A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quinta-feira, maio 24, 2007
OPERAÇÃO NAVALHA: MUITO É POUCO!
HIDRELÉTRICA TUCURUÍ: MST (VALE TUDO!)
Cerca de 400 homens do Exército chegaram na manhã desta quinta-feira (24) à hidrelétrica de Tucuruí, no Pará, para ajudar na desocupação da usina. Na manhã de quarta-feira (23), 600 integrantes do Movimento dos Atingidos por Barragem, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e Via Campesina ocuparam as instalações da segunda maior hidrelétrica do país. O Exército está reunido com os manifestantes para negociar a retirada pacífica. Os invasores, porém, dizem que só deixam a usina se representantes do Ministério das Minas e Energia forem até o local. Eles ameaçam incendiar a sala de controle. O protesto começou na madrugada de quarta-feira. Depois de bloquear uma estrada em Tucuruí, os manifestantes entraram em confronto com a Polícia Militar. Um dos militantes foi atingido por uma bala de borracha e o grupo decidiu invadir a usina. Primeiro, eles derrubaram o portão. Depois, um manifestante jogou uma bomba caseira. Durante a invasão, quebraram vidros e seguiram para a sala de máquinas da usina. Até a sala de controle foi ocupada durante o dia. Os manifestantes pedem investimentos em saúde, educação e em programas de renda para famílias que foram desalojadas para a construção da hidrelétrica. A Eletronorte informou que até a noite de quarta-feira não houve qualquer prejuízo na produção nem na transmissão de energia. A Justiça já concedeu a reintegração de posse. G1, SP.
MINAS E ENERGIA: PMDB, LULA & DILMA
O PMDB, a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, indicou Márcio Zimmermann, atual secretário de Desenvolvimento e Planejamento Energético do Ministério das Minas e Energia para ministro no lugar de Silas Rondeau, que deixou o cargo na última terça-feira, 22, por conta do escândalo da máfia das obras. Rondeau é acusado de receber R$ 100 mil de propina em troca de favorecimento da empreiteira Gautama, pivô do esquema. Um dia depois de aceitar a demissão do ministro Rondeau, da cota do PMDB, Lula disse aos senadores José Sarney (AP) e Renan Calheiros (AL) que a vaga de ministro de Minas e Energia continuaria a ser do PMDB. Lula pediu a eles um candidato de perfil técnico, como Rondeau. Os dois senadores não perderam tempo e indicaram Zimmermann. Zimmermann é técnico e fez carreira na Eletrosul e Eletrobrás. É muito ligado à ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. Foi levado para o governo em 2004, quando Dilma ainda era ministra de Minas e Energia. A Secretaria de Desenvolvimento Energético foi criada especialmente para ele. De acordo com políticos ligados a Sarney e a Renan, a decisão de escolher Zimmermann ocorreu porque os dois senadores verificaram que não tinham nenhum técnico com a qualificação exigida pelo presidente Lula para substituir Rondeau. Como o cargo terá muito peso, resolveram adotar a indicação de Zimmermann. Estadão, João Domingos.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
POLÍTICA NACIONAL SOBRE ÁLCOOL: SEM ESSA DE "ZECA-FEIRA" !!!
OPERAÇÃO "OCTOPUS": DE NAVALHA EM NAVALHA...
Investigações da Operação Octopus, que deu origem à Operação Navalha, revelam que a máfia das obras avançou na própria Polícia Federal. Grampos, fotos e filmagens indicam que o dono da Construtora Gautama, Zuleido Soares Veras, buscava dentro da PF a sustentação para o esquema de corrupção, direcionamento e superfaturamento de obras públicas. Por meio do ex-superintendente da PF na Bahia Joel Almeida de Lima e do advogado e lobista Francisco Catelino, Zuleido teria criado uma rede de amigos importantes na polícia. Desses contatos a quadrilha obteria informações sigilosas, chegando a marcar data e local para depoimentos, e receberia orientação de como se posicionar durante uma investigação. Curiosamente, foi a PF um dos órgãos públicos que alimentaram o crescimento da Gautama. A empreiteira recebeu da corporação cerca de R$ 70 milhões para construir seus prédios em Brasília e São Paulo. O relatório parcial da Operação Navalha diz que foram identificadas ligações entre um grupo de empresários especializados em fraudar licitações e policiais, apontando “indícios de prática de crimes de corrupção passiva, violação de sigilo funcional e prevaricação”. A lista envolve nomes de peso na PF, como os dos então superintendentes no Ceará, João Batista Paiva Santana, em Sergipe, Rubem Patury, e na Bahia, Paulo Bezerra, atual secretário de Segurança do Estado, assim como o do delegado regional Antônio Cesar Nunes, hoje superintendente na Bahia. Procurados na quarta-feira, eles não foram localizados. Lima e Catelino são apontados como responsáveis pelos “atos de corrupção ativa”, servindo como ponte entre os empresários e policiais de vários Estados. As investigações acabaram frustradas após o vazamento de informações de dentro da PF. Numa das escutas telefônicas, Lima e Catelino acertam a transferência de um depoimento que Zuleido teria que dar à PF em São Paulo. Em 30 de setembro, por exemplo, Zuleido pergunta a Lima se recebeu o documento em que é convocado para depor na PF. Lima diz: “Já está tudo resolvido. Eu já tratei ontem com a escrivã Cida, em Brasília, e você vai ser ouvido aqui. Pode ficar tranqüilo que não precisa comparecer dia 3.” No mesmo diálogo, Zuleido relata que um empresário parceiro seu teria sido convocado para depor em São Paulo: “Eu queria ver como poderíamos fazer para orientá-lo, mesmo que por telefone.” Lima responde: “Por telefone é complicado.” Outro relatório da PF revela pedidos de dinheiro para Zuleido: “Em 2 de dezembro de 2005, Patury solicitou R$ 7 mil para sua festa de posse como superintendente.” Exemplo da participação da PF no esquema é visto em uma das conversas entre Zuleido e o ex-delegado Joel de Almeida Lima. Poderia ser só um diálogo de instrução entre advogado e cliente, mas na verdade é uma aula de como um empresário suspeito deve se comportar durante uma oitiva policial para não levantar suspeitas.
No dia 30 de setembro de 2005, Zuleido liga para Joel e lê as perguntas que serão feitas a um empresário paulista parceiro em seus negócios, que havia sido intimado a depor. Depois de falar quais perguntas seriam feitas (sabe-se lá, como foram obtidas), Joel dá sua aula: "se ele recorda dos fatos: ele tem que dizer que sim, porque se ele participou do evento (licitação) ele não vai negar porque senão vai ficar parecendo que tá dirigido. Tem que dizer que recorda que participou em tal época, tratando de tal obra; Se ele se recorda dos fatos: Como não foi coisa pequena, se ele dizer que não se recorda, eu acho até capcioso; Se ele lembra do nome da vencedora: Evidentemente, ele tem que dizer que sim, porque se ele recorda dos fatos, recorda da vencedora; Se ele recorda do tipo de direcionamento: ele tem que dizer que não porque foi um processo lícito em que todos participaram em igualdade de condições e a que teve melhor preço foi a que venceu". Joel conclui a aula orientando para que o parceiro mantenha a calma: "quando o delegado for para as perguntas finais é que ele tem que ter o equilíbrio para não se desesperar. Qualquer coisa não me recordo e não sei. Coisa que sabe e está na dúvida que vai dar complicações, não me recordo, não sei, para não comprometer nem um nem outro. Não precisa de detalhes porque é sempre comprometedor". Estadão, Ricardo Brandt e Tiago Décimo.
PETROBRÁS: PELA NÃO INSTALAÇÃO DA "CEARÁ STEEL" (SERÁ?)
CPI MISTA: [In:] OPERAÇÃO NAVALHA. [MELHOR "GUILHOTINA"?]
quarta-feira, maio 23, 2007
MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA: PMDB vs PT
SILAS RONDEAU [In] NEGO!
Investigado pela Polícia Federal, o ministro Silas Rondeau (Minas e Energia) entregou nesta terça-feira uma carta pedindo demissão do cargo ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O pedido foi oficializado quase que ao mesmo tempo no Palácio do Planalto e no Ministério de Minas e Energia. No Palácio, foi divulgada a carta com o pedido de demissão de Rondeau. Já o ministério divulgou uma nota em que Rondeau reafirma sua inocência e afirma que deixa o governo para impedir que o setor energético seja prejudicado. Ele afirma ainda querer evitar que a imagem do governo seja de algum modo afetada.Antes disso, a saída dele já tinha sido anunciada no Congresso pelo senador José Sarney (PMDB-AP), que indicou Rondeau para o cargo.Rondeau era apontado como beneficiário do suposto esquema de fraude das licitações para realização de obras públicas.O esquema começou a respingar em Rondeau quando a PF prendeu durante a Operação Navalha Ivo Almeida Costa. Ele era assessor especial do gabinete do ministro.A PF recolheu fitas gravadas por câmeras do serviço de segurança do Ministério de Minas e Energia. As imagens mostram uma funcionária da Gautama, Fátima Palmeira, entrando no ministério pelo elevador privativo no dia 13 de março. Ela carrega um envelope de cor parda, no qual a PF acredita que estavam R$ 100 mil.Diretora financeira da Gautama, Palmeira se dirige até o andar do gabinete de Silas Rondeau. Lá, encontra-se com o assessor do ministro. Antes de oficializar sua saída, Rondeau esteve reunido à tarde com Lula. O encontro foi interrompido para Lula se encontrar com representantes da Fetraf e com o ministro Patrus Ananias (Desenvolvimento Social). BastidoresO destino de Rondeau e a ocupação do Ministério de Minas e Energia foram discutidos hoje pela cúpula do PMDB do Senado. Por volta do meio-dia, Sarney e Renan Calheiros (PMDB-AL), articuladores da indicação de Rondeau, conversaram com Lula sobre a permanência dele no cargo. A Folha Online apurou que o partido no Senado articula para continuar com o comando do ministério caso Rondeau deixe o cargo. No encontro, Sarney teria defendido que Rondeau entregasse o cargo para se defender das acusações fora do governo. Apesar da recomendação, o senador teria dito acreditar na inocência de Rondeau --assim como o restante da cúpula do partido no Senado. Os demais peemedebistas defenderam que ele permanecesse na pasta para provar sua inocência dentro do governo. A avaliação do grupo é que o ministro pode ser vítima de uma ação de partidos governistas interessados na pasta, uma vez que o Ministério de Minas e Energia é responsável por investimentos elevados e reúne estatais de peso sob sua coordenação. Folha Online.
SILAS RONDEAU: "RODOU!"
Por meio de nota, Rondeau destacou que tomou esta decisão "para impedir que o setor energético, fundamental para o desenvolvimento do País, seja prejudicado e que a imagem do governo seja de algum modo afetada". O ministro reafirma "completa e absoluta inocência" em relação às denúncias contra ele. "Na certeza de que tudo será esclarecido, provando a injustiça e a crueldade das mentiras e insinuações divulgadas a meu respeito, que atingiram minha honra".
Rondeau também afirma que "cada segundo que dedicou ao exercício de suas funções foi pautado por valores, éticos, morais e cristão". "Nunca, em momento algum, jamais pratiquei qualquer ato que não fosse orientado pelos princípios essenciais, que sempre nortearam a minha vida, com absoluta honestidade e compostura." Ele também diz, na nota, que sua vida de técnico, "trabalhador, de vida modesta, respeitado no setor elétrico, que escolhi por profissão e ao qual me dediquei inteiramente, tem sido marcada pela lisura e honradez". Em outro ponto da nota, o ministro diz que tudo fez para servir ao governo do presidente Lula e agradece a Deus a oportunidade de tê-lo conhecido (Lula) de perto e com ele trabalhado pela grandeza do Brasil. "É com gratidão que a ele, Lula, dirijo, lamentando profundamente a ocorrência desses fatos."
Antes de reunir-se com Rondeau durante a tarde, ocasião em que discutiu as suspeitas e recebeu a carta de demissão do ministro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou com o senador José Sarney (PMDB-AP) e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) - padrinhos da indicação de Rondeau para o cargo. O desfecho para o caso já era esperado e eles discutiram, portanto, um sucessor para o ministro Rondeau. Ao saber que o PT está de olho no Ministério de Minas e Energia, Sarney apresentou como candidatos à sucessão de Rondeau os nomes de José Antonio Muniz, ex-presidente da Eletronorte, hoje na iniciativa privada, e de Astrogildo Quental, atual diretor Econômico e Financeiro da empresa. Apesar de não haver confirmação oficial sobre o sucessor de Rondeau no Ministério de Minas e Energia, ao menos interinamente o cargo deverá ser ocupado pelo atual secretário executivo do ministério, Nelson Hubner. Ele é engenheiro, a exemplo de Rondeau, e foi chefe de gabinete de Dilma Rousseff quando ela exerceu o cargo de ministra de Minas e Energia, antes de ir para o ministério da Casa Civil. Sarney já havia pressionado Rondeau. Assim que ele desembarcou em Brasília, na noite de segunda-feira, depois de dois dias de viagem com o presidente Lula pelo Paraguai e Foz de Iguaçu, foi se reunir com o senador, na casa deste, no Lago Sul. O encontro entrou pela madrugada. De acordo com uma testemunha, Rondeau jurou a Sarney que é inocente. E mais: que foi ele mesmo quem forneceu à Polícia Federal a fita com o registro da entrada no prédio do Ministério de Fátima Palmeira, representante da Gautama, que se encontrou com Ivo Almeida Costa, assessor especial do ministro. Nesse encontro, Fátima teria entregue os R$ 100 mil.
Rondeau disse a Sarney que acha a situação absurda, visto que a Polícia Federal está usando contra ele material que o próprio repassou à corporação, a pedido desta. O assessor Ivo Costa, que recebeu Fátima na entrada privativa do ministro, foi preso pela Operação Navalha, da Polícia Federal, que desbaratou um esquema acusado de desvio de dinheiro público e de fraudes em licitações públicas. O assessor especial depôs ontem no Superior Tribunal de Justiça (STJ) - foi solto ao final do depoimento. Ao dar posse ao engenheiro eletricista Silas Rondeau Cavalcante Silva como ministro de Minas e Energia, em julho de 2005, o presidente Lula afirmava: “O Silas tem 30 anos de experiência no setor elétrico. Foi chamado não por minha amizade, ou pela do (José) Sarney ou do Renan (Calheiros), mas por sua competência.” Havia motivos para essa explicação. Aos 54 anos, esse maranhense de Barra do Corda, pai de dois filhos e flamenguista desde criancinha é, além de grande conhecedor de sua área, um curinga importante nos movimentos de Sarney - e, mais recentemente, também de Renan. Por três décadas, desde que se formou pela Universidade Federal de Pernambuco, ele foi subindo de cargos médios para o topo em órgãos como a Companhia de Eletricidade do Maranhão, a Manaus Energia e a Eletronorte. Presidiu a Eletrobrás de 2004 a 2005, quando sucedeu Dilma Rousseff no ministério. Sua fidelidade ao clã Sarney o levou ao Maranhão, na campanha de 2006, para inaugurar um projeto do Luz para Todos. Repetiu a dose no Amapá, onde a vitória de Sarney parecia ameaçada. Sua escolha foi, ela própria, uma clara recompensa a Sarney: na ocasião, o ex-presidente não havia conseguido emplacar no ministério, como prometido, a ex-governadora Roseana Sarney. Estadão.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
SILAS RONDEAU: "ENFIM SOS" [S.O.S.]
terça-feira, maio 22, 2007
SILAS RONDEAU: FALTA [DE] "ENERGIA" NA DECISÃO!

EVO MORALES: [In:] MOVIMENTO DE LIBERTAÇÃO NACIONAL
"PMDB QUER FURMAS PARA FAZER CAIXA 2, DIZ JEFFERSON"

LULA [BRASIL] & NICANOR DUARTE [PARAGUAI]: TURBINANDO DIPLOMACIAS!
O presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou nesta segunda-feira a seu colega paraguaio, Nicanor Duarte, que no futuro a usina de Itaipu não será motivo de discussão entre os dois. "A sociedade vai compreender que num futuro próximo haverá tantas empresas brasileiras produzindo em território paraguaio que Itaipu já não será motivo de discussão entre nós." O debate sobre a situação da hidroelétrica centralizou a visita de Lula e ofuscou a agenda de campanha pela produção, a industrialização e comercialização de biocombustíveis. Em resposta às críticas dos políticos da oposição paraguaia e de uma parte da imprensa, que consideram o Tratado de Itaipu "injusto" para seu país, Lula disse que "não há discussão sobre este convênio assinado em 1973. Em contrapartida, falou que seu governo enviou ao Congresso brasileiro um pedido de suspensão da dupla indexação que o Paraguai paga pela dívida da hidrelétrica. Segundo Lula, empresários brasileiros estão dispostos a investir em território paraguaio para usar a energia a preço vantajoso e que, atualmente, 95% são absorvidos pelo Brasil. Pouco antes, o presidente paraguaio destacou que "mais cedo ou mais tarde será preciso encontrar um consenso político, um acordo social, para começar a rever os termos do Tratado de Itaipu buscando maior justiça e igualdade". Mais otimista, Lula afirmou que nem o Brasil nem o Paraguai precisarão esperar até o prazo limite de 2023 para pagar a dívida de Itaipu. O presidente brasileiro espera "que o Paraguai precise do dobro de energia que utiliza hoje graças ao investimento brasileiro no país". Segundo Lula, em 20 anos, com a revolução dos combustíveis, a região do Mercosul se tornará o que representa hoje o Oriente Médio em termos de petróleo. da France Presse, em Assunção, Folha Online.








