PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quinta-feira, fevereiro 16, 2012

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

Sinopses anteriores:

16 de fevereiro de 2012

O Globo


Manchete: Orçamento 2012 - Saúde perde R$ 5,4 bi em corte de gastos da União

Do total bloqueado, R$ 25 bi eram para investimentos; Congresso reage

O governo anunciou ontem corte de R$ 55 bilhões nas despesas do Orçamento deste ano, mas incluiu no cálculo R$ 20 bilhões em despesas obrigatórias, que na prática não podem ser cortadas. Dos R$ 35 bilhões efetivamente contingenciados, R$ 25 bilhões estavam destinados a investimentos, sendo R$ 20,3 bilhões por emendas parlamentares. Saúde e Educação não escaparam da tesoura: as duas pastas tiveram R$ 7,4 bilhões em emendas bloqueados. A Saúde perdeu mais: R$ 5,473 bilhões. Houve forte reação no Congresso. Do total do corte, só R$ 10 bilhões se referem a custeio, ou manutenção da máquina. Programas como o PAC, o Minha Casa Minha Vida e o Brasil Sem Miséria foram preservados. Com isso, a equipe econômica sustenta que não comprometerá o crescimento da economia. Ano passado, o corte anunciado foi de R$ 50 bilhões, mas ficou em cerca de R$ 30 bilhões. (Págs. 1, 3 e Miriam Leitão)

Ficha Limpa: STF deve validar para este ano

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve decidir hoje que a Lei da Ficha Limpa já poderá ser aplicada nas eleições municipais deste ano. Ontem, o plenário da Corte tentou concluir o julgamento, mas a decisão foi adiada para hoje. Por enquanto, há quatro votos pela constitucionalidade da lei e um pela inconstitucionalidade. Seis ministros ainda vão se manifestar. (Págs. 1, 9 e Merval Pereira)

Dirigente do Senado emprega fantasma

Primeiro-secretário do Senado, Cícero Lucena (PSDB-PB) emprega uma funcionária fantasma. Jacquelyne de Lucena Aguiar, empresária na Paraíba e que passaria parte do tempo na Espanha, não comparece ao trabalho. (Págs. 1 e 13)

Crise reduz lucro da Vale no trimestre

A recessão na Europa se abateu sobre a Vale, e a companhia apresentou um lucro 21% menor em dólares no 4º trimestre, chegando a US$ 4,7 bi. No ano, o ganho ainda foi recorde, de US$ 22,9 bilhões. (Págs. 1 e 25)


Irã faz duplo desafio ao Ocidente

No mesmo dia em que convocou embaixadores de seis países da Europa para ameaçar cortar as vendas de petróleo, o Irã pôs em uso ontem as primeiras varetas nucleares produzidas no país, além de anunciar mais 3 mil centrífugas. (Págs. 1 e 33)

Brasil tem gasolina das mais caras

Combustível custa aqui até 70% mais do que em Nova York

Apesar do controle de preço dos combustíveis, o brasileiro paga uma das gasolinas mais caras do mundo. Estudo de consultoria americana mostra que o produto no país custa 40% a mais do que em Buenos Aires e 70% acima do que é cobrado em postos de Nova York. O levantamento foi feito em janeiro deste ano e tomou como base a cidade de São Paulo. Em 35 países pesquisados, o Brasil é o 13º entre os que têm o combustível mais caro. (Págs. 1 e 27)

Na Bacia de Campos, novo vazamento

É o terceiro desde novembro (segundo da Petrobras). Desta vez, vazaram cerca de 4.700 litros de óleo da plataforma P-43. (Págs. 1 e 26)

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Folha de S. Paulo


Manchete: PIB europeu cai e mais 4 países estão em recessão

Economia do bloco recua 0,3% e revela dificuldade de aliar crescimento a cortes

A economia europeia encolheu 0,3% no quarto trimestre de 2011. Agora, Itália, Holanda, Bélgica e República Tcheca entraram na lista de países em recessão ao lado de Portugal e Grécia.

Estes países representam cerca de um quarto do PIB da União Europeia. O resultado revela as dificuldades enfrentadas pelo bloco para conciliar crescimento com cortes nos gastos públicos. (Págs. 1 e Mundo A)

Vaguinaldo Marinheiro

O resultado fortalece crítica a cortes. (Págs. 1 e Mundo A11)

Obama recupera popularidade com economia melhor

Com a melhora da economia, Barack Obama voltou a ser aprovado por 50% dos americanos - índice que não atingiu desde a morte de Bin Laden - e venceria os republicanos se a eleição fosse hoje. Segundo pesquisa, 62% dos que votam na oposição desaprovam seus pré-candidatos. (Págs. 1 e Mundo A13)

Renata Lo Prete

Piora relação entre Mantega e Nelson Barbosa

Antes mais amistosa, a convivência entre o ministro da Fazenda e seu secretário-executivo piorou. Barbosa já aventou a possibilidade de deixar o governo. (Págs. 1 e Poder A4)

Para exportar, empresa precisa de até 12 carimbos

Para exportar seus produtos, empresas brasileiras têm de obter aprovação de até 12 órgãos, além de serem submetidas a mais de cem leis e a 130 encargos. Hoje só 0,4% das firmas são exportadoras. O governo avalia facilitar o processo. (Págs. 1 e Mercado B9)

Bancada tucana em SP pede Serra e fim de prévias

Os deputados estaduais do PSDB em São Paulo fizeram apelo pela candidatura de José Serra à prefeitura paulistana. Em nota, 21 dos 22 integrantes da bancada defenderam ainda o cancelamento das prévias. (Págs. 1 e Poder A8)

Foto legenda: Tragédia

Parentes de detentos de presídio em Honduras aguardam informações do incêndio que matou 357 pessoas anteontem à noite; causas são desconhecidas. (Págs. 1 e Mundo A14)

Polícia apreende cheques que ligam Teixeira a firma suspeita

A Polícia Civil de Brasília apreendeu cheques nominais de R$ 10 mil ao presidente da CBF, Ricardo Teixeira. Eles foram emitidos pela empresa suspeita de superfaturamento em amistoso da seleção, em 2008.

Oficialmente, os cheques eram para pagar o arrendamento de uma fazenda de Teixeira, no Rio. Ele diz que o negócio é legal. (Págs. 1 e Esporte D5)

Editoriais

Leia "Inércia no Planalto", sobre cortes de R$ 55 bilhões no Orçamento; e "Medicina e Indústria", acerca das relações entre médicos e laboratórios. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Dilma veta todas as emendas ao Orçamento e corta R$ 55 bi

Propostas de parlamentares agora dependem de negociações, diz governo; Saúde e Educação são afetados

O governo anunciou um corte de R$ 55 bilhões no Orçamento de 2012. Todas as emendas que os parlamentares apresentaram, no total de R$ 20,3 bilhões, foram bloqueadas, o que pode gerar problemas para a presidente Dilma Rousseff no Congresso em ano eleitoral. A secretária de Orçamento Federal, Célia Corrêa, disse que a medida é reversível, mas vai depender de negociações com o governo. Orçamentos de ministérios estratégicos, como Saúde e Educação, caíram R$ 5,5 bilhões e R$ 1,9 bilhão, respectivamente. Ainda assim, a ministra Miriam Belchior (Planejamento) insistiu que não houve cortes: "No caso da Saúde, trabalhamos com o valor determinado pela Constituição, e na educação, um pouco além". O contingenciamento eleva os investimentos e permite que haja no fim do ano um superávit primário (economia para pagar juros da dívida) equivalente a R$ 139,8 bilhões, ou 3,l% do PIB. (Págs. 1 e Economia B1 e B4)

Lincoln Portela
Líder do PR na Câmara

"Se for corte das emendas individuais (no Orçamento), o governo bebeu. Se for de emendas de bancadas, a governo também bebeu"

PSDB articula fim das prévias para Serra ser candidato

Oito meses depois de anunciar a realização de prévias inéditas para escolher um candidato a prefeito, líderes do PSDB começaram a atuar para derrubar a disputa interna, abrindo caminho para o ex-governador José Serra concorrer à Prefeitura de São Paulo. No Palácio dos Bandeirantes, já se fala em compensações para os quatro pré-candidatos que entraram na disputa, marcada para o dia 4 de março. (Págs. 1 e Nacional A4)

Irã anuncia avanços em programa nuclear

O Irã anunciou avanços em seu programa nuclear com a inauguração de 3 mil novas centrífugas de última geração, a produção de combustível nuclear enriquecido a 20 % e a construção de mais quatro centrais. "A era de fazer bullying contra nações passou", disse o presidente Mahmoud Ahmadinejad. Ao mesmo tempo, Teerã mostrou-se disposta a retomar a negociação sobre o programa nuclear. (Págs. 1 e Internacional Al5 e Al6)

Brasil sugere retomar acordo com Teerã

O acordo com o Irã formulado na gestão Lula e rejeitado pelos EUA ainda vale, disse o enviado brasileiro para o Oriente Médio, Cesário Melantonio Neto. (Págs. 1 e Internacional A13)

Brasil sugere retomar acordo com Teerã

O acordo com o Irã formulado na gestão Lula e rejeitado pelos EUA ainda vale, disse o enviado brasileiro para o Oriente Médio. Cesário Melantonio Neto. (Págs. 1 e Internacional A13)

Fotolegenda: Fogo mata 357 em Honduras

Um incêndio em um presídio superlotado em Honduras matou, segundo o governo, 357 pessoas. As famílias das vítimas, irritadas com a falta de informações, tentaram invadir o complexo e houve confronto com a polícia. (Págs. 1 e Internacional A19)

Início da safra

Linha de alimentos especiais de pequenos produtores começa com arroz.(Págs. 1 e Paladar)

Fotolegenda: Carnaval antecipado

09h04: O deputado Fernando Torres (PSD-BA) marca presença no plenário da Câmara.

09h42: Torres já estava no aeroporto. Outros fizeram o mesmo. (Págs. 1 e Nacional A10)

Estados Unidos acham chumbo em 400 batons (Págs. 1 e Vida A21)


Choque de trens fere 38 em São Paulo (Págs. 1 e Cidades C5)


Thomas Friedman

Tal pai, tal filho

Os descendentes das 20 mil vítimas que Hafez Assad fez há 30 anos em Hama perderam. O medo e sua voz está em toda a Síria. (Págs. 1 e Visão Global A18)

Demétrio Magnoli

Duplipensar

A lacuna entre a realidade e a ideologia sugere que, aos 32 anos, o PT alcançou um estado de equilíbrio sustentado sobre o rochedo da mentira. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Notas & Informações

Investimentos empacados

A presidente Dilma Rousseff continua atrasada na execução de seus planos de investimento. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Governo tira R$ 7,4 BI da saúde e da educação

Equipe econômica anuncia bloqueio de R$ 55 bilhões no Orçamento de 2012 a fim de garantir crescimento do PIB de 4,5% e manter a inflação sob controle. Medidas aumentam a pressão para o BC reduzir a taxa básica de juros. Contingenciamento preserva o PAC. (Págs. 1, 10 a 14 e Entrelinhas, 4)

Teixeira deve dar adeus à CBF

Todo-poderoso no futebol brasileiro há 23 anos, o dirigente está acuado por denúncias. Pessoas ligadas a ele disseram ao Correio que a renúncia está próxima. (Págs. 1, 8 e 9)


Fotolegenda: Dor, comoção e suspeitas

Cerca de 200 pessoas acompanharam com faixas e cartazes o enterro de Marcelo Dino, de 13 anos. Emocionado, o pai do adolescente, o presidente da Embratur, Flávio Dino, pediu ao governador Agnelo Queiroz urgência na investigação. Ele afirmou no Twitter que o Hospital Santa Lúcia omite informações relevantes sobre o caso. O Conselho Regional de Medicina também vai apurar as causas da morte do estudante que estava na UTI. (Págs. 1, 27 e 28)

Vale tem lucro recorde de US$ 22,8 bi (Págs. 1 e 15)


Irã: Programa nuclear do país mostra avanços

Num desafio ao Ocidente, o presidente Ahmadinejad celebra a produção de combustível e anuncia novos reatores. (Págs. 1 e 22)


AIDS: Jovens desconhecem gravidade da doença

Segundo pesquisa, pessoas entre 15 e 24 anos têm muitas dúvidas sobre o HIV. O contágio cresceu nessa faixa etária. (Págs. 1 e 8)

Fotolegenda: Fogo mata 375 presos em Honduras

O incêndio pode ter começado após uma rebelião no presídio, a 80km de Tegucigalpa. Revoltados, parentes dos detentos entraram em confronto com a polícia. (Págs. 1 e 23)

Justiça pode cassar salários de Bandarra e de Guerner (Págs. 1 e 30)



GDF define normas para a área ambiental do lago (Págs. 1 e 32)



MP investiga discriminação no concurso do Detran- DF (Págs. 1 e 13)


Ficha Limpa com ampla vantagem no STF

A votação da constitucionalidade da lei foi suspensa ontem após quatro ministros se colocarem a favor da proibição de candidaturas de políticos condenados pela Justiça. Apenas um magistrado foi contra. Nos casos de renúncia, como a de Joaquim Roriz, o resultado é ainda mais folgado: 5 x O. (Págs. 1, 2 e 3)

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Valor Econômico


Manchete: Formalização e renda maior aumentam carga tributária

A carga tributária subiu de 32,72% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2010 para 33,99% do PIB em 2011, puxada principalmente pela alta expressiva dos impostos ligados à renda, responsável por metade do avanço, segundo estimativas do economista Bernard Appy, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda e diretor da LCA Consultores. Tributos relacionados à folha de salários e a bens e serviços também contribuíram para a elevação.

O processo de intensa formalização da economia - tanto de trabalhadores como de empresas - é fundamental para explicar o movimento, diz Appy, assim como os ganhos expressivos no rendimento do trabalho e no lucro das companhias. Ele acredita que a tendência de maior formalização deve continuar nos próximos anos, especialmente no mercado de trabalho. (Págs. 1 e A16)

TJ-SP autoriza precatório como garantia

As empresas que discutem na Justiça débitos com o Fisco obtiveram um precedente importante no Tribunal de Justiça de São Paulo. A Corte autorizou uma empresa a oferecer como garantia, em uma ação de cobrança do Estado, um precatório no valor de R$ 600 mil. Para se defender nas chamadas ações de execução fiscal - movidas para a cobrança de tributos -, os contribuintes são obrigados a oferecer bens ou a fazer depósitos judiciais. Nesse caso, o Tribunal paulista, em decisão inédita, permitiu que um precatório substituísse os bens normalmente apresentados pelas companhias. Além disso, permitiu que a empresa use o título para pagar o débito, caso seja vencida no processo. (Págs. 1 e E1)

Para o Brasil, Rio+20 não é só ambiental

Rio+20 é uma conferência sobre desenvolvimento com pilares econômico, social e ambiental. "Não é uma conferência ambiental, é sobre desenvolvimento sustentável. Quem está tirando o foco da Rio+20 são eles [os europeus], colocando apenas o pilar ambiental na mesa". As afirmações são do embaixador André Corrêa do Lago, negociador-chefe do Brasil na Rio+20, que acontece em junho. Para ele, está claro o embate entre países ricos e emergentes sobre os limites do crescimento. "O que não se pode aceitar é que os países desenvolvidos considerem que nós temos que repensar o que é padrão de consumo de classe média, e eles não". (Págs. 1 e A13)


Banco de investimento faz mal à saúde

Acrescente a profissão de banqueiro de investimentos na lista das coisas que podem fazer mal à saúde.

Pesquisa da Universidade do Sul da Califórnia identificou insônia, alcoolismo, palpitações, distúrbios alimentares ou temperamento explosivo em 25 profissionais, acompanhados durante dez anos, desde que deixaram a faculdade de administração e passaram a trabalhar em bancos de investimentos. Todos desenvolveram alguma doença física ou emocional relacionada ao estresse. (Págs. 1 e C18)

Os gregos que escapam dos cortes

A revolta de grande número de gregos contra as medidas de austeridade adotadas pelo governo contrasta com o silêncio de uma instituição que foi poupada dos cortes: a poderosa Igreja Ortodoxa. Uma nova taxa sobre terras afeta todos os gregos, mas isenta a igreja, que é a segunda maior proprietária de terras do país, com um patrimônio avaliado em mais de € 1 bilhão. Os padres são funcionários públicos e seus salários, mesmo reduzidos agora, mantêm-se elevados.

Não são apenas eles os privilegiados: a lista inclui os armadores gregos. A navegação marítima contribui com 6,7% do Produto Interno Bruto, mas as atividades dos armadores são isentas de impostos. Seus acionistas tampouco pagam impostos sobre dividendos. (Págs. 1 e C18)

Argentina multa e pressiona a YPF

O governo argentino aumentou a pressão sobre a petroleira YPF, controlada pela espanhola Repsol. Após autuação fiscal da AFIP, a Receita argentina, a filial ficou com suas operações externas suspensas até o pagamento de uma multa de US$ 8 milhões. Segundo a agência governamental Telam, a YPF é uma das 300 empresas que estão sendo punidas pela AFIP nos últimos dias.

O governo quer que a YPF amplie investimentos na exploração do campo de petróleo e gás não convencional de Vaca Muerta, na Patagônia. Com déficit comercial na conta de energia previsto em US$ 6 bilhões neste ano, o governo tem pressa para reverter a queda de reservas e acena com a possibilidade de encampar as áreas de exploração. (Págs. 1 e A12)

Infraestrutura atrai Eaton a novos negócios

Conhecida por seus negócios de componentes automotivos, a Eaton abriu nova frente de atuação no país: o gerenciamento de energia. Seu maior passo nessa direção foi a abertura de uma fábrica de componentes elétricos em Jundiaí (SP), onde instalou linhas de produção de equipamentos como painéis eletrônicos de média e baixa tensão para sistemas de distribuição e controle de energia. "Muitos dos nossos produtos são usados em infraestrutura", diz o presidente global da empresa, Alexander Cutler. A meta é praticamente dobrar o faturamento até 2015 para US$ 1,9 bilhão. (Págs. 1, B1 e B8)

Brasileiros comandam GM fora do país

Há 87 anos no Brasil, a General Motors jamais escalou um executivo nascido no país para presidir suas operações. Mas a partir de março é o engenheiro paulista Sérgio Rocha quem vai dirigir a filial da montadora na Coreia do Sul, que produz quatro vezes mais veículos que a brasileira. A paranaense Isela Costantini vai comandar a GM argentina.

Com 32 dos 52 anos de idade dedicados à companhia, Rocha passou a maior parte do tempo envolvido no processo de globalização dos veículos, uma indicação de que a ascensão na carreira poderá levá-lo a voos mais altos. O aumento da participação coreana no processo de desenvolvimento mundial de veículos da GM é seu maior desafio. A filial coreana exporta quase tudo o que produz. (Págs. 1 e B18)

Campanha eleitoral na França ameaça bancos com taxas e mais controles (Págs. 1 e A12)


WEG quer aproveitar crise para aquisições na Europa (Págs. 1 e B19)


Governo cria grupo para monitorar exposição a derivativos, diz Oliveira (Págs. 1 e C2)


Petrópolis planeja crescimento

Com apenas quatro fábricas, mas na vice-liderança do mercado de cervejas, a Petrópolis já estuda a construção de uma nova planta em no máximo dois anos. Hoje, concentrada no Sudeste e Centro-Oeste, a meta é se tornar uma cervejaria nacional. (Págs. 1 e B17)


Em crise, Frangosul reduz produção

Em dificuldades há três anos, a Doux Frangosul suspendeu a produção de embutidos e empanados, reduziu abates de suínos e aves e colocou parte dos funcionários em férias coletivas. (Págs. 1 e B28)


JBS amplia capacidade em 10%

A JBS acertou nesta semana o arrendamento de quatro frigoríficos do grupo Guaporé, do Mato Grosso, com capacidade total de abate de 3.050 cabeças/dia. Com o acordo, a empresa amplia sua capacidade no Brasil em 10%. (Págs. 1 e B28)


Nova Embrapa avança na CAE

Projeto de lei que transforma a Embrapa em sociedade de economia mista e abre o capital da empresa teve parecer favorável do relator na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, onde será apreciado em caráter terminativo antes de seguir à Câmara. (Págs. 1 e B30)


Carreira nas alturas

O bom momento da economia e, particularmente, da indústria de petróleo e gás no país aumenta a procura por pilotos de helicópteros, que experimentou um boom em 2007/8, mas ainda cresce entre 15% e 20% ao ano. (Págs. 1 e D1)


Dividendo no país é o maior dos Brics

Entre os Brics , a bolsa brasileira é a que apresenta o maior retorno médio com dividendos. Além disso, o mercado acionário local está mais barato que a média de outros emergentes, segundo estudo da Ágora Corretora. (Págs. 1 e D2)


PDV exclui seguro-desemprego

Em processo contra o antigo Banespa, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que o trabalhador que aderir a plano de demissão voluntária (PDV) não terá direito ao seguro-desemprego. (Págs. 1 e E1)


Ideias

Ribamar Oliveira

Corte no Orçamento anunciado pelo governo inclui R$ 20,5 bilhões em despesas obrigatórias e não é crível. (Págs. 1 e A2)

Ideias

Raghuram Rajan

Na Europa todos se perguntam por que os políticos não enxergam o abismo à frente e não se unem para resolver a crise. (Págs. 1 e A15)

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quarta-feira, fevereiro 15, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] ''EU QUERO É BOTAR MEU BLOCO NA RUA..." *

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(*) SÉRGIO SAMPAIO.

''(...)
Há quem diga que eu não sei de nada
Que eu não sou de nada e não peço desculpas
Que eu não tenho culpa, mas que eu dei bobeira
E que Durango Kid quase me pegou
...
Eu, por mim, queria isso e aquilo
Um quilo mais daquilo, um grilo menos disso
É disso que eu preciso ou não é nada disso
Eu quero é todo mundo nesse carnaval..."
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CAPITALISMO DE ESTADO [In:] KEYNES ÀS AVESSAS

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Defesa anacrônica do capitalismo de estado

Autor(es): agência o globo:
O Globo - 15/02/2012

Depois da queda do Muro de Berlim, em 1989, o cientista político americano Francis Fukuyama revisitou obras de antigos filósofos, entre eles Hengel, para decretar o "fim da História".


Os escombros do Muro simbolizariam a vitória do modelo democrático-liberal e capitalista sobre o dirigismo autoritário — um pleonasmo —, com a hegemonia consolidada de uma superpotência, os Estados Unidos.


Diante de teses imperativas como aquela, aconselha-se alguma cautela intelectual. E, de fato, as dificuldades enfrentadas pelo mundo, depois da explosão da bolha financeira/ imobiliária nos Estados Unidos, em fins de 2008, viriam a justificar os cuidados diante de previsões tão peremptórias, postura reforçada pelo crescimento da China.


O cenário mais provável parece ser o da liderança americana, à frente da China, onde se testa um modelo no qual há a tentativa de conciliar ingredientes que se repelem a médio e longo prazos: enriquecimento da sociedade e ditadura política.


O curioso é que, com a crise deflagrada em 2008/2009, analistas tão afoitos quanto Fukuyama cometeram o mesmo erro do cientista político americano, mas com o sinal trocado: de hegemônico, o capitalismo passou quase a estado terminal.


A ponto de o tema ter sido tratado no Fórum deste ano de Davos, na Suíça. Talvez haja até mesmo um certo modismo em tratar do "fim do capitalismo", mesmo em reuniões fora dos circuitos tradicionais da militância de esquerda.


Tempos de crise grave são sempre confusos, ensina a História. Hoje, há o agravante da agenda ambientalista, assunto de fato sério. Da mistura da crise mundial com a pauta do aquecimento do clima ressurgem teses inspiradas na preocupação com os limites físicos do crescimento, levantada na década de 70, pelo Clube de Roma, um think-tank de intelectuais.


Não é a primeira vez que o capitalismo gera suas próprias contradições e as supera, aperfeiçoando- se. Foi assim que os cenários catastróficos do Clube de Roma terminaram superados pelos avanços tecnológicos estimulados nas economias de livre mercado. Acontecerá mais uma vez.


Enquanto isso, os defensores do capitalismo de estado aproveitam para defender um modelo já testado e reprovado. O Brasil foi um laboratório desses testes. O desfecho é de conhecimento geral: ineficiência generalizada, estatais assentadas em enormes dívidas camufladas, aumento da dívida interna sem controle, inflação, entre outras mazelas.


A China costuma ser citada como um bom exemplo de aplicação deste tipo de modelo. O autoritarismo político rima com o "socialismo de mercado", uma espécie de primo-irmão do capitalismo de estado. Mas a experiência chinesa ainda está em andamento. Aguardemos.


No final de janeiro, a revista inglesa "The Economist" publicou vários textos sobre a nova onda de apoio ao capitalismo de estado. Os números sobre empresas públicas ou semipúblicas impressionam. Mas as limitações do modelo são insuperáveis. Em um dos textos da publicação, é lembrado que Japão e Coreia do Sul se apoiaram nos respectivos estados para começarem a avançar, na década de 50. O mesmo aconteceu com a Alemanha nos anos 70 do século XIX, e inclusive com os EUA, depois da guerra da independência. Em algum momento, todos tiveram de rever o peso do estado na economia.

VENEZUELA/CHÁVEZ [In:] ''AD INFINITUM" ?

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A melhor chance contra o chavismo

O Globo - 15/02/2012

Pela primeira vez a oposição a Hugo Chávez tem uma chance concreta de derrotá-lo nas urnas, em outubro, mas para isto é necessário que suas diversas correntes se mantenham unidas em torno do vencedor das primárias de domingo, o governador do estado de Miranda, Henrique Capriles, de 39 anos. Esta, aliás, é a promessa dos principais líderes oposicionistas.


Manter a união é a única forma de a oposição chegar às eleições presidenciais com possibilidade de fazer frente a Chávez, campeão de audiência devido aos programas sociais financiados com recursos do petróleo, do qual a Venezuela é o oitavo maior produtor mundial. Ele ocupa o poder há 13 anos, período no qual trabalhou intensamente para aumentar seu controle político e reduzir o da oposição, ao mesmo tempo em que enfraquecia a democracia venezuelana ao transformar o Legislativo e o Judiciário em meros instrumentos do Executivo.
A oposição deu uma impressionante demonstração de força ao levar, no fim de semana, cerca de 3 milhões de venezuelanos às urnas nas primárias em que Capriles foi escolhido, com 62,2% dos votos.
Chávez enfrenta o desgaste de 13 anos no poder, prometendo o céu aos venezuelanos, mas quase sempre colhendo resultados abaixo do esperado. O país tem hoje problemas sérios de segurança — é o mais violento da América do Sul —, infraestrutura, desabastecimento, queda do poder aquisitivo, inflação oficial de 27,6% em 2011.
O que não se pode negar é que, com tudo isso, Chávez continua querido pelo povão e sua popularidade voltou a subir para 58% devido à comoção causada pelo câncer que o acometeu e ao longo tratamento em Cuba. A doença foi abordada sem transparência pelo governo venezuelano, e pouco se sabe sobre a gravidade do estado de saúde do caudilho bolivariano. O que é próprio de regimes baseados no personalismo, no autoritarismo e no populismo.
Capriles dá mostras de estar no caminho certo ao adotar a estratégia do cambio, pero no mucho: propor melhorias nos programas sociais, evitando bater de frente com Chávez, e prometer avançar na política econômica, de segurança e educacional. O candidato, muito jovem, não pode ser acusado de inexperiência, pois é considerado bemsucedido seu governo no estado de Miranda.
De alta classe média, Capriles procura não passar imagem elitista, que o transformaria em alvo fácil da artilharia de Chávez.
Ele não hesitaria em igualá-lo às velhas elites.
Capriles mostra perspicácia ao dizer que tem como inspiração o modelo econômico, os programas sociais e a democracia brasileira. Com isso, oferece ao eleitor uma alternativa concreta à panaceia chavista, acenando com um Estado promotor do desenvolvimento e com a devolução aos venezuelanos do direito à livre iniciativa e ao empreendedorismo.
O candidato do partido Primero Justicia é a melhor chance que a Venezuela tem de reverter o avanço do chavismo estatizante, ineficiente e destruidor das instituições democráticas.

PT/MENSALÃO/VALERIODUTO [iN:] ''SAINDO PELO LADRÃO..." *

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MARCOS VALÉRIO É PRIMEIRO CONDENADO DO MENSALÃO

PELO MENSALÃO, A 1A. CONDENAÇÃO

O Globo - 15/02/2012

Justiça de Minas condena Marcos Valério a nove anos de cadeia pelo esquema com PT

Marcos Valério Fernandes de Souza, conhecido como o operador do mensalão, foi condenado a nove anos e oito meses de prisão por sonegação fiscal e falsificação de documentos públicos.

Ele e seus ex-sócios na SMP&B, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach, foram acusados de sonegar impostos federais em 2003 e 2004, omitindo receitas e prestando declarações falsas à Receita Federal. Essa é a primeira condenação de Valério decorrente das investigações do mensalão petista e a segunda em função de crimes cometidos pelo lobista para favorecer grupos políticos.
No segundo semestre do ano passado, ele havia sido condenado a seis anos de prisão por prestar informações falsas ao Banco Central e justificar movimentações financeiras para campanhas tucanas em Minas. Nos dois casos, ele recorre das sentenças em liberdade.

A condenação de ontem ocorreu em função da movimentação bancária da SMP&B junto a diversos bancos e sem o registro contábil na Receita Federal.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), a maior parte dos valores omitidos foi lançada a título de empréstimos para o PT. Depois, esses recursos foram distribuídos a integrantes da base aliada petista, no maior escândalo do governo Lula. Para a Procuradoria Geral da República (PGR), os empréstimos nunca existiram e teriam sido simulados para justificar o desvio de recursos públicos, por meio de contratos de publicidade, para os aliados do partido.

Em meio às denúncias sobre as relações escusas entre Valério e políticos da base governista, em 2005, a Receita Federal realizou uma auditoria na empresa de publicidade de Valério. Constatou que a firma deixou de pagar diversas contribuições federais, como o Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, PIS e Cofins, entre outras, referentes às receitas omitidas. Se incluídos valores de multas e a correção monetária até 2007, a sonegação chega a R$ 90 milhões, de acordo com o MPF.

Assinaturas falsificadas

Poucos dias antes de ser autuada pela Receita, a SMP&B apresentou retificação da declaração de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, incluindo as receitas omitidas. Para justificar a alteração, a empresa imprimiu notas fiscais por meio de falsas autorizações para impressão de documentos fiscais (AIDFs), emitidos pela prefeitura da cidade onde a empresa tem sede. A finalidade da AIDF é permitir o lastreamento da emissão de notas fiscais.
"A retificação constitui, isto sim, confissão das fraudes fiscais anteriormente encetadas para se lograr a sonegação obtida, e só se deu quando os acusados tinham certeza plena de que seriam, juntamente com a SMP&B, alvo de intensa fiscalização tributária e investigação na esfera penal", concluiu o juiz substituto da 11+ Vara Federal de Belo Horizonte, Henrique Gouveia da Cunha, na sentença condenatória.
Peritos constataram falsificações das assinaturas do prefeito e de uma servidora pública de Rio Acima, pequena cidade na Região Metropolitana de Belo Horizonte onde os sócios da SMP&B abriram uma filial para obter vantagens tributárias e disfarçar as operações financeiras. Cada AIDF adulterada permitia à agência a impressão de até 15 mil notas fiscais, em vez de cinco mil, segundo a denúncia.
O advogado Marcelo Leonardo, que defende Marcos Valério nas ações que tramitam contra o empresário na Justiça Federal, disse que recorrerá da sentença. Para ele, seu cliente é vítima de perseguição desde o escândalo do mensalão, e a retificação das declarações dos réus seria prova de que eles tentaram regularizar a situação.
— Há má vontade com os acusados.
Dever tributo não é crime, sonegar informação, sim — afirmou.
Na primeira condenação de Valério, ocorrida no ano passado, ele e seus sócios foram acusados de simular um aumento de capital social da SMP&B para justificar depósitos na conta corrente da empresa em 1998 e 1999, em função de um empréstimo de R$ 7 milhões com o Banco Rural, quitado poucos meses depois e com um desconto de R$ 3,5 milhões. Para a Polícia Federal, a operação foi forjada para camuflar o uso da agência de publicidade para ocultar o repasse de verbas públicas à campanha de reeleição de Eduardo Azeredo (PSDB) ao governo de Minas, no chamado mensalão mineiro.
O processo principal do mensalão tucano corre na Justiça de Minas e o processo principal do mensalão petista, no Superior Tribunal Federal (STF).
O líder do DEM na Câmara, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), disse acreditar que a condenação de Valério reforça o trabalho feito pela CPI que investigou o mensalão em 2005.
— O STF tem que apressar ao máximo o julgamento do mensalão porque não pode ter apenas uma pessoa condenada. É preciso julgar aqueles que tinham comando na ação — disse ACM Neto.
Já o líder do PT na Câmara, Jilmar Tatto (SP), disse não crer que a decisão da Justiça em Belo Horizonte tenha impacto no julgamento do mensalão no STF. O raciocínio dele é o mesmo de outros petistas: ele, simplesmente, nega que tenha havido mensalão.


— No caso do PT, não se tratou de mensalão, mas de financiamento de campanhas — afirmou o líder petista .

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(*) SIGNIFICATIVO:

Diz-se de um lugar muito cheio, com gente "saindo pelo ladrão".

HISTÓRICO:

Vem da crucificação de Cristo. Tinha tanta gente, mas tanta gente assistindo, que tinha um pessoal saindo pelo lado do "bom ladrão" sem conseguir ver direito a grandiosa cena da morte de Cristo. Tinha gente "saindo pelo ladrão". Está no Evangelho de São João, que era um dos presentes.

Fonte: http://www.marioprataonline.com.br/obra/literatura/adulto/benedito/verbetes/sair_pelo_ladrao.htm

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MANTEGA [In:] MAROLAS *

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Nem o tiroteio tira Mantega do barco

Ministro diz ser o remador

Correio Braziliense - 15/02/2012

Enquanto no Congresso a oposição tenta convocá-lo para explicar as denúncias na Casa da Moeda, o ministro da Fazenda volta a negar sua saída do cargo. Ele reafirma a intenção de seguir no comando da economia. "Temos o desafio de remar contra a corrente enquanto o mundo inteiro está desacelerando", disse Mantega, que hoje anuncia os cortes no Orçamento


Apesar do intenso tiroteio da oposição e de já ter conversado com a presidente Dilma Rousseff sobre a sua possível saída do governo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, fez questão de ressaltar ontem que continua firme em suas funções. Ao ser questionado pelo Correio se continuará no comando da equipe econômica, ele afirmou: "Vou, sim, continuar remando (a economia) como tenho remado já há seis anos". E emendou: "Temos o desafio de remar contra a corrente enquanto o mundo inteiro está desacelerando, inclusive os países emergentes". Ele destacou ainda "serem piadas de mau gosto" as notícias sobre seu pedido de demissão.

Na avaliação de Mantega, a China, principal parceiro comercial do país, terá incremento menor em 2012 do que em 2011 e o mesmo ocorrerá com a Índia. O Brasil, no entanto, dará um salto maior neste ano do que em 2011. "Vamos perseguir um aumento de 4,5% para o PIB (Produto Interno Bruto)", ressaltou. Para o ministro, esse resultado é perfeitamente factível. "Antes, tínhamos dito que, se a crise fosse solucionada, o crescimento seria de 5%. Mas, se a crise persistir, o resultado será de 4%. Decidimos que 4,5% seja uma margem adequada para perseguirmos em 2012", destacou.

Investimentos
Para Mantega, o Brasil tem hoje uma vantagem em relação à maioria dos países que sofrem com a crise proveniente da Europa. "Temos um mercado interno forte e que será estimulado, sobretudo, pelo aumento do emprego. Além disso, o crescimento de 4,5% que nós queremos alcançar em 2012 significa, sobretudo, que o mercado de trabalho continuará crescendo na mesma magnitude que cresceu no ano passado e nos anos anteriores", disse. Pelas suas contas, a economia brasileira será capaz de criar, neste ano, pelo menos 2,5 milhões de vagas com carteira assinada. Isso ajudará a manter a renda em alta e a incrementar a massa salarial, tudo que joga a favor do consumo (leia mais na página 11).

O avanço maior da economia neste ano, segundo o ministro, virá acompanhado do cumprimento da meta cheia de superavit primário (economia para o pagamento de juros da dívida) de 3,1% do PIB, o equivalente a R$ 140 bilhões e do incremento dos investimentos produtivos, fundamentais para manter a inflação próxima do centro da meta perseguida pelo Banco Central, de 4,5%.

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''Vai voando
Contornando a imensa
Curva Norte e Sul
Vou com ela
Viajando Havaí
Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela
Brando navegando
É tanto céu e mar
Num beijo azul...'' (AQUARELA, Toquinho).
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STF/RORIZ [In;] FICHA LIMPA vs. FICHA SUJA

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FICHA LIMPA NO STF SELA DESTINO DE RORIZ

SUPREMO DECIDE HOJE O FUTURO DOS FICHAS SUJAS

Autor(es): » Guilherme Amado » Diego Abreu
Correio Braziliense - 15/02/2012

Ministros retomam o julgamento para decidir se políticos que renunciaram a fim de evitar a cassação, como o ex-governador do DF, estão inelegíveis. Corte de Justiça também definirá se a nova regra vale para as eleições municipais de outubro


Ministros do STF avaliam se a Lei da Ficha Limpa será válida para as eleições municipais deste ano e se os políticos que renunciaram ao mandato para escapar da cassação ficarão inelegíveis. É o caso do ex-governador Joaquim Roriz

Com os holofotes voltados para o Supremo Tribunal Federal (STF), os ministros se reunirão em plenário hoje, a partir das 14h, para julgar de maneira definitiva a validade da Lei da Ficha Limpa, inclusive para as eleições municipais deste ano. A expectativa é de que a Suprema Corte ratifique a constitucionalidade da lei, sancionada em junho de 2010 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Dessa forma, irá definir o futuro político de importantes caciques da política brasileira, entre eles, o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz (PSC), que, caso o STF mantenha a validade da legislação, ficará inelegível pelos próximos 11 anos (leia abaixo).

A tendência é de que o julgamento seja encerrado nesta semana. Há dúvida, porém, se haverá tempo para a análise de cada alínea na sessão de hoje. Por isso, caso a votação do processo não termine hoje, é possível que os ministros concluam o julgamento somente amanhã. Há também a possibilidade de um novo pedido de vista, embora seja improvável, devido à importância de o Supremo definir logo a questão para levar segurança jurídica ao pleito de outubro.

O julgamento começou em novembro do ano passado, quando somente o relator do caso, Luiz Fux, votou. Joaquim Barbosa pediu vista na sequência. Na ocasião, Fux manifestou-se favorável à validade da lei, mas fez duas ressalvas. O ministro recomendou que o período de inelegibilidade de oito anos contados após o cumprimento da pena seja reduzido, de forma que se desconte o tempo compreendido entre a condenação inicial e a sentença definitiva (trânsito em julgado). Fux também posicionou-se contra a inelegibilidade daqueles que renunciam ao mandato para escapar da cassação. O ministro, porém, retificou o voto no começo de dezembro, após Joaquim Barbosa votar favoravelmente à validade integral da Lei da Ficha Limpa. Com isso, a tendência é de que políticos que renunciaram para fugir da cassação fiquem inelegíveis por oito anos, contados a partir do término do mandato a qual haviam sido eleitos — é o caso do ex-governador Roriz.

Com o placar de dois a zero, a sessão acabou suspensa em 1º de dezembro por um pedido de vista de Dias Toffoli, que preferiu aguardar a posse de Rosa Weber para afastar o risco de o julgamento terminar empatado. Hoje, Toffoli será o primeiro a votar e, depois dele, mais oito ministros terão direito a voto.

Além dos dois votos favoráveis à aplicação da Lei da Ficha Limpa, a tendência é de que pelo menos mais quatro ministros votem hoje pela validade dos principais pontos da norma. A legislação impede a candidatura de políticos condenados por órgão colegiado e daqueles que renunciaram a mandato eletivo para escapar da cassação. Tendo como base votos em julgamentos anteriores e manifestações recentes dos ministros, é possível concluir que Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Carlos Ayres Britto e Marco Aurélio Mello deverão votar pela validade da lei. Caso esse cenário se confirme, já estará garantida a maioria de seis votos necessários para que a lei seja considerada constitucional.

Retroatividade
No Supremo, a expectativa é de que a ministra Rosa Weber também vote favoravelmente à aplicação da lei. A posição de Dias Toffoli ainda é uma incógnita. Já Gilmar Mendes, Celso de Mello e Cezar Peluso deverão contestar alguns pontos da legislação. Um deles é a questão da retroatividade da lei, para que ela não atinja condenados antes da entrada em vigor. Também há cizânia em relação à decisão de tornar inelegível o político que tenha sido condenado apenas por um colegiado e não em julgamento definitivo.

Em 2010, os ministros do STF decidiram que a Ficha Limpa não era válida para as eleições daquele ano por desrespeito ao artigo 16 da Constituição Federal, dispositivo que trata da anterioridade da lei eleitoral. O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que coletou mais de 1,5 milhão de assinaturas de apoio ao projeto embrião da Lei da Ficha Limpa, está otimista com a votação de hoje. Segundo o advogado Carlos Alves Moura, diretor do grupo, a expectativa é de que o Supremo aprove a lei na íntegra, sem descaracterizar a lei. Com a validação da legislação, quase dois anos após sua sanção, o MCCE pretende acelerar a movimentação por outros pleitos que contribuam para diminuir a corrupção eleitoral. O primeiro deles é a reforma política, cuja discussão empacou há mais de um ano entre os partidos. "A sociedade não pode ficar fora dessa discussão. Tem que haver uma participação efetiva do povo. A reforma política tem que andar", propõe Alves Moura.

O que está em jogoSaiba o que os ministros do Supremo Tribunal Federal irão decidir hoje à tarde sobre a validade da Lei da Ficha Limpa

Uma ação direta de constitucionalidade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que pede que a Lei da Ficha Limpa seja declarada constitucional;

Uma ação direta de constitucionalidade proposta pelo PPS, que pede que a lei seja aplicada a fatos anteriores à sua edição, em junho de 2010. O partido defende que a inelegibilidade possa ser utilizada em fatos anteriores à vigência da norma, sem que isso cause qualquer prejuízo à segurança jurídica nem ao princípio de que as leis não podem ser retroativas.

Já o Conselho Nacional dos Profissionais Liberais (CNPL) quer a anulação da alínea que fixa a inelegibilidade do trabalhador excluído por decisão do conselho de órgão de fiscalização de sua categoria.

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ANVISA/BANCADA SULISTA [In:] ''Êh, Êh, Êh, FUMACÊ ...'' *

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Fabricantes de cigarro fazem a Anvisa recuar

Anvisa recua e não vota restrição a cigarro

Autor(es): » PAULA FILIZOLA » GRASIELLE CASTRO
Correio Braziliense - 15/02/2012


A proibição do uso de aromatizantes será analisada no próximo mês. Antes da reunião para definir a medida, o presidente da agência se reuniu com parlamentares contrários à resolução

A pressão da indústria do fumo e dos parlamentares da bancada sulista, muitos associados às empresas de tabaco, surtiu efeito e fez com que os diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recuassem. Por três votos a um, a votação sobre a proibição do uso de ingredientes como canela, menta e cravo nos cigarros consumidos no Brasil foi adiada para março. O presidente da agência reguladora, Dirceu Barbano, alegou ter dúvidas em relação ao texto, apesar de ter tido mais de dois meses para analisá-lo. O diretor José Agenor Álvares da Silva contestou a justificativa, alegando que o assunto está sendo debatido há cerca de três anos.

Na manhã da votação, os deputados federais Alceu Moreira (PMDB-RS), Jerônimo Goergen (PP-RS), Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC) e a senadora Ana Amélia (PP-RS) se reuniram com Barbano. Segundo Goergen, os parlamentares pediram mais tempo ao presidente da Anvisa para garantir um cronograma estruturado de transição na produção do cigarro. "Há hoje uma intranquilidade no setor, pois teríamos uma perda grande na cadeia produtiva e, com isso, teríamos muitos prejuízos. É preciso uma decisão um pouco mais construída", argumentou o deputado. O pedido de tempo também foi feito à Anvisa pelo diretor-secretário da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e presidente da Câmara Setorial do Tabaco, Romeu Schneider. "Não podemos inviabilizar o setor", ponderou.

Para derrubar a resolução, um dos argumentos usados pelos políticos é de que esse tipo de medida pode impactar a sobrevivência financeira de mais de 50 mil famílias que vivem da produção de fumo nos estados do sul do país. Porém, segundo o consultor do Departamento de Estudos Sócioeconômicos Rurais (Deser) Albino Gewehr, a proibição dos ingredientes não teria influência na vida dessas pessoas.

"A indústria defende isso porque é o único instrumento de pressão que ela tem. Na verdade, o que os produtores precisam é que o governo crie incentivos para apoiar programas de diversidade agrícola", esclarece. Segundo o consultor, uma pesquisa feita pela Deser no ano passado mostra que 73% dos agricultores afirmam ter vontade de diversificar a produção.

A Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf-Sul) afirmou ser favorável à retirada de aromatizantes do cigarro. Segundo o coordenador-geral da entidade, Celso Ludwig, é preciso criar políticas públicas imediatas para a transição produtiva dos agricultores. "Não é possível continuar produzindo algo que sabemos que mata, mas, ao mesmo tempo, precisamos garantir a renda dessas pessoas. Estamos trabalhando no convencimento do trabalhador para que ele saia da cadeia produtiva. Para isso, é preciso estabelecer metas para parar de produzir fumo", avalia. Presidente da Aliança de Controle do Tabagismo (ACT), Paula Johns, acredita que a discussão nada tem a ver com os fumicultores. "Fica claro o interesse de quem os deputados estão defendendo", critica.

Vanguarda
Se proibir o uso de aromatizantes, o Brasil será o primeiro país a banir o mentol dos cigarros. Segundo o deputado federal Luis Carlos Heinze (PP-RS), o Canadá foi o único país que baniu o açúcar, já que não utiliza o ingrediente em sua produção. A discussão proposta pela Anvisa engloba ingredientes como o mentol e a canela. No início do debate, o açúcar fazia parte do pacote de proibição imediata, mas foi retirado porque o cigarro mais consumido no Brasil tem o procedimento diferenciado de uso do produto. A intenção da agência e retomar o debate sobre a proibição do açúcar depois de resolver o caso dos outros aromatizantes.

Único voto favorável na reunião de ontem sobre o tema, a diretora Maria Cecília Brito ressalta que a agência estava preparada para decidir a restrição. É dela a proposta de retirada do açúcar da lista de proibições. De acordo com a assessoria de comunicação da Anvisa, a resolução do órgão é baseada em mais de 105 estudos de organizações mundiais de saúde, além de artigos científicos de especialistas. A falta de embasamento científico também é um dos argumentos utilizados pela indústria do tabaco contra a proibição do uso de aromatizantes.

Açúcar reposto
O açúcar é um dos principais ingredientes para a fabricação do fumo mais consumido no Brasil, o burley. Na secagem desse tipo de folha, o tabaco perde o açúcar, o que faz necessária a adição do componente. De acordo com o diretor da Anvisa, José Agenor Álvares, o açúcar usado nessa categoria de fumo ajuda a potencializar a nicotina e a induzir à dependência, além de disfarçar o amargo do tabaco.

PANORAMA

30 milhões

Quantidade de fumantes no Brasil

3%

Fatia do mercado de cigarros mentolados no país

185 mil

Número de pequenos produtores rurais envolvidos no plantio e na colheita do fumo na Região Sul, que concentra a atividade no país

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(*) Refrão de uma musiquinha dos anos 70.
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


15 de fevereiro de 2012

O Globo


Manchete: Marcos Valério é primeiro condenado do mensalão

Julgamento foi em Minas; júri no STF está previsto para maio próximo

O lobista Marcos Valério, operador do mensalão, foi condenado a nove anos e oito meses de prisão pela Justiça em Minas por sonegação fiscal e falsificação de documentos públicos. Ele e ex-sócios na SMP&B foram acusados de sonegar impostos federais em 2003 e 2004, omitindo receitas e prestando declarações falsas a Receita Federal. É a primeira condenação de Valério pelas investigações do mensalão petista e a segunda em função de crimes cometidos por ele para favorecer grupos políticos. Ele recorre em liberdade. A nova condenação ocorreu por causa da movimentação bancária da SMP&B junto a bancos e sem o devido registro contábil na Receita. Segundo o Ministério Público Federal, a maior parte dos valores omitidos foi lançada a título de empréstimos para o PT, que posteriormente distribuiu os recursos a integrantes da base aliada do governo Lula. O julgamento dos 38 réus do mensalão no Supremo Tribunal Federal está previsto para maio. (Págs. 1 e 3)

Encontros de juízes na mira

O Conselho Nacional de Justiça realizará consulta pública sobre patrocínios privados para encontros de magistrados. A proposta da corregedora do CNJ, Eliana Calmon, era baixar resolução limitando a participação de magistrados nesses eventos, para evitar conflitos éticos. Mas a ideia foi recusada, e o caso irá a consulta pública. (Págs. 1 e 9)

Foto-legenda: Assédio sem limites

Taxistas de cooperativas formam um paredão no desembarque do Galeão. Além dos credenciados, há homens que agenciam corridas e outros que levam, eles próprios, os passageiros em carro particular, após negociar tarifa. (Págs. 1 e 15)

Protestos por morte de jornalista

Organizações internacionais, como Repórteres sem Fronteiras, cobram punição para o assassinato do jornalista Paulo Roberto Cardoso Rodrigues, em Mato Grosso do Sul. (Págs. 1 e 10)

Bueiro: Light paga 1ª multa por explosão

A Light pagará R$ 100 mil de multa pela explosão de um bueiro na Glória, que danificou um carro. O dinheiro vai para um fundo do Procon, e a dona do carro ficará com o prejuízo. (Págs. 1 e 21)

Graça diz que lucro cresce mas ações caem

A nova presidente da Petrobras, Graça Foster, garante que a estatal vai ter um lucro maior este ano do que teve em 2011 e 2010. Na semana passada, o balanço ruim fez a empresa perder, em um dia, R$ 28 bi de valor de mercado. Ontem, as ações voltaram a cair quase 5%. Graça nega ingerência política na empresa e diz que aumentará o rigor para evitar acidentes ambientais. (Págs. 1, 23 e 24)


CNJ decide punir Wider com aposentadoria

Por 12 votos a 2, o Conselho Nacional de Justiça puniu com aposentadoria compulsória - pena máxima em processo disciplinar - o desembargador Roberto Wider, ex-corregedor do Tribunal de Justiça do Rio. Ele foi acusado de favorecer um lobista. (Págs. 1 e 9)

Wagner pregou desobediência da PM em 92

Ao discursar na Câmara em 1992, quando era deputado federal, o atual governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), pediu ao comando da PM baiana que apoiasse o pedido dos policiais por melhores salários - em vez de "simplesmente" obedecer ao governo. (Págs. 1 e 11)

Senador tem funcionário fantasma

Contador do senador Gim Argelo (PDT-DF), Cícero Gomes é lotado no gabinete do parlamentar e ganha R$ 3,2 mil, mas só é encontrado em seu escritório de contabilidade. Ao explicar o que faz no Senado, admitiu que seu horário de trabalho é incerto e "relapso". (Págs. 1 e 4)

Polícia investiga morte de filho de Flávio Dino

A Polícia Civil do Distrito Federal investiga se houve negligência ou erro médico na morte de Marcelo Dino, de 13 anos, filho do presidente da Embratur, Flávio Dino. Ele foi internado com crise de asma na UTI do Hospital Santa Lúcia, em Brasília. (Págs. 1 e 13)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Empresa liga jogo suspeito da seleção a chefe da CBF

Acusada de superfaturamento foi dona de firma em fazenda de Ricardo Teixeira

Documento obtido pela Folha revela legação entre Ricardo Teixeira, presidente da CBF, e a Ailanto, empresa contratada para organizar o jogo da seleção com Portugal, em 2008, em Brasília, informa Sérgio Rangel.

A Ailanto, investigada por suspeita de superfaturamento no amistoso, foi dona da VSV Agropecuária Empreendimentos, que tinha sede na fazenda de Teixeira, em Piraí, a 80 Km do Rio. (Págs. 1 e Esporte D1)

Tucanos devem esperar decisão de José Serra, afirma Alckmin

O governador Geraldo Alckmin indicou que a definição do candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo terá de esperar José Serra decidir o seu futuro político. "É uma decisão pessoal que nós devemos aguardar." Os dois negociam condições para possível candidatura de Serra. O cenário deixou alarmados os pré-candidatos inscritos nas prévias. (Págs. 1 e Poder A4)

Lobby tenta impedir aplicação do Código Florestal nas cidades

Lobby de organizações da indústria quer excluir do Código Florestal dispositivos de proteção da vegetação em áreas urbanas. Uma das contestações é o percentual de preservação das matas ciliares. O temor é que fábricas sejam obrigadas a sair da beira de rios. (Págs. 1 e Poder A7)

PIB despenca 7% na Grécia, que espera empréstimo para evitar calote (Págs. 1 e Mundo A10)


Ruy Castro: O ‘esquenta’ para a Carnaval derrotou greve de PMs no Rio

O que seria um trunfo para os policiais grevistas, parar o Rio no Carnaval, revelou-se um clássico da falta de senso de oportunidade. É ruim exigir entrega e mobilização da cidade nessa época. Ela já está comprometida com coisa melhor. Eles deviam ter esperado Finados ou a Semana da Pátria. (Págs. 1 e Opinião A2)


Tempo para abrir empresa no país é o 5º maior do mundo

O tempo para abrir uma empresa no país caiu de 152 para 119 dias desde 2007, mas ainda é o quinto maior do mundo. O prazo só é mais longo na Guiné Equatorial, Venezuela, República do Congo e Suriname.

Todos os outros emergentes tem melhor desempenho do que o Brasil. (Págs. 1 e Mercado B1)

Ciência

É cedo para tratar com célula-tronco, diz Mayana Zatz. (Págs. 1 e C11)


Editoriais

Leia "Geleia geral", sobre cenário confuso da sucessão à prefeitura paulistana, e "O pós-Chávez", acerca do novo cenário eleitoral na Venezuela. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Obama quer ouvir Dilma sobre Irã

Casa Branca pretende atrair o País para o bloco dos que pressionam Teerã sobre seu programa nuclear, objeto de atrito entre EUA e Brasil

Passados quase dois anos do maior atrito entre EUA e Brasil em razão do programa nuclear do Irã, o presidente americano, Barack Obama, pretende “ouvir" sua colega Dilma Rousseff sobre a questão, informa a correspondente em Washington, Denise Chrispim Marin. O tema estará na pauta americana da visita oficial de Dilma a Obama, marcada para 9 de abril, disse o secretário-assistente de Relações Públicas do Departamento de Estado americano, Michael Hammer. Washington não esconde o interesse de convencer o Brasil a somar-se ao bloco de pressão internacional para evitar que Teerã tenha capacidade de produzir armas nucleares. Apesar de admitir as divergências, Hammer disse que, para os EUA, "a opinião do Brasil importa". No Planalto, porém, não há grandes expectativas para o encontro com Obama, nem mesmo em relação à possibilidade de liberação dos vistos para brasileiros. (Págs. 1 e Internacional A10)

Israel acusa iranianos

Israel afirmou ontem que duas misteriosas explosões na Tailândia são parte da "ofensiva terrorista" do Irã contra alvos israelenses. O incidente na Tailândia ocorreu um dia depois de embaixadas israelenses na Índia e na Geórgia terem sido alvo de atentados a bomba. (Págs. 1 e Internacional A10)

Pressão por Serra irrita pré-candidatos tucanos

As pressões internas do PSDB para que José Serra dispute a Prefeitura de São Paulo, intensificadas diante da aproximação do prefeito Gilberto Kassab (PSD) com o PT, provocaram forte reação dos quatro pré-candidatos tucanos. Eles temem o cancelamento das prévias, marcadas para 4 de março. "Vou até o fim", disse o deputado Ricardo Tripoli. O prazo para inscrição nas prévias terminou ontem, e Serra não se apresentou, mas líderes do PSDB avaliam que o ex-governador estaria mais aberto em relação à entrada na disputa. (Págs. 1 e Nacional A4)

José Aníbal
Pré-candidato do PSDB

"As prévias são irreversíveis. (Serra) se inscreve e segue o procedimento"

Grécia chega a seu quarto ano de recessão

Pressionada pela falta de crescimento, pelas dívidas e pela exigência de sucessivos pacotes de austeridade, a Grécia completou oficialmente ontem seu quarto ano seguido de recessão. O PIB do país recuou 7% no quarto trimestre em relação a igual período de 2010. Em Portugal, a situação também se agrava. No terceiro trimestre do ano, a contração chegou a 2,7%. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Nouriel Roubini no carnaval

O economista que previu a crise internacional está no Rio para o carnaval. Ele já havia ensaiado passos de samba no Fórum de Davos. (Págs. 1 e Economia B4)

Escolas de SP terão lousa digital

Governo fará parceria público-privada de R$ 5,5 bilhões para instalação de lousas digitais em todas as salas de escolas estaduais. Também está prevista a adoção de tablets. (Págs. 1 e Vida A16)


Caso Eloá: policial diz que tiro motivou invasão (Págs. 1 e Cidades C1)


Polícia apura morte de filho de ex-deputado (Págs. 1 e Vida A15)


José Márcio Camargo

Parece que foi ontem

O governo tem utilizado o aumento da proteção comercial para "defender" a indústria, o que diminui ainda mais sua competitividade. (Págs. 1 e Economia B2)

Dora Kramer

Passo consumado

Espera-se para hoje a retomada da votação sobre a constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa no STF. Se confirmado, já vem tarde esse julgamento. (Págs. 1 e Nacional A6)


Notas & Informações

O sacrifício da Grécia

A Grécia está de joelhos. E não bastará uma nova rodada de sacrifícios para a solução do problema. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Ficha Limpa no STF sela destino de Roriz

Ministros retomam o julgamento para decidir se políticos que renunciaram a fim de evitar a cassação, como o ex-governador do DF, estão inelegíveis. Corte de Justiça também definirá se a nova regra vale para as eleições municipais de outubro. (Págs. 1 e 2)

Nem o tiroteio tira Mantega do barco

Enquanto no Congresso a oposição tenta convocá-lo para explicar as denúncias na Casa da Moeda, o ministro da Fazenda volta a negar sua saída do cargo. Ele reafirma a intenção de seguir no comando da economia. “Temos o desafio de remar contra a corrente enquanto o mundo inteiro está desacelerando”, disse Mantega, que hoje anuncia os cortes no Orçamento. (Págs. 1, 9 e 10)

Servidores vão às ruas pressionar por reajustes (Págs. 1 e 9)


Morte em hospital é alvo de inquérito

A Polícia Civil e o Ministério Público do DF e Territórios apuram denúncia de negligência na morte do estudante Marcelo Dino, 13 anos filho do presidente da Embratur, Flávio Dino. O adolescente foi internado na UTI do Hospital Santa Lúcia na segunda-feira, após uma crise asmática. Durante a madrugada, o paciente voltou a ter dificuldade de respirar, poucos minutos depois de receber a medicação. A família acusa o hospital de demora no atendimento durante a segunda crise. O Santa Lúcia afirma que todos os procedimentos foram seguidos. (Págs. 1 e 21)


Sabotagem: Metrô admite fragilidade do sistema de segurança

A polícia ouvirá 40 servidores suspeitos de provocar pane nos equipamentos. As áreas estratégicas serão vigiadas. (Págs. 1 e 27)


Fabricantes de cigarro fazem a Anvisa recuar (Págs. 1 e 7)


Planos de saúde cobram do governo a troca de silicone (Págs. 1 e 8)


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Valor Econômico


Manchete: Inadimplência reduz o lucro de grandes bancos

Os resultados dos cinco maiores bancos do país - Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco e Santander - mostram que o setor viveu um trimestre atípico, com queda de lucros, a primeira desde o início de 2009, logo após a crise financeira provocada pela quebra do Lehman Brothers nos EUA. No quarto trimestre de 2011, eles tiveram lucro líquido total de R$ 11,86 bilhões, com uma redução de 9,2% em relação ao mesmo período de 2010.

O aumento da inadimplência, especialmente das pessoas físicas, é um dos principais fatores que explicam a piora nos resultados. Entre outubro e dezembro de 2010, ela consumiu 20,1% da margem financeira gerada. No último trimestre de 2011, o índice foi de 31,3%. A inadimplência já havia crescido nos trimestres anteriores, por causa da desaceleração da economia. A expectativa dos bancos era que a escalada chegasse ao pico nos últimos três meses de 2011 e perdesse fôlego neste ano. Mas o que se desenhou nas divulgações de resultados é diferente. As provisões para devedores duvidosos, que buscam proteger as carteiras de crédito de calotes futuros, continuam altas e os próprios bancos reconheceram que o aumento dos atrasos pode não estar no fim. (Págs. 1 e C1)

Orçamento terá corte de R$ 55 bilhões

O governo anuncia hoje um corte de gastos superior ao de 2011, próximo a R$ 55 bilhões, para garantir o superávit primário nas contas públicas de R$ 139,8 bilhões no ano. O valor do contingenciamento - que no ano passado foi de R$ 50 bilhões - foi decidido durante almoço dos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, após a reunião do Conselho Político. Na reunião do Conselho, Mantega afirmou que "o superávit primário de R$ 140 bilhões será cumprido na sua integralidade", descartando, assim, a possibilidade de abater parte dos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), estimados em mais de R$ 40 bilhões. Mantega acenou também com a criação de condições "financeiras e tributárias" para elevar investimentos e garantir crescimento de 4,5% neste ano. Embora não tenha detalhado, há a possibilidade de estender para mais setores intensivos em mão de obra a desoneração da folha de pagamentos. (Págs. 1 e A4)

Investidores ignoram os custos da preguiça

Pesquisas indicam que 90% dos brasileiros que recebem uma herança tendem a manter as aplicações financeiras recebidas, mesmo que seu perfil seja muito diferente do investidor morto.

Para especialistas, muitas vezes esse comportamento é explicado pela preguiça e pela dificuldade de mudar hábitos. Essa também é a justificativa para que milhões de brasileiros mantenham seu dinheiro nas cadernetas de poupança, embora saibam que esta não é a melhor alternativa de aplicação financeira no país. (Págs. 1, D1 e D2)

Nova regra para operadora em leilões

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pode endurecer a barreira de entrada para operadoras estrangeiras nos próximos leilões de aeroportos. O objetivo é estimular a chegada de grandes empresas internacionais na segunda rodada de concessões, ainda sem data definida. Além do Galeão (Rio) e Confins (Belo Horizonte), o aeroporto de Manaus tem as maiores chances de ir a leilão.

Na licitação da semana passada, os consórcios precisavam incluir uma operadora com experiência de movimentar ao menos 5 milhões de passageiros/ano. Não havia menção, no edital, se o número se referia à movimentação de um único aeroporto ou à soma dos aeroportos administrados pela operadora. A ideia agora é aumentar essa exigência para 10 milhões de passageiros, além de tornar explícito que deve haver pelo menos um terminal com esse tráfego. Se a regra tivesse sido adotada no primeiro leilão, teriam ficado de fora da disputa a francesa Egis e a argentina Corporación América. (Págs. 1 e A5)

Foto-legenda: Choque importado

O avanço das importações traz forte pressão sobre a indústria têxtil. As encomendas estão em baixa e a ociosidade, em alta. A Sandra Têxtil, que produz tecidos planos para vestuário, buscou novos clientes no setor de calçados, bolsas e móveis. "Estamos fazendo de tudo", diz o dono, Ede Villanassi. (Págs. 1 e A14)

Positivo abre áreas de ação e volta-se para o conteúdo

Está pronto o plano da Positivo Informática para enfrentar dois dos principais problemas dos fabricantes de computadores: a concorrência acirrada e as margens de rentabilidade apertadas. O projeto da companhia, com sede em Curitiba, vai reforçar a oferta de serviços aos clientes e criar um braço de atuação robusto em São Paulo.

O estudo para a criação de novas áreas de atuação começou em 2010 e a conclusão, diz Hélio Rotenberg, presidente da empresa, foi que "somos fortes no varejo, então vamos atender o consumidor". Na prática, isso significa fazer com que a companhia de equipamentos passe a olhar com atenção um termo que sempre foi mais comum na área de mídia: conteúdo. (Págs. 1 e B4)

MSD, dos EUA, une-se à Supera e cresce no mercado brasileiro

A americana MSD (Merck & Co) aliou-se à Supera, empresa criada em 2011 pelos laboratórios nacionais Eurofarma e Cristália. A nova companhia, a Supera RX, nasce com portfólio de 30 medicamentos e deve incorporar, a médio prazo, remédios inovadores das três farmacêuticas. A MSD terá participação de 51% na nova empresa. Cristália e Eurofarma ficam com 24,5% cada uma. A expectativa é faturar US$ 100 milhões no primeiro ano e atingir US$ 500 milhões em 2017.

Com presença nos segmentos de genéricos e prescrição médica, a Eurofarma tem medicamentos importantes que serão incluídos no portfólio da nova Supera. A MSD também deverá incorporar à empresa produtos de inovação que já estão em desenvolvimento. "Temos que aprender muito. Deixar de ter visão local para um olhar regional e global", disse Maurízio Billi, presidente da Eurofarma. Para José Bastos, presidente da MSD no Brasil, a parceria vai expandir os negócios da multinacional no Brasil. (Págs. 1 e B1)

Dados sugerem que a Europa entrou novamente em recessão (Págs. 1 e A10)


Hackers chineses espionaram a Nortel por quase dez anos (Págs. 1 e B13)


Vale amplia terminal marítimo da UItrafértiI, diz Buteri (Págs. 1 e B12)


Cepemar diversifica negócios

Controlado pela Suzano, o grupo Cepemar, com atuação nas áreas ambiental, prestação de serviços logísticos e educação investe para crescer no setor de mineração no mar, engenharia costeira, dutos e cabos submarinos. (Págs. 1 e B8)

Demanda ascendente

A indústria brasileira de latas de alumínio espera atingir neste ano o recorde de 20 bilhões de unidades, impulsionada, principalmente, pela elevação do salário mínimo. O resultado representaria uma alta de 8% sobre o ano anterior, diz Renault Castro. (Págs. 1 e B11)

Liderança na soja

Brasil deve responder por mais de 65% do aumento do comércio global de soja até o fim da próxima década e isolar-se como maior exportador mundial da commodity, segundo o USDA. (Págs. 1 e B19)

Febre do futebol nos pregões

Estudo do Banco Central Europeu mostra que as bolsas de valores passam a operar em “câmera lenta” durante jogos da seleção nacional em Copas do Mundo. Na última Copa, a queda no número de negócios na bolsa alemã chegou a 59%. (Págs. 1 e C2)

Batalha dos suplementos

Tribunal de Justiça de São Paulo cassa liminar concedida à Nutrilatina, que suspendia a venda do suplemento alimentar Linolin, da Nutribrands, concorrente do Linolen, da Nutrilatina. O nome se refere ao ácido linoleico presente na fórmula. (Págs. 1 e E1)

Arbitragem na Justiça do Trabalho

Em decisão incomum, a Justiça do Trabalho em São Paulo reconheceu a validade de uma cláusula arbitral em contrato trabalhista entre um executivo do mercado de capitais e o BTG Pactual. (Págs. 1 e E1)


Ideias

Pedro Ferreira e Renato Fragelli

O quadro atual de dívidas europeias ilustra como as democracias precisam de crises para tomar decisões impopulares. (Págs. 1 e A13)

Ideias

Rosângela Bittar

Aliança com PSD de Kassab para melhorar condições eleitorais de Haddad em São Paulo preocupa boa parte do PT. (Págs. 1 e A6)

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terça-feira, fevereiro 14, 2012

XÔ! ESTRESSE [In:] ''CONCESSÃO'', EU ME LEMBRO MUITO BEM... *

...
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(*) ... a lembrar Cauby Peixoto (Conceição).
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CONCEIÇÃO. Cauby Peixoto.

''Conceição
Eu me lembro muito bem
Vivia no morro a sonhar
Com coisas que o morro não tem

Foi então
Que lá em cima apareceu
Alguém que lhe disse a sorrir
Que, descendo à cidade, ela iria subir

Se subiu
Ninguém sabe, ninguém viu
Pois hoje o seu nome mudou
E estranhos caminhos pisou

Só eu sei
Que tentando a subida desceu
E agora daria um milhão
Para ser outra vez Conceição''.

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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS


14 de fevereiro de 2012

O Globo


Manchete: Comissão de Ética Pública do Planalto investiga Pimentel

Ministro ganhou R$ 2 milhões em consultorias após deixar prefeitura

Pouco mais de dois meses depois de O GLOBO revelar que o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, faturou pelo menos R$ 2 milhões em consultorias desde que deixou a prefeitura de Belo Horizonte até assumir cargo no governo da amiga Dilma Rousseff, a Comissão de Ética Pública da Presidência decidiu ontem investigar o caso, aceitando denúncia do PSDB com base nas reportagens. Metade do dinheiro que Pimentel ganhou foi paga pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), por serviços de consultoria na elaboração de projetos na área tributária e palestras nas dez regionais da entidade. O GLOBO apurou que as palestras nunca ocorreram. No fim do ano passado, o governo conseguiu evitar que Pimentel fosse chamado ao Congresso para se explicar. O caso de Pimentel é semelhante ao do ex-ministro Antonio Palocci (Casa Civil), que continua na pauta da comissão. Ontem, os conselheiros decidiram fazer diligências e pedir mais informações a Palocci, que perdeu o cargo. Pimentel disse que só comentará o assunto quando for notificado. (Págs. 1 e 3)

'Agora é tudo com você, Graciosa'

Apresentada por Dilma, nova presidente da Petrobras diz que não haverá alta de gasolina

Numa posse concorrida com 11 ministros, oito governadores e vários empresários, além da presidente Dilma Rousseff, a engenheira Graça Foster assumiu ontem o comando da Petrobras. Em entrevista, ela deixou claro que não tem previsão para aumentar os combustíveis e elevar os investimentos, que serão mantidos. A combinação de aumento de custos com os preços da gasolina amarrados fizeram o lucro da estatal despencar 52% no fim do ano passado. Em seu discurso, Graça fez questão de dizer que era "a filha de dona Terezinha" e que estava orgulhosa de estar recebendo o crachá número um da empresa. De Dilma, sua amiga, recebeu os desejos de sucesso à frente da companhia: "Agora é tudo com você, Graciosa", disse a presidente. (Págs. 1 e 21)

Foto-legenda

Graça Foster e Dilma Rousseff: a filha de dona Terezinha tomou posse na maior empresa do país

O lado oculto do novo Sambódromo

Um dia após a festa de reinauguração do Sambódromo, operários continuavam batucando ontem com suas ferramentas. Na parte da frente da Passarela do Samba, eram feitos apenas retoques e pintura. Já atrás das novas arquibancadas, ainda era aplicado cimento e tratores circulavam. A maratona de blocos recomeça na quinta-feira. No fim de semana, os carnavalescos deixaram bem menos lixo nas ruas: 35,6 toneladas, contra 43,9 na mesma época de 2011. (Págs. 1 e 14 a 18)

Especialistas: pacote não salva Grécia

O pacote fiscal, que prevê congelamento de salários e demissões, aprovado pelo Parlamento da Grécia, não será suficiente para tirar o país da crise, dizem especialistas. A Moody's rebaixou ontem 6 países da Europa, inclusive Espanha e Portugal. (Págs. 1 e 23)

Dois candidatos para a Cidade da Música

A prefeitura lançará em março a concessão da Cidade da Música à iniciativa privada. O complexo, que deve abrir no 2º semestre, depois de dez anos em obras, tem 2 interessados: o Polo Rio Cine e Vídeo e o Instituto Tomie Ohtake. (Págs. 1 e 12)

Força-tarefa vai investigar aliciamento

O governo montará força-tarefa para investigar a rede de tráfico que alicia adolescentes no Norte e no Nordeste para transformá-los em transexuais em São Paulo. A polícia paulista também apura o caso e as ameaças a repórter. (Págs. 1 e 5)

Caso Eloá: motoboy ameaçou matar todos, diz testemunha (Págs. 1 e 4)


Gays apanham de taxistas no Galeão

Dois homens foram presos em flagrante no Aeroporto do Galeão, acusados de terem espancado dois passageiros, gays, que recusaram serviço de táxis piratas, na área do desembarque. Uma das vítimas teve fraturas na face. (Págs. 1 e 13)

Oposição na Venezuela quer copiar Lula

Após ser escolhido para enfrentar Hugo Chávez nas eleições venezuelanas, Henrique Capriles, fã do ex-presidente Lula, afirmou querer seguir o modelo econômico e projetos sociais brasileiros. Ele defendeu a volta da RCTV, rede tirada do ar por Chávez. (Págs. 1 e 27)

Razão Social

Cúpula dos Povos e outros eventos paralelos vão levar mais de dez mil pessoas ao Aterro durante a Rio+ 20 (Págs. 1 e Razão Social)

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Folha de S. Paulo


Manchete: Após prisões, policiais suspendem greve no Rio

Em salvador, tropas do Exército vão patrulhar as ruas durante o Carnaval

Após a série de prisões e a baixa adesão ao movimento, líderes dos PMs e bombeiros do Rio de Janeiro suspenderam a greve iniciada na quinta-feira passada. Eles anunciaram uma "trégua" para o Carnaval.

Nova paralisação voltará a ser discutida após a festa, afirmaram os policiais. Eles discutem agora como negociar a libertação dos mais de cem manifestantes presos, 20 deles no presídio de segurança máxima de Bangu 1. (Págs. 1 e Cotidiano C4)

Conselho libera médicos para aceitar viagens de laboratórios

O Conselho Federal de Medicina desistiu de proibir que médicos viajem a congressos a convite da indústria farmacêutica, informa Claudia Collucci. O órgão assina hoje um acordo que restringe brindes, mas mantém a liberdade para os profissionais aceitarem viagens. "Era isso ou nada", diz o presidente da entidade, Roberto D'Avila. (Págs. 1 e Saúde C10)

Casal gay é agredido em ponto de táxi no aeroporto do Galeão

Dois homens que trabalham com táxis ilegais no aeroporto do Galeão, no Rio, foram presos acusados de agredir um casal homossexual que se recusou a pegar o transporte. Segundo a polícia, os detidos, que negam a acusação, já tinham registro por agressão. (Págs. 1 e Cotidiano C8)

Serra negocia com tucanos condições para se candidatar

Após dizer que não seria candidato a prefeito de São Paulo, José Serra agora negocia com Alckmin condições para entrar na disputa. O tucano quer que o governador costure as alianças.

No PT, Fernando Haddad tenta viabilizar acordo com Kassab e sugere Henrique Meirelles como vice. (Págs. 1 e Poder A4)

Em dia de revolta, Atenas tem 50 prédios queimados

Ainda era possível sentir no fim da tarde de ontem o cheiro de queimado que vinha do histórico cinema Attikon, um dos 50 prédios incendiados em Atenas, no domingo. Após os protestos, sobrou um rastro de destruição pela cidade. (Págs. 1 e Mundo A11)

Obama quer cobrar mais impostos dos americanos ricos

A proposta de Orçamento de Obama, candidato à reeleição, eleva a arrecadação de impostos. O aumento viria do fim de isenções fiscais a quem ganha mais de US$ 200 mil ao ano e da alta de impostos sobre os mais ricos. O plano deve sofrer resistência no Congresso. (Págs. 1 e Mundo A16)

Foto legenda: Na cadeira dos réus

Lindemberg Alves Fernandes, 25, algemado, no primeiro dia de julgamento em Santo André; ele é acusado de matar a ex-namorada, Eloá Cristina Pimentel, e mantê-la refém com outros três amigos em 2008. (Págs. 1 e Cotidiano C1)

O Anti-Chávez

Henrique Capriles Radonski, 39, venceu as primárias e vai enfrentar Hugo Chávez nas eleições presidenciais de outubro na Venezuela. Ele diz defender o "modelo brasileiro" de distribuição de renda. Num sinal do que pode ser a campanha, um apresentador da TV estatal insinuou que Capriles é gay. (Págs. 1 e Mundo A13)

Mônica Bergamo

Estado indenizará família de preso morto por colega. (Págs. 1 e Ilustrada E2)


Comissão de Ética investigará consultorias feitas por Pimentel (Págs. 1 e Poder A9)


Brasil planeja construir usina hidrelétrica em países vizinhos (Págs. 1 e Mercado B1)


Editoriais

Leia "Grécia no limite", sobre pacote de austeridade votado no Parlamento; e "Turbulência à vista", acerca do que falta fazer nos aeroportos do país. (Págs. 1 e Opinião A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete: Governo vai elevar IR das aplicações atreladas à Selic

Ideia é desestimular investimentos que limitam o poder do BC de interferir no ritmo do consumo

O governo prepara mudanças na tributação do Imposto de Renda sobre as aplicações de renda fixa, como fundos de investimentos e CDBs, informa a repórter Adriana Fernandes. A proposta visa a desestimular, por meio de um imposto mais alto, as aplicações que tem rentabilidade vinculada à taxa básica de juros, a Selic. O objetivo é fazer os investidores migrarem para investimentos com correção prefixada ou atrelada à inflação. A ideia é aproveitar o momento de queda da Selic para um dígito, atacando de forma mais efetiva a chamada “cultura" do CDI - grande concentração de ativos atrelados à taxa básica de juros, hoje em 10,5% ao ano. Quanto maior a vinculação, menor o impacto das decisões de juros do Banco Central sobre o ritmo de consumo da população e de investimento das empresas. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

R$ 1,5 trilhão

É o estoque de investimentos criados pela iniciativa privada com renda fixa; 89% estão atrelados ao CDI.

Foto-legenda: Tensão no julgamento

No primeiro dia de julgamento de Lindemberg Alves, acusado de matar Eloá Pimentel em 2008, Nayara da Silva, única testemunha ocular do crime, disse que o rapaz planejou a morte da namorada. A defesa rebateu. (Págs. 1 e Cidades C5)

Nova dirigente da Petrobras se diz grata e fiel a Dilma

Numa cerimônia que evidenciou a forte ligação entre Dilma Housseff e a nova presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, a executiva assumiu o cargo declarando "gratidão e fidelidade incondicional" à presidente da República. Dilma se permitiu, inclusive, encerrar seu discurso com um gracejo: "Agora, é tudo contigo, Graciosa". Sem citar o peso da União sobre as ações da estatal, Graça prometeu manter um diálogo "de prosperidade junto ao controlador". Ela disse que sua vida se confunde com a da estatal. (Págs. 1 e Economia B6)

Maria das Graças Foster
Presidente da Petrobras

“Externo minha fidelidade incondicional à presidente Dilma Rousseff"

Texto de 2004 liga ministra a 'curso de aborto'

A transcrição de uma entrevista de Eleonora Menicucci a uma pesquisadora de Santa Catarina, em 2004, atribui à ministra de Políticas para as Mulheres a revelação de que fez "curso de aborto" na Colômbia. Eleonora nega. (Págs. 1 e Nacional A8)

Melô da crise: Teló agora embala protestos

Para convocar protesto contra a política de cortes de salários em Portugal, os sindicatos apelaram para o hit de Michel Teló, Ai, Se Eu Te Pego. A música foi adaptada para ficar com uma letra mais engajada: Ai, Não Nos Calam. (Págs. 1 e Economia B8)

Amianto: Itália condena dois

A corte de Turim, na Itália, condenou dois acionistas da empresa Eternit a 16 anos de prisão pela morte de pelo menos 2,1 mil pessoas por contaminação por amianto. (Págs. 1 e Vida A16)

Israel culpa Hezbollah e o Irã por atentados a duas embaixadas

Israel culpou ontem o Irã e o Hezbollah pelos atentados contra suas embaixadas na Índia e Geórgia. Nos dois casos, bombas foram colocadas em carros. Uma israelense e três funcionários ficaram feridos em Nova Délhi. Em Tbilisi, a bomba foi desativada e não houve vítimas. (Págs. 1 e Internacional A11)

Região do Contestado recebe poucos recursos (Págs. 1 e Nacional A10)


José Paulo Kupfer

Riscos na decolagem

Discute-se se conceder patrimônio mantido pelo poder público e ou não privatizar, mas o debate sobre a eficiência dorme em segundo plano. (Págs. 1 e B5)

Luiz Werneck Vianna

As cidades e o sertão

O caso de Aguinaldo Ribeiro, o novo ministro das Cidades, põe em evidência o segredo de Polichinelo da modernização brasileira. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)

Adam Liptak

Guerra dos vazamentos

Obama processou mais gente por fornecer dados secretos à imprensa do que os governos dos EUA anteriores juntos. (Págs. 1 e Visão Global A14)

Notas & Informações

O desafiante de Chávez

Prévia mostrou que oposições venezuelanas superaram anos de desunião diante do chavismo. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense


Manchete: Sabotagem no Metrô tem 80 investigados

Polícia garante que houve violação do sistema, com a instalação de cabos para interromper o tráfego e provocar problemas na operação. Todos os funcionários da companhia com acesso ao armário onde funciona o equipamento são suspeitos. (Págs. 1 e 25)

Intransitável

Acidentes em série, demora na remoção de veículos, chuva e manifestações na Esplanada tornaram as principais vias de acesso a Brasília um calvário para os motoristas. Muitos demoraram até três horas para chegar ao trabalho. Autoridades buscam maneiras de adotar soluções ágeis para não comprometer o fluxo de veículos, mas a precariedade do sistema de transporte público e a disposição rodoviária da capital dificultam as ações. (Págs. 1, 21 e 22)

Esplanada, 9h37

Comboio de 600 caminhões de atacadistas do DF invadiu três pistas e durou três horas: a categoria reivindica benefícios fiscais semelhantes aos concedidos por outras unidades da Federação.

Epia, 10h45

Acidente com duas carretas e uma ambulância interditou a via por cinco horas: falta de guincho.

EPTG, 10h51

Engarrafamento na Estrada Parque foi reflexo da batida na Epia: motoristas "furam" faixa exclusiva.

Arrocho: Verbas do PAC estão livres do corte no Orçamento

A redução de gastos do governo federal este ano ficará entre R$ 50 bilhões e R$ 55 bilhões, abaixo da expectativa do mercado. Além das obras do Programa de Aceleração do Crescimento, os financiamentos do Minha Casa, Minha Vida serão poupados. Já os concursos públicos passarão por análise criteriosa. (Págs. 1 e 2)

Disciplina, a ordem na Petrobras

Com a presença de Dilma, Maria das Graças Foster assumiu a estatal prometendo cumprir as metas da empresa. (Págs. 1 e 9)

Impostos: Obama tira dos ricos para criar empregos

De olho na reeleição e sob pesadas críticas dos republicanos, o presidente dos EUA apresentou sua proposta de orçamento com o investimento de US$ 800 bilhões na geração de postos de trabalho e na infraestrutura do país. O ponto polêmico, no entanto, é o aumento de 30% na tributação dos milionários. (Págs. 1 e 13)

Pai ganha licença de seis meses

A mulher de um servidor da PF morreu após o parto e ele conseguiu na Justiça o benefício para cuidar do filho. (Págs. 1 e 29)

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Valor Econômico


Manchete: Governo pede à China que limite vendas ao Brasil

O governo brasileiro pediu ao vice-primeiro-ministro chinês, Wang Qishang, em visita ao Brasil, a criação de mecanismos de "restrição voluntária" de exportações por parte de empresas chinesas de têxteis, confecções, calçados e eletroeletrônicos. A alternativa, argumentam as autoridades brasileiras, seria lançar mão de salvaguardas (barreiras temporárias à importação) a importações nesses setores, uma medida bem mais restritiva ao comércio.

Em discurso durante almoço com a delegação chinesa no Palácio do Itamaraty, o vice-presidente, Michel Temer, disse que o Brasil está preocupado "com o aumento maciço e indiscriminado de produtos chineses no mercado brasileiro", que provoca o "deslocamento da produção brasileira". Temer e Wang Qishan presidem a Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível (Cosban), reunida ontem. "Daí porque falamos em um dimensionamento voluntário das exportações chinesas", afirmou o vice-presidente. (Págs. 1 e A4)

Foto-legenda: Cenário dominante

Luis Stuhlberger, da gestora de recursos Credit Suisse Hedging-Griffo, vê aceleração da economia e dos preços. E aposta em papéis indexados à inflação e ações de consumo. (Págs. 1, D1 e D2)

Italiano volta para comandar Citroën no país

O conhecimento do mercado brasileiro, depois de uma passagem pelo país nos anos 90, na Fiat, tornou-se um trunfo na escolha do italiano Francesco Abbruzzezi para dirigir a Citroën do Brasil. Ele faz parte de uma nova geração de executivos que chama a atenção das empresas pelo que conhece do país, um perfil diferente dos muitos estrangeiros que comandaram filiais brasileiras sem falar português. Ao trocar a direção da rede de revendas própria da Fiat Auto na Europa pela Citroën, ele acredita que esse é um passo fundamental em sua carreira. "O Brasil é do tamanho da Europa", diz, ao destacar os investimentos programados pelas montadoras para o país. (Págs. 1 e B6)

Crise na News Corp. piora com prisões no 'The Sun'

A prisão de cinco jornalistas do tablóide "The Sun", da News Corp., suspeitos de terem subornado funcionários públicos, aumentou a crise na divisão inglesa do conglomerado americano de comunicações e pode levar Wall Street a retomar as discussões sobre se a News Corp. deve desmembrar seus negócios de jornais, que hoje desempenham um papel relativamente pequeno na empresa, que se tornou basicamente um conglomerado de cinema e televisão.

Até agora, no entanto, a resistência de Rupert Murdoch, presidente da companhia, anulou qualquer perspectiva de separação no passado. (Págs. 1 e B2)

África do Sul taxa frango brasileiro

As tarifas antidumping aplicadas pela África do Sul na sexta-feira sobre as importações de carne de frango do Brasil devem significar uma perda anual de US$ 70 milhões para exportadores, segundo a União Brasileira de Avicultura (Ubabef). A África do Sul é o 7º maior mercado para o frango brasileiro. No ano passado, foram enviadas 195 mil toneladas do produto ao país, o equivalente a 4,9% das exportações totais.

A África do Sul decidiu impor uma tarifa de 62,92% sobre o frango inteiro e de 46,59% sobre os cortes desossados importados do Brasil. As medidas já estão em vigor e afetam, inclusive, encomendas já embarcadas. (Págs. 1 e B14)

Remuneração com ações estreia no BB

Pela primeira vez em seus mais de 200 anos de história, o Banco do Brasil fará em breve seu primeiro pagamento de remuneração a executivos com ações. O BB paga participação nos lucros e resultados aos diretores estatutários desde 2002 e começou a dar bônus em 2010. A mudança decorre da adequação antecipada do banco a uma resolução do Conselho Monetário Nacional que passa a vigorar para as instituições financeiras a partir de 2012. Entre os grandes bancos do país, o BB é um dos que devem ser mais afetados pela nova regra, já que possui sistema de remuneração baseado em salário fixo e em uma parcela variável apenas de curto prazo, paga em espécie. Itaú Unibanco e Santander já praticavam modelos mais próximos ao exigido, mas também terão de fazer ajustes. (Págs. 1 e C12)

Redes sociais para investidores começam a ganhar força no país (Págs. 1 e B3)


Expansão da Brazil Pharma

A Brazil Pharma, braço de varejo farmacêutico do BTG, comprou a rede de drogarias baiana Sant’ana, líder no Estado, por R$ 347 milhões. Com o negócio, tornou-se a terceira maior rede do país. (Págs. 1 e B1)

Avanço da publicidade compartilhada

Serviços de compartilhamento de anúncios na internet, como o AdSense (Google) e o Lomadde (BuscaPé), ajudam a manter de pé os negócios digitais no país. Segundo a consultoria ComScore, 95% dos sites brasileiros participam do programa do Google. (Págs. 1 e B3)

Sírio fecha parcerias em oncologia

Referência em oncologia, o Sírio-Libanês negocia parcerias para administrar a área de tratamento de câncer de outros hospitais. O primeiro acordo foi fechado com o Hospital Santa Paula, cujo acionista majoritário é o empresário Edson Bueno, da Amil. (Págs. 1 e B4)

Motoristas evitam o etanol

Com preço ainda desfavorável em relação à gasolina na maior parte do país, o consumo de etanol hidratado caiu 39% no mês passado, em relação a janeiro de 2011, e 15% sobre dezembro. O repasse da queda de preço nas usinas deve ganhar força neste mês. (Págs. 1 e B11)

Café brasileiro ganha prestígio

Até pouco tempo o café brasileiro era considerado uma commodity destinada apenas à produção de café instantâneo. Mas os cafés gourmet brasileiros ganham prestígio entre torrefadoras e cafeterias do exterior. (Págs. 1 e B12)

Seca força migração de gado nos EUA

A seca ao sul da região das Grandes Planícies dos EUA está provocando um enorme deslocamento de gado para o norte, encarecendo os preços da carne bovina e ameaçando alterar o perfil da produção de carne vermelha no país. (Págs. 1 e B14)

China promete ajuste em reservas

A China pretende desacelerar a acumulação de reservas internacionais neste ano para cerca de 3% do PIB, praticamente metade dos 5,7% alcançados em 2011, como uma das medidas para facilitar o reequilíbrio e o crescimento da economia global. (Págs. 1 e C12)

Esporte é a bola da vez

Perspectivas de negócios com a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 no Brasil aceleram a profissionalização das áreas ligadas aos esportes e abrem oportunidades para executivos como Sérgio Friedheim, que deixou a Motorola para assumir o marketing de artigos esportivos da Alpargatas. (Págs. 1 e D6)

Ideias

Delfim Netto

Há uma guerra cambial entre EUA, UE e China, e os emergentes estão sendo forçados a aceitar esse jogo sujo. (Págs. 1 e A2)


Ideias

Jorge Arbache

Países exportadores de commodities tendem a ter crescimento econômico mais volátil e mais lento no longo prazo. (Págs. 1 e A10)

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