A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quinta-feira, maio 31, 2007
31 DE MAIO: DIA MUNDIAL DA LUTA CONTRA O TABAGISMO


"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
OPERAÇÃO NAVALHA "et. al.": ENQUANTO ISSO NO SENADO ... (II)
A apresentação de documentos sobre a movimentação financeira do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) nesta quarta-feira fortaleceu a disposição do Senado de não abrir processo contra ele no Conselho de Ética da Casa. Segundo o senador Antônio Carlos Magalhães , "não vai ter investigação no Conselho de Ética". A análise geral é de que a instauração de uma investigação interna por quebra de decoro ficaria condicionada ao surgimento de novos fatos. "Não tem nenhuma coisa concreta para abrir (um processo no Conselho de Ética)", disse o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), negando que haja um acordo para "blindar" o presidente da Casa. Na terça-feira, o PSOL apresentou no Conselho de Ética uma representação contra Renan com base em reportagem da revista Veja, segundo a qual Cláudio Gontijo, funcionário e suposto lobista da construtora Mendes Júnior, seria o responsável pelos pagamentos de pensão alimentícia à ex-apresentadora de TV Mônica Veloso, com quem o peemedebista tem uma filha de três anos. Na manhã desta quarta, o advogado de Renan Calheiros apresentou ao corregedor da Casa, senador Romeu Tuma (DEM-SP), recibos, extratos bancários e declaração de imposto de renda do parlamentar para provar que os recursos saíram da conta do senador. "Do que pude ver, tem muita coisa consistente, inclusive dois recibos", afirmou Tuma, recorrendo ao direito de não revelar detalhes da documentação por conta do segredo de justiça pelo qual corre o processo. Politicamente, tanto representantes do governo quanto da oposição querem evitar a exposição da Casa, mas também não estão dispostos a jogar o colega da fogueira. "Amanhã, qualquer um pode ser acusado. Quem acusa, tem o ônus da prova", disse a líder do PT, senadora Ideli Salvatti (SC), referindo-se à ex-apresentadora. "Sem provas, não dá para abrir uma investigação", acrescentou. Somente o senador Jefferson Péres (PDT-AM) defendeu publicamente o afastamento de Renan. Contra ele, no entanto, há um conjunto extenso de parlamentares tratando do assunto com mais cautela e solidariedade. Reuters, Estadão.
OPERAÇÃO NAVALHA "et al.": ENQUANTO ISSO, NO SENADO...
OPERAÇÃO NAVALHA/RF: A DEVASSA OU OS DEVASSOS? (*)
OPERAÇÃO NAVALHA: "ORA! E NÃO É QUE É?!"

OPERAÇÃO NAVALHA: RENAN "by" RENAN [NEM COM "MADALENA"?]
quarta-feira, maio 30, 2007
CCJ & INTERNET: DISCUSSÃO DE MARCO REGULATÓRIO
LULA [In:] RENAN "BY" RENAN ["Bye-bye"?]

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
O presidente do Senado calcula ter convencido a maioria dos senadores com o discurso que fez segunda-feira, quando afirmou que teria utilizado apenas recursos próprios para pagar aluguel residencial e pensão alimentícia à ex-apresentadora de TV Mônica Veloso, com quem teve uma filha em 2004. br.noticias.yahoo.
RABINO HENRI SOBEL [In:] "É MELHOR ACENDER UMA VELA DO QUE AMALDIÇOAR A ESCURIDÃO"

OPERAÇÃO NAVALHA/GAUTAMA: LOBISTA OU LÔBOS?
ELOISA, ÉTICA & PSOL [In:] "VOCEIS PENSAM QUI NÓIS FUMOS EMBORA" (*)

BANCO MUNDIAL & ROBERT ZOELLICK: "E AGORA JOSÉ???"

OPERAÇÃO NAVALHA [In:] LAGO PISCOSO!

terça-feira, maio 29, 2007
GAUTAMA: "NÃO ME CONVIDARAM, PRÁ ESSA FESTA POBRE" (*)
A Folha optou por não publicar a lista com prenomes que não pôde identificar. Há diversas pessoas com apenas o primeiro nome que aparecem contabilizadas como secretários de Estado e assessores.
Deputados federais e ex-deputados: Benedito de Lyra (PP-AL); Jonival Lucas Jr. (ex-deputado pelo PTB-BA); Pedro Novaes (PMDB-MA); Gastão Vieira (PMDB-MA); Átila Lins (PSB-PI); Jutahy Jr. (PSDB-BA); Paulo Magalhães (DEM-BA); Olavo Calheiros (PMDB-AL); José Carlos Aleluia (DEM-BA); Marinha Raupp (PMDB-RO); Paulo Lima (ex-deputado pelo PMDB-SP); Vicentinho (PT-SP); Professor Luizinho (PT-SP); Jorge Bittar (PT-RJ); José Borba (PMDB-PR); Ricardo Barros (PP-PR); Eduardo Cunha (PMDB-RJ); Almerinda Carvalho (ex-deputada pelo PSB-RJ); José Chaves (PTB-PE); Luiz Piauhylino (ex-deputado pelo PDT de Pernambuco); Maurício Quintela (PR-AL); Eduardo Campos (PSB-CE); Iberê Ferreira (ex-deputado federal pelo PSB-RN); José Carlos Machado (DEM-SE); Gervásio Oliveira (ex-deputado pelo PMDB-AP); Milton Monte (PR-SP) Humberto Michiles (ex-deputado pelo PL-AM) Welington Roberto (PR-PB)Ivan Paixão (ex-deputado federal do PPS-SE) João Leão (PP-BA) Wilson Santiago (PMDB-PB) Celcita Pinheiro (ex-deputada do DEM-MT)Osvaldo Reis (PMDB-TO) Márcio Reinaldo (PP-MG)ACM Neto (DEM-BA)Albano Franco (PSDB-SE) Pedro Passos (deputado distrital do PMDB) Carlos Wilson (PT-PE)
Senadores e ex-senadores: José Sarney (PMDB-AP); José Agripino (DEM-RN); Teotônio Vilela (PSDB-AL); Renan Calheiros (PMDB-AL); Romero Jucá (PMDB-RR)Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)Sérgio Guerra (PSDB-PE); João Ribeiro (PFL-TO); Roseana Sarney (PMDB-MA)Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA)Almeida Lima (PMDB-SE); Fernando Bezerra (ex-senador pelo PTB-RN); Waldir Raupp (PMDB-RO); José Jorge (DEM-PE); Fernando Flexa Ribeiro (PSDB-PA); Jonas Pinheiro (DEM-MT); Romeu Tuma (DEM-SP); João Tenório (PSDB-AL) .
Ministros de Estado: Geddel Vieira Lima (Integração Nacional); Alfredo Nascimento (Transportes); Paulo Bernardo (Planejamento) .
Ex-ministro: Silas Rondeau, ex-ministro das Minas e Energia .
Ministros do TCU: Walton Alencar Rodrigues (presidente da entidade); Augusto Nardes; Aroldo Cedraz; Guilherme Palmeira; Benjamin Zinler.
Governadores, ex-governadores, prefeitos e ex-prefeitos Jarbas Vasconcelos (PMDB), ex-governador de Pernambuco e atual senador Marcone Perillo (PSDB), ex-governador de Goiás Ronaldo Lessa, ex-governador de Alagoas (PDT) Amazonino Mendes, ex-governador do Amazonas (DEM) Eduardo Braga (PMDB), governador do Amazonas; Paulo Souto, ex-governador da Bahia (DEM); Eraldo Tinoco, ex-vice-governador da Bahia (DEM); João Alves, ex-governador de Sergipe (DEM); Moema Gramacho, prefeita de Lauro de Freitas (PT); Luiz Caetano, prefeito de Camaçari (PT); Marcelo Miranda (PMDB), governador de Tocantins; Joaquim Roriz (PMDB), ex-governador do Distrito Federal e hoje senador; José Reinaldo Tavares, ex-govenador do Maranhão; Antonio Imbassahy, ex-prefeito de Salvador; Agripino Lima, prefeito de Presidente Prudente; Iris Rezende, ex-governador de Goiás; André Puccinelli, governador do Mato Grosso do Sul (PMDB); Alcides Rodrigues, governador do Goiás (PP); Waldez Góes, governador do Amapá (PDT); Jackson Lago, governador do Maranhão (PDT); Oswaldo Dias (PT), ex-prefeito de Mauá; Marcelo Déda, governador de Sergipe (PT); Jaques Wagner, ex-ministro das Relações Institucionais e hoje governador da Bahia.
Outros Alexandra, ex-mulher do ex-governador do Maranhão José Reinaldo Tavares. [KENNEDY ALENCAR; da Folha de S.Paulo, em Brasília].
GOVERNADORES & EMPREITEIRAS: JACKSON LAGO/(PDT-MA); "THE NUMBER ONE"

Empreiteiras, construtoras, empresas de engenharia e congêneres bancaram 11,42% da receita declarada oficialmente pelos 27 governadores em suas campanhas eleitorais em 2006 - R$ 25.319.217,00 de R$ 221.564.164,12, segundo levantamento feito pelo Estado nas contas registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O recordista, em termos proporcionais, é o governador do Maranhão, Jackson Lago (PDT), investigado pela Polícia Federal na Operação Navalha, que teve bancado pelo setor 35,40% do dinheiro que arrecadou. A Construtora Gautama, também objeto da investigação da PF, não consta, porém, da sua lista de financiadores. Dos Estados com maior eleitorado, o governador com mais apoio da área foi o do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), com 24,63%. Da lista de contribuições legais dadas a Lago no ano passado, constam a da CEM Construções e Estruturas Metálicas, de São Luís, que doou R$ 400 mil em 24 de novembro, depois do segundo turno da eleição, e a da Dimensão Engenharia e Construções, que deu R$ 250 mil, três dias depois. “Não há nenhuma ligação com o governo, hoje não tem como direcionar uma licitação, são concorrências nacionais”, defende José Raimundo Pinheiro Neto, chefe da Assessoria de Comunicação Social de Lago. Ele exemplifica com a licitação para construção da estrada de Barreirinhas a Parnaíba, ganha pela Sucesso, a mesma empreiteira que fizera trecho anterior. “As relações da Sucesso são mais com o grupo Sarney.” Já Cabral Filho recebeu apoio de empresas de projeção nacional, como a Carioca Christiani Nielsen Engenharia, que em quatro doações somou R$ 700 mil. Outros contribuintes de destaque foram CBPO (R$ 600 mil) e OAS (R$ 800 mil). Por intermédio de sua assessoria de imprensa, Cabral Filho informou que não comentaria o assunto. Proporcionalmente, o segundo governador com mais contribuições de empreiteiras foi Waldez Góes (PDT), do Amapá, com 33,63% - R$ 828.950,00 de um total de receitas de R$ 2.464.650,00. O terceiro colocado é o petista Binho Marques, do Acre, com 30,18%. Seu companheiro de partido Jaques Wagner, da Bahia, aparece com 20,75%. Das contribuições para o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), 19,8% foram de empreiteiras. Esse índice foi de 9% na campanha do governador de São Paulo, José Serra (PSDB). O financiamento privado de campanhas no Brasil é objeto de polêmica, justamente pelas relações que pode ajudar a estabelecer entre financiadores, com interesses particulares, e financiados, que, em tese, deveriam representar toda a sociedade. Uma das propostas da reforma política, em discussão há anos no Congresso, é precisamente que o Estado passe a financiar os partidos nas eleições, com dinheiro público, sem interferência de interesses particulares.“Não entendo por que não se proíbe que contribuições de campanha sejam dadas por empresas que participem de licitações ou que possam vir a ser concessionárias de serviços do Estado”, diz o cientista político Jairo Marconi Nicolau, do Instituto Universitário de Pesquisas do Estado do Rio Janeiro (Iuperj). “É uma coisa banal. Desde 1905, nos Estados Unidos, é proibido que empresas doem diretamente a candidatos. Muitos países fazem isso.” Nicolau reconhece que há algumas dificuldades legais para a medida, mas considera a situação atual absurda. “No Brasil, as doações podem ser em valores muito altos, não há limites.” Para ele, “na pior das hipóteses”, as empresas doadoras deveriam se submeter a uma espécie de quarentena em relação aos negócios públicos. “Ou isso (a contribuição de campanha) é retrospectivo ou é prospectivo”, analisa. “Ou o doador recebeu algo ou quer receber algo. É assim que a opinião pública encara essa situação.” Empreiteiras e empresas de ônibus, porém, deveriam, em sua opinião, ser simplesmente proibidas de participar de negócios públicos. “Isso é um ponto muito fraco do nosso sistema político”, critica. “O caixa 2 não dá para controlar, é dinheiro ilegal, mas as contribuições legais deveriam ter algumas restrições.”Em outros países, lembra Nicolau, só pessoas físicas podem fazer doações eleitorais. Estadão, Wilson Tosta, RIO . Foto G1.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
RENAN CALHEIROS & MÔNICA VELOSO: O(S) FATO(S) E AS VERSÕES!

http://e-paulopes.blogspot.com/2007/05/mnica-veloso-candidata-musa-da-atual.html
RENAN CALHEIROS: PAPÉIS & PALAVRAS!

Papéis de Renan não comprovam despesas.
RENAN CALHEIROS: NA-VAL[H]A OU NA CALHA? (*)

Operação Navalha - As conversas gravadas pela PF apontam que o ex-secretário de Infra-estrutura de Alagoas, Adeílson Teixeira Bezerra, junto com outros acusados de integrar o esquema de fraudes em licitações de obras, articulavam para que Renan pressionasse a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, a liberar recursos para obras fraudadas. Em conversa com Enéas Alencastro, representante do governo de Alagoas em Brasília, Adeílson diz que se encontrou no dia anterior com Renan e afirma que o senador pediu para que ele conversasse com o governador de Alagoas, Teotônio Vilela (PSDB). Adeílson e Enéas tratam sobre uma obra que deve ser licitada para o Estado, mas que pode ser compartilhada com municípios. Os dois citam Marco - não identificado - para "brigar para ir tudo pro Estado". Adeílson então diz que se encontrou no dia anterior com "ele (Marco), Olavo (deputado Olavo Calheiros, do PMDB, irmão de Renan) e com Vanderlei para conversar sobre esses problemas". Enéas responde então que é para "tocar a parte da gente, e se depois Renan decidir com Dilma, com quem for, decidir que a prefeitura entra, nós estamos habilitados e aí a gente senta com eles em pé de igualdade, não senta na mão deles". "Na sexta-feira, tive uma conversa muito boa com o governador. Essa semana a gente deixa a inadimplência de lado", diz Enéas. Para concluir a conversa, Adeílson diz: "O senador me pediu para gente sentar, nós dois, evidentemente levar isso ao governador, e ver o que acrescenta nas obras estruturantes pra botar logo no PAC (Programa de Aceleração de Crescimento)".
Relação com lobista - A revista Veja publicou na última sexta-feira que de janeiro de 2004 a dezembro do ano passado o lobista Cláudio Gontijo, da construtora Mendes Júnior, teria pago pensão mensal de R$ 12 mil para uma filha de três anos que o senador tem com a jornalista Mônica Veloso. Renan argumenta que o dinheiro da pensão vem de rendimento de atividades agropecuárias, que recebeu uma herança. Renan dirá ainda no pronunciamento que pediu a Cláudio Gontijo para fazer os pagamentos porque desejava "manter discrição sobre o caso", segundo a assessoria. "É intolerável que, de uma turbulência circunscrita à minha mais íntima privacidade, se queira extrair ilações desarrazoadas e conclusões perversas", acrescentou Renan em nota oficial distribuída na sexta. O processo de reconhecimento de paternidade vinha sendo conduzido na Vara de Família do Distrito Federal, sob segredo de Justiça. "Laranjas" - Já o jornal O Globo diz que Renan e seu irmão Olavo são acusados de ocultar que são donos de propriedades rurais na região de Murici, Alagoas. Dimário Cavalcante, primo de Renan, alega que vendeu ao senador a Fazenda Novo Largo, que não consta da declaração de bens entregue pelo senador à Justiça Eleitoral. A suspeita é de que Renan use "laranjas" para esconder ser donos de fazendas em Alagoas. Dimário, segundo O Globo, teria procurado o Ministério Público para denunciar o senador em 2005 depois de ter descoberto que, pelo menos em documentos públicos, aparecia como dono de uma fazenda em Murici sem nunca ter adquirido a propriedade.
Segundo ele, seu nome foi usado para que a família Calheiros recebesse indenizações milionárias do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), dentro do plano de recuperação ambiental da região, na Estação de Murici, que pertence à Mata Atlântica. As suspeitas de fraude interromperam o processo. Estadão, com Reuters, (colaborou Nélia Marquez). [Após 20 minutos de discurso, Renan é cumprimenado por Collor, foto Celso Junior-AE].