PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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valor ...ria...nine

folha gmail df1lkrha

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quarta-feira, julho 16, 2008

PF/PROTÓGENES: E QUEM ''PROTEGE-NOS" ?

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Protógenes sofre pressão na PF e deixa caso Dantas
Delegado que comandou operação foi "convidado" pela direção geral a se afastarSaída vem após críticas da cúpula da polícia de que foram cometidos excessos nas prisões do banqueiro, de Celso Pitta e de Naji Nahas


Após uma tensa reunião na Superintendência da Polícia Federal de São Paulo com delegados enviados pela cúpula da direção geral da PF, em Brasília, o delegado Protógenes Queiroz e mais dois delegados que atuam na Operação Satiagraha deixaram a linha de frente da investigação.
Os dois novos inquéritos que deverão ser abertos a partir da investigação principal -que levou à prisão do banqueiro Daniel Dantas- não serão mais presididos pelos delegados.
De acordo com a versão da cúpula da PF em Brasília, Queiroz deixou o inquérito porque na segunda-feira iniciará a etapa presencial do curso superior da PF.
Anteontem, mesmo dia em que foi definida a saída de Queiroz, o diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, entrou em férias. Segundo a Folha apurou, Queiroz foi "convidado" pela direção geral da PF a se afastar das investigações por causa de supostos excessos cometidos durante a operação. A reunião que levou à saída de Queiroz ocorreu anteontem em São Paulo. Por iniciativa dos delegados da Satiagraha, todo o encontro foi gravado. Participaram da reunião Queiroz e dois dos delegados do caso, Karina Souza e Carlos Pellegrini, o diretor de combate ao crime organizado da PF de Brasília, Roberto Troncon Filho, o superintendente em São Paulo, Leandro Coimbra, e outros seis delegados federais. A reportagem apurou que os delegados da Satiagraha também se sentiram boicotados pela direção geral, pois aguardavam um reforço de pelo menos 50 agentes desde a segunda-feira passada. O reforço era esperado pelos delegados para o serviço de análise, que estima uma tonelada de equipamentos e papéis apreendidos. Queiroz desabafou ontem a amigos que enviou na semana passada a Brasília uma relação de agentes que deveriam auxiliá-lo na Satiagraha a partir de segunda-feira passada, mas, quando chegou ao trabalho, nenhum agente apareceu. Para surpresa dos delegados, em vez de a reunião discutir os novos rumos da operação, houve apenas reclamações da cúpula da polícia, como o uso de algemas em alguns dos investigados e o suposto privilégio a uma equipe de TV. No final do encontro, foi anunciado que Queiroz terá de enfrentar duas apurações internas na PF. Um dos delegados que participaram da reunião, da DRCOR (Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros) paulista, perguntou aos enviados de Brasília se haviam avaliado o impacto "na sociedade" da notícia da saída dos investigadores.
"Insustentável"
Apesar dos erros não terem comprometido o resultado da operação, a cúpula da PF avalia que a situação de Queiroz ficou "insustentável" por conta de "atos de insubordinação" -como uso indevido de agentes secretos do governo em sua apuração e exposição desnecessária da corporação, como ter supostamente permitido que a TV Globo filmasse as prisões. Na reunião de segunda, de acordo com a versão da PF, ele disse que não tinha mais interesse em retomar a operação após o curso, pois passaria a tocar outros projetos, sem informar quais seriam. O procurador da República que atua no caso, Rodrigo De Grandis, lamentou a saída: "Protógenes fez um trabalho excelente. Causa um prejuízo para a investigação a saída do delegado agora que estamos na fase de análise de documentos. Tenho convicção de que a Polícia Federal irá designar um delegado à altura e proporcionar todas as condições para a execução do trabalho". O bombardeio contra Queiroz veio de dentro e de fora da PF. O presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, criticou indiretamente Queiroz, dizendo que houve "espetacularização" da ação. Conforme a Folha antecipou, desde a semana passada que a cúpula da PF já discutia o caso. A princípio, os superiores de Queiroz não queriam que ele deixasse a operação agora. Eles temiam chancelar a versão espalhada por Queiroz de que a cúpula da PF tentou minar a investigação. Mas Corrêa e chefes de departamento estavam insatisfeitos. Eles apontavam ao menos três excessos mais graves: a filmagem das prisões pela TV Globo; o pedido de prisão da jornalista Andréa Michael, da Folha [negado pela Justiça]; e os atos de insubordinação, que incluíram o auxílio de agentes da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) na investigação sem que a direção da PF tivesse sido formalmente informada. Segundo a PF, a parte prática do curso a ser freqüentado por Queiroz começará no dia 21 e acabará no dia 22 do mês que vem. Queiroz, segundo a PF, chegou a entrar com mandado de segurança para integrar a turma deste ano, pois havia perdido o prazo de inscrição.
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RUBENS VALENTE; DA REPORTAGEM LOCAL. LEONARDO SOUZA VALDO CRUZ; DA SUCURSAL DE BRASÍLIA - 1607.

terça-feira, julho 15, 2008

XÔ! ESTRESSE [In:] OPERAÇÃO ``SOLTE E AGARRA``

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[Homenagem aos chargistas brasileiros].

LULA: ''IN OFF''; ALWAYS!!!

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Lula fez, em diálogos privados, críticas acerbas aos métodos usados pela Polícia Federal na Operação Satiagraha.
Abespinhou-se especialmente com dois aspectos: o “abuso” no uso das algemas e “o vazamento” para a imprensa de peças sigilosas do inquérito.
Considerou “falha grave” também o fato de a PF ter facultado a uma equipe da TV Globo a filmagem das cenas de prisão de alguns dos envolvidos.
Na semana passada, quando Gilmar Mendes, presidente do STF, queixara-se da “espetacularização” da ação da PF, Lula encontrava-se no exterior.
Embora informado acerca das reações à Satiagraha, ele evitou pronunciar críticas à polícia a céu aberto. Chegou mesmo a elogiar a atuação da PF.

De volta ao Brasil, porém, Lula pôs-se a fazer reparos.
Reclamou, por exemplo, da tentativa de arrastar o seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho, para o centro do escândalo.
Algo que o fez recomendar a unificação do discurso oficial em defesa do auxiliar. Lula revela-se inconformado com o envolvimento do ex-deputado petista Luiz Eduardo Greenhalgh com Daniel Dantas.
Reclamou do telefonema que Greenhalgh fez para Carvalho. Uma insensatez, afirma. Pediu cuidado no contato com "amigos que buscam auxílio nos escaninhos do governo.
Mas, curiosamente, esquivou-se de fazer reparos ao comportamento de Carvalho, o auxiliar direto que se prontificou a buscar no GSI (Gabinete de Segurança Institucional) as informações que o companheiro petista lhe solicitara.
Lula repetiu os reparos à atuação da PF em reunião do grupo de coordenação política do governo, nesta terça-feira (15). Referiu-se às algemas e aos vazamentos.
Presente ao encontro, o ministro Tarso Genro (Justiça), superior hierárquico da PF, ouviu os queixumes do presidente.
Quando lhe coube falar, Tarso fez um resumo positivo do inquérito e da operação que levou para trás das grades Daniel Dantas, Nagi Nahas, Celso Pitta e outros 15 personagens.
Segundo relato recolhido pelo repórter com um dos participantes da reunião do Planalto, Tarso considerou que os “deslizes” da PF não chegam a tisnar o êxito da investigação.
Dos 18 presos –incluindo Humberto Brás, o preposto de Daniel Dantas que se entregou no último domingo (13), só dois permanecem em cana.
Todos os demais alcançaram o meio-fio, beneficiados por alvarás de soltura expedidos por Gilmar Mendes, o presidente do STF.
A pinimba de Lula com os métodos da PF vem de longe. Tornaram-se agudas em maio do ano passado. Nas pegadas da Operação Navalha. Aquela que lancetou o tumor nascido das malfeitorias da empreiteira Gautama.
Homem de boas relações políticas, Zuleido Veras, o dono da construtora, encontrou em políticos do consórcio governista defensores aplicados
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Não ousaram pretextar a inocência do amigo, mas sentiram-se à vontade para vociferar contra a “truculência” da PF.
Gilmar Mendes, que também naquela época, ordenara a libertação de parte dos 48 detidos, foi alvejado por uma infâmia.
Aproveitando-se da presença de um homônimo de Gilmar nas páginas do inquérito, investigadores da PF espalharam a versão de que o ministro recebera mimos da Gautama.
“É canalhice”, Gilmar ergueu a voz. Bateu mais forte, tachando de “fascistas” os métodos da PF.
Incomodado com a facilidade com que vazaram do inquérito da Navalha informações comprometedoras contra Silas Rondeau, à época seu ministro das Minas e Energia, Lula associou-se aos críticos.
Numa reunião do conselho político, o presidente chegou a encomendar providências saneadoras. Mas Tarso Genro atribuiria os vazamentos a advogados que tiveram acesso aos autos.
Sobreveio a Operação Xeque Mate. Dessa vez, os grampos telefônicos da PF estabeleceram um vínculo entre um irmão de Lula e dois personagens.
Eram Nilton Servo e Dario Morelli. Este último, compadre de Lula. Nos grampos vazados, a dupla jactava-se de ter repassado R$ 15 mil a Genivaldo Inácio da Silva, o Vavá, irmão mais velho de Lula.
Nas palavras de Servo, "o Vavá é para ser usado". Numa das conversas, o irmão de Lula fazia um apelo constrangedor: "Ô, arruma dois pau pra eu?"
Lula ficou incomodado com a exposição deletéria do irmão. Quando o inquérito chegou à fase da denúncia, o nome de Vavá foi excluído.
Verificou-se que, embora fosse um personagem “para ser usado”, não havia provas de que Vavá houvesse conseguido se valer de seu parentesco para abrir portas no governo.
Vem daí o nariz virado de Lula com a “espetacularização” de que fala Gilmar Mendes.
A propósito, o presidente recomendou aos auxiliares que evitem meter o bedelho na polêmica do prende-e-solta que rói as relações do presidente do STF com procuradores e juízes.
Para Lula, essa é uma briga do Judiciário. Não vê razões para que o governo se envolva na quizila.
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Escrito por Josias de Souza. Folha Online. 1507.

EUA: TECNOLOGIA & MEIO AMBIENTE ''INTEIRO''

Lâmpadas contendo mercúrio ficam mais seguras com nova tecnologia

Lâmpadas incandescentes deixarão de ser usadas nos EUA até 2012, graças ao Congresso, significando que, por enquanto, as lâmpadas fluorescentes compactas estão em alta. Os tubos em forma de espiral duram mais e usam bem menos eletricidade que as lâmpadas convencionais, duas coisas boas. Mas eles contêm pequenas quantidades do neurotóxico mercúrio, uma coisa ruim.
As fluorescentes compactas devem ser recicladas para que se possa lidar corretamente com o mercúrio (em estado gasoso). Mas os tubos ocasionalmente racham e quebram, e a taxa de reciclagem é baixa atualmente. Dessa forma, o mercúrio pode ser liberado em residências ou em qualquer outro lugar, impondo um pequeno risco para crianças.
Robert H. Hurt, professor de engenharia da Universidade Brown, se empenhou, juntamente com um grupo de estudantes, para verificar o que poderia ser feito para reduzir o risco. Na publicação científica "Environmental Science and Technology", eles relatam ter desenvolvido um material que consegue capturar o mercúrio liberado por um tubo quebrado.
Os pesquisadores realizaram experiências com pequenas partículas de enxofre, cobre, níquel e outros elementos, para saber o quanto de mercúrio seria absorvido neles. Selênio, em particular, tem uma notória afinidade com mercúrio, e os pesquisadores descobriram que partículas com tamanho aproximadamente entre 10 e 600 nanômetros eram capazes de se ligar a quase todo o mercúrio de uma lâmpada.
Os pesquisadores dizem que esse “nanoselênio,” impregnado em um pano, poderia ser usado para empacotar lâmpadas novas (para o caso de se quebrarem durante o carregamento) ou para limpar uma lâmpada quebrada em casa. Sacos plásticos usados para guardar fluorescentes compactas recicladas também poderiam ser tratados com o material.
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Henry Fountain Do 'New York Times'

PF/DANIEL DANTAS: SUBORNO, SUBALTERNOS, SUBMUNDO...

14/07/2008 - 21h19

Gravações da PF detalham tentativa de suborno a delegado federal

Gravações feitas pela Polícia Federal mostram os detalhes da suposta tentativa de suborno de enviados do dono do banco Opportunity, Daniel Dantas, a um delegado federal. O objetivo era a retirada do nome do banqueiro e de pessoas de sua família de investigações da PF sobre crimes financeiros.
De acordo com as escutas, reveladas nesta segunda-feira pelo "Jornal Nacional", Hugo Chicaroni e Humberto Braz --presos pela Operação Satiagraha-- foram flagrados em encontros e telefonemas oferecendo propina ao delegado.
"São as pessoas que trabalham com ele até onde eu sei. O Daniel, a irmã e o filho", diz Chicaroni em uma das escutas, explicando ao delegado quem são as pessoas que deveriam ser "livradas" das investigações.
Ainda segundo a PF, Dantas estava preocupado com a Justiça Federal em São Paulo, onde tramita o processo que o envolve, pois teria influência no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e no STF (Supremo Tribunal Federal).
A proposta de suborno, a princípio em R$ 500 mil, dobrou para R$ 1,280 milhão e seria paga em parcelas, revelam as escutas. Parte da propina teria sido entregue ao delegado na garagem de Chicaroni.
Chiacaroni e Braz são os únicos que continuam presos pela operação policial, que também chegou a prender o próprio Dantas, o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta e o investidor Naji Nahas.
A Operação Satiagraha investiga suposta prática dos crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, evasão de divisas, formação de quadrilha e tráfico de influência para a obtenção de informações privilegiadas em operações financeiras.
Investigações
Segundo a PF, as investigações começaram há quatro anos, com o desdobramento das apurações feitas a partir de documentos relacionados com o caso mensalão. A partir de documentos enviados pelo STF para a Procuradoria da República no Estado de São Paulo, foi aberto um processo na 6ª Vara Criminal Federal.
Na apuração foram identificadas pessoas e empresas supostamente beneficiadas no esquema montado pelo empresário Marcos Valério para intermediar e desviar recursos públicos. Com base nas informações e em documentos colhidos em outras investigações da Polícia Federal, os policiais apuraram a existência de uma organização criminosa, supostamente comandada por Daniel Dantas, envolvida com a prática de diversos crimes.
Para a prática dos delitos, o grupo teria possuído empresas de fachada. As investigações ainda teriam descoberto que havia uma segunda organização, formada por empresários e doleiros que supostamente atuavam no mercado financeiro para lavagem de dinheiro. O segundo grupo seria comandado pelo investidor Naji Nahas.
Além de fraudes no mercado de capitais, baseadas principalmente no recebimento de informações privilegiadas, a organização teria atuado no mercado paralelo de moedas estrangeiras. Há indícios, inclusive, do recebimento de informações privilegiadas sobre a taxa de juros do Federal Reserve (Fed, o BC americano).
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colaboração para a Folha Online

STF: UM SUPREMO SUPRA SUMO

14/07/2008 - 21h40

Gilmar Mendes recua e nega pedir investigação sobre juiz De Sanctis


A reação de juízes e procuradores da República contra um possível processo de investigação quanto à conduta do juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Federal Criminal, fez o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, recuar da decisão de pedir ações administrativas contra o magistrado, segundo apurou a Folha Online.
Nesta segunda-feira, enquanto se articulava um novo manifesto de magistrados e procuradores da República contra o que consideraram ações do presidente do STF que interfeririam na autonomia dos juízes, Gilmar Mendes negou que tenha sugerido uma investigação sobre a atuação de Fausto De Sanctis.
De acordo com o entendimento dos juízes, ao solicitar que sua decisão referente ao segundo habeas corpus que livrou o banqueiro Daniel Dantas da prisão fosse encaminhada a órgãos administrativos do Poder Judiciário --como a Corregedoria Nacional de Justiça e Conselho da Justiça Federal--, o presidente do STF, na prática, pedia que a atuação de De Sanctis fosse investigada.
O juiz havia decretado a prisão do banqueiro um dia após o presidente do STF ter concedido um habeas corpus a Dantas, preso durante a Operação Satiagraha, da Polícia Federal.
As decisões opostas das duas instâncias da Justiça provocaram uma crise no Poder Judiciário, opondo de um lado o ministro do Supremo, e de outro, parte dos magistrados e procuradores da República.
No sábado (12), o presidente da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), Fernando Cesar Baptista de Mattos, enviou um e-mail para Gilmar Mendes questionando a determinação do presidente do STF.
Também por e-mail, ele respondeu a Mattos que encaminhou as "peças aos órgãos jurisdicionais" com a finalidade de "complementar estudos destinados à regulamentação de medidas constritivas de liberdade, ora em andamento tanto no Conselho Nacional de Justiça quanto no Conselho da Justiça Federal".
Na mensagem, Gilmar Mendes enfatiza que "em momento algum houve determinação que se procedesse qualquer averiguação de conteúdo, quer sob ponto de vista técnico ou ideológico".
Ele termina a mensagem afirmando que a medida que tomou, de encaminhar a peça jurídica, tinha como propósito defender as garantias constitucionais, "sobretudo num período em que se observa total descontrole de ações constritivas de liberdade, a exemplo das interceptações telefônicas e quebra de sigilos fiscal, bancário e de correspondências".
Conciliação
A resposta de Gilmar Mendes amenizou o tom das críticas dos magistrados à sua atuação no caso. Durante a leitura do manifesto em defesa de Sanctis, na tarde desta segunda-feira, o clima era mais conciliatório.
O presidente da Ajufesp (Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul), Ricardo de Castro Nascimento, disse que o episódio provocou um "conflito de entendimentos que existe todo dia no Judiciário".
"O doutor Fausto (De Sanctis) está próximo dos fatos, está acompanhando as investigações, tem um entendimento mais próximo dos fatos. O ministro Gilmar Mendes, pela sua função, tem que ter uma visão mais constitucional da questão", explicou Nascimento.
"O bom senso vai imperar, tenho certeza. O doutor Fausto não vai ter qualquer procedimento disciplinar pelo fato dele ser um juiz trabalhador que pensa diferente da visão do presidente do Supremo Tribunal Federal", complementou.
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DEH OLIVEIRA; colaboração para a Folha Online.

domingo, julho 13, 2008

A HORA DO ''ÂNGELUS''

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As duas bacias (*)
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Os objetos tem valor em si, mas também seu valor se torna diferente, a partir do significado que lhe damos. Assim, uma bacia tem sentido em si, mas adquire significados diferenciados nas mãos de Pilatos e de Jesus. A bacia de Pilatos serve para a autojustificação. Seu valor é voltado para o egoísmo. Pega um significado de acusação contra o povo presente. Ele quis dizer que considerou Jesus livre de culpa, mas o condena porque os representantes do povo o exigem. “Sou inocente do sangue desse homem” (Mt 27, 24). A bacia de Jesus é sublime, porque é altruísta. O Mestre pensa no bem dos discípulos, não em si. Ao lhes lavar os pés quis mostrar que devemos ser serviçais uns para com os outros, aliviando as imperfeições que cada um carrega. Ao fazer ablução na bacia, o governador romano olha para si, querendo purificar-se a si diante da multidão. Jesus olha para os outros. Quer tirar as poeiras e as imperfeições dos outros, e ainda enxuga os pés com uma toalha. Quer vê-los em pureza completa. A bacia serviu para um ensinamento que beneficia os séculos.
O Ministério da Saúde vai fornecer 400 máquinas (só?) para distribuir camisinhas nas escolas. Certamente se apóia na opinião de muitas mães, que aprovam tal medida. Elas querem livrar suas filhas da gravidez indesejada e da praga da aids. O poder público, para se livrar de acusações, confirma, sim, que os fins justificam os meios. Ao mesmo tempo em que livra as jovens da gravidez, também estimula a libertinagem sexual, o desprezo pela família estável, o pouco caso pela fidelidade conjugal, a superação dos tradicionais “bons costumes”. Assim, a escola, em vez de elevar os formandos para um nível mais civilizado, declara sua falência. O Ministério está dizendo que hoje em dia não se segura mais a devassidão moral. Isto é, a escola não consegue mais educar. E a moral cristã, com suas propostas de retidão de costumes para os jovens, de castidade, de guardar-se para a pessoa amada, de construir uma família estável e duradoura, fica como uma proposta de um mundo futuro. Essa é a única proposta honesta a ser feita. É uma proposta pelo bem dos educandos.
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(*) Dom Aloísio Roque; Oppermann scj, Arcebispo de Uberaba (MG).
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domingo, julho 06, 2008

A HORA DO ''ÂNGELUS''

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A mensagem das roupas


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O papa Bento XVI está longe de ter o carisma de seu antecessor no trono de Pedro, mas sobressai pelo guarda-roupa. Os chapéus, gorros e sapatos vermelhos, assim como os óculos escuros, chegaram a lhe valer um posto na galeria dos homens "que melhor sabem combinar os acessórios no vestuário", numa tirada maldosa da revista americana Esquire. Espalhou-se também o boato de que os rubros sapatos papais seriam da badalada marca italiana Prada, o que foi desmentido pelo Vaticano. Os acessórios usados pelo papa, na verdade, não guardam nenhuma relação com a moda nem representam uma opção estética. Eles estão carregados de significado religioso. São peças adotadas por pontífices do passado, resgatadas por Bento XVI como uma forma de recuperar a tradição da Igreja e, desse modo, reconectar a instituição à sua história milenar. "Mais do que qualquer outro papa da história recente, ele tem um profundo interesse nos trajes litúrgicos e não-litúrgicos que haviam sido abandonados", disse a VEJA o padre Keith Pecklers, professor de história litúrgica da Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma. "Isso sugere seu desejo de retomar elementos que ele acredita terem sido perdidos depois das reformas do Concílio Vaticano II."
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Originalmente, os sapatos papais eram feitos de couro tingido de vermelho e decorados com uma cruz dourada, que devia ser beijada por aqueles que se dirigiam ao pontífice. Paulo VI, papa entre 1963 e 1978, eliminou a cruz dos calçados e interrompeu o costume do beijo. João Paulo I ainda usou os sapatos vermelhos, bem como João Paulo II no começo de seu pontificado. Logo depois, entretanto, o papa polonês os substituiu por sapatos marrons comuns. O vermelho dos sapatos representa o sangue do martírio de Cristo. O camauro e a mozeta, recuperados também pelo alemão, são acessórios que estavam em desuso desde o pontificado de João XXIII, encerrado em 1963. O camauro, um gorro de veludo vermelho enfeitado com pele de arminho, remonta ao século XIII. Aparece em pinturas que retratam pontífices como Inocêncio VII, Julio II, Bento XIV e Clemente XIII. O vermelho, nesse caso, explica-se pelo fato de ter sido, no passado, a cor distintiva dos papas na hierarquia da Igreja. Isso mudou no século XVI, quando Pio V instituiu o branco como a cor pontifícia. A mozeta é uma capa curta que cobre os ombros, parte das costas e dos braços. Uma das referências mais antigas do uso dessa peça vem de um afresco de Melozzo da Forlì, de 1477, que retrata o papa Sisto IV. A mozeta pode ser vermelha ou branca – na segunda versão, é usada na Páscoa e representa a alegria pela ressurreição de Cristo.
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Bento XVI passou a empunhar um cajado dourado e com a extremidade em forma de cruz grega. Ele é bem diferente do utilizado pelo papa anterior, que era prateado e tinha um crucifixo na ponta. O de Bento XVI pertenceu a Pio IX – cujo pontificado se estendeu entre 1846 e 1878. Além de mais leve do que o anterior, ele está mais de acordo com a tradição papal – que, até Paulo VI, jamais havia colocado um crucifixo na sua extremidade. O acessório é uma referência ao cajado com que o pastor conduz o rebanho e àquele com o qual Moisés conduziu o povo eleito à liberdade. Em seu livro O Espírito da Liturgia, lançado em 2000, Bento XVI já ressaltava a importância de reforçar a fé através do aspecto místico das celebrações, enriquecendo-as com símbolos tradicionais. Como diz um artigo recente do L’Osservatore Romano, jornal editado no Vaticano, o papa não se veste com Prada, mas com Cristo.
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[Christophe Simon/AFP]
Chapéu Saturno

O vermelho desse acessório era a cor distintiva dos papas na hierarquia da Igreja até o século XVI, quando Pio V instituiu o branco. Os papas João XXIII e João Paulo II chegaram a usar o saturno em viagens a países tropicais, mas não o adotaram sistematicamente
Pálio
A peça de lã branca evoca a ovelha desgarrada, carregada nos ombros pelo bom pastor. As cruzes vermelhas representam as chagas de Cristo. No começo de seu pontificado, Bento XVI vestia um modelo de pálio fora de uso desde o século IX. Recentemente, optou por um modelo semelhante ao de seus antecessores imediatos.
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[Patrick Hertzog/AFP]
Camauro
Assim como o chapéu saturno, o gorro vermelho, usado no inverno por Bento XVI, é uma herança do tempo em que essa era a cor oficial do pontífice. João XXIII foi o último papa do século passado a usar o camauro, que caiu em desuso a partir do pontificado de Paulo VI, iniciado em 1963
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[Foto: Mandel Ngam/AFP].
Mozeta
A capa curta, feita de damasco – uma seda com fios de cetim em alto relevo –, é branca, em referência à renovação simbolizada pela ressurreição de Cristo. A mozeta, usada pelo pontífice na Páscoa, foi introduzida no século XIII e não era vista desde o fim do pontificado de João XXIII, em 1963. Os últimos papas só adotaram a versão de verão da roupa, de cetim vermelho
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[Foto: Daniele la Monaca/Reuters].
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Cajado

Simboliza o cajado com que o pastor conduz as ovelhas e aquele com que Moisés conduziu o povo eleito à liberdade. O utilizado pelo atual papa pertenceu a Pio IX, que governou a Igreja entre 1846 e 1878. João Paulo II usava o mesmo de seus antecessores imediatos, João Paulo I e Paulo VI, prateado e com um crucifixo na extremidade. O de Bento XVI traz uma cruz grega
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Sapatos vermelhos
Representam o sangue do martírio de Cristo. Antes do pontificado de Paulo VI, apresentavam apliques de cruzes douradas, que simbolizavam a autoridade papal. João Paulo II chegou a usar os sapatos vermelhos no início de seu pontificado, mas logo os substituiu por sapatos marrons comuns.
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[Vanessa Vieira]. http://veja.abril.com.br/090708/p_108.shtml
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MOVIMENTO DE COMBATE À CORRUPÇÃO ELEITORAL

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Comitês 9840 se mobilizam na coleta de assinaturas para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular
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A campanha pela coleta das 1,3 milhão de assinaturas para o novo Projeto de Lei do MCCE cresce em todo o país. Em vários estados, os Comitês 9840 se mobilizam para conseguir assinaturas dos eleitores e, mais que isso, conscientizar a população da importância do PL. A campanha também já conta com o trabalho de entidades voluntárias.
De norte a sul do país, militantes do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) se engajam na coleta de assinaturas para o novo Projeto de Lei de iniciativa popular. A meta é alcançar o mínimo de um milhão e trezentas mil assinaturas para levar o PL à Câmara Federal. Com o crescimento da mobilização, a expectativa do MCCE é superar essa meta.
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Depois da conquista da Lei 9.840 – que permite a cassação de registros e diplomas eleitorais em virtude da prática da compra de votos ou do uso eleitoral da máquina administrativa – o MCCE busca agora alterar a Lei de Inelegibilidades, impedindo que candidatos condenados por crimes graves possam disputar eleições. Para isso, o Movimento conta com o apoio dos Comitês 9840 espalhados pelo país. As campanhas para coletar assinaturas acontecem em diversos estados e municípios brasileiros e vem ganhando força e apoio da população.
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No Pará, desde abril, a ação do Comitê Estadual envolve seminários nos municípios, estímulo à criação de novos comitês e a coleta de assinaturas. “A gente passa orientação, estimula a participação e as pessoas estão acatando nossa causa”, comemora a representante do Comitê, Irmã Marie Henriqueta. A mobilização pretende atingir toda a população do Estado. “As pessoas estão recebendo bem nossa proposta. O Pará vai dar uma contribuição muito boa na coleta de assinaturas”, garante Irmã Henriqueta. O Comitê 9840 no Estado é formado pela Comissão Brasileira Justiça e Paz (CNBB Regional Norte 2), pela OAB/PA e pelo Ministério Público Federal (MPF).
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Em São Paulo, no Comitê 9840 de Bertioga, o trabalho de coleta de assinaturas segue em ritmo acelerado. A coordenadora do Comitê, Kátia Hidalgo Daia, explica: “A prioridade do Comitê é fazer o maior número de palestras possíveis, com o objetivo de orientar a população a não vender o seu voto e de coletar assinaturas para o novo PL”. O Comitê investe em ações estratégicas para conseguir o máximo de assinaturas possíveis. Uma das idéias é estabelecer parcerias com associações de classe. A meta é preencher 80 formulários utilizando a estratégia de realizar palestras junto aos associados da Câmara de Dirigentes Logistas de Bertioga, Associação Comercial, Associação dos Engenheiros, Rotary Club, Lions Club, para estimulá-los a conseguir assinaturas junto a seus funcionários, parentes e vizinhos.
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Os esforços dos Comitês 9840 também ganham apoio de grupos sociais. No Paraná, por exemplo, a Pastoral Fé e Política, da Diocese de Guarapuava, aderiu voluntariamente à campanha. Ligada à CNBB, a Pastoral se mobilizou e vem repassando as informações do PL a todas as paróquias e associações de bairro do município, com apoio da Associação Comercial e Industrial de Guarapuava (Acig). A meta é conseguir 30 mil assinaturas. À frente do movimento, junto com outros militantes, José Lima Silva, participante da Pastoral, diz que tudo começa pela conscientização das pessoas sobre a importância da iniciativa. “Nós fazemos um trabalho de base. Explicamos as razões das assinaturas e mostramos como se faz para participar”, ressalta José Lima.
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Ações como estas acontecem em diversos outros estados e municípios. Qualquer eleitor brasileiro pode contribuir com sua assinatura para o Projeto de Lei de iniciativa popular, pretendendo que a vida pregressa dos candidatos seja considerada na Lei de Inelegibilidades.
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Mais informações sobre a nova iniciativa do MCCE e o formulário para coleta de assinaturas estão disponíveis no link:
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http://www.lei9840.org.br/iniciativapopular.htm
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domingo, junho 29, 2008

FÉRIAS TRABALHISTAS

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"Tomamos a liberdade de comunicar aos nossos leitores [pretensão à parte] que não estaremos editando este blogue pelas próximas duas semanas.
Retornaremos em 15 de julho de 2008.
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NHMedeiros.

A HORA DO "ÂNGELUS"

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Vejam, as mensagens postadas vem a demonstrar, inevitavelmente, que "Na Casa de meu Pai há muitas moradas" [Jo 14, 2].
Vê-se, em ambas, o mesmo sentido: o da cura física e d´Alma pelo mesmo D´us; Aquele que ''habita'' em nossos Corações [NHM].
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REFLEXÃO DO DIA
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[Mt 8, 5-17].
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Ele tomou as nossas dores e carregou sobre si as nossas enfermidades. Jesus é solidário com todos os que sofrem e é sempre uma presença de amor em suas vidas. A sua presença manifesta o amor que Deus tem pelo gênero humano. Quem tem fé verdadeira é sempre capaz de ver a presença de Jesus na sua própria vida, principalmente nos momentos de sofrimento e de dor, e sente os efeitos dessa presença amorosa. O verdadeiro discípulo de Jesus é aquele que manifesta a todos os que sofrem esta presença e esta solidariedade de Jesus, e o faz através do serviço, ou seja, tornando-se ele próprio uma extensão do braço amoroso de Jesus que atua nos momentos difíceis da vida de todos.
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Pe. José Adalberto Vanzella

http://www.cnbb.org.br/index.php?op=noticia&subop=18007
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Conexão da Semana: Sentimentos Positivos
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Nesta semana, com a entrada da lua nova de Câncer, estamos sob influência de uma poderosa energia de cura. E a Torá caminha em direção ao ápice desta energia, ainda neste mês. O Dia de Pinchas acontece no dia 19/08 e promete o imprevisível. Mas para chegar a isto precisamos entender um pouco mais sobre este tema.

O cabalista entende que por trás de toda doença, seja ela qual for, existe uma benção. Ela aparece quando aprendemos a ler o “recado”, que indica o que precisamos mudar para trazer a Luz de volta a nossa vida. No entanto, envolto em negatividade, isto se torna muito difícil.
Por isso, nesta semana, sob a influência da lua nova de câncer, aproveitamos a forte energia emocional presente para nos aproximar de quem realmente nos faz bem e, assim, resgatar nossos sentimentos mais positivos.
Shalom!
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[]s Ian Mecler.
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[www.portaldacabala.com.br].
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sábado, junho 28, 2008

EDITORIAL: LEI SECA & CIMENTO AMIANTO

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‘Lei seca’
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A nova Lei 11.705, que altera o Código de Trânsito Brasileiro, proíbe o consumo de praticamente qualquer quantidade de bebida alcoólica por condutores de veículos.

A partir de agora, motoristas flagrados excedendo o limite de 0,2 grama de álcool por litro de sangue pagarão multa de 957 reais, perderão a carteira de motorista por um ano e ainda terão o carro apreendido.
Para alcançar o valor-limite, basta beber uma única lata de cerveja ou uma taça de vinho.
Quem for apanhado pelos já famosos "bafômetros" com mais de 0,6 grama de álcool por litro de sangue (equivalente três latas de cerveja) poderá ser preso.


Entenda melhor a nova "Lei seca" brasileira.

1. O que diz a lei que restringe o consumo de bebidas alcoólicas por motoristas?
2. Qual é o objetivo da lei?
3. Por que a lei foi endurecida?
4. Outras nações adotam a "lei seca"?
5. Quais as punições aos infratores? 6. Como foram estabelecidos os limites?
7. Quanto é permitido beber antes de dirigir?
8. Após beber, quanto tempo é preciso esperar antes de dirigir?
9. Comer um chocolate com licor, por exemplo, pode provocar um resultado positivo no teste do bafômetro?
10. Fazer bochecho com anti-séptico bucal que contenha álcool dá um resultado positivo?
11. Como o índice de álcool no organismo será verificado e por quem?
12. É obrigatório fazer o teste do bafômetro?
13. O que diz a lei sobre a venda de bebidas nas rodovias?


1. O que diz a lei que restringe o consumo de bebidas alcoólicas por motoristas?
A lei considera crime conduzir veículos com praticamente qualquer teor alcoólico no organismo. Quem for pego sofrerá punições que variam da multa até a cadeia. O homicídio praticado por um motorista alcoolizado será considerado doloso (com intenção de matar). A lei prevê também a proibição da venda de bebidas alcoólicas nas das rodovias federais em zonas rurais.

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2. Qual é o objetivo da lei?
Diminuir os acidentes de trânsito causados por motoristas embriagados. O consumo de bebidas alcoólicas é uma das principais causas de acidentes automobilísticos no país, segundo estatística da Polícia Rodoviária Federal.

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3. Por que a lei foi endurecida?
Antes, acreditava-se que havia um "nível seguro" de álcool no organismo – até esse limite, não haveria alterações severas de consciência que impedissem uma pessoa de dirigir. Porém, estudos comprovaram que as pessoas são diferentes entre si e que o tal "nível seguro" não existe em matéria de álcool. "É muito mais seguro seguir a orientação de não ingerir nenhuma substância psicoativa – que muda o comportamento e desempenho do ser humano", avalia o médico Alberto Sabbag, diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).

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4. Outras nações adotam a "lei seca"?
Sim. Em uma lista de 92 países pesquisados pelo International Center For Alcohol Policies (Icap), instituição sediada em Washington (EUA), o Brasil agora se enquadra entre os 20 que possuem a legislação mais rígida sobre o tema. A lei aqui é mais restritiva do que as de outras 63 nações pesquisadas, mas ainda é superada pelas regras de outros 13 países. Cinco nações têm o mesmo nível de rigor do Brasil: Estônia, Polônia, Noruega, Mongólia e Suécia. Na América do Sul, o Brasil ficou em segundo lugar, atrás apenas da Colômbia, onde o limite é zero. Vizinhos como Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Venezuela estipulam limites de 0,5 g/l, 0,8 g/l, 0,8 g/l, 0,7 g/l e 0,5 g/l, respectivamente. Estados Unidos (0,8 g/l), Canadá (0,8 g/l) e alguns países europeus – Reino Unido (0,8 g/l), Alemanha (0,5 g/l), França (0,5 g/l), Itália (0,5 g/l) e Espanha (0,5 g/l) – também são mais tolerantes no assunto.

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5. Quais as punições aos infratores?
Quem for flagrado com uma dosagem superior a 0,2 gramas de álcool por litro de sangue (equivalente à ingestão de uma lata de cerveja ou um cálice de vinho) pagará multa de 957 reais, receberá sete pontos na carteira de motorista e terá suspenso o direito de dirigir por um ano. Aqueles cuja dosagem de álcool no sangue superar 0,6 g/l (duas latas de cerveja) deverão ser presos em flagrante. As penas poderão variar de seis meses a três anos de cadeia, sendo afiançáveis por valores entre 300 e 1.200 reais. Os infratores também perderão o direito de dirigir por um ano.

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6. Como foram estabelecidos os limites?
Na verdade, o limite de 0,2 g/l se refere à margem de erro do próprio bafômetro, explica o relator da lei, deputado Hugo Leal (PSC-RJ). "Para que não haja conflito, estabeleceu-se uma pequena margem de erro na questão da aferição do aparelho". Esse limite, porém, poderá ser revisto pelo governo, a partir de estudos que analisam a dosagem de álcool em itens como anti-sépticos e até doces com licor.

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7. Quanto é permitido beber antes de dirigir?
A partir de agora, praticamente nada – limite de 0,2 grama de álcool por litro de sangue. Antes, somente motoristas cuja dosagem de álcool no sangue superava 0,6 grama de álcool por litro de sangue (duas latas de cerveja) eram punidos.

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8. Após beber, quanto tempo é preciso esperar antes de dirigir?
O tempo de permanência do álcool no organismo varia de uma pessoa para outra. Fatores como estar com o estômago vazio ou cheio, ser homem ou mulher, branco ou negro e até estar mais ou menos acostumado à bebida influenciam. "Para uma pessoa, por exemplo, que passou a noite em claro, o efeito de uma lata de cerveja é triplicado", explica o médico Alberto Sabbag, diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet). De maneira geral, um copo de cerveja ou um cálice de vinho demora cerca de seis horas para ser eliminado pelo organismo – já uma dose de uísque leva mais tempo. Por isso, independentemente do volume ou tipo de bebida ingerida, é mais prudente que o motorista só reassuma o volante 24 horas depois de beber. Assim mesmo, passado esse intervalo, se persistirem sintomas do álcool, o melhor a fazer é não dirigir. A alternativa é tomar um táxi, transporte coletivo ou então entregar a direção a quem não bebeu.

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9. Comer um chocolate com licor, por exemplo, pode provocar um resultado positivo no teste do bafômetro?
Sim. Dois bombons com recheio de licor, por exemplo, são suficientes para o resultado positivo.

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10. Fazer bochecho com anti-séptico bucal que contenha álcool dá um resultado positivo?
Sim. O bafômetro é um aparelho sensível, dizem os especialistas. Caso aconteça isso, o motorista pode pedir para repetir o teste após um intervalo de cerca de 20 minutos – o resultado não acusará mais a presença de álcool.

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11. Como o índice de álcool no organismo será verificado e por quem?
Há três maneiras de realizar o teste: com o bafômetro, por meio de exame de sangue ou ainda exame clínico – que serve para indicar sinais de embriaguez. Esses testes só poderão ser realizados por fiscais de trânsito, policiais militares e agentes das polícias rodoviárias. A autoridade de trânsito também poderá levar o motorista suspeito para um exame clínico, caso não tenha um bafômetro no local.

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12. É obrigatório fazer o teste do bafômetro?
Não. O motorista pode se recusar a fazer qualquer teste, já que, no Brasil, ninguém é obrigado a produzir uma prova contra si. Nesse caso, porém, o condutor sofrerá a mesma punição destinada a pessoas comprovadamente alcoolizadas – ou seja, multa de 957 reais e suspensão do direito de dirigir por um ano. Esse, aliás, é um ponto polêmico da lei: a Ordem dos Advogados do Brasil-SP deve fazer uma representação ao presidente da OAB federal para que seja providenciada uma ação direta de inconstitucionalidade, segundo o presidente da Comissão de Trânsito da OAB, Cyro Vidal. Por ora, caso o motorista use a artimanha de se negar a fazer o exame, entrando posteriormente com um recurso na Justiça, a lei prevê que o testemunho do agente de trânsito ou policial rodoviário tem força de prova diante do juiz.

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13. O que diz a lei sobre a venda de bebidas nas rodovias?
A lei permite a venda de bebidas alcoólicas nos perímetros urbanos das rodovias federais, mas prevê multa de 1.500 reais para quem comercializá-las nas áreas rurais das estradas. Em casos de reincidência, o valor da multa será dobrado.
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http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/lei_seca/index.shtml.

[Foto matéria].

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O general, o Morro da Providência e o bispo Crivella

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A Folha de S. Paulo perguntou ao general Enzo Peri, comandante do Exército, por que ele decidiu apoiar o projeto Cimento Social, do bispo Crivella. Ele respondeu o seguinte:
"O nosso Palácio Duque de Caxias fica junto ao Morro da Providência. A situação do morro e a ação dos traficantes se refletiam na vizinhança. Isso era motivo de preocupação. Vimos o projeto como uma oportunidade".
Que o bispo Crivella ou Lula associem a reforma da fachada de alguns casebres ao combate contra os traficantes é mais do que natural. Que o comandante do Exército diga o mesmo é sinal de que a gente se danou de vez. De que até as Forças Armadas foram contaminadas pela idéia apalermada segundo a qual o crime é apenas uma forma extrema de justiça social: se os traficantes torturam e matam, é porque em suas casas há frestas nas paredes e goteiras nos tetos. Nesse caso, é melhor dispensar todos os soldados e contratar pedreiros em seu lugar. O general Enzo Peri pode se transformar no maior mestre-de-obras do país, combatendo os traficantes com seu poderoso exército de paraíbas, armados com pás de cal e telhas Brasilit.
No mesmo dia em que os soldados do general Enzo Peri foram presos por participar da chacina contra moradores do morro carioca, Lula se reuniu com quarenta intelectuais petistas. Li o nome de todos aqueles que compareceram ao encontro e, pelas minhas contas, os quarenta intelectuais petistas eram, na realidade, dezenove intelectuais petistas. Esse foi o único acerto de Lula: ele desmoralizou a intelectualidade petista. Só sobraram os mais gagás, que representam os tempos passados, uma espécie de ala das baianas da esquerda, os grandes responsáveis pelo esclerosamento da universidade brasileira. Lula passou 3 horas e meia com eles, discorrendo sobre o PAC, sobre Hugo Chávez, sobre a TV Pública, sobre osteoporose. Ninguém mencionou os fatos do Rio de Janeiro. Ninguém abordou o tema da criminalidade. Porque nem Lula, nem os dezenove intelectuais petistas enxergam os 50 mil assassinatos por ano como um problema, mas sim como o sintoma de outro problema: a pobreza.
Ainda naquele dia, o ministro da Defesa italiano anunciou um plano para empregar as Forças Armadas na segurança pública de seu país. Essa medida já foi adotada no passado. Depois que a máfia assassinou os juízes Falcone e Borsellino, 150 mil soldados ocuparam a Sicilia. A operação durou de 1992 a 1998. Nesse período, alguns dos principais bandos mafiosos foram desmantelados, e Totò Riina, o chefe de todos os chefes, mandante dos atentados contra os juízes, foi preso. A máfia perdeu terreno e acabou renunciando à sua tática terrorista. Atualmente, a Itália tem 1 homicídio para cada cem mil habitantes. O Rio de Janeiro tem 50 vezes mais. A Itália usa os militares para combater a criminalidade. Nós os usamos para tapar goteiras.

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http://veja.abril.com.br/idade/podcasts/mainardi/


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sexta-feira, junho 27, 2008

XÔ! ESTRESSE [In:] "E POR FALAR EM SAUDADE... Hic " !






[Homenagem aos chargistas brasileiros].

BILL GATES [In:] PIJAMAS E ''HAVAIANAS''

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Bill Gates se despede de chefia executiva da Microsoft

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da BBC News - O fundador da gigante de softwares Microsoft, Bill Gates, deixa hoje suas funções de presidente executivo da empresa para se dedicar integralmente à fundação que criou com a mulher, Melinda. Gates continuará sendo o presidente do Conselho administrativo da empresa que criou há 33 anos, mas concentrará seus esforços na Fundação Bill e Melinda, dedicada a pesquisas na área de vacinação e ao financiamento de projetos em países em desenvolvimento. O americano fez sua fortuna ao desenvolver softwares para computadores pessoais que hoje são usados em todo o mundo. Aos 13 anos ele programou seu primeiro computador e durante os anos que passou na Universidade de Harvard aprimorou suas habilidades. Ao deixar a universidade, mudou-se para cidade de Albuquerque, no Estado americano do Novo México, onde fundou a Microsoft, em 1975, junto com o amigo de infância Paul Allen. Jogada A grande jogada da empresa veio em 1980 quando a Microsoft fechou um acordo com a IBM para construir um sistema operacional que mais tarde veio a ser conhecido como o MS-DOS. A Microsoft ficou conhecida do público em 1986 e em apenas um ano, Bill Gates, aos 31, se transformou na pessoa mais jovem a se tornar bilionária. Em uma entrevista concedida à BBC na semana passada, ele disse que o sucesso da empresa se atribui mais aos "erros de seus competidores, que eram muito mal administrados". "Eles não entenderam como unir pessoas com experiências em negócios e em engenharia. Eles também não sabiam como se deslocar pelo mundo", disse ele. Aos 52 anos, Gates ainda guarda ares e aparência de garoto, mas já não é o homem mais rico do mundo. Ele foi ultrapassado pelo investidor Warren Buffett e o magnata das telecomunicações mexicano Carlos Slim. BBC Brasil - Estadão, 2706. Foto: http://inspiration101.files.wordpress.com/2008/01/bill_gates.jpg
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11 Things They Don’t Teach in High School According to Bill Gates
This a from a forwarded e-mail.
Urbanlegends claim that this speech was not written nor deilvered by Microsoft Chairman Bill Gates. But, one things nice about this… WE CAN RELATE TO THIS AND LEARN. Hope you will learn from this as I have…
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Love him or hate him, he sure hits the nail on the head with this! Bill Gates recently gave a speech at a High School about 11 things they did not and will not learn in school. He talks about how feel-good, politically correct teachings created a generation of kids with no concept of reality and how this concept set them up for failure in the real world.
Rule 1: Life is not fair - get used to it!
Rule 2 : The world won’t care about your self-esteem
. The world will expect you to accomplish something BEFORE you feel good about yourself.
Rule 3 : You will NOT make $60,000 a year right out of high school. You won’t be a vice-president with a car phone until you earn both.
Rule 4 : If you think your teacher is tough, wait till you get a boss.
Rule 5 : Flipping burgers is not beneath your dignity
. Your Grandparents had a different word for burger flipping: they called it opportunity.
Rule 6: If you mess up, it’s not your parents’ fault, so don’t whine about your mistakes, learn from them.
Rule 7: Before you were born, your parents weren’t as boring as they are now They got that way from paying your bills, cleaning your clothes and listening to you talk about how cool you thought you were. So before you save the rain forest from the parasites of your parent’s generation, try delousing the closet in your own room.
Rule 8: Your school may have done away with winners and losers, but life HAS NOT. In some schools, they have abolished failing grades and they’ll give you as MANY TIMES as you want to get the right answer. This doesn’t bear the slightest resemblance to ANYTHING in real life.
Rule 9: Life is not divided into semesters
. You don’t get summers off and very few employers are interested in helping you FIND YOURSELF. Do that on your own time.
Rule 10: Television is NOT real life. In real life people actually have to leave the coffee shop and go to jobs.
Rule 11: Be nice to nerds. Chances are you’ll end up working for one.
If you can read this - Thank a teacher.
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quarta-feira, junho 25, 2008

RUTH CARDOSO: CLASSE, CULTURA E POSTURA DE UMA ''1a. DAMA'' [e podia ser diferente?]

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'Ruth Cardoso deu novo sentido ao papel de primeira-dama'
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SÃO PAULO - Nascido em Araraquara, conterrâneo de Ruth Cardoso, o escritor Ignacio de Loyola Brandão diz que a antropóloga "deu novo sentido" ao papel de primeira-dama no País, e promoveu um avanço ao lançar ações sociais que levam a "olhar para o outro, mas num sentido moderno, sem esmola".


Ele se refere ao programa Comunidade Solidária e às ONGs que o sucederam na rede Comunitas, com projetos de geração de renda e desenvolvimento sustentável em comunidades carentes. "Tem tudo a ver com a cabeça dela", observa Loyola.

A cabeça de Ruth, segundo o escritor, era a de uma mulher autêntica, objetiva e simples. "Há um ano e pouco, fui encarregado de convidá-la para uma vaga na Academia Paulista de Letras, e ela me disse: 'Não sou autora, não sou escritora'.


Argumentei que as academias convidam pessoas de notório saber, que engrandecem a cultura, mas Ruth disse simplesmente que isso não era para ela."

Loyola lembra de Ruth na adolescência, nos idos de 1945, e da família "fantástica" da qual ela fazia parte. A mãe, dona Mariquita, foi professora de biologia do escritor. "Era bem-humorada e severa, uma ótima professora", recorda. E Ruth cresceu "uma moça muito bonita, que todo homem queria namorar".


Autor de Zero, Não Verás País Nenhum e outros títulos consagrados, Loyola conta que dedicou um capítulo a Ruth em A Altura e a Largura do Nada, de 2006.


"Estive distante dela por muitos anos, mas recentemente havíamos nos aproximado." O Brasil, diz ele, perde uma grande mulher.
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David Moisés - do estadao.com.br [Foto: Renata Jubran/AE - 24/04/1996].

RUTH CARDOSO: ''MULHER DE ATENAS'' E ''AMAZONA''

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Antropóloga, Ruth Cardoso era intelectual reconhecida


SÃO PAULO - A antropóloga Ruth Corrêa Leite Cardoso nasceu em 1930 em Araraquara, interior de São Paulo, filha de um contador e de uma bióloga. Até 1945 estudou na cidade quando, aos 15 anos, decidiu se mudar para a capital para estudar no aristocrático colégio de freiras Des Oiseaux.
Em 1950, aos 19 anos, estava determinada a cursar Filosofia na Universidade de São Paulo (USP). Em 1952, começa a trabalhar na USP, no setor de RH. Conheceu Fernando Henrique Cardoso em 1951, e dois anos depois, em 1953, casaram-se. Tiveram três filhos.

Se formou em 1952, recebeu seu mestrado e doutorado em antropologia também pela USP em 1959 e 1972, respectivamente. Cursou seu pós-doutorado na Universidade de Columbia.

Depois do golpe, enfrentou o exílio ao lado do marido: primeiro, no Chile, onde Fernando Henrique trabalhou na Comissão Econômica para a América Latina (Cepal) e ela deu aula na Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), que recebia alunos de muitos países. Depois foram para a França.

Era professora aposentada da USP e diretora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Atuou em instituições como Faculdade Latino-americana de Ciências Sociais (Flacso/Unesco), Universidade do Chile (Santiago do Chile), Maison des Sciences de L'Homme (Paris), Universidade de Berkeley (Califórnia) e Universidade de Columbia (Nova Iorque).

Academicamente, não teve produção cultural extensa. "Ela escreveu pouca coisa, mas tudo que escreveu é importante", disse Roberto DaMatta, antropólogo da Universidade de Notre Dame, Indiana.

Em 1978 escreveu 'Sociedade e poder: representações dos favelados em São Paulo', trabalho considerado um marco do estudo das estruturas de poder nas grandes cidades. Além disso, publicou outros trabalhos de expressão como Bibliografia sobre a juventude e Mudança sociocultural e participação política nos anos 80.

Fundou em 1995 a ONG Comunidade Solidária, hoje conhecida como Comunitas, em que atuou até sua morte. A iniciativa é considerada embrião de diversas iniciativas sociais, das mais bem sucedidas.

Feminista declarada, a favor do aborto (que considerava uma liberdade feminina), apaixonada pela cozinha e, a princípio, contra a carreira política de FHC (com quem não se mudou para Brasília quando ele trocou a carreira de acadêmico pela de político em 1982), Ruth Cardoso defendia firmemente seu direto à privacidade.

Em diversas ocasiões, discutiu a obsessão da mídia por sua vida. "Vou resistir à imprensa até o fim. Por que essa mistura do público e do privado?", disse em 1994, no auge do assédio durante a campanha do marido.
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Estadão. 2506.

terça-feira, junho 24, 2008

XÔ! ESTRESSE [In:] TEMPOS DE QUADRILHAS [com qualquer tempo...]

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[Homenagem aos chargistas brasileiros].

AUTOMÓVEIS & TECNOLOGIA: OUTRA REVOLUÇÃO NA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA ?

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Renault apresenta Mégane elétrico em Israel




O Presidente da França, Nicolas Sarkozy, participou nesta terça-feira (24) da apresentação do Renault Mégane elétrico em Jerusalém. O carro ecologicamente correto é desenvolvido pela Renault Nissan e um empresário israel-americano. Sarkozy ficará em Israel por três dias (Foto: Dan Balilty/AFP)


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Renault Nissan defende 'ruptura tecnológica' na indústria automobilística


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O presidente da Renault e da Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, ressaltou nesta quinta-feira (29) que, embora não acredite que o futuro da indústria automobilística esteja em perigo pelo aumento dos preços do petróleo, será necessária "uma ruptura tecnológica" que permita romper seu atual grau de dependência, que não é viável a longo prazo.
"Caso fossem cumpridas as previsões, e a proporção mundial de carros passasse dos 600 milhões atuais para 2,9 bilhões em 2050, e se continuássemos tão dependentes quanto agora do petróleo, o barril provavelmente chegaria a US$ 1 mil", assinalou Ghosn.
Em termos gerais, ele explicou que "não se pode prever o desenvolvimento mundial em um prazo de 20 anos tendo só o petróleo como fonte de energia", e opinou que a diversificação dessas fontes no setor automobilístico será o carro elétrico e a pilha de combustível (hidrogênio).
Sobre este assunto, lembrou que a Renault se comprometeu a vender na Europa carros elétricos a partir de 2010, e assegurou que serão "confiáveis e modernos".
Segundo ele, o futuro do automóvel passa pelos veículos sem emissão de poluentes e pelos sistemas de conexão com outros veículos para uma melhor gestão do trânsito, por exemplo.
Ghosn destacou que "nunca contemplou" o fechamento de fábricas da Renault na França, embora "não se deva esperar crescimento muito forte em suas capacidades", já que é muito difícil exportar o que se produz em países da zona do euro.
Ele considerou que as vendas da Renault na França - seu principal mercado - foram razoavelmente bem no ano passado, com o destaque para carros de menor potência.
Perguntado sobre a continuidade da marca na Fórmula 1, afirmou que sua presença "é um compromisso durável", e que a equipe está "trabalhando forte para obter resultados".

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EFE, G1, SP. 2406.

INFLAÇÃO/TRIGO: O PÃO NOSSO DO ''OUTRO'' DIA

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Preço de pães e massas deve cair no 2º semestre com safra recorde de trigo

Os produtos derivados de trigo devem diminuir a pressão sobre a inflação no segundo semestre deste ano. Os preços devem cair, mas ainda não ao patamar de 2007. A redução é esperada porque a safra 2008/2009 do trigo começa no dia 1º de julho e, segundo previsões do setor, deve ser recorde.
No acumulado deste ano, o preço do pão francês registra alta de 19,38%, segundo dados da IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em 12 meses, a alta é de 28,04%. Já as massas, segundo estimativa da Abima, registraram elevação de 25% nos preços nos últimos 12 meses. Segundo o presidente da Abima (Associação Brasileira das Indústria de Massas Alimentícias), Claudio Zanão, a próxima safra mundial de trigo -que vai até 30 de junho de 2009-- deve alcançar 650 milhões de toneladas, contra 600 milhões de toneladas da safra atual, que se encerra na semana que vem. "Estamos vivendo os últimos dias de inferno astral. No segundo semestre o consumo é maior, mas também é o período em que 70% do trigo é colhido. E será uma super safra", afirma. O aumento do preço do trigo no mercado internacional é um dos fatores apontados por Zanão para o aumento da safra. O produtor, ao ver as altas, se anima com o cultivo. A tonelada do grão passou de US$ 250 para US$ 400 de 2007 até agora, mas pode cair a US$ 350 ao final deste ano. A demanda mundial de trigo, segundo expectativa do setor, é da manutenção de 630 milhões de toneladas no período da safra, como ocorreu neste último período. Isso significa que, na safra atual, a demanda superou em 30 milhões de toneladas a oferta e, na próxima, a folga será de 20 milhões de toneladas. Com isso, o preço dos derivados, especialmente pão e massas, deve cair. Mas o consumidor não deve esperar por reduções drásticas neste ano. 'Com a safra melhor será possível recompor parte do estoque. Os preços devem cair, mas só devem retornar aos patamares de 2007 em 2011', estima Zanão.
Com a "super safra", o preço do trigo no mercado internacional tende a ceder, o que resulta na queda dos derivados.
Brasil
O Brasil também dá seus passos para aumentar a produção de trigo. O país consome, segundo dados do setor de 2007, cerca de 10,5 milhões de toneladas de trigo por ano na indústria, mas produz apenas 3 milhões. Para a próxima safra, a estimativa é de aumento para 4 milhões de toneladas. Para atender a demanda, a indústria importa, principalmente, da Argentina. Pelo menos importava, já que o país vizinho tem evitado as exportações e as últimas remessas foram feitas quase a conta-gotas. A dependência da produção argentina não é, no entanto, o principal motivo para a alta dos preços aqui. A forte demanda mundial, causada pelo aumento do consumo na China e Índia, pressionou os preços no mercado internacional. 'É claro que o ideal é reduzir essa dependência e inverter a porcentagem, produzindo 70% do que a indústria consome e importando 30%, o que ajudaria muito a segurar a inflação dos alimentos', afirma Zanão.
Ranking
No último levantamento mundial, de 2005, o Brasil aparece em terceiro lugar na produção mundial de massas, o segundo nas Américas, com 1 milhão de toneladas por ano. A Abima afirma, no entanto, que esse número fechou em 1,270 milhão em 2007. No ranking de consumo per capita, o Brasil ocupa o 12º lugar, com 6,6 quilos por ano . O faturamento da indústria de massas foi de R$ 4,5 bilhões em 2007 e deve crescer 5% neste ano. Sem nenhuma surpresa, a Itália, país das nonas e tradicional consumidora de massas, lidera os dois rankings. O país europeu produz mais de 3 milhões de toneladas por ano de massas e o consumo per capita anual é de 28 quilos.
Massa industrializada
Pesquisa realizada pela Abima revela que 79% das massas consumidas no chamado food service, como restaurantes, bares, lanchonetes, hotéis, são industrializadas. A pesquisa é apresentada em feira do setor que acontece em São Paulo. Divididos por segmento, o levantamento aponta que o índice é de 76% entre os restaurantes, 80% nas lanchonetes, 66% em fast foods, 90% em hotéis e 100% em refeições coletivas. Segundo dados da entidade, 40% dos setores com refeição fora do lar preferem as massas industrializadas pela qualidade e 20% apontam as vantagens com o preço.
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KAREN CAMACHO; Editora-assistente de Dinheiro da Folha Online - 2406.

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

24.junho.2008.
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Após queda, Marisa Letícia reaparece publicamente em missa

Mesmo se recuperando de uma queda no Palácio da Alvorada, a primeira-dama Marisa Letícia reapareceu publicamente nesta segunda-feira em uma missa na Esplanada dos Ministérios, celebrada pelo padre Marcelo Rossi. Ao lado da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), Marisa acompanhou a missa no palanque de autoridades com o ombro imobilizado.A primeira-dama caiu na madrugada da última quinta-feira (19) de sua cama no Palácio da Alvorada e fraturou a clavícula. Assessores do Palácio do Planalto não informaram detalhes sobre o tombo, apenas que a primeira-dama havia fraturado a clavícula. De acordo com interlocutores, Marisa Letícia passa bem e não reclama de dores. Com a queda, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva informaram que a primeira-dama ficará imobilizada por tempo indeterminado. O presidente não participa da missa, no canteiro central da Esplanada dos Ministérios, porque cumpre agenda no Rio e São Paulo.Lula foi representado na missa pelo seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho, além da ministra Dilma. Parlamentares e autoridades do governo federal também acompanharam a missa na Esplanada, como os senadores Romeu Tuma (PTB-SP), Gim Argello (PTB-DF) e o deputado Otavio Leite (PSDB-RJ). A missa foi organizada pela TV Canção Nova, que inaugura o canal da emissora em Brasília -- e celebrada pelo padre Marcelo Rossi, o arcebispo de Brasília, Dom João Braz de Aviz, e outras autoridades religiosas. Os organizadores estimam que 100 mil pessoas acompanharam o evento na Esplanada dos Ministérios.
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Folha News. Foto Givaldo Barbosa, O Globo.

VARILOG/TEIXEIRA/LULA: HONORÁRIOS ''HONORÍFICOS'' II

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Teixeira fez ao menos 6 reuniões no Planalto


A Presidência reconheceu que o advogado Roberto Teixeira esteve pelo menos seis vezes no Palácio do Planalto com Luiz Inácio Lula da Silva, seu compadre, desde 2006, em encontros não registrados na agenda pública do presidente.
Teixeira é acusado de usar sua influência junto ao governo para aprovar a venda da VarigLog para o fundo americano Matlin Patterson e três sócios brasileiros, que o contrataram.
Ao menos dois desses encontros estão relacionados diretamente com o negócio, aprovado pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) em junho de 2006. No mês seguinte, a VarigLog adquiriu a Varig. A assessoria de Teixeira diz que as demais visitas foram apenas de cortesia ao amigo Lula.No dia 15 de dezembro daquele ano, Teixeira foi ao encontro de Lula acompanhado dos sócios da Varig um dia depois de a companhia receber da Anac, em cerimônia em Brasília, certificado que lhe deu autorização para voar. Segundo Marco Antonio Audi, sócio afastado da VarigLog, o encontro foi convocado às pressas por Teixeira na manhã do dia 15, quando todos já haviam retornado a São Paulo, após a cerimônia. Audi então alugou um jatinho particular, onde viajaram, além dele e de Teixeira, os sócios brasileiros Eduardo Gallo e Marcos Haftel e o representante do fundo americano, o chinês Lap Chan. Outro encontro de Teixeira com Lula ocorreu em 28 de março de 2007. Naquele dia, o advogado foi ao Planalto acompanhado dos empresários Nenê Constantino e Constantino de Oliveira Jr., donos da Gol. O motivo da reunião, segundo os empresários, era comunicar oficialmente a Lula a compra da Varig pela Gol. Nas duas ocasiões, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), acusada de interferir na venda da VarigLog, estava presente.O Planalto argumenta que nem todos os compromissos do presidente são divulgados.
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LETÍCIA SANDERALAN GRIPP;FOLHA, DA SUCURSAL DE BRASÍLIA - 2406.