PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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valor ...ria...nine

folha gmail df1lkrha

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quinta-feira, julho 05, 2007

XÔ! ESTRESSE [In:] "O PODER EMANA DO POVO ..."





[Chargistas: Dálcio, Tiago, Thomate, Amarildo].

EDUCAÇÃO: QUE ESCOLA É ESSA???

Professora é colada em cadeira por alunos.

Uma professora de biologia foi colada à cadeira durante uma aula em Macatuba, cidade no interior de São Paulo a 315 km da capital. O caso aconteceu durante uma aula do terceiro ano do ensino médio da Escola Estadual Fernando Valezi. A docente teve a roupa rasgada e sofreu lesões na pele. De acordo com nota da Diretoria de Ensino da região, divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde, os responsáveis ainda não foram identificados. A direção da escola registrou um boletim de ocorrência e a professora chegou a fazer exame de corpo de delito em função das lesões. Participavam da aula trinta e cinco alunos. Ao sentar na cadeira a professora percebeu a umidade, mas, mesmo assim, acabou grudada pela cola de secagem rápida. G1, SP.

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Aluno é transferido após agredir professora.



Um aluno de 15 anos será transferido de uma escola de Suzano, na Grande São Paulo, por ter agredido a professora quando ela saía da sala de aula. Segundo a professora, o estudante, da 8ª série do Ensino Fundamental, começou a xingá-la durante uma atividade. Ela pediu que ele se retirasse da sala. O garoto ficou no corredor, esperou o horário de troca de aulas e, na saída da educadora, agrediu-a no rosto e na cabeça. Ela também ficou com as mãos machucadas. A transferência do menino foi decidida por unanimidade no conselho de escola, formado pela direção, professores e pais de alunos. O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) participou da reunião como observador. A professora está de licença médica que deve durar 30 dias, mas pode ser prorrogada. A Diretoria Regional de Ensino deve discutir, ainda essa semana, providências a serem tomadas para evitar que outros casos aconteçam. Um levantamento da Apeoesp feito com 684 professores do estado de São Paulo apontou que 87% deles disseram que conhecem histórias de violência nas escolas. Em 93% dos casos, os responsáveis são os alunos. O estudo aponta, também, as principais causas dessa violência: 76% estão relacionados a conflitos entre os estudantes, 63% por causa de drogas e álcool e 45,6% pobreza generalizada. G1, BomDia SP. Imagem vídeo-matéria.

RENAN CALHEIROS: MEU BOI BUMBÁ! (PARQUE TEMÁTICO)


Renan em desvantagem no conselho.

Dos três senadores escalador para relataria do processo contra o presidente do Senado, apenas um é da “tropa de choque” do alagoano: Almeida Lima, de Sergipe. Após ser derrotado em suas manobras, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), terá seu processo no Conselho de Ética relatado por dois senadores que sempre defenderam o aprofundamento das investigações: Renato Casagrande (PSB-ES) e Marisa Serrano (PSDB-MS). Mas a oposição aceitou a indicação de Almeida Lima (PMDB-SE) para integrar o trio que vai relatar o processo por quebra de decoro parlamentar. Da tropa de choque de Renan, Almeida Lima foi um dos poucos a defendê-lo anteontem, quando senadores de oposição e da base, em coro, pediram afastamento do alagoano do comando do Congresso.Notas frias?Hoje, peritos da Polícia Federal devem definir o prazo para concluir o laudo dos recibos de venda de gado apresentados por Renan - há suspeita de que as notas sejam frias. O material integra a defesa do senador, que alega que tinha recursos próprios para bancar pensão e aluguel da jornalista Mônica Veloso, com quem tem filha fora do casamento. Ele nega que o lobista Cláudio Gontijo, da Construtora Mendes Júnior, tenha pago essas despesas.Hoje, o presidente do Conselho de Ética, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), aliado de Renan, teria reunião com os três relatores. Mas ontem ele viajou, dizendo que vai se “tratar de uma cólica renal”. Os senadores chegaram ao entendimento sobre a relatoria ontem à noite, após um dia de impasse. Aliados de Renan recusaram o nome de Demóstenes Torres (DEM-GO) por acreditar que ele está “compromissado” com a condenação do presidente da Casa. A oposição havia rejeitado Almeida Lima, sob alegação de que ele quer engavetar o processo, mas aceitou a indicação, para evitar nova paralisação no conselho. “Estão confundindo quando afirmam que faço parte da tropa de choque”, disse Lima. “Vou agir legalmente, mas em hipótese nenhuma deixarei que o conselho vire corte marcial”. Acuado, Renan culpou a imprensa pela crise que inviabiliza sua permanência na presidência do Senado. “Setores da mídia que não conseguiram derrubar o presidente Lula agora querem derrubar o presidente do Senado”, acusou o peemedebista. Estadão. Chargista, Solda.

FAMÍLIA, EDUCAÇÃO & ESCOLA: RESGATAR É PRECISO!!!

Servente é pisoteada por estudantes:

A Polícia Civil de Dracena, no Interior, começou a investigar nesta quarta-feira (4) o caso da servente Nair Silva Alves, 67 anos, que teve dois braços quebrados e ferimentos em um dos olhos ao ser pisoteada por estudantes de 5ª a 8ª séries da escola estadual Nove de Julho, uma das mais importantes da cidade. Nair foi "atropelada" pelos alunos na terça-feira (3), quando abriu o portão que dá acesso às salas de aulas. "Não vi quem foi. Só sei que alguns alunos me empurraram e cai de bruços; entrei em pânico e comecei a gritar por socorro", contou Nair. Ela disse que só teve coragem de ir à polícia registrar queixa nesta quarta. A servente, que disse temer retaliações dos alunos, acabou convencida pela filha Gessilene Alves de Abreu a formalizar a denúncia, mas mesmo assim, disse que as agressões podem ter ocorrido de forma "involuntária". O delegado Antônio Simonatto, que responde pela Delegacia da Mulher, disse que vai apurar um caso de lesões corporais envolvendo menores. "Hoje mesmo os investigadores foram na escola para descobrir quem foram os responsáveis pelos ferimentos causados na vítima", disse Nair, que completa 30 anos de atividades no ensino público de São Paulo em 27 de julho, disse que "em todo este tempo eu nunca passei por situação semelhante". "Este é o momento de maior decepção da minha vida", contou. "Os alunos não respeitam professores, funcionários, diretores, ninguém", afirmou. Ela se disse abalada pela situação e que sua vontade era deixar a profissão. "Passei grande parte da minha vida cuidando de estudantes e não sabia que se este seria o meu presente. Minha vontade é largar tudo agora, mas tenho de completar o tempo da aposentadoria. Felizmente, falta pouco para isso", conta. A direção da escola não quis comentar o caso, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Educação enviou uma nota dizendo que a servente recebeu "um esbarrão" dos alunos, caiu e sofreu ferimentos. G1, AE, SP. Foto-matéria.
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Para família, diretora que teve carro queimado deve se aposentar


A diretora de escola pública Leonor Perez, de 62 anos, saiu de casa para o trabalho na tarde do dia 26 e, por volta das 20h, recebeu um telefonema de sua vizinha, avisando que a casa dela estava em chamas. Leonor chegou a tempo de ver o Logus 96 da família sumir entre as chamas, embora o Corpo de Bombeiros de Piraju, a 328 km de São Paulo, tenha usado dois caminhões-pipa para conter o fogo. A polícia, segundo Leonor, suspeita de dois garotos, estudantes na escola pública que ela dirige: um tem 13 anos, é aluno da 6ª série e já foi interno da Fundação Casa (ex-Febem). O outro, de 16 anos, é matriculado no 2º colegial e sempre estudou na mesma escola. Depois do incidente, Leonor não viu mais os rapazes, que prestaram depoimento e continuam soltos. A família dela está assustada. G1, Roney Domingos, SP. Foto vídeo-matéria. [N.B.: Repostagem]
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"Não consigo sentir raiva dele', diz professora que teve dedo decepado"


Ainda traumatizada por ter parte do dedo decepado por um aluno de dez anos, a professora da 4ª série do ensino fundamental Eunice Martins dos Santos, de 47 anos, procura entender o que aconteceu. "Não consigo sentir raiva dele." No fim da tarde de quarta-feira (27), ela teve a mão direita prensada em uma porta e perdeu a ponta do dedo indicador na escola municipal onde dá aula, em São Bernardo do Campo, no ABC. A educadora vai procurar um especialista nesta sexta-feira (29) para saber se conseguirá fazer um enxerto. “Eu não esperava por nada disso. Ele bateu a porta com força e vi o pedaço do meu dedo no chão”, disse ela. Eunice contou que foi agredida porque correu atrás do aluno, que se escondeu no banheiro após o intervalo. Segundo ela, o menino não quis voltar para a sala de aula e a professora resolveu conversar com ele. Antes, o garoto teria empurrado vários alunos que seguiam para suas salas. “Ele entrou na cabine (do banheiro) e consegui empurrar um pouco a porta, mas depois ele bateu com força”. Eunice informou que decidiu denunciar o fato porque não acha justo que os profissionais de ensino sejam vítimas de agressões dentro da escola. “Acho que é hora de darmos um basta nisso. Espero que a lei me ampare”. Mas não foi isso que ela ouviu da polícia. Quando foi à delegacia registrar o boletim de ocorrência, teria ouvido do delegado que, como o menino é menor de idade, não haveria culpados. “Nem a mãe dele. Então eu sou a culpada?”, questionou. Eunice disse que o garoto nem é aluno dela. Ele fica na sala ao lado e, desde que entrou na escola, há três anos, apresenta problemas de disciplina. “Ele tem problemas sérios de agressividade. Bate nos colegas, atira a carteira (contra as pessoas). Outro dia, deu uma cabeçada no nariz da vice-diretora, que ficou com o rosto ensangüentado”, relatou a professora, que trabalha na profissão há 28 anos, 12 deles na escola que fica em uma favela na periferia de São Bernardo. De acordo com Eunice, o aluno deveria ter acompanhamento psicológico e psiquiátrico. Por causa da agressão, ela está de licença médica por 15 dias. G1, Carolina Iskandarian, foto-matéria Valéria Gonçalves. [N.B.: Repostagem].

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

Com gol de Robinho, Brasil vence e pega o Chile nas quartas da Copa América. A seleção brasileira não empolgou --chegou a ser vaiada pela torcida venezuelana na cidade de Puerto La Cruz--, mas fez o suficiente para vencer o Equador por 1 a 0, nesta quarta-feira, na rodada de encerramento do Grupo B, e assegurou vaga nas quartas-de-final da Copa América. Com o resultado, o Brasil se classificou em segundo lugar na chave com seis pontos --o México, com sete pontos, terminou na liderança-- e enfrentará na próxima fase o Chile, o melhor terceiro colocado da fase inicial. O jogo será no sábado, às 21h50 (horário de Brasília). Chilenos e brasileiros já se enfrentaram nesta fase, e a seleção do técnico Dunga venceu por 3 a 0. Folha Online.
Lula nega que bioenergia ameace alimentos. Os biocombustíveis devem ocupar "um lugar de destaque numa estratégia planetária de preservação do meio ambiente", afirma o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em artigo publicado nesta quinta-feira (5) pelo jornal francês "Libération". Lula faz uma defesa inflamada dos biocombustíveis e explica as vantagens sociais, trabalhistas, econômicas e ambientais que eles podem gerar no Brasil. O presidente participa nesta quinta-feira, em Bruxelas, de uma conferência internacional sobre biocombustíveis. Também estará no evento o atual presidente da União Européia, o primeiro-ministro português, José Sócrates. G1, SP, com agências.
Servente é pisoteada por estudantes. A Polícia Civil de Dracena, no Interior, começou a investigar nesta quarta-feira (4) o caso da servente Nair Silva Alves, 67 anos, que teve dois braços quebrados e ferimentos em um dos olhos ao ser pisoteada por estudantes de 5ª a 8ª séries da escola estadual Nove de Julho, uma das mais importantes da cidade. G1, SP, com AE.
Fapesp libera verba para estudo polêmico sobre ecstasy. O projeto “Baladaboa”, que criou panfletos direcionados a universitários e freqüentadores de casas noturnas com orientações polêmicas sobre como diminuir os riscos ao usar o ecstasy, vai continuar. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), decidiu retomar os repasses dos recursos para a pesquisa, que haviam sido cortados. A Fapesp havia suspendido no dia 18 de junho a liberação de verbas. Por meio de uma nota, a fundação disse, na época, que a verba foi suspensa para que o projeto fosse averiguado. Do total de R$ 68.312,68 previstos para o estudo, R$ 13.663,85 foram bloqueados.Em nota oficial divulgada nesta quarta-feira (4), a Fapesp informou que vai autorizar a continuidade do projeto “até o final de sua vigência”. “O objetivo desta autorização é permitir que as pesquisadoras responsáveis possam dar conclusão ao projeto, realizando a análise quantitativa e a avaliação estatística das informações coletadas na pesquisa”. Simone Harnick, G1, SP.
Furacão: Anísio e Turcão seguem na cadeia. Apenas nove dos vinte presos da operação da Polícia Federal contra o jogo ilegal que tiveram liberdade autorizada pela Justiça vão deixar a cadeia, no Rio de Janeiro. O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, concedeu habeas corpus para os vinte presos, mas onze deles têm prisão decretada em outros processos que investigam a mesma quadrilha. E, por isso, não poderão sair da cadeia. O sambista Neguinho da Beija-flor ficou decepcionado com a decisão. Ele fez plantão na porta do presídio para esperar a libertação do contraventor Aniz Abrão David, o Anísio, patrono da escola de samba Beija-Flor. Anísio é um dos acusados que não vai deixar a prisão. G1, SP, JG.

REFORMA POLÍTICA: ... INTERESSES EM "DESACORDO"

Deputados conseguem impedir votação da reforma política

BRASÍLIA - Os deputados contrários à proposta de reforma política em discussão na Câmara conseguiram impedir nesta quarta-feira a retomada das votações, usando um artifício regimental. A manobra demonstra a dificuldade de se alterar as regras eleitorais. Depois do sistema de votação por lista preordenadas, rejeitado na semana passada, a resistência agora é quanto ao financiamento misto de campanha, em que são usados recursos públicos e privados. A discussão de uma nova proposta começou ontem em plenário, mas foi interrompida depois que o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) apontou irregularidades formais na formulação da emenda apresentada pelos defensores da reforma. A correção dos erros seria corrigida nesta noite mesmo, mas a retomada a votação só deve acontecer na próxima terça-feira, porque hoje é um dia de baixo quorum. "É um arrastamento, um detalhe para procrastinar usado pelos que estão a serviço de dificultar a votação. Isso se chama chicana", reagiu o relator da reforma, Ronaldo Caiado (DEM-GO). "Eles acharam que podiam enfiar a reforma goela abaixo, mas não estão conseguindo", respondeu Faria de Sá. O erro encontrado pelo deputado petebista foi que os autores da nova proposta deixaram de citar os números das emendas que usaram para elaborar o texto apresentando no plenário. Além do financiamento misto, a proposta inclui ainda a fidelidade partidária, mas sem perda de mandato para os infiéis. Pelo projeto, as campanhas majoritárias (presidente, governador, prefeito e senador) serão financiadas exclusivamente com recursos da União e as campanhas proporcionais (deputado federal, estadual, distrital e vereador), com recursos privados. Por pressão do DEM e do PMDB, foi enterrada a idéia de vetar doações de pessoas físicas. Embora com um limite máximo, as contribuições de empresas continuarão. Caiado, antes resistente, concordou com as mudanças, apesar de sua proposta de votação por lista fechada ter sido deixada de lado definitivamente. Já o PSDB e o PDT mantiveram a decisão de votar contra a proposta. Se forem aprovadas as regras do financiamento público, a União investirá R$ 630 milhões nas eleições do primeiro turno, tomando por base o eleitorado de 126 milhões. O valor é equivalente a R$ 5 por eleitor. No caso de eleição em segundo turno, a campanha custará mais R$ 37,8 milhões, se a disputa for pela presidência da República, ou R$ 0,30 por eleitor. Para governadores e prefeitos, a campanha em segundo turno custará o equivalente a R$ 0,90 por eleitor. A proposta de financiamento misto está confundindo os próprios deputados. "Se eu faço um cartaz com meu nome e do meu candidato a governador, estarei usando recurso privado na campanha majoritária?", questionou o tucano Jutahy Junior (BA), dando um exemplo das várias dúvidas. "Os candidatos majoritários serão os puros e nós, candidatos proporcionais, os impuros", resumiu Faria de Sá (SP), também contrário ao financiamento misto. O petista Henrique Fontana, que desde o início busca uma proposta de consenso para a reforma política, informou que candidatos nas eleições proporcionais (deputados e vereadores) poderão participar da campanha de candidatos majoritários (presidente, governadores, prefeitos e senadores). Negou, no entanto, que isso caracterize uso de recursos indevidos dos dois lados. "O deputado pode pedir voto para o candidato a governador, por exemplo. Aliás, eu devo defender o candidato a governador que representa o projeto do meu partido", disse Fontana. Nós podemos achar problema em qualquer sistema político. Mas melhorou porque candidato majoritário não pode usar recurso privado e proporcional tem teto para gastar", disse Fontana. Depois da sessão, o petista não quis demonstrar desânimo. "Perdemos um round", comentou ao encontrar Faria de Sá. Ouviu um comentário geral: "Um não, vários rounds!". O líder do DEM também defendeu a mudança nas regras atuais. "Com o financiamento público, os eleitos para o Executivo ficarão blindados dos lobbies das empresas. Eles não ficarão mais devendo favores às pessoas jurídicas que fizeram doações para suas campanhas. No caso das eleições proporcionais, haverá limite para as doações de empresas. Será um estímulo para as pessoas físicas contribuírem até chegarmos ao exemplo de outros países, onde só são permitidas doações de pessoas físicas", afirmou. A proposta fixa um teto para os gastos dos candidatos proporcionais. Será a média do que foi gasto pelos eleitos na campanha anterior, fixado por Estado. A contribuição de empresas fica restrita a R$ 500 mil por doadora. As doações de pessoas físicas não poderão ultrapassar 50% do total arrecadado pelos candidatos em eleições proporcionais. Os defensores das idéias argumentam que as campanhas ficarão mais baratas. A proposta da fidelidade partidária, se aprovada, impedirá o detentor de mandato que deixar o partido pelo qual for eleito de ingressar em outra legenda durante determinado período. Ele não perderá o mandato nem ficará impedido de se candidatar na eleição seguinte. Para ser candidato de novo, ele terá que ingressar em qualquer legenda um ano antes da eleição. Esta foi a proposta de consenso e possível de ser aprovada, segundo os negociadores do novo texto. A aprovação de uma punição mais rigorosa, como a perda de mandato, para os infiéis, foi considerada praticamente impossível pelos deputados. Luciana Nunes Leal e Denise Madueño, do Estadão.

GIM ARGELLO: TODOS DE "CASA"...

Vaga de Roriz será ocupada por suplente suspeito de irregularidades.

Com a renúncia de Joaquim Roriz (PMDB-DF) à vaga de senador, seu lugar no Senado Federal será ocupado pelo suplente, o ex-deputado distrital Gim Argello (PTB-DF). Argello é acusado de causar um prejuízo de R$ 1,7 milhão à Câmara Legislativa do Distrito Federal, além de responder a denúncias de que teria recebido propina. O suplente poderá assumir o cargo depois que a renúncia de Roriz for publicada no "Diário Oficial" do Congresso. Roriz chegou a cogitar uma renúncia em bloco --que incluiria Argello e seu segundo suplente, Marcos de Almeida Castro. A estratégia era garantir a realização de nova eleição para a vaga de senador pelo Distrito Federal --que seria aberta com a renúncia em bloco e obrigaria a realização de nova eleição para preenchimento do lugar. A idéia inicial de Roriz era tentar usar essa brecha para tentar se eleger senador na nova eleição. Com divergências jurídicas sobre essa possibilidade, o senador acabou desistindo da renúncia coletiva e decidiu entregar o cargo de forma individual. Argello é um dos vice-presidentes nacionais do PTB e já presidiu a Câmara Legislativa do DF, onde cumpriu dois mandatos como deputado (1998 a 2006). Segundo reportagem publicada pela Folha, foi divulgado em 2002 um vídeo em que um deputado distrital diz a outro que Argello recebeu 300 lotes em troca de apoio a aprovação de lei que regularizava o condomínio Alto da Boa Vista, em Brasília. Também enquanto comandava a Câmara do DF, Argello foi alvo de uma ação civil pública e um processo no Tribunal de Contas do DF --ainda não julgados definitivamente-- sob a suspeita de que estabeleceu contrato de informática para a Casa que causou um prejuízo de R$ 1,7 milhão aos cofres públicos. Argello apresentou recentemente sua defesa nesse processo. Outra pendência jurídica que o suplente de Roriz enfrenta é um inquérito no Tribunal Regional Federal da 1ª Região sob a suspeita de crime contra o sistema financeiro nacional. Consulta ao site da Receita Federal confirma que Argello tem pendência com o Fisco. Já entre as ações que correm na Justiça de primeira instância do Distrito Federal, há o processo de um cabo-eleitoral que o acusa de não ter fornecido material de segurança para trocar cartazes afixados no alto de postes de iluminação. O cabo-eleitoral afirma que recebeu descarga elétrica que resultou na amputação de parte do braço e em queimaduras em 20% do corpo. Na Justiça Eleitoral, Argello sofreu uma condenação em 2003 e foi obrigado a pagar multa de R$ 20 mil por fazer propaganda eleitoral irregular. Com Folha de S.Paulo Renata Giraldi, Gabriela Guerreiro, d Folha Online, em Brasília

JOAQUIM RORIZ: "O PODER EMANA DO POVO..."

Roriz renuncia ao mandato de senador e escapa de cassação.

SÃO PAULO - Joaquim Roriz (PMDB) renunciou ao mandato de senador na noite desta quarta-feira, 4. Ele não compareceu ao Senado e sua carta de renúncia foi lida pelo senador Mão Santa (PMDB-PI). A decisão de Roriz já havia sido tomada na manhã desta quarta depois que a Mesa Diretora do Senado aprovou o envio ao Conselho de Ética da representação do PSOL contra ele. Caberia ao órgão dar início ao processo de cassação. Com a renúncia, o ex-governador do Distrito Federal escapa de uma possível cassação e pode manter seus direitos políticos para concorrer nas próximas eleições. "Esta é para mim mais uma hora entre as inúmeras que já vivi em que devo tomar uma grande decisão...devo comunicar à vossa excelência e à Mesa do Senado a minha renúncia ao mandato de senador da República que o povo de Brasília me conferiu", escreveu Roriz. O peemedebista é acusado de negociar a partilha de R$ 2,2 milhões com o ex-presidente do BRB, Tarcísio Franklin de Moura, sacados em espécie com um cheque do empresário Nenê Constantino, dono da companhia aérea Gol. O parlamentar foi flagrado em escutas telefônicas, em março, conversando com Tarcísio Franklin, preso na Operação Aquarela, sobre a entrega e a partilha desse dinheiro. Também nesta quarta, o corregedor do Senado, Romeu Tuma (DEM-SP), afirmou que a situação de Roriz é "grave" e deu a declaração após receber os documentos da 1ª Vara Criminal do Distrito Federal sobre as investigações contra Roriz. "A situação não é agradável, é grave. Tem mais uma série de documentos, que são importantes pela gravidade com que se apresentam. O caso poderá alcançar outras autoridades e empresários, é bastante sério", afirmou. Na semana passada, em defesa emocionada da tribuna do Senado, Roriz negou as acusações, disse que autorizava quebra de sigilo e que apenas pediu dinheiro emprestado ao empresário Constantino de Oliveira, "amigo de longa data". "Quem nunca pediu empréstimo a um amigo?", questionou. Em diversas momentos do discurso, recorreu a "Deus". Estadão.

quarta-feira, julho 04, 2007

XÔ! ESTRESSE: CINEMA "PARADISE" (SESSÕES DA TARDE!!!)








[Chargistas: Pelicano, Pater, Lane, César, Sponholz].

PSOL & MAURO BRAGATO: ...TEM GATO NA TUBA?

PSOL entra com representação contra deputado tucano de SP.

SÃO PAULO - O PSOL entrou nesta quarta-feira, 4, com representação no Conselho de Ética da Assembléia Legislativa de São Paulo contra o líder do PSDB na Casa, deputado estadual Mauro Bragato. Alvo de investigação do Ministério Público Estadual, é acusado de envolvimento em esquema de fraudes em licitações da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) na região de Presidente Prudente, seu reduto eleitoral, como antecipou o Estado na edição da última sexta-feira. Bragato nega as acusações e anunciou na última terça-feira que abriu mão do seu sigilo bancário e fiscal, disponibilizando movimentação financeira e declarações de rendas no período de 2003 a 2006. Ele pediu à presidência da Casa que oficie à Procuradoria-Geral de Justiça informando sobre sua autorização para acesso aos dados pessoais protegidos por lei. “Estou tomando essa atitude para mostrar que não tenho medo de nada.” De acordo com os documentos encaminhados à procuradoria, o deputado teria recebido propina da empreiteira mentora do esquema, a FT Construções. O proprietário da empresa, Francisco Emílio de Oliveira, está preso. Os valores, segundo os documentos e depoimentos, variavam de R$ 1,5 mil a R$ 4 mil. Bragato foi secretário estadual da Habitação entre maio de 2004 e janeiro de 2005. De 2003 a 2004, havia sido secretário-adjunto na mesma pasta. A partir de 2005, assumiu a cadeira na Assembléia. Por ser parlamentar, Bragato tem direito a foro privilegiado e só pode ser investigado pela Procuradoria-Geral de Justiça. O suposto pagamento de propina foi confirmado, em depoimento, por um dos réus no processo, Edson Meneses, que prestava serviços à empreiteira. À polícia, no dia 11 deste mês, Meneses informou que entregou entre 2002 e 2006 diversos envelopes contendo dinheiro para o escritório político de Bragato, em Presidente Prudente, a pedido de dois funcionários do setor financeiro da empreiteira, que identificou apenas como Celso e Hélio. Em sua defesa em plenário, Bragato usou parte de usa fala para Meneses. Filiado ao PSDB desde 2003 e funcionário da FT Construções, empreiteira-mãe do esquema, Meneses foi capturado pela Operação Pomar, missão integrada da Polícia Civil e Ministério Público para investigar irregularidades em obras da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano. "Edson é uma figura que não merece ser respeitada”, disse o deputado. “Ele se apresentava como líder de movimento comunitário. Depois da sua prisão ficamos sabendo que era funcionário de uma empresa. Cabe a ele o ônus da prova", disse Bragato. (Colaborou Silvia Amorim, do Estadão).

RENAN CALHEIROS: "ERROR", TENTE MAIS TARDE (2018)


Para Planalto, Renan erra na estratégia.

Na avaliação da cúpula do governo, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), cometeu um grave erro político ao tentar enterrar a investigação no Conselho de Ética da Casa e remetê-la ao STF (Supremo Tribunal Federal). Teria sido melhor, na visão do Palácio do Planalto, que Renan enfrentasse todas as suspeitas no conselho desde o começo de sua crise. O presidente do Senado tentou uma jogada de altíssimo risco com Leomar Quintanilha (PMDB-TO), senador sob suspeita de desvio de recursos públicos e um apagado sabujo que Renan colocou no comando do conselho com apoio do PT. Quintanilha remeteu o processo do conselho de ética para a Mesa do Senado na esperança de que ela encaminhasse o caso para o STF. Se tomada tal decisão, ela seria submetida a confirmação no plenário do Senado. O peemedebista contava com eventual votação secreta e solidariedade da maioria da Casa para escapar. Renan sabia que essa estratégia trazia o risco de perda do apoio envergonhado do PSDB, sobretudo do líder do partido na Casa, Arthur Virgílio (AM). E poderia afastar de vez figuras do campo governista, como os senadores Renato Casagrande (PSB-ES) e Eduardo Suplicy (PT-SP). No entanto, se tivesse dado certo, valeria a pena. Desgastado, Renan supôs que conseguiria se arrastar no comando do Senado. Apostaria na lentidão da Justiça e na falta de coragem da maioria dos senadores para afastá-lo do posto. Como o tiro saiu pela culatra, ele perdeu o suporte do PSDB e de parte da base governista. Sua situação política piorou. Nesse contexto, o Planalto avalia que, se tivesse conduzido tudo no conselho sem apostar em manobras protelatórias, a situação de Renan seria melhor. Mas aí aparece outro nó. No conselho, Renan já não teria de responder apenas pela ligação com o lobista da empreiteira Mendes Júnior, Cláudio Gontijo, mas também pela documentação sobre suas transações com gado. Por ora, não há prova de que Renan usou dinheiro do lobista ou da construtora para quitar suas despesas pessoais. Essa suspeita não seria suficiente, com os dados de hoje, para justificar uma cassação. No máximo, resultaria numa advertência pela impropriedade de um presidente de poder recorrer a um lobista. Já as transações com gado são o calcanhar-de-aquiles de Renan. A perícia inicial da PF (Polícia Federal) apontou furos na documentação que o peemedebista apresentou para justificar que teria renda suficiente a fim de pagar despesas de natureza pessoal. Uma análise mais detida da polícia tende a encontrar verdadeiros rombos nessa documentação. A partir de agora, a estratégia de sobrevivência do presidente do Senado deverá se concentrar na tentativa de impedir a análise dos documentos das transações com gado. Problema: a "trapalhada Quintanilha" elevou o grau de impaciência do Senado com o seu comandante. Dificilmente, o Conselho de Ética se limitará a analisar a relação de Renan com Gontijo, objeto do requerimento que o PSOL apresentou ao órgão. Mesmo assim, o Palácio do Planalto acredita que a única chance de salvação de Renan é esclarecer tudo no conselho, sem trapaças no Congresso, sem chicanas na Justiça. Mais: não haverá operação política do governo para salvá-lo. No Planalto, diz-se que a solidariedade de Lula e dos ministros a Renan se dá "no plano da pessoa física". KENNEDY ALENCAR, Colunista da Folha Online. Chargista, Ique.

RORIZ: "RETORNAREMOS EM BREVE" (pelos braços do povo!)


Joaquim Roriz decide renunciar ao mandato de senador

BRASÍLIA - O senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) já tomou nesta quarta-feira, 4, a decisão de renunciar ao mandato para evitar a cassação dos direitos políticos no Conselho de Ética do Senado, onde está sendo aberto processo contra ele por suposta participação em desvio de dinheiro público no Distrito Federal, onde foi governador por quatro vezes. "É renúncia, ou renúncia", disse Roriz, segundo relato de auxiliares do senador. Segundo relato de correligionários e assessores, Roriz concluiu, nesta manhã, depois de que a Mesa Diretora do Senado aprovou a admissiblidade de uma representação do PSOL contra ele, que não tem outra alternativa. Pelo regimento interno do Senado, a renúncia, se consolidada antes de Roriz receber do Conselho de Ética notificação sobre abertura do processo, permitirá que o senador preserve os direitos políticos e se candidate a um cargo eletivo nas próximas eleições. Depois que o senador receber do Conselho a notificação, uma renúncia não impediria a perda dos direitos políticos. Correligionários de Roriz não souberam informar se a renúncia será anunciada ainda nesta quarta-feira. O primeiro-secretario do Senado, senador Efraim Morais (DEM-PB), que, pelo regimento, é o indicado para ler em plenário a carta de renúncia de Roriz, informou que ainda não recebeu comunicação do senador do PMDB nesse sentido. Ana Paula Scinocca, do Estadão. Chargista, Age.

JOAQUIM RORIZ [In:] A PARTILHA


Tuma analisa documentos e diz que caso Roriz é grave.
O corregedor do Senado, Romeu Tuma (DEM-SP), classificou de “grave” o caso envolvendo o senador Joaquim Roriz (PMDB-DF). O ex-governador do Distrito Federal foi flagrado numa conversa em que combina a partilha de R$ 2,2 milhões, que seria do empresário Constantino de Oliveira, conhecido como Nenê, presidente do conselho da Gol. Tuma recebeu nesta quarta-feira parte do inquérito da "Operação Aquarela" que tem como foco o desvio de recursos públicos no Distrito Federal, que prendeu, entre outros, o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Tarcísio Franklin de Moura. “Pelo o que eu pude analisar tem coisas graves não só do ex-governador como de autoridades e empresários. O que se relacionar com o Congresso, nós poderemos analisar. E o resto vamos deixar para a polícia e para o Supremo Tribunal Federal”, afirmou Tuma a jornalistas. No inquérito da Operação Aquarela, havia uma gravação telefônica em que Roriz conversa com Moura sobre a partilha dos R$ 2,2 milhões. O senador peemedebista disse que dos recursos usou apenas R$ 300 mil para comprar uma bezerra. Essa versão é confirmada pela Gol. Tuma recebeu também informações sobre o uso de um carro forte para fazer a partilha dos recursos na transportadora Nely, de propriedade de Osvaldino Xavier de Oliveira, apontado pelo Ministério Público como “laranja” de Roriz. Em entrevista ao “Estado de S.Paulo”, Oliveira disse que cedeu o pátio de sua empresa para devolver um favor a Valério Neves Campos, assessor especial de Roriz. Segundo o empresário, os R$ 2,2 milhões chegaram num carro forte amarelo com seguranças fortemente armados. A suspeita de irregularidade é que um cheque do Banco do Brasil assinado por Constantino no valor de R$ 2,2 milhões foi descontado no BRB. O presidente do Conselho de Ética, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), disse que espera receber o processo contra Roriz que será enviado ainda nesta quarta pela Mesa Diretora. Quintanilha havia dito que pretendia esperar uma reunião do conselho para notificar Roriz, mas depois recuou e afirmou que poderia notificá-lo assim que o processo chegar ao órgão. Depois da notificação, Roriz não poderá mais renunciar e evitar o processo de cassação. Cassado, ele ficaria inelegível por oito anos. G1, Brasília, Tiago Pariz e Leandro Colon. Charge: Frank.

DESCONTRAÇÃO OU "DEZ-CONTRA-AÇÃO" ?


Cena política de Brasília exala um cheiro de m...

Maluquice momentosa. Matriz mal-ajeitada. Mal-amada. Mulher-objeto. Manceba modelada, marota. Machão maduro, malcasado, meia-idade. Mané-modelo. Miolo mole. Maçanetas mal-viradas. Malícia. Maviosidade. Magnetismo. Mel. Maciez. Mais. Muito mais. Matrimônio mambembe. Mancada. Malogro. Martírio. Mortificação. Malmequer, malmequer. Mexericos.


Maquinações malfeitas. Megalomania. Mufunfa malcheirosa. Mãos molhadas. Mordidas milionárias. Mesadas, mordomias, malas, maletas. Maços. Marreteiros. Malversação. Malabarismo. Malandragem. Mal-entendido. Murici. Maceió. Muares malhados. Manada mágica. Milagre. Matemática maluca. Maquiagem malsã. Mugido maroto. Muuuuuuuuuuuu...


Moral maculada. Mandato manchado. Musgoso. Mal-de-lázaro. Maioral-mor marcado. Manda-chuva malsinado. Manga-larga mancador. Mala-sem-alça. Mídia maledicente. Manchetes maldosas. Mal-estar. Manobras malévolas. Mais-que-(im)perfeitas. Manjadas. Macetadas. Mentiras mil. Murmúrios. Marolas. Madrugadas mal-dormidas.

Movimentação marota. Muvuca. Mapeamento minucioso. Malha macramé. Muita mandinga, manha, mandracarias, mumunhas. Mansidão. Maceração. Mutirão. Milícia militante. Maloqueiros. Malfeitores. Malandrões. Maganões. Matilha mal-intencionada. Mutatis mutandis, mutantes.

Muita munição. Mandamento: matarás. Macacas-de-auditório. Marionetes. Marcação. Metros, milímetros. Minutos, milissegundos. Morde-e-assopra. Mau-caratismo. Monstruosidades. Mandíbulas. Mandril. Maçarico. Machadinha. Marreta. Milho-alpiste. Milk-shake. Marshmallow. Maná. Morosidade. Mutismos. Maneirismos. Máscaras. Magistrados manejáveis. Mutilação.

Maldição. Mausoléu. Múmias. Mafuá. Manicômio. Maloca maluca. Mãe-joana. Mangue. Maioria mandona. Minoria maleável. Marte. Macrocosmo mal-assombrado. Mal-ajeitado. Macabro. Mafioso. Maçante. Melancólico. Maçaroca mal-assada. Maionese. Malagueta. Mingau. Marmelada. Mozzarèlla. Má-fé. Maçaranduba maciça. Moralidade minúscula.

Multidão muda. Malta manobrada. Massa mal-humorada, mas míope. Mauricinhos microcéfalos. Matula malformada, mal-governada. Marmotas. Matutos. Mulatos. Mulatas. Manemolência máxima. Mão-de-obra macilenta. Marmiteiros. Madalenas. Marias-moles. Marquise? Moradia. Mudança? Mal-e-mal. Muxoxo. Mousse marrom. Meio-mole, meio-dura. Muitíssimo malcheirosa. M......... Escrito por Josias de Souza às 23h14, Folha Online. Chargista, Paixão.

JOAQUIM RORIZ: "RELAÇÃO CUSTO-BENEFÍCIO"


Prazo para Roriz renunciar e escapar de processo termina nesta quarta.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) marcou para amanhã uma reunião da Mesa Diretora para discutir a representação contra o senador Joaquim Roriz (PMDB-DF). Roriz é denunciado pelo PSOL por quebra de decoro parlamentar. A Folha Online apurou que Roriz analisa a possibilidade de renunciar para evitar um processo por quebra de decoro parlamentar que pode resultar, no limite, em sua cassação --que o deixaria inelegível até 2022 (o resto do atual mandato mais oito anos). Uma das interpretações do regimento interno do Senado é que Roriz tem de renunciar antes da Mesa Diretora decidir enviar a representação para o Conselho de Ética para não ficar inelegível. No entanto, advogados de Roriz disseram à Folha Online que o regimento interno abre brechas para outras interpretações para essa situação. Uma delas é que Roriz pode esperar o Conselho de Ética designar um relator para o processo para renunciar. Os aliados de Roriz não descartam também a possibilidade da Mesa Diretora, presidida por Renan, mandar arquivar sumariamente a representação do PSOL. Essa medida, entretanto, geraria desgaste à imagem do Senado e pioraria a situação de Renan, também alvo de processo por quebra de decoro parlamentar. O presidente do Senado é acusado de ter utilizado dinheiro da construtora Mendes Júnior, via lobista Cláudio Gontijo, para pagar despesas pessoais, como pensão alimentícia e aluguel à jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha. Já o ex-governador do Distrito Federal passou a ser denunciado, depois que vieram à tona gravações de conversas telefônicas dele com o ex-presidente do BRB (Banco de Brasília) Tarcísio Franklin de Moura. Nelas, Roriz supostamente acerta com Moura a partilha de R$ 2,2 milhões no escritório do empresário Nenê Constantino, presidente do Conselho de Administração da Gol. Em discurso emocionado no plenário do Senado, o peemedebista negou as denúncias. De acordo com ele, ficou com apenas R$ 300 mil, do valor total do empréstimo, e teria devolvido o restante ao amigo empresário. De acordo com o senador, o dinheiro do empréstimo foi utilizado para comprar uma bezerra e ajudar um primo. As denúncias contra Roriz ganharam um elemento extra a partir de reportagem publicada pela revista "Veja", na qual afirma que Roriz teria utilizado parte dos R$ 2,2 milhões para subornar juízes do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Distrito Federal em processo contra ele nas eleições do ano passado. RENATA GIRALDI, da Folha Online, em Brasília. Charge, Henrique.

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

Internado, relator do caso Renan será submetido a cirurgia. O senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA), 83, será submetido nesta quarta-feira, às 6h, a uma cirurgia para conter o vazamento do líquido que está pressionando o seu cérebro e provocando um higroma (acúmulo de líquido no cérebro). (...) O senador era relator do processo por quebra de decoro parlamentar contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Ele pediu afastamento da relatoria no último dia 18 alegando problemas de saúde. Folha Online.
Furacão: STF manda soltar 20 acusados. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello concedeu habeas corpus a 20 presos acusados de envolvimento no esquema de venda de sentenças judiciais a pessoas ligadas á mafia dos caça-níqueis. O esquema foi desmontado pela Operação Furacão, da Polícia Federal (PF). A decisão é provisória e tem de passar, ainda, pelo crivo do plenário da Corte. O pedido foi feito em nome de Antonio Petrus Kalil, mas o ministro estendeu a decisão aos demais envolvidos. Além dele, então, devem ser soltos: Aílton Guimarães Jorge, Aniz Abrahão David, José Renato Granado Ferreira, Paulo Roberto Ferreira Lino, Júlio César Guimarães Sobreira, Belmiro Martins Ferreira, Licínio Soares Bastos, Laurentino Freire dos Santos, José Luiz da Costa Rebello, Ana Cláudia Rodrigues do Espírito Santo, Jaime Garcia Dias, Evandro da Fonseca, Silvério Nery Cabral Júnior, Sérgio Luzio Marques de Araújo, Virgílio de Oliveira Medina, Luiz Paulo Dias de Mattos, Nagib Teixeira Suaid, João Oliveira de Farias e Marcelo Petrus Kalil. G1, Brasília.
Para família, diretora que teve carro queimado deve se aposentar. A diretora de escola pública Leonor Perez, de 62 anos, saiu de casa para o trabalho na tarde do dia 26 e, por volta das 20h, recebeu um telefonema de sua vizinha, avisando que a casa dela estava em chamas. Leonor chegou a tempo de ver o Logus 96 da família sumir entre as chamas, embora o Corpo de Bombeiros de Piraju, a 328 km de São Paulo, tenha usado dois caminhões-pipa para conter o fogo. A polícia, segundo Leonor, suspeita de dois garotos, estudantes na escola pública que ela dirige: um tem 13 anos, é aluno da 6ª série e já foi interno da Fundação Casa (ex-Febem). O outro, de 16 anos, é matriculado no 2º colegial e sempre estudou na mesma escola. Depois do incidente, Leonor não viu mais os rapazes, que prestaram depoimento e continuam soltos. A família dela está assustada. G1, Roney Domingos, SP. Foto vídeo-matéria.


Renan se diz vítima de complô de mídia anti-Lula. O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) disse nesta quarta-feira que setores da mídia, que não conseguiram derrubar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições do ano passado, querem agora "ir à forra" com o objetivo de afastá-lo da presidência do Senado. Ao chegar em seu gabinete nesta quarta-feira, Renan disse que não cometeu nenhum crime, por isso não vê motivos para responder por um processo de cassação. "Setores da mídia perderam a guerra com o presidente Lula, não conseguiram derrotá-lo no primeiro e no segundo turno [das eleições] e querem, agora, um terceiro turno. Mas para isso precisam de um crime. Essa crise é artificial. O que há contra mim? Não há uma prova sequer", disse. Gabriela Guerreiro, Folha Online.

HUGO CHÁVEZ & MERCOSUL: "NÃO VEM DE GARFO QUE HOJE É DIA DE SOPA..." *

Brasil e Paraguai rejeitam ultimato de Chávez.

O ultimato do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ao Congresso do Brasil e do Paraguai para que aprovem a entrada de seu país ao Mercosul foi rejeitado nesta terça-feira (3) pelos dois Legislativos, sendo chamado de "agressão" e disputa pela liderança regional. O chefe de Estado venezuelano afirmou que só vai esperar até setembro. "Não esperaremos mais porque não há razão política nem moral para os Congressos do Brasil e do Paraguai não aprovarem nossa entrada. Se não aprovarem, nos retiraremos até que as condições mudem", ameaçou. Em Brasília, ao saber do anúncio de Chávez, o senador Sergio Zambiassi (PTB-RS), membro da Comissão de Relações Exteriores do Senado e do Parlamento do Mercosul, afirmou que o Congresso "não aceita prazos". "O Congresso brasileiro tem seus próprios ritos e não responde a comandos externos", disse Zambiassi. Segundo o senador, "assim como o Brasil não impõe prazos aos outros países, não aceitará nenhum prazo determinado pelos irmãos do Mercosul". A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse que "ninguém vai estabelecer prazos para nenhum país". "Ninguém estabelece prazo para nós nem nós estabelecemos prazo para ninguém", declarou a jornalistas. Já o presidente da Comissão das Relações Exteriores do Senado, Heráclito Fortes (PFL-PI), afirmou que "o Congresso brasileiro decidirá soberanamente (o ingresso da Venezuela no bloco sul-americano) quando julgar oportuno". Ele também disse que o ultimato de Chávez é uma invenção "para desviar a atenção da crise interna venezuelana". No Paraguai, o presidente do Congresso, Miguel Abdón Saguier, chamou de "agressão gratuita" as expressões do líder venezuelano. "O presidente Chávez nos agride gratuitamente. Vamos estudar bem este tema", disse Saguier. Com relação ao prazo de três meses, Saguier explicou que o Poder Executivo ainda não remeteu o pedido de ratificação ao Senado. O chanceler paraguaio, Rubén Ramírez, já tinha comentado durante a cúpula do Mercosul, em Assunção, que o presidente do Paraguai, Nicanor Duarte, está "analisando o melhor momento" para mandar o projeto de ratificação ao Congresso, onde a oposição tem maioria. O presidente do Congresso paraguaio disse que seu país entrou na polêmica por acaso. "O confronto de fundo é entre Brasil e Venezuela, por um problema de liderança", analisou. O presidente do Parlamento do Mercosul, o uruguaio Roberto Conde, disse que iniciará consultas com os legisladores de todos os países do bloco sobre o ultimato. "Vamos discutir o caso. O Parlamento não só voltará a se reunir em 6 de agosto, mas haverá uma reunião da mesa dia 16 de julho. Antes disso discutiremos o tema", disse Conde. Conde, deputado da coalizão de esquerda Frente Ampla, pretende "tirar a carga ideológica do debate". Para ele, é preciso "trabalhar para resolver um tema complicado, mas com prudência". O deputado oposicionista do Partido Nacional do Uruguai Pablo Ituarralde disse "não estar surpreso" pelo ultimato de Chávez. "Quem se integra a um bloco tem que aceitar as regras do jogo", acrescentou. Em 4 de julho de 2006, Chávez assinou um documento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os governantes da Argentina, Néstor Kirchner; do Paraguai, Nicanor Duarte; e do Uruguai, Tabaré Vázquez. O acordo de Caracas previa a entrada da Venezuela no Mercosul. Mas, 12 meses depois, o processo de plena incorporação da Venezuela ao bloco regional, já ratificado pelas câmaras da Argentina e Uruguai, permanece estagnado. "Não estamos desesperados para entrar no Mercosul, ainda mais por sentirmos que ali não há muita vontade de mudança", queixou-se Chávez. Ele responsabiliza setores da direita no Brasil e em outros países sul-americanos de tentar de impedir a entrada da Venezuela no Mercosul. E diz que estão "utilizando" o caso "RCTV" para justificar outras posições. Parlamentares brasileiros criticaram a decisão do Governo de Chávez de não renovar a concessão da rede "Radio Caracas Televisión" ("RCTV"), que saiu do ar em 27 de maio. Chávez chamou o Congresso brasileiro de "papagaio" porque, segundo ele, repete as palavras de ordem dos Estados Unidos. Na semana passada, o presidente Chávez foi à Rússia, enquanto os líderes do Mercosul se reuniam no Paraguai. Na cúpula, o ministro de Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, sugeriu que o presidente venezuelano pedisse desculpas pelas acusações ao Congresso. Hoje, Chávez considerou "impertinentes" as declarações de Amorim. "A Venezuela não tem nada que pedir desculpas. É o Congresso do Brasil que deve se desculpar por se imiscuir nos assuntos internos da Venezuela", afirmou. G1, AFE.
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RENAN CALHEIROS: TEREMOS AMNÉSIA ATÉ "2018"!


Conselho de Ética terá três relatores e seguirá investigação

BRASÍLIA - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) sofreu novo golpe na noite desta terça-feira, 3, na reunião do Conselho de Ética. Os senadores decidiram aprofundar as investigações contra Renan e concluir a perícia sobre seus rendimentos de R$ 1,9 milhão em quatro anos com a suposta venda de gados. Com o continuidade do processo, Renan fica impedido de renunciar ao mandato. Na possibilidade de ser cassado, perderá os direitos políticos por oito anos a contar de 2010. Ele é acusado de ter despesas pessoais pagas por um lobista. Na manhã desta terça-feira, o senador também sofreu uma derrota, quando a Mesa Diretora decidiu reenviar o caso ao conselho. Na reunião do órgão, um dos aliados de Renan, Wellington Salgado (PMDB-MG), apresentou requerimento convidando o presidente do Senado a depor. O convite deve ser aprovado em sessão do colegiado marcada para a tarde desta quarta-feira, quando o bloco governista, PMDB e oposição devem indicar três nomes para a relatoria. É praticamente certa a designação dos senadores Renato Casagrande (PSB-ES), Almeida Lima (PMDB-SE) e Demóstenes Torres (DEM-GO). Os três, como prevê o regimento, atuarão como uma comissão de inquérito, subordinada ao próprio Conselho. A decisão de indicar uma relatoria tripla, que antes já havia sido abandonada, foi ressuscitada na reunião em que o bloco governista preparou a nota de apoio à medida da Mesa Diretora. "Essa comissão vai proceder ao trabalho que o relator tem", explicou o presidente do Conselho, Leomar Quintanilha (PMDB-TO). Na sessão desta terça-feira ficou patente a mudança de clima em detrimento do próprio Renan. O único que defendeu o presidente do Senado foi Almeida Lima. Em longo discurso, o peemedebista pediu que o Conselho adotasse o procedimento de recomeçar do zero as investigações, invalidando as perícias feitas pela Polícia Federal (PF) e os depoimentos já colhidos. A fragilidade de Renan ficou ainda evidente com a decisão, praticamente unânime do conselho, de rejeitar o parecer do senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA) recomendando o arquivamento do caso. Um das principais defensoras de Renan, a líder do PT, Ideli Salvatti (SC), também mudou o tom e ao invés de apoiar o parecer de Cafeteira, como vinha fazendo, pediu que o conselho atue com "celeridade e credibilidade" aprofundando a perícia da PF e as demais medidas necessárias para uma ampla investigação. Acusado de corrupção e investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Quintanilha abriu a reunião do órgão nesta terça-feira fazendo uma defesa de si mesmo. Alegando que todos que participam do conselho, principalmente os que ocupam posições mais destacadas - a presidência e a relatoria -, estão sob o "escrutínio da imprensa e da sociedade", disse não ter ficado surpreso quando surgiram, segundo ele, "as primeiras insinuações" de que ele deveria ser afastado do cargo por conta das investigações em curso. Ele negou ter cometido qualquer irregularidade e disse que as "insinuações e denúncias" têm o propósito de desmoralizá-lo e até de intimidá-lo. "Refuto as acusações que a mim vêm sendo endereçadas. Longe de se assentarem em fatos, elas se baseiam no rumor, no boato, no burburinho, na má-fé. Refuto com veemência e indignação todas elas. Refuto porque são improcedentes. Refuto porque são falsas", afirmou Quintanilha. O senador explicou sua decisão de solicitar pareceres para órgãos técnicos da Casa sobre a representação contra Renan Calheiros (PMDB-AL) e negou ter tomado atitude "meramente protelatória". "Ao reencaminhar o processo à Mesa Diretora para o saneamento das irregularidades, busquei, acima de tudo, zelar pela estrita legalidade de toda a investigação e, conseqüentemente, preservar a própria imagem do Conselho de Ética e do Senado Federal. Não se tratava de atitude meramente protelatória como supuseram alguns", disse. Rosa Costa e Ana Paula Scinocca, do Estadão. Charge, Amorim.

terça-feira, julho 03, 2007

XÔ! ESTRESSE: "ALÔ!? DON CORLEONE???" *



[Chargistas: Clériston, Humberto, Marco Aurélio, Amarildo].
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(*) Título Original: The Godfather, 1972 [O Poderoso Chefão]. "Don Vito Corleone (Marlon Brando) é o chefe de uma "família" de Nova York. (...) Os verdadeiros problemas começam para Vito quando Sollozzo (Al Lettieri), um gângster que tem apoio de uma família rival, encabeçada por Phillip Tattaglia (Victor Rendina) e seu filho Bruno (Tony Giorgio). Sollozzo, em uma reunião com Vito, Sonny e outros, conta para a família que ele pretende estabelecer um grande esquema de vendas de narcóticos em Nova York, mas exige permissão e proteção política de Vito para agir. Don Corleone odeia esta idéia, pois está satisfeito em operar com jogo, mulheres e proteção, mas isto será apenas a ponta do iceberg de uma mortal luta entre as 'famílias'". [www.adorocinema.com.br].

RENAN CALHEIROS: "VÁ P'RÁ CASA, PADILHA!" *

Manobra fracassa e Renan sofre três derrotas no Senado.

BRASÍLIA - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), viveu nesta terça-feira, 3, o seu pior dia, desde que a representação do PSOL foi encaminhada por ele mesmo, ao Conselho de Ética, em 31 de maio. Segundo um dos integrantes da Mesa Diretora do Senado, Renan sofreu três derrotas ao longo da reunião desta manhã, que foi interrompida várias vezes, por telefonemas do próprio Renan aos dirigentes da Casa. A discussão do caso Renan foi parar na Mesa do Senado na última segunda-feira por decisão de Leomar Quintanilha, presidente do Conselho de Ética, que tirou o processo do órgão e o devolveu à Casa para retomar o caso do zero. Renan responde a processo por quebra de decoro, acusado de ter despesas pessoais pagas por um lobista. Sua primeira derrota desta terça-feira foi a fracassada tentativa de arquivar a representação do PSOL, na própria Mesa. Não houve ambiente político sequer para prosseguir a discussão dessa alternativa posta pelo primeiro vice-presidente, senador Tião Viana (PT-AC). Não houve uma só voz, na Mesa, que se levantasse em favor do arquivamento. A segunda ofensiva dos aliados de Renan foi a de levar a votação ao plenário do Senado, que teria de decidir se cabia arquivamento ou o envio da representação ao Conselho. Os aliados de Renan defenderam que o plenário tomasse sua decisão pelo voto fechado. Mas o advogado do Senado, Alberto Cascais, foi chamado a opinar e esclareceu que o regimento interno não permitia o voto fechado. Informado dessa decisão pelo líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), que acompanhou parte da reunião, Renan tentou ainda uma terceira alternativa: o voto aberto, em plenário. Embora o PSDB e o PFL tenham recomendado a seus representantes decidir pelo envio direto da representação ao conselho, houve um momento da reunião em que todos os membros da Mesa decidiram, por unanimidade, que a representação deveria passar pelo plenário. O senador Tião Viana, que conduzia a reunião, chegou a dizer que os membros da Mesa tinham apenas duas alternativas: "ou vai para o plenário ou a representação morre aqui". A Mesa votou e decidiu que a discussão via plenário era a melhor saída. Só que nesse momento, segundo um dos participantes, "instalou-se um tumulto". Emissários de Renan dispararam telefonemas para os membros da Mesa, quando o advogado do Senado voltou a ser acionado e opinou que a votação aberta em plenário seria, na verdade, um pré-julgamento do Conselho de Ética. O presidente do Senado teve então que recuar, porque também foi alertado de que corria o risco de ser desautorizado pelo plenário. A decisão, então, foi de voltar o assunto diretamente para o Conselho de Ética, sem passar pelo plenário, como defendiam, no início da reunião, o PSDB e o PFL. O tumulto foi tamanho, segundo relato de participantes, que o caso do senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) nem chegou a entrar em pauta. Também nesta terça-feira, o PSDB decidiu pedir o afastamento de Renan da presidência do Senado e a devolução do processo contra o senador ao Conselho de Ética, seguindo a linha já adotada pelo DEM (ex-PFL). E os governistas teriam se manifestado contra o encaminhamento do documento à Mesa do Senado, segundo o senador Demóstenes Torres (DEM). Torres afirmou ter recebido do senador Aloizio Mercadante (PT), esta manhã, a informação de que o bloco governista divulgaria uma nota oficial defendendo a continuidade, no Conselho de Ética, da investigação sobre Renan. Christiane Samarco, do Estadão.
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(*) Bordão utilizado em um antigo programa humorístico na TV.