A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quarta-feira, maio 16, 2007
DÓLAR: Á VENDA EM "LOJINHAS DE 1,99"
FIDEL & LULA: "YO TENGO TANTOS [MUY...] HERMANOS..."
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

LULA [In:] 2010: ABERTA A TEMPORADA DE CAÇA...

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva rejeitou um terceiro mandato presidencial, caso a legislação que hoje só permite uma reeleição seja alterada, mas afirmou que quer fazer seu sucessor dentro da base aliada. "Sou contra a reeleição e não serei candidato em 2010. Não é por nada, não, é porque a lei não permite", afirmou o presidente nesta terça-feira, na primeira entrevista coletiva de seu segundo mandato, a segunda desde o início do governo com a participação de todos os jornalistas brasileiros e estrangeiros credenciados para a cobertura no Palácio do Planalto. Das 15 perguntas permitidas em quase duas horas de entrevista, três foram sobre a sucessão e a possibilidade de um terceiro mandato ou a volta do presidente em 2014. "Acho imprudente alguém apresentar um projeto de lei neste sentido", afirmou Lula, sobre a possibilidade de uma mudança na Constituição. Isso seria "brincar com a democracia", disse o presidente. "Não serei, não pensarei e não cogitarei em ser candidato a um terceiro mandato", acrescentou. Lula disse que quer que a base aliada tenha um candidato único e que espera ser disputado nos palanques em 2010 como um reconhecimento de que seu governo foi bom. "A base deve ter um candidato tirado em consenso, não necessariamente do PT", disse o presidente. "Eu quero fazer o meu sucessor porque eu quero que tenha continuidade o que estamos fazendo", afirmou.Na opinião de Lula, um ex-presidente deve ser "conselheiro de si mesmo" e não "ficar dando palpite". "Vai se recolher, vai cuidar da sua vida, vai cuidar dos netos, vai fazer conferências", disse. Denize Bacoccina, de Brasília, BBC Brasil, foto matéria.
LULA & PSDB: NA "ALÇA DA MIRA" ?

terça-feira, maio 15, 2007
PAPA BENTO XVI: "DISCURSO" COMO ORIENTAÇÃO À "V CELAM"
O discurso que Bento XVI fez, domingo, na abertura da 5ª Conferência-Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe servirá de orientação para os debates das próximas duas semanas em Aparecida, mas não uma imposição, porque os bispos terão liberdade para chegar às suas próprias conclusões. “Não é nenhuma camisa-de-força, mas a reflexão de um papa que tem grande conhecimento do nosso continente”, disse o arcebispo venezuelano de Mérida, d. Baltasar Cardozo, com o apoio do presidente do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), o cardeal chileno Francisco Javier Errázuriz, um dos três presidentes da Celam.O cardeal Errázuriz e d. Baltasar falaram ontem à imprensa, ao lado do arcebispo de Mariana (MG), d. Geraldo Lyrio Rocha, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e segundo vice-presidente do Celam - que foi barrado ontem porque não tinha a credencial à mostra. Os três elogiaram os discursos do papa em sua visita a São Paulo e Aparecida, mas deram ênfase à mensagem aos bispos. Os participantes da Conferência de Aparecida terão liberdade de chegar às conclusões que julgarem corretas, mas o documento final do encontro só será divulgado depois da aprovação do papa. “Temos audiência marcada para 11 de junho, quando vamos entregar o texto ao papa”, informou o cardeal Errázuriz. Embora se trate de um documento dos bispos latino-americanos, Bento XVI poderá fazer algumas pequenas mudanças para a publicação da versão final. “Não é um documento da Santa Sé, mas os bispos estão em união com o sucessor de Pedro”, observou o cardeal chileno. Esse foi o alerta também do prefeito da Congregação para os Bispos, o cardeal italian o Giovanni Battista Ré, outro presidente da conferência - aliás, o primeiro da lista de um colegiado que inclui, além de Errázuriz, o cardeal brasileiro Geraldo Majella Agnelo, arcebispo de Salvador. “Desejamos atuar em plena comunhão com o papa”, disse o cardeal Ré, na missa que concelebrou, ontem cedo, com os bispos, no Santuário Nacional de Aparecida. D. Geraldo Lyrio concorda que a orientação dada por Bento XVI - “num discurso magistral de encorajamento e de reconhecimento” - não deve ser interpretada como camisa-de-força. Se o Celam não acolheu todas as sugestões da CNBB - as conferências de cada país enviaram sínteses no ano passado como contribuição ao debate -, os delegados brasileiros na conferência poderão retomar os pontos mais importantes e insistir neles. “Eles são o caminho para aqueles que (como teólogos e líderes de movimentos eclesiais) quiserem fazer chegar aos bispos as suas propostas”, disse d. Geraldo Lyrio. Ao analisarem o discurso do papa na abertura da Celam, os bispos brasileiros só têm elogios. “Senti falta de uma referência às CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), mas gostei das palavras do papa”, disse o bispo de Xingu (PA), d. Erwin Kräutler. Em sua opinião, o texto não impedirá a discussão sobre o papel da Igreja. “Não houve uma citação explícita, mas as CEBs se incluem entre as novas realidades às quais o papa se referiu quando falou de associações e movimentos eclesiais”, rebateu o arcebispo de São Paulo, d. Odilo Scherer, que também classificou como “magistral” o discurso de abertura. É essa também a opinião do bispo de Petrópolis (RJ), d. Filippo Santoro, que está na reunião como representante da Comunhão e Participação, um dos movimentos eclesiais convidados. “O papa não esqueceu as CEBs, elas estão entre as novas realidades citadas”, disse d. Filippo. Os bispos dedicam as primeiras reuniões, ontem e hoje, à análise de dois discursos do papa - o que fez na Catedral da Sé sexta-feira e o de abertura da Conferência de Aparecida - para ver quais devem ser os rumos dos debates. A Síntese das Contribuições Recebidas, publicada pelo Celam, será um instrumento de trabalho que, conforme observou o cardeal Errázuriz, vai evoluir à medida que as discussões avançam. José Maria Mayrink, Aparecida, O Estadão.
LULA & 3º MANDATO [In:] "SOU CONTRA E NÃO SEREI CANDIDATO EM 2010"
LULA & GREVE [In:] REVENDO "CONCEITOS"...
SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta terça-feira, que não quer que servidores públicos recebam pelos dias parados em greve. "Não são férias". Para o presidente, quando funcionários de fábricas fazem greve visa-se causar um prejuízo econômico ao patrão para pressionar por suas reivindicações. "O servidor público não tem patrão e o prejudicado é o povo brasileiro". Ao ser perguntado sobre a proposta de regulamentar a greve de servidores públicos, em coletiva de imprensa, o presidente afirmou que dirigiu as principais greves no País quando foi dirigente sindical e, por isso, sente-se confortável para tratar do assunto. Lula lembrou que quando organizava paralisações sabia que os trabalhadores podiam perder descanso de domingo, dias de férias e até o FGTS. "Algumas categorias ficam 40, 60, 80, 100 dias de greve e recebem pagamentos. Isso pode ser greve? Não. Isso é férias, na minha visão sindical". O presidente afirmou que manterá uma discussão com as centrais sindicais e garantir também um contrato coletivo de trabalho. O Estadão.
2º MANDATO PRESIDENTE LULA: ENTREVISTA COLETIVA

No dia em que o dólar caiu a menos de R$ 2 pela primeira vez em seis anos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o câmbio continuará sendo flutuante e que o governo precisa de medidas para possibilitar a competitividade das empresas prejudicadas com o dólar baixo. Lula, no entanto, não deu prazo para essas medidas. "O câmbio vai continuar sendo flutuante e ele vai se ajustar. O que precisamos é ter medidas tributárias para permitir que empresas brasileiras que produzem e competem com produto chinês e estão perdendo competitividade, possam ter mais competitividade." O presidente Lula concedeu nesta terça-feira (15) a primeira entrevista coletiva do atual mandato. Foi a segunda entrevista no formato desde 2003. Ele respondeu a 15 perguntas de jornalistas sobre temas livres. Leia abaixo os principais trechos da entrevista.
Introdução. "Nós vamos deixar para o sucessor um Brasil infinitamente em melhores condições de que outros receberam. Eu tenho dito que o Brasil sempre teve dezenas de oportunidades em sua história. Eu mesmo, na minha vida sindical, a gente acredita que era daquela vez que o Brasil iria dar certo, mas não dava. Nós resolvemos colocar em prática aquilo que uma dona de casa coloca em prática em sua casa. Ela só gosta aquilo que é possível e só come aquilo que for possível comprar. Nós vivemos o melhor momento da economia na história da República. Nós entendemos que, por isso, nós podemos fazer um mandato pensando em outras coisas, com o PAC, o PDE e outros programas que vamos lançar depois, como proposta para segurança, agricultura. Estamos preparados para fazer aquilo que não foi feito no primeiro mandato, isso porque nós consolidamos, no primeiro mandato, a política econômica. O Brasil nunca teve uma relação internacional tão privilegiada"
Segurança pública. "A questão da segurança pública não é o foco principal do governo federal. O governo federal só entra quando é pedido. Foi o caso do Espírito Santo e agora do Rio de Janeiro. É um problema delicado. "Não foram poucas as coisas que a gente criou para a juventude brasileira. Vamos precisar discutir não só a questão do jovem, mas também da família. Uma questão de tempo de você combater o crime organizado. "Quando chegar o Pan, nós vamos ter um modelo. O Rio de Janeiro pode virar uma experiência para o restante do país. Quando o estado desaparece, o crime organizado, o narcotráfico, aparece.
2014 e aproximação com PSDB. "Primeiro tenho que cumprir meu mandato. Um ex-presidente da República precisa virar conselheiro dele mesmo, não pode ficar dando palpite. Ele precisa parar depois que chegou aqui. É o máximo. Então se recolhe, vai cuidar da família, vai fazer conferência, fazer alguma coisa. "O Plano Real foi importante. O PSDB teve candidato e ganhou as eleições. Mantenho relações muito boas com pessoas do PSDB. Se em algum momento eles radicalizaram, é um problema de avaliação deles. "Só posso dizer: a base do governo terá candidato. É tão cedo para tratar disso, tem as eleições no ano que vem. "Só posso garantir que a base terá candidato e espero estar com credibilidade para fazer campanha por esse país afora. Eu acho que muita coisa vai acontecer no Brasil para melhor. "Acho que PFL vai deixar de ser tão nervoso. O povo não quer saber de confusão, quer que o país dê certo, que a gente tenha responsabilidade de fazer certo, é esse o desafio que é colocado para nós. "Sempre tive amizade com FHC e não será por falta de convite que vamos conversar. "Quero respeitar o direito de ele fazer críticas. Quero que eles respeitem meu direito de tratá-los como adversários e não como inimigos."
Etanol. "Esses dias, disse ao ministro da Agricultura e a dois empresários do setor do álcool que agora que já consolidamos o álcool como matriz energética de qualidade excepcional, é preciso discutir a humanização do setor da cana neste país. Humanizar, criar melhores condições de trabalho, esse é o segundo passo que vamos dar. "No biodiesel, não podemos cometer os mesmos erros da cana de açúcar neste país. Precisamos é fazer a discussão que temos de fazer e antes não podíamos fazer. "Querem diminuir aquecimento, querem melhorar qualidade do ar? Usem combustível renovável, o Brasil pode ser parceiro. Querem diminuir aquecimento? Tá aqui, mamona.. não vai faltar motivação para adotar outra política energética."
Brasil imperialista? "Entre Brasil e Argentina, tem argentino que não gosta brasileiro e tem brasileiro que não gosta de argentino. Faz parte do processo democrático. Historicamente, os demais países sul-americanos viram o Brasil como um país imperialista. É o maior país do continente, a maior economia. Mas nós, quando tomamos a presidência da República, também foram eleitos o Kirchner (Argentina), o Nicanor (Paraguai), procuramos construir uma outra dimensão política de integração. "Construir uma parceria, e não uma hegemonia,. Não me faço cego diante da necessidade histórica da Bolívia ser dona de seu gás. Na hora que o Evo Morales achou importante comprar as refinarias da Petrobras, tudo bem. O que eu quero é que os contratos sejam respeitados. Até agora, nós não temos problemas com o gás da Bolívia. "Vamos manter nossa relação com os presidentes da Argentina e do Paraguai. Eu não posso impedir que as pessoas encontrem culpados para seus problemas. O problema não é do imperialismo, mas de nossa elite, que não pensou no desenvolvimento de nosso país. Eu não tenho ilusão que essas compreensões sejam demoradas. O Chávez é um grande parceiro do Brasil.
Dólar. "Primeiro temos de reconhecer algo que o ministro Mantega disse: temos de dizer que real está valorizado sem reconhecer que dólar está desvalorizado perante várias moedas. "O câmbio vai continuar sendo flutuante e ele vai se ajustar. O que precisamos é ter medidas tributárias para permitir que empresas brasileiras que produzem e competem com produto chinês e estão perdendo competitividade, possam ter mais competitividade. "O dólar se ajusta na medida em que a gente comece a reduzir a taxa de juros, que vai continuar sendo reduzida. "O governo fará sua parte, pode aumentar alíquota. Poderemos fazer isso em outros setores, criar políticas para estudar a desonoreação para esse setor sobreviver."
Oposição. "O PSDB tem direito de exercer oposição. Não pode haver oposição quando há projeto de interesse. Essa combinação é que quero construir. Tenho conversado com vários partidos da oposição. Exercício da democracia é difícil. Democracia é isso. Às vezes mando projeto para Congresso que acho que é perfeito e o deputado faz uma emenda. "Esse país viveu alguns anos em que o exercício da democracia não vivia."
Governadores. "Mesmo que tivesse um acordo com os governadores, eu não poderia dizer. Estou pensando que para o próximo mês, vou convocar os governadores para uma reunião. Eu não acredito que os governadores estejam fazendo qualquer pressão. Nós precisamos fazer apenas a combinação perfeita. Eu duvido que tenha havido um momento na história em que um presidente do Brasil tenha tido uma relação com os governadores."
DRU e CPMF. "Todo mundo sabe que o estado brasileiro não consegue viver sem a DRU e a CPF. É um dado objetivo e concreto."
Nomeações. "Não existe votação por nomeação de cargos. Quem quiser votar contra, pode votar. O que eu quero é construir uma coalizão. Esta coalizão tem que ser montada, preparada, para gente construir um projeto para este país, não construir uma votação, uma relação harmoniosa com os todos os partidos."
Energia. "Vamos discutir porque não queremos fazer hidrelétrica depredando o meio ambiente. Só tem sentido se unirmos energia com o meio ambiente. "Quando tem divergência, essa divergência acaba quando chega na minha mesa. Quando chega na minha mesa, há decisão. "Posso garantir para os brasileiros que não teremos apagão e vamos fazer tudo que pudermos dentro da lei e dentro da ordem."
Greve no Ibama. "Por que o Ibama está em greve? Houve redução do salário? Alguém foi mandado embora? Apenas porque ministra deu sinal que depois de tantos anos de existência era preciso uma modernização do Ibama? "Todos nós temos medo de mudança. Quando o Oswaldo Cruz criou remédio para febre amarela, muitos queriam linchá-lo. Em multirão da dengue, tem gente que não abre a porta. Nao existe comprimido, vacina, processo de limpeza.
"Por que Ibama está em greve? Não sei. Só sei que ministra resolveu fazer mudanças do que é licenciamento e o que é demarcação de parque. As pessoas deveriam permitir que mudanças fossem introduzidas para saber se alguém terá prejuízo. Acho que não vai prejudicar o que estamos fazendo." "Hidrelétrica de Estreito, logo logo haverá licitação, A mesma coisa na hidreletrica do Rio Madeira. São obras que vão gerar 3 mil megawatts cada uma delas e que são necessárias para o futuro deste país. Não posso deixar o governo em 2010 e meu sucessor pegar um apagão. E temos de pensar cinco, seis anos para frente para resolver o problema."
Reeleição. "Eu não brinco com democracia. Todos nós aprendemos que fui contra a reeleição. Fui obrigado a ser candidato à reeleição. Sou contra e não serei candidato em 2010, pois a Constituição não permite. Acho imprudente alguém apresentar um projeto permitindo um terceiro mandato. A melhor reforma é acabar com a reeleição e definir um mandato de cinco anos. Não cogito qualquer hipótese de um terceiro mandato. Acho uma provocação à democracia."
Aborto. "Eu tenho comportamento como cidadão, sou contra o aborto, não acredito que nenhuma mulher seja favorável como chefe-de-estado. Sou favorável que o Estado de atenção e trate o tema como saúde pública. Conheço casos de pessoas que perfuraram o estômago, tomaram chá de abacate e acabaram morrendo. O estado tem de ter responsabilidade. Minha visão continua inalterada, sou contra aborto e favorável ao debate."
Greve de servidores públicos. "Todo mundo sabe que o meu comportamento em relação à greve. Eu sempre discuti com meus companheiros, mas não deveria ser como se faz na fábrica no serviço público. Não pode ser como se faz em uma fábrica. Quando nós fizemos greve numa fábrica ou no comércio, tentamos causar um prejuízo econômico ao patrão, mas, no serviço público, não tem patrão, e o prejudicado não é o governo , mas a população. "Algumas categorias ficam cem dias de greve, mas não têm desconto no salário. Isso não é greve, são férias. Todos temos direito de fazer greve, mas todos nós sabemos que podemos ganhar ou perder." G1, Brasília.
TVs PÚBLICAS: PRESIDENTE LULA COMPROMISSADO COM PROJETO DE "REDE NACIONAL"
Segmento marginalizado da radiodifusão brasileira, o campo público de televisão começou uma organização inédita no bojo do processo de decisão do sistema brasileiro de televisão digital terrestre, cujo marco foi a escolha da tecnologia japonesa como base do padrão brasileiro em junho de 2006. Desde setembro, constituiu-se o Fórum Nacional de TVs Públicas, que reunia integrantes do Ministério da Cultura e da Radiobrás e representantes de emissoras educativas, legislativas, universitárias e comunitárias. Terminou nesta sexta (11) em Brasília o primeiro resultado deste processo: a realização de um encontro nacional que traçou diretrizes para a iintrodução da televisão pública no país. Para além das resoluções, uma das grandes conquistas se deu ao final do evento, quando, na cerimônia de encerramento, o Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, reafirmou seu compromisso de levar a cabo seu projeto de uma rede nacional de TV pública. “Nós vamos fazer a TV pública. Muito mais do que uma vontade do governo, faremos por que a sociedade necessita de uma televisão destas”. Falando de improviso, o presidente afirmou que a TV pública deverá atuar no vácuo de debates deixado pelas emissoras comerciais e defendeu que ela seja um espaço para a discussão de temas na pauta, citando o aborto e os impactos da expansão energética no meio ambiente como exemplos. Lula sinalizou que o formato da nova rede ainda não está pronto, mas adiantou que ela não será chapa branca, não será refém da audiência - como acontece com o sistema comercial - e se dará a partir da fusão das estruturas hoje sob administração do governo federal. Ao final de seu discurso, o presidente afirmou que há “maturidade” da sociedade e da imprensa para encarar este debate e ressaltou que parte deste clima se deve ao fato do Fórum ter mobilizado diversos setores na área da comunicação. “Estou convencido que, se dependesse só da vontade do governo, não chegaríamos onde estamos”. O ministro da Cultura, Gilberto Gil, destacou a presença do presidente no evento como um reconhecimento do trabalho desenvolvido. Ele caracterizou a carta final do encontro como “fonte referencial” para o governo sobre o assunto. O documento final defende uma rede editorialmente independente de mercados e governos que estimule a formação crítica do cidadão e valorize a produção independente e regionalizada, expressando a diversidade de gênero, étnico-racial, de orientação sexual, regional e social do Brasil. Este caráter autônomo, diz o texto, deve ser garantido por uma gestão democrática a partir da criação de um conselho a ser composto majoritariamente por representantes da sociedade civil. O financiamento será feito por múltiplas fontes, tendo como uma de suas pernas uma participação “decisiva” do governo e a criação de fundos não-contingenciáveis. A transição para a tecnologia digital deve se dar com a garantia de infra-estrutura tecnológica única através do uso de um operador de rede (centro emissor que pode difundir sinais de mais de uma TV) que integre as diversas formas de difusão de conteúdo digital. A carta defende a multiprogramação (transmissão de várias programações dentro de um mesmo canal) como modelo para a televisão pública e coloca a necessidade de garantir neste processo espaço na televisão aberta para os canais do campo público, hoje restritos ao cabo (emissoras legislativas, universitárias e comunitárias). O documento acrescenta que todas estas iniciativas devem apontar para a criação de um Sistema Público de Comunicação a partir da regulamentação do capítulo da Constituição Federal para a Comunicação Social. Questões a resolverA leitura da carta foi seguida de uma longa salva de palmas, que expressa o êxito na produção de consensos não só entre as emissoras e o governo mas também junto à sociedade civil, que apresentou contribuições à resolução final. Mas as falas do ministro da Cultura e do Presidente da República sinalizaram claramente que o formato final da rede pública e as demais políticas do governo não serão uma aplicação automática das propostas que integram a carta final do Fórum. Por isso, se a avaliação do encerramento desta etapa foi positiva pela maior parte dos presentes, as conversas ao final do encontro já apontavam para os desafios futuros. Um primeiro é a constituição da rede pública. Se já há uma definição de fundir a Radiobrás e as TVEs do Rio de Janeiro e do Maranhão, não está claro ainda como este centro se relacionará com as emissoras educativas existentes nos estados. O presidente da Associação Brasileira de Emissoras Públicas, Educativas e Culturais (ABEPEC), Jorge da Cunha Lima, defende que esta parceria se dê em cima da produção de conteúdos, destacando que diversas afiliadas da entidade já produzem programas com qualidade suficiente para integrar a grade da rede pública. Caso o governo federal opte por preencher grande parte da programação da rede, uma alternativa seria o uso da multiprogramação para garantir canais às atuais educativas. Outro desafio colocado é a situação das emissoras que hoje são transmitidas somente pelo cabo. Para o presidente da Associação Brasileira de Emissoras Legislativas (ASTRAL), a presença na carta da migração destas TVs para o sinal aberto é uma vitória. Segundo Paulo Miranda, da Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCCOM), embora as emissoras comunitárias não tenham ganhado o destaque e a atenção da rede pública, foi a primeira vez que elas foram tratadas como integrantes do campo público pelo governo e ouvidas nas suas demandas. As entidades representativas e de outras organizações da sociedade civil apostam na promessa verbalizada pelo ministro Gilberto Gil de tornar o Fórum de TVs Públicas uma articulação permanente. Somente transformando o momento de união experimentado no encontro realizado esta semana em Brasília em uma organização e mobilização permanente é que as emissoras do campo público imaginam conseguir enfrentar a resistência certa que virá da imprensa comercial. Jonas Valente, Brasília, Carta Maior.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

CAMPANHAS ELEITORAIS ou CAMPANHAS ILEGAIS [!?]

GOVERNO LULA [In:] LEI DE GREVE (A QUE "PONTO" CHEGAMOS!)

segunda-feira, maio 14, 2007
GREVE NO IBAMA & LULA: GREVE? ISSO É "GRAVE"?
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira, 14, que a greve dos servidores do Ibama não vai prejudicar a execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), conforme previsão de alguns setores empresariais. Em rápida entrevista coletiva concedida após cerimônia de inauguração das novas instalações do setor de geração, transmissão e distribuição de energia da fábrica da Siemens, em Jundiaí, Lula disse também que a greve é uma injustiça com a ministra do meio ambiente, Marina Silva. "O Ibama está sendo injusto com a ministra Marina", afirmou. Além de descartar prejuízos na liberação de licenças ambientais, Lula disse não entender as razões da greve dos servidores do Ibama, que estão paralisados desde hoje por tempo indeterminado. A greve é em protesto contra a MP 366, que estabelece a divisão do Ibama. Na avaliação do presidente, a ministra fez uma proposta de inovação e de melhoria do Instituto com essa divisão. "Compreendo que todo mundo tem dificuldades de mudança, mas ninguém vai perder salário nem ser mandado embora. Não sei qual a preocupação dos companheiros do Ibama", reiterou Lula. Ao falar da greve dos servidores, que atinge 24 estados mais o Distrito Federal, Lula disse também que está certo de que a relação deles com a ministra Marina Silva "é suficientemente democrática para eles chegarem a um acordo". Até o final desta manhã, funcionários do Ibama do Rio Grande do Sul e da Paraíba realizavam assembléias para oficializar a paralisação. A estimativa é que a greve atinja 6,5 mil trabalhadores do Ibama. Elizabeth Lopes, O Estadão.
LULA & RELIGIOSIDADE: PELA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA

O presidente Lula disse nesta segunda-feira, no programa semanal de rádio Café com o Presidente, que além da integração energética e social, a América Latina precisa integrar-se religiosamente. Ele informou que conversou sobre o assunto com o papa Bento XVI. - Conversei com o papa sobre a necessidade da integração religiosa na América Latina, porque a Igreja Católica na América Latina também tem um peso muito importante. Nós estamos, já há algum tempo, falando em integração da América Latina, integração cultural, integração social, integração energética, integração de ferrovia, tudo. É importante que haja uma integração religiosa, afirmou. Para Lula, a realização da 5ª Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe, em Aparecida (SP), contribui para que a gente tenha mais harmonia na região. Na quinta-feira passada, quando encontrou-se com o papa, o presidente disse que buscará manter no Brasil um Estado laico, ou seja, separado da Igreja. No programa de rádio, Lula afirmou que o Estado Laico é a melhor forma de respeitar todas as manifestações religiosas existentes no país. - É importante que a gente tenha sempre como princípio aqui no Brasil respeitar as mais diferentes religiões existentes. Tem muitas religiões no Brasil. Nós precisamos conviver com todas elas da forma mais respeitosa e mais democrática possível. Portanto, eu estou convencido de que o Estado laico é uma garantia da sustentação democrática também para o Brasil. Depois de cinco dias de visita ao país, o papa Bento XVI embarcou no último domingo à noite para o Vaticano. Agência Brasil, JB Online. Foto, G1 via clipe.
PAPA BENTO XVI & LULA: ECLESIÁSTICO & LEIGO (LAICO)
LULA & ABORTO: UMA DECISÃO PARA O CONGRESSO!
TRABALHADOR BRASILEIRO: MAIOR CONHECIMENTO, MENOR SALÁRIO.
Os trabalhadores brasileiros estão mais instruídos, mas ganhando menos. Em 22 anos - entre 1982 e 2004 - a média de estudo do proletariado urbano cresceu dois anos e cinco meses, enquanto a renda média encolheu 33,62%. Em 1982, um terço dos trabalhadores das cidades não tinha o ensino fundamental completo. O índice caiu para 15%, mas não garantiu a melhoria da qualidade de vida. Quem tinha diploma do chamado primário há 25 anos ganhava em média 12% a mais do que os analfabetos. Em 2004, o salário dos dois grupos se equiparou. Os números são de um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), elaborado pelos economistas Anna Crespo e Maurício Cortez Reis. - Os resultados mostram uma redução no efeito diploma entre 1982 e 2004, indicando que a conclusão de um ciclo educacional no Brasil vem perdendo valor ao longo do tempo - dizem os economistas do Ipea. Os trabalhadores que estudaram mais estão ganhando proporcionalmente salários mais altos [?]. Pelo estudo do Ipea, quem tinha 17 anos de estudo em 1982 recebia o dobro daqueles que estudaram 10 anos. Em 2004, a diferença dos salários subiu para 172%. Em compensação, a diferença salarial entre os trabalhadores com 10 anos de estudo e os que não haviam concluído o primeiro grau caiu de 123% para 75%. Para os economistas Anna Crespo e Maurício Cortez Reis, as significativas mudanças no mercado de trabalho nos últimos 20 anos, decorrentes da abertura da economia, da globalização e do desenvolvimento tecnológico, exigiram profissionais mais habilitados. Valderez Caetano, JB Online, Brasília.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

PAPA BENTO XVI: O QUE ERA BOM, FICOU MELHOR!
CONGRESSO NACIONAL: VÍTIMAS DO SISTEMA ("sic")
domingo, maio 13, 2007
MARIA: MÃE DE DEUS [FILHO]!
26.
27.
a uma virgem desposada com um homem que se chamava José, da casa de Davi e o nome da virgem era Maria.
28.
Entrando, o anjo disse-lhe: Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo.
29.
Perturbou-se ela com estas palavras e pôs-se a pensar no que significaria semelhante saudação.
30.
O anjo disse-lhe: Não temas, Maria, pois encontraste graça diante de Deus.
31.
Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus.
32.
Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi; e reinará eternamente na casa de Jacó,
33.
e o seu reino não terá fim.
34.
Maria perguntou ao anjo: Como se fará isso, pois não conheço homem?
35.
Respondeu-lhe o anjo: O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus.
36.
Também Isabel, tua parenta, até ela concebeu um filho na sua velhice; e já está no sexto mês aquela que é tida por estéril,
37.
porque a Deus nenhuma coisa é impossível.
38.
Então disse Maria: Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo afastou-se dela.
____________
[LUCAS, 1: 26-38].
13 DE MAIO: DIA DAS MÃES
[Nossa Homenagem; NHM].
sábado, maio 12, 2007
EDITORIAL: ESTADO LAICO ?
ESTADO LAICO OU ESTADO LACO-PACO?
Há algum tempo, pelos idos anos setenta, era comum dizer que o Brasil era constituído de dois Brasis e conhecido pela alcunha de BRASÍNDIA, a fusão de Brasil com Índia[1]. O primeiro representado pelos estados do Sudeste/Sul e o segundo pelos do Norte/Nordeste. O primeiro rico e o segundo pobre. A nosso ver, esse mesmo sentido pode ser mantido, contudo, a partir do conceito locacional e não mais regional, trazendo a localização de um dos Brasis para o paralelo 15º e denominando os dois países de BRASILHA[2]. Assim, ao CONTRÁRIO de Brasíndia, o primeiro seria constituído pelos 26 estados brasileiros e o segundo por Brasília. E, mais especificamente pelos políticos que, após eleitos, se distanciam dia-a-dia da “ciência política”. Esta introdução neste Editorial está baseada na indignação que nos assola a partir da votação “simbólica” na Câmara “dos” Deputados, na última quinta-feira (10), que reajustam em 28,5% os salários dos parlamentares, dos ministros, do Presidente da República e do Vice-presidente, aproveitando-se da chegada do Papa Bento XVI ao Brasil, para a qual toda a atenção da mídia e da população estava voltada. No bojo desta indignação e frustração, lembramos parte da letra de uma canção (Cálice), de Gilberto Gil[3] e Chico Buarque, bem apropriada para este momento: “... como é difícil acordar calado, se na calada da noite eu me dano”. Este Editorial quase se poderia findar por aqui.
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Nestes termos, uma vez que os representantes eleitos não tomam conhecimento do que ocorre além Brasilha, à medida que eles vivem numa “ilha de prosperidade”, é quase que desnecessário lembrar qualquer promessa ou programa de campanha seja para o pleito de 2002 seja para o de 2006, principalmente para a eleição do presidente do País, considerando que os Programas de Governo contavam com a anuência dos “partidos em coligação”, atualmente (re)nominados de “partidos de coalizão”. Não obstante, vejamos: Conforme constamos no editorial da semana passada, o Programa de Governo do PT apresentado à sociedade na campanha eleitoral de 2002, no capítulo intitulado Mais e Melhores Empregos, continha o compromisso de “dobrar o poder de compra do salário mínimo ao longo dos quatro anos de mandato”[4] como meta do novo governo, de maneira a gerar 10 milhões de empregos (p. 7). As justificativas da necessidade desses novos postos de trabalhos, entre outras, davam conta de que “(...) os trabalhadores de mais idade vivem a total insegurança. É cada vez mais difícil encontrar um novo trabalho após os 40 anos. (...) Para os que trabalham resta a insegurança. A perda de renda e a persistente ameaça de um dia voltar para casa com o constrangimento de demissão” (p. 1). Promessas! Para a campanha de 2006, no programa de Governo[5] para o segundo mandato do Presidente Lula (2007/2010), está escrito que “o nome do meu segundo mandato será desenvolvimento. Desenvolvimento com distribuição de renda” (p. 5). Para isso, “gerar mais e melhores empregos, por meio da expansão do investimento público e do estímulo ao investimento privado nos setores com maior potencial de criação de novos postos de trabalho e (...) definir uma política de recuperação do poder de compra do salário mínimo”, (p.20).
Ao assumir o governo em 2003, o presidente Lula corrigiu o salário mínimo de R$200,00 para R$240,00. Reportando-nos aos dados do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) observamos que o salário mínimo no mês de abril de 2003, deveria ser de R$1.557,55 para ser “capaz de atender às suas necessidades vitais básicas e às de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, reajustado periodicamente, de modo a preservar o poder aquisitivo”. Ao final do seu primeiro mandato (em 2006) o salário mínimo era de R$350,00 e segundo o DIEESE (R$1.536,96). Agora, no seu segundo mandato (2007/2010), o salário mínimo foi corrigido em 8,6% elevando-o para R$380,00 em abril de 2007, cujo valor para o DIEESE deveria ser de R$1.672,56 o que corresponderia a 8,8% de correção.
Esse valor de R$380,00 em termos de “poder de compra do salário mínimo”, pelos cálculos do DIEESE, seria de R$284,16 em abril de 2003 e que equivale a 5,48 do salário necessário, calculado por esse mesmo Departamento. Tomando-se esse índice como referência, o “salário necessário” então deveria ser de R$1.918,00 em abril de 2007. Logo, mediante um reajuste de 24,8% e não de 8,8%.
Nem mesmo assim, o salário mínimo do Governo ou do Dieese teria sido “o dobro” na gestão 2003/2006.
Esperaríamos por mais quatro anos? Ou mesmo como Estado Laico podemos esperar por milagres, agora que temos um santo brasileiro?
[1] Obviamente que esta expressão não mais se aplica haja vista o PIB da Índia “vis a vis” o PIB do Brasil segundo os últimos dados divulgados pelo IBGE (inclusive neste blogue), por ocasião da mudança da metodologia de cálculo do Instituto para essa mensuração.
[2] Nossa definição de Brasilha: "uma porção de políticos cercada de eleitores por todos os lados".
[3] Gilberto Passos Gil Moreira, “hoje”, Ministro da Cultura (2003/2006; 2007/2010).
[4] http://www.pt.org.br/site/assets/maisempregos.pdf
[5] http://www.pt.org.br/site/assets/plano_governo.pdf







