinho. Com isso, novas fissuras e vazamentos ainda podem ser descobertos. A Agência Nacional do Petróleo (ANP) e o Ibama já estariam trabalhando com o risco de parte do solo nessa área afundar. A Chevron admite que a estrutura do campo é complexa e diz que, por isso, pediu autorização para suspender a produção no local. Com os problemas enfrentados no Brasil, a matriz da empresa nos Estados Unidos já estaria estudando deixar de investir no país. (Págs. 1 e 15)

Brasileiras reféns por 9 horas no Egito

Beduínos metralharam ônibus de excursão no Monte Sinai, mas depois liberaram as 2 turistas

Duas brasileiras foram sequestradas ontem no Egito e ficaram nove horas em cativeiro. Sara Silvério, de 18 anos, e Zélia de Mello, de 45, estavam com um grupo de 45 turistas numa excursão de brasileiros quando o ônibus foi interceptado por homens armados com fuzis. As negociações para a libertação foram conduzidas por autoridades egipcias. Ao GLOBO, Sara disse que ela e a amiga foram levadas para uma região montanhosa no meio do deserto, mas não foram maltratadas. O objetivo do grupo, segundo ela, era protestar contra o governo do Egito. (Págs. 1 e 5)

Em 20% das cidades, dívida e maior que receita própria

De cada cinco cidades brasileiras, uma já começou o ano no vermelho: 1.029 municípios tem mais restos a pagar - débitos herdados do ano anterior - do que dinheiro em caixa. Duas capitais, Salvador e Cuiabá, aparecem na lista, segundo estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro. A má gestão fiscal resulta em serviços públicos precários em áreas como saúde, educação e saneamento. (Págs. 1 e 3)

O fixo certo, no lugar certo

Resíduos que Rio joga fora dão lucro em outros países

Enquanto o Rio recicla apenas 3% de seu lixo, jogando o resto fora, em países da Europa o índice de reaproveitamento chega a 79%. Na Alemanha, o assunto é levado tão a sério que moradores espionam os vizinhos para ver se estão fazendo a triagem corretamente. O lixo é visto cada vez mais como uma mina de ouro por grandes empresas da Europa. No Japão, exemplo no setor, cada resíduo tem o seu lugar: do batom à bolinha de pingue-pongue. (Págs. 1 e 9)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Gasto com servidores põe Estados em alerta

Despesa cresce mais que receita e força contenção de reajustes e corte de cargos

Em 16 Estados e no Distrito Federal, o gasto com funcionalismo cresceu em ritmo superior ao da arrecadação nos últimos cinco anos, sendo que 4 já ultrapassaram os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins gastaram com pessoal mais do que 46,55% da receita, o que os impede de criar cargos e elevar salários. Alagoas, Paraná e o DF estão perto de atingir essa barreira. (Págs. 1 e Poder A4)

Em crise, Planalto ameaça vetar o Código Florestal (Págs. 1 e Poder A6)


Duas brasileiras são feitas reféns por 6 h no Egito

Duas brasileiras foram mantidas reféns por mais de seis horas por beduínos armados no Egito. Segundo a embaixada do Brasil no Cairo, Sarah Lima e Zélia Magalhães de Melo estavam em um ônibus que levava 45 turistas a um mosteiro no sopé do monte Sinai. A libertação ocorreu sem que fosse cumprida nenhuma exigência. (Págs. 1 e Mundo A10)

Empresa favorece Teixeira e ganha contrato na Copa

O empresário Cláudio Abrahão, que beneficiou o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira na compra de uma cobertura no Rio, e sócio de agência de turismo que obteve direito de vender pacotes da Copa, informa Rodrigo Mattos. O negócio deve render R$ 544 milhões. A empresa alega ter havido concorrência. Teixeira não foi localizado. (Págs. 1 e Esporte D6)

Entrevista da 2ª: Ronaldo Nazário

Aceitaria ser presidente da CBF depois da Copa de 2014. (Págs. 1 e Al4)

Ciência

Fósseis levados ilegalmente do Brasil estão à venda em site. (Págs. 1 e C11)

Melchiades Filho

Das promessas de Dilma, pouco ficará pronto no prazo. (Págs. 1 e Opinião A2)

Editoriais

Leia "Respeito à Anistia", sobre denúncia do MPF contra militares; e "Conflito na Síria", que analisa um ano de protestos no país árabe. (Págs. 1 e Opinião A2)



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O Estado de S. Paulo


Manchete: Brasileiras são libertadas após sequestro no Egito

Grupo de 42 turistas teve o ônibus metralhado por beduínos cujo líder exigia a soltura de um filho preso

Duas brasileiras sequestradas ontem por beduínos no Egito foram libertadas à noite. Durante a tarde, o Ministério do Interior do Egito negociou o resgate das turistas Sara Lima Silvério, de 18 anos, e de Zélia Magalhães de Mello, de 45. As duas faziam parte de um grupo de 42 pessoas que viajava com o pastor Dejair Batista Silvério, pai de Sara e um líder da Igreja do Avivamento da Fé, de Osasco. Silvério disse que o veículo foi "metralhado" pelo grupo de beduínos quando se dirigia ao Monte Sinai. Eles queriam trocar as reféns pelo filho de tribal preso pela polícia egípcia. Um dos destinos turísticos mais procurados, a Península do Sinai é área onde atuam traficantes e contrabandistas. (Págs. 1 e Internacional A10)

Dejair Batista Silvério
Pai de uma das vítimas

“Foi uma coisa rápida e chocante. Foi impressionante"

Decisão do STF acirra guerra fiscal entre governos estaduais

Governos estaduais que escaparam de decisão Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito de incentivos fiscais envolvendo a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços têm oferecido a empresas descontos de 90% a 100% da base de cálculo do ICMS, informa o repórter Lu Aiko Otta. O STF considerou inconstitucionais 23 formas de incentivo. Com a perspectiva de ver invalidadas políticas de desenvolvimento vigentes desde os anos 1970, os Estados correm para atrair o maior número de empresas – e estas promovem verdadeiros leilões para decidir onde se instalar. Para acabar com a guerra fiscal, especialistas avaliam que pode recair sobre o Tesouro a costura de um acordo entre Estados. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Deputado do PDT deve ficar com Trabalho

Na tentativa de conter a insatisfação do PDT, a presidente Dilma Rousseff deve nomear o deputado Brizola Neto para o Ministério do Trabalho, relata Vera Rosa. (Págs. 1 e Nacional A8)

PPP inédita vai construir seis fóruns paulistas

O governo de São Paulo recorrerá a iniciativa privada para construir seis fóruns. Em troca, ofertará terrenos. A PPP, avaliada em R$ 250 milhões, é inédita no País. (Págs. 1 e Cidades C1)

Faltam serviços de aborto legal em regiões violentas (Págs. 1 e Vida A14)



Universidade Columbia abrirá escritório no País (Págs. 1 e Vida A16)


Brasil apoia fundo do BID para a América Latina (Págs. 1 e Economia B10)


Carlos A. Sardenberg

Copom da era Dilma

Não é norma um BC surpreender o mercado tantas vezes. Nem um nem outro querem esse clima de surpresa que afeta pessoas e empresas. (Págs. 1 e Economia B2)

José Roberto de Toledo

Harém partidário

No longo prazo, a aliança PT-PMDB é insustentável. Os conflitos ficarão cada vez mais óbvios com a aproximação das eleições municipais. (Págs. 1 e Nacional A8)

José Goldemberg

O Irã e armas nucleares

O Irã não é nada original ao justificar sua opção de desenvolver energia nuclear como um símbolo da soberania nacional que unifica o país. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Notas & Informações

O simplismo da presidente

Dilma simplifica perigosamente os fatos quando formula seu diagnóstico da situação do País. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: MPF vai cobrar da UnB ações contra trotes

Associações de pais entram hoje com representação no Ministério Público Federal contra a universidade, devido ao episódio envolvendo estudantes de mecatrônica. Procurador da República no DF, Carlos Henrique Lima adianta: “Precisamos exigir que a UnB tome as devidas providências”. (Págs. 1 e 19)

Uma dor, uma canção

Na semana em que Paulinho da Viola vem a Brasília, o repórter Irlam Rocha Lima conta uma história de solidariedade e superação marcada pela música Para um amor no Recife, do compositor: a da ex-presa política Maria Cristina de Castro, companheira de cela da então militante Dilma Rousseff. (Págs. 1 e Diversão & Arte, Capa)

Servidor: Presidente do TST defende o corte de ponto de grevistas (Págs. 1 e 7)


Juros: BC poderá manter Taxa Selic em 9% por até dois anos (Págs. 1 e Brasil S/A 8)


Egito: Beduínos sequestram brasileiras

As turistas de 18 e 45 anos, ficaram sete horas como reféns depois que o ônibus em que estavam foi metralhado. Ataques a estrangeiros se intensificaram após queda do ditador Hosni Mubarak. Embaixada brasileira no país desaconselha viagens à região do Sinai. (Págs. 1 e 13)


Vistoria autorizada

Entenda por que supermercados podem inspecionar compras depois de o cliente passar pelo caixa. (Págs. 1 e 7)


Revolta Afeganistão

Em depoimentos ao Correio, afegãos demonstram indignação com o massacre de civis cometido por americano. (Págs. 1 e 12)

PR busca apoio para enfrentar PT

Barrado no Ministério dos Transportes, partido reúne diretórios estaduais para mapear adversários do partido de Dilma. Ação pode prejudicar largada da campanha de Fernando Haddad. (Págs. 1 e 2)

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Valor Econômico


Manchete: Importação alivia pressão de custos na indústria

A indústria brasileira vem enfrentando um aumento gradual e contínuo de preços. Em reais, já descontada a inflação, a folha de salários na indústria aumentou 25% desde 2005, enquanto a energia elétrica industrial ficou 28% mais cara. Com a valorização do real, esses e outros custos de produção ficaram ainda mais pesados, afetando a competitividade do setor, seja na exportação, seja no mercado doméstico, onde aumentou a presença de produtos importados. Nos últimos seis anos, a produção industrial cresceu 15%, enquanto o volume de vendas no varejo, 70%.

Para conviver com o aumento de custos, a indústria adotou estratégias de defesa que acabaram por afetar o próprio setor. Elas buscaram fornecedores mais baratos no exterior, montaram unidades fora do país e desviaram as vendas ao exterior para o crescente mercado doméstico. Em 2004, a fabricante de compressores Bitzer importava 30% dos insumos que consome no processo produtivo. Hoje, essa fatia fica entre 60% e 70%. Na Weg, as receitas provenientes do exterior passaram de 40% em 2009 para 44% em 2011. (Págs. 1, A4 e A5)

Delação premiada a empresas

Com apoio do governo, a Câmara dos Deputados quer aprovar a possibilidade de o Estado efetuar um "acordo de leniência" com empresas acusadas de corrupção, uma espécie de delação premiada para pessoas jurídicas. O dispositivo está presente na versão final do relatório da comissão especial que discute o projeto de lei que trata da responsabilização administrativa e civil de empresas acusadas de corrupção. Por meio desse acordo, a empresa que colaborar com as investigações poderá se livrar de algumas das punições previstas no projeto, como a declaração de inidoneidade, a proibição de receber financiamentos públicos e de fechar contratos com o Estado. Ainda assim, não estará livre da multa, a ser fixada entre 0,1% e 20% do faturamento bruto. O relatório foi apresentado na semana passada pelo relator, Carlos Zarattini (PT-SP). (Págs. 1 e A6)

Seguradora diversifica aplicações financeiras

Os juros em queda vão obrigar as seguradoras a acelerar mudanças nas suas políticas de investimento. Taxas menores vão encolher os resultados financeiros das companhias, que em alguns casos até superam o resultado com as operações de seguros. A orientação é diversificar as aplicações financeiras e melhorar a eficiência com as operações de seguros.

As reservas técnicas das seguradoras - recursos separados por elas para as indenizações - somavam R$ 81,7 bilhões em maio de 2011, último dado disponível da Susep. Além disso, há o caixa livre das seguradoras que também é aplicado. Até março, 25% dos recursos estavam investidos em títulos públicos, 74% em renda fixa e o restante em imóveis e ações. (Págs. 1 e C1)

Gestoras se multiplicam e disputam mercado de R$ 2 tri

Nos últimos cinco anos, o número de gestoras de recursos no Brasil saltou de 234 para 443, movimento em grande parte puxado pela multiplicação das casas independentes. Executivos de bancos deixaram seus empregos para abrir o próprio negócio. A STK Capital, por exemplo, tem como sócios Antenor Fernandes (ex-Safra) e Luciana Hall (ex-Santander), além do ex-presidente do BNDES, Eleazar de Carvalho Filho. As "assets", como são conhecidas, buscam ocupar espaço com estratégias sofisticadas e retornos mais atrativos para o investidor.

A indústria brasileira de fundos acaba de ultrapassar a marca de R$ 2 trilhões e já é a sexta maior do mundo, mas ainda é concentrada nos grandes bancos de varejo, com 88% do setor. (Págs. 1 e C12)

Fotolegenda: Uma nova luz

Em fase de substituição tecnológica, as indústrias de iluminação planejam a instalação de fábricas de lâmpadas de LED no Brasil, diz Alcione de Albanesi, fundadora da FLC. (Págs. 1 e B7)

Mercadante defende correção automática do piso de professor

O terceiro edital do programa Brasil sem Fronteiras, que concede bolsas de estudos para brasileiros no exterior, sairá ainda neste mês e vai incluir parcerias com universidades do Japão, Coreia do Sul, Suécia e Holanda. A prioridade é conceder bolsas nas áreas do conhecimento em que é maior a carência de profissionais no Brasil - carreiras tecnológicas, de ciências médicas, física, química e matemática.

Esse é um dos exemplos citados pelo ministro da Educação, Aloízio Mercandante, ao Valor, para mostrar a preocupação do governo em preparar o país para a economia do conhecimento. "Não seremos competitivos sem inovação, ciência e tecnologia. O Brasil, especialmente com o pré-sal, pode dar o salto estratégico nesse sentido. Ou simplesmente se acomodar com a doença holandesa - supervalorização da moeda como consequência do ingresso de divisas vindas da exportação de poucos ou um só produto - e agravar deficiências históricas". (Págs. 1 e A14)

El Corte Inglés escolhe onde investir no país

O presidente da rede varejista espanhola El Corte Inglés, Isidoro Álvarez, esteve no Brasil por quatro dias na semana passada, em contato com consultorias da área imobiliária e em visitas a imóveis em quatro cidades - São Paulo, Rio, Recife e Salvador, apurou o Valor. A direção da rede confirma a viagem, mas não comenta detalhes da agenda do executivo. Com 488 lojas em seis países, o grupo começa a avançar no projeto de abrir a primeira loja no Brasil no prazo de 12 a 18 meses. Está em aberto a possibilidade de que a primeira unidade no país possa ser uma loja de departamentos, da bandeira que leva o nome do grupo, ou de vestuário de moda, da rede Sfera. (Págs. 1 e B5)

Reintegra, criado em agosto para apoiar exportação, ainda não está sendo aplicado (Págs. 1 e A2)


Titherington, do J.P. Morgan Asset, foca ações voltadas para a consumo (Págs. 1 e D2)


"Economia da Internet" avança

O avanço dos smartphones, redes sociais e sites de comércio eletrônico vai contribuir para que a "economia da internet" no Brasil chegue a R$ 158 bilhões em quatro anos, segundo o Boston Consulting Group. (Págs. 1 e B2)

Imposto de Renda

Usa crescente da tecnologia para cruzar importações e atenção especial a grandes contribuintes são algumas das armas da Receita para combater a sonegação. "Não houve aumento das irregularidades, e sim um aperfeiçoamento da fiscalização", diz o subsecretário Caio Cândido. (Págs. 1 e Especial)


Comil planeja nova fábrica

Com a capacidade de produção praticamente esgotada em Erechim (RS), a fabricante de carrocerias de ônibus Comil negocia a instalação de sua segunda fábrica em Lorena (SP). (Págs. 1 e B6)

Álcool e carne na pauta bilateral

Restrições à venda de etanol ao Brasil e derrubada de barreiras americanas à carne bovina brasileira serão prioridades nas negociações entre os dois países, semanas antes da visita da presidente Dilma aos EUA. (Págs. 1 e B11)

Orgânicos crescem no Pantanal

Após sete anos de vendas de bois orgânicos à JBS, a Associação Brasileira de Pecuária Orgânica (ABPO) diversifica seu portfólio e, a partir deste mês, os pecuaristas pantaneiros passarão a entregar polpa de maracujá orgânico à Native. (Págs. 1 e B12)

Foco doméstico

Com a perspectiva de forte recuperação da economia no segundo semestre, as empresas voltadas pelo consumo doméstico recebem todas as atenções da equipe de renda variável de mercados emergentes da J.P. Morgan Asset Management. (Págs. 1 e D2)

Problemas de gente grande

Além de vencer o desafio de vender uma ideia, tirar a empresa do papel, atrair investidores e de envolver o produto, "startups" brasileiras agora passam a enfrentar um problema de gente grande: a guerra por talentos. (Págs. 1 e D4)

Ideias

Martin Wolf

A grande dúvida mracoeconômica e se a flexibilização monetária quantitativa (QE, na sigla em inglês) de fato funciona. (Págs. 1 e Al3)

Ideias

Luiz Carlos M. de Barros

Com fortalecimento do real e abertura da economia, aleijões ocultos começaram a atingir a competitividade da indústria. (Págs. 1 e Al3)

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sexta-feira, março 16, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] HOMENAGEM AO MALANDRO *

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(*) Homenagem ao Malandro (Chico Buarque, em outros tempos...);

''Agora já não é normal, o que dá de malandro,
regular profissional, malandro com o aparato de malandro oficial,
malandro candidato a malandro federal,
malandro com retrato na coluna social;
malandro com contrato, com gravata e capital, que nunca se dá mal''.
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


16 de março de 2012

O Globo


Manchete: Nas nossas costas - Após novo vazamento, Chevron suspende a produção no Brasil

ANP acusa companhia de não ter adotado medidas para evitar repetição de acidentes

Quatro meses depois, a Chevron informou ontem a ocorrência de um novo vazamento no Campo de Frade, na Bacia de Campos. A empresa americana, que estava proibida pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) de perfurar poços no Brasil desde fins do ano passado, anunciou que está agora suspendendo temporariamente sua produção no país. A decisão é inédita. O novo vazamento de óleo teria começado no último dia 4, provocado por uma fissura de 800 metros de extensão e afundamento do solo marítimo, a cerca de 3 km do local do acidente de novembro. Segundo a companhia, o vazamento foi de apenas cinco litros. A suspensão das atividades tem por objetivo descobrir as causas do acidente, de acordo com a companhia. A produção do Frade é de 61,5 mil barris por dia. A ANP comunicou que a Chevron foi autuada na quarta-feira passada por não ter cumprido a determinação da agência de apresentar as salvaguardas solicitadas para evitar novos vazamentos na área. Para o Ibama, informações preliminares apontam que o vazamento de agora está relacionado ao de 2011. (Págs. 1, 25 e 26)

Queda de juros vai durar muito pouco, diz BC

O Banco Central surpreendeu e indicou que o ciclo de redução de juros está próximo do fim. A taxa básica pode ser cortada para 9% já na reunião de abril e ficar nesse patamar até o fim do ano para segurar a inflação e evitar uma mudança na fórmula de remuneração da poupança, que teria de ser feita por medida provisória. (Págs. 1 e 27)

Dilma decide não ceder a chantagens

O novo líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-PR), diz querer a retomada do diálogo com o PR, mas avisa que "não dá para conversar com imposição". A presidente determinou que nada seja votado até aliados pararem de fazer ameaças. (Págs. 1 e 3)

Bebidas na Copa: governo conserta sua trapalhada

O governo voltou atrás e garantiu que a venda de bebidas alcoólicas constará da Lei Geral da Copa, por causa de acordo de Lula com a Fifa em 2007. (Págs. 1, Caderno Esportes e Panorama Político - Ilimar Franco)

Exército ficará no Alemão com a PM

Dentro de dez dias, os militares do Exército que há um ano e 4 meses ocupam os complexos da Penha e do Alemão começam uma nova manobra de guerra, abrindo caminho para a entrada da PM e a implantação do maior conjunto de UPPs da cidade. A estratégia prevê operações de varredura e de inteligência, além da permanência do Exército. (Págs. 1 e 16)

Um órgão só para grandes eventos

Uma subsecretaria extraordinária de Grandes Eventos, ligada a de Segurança, será criada para cuidar da Rio+20, da Copa e das Olimpíadas. O país terá campanha de prevenção ao terrorismo. (Págs. 1 e 18)

'Primavera síria' entra no 2º ano e Assad resiste

Ao contrário de outros ditadores, o presidente da Síria, Bashar al-Assad, resiste à pressão internacional e se aferra ao poder, após um ano de levante. A pedido do GLOBO, analistas discutem os rumos da revolta. (Págs. 1, 33 e 34)

Em Cuba, Chávez gasta US$ 4 milhões

A decisão do presidente Hugo Chávez de se tratar contra um câncer em Cuba já custou US$ 4 milhões aos cofres públicos. Só a comitiva em Havana tem mais de 200 pessoas. (Págs. 1 e 35)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Brasil fecha acordo que reduz compra de carro mexicano

Isento de imposto, México agora terá cota de exportações e elevará o índice de peças nacionais na fabricação de veículos

Brasil e México fecharam ontem a renegociação do acordo automotivo bilateral. Os mexicanos aceitaram restringir as exportações de veículos ao mercado brasileiro pelos próximos três anos, além de elevar a parcela da sua produção composta por peças nacionais.

O governo brasileiro cedeu às pressões dos mexicanos e aceitou um índice de nacionalização menor do que o defendido pela presidente Dilma. Ela queria que subisse, num prazo de três anos, de 30% para 45%, mas ficou acertado 35% para 2013 e 40% para 2016. (Págs. 1 e Mercado B1)

Governo admite erro, recua de novo e aceita bebida na Copa

Em crise com a base aliada no Congresso, o governo admitiu que errou ao retirar do projeto da Lei Geral da Copa a permissão de bebidas alcoólicas nos estádios.

Em novo recuo, disse que o texto a ser votado incluirá a liberação do álcool, garantida a Fifa. O presidente da entidade se reúne hoje com Dilma. Para Vicente Cândido, relator do projeto, houve "bate-cabeça". (Págs. 1 e Poder A4)

Por verbas, aliados também se rebelam contra Alckmin

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) enfrenta rebelião em sua base aliada na Assembleia e corre o risco de sofrer derrotas. Os deputados reclamam do baixo volume de emendas liberadas e da dificuldade para nomear aliados em cargos de confiança. (Págs. 1 e Poder A9)

Banco Central sinaliza que reduzirá taxa de juros até 9% (Págs. 1 e Poder A7)


Chevron pede para suspender produção após novo vazamento

Depois de mais um vazamento de óleo, a Chevron pediu a ANP para suspender a produção no país. A empresa afirmou que recolheu os cinco litros que vazaram do subsolo marinho do qual extrai petróleo. A fissura esta a três quilômetros de onde ocorreu, em novembro, o vazamento de 2.400 barris na bacia de Campos (RJ). (Págs. 1 e Mercado B4)

Bradesco desbanca Telefônica e lidera queixas no Procon

O Bradesco liderou o ranking de reclamações do Procon-SP no ano passado, com 1.723 queixas - alta de 49%. O banco tomou o posto da Telefônica, que liderava desde 2006. Segundo o Bradesco, a incorporação da financeira Ibi foi responsável pelo aumento. (Págs. 1 e Mercado B6)

Anatel lacra GPS ilegal comprado pela prefeitura

A Anatel lacrou os rastreadores pessoais e veiculares (GPS) sem selo de certificação comprados pela Prefeitura de São Paulo por R$ 2,4 milhões. A empresa e o município serão autuados. O Tribunal de Contas investiga a compra de aparelhos, revelada pela Folha. (Págs. 1 e Cotidiano C12)

PC chinês afasta líder favorito para posto de comando e evidencia disputa (Págs. 1 e Mundo A12)


Fotolegenda: No improviso

Pedestres cruzam linhas de trem em Franco da Rocha (SP) entre a rua e a estação; após série de panes no sistema, que teve queda de investimento, Alckmin decidiu fechar outra linha aos domingos para manutenção (Págs. 1 e Cotidiano C1)

Editoriais

Leia "Do virtual ao real", sobre decisão do Procon de suspender portais de compras, e "A reputação da USP", acerca de comparações internacionais. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Recuo sobre lei da Copa expõe crise na articulação do governo

Planalto bancou veto à venda de bebida alcoólica, contrariando o que fora negociado com a Fifa, mas voltou atrás

Os problemas na articulação política do Planalto resultaram numa confusão em relação ao item da Lei Geral da Copa que fala sobre a venda de bebidas alcoólicas nos estádios. Na noite de anteontem, comandado pelo governo, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), novo líder na Câmara, bancou a decisão de que o Planalto vetaria a liberação de bebidas. Na manhã de ontem, o governo teve de recuar - ao pleitear a Copa, o Brasil aceitou as exigências da Fifa, entre as quais a venda de bebidas. Mas o novo dia de crise na base aliada não se limitou à Copa. Os governistas que estão se desentendendo com Dilma ameaçam desengavetar projetos que não interessam ao Planalto, como o que obriga o governo a cumprir a lei orçamentária tal como ela sai do Congresso. (Págs. 1, Nacional A4 e A6 e Esportes E1 e E2)

Análise: Dora Kramer

A boa notícia para o governo é que a crise com a base logo passa. A má é que em breve voltará. (Págs. 1 e Nacional A8)

Foto legenda: Caravana

Dilma participa de vistoria das obras da ferrovia Norte-Sul na cidade de Anápolis (GO): a presidente não quis comentar a crise na base.

Copom avisa que juro cairá a 9% e então ciclo de corte acabará

A ata da reunião de março do Copom revelou que o ciclo de alívio no juro básico acabará quando a taxa chegar a 9%. Hoje, está em 9,75%. Foi a desaceleração da economia que levou o Banco Central a optar por acelerar o corte da Selic, semana passada. Agora, o cenário mais provável é que o movimento termine na próxima reunião, quando o juro deve cair 0,75 ponto. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Petroleira volta a ter problemas no litoral do Rio

Quatro meses após o vazamento de óleo no campo de Frade, operado pela Chevron, foram descobertos novos pontos de afloramento a 1.200 metros de profundidade. A petroleira pediu a suspensão das operações de produção na Bacia de Campos, no litoral do Rio. O Ibama diz que, "em princípio”, não se trata de novo vazamento. (Págs. 1 e Vida A14)

Ministra critica médicos sobre aborto

A ministra Eleonora Menicucci (Políticas para Mulheres) criticou os médicos que, alegando objeção de consciência, se recusam a fazer o aborto legal. Para ela, é preciso substituí-los. (Págs. 1 e Vida A15)

Afegãos pedem recuo de tropas ocidentais

O presidente afegão, Hamid Karzai, cobrou a retirada das tropas ocidentais de zonas rurais do país, em resposta ao massacre de 16 civis por um soldado americano. Horas depois, o Taleban rompeu as negociações com os EUA. (Págs. 1 e Internacional A10)

Bradesco lidera queixas no Procon (Págs. 1 e Economia B16)


Governo quer taxar vinhos importados (Págs. 1 e Economia B6)


Passageira ganha indenização do Metrô (Págs. 1 e Cidades C6)


Celso Ming

Parada técnica

Com os juros abaixo de 9%, seria preciso mexer na poupança. E o governo não quer "confisco" às vésperas da eleição. (Págs. 1 e Economia B2)

Fernando Gabeira

Política e naufrágio

A política brasileira naufragou, pois seus principais movimentos não apontam para lugar algum, exceto a luta por espaço no governo. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Notas & Informações

O Brasil ficou mal na foto

O crescimento da economia no ano passado foi menor que o do G-20 e o investimento, baixo. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Prova do Senado teve questões clonadas

Candidatos que participaram do concurso do Senado, organizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), domingo passado, apresentaram à Polícia Federal e ao Ministério Público novas denúncias: as avaliações da FGV estariam cheias de questões copiadas de outras seleções realizadas no país. Só de uma prova que a Polícia Militar do Rio aplicou em 2010, a fundação teria clonado 29 questões e usado no teste para os inscritos na especialidade urologia. Na prova específica de fisioterapia, há pelo menos 33 questões "pescadas" de outros concursos públicos. Mesmo quando não são idênticos, os textos apresentam poucas variações, mas o conteúdo é o mesmo. E, até, a ordem dos itens. O Correio enviou as questões que são alvo de queixa à FGV. Quatro horas depois, a banca informou que investigará as "coincidências”: Segundo especialistas, o plágio pode levar à anulação das provas. (Págs. 1 e 9)

Base aliada: Crise põe Ideli na linha de tiro dos "rebelados"

No Congresso, a crescente insatisfação de parlamentares que ameaçam retirar o apoio ao governo ganhou nome e sobrenome: Ideli Salvatti. Eles acusam a ministra de Relações Institucionais de falta de habilidade nas negociações entre o Planalto e o Legislativo. (Págs. 1, 2, 3 e Entrelinhas, 4)

Mais mordomia...

Polícia legislativa faz escolta para senadores nos estados. (Págs. 1 e 5)


Copa 2014: Álcool deixa o governo tonto

Na véspera da visita do presidente da Fifa ao Brasil, parlamentares preveem dificuldades na aprovação da Lei Geral da Copa após a confusão criada sobre a venda de bebida alcoólica nos estádios. (Págs. 1 e Super Esportes 2 e 3)

Para servidor, o teto é o limite

Jetons não podem servir de pretexto para que funcionários públicos ganhem acima do teto salarial, diz jurista. (Págs. 1 e 10)

Patrimônio: Pente-fino em Brasília

Especialistas da Unesco percorrem o Plano Piloto e observam de perto as agressões ao projeto urbanístico. (Págs. 1 e 21)

Chevron é pivô de novo desastre

Volta a vazar petróleo na bacia de Campos. Empresa pede a suspensão temporária de suas operações no país. (Págs. 1 e 8)


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Valor Econômico


Manchete: Fundos do Vale do Silício bancam novatas do Brasil

O dinheiro que ajudou a criar algumas das principais forças do Vale do Silício californiano, como o Google e o Facebook, começa a irrigar as "startups" brasileiras. Fundos da Califórnia começaram a avaliar as companhias brasileiras em 2008, mas os aportes tornaram-se mais comuns a partir do ano passado.

Sete grupos destacam-se no novo cenário: Redpoint Ventures, BV Capital, Flybridge Capital Partners, Accel Partners, Tiger Global Management, Venture Capital Group e 500Startups. Juntos, detêm participações em 20 companhias novatas - quase todas de internet. Não é possível saber quanto esses grupos investiram até agora no país, pois boa parte dos valores permanece em sigilo. Em geral, os fundos fazem investimentos classificados nos EUA como série A, entre US$ 1 milhão e US$ 10 milhões por empresa. (Págs. 1 e B3)


Petros sofre prejuízo com crédito podre

Quando o pequeno e pouco conhecido banco Morada sofreu intervenção do Banco Central há quase um ano, a Petros, a fundação de previdência dos funcionários da Petrobras, amargou prejuízo de pelo menos R$ 72 milhões. O fundo investiu em papéis de alto risco lastreados em créditos podres emitidos por três empresas controladas pelos mesmos donos do Morada. O banco carioca teve a intervenção decretada em abril de 2011 e, em outubro, entrou em processo de liquidação.

Os títulos comprados pela Petros foram emitidos a partir de operações de crédito consignado geradas pelo Morada e que haviam sido removidas da contabilidade do banco. O Morada usava as três empresas para limpar o balanço, mantendo o grau de inadimplência da carteira de crédito sob controle e reduzindo a necessidade de capital. (Págs. 1 e C1)

ALL vai vender ferrovias na Argentina

A América Latina Logística (ALL) busca um comprador para suas duas ferrovias na Argentina. No vermelho desde 2007, as operações da ALL Central e da ALL Mesopotâmica registraram prejuízo em 2011 equivalente a R$ 15,1 milhões, tornando-se uma dor de cabeça para a empresa brasileira.

Há negociações com vários grupos argentinos, segundo garantiram ao Valor três fontes ligadas à holding. A Techint, dona da Usiminas, desponta como favorita para assumir as ferrovias. (Págs. 1 e B10)

Foto legenda: Voz discordante

Janez Potocnik, principal negociador europeu para a Rio+20, defende uma agência ambiental para a ONU, apesar da resistência dos EUA e do temor brasileiro de que a proposta leve ao fracasso da reunião. "Pintar por antecipação um cenário sombrio para o encontro não faz sentido", diz. (Págs. 1 e A11)

Samsung sai do Estaleiro Atlântico Sul

Na direção oposta do que desejava o governo, a Samsung vendeu aos sócios brasileiros - Camargo Corrêa e Queiroz Galvão - a participação de 6% que possuía no capital do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), o maior do país. Nos últimos dias, a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, seguindo orientação da presidente Dilma Rousseff, que está preocupada com atrasos na entrega de encomendas e com problemas tecnológicos do estaleiro, vinha negociando o aumento da fatia dos coreanos na empresa.

Em entrevista ao Valor, Graça Foster confirmou que esperava o incremento da participação da Samsung e criticou duramente o desempenho do EAS. "Contratamos a Sete Brasil [companhia da qual a Petrobras é sócia] e eu não vou ficar esperando a empresa resolver problemas que são muito maiores que ela, pois sei de um problema que é claro, de desempenho abaixo da expectativa por parte do Estaleiro Atlântico Sul", disse. (Págs. 1 e B7)

Seca derruba safra e PIB gaúchos

Além de provocar perdas estimadas em mais de 30% nas safras de soja, milho e arroz, a escassez de chuvas que começou a castigar o Rio Grande do Sul em novembro derrubará o crescimento da economia gaúcha, que deve avançar em 2012 abaixo da média nacional. A agropecuária responde diretamente por 9,9% do PIB do Estado, enquanto no restante do país a participação média do setor é de 5,6%.

Segundo cálculos do economista Martinho Lazzari, da Fundação de Economia e Estatística (FEE), vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado, a influência do setor rural na economia do Rio Grande do Sul vai a quase um terço quando se consideram fabricantes de insumos, máquinas e implementos, financiamentos, indústrias de alimentos, entre outros. (Págs. 1 e A14)

STF conclui julgamento de quase 53 anos

O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu ontem o julgamento do processo mais antigo em tramitação na Corte, de 1959. A ação se referia à doação de 40 mil km² de terras pelo Estado do Mato Grosso em 1952, antes da criação do Mato Grosso do Sul. Por cinco votos a três, o STJ concluiu que a transferência, que beneficiou diversas empresas, foi inconstitucional, nos termos da Carta de 1946. No entanto, diante do fato consumado, decidiu que isso não implica a anulação dos contratos de terras na região. (Págs. 1 e E1)

Laboratórios nacionais têm a bolsa como meta futura

Sem pressa, as principais indústrias farmacêuticas nacionais começam a se articular para ir à bolsa. O laboratório Aché, especializado em genéricos e medicamentos de prescrição médica, é o mais adiantado no processo e poderá fazer sua estreia no mercado de capitais a partir do segundo semestre, apurou o Valor. Outras companhias, como Eurofarma, Biolab, Cristália e EMS, não descartam seguir esse caminho - embora ainda não estejam preparando a operação.

Analistas e fontes do mercado financeiro afirmam que o interesse do mercado nos papéis dessas farmacêuticas é forte no curto e médio prazos, mas se continuarem apostando somente no segmento de genéricos seu futuro na bolsa não será nada promissor. (Págs. 1 e B9)

Trabalhadores param em Jirau

Um ano após o acordo que pôs fim à greve nas obras das hidrelétricas do Madeira, trabalhadores de Jirau voltam a cruzar os braços devido às más condições de alojamento e não pagamento de horas extras. (Págs. 1 e B8)

Brennand eleva produção de vidro

A Companhia Brasileira de Vidros Plano (CBVP), do grupo pernambucano Cornélio Brennand, vai investir mais de R$ 1 bilhão para ampliar sua fábrica de Pernambuco e construir uma segunda unidade na Região Sudeste. (Págs. 1 e B8)

Desconto em safra de imóveis

Num momento em que boa parte dos lançamentos de 2007/08 estão ficando prontos, incorporadoras oferecem descontos, principalmente em imóveis prontos ou que serão concluídos até o fim de 20l2, para acelerar as vendas. (Págs. 1 e B8)


Ata aponta juros estáveis em 9%

Ata do Copom sinaliza, explicitamente, que o atual ciclo de afrouxamento monetário terminará quando a Selic chegar a 9%. Segundo o documento, é grande a probabilidade de que a taxa se estabilize “ligeiramente acima" da mínima histórica, de 8,75%. (Págs. 1 e C3)

Mora em condenação trabalhista

Superior Tribunal de Justiça confirmou vitória dos contribuintes na discussão sobre incidência de IR sobre juros de mora em condenações trabalhistas. Para o STJ, a correção de verbas trabalhistas não pode ser tributada porque tem caráter indenizatório. (Págs. 1 e E1)

Ideias

Claudia Safatle

O Copom mais uma vez inovou e surpreendeu: foi claríssimo no seu objetivo e colocou um piso para a taxa Selic. (Págs. 1 e A2)


Ideias

Roberto Luis Trostet

O quadro institucional do setor financeiro do país, que já tem quase meio século, é hoje inadequado para o Brasil. (Págs. 1 e A12)


Planalto avalia Emenda Constitucional sobre a tramitação de MPs (Págs. 1 e A5)




Produtores de café gourmet diversificam a lavoura (Págs. 1 e B11)


Transição econômica e geopolítica em Cuba amplia espaço para o Brasil (Págs. 1 e Eu & Fim de Semana)


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