A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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quinta-feira, novembro 01, 2007
GOVERNO LULA: 3º MANDATO ??? [HÁ MUITA FUMAÇA...]
Lula tem afirmado rejeitar a proposta de um terceiro mandato para a Presidência da República. Atualmente, presidentes da República, governadores e prefeitos podem ser reeleitos apenas uma vez. Uma proposta de emenda constitucional (PEC) que tramita na Câmara propõe ampliar essa possibilidade indefinidamente, retirando da Constituição o limite de “um único período subseqüente” para a reeleição. A PEC nº 99/1999 foi arquivada em janeiro deste ano, mas acabou sendo desarquivada em abril, a pedido do deputado Fernando Ferro (PT-PE). Os deputados Rita Camata (PMDB-ES) e Valdemar Costa Neto (PR-SP) também pediram o desarquivamento. Pela proposta, o governante que quiser se candidatar terá que renunciar ao mandato até seis meses antes do pleito. Para Viana, a aprovação da PEC agora seria “casuísmo” e se assemelharia à emenda da reeleição, aprovada em 1997 e que permitiu o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso. “Não é da tradição democrática brasileira a reeleição. O Brasil deve amadurecer muito e refletir com muita serenidade sobre o resultado dessa experiência de reeleição e não interromper a ordem constitucional vigente para mais uma modificação, ampliando a oportunidade de um terceiro mandato”, afirmou o presidente interino do Senado.
G1, SP. 0111.
PETROBRAS: BOLÍVIA: vs. BRASIL (GÁS NATURAL)
O presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, admitiu ontem, em entrevista em Londres, que a companhia não tem como atender ao crescimento da demanda por gás natural no curto prazo e disse que vem alertando as distribuidoras desde o início da crise da Bolívia. "Hoje, se tivermos de manter o crescimento no consumo de gás, vamos ter algumas dificuldades em entregar o volume além do contrato. A indústria de gás não é como um supermercado em que você vai lá e compra." Em entrevista à BBC de Londres, Gabrielli mais uma vez reconheceu que a tendência, a médio e longo prazos, será que o consumidor pague mais caro pelo gás natural. No Rio, a diretora de Gás e Energia da estatal, Maria das Graças Foster, seguiu a mesma linha, ao afirmar que o "preço do gás tem de pagar o custo de exploração e produção" do produto. Segundo ela, a Petrobrás já vem adotando uma estratégia de elevar o preço, ao reajustar trimestralmente seus contratos, após dois anos de descontos. Para o consumidor final, porém, o preço é fixado pelas distribuidoras.Os dois executivos criticaram também o preço do gás natural veicular (GNV) no País. "Para mim é absolutamente claro que o preço do GNV nas bombas não corresponde à realidade", disse Graça. Ontem, a oferta do combustível nos postos do Rio foi retomada por força de liminar. Para Graça, a opção da CEG de cortar o GNV em 89 postos, em vez de negociar a substituição do combustível com seus clientes, como fez a Comgás, é "incompreensível". "É razoável se pensarmos que o GNV pode ser substituído tanto por álcool quanto por gasolina, mas nos parece mais difícil fazer o corte em tantos pontos, em vez de fazê-lo em apenas um ou dois clientes." Segundo ela, CEG e Comgás foram avisadas ao mesmo tempo, mas a distribuidora carioca não adotou um plano de contingência.Gabrielli também afirmou que as distribuidoras não foram surpreendidas pela medida. "Essa discussão não é nova. Ela tem sido feita há muito tempo, pelo menos um ano e meio. Desde que começou a crise com a Bolívia essa discussão ocorre com as indústrias e as distribuidoras do Rio e de São Paulo."A Petrobrás decidiu recorrer da decisão judicial que a obrigou a retomar os volumes anteriores de fornecimento à CEG. Segundo Gabrielli, as negociações com as distribuidoras estavam ocorrendo há quatro meses, com necessidade de ajuste do volume de gás contratado. "Eles (CEG e Comgás) estavam tirando mais gás do que o previsto no contrato com a Petrobrás. Estávamos discutindo contratos mais flexíveis, com planos alternativos para os consumidores. Mas isso não depende da Petrobrás. Não temos como administrar a entrega do gás até o consumidor final. Isso é responsabilidade da distribuidora estadual."
Kelly Lima, Irany Tereza e Nicola Pamplona, O Estadão, 0111.
LULA: 3º MANDATO [DECIFRAM-ME OU ...]
O pedido, feito em fevereiro, partiu do deputado petista Fernando Ferro (PE/PT). Ele solicitou o desarquivamento de propostas sobre a reeleição. O movimento petista pode acelerar a discussão levantada pelos deputados Devanir Ribeiro (PT-SP) e Carlos Willian (PTC-MG), que defendem a possibilidade de um terceiro mandato para Lula, uma vez que a emenda já foi aprovada pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara em 2000. O relator na comissão, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), considerou, na época, a proposta constitucional. O próximo passo é a discussão em comissão especial, que depende do presidente da Câmara para ser instalada. De autoria do ex-deputado Inaldo Leitão (PR-PB), a proposição permite ao presidente da República, prefeitos e governadores concorrerem a infinitas reeleições, desde que se licenciem do cargo seis meses antes da disputa.
2010
No início desta semana, o presidente Lula negou a intenção de disputar um terceiro mandato presidencial em 2010. "Democracia é bom demais. E a gente não pode brincar com democracia nos países da América Latina. Nós já sabemos a experiência das coisas na América Latina. A Constituição estabelece que pode ter mandato de quatro anos e uma reeleição." Lula disse que ele, pessoalmente, é favorável a um mandato de cinco anos e sem reeleição. "Se o Congresso quiser fazer reforma política, todo mundo conhece minha tese: sou favorável a um mandato maior do que quatro anos e sem reeleição. Estou quase proibido de tocar nesse assunto porque não vou dar palpite no mandato do meu sucessor. O Congresso é que tem autoridade para fazer as mudanças que vão fazer." O presidente afirmou que o importante, neste momento, não é discutir o terceiro mandato. "Não precisa mexer em coisa que não é prioridade. A prioridade não é terceiro mandato. A prioridade é consolidar crescimento internamente e no mundo, o Brasil se consolidar como grande nação."
PETRÓLEO: O 'BOOM' DO CARTEL
FAYEN WONG - REUTERS, Estadão, 0111.
' QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA? '

SÃO PAULO FC/2007: UMA IMAGEM ...

AÉCIO NEVES: 'DISCURSO' PELO 1º MANDATO!!!
Belo Horizonte - O governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), disse ontem que não acredita na possibilidade de uma mudança constitucional que permita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva disputar um terceiro mandato. "O Brasil não é a Venezuela. Acho que temos instituições muito sólidas", afirmou Aécio em entrevista à Rádio Bandeirantes, de Zurique, na Suíça, onde participou da solenidade oficial de anúncio do Brasil como sede da Copa do Mundo de 2014. Segundo ele, o próprio Lula não deve ter interesse num terceiro mandato. "Faço até justiça ao presidente. Pode até ser que em seu entorno alguns áulicos ainda alimentem esse sonho. Mas não é bom para o Brasil, não é bom para o presidente Lula e não acredito que ele pessoalmente tenha esse interesse." Aécio observou que considera "até legítimo" que o presidente volte a se candidatar no futuro, pois "terá, provavelmente, idade para isso". "Mas mudar a Constituição neste instante é um desserviço à democracia e o Brasil não aceitaria isso de forma alguma", salientou. De acordo com o governador, a disputa presidencial de 2010 será a primeira eleição direta nos últimos 40 anos "sem o Lula na chapa". "A última eleição presidencial que nós tivemos foi com Jânio Quadros, obviamente, antes da revolução, antes do golpe de Estado, e depois todas as outras eleições nós tivemos Lula na cédula. Isso por si só já é um fator que mudará e muito a própria percepção das pessoas em relação à disputa", argumentou. Aécio é um dos principais aspirantes à candidatura presidencial na eleição de 2010. Questionado sobre uma nova "política do café com leite" e se estaria na hora de Minas voltar ao poder - numa referência à sua eventual candidatura -, o tucano esquivou-se e disse que São Paulo e Minas "sempre terão um papel muito importante na vida" do País. Aproveitou, porém, para defender a construção de "um projeto de Brasil", dissociado de questões partidárias."É um projeto que seja aprovado nas eleições e permita que a gente supere estes últimos tempos em que se elege um presidente da República e não se sabe quais são os compromissos do presidente da República, qual o compromisso com a reforma previdenciária, com a reforma tributária, trabalhista", defendeu.
Estadão, Eduardo Kattah. 0111.