A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quinta-feira, novembro 15, 2012
XÔ! ESTRESSE [In:] BORRA-BOTAS *
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(*) BORRA-BOTAS
Read more: http://aulete.uol.com.br/borra-botas
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FERIADÃO! SÓ ''ZUEIRA'' !!!
Tradição dos Gomes
- 6h29

A imprensa em geral – este blog, em particular – deve um pedido de desculpas à sogra de Cid Gomes. Aos poucos, a gente vai percebendo que dona Pauline Carol não é a maior responsável pelas lambanças que o governador cearense apronta em voos oficiais pra fora de seu estado!
Para viajar na maionese com algo muito mais grave, inclusive, que dar carona à mãe da primeira-dama para a Europa – ou mandar a patroa representar o Ceará no Egito –, Cid mostrou dia desses que não precisa de ninguém da família, sequer da mulher, muito menos da sogra:
Sem paciência para esperar o taxiamento do jatinho que o levava para um encontro com a presidente Dilma na Bahia, o governador resolveu se adiantar, atravessando a pé a pista principal do aeroporto internacional de Salvador.
Resultado: obrigou um voo de carreira da Avianca a arremeter e outro da Gol a abortar procedimentos de pouso.
É o tipo de maluquice que, francamente, nem o irmão mais velho e famoso que Cid fazia em seus momentos mais intempestivos! O Ciro, aliás, ainda não aprontou nenhuma à altura das tradições da família Gomes depois que se separou da Patrícia Pillar! Deve estar bolando alguma daquelas!
Já é Natal!
- 0h24

‘Amigo oculto’ do PT pode pagar dívidas (R$ 1,46 milhão, no total) de Dirceu, Genoíno e Delúbio com a Justiça.
Sempre cabe mais um
- 15h49

Sensibilizados com a notícia de que não tem vaga para José Genoíno no sistema prisional, detentos de todo o País estão mobilizados para dar um jeitinho de recebe-lo.
“Vai ser só pra dormir, gente!”, argumenta-se nos banhos de Sol a favor do condenado em regime semi-aberto.
Que isso, companheiro?
- 6h10
Isso lá era hora de dizer que “preferiria morrer a ir para a cadeia no Brasil”, caramba?
Teve gente no PT que ficou chateada com o companheiro!
Barbosa & Lewandowski
- 2h02

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QUE REI SOU EU? (ou, O REI ESTÁ NÚ?)
15/11/2012 - 03h30
Vil metal e vil prisão
BRASÍLIA - Enquanto eram os PPP (pobres, pretos e prostitutas) jogados desde sempre nas cadeias, estava tudo muito bem. Bastou o Supremo decretar dez anos e dez meses de prisão para José Dirceu para todo mundo acordar e discutir a realidade penitenciária brasileira.

15 de NOVEMBRO: PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA DO BRASIL
A Proclamação da República e a Manutenção do Brasil como País Unido
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O que foi o Império estará fracionado em Repúblicas independentes de maior ou menor importância. Impelem a esse resultado a divisão histórica das províncias, as rivalidades que entre elas existem, a diversidade do clima, do caráter e dos interesses, e a força das ambições locais. [...] Por outro lado, há absoluta impossibilidade de que São Paulo, a Bahia, o Pará queiram ficar sob a autoridade do general fulano ou do bacharel sicrano, presidente, com uma corte presidencial no Rio de Janeiro [...] Os Deodoros da Fonseca vão-se reproduzir por todas as províncias. [...] Cada Estado, abandonado a si desenvolverá uma história própria, sob uma bandeira própria, segundo o seu clima, a especialidade da sua zona agrícola, os seus interesses, os seus homens, a sua educação e a sua imigração. Uns prosperarão, outros deperecerão. Haverá talvez Chiles ricos e haverá certamente Nicaráguas grotescas. A América do Sul ficará toda coberta com os cacos de um grande Império. | ![]()
— Eça de Queirós[3]
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Profecia que de modo algum se realizou. E não se realizou por lhe ter faltado quase de todo consistência sociológica; ou ter se baseado apenas numa estreira parassociologia, quando muito, política; e esta quase inteiramente lógica. Lógica e de gabinete: nem sequer intuitiva no seu arrojo profético [...] O 'coração íntimo' dos brasileiros da época que se seguiu à proclamação da República, se examinado de perto [...] haveria de mostrar-lhe que existia entre a gente do Brasil, do Norte ao Sul do país, uma unidade nacional já tão forte, quanto às crenças, aos costumes, aos sentimentos, aos jogos, aos brinquedos dessa mesma gente, quase toda ela de formação patriarcal, católica e ibérica nas predominâncias dos seus característicos, que não seria com a simples e superficial mudança de regime político, que aquele conjunto de valores e de constantes de repente se desmancharia! | ![]()
— Gilberto Freire[4]
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Plebiscito de 1993

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Toffoli concorda com ministro da Justiça sobre precariedade de presídios e pede multas mais altas e menos tempo de cadeia para os réus do mensalão
Um dia após o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmar que os presídios brasileiros são medievais e degradantes, ministros do Supremo Tribunal Federal defenderam a aplicação da pena de cadeia imposta, no caso do mensalão, à cúpula do PT formada por José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares. Celso de Mello e Gilmar Mendes foram além e cobraram do governo a melhoria do sistema penitenciário. A discussão foi levantada por Dias Toffoli, que absolvera os acusados. Repetindo Cardozo, Toffoli disse que cadeia é coisa medieval e, após citar Torquemada e Foucault, pediu: "Que se pague com o vil metal.” Em nota, o PT disse que o STF se partidarizou. (Págs. 1 e 3 a 8)
“Lamento que (Cardozo) tenha falado só agora. É um problema conhecido desde sempre”
Gilmar Mendes
Ministro do STF
“A prisão restritiva de liberdade combina com o período medieval”
Dias Toffoli
Ministro do STF
Os planos de Barbosa
Ao assumir a presidência do Supremo na semana que vem, uma das primeiras providências de Joaquim Barbosa será, informa Carolina Brigido, derrubar o segredo às avessas, regra implantada por Cezar Peluso segundo a qual o sistema de busca do tribunal só exibe iniciais dos investigados, mesmo que o caso não esteja sob segredo de Justiça. Hoje, a decisão de divulgar nomes é do relator. Na gestão de Barbosa, o processo chegará à Corte em caráter público e, se for o caso, o relator decretará o sigilo. Barbosa também quer dar maior atenção aos processos com repercussão geral, que determinam como o caso será analisado por outros tribunais. (Págs. 1 e 4)
O ministro do STF José Antonio Dias Toffoli criticou os colegas em plenário pelo tamanho das penas aplicadas aos condenados do mensalão. Ele diz que as punições combinam “com o período medieval”.
A participação do ministro, que votou pela absolvição de José Dirceu, gerou polêmica antes do início do julgamento por ele ter sido advogado do PT e assessor da Casa Civil no período em que Dirceu chefiava a pasta.
Para Toffoli, multas e a recuperação de valores têm mais efeito “pedagógico” do que prender condenados.
Ele disse que o parâmetro atual não deve ser o da época de Torquemada, inquisidor espanhol do século 15.
Em nota, o PT atacou a “partidarização do Judiciário” e acusou o Supremo de ter feito um “julgamento político” do caso. (Págs. 1 e Poder A4)
Eliane Cantanhêde
Que a condenação de poderosos torne mais justas as prisões medievais. (Págs. 1 e Opinião A2)
Para o ministério, é “aceitável no setor público” gasto menor que o previsto. Ontem, Cardozo afirmou que “o primeiro passo para solucionar um problema é jamais escondê-lo”. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
Em São Paulo, um soldado da Corregedoria da PM foi morto na terça à noite ao chegar em casa. (Págs. 1 e Cotidiano C4)
A Associação Comercial de São Paulo diz ter software que apura os tributos e pode doá-lo às lojas. (Págs. 1 e Mercado B1)
Ao menos outras oito pessoas morreram numa série de 30 ataques. O premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, disse que operação será expandida e que a “mensagem aos terroristas é clara”. Para o Hamas, os ataques são declaração de guerra. (Págs. 1 e Mundo A12)
As paralisações atingiram 23 dos 27 países da União Europeia. (Págs. 1 e Mundo A15)
Ex-assessor de José Dirceu na Casa Civil, o ministro do STF José Antonio Dias Toffoli comparou as penas impostas aos réus do mensalão às punições do período da Inquisição. Ele afirmou que os crimes não atentaram contra a democracia. O intuito, afirmou, era somente o “vil metal”. Toffoli defendeu penas financeiras, pois a prisão, enfatizou, é “medieval” e “não tem parâmetros contemporâneos no Judiciário brasileiro”. Para ele, o julgamento teria como parâmetro a “época de Torquemada”. “Da época da condenação fácil à fogueira”, disse, referindo-se ao inquisidor espanhol. Toffoli se baseou na declaração do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que disse preferir morrer a permanecer preso no Brasil e voltou a tratar do caso. Na sessão de ontem, foram aplicadas penas a Kátia Rabello, José Roberto Salgado e Vinícius Samarane, ex-dirigentes do Banco Rural. Somadas, elas chegam a 42 anos, 1 mês e 10 dias para os três, que teriam de cumpri-las, inicialmente, em regime fechado. (Págs. 1 e Nacional A4, A6 e A7)
J. Eduardo Cardozo
Ministro
"O primeiro passo para a solução do problema é jamais escondê-lo debaixo do tapete”. (Págs. 1 e Cidades C4)
Direção do PT ataca e diz que STF faz política
A Executiva Nacional do PT divulgou ontem nota sobre o julgamento do mensalão na qual faz diversos ataques ao STF e afirma que a corte ‘desrespeitou garantias constitucionais’ para ‘tentar criminalizar o PT'. (Págs. 1 e A7)
Análise: Gilles Lapouge
Foi um golpe certeiro, e que terá consequências. (Págs. 1 e A10)
O BC recita o mantra de que a convergência para a meta de inflação, de 4,5%, será obtida em 2013, “ainda que de forma não linear”. Mas há dúvidas.(Págs. 1 e Economia B2)
A violência que cresce em São Paulo, em mais uma onda cíclica, não vem de baixo, “dos pobres”, nem da necessidade. Vem do alto. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
A liberalização política não está no horizonte chinês, com a nova elite que assume o poder. (Págs. 1 e A3)
Servidores da Superintendência Regional do Trabalho, que têm como tarefa zelar pela segurança de todos os empregados do DF, passam o dia em local cheio de infiltrações. (Págs. 1 e 33)