A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quinta-feira, abril 23, 2009
CONGRESSO NACIONAL: FILHOS DE ÍCARO
Folha de S. Paulo - 23/04/2009 |
Dada a sucessão de abusos e irregularidades, é necessária total transparência nos gastos dos parlamentares
Conforme iam se revelando as dimensões da farra das passagens aéreas, Câmara e Senado trataram, às pressas, de regularizar a situação. De início, julgou-se suficiente reduzir as cotas de cada parlamentar, mantendo-se, entretanto, a permissão para que cônjuges e dependentes usufruíssem do privilégio, mesmo em viagens ao exterior. Ainda assim, numa nova manifestação de insensibilidade, corre entre as lideranças da Câmara a proposta de incorporar aos vencimentos do parlamentar os benefícios que cercam o cargo. Equiparado ao dos ministros do STF, o salário dos deputados passaria de R$ 16,5 mil para R$ 24,5 mil. A ideia conta com o apoio, por exemplo, do líder do PT, Cândido Vacarezza (SP), e do primeiro-secretário da Câmara, Rafael Guerra (PSDB-MG).
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SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL: O CLAMOR DAS RUAS...
Bate-boca entre Barbosa e Mendes para sessão do STF |
Autor(es): Mariângela Gallucci |
O Estado de S. Paulo - 23/04/2009 |
Ministro diz que não aceita ser tratado como os ''capangas'' do presidente do Supremo
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o ministro Joaquim Barbosa protagonizaram ontem um bate-boca sem precedentes na história da corte. Em 13 minutos, das 17h40 às 17h53, Barbosa transformou uma cobrança de informações de Mendes em uma agressão verbal que levou os demais ministros a fazer uma reunião extraordinária para tratar do caso - Barbosa não participou. O confronto começou quando o tribunal analisava recursos em que era discutido se decisões do STF sobre benefícios da Previdência do Paraná e sobre foro privilegiado tinham ou não efeito retroativo. |
GOVERNO LULA: ENXUGANDO GELO II
FALTAM DEFINIÇÕES PARA TROCA DE GELADEIRAS |
Autor(es): Juliana Wilke, Rita Karam, Julia na Elias |
Gazeta Mercantil - 23/04/2009 |
Florianópolis,, 23 de Abril de 2009 - Indústria e varejo aguardam maiores definições quanto ao programa de substituição de refrigeradores a ser anunciado pelo governo e o detalhamento da estratégia que permitirá oferecer ao consumidor um produto a preço final de R$ 500, como estimou ontem o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. O ministro deu detalhes sobre o programa do governo para estimular a troca de geladeiras antigas que emitem gás CFC (clorofluorcarbono) por novas, menos poluentes e mais econômicas. Segundo ele, será fabricado um modelo específico para atender ao programa. Embora o ministro afirme que o valor não foi definido, ele estima que o preço da geladeira deve ficar em cerca de R$ 500. A previsão é de que sejam trocadas geladeira com em média 10 anos de uso. "Estamos estudando para reduzir ao máximo o valor da geladeira, torná-la absolutamente acessível ao bolso da parcela mais pobre do povo brasileiro", disse Lobão, ao sair de reunião sobre o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo Lobão, no primeiro ano devem ser trocadas 1 milhão de geladeiras, no segundo ano 2 milhões e a quantidade avançará até atingir a meta de 10 milhões. Ele não descarta, no entanto, a possibilidade de que a quantidade seja maior logo no início, o que dependerá da capacidade de produção da indústria e da logística. Lobão disse que o governo estuda duas possibilidades para a data de lançamento do programa. Uma em 15 dias e a outra no final de vigência da redução do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), em três meses. Para assegurar preço baixo os fabricantes terão redução de impostos, disse. A fabricação de um modelo especial em grande quantidade também será determinante para reduzir o custo, avaliou. A substituição de refrigeradores com o apoio do ministério vem sendo estudada há aproximadamente dois anos, considerando um escopo mais amplo, englobando os vários modelos de refrigeradores. O presidente da Eletros - Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos, Lourival Kiçula, disse que as discussões não estabeleceram nenhum modelo em especial, mas que o governo pode ter uma alternativa que viabilize essa iniciativa. O programa prevê incentivos do governo que terão impacto direto no preço que chegará ao consumidor. Kiçula considera importante também que as medidas incluam outros modelos, dando opções ao consumidor. O índice de penetração dos refrigeradores supera os 90%. Em 2008 a venda ficou em cerca de 5 milhões de unidades e, apesar da crise, esse volume deverá se manter com a redução do IPI, estima Kiçula. Armando Ennes Valle Júnior, diretor de Relações Institucionais da Whirlpool, dona das marcas Brastemp e Consul, considerou "complicado" falar em geladeira de R$ 500 porque o programa prevê não apenas a venda, mas toda uma logística para a troca e a reciclagem do antigo aparelho. O executivo concorda que o refrigerador a este preço vá alavancar as vendas, mas não estima quanto. Valle Júnior reforçou que a indústria não gostaria de focar o programa em um só modelo. "Quem possui uma de duas portas vai querer trocar por outra pelo menos do mesmo tamanho". Para ele, o governo precisa promover os vários modelos e não os mais baratos. "O consumidor procura o produto que quer comprar e não o que querem vender", diz. A produção de uma geladeira com selagem classe "A" e que emita gases não poluentes faz parte da nova geração de refrigeradores e tem custos maiores. Valle afirmou que um dos atrativos do programa é o bônus de R$ 150 para o cliente que trocar a geladeira, que pode ser usado como desconto na compra do produto novo. O executivo diz que a indústria está preparada para atender a demanda que deverá crescer com os incentivos do programa e a redução do IPI e espera que o acréscimo de vendas, de 22%, registrado por grandes varejistas no final de semana, tenha reflexo na indústria em dois meses. No primeiro trimestre, a produção de refrigeradores e fogões registrou queda de 10%. Patricio Mendizabal, presidente da Mabe no Mercosul, responsável pelas marcas Dako e GE, disse que a empresa já participou de projetos parecidos em outros países, e com muito sucesso. "Acreditamos que a iniciativa no Brasil é muito boa, embora seja mais complexa devido ao grande número de participantes na cadeia produtiva e aos recursos do governo que pode apenas usar a política fiscal como incentivo." Varejo O varejo não mostra muito entusiasmo em relação ao programa. Na Lojas Cem, rede de eletroeletrônicos com 176 unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, a preocupação está relacionada a forma de armazenamento dos produtos usados e à margem de lucro. "Onde vamos colocar os produtos usados?", questionou José Domingos Alves, supervisor-geral da rede. O executivo afirma que o custo para manter estes produtos em depósitos será muito alto. "O custo para transportar estes produtos também é enorme. Este programa é uma bela encrenca". O executivo também não acredita que um refrigerador com preço final de R$ 500 possa trazer boa margem de lucro ao varejo. "Estamos aguardando para ver qual será o preço de custo deste produto", disse Alves. Atualmente, a Lojas Cem comercializa refrigeradores com preço final entre R$ 740 e R$ 2,3 mil. "Acho que para ser um modelo econômico a este preço vai ser necessário mexer no tamanho do refrigerador. Portanto não acredito que este programa vai estimular grandes trocas de produtos. Cerca de 97% da população brasileira já tem geladeira e os consumidores não vão querer trocar refrigeradores por produtos menores", completou Alves Logística Lobão disse que será montada uma logística especial para atender o programa. Os revendedores recolherão as geladeiras antigas, que serão vendidas a uma empresa especializada. Essa empresa vai recolher o gás poluente e vendê-lo a uma usina. O mesmo ocorrerá com a geladeira que, segundo ele, será vendida a empresas que trabalham no ramo do aço. Ainda há pendências a serem acertadas com o Ministério da Fazenda, informou Lobão. Isso porque o governo gastará em torno de R$ 100 milhões por ano com a logística do programa, como, por exemplo, para pagar pelo recolhimento das geladeiras (Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 6)(Juliana Wilke, Rita Karam, Julia na Elias |
GOVERNO LULA [In:] ENXUGANDO GELO
Vem aí a geladeira 1.0 do Lula
Governo quer geladeira a R$ 500 | ||||
Correio Braziliense - 23/04/2009 | ||||
Fabricantes criarão modelo para famílias de baixa renda que, em troca, entregarão o refrigerador velho para ser reciclado. Objetivo é substituir pelo menos um milhão de eletrodomésticos em um ano
“Já acertamos com os fabricantes, que farão uma redução nos seus custos porque se trata de uma venda intensiva. Vão fabricar um modelo especial, de excelente qualidade porém de custo baixo. Quando se centraliza a produção num modelo o custo cai”, disse o ministro. A intenção do governo é fazer a troca de pelo menos um milhão de geladeiras antigas nos primeiros 12 meses, outros 2 milhões no segundo ano e 10 milhões ao longo de 10 anos. Não se sabe, entretanto, se o programa irá começar já nos próximos 15 dias ou se o governo vai esperar o fim do período de redução do IPI para a linha branca de eletrodomésticos, em vigor desde a semana passada. Isso porque haverá um custo de transporte dessas geladeiras, que será feito pelas empresas fabricantes, mas bancado pelo governo. Em princípio, a geladeira antiga será retirada da casa das pela empresa vendedora da nova geladeira. Ela venderá o eletrodoméstico antigo para uma usina que retirará o gás CFC, poluidor, e revenderá a geladeira para uma usina que reaproveitará o metal e o plástico usado. “Se conseguirmos recolher mais de um milhão no primeiro ano, recolheremos. O critério não é para restringir é para ampliar. Está em jogo a capacidade da indústria, da logística de recolher as geladeiras antigas e assim por diante”, completou Lobão. |
CÂMARA E SENADO: MORDO... ''MIA'' !
GASTANÇA REDUZIDA | ||||||
Autor(es): Tiago Pariz | ||||||
Correio Braziliense - 23/04/2009 | ||||||
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