A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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sexta-feira, maio 14, 2010
UEM, 40 ANOS. HOMENAGENS PRESTADAS...
Homenagens marcam festa dos 40 anos da UEM hoje no Calil Haddad | | |
13 de maio de 2010 | |
A Universidade Estadual de Maringá (UEM) programou para hoje, dia 13, uma solenidade comemorativa aos seus 40 anos de fundação. Com presença de diversas autoridades locais e estaduais, a festa será no Teatro Calil Haddad, com início às 20 horas. Durante a celebração serão entregues o título Honoris Causa ao ex-governador Paulo Pimentel e ao prefeito Adriano Valente (in memoriam). A festa também será marcada por homenagens a algumas pessoas consideradas fundamentais para o desenvolvimento da instituição.
O nome de Paulo Pimentel para o título de Honoris Causa foi uma unanimidade entre os organizadores do evento. Foi ele que, na condição de governador, assinou o Decreto Lei criando a Universidade Estadual de Maringá, no dia 28 de janeiro de 1970. A escolha de Adriano Valente se deu antes mesmo do seu falecimento, em fevereiro deste ano. Ele teve um papel fundamental na história da criação da UEM. Convicto de que uma universidade proporcionaria um salto de desenvolvimento a Maringá e região, poucos dias depois de ser empossado como prefeito de Maringá, em fevereiro de 1969, ele criou o Grupo de Trabalho para a implantação do Instituto Tecnológico, que serviria de base à concretização da Universidade. Este grupo, presidido pelo professor Flávio Pasquinelli, tinha como integrantes Dom Jaime Luiz Coelho, Horácio Racanello, Odilon Dittert, José James da Silveira, Clarinha Brilman, entre outros nomes importantes. Ao todo, eram 31 pessoas trabalhando em prol daquele objetivo.
No dia 6 de novembro de 1969 o Governo do Estado autorizava a criação do Instituto de Ciências Exatas e Tecnológicas, o ICET que ofereceria os cursos de Matemática, Química, e as Engenharias Civil e Química, em um prédio nos fundos do Instituto de Educação. O decreto de criação da UEM, assinado dois meses depois, incorporava o ICET e de três faculdades isoladas que funcionavam na cidade, a Faculdade Estadual de Ciências Econômicas, a Faculdade de Direito e a Faculdade de Filosofia. A Universidade nascia oferecendo 10 cursos de graduação. ********************* ************* ******* *** * > > > Não poderíamos deixar, neste momento tão sublime, de prestar nossa singela homenagem, através deste blogue, ao Prof. JOSÉ JAMES DA SILVEIRA, docente do Departamento de Economia e Professor Emérito da UEM. > > (Prof. Aroldo Xavier (ex-Reitor), Prof. Ênio Verri (Deputado Estadual), Prof. Natalino Henrique Medeiros (Coordenador do Conselho Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas), Prof. José James da Silveira (homenageado) e Prof. Alexandre Florindo Alves (Coordenador do Programa de Pós-graduação em Economia). --------------------- http://www.uem.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2290&Itemid=1 ------------- |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA"
14 de maio de 2010
O Globo
Manchete: Recuo amplo, geral e irrestrito: Direitos humanos: governo retira propostas polêmicas
Diante da ampla repercussão negativa do Programa Nacional de Direitos Humanos, o presidente Lula recuou e publicou ontem decreto alterando nove pontos do plano divulgado em janeiro. As principais mudanças atendem a reivindicações de militares, religiosos, ruralistas e órgãos de comunicação. Para atender a Igreja Católica, Lula excluiu o trecho que defendia a descriminalização do aborto e revogou o artigo que proibia símbolos religiosos em órgãos públicos. Os militares foram contemplados com mudanças nas referências ao golpe de 64. A expressão "repressão ditatorial" foi substituída por "violação de direitos humanos". Também saiu do texto o artigo que determinava a realização de audiências prévias à concessão de liminares de reintegração de posse. A nova versão também exclui a ameaça de punição de rádios e TVs por desrespeito aos direitos humanos. Apesar das mudanças, a CNBB e a Confederação Nacional da Agricultura mantiveram suas críticas ao decreto. (págs. 1, 3 e 4)
Só 25% dos municípios têm políticas para setor
Segundo estudo do IBGE, só um em cada quatro municípios brasileiros tinha, em 2009, algum órgão de defesa de direitos humanos. E só 18,7% das cidades contavam com estruturas para tratar das questões de gênero. A falta de verbas é o maior problema: somente 36% dos municípios dispõem de orçamento próprio para essas políticas. (págs. 1 e 4)
Foto legenda: Achada
O estado de bem-estar social na encruzilhada
Depois de Grécia e Espanha, agora foi a vez de Portugal e Reino Unido adotarem medidas de austeridade. O governo socialista de Lisboa subiu impostos e cortou gastos num pacote de € 2,1 bi. Já o premier britânico David Cameron anunciou corte de 5% de salários de ministros. As medidas põem em xeque o estado de bem-estar social na região. (págs. 1 e 29)
Deputado é 1º condenado no STF em 22 anos
Oposição reage a manobra sobre Ficha Limpa
Lula compara Dilma a Mandela
EUA: Brasil é a última chance do Irã
Vice do BB comandará Previ para apoiar projetos do governo (págs. 1 e 28)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Governo faz cortes para tentar esfriar economia
A equipe econômica do governo Lula anunciou corte adicional de R$ 10 bilhões nos gastos federais. O objetivo é tentar evitar o superaquecimento da economia, que gera pressão inflacionária, e reduzir a necessidade de subir ainda mais os juros.
O novo bloqueio de gastos (contingenciamento) soma-se aos R$ 21,8 bilhões que já haviam sido anunciados em março. A retenção total será de R$ 31,8 bilhões, equivalentes a cerca de 1% do Produto Interno Bruto (bens e riquezas que o país produz).
O valor é quase igual ao que o governo tem para gastar em 2010 no Programa de Aceleração do Crescimento, R$ 33,6 bilhões. A expectativa do Planalto é cumprir a meta de superavit primário (economia para pagar juros da dívida), de 3,3% do PIB.
Ao anunciar a decisão, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o PAC e programas sociais como o Bolsa Família não serão afetados no ano eleitoral. "Mas é um sacrifício que os ministérios terão que fazer - postergar gastos." (págs. 1 e B1)
Vinicius Torres Freire
Medo de contágio pode explicar medida (págs. 1 e B6)
Na TV, Lula compara Dilma com Mandela
"grande parte" do sucesso do governo e a comparou ao líder Nelson Mandela.
Acusado de atuar na luta armada, o sul-africano foi preso e, depois, presidente.
O TSE multou o PT e Dilma por programa eleitoral feito em dezembro. (págs. 1 e A4)
No Recife, José Serra (PSDB) disse que Lula “está acima do bem e do mal". (págs. 1 e A6)
Foto legenda: Longa marcha
EUA veem ida de Lula ao Irã como 'última chance' antes de sanção
O chanceler iraniano Manouchehr Mottaki disse que espera concluir acordo para troca de urânio durante a visita do brasileiro. (págs. 1 e A14)
Colombiano faz 'terapia de grupo' em seus comícios
Ex-prefeito de Bogotá, ele lidera as pesquisas, empatado com o governista Juan Manuel Santos. (págs. 1 e A17)
Documento da CNBB reforça veto da igreja a padres gays
Segundo o texto, a igreja "respeita profundamente", mas não pode ordenar padre quem pratica a homossexualidade ou apoia "a chamada cultura gay". (págs. 1 e Pág. Esp. C1)
Planalto muda texto de direitos humanos após ser pressionado
Com as mudanças, caiu do decreto a defesa de projeto de lei para descriminalizar o aborto, entre outros itens. Para o ministro Paulo Vannuchi (Direitos Humanos), o texto "é positivo". (págs. 1 e A10)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Governo corta mais R$10 bi para conter crescimento
Depois de cortar R$ 21,8 bilhões nas despesas do Orçamento deste ano, o governo anunciou contingenciamento adicional de R$ 10 bilhões, para esfriar a economia. O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse que a medida será menos dolorosa do que a elevação dos juros. Anteontem, em entrevista ao Estado, o ministro Paulo Bernardo (Planejamento) antecipou que haveria cortes. Segundo Mantega, será atingido o custeio da máquina administrativa, e não investimentos e programas sociais. No governo, a avaliação é que há espaço para reduções, sobretudo no Ministério da Educação. Para analistas, porém, o impacto no aquecimento da economia será baixo. Mantega afirmou que não deixará o País crescer 7% em 2010, diante do risco de aceleração da inflação. Projeções oficiais indicam expansão do PIB de até 10%. "A gente tem de ir observando porque não podemos fazer bobagem", disse Mantega. (págs. 1 e Economia B1 e B3)
Crédito turbina bancos
A Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil registraram no primeiro trimestre expansão de 72,1% e 41%, respectivamente, no lucro em relação ao mesmo período de 2009. A oferta de crédito segue como fator determinante para o desempenho dos bancos. (págs. 1 e Economia B4)
Análise
Beatriz Abreu
A aposta de Mantega
A decisão de cortar gastos públicos mostra que Guido Mantega convenceu Lula de que a alta dos juros não é a medida mais eficaz para conter a inflação. (págs. 1 e Economia B3)
Foto legenda: Aquecido. Público Lota centro de convenções em SP no Feirão da Casa Própria: Caixa tem R$ 33 bilhões em 2010 para financiar imóveis. (págs. 1 e Economia B4)
EUA estão céticos sobre a visita de Lula ao Irã
Acusada de torturar filha adotiva é presa
Foto legenda: Procuradora. Defesa de Vera Lúcia pode pedir prisão domiciliar
Gay não pode ser padre, diz CNBB
70% transportam crianças sem proteção (págs. 1 e Cidades C5)
Washington Novaes: De que adianta a experiência?
Gilles Lapouge: O fim de uma Europa
Nelson Motta: Riscos de campanha
Notas & Informações: Ressaca da gastança
Correio Braziliense
Manchete: Arrocho reduz salário de ministro... Na Europa
É no trato das contas públicas que os governos se distinguem. Recém-eleito na Grã-Bretanha, o primeiro-ministro David Cameron resolveu dar o exemplo: reduziu o próprio salário e o dos ministros em 5% e os manterá congelados pelos próximos cinco anos. Medidas semelhantes foram tomadas em Portugal e na Espanha. No Brasil, o Ministério da Fazenda prevê um corte de R$ 10 bilhões, especialmente com despesas de custeio, e não quer ouvir falar em greve de servidores por reajuste salarial. A Advocacia-Geral da União determinou a todos os ministérios um levantamento das atividades essenciais do governo, de forma a identificar as categorias que não podem interromper o batente. (págs. 1 e 10 a 12)
Foto legenda: Procuradora que bateu em criança está presa
Matou e enterrou a mãe em casa por causa do volume da TV (págs. 1 e 29)
Dono da Viplan cuidava do passe livre
Foto legenda: Fátima fortalece Bento XVI
Conselho dá 15 dias à defesa de Bandarra
Lula desiste de controle sobre a mídia (págs. 1 e 5)
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Valor Econômico
Manchete: Aperto fiscal vai exigir corte de investimentos
O principal impulso fiscal neste ano foi o aumento de 9,7% para o salário mínimo, que terá forte repercussão sobre o pagamento de benefícios previdenciários e demais despesas vinculadas ao piso salarial, entre elas o seguro-desemprego. Mas esse impulso não pode ser revertido. Algumas decisões de anos anteriores também impactaram o Orçamento de 2010, como é o caso dos reajustes salariais para os servidores federais. Essa despesa, por determinação legal, não pode ser reduzida. Na categoria dos intocáveis estão ainda os gastos com os programas sociais, entre eles o Bolsa Família. (págs. 1 e A3)
Bancos ainda seguram os empréstimos
Alguns analistas consideram que o mecanismo de liquidez do Fed foi ineficiente para estimular o fluxo de crédito para as empresas e consumidores. Outros argumentam que o alto nível de reservas será inflacionário quando a economia se recuperar. (págs. 1 e C1)
Bradesco diminui a distância para o Itaú Unibanco em ativos
De janeiro a março, os bancos privados ampliaram a oferta de crédito em 3,7% , acima dos 2,6% verificados entre as instituições públicas. O comportamento do Santander foi o mais tímido entre os grandes bancos de varejo na concessão de financiamento. (págs. 1 e C1)
Petrobras adapta refinaria do Maranhão ao pré-sal
Inicialmente, a refinaria do Maranhão - e também uma outra, planejada para o Ceará - foi desenhada para refinar óleo pesado, extraído na Bacia de Campos. "Em vez de processar apenas petróleo pesado, o processo está sendo revisto para processar 50% de óleo do pré-sal", diz Luiz Alberto Domingues, da Petrobras. (págs. 1 e B1)
De volta ao lucro, Unisys ajusta o foco dos negócios
A Unisys passa por uma reestruturação. No início do mês, vendeu sua área de serviços de processamento de contas de TV paga. Antes foi a de equipamentos de processamento de cheques. O foco agora é segurança, serviços de data center, terceirização e criação de mainframes - um diferencial da empresa praticamente desde a sua criação. (págs. 1 e B3)
Pacotes para a Copa quase esgotados
Em meio a reações e descrença, Europa entra em nova era de austeridade (págs. 1 e A11)
Capital de risco retorna com a volta de ofertas iniciais de ações (págs. 1 e B12)
Cientistas buscam uma cana com mais energia (págs. 1 e EU& Fim de Semana)
FGTS no saneamento
Alternativa multimodal
Casas de plástico
'Transportadora' AmBev
Cisão da Usiminas
Suzano investe em biotecnologia
Exportação de milho
Recursos para o BNDES
MBA nacional ganha prestígio
Ideias
Há fortes indícios de que os países com metas de inflação se mostraram mais resistentes que os demais à turbulência. (págs. 1 e A2)
Ideias
Serra defende a autonomia para as agências que criou, mas não para o BC, onde quer manter o poder de interferir. (págs. 1 e A13)
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RADIOBRAS.