A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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sexta-feira, abril 13, 2007
STF. ISONOMIA NAS GREVES: PRIVADAS-PÚBLICAS
BRASÍLIA - Diante da demora de mais de 18 anos do Congresso para regulamentar as greves dos servidores e em meio ao caos aéreo, o Supremo Tribunal Federal (STF) deve determinar que essas paralisações sigam as regras existentes desde 1989 para os trabalhadores do setor privado. Essa tendência ficou clara no julgamento ocorrido na quinta-feira, 12. Um pedido de vistas do ministro Joaquim Barbosa interrompeu a sessão. A maioria dos integrantes do Supremo já se posicionou a favor de uma solução provisória para greves do setor público. Sete dos 11 ministros entendem que, enquanto não for aprovada uma lei específica para os servidores, devem ser aplicadas as regras já existentes para os trabalhadores em geral. Na sessão de quinta, foram votadas ações movidas por sindicatos de funcionários públicos do Espírito Santo e do Pará contestando a demora do Congresso em editar uma lei para regulamentar o direito de greve do funcionalismo - que está previsto na Constituição de 1988. Segundo o STF, a falta de regulamentação das greves de servidores públicos provoca situações de selvageria. Não há previsão de quando o julgamento será retomado. Três ministros ainda precisam votar. O vice-presidente do STF, Gilmar Mendes, citou o episódio envolvendo os controladores de vôo. "A representação de servidores não vê com bons olhos a regulamentação do tema, pois a questão está disciplinada a um tipo de lei da selva. Greves são realizadas sem nenhum controle jurídico", disse. Mendes observou que antes de iniciar uma greve os trabalhadores do setor privado têm de esgotar as possibilidades de negociação. No setor público não existiriam esses canais de negociação. O ministro Ricardo Lewandowski, que também já votou, concluiu que a lei para os trabalhadores em geral não pode ser usada para o funcionalismo. Apesar disso, defendeu em seu voto o direito de greve desde que garantida a prestação de serviços inadiáveis. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
REELEIÇÃO: CONVERSAS DE BASTIDORES...
CRISE AÉREA: SAITO vs PIRES (escolham as armas...)
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
CPI DO APAGÃO AÉREO: CÂMARA vs SENADO
BRASÍLIA - Numa tentativa de desidratar a CPI do Senado, líderes do governo sinalizaram nesta quinta-feira, 12, que estão dispostos a instalar a CPI do Apagão Aéreo na Câmara antes mesmo da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o caso. A avaliação do governo é que no Senado seria mais difícil de controlar as investigações.
Portanto, com uma CPI na Câmara, não seria mais preciso criar uma outra comissão para tratar do mesmo assunto e os senadores poderiam decidir pela não instalação. A operação na Câmara foi conduzida pelo líder do governo na Casa, deputado José Múcio Monteiro (PTB-PE), que telefonou para líderes da oposição em busca de um acordo para evitar a dupla investigação.
Senado
Em pouco mais de 24 horas, a oposição do Senado conseguiu as 27 assinaturas necessárias para criar a CPI do Apagão Aéreo, encarregada de investigar irregularidades na Infraero e em outros órgãos ligados à aviação civil do País.
O requerimento, de acordo com o líder DEM (ex-PFL), José Agripino, só será entregue na próxima semana, quando terá o apoio, disse ele, de mais de 30 senadores. Até agora, um pedetista, o senador Cristovam Buarque (DF), e os peemedebistas Jarbas Vasconcelos (PE), Pedro Simon (RS) e Mão Santa (PI) assinaram o pedido de criação da comissão.
Agripino descartou a hipótese de recuo na investigação, alegando que isso só poderia ocorrer no caso de os deputados dizerem que a CPI do Apagão, proposta inicialmente por eles e que espera ser liberada pelo Supremo, seria prejudicada pela concorrência dos colegas senadores.
O líder do DEM frisou que a intenção da investigação não é "arrebentar" com o governo ou prejudicar servidores dos órgãos da aviação civil. "Queremos, sim, identificar as causas do apagão aéreo, que o governo ou não foi capaz ou não quis identificar", frisou. "Queremos é identificar os problemas, as causas e as soluções".
Apelo do presidente do Senado
O senador Renan Calheiros fez um apelo para que os senadores desistam de investigar o apagão aéreo. "A CPI não é o que a Casa quer, apesar de ser um direito da minoria", frisou. Ele se disse "pessoalmente e politicamente contrário à comissão (parlamentar de inquérito)".
Deixou claro, porém, que em nenhum momento vai desrespeitar o Regimento da Casa e o direto de realização de comissões parlamentares de inquérito para atender às suas expectativas. "Eu fiz um apelo aos líderes para que eles repensem a idéia e que prevaleça o bom senso", explicou.
"Não há esse sentimento investigatório aqui no Senado", insistiu. "Há uma preocupação com assuntos mais urgentes que precisam ser votados". Ele citou, entre esses, as matérias de segurança pública do chamado pacote antiviolência. Segundo ele, essas matérias merecem ter prioridade, "porque os números que nós temos em relação à criminalidade são apavorantes".
O pedido de criação da CPI do Apagão Aéreo havia sido apresentado pela oposição na Câmara e depois arquivado em votação no plenário da Casa, mostrando a força da base governista. A oposição recorreu ao STF, que deve decidir a questão até o fim do mês. Os ministros já deram sinais de que podem determinar a criação da comissão de inquérito. Rosa Costa. Colaboraram João Domingos e Vera Rosa, O Estadão.
quinta-feira, abril 12, 2007
CPI "NOSSA CAIXA"/SP: OUTRA "CAIXA PRETA" ???
VISITA DO PAPA: "HÁ UM TEMPO PARA PLANTAR..."
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO COMÉRCIO (OMC). BRASIL: NÚMEROS SEM "MAQUIAGEM"
O que o relatório ainda enfatiza é que o peso do País no comércio mundial tem mudado pouco nos últimos anos. No começo da década, o Brasil representava 0,9% das exportações mundiais. Em 2005, passou a representar 1,1%. Ainda assim, o porcentual é insignificante diante do tamanho da economia brasileira. O peso do Brasil no comércio mundial ainda é menor do que nos anos 80. Para 2007, a possibilidade de subir no ranking da OMC e conquistar maior espaço no comércio pode ser mais difícil. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior anunciou a meta de exportar US$ 152 bilhões no ano, um aumento de 10,5% e inferior ao que foi atingido em 2004, 2005 e 2006. As importações do País também cresceram em ritmo menor em 2006 e chegaram a US$ 88 bilhões. A taxa foi de 14%, ante 17% de aumento em 2005 e 31% em 2004. O aumento ficou abaixo da média da região, com 18% e no mesmo nível da média mundial de 14%. Com isso, o Brasil ocupou apenas a 29ª colocação no ranking dos maiores importadores e vem perdendo posições nos últimos dois anos. O Brasil representa, segundo a OMC, apenas 0,7% das importações mundiais. No setor de serviços, o mesmo padrão de queda de rendimento foi registrado. Com exportações de US$ 18 bilhões em 2006, o Brasil teve um aumento de 21%, ante 28% em 2005. Mas ainda assim está bem acima de média mundial de 11%, ainda que o Brasil não apareça entre os 30 maiores exportadores de serviços. Entre os importadores, o País está na 27% colocação, com 1% do comércio e compras de US$ 27 bilhões, um aumento de 20% em relação a 2005.
AVALIAÇÃO DO GOVERNO LULA: CNI/IBOPE vs CNT/Census
Os que avaliam o governo como ótimo ou bom representam 49% dos entrevistados. Em dezembro de 2006, data da pesquisa anterior, essa parcela era de 57%. O percentual de 49%, como explicou o estudo CNI/Ibope, voltou ao patamar de setembro do ano passado, antes do primeiro turno da eleição presidencial. Segundo o levantamento, "a avaliação do governo recuou em quase todos os segmentos analisados". Contudo, entre a população com renda entre cinco e dez salários mínimos, houve uma ligeira melhora na percepção, assim como entre aqueles que ganham mais de dez salários mínimos. A avaliação negativa, ou seja, a fatia que acha o governo ruim ou péssimo, ficou em 16% em abril, percentual superior aos 13% de dezembro.Com isso, a diferença entre a avaliação positiva e a negativa passou a ser de 33 pontos.O índice dos que consideraram a gestão regular teve elevação de dezembro para abril, de 28% para 33%.A pesquisa foi realizada entre os dias 28 de março e 2 de abril, com 2.002 entrevistas em 140 municípios.A margem de erro é de 2 pontos percentuais. (Azelma Rodrigues Valor Online).
FUSÕES & AQUISIÇÕES: GERBER VAI "P´RÔ" NINHO !?
A gigante suíça Nestlé está prestes a assumir o controle da norte-americana Gerber, fabricante de alimentos infantis pertencente à Novartis, informaram ontem, em Londres, fontes próximas do negócio. A operação pode chegar a US$ 5 bilhões e a expectativa é de que seu anúncio aconteça nesta quinta-feira. A Norvartis, quarta maior empresa farmacêutica do mundo, com sede na Suíça, se negou a comentar a informação, enquanto nenhum representante da janeiro, o vice-presidente financeiro da Nestlé, 1ª Página - Pág. 1)(
FUSÕES & AQUISIÇÕES: "O BOTICÁRIO"
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
LULA & PARTIDOS DA COALIZÃO - PARTE II
quarta-feira, abril 11, 2007
CHÁVEZ & LULA: "AMIGOS PARA SEMPRE..."
ROUBO DE ENERGIA ELÉTRICA: "GATOS" NO TELHADO E SEM "GUARDA BELO" **

CRISE AÉREA: CONTROLADORES DE VÔOS (A HORA E A VEZ)
SÃO PAULO - O presidente da Associação Brasileira dos Controladores de Tráfego Aéreo (ABCTA), Wellington Rodrigues, afirmou nesta terça-feira que um grupo de pelo menos 50 profissionais que atuam no Cindacta-1, em Brasília, avalia a possibilidade de deixar os cargos. A entidade, segundo ele, é contrária a essa decisão. Rodrigues esteve reunido com presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, e com o diretor regional do Sindicato Nacional dos Trabalhadores na Proteção ao Vôo (SNTPV), Francisco José da Silva Cardoso. Eles discutiram saídas para a crise do setor aéreo e a possibilidade de a OAB intermediar a negociação entre controladores e governo federal. "A partir do momento em que os miliares não podem falar, é necessário que haja interlocutores", disse Rodrigues, acrescentando que a principal reivindicação da categoria não é por melhoria salarial, mas sim, das condições de trabalho. Segundo Rodrigues, o controladores estão trabalhando no limite. "Hoje, o controlador não consegue se concentrar para trabalhar". Há duas semanas, uma greve de controladores no Cindacta-1 paralisou todos os 67 aeroportos do País e abriu uma crise entre os comandos militares e o Executivo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aceitou as reivindicações da categoria, como aumento de salários e a desmilitarização, para pôr fim à greve. Com Agência Brasil, O Estadão.













