A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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domingo, agosto 15, 2010
A HORA DO ''ÂNGELUS'' (II). NOSSA SENHORA DA GLÓRIA. PADROEIRA DE MARINGÁ.
Padroeira: 50 mil devem participar da santa missa
12/ago/2010
Dom Anuar Battisti
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A solenidade de Nossa Senhora da Glória, padroeira da cidade e da Arquidiocese de Maringá, deve reunir cerca de 50 mil pessoas na praça da Catedral Basílica Menor em Maringá, no próximo domingo, 15.
Na ocasião haverá também o encerramento da Semana Nacional da Família e a chegada da imagem da padroeira do Paraná, Nossa Senhora do Rocio, que vai visitar as 55 paróquias da Arquidiocese até o dia 12 de outubro.
Dezenas de caravanas são esperadas para a solenidade. A santa missa, que está marcada para as 18h, será presidida pelo Arcebispo Metropolitano Dom Anuar Battisti, e concelebrada pelo primeiro arcebispo de Maringá, Dom Jaime Luiz Coelho e demais padres da arquidiocese.
Logo após a santa missa, o padre Reginaldo Manzzoti fará uma homenagem a Nossa Senhora e às Famílias.
Transmissão nacional pela TV
Maringá será, mais uma vez, destaque nacional por causa de um evento religioso. A TV 3º Milênio, que é geradora, fará a transmissão nacional da Solenidade de Nossa Senhora da Glória. Outras emissoras parceiras vão retransmitir a santa missa da padroeira de Maringá: TV Nazaré, de Belém do Pará; Paraná Educativa e TV Século 21.
http://odiario.com/blogs/domanuar/2010/08/12/padroeira-50-mil-devem-participar-da-santa-missa/
A HORA DO "ÂNGELUS'' [In:] QUEM TEM OLHOS DE VER...
Informações contidas no DNA: a quem pertencem?
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Dois casos recentes de recusa em fornecer DNA para testes têm reacendido na mídia questões éticas acerca das informações contidas no nosso DNA. No primeiro deles, o goleiro Bruno, acusado de assassinato, se recusa a fornecer material para testes que podem elucidar sua participação na morte de Eliza Samudio. O segundo caso é o do vice-presidente José Alencar, que se recusa a fazer o teste para comprovar uma suspeita de paternidade.
No primeiro caso, segundo a legislação, uma pessoa suspeita de ter cometido crime não precisa fornecer provas contra si mesmo. Já nos casos de acusação de paternidade, a recusa em se submeter aos testes implicaria que o “suspeito” é presumivelmente o pai da criança. Tivemos um debate muito interessante sobre esse assunto em VEJA.com (que irá ao ar nos próximos dias).
Existem, porém, outras situações nas quais o DNA de uma pessoa pode ser fundamental para determinar se um parente tem risco de vir a ter filhos com uma doença genética cujo nascimento poderia ser prevenido. É possível negar-se a fornecer essa informação?
Como alertar familiares em risco? – O aconselhamento genético (AG) envolve uma série de procedimentos complexos. Por exemplo, quando um casal tem uma criança com uma doença genética, o primeiro passo é confirmar o diagnóstico e determinar se há risco de que futuras crianças também venham a ser afetadas. Dependendo da situação, esse risco pode se estender a outros familiares. Nesses casos pedimos aos consulentes para alertar as pessoas interessadas de que elas podem se submeter a testes genéticos para determinar se elas têm ou não um risco aumentado, desde que queiram, é claro. O fundamental é que sejam informadas. A decisão de se submeter ou não ao teste genético é única e exclusivamente da pessoa interessada. Na prática, essa conduta tem se mostrado eficiente na maioria dos casos. Mas existem exceções…
E se houver recusa em fornecer DNA? Como proceder nesses casos? – Maria veio nos procurar porque vai casar e quer saber se tem risco de vir a ter filhos com distrofia de Duchenne (DMD), uma doença degenerativa dos músculos que só afeta meninos. A sua preocupação procede. Seu primo Paulo, filho de sua tia materna, Joana, faleceu afetado por essa doença. Existem duas possibilidades. A doença de Paulo pode ter se originado de uma mutação nova e nesse caso não há risco de que nasçam outras crianças com o mesmo problema naquela família. Ninguém tem o risco genético aumentado. A segunda possibilidade é de que o gene alterado já esteja presente na família. Nesse caso, Maria pode também ser portadora da mutação. Se isso for verdade existe o risco de que metade de seus filhos também venham a ser afetados pela DMD. Para tirar isso a limpo precisamos comparar seu DNA com o do primo afetado e o de Joana, a tia materna. É o procedimento padrão.
Qual é a dificuldade? – Acontece que logo depois do falecimento de Paulo, sua mãe sofreu um acidente e também não resistiu. Quando contatado, o pai afirmou que não quer fornecer qualquer dado ou material genético de Paulo ou de sua esposa falecida – que estão armazenados em um hospital – já que isto não vai beneficiá-lo em nada. Mesmo sabendo que esse DNA poderá ajudar muito a sobrinha, inclusive prevenindo o nascimento de novos afetados, ele permanece irredutível.
Como proceder em situações como essas? É possível solicitar o DNA contra a vontade do pai? Existe uma jurisprudência a respeito? Gostaria de saber a opinião de vocês.
VEJA.
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sábado, agosto 14, 2010
EDITORIAL [In:] PROGRAMA FOME O,O
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Os restos mortais do Fome Zero se espalham pela cidade onde nasceu
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Concebido pelo presidente Lula, o Programa Fome Zero nasceu em 3 de fevereiro de 2003 num palanque armado na única praça de Guaribas, interior do Piauí. Morreu dois anos depois sem ter saído do berço, mas nunca teve sepultamento cristão. Ninguém providenciou o velório, o atestado de óbito não foi expedido. Só existe a certidão de batismo, assinada pelo governador Wellington Dias e por quatro ministros que, na grande festa promovida há sete anos e meio, enxergaram no recém-nascido a cara do Brasil-Maravilha inventado pelo maior goverrnante de todos os tempos.
Depois da discurseira do governador, depois do falatório dos ministros Ciro Gomes (Integração Nacional), Benedita da Silva (Assistência e Promoção Social), José Graziano (Segurança Alimentar) e Olívio Dutra (Cidades), os quase 5 mil habitantes souberam como seria, no máximo até dezembro de 2006, a vida de quem tivera a sorte de vir ao mundo no lugarejo promovido por Lula a Capital do Fome Zero. Um vidaço de Primeiro Mundo.
A cidade seria premiada com médicos, um hospital, postos de saúde, uma farmácia, escolas, esgoto, água, luz, telefone, calçamento, um hotel, uma estrada asfaltada de 53 quilômetros, um programa de fortalecimento da agricultura familiar, outro de capacitação profissional. Quem não ganhasse dinheiro no campo prosperaria na cidade como artesão ou costureira. Uma empresa do governo, Emgerpi, cuidaria exclusivamente do mundaréu de canteiros de obras. E administraria com especial carinho p Memorial do Fome Zero, colosso arquitetônico destinado a eternizar a lembrança do dia em que tudo mudou.
As coisas se arrastaram até 2005, quando o governo federal descobriu que o Bolsa-Família rendia muito mais votos, matou o Fome Zero de inanição e tentou sumir com o corpo. Não conseguiu, constatou em julho a repórter Sandra Martins, do jornal Tribuna do Piauí. A jornalista descobriu que os restos mortais da fantasia eleitoreira se espalham pela cidade iludida. E transformaram Guaribas numa prova contundente de que a visão do Brasil real é obscurecida por um país do faz-de-conta que só existe na propaganda oficial.
Passados sete anos e meio, há em Guaribas as três escolas que já existiam, um posto de saúde, um médico, nenhum hospital, três enfermeiros, nenhuma farmácia, cinco telefones públicos, uma lanchonete, uma mercearia, uma agência do Bradesco. As calçadas são contadas em metros, as ruas continuam sem pavimentação, só existe água em poucas casas, falta energia elétrica, e centenas de fossas denunciam a inexistência de tratamento de esgoto no aglomerado de 942 residências, incluídos os casebres miseráveis que o governador e os ministros prometeram erradicar.
O programa de capacitação profissional parou nas máquinas de costura que enferrujam perto da praça. A agricultura familiar nunca desceu do palanque: neste ano, a safra se resumiu a um punhado de sacos de milho. A estrada não foi pavimentada. A construção do memorial ficou no esqueleto. Esquecido pelo PAC, que entre o que não vai construir incluiu até um trem-bala, o monumento virou ruína sem ter sido inaugurado.
Como as 805 bolsas-família são insuficientes, muitos moradores engrossaram a diáspora dos nordestinos. “A população diminuiu, as pessoas estão indo embora em busca de trabalho”, lamenta o secretário de Administração da prefeitura, Edmilson Pereira Maia, que atribui o fiasco do Fome Zero ao descaso do governo federal. “Eles montaram aqui uma administração paralela e depois abandonaram tudo”, informa. O escritório ocupado pela Emgerpi está com as portas lacradas há mais de ano. O dono do imóvel, Manoel Gomes, avisa que só vai devolver a mobília e os objetos que reteve quando receber o aluguel atrasado.
Lula prometeu visitar Guaribas duas vezes. Nunca deu as caras por lá, mas importou alguns moradores para uma audiência em Brasília. Carmelita Rocha, 70 anos, uma das integrantes da comitiva, jamais soube exatamente o que foi fazer na capital, mas garante que ali viveu os melhores momentos da vida. Comeu bem, dormiu num quarto de hotel, passeou em carros de luxo. As coisas hoje ficaram muito piores.
Viúva há três meses, sustenta a própria família e a da irmã, que também enviuvou recentemente, com os R$ 400 da aposentadoria que herdou do marido, enterrado na cova rasa com o corpo envolvo numa rede. “Compro um saco de arroz, café, açúcar, massa de milho, sabão e só”, diz Carmelita. “Não estamos passando fome rachada, mas são vários dias que não temos o que comer”. Ela recorda nitidamente do comício que lhe prometeu três refeições por dia. Se conseguisse uma, Carmelita ficaria muito feliz.
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sexta-feira, agosto 13, 2010
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
13 de agosto de 2010
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Folha de S. Paulo
Manchete: Caixa omite dado negativo sobre casas populares
Balanço de junho do programa Minha Casa, Minha Vida traz dados negativos ao governo que são omitidos pela Caixa. O documento mostra que, para o grupo de renda de até três salários mínimos, só 565 das 240,5 mil casas foram entregues.
Esse conjunto da população concentra cerca de 90% do déficit habitacional do país, informam Andréa Michael e Daniela Lima.
O programa é tido como prioritário no Planalto e é uma das principais plataformas de Dilma Rousseff (PT).
Inicialmente, o banco afirmou que os dados não existiam. Depois, sustentou que não havia informações consolidadas. O SindusCon (Sindicato da Indústria da Construção Civil) confirmou a veracidade dos dados do balanço da Caixa. (Págs. 1 e A4)
Eleições 2010: Alvo único em debate, Alckmin ataca Lula
O candidato tucano foi cobrado sobre a situação da saúde e da segurança pública e o preço dos pedágios. Em resposta, apontou problemas no aeroporto de Cumbica e no porto de Santos, ambos de administração federal. (Págs. 1, A10 e A11)
Michael Kepp
Candidato não paga o preço de se expor (Págs.1 e A12)
Mantega admite erros, mas nega manipulação
Reportagem apontou erros e distorções de informações que comparavam os governos Lula e FHC. O site de Dilma Rousseff, do PT, utilizou os dados. (Págs. 1 e A6)
Maranhão tem 'meia Bolívia' de gás, afirma Eike
A estimativa, feita a partir da perfuração de um único poço, gerou desconfianças no mercado. Especialistas defendem mais testes para aferir esse tamanho. (Págs.1 e B9)
Moradores de Higienópolis se mobilizam contra novo metrô em SP (Págs.1 e C4)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Incentivo do BNDES à indústria vira alvo na OMC
O Brasil terá seus programas de financiamento do BNDES e toda sua política de apoio industrial avaliados na Organização Mundial do Comércio, informam Jamil Chade e Adriana Fernandes. Com um ano de atraso, o governo entregará à entidade documentos descrevendo os programas de ajuda estatal para comércio e investimentos, exigência que a OMC faz a todos os paises. Pela lei internacional, os subsídios ao setor industrial estão proibidos. Mas, em Brasília, funcionários que ajudaram a elaborar os documentos admitiram ao Estado que o governo apenas notificará o que sabe que está dentro da lei. Embora isso não signifique a abertura de uma disputa comercial, alguns países já indicaram que vão pressionar para entender como é que o BNDES financia a produção e a exportação. (Págs. 1 e Economia B1)
Entidade já condenou ação do banco antes
A atuação do BNDES ocupa a agenda do Brasil na OMC desde os anos 90, quando o financiamento às exportações de aeronaves da Embraer foi condenado e o Proex foi obrigado a passar por uma reforma. Em 2009, a OMC suspeitou que a ação do BNDES pudesse estar distorcendo o comércio e criando vantagens ilegais para as exportações brasileiras. (Págs. 1 e Economia B1)
Sob novo governo, terror ataca na Colômbia
Foto legenda: Violência. Policiais colombianos inspecionam o local do atentado contra o prédio da Rádio Caracol, em Bogotá
Pré-Enem vai custar 5,5 vezes mais
Para rebater Serra, PT usa ministérios
Congonhas ganha 900 mil passageiros (Págs. 1 e Cidades C1)
Eike diz ter descoberto 'meia Bolívia' em gás (Págs. 1 e Economia B11)
Notas & Informações: O risco do petróleo
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Valor Econômico
Manchete: Lucros de empresas abertas aumentam 41% em um ano
Levantamento do Valor Data com as 113 empresas abertas que divulgaram resultados até a manhã de ontem aponta lucro líquido de R$ 18,6 bilhões no segundo trimestre, comparado a R$ 13,2 bilhões em igual período de 2009 - alta de 41% - e aos R$ 15,7 bilhões verificados em 2008, antes do agravamento do cenário internacional com a quebra do Lehman Brothers. Por muito pouco, o lucro não bateu o terceiro trimestre de 2008, ápice da excelente fase pré-crise. (Págs. 1 e D1)
Fornecimento de material de construção já preocupa
A reação dos fornecedores tem sido elevar as importações, como é o caso das fábricas de cimento, que estão trazendo o produto do exterior para abastecer mercados como o Nordeste e o Centro-Oeste. Outras empresas aceleram seus projetos de ampliação de fábricas para aumentar a produção mais rapidamente. (Págs. 1, B1 e B8)
Violência é o principal foco da campanha no ES
O problema é tema central das campanhas dos dois principais candidatos: Renato Casagrande (PSB), favorito nas pesquisas, e Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB). Ambos criticam o governador e culpam a falta de integração entre as instâncias federativas pela situação. Casagrande propõe-se a agilizar os processos judiciais para reduzir a população de presos provisórios dos atuais 47% para 30% do total. Vellozo Lucas quer expandir a adoção de penas alternativas para não misturar presos por pequenos delitos àqueles de maior periculosidade. (Págs. 1 e A14)
CEF financiará as exportações para o Irã
As indústrias exportadoras afirmam que os bancos nacionais têm se recusado a operar a linha de crédito de € 1 bilhão com o Irã para evitar eventuais represálias dos EUA e da Europa. Até agora, nenhuma operação nessa linha, que usa recursos do Proex Financiamento, foi contratada internamente. O Ministério da Fazenda e o Itamaraty mantêm conversas com o Banco Central para esclarecer aos bancos brasileiros, por meio de carta-circular, que as sanções da ONU não incluem operações de comércio exterior incluídas nessa linha. (Págs. 1 e A10)
A disputa em torno da bresaola italiana
Países sul-americanos estudam medidas para segurar o câmbio (Págs. 1 e A10)
Mercosul quer conteúdo nacional
BlackBerry quer sair do escritório
Penguin desembarca no Brasil
Rússia levanta barreiras
Derrota dos exportadores
Ideias
Estados foram beneficiados, pela primeira vez em dez anos, com um "waiver” das metas dos programas de ajuste fiscal. (Págs. 1 e A2)
Ideias
É fundamental que repasses do Tesouro aos bancos públicos e seus subsídios sejam explicitados no Orçamento da União. (Págs. 1 e A13)
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quinta-feira, agosto 12, 2010
BRASIL/AERONÁUTICA [In:] ALÔ, ALÔ MARCIANO... (*)
Relembre alguns dos principais casos de registros de óvnis no Brasil
Varginha, em Minas Gerais, tem o caso mais famoso.
Óvnis foram vistos também em São Paulo, Rio de Janeiro e no Ceará.
Do G1, em São Paulo
Na terça-feira (10), a Aeronáutica divulgou uma portaria sobre como pilotos e tripulantes devem proceder no caso de encontrarem "objetos voadores não identificados" (óvnis) no espaço aéreo brasileiro. Os ufólogos do país comemoraram a decisão, mas pediram a liberação de arquivos secretos das Forças Armadas.
Relembre agora alguns dos principais casos em que pessoas afirmaram ter visto esse tipo de objeto.
| | Há 11 anos, em agosto de 1999, moradores de Macaé, no Rio de Janeiro, afirmaram ter visto um objeto voador não-identificado em forma de uma estrela colorida em plena luz do dia. A população ficou assustada. Os ufólogos afirmaram que as características geológicas da cidade atraem extraterrestres. Radares do aeroporto e da Aeronáutica, no entanto, não detectaram o óvni. |
| | Em 20 de janeiro de 2008, marcas em um canavial na cidade paulista de Riolândia assustaram os moradores. Para os ufólogos, uma nave espacial pousou no local. No mesmo mês, a Comissão Brasileira de Ufólogos pediu a liberação de supostos arquivos secretos das Forças Armadas sobre óvnis. |
| | Em maio de 1986, o ministro da Aeronáutica brigadeiro Otávio Moreira Lima contou que 21 óvnis foram vistos sobre o céu de São Paulo. Os objetos teriam sido perseguidos por caças, mas escapado em alta velocidade. Um relatório sobre o caso foi prometido, mas nunca entregue. O ex-ministro Celso Furtado também afirmou ter visto um óvni, em Fortaleza, em 1979. Com ele estariam o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua esposa, Ruth Cardoso. |
| | Em janeiro de 1996, na cidade de Varginha, em Minas Gerais, três jovens afirmaram ter visto um ser extraterrestre em um terreno baldio. Dois meses depois, em março, a população da cidade afirmou ter visto luzes estranhas e coloridas se movimentando pelo céu da cidade. |
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(*) ALÔ, ALÔ MARCIANO. Elis Regina. (Composição: Rita Lee, Roberto de Carvalho).
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ELEIÇÃO 2O1O [In:] A ERA DO ''ZÉ BONITINHO'' (*)
Marcelo Tas repudia era da 'photoshopização'
Encontros Estadão & Cultura: humoristas criticam veto a piadas com candidatos
"Estamos vivendo a era da "photoshopização" da vida. Tudo tem de ser bonitinho, sem palavrão e sem celulite": a conclusão é de Marcelo Tas, jornalista, ator e atual âncora do programa CQC, da Bandeirantes, sobre os esforços legislativos ou de militâncias diversas que conspiram por um mundo tão politicamente correto, que chega a ser fake. A frase surgiu ontem, durante a abertura de mais uma edição da série Encontros Estadão & Cultura na Livraria Cultura. O tema da vez são os 60 anos da TV no Brasil.
Por mais de 1h30, Tas e Márcio Ballas, do grupo Jogando no Quintal e apresentador do É tudo Improviso, também da Band, divertiram uma plateia predominantemente jovem que lotou o Teatro Eva Hertz. O tema do dia foi o humor.
Ao citar a obsessão da nossa era por patrulhas ideológicas, Tas falou sobre a lei que veta palmadas nas crianças e o caso de um juiz que proibiu a mãe de batizar a filha com o nome "Amora". Mestre em humor de improviso, Ballas tem esperança de que o gênero possa contribuir para reverter tantas exigências. "O improviso traz à tona algo falível."
A pergunta mais encaminhada aos dois pela plateia dizia respeito à proibição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a piadas referentes aos candidatos nesta época de eleição. Para Tas, sem meio termo, isso é uma forma de "censura". "Nem quando eu fazia o (repórter) Ernesto Varela (personagem dos anos 80) havia tanta intromissão, e olha que o presidente era o (João) Figueiredo", completou Tas.
A aceleração da internet no Brasil, que dá a Tas e Ballas um ibope até maior que a TV, também foi assunto do encontro.
Os Encontros Estadão & Cultura terão hoje Ana Paula Padrão, Lillian Witte Fibe e Paulo Markun, com foco no jornalismo e amanhã, o autor de novelas Silvio de Abreu: sempre às 13h, no Teatro Eva Hertz (Livraria Cultura do Conjunto Nacional).
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(*) ''MULHERES, CHEGUEI !!!" (Bordão utilizado por Zé Trindade/Cinédia/Atlântida).
- Nome Completo: Milton da Silva Biftencourt
- Natural de: Salvador, BA, Brasil
- Nascimento: 18 de Março de 1915
- Falecimento: 02 de Maio de 1990.
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ELEIÇÕES 2O1O [In:] ... E QUEM PAGA A ''CONTA'' ? (..."well''... !!! )
Milionários de bolso aberto
Autor(es): Lúcio Vaz | ||||||||
| Correio Braziliense - 12/08/2010 | ||||||||
Candidatos a deputado com alto patrimônio fazem da “autodoação” uma das principais estratégias.
Os candidatos a deputado milionários estão financiando do próprio bolso quase a totalidade de suas campanhas. Considerando os 34 mais ricos, com patrimônio declarado superior a R$ 5 milhões (cada um deles), a arrecadação total já atinge R$ 5,3 milhões. Desse valor, R$ 3,17 milhões saíram da conta bancária dos próprios candidatos. O total de despesas declaradas por eles até agora soma R$ 3,14 milhões, o que significa que os recursos próprios seriam suficientes para cobrir as despesas de campanha. A arrecadação própria ainda está longe de abalar o patrimônio desses 34 candidatos, que chega a um total de R$ 1,4 bilhão. As autodoações representam 0,2% do valor. O candidato a deputado Odílio Balbinotti (PMDB-PR) recebeu apenas R$ 9 mil de doações, mas nem por isso a campanha travou. Ele meteu a mão no bolso e sacou R$ 1 milhão. No primeiro mês de campanha, gastou R$ 414 mil. A maior parte (R$ 260 mil) custeou a impressão de materiais publicitários. E gastou mais R$ 58 mil com publicidade em jornais e revistas. Ele tem o nono maior patrimônio entre os deputados que tentam a reeleição, com bens declarados de R$ 16 milhões. O deputado Wilson Picler (PDT-PR), que também tenta a reeleição, recebeu doações de R$ 102 mil, mas os gastos chegaram a R$ 516 mil no primeiro mês. A maior parte (R$ 195 mil) está contabilizada em despesas “diversas a especificar”, mas também aparece o gasto de R$ 124 mil em publicidade por placas, estandartes e faixas. Foram consumidos mais R$ 60 mil em publicidade por carro de som e R$ 25 mil com publicidade em jornal e revistas. Para cobrir tantas despesas, Picler colocou R$ 432 mil de recursos próprios na campanha. Nada que vá abalar o patrimônio de R$ 23 milhões. Concessões O maior milionário da Câmara, Marcelo Almeida (PMDB-PR), com patrimônio declarado de R$ 683 milhões, está tendo uma campanha que pode ser considerada modesta. Gastou R$ 146 mil até agora. A maior parte (R$ 114 mil) se refere a “serviços prestados por terceiros”. Ele gastou mais R$ 23 mil em “despesas com pessoal”. Por enquanto, ele financiou 100% da própria campanha. A autodoação de R$ 200 mil representa 0,03% do seu patrimônio. Marcelo é filho do legendário empresário Cecílio do Rego Almeida, dono da empreiteira CR Almeida, além de concessões de rodovias, agropecuárias e indústrias químicas. A maior parte do patrimônio do deputado resultou da partilha de bens após a morte do pai. Outro candidato milionário que tem sido econômico nesta eleição é Vadão Gomes (PP-SP). Com patrimônio de R$ 192 milhões, destinou R$ 100 mil para a própria campanha. E até agora não declarou nenhum gasto. O número R$ 5,3 milhões Arrecadação de campanha dos 34 candidatos à Câmara mais ricos Brecha para ocultar O sistema de registro de contribuições eleitorais no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deixa uma brecha para doações ocultas feitas a candidatos ao Senado. Isso ocorre porque os candidatos a suplentes de senador também podem receber contribuições de campanha, mas a declaração é feita de forma conjunta com o titular. Assim, não é possível saber quem exatamente recebeu a doação, se o suplente ou o titular. A prestação de contas do candidato a suplente Antônio Carbonari (PTB-SP), por exemplo, remete para a conta de campanha do titular Romeu Tuma (PTB-SP). Ali, aparece uma autodoação de R$ 500 mil. Tuma afirmou ao Correio que a doação foi feita por Carbonari. “De onde eu ia tirar isso?”, brincou o senador. Na prestação de contas do senador Heráclito Fortes (DEM-PI), candidato à reeleição, aparecem contribuições num total de R$ 465 mil, sendo R$ 312 mil de doações de recursos próprios. É impossível saber se o dinheiro partiu do bolso do senador ou dos suplentes. Um deles, Valter Alencar (DEM-PI), tem patrimônio de R$ 14,4 milhões. Heráclito disse à reportagem que os recursos saíram da sua conta bancária. A mulher do senador é empresária. O candidato ao Senado com campanha mais cara (R$ 2 milhões), Delcídio Amaral (PT-MS), afirmou que não recebeu ajuda do suplente, Pedro Chaves (PSC). “O Correio diz que a campanha milionária é a minha. Só tem um detalhe: a minha é por dentro. Outros números são um “engana que eu gosto”. Aqui no estado tem candidato que gastou R$ 67 mil na campanha”, ironizou, referindo-se à matéria publicada na edição de ontem. “No fim, vão dizer que as campanhas estão mais caras. Não é que tenham ficado milionárias, é que passaram a declarar mais do que no passado.” Financiadores A realidade da campanha, às vezes, transforma candidatos em doadores. É o caso do deputado Jutahy Júnior (PSDB-BA), candidato à reeleição. Ele declarou doações de R$ 630 mil. Desse total, R$ 401 mil foram direcionados para “outros candidatos”. O dinheiro foi repassado a candidatos a deputado estadual que apoiam o líder tucano. Jutahy calcula que precisará de cerca de R$ 2 milhões para custear a sua campanha e a dos aliados. O milionário Wilson Picler (PDT-PR) recebeu R$ 534 mil e repassou R$ 36 mil a outros candidatos. Mário Heringer (PDT-MG) repassou a aliados R$ 50 mil dos R$ 260 mil que recebeu em contribuições eleitorais. Entre as declarações feitas ao TSE, chama a atenção o gasto de R$ 395 mil em locação de veículos, feito pelo candidato a deputado Felipe Maia (DEM-RN). Milionário, com patrimônio de R$ 7,4 milhões, ele recebeu apenas R$ 124 mil em doações, mas já gastou R$ 504 mil. Sobre os gastos com aluguel de carros, apresentou a sua justificativa. Disse que foram locados 20 carro de passeio, três kombis, uma caminhonete Silverado e uma van Sprinter para transporte de funcionários da campanha. Alugou, ainda, mais um trio elétrico para divulgar a candidatura. Reportagem do Correio mostrou, há três semanas, que 317 deputados candidatos à reeleição têm um patrimônio total de R$ 1,75 bilhão. Os bens dos 20 candidatos a suplentes de senador mais ricos somam R$ 2,33 bilhões. Milionários, eles aguardam uma possível vaga no Senado sem fazer muito esforço. Muitos apenas colaboram financeiramente com a campanha do titular. (LV) O Correio diz que a campanha milionária é a minha. Só tem um detalhe: a minha é por dentro. Outros números são um ‘engana que eu gosto’.” Delcídio Amaral (PT-MS), candidato ao Senado |
ELEIÇÕES 2O1O/GOVERNO LULA/LULISMO [In:] QUEM PAGA A ''CONTA'' ? Ah! isso não interessa...
Garoto-propaganda de luxo
Autor(es): Tiago Pariz e Igor Silveira | ||||
| Correio Braziliense - 12/08/2010 | ||||
Requisitado nas gravações de aliados, Lula fará maratona de filmagens até o fim desta semana para o programa eleitoral de candidatos. |
ELEIÇÕES 2O1O [In:] ''NINGUÉM É DE NINGUÉM, NA VIDA TUDO PASSA..." (II)
Marina muda o tom e isenta atual aliado
Autor(es): Agência O Globo/Sérgio Roxo |
| O Globo - 12/08/2010 |
Após dizer que encontrou ministério "desfigurado", ela elogia seu antecessor no cargo, Sarney Filho, hoje também no PV |
ELEIÇÕES 2O1O [In:] ''NINGUÉM É DE NINGUÉM NA VIDA TUDO PASSA..." (*)
SERRA POUPA LULA, MAS ATACA SAÚDE, ESTRADAS...
"NÃO SE GOVERNA NA GARUPA" |
Autor(es): Agência O Globo/ Fábio Vasconcellos e Paulo Marqueiro |
| O Globo - 12/08/2010 |
O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, poupou o presidente Lula em entrevista ao “Jornal Nacional” e concentrou seus ataques em setores de gestão petista, principalmente a saúde e as rodovias federais. Serra disse que, de cada dez estradas, sete estão esburacadas e que o governo Lula investiu no setor um terço dos recursos arrecadados para melhorar rodovias. O tucano afirmou que faltam hospitais e que o número de cirurgias eletivas caiu. Questionado sobre o apoio que recebeu de partidos como o PTB, envolvido no mensalão, disse que não tem compromissos com erros nem nomeações fisiológicas. Serra demonstrou tranquilidade e – sempre poupando Lula, mas numa alfinetada a Dilma Rousseff – disse que o próximo presidente terá de agir sozinho. “O próximo presidente não pode ir na garupa, tem de ter ideias.”
Serra poupa Lula, mas critica resultados de seu governo e também Dilma ------ (*) NINGUÉM É DE NINGUÉM. Altemar Dutra (Composição: U. Silva, T. Gomes e L. Mergulhões). ''Ninguém é de ninguém ---------- |
ELEIÇÕES 2O1O [In:] TUDO PELO ''SOCIAL''
GOVERNO ACERTA AGENDA PARA AJUDAR DILMA
GOVERNO ACERTA AGENDA PARA AJUDAR DILMA |
Autor(es): Eugênia Lopes |
| O Estado de S. Paulo - 12/08/2010 |
Nos últimos meses, o presidente Lula e ministros têm tomado decisões e realizado ações de governo de olho nos movimentos de Dilma Rousseff (PT). Com a campanha na rua, a agenda de eventos da candidata passou a "coincidir" com a do presidente. "Não falar também (de ações de governo) não seria uso eleitoral?", indaga Dilma.
Lula e ministros têm anunciado decisões e lançado projetos que, na sequência, acabam sendo usados nos atos de campanha da candidata
À medida que a campanha avança, tem se intensificado a sintonia entre as agendas da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nos últimos meses, Lula e os ministros têm tomado decisões e fomentado ações de olho na campanha da petista.
Com o fim da Copa do Mundo e a campanha oficial na rua, a agenda de Dilma com a do presidente Lula também passou a "coincidir". O exemplo mais recente ocorreu anteontem: Lula e Dilma foram ambos para Minas e acabaram a noite juntos em um comício no centro de Belo Horizonte. Ontem, Dilma participou do seminário IV Brasil nos Trilhos, promovido pela Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários, em Brasília. Lula também foi convidado, mas preferiu não ir ao encontro. A candidata reagiu às críticas de existência de uma "operação casada". Para ela, não há motivos para se esconder dados positivos obtidos pelo atual governo durante o período que antecede as eleições. "Não falar também não seria uso eleitoral?", indagou. "Tem alguma coisa errada em divulgar os dados se eles são bons para o país? Tudo que for positivo do governo é realização que eu tenho orgulho de ter participado." Promessas. Diante de uma plateia repleta de empresários do setor, Dilma prometeu fazer a extensão da ferrovia Norte-Sul até Estrela D"Oeste, em São Paulo, e construir o trem-bala entre Campinas e Rio de Janeiro. Ambos são projetos iniciados no governo de Lula. Dilma rebateu as críticas feitas pelo candidato do PSDB à Presidência, José Serra, ao trem-bala. Sem citar o nome de seu principal adversário, a petista garantiu que os consultores do Banco Mundial não consideram o projeto "desperdício de dinheiro". Antes da palestra, Dilma negou que tivesse inflado os números de investimentos do governo Lula na área de saneamento, durante entrevista, na segunda-feira, ao Jornal Nacional, da Rede Globo. "No governo anterior, sabe quanto foi investido em saneamento no Brasil inteiro? Menos de R$ 300 milhões." |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
12 de agosto de 2010
--------------------------------------------------------Folha de S. Paulo
Objetivo é averiguar possíveis prejuízos da União na venda de barris de petróleo à Petrobras
A Procuradoria da República no DF abriu procedimento para averiguar se a venda de 5 bilhões de barris de petróleo da União à Petrobras vai trazer prejuízos.
Foi pedido que o TCU investigue se o preço estimado de US$ 5 a US$ 7 o barril fará com que a União deixe de ganhar mais do que poderia com esse petróleo.
No primeiro sinal de que o pré-sal tem chance de ir aos tribunais, o procedimento aberto pelo procurador Paulo Roberto de Carvalho pode gerar ações ou inquéritos.
Estudo de consultor da Câmara apontou possível perda de até US$ 120 bilhões para a União, se o barril ficar em US$ 5. O mais apropriado seria acima de US$ 20.
A Petrobras disse que pagará "valores de mercado", informa Rubens Valente. A faixa de preços mencionada pelo mercado foi tachada de "especulação". (Págs. 1 e B9)
Temor de nova crise zera os ganhos do ano em NY
As Bolsas europeias também retrocederam. Londres caiu 2,44%. No Brasil, a Bovespa recuou 2,13%. O mercado abriu hoje em queda na Ásia. O temor é que os governos não consigam impedir nova recessão. (Págs. 1 e B1)
Foto legenda: Ramadá, dia 1
TCU vai revisar indenizações de vítimas da ditadura militar (Págs. 1 e A17)
Presidente 40 Eleições 2010: Costa diz que daria posto a ex-presidente dos Correios
Em sabatina Folha/UOL, Costa disse que Custódio, seu apadrinhado político, é competente. (Págs. 1 e A14)
Deputado quer cargos para corrupção, diz Serra na TV
Análise
Tucano não conseguiu fazer nenhuma crítica a Lula, escreve Josias de Souza. (Págs. 1 e A4)
Boletim usado na campanha do PT distorce dados
A evolução do salário mínimo é um exemplo dos artifícios. Em dólares, a queda da moeda dos EUA leva a salto dos valores. A Fazenda reconheceu falhas. (Págs. 1 e A8)
Televisão do Irã exibe suposta entrevista feita com Sakineh (Págs. 1 e A19)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Indenização a perseguidos na ditadura terá valor reduzido
Após mais de dois anos de debate, o Tribunal de Contas da União aprovou, por 5 votos a 3, a revisão do valor das indenizações a perseguidos políticos durante a ditadura militar. Ao todo, serão analisadas 9.371 reparações, já pagas ou aprovadas, num total de R$ 4 bilhões. A decisão só livra de eventual redução as indenizações pagas em parcela única de até R$ 100 mil, que são menos de 5% do total. Marinus Marsico, procurador do Ministério Público no TCU e autor do pedido de revisão, disse que a ideia é "economizar milhões para os cofres públicos, começando pelos casos mais flagrantemente irregulares". Ele afirmou que vai pedir a suspensão do pagamento dos valores retroativos mais elevados, com parcelas ainda não liberadas, até que a análise do TCU sobre esses casos seja concluída. (Págs. 1 e Nacional A4)
Lula também é beneficiário
O presidente Lula recebe R$ 5 mil mensais de indenização, acima da média dos pagamentos nos últimos anos, de R$ 3 mil. (Págs. 1 e Nacional A4)
Indicadores de China e EUA derrubam mercado global
Governo acerta agenda para ajudar Dilma
Foto legenda: Tragédia na Ásia
Ação vê desvio e omissão em Paraitinga
Cidade vive com medo e falta de informação
Os desabrigados em São Luis do Paraitinga não sabem o que fazer. Alguns voltaram para áreas de risco, como José Veloso, de 68 anos: "Claro que temos medo, mas o que eu posso fazer?". (Págs. 1 e Cidades C3)
Foto legenda: Destruição. Escombros de casa em São Luís do Paraitinga
Kassab diz que ainda quer o Morumbi para a Copa (Págs. 1 e Esportes E4)
Notas & Informações: A paz de Santa Marta
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Valor EconômicoManhete: BNDES já repassou R$ 115 bi do Tesouro
No repasse de pelo menos R$ 100 bilhões de aporte do Tesouro, que emite títulos pagando a taxa Selic, o custo médio total para o tomador final do empréstimo do BNDES foi de 7,95% ao ano. A remuneração média do BNDES foi de 2,25% (inclui remuneração básica, taxa de risco de crédito e taxa de intermediação financeira). (Págs. 1 e A14)
Decisão do Fed atrai dólares para o país
Foto legenda: Das autopeças para a energia
Emissões de ações podem chegar a R$ 80 bi este ano
Confirmadas essas estimativas e somando-se a capitalização da Petrobras, que será de no mínimo US$ 25 bilhões, 2010 será o melhor ano para o mercado de capitais brasileiro desde sua revitalização, há seis anos. Até agora, companhias abertas e novatas movimentaram R$ 22,5 bilhões em emissões de ações. Se o segundo semestre atender às expectativas, as ofertas deste ano poderão chegar perto dos R$ 80 bilhões. (Págs. 1 e D5)
Cresce temor de deflação nos países ricos
Dependência do Brasil incomoda os argentinos
Petroleiras dos EUA reagem à divulgação de pagamentos a países estrangeiros (Págs. 1 e B10)
Governo estuda apoiar fusões para socorrer frigoríficos médios (Págs. 1 e B12)
Valor Setorial/Indústria Naval
Produção nacional
Motor emergente
Franqueados dos Correios reagem
Celulose mais barata
Usinas nordestinas no radar
STJ pede 'avaliação' de precatórios
Ideias
Sem reforma tributária, a regressividade dos impostos, que pune os mais pobres, não diminuiu no governo Lula. (Págs. 1 e A2)
Ideias
O sistema político brasileiro mostra-se incapaz de se renovar e atrair valores novos da sociedade civil. (Págs. 1 e A8)
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