PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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valor ...ria...nine

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segunda-feira, maio 07, 2007

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

Privatizações podem voltar com Serra; secretaria da Fazenda nega. “Atribui à Secretaria da Fazenda a incumbência de proceder a coordenação dos estudos técnicos relativos ao levantamento, avaliação, modelagem e execução de venda de participações societárias detidas pelo Estado e dá providencias correlatas”. Para bom entendedor, o decreto 51.760/2007, publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo (DO) no dia 18 de abril, diz a que veio. Em bom e claro “tucanês”, o decreto, assinado pelo governador José Serra e pelos secretários da Fazenda, Mauro Ricardo Machado Costa, e da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira Filho, revela a possibilidade de o governo vender a participação do Estado em empresas das quais possui ações. Em outras palavras, de retomar o Programa Estadual de Desestatização paulista (PED) – que remonta a 1996. Ou, ainda, de voltar à carga as privatizações em São Paulo. Antonio Biondi – Carta Maior, 05052007.
Evangélicos fazem sombra ao catolicismo. Por anos, a rotina de Ronaldo da Silva consistia em se embebedar até desmaiar em alguma calçada. Hoje ele passa os dias orando e cantando com centenas de fiéis na Igreja Universal do Reino de Deus em Carapicuíba, nos arredores de São Paulo, onde se vêem igrejas pentecostais em quase todas as esquinas. Quando o papa João Paulo II veio ao Brasil, em 1980, 89% dos brasileiros se consideravam católicos. Em 2000, a proporção tinha caído para 73,89% e, segundo estudo recente da Fundação Getúlio Vargas, o percentual se estabilizou, em 2003, em 73,79%. O número de protestantes evangélicos quase triplicou no mesmo período, chegando a 31 milhões em 2003, o que representa cerca de 18% da população. Tribuna do Paraná.
Segurança do Papa em SP tem até atirador de elite. Quase 20 mil homens vão participar da operação de segurança em São Paulo. No círculo mais próximo ao Papa, estarão agentes da Polícia Federal. G1, SP.
Após quebra-quebra, delegado diz que pode chamar Racionais para depor. O delegado-geral de Polícia Civil, Mário Jordão Toledo Leme, não descartou a possibilidade de chamar integrantes do grupo de rap Racionais MC's para depor no inquérito aberto para investigar o tumulto ocorrido na madrugada de domingo, na Praça da Sé, Centro de São Paulo, durante show da Virada Cultural. Roney Domingos, G1, SP.
O fotógrafo nova-iorquino Spencer Tunick, conhecido por clicar multidões de pessoas nuas em diversas partes do mundo, bateu um recorde de público na Praça Zócalo, na Cidade do México, uma das maiores do mundo e centro de movimentos políticos do país. Efe, O Estadão.
Corpo de Enéas Carneiro será cremado hoje. Deputado, que sofria de leucemia, morreu na tarde deste domingo, no Rio. Ele se candidatou três vezes à presidência da República. (...) O parlamentar tinha 68 anos. . G1.com.
Suplente de 3.980 votos ganha vaga de Enéas. Enéas Carneiro morreu no domingo no Rio de Janeiro vítima de leucemia. Formada em Odontologia, Luciana Costa tem 33 anos e é natural de Barretos. G1.com
Lucro do Bradesco no 1º trimestre de 2007 é o maior em 20 anos. Ganho de R$ 1,7 bilhão foi o maior entre os bancos privados em duas décadas. Porém, o Banco do Brasil lucrou de R$ 2,4 bilhões no 1º trimestre de 2006. G1.com
Eleito presidente da França, Sarkozy prepara pacote fiscal. Após a vitória sobre a socialista Ségolène Royal no segundo turno da eleição presidencial na França, o conservador Nicolas Sarzoky se prepara para formar o futuro governo e iniciar as reformas prometidas durante a campanha. G1.com
Opositor de Lula, PPS fará conferência sobre ‘futuro da esquerda’. Partido organiza “Conferência Caio Prado Júnior”. Um evento planejado para agosto em Brasília homenageia o centenário de nascimento do historiador marxista Caio Prado Júnior (1907-1990), outro dos mais importantes membros do Partidão, entre os anos de 1930 a 1960. Para o evento, o presidente da sigla, o deputado Roberto Freire (PE), convidou nomes como Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Jarbas Vasconcelos (PMDB) e Fernando Gabeira (PV). Mauricio Reimberg – Carta Maior.
49% dos idosos são analfabetos funcionais. Pesquisa mostra que mais da metade dos brasileiros idosos pratica exercícios. Saúde e educação são assuntos que mais preocupam as pessoas com mais de 60 anos. G1.com, Jornal Hoje.
Bush homenageia rainha britânica na Casa Branca. A rainha britânica Elizabeth 2ª foi recebida nesta segunda-feira com uma salva de 21 tiros para um encontro com o presidente americano George W. Bush, em Washington, na última fase de sua visita aos Estados Unidos. (...) Bush, por sua vez, fez uma brincadeira após cometer um erro durante seu discurso. "Você ajudou nossa nação a celebrar seu bicentenário em 17... 1976", disse Bush. Após o tropeço, o presidente americano disse que a rainha reagiu com "um olhar que apenas uma mãe poderia dar a uma criança". BBC Brasil,
Acusado de ligação com máfia do jogo fica calado em depoimento. João Oliveira de Farias permaneceu calado hoje no depoimento que prestou para a juíza Ana Paula Vieira de Carvalho, da 6ª Vara Federal Criminal do Rio. Durante o interrogatório, ele disse que recorreria ao direito constitucional de ficar calado porque seu advogado, Manuel de Jesus Soares não teve acesso aos áudios feitos pela Polícia Federal. Folha Online.
Sob protestos, fim da RFFSA só depende de aprovação do Senado. Projeto para extinção da Rede Ferroviária Federal pode ser votado nesta 3ª (8). Para entidades, medida é inconstitucional, e empresa deveria ser utilizada estrategicamente para fortalecer o transporte ferroviário. Antonio Biondi – Carta Maior.

PAPA BENTO XVI vs TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO

Teologia da Libertação preocupa. Apesar de desestimulada pelo Vaticano, doutrina latino-americana segue com força e influência no Brasil

No dia 15 de março, a Congregação para a Doutrina da Fé (ex-Santo Ofício) anunciou no Vaticano a suspensão do padre jesuíta Jon Sobrino, basco que reside em El Salvador desde 1958 - e um dos expoentes da Teologia da Libertação na América Latina. O teólogo foi proibido de dar aulas, proferir palestras e publicar textos, por causa de posições que tem defendido em seus livros sobre cristologia. Ele teria empobrecido a figura de Cristo, reduzindo seus valores divinos, com intenção de aproximá-lo mais dos pobres. Anunciada a menos de dois meses da visita do papa Bento XVI ao Brasil, prevista para esta semana, a sentença foi vista como um recado aos leigos, freiras, padres e bispos que seguem essa linha teológica no continente. Foi também um sinal de como deve se desenrolar a 5.ª Conferência Episcopal Latinoamericana (Celam) - o principal motivo da visita do papa ao Brasil. Mais do que isso tudo, porém, sinalizou que a Teologia da Libertação, apesar de desestimulada há mais de três décadas pelo Vaticano, com exortações, documentos e punições, ainda tem força e incomoda a direção da Igreja. “A Teologia da Libertação ainda é a linha hegemônica no clero brasileiro e de boa parte da América Latina e isso é visto como uma grande dificuldade para o Vaticano”, observa o professor Luiz Felipe Pondé, do Departamento de Teologia da PUC-SP. “Uma das razões dessa hegemonia é o fato de outras correntes não terem boa produção teológica. No Brasil, a maior parte das pessoas que produzem trabalhos nessa área são da Teologia da Libertação. ”O teólogo Paulo Suess, que lamentou a punição de Sobrino, aponta outra razão para a permanência dessa linha de pensamento: ela permitiria ver com mais clareza os sinais de Deus nos tempos. “Esses sinais não surgem dentro da Igreja, como acreditam alguns, mas fora dela, no meio da sociedade, na realidade do povo”, diz ele. “Nas últimas décadas, a pobreza na América Latina aumentou, em vez de diminuir. A Teologia da Libertação, que faz a opção preferencial pelos pobres, marginalizados e excluídos, vê esta realidade com mais clareza e por isso é mais contemporânea.” Um indicador recente de como os seguidores dessa linha permanecem organizados foi a reação à condenação de Sobrino. Ouviram-se protestos desde pequenas comunidades eclesiais de base (CEBs) no interior do Pará a congregações religiosas. Os Missionários Combonianos do Coração de Jesus da Província Brasil Nordeste divulgaram uma carta indignada, lamentando “que boa parte da hierarquia da Igreja Católica demonstra uma grande preocupação com a ortodoxia, mas, ao que parece, pouco se importa com a ortopráxis, que é a vivência da consciência evangélica da qual nasce a opção preferencial pelos pobres.” Em seu longo pontificado, entre 1978 e 2005, João Paulo II tomou o cuidado de não indicar para as cadeiras de bispo os padres que eram mais claramente identificados com a Teologia da Libertação. As vozes da cúpula da Igreja que costumavam se levantar em defesa dessa corrente diante do Vaticano estão aposentadas, como os cardeais Paulo Evaristo Arns e Aloísio Lorscheider, ou morreram - e aí podem ser citados d. Luciano Mendes de Almeida e d. José Ivo Lorscheiter, entre outros. Apesar disso, a corrente ainda tem força na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a maior da América Latina e uma das mais respeitadas no mundo. Segundo o teólogo Suess, isso ocorre porque os novos bispos, ao tomarem contato com a realidade do povo de suas dioceses, acabam se convertendo à causa dos pobres. “A realidade é um poderoso fator de conversão”, afirma ele. Roldão Arruda, O Estadão.

SOU [PÉ] "VERMELHINHO" DESDE PEQUENINO...


O Estado do Paraná tem uma nova capital da bola. Ontem à tarde, o Atlético Clube Paranavaí segurou um empate de 0 a 0 com o Paraná Clube, na Vila Capanema, e sagrou-se campeão paranaense de 2007. Uma campanha histórica, sem nenhuma derrota para as equipes de Curitiba.
Nunca um clube do interior havia conquistado tal façanha. Antes do Vermelhinho, cinco times já tinham conseguido ficar com o troféu, em disputa direta com os times da capital. Mas com pelo menos uma derrota para os rivais de Curitiba. Desta vez não teve para ninguém. Atlético, Coritiba e Paraná não conseguiram um triunfo sequer contra a equipe do noroeste.
O 1.º título da história do ACP foi conquistado após 90 minutos de muito sofrimento. Como o Vermelhinho havia vencido a partida de ida da decisão por 1 a 0, o Tricolor só ficaria com o título se acabasse com a invencibilidade dos visitantes. E com a Vila completamente lotada, partiu para cima desde o apito inicial.
Paraná Online, foto Tribuna do Paraná.

CPI DO APAGÃO AÉREO: "CPI DE RESULTADOS" !!!

Fiel na CPI, o PMDB começa a receber 'seus' cargos:

Começou a andar a fila de nomeações para cargos do segundo escalão do governo. O primeiro beneficiário do conta-gotas das nomeações é o PMDB. Nesta terça-feira (8), o Diário Oficial irá publicar o nome do novo presidente do DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra a Seca). Chama-se Elias Fernandes. Vem a ser um ex-deputado estadual do PMDB do Rio Grande do Norte. Fernandes foi indicado pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), principal responsável pela indicação do protolulista Marcelo Castro (PMDB-PI) para exercer as funções de presidente da CPI do caos aéreo. Henrique prevaleceu sobre concorrentes poderosos. O afilhado do líder do PMDB vai desalojar do comando do DNOCS Eudoro Santana, filiado ao PT do Ceará. O petismo fez o que pôde para mantê-lo na autarquia, sediada em Fortaleza e pendurada ao organograma do ministério da Integração Nacional, hoje gerido por Geddel Vieira Lilma (PMDB-BA). Além da direção nacional do PT, pediram por Eudoro os governadores Cid Gomes, do Ceará, e Vilma Faria, do Rio Grande do Norte, ambos do PSB. A despeito de todas as pressões, Fernandes, o preferido do líder do PMDB, já tem posse marcada para a próxima sexta-feira (11). Para não desagradar o petismo, que lhe deu de presente Marco Maia (PT-RS), um amistoso relator da CPI do Apagão Aéreo, Lula decidiu manter na presidência do Banco do Nordeste Roberto Smith. Ele comanda o banco, sob o patrocínio do PT, desde 2003. A instituição é vista pelos políticos do Nordeste como estratégica. Tanto ou mais do que o DNOCS. O PMDB espera amealhar diretorias da casa bancária estatal. De resto, PT, PMDB e as demais legendas governistas esperam para os próximos dias definições do Planalto quanto a outros cobiçados cargos. As atenções voltam-se especialmente para diretorias do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e de estatais do porte da Petrobras e da Eletrobras. Curiosamente, nem mesmo a encrencada Infraero livrou-se do assédio parlamentar. Hoje, a estatal que gere os aeroportos, continua sendo vista como feudo do PT. O PMDB, porém, reivindica diretorias da empresa. Uma empresa que Lula prometera, em encontros privados, profissionalizar, apinhando-a de técnicos sem vinculação política. Escrito por Josias de Souza, Folha Online.

domingo, maio 06, 2007

A HORA DO "ÂNGELUS"

Um velho Mestre pediu a um jovem sofrendo de muita dor que colocasse uma mão cheia de sal em um copo de água e bebesse.
- Qual é o gosto? Perguntou o Mestre.
- Ruim disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! Disse o rapaz.
- Você sente gosto do sal perguntou o Mestre?
- Não, disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda.
- Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos.
- Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é mudar o sentido das coisas.

- Deixe de ser um copo.
- Torne-se um lago.

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Fonte: Desconhecida; enviado por Sidney Ruy.


sábado, maio 05, 2007

EDITORIAL: "NA NOSSA FESTA, VALE TUDO..." (*)

EDITORIAL – 05 de maio de 2007.

O NOVO MÍNIMO SALÁRIO-MÍNIMO E O NOVO SINDICALISMO

Os jornais e os telejornais do dia 1º de maio noticiaram com estardalhaço a comemoração do Dia do Trabalho, no Brasil, em especial na cidade de São Paulo, dando destaque a multidão de mais de 1,5 milhão de trabalhadores reunidos na “festa” promovida pelas Centrais sindicais. “Festa”? Para se comemorar o quê? Ou ainda, “quem” estaria comemorando “o quê”? Caberia já neste momento, dizer: “que, que é isso companheiros?”.
A “festa” promovida pela Força Sindical foi realizada na zona norte paulista, em torno da Praça Campo de Bagatelle para um público estimado de 1,3 milhão de pessoas. A outra, patrocinada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) optou pelo “melodioso” cruzamento das avenidas Ipiranga com São João, onde reuniu cerca de 800 mil expectadores. Participaram da festa, o ministro Carlos Lupi (Trabalho), Marta Suplicy (Turismo), Arlindo Chinaglia (presidente da Câmara dos Deputados) e também Delúbio Soares (ex-tesoureiro do PT). Os custos[1] dessa festa (outra versão para o clássico romano do “pão e circo”) foram subsidiados pela Petrobrás que distribuiu R$ 1 milhão para as centrais sindicais. Segundo a estatal, foram repassados R$ 250 mil para a Força Sindical e R$ 150 mil para a CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores). Por sua vez, a Caixa Econômica Federal investiu R$ 580 mil nos eventos das três entidades: R$ 300 mil para três comemorações da CUT (em ações de cidadania e na festa de 1º de maio), R$ 200 mil para a Força Sindical e R$ 80 mil para a Central Geral dos Trabalhadores (CGT)[2]. Sobre esse “financiamento”, o presidente da Força Sindical disse que a CUT recebeu R$600 mil da Petrobrás, o que era injusto pelo tratamento desigual. É sabido que a CUT é a entidade historicamente ligada ao governo petista e ao presidente Lula.
Não é desnecessário lembrar que o Presidente participou da criação do PT (fev./1980) e da CUT. Segundo o “site” da presidência[3], “Lula deu então uma nova direção ao movimento sindical brasileiro. Em 78, Lula foi reeleito presidente do sindicato e, após 10 anos sem greves operárias, ocorreram no país as primeiras paralisações. Em março de 79, 170 mil metalúrgicos pararam o ABC paulista. A repressão policial ao movimento grevista e a quase inexistência de políticos que representassem os interesses dos trabalhadores no Congresso Nacional fez com que Lula pensasse pela primeira vez em criar um Partido dos Trabalhadores. (...) Em agosto de 83, participou da fundação da CUT – Central Única dos Trabalhadores”.
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Há algum tempo qual era o tema comum nas comemorações pelo Dia do Trabalho promovidas pelos sindicatos, principalmente os dos trabalhadores metalúrgicos da região do ABC, que representavam os “anseios” da classe trabalhadora brasileira como um todo? A resposta “única” que nos vêm à mente é: GREVE [já!]. Greve por melhores salários, greve por melhores condições de trabalho, greve contra o aumento do desemprego ou pela diminuição de postos de trabalho ou ainda, muitas delas, “greve pelo direito de greve”. Para esse dia, os sindicatos convocavam os trabalhadores para que em “multidão” (malta) expressassem a “força” da categoria numa espécie de assembléia geral-pública. E nessas comemorações, ainda que sob a forma de “show-mício”, o trabalhador era constantemente LEMBRADO sobre os seus direitos trabalhistas, entre eles o de “cruzar os braços”. Nos últimos 4 anos o que temos observado? A mudança do “tom” dos discursos; agora não mais “vermelho”! “Amarelo”[4], talvez? Por que mudaram os discursos? Porque o(s) líder(es) de movimentos grevistas de outrora hoje ocupa(m) o “lado da gaveta” (bureau), seja na presidência do País, seja até há pouco tempo, no Ministério do Trabalho?
Hoje o que buscam os trabalhadores? Apenas uma carteira de trabalho assinada que garanta um salário e uma aposentadoria futura? O valor do salário (mínimo) não é mais relevante? A perda do seu poder de compra não mais importa? É sabido que a inflação não acabou; ela está apenas “controlada” pela política econômica do Governo. E por que essa “calmaria” nas relações trabalho-capital? É também sabido que a mudança paulatina no processo de produção fabril, no chamado “chão de fábrica”, e os seus efeitos no mercado de trabalho já vinham dos anos oitenta e foi acirrando com a globalização econômica e a abertura comercial brasileira. E, um dos seus efeitos dramáticos foi o da redução do emprego formal, dado pela substituição relativa e contínua do trabalhador (homem) pela máquina, principalmente quando se considera a mudança do “paradigma de produção” no setor industrial e da adoção do [novo] padrão produtivo em torno da produção flexível (ou do modelo japonês, toyotismo, ohnismo, entre outras terminologias) em substituição ao fordismo.
Não foi ao acaso que no Programa de Governo do PT apresentado à sociedade na campanha eleitoral de 2002, no capítulo intitulado “Mais e Melhores Empregos”, continha o compromisso de “dobrar o poder de compra do salário mínimo ao logo dos quatro anos de mandato”[5] como meta do novo governo. De maneira explicita nesse programa, através de um exercício keynesiano de efeito multiplicador, a geração de posto de emprego produziria um resultado de 10 milhões de (novos) empregos (p. 7). A justificativa para esses “números” aparece na Apresentação do documento e que devem ser relembrados: “É vontade do povo brasileiro mudar muitas coisas na vida de nosso país. Entre elas a questão do emprego tem assumido proporções dramáticas. A persistência da exclusão dos jovens da formação educacional integral e da oportunidade de trabalho tem sido razão fundamental para a elevação da criminalidade. É cada vez mais freqüente encontrar, no mudo do crime, o jovem nas duas pontas; a do executor e o da vítima. (...) Os trabalhadores de mais idade vivem a total insegurança. É cada vez mais difícil encontrar um novo trabalho após os 40 anos. (...) Para os que trabalham resta a insegurança. A perda de renda e a persistente ameaça de um dia voltar para casa com o constrangimento de demissão” (p. 1).Para tanto, dentro das estratégias propostas, estaria a “redução da jornada semanal de trabalho, fixada na Constituição, para 40 horas, sem redução de salários” (p. 18). Decorridos quatro anos, o tema salário e emprego é retomado dentro do enfoque “desenvolvimento”.
No programa de Governo[6] (Lula) para o período 2007/2010 está escrito que “o nome do meu segundo mandato será desenvolvimento. Desenvolvimento com distribuição de renda e educação de qualidade” (p. 5). Nestes termos, “gerar mais e melhores empregos, por meio da expansão do investimento público e do estímulo ao investimento privado nos setores com maior potencial de criação de novos postos de trabalho e (...) “definir uma política de recuperação do poder de compra do salário mínimo”, (p.20).
Segundo o DIEESE[7] o salário mínimo deveria ser de R$1.620,89, já no mês de março de 2007, para permitir ao trabalhador ser “capaz de atender às suas necessidades vitais básicas e às de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, reajustado periodicamente, de modo a preservar o poder aquisitivo”.
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Já que a data da correção do salário-mínimo foi antecipada para o dia 1º de abril, por uma questão de “equivalência”, as comemorações do dia 1º de maio deveriam ser realizadas nessa mesma data.
Retomando a indagação inicial, “quem estaria comemorando o quê”, a resposta, por certo, seria a CUT e o Presidente. A Entidade sindical por ter na Presidência um de seus fundadores e por ter tido no Ministério do Trabalho [e atualmente no Mistério da Previdência] um de seus ex-presidentes. E o presidente Lula por ter conseguido sepultar os movimentos grevistas [?].
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[1] A Força Sindical gastou cerca de R$ 3 milhões na festa, que teve sorteio de dez carros no valor de R$ 23 mil cada e cinco apartamentos de valor de R$ 50 mil (Folha Online). A festa organizada pela CUT não teve sorteios, mas contou, além de Zeca Pagodinho, com shows de artistas, onde se gastou R$ 2,5 milhões (G1.com).
[2] Segundo o Diário do Nordeste, “Até julho vai surgir uma nova central sindical no País, a UGT (União Geral dos Trabalhadores), resultado de uma dissidência na Força Sindical e da união de outras três entidades: a CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores), a SDS (Social Democracia Sindical) e a CAT (Central Autônoma dos Trabalhadores). A entidade deve reunir ao menos 2.000 associações e sindicatos e diz representar 10 milhões de trabalhadores”.
[3] http://www.presidencia.gov.br/presidente/
[4] O amarelo é uma das cores utilizadas no tingimento dos "pelegos" (pele do carneiro com lã sobre a qual se põe a sela).
[5] http://www.pt.org.br/site/assets/maisempregos.pdf
[6] http://www.pt.org.br/site/assets/plano_governo.pdf
[7] http://www.dieese.org.br/rel/rac/salminabr07.xml
(*) "Dancing days" (As Frenéticas).

sexta-feira, maio 04, 2007

HAPPY-HOUR: "MALUCO-BELEZA" II


[Chargista: Libertati]

MARCAS & PATENTES: GOVERNO DECRETA QUEBRA DE PATENTE

Lula diz que outros remédios podem sofrer quebra de patente;
Para presidente, licenciamento compulsório pode ocorrer se preços estiverem fora da realidade brasileira; nesta sexta, decreto quebrou patente de droga anti-Aids.
BRASÍLIA - Ao assinar o decreto que quebra a patente do medicamento Efavirenz, usado no tratamento da Aids, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o mesmo pode acontecer com outros medicamentos, no futuro. "Hoje vale para este remédio, amanhã vale para qualquer outro", afirmou o presidente. Segundo o presidente, o licenciamento compulsório (quebra de patentes) pode ocorrer caso os preços não estejam dentro da realidade brasileira. "Não é possível alguém ficar rico com a desgraça dos outros", afirmou, sob aplausos de funcionários do Ministério da Saúde e pacientes. "Não só do ponto de vista ético é uma grosseria, como do ponto de vista político-econômico é um desrespeito." E completou: "Entre o nosso comércio e a nossa saúde, vamos cuidar da nossa saúde". "A compra começará a ser feita imediatamente, por meio de organismos internacionais, como Unicef e Organização Pan-Americana de Saúde", disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, acrescentando que o Efavirenz será substituído pelo genérico indiano a partir de setembro. Ainda no discurso, Lula reafirmou que pretende fazer no segundo mandato o que não foi possível fazer no primeiro. "Sessenta e um por cento do povo brasileiro me deu o segundo mandato para fazer o que não foi possível fazer no primeiro", disse. "Não abriremos mão de cuidar do nosso povo e queremos cuidar dos nossos companheiros com Aids", acrescentou. (...) Esta é a primeira vez que o governo brasileiro recorre ao licenciamento compulsório, previsto no acordo de propriedade intelectual (Trips) da Organização Mundial do Comércio (OMC). "O Brasil não pode ser tratado como se fosse um país que não pudesse ser respeitado", disse Lula, que criticou o preço praticado pelo laboratório norte-americano Merck Sharp & Dohme, que produz o medicamento.
Pelas regras da OMC, o governo brasileiro poderá substituir a droga fabricada pela Merck por genéricos produzidos na Índia, pagando cerca de um quarto do preço praticado pelo laboratório norte-americano. Segundo o Ministério da Saúde, o substituto do Efavirenz pode ser comprado na Índia por US$ 0,44 a unidade, contra US$ 1,59 cobrados pelo laboratório Merck antes do início das negociações. Segundo Temporão, desde novembro de 2006 houve oito reuniões entre governo brasileiro e a Merck para negociar uma redução de preço. O Brasil vinha pagando US$ 1,59 por comprimido e queria uma redução para US$ 0,65, mesmo preço praticado pela Merck na Tailândia. "Fomos procurados pela Embaixada dos Estados Unidos e tivemos até uma reunião com o presidente mundial do laboratório, mas infelizmente não nos apresentaram uma proposta aceitável", disse o ministro na cerimônia. O processo legal para o licenciamento compulsório do Efavirenz foi iniciado em 25 de abril, quando o ministro declarou a droga "de interesse público". Dois dias depois, a Merck ofereceu reduzir o preço da pílula em cerca de 30% (próximo a US$ 1,10), mas o ministro rejeitou a oferta. "A única proposta que poderíamos aceitar seria igualar o preço pago pelo Brasil ao preço da Tailândia. Não levaram em conta sequer o fato de que 75 mil pacientes usam Efavirenz no Brasil, contra cerca de 17 mil na Tailândia", disse o ministro Temporão. Lula relatou que nas conversas que teve com o ministro da Saúde pediu que fossem ouvidos a Advocacia Geral da União e o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que cuida dos interesses do País na OMC. O representante dos pacientes de Aids no Conselho Nacional de Saúde, José Marcos Oliveira, discursou na cerimônia e elogiou o licenciamento, que classificou como "momento histórico." "Esta é uma resposta do governo ao movimento social organizado. Os interesses econômicos jamais estarão acima do direito à saúde e do direito à vida", disse Oliveira. Temporão disse que o licenciamento foi "uma decisão madura, dentro da legislação internacional e das leis brasileiras", mas não será adotado como regra quando houver possibilidade de negociar preços com os laboratórios. "Estamos neste momento negociando com um grande laboratório a redução de preço de outro produto e as negociações caminham muito bem", disse o ministro. "Acho que este foi um caso muito especial em que o Brasil de maneira firme defendeu o interesse público", acrescentou, responsabilizando a Merck pela frustração das negociações sobre o Efavirenz. (Com Reuters) Leonencio Nossa, O Estadão.

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

Quebra de patente ameaça investimentos, dizem americanos. A Câmara de Comércio dos Estados Unidos divulgou uma nota nesta sexta-feira em que critica a decisão do governo brasileiro de quebrar a patente do remédio Efavirenz, anti-retroviral utilizado no tratamento contra a Aids, e diz que a medida pode desestimular novos investimentos no país. "Poucos dias depois de o Brasil ser reconhecido por melhorar a aplicação dos direitos de propriedade intelectual, o governo deu um grande passo para trás", afirma, na nota, Daniel Christman, vice-presidente sênior para Assuntos Internacionais da Câmara. Denize BacoccinaDe Brasília, BBC Brasil.
PPS, PSDB e DEM pedirão mandatos de volta no STF. BRASÍLIA - Os presidentes do PPS, PSDB e Democratas (ex-PFL) ingressam nesta sexta-feira no Supremo Tribunal Federal (STF) com mandados de segurança para recuperar as vagas de deputados que se elegeram por essas legendas e mudaram de partido. No entendimento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o mandato pertence ao partido e não ao parlamentar. Por isso, quem muda de legenda poderia perder o mandato. O presidente da Câmara, Arlindo Chinglia (PT-SP), no entanto, não convocou os suplentes dos parlamentares que trocaram de sigla. Ele argumentou que a perda de mandato dos deputados que trocaram de legenda não encontra respaldo constitucional, nem regimental. Portal Terra.
Governo contradiz postura recente, diz Febrafarma. SÃO PAULO, 4 de maio de 2007 - Com relação à decisão do governo brasileiro de decretar a licença compulsória do medicamento usado no tratamento da aids Efavirenz, desenvolvido e fabricado pelo laboratório Merck Sharp&Dohme, a Federação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Febrafarma) se manifestou em nota informando que "a decisão levanta dúvidas em relação a manifestações recentes do Ministério da Saúde, segundo as quais o principal objetivo da Pasta é criar um complexo industrial da saúde no país, argumentando que a indústria da saúde é a que mais produz inovação e riqueza no mundo, além de empregos de alta qualificação. Para um país que está adotando medidas estratégicas de incentivo à inovação e se propõe a viabilizar um complexo produtivo da saúde, o recurso à licença compulsória, nos termos em que se deu, parece uma grande contradição", informa a instituição. Gazeta Mercantil.
Amenizar efeito estufa custa 3% do PIB mundial, diz relatório. A terceira parte do relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado nesta sexta-feira em Bangcoc, na Tailândia, concluiu que é possível estabilizar a emissão de gases que causam o efeito estufa em um nível que minimize o aquecimento global a um custo anual de não mais que 3% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial até 2030. Segundo os cientistas, para minimizar os efeitos do aquecimento, o aumento de temperatura em todo mundo precisa ser mantido no limite de 2º C neste século. BBC Brasil.
Estado vai recorrer da decisão de Champinha ficar na Febem. Marrey, secretário de Justiça do Estado, defende que o jovem seja encaminhado para a Casa de Custódia de Taubaté, especializada em casos psiquiátricos Embora tenha acatado de imediato a ordem judicial de transferir Roberto Aparecido Alves Cardoso, o Champinha, de 20 anos, para a Unidade Experimental de Saúde da Fundação Casa (ex-Febem), o Estado vai recorrer da decisão tomada pela Justiça. O secretário estadual de Justiça, Luiz Antônio Marrey, defende que ele deve ser mandado para a Casa de Custódia de Taubaté - unidade destinada ao tratamento de pessoas com distúrbios psiquiátricos. O Estadão.
Até astronauta pode ser convocado pela CPI do Apagão Aéreo. Marcos Pontes faz parte da lista de requerimentos que pede a convocação de outras pessoas e cópias de documentos; pedidos devem ser votados na próxima reuniãoAté o astronauta Marcos Pontes está na lista de pedidos de convocação da CPI do Apagão Aéreo. Deputados, quase todos da oposição, apresentaram à comissão, na Câmara, 19 requerimentos só de convocação de pessoas para prestarem depoimento (...). Também há pedidos de cópias dos inquéritos e dos relatórios das investigações feitas pelos órgãos ligados ao setor. Os requerimentos ainda terão que ser votados. Denise Madueño, O Estadão.
Medina teria favorecido banco em ação no STJ. O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Paulo Medina, suspeito de ligação com a máfia dos jogos ilegais, pode estar envolvido em outros dois casos de venda de sentenças judiciais. De acordo com o Bom Dia Brasil, em um deles, o ministro ajudaria um grande banco que respondia a uma ação no STJ. Em outro caso, teria negociado uma decisão favorável para o delegado da Polícia Federal (PF) Edson de Oliveira, conhecido por ter prendido PC Farias. Portal Terra, JBOnline.
Empresários são acusados de negociar licenças ambientais. A Polícia Federal de Santa Catarina expediu, nesta Quinta-feira, 22 mandados de prisão temporária contra políticos, funcionários públicos e empresários, de Florianópolis e Porto Alegre, acusados de negociar licenças ambientais. A operação foi batizada de Moeda Verde. Entre os acusados estão os empresários Fernando Marcondes de Mattos, dono do Costão do Santinho, Péricles de Freitas Druk e Fernando Tadeu Soledade Habckost, ambos do grupo imobiliário Habitasul, dono do Jurerê Internacional, Aurélio Paladini, da Magno Martins Engenharia e Paulo Cezar Maciel da Silva, empreendedor do recém inaugurado Shopping Iguatemi na capital catarinense. O inquérito investiga a existência de um esquema de venda de leis e atos administrativos de conteúdo ambiental e urbanístico, em favor de grandes empreendimentos na Ilha de Santa Catarina, construídos em mangues, dunas, restingas e áreas de marinha. "Todos foram licenciados de forma irregular atráves de vantagem indevida", disse a delegada da Polícia Federal, Júlia Vergara. O que deve ser feito com os empreendimentos construídos de forma irregular? Gazeta Mercantil.
Partido de Tony Blair 'perde eleições locais'. O Partido Trabalhista, do primeiro-ministro britânico Tony Blair, foi derrotado nas eleições locais na Inglaterra, Escócia e País de Gales realizadas na quinta-feira. A projeção nacional da BBC aponta que os conservadores garantiram uma fatia maior dos votos: 41%, um ponto percentual acima de 2006. O Partido Trabalhista ficou com 27%, também um ponto a mais de diferença, e o Partido Liberal Democrata teve 26%, um ponto a menos. com a BBC Brasil, Agência JB.
Veneno de aranha 'é arma contra impotência'. O veneno da aranha brasileira Phoneutria nigriventer, conhecida como armadeira, poderá ser usado para o desenvolvimento de um remédio natural contra a impotência. Cientistas observaram que homens picados pela aranha apresentavam diferentes sintomas, incluindo priapismo (ereção do pênis dolorosa e persistente). BBC Brasil.

CPI DO APAGÃO AÉREO: NOS BASTIDORES, NOMEAÇÕES "FIDEDIGNAS"!


Os primeiros movimentos do PMDB e do PT em torno da CPI do caos Aéreo, instalada nesta quinta-feira (3), já começam a render dividendos aos dois partidos, os maiores do consórcio governista. Em troca da fidelidade, o Planalto acena com a promessa de acelerar as nomeações dos cargos pleiteados pelas duas legendas no segundo escalão do governo. Em privado, um auxiliar de Lula informou a dirigentes do PMDB que o governo recebeu com alívio a indicação de Marcelo Castro (PMDB-PI) para a presidência da CPI. Em contrapartida, Lula comprometeu-se a prover os principais cargos pleiteados pelo partido. Avalia-se no Planalto que Castro (...) medirá os seus passos dentro da CPI pela régua da direção do PMDB. Que tende a ser uma régua igual à do governo. Sobretudo se Lula cumprir a promessa, renovada agora, de mandar ao Diário Oficial os nomes que o partido entregou ao ministro Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais). O mesmo raciocínio vale para o PT, que indicou para relator da CPI o deputado gaúcho Marco Maia (...). Além dos dirigentes da comissão, Lula aplaudiu a decisão do consórcio governista de apinhar a CPI de deputados de “segunda linha”, em detrimento das “estrelas”. Reduziu-se, no dizer de um auxiliar de Lula, o risco de o governo ter de administrar o “efeito holofote”. PMDB e PT disputam nos subterrâneos a primazia nas nomeações do segundo escalão. O desafio de Lula é o de administrar a caneta de modo a não melindrar nenhuma das duas legendas. Da ação de ambas depende a tranqüilidade do governo na CPI. O caso da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras, dá uma idéia do drama vivido por Lula. O PT deseja acomodar na presidência da empresa José Eduardo Dutra (SE). O PMDB quer o cargo para Wellington Moreira Franco. A tendência de Lula é a de entregar a BR para Dutra. Argumenta-se que Dutra, ex-presidente da Petrobras no primeiro mandato, tem mais afinidade com a área. Moreira Franco não deve ficar, porém, ao relento. O ex-deputado, unha e carne com Michel Temer, presidente do PMDB, ganharia uma diretoria da BR Distribuidora. De resto, o PMDB seria regiamente compensado com outros cargos de relevo. Entre eles a presidência de Furnas Centrais Elétricas, que deve ser entregue a Luiz Paulo Conde, ex-prefeito do Rio. Escrito por Josias de Souza, Folha Online.

CPI DO APAGÃO AÉREO: UMA COMISSÃO DE NOTÓRIOS "APAGADOS" ... [nas urnas, no futuro???]

CPI: oposição e governo batem boca no 1º dia.
Líder da minoria, Julio Redecker (PSDB-RS) acusou base de tentar impedir investigação."Você começa criando encrenca", afirmou o deputado Silvio Costa (PMN-SE).

A primeira sessão da CPI do Apagão Aéreo mostrou que o enfrentamento entre governo e oposição marcará os trabalhos da comissão. Antes mesmo do início da eleição do presidente da CPI, começaram os bate-bocas. Assim que o líder do PPS, Fernando Coruja (SC), lembrou que o cargo de segundo vice-presidente caberia à oposição, o deputado Eduardo Valverde (PT-RO) retrucou, aos berros, que ninguém levaria o que não tinha direito. Pelo regimento, a oposição tem direito ao segundo vice, que será eleito na semana que vem. "Tá na cara que o governo escolheu a turma que vota sim e os que tentam vencer tudo no grito", disse Coruja, ao deixar o plenário da CPI. Ele não integra a comissão. Mas, como outros colegas, foi à sessão inaugural da CPI prestigiar o início dos trabalhos e dar uma força para as oposições. Também estavam lá os líderes do PSDB, Antonio Carlos Pannunzio (SP), dos Democratas, Onyx Lorenzoni (RS), e da minoria, Julio Redecker (RS). O governo também postou seus líderes na sala da CPI, um acanhado auditório no corredor das comissões, onde as pessoas se espremiam como podiam. Da base, compareceram os líderes do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), PT, Luiz Sérgio (RJ), PR, Luciano Castro (RR), PV, Marcelo Ortiz (SP) e do PSB, Márcio França (SP). O presidente do PMDB, Michel Temer (SP), também apareceu na sessão da CPI. O maior embate entre governo e oposição aconteceu quando falava o líder da minoria, Júlio Redecker. Referindo-se ao voto de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) na decisão da Corte por 11 votos a zero pela instalação da CPI, Redecker disse que os governistas tentaram fraudar a Constituição ao impedir o início das investigações. Imediatamente o deputado Silvio Costa (PMN-SE) reagiu. Ele sugeriu que o presidente da CPI retirasse da ata as palavras de Redecker. Este, de costas para o parlamentar da base governista, afirmou que apenas lia o voto de um ministro. Silvio Costa contra-atacou, aos gritos, claro: "Retira porque ele é mal educado e já está começando a criar encrenca". G1. AE.

quinta-feira, maio 03, 2007

HAPPY-HOUR: "A ESPERA DE UM MILAGRE" **



[Chargistas: Baha Boukhari, P.Caruso].

CPI DO APAGÃO AÉREO: [NÃO "APAGUEM" ESSES NOMES DA MEMÓRIA...]

Abaixo, a relação dos integrantes titulares da CPI:

Base aliada do governo
:
André Vargas (PT-PR) Carlos Zarattini (PT-SP) Pepe Vargas (PT-RS) Marco Maia (PT-RS)
Eduardo Cunha (PMDB-RJ) Leonardo Quintão (PMDB-MG) Wladimir Costa (PMDB-PA) Marcelo Castro (PMDB-PI) Beto Mansur (PP-SP) Nelson Meurer (PP-PR) José Carlos Araújo (PR-BA) Paes Landim (PTB-PI) Wolney Queiroz (PDT-PE) Dr. Ubiali (PSB-SP) Osmar Júnior (PCdoB-PI)

Oposição: Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP) Gustavo Fruet (PSDB-PR) Vanderlei Macris (PSDB-SP) Solange Amaral (DEM-RJ) Vic Pires Franco (DEM-PA) Vitor Penido (DEM-MG) Geraldo Thadeu (PPS-MG) Fernando Gabeira (PV-RJ) Luciana Genro (PSOL-RS)

Suplentes da base do governo: Cândido Vacarezza (PT-SP) Eduardo Valverde (PT-RO) Nelson Pellegrino (PT-BA) Edson Santos (PT-RJ) Fátimas Pelaes (PMDB-AP) Rocha Loures (PMDB-PR) Carlos Wiilian (PTC-MG) Felipe Pereira (PSC-RJ)Léo Alcântara (PR-CE) Luiz Fernando Faria (PP-MG) Sandes Júnior (PP-GO) Pedro Fernandes (PTB-MA) Sérgio Brito (PDT-BA) Silvio Costa (PMN-PE) Miguel Martini (PHS-MG)

Suplentes da oposição: Arnaldo Jardim (PPS-SP) Carlos Sampaio (PSDB-SP) Otavio Leite (PSDB-RJ) Rodrigo de Castro (PSDB-MG) Davi Alcolumbre (DEM-AP) Efraim Filho (DEM-PB) Silvinho Peccioli (DEM-SP) Ivan Valente (PSOL-SP) Fábio Ramalho (PV-MG).
G1.com.

CPI DO APAGÃO AÉREO: COMISSÃO INTEGRADA POR 24 TITULARES

PMDB e PT confirmam membros de CPI. O PT e o PMDB indicaram nesta quinta-feira (3) seus integrantes na CPI do Apagão Aéreo.

Com isso, todas as 24 vagas titulares foram preenchidas para a CPI, que será instalada às 15h desta quinta. Os quatro titulares petistas serão André Vargas (PT-PR), Carlos Zarattini (PT-SP), Pepe Vargas (PT-RS) e Marco Maia (PT-RS). Este último, aliás, é o mais cotado para assumir a relatoria da CPI. Os suplentes indicados pelo PT são Cândido Vacarezza (PT-SP), Eduardo Valverde (PT-RO), Nelson Pellegrino (PT-BA) e Edson Santos (PT-RJ). Já o PMDB, que também tem direito a quatro vagas titulares, escolheu Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Leonardo Quintão (PMDB-MG), Wladimir Costa (PMDB-PA) e Marcelo Castro (PMDB-PI). Castro é o favorito para assumir a presidência da CPI. Os suplentes indicados pelo PMDB são Fátimas Pelaes (PMDB-AP), Rocha Loures (PMDB-PR), e dois deputados de legendas que fazem parte do bloco aliado do partido: Carlos Wiilian (PTC-MG) e Felipe Pereira (PSC-RJ). Ao ser instalada às 15h desta quinta, a CPI, programada para durar 120 dias, escolhe o presidente e o relator que comandarão as investigações. Das 24 vagas titulares, 15 são do governo e nove da oposição. O regimento permite trocas dos membros a qualquer momento dentro da CPI. Leandro Colon, G1, DF.

IGREJA CATÓLICA NO BRASIL: O QUE FALTA PARA O "AUMENTO DA FÉ"? (... os "milagres pentecostais"???)

Falta 'convicção' a muitos católicos no Brasil, diz d. Cláudio.

Um dos principais "ministros" do Vaticano, o cardeal d. Cláudio Hummes disse em entrevista à BBC Brasil que falta "convicção" a muitos católicos brasileiros e que a Igreja deve buscar uma solução para evangelizar aqueles que foram batizados e acabaram se afastando da religião. "Talvez nós não tenhamos evangelizado suficientemente muitíssimos destes fiéis. E, por isso, eles não estão preparados para viver a sua fé coerentemente no mundo de hoje", disse o prefeito da Congregação para o Clero. "Eles não estão suficientemente enraizados. Não há uma convicção pessoal suficiente de grande parte dos católicos." "Nós tivemos no Brasil uma evasão de católicos acentuada nos últimos anos: ao redor de 1% ao ano", afirmou. "É importante que a Igreja Católica pergunte a si mesma – e o papa quer ajudar nesta reflexão – o que se deve de fato fazer." Desde o último sínodo dos bispos, em outubro de 2005, d. Cláudio tem manifestado preocupação com a constante perda de fiéis católicos na América Latina. De acordo com cardeal, o papa Bento 16 estará atento a este problema durante sua visita ao Brasil, entre os dias 9 e 13 de maio. O brasileiro fez um apelo para que os católicos – as paróquias, os movimentos de leigos, os padres e outras pessoas que se dedicam à religião – se organizem para um forte trabalho missionário. "(Eles devem) ir de novo ao encontro do povo ou ir com maior intensidade, mais fortemente", recomendou d. Cláudio. "Visitar o povo, encontrar o povo onde ele está." De acordo com o cardeal, este trabalho deverá ser feito, sobretudo, com os mais pobres, justamente os que mais mudam de religião e, talvez, os que mais se sentem abandonados pela Igreja Católica. "Eles precisam ter a presença da sua Igreja, o calor da sua Igreja. Isso significa a missão", afirmou. Na avaliação do cardeal, o desemprego aprofunda a pobreza e também o abismo entre os mais ricos e os mais pobres. Segundo d. Cláudio, a Igreja pode ser um apoio para os pobres, mas também pode ajudar a vencer a pobreza no país. D. Cláudio aposta que a viagem de Bento 16 ao Brasil pode ajudar a trazer de volta à Igreja Católica fiéis perdidos para as religiões neopentecostais. O prefeito da Congregação para o Clero disse que a decisão do papa de canonizar o primeiro santo 100% brasileiro em São Paulo é muito significativa para o país e já traz resultados. "O povo está reagindo muito positivamente a esta notícia da canonização do Frei Galvão, com muito mais peregrinações, muito mais movimentos", disse. "O povo, em geral, está muito feliz. Isto é certamente um apoio para a sua fé." Valquíria ReyDe Roma, BBC Brasil.

SÍRIA: IRÃ, IRAQUE & "RICE" (em busca de um pacto)

Ministro sírio diz que teve conversa 'franca e construtiva' com Rice

A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, e o ministro das Relações Exteriores da Síria, Walid al-Moulaem, tiveram um encontro reservado nesta quinta-feira na primeira conversa bilateral entre os dois países desde 2005. Após o encontro, Al-Moualem classificou a conversa de "franca e construtiva". "Nós discutimos a situação no Iraque, como alcançar estabilidade e segurança no país, além das relações bilaterais entre a Síria e os Estados Unidos", contou. Perguntado se ficou satisfeito com a reunião, Al-Moualem respondeu que esse foi o primeiro encontro que teve com Rice. "Acho que depende de passos futuros", comentou o ministro. Al-Moualem também foi perguntado sobre a questão de contrabando de armas e movimento de militantes na fronteira entre a Síria e o Iraque. Os Estados Unidos acusam as autoridades sírias de não realizar esforços suficientes para evitar o problema. "Nós concordamos que vamos acompanhar essa questão sobre o Iraque", disse Al-Moualem. Ainda existem grandes expectativas para um encontro bilateral entre Rice e o ministro das Relações Exteriores do Irã, Manouchehr Mottaki, mas a reunião ainda não foi confirmada. Mottaki chegou a Sharm el-Sheikh na manhã desta quinta-feira, após um longo impasse resolvido no início desta semana sobre a participação do Irã na reunião.
O governo iraniano disse que está preocupado com o fato de a conferência não ser realizada no Iraque e, com isso, fortalecer a posição dos Estados Unidos, que contam com forte apoio do governo egípcio. O ministro das Relações Exteriores do Iraque, Hoshyar Zebari, disse que está trabalhando para um contato de Rice com o Irã ainda nesta quinta ou sexta-feira. O possível encontro bilateral dos Estados Unidos com o Irã seria mais um sinal da mudança da política do governo Bush em direção ao diálogo com países com os quais se recusava a conversar anteriormente. Desde o ano passado, Washington vem recebendo recomendações, como as do Grupo de Estudos do Iraque (criado pelo Congresso americano), para iniciar um diálogo com o Irã e a Síria para resolver os problemas no Iraque. Os Estados Unidos acusam os dois países de apoiar insurgentes sunitas e milícias xiitas no Iraque ao ignorar o contrabando de armas e pessoas nas suas fronteiras com o Iraque. No discurso de abertura da conferência, intitulada "Pacto Internacional com o Iraque", o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, disse que o país está em uma situação crítica e que não existem dúvidas de que é preciso fazer mais para acabar com a constante violência no Iraque, que, segundo ele, é "o fardo que está sendo carregado por civis inocentes". O secretário disse ainda que "além dos ataques terroristas e da violência sectária, uma crise humana está acabando com a paciência e a habilidade de pessoas comuns de lidar com a vida no dia-a-dia". Segundo Ban Ki-Moon, a conferência em Sharm el-Sheikh tem como objetivo traçar um plano para os próximos cinco anos, para ajudar o Iraque a alcançar seus objetivos de prosperidade, estabilidade política e segurança duradoura. A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, disse que a reunião é "o início de um processo, não um fim nela mesma". "A implementação do pacto vai incluir consultas regulares para monitorar e ajudar a guiar o progresso do Iraque e a conquista de seus objetivos, além de assegurar que os doadores cumpram seus compromissos", disse Rice. A secretária americana também disse esperar que o grupo cresça e se fortaleça e que mais países e organizações se comprometam a apoiar o Iraque. "Portanto, nós precisamos todos trabalhar para expandir a participação internacional neste pacto." Andrea WellbaumEnviada especial a Sharm el-Sheikh, BBC Brasil.

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

Ministro Medina pede afastamento do STJ. A assessoria de imprensa do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou que o ministro Paulo Medina, investigado pela Polícia Federal (PF) por suposto envolvimento com a máfia dos caça-níqueis, formalizou nesta quarta-feira (2) o pedido de afastamento do cargo. G1, DF.
São Paulo faz 1 a 0 no Grêmio e garante vantagem. Com o gol do zagueiro Miranda, time paulista ficou em boa situação para decidir a vaga no Sul: pode empatar ou até mesmo perder por 1 gol de diferença. Bruno Chazan, O Estadão.
Vaga Certa: Suposto chefe de quadrilha se entrega. O estudante Olavo Vieira - apontado como chefe da quadrilha que vendia vagas nas universidades públicas e privadas no país - se entregou às 14h desta quarta-feira (2) à Polícia Federal no Ceará. O advogado, José Bonifácio Macedo Filho, informou que não sabe porque o estudante não se apresentou nesta terça-feira. "Talvez não tenha ido porque era feriado", disse. Ainda há um suspeito foragido, cujo mandado de prisão não foi cumprido. G1, SP.
PMDB e PT confirmam membros de CPI. Os partidos indicam os integrantes e todas as vagas de CPI são preenchidas. Marcelo Castro deve ser o presidente e Marco Maia, o relator. O PT e o PMDB indicaram nesta quinta-feira (3) seus integrantes na CPI do Apagão Aéreo. Com isso, todas as 24 vagas titulares foram preenchidas para a CPI, que será instalada às 15h desta quinta. G1, DF.
Furacão: gravações complicam procurador. Gravações da Polícia Federal indentificaram um novo suposto caso de venda de sentenças judiciais na Operação Furacão, segundo o jornal "Bom Dia Brasil". A PF aponta envolvimento do procurador regional da República no Rio de Janeiro João Sérgio Leal Pereira e participação do ministro do Superior Tribunal de Justiça Paulo Medina na liberação de 900 máquinas caça-níqueis. G1.com.
Aposentados terão desconto extra do IR neste mês. Os aposentados do INSS que ganham mais de R$ 1.313,67 vão receber o benefício deste mês com um desconto extra do Imposto de Renda. Trata-se do IR sobre o 13º salário (abono anual), que deveria ter sido cobrado no final de 2006. Eduardo Cucolo, G1, SP.
Governo recusa nova proposta da Merck para droga anti-Aids. BRASÍLIA - O Ministério da Saúde recusou a segunda oferta do laboratório americano Merck para reduzir o preço do medicamento anti-Aids Efavirenz, disse nesta quinta-feira o ministro José Gomes Temporão. O Brasil pagaria à Merck US$ 42,9 milhões pelo medicamento este ano, mas planeja comprar um similar fabricado na Índia, adotando pela primeira vez o licenciamento compulsório (quebra de patente) do produto, conforme regras da Organização Mundial do Comércio (OMC). Reuters, JB online.
Jovem produtor lidera busca por trator 'turbinado'. Na hora de renovar a frota de máquinas, pais 'passam a bola' para os filhos. Na Agrishow, produtor de 23 anos gastou R$ 340 mil em um novo trator. Suar o rosto em um trator velho que trepida pela lavoura é coisa de agricultor do passado. Em tempos de superprodução agrícola, o campo brasileiro está cada vez mais 'high tech' e pilotar um trator ou uma colheitadeira pode ser tão confortável quando dirigir um carro de luxo - o "passeio" tem direito a ar condicionado, GPS, pilotagem sem marchas e outros agradinhos da modernidade. Ligia Guimarães, G1, Ribeirão Preto.

CPI DO APAGÃO AÉREO: "SUGESTÃO DO CHEF: À MODA DA CASA!"

Presidente da CPI votou em Lula em 2002 e em 2006.

A CPI do apagão aéreo será presidida por um aliado incondicional do Planalto. Chama-se Marcelo Castro (PMDB-PI). Votou em Lula na eleição presidencial de 2002. Repetiu o voto na disputa de 2006. Em Brasília, Marcelo Castro define-se assim: “Sou, evidentemente, da base do governo.” No Piauí, seu Estado, o deputado apóia a administração do governador Wellington Dias, do PT. Lula dificilmente poderia dispor de alguém mais confiável. Embora já escolhido pela cúpula do PMDB, Marcelo Castro ainda não teve seu nome formalmente divulgado. O anúncio será feito nesta quinta-feira (3), depois de reunião que o deputado terá com o líder peemedebista na Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). O blog conversou, na noite desta quarta-feira (2), com o presidente do PMDB, Michel Temer (SP). O repórter o alcançou às 23h, pelo celular. Temer acabara de desembarcar de um vôo procedente de Nova York. Preparava-se para tomar um outro avião para Brasília. Por que Marcelo Castro? “Fizemos a opção levando em conta o equilíbrio e a serenidade do Marcelo. Essa CPI será agitada. Equilíbrio e serenidade serão vitais para o exercício da presidência da comissão”, disse Temer. Antes de localizar Temer, o blog conversara com o próprio Marcelo Castro. Perguntou-lhe se seus traços governistas não o atrapalhariam na condução das sessões da CPI. E ele: “Não me sinto impedido de exercer a presidência. Qualquer um que fosse escolhido ou seria do governo ou da oposição.” E quanto à idéia da oposição de aprofundar as investigações, estendendo-a às denúncias de corrupção na Infraero e ao comando da Aeronáutica? “Isso vai depender da comissão. A articulação ficará a cargo das lideranças do governo. Se eu deixar o papel de presidente, para dizer que deve ser assim ou assado, estarei me envolvendo e a CPI pode se desgovernar.” Marcelo Castro disse que as balizas de sua atuação serão a Constituição e o regimento interno da Câmara: “Vou agir com prudência, comedimento e com segurança, sempre dentro da Constituição e do regimento”. O deputado é formado em medicina. Possui mestrado em psiquiatria, algo que talvez venha a ser útil na nova tarefa. Está em seu terceiro mandato. Antes de chegar a Brasília, foi deputado estadual no Piauí, também por três legislaturas. Já foi secretário de Agricultura do Piauí. Comandou, de resto, Instituto de Previdência do Estado, sempre sob o governo de Mão Santa (PMDB-PI), hoje um ardoroso opositor de Lula no Senado.
No Planalto, a escolha de Marcelo Castro foi festejada. Resta agora definir quem será o relator da CPI. Sabe-se que o cargo será confiado a um petista. Mas, reunida nesta quarta, a bancada do PT não conseguiu produzir um consenso. Optou-se por delegar a escolha ao líder do partido, Luiz Sérgio (PT-RJ), o mesmo que tentara, por meio de um recurso, levar à cova o requerimento de criação da CPI, de autoria do PSDB. Uma tentativa que foi brecada pelo STF. A escolha parecia inclinar-se para o deputado Marco Maia (PT-RS). Mas faltava um referendo do Planalto. Se Maia for escolhido como co-piloto da CPI aérea, terá muito o que conversar com o piloto. “Não conheço Marco Maia”, reconhece Marcelo Castro. Não devem, porém, enfrentar dificuldades para estreitar o relacionamento. Une-os um pendor governista que, na prática, faz de Lula uma espécie de controlador dos vôos da investigação. Escrito por Josias de Souza, Folha Online.

ESTATUTO DO DESARMAMENTO: QUE O TIRO NÃO SAI PELA CULATRA!

Veto no Supremo ameniza Estatuto do Desarmamento. Para o STF, é inconstitucional proibir libertação mediante pagamento de fiança para acusados de crimes de porte ilegal de arma e dispargo de arma de fogo.

BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou um pouco mais ameno o Estatuto do Desarmamento. Por maioria de votos, os ministros do STF declararam inconstitucionais dispositivos do estatuto que proibiam a concessão da liberdade mediante pagamento de fiança para acusados de crimes de porte ilegal de arma e disparo de arma de fogo, nesta quarta-feira, 2.
O tribunal também derrubou um artigo que impedia a concessão de liberdade provisória a suspeitos de crimes de porte de arma de fogo de uso restrito, comércio ilegal de arma de fogo e tráfico internacional de arma de fogo.
Relator das dez ações diretas de inconstitucionalidade (adins) julgadas pelo plenário do STF, o ministro Ricardo Lewandowski não considera que a decisão beneficiou as pessoas que forem flagradas portando arma sem o devido registro. "O porte ilegal está sujeito a todos os rigores da lei", afirmou o ministro. "Para portar uma arma, a pessoa precisa comprovar os requisitos (necessários ao registro) perante a Polícia Federal", acrescentou.
Lewandowski disse que caberá ao magistrado responsável por cada caso decidir se há a necessidade da prisão provisória do acusado. Segundo o ministro, o juiz pode decretar em qualquer momento a prisão cautelar se considerar que o comportamento do acusado coloca em risco a segurança das pessoas. "O juiz tem de analisar caso a caso a necessidade da prisão", afirmou. "A liberdade provisória não poderia ser afastada", disse. Lewandowski explicou que a decisão foi baseada no princípio constitucional que garante a preservação da liberdade.
O ministro opinou que o porte e a posse de arma se tornaram mais difíceis em decorrência da decisão do STF. Ele acredita que isso retirará de circulação parte das armas. O tribunal manteve dispositivos que estabeleceram, por exemplo, a obrigatoriedade de renovação do porte a cada três anos. Havia um pedido para que todo o Estatuto fosse declarado inconstitucional por suposto vício de origem. Segundo os autores das ações, o Estatuto deveria ter sido proposto pelo Executivo e não pelo Legislativo. No entanto, o Supremo rejeitou esse argumento e confirmou a validade da lei. Mariângela Gallucci, O Estadão.

quarta-feira, maio 02, 2007

HAPPY-HOUR: SALÁRIO & BASE ALI(en)ADA [aliens!]





[Chargistas: Solda, Ique, Liberati].

AMAZÔNIA: TERRA DO MEIO (SÓ A ILEGALIDADE É REAL...)

Trans-Iriri, mais uma estrada ilegal desmatando a Amazônia. Ela faz parte de estimados 168 mil km de rotas abertas na mata por madeireiras clandestinas.

Oficialmente, a loja de motosserras de Geroan não existe. Nem o posto de gasolina ao lado, a oficina de motocicletas ou o supermercado União, um barracão onde as prateleiras cobertas de pó pendem ao peso de dezenas de garrafas de cachaça. Os estabelecimentos ficam ao longo da Trans-Iriri, uma estrada clandestina que penetra centenas de quilômetros numa área da Amazônia chamada Terra do Meio. Essa rodovia não consta de nenhum mapa rodoviário. Oficialmente, a Trans-Iriri não existe. As estradas ilegais - freqüentemente construídas por madeireiros ilegais - são um dos maiores desafios para o governo brasileiro no combate ao desmatamento. Estima-se que existam mais de 168 mil quilômetros dessas estradas na região amazônica, atravessando áreas protegidas e abrindo caminho para a destruição da maior floresta tropical do mundo. Com 200 quilômetros, a Trans-Iriri, que segue na direção oeste, através da Terra do Meio e a partir de São Felix do Xingu (PA), é a principal delas. Autoridades do governo recentemente alardearam um certo sucesso no combate ao desmatamento: entre agosto de 2005 e de 2006, em torno de 13.100 quilômetros quadrados de floresta foram abatidos, 30% menos do que no período anterior, 2004-2005. Porém, apoiados por essa rede de estradas escondidas, os madeireiros continuam a destruir a floresta. No Pará, onde está a Trans-Iriri, imagens de satélite produzidas pelo governo mostram que o corte aumentou 50% desde 2004. São Félix do Xingu é, pelo quinto ano consecutivo, o município campeão de desmatamento, com cerca de 770 quilômetros quadrados de floresta derrubados entre 2005 e 2006.Cercada pelos Rios Xingu e Iriri, a Terra do Meio - uma área do tamanho da Escócia - está no centro da destruição. Desde a década de 90, as madeireiras foram abrindo impetuosamente a Trans-Iriri, fazendo vias secundárias, as “picadas”, na floresta adentro e gradativamente substituindo a mata por imensas fazendas de gado.A partir de 2005, as autoridades criaram duas enormes unidades de conservação. Áreas de proteção também foram criadas ao longo da rodovia Trans-Iriri e o Exército foi enviado para patrulhar a região. “A presença do Exército em 2005 surtiu algum efeito”, diz Marcelo Marquesini, da ONG Greenpeace. “No entanto, dois anos depois, as operações continuaram esporadicamente. Quando os soldados vão embora, as pessoas retornam O ambientalista Tarcísio Feitosa da Silva, que no ano passado recebeu o prêmio Goldman pelo trabalho de proteção da Amazônia, afirma que o mistério que envolve estradas como a Trans-Iriri ajudou a ocultar essa onda persistente de destruição. “Oficialmente, essa estrada não existe. Nunca recebeu permissão do governo”, diz. Na ausência do Estado, os fazendeiros empregam uma polícia ilegal formada por pistoleiros para “manter essa estrutura de invisibilidade. É por isso que ninguém fala da estrada”, afirma Tarcísio, que já recebeu ameaças de morte por causa do seu trabalho. “E tudo continua como está porque é aqui que estão os maiores fazendeiros.” A Terra do Meio é uma espécie de zona autônoma, um buraco negro sobre o qual as autoridades exercem pouco controle. Catia Canedo, secretária do Turismo e do Meio Ambiente de São Félix do Xingu, diz, por exemplo, que nunca visitou a estrada, apesar de o início estar a poucos quilômetros de seu gabinete. Sem uma força policial para fazer valer as leis (a agência em São Félix do Xingu foi fechada recentemente) o desmatamento ilegal continua. Maria Nizan de Souza, que trabalha para um grupo católico que combate o uso de trabalhadores escravos, muitos deles usados na derrubada de árvores, disse ser comum ver as toras saindo da floresta. “Hoje três caminhões repletos de madeira passaram por aqui. Ninguém faz nada - todo mundo está assustado.” Embora os ambientalistas chamem a área de Terra do Meio, os brasileiros pobres que vivem nos pequenos assentamentos existentes ao longo da rodovia, chamam-na diferentemente. “É uma terra sem lei”, diz um morador de Vila Caboclo, que não quis dizer seu nome. O lojista Wantui Selvatico, de 42 anos, afirma que os pistoleiros “são comuns por aqui”. “Não existe nada escondido”, acrescenta, mudando de assunto rapidamente. “Acho que vou parar por aqui.”Enquanto isso, a rede de estradas ilegais continua sua expansão. De acordo com estudo da ONG Imazon, cerca de 1.900 quilômetros de novas estradas são abertos a cada ano. Tom Phillips, THE GUARDIAN, LONDRES, O Estadão.

CPI DO APAGÃO AÉREO: GOVERNISTAS TEM MAIORIA (mole, mole!!!)

Oposição indica nomes para atuar na CPI do Apagão. Partidos têm até esta noite para indicar nomes que irão representá-los na comissão.

BRASÍLIA - No último dia para a indicação dos deputados que participarão da CPI do Apagão Aéreo na Câmara, apenas os partidos de oposição entregaram os nomes que irão representá-los na comissão parlamentar, até o meio-dia desta quarta-feira. Na semana passada, depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a instalação da CPI, o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), definiu esta quarta como prazo final para a apresentação dos nomes. Regimentalmente e de acordo com a decisão do STF, o prazo para a indicação dos nomes seria de 48 horas após a notificação, que foi feita à Câmara pelo STF na quinta-feira passada (26). Chinaglia avisou que, por causa do feriado do dia 1º de Maio, as indicações deveriam ser feitas até esta noite e marcou a instalação da CPI para quinta. Os governistas têm maioria numérica folgada na CPI. Dos 24 integrantes titulares (mesmo número de suplentes), 16 serão deputados aliados ao governo. O presidente da CPI deverá ser indicado pelo PMDB, e o relator, pelo PT. A coordenação da bancada petista se reunirá nesta tarde para definir os nomes. O relator é quem conclui os trabalhos da comissão e pede indiciamento de supostos envolvidos, por exemplo. Ele dá o tom das investigações e é responsável pela elaboração do relatório final. O presidente da CPI conduz os trabalhos no ritmo de seu interesse ou de quem representa.
Indicaram seus integrantes:
1) PSDB
Titulares: Gustavo Fruet (PR), Vanderlei Macris (SP) e Zenaldo Coutinho (PA). Suplentes: Carlos Sampaio (SP), Otávio Leite (SP) e Rodrigo de Castro (MG).
2) PFL
Titulares: Solange Amaral (RJ), Vic Pires Franco (PA) e Vitor Penido (MG). Suplentes: Davi Alcolumbre (AP), Efraim Filho (PB) e Silvinho Peccioli (SP).
3) PPS
Titular: Geraldo Thadeu (MG). Suplente: Arnaldo Jardim (SP).Denise Madueño

BOLÍVIA (EVO MORALES): MONOPÓLIO ESTATAL DE PETRÓLEO E GÁS

Bolívia assina contratos e assume controle do petróleo e gás.

Doze petrolíferas começaram a firmar nesta quarta-feira (2) 44 novos contratos com o governo da Bolívia, que passa a controlar integralmente a produção interna e a comercialização de petróleo e gás. A entrada em vigor de novos contratos com as multinacionais do setor foi festejada ontem pelo presidente do país, Evo Morales, durante as festas de 1º de Maio, Dia do Trabalho. Os acordos entram em vigor seis meses após terem sido assinado os originais e um ano e um dia depois de Morales ter anunciado a nacionalização dos hidrocarbonetos. O presidente da companhia petrolífera hispano-argentina Repsol YPF, Luis García Sánchez, foi um dos primeiros a assinar documentos com seu colega da empresa estatal YPFB (Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos), Guillermo Aruquipa.Na Prefeitura de La Paz estão também representantes da Petrobras, da franco-belga TotalFinaElf, British Gas e de outras multinacionais. Depois das assinaturas, Aruquipa e os executivos das petrolíferas irão ao Palácio Quemado, sede da Presidência boliviana, para um ato de protocolo com Morales. A demora na entrada em vigor dos novos contratos ocorreu por causa de a uma longa e traumática ratificação parlamentar, que teve que ser repetida neste ano devido a erros cometidos por subalternos de Morales na primeira ocasião, em novembro passado, entre outras incidências. Esses erros, que incluíram o envio ao Congresso de documentos diferentes dos assinados em outubro com algumas petrolíferas, custaram o cargo do anterior presidente de YPFB, Manuel Morales Olivera, terceiro dos quatro que a empresa teve durante o ano após o anúncio da nacionalização. Ao fazer o anúncio oficial ontem, Morales afirmou que, além do setor de petróleo e gás, as medidas também afetarão o setor de telefonia e a criação de um banco de fomento. A estatal boliviana YPFB afirma que as exportações de gás natural para o Brasil não serão afetadas pela interrupção simbólica. Segundo a Petrobras, nada muda na relação com a Bolívia, pois o país já havia concordado, no ano passado, com a reestatização dos ativos de petróleo e gás. A Petrobras afirmou ainda que continua a negociar o preço do ressarcimento da nacionalização de duas de suas refinarias (Villaroel, em Cochabamba, e Guillermo Elder Bell, em Santa Cruz de La Sierra). O impasse ocorre porque a Bolívia quer pagar um preço inferior ao valor de mercado. Ontem, o presidente da estatal brasileira, José Sérgio Gabrielli, disse que a vigência dos novos contratos, assinados entre as operadoras estrangeiras e a estatal YPFB, é positiva. A companhia passará a pagar menos impostos e dividirá custos e lucros com a YPFB. "As negociações continuam desde maio de 2006 até agora e esperamos achar uma boa solução", afirmou Gabrielli em entrevista coletiva em Houston, nos Estados Unidos, onde participa da Offshore Technology Conference (OTC), maior evento da indústria de petróleo offshore no mundo. Durante o anúncio de terça-feira, Evo Morales também mandou um recado, sem citar o nome, à empresa brasileira. "Algumas empresas dizem que vão nos processar no CIADI [Centro Internacional para Arbitragem de Disputas sobre Investimentos]. Mas nós decidimos sair do CIADI porque só os Estados Unidos saíram vitoriosos neste organismo de arbitragem internacional. Todos os demais perderam e as empresas sempre saíram ganhando", afirmou.Morales disse ainda que se as empresas nacionalizadas pedem segurança jurídica, a Bolívia pede respeito às suas leis.O ministro de Hidrocarbonetos do país, Carlos Villegas, porém, foi mais cuidadoso em suas declarações. "Um país precisa de investimentos e, por isso, não queremos confiscos, mas negociações, deixando claro que a maioria [acionária] sempre será da Bolívia." Efe. Folha Online.

ÁLCOOL (ETANOL) BRASILEIRO: "O ÁLCOOL É NOSSO!" [?]

Etanol brasileiro é opção melhor, diz esboço do IPCC.

BANGCOC - A versão integral da terceira parte do relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) da Organização das Nações Unidas (ONU) deve mencionar que o etanol feito de cana-de-açúcar, como é produzido no Brasil, é ambientalmente uma opção melhor que o etanol feito de milho, principal fonte do biocombustível nos Estados Unidos, de acordo com um documento ao qual a BBC Brasil teve acesso. O texto integral serve de base para o sumário que sugere novas políticas ambientais (Summary for Policy Makers, SMP em inglês). Representantes de mais de 120 países estão reunidos em Bangcoc, na Tailândia, para estabelecer as conclusões do SMP da terceira parte do relatório anual do IPCC, que deve ser divulgado na próxima sexta-feira, 4. O documento também deve recomendar aos países o uso em larga escala de outras formas de biocombustível e que haja um se esforço para popularizar o consumo de etanol e de outros combustíveis à base de biomassa dentro dos próximos 15 anos. Segundo Stephan Singer, chefe da unidade de políticas energéticas da organização não-governamental WWF, o Fundo Mundial para a Natureza, o etanol proveniente do milho é claramente mais nocivo ao meio ambiente do que o feito da cana. “A produção do etanol feito do milho depende de agricultura intensa e utiliza muitos pesticidas, fertilizantes, que liberam gases causadores do efeito estufa como N2O (óxido nitroso).” “Algumas pesquisas tem indicado que em termos de emissões de carbono, na média, o etanol americano produzido do milho pode ser até pior que o petróleo”, disse Singer à BBC Brasil. Em um estudo divulgado no começo deste ano, a organização não-governamental alemã Global Nature Fund sugere que o cultivo de cana-de-açúcar para produção de etanol está causando desmatamento na região do Pantanal. Mas segundo Singer, da WWF, o etanol brasileiro não é a principal causa do desflorestamento. Ele aponta a indústria pecuária como razão do problema e defende a produção sustentável do biocombustível. “Nós fazemos campanha para que o etanol vendido na Europa tenha um certificado de qualidade atestando que não é proveniente de áreas desmatadas.” “Se o Brasil se esforçar para produzir etanol de maneira sustentável para o mercado europeu, e ele é capaz disso, acredito que há uma grande oportunidade de se gerar riqueza no Brasil com isso”, conclui Singer. O SMP é uma versão resumida com as recomendações que os países participantes devem se comprometer a adotar, e por isso, a redação de seu conteúdo é sempre antecedida por intensa negociação diplomática. Esta versão resumida do documento, à qual a BBC Brasil teve acesso, deve fazer referência a um maior uso de biocombustíveis, mas não deve especificar o etanol “made in Brazil”. No capítulo de transportes, o resumo deve propor metas como a economia obrigatória de combustível, o investimento em transporte público, criação de impostos sobre automóveis e o estabelecimento de padrões para as emissões de gás carbônico até 2030. BBC BRASIL.com

CENTRAIS SINDICAIS: CUT, FORÇA SINDICAL ["... DE MUITO U$ADA A FACA JÁ NÁO CORTA"]

Nunca na história desse país a máquina dos sindicatos esteve tão atrelada ao Estado. Neste Dia do Trabalhador, as duas centrais mais pujantes –CUT e Força Sindical—arrastaram multidões em São Paulo. Mais de 1,5 milhão de pessoas. Foram atraídas ora pelo sorteio de prêmios ora pela presença de artistas populares. Os interesses reais dos trabalhadores não compareceram às duas festividades. As centrais parecem, no momento, mais interessadas em obter vantagen$ para elas próprias. Para a malta, de concreto, ouviram-se apenas promessas de criação de uma espécie de bolsa viagem. Viagem instantânea, imediata, só a reforma trabalhista obteve. Foi transportada para as calendas. Todos desejam vê-la bem longe da cena política brasileira. Recorde-se, por oportuno, uma promessa feita por Lula na já longínqua campanha presidencial de 2002. Em debate com José Serra, então candidato do PSDB, Lula desfiara um rosário de promessas. Entre elas a reforma tributária, que seria enviada ao Congresso no segundo semestre de 2003. Não foi. Entre elas também a reforma da legislação trabalhista. Lula falava, então, da necessidade de modificar a CLT, adequando-a “à realidade atual”. Não moveu uma mísera palha nessa direção. No mesmo debate, Lula disse: “Quero que as pessoas cobrem de mim” os compromissos assumidos. Para facilitar a cobrança, o signatário do blog disponibiliza aos interessados, no vídeo abaixo, um trecho do lero-lero daquele Lula de 2002. Uma conversa fiada que o Lula de 2007 parece ter esquecido. Falta ao presidente um Lula de 1980, sindicalista de barba desgrenhada, com cara feia e voz estridente. Alguém com autoridade para dizer-lhe que tabus e dogmas não enchem a geladeira de ninguém. Enquanto esse sindicalista não vem, sob o discurso da pretensa defesa dos direitos trabalhistas, move-se uma legião de brasileiros que, empurrados para a informalidade, não dispõem de nenhum tipo de direito. Os operários retratados por Tarsila do Amaral, hoje dispersos pelos mais diversos setores da economia, nunca estiveram tão desamparados. Trafegam a esmo entre o desemprego e o subemprego informal. Folha Online, Blog do Josias.

JOSÉ RAINHA/MST: BIODIESEL & "CIRCUS"

Rainha terá verba do governo para fabricar biodiesel. Líder dos sem-terra lança projeto no Pontal e anuncia parceria com estrangeiros para escoar a produção.

O líder do Movimento dos Sem-Terra (MST) José Rainha Júnior reuniu 3 mil assentados da reforma agrária ontem, em Mirante do Paranapanema, para lançar um projeto de biodiesel no Pontal, oeste do Estado. Sob uma lona de circo, montada no Assentamento São Bento, ele anunciou uma parceria inédita com empresas estrangeiras ligadas ao agronegócio para escoar a produção. De acordo com o líder sem-terra, o plano tem o aval do presidente Lula e prevê aporte de dinheiro público: o governo pagará um salário mínimo por mês a cada família participante e deve bancar ainda a instalação das lavouras, a um custo de R$ 50 milhões em dez anos. Será plantado o pinhão manso, oleaginosa que a Unicamp considera apropriada para ser cultivada na região. Rainha, que já foi investigado pelo suposto desvio de dinheiro público repassado a uma cooperativa de assentados, garantiu que os recursos serão bem empregados. Ele disse que o salário mínimo mensal será pago durante os três primeiros anos. “É para a família se manter até começar a produção.” Os assentados, entre eles conhecidos militantes do movimento que lideraram invasões de fazendas na região, fizeram fila para assinar uma lista de adesão ao biodiesel. A região concentra o maior número de famílias assentadas - 6,8 mil - e lidera os conflitos fundiários no Estado. Os sem-terra dividiram o espaço sob a lona com representantes dos governos estadual e federal, além de três deputados e vários prefeitos da região.Estiveram presentes sindicalistas rurais da Central Única de Trabalhadores (CUT) e dois empresários europeus: João Cardoso, presidente da Torryana Biodiesel, de Portugal, e Palmiro Soriano, presidente de uma associação de produtores da Espanha. Eles manifestaram interesse em participar da construção da fábrica. Rainha quer que a Federação das Associações dos Assentados e Agricultores Familiares do Oeste Paulista (Fafop), criada para representar os assentados, detenha o controle de 60% da indústria. O líder, que ficou alheio às invasões do “abril vermelho” do MST, elogiou o presidente Lula, mas considerou indispensável o apoio do governador de São Paulo, José Serra (PSDB). O estudo foi feito por técnicos ligados à Unicamp e apresentado aos Ministérios do Desenvolvimento Agrário, do Trabalho e do Meio Ambiente, Banco do Brasil, Petrobrás e Caixa Econômica Federal - todos mandaram representantes. A idéia é começar com 2,5 hectares por família, devendo chegar a 60 mil hectares em dez anos. Segundo Rainha, as famílias teriam assegurada uma renda média de R$ 1,2 mil por mês. “Queremos vender o óleo, não a baga”, disse.Apesar das bandeiras do movimento tremulando em mais de 30 mastros, o MST não deu aval para o projeto. Nenhum dirigente compareceu ao evento. “Esse é um projeto do Rainha e da federação, não é do MST”, disse Valmir Rodrigues Chaves, da direção nacional. José Maria Tomazela, MIRANTE DO PARANAPANEMA, O Estadão.

OPERAÇÃO "HURRICANE": AS MEDÉIAs & HIDRAs NO PODER!


Reunido com auxiliares e familiares, na noite desta terça-feira (1), o ministro Paulo Medina, do STJ, disse ter decidido encaminhar ao tribunal um pedido de licença. Deseja obter autorização para afastar-se temporariamente de suas funções. Mas quer continuar recebendo normalmente o salário, que é de R$ 23,2 mil mensais. Alega que o contracheque é sua única fonte de rendimentos. Medina desistiu de pedir aposentadoria, uma hipótese que chegara a cogitar na última sexta-feira. Concluiu que, passando à inatividade, preservaria o salário. Porém, perderia a condição de ministro. E, em conseqüência, seria privado de uma regalia constitucional: o privilégio de foro. Pela Constituição, ministros do STJ só podem ser processados e julgados no STF. Uma eventual aposentadoria de Medina forçaria o Supremo a enviar o processo para um juiz federal de primeira instância. Como há outros juízes mencionados na denúncia, o julgamento do processo teria de ser realizado no próprio STJ, a "casa" de Medina. Algo que nem o ministro nem o advogado dele, Antonio Carlos de Almeida Castro, desejam. A reunião em que Medina expôs os seus planos terminou perto da meia-noite. O ministro pediu à assessoria de seu gabinete que verifique se o plano de tirar uma licença com vencimentos tem amparo no regimento interno do STJ. Numa primeira análise, constatou-se que o regimento do tribunal seria omisso em relação ao tema. Nesta quarta-feira (2), Medina terá novo encontro, em seu apartamento, com auxiliares e com Almeida Castro, o advogado dele. Nessa conversa, pretende fechar os termos do pedido de afastamento que irá encaminhar ao STJ. Deseja fazê-lo antes que o tribunal decida abrir sindicância interna contra ele. Medina alega que seu pedido de licença visa poupar o STJ de constrangimentos. Porém, se o plano do ministro for levado adiante, o tribunal passará a conviver com um novo embaraço: bancará o salário de um juiz que, além de não trabalhar, carrega sobre os ombros a suspeita de ter comercializado sentenças. Por ora, Medina encontra-se formalmente afastado do tribunal graças a uma licença médica cujo prazo de validade expira em 15 de maio. Também nesta quarta, Medina espera que Cezar Peluso, relator do caso dele no STF, defira um pedido formulado por Almeida Castro. O advogado do ministro requereu a prorrogação, por mais 15 dias, do prazo para a apresentação da defesa. Alega que precisa de mais tempo para analisar um aditamento à denúncia, feito pelo Ministério Público na sexta-feira (27). Foi por meio desse aditamento que Virgílio Medina, irmão do ministro, inicialmente denunciado na Justiça Federal do Rio, foi incluído também na denúncia que corre no Supremo. Almeida Castro escora o pedido de prorrogação do prazo para a apresentação das explicações de seu cliente no princípio constitucional da “ampla defesa”. A principal acusação que pesa contra Medina é a de ter emitido uma sentença em troca de propina paga pela máfia do jogo. A “vantagem indevida” –expressão usada pelo procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza—teria sido negociada por Virgílio Medina, o irmão do ministro. Além da denúncia formal, o Medina vem colecionando dissabores. Nesta terça-feira (1), noticiou-se, por exemplo, mais uma suspeita contra ele. Escrito por Josias de Souza, Folha Online.

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

CUT poupa Lula, critica governo de São Paulo e promete greve. O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Artur Henrique, rebateu nesta terça-feira as críticas feitas pelo secretário do Trabalho de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, dizendo que ele deveria se preocupar em fazer com que acordos trabalhistas fossem respeitados. A festa do Dia do Trabalho da central foi realizada no centro de São Paulo e reuniu cerca de 800 mil, segundo a organização. Folha Online.
Escuta mostra Medina revelando voto e orientando advogado. Escutas telefônicas realizadas pela Polícia Federal na Operação Hurricane mostram que o ministro Paulo Medina, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), antecipou seu voto em um processo do qual era relator a um colega ligado à pessoa envolvida no caso. A conversa ocorreu no dia 1º de dezembro de 2006; Medina foi procurado em seu celular pelo presidente do conselho deliberativo do Minas Tênis Clube, Paulo Eduardo Almeida de Mello. Roberto Fonseca, O Estadão.
Ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares aparece na festa da CUT. O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, que montou o esquema irregular de financiamento que ficou conhecido como "valerioduto", passou rapidamente nesta terça-feira (1º) pela festa do Dia do Trabalho realizada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores), em São Paulo. Folha Online.
Peleguismo sindical sepulta reforma trabalhista. Nunca na história desse país a máquina dos sindicatos esteve tão atrelada ao Estado. Neste Dia do Trabalhador, as duas centrais mais pujantes –CUT e Força Sindical—arrastaram multidões em São Paulo. Mais de 1,5 milhão de pessoas. Foram atraídas ora pelo sorteio de prêmios ora pela presença de artistas populares. Folha Online, Josias de Souza.
Polícia prende 11 em operação contra sonegação de impostos. Onze pessoas foram presas nesta quarta-feira como parte da Operação Viveiro, deflagrada durante a madrugada pela Polícia Civil, com o objetivo de desmantelar uma quadrilha de sonegação de impostos que atuava nos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul. As investigações foram feitas em conjunto com a Receita Federal, que não participa das prisões nesta quarta. Solange Spigliatti e José Patrício. O Estadão.
Petrobras diz que não houve novidades na Bolívia. "A novidade é que o 1º de maio não trouxe novidade", disse o diretor de gás e energia da estatal sobre entrada em vigor dos novos contratos de exploração. PORTO ALEGRE - O diretor de gás e energia da Petrobras, Ildo Sauer, disse nesta quarta-feira, 2, que não houve surpresas nos últimos movimentos do governo boliviano, que divulgou na terça a formalização dos novos contratos de exploração de petróleo e gás no país. Sandra Hahn, O Estadão.

DIA DO TRABALHO: COM AS CENTRAIS "COMENDO NA MÃO", FICA FÁCIL!

Centrais poupam Lula e fazem atos pró-governo no Dia do Trabalho. Com a adesão do PDT à coalizão governista, Força segue a CUT e evita críticas à administração do presidente.

Apesar de o Dia do Trabalho ter se tornado palco histórico de reivindicações e críticas ao governo, as comemorações do 1º de Maio deste ano selaram o namoro entre movimento sindical e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As festas das duas maiores centrais, CUT e Força Sindical, em São Paulo, tiveram ares de ato pró-governo. A CUT, tradicionalmente alinhada a Lula, aproveitou a ocasião para destacar a importância de um “trabalhador” ter chegado ao Palácio do Planalto. Já a Força, que costumava se encarregar de críticas mais duras, demonstrou que a adesão do PDT à coalizão governista afetou sua relação com a administração federal. O próprio ministro do Trabalho, Carlos Lupi, hoje é um pedetista. Os primeiros sinais de que as festas deixariam ataques em segundo plano apareceram há alguns dias, com a confirmação de que os ministros Lupi e Luiz Marinho (Previdência), além do presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), compareceriam aos dois eventos. Marinho cancelou na última hora, mas os outros dois cumpriram a promessa de comparecer. O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, não chegou nem perto de repetir os ataques feitos a Lula no ano passado, quando disse que o presidente estava “no mundo da lua”. Dessa vez, ele elogiou a recuperação do salário mínimo e agradeceu o veto do presidente à Emenda 3 do projeto que cria a Super-Receita.Entre as críticas, ele condenou a política econômica e o reajuste de 3,3% a aposentados, além da intenção do governo de contemplar servidores com reajuste anual de 1,5%. Mas, ao final, Paulinho disse ter a certeza de que Lula irá “olhar para os trabalhadores neste momento”. “Quando você tem espaço de negociação, não precisa xingar ninguém”, disse, ao ser questionado sobre o tom ameno do discurso.O ministro Carlos Lupi minimizou a mudança no tom da festa da Força. “A gente às vezes está no mundo da lua e depois vem para o mundo real”, disse, sobre as falas de Paulinho no ano passado. Na festa da CUT, ele adotou a ironia ao ser questionado se a festa estaria virando chapa-branca. “Este é um governo que, ao contrário do passado, ouve as centrais o tempo todo. E a placa do meu carro não é branca, é amarela como a de todo mundo”, afirmou, errando a cor cinza usual das placas. Tanto na Força quanto na CUT, as críticas envolvendo a Emenda 3 se destinavam ao Congresso. Sobrou ainda para o governador José Serra (PSDB), atacado pela demissão de sindicalistas que na semana passada protestaram contra a regra. “Quero pedir uma grande vaia ao governo Serra pela demissão dos sindicalistas do Metrô”, disse o presidente da CUT paulista, Edílson de Paula. Tanto Paulinho quanto o presidente nacional da CUT, Arthur Henrique da Silva, insistiram que sabem reconhecer acertos do governo federal, mas não deixam de criticar quando necessário. Ainda assim, o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) apontou uma “acomodação” das centrais no governo Lula. “Está faltando avermelhar o 1º de Maio, ele está amarelando”, disse. A tese foi levantada pelo secretário do Trabalho paulista, Guilherme Afif Domingos. “Temos de ter uma pitadinha, não de oposição, mas de senso crítico.” Clarissa Olivei O Estadão.

terça-feira, maio 01, 2007

1º DE MAIO: DIA DO TRABALHO



NOSSA HOMENAGEM SINGELA, PORÉM SINCERA, À TODOS OS TRABALHADORES QUE COMPREENDEM A MÁXIMA CRÍSTICA: "GANHARÁS O TEU PÃO [HONESTAMENTE] COM O SUOR DO TEU ROSTO...".


HOMENAGEANDO A "POLÍCIA FEDERAL", ESTAREMOS HOMENAGEANDO TODAS AS CORPORAÇÕES CIVIS E MILITARES QUE ESTÃO SE EMPENHANDO O MÁXIMO (AINDA QUE CONTRARIANDO MUITOS INTERESSES...) PARA TENTAR RECUPERAR A MORAL E A ÉTICA NESTA NAÇÃO.