A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quarta-feira, setembro 19, 2007
USINAS NO RIO MADEIRA: DIS-PU-TA$ ...

Acusações
Além de argumentos, as duas empresas disparam acusações de deslealdade comercial. “Todos eles querem o mesmo fabricante, embora não seja o maior nem o mais experiente. É porque esse fabricante detém informações e estratégias que a Odebrecht já desenvolveu com eles no passado. É por isso que todo mundo faz questão desse concorrente porque é esse o concorrente que tem as nossas informações”, diz Irineu Meireles, diretor da Odebrecht. “Eu não preciso do desenho da Odebrecht, pois o nosso grupo tem uma competência firmada de muitos anos. Tem mais de 50% da potência brasileira construída pelo grupo Camargo Corrêa. Nós não precisamos de informação confidencial de ninguém”, rebate João Canellas, diretor da Camargo Corrêa.
Processo
A Secretaria de Direito Econômico ouviu as duas partes e abriu um processo administrativo. Como o julgamento pode demorar até dois anos, publicou uma medida preventiva, suspendendo as cláusulas de exclusividade. A Odebrecht foi à Justiça Federal e conseguiu uma liminar que confirma os contratos originais e a exclusividade. As duas construtoras podem recorrer em instâncias superiores, e iniciar uma guerra de liminares que pode atrasar a obra. G1, SP, Rede Globo. Imagem matéria.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
CONTRATAÇÕES/GUARDA MUNICIPAL: "TEMPOS DE SORRIR..."
"A Guarda Municipal do Rio de Janeiro informa que o limite mínimo de dentes, como ocorre em concursos desta natureza (área de segurança e Forças Armadas), é apenas um dos aspectos para avaliar a apresentação pessoal e a saúde dos candidatos dentro de um quadro amplo que, inclui a formação óssea/coluna cervical, o nível de articulação e capacidade física. Elaborada para o último concurso de 2002, a exigência não tem a intenção de ser restritiva. O item 3.5 do edital institui um limite mínimo de dez dentes para cada arcada, sem impedir a participação de candidatos que utilizem próteses, dentaduras ou implantes. Por não detalhar específicamente quais dentes são necessários para o ingresso à instituição, o item abre a possibilidade de participação de um número maior de candidatos", justifica o comunicado. De acordo com o item 3.5 do edital, referente à Avaliação Médica, os candidatos a uma das 1.500 vagas na instituição devem ter, no mínimo, 20 dentes – 10 na arcada superior e 10 na inferior -, para que não sejam considerados inaptos para a função. Aluizio Freire, G1, RJ.
CONSELHO DE ÉTICA/RENAN CALHEIROS: ADIAR É PRECI$0,
Manobra
A Folha Online já havia adiantado que o Conselho de Ética do Senado deveria adiar a votação do segundo processo contra Renan. O relator do caso, senador João Pedro (PT-AM), disse hoje ser favorável ao sobrestamento (paralisação) das investigações até que a Câmara conclua se há indícios do envolvimento de Renan nas denúncias. É que o Conselho de Ética da Câmara também apura se Olavo Calheiros atuou para beneficiar a Schincariol depois que a empresa comprou uma fábrica de sua família a preço acima do mercado, em Alagoas. Diante da fragilidade das denúncias, senadores do governo e da oposição defendem a paralisação das investigações no conselho até que a Câmara conclua as investigações. "Sobrestar não é ficar sem fazer nada. Não é enrolar, é acompanhar a investigação que está sendo feita na Câmara. O Senado não é melhor nem pior. A responsabilidade das Casas é igual", defendeu João Pedro. O senador Renato Casagrande (PSB-ES), que relatou a primeira denúncia contra Renan no Conselho de Ética, disse ser favorável à paralisação das investigações para que a Câmara envie suas conclusões ao Senado. Para o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), 'o correto é deixar sobrestar o processo até ele ser julgado na Câmara'.
Mais manobra
Outra manobra que pode adiar a votação é a possível unificação de todos os processos que tramitam contra Renan. O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) defendeu a unificação de todos os processos contra Renan. Mercadante sugeriu que o conselho coloque em votação, de uma só vez, as três representações contra o peemedebista por quebra de decoro parlamentar. 'Nós devemos analisar as três representações que faltam, oferecer um relatório completo das três para que cada um forme definitivamente o seu julgamento de mérito', disse.
Relatório
Apesar de ser favorável ao sobrestamento, o relator pretende apresentar ao conselho seu texto --que deve sugerir o arquivamento da representação contra Renan. Oficialmente, João Pedro não revela que vai recomendar o arquivamento da denúncia, mas já deu sinais de que não vê indícios do envolvimento de Renan com irregularidades junto à Schincariol. O relator reconheceu que não ouviu dirigentes da empresa nem o peemedebista para elaborar o seu voto. Essa matéria trata de questões técnicas, mas essa aqui é uma Casa política. Procurei trabalhar o meu parecer pelo entendimento da maioria dos integrantes do conselho. Eu não ouvi [a Schincariol], nem o INSS. Tenho o que diz o PSOL e a defesa do senador Renan", afirmou. O PSOL é autor da representação que deu origem ao processo contra Renan no Conselho de Ética. O partido alega que Renan quebrou o decoro ao existirem indícios de que trabalhou para beneficiar a Schincariol como ocupante de um cargo público. Gabriela Guerreiro, Folha Online.
CPMF & "LIDERANÇAS": O CLÁSSICO "EU JÁ SABIA"!
terça-feira, setembro 18, 2007
STF/OPERAÇÃO FURACÃO [In:] "SAMBA BF, SAMBA!]
CPMF/CÂMARA & LULA: "VEM P'RÁ CÁ VOCÊS TAMBÉM!"
RENAN CALHEIROS & LULA [In:] "CHÁ DAS CINCO"
segunda-feira, setembro 17, 2007
2010; 2014: "O PODER EMANA do povo" [BONECOS DE VITALINO] *

"OPOSIÇÃO" (SIC) & RENAN CALHEIROS [in:] "MAS QUE NADA, SAI DA MINHA FRENTE EU QUERO PASSAR..." *
Ao manter a corda esticada, a oposição tenta levar adiante sua estratégia de inviabilizar a presidência de Renan Calheiros, esboçada na semana passada. Neste princípio de semana, PSDB e DEM pretendem passar em revista a pauta de votações do Senado. Decidirão os temas que serão submetidos à “obstrução seletiva” que idealizaram. É em meio a essa atmosfera conspurcada que Renan se avistará com Lula, no Planalto. O presidente retorna de sua viagem à Europa na noite de segunda-feira. O senador espera ser convidado para uma conversa com o presidente até quarta-feira (19). A despeito do desejo do Planalto de que Renan se licencie do comando do Senado, um auxiliar de Lula disse ao blog que o presidente não fará nenhum pedido ao “aliado”. Acha que a decisão deve ser tomada pelo próprio Renan. Que não esboça a menor intenção de se afastar. Neste domingo (16) Renan recebeu telefonemas felicitações pelo aniversário de 52 anos. Aos colegas com os quais conversou, mostrou-se confiante de que conseguirá devolver a rotina do Senado à normalidade. Escrito por Josias de Souza, Folha Online.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
RENAN CALHEIROS [In:] "O BOM VELHINHO..." [OH! OH! OH!]
VIAGENS ACOMPANHADAS: Há outro lance curioso envolvendo Renan e Jarbas. No fim de agosto, um tucano levou até o presidente do Senado pedido de Jarbas por aeronave da Força Aérea Brasileira que o transportaria, além de outros 12, para o Pará, onde há suspeita de trabalho escravo. Renan sentou-se em cima do pedido. Mas, quando viu que era para o período de 12 a 14 - o julgamento foi no dia 12 -, autorizou na hora. Com Jarbas e outros 12 ausentes, só teria a ganhar. O truque, porém, foi percebido e, autorizada a requisição, Jarbas mudou a data para o dia 13. Os adversários acham que, embora fragilizado, Renan continuará a se vingar deles, enquanto manterá favores para amigos. Jefferson Peres (PDT-AM) lembra que, no dia do julgamento, Renan fez discurso tranqüilo. E, depois, diante de uma inimiga, a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL-AL), mudou. ''''Foi um início quase angelical. De repente, nos surpreendemos com a mudança até em sua expressão. ''''Segundo um senador muito ligado a Renan, ele só autoriza viagens internacionais aos amigos, que sempre levam companhia. Lembra que as diárias são em dólares, a passagem aérea de primeira classe ou executiva, os hotéis de primeira categoria. Pela natureza do cargo, o presidente do Senado é uma pessoa poderosa do ponto de vista institucional. É sempre cortejado pelo Planalto, nomeia ministros e dirigentes de estatais e é o segundo na linha sucessória do presidente da República. Ao presidente do Senado cabe ainda ordenar projetos que vão entrar na pauta, retardar o início de CPI, transformar sessão pública em secreta, impugnar projetos que considerar ilegais, desempatar votações e assinar correspondências do Senado ao presidente da República, governadores, tribunais superiores, assembléias legislativas e Tribunal de Contas de União. João Domingos, Estadão. 1709
RENAN CALHEIROS [In:] "A BOLA DA VEZ..."
Processos
Na sessão secreta do dia 12 de setembro, Renan foi absolvido no processo que o acusava de quebrar o decoro parlamentar por receber recursos da Mendes Júnior para pagar despesas pessoais, como pensão e aluguel à jornalista Mônica Veloso. O Conselho de Ética já abriu outros dois processos contra Renan. O primeiro apura a denúncia de que ele teria beneficiado a empresa Schincariol junto ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e grilado terras em Alagoas junto com seu irmão, o deputado Olavo Calheiros (PMDB-AL). O segundo processo pede a investigação da denúncia de que Renan teria usado laranjas para comprar rádios e um jornal em Alagoas. O PSOL protocolou na Mesa Diretora do Senado o pedido de abertura de um terceiro processo para apurar a suposta participação de Renan em um esquema de desvio e lavagem de dinheiro em ministérios chefiados pelo PMDB. Folha Online.
RENAN CALHEIROS & MURICI/AL: "O PODER EMANA DO POVO..."

Os partidários do senador prepararam a cidade para festejar o aniversário de Renan, que neste domingo completou 52 anos de vida, mas o filho ilustre não apareceu. Ele era esperado para receber a caravana de romeiros, na Praça Padre Cícero, mas frustrou a expectativas dos conterrâneos que torceram pela absolvição dele no Senado. Enquanto isso, opositores afirmaram que "esta praça está cheia para receber os romeiros de Murici e não para receber o senador irresponsável." A caravana de romeiros patrocinada pelos adversários da família Calheiros chegou primeiro à Praça Padre Cícero, onde moradores da cidade aguardavam o retorno dos parentes e amigos que se deslocaram ao Ceará. Cerca de dez carros, quatro caminhões e dois ônibus traziam a caravana dos adversários, que era liderada por Cardoso Batista, ex-prefeito de Murici e arqui-rival dos Calheiros. Meia hora depois da chega dos adversários do senador, Renan Filho chegou comandando os romeiros a favor do pai. Ele apenas acenou no carro para as pessoas na praça e foi embora. A ordem de Renan era evitar comemorações e provocações dos adversários. Cerca de doze ônibus foram mobilizados pelo filho de Renan para levar romeiros para Juazeiros, alguns ônibus da prefeitura e outros fretados. A oposição denunciou que o prefeito deixou os ônibus, que levam os estudantes da cidade para Maceió e da zona rural para a cidade, onde estão as escolas de segurando grau. No entanto, assessores de Renan Rilho disseram que os ônibus dos estudantes que foram para Juazeiro, foram substituídos por ônibus fretados. Entres os romeiros havia alguns familiares do prefeito, como a avó Maria José, mãe de Verônica Calheiros, e a irmã Nadir, que é tia de Renan Filho. Elas contaram que em Juazeiro os romeiros de Murici, da caravana do prefeito, comemoraram a absolvição de Renan, na última quarta-feira, no Senado, quando Renan escapou por 40 votos a 35 e seis abstenções. "Nós rezamos muito por ele e pedimos ao Padre Cícero que o ajudasse. Graças a Deus e ao meu padrinho Padre Cícero ele foi inocentado", afirmo Naira Larissa, que estava entre os romeiros. Para o presidente da Associação dos Municópios de Alagoas, Jarbas Omena (PSDB), a vitória de Renan foi a vitória da democracia. "O Renan ajudou muito Alagoas, com aprovação de emendas para obras importantes. Portanto, não seria interessante para um estado pobre como o nosso se ele perdesse o mandato, conquistado pelo povo", afirmou Jarbas, que é prefeito do município de Messias, vizinho de Murici. Ricardo Rodrigues, do Estadão. Foto Sérgio Dutti/AE. Aliados festejam absolvição de Renan.
CPMF & GOVERNO LULA & OPOSIÇÃO: "TUDO POR UMA ESMERALDA" *
domingo, setembro 16, 2007
A HORA DO "ÂNGELUS"
1.
Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Do contrário, não tereis recompensa junto de vosso Pai que está no céu.
2.
Quando, pois, dás esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa.
3.
Quando deres esmola, que tua mão esquerda não saiba o que fez a direita.
4.
Assim, a tua esmola se fará em segredo; e teu Pai, que vê o escondido, recompensar-te-á.
5.
Quando orardes, não façais como os hipócritas, que gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa.
6.
Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á.
7.
Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras.
8.
Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lho peçais.
9.
Eis como deveis rezar: PAI NOSSO, que estais no céu, santificado seja o vosso nome;
10.
venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.
11.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje;
12.
perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam;
13.
e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
14.
Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, vosso Pai celeste também vos perdoará.
15.
Mas se não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai vos perdoará.
16.
Quando jejuardes, não tomeis um ar triste como os hipócritas, que mostram um semblante abatido para manifestar aos homens que jejuam. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa.
17.
Quando jejuares, perfuma a tua cabeça e lava o teu rosto.
18.
Assim, não parecerá aos homens que jejuas, mas somente a teu Pai que está presente ao oculto; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á.
19.
Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furtam e roubam.
20.
Ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furtam nem roubam.
21.
Porque onde está o teu tesouro, lá também está teu coração.
22.
O olho é a luz do corpo. Se teu olho é são, todo o teu corpo será iluminado.
23.
Se teu olho estiver em mau estado, todo o teu corpo estará nas trevas. Se a luz que está em ti são trevas, quão espessas deverão ser as trevas!
24.
Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza.
25.
Portanto, eis que vos digo: não vos preocupeis por vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo, pelo que vestireis. A vida não é mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes?
26.
Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas?
27.
Qual de vós, por mais que se esforce, pode acrescentar um só côvado à duração de sua vida?
28.
E por que vos inquietais com as vestes? Considerai como crescem os lírios do campo; não trabalham nem fiam.
29.
Entretanto, eu vos digo que o próprio Salomão no auge de sua glória não se vestiu como um deles.
30.
Se Deus veste assim a erva dos campos, que hoje cresce e amanhã será lançada ao fogo, quanto mais a vós, homens de pouca fé?
31.
Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos?
32.
São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso.
33.
Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo.
34.
Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado.
sábado, setembro 15, 2007
EDITORIAL: "A VITÓRIA DA DEMOCRACIA" ['SIC']
12 DE SETEMBRO DE 2007: um dia para se guardar na memória (“In Memoriam”).
O dia 11 de setembro de 2007 foi lembrado ao mundo, pelo jornal “New York Times”, pela mídia internacional e nacional, como uma data em que o horror, há 6 anos, se fez presente com a derrubada das torres [gêmeas] do edifício “World Trade Center” [WTC], em Manhattan, distrito da cidade de Nova Iorque.
O dia 12 de setembro de 2007 também foi lembrado pela imprensa internacional, principalmente pelos jornais latino-americanos. Neles, em destaque, a notícia da absolvição do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), das acusações por quebra de decoro parlamentar. Na sessão secreta que decidiria sobre a cassação ou não de seu mandato, Renan foi absolvido por 40 votos a 35 e contou com seis abstenções que garantiram sua permanência à frente do Senado. Segundo o jornal argentino 'Página 12': “A absolvição do legislador do PMDB, principal aliado do governo, deu um descanso para [o presidente Luiz] Lula [Inácio da Silva], depois de presenciar durante o último mês o julgamento de importantes figuras do seu partido e de sua gestão” (grifamos). Ainda segundo a matéria, Lula "pode conservar seu apoio [no Legislativo], apesar das graves acusações de corrupção contra Renan” e, completou: “A oposição ficou decepcionada”. Outro jornal argentino, o 'Clarin', disse que “esta vitória de Renan, que goza do posto estratégico de chefe do Congresso, se deve em grande parte a que muitos na oposição votaram a favor do senador” (grifamos). Ainda, segundo o jornal, havia temor “havia temor de revelações que ‘o poderoso homem do Congresso’ poderia fazer se fosse expulso do Senado” (grifamos) e finaliza perguntando: “Se isto for verdade, então, será que na política vale qualquer coisa, mesmo que seja sob o signo da esquerda?” (grifamos). Por sua vez, outro jornal argentino, o 'La Nación', destacou que “o país acompanhou a votação com atenção pela televisão, e o sentimento de indignação pela absolvição se mostrou em evidência imediatamente nos sites de notícias a internet em que muita gente deixou mensagens de decepção” (grifamos).
Nos Estados Unidos, o jornal 'International Herald Tribune' reproduziu em seu ‘site’ um despacho da agência de notícias 'Associated Press' em que vários analistas ouvidos "manifestaram opiniões variadas" sobre o impacto da votação de terça [12] sobre o presidente Lula. Entre eles, David Fleischer, um analista político da Universidade de Brasília, disse que os opositores do governo podem usar a votação contra Lula: “Eu não acho que a decisão foi boa para o governo, os partidos de oposição vão culpar o governo por trabalhar nos bastidores para salvar Renan”. Já o jornal espanhol 'El Pais' usando um artigo da agência de notícias da Espanha 'Efe', lembrou que “Renan Calheiros foi o primeiro presidente do Senado a ser submetido no Brasil a um julgamento para destituição”.
Para a Organização Não-Governamental ‘Transparência Internacional’, na América Latina, o caso Renan prejudica a imagem do Brasil uma vez que a decisão sinalizou um recuo no combate à corrupção (grifamos). Segundo um de seus analistas, Bruno Speck, residindo no Brasil há dez anos: “A decisão foi tomada e deve ser acatada, como disse o presidente Lula (em viagem ao exterior), mas não significa que não tenha impacto sobre a percepção da corrupção no Brasil”. Para ele, o caso vai no sentido contrário de fatos como a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de aceitar as denúncias contra os suspeitos de envolvimento no mensalão, que tiveram uma repercussão positiva na imprensa estrangeira, pois, “O Brasil tem sinais de transição: as investigações da Polícia Federal, a Controladoria-Geral da União produz resultados no combate à corrupção, o STF deu um sinal importante, mas há infelizmente sinais no outro sentido” e que o caso Renan "certamente terá uma repercussão internacional negativa” (grifamos).
Outras alusões ao caso Renan foram destacadas. O jornal brasileiro ‘Jornal do Brasil’, em sua edição de quinta-feira [13], referiu-se ao mesmo como uma decisão do Senado “contra o povo” (grifamos). No ‘Jornal do Commercio’, a primeira página traz a manchete “Renan escapa - O Senado se curva”. Outras manchetes veiculadas, como as dos jornais ‘Correio Braziliense’ ["Vergonha nacional”], ‘Estado de Minas’ [“Senado zomba do país e livra Renan da degola”] e ‘A Tarde’ [“Cumplicidade: Senado livra Renan da cassação por 40 votos a 35”] também demonstram uma reação da imprensa contrária a permanência de Renan Calheiros no Senado. Reação que pôde ser percebida na quarta-feira [12], entre as vaias dos jornalistas para Renan Calheiros ao término da sessão do julgamento, segundo a página eletrônica do ‘portal da imprensa’ [http://portaldaimprensa.uol.com.br].
Alheio ao noticiário, Renan Calheiros disse que o resultado da votação, pela sua absolvição, foi uma “vitória da democracia”. Conforme declarou: “O resultado da votação de hoje é uma vitória da democracia, mas é também um momento de reflexão sobre as perdas que esse processo político provocou. Nestes mais de 100 dias, muitos perdemos algo e eu perdi mais”. Inebriado com o resultado, finalizou: “A partir da decisão madura e soberana do plenário do Senado, já comecei a buscar os líderes e presidentes de partidos para prosseguir com a agenda legislativa que interessa ao país e à população” (grifamos).
As palavras de Renan “ecoaram no Parlamento”: por 13 votos a 5, o Governo aprovou na madrugada de sexta-feira [14] a prorrogação na CPMF na comissão especial da Câmara que trata do assunto. O relatório do deputado Antonio Palocci (PT-SP) foi aprovado à 1h29 da forma como queria o governo Lula, sem nenhuma alteração. Pelo parecer, a alíquota da CPMF continua em 0,38% até 2011. O mesmo ocorrendo com a Desvinculação das Receitas da União (DRU), que permite ao governo Lula gastar livremente 20% do que arrecada, e irá vigorar por mais quatro anos. Com isso, mantido o texto também nas votações no plenário da Câmara e no Senado, a prorrogação poderá entrar em vigor assim que promulgada sem a necessidade de uma noventena.
Paradoxalmente, nos tempos do governo militar, os compositores Chico Buarque e Gilberto Gil (o segundo, Ministro da Cultura do governo Lula desde 2003), em trincheiras contrárias ao “regime de exceção e anti-democrático” escreveram em uma de suas canções: “... Como é difícil acordar calado, se na calada da noite eu me dano (...) na arquibancada pra a qualquer momento ver emergir o monstro da lagoa[1]”, [Cálice, 1979, (grifamos)].
.../
Iniciamos o Editorial da semana passada perguntando qual data deveríamos comemorar: se 7 ou 12 de setembro?
Hoje, encerramos nossos comentários com uma certeza: devemos lembrar, com pesar, duas datas: 11 e 12 de setembro.
A primeira, pelos mortos no WTC e a segunda, em luto pela “práxis” da política brasileira (em “minúsculo”).
[1] ou do “Lago Paranoá”?
sexta-feira, setembro 14, 2007
RENAN CALHEIROS, SENADO & SENADORES: "THE DAY AFTER..."
SENADORES PARTIDO ESTADO POSIÇÃO
Adelmir Santana DEM DF a favor da cassação
Almeida Lima PMDB SE contra a cassação
Aloizio Mercadante PTSP abstenção
Álvaro Dias PSDB PR a favor da cassação
Antonio Carlos Júnior DEM BA a favor da cassação
Antônio Carlos Valadares PSB SE a favor da cassação
Arthur Virgílio PSDB AM a favor da cassação
Augusto Botelho PT RR a favor da cassação
César Borges DEM BA a favor da cassação
Cícero Lucena PSDB PB a favor da cassação
Cristovam Buarque PDT DF a favor da cassação
Delcidio Amaral PT MS a favor da cassação
Demostenes Torres DEM GO a favor da cassação
Edison Lobão DEM MA não divulga o voto
Eduardo Azeredo PSDB MG a favor da cassação
Eduardo Suplicy PT SP a favor da cassação
Efraim Morais DEM PB a favor da cassação
Eliseu Resende DEM MG a favor da cassação
Epitácio Cafeteira PTB MA não divulga o voto
Euclydes Mello (*) PTB AL contra a cassação
Expedito Júnior PR RO não divulga o voto
Fátima Cleide PT RO não divulga o voto
Flávio Arns PT PR a favor da cassação
Flexa Ribeiro PSDB PA a favor da cassação
Francisco Dornelles PP RJ contra a cassação
Garibaldi Alves Filho PMDB RN a favor da cassação
Geraldo Mesquita Júnior PMDB AC não divulga o voto
Gerson Camata PMDB ES a favor da cassação
Gilvam Borges PMDB AP contra a cassação
Gim Argello PTB DF contra a cassação
Heráclito Fortes DEM PI a favor da cassação
Ideli Salvatti PT SC não divulga o voto
Inácio Arruda PCDOB CE não divulga o voto
Jarbas Vasconcelos PMDB PE a favor cassação
Jayme Campos DEM MT a favor da cassação
Jefferson Peres PDT AM a favor da cassação
João Durval PDT BA não divulga o voto
João Pedro PT AM não divulga o voto
João Ribeiro PR TO não divulga o voto
João Tenório PSDB AL contra a cassação
João Vicente Claudino PTB PI não divulga o voto
Jonas Pinheiro DEM MT a favor cassação
José Agripino DEM RN a favor da cassação
José Maranhão PMDB PB não divulga o voto
José Nery PSOL PA a favor da cassação
José Sarney PMDB AP contra a cassação
Leomar Quintanilha PMDB TO não divulga o voto
Lúcia Vânia PSDB GO a favor da cassação
Magno Malta PR ES a favor da cassação
Mão Santa PMDB PI não divulga o voto
Marcelo Crivella PRB RJ abstenção
Marco Maciel DEM PE a favor da cassação
Marconi Perillo PSDB GO a favor da cassação
Maria do Carmo Alves DEM SE a favor da cassação
Mário Couto PSDB PA a favor da cassação
Marisa Serrano PSDB MS a favor da cassação
Mozarildo Cavalcanti PTB RR não divulga o voto
Neuto De Conto PMDB SC não divulga o voto
Osmar Dias PDT PR a favor da cassação
Papaléo Paes PSDB AP a favor da cassação
Patrícia Saboya PSB CE a favor da cassação
Paulo Duque PMDB RJ contra a cassação
Paulo Paim PT RS a favor da cassação
Pedro Simon PMDB RS a favor da cassação
Raimundo Colombo DEM SC a favor da cassação
Renan Calheiros PMDB AL abstenção
Renato Casagrande PSB ES a favor da cassação
Romero Jucá PMDB RR não divulga o voto
Romeu Tuma DEM SP a favor da cassação
Rosalba Ciarlini DEM RN a favor da cassação
Roseana Sarney PMDB MA contra a cassação
Sérgio Guerra PSDB PE a favor da cassação
Sérgio Zambiasi PTB RS a favor da cassação
Serys Slhessarenko PT MT não divulga o voto
Sibá Machado PT AC não divulga o voto
Tasso Jereissati PSDB CE a favor da cassação
Tião Viana PT AC não divulga o voto
Valdir Raupp PMDB RO não divulga o voto
Valter Pereira PMDB MS não divulga o voto
Wellington Salgado PMDB MG contra a cassação
(*) A assessoria informou que o senador não revelaria o voto, mas o próprio Euclydes Mello disse ao G1 que votou contra a cassação.
CPMF & VOTO ABERTO [In:] "HOLOFOTES" PARA A "VOTAÇÃO CASADA"
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
COPENHAGUE: LULA E A NOBREZA [Um conto de fadas...]
RENAN CALHEIROS: "THE NUMBER ONE"! [or THE ONLY ONE"]
Mônica Veloso
Renan disse que assumiu a paternidade da filha que teve com a jornalista Mônica Veloso fora do casamento e que pretende ter uma relação de proximidade com a menina. Afirmou que já pediu para a Justiça o direito de ver a menina. O presidente do Senado disse que o processo que enfrentou foi "político" e disse que errado seria ele ter contratado a jornalista para prestar serviços ao Senado. "Pagar R$ 8.000 [de pensão] não tem proporcionalidade para o presidente do Senado. Se quisesse misturar o público com o privado, bastava dar emprego a ela, contratasse sua produtora. Aí sim era motivo de cassação. Não tem racionalidade. É uma crise artificial, inventada", disse. Apesar de reclamar da exposição de sua vida pessoal, Renan afirmou na entrevista que não renunciou porque tinha de provar a verdade. "Ficou claro que o que importava era substituir o presidente do Senado. Deus não me deu o dom da desistência. Por isso não pude desistir. Não podia ser agente da imprudência e da impostura. Estaria aceitando as acusações."
Heloísa Helena
Ele afirmou ainda que as representações do PSOL contra ele são políticas e motivadas pela disputa entre ele e a ex-senadora Heloísa Helena em Alagoas. Ela é presidente do PSOL. "O PSOL entrou com várias representações. É uma coisa local, de Alagoas. Tem que resolver em Alagoas e não no Conselho de Ética. Se não, vai apequenar o Senado. Não pode tirar presidente do Senado por questão política porque em vez de melhorar vai piorar."
Oposição
Renan disse que vai procurar os líderes partidários para tentar apaziguar a crise gerada pelas denúncias contra ele. Tão logo tivesse um resultado, eu iria procurar os líderes para consertar situação. Usar minha habilidade e prestígio." Ele negou que os processos contra ele tenham paralisado o Senado. "O Senado votou mais de 70 medidas provisórias. Não parou."
Sessão secreta
Renan disse que é a favor do voto aberto em determinadas situações. Segundo ele, o voto fechado protege o eleitor dos interesses da mídia, dos grupos econômicos e políticos. "Não sou contra voto aberto. Pode haver pressões de setores da mídia, econômico e político. Nessas situações precisamos proteger o eleitor para valer a consciência e não a pressão. Folha Online. 1409
ITÁLIA NO BRASIL: SE A MODA PEGA!!!

CÂMARA DOS DEPUTADOS & CPMF: O CLÁSSICO "EU JÁ SABIA"...
Oposição
Uma das estratégias para forçar a saída de Renan do comando do Senado é barrar a votação do projeto que prorroga a CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) até o ano de 2011. O governo federal espera aprovar com folga a prorrogação da CPMF na Câmara, mas já está consciente de que vai encontrar dificuldades no Senado --onde a oposição tem número maior de parlamentares para tentar derrubar o projeto.
"A CPMF, não podemos votar. Não venham com a chantagem de dizer que a CPMF tira dinheiro da saúde. O governo que tire recursos de outro lugar, sem essa contribuição", disse a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS). Folha Online. 1409
















