PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
1Radio 1455824919 nhm...

valor ...ria...nine

folha gmail df1lkrha

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segunda-feira, janeiro 22, 2007

HAPPY-HOUR: "PAC - Presidente ACelera..."



PAC - 7 MEDIDAS PROVISÓRIAS

PAC - "PACote" de Medidas Provisórias (MP) e Decretos:


Foi apresentado nesta manhã de segunda-feira (22), em Brasília, pelo presidente Lula, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para a economia brasileira. Das 19 medidas legais, 7 são representadas por MP´s que necessitam da aprovação do Legislativo no prazo de até 90 dias.
As MP´s referem-se a: 1. incentivo à ind. da TV digital e semicondutores; 2. incentivo ao desenvolvimento da infra-estrutura; 3. criação do fundo de investimento em participação da infra-estrutura; 4. criação da opção de compra de habitação popular/população de baixa renda; 5. criação do fundo de investimento do FGTS; 6. aumento do capital da CEF, 7. encerramento do processo de liquidação da RFFSA.
O destaque em relação aos Decretos ficam por conta da instituição do Fundo Nacional da Previdência Social.
Em termos gerais o PAC está dividido em 3 grupos: Energia (petróleo, gás, biodiesel, ...); Logística (rodovia, ferrovia e portos), Saneamento e habitação, cujos investimentos em torno de R$500 bilhões, serão aplicados entre 2007 a 2010.
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Segundo O Globo online, o presidente Lula disse que "o plano é continuar crescendo de maneira correta, porém, de forma mais acelerada"; (...) "quando falamos em acelerar, não se trata, como dizia aquela antiga canção da Jovem Guarda, de entrar na Rua Augusta a 120 km por hora, mas de acelerar com firmeza, na estrada certa, na hora certa, mantidos os limites ideais de segurança"; (...) "mesmo que para isso tenhamos que ultrapassar os retardatários e nos livrar de algum peso no meio do caminho".
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[:. Título e grifos nossos].

PAC - "PMDB: NÓ(I)S NA FITA ... DO PACOTE !"

Pacote para o crescimento:
Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anuncia hoje o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que divide a equipe de governo e provoca desconfiança no mercado em relação a seu principal objetivo, que é “destravar” o crescimento da economia. Ao longo da elaboração do PAC, alguns dos pilares da “era Palocci”, como o cofre fechado e uma agenda voltada para melhorar o ambiente de negócios, ficaram em segundo plano. Isso provocou descontentamento na equipe e deixou os economistas de mercado céticos quanto à eficácia do pacote.
Parte das resistências concentrava-se na Receita Federal, que temia perder arrecadação com um eventual festival de cortes de impostos que seria promovido pelo governo. A ala dos resistentes defendia menos “bondades”, mais redução de gastos e ainda uma nova rodada de reformas constitucionais.
(...)
“O transatlântico não mudou de rumo. Ele estava no rumo correto e agora vai acelerar”, declarou o ministro da Fazenda, Guido Mantega.
No primeiro mandato de Lula, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 2,6% ao ano, em média, e o objetivo é buscar taxas de 5% ou mais. Para isso, o PAC aposta num aumento dos investimentos, públicos e privados. Hoje, a taxa de investimento está na casa de 20% do PIB e o objetivo é elevá-la para 25%.
(Agência Estado, 22/jan.).
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O governador Roberto Requião (PMDB) participa nesta segunda-feira (22), em Brasília, de reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os demais governadores. No encontro, Lula deverá apresentar o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), que será lançado logo em seguida.
(...)
O PAC deverá ter forte investimento federal em projetos de interesse regional e estadual nas áreas de infra-estrutura social e urbana, energia e logística de transporte (rodovias, ferrovias e portos). O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, um dos articuladores do PAC, afirmou há alguns dias que um conjunto importante de empreendimentos e obras será incluído no programa. "Trata-se particularmente de obras de infra-estrutura, que terão distribuição regional ou mesmo estadual", falou.
(Folha de Londrina, 22/jan.).
[:. Título e grifos nossos].

sábado, janeiro 20, 2007

EDITORIAL: O MERCOSUL TAMBÉM "AFUNDARÁ" ?

Hoje está completando uma semana que colocamos no ar o “Mundo Econômico”, uma proposta de discussão, extra-sala de aula, sobre várias questões que acercam esse “mundo”, através deste “blog” de contexto bem Neo-Schumpeteriano...
Tal qual Millôr in “livre pensar é só pensar”, tentamos o “livre escrever é só escrever”, contudo, se responsabilizando por aquilo que publicássemos, ao invés de “(...) esqueçam o que escrevi!”. E, desse modo, assumindo a pérola pequeno-principiano “você se torna responsável por tudo aquilo que” escreves...

Nesta semana da estréia, o Brasil observou alguns fenômenos televisivos: vamos destacar o (1) rompimento do túnel do metrô pinheiros [cratera do metrô] e (2) a reunião de Cúpula do Mercosul, pois a nosso ver, ambos semelhantes em seus conteúdos por estarem relacionadas aos aspectos de “responsabilidade social”. Talvez, pudéssemos substituir “responsabilidade” por “culpabilidade”? É de se pensar!
Em relação ao túnel do metrô, as primeiras explicações tentavam atribuir a responsabilidade da tragédia às chuvas no mês de janeiro (em excesso), que se antecipou “as águas de março” -- o que, rapidamente careceu de outros argumentos mais convincentes, ainda que à espera dos laudos técnicos.
Mesmo que acreditássemos que a chuva fosse a “culpada”, onde entra o Homem nesse episódio? Estaria a mãe-Natureza (mais do que nunca) dependente e à mercê de seus “filhos”? O que dizer das altas e baixas temperaturas que assolam o mundo causando o conhecido efeito-estufa, seja pelo degelo da Antártica, seja pelo fenômeno El Niño.
Protocolo de Quioto? O quê?!? “Fumegar é preciso...”, como diria o Bush-filho (ou s-of-p?).
Por outro lado, onde fica (ficou) a “engenharia” das empreiteiras consorciadas para a execução das obras desse metrô? E o “controle de qualidade” na aferição dos serviços prestados para o pagamento dos mesmos; quem o realizou? (ISO 171?). Pelo que se noticiou, o pagamento das “faturas” estavam em dia.
Por que nessa obra (linha amarela) os metroviários não participam, segundo denúncias do sindicato da classe?
E as indenizações às famílias dos falecidos ou desabrigadas? As “30 moedas” os trarão de volta? Essas moedas resgatarão as “histórias” familiares que essas casas (tragadas ou demolidas) “abrigavam”? E a defesa civil? Qual a parte que lhe cabe “nesse minifúndio”? Ela mantinha uma operação preventiva, uma vez que também se noticiou sobre outros desmoronamentos, meses antes, nessa linha do metrô? Você leitor, ao certo, também tem outros questionamentos?
Quanto à reunião de Cúpula do Mercosul, vários fatos subjacentes vieram à tona, notadamente em relação a alguns países-membros ou “líderes” governamentais. Isso pode ser a “chave" da questão!
A quem serve a derrocada do Mercosul? Aos países pequenos (membros) ou aos chamados grandes (Brasil e Argentina)? Ou a algum país sul-americano (ou LA) que pertence a outros blocos econômicos? Havia algum olheiro presente a serviço da CAN, ALCA ou NAFTA? Por que a Bolívia não se “filiou” durante esse Encontro, como esperava o Presidente Lula? Por que o presidente Hugo Chávez defendeu o presidente Evo Morales na “querela” diplomática com o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe?
A propósito, o que o presidente Chávez sabe que os “comuns mortais não sabem” a respeito do Mercosul, mesmo na condição de neófito? O que lhe possibilitou o tempo todo dar o “tom” do Encontro? Seria o presidente Chávez o “compositor” que apresentará o novo samba-enredo do Bloco: “a descontaminação neoliberal do Mercosul” (no “ritmo” da Portela)?
Por fim, de concreto (sem trocadilho) fica a certeza que “o show deve continuar” (All that jazz) seja em relação à cratera do metrô ou à reunião de cúpula do Mercosul, que foi encerrada sem nenhum acordo de relevância entre os membros efetivos.
Quem pagou as “duas” contas? El pueblo?
Disso restou apenas uma certeza: o destaque à comissão de frente formada pelos presidentes Hugo Chávez (Venezuela) e Evo Morales (Bolívia).

sexta-feira, janeiro 19, 2007

HAPPY-HOUR: "CÚPULA DO MERCOSUL...¡ MUY HERMANOS ! "

ENCERRAMENTO DO EVENTO:


"CHAMADA DE TRABALHOS"


ABERTURA DO EVENTO:




QUESTÕES NÃO RESOLVIDAS PELA CÚPULA:

1. Discursos de encerramento dos líderes mostram Mercosul dividido;

2. Crítica de Evo Morales à Colômbia cria mal-estar na cúpula do Mercosul;

3. Ajuda a países pequenos vira polêmica em reunião do Mercosul;

4. Brasil desiste de ajudar sócios menores do Mercosul.

EVO MORALES: "¿ HERMANOS ? ¡ PERO NO MUCHO !!! "

Crítica de Evo Morales à Colômbia cria mal-estar na cúpula do Mercosul:

Uma crítica do presidente da Bolívia, Evo Morales, à Colômbia criou um atrito na reunião de cúpula do Mercosul, nesta sexta-feira (19).

Morales irritou o presidente colombiano, Alvaro Uribe, ao criticar acordo comercial feito pela Colômbia com os Estados Unidos.

"Países como Cuba, Argentina e Venezuela, vivem no anti-neoliberalismo e com dignidade, enquanto a Colômbia, apesar da ajuda americana, tem déficit comercial e fiscal", discursou Morales.

Citando dados da Cepal - a comissão econômica para a América Latina -, Morales disse que Cuba foi, em 2006, a campeã de crescimento na região, com 12,5%. Já a Colômbia, disse ele, teve "bilhões" em déficit.

Ele aproveitou para se dirigir diretamente ao presidente Lula para defender o aumento do preço do gás que a Bolívia vende ao Brasil. "A Bolívia não pode continuar subvencionando o gás brasileiro".

[:. Título e grifos nossos].

(Globo.Com)

CHÁVEZ: "FOI SEM QUERER, QUERENDO..."

Metralhadora (socialista) giratória:

Como sempre, o presidente venezuelano Hugo Chávez, o “socialista do século 21” quebrou o protocolo.
Falou muito mais do que os onze minutos que estavam reservados para ele.

Falou de tudo um pouco, principalmente do que sempre fala (como o imperialismo americano), e até puxou briga pública com o vice-presidente do Paraguai, Luis Castiglioni, que havia dito que ele era uma “ameaça para o Mercosul”.
(...)
“Sempre brigo com os bispos”, sobre as especulações de que o bispo Fernando Lugo seria o candidato chavista às eleições paraguaias do ano que vem;
“Precisamos pôr fim aos quinhentos anos de periferia”, sobre a suposta revolução ideológica na América Latina contra o imperialismo;
“O Império negou o direito ao acesso ao telefone ao camponês”, sobre a empresa norte-americana que detém a concessão do serviço de telefonia no país e que está sendo reestatizada;
“A crise mundial é de idéias e é mais grave do que a crise econômica”;
“Terminou a época neoliberal na América Latina. Não permitiremos que ela volte”;
“Não renovamos nem que movam céus e terras”, sobre o cancelamento da concessão de um canal de televisão que fazia oposição ao governo da Venezuela.
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[:.Titulo e grifos nossos].

(Globo.com).

EVO MORALES: "À TODO GÁS..."

Brasil pode pagar mais por gás da Bolívia, afirma Morales:
O presidente boliviano Evo Morales disse nesta sexta-feira (19), no Rio de Janeiro, que a Bolívia precisa renegociar o preço do gás com o Brasil.
Segundo o presidente, que está no Rio para participar da Cúpula de Líderes do Mercosul, certos contratos que seu país mantém com o Brasil podem ser classificados como “solidários”. “Para a cidade de Cuiabá, fornecemos gás a US$ 1,90 por milhão de BTUs”, ressaltou.
O objetivo de Morales é aumentar o preço do gás fornecido ao Brasil para US$ 5 (por BTU - a unidade de medida usada para gás), preço praticado na Argentina. “Precisamos buscar um equilíbrio”, disse. Um reajuste do gás boliviano, segundo o presidente, não teria um impacto muito grande nas contas da Petrobras ou do governo brasileiro. “Precisamos buscar um certo equilíbrio”, explica.
Evo Morales disse não estar incomodado com o acordo entre Brasil e Venezuela para construir um gasoduto para abastecer o Norte e o Nordeste brasileiros com gás venezuelano. Morales afirma que conversou com o Hugo Chávez sobre o assunto e que a relação entre os dois não ficou estremecida. “Todos os países têm o direito de buscar mercados, desde que sem egoísmo”, ressaltou.
[:. Título e grifos nossos].
(Globo.com).

CÚPULA DO MERCOSUL: "HERMANOS"

KIRCHNER DEFENDE CRIAÇÃO DE MOEDA ÚNICA NO MERCOSUL:

O presidente da Argentina, Néstor Kirchner, defendeu hoje a criação do Banco do Sul e a construção de um gasoduto do sul, com apoio da Venezuela e Bolívia, além da definição de uma moeda única, como pontos-chave para o avanço do Mercosul nos próximos anos.
Em discurso na Cúpula do Mercosul, que acontece no hotel Copacabana Palace, na zona sul do Rio, Kirchner defendeu a plena presença da Venezuela e da Bolívia no bloco. Para ele, os governantes da América do Sul "estão defendendo os interesses firmemente, com justiça social e igualdade no centro das suas agendas".
Para o presidente argentino, é fundamental reduzir as significativas assimetrias entre os países do bloco, inclusive na atração de investimentos. "Nosso bloco deve se consolidar como promotor da democracia de uma região cada vez mais estável em termos políticos, econômicos e sociais", disse.
[:. Título e grifos nossos].
(Globo.com).

IMPOSTOS: "ESSE TIO SAM É U'A MÃE ! "

ONU sugere revisão do sistema tributário:
Genebra- O Brasil precisa rever seu sistema tributário se quiser atrair um volume maior de investimentos. A avaliação faz parte de um documento da Organização das Nações Unidas (ONU) que elabora, pela primeira vez, um raio-x sobre a capacidade de o Brasil atrair investimentos. O documento, que há dois anos vem sendo discutido entre o governo e os economistas da ONU, deverá ser publicado apenas em abril e distribuído para todos os 191 países da organização.
Segundo revelaram fontes em Brasília, um dos pontos do relatório é a questão do sistema de impostos no País, considerado como pouco eficiente e que não estaria colaborando para atrair investidores. Oficialmente, a ONU prefere ainda não comentar o relatório, já que por meses o conteúdo da revisão das políticas brasileiras está sendo alvo de uma verdadeira negociação entre o que as Nações Unidas escreve e o que o governo brasileiro avalia que seja correto. Mas fontes em Genebra confirmam que a crítica sobre o sistema de impostos estará no documento oficial.
De acordo com o relatório, a carga tributária nacional não seria competitiva e o sistema atua como um obstáculo aos investidores que queiram entrar no País. (...)
Em 2006, enquanto o mundo presenciou um crescimento de mais de 35% no fluxo de investimentos, o Brasil conseguiu um aumento de apenas 5% na entrada de capital externo. Segundo a própria ONU, os investimentos no País somaram US$ 16 bilhões no ano passado, contra mais de US$ 60 bilhões na China.
(...)
Segundo a consultoria, a concorrência internacional fez com que países reduzissem seus impostos nos últimos 14 anos. Para a KPMG, há uma relação entre o sistema tributário e o desempenho econômico dos países, já que taxas menores podem dar vantagens competitivas e garantir crescimento para as economias em desenvolvimento. Não por acaso, a média dos impostos nessas 86 economias caiu de 38%, em 1993, para 27,1%, atualmente.

No caso do Brasil, porém, o País passou de taxas médias de 25%, em 1998, para 33%, em 1999, 37%, em 2000, e 34%, desde 2001.

[:. Título e grifos nossos].

Jamil Chade. Agência Estado.

IMPOSTOS: "CALMA, O LEÃO É MANSO ! "

Contribuintes pagam recorde de impostos:
Brasília, DF- Nunca os contribuintes pagaram tantos impostos e contribuições federais como em 2006: R$ 392,542 bilhões. Também nunca a Receita Federal arrecadou tanto em um único mês como em dezembro, quando o total recolhido aos cofres federais totalizou R$ 39,031 bilhões. No ano passado, a arrecadação foi 8,83% maior que no ano anterior. Corrigindo os valores pela inflação, o total arrecadado chega a R$ 397,611 bilhões, um crescimento real de 4,48%.
(...)
O maior crescimento ocorreu no recolhimento do Imposto de Renda das entidades financeiras, 20,68%, para R$ 9,324 bilhões. Em valores, a maior arrecadação ficou por conta do Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) cobrado das empresas (exceto instituições financeiras), que foi de R$ 87,784 bilhões em 2006.
(...)
A arrecadação de dezembro apresentou um crescimento real de 3,28% sobre o mesmo mês de 2005 e de 25,82% na comparação com novembro. O maior crescimento na comparação entre os meses de dezembro foi registrado no recolhimento do Imposto de Renda que incide sobre os rendimentos dos trabalhadores, que foi de 25,03%. Esse aumento foi consequência da alteração da forma de recolhimento do tributo. (...) A partir de 2006, leva-se também em conta o fato gerador dos primeiros 20 dias de dezembro. Essa também é uma das razões que justifica o aumento da arrecadação em relação a novembro, junto com o 13º salário.
[:. Título e grifos nossos]
(Folhapress; APRibeiro).

quinta-feira, janeiro 18, 2007

HAPPY-HOUR: "EL CONDOR PASA"




El Condor Pasa
Raices de América

Composição: Paul Simon - Jorge Milchberg - Daniel A. Robles


En el imperio incaico el indio está, sin luz, sólo está, triste está. Detrás de los silencios quedará jamás, nunca más, volverá. El inca ya se fué, a morir rumbo al sol, y en su alma un condor va a llorar su dolor volando. Vuela, vuela el cóndor la inmensidad, sombra de la altipampa. Sueño de la raza americana sangre de la raza indiana. El inca há sido traicionado, llorando las quenas están. La Pachamama al coya enseño a morir por la libertad !

'AVANT-PREMIÈRE': "2 FILHOS DE INÁCIO"

Lula diz que Aldo e Chinaglia são como filhos:

BRASÍLIA. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta quarta-feira, a conciliação entre o líder do governo Arlindo Chinaglia (PT-SP) e o presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), na disputa pela presidência da Casa. O presidente disse, no entanto que o Palácio do Planalto não vai interferir na disputa.
“— Não vai ter interferência do Planalto. O poder Legislativo é autônomo. Você sabe da relação que tenho com o Aldo e com o Arlindo. Trato todos como filhos. Eu nunca estou a favor de um filho. Vou sempre tentar criar a conciliação”— disse Lula, após participar de cerimônia no Palácio do Planalto com prefeitos.
(...)
“— Quando tem dois companheiros que você considera como irmãos e como filhos você não toma partido. Você espera que eles resolvam. Se eles não resolverem entre os dois, a democracia resolve” – afirmou.
[Título e grifos nossos).
(O Globo, 17/jan.)

MERCOSUL ou 'MERCOSUR': Reunião de cúpula

Reunião do Mercosul no Rio avaliará proposta de Chávez de criação do Banco do Sul:

RIO. Presidentes dos países do Mercosul iniciam nesta quinta-feira, no Rio – ao lado de outros chefes de estado latino-americanos – mais uma reunião de cúpula para tentar aparar as arestas que travam o avanço do principal bloco econômico regional. Na reunião, deverá ser avaliada uma proposta do sempre polêmico presidente venezuelano, Hugo Chávez: a criação do Banco do Sul.
Sob o argumento de que os países sul-americanos não podem mais continuar “mendigando’ junto aos organismos financeiros multilaterais, Chávez quer a criação de um banco comum e está disposto a depositar na instituição 10% de suas reservas internacionais (hoje em torno de US$ 36,2 bilhões).
(...)
A Venezuela é recém-associada ao Mercosul como membro pleno, mas somente com direito a voz – e não a voto, por não ter se adequado ainda às regras da união aduaneira. Mas a proposta do Banco do Sul, segundo uma fonte da área diplomática, está mesmo na pauta.
(...)
O principal objetivo do Banco do Sul seria financiar projetos de infra-estrutura - como estradas e ferrovias - para a chamada integração física do bloco, além de tentar reduzir as assimetrias entre as economias da região, que tem países muito pobres, como Bolívia, Equador, Paraguai e mesmo o Uruguai, e outros em um nível mais avançado de desenvolvimento, como Brasil, Argentina e Venezuela.
[Título e grifos nossos].
(N.B.: Em espanhol: MERCOSUR).
(O Globo Online).

LARANJA: "¡ HASTA LA VISTA ...!"

Washington. Uma tempestade vinda do meio oeste, que fez as temperaturas dos Estados Unidos caírem depois das últimas semanas de clima primaveril (...)

(...) Na Califórnia, as baixas temperaturas das três últimas noites destruíram mais de três quartos da colheita nacional de frutas cítricas, avaliados em US$ 1 bilhão. Outras safras, como as de abacate e morango, também sofreram danos causados pelo fenômeno que o secretário do Departamento de Alimentos e Agricultura da Califórnia chamou de "geada que nunca será esquecida".
[Título e grifos nossos].
(N.B.: O governador da Califórnia é Arnold Schwarzenegger).
(EFE, 17/jan.).

SUCO DE LARANJA (SLCC): "commodity" ?

Exportação de suco cai 6,74% em 2006 (*)

Ribeirão Preto, SP (AE) - As exportações brasileiras de suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ) caíram 6,74% em 2006 na comparação com 2005. E recuaram 5,59% nos primeiros seis meses da safra 2006/2007, em comparação a igual período da safra passada. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgados ontem pela Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos (Abecitrus), em 2006 foram exportadas 1,303 milhão de toneladas de FCOJ, contra 1,397 milhão de toneladas em 2005.
O volume acumulado na primeira metade da safra 2006/2007 entre julho e dezembro de 2006, foi de 651.761 toneladas, contra 690.360 toneladas exportadas na primeira metade de 2005/2006. “Estávamos prevendo até quedas maiores, porque os estoques nas indústrias brasileiras praticamente não existiram no ano passado e toda a produção de suco tinha de ser exportada” afirmou Ademerval Garcia, presidente da Abecitrus.
As exportações para os três principais destinos do suco de laranja brasileiro recuaram em 2006. Para a União Européia (UE), maior mercado da commodity, foram enviadas 836.765 toneladas de FCOJ do Brasil, queda de 9,07% ante as 920.306 toneladas exportadas para o bloco em 2005. A UE recebeu 64,21% de todo o suco exportado pelo País no ano passado.
O volume exportado para a região do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta), de 190.059 toneladas, foi 5,83% menor em 2006. O Nafta é formado por Estados Unidos (que importou a maior parte do suco destinado ao bloco), Canadá e México.
As exportações para a Ásia caíram 18,62% no ano passado e foram de 145.305 toneladas.
Em compensação, os chamados outros mercados, principalmente Sudeste Asiático, Oceania e Oriente Médio, apresentaram um crescimento de 36,86% nas exportações de FCOJ brasileiro no ano passado, com 129.968 toneladas, ante 94.960 toneladas em 2005.
“O desempenho positivo aponta para maior diversificação nos clientes e na criação de mercados por parte das processadoras brasileiras que possam absorver no futuro o plantio de laranja que está sendo feito”, disse Garcia, que cita ainda países da África e da América Latina como novos mercados.
A queda nas exportações totais de suco de laranja em 2006 foi amenizada pelo bom desempenho das vendas em dezembro. No mês passado foram enviadas ao exterior 101.417 toneladas, 38 7% mais que as 73.115 toneladas de dezembro de 2005.
[:. Título e grifos nossos];
(*) Em "yahoogroups" disponibilizamos alguns artigos sobre esse mercado.

quarta-feira, janeiro 17, 2007

HAPPY-HOUR: 3a. VIA ["FRU(E)Tificando..." ?]




IDEOLOGIA: "dá-lhes" Aurélio !

ideologia
(id) [De ideo- + -logia.]
S. f.

3. Polít. Sistema de idéias dogmaticamente organizado como um instrumento de luta política.

[Dicionário Aurélio - Século XXI].

"IDEOLOGIA, EU QUERO UMA P´RÁ VIVER..."

Por que a presidência da Câmara é tão cobiçada:

(Globo online). Um dos cargos mais cobiçados da República, a Presidência da Câmara transformou-se em alvo de muitos interesses. Dois nomes da base governista, Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e Arlindo Chinaglia (PT-SP), já lançaram oficialmente suas candidaturas ao comando da Casa, e um grupo suprapartidário também ameaça entrar nessa briga.
Veja, a seguir, pelo quê disputam os candidatos:
1. Total ascendência sobre a pauta de votações da Casa. É o presidente da Câmara que dá a palavra final quais serão apreciadas pelo plenário;
2. É o segundo na linha de sucessão à Presidência da República;
3. Tem instrumentos políticos para pressionar o governo;
4. Decide sobre a abertura de processo de ' impeachment' contra o presidente da República;
5. Administra um orçamento de 3 bilhões de reais (a maior parte deste valor destina-se ao pagamento de salários de parlamentares, servidores, aposentados e pensionistas);
6. Detém projeção política e visibilidade diária na mídia;
7. Tem direito a casa oficial, carro oficial e motorista particular. Conta também com um jatinho da FAB à sua disposição.
8. Responsabilidade pela indicação de relatores de Medidas Provisórias em tramitação e pela criação de Comissões Especiais para analisar as propostas de emenda à Constituição;
9. Transforma-se em personalidade nacional e interlocutor de todos os atores sociais, desde representantes de bancos ao MST;
10. Faz a ponte entre o governo e a oposição na discussão de projetos e impasses políticos;
11. Designa representantes do Parlamento brasileiro em missões especiais no exterior;
12. Mantém relação direta com o Judiciário, que tem muitos projetos de intresse no Congresso,
13. Decide o dia da votação de processos de cassação em plenário.
[:. Título nosso, baseado In: Cazuza, Ideologia; ver excerto em seguida].
(N.B.: De fato, "13" é o número da sorte!).
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Ideologia
Cazuza
Composição: Cazuza/Roberto Frejat
"Meu partido é um coração partido e as ilusões estão todas perdidas. Os meus sonhos foram todos vendidos tão barato que eu nem acredito . Ah, eu nem acredito que aquele garoto que ia mudar o mundo (mudar o mundo) frequenta agora as festas do "Grand Monde". Meus heróis morreram de overdose. Meus inimigos estão no poder. Ideologia eu quero uma pra viver. Ideologia, eu quero uma pra viver (...)".

REEDIÇÃO DO "CAFÉ COM LEITE" ?

Aécio segue FHC e critica apoio a Chinaglia na Câmara:

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não foi a única grande figura do PSDB a discordar do apoio antecipado da bancada federal do partido ao deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).
Dos EUA, onde está em férias, o governador Aécio Neves (MG) criticou a forma como foi articulado o apoio para apoiar Chinaglia e a rotulou de inoportuna e malconduzida.
Aécio comentou com amigos, por telefone, que o PSDB poderia perfeitamente esperar que o governo Lula se definisse por um candidato para só então se posicionar.
Assim mesmo, a decisão final só poderia ser tomada numa reunião da nova bancada tucana na Câmara - e não numa declaração pública do líder atual, a poucos dias de entregar o cargo a seu sucessor, e depois de uma mal explicada consulta à bancada. Mas no partido, ninguém tem dúvidas: Jutahy Júnior não faz nada sem consultar o governador José Serra.
Um importante líder tucano comentou ontem que os problemas recentes aconteceram porque a direção do partido já não corresponde à nova realidade que emergiu das eleições de 2006. O atual presidente, senador Tasso Jereissati (CE), foi fragorosamente derrotado em seu Estado e, não obstante, indicou dois secretários do novo governo de Cid Gomes, irmão de Ciro Gomes, arquiinimigo de importantes líderes tucanos. No PSDB-CE, uma barca está partindo para o PTB.
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O secretário-geral do PSDB, deputado Eduardo Paes (RJ), sem cargo a partir de fevereiro, aceitou uma secretaria inexpressiva do governo Sérgio Cabral Filho (RJ), do PMDB.
Para importantes líderes tucanos, "o partido está sem face". Por tudo isso, uma reunião da Executiva nacional, agora, será meramente formal e não terá força política para impor uma decisão, admitem as principais figuras do PSDB.
Tucanos de todos os matizes e regiões reconhecem que o novo perfil deverá ser grandemente influenciado pelos governadores José Serra e Aécio Neves.
Os dois já dividiram fraternalmente os dois mais importantes cargos do partido na Câmara: Serra indicou Antonio Carlos Pannunzio (SP) para ser o futuro líder e Aécio designou Nárcio Rodrigues (MG) para ser o futuro 1º vice-presidente da Casa, vaga que deverá caber ao PSDB na Mesa da Câmara.
Agora Aécio está tramando uma dobradinha semelhante para assumir a direção do partido a partir de novembro: o ex-governador Geraldo Alckmin (SP) para presidente e o deputado Bonifácio de Andrada (MG) para secretário-geral. A solução soa como natural porque Serra, depois da derrota em 2002, ocupou o mesmo cargo. Indicado por ambos, Alckmin estará amarrado a ele se à força de São Paulo e Minas.
[:. título e grifos nossos].
(Yahoo notícias).