A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
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quinta-feira, outubro 21, 2010
ELEIÇÕES 2O1O [In;] AINDA É TEMPO ... de comentar!
Há muito tempo tenho demonstrado que nossa mistura racial e nossa religião majoritária são responsáveis por nosso masoquismo. Adoramos sofrer, para nos purificarmos e iremos para o céu; prezamos um luto fechado lusitano, tanto que festejamos nossos enterros, como o de Tancredo, e desprezamos nossos heróis, como Amyr Klink. Agora a eleição vem reiterar essa constatação. Há, na capital do país, um candidato a deputado federal que proporcionalmente fez três vezes mais votos que Tiririca. Mas o país todo insiste em só falar do palhaço. O jovem Antônio Reguffe, mais votado como deputado local, candidatou-se agora a deputado federal, com a bandeira de sempre: a ética. Idealista, sincero, pôs em prática durante o mandado local todas as suas idéias e promessas. Cortou despesas de seu gabinete, devolveu dinheiro, compareceu a todas as sessões, denunciou a corrupção que está impregnada na política de Brasília. E se candidatou a deputado federal, sem praticamente fazer propaganda. Não precisou.
De cada cinco eleitores que foram as urnas, um votou nele. Fez 266 mil votos numa soma de 1 milhão 397 mil votos válidos - 19%. Para igualar-lhe o feito, Tiririca teria que fazer 4 milhões 323 mil votos. O palhaço teve 6% dos 22 milhões 573 mil votos válidos de São Paulo. Mas o moço de Brasília, até agora, não apareceu como modelo. Tiririca, sim, está em todas, como exemplo do circo nacional. Entre um modelo ético e um palhaço, ficamos com a palhaçada.
Pelo menos na eleição presidencial estamos mostrando o paradoxo: a derrotada foi quem venceu. Marina, no primeiro turno, conquistou um segundo turno para Serra e Dilma. Para o eleitor ter mais quatro semanas para pensar. Marina veio do longínquo Acre, mais perto do Oceano Pacífico que do Atlântico. Está num partido pequeno, o PV. E conquistou quase 20 milhões de corações e mentes. Lula, enquanto foi candidato só do PT, nas três tentativas em que perdeu, só na última igualou-se a Marina em votos.
Marina não é biônica, não é transgênica; é um produto orgânico. É gente e não sabonete embalado por marqueteiro; não é boneca de ventríloquo. Mostrou-se com personalidade, sincera, autêntica. A mesma autenticidade que a tirou do governo. Deixa essas lições para os dois que ficaram para o segundo turno. Mesmo sem a maciça propaganda e horários amplos na propaganda obrigatória, foi a quase 20 milhões de votos. Elegeu o segundo turno. E agora tem o poder de eleger presidente. Não que o eleitor dela aceite cabresto; quem votou em Marina é eleitor cabeça, que não se deixa conduzir por uma palavra de ordem de um candidato. Mas se Marina decidir subir algum palanque, ela poderá ungir a quem ela abraçar e disser: nesta pessoa, posso confiar meu projeto. Não são, Marina e Reguffe, exemplos de que nem tudo está perdido?
Alexandre Garcia é jornalista em Brasília e escreve semanalmente em Só Notícias (*)
(*) Recebido de amigos via ''email''.
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ELEIÇÕES 2O1O [In:] MÉTODO DE TRABALHO (IV)
O mestre deu a partida
O Estado de S.Paulo
Em entrevista ao jornal espanhol El País no início deste ano, o presidente Luiz Inácio da Silva manifestou convicção na vitória. "Dificilmente perco essa eleição", disse, a despeito de o adversário à época apresentar vantagem nas pesquisas.
Lula sabia do que estava falando: da disposição de usar e abusar de todos os métodos - quase infinitos - à disposição de um presidente da República para cavar o êxito que o levaria a bater recordes históricos de transferência de votos e a lograr espaço de honra no panteão dos presidentes eleitoralmente mais bem-sucedidos do Brasil.
Para isso decretou que sua prioridade absoluta no último ano de mandato seria eleger Dilma Rousseff. Paralisou o governo, mobilizou toda a administração na perseguição dessa meta, rasgou a Constituição, violou todas as regras da boa conduta, atacou violentamente a todos que enxergou como adversários.
Tão violentamente que governadores aliados ao governo e eleitos no primeiro turno criticaram direta e abertamente o presidente, atribuindo à sua conduta agressiva a perda dos votos suficientes para eleger Dilma no dia 3 de outubro passado.
Não é de estranhar, portanto, a atitude dos manifestantes petistas que ontem agrediram o candidato José Serra durante um ato de campanha na zona oeste do Rio de Janeiro.
Em 2002 o presidente recém-eleito Luiz Inácio da Silva agradeceu ao presidente que deixava o posto, Fernando Henrique Cardoso, a correção da atitude neutra à qual atribuiu, junto com a eficiência da Justiça Eleitoral, a sua eleição.
Oito anos depois, o presidente Lula faz o oposto do que considerava o melhor para o Brasil. Desqualifica a Justiça, afronta a legislação e usa de maneira escabrosa a máquina pública; sem freios nem disfarces.
Não há outra conclusão possível: Lula só leva em conta o que é melhor para si, já que passados esses anos certamente fez a conta de que a "correção" de FH fez o antecessor não eleger o sucessor.
Como não quer correr o risco, Lula apropria-se indevidamente do patrimônio público, comete todas as infrações à sua disposição, leva o governo para a ilegalidade e ainda se vangloria como quem dissesse que vergonha é roubar e não poder carregar.
O pior para ele é que com tudo isso ainda pode perder. O melhor para o País já foi feito quando o eleitorado criou esse espaço de confrontação final. Do qual o presidente da República abusa sem nenhum escrúpulo, aparentemente com a concordância do Ministério Público.
A tropa que entrou em choque com a campanha tucana no Rio fez o que o mestre ensinou: vale tudo e mais um pouco para tentar ganhar a eleição.
Mal contada. O inquérito da Polícia Federal sobre a quebra do sigilo fiscal de várias pessoas ligadas ao tucano José Serra ainda não esclareceu de todo o caso, mas já permite uma constatação: é falsa a versão de que aquelas violações resultaram de um esquema maior de compra e venda de sigilo dentro da Receita, conclusão que o governo acha menos grave que a motivação eleitoral.
Pois bem: pelo que diz Amaury Ribeiro (o jornalista que contratou a quebra de sigilo), a razão foi política. Segundo ele, em 2009 foi a São Paulo a custa do jornal Estado de Minas, onde trabalhava à época, para recolher dados para "proteger" o então governador de Minas, Aécio Neves.
Meses depois, alguém do PT roubou dele as informações e montou um dossiê para tentar prejudicar os tucanos.
Por enquanto a história não fecha direito e, pelo já visto, pode reservar emocionantes revelações.
Por exemplo: por que o jornal Estado de Minas mandou um repórter a São Paulo coletar dados com objetivo de "proteger" o então governador? E proteger do quê, de uma ofensiva de José Serra? Quem pagou pela quebra do sigilo: o jornal, o governo do Estado ou Amaury? Se Amaury foi roubado, o que fazia na reunião com o setor de "inteligência" da pré-campanha do PT onde se negociavam as informações que viriam a fazer parte do dossiê entregue em junho de 2010 ao jornal Folha de S. Paulo?
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ELEIÇÕES 2O1O [In:] MÉTODO DE TRABALHO (III)
Veja vídeo do tumulto em que José Serra é ferido no Rio
ITALO NOGUEIRA
FELIPE CARUSO
DO RIO
CATIA SEABRA
DE SÃO PAULO
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, cancelou agenda programada para a tarde desta quarta-feira no estádio do Maracanã, no Rio, após levar uma pancada na cabeça durante confronto entre militantes do PSDB e do PT.
O presidenciável foi atingido por um rolo de adesivos na testa, logo acima do olho direito. Serra chegou a colocar gelo na cabeça para amenizar a dor, mas não chegou a sangrar.
Serra participava de uma caminhada em Campo Grande (zona oeste do Rio). Ele foi encaminhado para o Hospital Samaritano, em Botafogo (zona sul), para avaliar eventuais consequências da agressão. De acordo com o médico Jacob Kligerman, que o atendeu, não foi constatada nenhuma irregularidade na tomografia.
Serra cancela agenda no Rio após pancada na cabeça; veja vídeo
Campanha tucana avalia levar imagens de tumulto no RJ ao horário eleitoral de hoje
Serra leva pancada na cabeça em confusão com militantes do PT no Rio
Militantes do PT e do PSDB se enfrentam durante ato de Serra
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Segundo Kligerman, Serra disse ter sentido náuseas e tonturas após a agressão. O médico, ex-secretário de saúde na gestão de Cesar Maia, afirmou não ter visto nenhum ferimento aparente no candidato, mas decidiu encaminhá-lo para a tomografia por precaução.
Kligerman afirmou ter recomendando ao candidato que cancelasse sua agenda e ficasse em repouso por 24 horas.
Em nota, a campanha de Serra afirmou que ele foi surpreendido durante uma caminhada "pacífica". "Nossa candidatura reafirma sua posição pela paz, tolerância e um governo de unidade nacional, pois entende que esse é o único caminho para o progresso no Brasil."
"O PT tem tropa de choque. Não sei se foi previsto ou não, mas eles fazem no piloto automático. Lembra a tropa dos nazistas? É típico de movimentos fascistas", disse Serra, após a agressão.
Segundo o empresário Ronaldo Cezar Coelho, que acompanhava a caminhada, Serra foi atingido na saída de uma drogaria. "Fomos emparedados", afirmou.
O PT negou que militantes do partido tenham agredido o candidato. Em nota assinada pelo presidente do partido no Rio, deputado federal Luiz Sérgio, o tumulto no qual o tucano foi ferido é atribuído a seguranças do presidenciável, que teriam tratado com rispidez um grupo que protestava contra Serra.
| Italo Nogueira/Folhapress |
| Autônomo Carlos Calixto, 44, militante do PT ferido durante o confronto com cabos eleitorais do PSDB |
SINT-SAÚDE
Uma manifestação dos integrantes do Sint-Saúde (sindicato dos trabalhadores de agentes de combate às endemias) deflagrou a pancadaria entre militantes do PT e do PSDB.
O diretor da entidade, José Ribamar de Lima, e o candidato derrotado a deputado estadual Sandro Mata Mosquito (PT) foram ao local com cartazes feito a mão chamando Serra de "pior ministro da Saúde". Eles gritavam, acusando o tucano de ser o responsável pela epidemia de dengue em 2002.
Militantes tucanos puxaram e rasgaram os cartazes, e os grupos adversários começaram a briga.
Um grupo de militantes do PT chegou logo em seguida, deflagrando briga generalizada entre os militantes dos dois partidos.
Serra, neste momento, permanecia dentro de uma loja. O tucano decidiu voltar para o calçadão e manter a caminhada. Ele passou a ser o alvo dos gritos dos militantes, e ameaçou partir para cima dos petistas, mas foi contido por companheiros de chapa, entre eles o vice Indio da Costa (DEM). Xingou de volta alguns dos militantes.
De acordo com Indio, o rolo de adesivos foi tirado da mão de um apoiador de Serra e arremessado contra ele.
http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/817575-veja-video-do-tumulto-em-que-jose-serra-e-ferido-no-rio.shtml
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ELEIÇÕES 2O1O [In:] MÉTODO DE TRABALHO (II)
PF quer saber quem encomendou de jornalista quebra de sigilo
LEONARDO SOUZA
FERNANDA ODILLA
DE BRASÍLIA
Depois de identificar como os dados sigilosos dos tucanos foram acessados, a Polícia Federal busca saber agora se alguém ordenou o jornalista Amaury Ribeiro Jr. a encomendar os documentos e quem pagou pelo serviço. Amaury vai ser intimado a prestar novo depoimento.
Investigadores da polícia envolvidos no caso tentam descobrir se a ação do jornalista visava proteger o ex-governador e senador eleito por Minas Gerais Aécio Neves --que à época disputava internamente no PSDB a candidatura à Presidência.
O jornalista é ligado ao chamado "grupo de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT). Ele contou à PF que foram pessoas do PT que roubaram os dados de seu computador pessoal. O laptop, segundo ele, foi violado neste ano num quarto de hotel em Brasília. Amaury, nessa época, já atuava para o "grupo de inteligência". Sua estadia na capital, inclusive, era paga por integrantes do PT.
"Amaury disse que teve ciência que um grupo investigava o governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Então foi feita uma investigação para descobrir quem era", disse nesta quarta-feira um dos delegados responsáveis pelo caso, Alessandro Moretti.
De acordo com o relato do jornalista à PF, ele descobriu que o grupo era comandado pelo deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), ligado ao tucano José Serra. Tanto Itagiba quanto Serra negam.
O delegado informou ainda que Amaury "não diz em nenhum momento do depoimento se teve ou não contato com Aécio Neves", nem se encomendou os dados dos tucanos a pedido de outra pessoa. Mas a investigação continua.
Moretti disse ainda que o jornalista afirmou que os gastos para obter os documentos foram custeados pelo jornal "O Estado de Minas". Amaury não falou em valores nem precisou a origem dos recursos. O executor do serviço, o despachante Dirceu Garcia, afirmou que cobrou R$ 12 mil.
Em nota, o jornal afirma que Amaury trabalhou por três anos na empresa. "Nenhuma [reportagem], absolutamente nenhuma, se referiu ao fato agora em questão. O 'Estado de Minas' faz jornalismo", diz a nota, assinada pela direção do diário.
Segundo o diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, estão sendo feitas diligências complementares em diferentes partes do país. Corrêa diz que essas diligências não afetam o resultado da investigação que até agora identificou cinco intermediários entre o jornalista que encomendou os dados sigilosos e as servidoras da Receita que coletaram as informações.
Hoje, houve uma tentativa da polícia de descolar a investigação do período eleitoral. "Conotação política e partidária não pauta a investigação da Polícia Federal", disse Corrêa.
Em nota divulgada, a PF informou que os dados violados foram usados "para a confecção de relatórios, mas não foi comprovada sua utilização em campanha política". Disse ainda refutar qualquer tentativa do uso do trabalho policial para fins eleitoreiros.
http://www1.folha.uol.com.br/poder/817784-pf-quer-saber-quem-encomendou-de-jornalista-quebra-de-sigilo.shtml
ELEIÇÕES 2O1O/Segundo turno [In:] MÉTODO DE TRABALHO...
Luciana Nunes Leal, da Sucursal do Rio
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, comparou o PT aos nazistas e os acusou pelo tumulto ocorrido entre militantes petistas e os cabos eleitorais tucanos durante caminhada no calçadão de Campo Grande, no Rio. ”Foi a tropa de choque do PT. Eles são a tropa de choque da mentira e da violência. Não sei se é previsto ou não, mas eles fazem no piloto automático. Lembra a tropa de assalto dos nazistas? É tropa de choque, muito típico de movimentos fascistas como eles são”, disse o candidato, que se abrigou em uma farmácia.
Veja também:
Dilma afirma repudiar agressão contra Serra
Militantes do PSDB formaram um cordão de isolamento para prosseguir com a caminhada e alguns comerciantes fecharam as portas. No fim, Serra foi cercado por petistas e levou as mãos à cabeça.
Assessores do tucano afirmaram que ele foi atingido por uma bandeirada. Não havia ferimento aparente. Segundo pastor Paulo Cesar Gomes, que acompanhava a caminhada, afirmou que o candidato foi atingido por um rolo de papelão utilizado para armazenar material de campanha. Depois da confusão, Serra disse a fotógrafos que não sabia o que o havia atingido, mas que ficou “grogue” com a pancada.
Os militantes gritavam palavras como “assassino”, numa referência à demissão de agentes mata-mosquitos durante o governo de Fernando Henrique Cardoso e exibiam cartazes com a pergunta “Cadê Paulo Preto?”, menção a Paulo Vieira de Souza, ex-diretor de Engenharia da Dersa.
A situação já foi normalizada e as lojas reabriram suas portas.
Atualizado às 14h20
Foto: Tasso Marcelo/AE
Foto: Tasso Marcelo/AE
http://blogs.estadao.com.br/radar-politico/2010/10/20/cabos-eleitorais-de-jose-serra-entram-em-confronto-com-militantes-do-pt-no-rio/
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
21 de outubro de 2010
O Globo
Manchete: Inquérito liga violação de sigilo a Dilma, mas a PF tenta negar
O inquérito da Polícia Federal concluiu que o mandante da quebra de sigilo fiscal de tucanos foi o jornalista Amaury Ribeiro Júnior - que trabalhou na pré-campanha de Dilma Rousseff no início deste ano. Segundo a PF, Amaury era repórter do jornal "O Estado de Minas" quando pagou R$ 12 mil a um despachante de SP por dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e de mais sete pessoas ligadas ao candidato José Serra. Apesar disso, a PF nega vínculos entre a violação e a campanha de Dilma. "Não foi comprovada utilização em campanha política", disse o diretor Luiz Fernando Corrêa. Ouvido no inquérito, Amaury disse que contratou o despachante só para levantar dados em juntas comerciais, e que tudo foi pago pelo "Estado de Minas". Disse que investigava um suposto esquema de espionagem contra Aécio Neves montado por pessoas ligadas a Serra. (Págs. 1 e 3 a 10)
Serra é agredido por petistas no Rio
Foto legenda: Durante o tumulto iniciado por militantes petistas, Serra é atingido por um rolo de adesivos de campanha e protege a cabeça. (Pág. 1)
Ibope: vantagem de Dilma é de 11 pontos
Correios rompem contrato com empresa envolvida no Caso Erenice. (Págs. 1 e 10)
Foto legenda: Saia justa verde. Em evento de apoio de integrantes do PV a Dilma, Greenpeace cobra compromisso da ex-ministra. (Págs. 1 e 13)
Grã-Bretanha sobe idade para aposentar
Foto legenda: Milhões de pessoas marcham em Downing Street, Londres, contra cortes.
Foto legenda: Estudantes protestam em frente ao Senado, em Paris, contra a reforma
Ministro contesta, mas não explica baixa verba para a Cultura (Págs. 1 e 14)
Brasil terá novo cardeal, o de Aparecida
Obama sai em campanha para barrar radicais
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Folha de S. Paulo
Manchete: Escândalo da Receita: Jornalista admite à PF que encomendou informaçõesO jornalista Amaury Ribeiro Jr. confirmou à Policia Federal que encomendou dados de pessoas próximas a José Serra (PSDB), como a Folha revelou ontem.
Ele afirmou que começou a apuração porque soube que um grupo do PSDB reunia dados contra Aécio Neves, que na época disputava com José Serra a indicação do partido à Presidência. Em nota, Aécio repudiou o envolvimento de seu nome.
O jornalista, que em abril passou a integrar o "grupo de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT), atribuiu o vazamento dos dados sigilosos a uma ala do PT que disputava espaço na campanha.
Segundo ele, as informações, repassadas para a Folha em junho, foram roubadas de seu computador, no quarto de hotel que ocupava em Brasília, por pessoas ligadas ao PT. (Págs. 1 e Poder)
Despachante diz a TV que recebeu ajuda de R$ 5.000. (Págs. 1 e A6)
Dilma afirma que violação é fruto de disputa no PSDB (Págs. 1 e A7)
Serra oferece benefício a igrejas para obter apoio
Segundo Cantóia, um governo tucano apoiaria igrejas complementando a ação da escola. "O objetivo é levar as crianças para dentro da igreja", diz ele. (Págs. 1 e A10)
Foto legenda: Dor de cabeça. Ao lado de Gabeira (PV), Serra (PSDB) toca local em que foi atingido por um rolo de adesivos após briga entre militantes petistas e tucanos no Rio. (Págs. 1 e A8)
Janio de Freitas
Pancadaria física é desdobramento lógico da campanha. (Págs. 1 e A6)
Cade autoriza por unanimidade compra da Brasil Telecom pela Oi (Págs.1 e B6)
Reino Unido fará seu maior corte de gastos em 60 anos
Análise
Reação aos cortes não deverá ser como na França, escreve Vaguinaldo Marinheiro. (Págs. 1 e B4)
Abu Dhabi cancela condenação de garota brasileira
Consultor do Departamento de Justiça afirmou ao enviado Marcelo Ninio que "alguns estrangeiros fazem coisas que seriam consideradas inadequadas em seus próprios países". (Págs. 1 e C6)
Boa notícia: Procon lança site para queixas relativas a compras pela internet (Págs. 1 e C5)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Dilma abre 11 pontos de vantagemEm uma semana, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, ampliou de 6 para 11 pontos porcentuais sua vantagem em relação ao tucano José Serra, segundo pesquisa Ibope para o Estado e a TV Globo. A petista tem 51% das intenções de voto, ante 40% do adversário. Em relação à sondagem anterior, divulgada no dia 4, Dilma oscilou dois pontos para cima, e Serra caiu três. Levando-se em conta apenas os votos válidos (excluídos nulos, brancos e eleitores indecisos) a candidata do PT lidera com 12 pontos de vantagem (56% a 44%), seis a mais do que na semana passada (53% a 47%). No primeiro turno, ela teve 46,9% dos votos válidos, ante 32,6% do adversário. O avanço de Dilma pode ser explicado pelo comportamento do eleitorado feminino. Nesse segmento, ela abriu sete pontos de vantagem (48% a 41% dos votos totais), saindo da situação de empate (em 46%) registrada na pesquisa anterior. (Págs. 1 e Nacional A4)
13 pontos
é a vantagem de Serra no Sul, única região do País em que o tucano lidera. (Pág. 1)
No Rio, petistas agridem Serra durante evento
José Serra, candidato tucano
"Lembra a tropa de assalto dos nazistas? É típico de movimentos fascistas como eles são". (Pág. 1)
Foto legenda: Violência. Serra é retirado após ter sido atingido por militante petista durante caminhada na zona oeste do Rio. (Pág. 1)
Greenpeace atrapalha ato de verdes pró-Dilma
Foto legenda: Protesto. Diante de Dilma, petista puxa faixa de militante do Greenpeace. (Pág. 1)
PF liga quebras de sigilo à campanha petista
Pacote britânico prevê corte de 490 mil cargos públicos
Copom decide manter juro em 10,75% ao ano
Papa nomeia cardeal o arcebispo de Aparecida (Págs. 1 e Vida A28)
Crescem as suspeitas de corrupção e Fifa afasta seis (Págs. 1 e Esportes E4)
Dora Kramer: O mestre deu a partida
Celso Ming: Falta a bala de prata
Eugênio Bucci: O mistério de Marina
Notas & Informações
O chanceler Celso Amorim continua a propor planos grandiosos para um Mercosul emperrado. (Págs. 1 e A3)
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Manchete: Caixa das empresas e juros baixos incentivam fusões
A previsão do Credit Suisse é que o volume de transações cresça entre 15% e 20% neste ano, em relação a 2009, chegando a US$ 2,5 trilhões no mundo todo. Não deixa de ser uma recuperação, mas o desempenho ainda estão muito abaixo dos US$ 4,2 trilhões de 2007.
Para a América Latina, porém, a sensação é de uma enxurrada de fusões e aquisições, com um recorde de US$ 190 bilhões nos nove primeiros meses do ano, dos quais pouco mais da metade para o Brasil. (Págs. 1 e C1)
Gabrielli põe governança em discussão
Como a pobre Queimados atrai novas indústrias
Até agora, os investimentos detalhados somam R$ 491,9 milhões, contando apenas a primeira fase do maior de todos os projetos, o da empresa austríaca RHI, fabricante de refratários e laminados para altos-fornos. Ela comprou área de um milhão de metros quadrados para instalar uma unidade que antes funcionava no Chile e vai gerar 400 empregos diretos, além de 1.100 indiretos. Em uma segunda fase, a RHI deve empregar diretamente cerca de 2 mil pessoas.
Outras grandes indústrias estão em fase de instalação na cidade. Uma delas é a multinacional Procter & Gamble, que vai investir R$ 30 milhões em uma fábrica que deverá abrir 600 vagas. Já em fase de instalação está a Deca, fabricante de louças e metais sanitários, controlada pela Duratex, do grupo Itaúsa. A lista inclui indústrias de setores de bebidas (Aje Refrigerantes), farmacêutico (Genus Farmacêutica), material de construção (ampliação da Quartzolit) e eletrônicos (Investiplan e CBI). (Págs. 1 e A12)
Geithner quer pacto cambial entre grandes
Consumo de suco desafia a indústria
J&J concentra comando da AL no Brasil
Copom mantém Selic em 10,75% ao ano (Págs. 1 e A2)
NC2 produzirá caminhões no país
País capta R$ 1 bi com bônus em reais
Fundos terão 'teste de estresse'
Força-tarefa contra sonegação
Ideias
A linha que separa o meio e a repulsa ao difamador é tênue e os ataques a Dilma podem se transformá-la em vítima. (Págs. 1 e A6)
Ideias
"Indústria" das compensações ao redor dos processos de licenciamento ambiental cria dificuldades para vender facilidades. (Págs. 1 e A10)
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RADIOBRAS.
quarta-feira, outubro 20, 2010
CHINA/BRASIL [In:] ... NA MESMA ''MOEDA''
'Vai na direção correta', diz Mantega sobre decisão chinesa
Autor(es): Adriana Fernandes |
| O Estado de S. Paulo - 20/10/2010 |
Um dia depois de o governo brasileiro tomar medidas mais duras para conter a valorização do real ante o dólar, a decisão da China de elevar a taxa de juros pela primeira vez desde 2007 deve ajudar a economia do Brasil. A avaliação foi feita ontem pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que elogiou a ação do governo chinês. Para o ministro, os chineses estão "colaborando". "Ajuda sim. Pode valorizar um pouco a moeda deles. É bom. Vai na direção correta", afirmou o ministro, que ontem passou o dia acompanhando os desdobramentos no mercado financeiro das novas medidas cambiais. Mantega cancelou a viagem que faria ontem à Coreia do Sul para a reunião preparatória do encontro de presidentes dos países do G-20 (grupo das maiores economias do mundo), que será realizado em novembro em Seul. Mantega decidiu ficar no Brasil para acompanhar de perto o impacto das medidas. Segundo assessores, não estão descartadas novas medidas, se os recentes aumentos do IOF não surtirem o efeito necessário. O ministro tem na mesa uma lista de medidas que já vêm sendo estudadas pela área técnica e poderão se acionadas rapidamente. A orientação, por enquanto, é aguardar os movimentos do mercado para verificar se haverá uma acomodação da especulação com a taxa de câmbio. |
CHINA [In:] BOLSA DE VALORES
Susto chinês nos mercados
| Susto chinês nos mercados |
Autor(es): Bruno Villas Bôas RIO, PEQUIM e NOVA YORK |
| O Globo - 20/10/2010 |
BC da China eleva juros pela primeira vez em três anos. Bolsas caem e dólar sobe no mundo. O Banco Central chinês surpreendeu ontem os mercados ao anunciar o primeiro aumento da taxa básica de juros desde 2007, num esforço do governo para esfriar a superaquecida economia e conter o risco inflacionário. A decisão derrubou as ações nas principais bolsas do mundo e os preços de commodities (matérias-primas), como o petróleo. Em sentido inverso, o dólar americano se valorizou no mundo. No Brasil, a moeda subiu 1,26% no câmbio comercial e fechou a R$ 1,687. Foi a maior alta percentual desde 29 de junho deste ano (1,57%), quando incertezas sobre a China também pesaram nas moedas mundiais. O movimento foi reforçado, em menor escala, pelo aumento da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre investimentos estrangeiros em renda fixa de 4% para 6%, que entrou em vigor ontem. Para Mantega, alta ajuda no câmbio A inflação anual ao consumidor chinês foi de 3,5% em agosto, e economistas esperam um aumento para 3,6% em setembro. Mesmo assim, a alta dos juros surpreendeu porque vários líderes haviam expressado confiança sobre o controle da inflação, dizendo que juros mais altos poderiam atrair capital especulativo do exterior. |
MERCADO ACIONÁRIO [In;] ''ACIONAR'' A QUEM ?
Faça o que eu digo, mas...
| Faça o que eu digo, mas... | |
Autor(es): Rosana Hessel | |
| Correio Braziliense - 20/10/2010 | |
Faça o que eu digo, mas...
AÇÕES DA PETROBRAS Quando as orientações dos grandes bancos levam o mercado a uma direção, corretoras vão para a outra e ditam o preço. Pequeno investidor vira refém
O mercado de ações, definitivamente, não é para amadores. Quem se arrisca na bolsa sem ter o conhecimento de como é seu funcionamento acaba perdendo dinheiro no curto ou no curtíssimo prazo, seja em uma oferta inicial de ações (IPO) ou mesmo em uma capitalização como a da Petrobras, que ocorreu recentemente. Nesse tipo de transação, aliás, os mais bem informados fazem a festa, pois saem na frente e ditam o comportamento do mercado enquanto os peixes pequenos amargam o prejuízo. Um bom exemplo ocorreu na megaoperação da estatal. Algumas das instituições contratadas para vender os papéis, recebendo comissões para isso, recomendaram a compra a seus clientes. Mas logo depois do encerramento da oferta, emitiram relatórios rebaixando o desempenho das ações, o que levou as cotações a caírem abaixo do valor da oferta. Foi justamente o que fizeram duas corretoras de grande porte ligadas aos bancos Credit Suisse e Morgan Stanley e que chamou a atenção dos operadores. No feriado do último dia 12, o banco suíço Credit Suisse soltou um documento de seus economistas praticamente recomendando a venda das ações da estatal. A classificação das ações da Petrobras feita pelo último relatório do banco suíço foi neutra, mas a instituição reduziu o preço-alvo, ou seja, o valor esperado para o papel alcançar na Bolsa de Nova York em outubro de 2011, que baixou de US$ 65 para US$ 43. O mais curioso foi o comportamento da corretora suíça, que chegou a comprar quase o dobro do volume de ações da Petrobras que adquiriu nos dias anteriores, chegando até a liderar o ranking de negociações preferenciais (sem direto a voto) na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa). |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
20 de outubro de 2010
O Globo
Compromisso era dar 1% do Orçamento, mas verba é de apenas 0,23%
O presidente Lula vai terminar o governo sem realizar sua principal promessa para a área da Cultura. Em 2003, ele garantiu aos artistas que terminaria o governo destinando no mínimo 1% do Orçamento Geral da União ao Ministério da Cultura, mas a realidade da proposta enviada ao Congresso para o ano que vem é bem diferente: estão previstos recursos de R$ 1,65 bilhão, 0,16% do total. Este ano, a Cultura recebeu R$ 2,23 bilhões - 0,23% dos R$ 947,8 bilhões do Orçamento. Só teve mais recursos que as pastas de Pesca, Esporte, Indústria e Comércio e Relações Exteriores. A candidata petista, Dilma Rousseff, fez campanha em Goiás. O tucano José Serra encontrou-se com Fernando Gabeira no Rio e disse que fez parceria com setores do PV. (Págs. 1 e 3)
Padilha não assinou manifesto pró-Dilma
Diretor de "Tropa de elite 2", José Padilha negou estar apoiando Dilma Rousseff - embora tenha sido incluído no manifesto de artistas a favor dela. Em nota, o cineasta disse que "a falta de crítica e de compromisso com a verdade" marca os dois candidatos. O sociólogo Emir Sader, que redigiu o manifesto, disse ter sido informado do apoio de Padilha. A CUT admitiu o erro. (Págs. 1, 3 e Merval Pereira)
AGU pede e STM atrasa decisão sobre Dilma
A pedido da Advocacia Geral da União, o Superior Tribunal Militar suspendeu o julgamento do pedido de acesso ao processo da ditadura contra Dilma Rousseff. A decisão pode ficar para o dia 28. (Págs. 1 e 18)
Serra: promessas cabem no Orçamento
Cobrado no "JN" por fazer promessas que elevam gastos - como mínimo de R$ 600 e 13º para o Bolsa Família -, José Serra disse que as medidas custariam apenas 1% do Orçamento da União. (Págs. 1 e 17)
Tesoureiro do PT é denunciado à Justiça
O Ministério Público de São Paulo denunciou o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, por formação de quadrilha, estelionato, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro no caso Bancoop. (Págs. 1 e 15)
Foto legenda: Depois do Chico, o Íris: Dilma faz campanha ao lado do candidato a governador de Goiás pelo PMDB. (Pág. 1)
Foto legenda: Depois do Gabeira, o Gabeira de novo: no Rio, Serra em campanha com o deputado pelo segundo dia consecutivo. (Pág. 1)
Fila do CTI no Rio já tem 138 pacientes
Regras mais duras sobre antibióticos
União Europeia diz que iogurtes não melhoram saúde (Págs. 1 e 32)
Reino Unido corta gastos na Defesa
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Folha de S. Paulo
Investigação da Polícia Federal fez conexão entre a quebra dos sigilos fiscais de várias pessoas ligadas ao candidato José Serra (PSDB) e o dossiê preparado pela chamada "equipe de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT).
A PF descobriu que o jornalista Amaury Ribeiro Jr. encomendou a compra de informações obtidas ilegalmente ao despachante Dirceu Garcia, que, em depoimento, confirmou ter recebido R$ 12 mil pelo trabalho.
O jornalista sempre negou que estivesse trabalhando para a pré-campanha de Dilma. Ele, no entanto, participou de reunião da "equipe de inteligência" no dia 20 de abril. O flat em que Ribeiro Jr. se hospedava em Brasília era pago pelo PT.
A quebra de sigilo fiscal de tucanos foi revelado pela Folha em junho. (Págs. 1 e A4)
Escândalo da Casa Civil: Sindicância aponta novos elos do caso Erenice na Presidência
Segundo a investigação, o grupo de Israel, acusado de tráfico de influência, usou PCs e funcionários da Secretaria de Assuntos Estratégicos e do Gabinete de Segurança Institucional.
A sindicância deveria ter sido concluída no domingo, mas foi adiada para depois da eleição. Ex-braço direito de DUma Rousseff. Erenice deixou a Casa Civil em setembro, após as denúncias.
Citado na investigação, Gabriel Laender, que foi da SAE e hoje é assessor da Casa Civil, negou relação com o esquema. O governo alegou sigilo e disse que não se pronunciaria. (Págs. 1, A8 e A9)
Gasto com propostas de Serra atingiria R$ 46 bi
O valor equivale a uma vez e meia tudo que a União investiu em infraestrutura em 2009 (R$ 32 bilhões). Para consultor do candidato.
"há espaço" para esses gastos no Orçamento. (Págs. 1 e A15)
Comando tucano vê perda de fôlego na campanha e discute mudanças na estratégia de Serra. (Págs. 1 e A12)
São Paulo isola pacientes com superbactéria assintomáticos
O maior foco da KPC está em Brasília, com 135 casos confirmados e 15 mortes. Em São Paulo, houve ao menos, 90 casos neste ano, relata Cláudia Collucci. (Págs. 1 e C1)
Foto legenda: Especialista do laboratório de microbiologia do hospital Albert Einstein manipula placa de cultura da superbactéria KPC. (Pág. 1)
Real é a moeda mais valorizada entre emergentes
Mario Mesquita
Próximo governo terá de enfrentar estagnação global (Págs. 1 e B11)
EUA aceitam gays assumidos nas Forças Armadas (Págs. 1 e A18)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Dólar sobe 1,32%, mas mercado prevê fôlego curto para alta do IOFNo primeiro dia de vigência da alíquota de 6% do Imposto sobre Operações Financeiras para investimentos estrangeiros, estabelecida com o objetivo de conter a alta do real ante o dólar, a moeda americana mudou de direção e subiu 1,32%, para R$ 1,686. É a maior alta diária desde 29 de junho, quando o dólar avançou 1,51%. A movimentação dos mercados externos, causada por inesperada subida dos juros na China, também ajudou a puxar o câmbio para cima. A percepção dos economistas, porém, é que o Brasil está apenas
"ganhando tempo" para que os países cheguem a uma trégua na "guerra cambial". A tendência é que as medidas adotadas ontem percam vigor e que o governo seja obrigado a lançar mão de novos mecanismos para segurar o real. (Págs. 1 e Economia B1)
Serra critica medidas
O candidato à Presidência José Serra (PSDB) criticou a política cambial do governo e disse que adotará "mudança ampla" na economia, caso seja eleito. (Págs. 1 e Nacional A9)
MP denuncia tesoureiro do PT no caso Bancoop
R$ 68 milhões
É o rombo da Bancoop apontado pelo Ministério Público. (Pág. 1)
Justiça susta concurso dos Correios sem licitação
Foto legenda: Em busca de apoio e recursos
Cresce pressão antirreformas na França
Foto legenda: Manifestação em Lille contra mudança previdenciária
Cristina fala em 'nacionalizar' a mídia argentina
Justiça tranca ação contra Igreja Universal (Págs. 1 e Vida A24)
Rolf Kuntz: Dólar é só um dos problemas
Notas & Informações
O FMI concorda com Paulo Bernardo: o próximo governo terá de arrumar as contas públicas. (Págs. 1 e A3)
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Valor EconômicoManchete: IOF eleva dólar e protege real por tempo limitado
A moeda americana subiu 1,26% ontem, fechando a R$ 1,687. A alta, em boa medida, refletiu a elevação dos juros na China, que derrubou a moeda americana mundo fora. Analistas reafirmam que a tendência de fortalecimento do real no médio e longo prazos permanece, pois os fundamentos continuam os mesmos e, também, porque os investidores sabem driblar em parte os obstáculos do imposto. Há um consenso, no entanto, que sem a atuação da Fazenda o dólar estaria abaixo de R$ 1,60. (Págs. 1, C1, C2, C3 e C8)
De la Rúa diz que FMI puniu a Argentina
De la Rúa atribui sua queda a um golpe orquestrado pelo peronista Eduardo Duhalde, a quem derrotou nas urnas, e vê no "grande progresso na política brasileira" um dos fatores que diferenciam o destino dos dois países. Desde os anos 60 até hoje, diz, o peronismo não deixou nenhum governo de oposição encerrar seu mandato. (Págs. 1 e A14)
DEM reflui e só cresce no Centro-Oeste
Em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, onde o DEM não tinha representantes na Câmara há quatro anos, nesta eleição o partido elegeu um parlamentar em cada Estado. Em Goiás, passou de um para três deputados. (Págs. 1 e A8)
Foto legenda: Filha de peixe
'Impressão em nuvem', made in Brazil
A surpresa é que essa tecnologia, que levou dois anos para ser desenvolvida, foi criada a partir do laboratório de pesquisa da HP em Porto Alegre, uma unidade com 600 profissionais instalada no Parque Científico e Tecnológico da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), o Ternopuc. O Google e a Xerox também já anunciaram iniciativas na área da "impressão em nuvem". (Págs. 1 e B3)
HSBC lança fundo de ações do Brasil
Hoje, o HSBC administra fundos internacionais de ativos brasileiros de US$ 9,5 bilhões, estima a executiva. (Págs. 1 e D3)
Schin, a única cerveja brasileira nos EUA
Para avançar na internacionalização, a Schincariol entrou nos EUA no início do ano, com importações diretas. Seu alvo são os cerca de um milhão de brasileiros que moram no país. Já a AB InBev retirou a Brahma das prateleiras. (Págs. 1 e B5)
Pequenos produtores americanos apostam no 'agroentretenimento' e no turismo rural (Págs. 1 e B9)
Cadeia eólica quer linhão no NE
Sabie constrói fábrica
Energia Elétrica/Especial
Credores da Nilza avaliam proposta
Seguro de máquinas agrícolas
Estabilidade a doentes graves
Ideias
Ganhos do Brasil com os termos de troca são uma das principais causas da valorização do real em relação ao dólar. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Alguns dos eleitos em 3 de outubro trarão uma melhora qualitativa para o Senado Federal na próxima legislatura. (Págs. 1 e A6)
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RADIOBRAS.



