A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quarta-feira, outubro 17, 2007
PEC/CPMF: TRAMITAÇÃO LENTA NO SENADO
"O que se entende é que do jeito que está, a matéria não passará no Senado. Ela precisará de aperfeiçoamento. Esse tipo de possibilidade vai ser construído entre os partidos da base, da oposição e o governo", disse ele após reunião com líderes partidários.
No entanto, Viana afirmou acreditar num entendimento para votar a proposta a tempo --se não for prorrogada, a cobrança termina em 31 de dezembro. "A CPMF, a expectativa é boa. Houve extrema responsabilidade política no entendimento da matéria." O Planalto acenou hoje com a possibilidade de reduzir a alíquota da CPMF a partir de 2009. Para 2008, o governo quer manter a alíquota em 0,38% --o que garantirá uma arrecadação de R$ 39 bilhões com o chamado imposto do cheque. "O governo menciona [reduzir a alíquota da CPMF]", respondeu ministro Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) ao ser questionado sobre a negociação do governo com a oposição. "Pode ser daqui um ano para começar em 2009. Para fazer uma longa caminhada tem que dar o primeiro passo." O presidente em exercício, José Alencar, disse que qualquer alteração de alíquota não pode ocorrer agora porque atrasaria a tramitação da PEC. É que se o texto for alterado no Senado, precisa retornar para aprovação na Câmara dos Deputados. "Se houver qualquer mudança no que foi aprovado na Câmara, o projeto, por força regimental, tem que voltar à Câmara, e voltando à Câmara, não dá mais tempo para aprovar neste ano. Então, entraria na noventena, o que equivale a dizer que, mesmo que aprovada no início do ano, nós só teríamos condições de fazer prevalecer depois de três meses. E isso não é bom porque retira do Orçamento uma parcela igual a 1/4 daquilo que a CPMF representa", disse Alencar.
Estratégia
O governo federal vai enviar amanhã sua tropa de choque ao Senado para tentar convencer os senadores a acelerarem a votação da PEC da CPMF. O vice-presidente José Alencar e os minisstros Guido Mantega (Fazenda), Paulo Bernardo (Planejamento) e José Gomes Temporão (Saúde) vão se reunir com o presidente interino do Senado, Tião Viana (PT-AC), e com os líderes partidários. O encontro é uma tentativa de pressionar os parlamentares a colocarem a PEC em votação até o final de novembro, para que não deixe de vigorar em 31 de dezembro deste ano --quando perde a validade. Apesar da pressão, os partidos de oposição no Senado não estão dispostos a aceitar a proposta do governo para acelerar a tramitação da PEC. DEM e PSDB prometem seguir o cronograma da relatora da matéria, senadora Kátia Abreu (DEM-TO), para retardar ao máximo a votação da PEC. "Eu acho mais fácil a Gisele Bündchen querer casar comigo e a minha mulher concordar [que agilizar a tramitação da PEC]. Nosso cronograma é seguir a relatora", disse o líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM). A oposição defende a redução na alíquota de 0,38% da CPMF como condição para votar a matéria, além de projetos que desonerem a carga tributária nacional. Os governistas, por sua vez, insistem que o governo não vai modificar a proposta aprovada na Câmara --que prevê a alíquota de 0,38% para a CPMF. Mas estão dispostos a negociar projetos paralelos que reduzam a carga tributária do país.
"O governo tem espaço para discutir novas proposições para melhorar o quadro tributário nacional, sem a necessidade de mexer no texto", disse o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).
CÂMARA "DOS" DEPUTADOS: EFICIÊNCIA À TODA PROVA
OPERAÇÃO PERSONA: "CISCO SYSTEMS" [O "FISCO" NA "CISCO"]
Estadão, Adriana Fernandes e Vannildo Mendes.1610
Paraíso fiscal
Segundo as autoridades brasileiras, a organização conseguia trazer produtos da matriz, nos Estados Unidos, para a filial, no Brasil, usando empresas de fachada com sede em paraísos fiscais - Panamá, Bahamas e Ilhas Virgens. Estavam registradas em nome de brasileiros de baixo poder aquisitivo: os “laranjas”. Nas operações, a Cisco é suspeita de usar notas fiscais falsas, de simular operações comerciais e de subfaturar importações.
Alfândega
Mas o suposto esquema não terminaria só com laranjas e documentação fraudulenta. As mercadorias chegavam pelo aeroporto de Salvador (BA), onde funcionários da alfândega são suspeitos – e investigados – por facilitar a entrada do equipamento e encaminhar os produtos para São Paulo. Segundo a RF, toda a estrutura comercial foi criada por um escritório internacional de advocacia, com sede no Panamá. A página eletrônica confirma ser especializada em montar e administrar empresas em paraísos fiscais. Entre os clientes, está a Cisco. “O esquema é extremamente complexo. Outro ponto que impressionou nessa investigação é o envolvimento de uma multinacional que era beneficiária final do esquema ao conseguir colocar no mercado brasileiro equipamentos importados a um preço muito inferior ao que deveria ser praticado”, explica Gerson Schaan, coordenador-geral de pesquisa e investigação da RF.
R$ 1,5 bilhão
Foram dois anos de investigações da operação “Persona”, nome da máscara usada pelos atores do teatro grego. A RF calcula que, entre impostos sonegados, multas e juros tenham sido desviados cerca de R$ 1,5 bilhão. Com o suposto esquema, a multinacional conseguia vender produtos no Brasil a preços mais baixos. Segundo a polícia, mais de 30 empresas estão envolvidas na fraude em todo o país. Entre elas estaria a Mude, uma das maiores distribuidoras da Cisco. “Até o momento, temos 40 presos, US$ 290 mil, R$ 240 mil, cerca de US$ 10 milhões em mercadorias, um avião e 18 veículos”, contabiliza Érika Tatiana Nogueira, delegada da PF em São Paulo.
Do G1, em São Paulo, com informações do Jornal da Globo.
TSE/FIDELIDADE PARTIDÁRIA: TROCA-TROCA RESTRITA
A decisão do STF
O STF decidiu que os eleitos que trocaram de legenda após 27 de março estão sujeitos a devolver os mandatos aos partidos pelos quais se elegeram. O Supremo julgou três mandados de segurança propostos por DEM, PPS e PSDB, que pediam de volta 23 mandatos. E anistiou quem mudou de partido antes de 27 de março. Nos casos de infidelidade após essa data, as legendas terão de encaminhar à corte eleitoral um pedido de investigação para comprovar a troca de legenda. Caberá ao TSE a palavra final: se cabe ou não punição para o "infiel". O tribunal vai editar uma resolução com normas para a tramitação dos processos. Ao dar a resposta para essa indagação, o TSE respondeu, também, a outra consulta semelhante, feita pelo PRTB em março. O partido perguntou ao tribunal se os efeitos da decisão relativa à consulta do DEM a respeito dos eleitos em eleições proporcionais que mudaram de legenda após 2006 podem ser aplicados também aos eleitos no pleito majoritário. "A decisão adotada poderá ser extensiva aos cargos majoritários, in casu, presidente, vice-presidente, senador e suplentes, governadores e vice-governadores, prefeitos e vice-prefeitos?", perguntou o partido. Ao responder à consulta do DEM, em 27 de março, o TSE decidiu que os mandatos pertencem aos partidos políticos e não aos eleitos. Na semana passada, o STF ratificou a decisão, mas com a ressalva de que a regra entrou em vigor somente a partir dessa data.
terça-feira, outubro 16, 2007
MULTINACIONAIS/REMESSA DE LUCROS: O QUE ERA BOM, FICOU MELHOR
Segundo a reportagem, entre 2003 e 2006, no primeiro mandato de Lula, a cada US$ 10 que entraram no Brasil, outros US$ 6 foram enviados ao exterior como ganho às sedes. Nos quatro últimos anos da gestão FHC foram remetidos US$ 2 para cada US$ 10 que entraram no país. No primeiro mandato de FHC -- entre 1995 e 1998-- foram remetidos US$ 2,5.
O ingresso de investimentos estrangeiros entre 2003 e 2006 somou US$ 62,1 bilhões, enquanto as remessas foram de US$ 37,8 bilhões, conforme os números do BC, informa a Folha. O BC revisou em setembro das projeções para as contas externas para este ano e as previsões para 2008. A previsão de remessa de lucros e dividendos deste ano foi ampliada de US$ 15,7 bilhões para US$ 16,5 bilhões. Para o ano que vem, o BC aposta em saídas de US$ 16,8 bilhões.
Em relação ao saldo das receitas e despesas com viagens internacionais, a expectativa é que o saldo fique negativo neste ano em US$ 2,8 bilhões, contra US$ 1,8 bilhão esperado anteriormente. Para o ano que vem, é de US$ 2,5 bilhões. Os investimentos estrangeiros diretos irão chegar a US$ 32 bilhões em 2007 --contra US$ 25 bilhões esperados anteriormente-- e US$ 28 bilhões no ano que vem. O BC revisou também a projeção para o saldo de transações correntes --foi reduzido de US$ 10,7 bilhões para US$ 7,8 bilhões. A previsão para o saldo da balança comercial foi mantido em US$ 40 bilhões, mas as projeções de exportações e importações foram elevadas para, respectivamente, US$ 155 bilhões e US$ 115 bilhões --contra US$ 152 bilhões e US$ 112 bilhões respectivamente na projeção anterior. Para o ano que vem, a expectativa de saldo na conta corrente é de US$ 3,2 bilhões, co saldo comercial de US$ 34 bilhões (exportações de US$ 167 bilhões e importações de US$ 133 bilhões) e déficit na conta de serviços e rendas de US$ 35,3 bilhões.
RENAN CALHEIROS [In:] ... OU TUDO OU NADA!
As denúncias contra Renan
O senador Renan Calheiros, presidente afastado da casa, responde a cinco processos no Conselho de Ética do Senado. Em votação secreta e bastante conturbada realizada no dia 12 de setembro, o parlamentar foi absolvido no primeiro processo, em que era acusado de utilizar um lobista de uma empreiteira para pagar pensão à jornalista Mônica Veloso, com quem tem uma filha.
A presidente do PSOL, Heloísa Helena, disse no domingo (14) que poderá ingressar com nova representação contra Renan Calheiros (PMDB-AL) nesta terça-feira para investigar denúncia de liberação de emendas parlamentares para obras, supostamente realizadas por uma empresa fantasma. Reportagem publicada no jornal “O Estado de São Paulo” indica que a empresa KSI teria recebido R$ 280 mil em 2005, por meio de uma emenda do senador Renan Calheiros, à construção de 28 casas em Murici, cidade cujo prefeito, Renan Calheiros Filho (PMDB), é o filho do presidente licenciado do Senado. Segundo o jornal, a KSI, porém, não funciona nos endereços informados à Receita Federal e o proprietário da empresa fantasma seria José Albino de Freitas, ex-assessor do parlamentar alagoano. Albino disse ao jornal que era apenas o procurador da suposta empreiteira e que o verdadeiro dono se chama José Viegas. Os recursos que caíram nos cofres da KSI teriam saído de convênio firmado entre a prefeitura de Murici e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) em 2004, segundo a reportagem.
*Com informações da Agência Senado
Do G1, em São Paulo, com agências*; 1610.
COPOM & INFLAÇÃO DE DEMANDA: TEORIA = PRÁTICA
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
G1. Globocom. 1610.

RENAN CALHEIROS: "GONE WITH THE WIND"?
O Senado também perde com a licença. Segundo decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), no período de afastamento do titular, o exercício da presidência do Congresso passa a ser exercido pelo primeiro vice-presidente da Câmara - deputado Nárcio Rodrigues (PSDB-MG) - ao qual compete, por exemplo, convocar sessão conjunta para, se for o caso, examinar vetos presidenciais. Apesar de não ser o primeiro presidente do Senado a se licenciar - em julho de 2001, Jader Barbalho (PMDB-PA) fez o mesmo - Renan terminou por provocar algumas situações inusitadas, como é o caso da mudança da residência oficial. Como nunca morou ali, Jader se limitou a ficar na sua própria casa e não criou precedente. Essas e outras brechas devem ser supridas no trabalho que está em curso na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Ali já foi aprovado o afastamento obrigatório e temporário de todos os membros da Mesa Diretora denunciados por quebra de decoro parlamentar. Resta agora especificar quais são os direitos que eles continuarão exercendo.
segunda-feira, outubro 15, 2007
ELEIÇÕES & OPOSIÇÃO: "QUE oposição???"
Para o senador Arthur Virgílio, líder do PSDB na Casa, a idéia de Lula tentar um terceiro mandato "esclerosa as veias da renovação política". "As pessoas acabam mexicanizando o Brasil, e digo mexicanizando para ser elegante, pois tenho medo mesmo é de uma venezualização", afirmou, em referência ao presidente Hugo Chávez. O senador tucano não descarta levantar a discussão sobre a possibilidade de se mudar as regras vigentes, fixando prazo máximo de dois mandatos para os presidentes ficarem no poder. O líder do DEM na Câmara, deputado Onyx Lorenzoni (RS), ainda duvida que Lula tenha realmente descartado a possibilidade de promover uma mudança na legislação para tentar ser candidato novamente já em 2010. Na entrevista, Lula disse que esta hipótese "não existe". "O presidente tem inúmeras vezes dito uma coisa e feito outra", afirmou. Para o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), o presidente deveria estar preocupado em governar bem. "Antes de ele falar em 2014, ele tem que governar até 2010, e governar bem. Pode até ter ambição, mas antes tem que governar bem até 2010, o que na minha opinião acho que ainda não ocorre", afirmou. Líderes governistas saíram em defesa do presidente. Para Romero Jucá (PMDB-RR), o fato de Lula afirmar que cogita voltar em 2014 tem um simbolismo grande, porque abafa "a paranóia de alguns", que acreditam que ele pode tentar ficar no poder em 2010.
2010: JOSÉ SERRA vs. "..."
Em terceiro lugar aparece outro governador do PSDB, Aécio Neves, com 9,8% das intenções de voto. O tucano foi seguido por Ciro Gomes (PSB), com 9,4%, e pela presidente do PSOL, Heloísa Helena, com 6,1%.
Em uma lista apresentada aos eleitores com 22 candidatos em ordem alfabética, a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy foi o nome do PT melhor posicionado na pesquisa, com 2,2%, aparecendo em sétimo lugar. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso aparece na frente da petista, em sexto lugar, com 4,7% das intenções de voto. Também aparecem na lista: Sérgio Cabral, do PMDB (2%), Tarso Genro, do PT (1,6%), Jaques Wagner, do PT (1%), Pedro Simon, do PMDB (0,8%), Cesar Maia, do DEM (0,7%), Dilma Rousseff, do PT (0,7%), Arlindo Chinaglia, do PT (0,3%) e Nelson Jobim, do PMDB (0,2%).
A CNT/Sensus questionou os entrevistados sobre se votariam no candidato à Presidência da República apoiado ou indicado por Luiz Inácio Lula da Silva. No total, 32,4% afirmaram que somente conhecendo o candidato poderiam decidir, enquanto 27,3% afirmaram que não votariam no candidato do presidente. Outros 25,4% poderiam votar, e 10,8% votariam no nome indicado por Lula. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em 136 municípios do país, entre os dias 8 e 12 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
"Gestão tucana"
O presidente do PSDB em São Paulo, deputado Mendes Thame (SP), disse que o resultado da pesquisa mostra "claramente" o desejo da população pela "gestão tucana". Porém, ressaltou que a preferência por candidatos tucanos é uma é apenas uma "fotografia do momento. "Temos de ter seriedade e o momento recomenda manter a cautela. Estamos muito longe das eleições presidenciais. Vamos primeiro buscar um bom desempenho nas eleições municipais, do próximo ano. Depois, passamos a pensar em 2010".
RENAN CALHEIROS & PSOL: UM AMOR DE VERÃO
Luciana Nunes Leal e Eugênia Lopes. 1510
EUA: PRÊMIO NOBEL DA ECONOMIA/2007

Justificativa
Em resumo, a teoria dos três economistas "nos permite distinguir as situações nas quais os mercados funcionam bem daquelas em que funcionam mal", destaca a Academia Real de Ciências sueca. O Nobel de Economia oferece 10 milhões de coroas suecas (US$ 1,5 milhão) aos vencedores e será entregue junto com os outros prêmios em 10 de dezembro, aniversário da morte de seu fundador, Alfred Nobel. (Com informações da AFP e da EFE). 1510
CPMF: TODOS OS ESFORÇO$
CPMF: sem acordo
A oposição já anunciou que não pretende colocar nenhum obstáculo para a votação em plenário das propostas que aguardam na fila. Mas o líder do Democratas, José Agripino (RN), avisou que a CPMF fica de fora do acordo. “O Senado volta a normalidade. É um clima em que as pessoas podem dialogar. O que não significa que vamos colocar o pé no acelerador em matérias como a CPMF”, resumiu Agripino. Agripino rejeita qualquer possibilidade de solicitar à relatora do "imposto do cheque" na CCJ, Katia Abreu (DEM-TO), que abrevie a tramitação da matéria. Ela tem, conforme prevê o regimento, até o final de outubro para apresentar o parecer, que deve ser votado na comissão antes do encaminhamento ao plenário da Casa. “Seria constrangê-la, o que o partido não vai fazer. A votação ocorrerá no prazo regimental”, explica o líder do Democratas. Abreu já antecipou que fará um parecer contrário à prorrogação do tributo. O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), respondeu e anunciou que apresentará um voto em separado na CCJ, favorável à aprovação da proposta. Se a CPMF não for aprovada até o final de dezembro, o governo terá que paralisar a cobrança por 90 dias, a partir da data de promulgação da Emenda Constitucional.
Novas denúncias
No encontro desta segunda, a Mesa decidirá pelo encaminhamento ou não ao Conselho de Ética da representação número cinco, impetrada pelo Democratas e PSDB, contra Renan Calheiros. Os partidos acusam o alagoano de quebra de decoro por supostamente se utilizar da função de presidente da Casa para espionar colegas de oposição, favoráveis à cassação do mandato dele. A "arapongagem", conforme a denúncia, foi operada pelo assessor especial de Renan, Francisco Escórcio, contra os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO) e Marconi Perillo (PSDB-GO). Em todas as denúncias apresentadas no Congresso contra Renan, a Mesa Diretora decidiu remeter a representação ao Conselho de Ética. O órgão disciplinar do Senado se reúne na terça-feira para definir um cronograma de trabalhos para os quatro processos de cassação contra Renan Calheiros (um deles ainda depende de deliberação da Mesa Diretora).
Pesquisa
Em meio à crise política do Senado, a Confederação Nacional dos Transportes (CNT) e o Instituto Sensus divulgam nesta segunda-feira os resultados de nova pesquisa de avaliação do governo e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento também aponta a preferência do eleitorado na disputa presidencial de 2010. Os entrevistados responderam a partir de uma lista com 21 nomes. A pesquisa ainda avaliou a opinião do público sobre a fidelidade partidária.
Fidelidade
Na terça-feira, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) responde consulta sobre a regra de fidelidade partidária para prefeitos, governadores, senadores e presidente de República. A consulta foi feita pelo deputado Nilson Mourão (PT-AC). Já os partidos que perderam parlamentares depois de 27 de março de 2007 devem recorrer nesta semana ao TSE para reaver os mandatos. São 16 deputados federais que podem perder a vaga na Câmara porque trocaram de legenda, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na África
Enquanto isso, o presidente Lula inicia nesta segunda viagem à África, a primeira do segundo mandato. Ele visitará quatro países: Burkina Fasso, Congo, África do Sul, República Democrática do Congo e Angola e tem retorno previsto para sexta-feira (19). Roberto Maltchik Do G1, em Brasília
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

15 DE OUTUBRO: DIA DO PROFESSOR ['AO MESTRE COM CARINHO']*
domingo, outubro 14, 2007
A HORA DO "ÂNGELUS"
Atribuem à Confúcio a frase: "Uma imagem vale por mais de mil palavras".
Eu arrisco dizer: algumas palavras podem nos revelar a verdadeira imagem.
>>>>>>>>>>>>
JOÃO, 14 [1-2].
1.
Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim.
2.
Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar.
___________________
Fonte: Bíblia Sagrada.
sábado, outubro 13, 2007
EDITORIAL: FÉRIAS ..., COM 'FUBARIN'
RENAN CALHEIROS [In:] O ÓBVIO uLULAnte!
O que foi mais óbvio: a saída “honrosa” de Renan Calheiros (PMDB/AL) da Presidência do Senado, mediante uma licença de 45 dias ou a “abstenção” de Aloízio Mercadante (PT/SP) no primeiro processo de cassação do Senador alagoano, por falta de decoro parlamentar?
.../
Extra! Extra! Extra! Se fosse nos anos 50, os meninos-jornaleiros teriam saído às ruas “do Ouvidor”, gritando o tão conhecido refrão da época. Isto porque, os grandes jornais teriam alardeado em “edição-extra”, pela noite afora, o pedido de afastamento do senador Renan da presidência do Senado. Todavia, os “tempos são outros”. Os [tele]jornais vespertinos já “davam contam” que o Planalto [leia-se: Lula] estava encontrando uma “saída honrosa para o Senador”.
Ao que nos parece (ou ingenuidade política à parte), a “gota d’água” na decisão de Renan quanto ao seu pedido de 45 dias de licença, tenha iniciado com a rejeição da Medida Provisória (MP), na noite de 26 de setembro, editada por Lula em junho passado, que criava o “ministério” de Mangabeira Unger, apadrinhado político do vice-presidente José Alencar (PRB-MG). Conforme foi noticiado, Renan estaria por trás do parecer de Valter Pereira (PMDB-RS) que recomendou a rejeição da MP, em reação ao movimento do governo Lula para desprestigiá-lo e forçá-lo a deixar o cargo de Presidente do Senado. A mesma notícia elencou os nomes dos chamados “quatro soldados da tropa” de Renan entre os 10 comensais que participaram do jantar no apartamento do relator, à véspera (25) da votação: Almeida Lima (SE), Wellington Salgado (MG), Leomar Quintanilha (TO) e o líder do PMDB Valdir Raupp (RO). O que levou o Planalto a por em ação o seu “plano B” e evitar que nova “retaliação” pudesse ser acionada por Renan e colocar por “água abaixo” a aprovação no Senado da vigência da CPMF até 2011.
Já na terça-feira (02) os ventos pareciam mudar de direção, com a decisão de se unificar os dois processos contra Renan em uma única ação, proposta por Leomar Quintanilha (PMDB-TO), presidente do Conselho de Ética do Senado. Como se sabe, Quintanilha escolheu o senador Almeida Lima (PMDB-SE), um dos mais fiéis aliados de Renan, para relatar os dois casos. Almeida Lima foi um dos relatores do primeiro processo contra Renan, que sugeriu o arquivamento da ação. Os outros dois relatores do processo, Renato Casagrande (PSB-ES) e Marisa Serrano (PSDB-MS), recomendaram a cassação do mandato no processo que investigava se Renan havia usado recursos da Mendes Júnior para pagar despesas pessoais, como pensão e aluguel à jornalista com quem tem uma filha. A “oposição” conseguiu rejeitar a unificação dos dois casos [cervejaria Schincariol e compra de duas rádios e um jornal em Alagoas, utilizando-se de "laranjas"]. Contudo, Renan saiu em vantagem, pois o presidente do Conselho de Ética decidiu adiar por pelo menos um mês a conclusão dos dois processos.
O segundo fato foi motivado pela denúncia de uma suposta investigação iniciada por Francisco Escórcio, assessor especial do gabinete de Renan, contra os senadores da oposição Perillo (PSDB) e Torres (DEM). Renan negou: “Não pedi, não autorizei, nenhuma atrocidade como essa”. E, por extensão, a denúncia de que Renan vasculha os negócios do filho de Agripino, o deputado federal Felipe Maia (DEM-RN), que há cerca de seis anos adquiriu uma empresa que presta serviços, mediante concessão, à BR Distribuidora, um dos braços da Petrobras.
Por outro lado, na tentativa de “reavivar a Inês”, morta com seu voto de abstenção, o senador Aloizio Mercadante (PT-SP), em reunião (8/10) reservada com o dissidente Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) e com José Agripino Maia (RN), líder do DEM, assumiu um compromisso com a oposição, onde disse que conseguirá amealhar na bancada de 12 senadores do PT dez votos a favor da cassação do mandato de Renan Calheiros; o dele e o de outros nove petistas. Nesse clima, foi indicado o relator para o 3º processo contra Renan. Trata-se do senador Jefferson Péres (PDT-AM), que afirmou que fará uma acareação entre o usineiro e ex-deputado federal João Lyra e Renan, se houver necessidade de novos esclarecimentos a respeito das empresas de comunicação que ambos teriam comprado em Alagoas, em nome de “laranjas”. É sabido que Peres compõe a lista dos adversários que estariam sendo chantageados por Renan com a insinuação de que empregaria a mulher e dois filhos em seu gabinete no Senado.
Realmente, o “tempo” parecia ter fechado para Renan, uma vez que, políticos ligados á ele começaram uma articulação para tentar retirá-lo da presidência do Senado com uma saída honrosa. Entre eles, José Sarney (PMDB-AP) e o líder de Lula no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), bem como seus aliados, Teotônio Vilela Filho (PSDB), governador de Alagoas, e o senador João Tenório (PSDB-AL). Esses dois aliados tucanos de Renan, começaram a dialogar, nos subterrâneos, com lideranças da oposição, conforme informou o blogue do Josias/Folha. Mesmo assim, até a véspera (10) ou mesmo pela manhã da quinta-feira (11) Renan afirmava que não deixaria a Presidência. Ainda que, a base aliada do governo apelasse, nos bastidores, para que Renan se afastasse do cargo, porque temia que o clima no Senado prejudicasse a aprovação da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que prorroga a CPMF até 2011. Por sua vez, em conversas com interlocutores, Renan afirmava que a CPMF havia se tornado um “trunfo” para se manter na presidência do Senado.
“De repente, não mais que de repente”, para alívio do Planalto, Renan[1] anunciou na tarde de quinta-feira (11) seu pedido de licença por 45 dias. Em seu lugar assume Tião Viana (PT-AC).
Para o Planalto (Lula) 45 dias é pouco, pois Renan voltaria no final de novembro, antes das votações da CPMF em plenário. É sabido que para Lula, seria uma licença de 120 dias, prazo suficiente para que a emenda constitucional que prorroga a CPMF fosse votada no Senado. No “calendário” do Governo, o primeiro turno deve ser votado no dia 06 de dezembro e o segundo, em 18 de dezembro deste ano.
Todavia, o governo acredita que durante o período de licença de Renan seus líderes no Senado terão condições de articular uma trégua pelo menos com o PSDB para preservar [apenas] o mandato de Renan e votar a CPMF, contando com a ajuda principalmente do governador alagoano Teotônio Vilela (PSDB), amigo do senador.
.../
Seria esse o “plano B”?
[1] Renan deixa a presidência do Senado respondendo a mais quatro representações. A primeira delas de “quebra de decoro”, por parte do PSOL envolvendo pagamentos à jornalista, o Plenário do Senado o absolveu por 40 votos contra 35 e seis abstenções. A segunda representação, também protocolada pelo PSOL, destina-se a apurar denúncias de que o presidente do Senado utilizou de seu prestígio político para favorecer a cervejaria Schincariol depois de a empresa ter comprado, por preços acima dos de mercado, uma fábrica de refrigerantes de seu irmão, o deputado Olavo Calheiros (PMDB-AL). O relator da matéria é o senador João Pedro (PT-AM). A terceira representação, de autoria do DEM e do PSDB, e tendo como relator o senador Jefferson Péres (PDT-AM), pede a investigação da denúncia de que o presidente comprou, em parceria com o usineiro João Lyra, mas por meio de "laranjas", e sem declarar à Receita Federal, duas emissoras de rádio e um jornal em Alagoas. Apesar de ter sido designado somente nesta quarta-feira (10) para a relatoria, Jefferson Péres afirmou que vai trabalhar para entregar seu parecer até 2 de novembro. A quarta representação, novamente apresentada pelo PSOL, requer a apuração da denúncia de que Renan e o empresário Luiz Garcia Coelho montaram um esquema para desviar recursos de ministérios comandados pelo PMDB. O senador Almeida Lima (PMDB-SE), relator da matéria, foi um dos responsáveis também pela relatoria do primeiro processo que Renan respondeu no Conselho. Ao contrário de Marisa Serrano e Casagrande, no entanto, Almeida Lima apresentou parecer pedindo a absolvição do colega de partido e o conseqüente arquivamento dessa primeira ação. Finalmente, a quinta representação, protocolada na última terça-feira pelo DEM e o PSDB, visa a apurar a denúncia de que Renan está envolvido em um esquema de espionagem para vigiar os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO) e Marconi Perillo (PSDB-GO), por meio do ex-deputado e ex-senador Francisco Escórcio, funcionário do gabinete de Renan. Antes de ser encaminhada ao Conselho de Ética, essa denúncia precisa ainda que ser analisada pela Mesa do Senado (Fonte: baseado na matéria de Nelson Oliveira/Agência Senado).
sexta-feira, outubro 12, 2007
12 DE OUTUBRO: CATOLICISMO NO BRASIL

Até o final do dia, cerca de 200 mil pessoas devem passar pelo santuário, estimam padres. Eles também informaram que a visita do Papa Bento XVI este ano ao santuário é um fator que atrai romeiros para o local.
Não são somente brasileiros visitam o santuário, mas também católicos de países vizinhos como Paraguai, Uruguai, Argentina e outros, disse um padre que recepcionou alguns dos visitantes. O centro de amparo aos romeiros conta com 22 lojas na praça de alimentação, 330 lojas de comércio varejista, 36 quiosques com lanchonetes e outros tipos de lojinhas que ajudam a infra-estrutura para o atendimento, além de um aquário gigante e um parque de diversões. Na via Dutra, principal estrada de acesso ao santuário nacional de Aparecida, foi montado um esquema especial para a movimentação deste feriado, com a chegada em massa de romeiros, o que já vinha ocorrendo desde a segunda-feira. A previsão é de que 240 mil pessoas passem pela cidade durante três dias do feriado.Com base nas previsões da Basílica, o SOS Usuário da NovaDutra, serviço exclusivo de prestação de serviços a motoristas, passageiros e pedestres na Via Dutra, montou uma operação especial direcionada à região próxima a Aparecida.
Viaturas foram deslocadas para as proximidades da Basílica para apoiar os romeiros nas entradas e saídas que levam ao santuário, garantindo a fluidez de tráfego na região. O trabalho está sendo desenvolvido em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal. Guinchos leves e pesados do SOS Usuário são posicionados em locais estratégicos para a rápida liberação das pistas em caso de veículos enguiçados.
MILTON F.DA ROCHA FILHO - Agencia Estado. Foto imagem matéria.
BRASIL, 12 DE OUTUBRO: DIA DA CRIANÇA
quinta-feira, outubro 11, 2007
RENAN CALHEIROS: "O REPOUSO DO GUERREIRO" POR 45 DIAS!
RENAN CALHEIROS: O ETERNO VI
PARTIDOS POLÍTICOS/FIDELIDADE PARTIDÁRIA
07/10/2007 - 18h56 - Atualizado em 07/10/2007 - 18h57
RENAN CALHEIROS: É BRASILEIRO (NÃO DESISTE?!)
Políticos ligados a Renan Calheiros começaram uma articulação para tentar retirá-lo da presidência do Senado com uma saída honrosa. José Sarney (PMDB-AP) e o líder de Lula no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) esforçam-se para convencer Renan a deixar o comando do Senado. Teotônio Vilela Filho (PSDB), governador de Alagoas, e o senador João Tenório (PSDB-AL), dois aliados tucanos de Renan, começaram a dialogar, nos subterrâneos, com lideranças da oposição, informou o Blog do Josias. O ambiente, antes favorável a Renan, passou a ser francamente adverso a ele. Lula convenceu-se de que, conturbado do jeito que está, o cenário do Senado põe em risco a prorrogação da CPMF. Disse, reservadamente, que a solução para a crise Renan deve ser encontrada no âmbito do próprio Senado. Mas insinuou claramente que, num segundo julgamento, o senador não contará mais com o suporte do Planalto. Lula prefere que a saída de Renan se dê por meio de uma licença. Hipótese que alçaria ao comando do Senado o petista Tião Viana (AC), vice-presidente da Casa.
Renuncia
A Folha Online apurou que Renan não está disposto a deixar a presidência, mesmo com a crescente pressão dos senadores que defendem o seu afastamento. Nesta terça-feira, Renan teve que ouvir por duas horas apelos sucessivos para sair do cargo. Os parlamentares --inclusive alguns do PMDB-- alegam que a Casa Legislativa só vai retomar sua tranqüilidade quando Renan deixar a presidência. Folha Online.











