PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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folha gmail df1lkrha

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sexta-feira, abril 13, 2007

HAPPY-HOUR II: "DE BARBA EM MOLHO..."






[Chargistas: Clauro, Pelicano, Raddichi].

HAPPY-HOUR: "O PODER EMANA DO POVO..."







[Chargistas: Lute, Amarildo, Dalcio, Frank].

STF. ISONOMIA NAS GREVES: PRIVADAS-PÚBLICAS

STF deve limitar direito de greve dos servidores. Ministros já se posicionaram a favor de uma solução provisória para greves.

BRASÍLIA - Diante da demora de mais de 18 anos do Congresso para regulamentar as greves dos servidores e em meio ao caos aéreo, o Supremo Tribunal Federal (STF) deve determinar que essas paralisações sigam as regras existentes desde 1989 para os trabalhadores do setor privado. Essa tendência ficou clara no julgamento ocorrido na quinta-feira, 12. Um pedido de vistas do ministro Joaquim Barbosa interrompeu a sessão. A maioria dos integrantes do Supremo já se posicionou a favor de uma solução provisória para greves do setor público. Sete dos 11 ministros entendem que, enquanto não for aprovada uma lei específica para os servidores, devem ser aplicadas as regras já existentes para os trabalhadores em geral. Na sessão de quinta, foram votadas ações movidas por sindicatos de funcionários públicos do Espírito Santo e do Pará contestando a demora do Congresso em editar uma lei para regulamentar o direito de greve do funcionalismo - que está previsto na Constituição de 1988. Segundo o STF, a falta de regulamentação das greves de servidores públicos provoca situações de selvageria. Não há previsão de quando o julgamento será retomado. Três ministros ainda precisam votar. O vice-presidente do STF, Gilmar Mendes, citou o episódio envolvendo os controladores de vôo. "A representação de servidores não vê com bons olhos a regulamentação do tema, pois a questão está disciplinada a um tipo de lei da selva. Greves são realizadas sem nenhum controle jurídico", disse. Mendes observou que antes de iniciar uma greve os trabalhadores do setor privado têm de esgotar as possibilidades de negociação. No setor público não existiriam esses canais de negociação. O ministro Ricardo Lewandowski, que também já votou, concluiu que a lei para os trabalhadores em geral não pode ser usada para o funcionalismo. Apesar disso, defendeu em seu voto o direito de greve desde que garantida a prestação de serviços inadiáveis. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

REELEIÇÃO: CONVERSAS DE BASTIDORES...

Governistas negociam com tucanos fim da reeleição.

Governistas já negociam com tucanos a aprovação de uma emenda que põe fim à reeleição e amplia em um ano a duração dos mandatos no país, segundo reportagem desta sexta-feira da Folha de S.Paulo. Com o apoio do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), a proposta será apresentada pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, ao conselho político de coalizão em reunião no dia 23. De acordo com a reportagem, a questão já foi pauta de almoço entre o deputado Jutahy Magalhães Júnior (PSDB-BA) e o governador da Bahia, o ex-ministro Jacques Wagner (PT), no sábado de Aleluia, na praia de Guarajuba (litoral norte baiano). Jutahy teria informado que o governador defendeu a inclusão do fim da reeleição na agenda da reforma política. Autor de emenda com esse teor, o tucano, no entanto, teria enfatizado o temor de que, com a tramitação, fosse aberta a oportunidade para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva buscar um terceiro mandato. Segundo a reportagem, pelo projeto de Jutahy, os atuais governantes em primeiro mandato manteriam o direito à reeleição em 2010 e teriam ainda mais um ano de administração. O mesmo valeria para os prefeitos. Folha Online.

CRISE AÉREA: SAITO vs PIRES (escolham as armas...)

Saito recua e espera Lula decidir sobre controlador. Um dia após defender militares na supervisão do tráfego aéreo, chefe da Aeronáutica evita polemizar, mas assegura que sistema atual funciona bem.
Duas horas depois de se reunir com o presidente Lula no Planalto, o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, recuou ontem de declarações anteriores e evitou polemizar sobre a desmilitarização do controle do tráfego aéreo com o ministro da Defesa, Waldir Pires. Na nova maratona de discussão sobre o apagão aéreo, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa do Senado, o discurso de ambos era bem mais afinado se comparado ao “duelo” que travaram nas quase seis horas de audiência na Câmara, quarta-feira.“O presidente disse que a decisão vai ser dele. Então, vamos aguardar”, desconversou Saito, ao ser questionado se era a favor de o comando do tráfego aéreo se tornar civil. Mas ele defendeu o atual sistema: “Posso garantir que funciona bem.” Diante da insistência dos senadores, Saito esquivou-se: “Tudo depende do presidente. Na hora que ele determinar que é civil, nós vamos ter de trabalhar para isso. Ele vai falar de equipamento, de investimento e do tempo de transição, que vai ser longo.”O ministro, também mais cauteloso, disse que a desmilitarização do setor “é uma decisão de Estado e só o presidente pode tomá-la”. Saito assegurou que “não há divergência” entre ele e o ministro em relação à separação entre tráfego civil e militar. A poucos metros do presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Proteção ao Vôo, Jorge Botelho, o brigadeiro admitiu que existem problemas, mas insistiu em que “as falhas de equipamentos são pontuais” e os Cindactas são modernos. “O verdadeiro e maior problema é a falta de controladores”, disse, ressalvando que até o fim do ano mais 500 entrarão no sistema.Pires abandonou o discurso de que os problemas no tráfego aéreo começaram com o acidente entre o jato Legacy e o Boeing da Gol em 29 de setembro. Ele citou problemas da Varig como exemplo de que a crise vem de há muito mais tempo.Como Pires e Saito, o diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi, também recuou. Um dia depois de negar a existência de crise aérea, na Câmara, ele afirmou no Senado que suas declarações foram mal interpretadas pela imprensa. “Pegaram na questão semântica”, disse. “Temos problemas, sim. E são problemas sérios. Mas temos absoluta convicção de que serão resolvidos.”A sessão durou 5h30 e não foi interrompida nem para um lanche rápido. Pires, Saito e Zuanazzi chegaram a responder a perguntas entre goles de refrigerante e mordidas em quibes e sanduíches. Saito e Pires aparentavam cansaço. Entre a Câmara, na véspera, e o Senado, foram mais de 12 horas de depoimento.Por outro lado, a sessão no Senado, que o Planalto esperava ser mais dura que a da Câmara, acabou em aplausos dos cinco senadores aos presentes. A oposição, que prometia aproveitar para obter assinaturas para a CPI do Apagão Aéreo, só teve voz com Heráclito Fortes (DEM-PI), que saiu da presidência da Mesa para sabatinar as autoridades. O senador ficou indignado com a ausência dos colegas do PSDB. “Alguém viu algum tucano por aí?”, perguntava.No começo da audiência, ele advertiu Pires, para que não pusesse o dedo em riste ao responder a perguntas. “O senhor coloca o dedo em riste e dá impressão, para quem vê na TV, de que se trata de uma agressão e tenho certeza de que não é”, disse. Pires respondeu: “Não é o meu forte nem nunca foi. Não tem nada de ofensivo. A gente faz isso até em conversa com familiares.”Zuanazzi também não escapou. Ele contou que controladores de vôo na França tinham iniciado paralisação: “São problemas comuns no mundo todo.” Heráclito não perdeu a deixa. “Então, já que o senhor acabou de informar o início da paralisação, peço que comunique quando a crise lá for resolvida. Será para nós um bom parâmetro saber quanto tempo as coisas levam para ser resolvidas lá e aqui”, retrucou, sob risos do plenário. Tânia Monteiro e Ana Paula Scinocca, BRASÍLIA

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

Folha lança coleção de livros sobre mestres da pintura. No próximo dia 15 (domingo), a Folha lança os dois primeiros volumes da coleção "Grandes Mestres da Pintura", dedicados a Van Gogh e Cézanne. Folha Online.
Lula convoca líderes do governo para tentar barrar CPI do Apagão no Senado. Preocupado com a possibilidade de o Senado investigar a crise aérea ao mesmo tempo em que a Câmara, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), e a líder do governo no Congresso, Roseana Sarney (PMDB-MA), para discutir o assunto. Folha Online.
PF prende juízes, delegados e procurador regional. Depois de quase um ano de investigações sigilosas, a Polícia Federal executou nesta sexta-feira, 13, a chamada Operação Furacão. Entre os presos, 25 ao todo, estão o desembargador federal José Eduardo Carreira Alvim, que até quarta-feira ocupava a vice-presidência do Tribunal Regional Federal do Rio, e o procurador regional da República João Sérgio Leal Pereira. Além deles, foram detidos também um outro desembargador federal - José Ricardo Regueira -, a corregedora da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Suzi Pinheiro Dias de Matos e a cúpula do jogo do bicho no Rio: Aniz Abrãao David , o Anísio da Beija Flor, Antônio Petrus Kallil, o Turcão, e Airton Guimarães Jorge, o Capitão Guimarães. A operação, realizada nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia, e no Distrito Federal, tem como objetivo desarticular uma organização criminosa que atuava na exploração do jogo ilegal e cometia crimes contra a administração pública. Agência Estado.
EUA, UE, Brasil e Índia querem retomar Doha até fim do ano. Em reunião em Nova Délhi, na Índia, os ministros e representantes de Estados Unidos, União Européia, Índia e Brasil – ou G4, como são conhecidos dentro da Organização Mundial do Comércio (OMC) – anunciaram planos de retomar a rodada internacional de negociações para liberalização do comércio e derrubada de barreiras. BBC Brasil.
FMI mostra PIB brasileiro atrás do Caribe e América Latina. Apesar da constatação do Fundo Monetário Internacional (FMI) de que o ano de 2006 foi um de forte performance econômica para a América Latina e para a região do Caribe, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2007, projetado em 4,4%, deve ficar abaixo da projeção do Fundo para a região do Caribe, para a região da América Central e também para a região da América do Sul. De acordo com os números contidos no relatório divulgado nesta sexta-feira, 13, o Brasil só alcança o crescimento do Caribe em 2008, quando é previsto que a região irá desacelerar para 4,2%. Segundo o FMI, o Brasil fechará o ano em 4,4% e irá desacelerar para 4,2% em 2008.nterno Bruto do Brasil em 4,4% neste ano, ante 4,9% previsto para Caribe e América Latina. Nalu Fernandes, O Estadão.
Com que roupa eu vou? Ordem na casa – é o que quer o presidente da Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP). Nada de chapéus, bombachas: os deputados estão impedidos de vestir tudo que fuja à regra da calça comprida, do paletó e da gravata. A decisão provocou muita controvérsia nos corredores do plenário. Alguns parlamentares reclamaram porque não vão mais poder usar os trajes regionais. A rebeldia pode ser vista como agressão ao decoro parlamentar. bomdiabrasil.globo.com.
Kassab libera grito em feiras e culpa 'vírgula' por polêmica. Prefeito alega que nunca foi contra a gritaria nas feiras de São Paulo. Apesar disso, supervisor da prefeitura já havia até explicado como seria fiscalização. Um erro de interpretação por causa de uma vírgula mal colocada. Essa foi a justificativa do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM, antigo PFL), para voltar atrás no artigo de decreto municipal que proíbe os gritos nas feiras-livres da cidade. g1.com
Hoje é o 'Dia do beijo'. Sexta-feira, dia 13. Não, este não é um dia para se ter medo de assombração ou fazer as mandingas para se proteger do azar. Pelo menos não esta sexta-feira. O dia 13 de abril celebra o mais emblemático símbolo do amor no Brasil. É o Dia do Beijo. g1.com

CPI DO APAGÃO AÉREO: CÂMARA vs SENADO

Governo admite CPI na Câmara para evitar a do Senado. A comissão pode ser instalada antes mesmo de o STF decidir sobre o assunto. Planalto avalia que seria mais difícil controlar as investigações dos senadores.

BRASÍLIA - Numa tentativa de desidratar a CPI do Senado, líderes do governo sinalizaram nesta quinta-feira, 12, que estão dispostos a instalar a CPI do Apagão Aéreo na Câmara antes mesmo da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o caso. A avaliação do governo é que no Senado seria mais difícil de controlar as investigações.
Portanto, com uma CPI na Câmara, não seria mais preciso criar uma outra comissão para tratar do mesmo assunto e os senadores poderiam decidir pela não instalação. A operação na Câmara foi conduzida pelo líder do governo na Casa, deputado José Múcio Monteiro (PTB-PE), que telefonou para líderes da oposição em busca de um acordo para evitar a dupla investigação.
Senado
Em pouco mais de 24 horas, a oposição do Senado conseguiu as 27 assinaturas necessárias para criar a CPI do Apagão Aéreo, encarregada de investigar irregularidades na Infraero e em outros órgãos ligados à aviação civil do País.
O requerimento, de acordo com o líder DEM (ex-PFL), José Agripino, só será entregue na próxima semana, quando terá o apoio, disse ele, de mais de 30 senadores. Até agora, um pedetista, o senador Cristovam Buarque (DF), e os peemedebistas Jarbas Vasconcelos (PE), Pedro Simon (RS) e Mão Santa (PI) assinaram o pedido de criação da comissão.
Agripino descartou a hipótese de recuo na investigação, alegando que isso só poderia ocorrer no caso de os deputados dizerem que a CPI do Apagão, proposta inicialmente por eles e que espera ser liberada pelo Supremo, seria prejudicada pela concorrência dos colegas senadores.
O líder do DEM frisou que a intenção da investigação não é "arrebentar" com o governo ou prejudicar servidores dos órgãos da aviação civil. "Queremos, sim, identificar as causas do apagão aéreo, que o governo ou não foi capaz ou não quis identificar", frisou. "Queremos é identificar os problemas, as causas e as soluções".
Apelo do presidente do Senado
O senador Renan Calheiros fez um apelo para que os senadores desistam de investigar o apagão aéreo. "A CPI não é o que a Casa quer, apesar de ser um direito da minoria", frisou. Ele se disse "pessoalmente e politicamente contrário à comissão (parlamentar de inquérito)".
Deixou claro, porém, que em nenhum momento vai desrespeitar o Regimento da Casa e o direto de realização de comissões parlamentares de inquérito para atender às suas expectativas. "Eu fiz um apelo aos líderes para que eles repensem a idéia e que prevaleça o bom senso", explicou.
"Não há esse sentimento investigatório aqui no Senado", insistiu. "Há uma preocupação com assuntos mais urgentes que precisam ser votados". Ele citou, entre esses, as matérias de segurança pública do chamado pacote antiviolência. Segundo ele, essas matérias merecem ter prioridade, "porque os números que nós temos em relação à criminalidade são apavorantes".
O pedido de criação da CPI do Apagão Aéreo havia sido apresentado pela oposição na Câmara e depois arquivado em votação no plenário da Casa, mostrando a força da base governista. A oposição recorreu ao STF, que deve decidir a questão até o fim do mês. Os ministros já deram sinais de que podem determinar a criação da comissão de inquérito. Rosa Costa. Colaboraram João Domingos e Vera Rosa, O Estadão.

quinta-feira, abril 12, 2007

HAPPY-HOUR: "O PODER EMANA DO POVO..."






[Chargistas: Henrique, JBosco, Frank, Melado]

CPI "NOSSA CAIXA"/SP: OUTRA "CAIXA PRETA" ???

Caso Nossa Caixa abre crise entre Serra e Alckmin.

Voltaram a azedar as relações entre os tucanos José Serra, governador de São Paulo, e o antecessor dele, Geraldo Alckmin. A faísca que fez reacender as divergências é a perspectiva de instalação na Assembléia Legislativa paulista de uma CPI para investigar contratos de publicidade da Nossa Caixa. Ausente do país, Alckmin ficou extremamente contrariado com declarações feitas na última terça-feira (10) por Aloysio Nunes Ferreira, secretário da Casa Civil de Serra. Foram publicadas pela Folha (assinantes). Referindo-se à CPI anti-Alckmin, Aloysio Nunes disse: "Quando formos contra uma CPI, vamos dizer que somos contra e por que ela é inconveniente para o governo. Não é o caso dessa. Não temos absolutamente nada a ver com essa história." Por ora, integrantes do grupo político de Alckmin evitam atacar publicamente os companheiros de partido. Em privado, porém, afirmam que foi “inaceitável” o tom empregado pelo auxiliar de Serra. Consideraram que ele foi “desleal”. Como Serra não desautorizou o auxiliar, os partidários de Alckmin passaram a ruminar a suspeita de que a falta de lealdade não é de Aloysio Nunes, mas o chefe dele. Os porta-vozes da contrariedade do ex-governador paulista afirmam que esperavam de Serra a mesma solidariedade que Alckmin dispensou a Mario Covas. Lembram que, ao assumir o Palácio dos Bandeirantes, Alckmin foi confrontado com denúncias de irregularidades na obra do Rodoanel, iniciada sob Covas. Em vez de lavar as mãos, arregaçou as mangas para defender o amigo e companheiro de partido. Alckmin contratou uma consultoria jurídica para atestar a regularidade do Rodoanel. Concluiu a obra e pagou as contas. “Isso foi feito porque havia a convicção de que Covas não faria nada de irregular”, disse um dos partidários de Alckmin ouvidos pelo blog. “O mesmo vale para a Nossa Caixa [um caso que veio à tona em março do ano passado].” Um segundo aliado de Alckmin ouvido pelo repórter disse que Serra e sua equipe não têm motivos para se esquivar de assumir a defesa da gestão da Nossa Caixa. Sustenta que foi a própria direção do banco estatal paulista quem pediu ao Ministério Público para investigar contratos de publicidade tisnados como suspeitos. Afirma que os diretores da instituição compareceram à Assembléia Legislativa, no ano passado, para prestar esclarecimentos. Afirma, de resto, que, graças às gestões de Covas e de Alckmin, serra herdou uma Nossa Caixa que figura em nono lugar no ranking das instituições bancárias do país. “Por tudo isso, a hesitação da equipe de Serra em assumir a defesa da gestão de Alckmin é inaceitável”, disse. A abertura da CPI da Nossa Caixa foi autorizada, em decisão unânime, pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, na última segunda-feira. A despeito disso, os aliados de Alckmin avaliam que, se quisesse, o grupo que dá suporte político a Serra, amplamente majoritário na Assembléia Legislativa, poderia negar assinaturas ao requerimento de abertura da comissão. Algo que o atual governador não parece disposto a fazer. Escrito por Josias de Souza, Folha Online.

VISITA DO PAPA: "HÁ UM TEMPO PARA PLANTAR..."

Igreja mantém convite a Henry Sobel para encontro com papa. Rabino foi preso na Flórida, acusado de furtar gravatas. Por conta do episódio, a congregação israelita pode definir outro nome que a represente. No encontro, Sobel diz que pedirá perdão.

SÃO PAULO - A Igreja Católica manteve o convite para que o rabino Henry Isaac Sobel participe do encontro de líderes religiosos com o papa Bento XVI, em 10 de maio, em São Paulo, segundo informação de d. Pedro Luiz Stringhini, bispo auxiliar de São Paulo, que participa da equipe de preparação da visita do papa. No entanto, a participação do rabino depende da Congregação Israelita Paulista (CIP), da qual é presidente licenciado. Bento XVI estará no País de 9 a 13 de maio. Sobel foi preso na Flórida, em 23 de março, acusado de furtar quatro gravatas de grife. E, por conta do episódio, a CIP pode definir outro nome que a represente. Em entrevista ao Estado, no último dia 6, Sobel confirmou sua presença no encontro e disse que pretende aproveitar a oportunidade para "pedir perdão ao Deus de Abraão, Isaac e Jacó. Logo depois, acrescentou: "Eu pretendo, na presença do papa, sentir a humildade dele e fazer com que um pouco dessa humildade entre na minha alma. Quem sabe com uma pequena dose de humildade a mais, eu tenha condições de transformar esse incidente em algo positivo. Tenho muito carinho e respeito por este papa. Se eu tiver oportunidade de contar minha história a ele, tenho certeza absoluta que ele vai me perdoar. Ao pedir perdão ao papa, simultaneamente, vou pedir perdão ao Deus de Abraão, Isaac e Jacó, o Deus dos profetas, o Deus do povo de Israel. E, por extensão, a meus amigos que sofreram e estão sofrendo comigo.” O rabino diz que, na presença do papa, vai rezar pelos pecados cometidos por todos os homens. "Pretendo me apresentar ao papa não como santo e sim como um ser humano, profundamente arrependido daquilo que aconteceu na Flórida." Após o ocorrido, já de volta ao Brasil, Sobel ficou internado no Hospital Albert Einstein para se recuperar do que os médicos diagnosticaram como “episódio de transtorno de humor, representado por descontrole emocional e alterações de comportamento”. Ao Estado, o rabino atribuiu o furto das gravatas a um ato falho. Para ele, a mistura de medicamentos provocou um “lapso em sua cabeça”. (Colaboraram José Maria Mayrink e Bruno Tavares, O Estadão).








ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO COMÉRCIO (OMC). BRASIL: NÚMEROS SEM "MAQUIAGEM"

Brasil cai no ranking de maiores exportadores do mundo.

GENEBRA - O Brasil caiu no ranking mundial dos maiores exportadores elaborado pela Organização Mundial do Comércio (OMC). Segundo o relatório anual da entidade, as exportações nacionais não repetiram em 2006 o ritmo de crescimento de 2005, ainda que o governo não se canse de promover os resultados da balança comercial. A participação do Brasil entre os importadores ficou estagnada no comércio internacional. A classificação da OMC é liderada pela Alemanha, seguida pelos Estados Unidos e pela China. Há duas semanas, o Estado antecipou os dados do relatório que mostra que, em comparação com outros países, as vendas nacionais não avançam e representam apenas 1,1% do mercado mundial, mesma proporção do ano passado. O Brasil passa a ocupar a 24ª posição no ranking dos maiores exportadores. Em 2005, era o 23º. Especialistas em Genebra apontam que o real valorizado teria contribuído para que as exportações não mais acompanhassem o ritmo de 2004 e 2005. Já outros analistas acreditam que o fortalecimento da demanda doméstica tenha tido impacto na decisão de empresas de focar suas vendas também no mercado interno. Seja qual for o motivo, a queda no ranking vem em um momento em que o governo destaca que o valor das exportações em 2006 bateu o recorde do País, com US$ 137,4 milhões. Mas isso não foi suficiente para que o Brasil subisse no ranking da OMC. No total, o aumento das vendas foi de 16%, apenas um ponto porcentual acima da média mundial de 15%. A taxa de crescimento foi inferior ao aumento de 23% de 2005 e 32% de 2004. O governo chegou a ficar tão empolgado com os resultados que anunciou a possibilidade de fechar 2006 em nova posição na classificação da OMC. Segundo o governo, o Brasil poderia desbancar suíços, austríacos e suecos e atingir a 20ª posição. O relatório, porém, mostra que não basta apenas bater recordes internos, enquanto os demais países também continuam crescendo. Em termos de volume, a América do Sul teve um dos piores desempenhos. O aumento das vendas foi de apenas 2%, ante 22% da China, 10,5% dos Estados Unidos, 7,5% da Europa e uma média mundial de 8%. O Brasil apresentou um aumento no volume exportado de apenas 4%. Entre as regiões, apenas a África teve um índice menor, com 1%. “As expansões (de exportação) na América do Sul e Central desaceleraram em 2006”, afirma o relatório. Além do baixo crescimento do Brasil, a Venezuela também apresentou queda nas exportações em volumes. Em valores, porém, Caracas contou com a alta do petróleo para conseguir um aumento de 14% nas suas vendas ao exterior. Em valores, a América do Sul apresentou uma alta de exportações acima do Brasil, com 20%. Já o Mercosul teve um aumento de 16% em suas vendas em 2006. Os líderes da região foram o Chile e Peru, com taxas acima de 40%. Ainda em valores, os dados da OMC mostram que outros emergentes também estão tendo melhor desempenho que o Brasil, que apresentou o menor crescimento de exportações entre os Brics (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia e China). A Índia teve crescimento de 21% em 2006. Russos e mexicanos, beneficiados pela alta do petróleo, aumentaram as vendas em 25% e 17%, respectivamente. Já a China teve um crescimento de 27% em valores. Entre os países próximo ao Brasil na ranking, a Áustria ficou na 23ª colocação, com crescimento de 11% de suas exportações, e atingiu US$ 138 bilhões em vendas. Os Emirados Árabes, que estavam na 24ª posição no ano passado, passaram para a 22ª colocação, deslocando o Brasil com as suas exportações de petróleo e o aumento geral de suas vendas de 20%.
O que o relatório ainda enfatiza é que o peso do País no comércio mundial tem mudado pouco nos últimos anos. No começo da década, o Brasil representava 0,9% das exportações mundiais. Em 2005, passou a representar 1,1%. Ainda assim, o porcentual é insignificante diante do tamanho da economia brasileira. O peso do Brasil no comércio mundial ainda é menor do que nos anos 80. Para 2007, a possibilidade de subir no ranking da OMC e conquistar maior espaço no comércio pode ser mais difícil. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior anunciou a meta de exportar US$ 152 bilhões no ano, um aumento de 10,5% e inferior ao que foi atingido em 2004, 2005 e 2006. As importações do País também cresceram em ritmo menor em 2006 e chegaram a US$ 88 bilhões. A taxa foi de 14%, ante 17% de aumento em 2005 e 31% em 2004. O aumento ficou abaixo da média da região, com 18% e no mesmo nível da média mundial de 14%. Com isso, o Brasil ocupou apenas a 29ª colocação no ranking dos maiores importadores e vem perdendo posições nos últimos dois anos. O Brasil representa, segundo a OMC, apenas 0,7% das importações mundiais. No setor de serviços, o mesmo padrão de queda de rendimento foi registrado. Com exportações de US$ 18 bilhões em 2006, o Brasil teve um aumento de 21%, ante 28% em 2005. Mas ainda assim está bem acima de média mundial de 11%, ainda que o Brasil não apareça entre os 30 maiores exportadores de serviços. Entre os importadores, o País está na 27% colocação, com 1% do comércio e compras de US$ 27 bilhões, um aumento de 20% em relação a 2005.

AVALIAÇÃO DO GOVERNO LULA: CNI/IBOPE vs CNT/Census

Avaliação positiva do governo federal recua em abril para 49%, diz CNI/Ibope.

Os que avaliam o governo como ótimo ou bom representam 49% dos entrevistados. Em dezembro de 2006, data da pesquisa anterior, essa parcela era de 57%. O percentual de 49%, como explicou o estudo CNI/Ibope, voltou ao patamar de setembro do ano passado, antes do primeiro turno da eleição presidencial. Segundo o levantamento, "a avaliação do governo recuou em quase todos os segmentos analisados". Contudo, entre a população com renda entre cinco e dez salários mínimos, houve uma ligeira melhora na percepção, assim como entre aqueles que ganham mais de dez salários mínimos. A avaliação negativa, ou seja, a fatia que acha o governo ruim ou péssimo, ficou em 16% em abril, percentual superior aos 13% de dezembro.Com isso, a diferença entre a avaliação positiva e a negativa passou a ser de 33 pontos.O índice dos que consideraram a gestão regular teve elevação de dezembro para abril, de 28% para 33%.A pesquisa foi realizada entre os dias 28 de março e 2 de abril, com 2.002 entrevistas em 140 municípios.A margem de erro é de 2 pontos percentuais. (Azelma Rodrigues Valor Online).

FUSÕES & AQUISIÇÕES: GERBER VAI "P´RÔ" NINHO !?

Nestlé negocia compra da Gerber por US$ 5 bilhões.

A gigante suíça Nestlé está prestes a assumir o controle da norte-americana Gerber, fabricante de alimentos infantis pertencente à Novartis, informaram ontem, em Londres, fontes próximas do negócio. A operação pode chegar a US$ 5 bilhões e a expectativa é de que seu anúncio aconteça nesta quinta-feira. A Norvartis, quarta maior empresa farmacêutica do mundo, com sede na Suíça, se negou a comentar a informação, enquanto nenhum representante da janeiro, o vice-presidente financeiro da Nestlé, Página - Pág. 1)(

FUSÕES & AQUISIÇÕES: "O BOTICÁRIO"

Grupo GP adquire uma parcela de O Boticário:

O grupo GP, dos empresários Jorge Paulo Lehmann e Marcel Telles, se tornou acionista do O Boticário. Segundo informações do mercado, o grupo adquiriu participação estimada entre 3% e 5% em dezembro do ano passado, reforçando rumores sobre uma possível reestruturação na gestão e futura abertura de capital da fabricante de cosméticos e perfumaria. Em setembro de 2006, O Boticário criou a G&K Holding e agrupou operações nas áreas industrial, de distribuição, de logística e de franquias que tiveram faturamento bruto de R$ 780 milhões, 10% acima do registrado no ano anterior. As duas empresas confirmaram o negócio, mas não revelaram valores. O GP criou um fundo, com cotas que totalizam R$ 53 milhões, para investir na G&K com a intenção de, primeiramente, conhecer melhor o negócio. A perspectiva é de que não pare por aí. Página C-5(Gazeta Mercantil/ Página - Pág. 1)

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

Prazos longos com juros abaixo de 1% facilitam compra de carros. Redução da taxa básica de juros já pode ser sentida nas concessionárias.Veículos podem ser financiados em até 60 meses com taxa de 0,98%. Do gi.com SP.
FMI DIZ QUE ETANOL PODE AFETAR PREÇO DO MILHO. Grão pode influenciar preço de vários alimentos, diz instituição. Do G1, com informações da AFP.
FMI PREVÊ MAIS 2 ANOS DE FORTE EXPANSÃO. Relatório do Fundo também diz que há risco de a produção de etanol elevar o preço dos alimentos. A economia global crescerá 4,9% em 2007 e em 2008, informou ontem o Panorama Econômico Mundial, divulgado pelo FMI em Washington.O Fundo revisou para mais a expansão do Brasil, que com isso vai se aproximar um pouco mais da média mundial, mas ainda atrasa o passo: mantidas as projeções do FMI, o País terminará 2007 com um PIB 4,4% maior, abaixo do atingido pela América Latina, de 4,9%. Gazeta Mercantil.
Visita do papa vai mobilizar ao menos 7.000 policiais. A visita do papa Bento 16 ao Brasil vai mobilizar uma força de segurança composta por pelo menos 7.000 homens, entre militares, policiais e bombeiros. O número corresponde, por exemplo, a mais do que o dobro dos 3.200 homens acionados durante a visita ao Brasil, no mês passado, do presidente dos EUA, George W. Bush.Bento 16 chega a São Paulo no dia 9 de maio. No dia 11, segue para Aparecida (167 km de São Paulo), onde fica até o dia 13 para a abertura da Quinta Conferencia Geral do Celam (Conselho Episcopal Latino-Americano). Em cada uma das cidades haverá cerca de 3.500 homens para a segurança do papa e de sua comitiva. Folha Online.
O blog “Alerta Total” repercutiu, na segunda-feira (09), entrevista do ministro do STM – Superior Tribunal Militar, general Valdésio Guilherme de Figueiredo (concedida ao jornal O Globo), expondo diferenças que ameaçam entrar em ebulição.As declarações do ministro foram duríssimas, mas parece que o Planalto optou por fazer ouvido de mercador. Fosse à gestão Ernesto Geisel (1974-79), alguma coisa iria acontecer. O penúltimo general do ciclo militar (1964-85) jamais engoliria o que foi dito, tão a seco. Como correm rumores de que o presidente da República estaria se animando para um terceiro mandato, ancorando-se em pesquisas que o apontam como salvador do país, o general emitiu recado curto e grosso: “-Se algum doido decidir se perpetuar no poder, o Exército vai intervir”. O militar aproveitou também a ocasião para tecer comentário a respeito da pensão que é hoje recebida por Dom Luiz Inácio (quatro mil e 500 reais mensais), comparando-a com a recebida pelos pais do soldado Mário Kozel Filho (morto num atentado), quantia que classificou de “ridícula”. Disse ainda que “numa ditadura se faz o que quer, independentemente da lei”, acrescentando: “Não sei se agora estamos numa ditadura”. E aconselhou o governo a se preocupar “com a economia, o desemprego, a falta de equipamento nos hospitais públicos e a má qualidade do ensino”.
Comércio mundial deve crescer menos em 2007, diz OMC. O comércio mundial deve crescer 6% neste ano, de acordo com previsões divulgadas pela Organização Mundial do Comércio (OMC) nesta quarta-feira. O índice é inferior aos 8% registrados em 2006. Segundo a OMC, a queda do comércio seria um reflexo da desaceleração da economia mundial, que deve crescer 3% em 2007. A OMC baseia essa projeção em números da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). BBC Brasil.

LULA & PARTIDOS DA COALIZÃO - PARTE II

Lula diz que vai construir nova base de sustentação e acena para oposição.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira que pretende conversar com todos os partidos de oposição. Lula afirmou que é preciso deixar as diferenças de lado e ter "maturidade" para que o povo seja beneficiado. "Podemos ter divergências. Mas se tivermos maturidade para conversar, sentarmos na mesa e discutir quais as coisas que o Brasil precisa, quem vai ganhar não é o partido, o senador ou o presidente. O resultado é que o povo será melhor atendido por nós", disse ele. Lula se reúne hoje com as bancadas do PMDB na Câmara e no Senado, presidentes dos diretórios regionais, sete governadores e cinco ministros do partido num jantar oferecido pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), para o presidente da República. Lula afirmou que o jantar de hoje consolida uma "aliança programática" com os partidos da coalizão. "Essa reunião com o PMDB é a primeira de uma série que pretendo fazer com todos os partidos da base, as bancadas na Câmara e no Senado e os governadores para que se estabeleça aliança programática com o PMDB para discutir as coisas mais importantes para o país."O presidente disse que essa aliança viabilizará uma "nova base de sustentação". "Se for consolidada, estaremos consolidando um novo projeto para o país com uma base de sustentação harmônica com as divergências sendo resolvidas com as direções dos partidos e seus representantes no Congresso. Para que não tenhamos alianças ocasionais que gerem deformações. Achamos que temos uma chance enorme de estabelecer aliança mais sólida com objetivos mais programáticos. "Para o jantar de hoje, o PMDB distribuiu 150 convites. O cardápio é composto por filé mignon ao vinho do porto, ravióli de queijo brie com damasco e camarão com champanhe. Segundo Lula, essa aproximação com a oposição já foi iniciada num encontro com o senador Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA). "Já disse ao senador ACM que quero conversar com todos sobre os projetos do governo no Congresso e fazer o melhor para o Brasil. "Antes de conversar com a oposição, entretanto, Lula deve se reunir com os partidos que integram a coalizão. "Depois de consolidar [essa conversa com os partidos aliados], vou conversar com partidos de oposição." O presidente do PMDB, deputado Michel Temer (SP), chegou sem voz ao jantar. O ministro Geddel Vieira (Integração Nacional) brincou com a situação: "Essa é uma demonstração que a reunião não discutirá cargos". Representantes do PMDB disseram para a Folha Online que o partido quer demarcar seu espaço na distribuição de cargos no segundo escalão do governo. Andreza Matais, Folha Online.

quarta-feira, abril 11, 2007

HAPPY-HOUR: LULA [In:] "CÉU DE BRIGADEIRO"





[Chargistas: Aroeira, Paixão, Liberati].

CHÁVEZ & LULA: "AMIGOS PARA SEMPRE..."

Chávez afirma que não brigará com Brasil por causa do etanol.

Caracas, 10 abr (EFE).- O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou hoje que seu Governo "jamais" brigará com o o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o Brasil por causa do etanol, como supostamente pretende uma "estratégia" dos Estados Unidos. "Há toda uma estratégia (dos EUA) para que briguemos em torno deste tema: jamais brigaremos com Lula, jamais brigaremos com o Brasil. Nosso inimigo é o império americano", afirmou Chávez em um ato oficial transmitido em cadeia nacional obrigatória de rádio e televisão.O chefe de Estado venezuelano afirmou que seu Governo "sempre reconheceu os avanços tecnológicos do Brasil", entre eles os referidos à "sua produção de etanol". Esses progressos brasileiros "são positivos", sobretudo porque quando esse biocombustível é produzido a partir da cana de açúcar, "nos permite substituir um dos elementos mais poluentes na gasolina, o derivado de chumbo", disse Chávez. "Inclusive, importamos etanol do Brasil, mas utilizar o etanol como um aditivo da gasolina (...) é uma coisa muito distinta à colocação que fez ao mundo o presidente dos Estados Unidos (George W. Bush) de substituir" a gasolina por esse biocombustível, extraído também do milho, afirmou.Para o venezuelano, Washington deveria aumentar a produção de milho e cana-de-açúcar para produzir alimentos para a humanidade, e não para "alimentar automóveis". "A proposta de Lula é séria, a discutimos várias vezes", porque busca substituir aditivos da gasolina por etanol, explicou. Chávez acrescentou que o Governo Bush "lançou a bola de fumaça" do plano de etanol para tentar "dividir" a região na véspera da I Cúpula Energética Sul-Americana, que será realizada em 16 e 17 de abril, na Ilha de Margarita, Venezuela. EFE gf mh, ultimosegundo.ig.com

ROUBO DE ENERGIA ELÉTRICA: "GATOS" NO TELHADO E SEM "GUARDA BELO" **





15% da energia elétrica do país é roubada. Furto de energia provoca prejuízo de R$ 5 bilhões por ano. Em áreas nobres, é cada vez mais comum o uso de "gatos".


O que leva milhões de brasileiros a fazer "gatos" para furtar energia elétrica fornecida pelas concessionárias e companhias de abastecimento em todo o país? A resposta mais imediata poderia ser: necessidade; falta de dinheiro para pagar as contas; economia para gastar mais com alimentação; transporte; saúde. (...) Mas e quando a irregularidade é praticada por clientes de classe média ou até mesmo em áreas de luxo das grandes cidades? As empresas fizeram a conta. No Brasil, são furtados 15% da energia elétrica produzida. Trata-se de um prejuízo de R$ 5 bilhões por ano. O estado do Rio de Janeiro tem quase 800 favelas, mas o furto de energia elétrica não ocorre somente nas comunidades pobres. Em todo o estado, milhares de consumidores se arriscam montando ligações clandestinas para não pagar pela energia que chega em casa ou no comércio. Moradores de rua e camelôs também improvisam para não gastar dinheiro com energia elétrica. No ano passado, as duas concessionárias que atendem o Rio de Janeiro – Light e Ampla – deixaram de arrecadar R$ 700 milhões, valor superior ao lucro das empresas, que reagem aos chamados "gatos" de luz. “Nós investimos em três frentes: frente de conscientização da população; frente de articulação com outras entidades de serviço público do estado, que são vítimas; e a repressão propriamente dita, em que a gente blinda medidores e redes”, diz o presidente da Light, José Luiz Alquéres. O Rio de Janeiro é um dos estados com o maior índice de furto de energia do país. Calcula-se que a prática ilegal represente uma evasão de quase sete mil gigawatts por ano de energia elétrica. É um volume capaz de abastecer um município de grande porte, com uma população de aproximadamente três milhões de habitantes, como a cidade de Belo Horizonte, por exemplo. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel ), que regula o setor, não pagam a energia que consomem 61% da população considerada de baixa renda do país e 48% dos moradores das favelas brasileiras. Para impedir gatos, a concessionária que atua em 66 cidades do Rio investiu em projetos sociais, aplicou R$ 350 milhões em tecnologia nos últimos quatro anos e reduziu em 17% o índice de furtos. A Aneel permite reajustes de até meio por cento nas contas de luz para compensar as perdas com os furtos. Quem paga as contas em dia arca com os prejuízos. “Quem está furtando não está furtando a Light. Está furtando do seu vizinho”, alerta o presidente da Light, José Luiz Alquéres. “Se a gente consegue combater o furto de energia e reduzir esse índice de furto, a gente consegue passar para o consumidor esse ganho, na verdade”, afirma o diretor institucional da Ampla, André Moragas. G1.com., foto na matéria.
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** Desenho animado/TV: Mandachuva (Espeto, Chuvisco, Batatinha, Bacana, Esperto) e outros "gatos" viviam aprontando com o guarda Belo.

CRISE AÉREA: CONTROLADORES DE VÔOS (A HORA E A VEZ)

Grupo de controladores de vôo pode pedir demissão coletiva. Associação que representa categoria reuniu-se com OAB para avaliar crise aérea.

SÃO PAULO - O presidente da Associação Brasileira dos Controladores de Tráfego Aéreo (ABCTA), Wellington Rodrigues, afirmou nesta terça-feira que um grupo de pelo menos 50 profissionais que atuam no Cindacta-1, em Brasília, avalia a possibilidade de deixar os cargos. A entidade, segundo ele, é contrária a essa decisão. Rodrigues esteve reunido com presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, e com o diretor regional do Sindicato Nacional dos Trabalhadores na Proteção ao Vôo (SNTPV), Francisco José da Silva Cardoso. Eles discutiram saídas para a crise do setor aéreo e a possibilidade de a OAB intermediar a negociação entre controladores e governo federal. "A partir do momento em que os miliares não podem falar, é necessário que haja interlocutores", disse Rodrigues, acrescentando que a principal reivindicação da categoria não é por melhoria salarial, mas sim, das condições de trabalho. Segundo Rodrigues, o controladores estão trabalhando no limite. "Hoje, o controlador não consegue se concentrar para trabalhar". Há duas semanas, uma greve de controladores no Cindacta-1 paralisou todos os 67 aeroportos do País e abriu uma crise entre os comandos militares e o Executivo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aceitou as reivindicações da categoria, como aumento de salários e a desmilitarização, para pôr fim à greve. Com Agência Brasil, O Estadão.