A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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sexta-feira, junho 08, 2007
LULA & CHÁVEZ: DEMOCRACIAS & DEMOCRATAS

- O sr. disse a Chávez que o Senado brasileiro o defendeu quando houve o golpe contra ele? Não conversei com o Chávez depois. Certamente devemos nos encontrar no Paraguai, no dia 27 ou 28. Nesses quatro anos de mandato, já vi muitas brigas entre países latino-americanos. E eu tenho comentado com eles que precisamos tomar cuidado com o discurso porque às vezes a radicalização verbal atrapalha muita coisa. Você dá uma declaração num lugar e, dependendo do interesse local, a imprensa dá uma manchete e cria-se uma animosidade nacional numa coisa que não precisaria. A nota que o Senado brasileiro fez em relação à televisão do Chávez é uma nota branda. É um apelo, não tem nenhuma agressão. Agora como é que chegou a ele, eu não sei.
- Pouco antes da primeira posse, o sr. enviou Marco Aurélio Garcia à Venezuela, para ajudar a diluir uma crise que poderia até desembocar em outro golpe, com apoio claro da mídia local. Portanto, para ajudar, a soberania [alegada para não criticar a cassação da RCTV] não é tão "imexível". Mas, na hora de criticar, o sr. parece ter medo de criticar Chávez, talvez por temer um destempero dele. Isso está resolvido na nota. Eu já viajei do Brasil para a Colômbia para evitar um conflito entre o Chávez e o [Álvaro] Uribe [presidente da Colômbia] por conta dessas coisas verbais. Já vi o Chávez e o Lagos ficarem atritados por causa de coisa verbal. Não acho que o Brasil tenha que se portar assim. Eu quero sentar direitinho, conversar, encontrar as palavras certas para falar as coisas.
- Inclusive a questão da TV o sr. falaria para ele? Eu falo o que faria no Brasil. Eu acho que não dá para ideologizar essa questão da televisão. O mesmo Estado que dá uma concessão é o Estado que pode não dar a concessão. O Chávez teria praticado uma violência se tivesse, após o fracasso do golpe, feito a intervenção na televisão. Não fez. Esperou vencer a concessão. No Brasil vencem concessões sempre e que passam pelo Senado para que haja renovação. Nos Estados Unidos, há concessões. Algumas são renovadas. Vai da visão que cada presidente tem da situação.
- Quando o sr. diz que no Brasil a relação é democrática e consolidada, a inferência possível é que, na Venezuela, apesar de tecnicamente estar tudo nos conformes, não é democrático... O fato de ele não renovar a concessão é tão democrático quanto dar [a concessão]. Não sei porque a diferença entre dois atos democráticos. A diferença com o Brasil é que conseguimos colocar na Constituição que isso passa pelo Congresso. Não é uma decisão unilateral do presidente. Lá é. Faz parte da democracia deles. Agora o que acho engraçado é que você pega um cara como o [Gustavo] Cisneros [dono de um dos mais importantes grupos de mídia da Venezuela e da América Latina], que era tido como o maior inimigo do Chávez, está de acordo.
- Mas aí é que está o problema: venceram ambas as concessões, mas a do Cisneros foi renovada, o que torna claro que foi uma resposta política, embora os argumentos formais possam ser corretos. Não sei qual foi o critério que ele adotou para dar as concessões. O dado concreto é que ele utilizou a legislação que vigora no país e tomou essa decisão. Por que eu, presidente do Brasil, vou ficar dizendo se ele fez certo ou errado. Quem tem que julgar isso é o povo da Venezuela, não sou eu. Escrito por Josias de Souza, Folha Online. Foto Sérgio Lima/Folha.
LULA, BUSH & G-8: "TUDO CERTO, NADA RESOLVIDO..."
BERLIM - Os líderes do G-8 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo e a Rússia) concordaram ontem em “considerar seriamente” a adoção de metas para reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa. Na prática, porém, deixaram para o futuro a implementação de medidas para combater o aquecimento global, o que foi criticado por ambientalistas e pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda em Berlim, Lula partiu para o ataque em uma conferência de imprensa, após reuniões com líderes de outros países emergentes. Ele criticou o acordo fechado entre as nações ricas em Heiligendamm e garantiu que o Brasil não aceitará a pressão do G-8 para que os emergentes estabeleçam metas de redução de emissão de gás carbônico (CO²), posição similar à da China. Para Lula, os países ricos “precisam assumir a responsabilidade de ajudar a despoluir o planeta que eles poluíram”. As propostas do presidente americano, George W. Bush, segundo Lula, são “voluntaristas” e “inaceitáveis”. Lula também alertou que o prazo de 2050 marcado para a redução de emissão de CO² significa que “ninguém fará nada até 2049”. “Cinqüenta anos é muito tempo e vai permitir que os que poluem continuem poluindo e não façam nada”, atacou. “Vai passar tanta água debaixo da ponte e tantas revoluções tecnológicas que acho que a decisão estará superada”, afirmou. Outra crítica de Lula é contra a proposta de Bush de insistir em que o tema das emissões seja tratado fora do Protocolo de Kyoto. “Não é um avanço tentar abolir o multilateralismo e fazer um clube de amigos que se reúnem de vez em quando e cada um cumpre se quiser ou não (os compromissos). Isso não dá para aceitar”. Assessores do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-Moon, revelaram ao Estado que Lula, em seu encontro com o coreano nesta quinta-feira, deixou claro que apoiará o envolvimento da ONU no tema. “Nossa tese é que temos de cumprir Kyoto e fazer valer cada palavra assinada”. O presidente ainda ironizou Bush, alegando que o americano talvez tenha se dado conta da importância dos temas climáticos depois de assistir ao documentário de Al Gore, Uma Verdade Inconveniente. O filme trata dos perigos das mudanças climáticas e critica a política de Bush. Gore perdeu as eleições para o atual presidente americano em uma disputa polêmica. Lula fez questão de atacar qualquer plano de estabelecer responsabilidades para os países emergentes na redução de emissões de CO², uma tese tanto dos europeus como dos americanos. A posição é a mesma adotada pelo governo da China, acusada de já ser a maior poluidora do mundo. Segundo estudos da Comissão Européia, se os países emergentes não se comprometerem a reduzir emissões, não há como evitar o aquecimento global. “Todos sabemos que os países ricos são responsáveis por 60% das emissões de gás e, portanto, precisam assumir responsabilidades. Os países em desenvolvimento têm o direito de crescer como os ricos cresceram e ter a mesma qualidade de vida que eles conquistaram”, defendeu. “Não aceitamos a idéia de que os emergentes é que têm de fazer sacrifícios. Inclusive porque a pobreza já é um sacrifício.” Lula ainda acredita que a solução passa pelos biocombustíveis e, portanto, levará o tema hoje ao G-8. Estadão, Jamil Chade e Denise Chrispim Marin.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

"O Laboratório Roche, em acordo com as autoridades européias de saúde, está recolhendo na Europa e em outras regiões do mundo todos os lotes do medicamento Viracept em pó e comprimido. Essa medida não afeta os mercados americano, canadense e japonês", declarou a companhia, em nota enviada ao G1. SP.
LULA, VAVÁ & SERVO: "SÓ MAIS UMA VEZ, AMANHÃ TALVEZ..."

CÂMARA "DOS" DEPUTADOS: O "VERBO" É A "VERBA" [II]
quinta-feira, junho 07, 2007
quarta-feira, junho 06, 2007
VENEZUELA/CHÁVEZ vs. EXPORTADORES BRASILEIROS
VOLKSWAGEN DO BRASIL & LULA: NOVOS TEMPOS, NOVOS INVESTIMENTOS
AGROINDÚSTRIA COOPERATIVA: SUCO CONCENTRADO CONGELADO DE LARANJA (SCCL)
LULA & BINGO: "PERO QUE SI, PERO QUE NO"
NOVA DÉLHI - "Eu sou a favor de não ter bingo". A frase é do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas, apesar de absolutamente afirmativa, não significa o que parece. Nesta terça-feira, na Índia, ao responder a perguntas sobre a Operação Xeque-Mate, que prendeu 77 pessoas envolvidas com a máfia dos caça-níqueis, Lula disse que o Brasil "tem um problema nessa questão do bingo". Lembrou que, dois anos atrás, havia mandado uma Medida Provisória proibindo os bingos no País - MP que o Congresso derrubou. Apesar de se dizer contra os bingos, ao justificar a MP derrotada, o presidente acabou deixando aberta a porta para a possibilidade de o Congresso regulamentar os bingos. Lula lembrou que o público freqüentador dos bingos mudou de dois anos para cá e que os motivos que o convenceram a editar a MP não mais existiriam. Segundo relato do presidente da República, quando editou a MP, ele "estava convencido, naquele instante, pelas informações que recebia da própria Polícia Federal, de que o bingo era utilizado com lavagem de dinheiro. "Agora, dizem que tem uma diferença: dizem que o bingo é uma coisa aonde vão as mulheres, as velhinhas jogar." No caso das máquinas caça-níqueis, Lula disse que isso é "outra coisa". E explicou: "Ali (máquinas) há distorção. De qualquer forma eu acho que o Congresso nacional pode regulamentar, proibindo ou não proibindo". A posição do candidato Lula, em 2002, do presidente da República e do governo, nestes últimos cinco anos, tem sido zigezagueante. Na campanha eleitoral o comitê do então candidato se posicionou a favor da legalização - tanto que os "empresários" do jogo fizeram doações para a campanha dele. No primeiro ano de governo (2003), o Planalto falava abertamente em legalizar o jogo, e chegou a formar um grupo de trabalho, coordenado pelo então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, para formatar um proposta a enviar ao Congresso. O escândalo Waldomiro Diniz, em fevereiro de 2004, fez o governo desistir da idéia da legalização dos bingos, loterias e demais jogos. Foi quando o presidente editou uma Medida Provisória proibindo os jogos. De lá para cá, depois da derrota da MP, o que vigora hoje é a súmula vinculante editada e aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), dizendo que só uma lei federal pode legalizar ou proibir em definitivo o jogo no País. "Vamos ver se, na operação Xeque-Mate, a polícia consegue investigar (se há lavagem de dinheiro na atividade). Vamos ver se regulamentamos o bingo: ou proíbe ou não proíbe", afirmou Lula em Nova Délhi. Estadão, Denise Chrispim Marin.
OPERAÇÃO NAVALHA: UM E$TRATOS-FERA *
BRASÍLIA - O corregedor Romeu Tuma (DEM-SP) disse que pretende solicitar à jornalista Mônica Veloso os extratos de sua conta bancária comprovando a entrada dos recursos, na maioria das vezes pagos em espécie pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Os extratos bancários entregues por Renan à Corregedoria da Casa demonstram que ele realizou saques superiores aos R$ 12 mil pagos informalmente à jornalista Mônica Veloso até concretizar, no mês passado, um acordo judicial para custeio de despesas dela e de uma filha de três anos. Na terça-feira, 5, o corregedor ouviu o depoimento do funcionário da construtora Mendes Júnior, Claúdio Gontijo, que realizava os pagamentos de Calheiros a Mônica Veloso. O advogado Segismundo Marques Gontijo, irmão de Cláudio, afirmou que por ser "fiel a suas amizades" ele não se arrepende de ter intermediado os pagamentos. E que o dinheiro foi pago por Calheiros "de forma espontânea e exclusiva, sem a mínima participação da construtora". Os pagamentos, acrescentou, eram feitos de forma parcelada ou integral, às vezes com a utilização de cheques depositados por Renan Calheiros na conta de Cláudio Gontijo. Segismundo afirmou, ainda, que o irmão se tornou amigo de Mônica Veloso, que lhe foi apresentada pelo próprio senador. Ele ressaltou que o funcionário da Mendes Júnior jamais esteve no Senado para pegar o dinheiro que seria repassado à jornalista e que isso ocorria "onde o senador pedia que eles se encontrassem". Ele negou ainda que o senador e Gontijo tivessem alguma sociedade comercial: "A única coisa que tiveram, sim, foi uma amizade estreita de mais de 20 anos". Vários senadores do Conselho de Ética ouviram o depoimento de Cláudio Gontijo, na Corregedoria, a convite do senador Romeu Tuma. O presidente do Conselho, Sibá Machado (PT-AC), foi convidado, mas disse que "não poderia ir", segundo Tuma. Perguntado pelos senadores se alguma vez foram utilizados recursos da empreiteira "como adiantamento" à pensão informal paga a Mônica Veloso, Gontijo afirmou, segundo o corregedor, que "nunca conversou com ninguém da Mendes Júnior, principalmente a diretoria". Os pagamentos, segundo Tuma, eram sempre efetuados no dia 5 de cada mês. Depois de receber, na terça-feira, documentos que demonstram a movimentação financeira decorrente dos investimentos rurais do senador, Romeu Tuma informou que eles ainda serão analisados pelos técnicos da Corregedoria. Estadão.
CHINAGLIA (PT-SP) 'et al.': O "VERBO" É A "VERBA"
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), avisou hoje que vai recorrer da decisão da Justiça que determinou a suspensão do pagamento da verba indenizatória, no valor de R$ 15 mil, a qual deputados e senadores têm direito. Segundo ele, a assessoria jurídica da Câmara analisa os termos do recurso a ser apresentado. A Casa tem 15 dias para encaminhar o recurso. "A assessoria está analisando. Vai haver, sim, um recurso até porque é uma decisão de uma juíza da primeira instância, portanto, há outras esferas para tomar a decisão", disse o presidente da Câmara. A juíza Mônica Sifuentes, da 3ª Vara Federal de Justiça, determinou hoje a suspensão do pagamento da verba indenizatória. Ela acatou parte de liminar apresentada em forma de ação popular contra o pagamento da verba. A juíza argumenta que os deputados e senadores já recebem valores suficientes que não justificam o pagamento da verba adicional. A verba indenizatória de R$ 15 mil pode ser utilizada pelos parlamentares para gastos com despesas pessoais --como pagamento de combustível, gastos com os escritórios regionais mantidos pelos deputados e senadores nos Estados, além de despesas com alimentação e hospedagem. A verba é oferecida aos parlamentares como complemento ao salário mensal, desde que comprovem as despesas com notas fiscais. Na semana passada, o Senado aprovou o reajuste de 28,5% nos salários dos deputados e senadores --o que elevou os subsídios dos atuais R$ 12.847,20 para R$ a R$ 16.512,09. A decisão foi publicada hoje no "Diário Oficial" da União. A ação popular que levou à decisão da Justiça foi movida pelo advogado e ex-deputado federal João Cunha (PMDB-SP). Ele disse à Folha Online que foi estimulado a recorrer contra a verba indenizatória por considerar o pagamento "no mínimo inconstitucional". "Essa chamada verba indenizatória é ilegal e imoral, mas ninguém reage", disse. No Senado, o senador Wellington Salgado (PMDB-MG) disse que vai sugerir ao presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), que recomende ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) que faça uma queixa contra a juíza. Na Câmara, deputados de vários partidos reagiram à ordem da juíza Mônica Sifuentes. Segundo o líder do PSDB na Câmara, Antonio Carlos Pannunzio (SP), a verba é necessária e os gastos podem ser comprovados de forma transparente. De forma semelhante pensam os líderes do PSOL, Chico Alencar (RJ), e do DEM, Onyx Lorenzoni (RS). O deputado Carlito Merss (PT-SC) lamentou a decisão da Justiça, informando que terá dificuldades de percorrer seu Estado, uma vez que pagava suas despesas de viagem ao interior catarinense com a verba indenizatória. Folha Online, Renata Giraldi, Brasília.
LULA & GRUPO G-8: POLÍTICA EXTERNA BRASILEIRA
CPI/OPERAÇÃO NAVALHA: "NA CARNE" OU NA "PIZZA"?
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
OPERAÇÃO XEQUE-MATE: "SELF"-SERVOs
OPERAÇÃO XEQUE-MATE [In:] "SOU SEU SERVO, SENHOR!"
terça-feira, junho 05, 2007
OPERAÇÃO XEQUE-MATE: "APENAS CHECANDO"
G-8: "G" DE GEPETO? *


Homem fantasiado de presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, com nariz do personagem Pinóquio, conhecido por sempre ver o nariz crescendo quando mente, durante protesto (Foto: Hannibal Hanschke/Reuters).
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(*) Gepeto, o "pai" de Pinóquio.
05 DE JUNHO: DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

ÁLCOOL/ETANOL: "ALIMENTANDO" O PROGRAMA COM "SOROS"

LULA & ALENCAR: EM PÚBLICO, "JURAMENTOS"
CPI/OPERAÇÃO NAVALHA: "MEU REINO" POR 3 ASSINATURAS!!!
BRASÍLIA - O pedido de criação de uma CPI mista para investigar denúncia de desvio de dinheiro em obras públicas a partir das investigações da Operação Navalha desencadeada pela Polícia Federal deverá ser protocolado nesta quarta-feira, 4, segundo informações do grupo de deputados que recolhe as assinaturas de apoio. O deputado Júlio Delgado (PSB-MG), um dos integrantes do grupo, informou que faltam apenas três assinaturas de deputados. O mínimo exigido é de 171 assinaturas na Câmara e 27 assinaturas de senadores. No Senado, já foram obtidas 29 assinaturas. A meta do grupo é conseguir 180 assinaturas na Câmara, pelo menos, mas a pressão do governo tem dificultado o recolhimento de apoios. A previsão de Delgado é atingir o número mínimo ainda nesta segunda-feira. "Vamos trabalhar para ter uma margem de segurança. Temos até a manhã de quarta-feira para isso", afirmou Delgado. O presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), considerou desnecessária a CPI. "Para investigar o que a Polícia Federal já investigou, nem a Câmara nem o Senado nem o Ministério Público têm muito a contribuir. O mérito é da Polícia Federal, que deve ser reconhecido e aplaudido", afirmou. "Não sei se alguém defende pegar uma carona no trabalho já feito por outra instituição", completou Chinaglia, na Câmara, reafirmando declarações feitas mais cedo em São Paulo. A Operação Navalha investiga esquema de fraudes em licitação de obras públicas e envolve políticos, empresários e funcionários públicos. No início da operação, 48 pessoas foram presas. As denúncias levaram à demissão do ministro das Minas e Energia, Silas Rondeau, que alega inocência, e colocou outros polítcos na mira. No mês passado, o Senado já havia conseguido as 27 assinaturas necessárias para criar a CPI, enquanto na Câmara, faltavam menos de 20. "Com o objetivo alcançado no Senado, há um impacto na Câmara, que não vai querer ficar com o ônus de impedir a investigação", afirmou o deputado Augusto Carvalho (PPS-DF), um dos autores do requerimento. Antes mesmo de ser criada, o projeto de CPI causou uma cena de baixaria no dia 24 de maio, na Câmara entre um grupo de deputados que usam a bandeira da ética no Parlamento e o deputado Sílvio Costa (PMN-PE). Aos berros, os deputados entraram em um bate-boca, assustando até os seguranças da Casa que estavam à entrada do plenário. Os deputados apresentaram 153 assinaturas, 18 a menos do que as 171 necessárias. O grupo havia convocado a imprensa para uma entrevista coletiva com o objetivo de fazer um balanço das assinaturas no pedido de criação da CPI conseguidas até aquele momento e apresentar uma pauta de sugestões para a Câmara na tentativa de combater a corrupção. Ao ver o grupo reunido, o deputado Sílvio Costa começou a gritar, chamando a ação de "palhaçada". Ele acusou os integrantes do grupo de querer "aparecer" e posar de éticos em cima dos deputados que assinaram o pedido de CPI, inclusive ele, um dos primeiros a apoiar a proposta de criação da comissão. Estadão, Denise Madueño.
OPERAÇÃO XEQUE-MATE: PRESIDENTE ELOGIA PF
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

Fumaça preta vai custar multa de R$ 853. Equipados com máscaras à prova de poluição, o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e o prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab (DEM), anunciaram nesta segunda-feira (4) o início da Operação Inverno, realizada nesta época do ano para evitar a concentração de poluentes provocada pelas condições meteorológicas desfavoráveis. G1, SP, Roney Domingos, 040607.










