A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quinta-feira, maio 28, 2009
CPI PETROBRAS [In:] ''PIZZA TUTTI BUONA GENTI BASSA''
Membros da CPI enfrentam ações no STF |
O Globo - 28/05/2009 |
UM POÇO DE POLÊMICAS: Jucá, cotado para ser o relator, recebeu R$200 mil de petroquímica parceira da estatal Dos 11 senadores da CPI da Petrobras, 8 respondem a processos criminais no STF ou receberam doações de campanha de empresas ligadas à estatal.
Dos onze senadores escalados para investigar supostos desvios de verba e de conduta na Petrobras, oito respondem a processos criminais no Supremo Tribunal Federal (STF) ou receberam doações de campanhas de empresas ligadas à estatal por contratos ou parcerias. O senador Romero Jucá (PMDB-RR), provável relator da CPI , teve quase metade de sua campanha (R$200 mil) para o Senado, em 2002, bancada pela OPP, empresa petroquímica que foi incorporada à Braskem, da qual a Petrobras é sócia. |
ILHA DE VERA CRUZ [In:] Pac eleiToreiro
Governo dará mais R$5 bi de crédito ao PAC |
Autor(es): Gustavo Paul |
O Globo - 28/05/2009 |
Nova linha evitará que obras parem em ano pré-eleitoral. Para agricultura familiar, serão destinados outros R$15 bi. Para dar embalo ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em ano pré-eleitoral, o governo abrirá linha de crédito de R$ 5 bilhões para empreiteiras que têm obras do programa.
Para garantir que as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) não percam ritmo neste ano pré-eleitoral, o governo federal vai anunciar, nos próximos dias, nova linha de crédito para empreiteiras que executam as obras do programa. Segundo a líder do governo no Congresso, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), essa linha poderá chegar a R$5 bilhões e está praticamente fechada, faltando só ajustes. Na semana passada, com objetivo semelhante, o governo já havia enviado ao Congresso projeto de lei criando um bônus para servidores do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) que cumprirem metas fixadas pelo órgão, inclusive as relacionadas ao andamento do PAC. Esses recursos, que deverão ser liberados pelo BNDES, visam a garantir capital de giro para as empresas, dando fôlego para concluírem o serviço e, assim, habilitando-se a receber do governo. Segundo Ideli, em Santa Catarina, por exemplo, as empreiteiras envolvidas nas obras de duplicação da BR-101 estão com dificuldades para obter capital de giro e executar a obra. Por isso, correm o risco de não serem pagas. - Essa linha resolve o problema de capital de giro das empresas. Já estou soltando fogos e comemorando. É para desencalhar as obras - disse Ideli, que participou ontem de reunião sobre o PAC com o presidente Lula e ministros. - A ordem do presidente é acelerar as coisas. Todas as empresas que têm contratos de obras do PAC poderão acessar esse empréstimo. Haverá um teto para o valor financiado. De acordo com Ideli, os recursos tomados serão de 20% do valor do contrato ou 20% da receita anual da empresa. Valerá o que for mais alto. Além disso, o prazo de carência será de 36 meses. As garantias do pagamento serão os "recebíveis" do PAC: se a empresa não pagar, o governo irá remeter o dinheiro diretamente ao banco. O governo também anunciou ontem a destinação de R$15 bilhões para a safra da agricultura familiar e a criação do seguro para investimento. Os trabalhadores rurais que participam do Grito da Terra Brasil 2009 foram recebidos pelos ministros Guilherme Cassel (Desenvolvimento Agrário), Dilma Rousseff (Casa Civil), Carlos Minc (Meio Ambiente) e Luiz Dulci (Secretaria Geral). No ano passado, o governo destinou R$13 bilhões para a safra da agricultura familiar. O Plano Safra 2009/2010 deverá ser anunciado por Lula em julho. |
ILHA DE VERA CRUZ [In:] PETROLULLA
O Estado de S. Paulo - 28/05/2009 |
Chávez manda na PDVSA mais do que Lula manda na Petrobrás. Talvez o presidente brasileiro inveje o colega venezuelano e as palavras ditas em Salvador, no encontro de terça-feira, fossem mais sérias do que pareceram naquele momento: "Se eu conseguir eleger a Dilma, vou ser presidente da Petrobrás", disse Lula. E completou: "Você, Gabrielli, vai ser meu assessor e o acordo vai sair." O tom foi de brincadeira, mas convém desconfiar da aparência. O acordo entre as duas empresas para a construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, está emperrado. O principal obstáculo não é a disposição de Lula, mas a insistência de Sérgio Gabrielli, o chefe da estatal brasileira, em respeitar, em primeiro lugar, os interesses financeiros e econômicos da empresa e de seus acionistas. O presidente brasileiro, ao contrário, tem-se mostrado quase sempre inclinado a usar as companhias controladas pelo Tesouro para os objetivos de sua diplomacia. Nem as empresas privadas têm ficado imunes a essa perigosa mistura de política e negócios. Ameaçadas por barreiras comerciais impostas por vizinhos, não recebem apoio do governo, mas conselhos para se acomodar, negociar e não criar conflitos. Lula nem chegou perto dos extremos a que chegou Hugo Chávez, mas nunca renunciou a politizar a gestão das estatais. Desde o começo de seu mandato, pressionou a Petrobrás para fazer encomendas a estaleiros nacionais, como se a empresa, além de trabalhar pela segurança energética do País, ainda tivesse de funcionar como instrumento de uma extemporânea política de substituição de importações. As tentativas de ingerência aumentaram com a descoberta do pré-sal, quando o presidente chegou a tratar a Petrobrás como se a sua gestão fosse incompatível com a defesa dos interesses nacionais. Em seu esforço para politizar a gestão econômica, o presidente Lula chegou a se intrometer na administração de grandes empresas privatizadas, pressionando seus diretores para mudar decisões empresariais. O último episódio desse tipo foi a crítica ao anunciado corte de investimentos da Vale, como se o assunto fosse da alçada do chefe do governo. Se o intervencionismo de Lula não se equiparou, até agora, ao do companheiro Hugo Chávez, não foi por falta de tentativas nem de apoio dos grupos mais fisiológicos e mais primitivos da chamada esquerda brasileira, abrigada em boa parte sob a bandeira do PT. Em vez de continuar tentando comandar a Petrobrás e outras empresas, controladas ou não pelo Tesouro Nacional, o presidente Lula deveria prestar mais atenção às consequências do uso político da PDVSA. A produção diária de petróleo na Venezuela caiu de 3,4 milhões de barris em 1999 para pouco mais de 2 milhões atualmente. Nesse intervalo, o país foi prejudicado tanto pelo afastamento de empresas estrangeiras quanto pela redução dos investimentos da estatal venezuelana. Abandonou-se a gestão baseada em padrões empresariais e subordinou-se a companhia aos objetivos políticos do caudilho venezuelano. O aumento dos preços do petróleo permitiu a Chávez, durante anos, financiar sua ação populista, abrir caminho para prolongar sua permanência no poder e ainda sustentar a difusão do bolivarianismo nas áreas politicamente menos desenvolvidas da América Latina. Durante longos anos, o investimento produtivo foi esquecido na Venezuela - e não só no setor petrolífero. Quando os preços do petróleo caíram e o endividamento da PDVSA se tornou assustador, a solução encontrada por Chávez foi estatizar as companhias credoras, começando pelas fornecedoras de serviços na área do Lago Maracaibo. Enquanto Chávez levava a outrora poderosa PDVSA à beira de uma catástrofe empresarial, a Petrobrás continuou na rota do crescimento e da consolidação entre as grandes companhias do setor. Essa expansão, favorecida por descobertas no Brasil e por investimentos bem-sucedidos no exterior, foi possível porque as tentativas de intervenção do governo foram insuficientes para eliminar o caráter profissional de sua administração. Mas o presidente Lula não parece ter desistido de imitar o companheiro bolivariano. Investigar as interferências na Petrobrás seria provavelmente mais oportuno e mais instrutivo que cumprir a pauta da CPI instalada por insistência da oposição. |
CHÁVEZ [In:] ''BAHIA DE TODOS OS SANTOS..."
Autor(es): Janes Rocha |
Valor Econômico - 28/05/2009 |
Uma frase do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, captada em Salvador, Bahia, anteontem, durante um encontro com o presidente Luis Inácio Lula da Silva, causou extremo mal-estar na Argentina. Chávez teria dito que prosseguirá com as nacionalizações de empresas na Venezuela, "menos as brasileiras". A frase dita sem que se soubesse que microfones próximos estavam ligados, chegou aos ouvidos dos jornalistas e foi publicada ontem por toda imprensa argentina. No início da tarde, o governo argentino informou que a presidente Cristina Kirchner telefonou ao presidente da Venezuela pedindo explicações. Segundo um comunicado distribuído pela agência oficial de notícias Telam - o que significa saído diretamente da Casa Rosada -, Chávez teria negado a frase, ao que Cristina lhe pediu um desmentido público. À noite, o Ministério das Relações Exteriores da Venezuela divulgou um comunicado oficial dizendo que o comentário foi em "tom de brincadeira". Ou seja, confirmou a frase. A declaração de Chávez já tinha potencial suficiente para mexer com os brios dos argentinos. Mas ganhou um peso ainda maior porque, apenas quatro dias antes, o governo venezuelano havia anunciado a estatização de outras três empresas do grupo argentino Techint: a Tubos e Aços da Venezuela (Tavsa); Materiais Siderúrgicos (Matesi) e o Complexo Siderúrgico Guayana (Comsigua). A decisão venezuelana foi amplamente criticada, primeiro porque ocorre apenas um ano depois da nacionalização do maior negócio do Techint na Venezuela, a siderúrgica Sidor. Segundo porque Chávez havia realizado, poucos dias antes, uma visita oficial à Argentina para reafirmar a aliança estratégica entre os dois países. A polêmica surge num momento que não poderia ser pior para a presidente Cristina. A um mês das eleições legislativas, que vão renovar parte da Câmara, do Senado e das Assembleias provinciais, Cristina precisa eleger a deputados e senadores uma lista de políticos aliados, encabeçada pelo marido, o ex-presidente Néstor Kirchner, para garantir uma maioria no Congresso. Além de ter perdido votos e popularidade por uma batalha contra os agricultores, agora Cristina se vê ás voltas com a insatisfação dos industriais, que têm sido um dos principais suportes à política econômica desde a gestão de Néstor Kirchner. O resultado hoje parece incerto. Na segunda-feira, depois que a notícia da estatização das empresas do Techint provocou uma onda de declarações públicas de rechaço por várias entidades empresariais, Cristina e seus ministros disseram que defenderiam os investimentos argentinos no país vizinho. No entanto, afirmaram também que respeitavam a decisão soberana da Venezuela, o que elevou ainda mais o tom das críticas dos empresários. Com seu usual tom confrontador, ao invés de dissipar a polêmica, Cristina jogou mais lenha na fogueira ao declarar que, apesar de apoiar as empresas argentinas no exterior, "gostaria que o Techint tivesse depositado na Argentina" o dinheiro da indenização que recebeu há cerca de um mês pela estatização da Sidor. Demonstrava assim que o governo sabia que, ao receber a primeira parcela da indenização, no valor de US$ 400 milhões, o Techint havia mandado depositar o dinheiro na Alemanha. O valor total negociado de indenização pela Sidor é de US$ 1,970 bilhão. A União Industrial Argentina (UIA) divulgou uma nota oficial na qual pede ao governo para rever a autorização dada para a entrada da Venezuela como membro pleno do Mercosul. Os Congressos da Argentina e do Uruguai já aprovaram a entrada venezuelana no bloco, mas ainda falta a autorização dos Congressos brasileiro e paraguaio. Segundo uma fonte da UIA, o presidente da entidade, Hector Mendez, iniciou também os contatos para pedir a convocação de uma reunião extraordinária do Conselho Industrial do Mercosul, com o objetivo de tomar uma posição conjunta em relação à política de estatizações da Venezuela. Ele argumenta que a política econômica venezuelana não é compatível com a vigente nos quatro países do bloco. O Conselho Industrial do Mercosul é formado pela CNI, UIA, Câmara da Indústria do Uruguai e a União Industrial do Paraguai. |
RENAN CALHEIROS [In:] ''CHOREI, NÃO PRECISEI ESCONDER ..." *
Renan Calheiros terá controle sobre a CPI da Petrobras | |||
Autor(es): Cristiane Agostine | |||
Valor Econômico - 28/05/2009 | |||
Um ano e oito meses depois de ter escapado de cassação pelo plenário do Senado, quando foi acusado de ter usado um lobista de empreiteira para pagar pensão à filha, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) retoma plenos poderes na Casa. Principal articulador da eleição de José Sarney à presidência do Senado e de Fernando Collor (PTB-AL) para a presidência da Comissão de Infraestrutura, ambos eleitos em disputa com o PT, Renan deu nova indicação de seu poder nas articulações políticas da Casa ao indicar à CPI da Petrobras seus aliados. O critério de escolha foi claro: fidelidade a Renan e ao PMDB, acima do apoio ao Planalto. O líder da maior bancada do Senado terá controle sobre os rumos da CPI, que iniciará seus trabalhos na terça-feira. No PMDB, Renan selecionou nomes de sua confiança, de parlamentares que ficaram ao seu lado nos seis meses de crise que viveu quando presidia o Senado, em 2007: Leomar Quintanilha (TO) e Paulo Duque (RJ), como titulares; Almeida Lima (SE) e Valdir Raupp (RO), como suplentes. Por pressão do Planalto, o pemedebista indicou também o líder do governo, Romero Jucá (RR) - cotado para relator. Os nomes foram oficializados na terça-feira, faltando 15 minutos para meia-noite. Almeida Lima e Leomar Quintanilha ajudaram a abafar as denúncias como relatores de processos contra Renan no Conselho de Ética. Quintanilha, presidente do conselho, arquivou sumariamente duas representações por quebra de decoro contra Renan. No caso de Lima, a indicação poderá ajudá-lo em 2010, quando tentará a reeleição. A disputa, entretanto, pode prejudicar o governo porque deverá ser contra o PT, que lançará José Eduardo Dutra, presidente da BR Distribuidora. Paulo Duque também defendeu Renan na crise, mas sua indicação deve-se à pressão do grupo do governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB). Duque é suplente de Cabral no Senado. O governador do Rio demonstrou preocupação com a CPI. Ele teme que o Rio, sede da Petrobras, seja prejudicado com a diminuição de royalties caso as investigações gerem uma crise na estatal. Duque também espera para ganhar notoriedade, com vistas a 2010. Ele disputa espaço com Benedita da Silva (PT), ou Lindberg Farias (PT).
Indicado para suplência, Valdir Raupp é conhecido como parlamentar fiel ao partido. Teve apoio de Renan para eleger-se líder do PMDB no Senado. Acabou desentendendo-se com ele quando tentou manter-se no cargo que o próprio Renan queria tomar para si. Renan conta também com os indicados pelo PTB. Collor, seu conterrâneo de Alagoas indicado para titular, foi eleito para a presidência da Comissão de Infraestrutura graças à sua articulação . Foi o pemedebista que ajudou a derrotar a indicada do PT, Ideli Salvatti (SC), atual líder do governo no Congresso. Ele fora o principal artífice da eleição presidencial de Collor (1989) e líder do seu governo na Câmara. Seu suplente é Gim Argello, líder do partido no Senado. Aliado de Renan, articularam juntos as indicações para a CPI. Indicado pelo PT, João Pedro (AM) foi um dos grandes aliados a Renan no arquivamento de denúncia por quebra de decoro contra o senador alagoano. Ele foi o relator do caso e recomendou o arquivamento das denúncias de que Renan teria trabalhado para reverter dívida de R$ 100 milhões da Schincariol junto ao INSS, uma das que foram analisadas no Conselho de Ética. João Pedro, que ocupa a cadeira como suplente do ministro Alfredo Nascimento, é um dos cotados para presidir a CPI, ao lado de Ideli. Ele mostrou-se fiel ao governo quando foi titular na CPI do Apagão Aéreo e apresentou um relatório paralelo para impedir o indiciamento de ex-dirigentes da Infraero. A manobra, amparada pelo PMDB, derrubou o texto do relator da CPI, Demóstenes Torres (DEM-GO). Marcelo Crivella (PRB-RJ), titular indicado pelo bloco liderado pelo PT, também lutou pela absolvição de Renan na primeira acusação, mas voltou-se contra o senador na segunda. Ele poderá dar lugar ao senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), que atualmente não pode ser titular por já ser relator da CPI das ONGs. Arruda deverá defender o PCdoB nas investigações, já que o partido comanda a Agência Nacional de Petróleo (ANP), um dos focos da CPI. Até mesmo a indicação de Ideli é favorável a Renan. Segundo seus aliados, a petista - cotada para a presidência da CPI - é o único canal de interlocução com o PT no Senado. Mas há ressalvas na relação. Em 2007, Ideli assumiu publicamente a defesa de Renan. Mas este ano ela sofreu um revés na disputa pela Comissão de Infraestrutura. Durante as negociações para a definição dos nomes para a CPI o desentendimento entre os líderes do PMDB e do PT, Aloizio Mercadante (SP), ficou evidente, e os ataques só diminuíram depois que os dois se reuniram com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Renan encontrou-se com Lula na segunda-feira e Mercadante, ontem. Foi no período de crise que a relação de Renan e Mercadante azedou, pois o petista criticou-o duramente. ---------------------- (*) VOLTA POR CIMA (Noite Ilustrada. Compositor: Paulo Vanzolini). Chorei, não procurei esconder ------------------ www.vagalume.com.br ----------------- |
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
28 de maio de 2009
O Globo
Manchete: MEC: 382 mil professores não poderiam dar aulas
Santos Dumont no limite?
Turbulência: radar pode ter falhado (págs. 1 e 8)
Dólar 'fura' a barreira psicológica dos R$ 2
Governo dá mais incentivos para acelerar o PAC
CPI: doações de fornecedores da Petrobras
Venezuela constrange Vargas Llosa
Macaco transgênico é brilhante (págs. 1 e 34)
Charge Chico: Entreouvido entre Lula e Chávez (2)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Censo aponta formação deficiente de professores
Dados do censo da educação básica realizado pelo Inep, instituto de pesquisas ligado ao Ministério da Educação, mostram que 26,6% dos professores da 5ª à 8ª série do ensino fundamental não têm a habilitação legal exigida para dar aulas nesse nível - diploma de ensino superior com licenciatura. Do total, 21,3% não possui nenhum curso superior.
Do 1,8 milhão de professores nas escolas públicas e particulares, 0,8% só estudou até a 8ª série. Sem a qualificação mínima exigida, dão aula a cerca de 600 mil alunos (1% das matriculas).
Os dados revelam também descompasso entre a formação do docente e o que ele tem a ensinar. Dos professores de física no ensino médio, só 25% fizeram curso universitário específico.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse acreditar que grande parte dos professores não enquadrados nas exigências tenha começado antes da lei atual, aprovada em 1996. Como ela não tem efeito retroativo, continuaram em atividade.
Para especialistas, a exigência de nível superior já é o mínimo em todos os países desenvolvidos. (págs. 1 e C4)
Antônio Gois
Salário baixo afasta mais capacitados (págs. 1 e C4)
Foto legenda: Terra arrasada
Brasil está em recessão desde 2008, diz comitê
A entidade, concebida nos moldes de comitê nos EUA, diz não haver dúvida sobre o declínio da economia por mais de seis meses, após 21 trimestres de alta. (págs. 1 e B1)
Inadimplência é de 5,2% dos empréstimos comerciais, a maior desde 2000. (págs. 1 e B4)
Coreia do Norte ameaça ação militar e eleva tensão na Ásia
No domingo, o país fez novo teste nuclear, violando resolução da ONU. Hillary Clinton, secretária de Estado dos EUA, chamou a ação norte-coreana de "provocativa e beligerante". (págs. 1 e A14)
Empresas com participação da Petrobras doam mais a petistas
A estatal afirma que, como acionista, não decide sobre as doações. (págs. 1 e A4)
Auxílio-moradia irregular é pago a Sarney e mais três senadores
Editoriais
Janio de Freitas: Investigação sobre o 'libanês K.' tem muitas diferenças
A investigação da Polícia Federal já começou "sob segredo de Justiça", e assim continua. Nenhuma razão para a diferença? (págs. 1 e A11)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Aditivos chegam a dobrar valor de obras da Petrobrás
Investigação do Tribunal de Contas da União mostra que a Petrobras tem permitido aditivos que multiplicam o valor de contratos de obras e serviços, relatam os repórteres Rodrigo Rangel e Christiane Samarco. Os orçamentos da empresa registram estouros de mais de 50%. Em dois casos (o gasoduto Urucu-Coari-Manaus e a plataforma P-56), o custo saltou de R$ 1,8 bilhão para R$ 3,6 bilhões. Houve aditivo até para pagar reivindicações salariais de empregados de empresa encarregada de uma obra. Na reforma da refinaria de Duque de Caxias, houve 24 acréscimos ao contrato. Há indícios de superfaturamento - num deles, serviços idênticos, numa mesma obra, tiveram diferença de preço de 2.000%. Sobre as acusações, a Petrobras nega falta de planejamento, alega casos de emergência e fala em "decisão estratégica". (págs. 1, A4 e A6)
O senador petista João Pedro propõe estender CPI até o governo FHC. (págs. 1 e A6)
Servidores lideram tomada de crédito
O volume de crédito para pessoa física subiu 1,8%, ou R$ 5,2 bilhões; em abril ante março, mostram dados do Banco Central. O movimento foi puxado pelos empréstimos consignados a servidores, que responderam por R$ 2,7 bilhões do total. Graças à queda do custo do financiamento, o juro médio atingiu 38,6% ao ano, o menor nível desde junho de 2008. Já o volume de crédito para as empresas caiu 0,5%, ou R$ 1,8 bilhão, entre março e abril. A tendência se acentuou em maio, com queda de 0,8% até o dia 14, enquanto o custo se manteve em alta. (págs. 1 e B1)
Número
42,6% é a fatia do crédito no PIB
Maioria dos professores trabalha em uma só escola
Coreia do Norte sobe o tom e ameaça atacar sul-coreanos
País está em recessão desde 2008, calcula FGV
Meirelles nega intervenção heterodoxa no câmbio
Diplomacia: A caminho de Pyongyang: desafio político e logístico
CET vê falha grave em 83% dos carros inspecionados
América Latina: Chávez contra fúria de Cristina Kirchner
São Paulo: Metade da Câmara é intimada em sessão
Notas & Informações: Uma Petrobrás para Lula
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Jornal do Brasil
Manchete: Em 2009, brasileiro só pagou impostos
Coreia do Norte rompe armistício
Foto legenda: Drama sem fim
Décimo caso da gripe suína é do Rio
Dólar se mantém em queda livre
Eclipse confirma tese de Einstein
Sociedade Aberta
Presidente do Ibef-RJ
A Petrobras trabalha sério e em acordo com a lei. (págs. 1 e A9)
Sociedade Aberta
Analista do AFI Research
A postura da Coreia do norte é uma ameaça a todo mundo. (págs. 1 e A3)
Sociedade Aberta
Vice-presidente do Instituto Liberal
Governo tem de fazer ajuste fiscal para evitar queda do dólar. (págs. 1 e A20)
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Correio Braziliense
Manchete: Contra a marola, Lula força onda de crédito
Após os mísseis, a guerra
Em 6 anos, trânsito será igual ao de SP
Segurança: Sem acordo, segue a greve dos vigilantes
Cigarro: Vício para nas imagens chocantes
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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