A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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terça-feira, agosto 05, 2008
DANIEL DANTAS: LOBISTAS E LOBOS DA SAVANA [OU PLANALTO]
(Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 7). (Márcio Falcão) . 05.08
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
Argentina leva Chávez sem aviso e frustra Lula
Lei seca pune mais três com prisão
Cai número de eleitores adolescentes
Recusado pelo TRE registro para Nadinho
Socialista de Aécio é mais rico que Maluf
Aids volta a se espalhar entre os gays. (págs. 1 e 30)
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Folha de S. Paulo
No STF, teles mantêm sigilo de grampos
Na Argentina Lula cogita até moeda comum para o Mercosul
Primeiro-secretário do Senado emprega pelo menos 7 parentesEfraim Morais (DEM-PB) também nomeou seis familiares de membros de seu grupo; ele disse fazer politica "entre amigos" e negou ilegalidade(págs.1 e A8)
Bovespa recua para nivel mais baixo desde janeiro
Com regras para tarifas, ritmo de lucro do Bradesco cai
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O Estado de S. Paulo
STF quer vara especial para julgar abuso de autoridade
Para Lula, Argentina e o Brasil são um casal
Tarso reage a militares e diz ter orgulhom de seu passado
Palocci recusa pena alternativa no caso do caseiro
Beira-Mar a Abadía se uniram contra juízes
Artigo: Ilan Goldfajn
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Jornal do Brasil
Política enriquece candidatos
Brasil e Argentina unem discurso
‘Beira- Mar’, Abadía e PCC juntos
Rio 2016 tem lobby em Pequim
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Correio Braziliense
Mortes no trânsito do DF têm queda recorde
Benefício a índios pelo Prouni será investigado
PF flagra plano de Beira-Mar e Abadia
Senadores decidem tirar uma folguinha
A beleza maltratada que espanta os turistas
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Medo de recessão faz Bovespa cair 3,51%
Governo cogita mudar meta de sauperávit
Fusões e aquisições
Pecuária
IndústriaFaturamento real cresceu 10,5% em junho, diz Mol. (págs. 1 e A6)
Aumento do fluxo na Bolsa
Analistas projetam recuo no IPCA
Responsabilidade social
PF aborta ação de quadrilha
Opinião: Augusto Nunes
Opinião: Costábile NicolettaPor que as empresas ganham do governo mais prazo para se adaptarem a regras de atendimento ao consumidor que vêm sendo discutidas há tanto tempo? (págs. 1 e A2)
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segunda-feira, agosto 04, 2008
INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA: FORD ``BIGODE``
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Apelidado no Brasil de Ford Bigode, devido ao formato das duas alavancas dispostas à esquerda e à direita do volante, o Modelo T sofreu poucas modificações nas versões seguintes. Até 1912, não havia porta ao lado do motorista. O carro fechado só apareceu em 1915. As versões coloridas sumiram em 1914 por uma razão industrial: a tinta preta secava com maior rapidez que as outras. O Focus foi escolhido para ser comparado ao Modelo T de 1908 por ser o carro global atualmente mais vendido da Ford.
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http://veja.abril.com.br/060808/p_102.shtml
ELEIÇÕES 2008/RJ: ``TÁ TUDO DOMINADO, MANU...``
No Rio de Janeiro, traficantes têm seus próprios candidatos a vereador. Para elegê-los, constrangem os concorrentes e coagem moradores das favelas.
• A polícia descobriu que o traficante que comanda a venda de drogas na Rocinha tem seu próprio candidato a vereador nestas eleições. E está coagindo os moradores a fazer sua campanha. Uma candidata a vereadora pelo PT foi ameaçada quando se preparava para fazer corpo a corpo no local. Não era bem-vinda.
• No Complexo do Alemão, favela localizada na Zona Norte da cidade e conhecida pela violência da quadrilha que domina a área, os traficantes também têm sua preferência eleitoral. Insatisfeitos com a presença do candidato a prefeito Marcelo Crivella, do PRB, obrigaram jornalistas a apagar as fotografias de suas máquinas digitais.
• Os milicianos (grupos armados chefiados por policiais, bombeiros e agentes penitenciários que dominam favelas na Zona Oeste da cidade) têm seis candidatos e, da mesma forma que os traficantes, impedem a entrada dos concorrentes em seus territórios. Eles também estão convencendo moradores de que há formas de quebrar o sigilo do voto para conferir se suas ordens foram cumpridas.

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Diante de tanta desordem, a pergunta é: por que o Rio se tornou uma cidade-refém? Costuma-se afirmar que o problema é a inação do estado. É um diagnóstico torto. O estado está presente, mas de forma errada, precária e, por vezes, criminosa. A tirania dos traficantes é patrocinada por policiais, que lhes vendem proteção e armamento – quando não são eles mesmos os líderes das gangues, as tais milícias que já dominam 171 regiões da cidade. A própria existência das favelas (uma deformação urbanística que se constitui em trincheiras de guerrilha) tem o velado apoio oficial. No alto da Rocinha, em áreas onde não deveria haver barracos, há ligações de água, eletricidade e telefone feitas pelo poder público ou por seus concessionários. Não raro, essas ligações são o atendimento das promessas que os candidatos dos governantes de plantão fazem durante a campanha. Sufocadas pela carência absoluta, as favelas se tornaram um tesouro para os políticos. A felicidade com que eles rumam para as áreas mais carentes da cidade foi interrompida na semana passada pela entrada em cena de um novo ator: o bandido com pretensões eleitorais.
As autoridades, então, se mexeram. O deputado Raul Jungmann, do PPS, presidente da Comissão de Segurança da Câmara dos Deputados, sugeriu que o governo federal enviasse ao Rio a Força Nacional. O governador Sérgio Cabral aceitou a idéia de imediato. Afinal, ele sempre aproveita essas oportunidades para reforçar sua proximidade com o presidente Lula, fato de grande apelo junto aos eleitores. Mas o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Carlos Ayres Britto, não vê a necessidade e determinou que o problema seja resolvido até o próximo dia 11 de agosto. Realmente não é o caso de acionar as tropas federais. O problema não é eleitoral. É de segurança pública. Não adianta reclamar do traficante que não permite a entrada de candidatos. O fato grave é existirem áreas da cidade nas quais quem manda são os bandidos.
A república de Nem
STEPHANES & CANA: CONTRADIÇÕES OU CERTEZAS?
Disse que, do ponto de vista agronômico, o plantio de cana na Amazônia é factível. “Na minha visão, poderia haver plantio nas savanas de Roraima”, exemplificou.
Defende também a preservação da cana em solos amazônicos onde já estão assentadas usinas sucroalcooleiras.
Menciona os casos de três usinas –uma no Estado do Acre, outra nas proximidades de Manaus (AM) e a terceira no Pará.
O risco da proliferação da cana na Amazônia é uma das principais críticas que organizações ambientais estrangeiras fazem ao etanol brasileiro.
Em junho, ao participar de reunião da FAO, em Roma, Lula dissera coisa diversa do que afirma agora o seu ministro da Agricultura.
O presidente afirmara que o Brasil não plantaria cana na Amazônia porque era desnecessário. Acrescentara o seguinte:
"Estamos fazendo o zoneamento agroecológico exatamente para que a gente demarque claramente o que você pode plantar e onde...”
“...Não queremos plantar cana na Amazônia porque sabemos que a terra lá não é produtiva para cana. Então não adianta fazer investimento lá."
Lula alfinetara os ambientalistas em timbre azedo. Tachara a crítica de que as plantações de cana-de-açúcar estão invadindo a Amazônia de argumento "sem pé nem cabeça".
Cuidadoso, Stephanes trata de esclarecer que não se deseja plantar cana em áreas desmatadas, mas em pontos específicos.
Seja como for, a posição do ministro ateia fogo numa fogueira de críticas que Lula imaginava ter apagado com as declarações da reunião da FAO.
Resta agora aguardar pela divulgação do zoneamento agroecológico, cujo anúncio o governo anuncia para breve.
Escrito por Josias de Souza - Folha Online, 0408.
Foto: Sérgio Lima/Folha
RECEITA FEDERAL: CALMA!!! A LEOA DIZ SER MANSA...
LINA MARIA VIEIRA
Nova secretária da Receita quer maior número de alíquotas no IR
FOLHA - Como é ser a primeira mulher a assumir a Receita? A sra. se sente uma "leoa"?
FOLHA - A sra. vai tentar fazer com que os brasileiros entendam por que eles pagam tributos? VIEIRA - Levantei a bandeira da educação fiscal na 4ª Região [Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte], que é um trabalho demorado, mas precisamos iniciá-lo. Criamos a frase: "Receita Federal do Brasil: um leão em defesa da sociedade", para melhorar a imagem da Receita com a sociedade, para que ela entenda nossa função, mostrando que todo trabalho de combate à sonegação, ao contrabando, ao descaminho e à pirataria é uma proteção à indústria e ao comércio nacionais. É preciso também fazer um trabalho profundo para que as pessoas comecem a entender que elas pagam tributo, ele não cai do céu, é pago por todo cidadão e temos de ter o conhecimento e a capacidade de cobrar dos gestores públicos a boa aplicação dos recursos. De nada adiante bater recordes de receita se você não trabalha a qualidade do gasto.
FOLHA - A sra. acha que há espaço para novas desonerações?
FOLHA - A sra. pode adiantar as medidas desse pacote?
FOLHA - A sra. vai discutir o Supersimples com o Congresso?
FOLHA - Mas a sra. foi contra o Supersimples?
FOLHA - O que a sra. acha de o Imposto de Renda das pessoas físicas ter apenas duas alíquotas? É possível aumentar esse número?
FOLHA - Para aumentar a progressividade o que a sra. considera mais adequado: criar alíquotas intermediárias ou superiores a 27,5%?
FOLHA - O governo avalia isso?
FOLHA - A criação do imposto sobre grandes fortunas também pode ajudar na progressividade?
FOLHA - Alguns Estados adotaram programas de devolução de parte do ICMS para estimular as pessoas a pedir nota fiscal. É possível adotar esse mecanismo na esfera federal?
FOLHA - Qual a opinião da sra. sobre a carga tributária brasileira próxima de 37% do PIB?
FOLHA - Tendo sido secretária de Fazenda do Rio Grande do Norte, a sra. acha que o governo tem de ampliar a participação de Estados e municípios nas contribuições federais?
FOLHA - A sra. já tem alguma idéia para reduzir a sonegação no país?
FOLHA - O que a sra. acha da recriação da CPMF, agora como CSS?
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
O Globo
Tráfico recebe armas até do Exército da Bolívia
Royalties permitem campanha milionária
USP: apagão marítimo está próximo
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Folha de S. Paulo
Nova secretária da Receita quer mais alíquotas do IR
“Eu tenho total apoio de Lula”, diz o assessor Gilberto Carvalho
Luz Para Todos beneficia mais prefeitos do PT e da base aliada
Decisão sobre terra indígena é um teste para todo brasileiro
Editoriais: Leia “Violência em queda”, sobre a redução de homicídios e “Ditadura olímpica”, acerca de censura na China. (págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
Crédito cresce, apesar do aumento dos juros
Militares apontam ‘guerrilheiros’ do governo
Cresce circulação de jornais diários - Aumento no semestre foi de 8,1%. (págs. 1 e B17)
Ribamar Oliveira: Endividamento público – Senado discute controle de dívidas de Estados e municípios. (págs. 1 e B2)
Notas e informações: “Desmate subiu e caiu” – Embora soem contraditórios os dados sobre o desmate na Amazônia, a apenas um mês do fechamento do calendário de monitoramento da região, a devastação da floresta dobrou. (págs. 1 e A3)
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Jornal do Brasil
Currais cobram pedágio para permitir campanha
TSE: tropas podem vir depois do dia 11
Setor aéreo discute a crise
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Correio Braziliense
Onde estão os 34 mil terceirizados que serão substituídos.Até o fim do ano, o governo deve abrir concurso para preencher 30% dessas vagas. (págs. 1 e 10)
Por que o Banco do Brasil quer o BRB. (págs. 1, 11 e 13)
Lula na Argentina: esforço pela paz. (págs. 1 e 9)
Aprovados com louvor
Investigação para o Prouni
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Valor Econômico
Governo assume Madeira se litígio ameaçar projeto
Fundações não atingem as metas
Siderúrgicas agora buscam verticalização
Sérgio Leo: é um equívoco afirmar que o Brasil deixou de lado negociações bilaterais para se fixar em Doha. (págs. 1 e A2)
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Gazeta Mercantil
Petróleo leva setor aéreo a sua maior crise
Retomada de Angra 3 movimenta seguradoras
Gasto público pode impor teto para o PIB
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domingo, agosto 03, 2008
A HORA DO "ÂNGELUS"
sábado, agosto 02, 2008
EDITORIAL: DOHA [OU ATÉ QUE UM NOVO 11 DE SETEMBRO OS UNA...]
Concebida em novembro de 2001 na capital do Qatar, para transmitir solidariedade a um mundo sacudido pelo terrorismo, com os atentados de 11 de setembro daquele ano em Nova York e Washington, a Rodada de Doha se apaga, quase sete anos depois, quanto tomam corpo outras ameaças de crise global nos setores de alimentos, energia e clima.
Gustavo Capdevila (IPS)
GENEBRA – As negociações comerciais da Rodada de Doha fracassaram estrepitosamente arrastadas pelas mesmas discrepâncias entre países ricos e pobres que a caracterizaram durante seus quase sete anos de vida. Uma discordância irreparável entre os Estados Unidos, por um lado, e China e Índia, por outro, precipitou o final da conferência de ministros convocada pela Organização Mundial do Comércio, que havia chegado ao nono dia de sessões. O chanceler da Argentina, Jorge Taiana, considerou o ocorrido com Doha o fracasso de uma tentativa dos países industrializados de dar pouco e pedir muito. “E isso não foi aceito em linhas gerais pelos países em desenvolvimento. Me parece que esse desequilíbrio impediu de se resolver estas negociações”, afirmou. A faísca deste sinistro político internacional foi um assunto caro aos países em desenvolvimento, a criação de um mecanismo de salvaguardas especiais que aumentaria os direitos de aduana quando as importações de produtos agrícolas superassem certo nível e causassem prejuízo aos camponeses das nações pobres. “É incrível que tenhamos fracassado em um único tema”, lamentou o chanceler brasileiro, Celso Amorim. “Não significa que a questão não seja importante para alguns países, mas já havíamos decidido muitos outros assuntos intratáveis”, acrescentou. O diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, disse que de uma lista de 20 tópicos em discussão já se havia progredido em 18. Mas a brecha não pôde ser fechada no tema 19, lamentou. Os Estados Unidos se opuseram por considerarem que o mecanismo poderia levara a abusos, enquanto China e Índia o exigiam como uma defesa do sustento, da segurança alimentar e do desenvolvimento rural dos camponeses dos países em desenvolvimento. A divergência impediu que os ministros de 30 países e representantes dos demais 153 membros da OMC chegassem a um acordo sobre os parâmetros das negociações para liberalizar a agricultura e os produtos industriais, ou acesso aos mercados dos produtos não-agrícolas (Nama). Concebida em novembro de 2001 na capital do Qatar, para transmitir solidariedade a um mundo sacudido pelo flagelo do terrorismo, com os atentados de 11 de setembro desse ano em Nova York e Washington, a Rodada de Doha se apaga quanto tomam corpo outras ameaças de crise, em alimentos, energia e clima. Diante da crise mundial nos preços dos alimentos, é irônico que se pretenda criar mais barreiras ao intercâmbio mundial destes produtos, disse Susan Schwab, representante de Comércio dos Estados Unidos. Carin Smaller, do Instituto de Políticas para a Agricultura e o Comércio (IATP), afirmou que Washington propõe a abertura dos mercados como a melhor forma de conseguir segurança alimentar e promover o sustento. Por sua vez, Índia e China, com apoio da maioria dos países em desenvolvimento, dizem que as salvaguardas são o melhor resseguro em caso de ocorrer grandes transtornos nos mercados agrícolas. A subsecretária de Economia do México, Beatriz Leycegui, considerou o fracasso de Doha uma perda para todo o mundo, porque ocorre em meio a uma crise econômica muito forte, onde há protecionismo e falta credibilidade no sistema multilateral. “Nessas condições, era urgente obter um resultado”, disse. Lamy aceitou que Doha “fracassou”. Deixemos a poeira baixar, respondeu sobre futuras atividades negociadores da OMC. Mas, explicou que “minha reação não é a de jogar a toalha”. Alfredo Chiaradía, secretário de Relações Comerciais Internacionais da chancelaria da Argentina, disse que durante a última reunião de ministros, ontem, alguns se declararam partidários de novas tentativas para ressuscitar a Rodada. Leycegui reconheceu que o México insistiu em “não jogar no lixo tudo o que se conseguira” nos nove dias de negociações. “Foi uma frustração porque pensávamos que o acordo estava muito próximo, mas faltou um pouco de compromisso político”, disse. Anne-Laure Constantin, outra especialista do IATP, falou à IPS de suas esperanças de que os países-membros da OMC encontrem outra fórmula de encarar o comércio em nível multilateral. “Uma forma que se adapte mais às novas condições do mundo e ajude os países diante da crise que enfrentam, de alimentos, energia e clima. O processo de Doha deveria se converter em uma rodada do desenvolvimento, para favorecer os países mais pobres. Por esse motivo este desenlace se converte em frustração”, disse Taaiana.Jeremy Hobbs, diretor da Oxfam Internacional, disse estar decepcionado com o ocrrido. Quando os preços dos alimentos e da energia sobem e que as perspectivas da economia mundial se mostram incertas, o número de pobres crescem sem parar, afirmou. “Por isso, um acordo comercial decente teria dado a oportunidade de prevenir o agravamento da pobreza”, disse Hobbs. Por sua vez, Aftab Alam Khan, da ActionAid, entidade dedicada à promoção do desenvolvimento, atribuiu a responsabilidade do fracasso ao Estados Unidos e à União Européia, “que não puderam pensar além dos interesses de suas empresas multinacionais, que querem se apropriar de todas as oportunidades nos mercados dos países pobres. O fato de Estados Unidos e União Européia responsabilizarem China e Índia pelo ocorrido é de fazer rir”, concluiu. (IPS).
sexta-feira, agosto 01, 2008
VENEZUELA/CHÁVEZ/SANTANDER: NACIONALIZAÇÃO...
Segundo a BBC, o Banco da Venezuela é um dos principais do sistema financeiro do país e conta com pelo menos US$ 700 milhões investidos em operações na Venezuela. "Chamei o [Grupo Santander] para que comecemos a negociar", disse Chávez, em um discurso transmitido em cadeia nacional de rádio e TV. "Eles disseram que não estavam interessados em vender e eu lhes disse que quero comprar e vou fazer isso. Vamos nacionalizar o Banco da Venezuela", afirmou.
Segundo o jornal venezuelano, se Chávez conseguir nacionalizar o banco, o governo terá controle de 16,44% dos créditos do sistema bancário e 24,38% dos depósitos, enquanto o Banesco, instituição que estaria em segundo lugar no montante, teria 15,26% de créditos e 14,14% de depósitos. Com as 269 agências da instituição ligada ao Santander no país, o governo contaria com 561, ou seja, 17% do total de estabelecimentos no sistema financeiro. Além disso, Chávez transformaria os 5.861 funcionários do banco em servidores públicos.
Chávez disse que tomou a decisão após descobrir que o Santander havia iniciado contatos com um banqueiro local para vender o Banco de Venezuela, que o grupo espanhol comprou em 1996. Segundo ele, depois que seu governo se ofereceu para comprar o banco, o Santander retirou a oferta de venda. "Que o vendam ao governo, ao Estado. Vamos recuperar o Banco da Venezuela, nos faz muita falta um banco dessa magnitude", disse Chávez. "Este é um país que está recuperando suas riquezas", acrescentou.
Desde 2007, Chávez ordenou a nacionalização das companhias de telecomunicações, eletricidade e siderurgia. Ele também modificou as empresas mistas com petrolíferas estrangeiras na Faixa do Rio Orinoco para obter seu controle acionário. Até agora, as nacionalizações foram feitas após um acordo econômico entre as partes.
O anúncio ocorre depois do reencontro de Chávez com o rei da Espanha, Juan Carlos de Borbón, na semana passada, em que ambos restabeleceram o diálogo depois do incidente diplomático em que o rei mandou que Chávez se calasse, durante a Cúpula Ibero-americana, no ano passado.
Chávez disse que a nacionalização do banco gerará na Espanha "uma verdadeira campanha" contra seu governo. "Não faltarão os meios de comunicação da Espanha, vão dizer que sou um autocrata (...) para prejudicar as relações que acabamos de retomar", disse o presidente, em referência à visita ao rei e ao presidente espanhol José Luis Rodríguez Zapatero.
''FARC & BRASIL'': REVISTA COLOMBIANA DENUNCIA...
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MINISTÉRIO DA CULTURA: ''... E CADA QUAL NO SEU CANTO..."
Novo ministro da Cultura diz que falta de unidade nas propostas retardou envio ao Congresso do projeto de mudanças na Lei Rouanet, o que fará assim que tomar posse; ele cobra mais verbas do governo: "Política pública tem que ter orçamento"
ENVIADA ESPECIAL AO RIO
FOLHA - Qual será a marca de sua gestão?
JUCA FERREIRA - O alargamento do diálogo, a tentativa de pactuar com a área artística e cultural, em torno do projeto do ministério. Assim que eu assumir definitivamente, vou abrir o diálogo. E tratar com muito carinho as artes nas quais a gente menos avançou; fortalecer a Funarte, dar-lhe recursos para que não precise ficar dependendo da sensibilidade das empresas para financiarem as ações. Política pública tem que ter orçamento.
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http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0108200808.htm
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
O Globo
Jogos de Pequim já causam tensão entre EUA e China
Governo pode virar acusador de torturadores
O milagre da multiplicação dos cargos
Aplicações voltam a perder para a inflação
OMC: Brasil vai endurecer com a China
Call center continua sem tempo-limite (págs. 1 e 31)
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Folha de S. Paulo
Chávez vai nacionalizar Santader na Venezuela
Tarso Genro quer punir torturadores da ditadura
Novo ministro diz que mudar a Lei Rouanet é prioridade
Com secretária, Receita passa ao controle do PT pela primeira vez
Gustavo Patu: Rachid ascendeu tanto quanto a carga tributária
CotidianoEm 30 dias, lei seca reduz em 12% mortes nas rodovias federais. (págs. 1 e C7)
Cientistas obtêm neurônios de célula-tronco extraída de pele. (págs. 1 e A17)
EditoriaisLeia "Currais do crime", sobre infiltração de quadrilhas nas eleições e "Pouco público", que analisa gestão de Gil. (págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
Documentos indicam conexão das Farc com políticos do PT
Tarso defende punição para militaresque torturaram
Fazenda tira Rachid e põe Lina Vieira na Receita Federal
BC dá sinais de que manterá tendência de alta dos juros
Lei Seca: Total de mortes cai 20% nas estradas
Fraude na gasolina dos carros oficiais: Governo paulista perdeu R$8,2 milhões
Chávez ameaça filial do Santander
Pesquisa converte célula de pele em neurônio
Notas e Informações: Juntando os cacos de Doha
Artigo: Washington Novaes
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Jornal do Brasil
Transplantes em crise
Tarso quer tortura punida.
Secretário-executivo do Ministério da Cultura, Juca Ferreira assume o lugar de Gil e diz ao JB que Lula apostará na continuidade.Artistas e gestores ouvidos pelo JB aplaudem a projeção dada por Gil à cultura, mas vaiam sua falta de diálogo com o setor. (pág. 1 e 12)
Revista colombiana liga as Farc ao Brasil
Call Centers mudam em dezembro
Ponto extra de TV proibido
Cabral e TRE divergem sobre a força-tarefa federal no Rio
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Correio Braziliense
Obrigado, Athos Bulcão
Planalto monta trem da alegria
PT e Farc conectados
Exorcizando Palocci
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Gazeta Mercantil
Governo anuncia mais R$ 3 bi em crédito para exportador
Troca no fisco
Complexo MadeiraTribunal de Contas da União (TCU) aceita alterações feitas no projeto Jirau. (págs. 1 e C2)
Investimentos
Boi mais caro reduz margem de frigoríficosO preço do boi no Brasil, um dos mais altos do mundo, reduziu as margens das indústrias processadoras de carne, que começam a demitir funcionários diante de uma ociosidade média de cerca de 50%. O preço é puxado pela escassez do animal, causada pelo forte abate de vacas há alguns anos. “A indústria vive uma crise sem precedente com a falta de boi”, diz Zilmar Moussalle, diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes do Rio Grande do Sul (Sicadergs). No semestre, houve queda de 25% das vagas do setor no estado. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), Péricles Pessoa, o preço de US$ 57 da arroba é incompatível com a exportação devido ao câmbio e o consumidor não absorve o repasse de custo. Pelo quarto semestre consecutivo, o JBS-Friboi teve prejuízo (R$ 364,4 milhões) por causa da queda nas margens. (págs. 1 e C7)
Chávez irá nacionalizar o Santander
EUA têm PIB negativo e recessão parece mais perto
Indústria reduz ritmo
Na contramão da volatilidade
Lei das S.A. movimenta auditoriasAs auditorias estão faturando mais por causa da Lei 11.638/07, a nova lei das S.A. A Boucinhas & Campos + Soteconti Auditores, por exemplo, registrou crescimento de 30% neste ano. (págs. 1 e A10)
Cresce lucro das seguradoras
http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir









