A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quinta-feira, março 17, 2011
GOVERNO DILMA/GOVERNO OBAMA [In:] ''O MEU CIÚME, CIÚME DE VOCÊ..." *
Ato contra Obama opõe PT a Dilma
Protesto de petistas contra Obama irrita Planalto |
Autor(es): agência o globo: Gerson Camarotti e Dandara Tinoco |
O Globo - 17/03/2011 |
Luiz Sérgio diz que debate sobre visita do presidente americano não tem autorização do PT; ordem é abafar mobilização
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(*) Roberto Carlos.
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GOVERNO DILMA/GOVERNO OBAMA [In:] HAJA ENERGIA !
Energia será tema de Dilma e de Obama
Energia sobre a mesa |
Autor(es): Isabel Fleck e Rosana Hessel |
Correio Braziliense - 17/03/2011 |
Operários trabalham no Planalto para tudo ficar pronto a tempo da visita do presidente dos EUA, no sábado. A agenda de discussões, no entanto, já ficou definida. Pré-sal e biocombustíveis estão na pauta. Revoltas no mundo árabe e o desastre nuclear no Japão recolocam a dependência do petróleo entre as preocupações centrais dos EUA. Na conversa com Dilma, Barack Obama tratará do pré-sal e da parceria em biocombustíveis A Casa Branca já adiantou seu interesse em uma parceria cada vez mais ampla com o Brasil na área — que englobaria desde a compra de petróleo e a perfuração das reservas do pré-sal até a cooperação em nível global sobre biocombustíveis e outras formas de energia limpa. Segundo o vice-conselheiro nacional para assuntos econômicos, Mike Froman, há uma “parceria estratégica natural” entre os dois países nessa área, por exemplo, na perfuração em águas profundas. Um possível acordo para compra de petróleo do pré-sal, no entanto, ainda deverá demandar tempo, pois qualquer leilão de novas áreas de exploração dependerá da aprovação do novo projeto de lei sobre os seus royalties — as discussões serão retomadas ainda neste semestre pelo Congresso. Hoje, os EUA dependem de petróleo exportado por países sujeitos a instabilidades. Na América Latina, um dos principais fornecedores é a Venezuela de Hugo Chávez, que está longe de ser um aliado político. Em primeiro lugar está o México. O restante vem do Oriente Médio, de exportadores como a Líbia de Muamar Kadafi, que enfrenta uma guerra civil. Gustavo Moreno/CB/D.A Press O especialista norte-americano Mark Katz, da George Mason University, concorda que as reservas brasileiras são uma boa opção para os EUA, tanto para compra como para exploração. “O Brasil pode definitivamente ser parte da solução para os problemas de energia dos EUA. É muito mais estável que o Oriente Médio, a Rússia e a Venezuela.” A predominância das discussões entre Obama e Dilma sobre uma agenda energética também parece ser inevitável, já que essa é a área na qual a presidente brasileira tem maior experiência e conhecimento de causa. Etanol Atualmente, o governo americano subsidia os produtores locais de etanol com US$ 0,45 por galão, e além disso impõem ao etanol brasileiro uma tarifa de US$ 0,54 por galão. Combinadas, as medidas impedem que o nosso álcool seja competitivo no mercado americano. O embaixador dos EUA no Brasil, Thomas Shannon, assegurou que haverá avanços nas negociações sobre o desenvolvimento conjunto do etanol. Agora, em meio aos temores de um novo acidente nuclear no Japão, a busca por energias limpas volta a ser prioridade na pauta energética bilateral. “O biocombustível retoma o centro das discussões mais uma vez, especialmente nesse momento em que a energia nuclear voltou a ser o patinho feio”, disse. Mais política no Chile |
JAPÃO/TSUNAMI-USINA NUCLEAR [In:] POR ORA, O PATINHO FEIO
'Japão perdeu o controle’, dizem EUA, Europa e Rússia
Fora de controle |
Autor(es): agência o globo: |
O Globo - 17/03/2011 |
EUA, União Europeia, França e Rússia preveem o pior nos reatores 3 e 4 de Fukushima Tóquio Com três reatores do complexo nuclear de Fukushima I (Daiichi) gravemente avariados e os níveis de radiação numa preocupante curva ascendente, a batalha travada ontem pelo Japão foi além dos esforços para superar os problemas de superaquecimento das usinas — e envolveu, ainda, uma guerra de versões acerca da possibilidade real de uma hecatombe nuclear no país. Antes de recorrer a helicópteros para jogar água sobre as estruturas para tentar baixar a temperatura dos reatores, a Tokyo Electric Power Company (Tepco), operadora do complexo de Fukushima, disse na madrugada de hoje (hora local) estar prestes a concluir a construção de uma nova linha de transmissão elétrica para restaurar a eletricidade. Dessa forma, ela esperava religar as bombas d’água elétricas para resfriar os reatores. A companhia também afirmou que os níveis de radiação estavam diminuindo. Mas, na contramão das informações que vinham dos japoneses, organismos internacionais eram unânimes em declarar: a situação está fora de controle e os níveis de radiação, “extremamente altos”. Horas depois de o chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, confirmar danos ao núcleo de três usinas — 1, 2 e 3 — nos Estados Unidos, o chefe da Comissão Reguladora Nuclear americana (NRC), Gregory Jaczko, declarou que a piscina de armazenamento de combustível do reator número 4 estava completamente seca — ou seja, num estágio onde nada mais impediria as varetas de urânio de derreterem completamente, liberando uma nuvem tóxica altamente radioativa. Jaczko não revelou a fonte da informação, mas a NRC tem funcionários envolvidos nos trabalhos em Fukushima. — Acreditamos que a região do reator esteja sob altos níveis de radiação. Será muito difícil que trabalhadores de emergência consigam chegar até o local. As doses de radiação às quais podem ser expostos seriam potencialmente letais em um período curto de tempo — declarou Jaczko. Uma equipe de funcionários da Tepco ainda em Fukushima retornou ontem ao trabalho após terem sido retirados um dia antes. Temendo enviar helicópteros para jogar água sobre as usinas em meio à densa nuvem de fumaça que encobre as instalações nucleares, autoridades japonesas cogitam agora utilizar um caminhão-pipa com um canhão de água para molhar os reatores. Radares antirradiação são instalados no Havaí Atingida por explosões e dois incêndios que danificaram as estruturas de contenção nos últimos dias, a piscina de combustíveis reciclados do reator 4 já estaria praticamente ao ar livre. Se confirmada a evaporação total da piscina, analistas advertem que a quantidade de radiação liberada seria equivalente à da usina ucraniana de Chernobyl, em 1986. Segundo técnicos, a temperatura da água que ainda resta no local também é alta — em mais de 80 graus Celsius, quando o nível normal é de cerca de 30. — Os próximos dois dias serão decisivos. Estou pessimista, pois desde domingo nenhuma das soluções funcionou. É uma situação de alto risco; uma evaporação completa nos deixaria no mesmo nível de exposição que Chernobyl — alertou o diretor do Instituto de Radioproteção e Segurança Nuclear da França (IRSN), Thierry Charles. O chefe da AIEA, Yukiya Amano, classificou a situação como “muito séria” e anunciou que viajará pessoalmente ao Japão para obter informações mais de perto. E, advertindo para o pior dos cenários, o chefe da agência nuclear russa, Sergei Kiriyenko, e o chefe de Energia da União Europeia, Guenther Oettinger, também fizeram previsões sombrias para os próximos dias. — Estamos em algum lugar entre um desastre e um desastre gigantesco — afirmou Oettinger ao Parlamento Europeu.
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